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10 séries que você tem que MARATONAR no mesmo dia!

O universo das séries está cada vez mais bombando, com diversas histórias nos trazendo um leque vasto de opções. Não sei vocês mas eu gosto de maratonar uma série no mesmo dia, dar o play no primeiro episódio e ir até o último da temporada. Pensando nisso, indico abaixo 10 séries que você tem que maratonar no mesmo dia!

 

Slow Horses (Apple Tv +)

Lançada em abril desse ano na Apple Tv+, Slow Horses é uma drama com muito suspense e espionagem que conta as aventuras de um grupo de agentes da inteligência britânica que foram rebaixados para uma filial escondida e sem força na organização denominada Slow Horses. Essa que é chefiada pelo misterioso e ranzinza Jackson Lamb (Gary Oldman).

 

A Escada (HBO Max)

Baseada em fatos reais que chocaram o mundo, A Escada conta a história de um famoso escritor que certo dia liga para polícia dizendo que sua esposa morreu na escada. Ao longo dos intensos episódios dessa série vamos acompanhando as verdades escondidas, a intensa investigação e as posições dos membros da família sobre tudo que se revela.

 

The Great (Starzplay)

Disponível no catálogo da Starzplay e indicada em algumas categorias ao Emmy 2022, The Great mostra a trajetória de Catarina II, governante impactante na história da Rússia e seus conflitos com o marido. Elle Fanning interpreta a protagonista e Nicholas Hoult é o imperador Pedro III.

 

 

Ruptura (Apple Tv +)

E se você pudesse dividir seu tempo de trabalho com seu tempo em casa não lembrando de nada em quanto estiver em um deles? Cheio de atalhos para instigar nossa curiosidade, o roteiro de Ruptura é algo sublime que nos faz refletir sobre a sociedade, o trabalho e a questão descontrolada do avanço da tecnologia. Esses são alguns dos ingredientes de uma das mais aclamadas séries dos últimos tempos que tem alguns episódios dirigidos por Ben Stiller. Indicado a muitas categorias no Emmy 2002, o projeto nos leva a pensar sobre quão profundo pode ser a natureza humana por meio de metáforas que traçam duas realidades que coexistem.

 

Maid (Netflix)

Uma das minisséries mais bem avaliadas por crítica e público dos últimos anos, Maid, disponível no catálogo da Netflix nos apresenta a história de uma mulher que depois de deixar para trás um relacionamento abusivo vai em busca de caminhos para sustentar a filha. Série baseada em fatos reais. A atriz Margaret Qualley foi indicada ao Emmy 2022 por sua excelente atuação.

 

Yellowstone (Paramount +)

Uma das mais aclamadas séries da atualidade, em breve já chegando na sua quinta temporada, Yellowstone nos mostra a saga de uma família repleta de conflitos que precisa defender suas terras. Aqui não há heróis nem vilões, todos rompem barreiras da moral mostrando a força da ganância em uma região que gira longe dos holofotes da mídia, em terras rentáveis, um universo extremamente violento ditado por regras impostas por quem comanda. Criada pela dupla Taylor Sheridan e John Linson, tendo Kevin Costner como protagonista. Obs: essa série, como tem muitas temporadas já, pelo menos a primeira você consegue ver num dia!

 

Barry (HBO Max)

As eternas dificuldades de se entender como ser humano. Caminhando nas linhas do humor non-sense, um dos grandes sucessos recentes da HBO é sem dúvidas a curiosa série Barry. Com episódios que giram em torno de 30 minutos, vamos acompanhando a saga de um ex-militar, hoje assassino profissional, que após ter o contato com o mundo da atuação vê sua vida mudar radicalmente. No papel principal o ator, e também um dos criadores da série, Bill Hader, que volta e meia é indicado aos maiores prêmios da televisão norte-americana.

 

Lakers: Hora de Vencer (HBO Max)

Buscando resgatar as histórias do início da era vitoriosa de um dos times de basquete mais famosos do mundo, os Los Angeles Lakers, Lakers: Hora de Vencer consegue de forma muito dinâmica nos ambientar em uma época ainda de início da famosa NBA e como essa liga se tornou uma das maiores ligas de esportes norte-americanos de todos os tempos. A fama, as dúvidas, os conflitos, as escolhas, são muitas variáveis que se encontram nesse ótimo seriado disponível na HBO MAX. Vale também o destaque para a atuação impactante do grande ator John C. Reilly.

 

The White Lotus (HBO Max)

O refletir que passa por cima do moralismo. Sensação da última temporada no universo das séries, The White Lotus é um projeto fascinante quando pensamos nas reflexões sobre os aspectos humanos, no refletir sobre o caráter sob pontos de vistas completamente diferentes. Intrigante até o último minuto, esconde muito bem seus mistérios, muitos desses colocados de planos de fundo para um abre alas das profundezas argumentativas das individualidades da razão humana. A HBO Max inclusive já renovou para uma segunda temporada que serão no estilo antologia, onde personagens diferentes, em situações diferentes, exploram as mesmas temáticas.

 

Yellowjackets (Paramount +)

Na trama, conhecemos quatro mulheres na fase adulta que por mais que sigam suas vidas com suas respectivas famílias foram marcadas por acontecimentos trágicos quando eram adolescentes (cerca de duas décadas atrás) e viajavam de avião para um jogo importante já que eram do time de futebol feminino conhecido em toda a cidade delas chamadas de Yellowjackets. Assim, ao longo de 10 intensos episódios vamos conhecendo Tai (Tawny Cypress), Shauna (Melanie Lynskey), Misty (Christina Ricci) e Natalie (Juliette Lewis) e os segredos que esconderam durante todo o tempo em que estiveram perdidas após um grave acidente de avião.

 

Documentário sobre o assassinato de Daniella Perez se torna a série MAIS ASSISTIDA da história da HBO MAX

Já chegaram à HBO Max os últimos três episódios de ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez‘.

A produção local Max Original tornou-se a série original mais assistida na plataforma no Brasil e América Latina em seus primeiros dias de exibição, superando estreias bem sucedidas de títulos nacionais e internacionais na plataforma de streaming.

O sucesso da série documental não é apenas local. No IMDB, uma das principais bases de dados online do mundo sobre produções audiovisuais, a avaliação do primeiro episódio chega a 9,1. A média no site é 8,9.

