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Tom Blyth será o jovem Coriolanus Snow em ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’

A Lionsgate anunciou hoje (16) que Tom Blyth, conhecido por seu trabalho no drama de época ‘A Idade Dourada’, foi contratado para interpretar o jovem Coriolanus Snow no aguardado Jogos VorazesA Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, pré-sequência da adorada franquia Jogos Vorazes.

O personagem foi interpretado na quadrilogia original por Donald Sutherland.

Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.

Na trama, “nos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.

A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.

O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos  de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.

Veja as impressões em vídeos de Renato Marafon sobre o que rolou na CinemaCon:

‘Good Luck to You, Leo Grande’: Dramédia com Emma Thompson ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

O Hulu divulgou o trailer oficial da dramédia Good Luck to You, Leo Grande, estrelada pela vencedora do Oscar Emma Thompson.

Além disso, foi revelado que o longa chega à plataforma de streaming no dia 17 de junho, ainda sem data de lançamento confirmada no Brasil.

Confira:

Sophie Hyde dirige a produção, enquanto Katy Brand assina o roteiro.

Na trama, Thompson encarna a cândida e apreensiva professora aposentada Nancy Stokes, enquanto o novato Daryl McCormack vive o carismático e empático trabalhador sexual Leo Grande. À medida que Nancy embarca em um despertar sexual pós-casamento e Leo aparece com suas habilidades e charmes, eles juntos encontram uma surpreendente conexão humana.

‘The Rookie: Feds’: Spin-off estrelado por Niecy Nash ganha teaser trailer OFICIAL; Confira!

O Hulu divulgou o primeiro teaser trailer de The Rookie: Feds’, série derivada de The Rookie estrelada por Niecy Nash (‘Claws’ e ‘Scream Queens’).

A atriz interpreta Simone Clark, uma novata do FBI mais velha do que o habitual. A produção ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

Sua personagem é descrita como “uma força da natureza; a prova vida de um sonho adiado – a novata mais velha da academia do FBI”.

Alexi Hawley e Terence Paul Winter, da série original, entram como co-criadores.

Frankie Faison e Felix Solis também estrelam o spin-off.

A personagem de Nash foi introduzida na 4ª temporada da produção original em um piloto de duas partes em que Simone ajuda John Nolan (Nathan Fillion) a encontrar um suspeito de terrorismo.

‘All American: Homecoming’: Último episódio da temporada de estreia ganha trailer oficial; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Irreplaceable”, episódio final da temporada de estreia de All American: Homecoming’, série derivada da adorada produção All American.

Na trama, “conforme a semana do Homecoming continua, Simone lida com seu papel no time de tênis, enquanto Thea recebe notícia avassaladoras. Com o Treinador Marcus desaparecido, um treinador interino aparece para cuidar do time, criando conflitos para Damon e JR à medida que eles tentam vencer o jogo mais importante de suas vidas. Keisha deseja arrecadar fundos para Bringston, esperançosa de que possa manter sua família escolhida junta, enquanto Cam toma uma decisão que pode ter consequências gigantes. Por fim, Amara se vê de volta aos holofotes com uma surpreendente oportunidade de carreira”.

O capítulo vai ao ar no dia 23 de maio.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por April Blair.

O drama jovem-adulto tem como pano de fundo a experiência HBCU e gira em torno de uma jovem e esperançosa jogadora de tênis de Beverly Hills e de um jogador de basebol de elite de Chicago, conforme eles lidam com as altas expectativas dos esportes universitários e navegam pelos altos e baixos da vida adulta sem supervisão.

Geffri Maya, Peyton Alex Smith, Kelly Jenrette, Cory Hardrict, Sylvester Powell, Netta Walker e Camille Hyde completam o elenco.

‘A Mulher do Viajante no Tempo’: 2º episódio da série com Rose Leslie e Theo James ganha promo oficial!

A HBO Max divulgou o trailer oficial do 2º episódio da série ‘A Mulher do Viajante no Tempo‘ (The Time Traveler’s Wife), adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger.

O capítulo vai ao ar no dia 22 de maio.

Confira:

Rose Leslie (‘Game of Thrones’) e Theo James (‘Divergente’) estrelam a produção. Desmin BorgesNatasha Lopez completam o elenco.

O roteiro foi escrito por Steven Moffat (‘Doctor Who’). David Nutter (‘Game of Thrones’) foi responsável pela direção de todos os seis episódios.

Em 2009, o livro ganhou uma adaptação para os cinemas, que no Brasil recebeu o título ‘Te Amarei Para Sempre‘. O longa foi estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana.

‘Doctor Who’: Yasmin Finney, de ‘Heartstopper’, é escalada para a nova temporada da série!

Segundo o ComicBook.com, Yasmin Finney, que estrelou a adorada e elogiada série adolescente LGBTQIA+ Heartstopper, da Netflix, foi escalada para a nova temporada da icônica produção Doctor Who.

As informações indicam que Finney dará vida a Rose, a nova companheira do personagem titular.

A atriz se junta ao previamente escalado Ncuti Gatwa (‘Sex Education’), que fará história ao interpretar o primeiro Doutor negro.

Durante o tapete vermelho do BAFTA TV Awards 2022, evento a que o ator compareceu e concorreu a uma das categorias, Gatwa fez o primeiro comentário sobre sua escalação.

“Tem sido emocionante”, ele comentou. “Eu só estava dizendo que eu acordei chorando e então comecei a dançar… Fiquei muito feliz que isso finalmente foi divulgado e não preciso guardar mais segredo, porque sou péssimo nisso”.

Confira:

Russell T. Davies retornará como o showrunner do novo ciclo.

Mais informações sobre a próxima temporada não foram revelados.

‘Rebel Moon’: Ed Skrein substitui Rupert Friend como o vilão do novo filme de Zack Snyder

Segundo o Deadline, Ed Skrein foi escalado para o elenco do ambicioso projeto sci-fi Rebel Moon, de Zack Snyder.

Skrein substitui Rupert Friend, que deixou o projeto em virtude de conflitos de agenda, como o vilão do longa-metragem.

Além disso, foi revelado que Cleopatra Coleman, Fra Fee e Rhian Rees também foram contratados para a produção em papéis não revelados.

Lembrando que as gravações já começaram.

Confira a primeira imagem de bastidores:

O grandioso elenco também conta com Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Doona Bae, Ray Fisher, Sofia Boutella, Stuart Martin, Jena Malone, Staz Nair, E. Duffy, Charlotte Maggi, Sky YangAlfonso HerreraMichiel HuismanCary ElwesCorey Stoll.

Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:

“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”

Ele continuou:

“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”

Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

A trama gira em torno de uma colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.

“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.

A estreia deve acontecer em 2023.

‘Deep Fear’: Terror de tubarão assassino estilo ‘Águas Rasas’ ganha as primeiras imagens; Confira!