Com direção de Tatiana Issa e Guto Barra, que também assina o roteiro, a produção de cinco episódios reconstitui com detalhes os fatos e o julgamento do caso que impactou o Brasil no início dos anos 90.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

Em 1992, a atriz e bailarina Daniella Perez foi assassinada por Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, em um crime cruelmente premeditado. A morte prematura da jovem de 22 anos mexeu com o País. O assassinato da Daniella, filha da autora e produtora brasileira, ganhadora do Emmy Internacional, Gloria Perez, ganhou notoriedade e ocupou as primeiras páginas dos jornais nacionais por anos.

Depois de três décadas, Gloria Perez revisita a busca pela verdade por trás desta história que mudou sua vida para sempre. A autora compartilha sua experiência conforme a produção apresenta, em registros inéditos, os detalhes das investigações e o julgamento deste caso de homicídio duplamente qualificado.

Como mãe da vítima, ela rastreou testemunhas, identificou evidências e ajudou a expor erros das autoridades brasileiras. Sua atuação foi fundamental para a resolução do caso, além de ter deixado um legado ao conseguir a alteração da legislação brasileira, passando a incluir homicídio qualificado dentro dos crimes hediondos.

Para o diretor e roteirista Guto Barra, a produção de true crime corrobora para a elucidação desta tragédia que marcou o Brasil. “Por meio de um minucioso trabalho de pesquisa, trazemos à luz a barbaridade do crime, com informações que não foram reveladas à época do assassinato.” Segundo Tatiana Issa, que dirigiu e trabalhou em conjunto com Guto, “o caso Daniella Perez inspira muitos sentimentos e sua retratação documental revela não apenas a Daniella quanto artista, filha e esposa, mas também a deficiência do sistema jurídico brasileiro.”

‘Pacto Brutal’: Gloria Perez explica porque foi necessário EXPOR as fotos do corpo de Daniella

Lançado na semana passada na HBO Max, o documentário ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez está chocando os assinantes da plataforma por conta das imagens impactante do cadáver da atriz.

A filha da autora e produtora Gloria Perez tinha apenas 22 anos quando foi brutalmente assassinada pelo ex-ator Guilherme de Pádua e sua ex-esposa, Paula Thomaz, com 18 golpes de tesoura, em 1992.

Além de ferimentos no pulmão e outras regiões do tronco, Daniella sofreu oito perfurações só no coração, que chega a ficar exposto em algumas fotografias.

Em entrevista ao Uol (via Folha), Gloria revelou que ela mesma fez questão de conceder as fortes imagens porque:

“Se você quer contar essa história, tem que mostrar o que eles fizeram”, referindo-se à violência do crime.

Ao longo da conversa, a autora diz que entregou à produção do documentário todos os arquivos e fotografias do caso, que conta com registros explícitos e até mesmo desconfortáveis sobre o crime.

Ainda assim, Gloria reforça que presenciar a brutalidade do crime foi ainda mais doloroso do que rever as fotos, e lamenta que o caso tenha sido classificado como um mero acaso.

“Diziam que foi um acidente do acaso. Mas não foi uma coisa casual. Quando você olha aquelas fotos, você vê que não tem nada de momento, foi feito de uma forma quase ritualística. Não vou discutir a proporção das fotos, mas sim a brutalidade contida naquelas fotos.”

Para ela, mostrar a verdade sem filtros é uma necessidade para evitar que o caso seja amenizado, como a defesa de Guilherme e Paula tentou fazer na época.

“Você olha pra as fotos e vê que foi exatamente aquilo que foi feito. Então, me dói ver aquilo? Muito. Mas me doeu ver aquilo ao vivo, como eu vi. E ver depois como aquilo foi tratado de maneira amenizada.”

Dirigida por Tatiana Issa e Guto Barra, que também assina o roteiro, a produção reconstitui em cinco episódios os detalhes sobre o caso que impactou o Brasil.

Confira o trailer:

Em 1992, a atriz e bailarina Daniella Perez foi assassinada por Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, em um crime cruelmente premeditado. A morte prematura da jovem de 22 anos mexeu com o País. O assassinato da Daniella, filha da autora e produtora brasileira, ganhadora do Emmy Internacional, Gloria Perez, ganhou notoriedade e ocupou as primeiras páginas dos jornais nacionais por anos.

Depois de três décadas, Gloria Perez revisita a busca pela verdade por trás desta história que mudou sua vida para sempre. A autora compartilha sua experiência conforme a produção apresenta, em registros inéditos, os detalhes das investigações e o julgamento deste caso de homicídio duplamente qualificado.

Como mãe da vítima, ela rastreou testemunhas, identificou evidências e ajudou a expor erros das autoridades brasileiras. Sua atuação foi fundamental para a resolução do caso, além de ter deixado um legado ao conseguir a alteração da legislação brasileira, passando a incluir homicídio qualificado dentro dos crimes hediondos.

Para Guto, a produção corrobora para a elucidação desta tragédia que marcou o Brasil. “Por meio de um minucioso trabalho de pesquisa, trazemos à luz a barbaridade do crime, com informações que não foram reveladas à época do assassinato.”

Segundo Tatiana “o caso Daniella Perez inspira muitos sentimentos e sua retratação documental revela não apenas a Daniella quanto artista, filha e esposa, mas também a deficiência do sistema jurídico brasileiro.”

Showrunner revela novos detalhes sobre o spin-off de ‘Harley Quinn’

Em entrevista ao Insider, o showrunner Patrick Schumacker revelou novos detalhes sobre o spin-off da série animada ‘Harley Quinn‘, que focará no Homem-Pipa.

“A única coisa que eu posso dizer sobre o spin-off é que o Bane será um personagem regular. O Bane terá muito destaque na série.”

Ele completa, “A série derivada será intitulada ‘Noonan’s’, mas não sabemos que permanecerá assim quando estrear na HBO Max. A ideia é a história focar nesse bar para supervilões, mas naturalmente terá cenas de ação.”

Com 10 episódios encomendados, o spin-off ainda não possui previsão de lançamento.

Criada por Paul DiniBruce Timm, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.

A produção também conta com as vozes de Lake Bell, Alan Tudyk, Tony Hale, Ron Funches, Jason Alexander e JB Smoove.

Começa a pré-venda dos ingressos de ‘Dragon Ball Super: Super Herói’

Após ser lançado no Japão, o novo filme da franquia ‘Dragon Ball Super‘ já tem data para chegar ao Brasil, será no dia 18 de agosto. E para deixar os fãs brasileiros super animados, começou nesta sexta-feira (29) a pré-venda de ingressos para ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘.