O terror ‘Deep Fear‘, novo filme de tubarão assassino, ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

Madalina Ghenea (‘Casa Gucci’) e Ed Westwick (‘Gossip Girl’) estrelam a produção.

A trama segue Naomi (Ghenea), uma renomada velejadora, que embarca em uma viagem solo para encontrar seu namorado, Jackson (Westwick), em Grenada. No entanto, sua tranquila viagem de três dias a bordo do iate sofre uma reviravolta sombria quando uma tempestade a joga para fora do curso traçado…

Marcus Adams (‘O Jogo dos Espíritos’) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Robert Capelli Jr. e Sophia Eptamentis.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Artigo | Apesar dos problemas, ‘Hotel’ é a temporada mais ambiciosa de ‘American Horror Story’

Após a circinal narrativa supersaturada de Freakshow’, Ryan Murphy, Brad Falchuk e todo o time criativo que os ajudou desde a primeira iteração de American Horror Story perceberam que a adição cada vez mais frequentes de elementos únicos para cada um dos anos estava começando a se fixar muito aos clichês. Até mesmo a grandiosidade subestimada de Coven’ teve seus claros deslizes e abriram espaço para algumas ousadias fracassadas – não podemos tirar mérito da incrível maturação dos personagens, é claro, mas o foco aqui é como cada uma das subtramas permanece num estado de inconclusão inexplicável.

Em Hotel’, as coisas parecem mudar de perspectiva, não apenas com a misteriosa e inquietante adição de Lady Gaga ao elenco protagonista, mas também com a decisão de convergir diversas obras-primas do gênero do terror para um único locus, transformando a quinta temporada em uma das mais ousadas em termos estéticos e visuais – mas em uma das mais inconstantes também, seja pelo ritmo dos acontecimentos ou pelas múltiplas narrativas paralelas. Apesar das duras críticas mixas e da aceitação parcial por parte do público, é inegável dizer que essa nova iteração tem seus momentos de glória, ainda que não recupere totalmente a crueza e o gore dos anos anteriores.

CHECKING-IN

Já se tornou hábito dentro do macrocosmos de AHS’ a presença de um breve prólogo para nos introduzir a um novo cenário perscrutado por assassinatos, sangue e o melhor do sobrenatural. As inúmeras referências já começam por aqui – e podemos traçar uma linha identitária que recupera as pequenas sequências iniciais de franquias como A Hora do Pesadelo’ e Pânico’, cuja estética slasher influencia com magnitude inenarrável a antologia de Murphy e Falchuk. Aqui, seguimos a breve história de duas turistas europeias que chegam ao Hotel Cortez e são rapidamente assombradas por figuras fantasmagóricas e demoníacas até cederem a forças superiores e encontrarem seu fim dentro dos corredores claustrofóbicos.

Temos indícios sutis de que esta será a temporada mais poética e também mais perturbadora em termos narrativos pela condução do primeiro episódio. É possível sim traçar uma linha cronológica de cada um dos eventos, mas a convergência dos personagens ainda emerge como algo muito questionável. Kathy Bates retorna para mais essa iteração como a recepcionista Iris, cujo semblante de plenitude na verdade esconde uma personalidade controladora e inflexível, principalmente em virtude das ações de seu filho Donovan (Matt Bomer), que insiste em negar seu amor e a curvar-se a uma vida de prazeres mundanos e pecaminosos.

Apenas com estes dois personagens pode-se perceber um dos temas a ser discutido com muito afinco dentro da temporada – a contraditória relação entre o que é certo e o que é satisfatório. Afinal, Iris e Donovan são forças extremas de uma relação familiar de primeiro grau que vai além dos laços entre mãe e filho que estamos acostumados a ver em produções audiovisuais. Descobrimos, ao longo da série, que a recepcionista conseguiu seu trabalho no Hotel Cortez para poder vigiá-lo e para manter sua proximidade com o que ele representa agora – uma ameaça para si próprio e para a sociedade, visto que transformou-se em vampiro pelas mãos da Condessa (Gaga), uma das personagens mais charmosas e mais sedutoras da franquia. A manda-chuva do hotel é, na verdade, uma espécie de Messias para os visitantes, convidando-os a passar não apenas uma noite nos quartos, mas sim a eternidade, protegendo-os como se fossem seus próprios filhos.

Denis O’Hare também marca presença como a governanta Liz Taylor (uma clara homenagem ao ícone do cinema clássico Elizabeth Taylor, conhecida por seu senso de alta-costura inegável e por sua beleza indescritível). Diferentemente das temporadas anteriores, Hotel’ procura tratar sobre assuntos de gênero ao colocar uma personagem que constantemente é atacado por sua orientação sexual e por suas preferências estilísticas, obrigado a literalmente se esconder nos quartos em detrimento de ser quem gostaria. Perto de seus colegas de trabalho, Liz porta-se como um homem de negócios – mas assim que tem a oportunidade, abandona a máscara padronizada para se enfiar em vestidos Prada e sentir-se como bem quiser.

Uma das personagens mais complexas da temporada é aquela que também emerge como representação material do tema principal: Sally Hipodérmica (Sarah Paulson). Sua construção através dos episódios pode não ser uma das melhores, mas isso só ocorre pelo fato dela já estar morta e já ter cumprido sua missão dentro dos limites do plano terrestre. Encontrando seu fim devido às drogas, sua inclinação aos vícios não se restringe apenas ao arco pessoal, mas encontra espaço em cada um dos outros personagens: a Condessa tem uma paixão incontrolável não apenas pelo sangue, como premedita sua condição de vampira, mas pelo sexo e pelo controle daqueles que o cercam; Iris, pela necessidade de reafirmação do amor de seu filho pela sua figura doentia e que é capaz de matar para mantê-lo a salvo. Sally, entretanto, é mais poética que todas as outras, por transformar cada um dos assassinatos que comete em uma dança psicodélica e emocionante, como se louvasse cada um dos novos integrantes de sua família, indicando também por sua busca pela aceitação de outrem.

Há também aqueles que estão do lado de fora da bolha apresentada, mas são forçosamente colocados em um caminho de autodestruição que conversa com os personagens já condenados. Wes Bentley, Chloë Sevigny e Shree Crooks encarnam John, Alex e Scarlett Lowe, uma família conturbada e cujas relações estão em queda livre após o sumiço inexplicável do filho mais novo do casal. Após discussões e mais discussões, pai e mãe entraram em um estado de letargia, impactando diretamente na vida da filha. Scarlett foi obrigada a crescer muito mais rápido que qualquer outra criança se quisesse manter a sanidade e ajudar aqueles que precisava. John, por sua vez, é um detetive que começou a se envolver em um dos casos mais chocantes e absurdos de toda sua carreira, o qual começa a tomar forma mais consistente após a metade da temporada. E Alex é uma médica influenciável que deixou toda a reputação que construíra de lado para proteger o que restava de seu legado de sangue, caindo inclusive nas garras da Condessa.

A MIMÉSIS NARRATIVA

Ao mesmo tempo que AHS’ dá uma nova roupagem a elementos clássicos do horror, o seriado é cheio de homenagens a longas-metragens – principalmente a título do gênero. Desde Murder House’, o ano de estreia, percebemos o quão apaixonado Murphy é para criar um hibridismo identitário para sua própria criação, colocando a sutileza de elementos de O Bebê de Rosemary’ numa perspectiva muito mais gore; em Coven’, temos inclinações que vão além da narrativa e fincam-se na fotografia, recuperando a estética de Suspiria’.

Entretanto, como supracitado, Hotel’ é uma temporada essencialmente ousada por se afastar de tramas convincentes e fornecer uma visão bem mais artística e nostálgica para a franquia. A subestimação parte da perspectiva endossada de que o gênero terror deve ter fórmulas a serem seguidas para a aceitação do público, e negar um potencial em construção para recontar narrativas clássicas. O vampirismo, tão abusadamente explorado por autores e roteiristas contemporâneos, retorna às raízes de Drácula’ para mergulhar de cabeça em personagens mal compreendidas e movidas por um desejo tão milenar quanto a fome ou o instinto de sobrevivência. É a partir daí que faz-se necessário analisar a grandiloquência desta temporada de uma forma livre de preceitos e definitivamente com olhos mais limpos em relação aos outros anos.

A referência de maior peso é, sem sombra de dúvida, na arquitetura do Hotel Cortez. Seja pelos carpetes minimamente detalhas com uma orgia geométrica, ou pela forte paleta de cores fundada no vermelho, no marrom e no dourado, Murphy abre seu leque para selecionar cuidadosamente elementos visuais de O Iluminado’ para compor sua obra. O longa de Stanley Kubrick conta a história de uma família que passa as férias de inverno em um longínquo hotel chamado Overlook, no qual ficam presos durante uma forte nevasca e começam a ser reféns de percepções extrassensoriais. O filme de 1980 é conhecido por sua construção supersimétrica, assim como Hotel’: em outras palavras, a direção antes perscrutada pelos maneirismos exagerados e pela distorção cênica encontra um ponto de apoio e traz intertextualidade com a atmosfera de cada uma das sequências.

David Fincher também não deixa de dar seu auxílio na subtrama envolvendo John Lowe. Afinal, em AHS’, o detetive deve desvendar uma série de assassinatos baseados nos Dez Mandamentos, cada qual ocorrido dentro de uma metáfora muito bem construída. Para os amantes do cinema, a premissa lembra com clareza o longa Se7en – Os Sete Crimes Capitais’, no qual dois investigadores analisam cenas de morte que reproduzem de forma grotesca os pecados capitais, criação de um homicida que provoca os dois com suas dicas macabras. Apesar de não chegar aos pés da majestuosidade de Fincher, Murphy opta por trazer o sobrenatural a esta porção protagonizada por um serial killer, seja com a aparição de demônios ou com um desfecho inesperado envolvendo a conturbada psique humana.

Era de se esperar que os trejeitos das eternas obras vampirescas fossem reutilizadas com a Condessa ou até mesmo outros personagens – como a arqui-inimiga da nossa “heroína”, Ramona Royale (Angela Bassett). Felizmente, somos apresentados a algo muito mais parecido com Fome de Viver’, longa da década de 1980 que trata o vampirismo de uma forma diferente e sensual. Hotel’, assim como o filme protagonizado por Catherine Deneuve, David Bowie e Susan Sarandon, retrata uma doença antiga que requer o consumo de sangue e um apelo sexual insaciável. O casal do filme caça suas vítimas com a sedução, seguindo o padrão feito pela Condessa e por Donovan.

As referências não são apenas fílmicas, mas também se alastram para âmbitos históricos, principalmente envolvendo assassinos em série famosos. Lily Rabe, por exemplo, encarna Aileen Wuornos, uma prostituta homicida que já foi interpretada por Charlize Theron nas telonas e que volta para fazer uma breve aparição no episódio Devil’s Night”, ao lado de diversos outros serial killers famosos. Evan Peters também dá as caras como o primeiro dono e idealizador do Hotel Cortez, James March, o qual é inspirado em fatos reais, principalmente na vida do excêntrico H.H. Holmes. Traçando comparações, ambos foram donos de franquias de hotéis nos quais construíram passagens secretas para acobertar o vício pelos assassinatos que cometeram, escondendo corpos ainda vivos em corredores sem saída ou empalados nas paredes.

De forma superficial, pode-se pensar que Hotel’ venha a cair nos mesmos equívocos de Freakshow’, principalmente no tocante à quantidade de personagens. Mas a quarta temporada tinha como pano de fundo as criaturas abandonadas pela sociedade em que cresceram por sua deformidades físicas, enquanto o novo ano traz uma leveza poética e metafórica digna de aplausos. Seja pela incrível e fluida performance de Gaga como a protagonista ou pela organicidade dos elementos cênicos, os inúmeros residentes do Cortez entram em função dos erros cometidos pelo ser humano, em detrimento de uma construção arquetípica. Todos eles são combinados em uma determinada parcela de eventos que entra como base para as autodescobertas, por exemplo, de John. É por isso que não vemos backstories definitivas – apenas menções dos passados obscuros que os cercam.

ENTERRE-ME

Se a quinta temporada de American Horror Story parte de uma perspectiva ousada e inovadora, qual é o seu problema? E eu já lhes respondo: o desfecho e a superficialidade sonora. Em outras palavras, Murphy mais uma vez desanda nos últimos episódios da iteração e nos entrega conclusões ao acaso, envolvendo a morte da maioria dos personagens e um término aos moldes de um conto de fadas às avessas. A saturação não vem com o número de subtramas, mas sim com o modo forçado com o qual os criadores tentam conectá-la às temporadas anteriores.

É claro que já vimos nas iterações predecessores indícios de que a franquia tem suas conexões, ainda que em décadas diferentes. Enquanto em Freakshow’ temos a presença de Pepper (Naomi Grossman) no circo dos horrores e depois sendo trancafiada em Briarcliff de Asylum’, Hotel’ traz ainda mais correlações: a Condessa, por exemplo, faz um aborto no mesmo casarão de Murder House’, e Billie Jean Howard (Paulson na primeira temporada) e Queenie (Gabourey Sidibe em Coven’) também contribuem para a alta intertextualidade, ainda que não de forma convincente o suficiente.

Outro ponto a ser analisado é a trilha sonora da temporada. As músicas escolhidas conversam diretamente com o que nos é apresentado em cena, causando uma atmosfera redundante em vez de complexa. Na primeira sequência em que Gaga e Bomer aparecem, temos como pano de fundo Tear You Apart”, do grupo She Wants Revenge, cuja letra fala basicamente sobre sexo e morte – premeditando o que os personagens farão com o inocente casal do cine drive-in. Nos momentos em que somos apresentados ao hotel, a ambiência é tomada por Hotel California”, da banda Eagles – uma escolha mais do que óbvia, ainda mais se associarmos a história da música com a caracterização da protagonista.