O filme chegará em versões dubladas e legendadas em cinemas por todo Brasil. Como ‘Dragon Ball‘ é uma franquia muito amada por aqui, é provável que boa parte dos estados recebam salas com o longa. Ao longo do mês de agosto, o site Ingresso.com atualizará a lista de salas disponibilizadas.

Confira o anúncio:

Com animação CG, o novo filme terá Gohan, Piccolo e Pan como personagens centrais da trama. Na trama, o exército Red Ribbon retorna em busca de vingança contra os guerreiros Z. Para isso, criam dois androides de poder supremo: Gamma 1 e Gamma 2. Se autoproclamando “Heróis da Justiça”, eles atacam Piccolo e Gohan em busca de vingança. Porém, uma misteriosa sombra do passado espreita nas trevas.

Tetsuro Kodama está na direção, Chikashi Kubota é o diretor da animação e Jae Hoon Jung está na direção de CG. Naoki Sato está na composição musical e Nobuhito Sue está na direção de arte.

Diretor de ‘Shazam!’ não sabe quando o herói vai enfrentar o ‘Adão Negro’ no cinema

Nos quadrinhos e animações da DC, o ‘Adão Negro é o arqui-inimigo doShazam!’, e o vilão foi o primeiro mortal a receber os poderes do Mago que também concedeu os poderes do ‘Shazam!’.

Isso faz deles oponentes à altura um do outro…

E agora que os dois são parte das adaptações live-action do DCEU, os fãs estão se perguntando quando eles irão se enfrentar nas telonas.

Durante uma entrevista para o Collider, o diretor David F. Sandberg foi questionado sobre o assunto, mas decepcionou ao dizer que:

“Ainda não houve uma conversa sobre isso. Eu sei que, no momento, ‘Adão Negro‘ é uma espécie de filme independente, assim como a franquia do ‘Shazam!‘. Então, vamos ver para onde tudo isso vai se encaminhar.”

Ele continuou, reforçando:

“Eu sei que esse encontro é aguardado. Eu também me sinto como os fãs. Mas preciso dizer que não fiz parte de nenhuma conversa sobre isso.”

E aí, você acha que ele está despistando o público ou acha que essa luta ainda não está nos planos da DC?

Lembrando que Adão Negro‘ chega aos cinemas nacionais dia 20 de outubro, um dia antes da estreia nos EUA.

Recheada de cenas inéditas, a mais nova prévia traz um confronto de ideias entre o anti-herói e o Sr. Destino (Pierce Brosnan), que põe em dúvida o papel do personagem.

Ao longo da conversa, o mago diz que Teth Adam (Dwayne Johnson) tem o poder de ser tanto a salvação como a destruição do planeta.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça:  Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Atriz de ‘Teen Wolf’ é uma advogada em ascensão no trailer de ‘Partner Track’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série ‘Partner Track‘, estrelada pela Arden Cho (‘Teen Wolf’).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 26 de agosto.

Em um escritório de advocacia de elite de Nova York, Ingrid Yun luta para se tornar sócia – e manter seus princípios – enquanto equilibra romance, amigos e expectativas familiares.

O elenco ainda conta com Bradley Gibson, Alexandra Turshen, Dominic Sherwood, Rob Heaps, Nolan Gerard Funk, Matthew Rauch e Roby Attal.

‘Os Cavaleiros do Zodíaco’: Roteiristas detalham como será a adaptação em live-action

O roteiristas do filme live-action de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘, Josh Campbell e Matt Stuecken, contaram suas experiência de como foi adaptar uma das séries animadas japonesas mais famosas da cultura pop no mundo todo.

Campbell e Stuecken, em entrevista ao Anime News Network, conhecidos por escrever ‘Rua Cloverfield, 10‘, disseram que o filme irá abordar uma história de fato original e que será baseada no mangá de Masami Kurumada, criado nos anos de 1980.

“É um filme original, mas é muito inspirado no mangá e no anime original. Por mais que adoraríamos colocar todos os cavaleiros nele e todas as histórias, você simplesmente não pode. Há muita coisa. Queremos que seja acessível para todos os que não conhecem o material original”, falou Stuecken.

Matt Stuecken também falou que este primeiro filme é introdutório, apresentando o universo e Seiya, personagem de Mackenyu.

“Se você colocar tudo no [primeiro filme], não terá espaço suficiente para dar uma introdução adequada para todos. Felizmente, todos os envolvidos na produção estavam de acordo em se concentrar apenas em um personagem. Você não pode fazer Os Vingadores antes de fazer o Homem de Ferro. Nossa esperança é que este seja o primeiro filme, para depois aprofundar em todos esses grandes personagens”, conclui.

A história acompanha Seiya, um jovem solitário que possui o dom especial para obter a armadura sagrada de Pégaso. Ao se juntar um grupo de protetores com outras armaduras sagradas, eles devem defender o universo e a reencarnação da deusa Atena.

O filme será estrelado por J.J. Jr. Mackenyu (‘Círculo de Fogo: A Revolta’), Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’) e Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’).

Assista:

Os Cavaleiros do Zodíaco‘, que tem direção de Tomasz Baginski, está previsto para chegar em 2023.

10 Filmes sobre GRAVIDEZ

A gravidez é um momento único na vida de toda mulher. Essa emblemática passagem já fora retratada de diversas maneiras no universo do cinema. Pensando muito sobre o tema, resolvi escrever sobre alguns filmes que giram em torno desse momento tão importante da vida. Abaixo, 10 filmes sobre gravidez:

 

Mar de Dentro

Na trama, conhecemos Manuela (Monica Iozzi), uma mulher independente, dedicada à carreira como diretora de criação de uma empresa, que se aproxima cada vez mais de Beto (Rafael Losso) um colega de trabalho. Certo dia, descobre que está grávida. Entre dúvidas e medos, dá andamento à gravidez sempre com o apoio do pai da criança e tendo poucos amigos, de mais próxima somente sua irmã Tetê (Gilda Nomacce). Mas uma tragédia coloca todas as questões de seu atual momento em grande conflito.