O quinto ano de AHS definitivamente não é um dos melhores, mas merece crédito pela ousadia. Ainda que esteja longe de recuperar o fator que permitiu nos apaixonarmos pela antologia, ele tem pontos altos e que mostram uma potencialidade em estado bruto para endossar o legado de horror idealizado por Murphy e Falchuk.

Relembre os 10 MELHORES filmes de Sam Raimi, o INSANO diretor de ‘Doutor Estranho 2’

Considerado um dos cineastas mais celebrados e discutidos da indústria das últimas década, sobretudo no gênero do terror, falar que Sam Raimi possui um legado na história do cinema é apenas eufemismo. Do horror e terrir insano de ‘A Morte do Demônio‘ ao espetáculo visual e blockbuster de alto nível com sua incrível trilogia do ‘Homem-Aranha’, a única coisa que podemos esperar dos filmes de Raimi é que eles sempre nos trazem algo inesperado.

Raimi é um diretor absolutamente autoral, em todos os sentidos, seja em trabalhos menores ou mesmo em grandes produções. O trabalho do cineasta carrega um espírito inventivo que deixa as impressões de alguém muito apaixonado pelo que faz. São obras originais de grande coração. Ainda assim, o cineasta consegue trafegar pelos mais variados e estilos e se sair bem em todos eles.

Sam Raimi retorna após mais de uma década sem lançar nada com um novo filme de super-heróis, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, porém esse também é o seu primeiro longa no Universo Cinematográfico da Marvel. Mesmo com parte do público se dividindo, não dá pra negar que está ali impresso a veio do cineasta que criou a ‘Um Noite Alucinante’, para o bem ou para o mal.

Pegando carona no lançamento do filme, decidimos fazer uma lista com os 10 melhores filmes já dirigidos por Sam Raimi, estes que, apesar de serem fora da curva, conseguiram encontrar o seu espaço e marcar na vida dos mais diferentes tipos de público. Do fã de filme de ação e super-heróis até os mais aficionados por filmes de horror. Comentem também quais são os seus favoritos.

10 – Uma Noite Alucinante 3 (1992)

Sam Raimi mudou completamente a ideia inicial trilogia, no primeiro tínhamos o gore terror, no segundo um filme horror com comédia e nesse terceiro o diretor assume a insanidade de vez. Mudança que chateou alguns fãs, mas para outros isso foi o melhor, afinal de contas, Ash (Bruce Campbell) virou herói dessa vez, ganhando status invencível. Por sinal, a essa altura, já haviam publicado inúmeros gibis do personagem e alguns games. Por ser um filme que tem belo roteiro, atuações insanas, cenários inspirados e direção certeira, merece estar na lista.

09 – Um Plano Simples (1998)

O peculiar Sam Raimi voltou com força total neste suspense absolutamente eletrizante, que conta a história de três amigos que acham 4 milhões de dólares. Quando a cobiça começa a falar mais alto e o dinheiro começa a importar mais que as próprias pessoas, as coisas saem de controle e inesperado acontece.

O elenco todo está ótimo, mas não dá para deixar de falar da atuação espetacular de Billy Bob Thornton, como Jakob, o irmão de Hank, personagem de Bill Paxton. Raimi se sentia super a vontade fazendo filmes desse tipo do qual tinha liberdade.

08 – Homem-Aranha (2002)

Homem-Aranha‘ é um filme que se pode chamar de marcante, para dizer o mínimo. Expandiu os horizontes de um subgênero, foi absolutamente inovador e virou template do estilo. Um trabalho absolutamente autoral, original e ao mesmo tempo despretensioso.

Um filme capaz de trazer, além de muita diversão, uma boa dose de coração em seu cerne, garantindo momentos dramáticos e tocantes. O humor também é na medida certa, fazendo desta aventura de super-herói um entretenimento completo, um prato cheio para qualquer entusiasta de uma boa aventura. A direção de Sam Raimi é muito charmosa, com seu inconfundível estilo surtado presente em toda fita.

07 – O Dom da Premonição (2000)

No começo da carreira, era deveras incomum Raimi fazer filmes fora de sua zona de conforto, e o último grande filme desta fase digamos mais “experimental”, The Gift (no original) é uma grande surpresa para quem já conhece a filmografia de Raimi.

Nele temos Annie Wilson, uma mulher (Cate Blanchett) com habilidade sobrenatural de se comunicar com os mortos e perceber as coisas antes que elas aconteçam, enquanto ela usa seus poderes para deduzir quem assassinou uma jovem local (Katie Holmes). Um filme gótico e soturno, ‘O Dom da Premonição‘ funciona através do excelente roteiro de Billy Bob Thornton e Tom Epperson.

06 – Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022)

Esperado por Deus e o mundo, que queria saber o que Raimi faria depois de tanto tempo longe dos filmes de super-herói, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ é recheado de entretenimento, mas que não esquece de focar nos personagens da trama, em suas histórias anteriores e naquilo que amam.

Sua entrega de fan service, com um toque de terror no uso criativo de efeitos e magias, vão deixar o público satisfeito. Até porque, se você vai colocar a palavra “loucura” no seu título, o mínimo que se espera é algo insano em tela.

05 – Uma Noite AlucinanteA Morte do Demônio (1981)

The Evil Dead‘ é mm dos maiores filmes de terror já feito. Ponto. Inovador para a época e feito com pouquíssimo orçamento, não se esperava na época que com tão pouco investimento o filme tivesse o estouro de sucesso e projeção, tornando-se um dos maiores clássicos de terror de todos os tempos. Inovador, criativo e usando efeitos visuais com a maior criatividade possível para época. Até hoje traz arrepios e horror para quem o ver. Uma pérola do cinema de terror gore ou terrir. Uma obra antológica.

04 – Darkman – Vingança sem Rosto (1990)

A primeira experiência de Sam Raimi com um filme de super-herói foi em ‘Darkman‘, e não podia ser diferente. Um sujeito desfigurado, que vive nas sombras e se torna um vigilante meio que por obrigação. Lian Neeson está ótimo e o longa é repleto daqueles momentos alucinados do diretor. A trama tem elementos dos filmes de máfia, porém traz o personagem combatendo sozinho o crime organizado em uma cidade que mais parece Gotham.

03 – Arraste-me para o Inferno (2009)

Com ‘Arraste-me para o Inferno‘, Sam Raimi tirar sarro das condições mambembes do início de sua carreira, onde vemos erros brutais de continuidade e exageros na sonoplastia, como os latidos inseridos no grito da velha bruxa. É um filme que se resume a um exercício de estilo.

Não é um suspense floreado nem indica novos caminhos para o gênero. Pelo contrário, os diálogos seguem deliciosamente cafonas, as gags sem noção e algumas ambientações são intencionalmente paupérrimas. É como se Raimi ainda tivesse na década de 1980 fazendo um filme bem ao seu estilo no final dos anos 2000.

02 – Uma Noite Alucinante 2 (1987)

Com o sucesso do primeiro filme, uma sequência/refilmagem foi garantida e 6 anos depois chegou ‘Evil Dead 2‘ que, felizmente, traz novamente Sam Raimi na direção, o resultado é simplesmente um filme muito maior e melhor. Na trama, Ash vai para uma cabana isolada ao lado da namorada, mas chegando lá encontra um livro e as fitas de um pesquisador, onde acabam despertando as forças demoníacas que habitam na floresta; paralelo a esse pesadelo, temos a filha do pesquisador e seu namorado que também estão a caminho da cabana.

A produção mantém Bruce Campbell como protagonista é aqui ele está ainda mais louco, bastante expressivo e passa a sensação de constante atordoamento que o personagem precisa. ‘Uma Noite Alucinante 2‘ é muito divertido e sangrento, sendo considerado por muitos um dos melhores filmes do estilo, com Raimi se consagrando de vez.

01 – Homem-Aranha 2 (2004)

Peter Parker já havia conquistado o mundo em sua primeira aventura nos cinemas, mas faltava aquela que seria a obra definitiva por mesclar a vida cotidiana do personagem, com todo conflito familiar e amorosa, tendo ele em sua cola um vilão implacável. Alfred Molina rouba a cena nessa obra-prima vencedora do Oscar de Melhores Efeitos Visuais. O melhor filme do Homem Aranha é também um dos melhores filmes de super-herói já feitos.

A luta do Spidey contra o Octopus é memorável e a cena final do Homem-Aranha nos braços do povo é uma das coisas mais lindas já realizadas em um filme de super-heróis. A aventura tem o mesmo gosto dos antigos gibis do personagem, quando cada edição era aguardada com ansiedade e a emoção era sincera, quer dizer, tudo que vemos em tela é impactante.

O Jovem Indiana Jones | Série Completa 30 Anos – Você Lembrava Dela?

A tão aguardada quinta aventura do maior arqueólogo do cinema finalmente está saindo do papel! Ainda sem título oficial, o quinto Indiana Jones trará novamente a presença do astro octogenário Harrison Ford no papel título. Por anos se especulou um reboot para a franquia, trazendo outro ator mais jovem como protagonista – um dos que mais estava na boca do povo era Chris Pratt (embora muitos defendessem também Bradley Cooper). Agora está decidido, Harrison Ford será Indiana Jones pela quinta vez nos cinemas. Mas nem tudo será o mesmo. Isso porque pela primeira vez, Steven Spielberg não será o diretor, passando para o cargo de produtor apenas. Quem comanda agora é James Mangold, dos sucessos Logan (2017) e Ford vs. Ferrari (2019).

Tudo começou há 41 anos exatamente, quando Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981) se tornava um dos primeiros blockbusters da história. A ideia nasceu da mente do produtor George Lucas, que visava homenagear o cinema de matinê dos primórdios da sétima arte. Lucas convenceu o colega Steven Spielberg a desistir de seu sonho de dirigir uma aventura de 007, lhe prometendo que tinha algo mais legal na manga. Dito e feito. Nos anos 1980, seguiram mais duas aventuras com o personagem: Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984) e Indiana Jones e a Última Cruzada (1989). Depois de um hiato de quase 20 anos com o personagem eternizado em nossas mentes e corações, Spielberg, Lucas e Ford tiraram o aventureiro da aposentadoria e o trouxeram para os anos 2000 com Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008) – o filme, digamos, mais divisor de opiniões da franquia.

Mas o que muitos podem não lembrar, e outros tantos sequer saber, é que após a trilogia original da década de 1980, e antes do filme de 2008, Indiana Jones existiu na década de 1990. Porém, não se trata de mais uma produção para o cinema esquecida, e sim a primeira e única transposição do personagem para as telinhas, na forma de um programa de TV. O Jovem Indiana Jones, ou As Aventuras do Jovem Indiana Jones (The Young Indiana Jones Chronicles), como diz o título, centrava sua narrativa nos primeiros anos do arqueólogo Henry Jones Jr., perpassando desde sua infância, a adolescência até a juventude. O seriado foi ao ar nos EUA pela rede ABC, estreando no dia 4 de março de 1992 (no Brasil, exibido pela rede Globo nas tardes de domingo) – ou seja, em 2022 completou nada menos que 30 anos de lançamento. Época mais que propícia para celebrar essa verdadeira relíquia de um dos maiores personagens da história do entretenimento mundial.

Com produção da Amblin Entertainment, a LucasFilm e a Paramount Television, a ideia do criador George Lucas era por um programa que misturasse entretenimento e cultura, com teor educativo, onde o protagonista encontrasse figuras históricas importantes e interagisse com elas em suas aventuras. Fora isso, Lucas usava como gancho a cena de abertura do terceiro filme, A Última Cruzada, que inicia com o jovem Indy (nas formas do saudoso River Phoenix) participando de uma das cenas de ação mais legais do filme, envolvendo um trem e animais de zoológico. Assim, Lucas planejou mais histórias para o personagem viver ainda na juventude, tudo é claro, banhado em muita aventura ao clima dos filmes.

Na série, no entanto, nada de River Phoenix no papel principal, já que o jovem Indiana Jones ganhou as formas de Sean Patrick Flanery. O personagem até foi oferecido antes para Phoenix, que o recusou por não desejar retornar para a TV naquela altura de sua carreira – nesta época, um ator de cinema ir fazer televisão era considerado um retrocesso. River Phoenix infelizmente faleceria em 1993, aos 23 anos, na mesma época em que o programa chegaria ao fim.

Mas não foi só River Phoenix que não aceitou ir para a telinha e impulsionar o programa do tio Lucas, o próprio astro Harrison Ford também era visado pela produção para participar da série como um Indy mais velho ao final dos episódios. A resposta de Ford, um astro no auge de sua carreira no período, foi um sonoro não, com a justificativa de que “trabalhar na TV não faria nada por sua carreira”. O ator conhecido por ser turrão, porém, topou participar apenas de um episódio, na segunda temporada, intitulado ‘The Mystery of the Blues’, no qual Ford interpreta Indiana Jones com 50 anos de idade, com direito a uma robusta barba grisalha – um visual que cairia bem no personagem. Para contornar essa ausência, Lucas teria outra ideia, e colocaria o personagem mais velho ainda, aos 90 anos de idade, aparecendo ao final de cada episódio, comentando e lembrando sobre suas aventuras do passado. O papel do velho Indy, com direito a um tapa-olho, ficou com o ator George Hall.

Astro dos filmes Indiana Jones no cinema, Harrison Ford dá as caras em um dos episódios da série de TV.