 

Hava, Maryam, Ayesha

Na trama, conhecemos três mulheres de faixas etárias diferentes e que vivem situações familiares complicadas. Hava (Arezoo Ariapoor) é casada, está grávida do primeiro filho, cuida da sogra e do sogro, vive com o marido machista, acomodado. Infeliz, se abraça na sua fé esperando dias melhores. Algo desperta dentro de sua razão quando o marido, em uma noite de farra com os amigos, não a leva ao hospital. Maryam (Fereshta Afshar) é uma mulher forte e decidida. Jornalista, apresentadora de telejornal, uma das poucas mulheres que falam inglês na emissora que trabalha. Está passando por momentos difíceis no campo emocional após o recente término com o ex, um homem que a traia frequentemente dentro dos sete anos de união deles. Buscando forças dentro dessa parte triste de sua vida, acaba descobrindo que está grávida. Ayesha (Hasiba Ebrahimi), a mais velha de cinco irmãos, está com o casamento arranjado com o primo, sem poder escolher seu pretendente. Ela está grávida de um ex-namorado que a abandonou quando soube da possibilidade da gravidez, busca a ajuda de uma amiga e assim conseguir dinheiro para realizar um aborto antes de se casar.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre

Na trama, conhecemos Autumn (Sidney Flanigan), uma jovem introspectiva de 17 anos que trabalha como caixa de supermercado enquanto termina a escola e que está passando por uma situação complicada e difícil, se sentindo sozinha, muito por medo de contar à família, medo das reações dos que giram ao seu redor. Buscando entender melhor a situação que vive, vai em busca de soluções que acha as que tem que tomar, ouvindo especialistas em clínicas femininas. Como mora no interior dos EUA, resolve embarcar em uma viagem para Nova Iorque, junto com sua prima e única confidente Skylar (Talia Ryder) para tomar decisões complicadas e tentar seguir em frente com sua vida.

 

As Boas Maneiras

Ana (Marjorie Estiano) e Clara (Isabel Zuaa), dois universos que se encontram. Ana, cheia de dívidas, devendo o condomínio, cartões de créditos sem limites, brigada com a família, vive uma gravidez solitária, com noites difíceis de dormir, adepta do sertanejo dance como forma de ginástica, encontra em Clara uma amiga, uma companheira, para ajudá-la na fase final de sua gestação. Clara é uma trabalhadora brasileira que consegue um emprego na casa de Ana e aos poucos acaba se envolvendo de maneira intensa com ela, principalmente após descobrir segredos ligados ao sonambulismo e as noites de lua cheia. O mundo praticamente se fecha para as duas, e uma vai precisar da outra para combater qualquer tipo de obstáculo.

 

Stupid Young Heart

Hölmö nuori sydän, no original, conta a história de Lenni (Jere Ristseppä) e Kiira (Rosa Honkonen) um casal de jovens que com pouco tempo de um quase relacionamento precisam enfrentar as dificuldades e desafios de uma gravidez. Com movimentos maduros de ritmos completamente diferente, o primeiro acaba muito confuso, com péssimas amizades e busca conhecer um mundo que não conhece mostrando ser influenciado ao extremo por extremistas preconceituosos. A segunda precisa encarar tudo de forma corajosa, sendo duas forças segurando as batalhas que enfrenta durante a gravidez.

 

De Coração Aberto

A trama, baseada na obra de Mathias Énard, gira em torno de um casal de meia idade que são cirurgiões do departamento de transplantes de um prestigiado hospital público de Paris. Esse homem e essa mulher são casados e vivem intensamente a relação, dentro e fora do hospital. Certo dia, uma gravidez inesperada vira um estopim para mudanças drásticas nesse relacionamento que tende ao doentio por conta da violência e intensidade provocadas principalmente pelo rapaz, viciado em álcool.

 

Notre Dame

Na trama, conhecemos a arquiteta Maud (Valérie Donzelli), mãe de dois filhos no início da adolescência que é separada (ou não) do ex-marido, o faz nada Martial (Thomas Scimeca). Quando, de maneira bastante inusitada, acaba ganhando um concurso para renovação estética do pátio diante da catedral de Notre-Dame sua vida vira uma loucura maior ainda e precisará lidar com um gigante orçamento, as intervenções de seu chefe, o reaparecimento de um antigo amor do passado, uma gravidez inesperada e escolhas que precisarão serem tomadas.

 

A Filha do Pai

A trama, que tem o roteiro baseado em um livro de Marcel Pagnol, conta a história de Patricia, filha do poceiro Pascal que engravida do jovem piloto de avião Jacques Mazel, que desaparece dias depois, pois, seu avião fora abatido na guerra. Após saber da notícia da gravidez, Patricia é expulsa de casa pelo pai e seus sogros se recusam a reconhecer a criança. Após alguns meses, alguns reencontros e tentativas de perdão tomaram conta do filme até o seu desfecho muito bonito.

 

Mães Paralelas

Na trama, conhecemos Janis (Penélope Cruz, indicada ao Oscar por essa atuação), uma renomada fotógrafa que acaba se envolvendo com Arturo (Israel Elejalde), o responsável de uma operação para encontrar os corpos de pessoas que lutaram contra a ditadura de Franco anos atrás e nunca foram achados. Janis engravida mas de comum acordo com Arturo resolve ser mãe solteira. Chegando perto do nascimento da criança, a protagonista fica no mesmo quarto que a jovem Ana (Milena Smit) e ambas tem suas respectivas filhas no mesmo dia. O tempo passa e Janis começa a perceber que talvez algo estranho possa ter acontecido na maternidade, em paralelo a isso se aproxima ainda mais de Ana que precisa amadurecer muito rápido por conta de alguns acontecimentos.

 

Guaraní

Na trama, conhecemos Atilio (Emilio Barreto), um barqueiro que vive de maneira bastante humilde junto de sua família repleto de mulheres. Sua vida é o rio, em sua profissão já viu de tudo dentro de toda água que já navegou. Seu contato mais próximo mas mesmo assim não tão amistoso é com sua neta Iara (Jazmin Bogarin) com quem passa longas horas ao longo dos dias após a jovem voltar da escola, já que é ela que o ajuda nas travessias pelo rio levando produtos de um lado para o outro. Atilio sempre quis ter um neto homem para passar tudo que aprendeu sobre sua cultura Guaraní mas só mulheres nascem em sua família. Mas a vida pacata de avô e neta mudam quando a mãe de Iara, que mora na Argentina, envia uma carta dizendo que está grávida de um menino. Assim, a dupla parte rumo rios a dentro em uma viagem rumo a Argentina para convencer a mãe de Iara a criar a nova criança no Paraguai com as tradições guaranis.