Mesmo sem as participações de River Phoenix e Harrison Ford do jeito que o produtor George Lucas queria, a série atraiu a atenção de diversos atores consagrados em participações especiais, e outros tantos em início de carreira que viriam a se tornar astros e estrelas de Hollywood. Todos vivendo personagens importantes em seus episódios. É o caso com veteranos como Christopher Lee, Max von Sydow (no papel de Sigmund Freud), Vanessa Redgrave, e até Ian McDiarmid e Anthony Daniels, de Star Wars; e então novatos como Catherine Zeta-Jones, Elizabeth Hurley, Clark Gregg e Daniel Craig, só para citar alguns. Aliás, Zeta-Jones e Hurley fizeram parte do histórico de belas mulheres com as quais o jovem Indy se envolveu no programa, mantendo a mesma linha dos filmes – onde a cada nova aventura, o protagonista arruma uma nova companheira.

A narrativa do seriado se dividia, indo e voltando ao longo do tempo. Desta forma, na maioria das aventuras tínhamos Indiana Jones como um jovem rapaz nas formas de Sean Patrick Flanery. Porém, em outro punhado de episódios, o personagem era interpretado pelo pequeno Corey Carrier, em histórias que focavam na infância do protagonista, em aventuras ao lado do pai e também de sua mãe (vividos por Lloyd Owen e Ruth de Sosa).

O veterano George Hall e o jovem Sean Patrick Flanery foram dois dos quatro atores a viver Indiana Jones no programa.

Uma das reclamações dos fãs em relação ao programa era a falta de elementos sobrenaturais nas tramas dos episódios – assim como nos filmes. Ou seja, na maioria dos episódios, as aventuras de Indiana Jones na juventude eram mais centradas em cenários reais da história mundial, sem muito espaço para a fantasia. Porém, esses elementos fantásticos, vira e mexe eram inseridos – embora fosse na minoria dos episódios. Um dos mais memoráveis e queridos pelos fãs trazia o jovem Indy enfrentando ninguém menos do que o Conde Drácula, com direito a uma cena onde o protagonista encontra diversas vítimas empaladas (como diz a lenda sobre a figura sombria) e até mesmo uma visita ao seu castelo assombrado. Esse episódio, passado na Transilvânia, aliás, marcaria o último capítulo da série de TV, sendo o desfecho do programa. A ideia do encontro com Drácula, guarda semelhanças com um roteiro abandonado, escrito por Chris Columbus (Gremlins) para ser o quarto filme de Indiana Jones no cinema. A história abriria num castelo assombrado.

Existe certa discussão por parte dos fãs se o programa serve de cânone para a franquia nas telonas ou não. Isso porque ele foi lançado após a trilogia original nos cinemas da década de 1980, e mesmo assim não levou em conta alguns fatores apresentados anteriormente, como a relação conturbada entre o herói e seu pai (na série tida como algo afetuoso) e até mesmo o medo de cobras, surgido no terceiro filme, e na série tendo origem ainda na infância. O mais curioso, no entanto, e o que enfurece os fãs saudosistas, é a mudança proposta por George Lucas no lançamento do programa em DVD – sempre Lucas modificando sua obra (e a piorando). O que acontece é que o produtor simplesmente apagou todos os trechos com o velho Indy dos episódios ao lançar o seriado na mídia física digital. O motivo? No seriado o velho Indy tinha uma filha (papel de Susan Bigelow), e mesmo que O Reino da Caveira de Cristal (2008) tenha levado em consideração e citado diversos elementos da série, unindo os dois universos, não deixou espaço em sua narrativa para uma filha. Pelo contrário, apresentou um filho, Mutt (Shia LaBeouf). Veremos como isso se encaixará no novo filme. Fora isso, em outra manobra “porca”, o criador resolveu juntar vários episódios como se fossem filmes, tornando a experiência de assisti-los simplesmente maçante. Afinal, episódios de uma série possuem ritmo diferente e não são pensados como filmes para o cinema.

O Jovem Indiana Jones não foi o sucesso esperado por todos os envolvidos e durou apenas duas temporadas, num total de 28 episódios, de 1992 a 1993. O motivo, segundo Lucas, foi o alto custo da produção, que chegou a filmar em 23 países diferentes – quase um por episódio -, em relação à audiência, baixa para o que se esperava. Pelo custo, era necessário que a série explodisse e se tornasse o novo fenômeno da TV na época. Não aconteceu. É reportado inclusive que George Lucas havia traçado todo um plano, como uma extensa linha do tempo, detalhando a vida de Indiana Jones, as datas das aventuras, os encontros com as figuras históricas e os acontecimentos que veriam o personagem no meio. Esse material seria o suficiente para pelo menos 70 episódios. E caso a série tivesse sido renovada para a terceira temporada, veríamos a participação de rostos conhecidos do primeiro filme, Os Caçadores da Arca Perdida, como o jovem Belloq, o rival do herói, e a relação de Indy com seu mentor, o pai de Marion Ravenwood.

Quem sabe agora com a franquia nas mãos da Disney, e com um novo filme pronto para estrear em 2023, o estúdio não se anime também para tirar O Jovem Indiana Jones da gaveta como uma nova série para o streaming Disney Plus em ritmo de superprodução, assim como os programas da franquia Star Wars, reaproveitando o material não utilizado de George Lucas.

Crítica | Violet: Drama com Olivia Munn é um retrato clínico e visceral da síndrome do impostor

Inadvertidamente anunciando uma profunda imersão na mente humana, Violet se desabrocha diante dos nossos olhos a partir de uma frenética, caótica e rápida sequência de abertura. E em poucos minutos, logo sabemos que estamos ouvindo os pensamentos da protagonista homônima, uma bela e talentosa produtora de cinema independente, que vive à sombra de sua própria existência. Cercada por uma constante síndrome do impostor, ela oscila entre crises de identidade e ansiedade crônica – que acarretam em uma insana e ensurdecedora espiral de auto sabotagem.

Violet é uma experiência sinestésica inesperada. Com os pensamentos da protagonista sendo narrados pelo ator Justin Theroux, acompanhamos a trama sempre de forma intimista e invasiva. Aqui, a mente de Violet fala mais alto que sua própria voz, que é constantemente abafada pelas interrupções agressivas de seu eu interior – cujo timbre grave é sempre denso, desdenhoso e voraz. E ao longo de 1h30 de filme somos tomados pelos anseios, medos e angústias da personagem, que vive constantemente receosa, pisando em ovos dentro de suas próprias escolhas e vontades.

E vivendo à margem do que ela poderia ser, Olivia Munn entrega uma performance sublime, cativante e delicada, mostrando a fragilidade de uma mulher cuja mente incansável suga todas as suas energias. Sempre à mercê da aprovação dos outros, Violet é uma mulher decidida incapaz de verbalizar seus desejos e Munn é capaz de expressá-la com uma impressionante riqueza de detalhes, nos mostrando uma personagem que aparenta ser uma panela de pressão prestes a ebulir. Construindo-se em tela de forma tão fascinante, a atriz e a diretora/roteirista Justine Bateman se unem para mostrar como funciona a mente ansiosa, com síndrome do pânico e com complexo de inferioridade, nos levando para as entranhas mais profundas de uma pessoa – naquele lugar tão secreto e impossível de se alcançar por qualquer um de fora.