 

‘Expresso do Amanhã’: Filmagens da última temporada são SUSPENSAS após casos de insolação

De acordo com o ComicBook, as filmagens da 4ª (e última) temporada de ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiercer) foram suspensas após “múltiplos casos de exaustão pelo calor”.

O site afirma que até 14 pessoas tiveram que ser levadas para o hospital – desde membros da equipe até figurantes.

Em comunicado oficial, um representante da TNT declarou: “Por cautela, as filmagens de ‘Snowpiercer’ foram temporariamente suspensas por causa do calor extremo no local. A saúde e o bem-estar do elenco e da equipe permanece nossa prioridade.”

A TNT e a equipe da série estão desenvolvendo soluções para o problema do clima, como a instalação de tendas frescas no local e o aumento de presença médica nos bastidores da produção.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Archie Panjabi (‘The Good Wife’) interpreta Asha, a última pessoa viva na Terra.

Archie Panjabi as Asha in Snowpiercer Season 3
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FRACASSO de bilheteria com Aaron Eckhart faz sucesso na Netflix e conquista o 3º lugar no Top 10; Confira!

Recentemente, chegou ao catálogo da Netflix um suspense criminal intitulado ‘Última Chance‘ (Line of Duty), estrelado por Aaron Eckhart (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) e Courtney Eaton (‘Yellowjackets’).

Lançado em 2019, o longa dirigido por Steven C. Miller (‘Arsenal’) não se saiu muito bem nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 640.363 pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 15 milhões.

Além disso, recebeu apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

No entanto, o título encontrou redenção na Netflix e está ocupando o 3º lugar entre o TOP 10 da semana na plataforma de streaming.

A trama escrita por Jeremy Drysdale (‘The Other Side’) acompanha o policial Frank Penny (Eckhart), que vê a chance de se promover quando a filha de seu superior é sequestrada, colocando-o no centro de uma possível virada em sua decadente carreira.

Unindo-se à repórter Ava Brooks (Eaton), eles farão de tudo para trazer a menina de volta para casa sã e salva.

Nas redes sociais, o público está elogiando a trama frenética, misturada aos momentos de drama e tensão, enquanto Penny se vê entre a ambição e o heroísmo.

Confira as reações:

O elenco também conta com Ben McKenzie (‘Gotham’), Giancarlo Esposito (‘The Boys’), Jessica Lu (‘American Horror Story: Hotel’) e Dina Meyer (‘Jogos Mortais V’).

Atriz de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ vai estrelar novo terror sobrenatural da Lionsgate

De acordo com o Deadline, Adeline Rudolph (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) vai estrelar a terror ‘Creepers‘, que está sendo desenvolvido pela Lionsgate.

Na trama…

Um grupo de jovens exploradores planejam investigar um hotel abandonado, mas acabam descobrindo um grupo rival em busca de um tesouro escondido, além de forças sobrenaturais que ameaçam a todos.

O elenco ainda contará com Jake Manley, Francesca Reale, Laurence O’Fuarain, Nicholas Hamilton, Javier Botet, Skylan Brooks e Kai Caster.

Marc Klasfeld será responsável pela direção.

Em comunicado oficial, o cineasta declarou: “Temos um elenco incrível para o terror ‘Creepers’, que compartilham minha paixão por filmes de terror. Após diversos anos para polir nosso roteiro, estou extremamente ansioso para começar as filmagens.”

As gravações estão programadas para começarem nesta semana, na Bulgária.

‘Liga dos Superpets’ arrecada US$ 2.2 milhões em pré-estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, a animação ‘Liga dos Superpets‘ conseguiu arrecadar US$ 2.2 milhões em sua pré-estreia nos cinemas norte-americanos.

O longa da Warner Bros. deve figurar no topo das bilheterias dos EUA, com uma estreia em torno de US$25-30 milhões durante o primeiro final de semana.

Para termos de comparação, a animação anterior do estúdio, ‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas‘, fechou sua passagem nos cinemas do país com US$ 29.7 milhões, após uma estreia de US$ 10.4 milhões.

Vale lembrar que ‘Liga dos Superpets‘ conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes, e a forte presença do astro Dwayne Johnson nas redes sociais definitivamente irá ajudar a promover o lançamento do filme.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jared Stern e Sam Levine são responsáveis pela direção.

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

A produção conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna e Jameela Jamil.

Tilda Swinton encontra “gênio da lâmpada” no trailer de ‘Era Uma Vez Um Gênio’; Confira dublado e legendado!

Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Era uma Vez um Gênio‘ (Three Thousand Years of Longing), aventura fantástica estrelada por Tilda Swinton (‘Doutor Estranho’) e Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’).

Confira, dublado e legendado:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 1º de setembro.

Dirigido por George Miller (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), o longa é baseado no conto The Djinn in the Nightingale’s Eye, de A. S. Byatt.

A Dra. Alithea Binnie é uma acadêmica – contente com a vida e uma criatura da razão. Enquanto em Istambul participando de uma conferência, ela encontra um Djinn que lhe oferece três desejos em troca de sua liberdade. Isso apresenta dois problemas. Primeiro, ela duvida que ele seja real e, segundo, por ser uma estudiosa de histórias e mitologia, ela conhece todas as histórias de advertência sobre desejos que deram errado. O Djinn defende seu caso contando histórias fantásticas de seu passado. Eventualmente, ela é seduzida e faz um desejo que surpreende os dois.

O elenco ainda conta com Aamito LagumBarcu GöldegarMatteo BocelliKaan GuldurJack BraddyPia ThunderboltAnna AdamsDavid CollinsAngie Tricker.

‘Walker: Independence’: Pré-sequência de ‘Walker’ ganha novo trailer com cenas INÉDITAS

A CW divulgou o trailer completo da série ‘Walker: Independence‘, pré-sequência do adorado reboot ‘Walker‘.

Confira:

A produção tem lançamento agendado para o dia 6 de outubro.

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.

‘Respire!’: Série de suspense com Melissa Barrera já está disponível na Netflix!

A minissérie de suspense ‘Respire!‘ (Keep Breathing), estrelada pela Melissa Barrera (‘Pânico’), estreou na Netflix.

Todos os seis episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama, uma jovem sobrevive à queda de um avião no meio da selva canadense. Para se manter viva, ela precisa aprender a lidar com a natureza e com seus próprios demônios.

Crítica | Respire!: Melissa Barrera luta por sua sobrevivência em ótima minissérie original da Netflix

Confira o trailer:

Após seu avião particular cair em uma fronteira remota no Canadá, a única sobrevivente Liv (Barrera) deve enfrentar o clima imperdoável da natureza e traumas pessoais para se manter viva.

O elenco ainda contará com Jeff Wilbusch, Austin Stowell, Juan Pablo Espinosa, e Florencia Lozano.

Maggie KileyRebecca Rodriguez dirigiram os episódios.

Showrunners de ‘A Casa do Dragão’ comentam sobre as comparações com a série de ‘O Senhor dos Anéis’

Este ano tem estreia de duas aguardadas séries de fantasia inspiradas em grandes títulos da literatura, uma delas é ‘A Casa do Dragão, derivada deGame of Thrones‘.

E a outra é ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, baseada nos romances de J.R.R. Tolkien.

A primeira estreia na HBO Max no fim de agosto, enquanto a segunda estreia na Amazon Prime no início de setembro.

Por conta dessa proximidade, o público acredita que vai haver muitas comparações entre as produções.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, os showrunners Ryan Condal e Miguel Sapochnik tocaram no assunto e disseram que não estão preocupados com possíveis comparações.

“Minha esperança é que ambas as séries funcionem e encontrem uma enorme base de fãs”, disse Condal. “Não estamos preocupados com comparações! Eu acho que quanto mais fantasias grandes e caras funcionarem na televisão, melhor para nós, fãs, porque farão mais delas. Eu quero desesperadamente que ‘Os Anéis do Poder’ faça sucesso. Eu estarei lá assistindo na primeira noite em que estiver disponível, assistirei a todos os episódios.”

Sapochnick acrescentou:

“‘O Senhor dos Anéis’ é uma ótima propriedade intelectual e tem um ótimo material. Eu não tenho ideia do que eles fizeram, mas acho fantástico. A frase que melhor resume a estreias das série é: quanto mais, melhor, realmente.”

Lembrando que a primeira temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será composta por dez episódios e chega em 21 de agosto.

Confira o trailer:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Flash Gordon | Taika Waititi vai investir na franquia – Relembre a superprodução “flopada” de 1980

Superprodução do herói é um exemplar marcante das adaptações desse tipo na década

O início do século XX para a indústria de quadrinhos foi o momento mais propício para o surgimento de propriedades que, na falta de clássicos prévios (com a provável exceção de Tintim), posicionaram muitas das regras e personagens que são marcantes até hoje. Além de nomes consagrados como Superman, Batman, Mulher Maravilha, Shazam há um outro no qual muito pouco vinha se falando.

Flash Gordon fez sua estreia em 1934 como uma resposta comercial ao sucesso do também herói de ficção científica Buck Rogers, cujas histórias eram publicadas desde 1928 na revista Amazing Stories. Visando o sucesso da concorrência, a editora King Feature Syndicate começou a desenvolver sua própria versão de Buck Rogers, confiando a Alex Raymond a responsabilidade de criar uma nova propriedade.

De início o material fonte a que Raymond mais se debruçou foi o livro When Worlds Collide, obra de ficção cientifica lançada em 1933 por Philip Wylie e Edwin Balmer. Duas semelhanças entre ambas as histórias são inegáveis: um terráqueo que se vê em meio a uma ameaça à Terra envolvendo mundos alheios e a presença da parceira entre o elenco de apoio. Para a mitologia de Flash Gordon essas também se tornaram características importantes.

Buck Rogers foi uma inspiração para Flash Gordon.

A trama que nasceu daí foi a saga do homônimo jovem jogador de polo que, alertado por seu amigo Dr. Zarkov, descobre que um planeta batizado de Mongo está em rota de colisão com a Terra. O cientista então sequestra Flash e o também estudante Dale para partirem junto com ele em um foguete rumo ao planeta Mongo e tentar descobrir uma forma de impedir a destruição.

É ali que Flash conhece seu nêmesis, o maligno imperador Ming, O Impiedoso. Entre 1934 e 1992 as edições de Flash Gordon eram publicadas diariamente, apresentando novas aventuras do herói e seus amigos em diferentes localidades do planeta Mongo. As primeiras tentativas de adaptar essas histórias para um formato live-action aconteceram ainda nos anos 30, mais especificamente em sua reta final, e em formato serializado.

Esses tipos de produção eram muito comuns nos cinemas na primeira metade do século XX; por um determinado preço o público tinha acesso não só à sessão principal mas a um curta que antecedia ao filme. Geralmente essas produções eram animações (os estúdios Fleischer, por exemplo, construíram a fama de competidor da Disney com essas exibições) mas com Flash Gordon houveram três seriados episódicos entre 1936 e 1940.

Flash Gordon foi um dos primeiros heróis dos quadrinhos.

Vieram então os anos 80 e com eles a ascensão de um dos produtores mais prolíficos da década: Dino De Laurentiis. Um dos responsáveis pela maior visibilidade do cinema italiano no cenário internacional a partir da segunda metade do século, o produtor detinha os direitos de uma adaptação de Flash Gordon desde os anos 60. Um então jovem George Lucas abordou De Laurentiis com o interesse de dirigir o filme, uma vez que os curtas mencionados do personagem tiveram grande influência na infância do cineasta.

No entanto, o produtor recusou a proposta. Isso se deveu à sua vontade de contratar um nome mais estabelecido e conceituado como o de Federico Fellini. Àquela altura o diretor já era um dos expoentes do novo cinema italiano e sua contratação seria essencial para uma maior consolidação desse segmento junto a um público norte-americano mais abrangente.

O primeiro contratempo da produção surgiu quando Fellini teve que abandonar o projeto, forçando o produtor a ir atrás do diretor britânico Nicolas Roeg (um dos seus filmes mais famosos até então havia sido O Homem que Caiu na Terra estrelado por David Bowie em 1976). A parceria teve início promissor, com o cineasta confirmando ser um fã de longa data dos quadrinhos de Flash Gordon e elaborando uma primeira versão de roteiro para o longa.

Porém, após De Laurentiis recusar essa abordagem inicial, Roeg também abandonou o projeto. Sem maiores opções ele recorreu à Mike Hodges, famoso até então pelo thriller Carter – O Vingador, estrelado por Michael Caine, de 1971. Para o papel principal foi escolhido o novato Sam J. Jones, tendo aqui sua primeira grande oportunidade; no papel antagonista de Ming, O Impiedoso foi escalado o lendário Max von Sydow; Timothy Dalton, em um período antes de assumir o manto de 007, como príncipe Barin.

Sam J. Jones contracena com Max von Sydow na adaptação dos anos 80.