Praticamente didático, o drama de Bateman exemplifica como muitos de nós se enxergam diante do espelho e perante a sociedade. Cru e simples em sua construção, a diretora faz com que os pensamentos sabotadores da protagonista estampem a tela, marcando a memória da personagem e lembrando a audiência do quão poderosa e perigosa a nossa mente é capaz de ser. Nos transportando para dentro de suas emoções, Violet nos angustia em toda sua extensão, à medida em que somos imergidos no seu íntimo e, consequentemente, tomados pela inquietude que torna nossa heroína do dia-a-dia tão emocionalmente exausta.

Trazendo um roteiro bem elaborado e objetivo, Bateman transforma seu drama em uma espécie de sessão de terapia para a audiência, que muitas vezes é capaz de se enxergar facilmente em Olivia Munn e em sua personagem. Uma catarse poderosa sobre como enfrentar os demônios internos que dia após dia nos atormentam e nos roubam o vigor, Violet tem seus defeitos e nada explora seus coadjuvantes. Mas ainda assim, tudo isso é pequeno demais diante da grandeza que a experiência cinematográfica nos oferece.

‘The Resident’ é renovada para a 6ª temporada

A FOX renovou oficialmente a série ‘The Resident‘ para a 6ª temporada.

O ciclo atual tem registrado uma média de 0.7 na demo, e um total de 5 milhões de espectadores – o que representa a quarta maior audiência em geral da emissora, além de ser o segundo maior índice demográfico dentre as séries dramáticas do canal.

Vale lembrar que o último episódio da quinta temporada, intitulado Neon Moon, irá ao ar no dia 17 de maio. A Season Finale contará com o retorno de Emily VanCamp (‘Revenge’).

Confira as imagens oficiais:

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

Rina Sawayama anuncia ‘Hold The Girl’, seu segundo álbum de estúdio, para setembro

A aclamada cantora e compositora Rina Sawayama anunciou através das redes sociais seu 2º álbum de estúdio, Hold The Girl.

A produção, que marca seu primeiro lançamento de originais desde 2020, chegará às principais plataformas de streaming no dia 02 de setembro.

As boas novas vieram acompanhadas de um teaser promocional incrível.

Confira:

A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de SAWAYAMAdébut que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles “Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.

Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.

‘9-1-1’ é renovada para a 6ª temporada

A FOX renovou oficialmente a série ‘9-1-1‘ para a 6ª temporada.

O ciclo atual tem registrado uma média de 1.4 na demo, e um total de 8.2 milhões de espectadores – o que representa a MAIOR audiência da emissora.

Anteriormente, a produtora executiva Kristen Reidel havia revelado que a 5ª temporada não terminará com um cliffhanger: “Por alguma razão, eu e o Tim Minear gostamos de terminar a temporada com um final feliz. É libertador poder seguir em frente no próximo ciclo, sem precisar retomar diversas coisas.”

Vale lembrar que o spin-off ‘9-1-1: Lone Star‘ também foi renovado para a 4ª temporada.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

Nostalgia! Saiba como Seriam os Títulos Originais de SUCESSOS Clássicos do Cinema Entretenimento

Já imaginou como seriam os clássicos do cinema que todos nós amamos, se eles tivessem outros títulos? A verdade é que no fim das contas continuaríamos os amando, afinal o que é a capa de um livro em comparação ao seu conteúdo? Ou seja, se o filme em si fosse o mesmo, tenho certeza que não seria o título que nos faria gostar menos deles. De qualquer forma seria estranho chamar De Volta para o Futuro de “Homem do Espaço de Plutão”, por exemplo, não é mesmo? O fato é, muitos títulos de clássicos queridos são tão certeiros que não imaginaríamos eles sendo chamados de qualquer outra coisa. Pegando este gancho, decidi por uma nova matéria em que revelaremos para você, querido leitor, quais seriam os títulos de alguns dos filmes mais populares da história do cinema. Confira abaixo e diga se o título final não acabou sendo melhor do que o originalmente planejado.

As Aventuras de Luke Starkiller

O primeiro item de nossa lista é nenhum outro senão o fenômeno responsável pelos blockbusters como os temos hoje. Star Wars teve uma penetração social e cultural inimaginável para a época. Na época de seu lançamento nos cinemas brasileiros, o filme ficou conhecido como Guerra nas Estrelas, a tradução literal. Porém, com o relançamento da trilogia original em meados dos anos 90, precedendo o novo episódio A Ameaça Fantasma em 1999, o primeiro longa foi rebatizado como Star Wars – Uma Nova Esperança. Voltando ainda mais no tempo, antes de Star Wars ser confirmado como título, por muito pouco o filme não foi chamado As Aventuras de Luke Starkiller, enfatizando ainda mais suas raízes na aventura de matinê – fonte de inspiração para o diretor George Lucas. Nesta época, ao invés de Luke Skywalker, o protagonista se chamaria Luke Starkiller (ou Matador de Estrelas – um nome mais pesado). Skywalker, ou “o que caminha no céu”, se mostrou algo mais ponderado, heroico e divino.

A Vida de um Menino

A Vida de um Menino seria o título de E.T. – O Extraterrestre, um dos maiores sucessos da carreira do diretor Steven Spielberg, que serviu para cimentar os blockbusters ainda na década de 1980. A história da criaturinha espacial que chega para mudar a vida de uma família, em especial do menino Elliott (Henry Thomas), encantou plateias do mundo inteiro, se mantendo até os dias de hoje como um dos melhores exemplares dos gêneros infantil e filme para a família. O filme, no entanto, seria chamado A Vida de um Menino (A Boy’s Life), enfatizando o quanto a vida do pequeno protagonista mudaria. Porém, a sacada de Spielberg foi rápida ao perceber que tal título não dizia verdadeiramente do que a trama tratava e poderia não atrair o público planejado. Já E.T. é direto em sua mensagem sobre o conteúdo do longa.

A Vingança do Jedi

Voltamos a um filme da franquia Star Wars. A conclusão da franquia original foi recebida com bastante entusiasmo na época de lançamento, mas o que muitos podem não saber é que O Retorno de Jedi teria um outro título planejado originalmente. O próprio George Lucas havia pensando em A Vingança do Jedi, para concluir a trilogia, mas depois ligou o alerta de que os Jedi são figuras puras e bondosas, das quais a vingança não faz parte de sua natureza. Assim, o criador trocou a palavra vingança para retorno. Alguns anos depois, Lucas não precisou fazer alterações em um título que usava a palavra vingança, já que os Sith citados em A Vingança dos Sith (o episódio III da trilogia prequel) são criaturas perversas que não possuem pudor em se vingar. Outro detalhe é que o título deveria ser O Retorno do Jedi aqui no Brasil, e não “de” Jedi – soando como se Jedi fosse o nome de alguém.