A trilha sonora foi composta pela banda Queen, seguindo sob um certo ponto de vista o planejamento do cancelado Duna de Alejandro Jodorowsky anos antes, em que bandas de rock estariam responsáveis por compor a trilha sonora ao invés do modelo tradicional de confiar a um único compositor essa tarefa. Ainda se mantendo nesse tópico, anos após o lançamento de Flash Gordon tornou-se cada vez mais comum a discussão sobre o quão inspirado, em termos técnicos pelo menos, ele foi por Duna.

Isso porque os figurinos do núcleo de habitantes do planeta Mongo costumeiramente é associado com aqueles elaborados pelo quadrinista Jean Giraud para a mencionada ficção científica jamais realizada. É inclusive o visual chamativo (tanto no design quanto no uso de cores vivas como o vermelho) de Flash Gordon que tornam o filme um produto marcante e bem inserido no contexto de outras produções de fantasia que pautaram os anos 80 (Conan e Mestres do Universo por exemplo).

Tendo um orçamento em US$ 27 milhões, que eventualmente acabou em determinado momento da produção, o filme arrecadou o mesmo valor na bilheteria doméstica, o que foi considerado um fracasso. Ainda assim, criticamente ele foi elogiado pelo diretor entender que tinha a sua disposição um material com forte tendência à galhofa e, mesmo assim, não tendo medo de pender a narrativa para esse caminho quando necessário.

Desde então a franquia Flash Gordon permaneceu dormente, quando apenas recentemente o diretor Taika Waititi surgiu com a ideia de produzir uma animação sobre a saga. Porém, ele mudou o planejamento para um novo live-action; ainda sem maiores detalhes.

 

Batman (1989) de Tim Burton | Relembre a PRIMEIRA Superprodução do Herói – Um Marco do Cinema

Batman (The Batman, 2022) já estreou nos cinemas pelo mundo e vem se tornando um dos grandes sucessos deste ano – tanto de crítica quanto de público. Com novos atores, uma nova abordagem (mais voltada a um teor investigativo e de suspense), o longa conta os primeiros anos de Bruce Wayne como o herói mascarado, vigilante de Gotham. Se formos contar, o novo filme é o oitavo longa solo do Homem-Morcego nos cinemas (sem contar as participações com a Liga da Justiça ou dividindo o título com o Superman). Em homenagem à ótima nova produção, nossa proposta aqui é revisitar onde tudo começou: a primeira superprodução de Batman, lançada lá em 1989.

Batman, de Tim Burton, um dos primeiros filmes de super-heróis de todos os tempos, teve seu lançamento em 1989 (no dia 19 de junho mais precisamente). Em 2019, o filme completou 30 anos de lançamento, e uma produção tão importante para o entretenimento quanto essa, obviamente ganhou diversas homenagens. Aqui no Brasil a rede Cinemark trouxe de volta este clássico para as telonas por duas noites, e o CinePOP esteve presente para relembrar toda a glória da obra. Este foi o primeiro filme americano que este amigo que vos fala assistiu no cinema. Confira abaixo a trajetória do Homem-Morcego das tirinhas de quadrinhos e da série de TV para as telonas em grande estilo.

Hoje em dia, filmes de super-heróis são tão comuns que se tornaram a fonte mais rentável e bem sucedida da Hollywood atual. Mas se formos voltar ao passado e olhar mais de 30 anos atrás, esta realidade era bem diferente. Foi em 1989 que a Warner tirou do papel o primeiro filme do icônico personagem criado pelo artista Bob Kane em 1939, ou seja, em seu aniversário de 50 anos. Antes disso, a imagem mais popular que se tinha do personagem era a interpretada por Adam West no seriado camp da década de 1960 – aquele do “Pow”, “Soc”, “Wham”. Essa versão do personagem era mais voltada ao humor, dono de um tom extremamente farsesco e caricato. Também gerou um longa-metragem em 1966, que nada mais era do que uma extensão do programa de TV.

Desta forma, Batman (1989) foi a primeira vez que o personagem de fato ganhou um tratamento diferenciado e cinematográfico – no melhor sentido da palavra. Não havia muito precedente, já que na época histórias em quadrinhos ainda eram consideradas coisa de criança e todo estúdio que se prezava via o material como um tremendo risco. A não ser a própria Warner, que em 1978 tirou do papel, recebeu inúmeros elogios e lucrou com outro famoso herói: o Superman. Essa foi a primeira vez que um filme tratou tais obras com seriedade, apelando tanto aos adultos quanto às crianças. Richard Donner, o diretor, fez com que todos acreditassem que um homem podia voar – esse era inclusive o slogan da produção. No elenco, grandes astros da época davam o respaldo necessário, trazendo credibilidade ao projeto. Marlon Brando – o maior ator da época – viveu o pai alienígena do herói, e Gene Hackman (o ator tinha duas indicações e uma vitória no Oscar na época) deu vida ao vilão Lex Luthor.

Com Batman, o desejo do estúdio era por uma proposta similar: uma obra calcada no realismo, sem esquecer se tratar de uma história de quadrinhos. Essa mescla de fantasia com sobriedade, e elementos adultos, fazia toda a diferença. Mas nem sempre foi assim, o filme quase seguiu os moldes zombeteiros do seriado de TV, e por pouco não teve Bill Murray como o Homem Morcego e Eddie Murphy como Robin. Já imaginou? Nesta época, o diretor Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era cotado para comandar a produção.

Mas a opção da Warner e dos produtores Peter Guber e Jon Peters (os homens que fizeram este motor girar) foi mesmo por um tom mais sério, maduro, intenso e sombrio. Depois de muitos diretores serem considerados, o comando do filme terminou nas mãos de Tim Burton, então um cineasta novato de 30 anos de idade, vindo do setor de animação da Disney, com apenas dois longas no currículo – o infantil As Grandes Aventuras de Pee-Wee (1985) e Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1998). Foi inclusive o sucesso do segundo, lançado pela própria Warner, que fez os produtores escolherem Burton de vez – o diretor teve assim mais de um ano para o lançamento Batman, já que Beetlejuice estreou no início de 1988.

De Burton, que depois adotaria de vez o estilo sombrio e o visual gótico, saído do expressionismo alemão, partiu a ideia para a criação daquele universo particular – que englobou a construção de Gotham City e sua direção de arte, o visual dos personagens (como o uniforme do herói – uma armadura negra), a trilha sonora imponente de Danny Elfman, e os demais elementos. O visual de Batman mistura elementos típicos do cinema noir, com uma criminalidade pulsante (bem similar a filmes de gângsteres dos anos 1930, o filme inclusive parece passado em tal década), com o visual fantástico, de sombras e cenários de angulações distorcidas, do expressionismo do cinema alemão, vide F.W. Murnau.

Por falar nesta atmosfera, muitos acreditavam que o filme sequer era indicado para seu público-alvo. O crítico Gene Siskel na época chegou a dizer que Batman “não era um filme para crianças”. Já seu companheiro de programa, Roger Ebert, foi além e citou: “Não é apenas um filme sombrio ou noir, mas existe um grande nível de hostilidade e raiva neste filme, um grande nível de sentimentos ruins. É um filme extremamente perturbador”.

Quanto aos atores, depois de muita procura e ofertas – como é esperado num filme assim, de orçamento estimado na casa dos US$35 milhões (o que na época era um absurdo) -, a produção optou por Michael Keaton, um ator que vinha basicamente de comédias e não tinha o porte do personagem. A opção de Burton era por um homem comum, extremamente identificável, que deixava fluir seu lado sombrio e assustador devido a um grande trauma. A proposta de entregar algo completamente fora do padrão, do esperado e atuando contra o estereotipo se mostrou muito bem sucedida e Keaton ainda permanece como o Batman preferido de muitos. Mas obviamente, a batalha não foi ganha sem chiados e reclamações. Quando foi divulgado como o protagonista, Keaton sofreu uma onda de boicotes dos fãs – que não o viam como o personagem. Mais de 50 mil cartas foram enviadas para a Warner se manifestando contra a escolha do ator, numa era pré-internet.

Para acalmar os ânimos, a Warner divulgou imagens do ator dentro da armadura – os fãs imaginavam o collant típico dos heróis, como nos quadrinhos, na série de TV e o usado por Christopher Reeve em Superman (1978). A ideia da armadura foi revolucionária e coloca o herói, que não possui poderes sobre-humanos como os outros super-heróis, numa situação de vantagem, se tornando inclusive à prova de balas. Como não haviam pensado nisso? A roupa também dava todos os músculos que Keaton precisava para ser o herói. Recentemente, Shazam! usou a mesma estratégia com o ator Zachary Levi.

Quanto ao vilão Coringa, o astro Jack Nicholson só topou interpretá-lo quando a Warner armou uma “armadilha” para o ator. A fim de que o renomado artista aceitasse, chegou aos seus ouvidos que Robin Williams iria ficar com o papel – a quem o personagem havia realmente sido oferecido. Assim, Nicholson pulou na oferta, e Williams por outro lado não gostou nada de ter sido usado como isca. Nicholson fecharia ainda um contrato por uma porcentagem da bilheteria ao invés de um salário fixo pelo filme – já tendo a visão e plena confiança do sucesso da superprodução. Uma manobra arriscada se o filme se mostrasse um fracasso. Mas, visionário, Nicholson acabou embolsando cerca de US$60 milhões de dólares para viver o palhaço do crime – ainda hoje, um dos maiores pagamentos a um ator na história.

Kim Basinger, não topou de primeira viver a repórter Vicki Vale, sendo substituída pela atriz Sean Young (Blade Runner – O Caçador de Androides). Young chegou a gravar cenas como Vale, mas numa delas, na qual andava a cavalo, caiu e quebrou a clavícula, precisando se afastar por completo da produção. Assim, Basinger foi chamada às pressas e depois de reajustes na oferta salarial, topou o desafio. Além disso, Basinger insistiu para aumentar seu papel no filme. Na cena final em que o duelo ocorre entre Batman e Coringa na catedral de Gotham, Vale ficaria de fora lá embaixo. Basinger insistiu para que sua personagem estivesse no ato final, assim os roteiristas ao lado da atriz reescreveram o desfecho para incluí-la. Isso que é iniciativa.

Realmente talvez seja muito difícil para a geração de hoje, nascida numa era de filmes eventos e colossos semanais, entender o fenômeno cultural que foi Batman. Não existia precedentes para esta magnitude. Só em matéria de merchandising, por exemplo, os materiais promocionais de Batman (como cartazes e outdoors) começaram a ser veiculados um ano antes da estreia. Até mesmo no Brasil – lembro claramente na infância de ver o símbolo do herói espalhado pela cidade. Era como se viravam antes da internet. O filme lucrou mais de US$40 milhões em sua estreia, somando mais de US$250 milhões só nos EUA. Pelo mundo, Batman arrecadou mais de US$410 milhões – um verdadeiro arrasa-quarteirão para a época.

Era o início de uma nova era. E o que temos hoje no terreno de superproduções megalomaníacas se deve muito a este filme. Os blockbuters haviam dado seu start com Tubarão (1975) e depois disso, na década de 1980, abriam a porta como nunca antes para o cinema entretenimento. Mas é seguro dizer que Batman elevou o jogo a outro patamar. Como previu o astro Sylvester Stallone após o lançamento deste filme, o cinema comercial estava prestes a mudar, atores davam lugar a marcas, efeitos e personagens.

Atriz de ‘Doutor Sono’ estrelará terror de EXORCISMO do diretor de ‘Operação Overlord’

De acordo com o Deadline, Alex Essoe (‘Doutor Sono’) vai estrelar o terror ‘The Pope’s Exorcist‘, que será dirigido por Julius Avery (‘Operação Overlord’).

Daniel Zovatto, do aclamado ‘Corrente do Mal‘, também foi confirmado no elenco.

Vale lembrar que Russell Crowe (‘Fúria Incontrolável’) também estrelará como o Padre Gabriele Amorth.

O longa, que está sendo desenvolvido pela Screen Gems, será baseado na história real do exorcista, “um lendário padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismo para o vaticano”.

A versão mais recente do roteiro, escrita por Evan Spiliotopoulos, contará com revisões de Chuck MacLean. O enredo original foi escrito por Chester Hastings e R. Dean McCreary.

Anteriormente, Ángel Gómez (‘Vozes’) estava cotado para dirigir a produção, mas abandonou o projeto por motivos desconhecidos.

Vale lembrar que William Friedkin, diretor do clássico ‘O Exorcista‘, lançou um documentário sobre a história do Padre Gabriele Amorth, intitulado ‘O Diabo e o Padre Amorth‘.

O Padre Gabriele Amorth faleceu em 2016, aos 91 anos.