Os Esmaga-Fantasmas

Hulk esmaga. Mas Os Caça-Fantasmas não. Antes do título que ficou na boca de todo e qualquer fã de cinema, Os Caça-Fantasmas, o clássico de 1984 protagonizado por Bill Murray, Dan Aykroyd e companhia, e dirigido por Ivan Reitman, por pouco não se chamou “Os Esmaga-Fantasmas”, ou “Ghost Smashers”. Uma frase dita pelo gigante esmeralda da Marvel, o Incrível Hulk. Esse era um dos títulos prévios pensados pelos realizadores. Ainda bem que na hora H, eles tiveram juízo e mudaram o nome. Outra curiosidade, no entanto, é que o original Ghostbusters também não significa Caça-Fantasmas, o título que recebeu no Brasil. Ghostbusters estaria mais para algo como “Detonadores de Fantasmas”, ou “Arrebentadores de Fantasmas”.

Indiana Jones e o Templo da Morte

Esse é outro título que sofreu uma mudança que é um pequeno detalhe, mas que possui grande significado. O segundo Indiana Jones é considerado o mais sombrio e pesado da franquia, isso porque o criador George Lucas afirmou que estava passando por uma fase ruim de sua vida, incluindo um divórcio. Assim, isso se refletiu na sua história para Indiana Jones e o Templo da Perdição, de 1984. Originalmente, o filme seria ainda mais sombrio, já que seu título planejado seria O Templo da Morte!

Beverly Drive

A história de bastidores de Um Tira da Pesada é curiosa. Primeiro, porque o filme era planejado originalmente para ser um veículo de ação estrelado por Sylvester Stallone. O astro criador da franquia Rocky acabou não indo em frente com o projeto, e o filme foi remodelado para abrigar Eddie Murphy, fazendo dele um astro. Nesta mudança, foi incluído bastante humor, que é o forte de Murphy, fazendo de Um Tira da Pesada um misto de comédia e ação. Por outro lado, Stallone pegaria um pouco desta ideia e criaria Cobra (1986). Antes de se chamar Beverly Hills Cop, ou Tira de Beverly Hills – brincando com a imagem de um policial linha dura de Detroit, Chicago, indo parar na cidade chique da Califórnia -, o filme teria o título de Beverly Drive, que se referia a uma das estradas mais conhecidas de Beverly Hills. O curioso é pensar que “Tira de Beverly Hills” também  não tem nada a ver com Um Tira da Pesada – título que recebeu no Brasil (onde nos anos 80 tudo tinha que ser da “pesada” ou “do barulho”, gírias datadas da época).

Homem do Espaço de Plutão

O exemplo dado no início do texto era verdade. Esse realmente era o título planejado pelos realizadores do clássico De Volta para o Futuro, um dos melhores nomes de filme, não apenas dos anos 80, como também da história do cinema. O título original era uma brincadeira com um momento do filme, em que Marty McFly (Michael J. Fox) finge ser um visitante espacial para o próprio pai, um fanático por ficção científica, a fim que ele convidasse sua mãe para o baile. De certa forma seria estranho dar um título a um filme simplesmente por motivo de uma única cena, que não é o núcleo da história.

O Bando do Almoço

Um dos filmes adolescentes mais queridos dos anos 80, Clube dos Cinco é criação do mesmo John Hughes de filmes como Curtindo a Vida Adoidado e Mulher Nota Mil. Se formos analisar a fundo, perceberemos mais um caso onde o título em português têm pouco a ver com seu original, já que Clube dos Cinco se chama na verdade “Clube do Café da Manhã”, que fala diretamente sobre alunos “presos” na detenção do colégio numa manhã de sábado. Sim, são cinco alunos – o que até faz sentido. Porém, a detenção ocorre desde a manhã até a tarde, passando pela hora do almoço. E justamente por isso, o filme se chamaria “O Bando do Almoço”.

Caçador

Embora O Predador não seja, por assim dizer, um título muito único e original, e recaia no território do genérico, o longa estrelado pelo astro da ação Arnold Schwarzenegger, enfrentando um ser espacial feroz e sádico se fez memorável graças ao seu enredo que fugia do lugar comum dos filmes do gênero na época. Nos anos 80, tínhamos os fortões de filmes assim em geral interpretando policiais ou guerrilheiros distribuindo tiro, porrada e bomba em criminosos e terroristas. O Predador ia além e colocava Arnold para se digladiar com uma fera de outro planeta. O visual da criatura chamou atenção, uma criação fantástica, que fez do personagem um dos mais populares do período. Antes, porém, O Predador se chamaria Caçador – que, embora ainda mais genérico, representa bem a trama do longa.

O Experimento

Quando ouvimos o título O Experimento, pensamos em algo como um filme de ficção científica, suspense ou até mesmo de terror. Mas o filme que quase levou esse título em 1988 não era nada disso, e sim uma comédia. Trata-se de Irmãos Gêmeos, outro longa estrelado por Arnold Schwarzenegger no período que ficou muito famoso. No longa, o grandalhão Arnold e o baixinho Danny DeVitto são gêmeos muito diferentes, não apenas na aparência física, como também em suas personalidades e índoles. Isso porque eles foram usados como cobaia em um experimento realizado por cientistas, onde tudo de bom (geneticamente falando) seria destinado a um bebê, enquanto não sobraria muito para o outro. Desta forma, o título O Experimento tinha a ver com a história, mesmo soando como algo misterioso ou até macabro.

Fantasmas de Casa

Finalizando a lista temos um item que igualmente poderia ser considerado um filme de terror por parte do público. Embora se prestarmos atenção de verdade, veremos uma ponta de ironia ou um teor satírico neste título. Algo que já o aproxima da comédia. E não dá outra, Fantasmas de Casa seria o título de Os Fantasmas se Divertem – nome em português tirado da cartola para Beetlejuice. Os realizadores realmente criaram um título enigmático com Beetlejuice, que é o nome do personagem fantasmagórico de Michael Keaton no longa de Tim Burton. Traduzido nas versões dubladas, o nome do personagem era literalmente “Besouro Suco”. Fantasmas de Casa seria mais rotineiro, mas fazendo todo sentido com a história. Enquanto por aqui, Os Fantasmas se Divertem soa mais infantil e algo como uma fanfarra.

Zara Phythian, atriz de ‘Doutor Estranho’, é condenada a 8 anos de prisão

Zara Phythian, que participou como atriz do primeiro longa do ‘Doutor Estranho‘ (2016), da Marvel, foi condenada por abusar de uma garota de 15 anos de idade.

Phythian foi sentenciada à 8 anos de prisão e denunciada junto ao marido, Victor Marke, de 59 anos, que foi condenado a 14 anos de prisão pelo crime.

O casal tem múltiplas vítimas com idades variando entre 13 a 15 anos. O julgamento determinou que enquanto Zara estava envolvida, Victor era o principal culpado, por idealizar tudo.

Contudo, ambos negaram todas as acusações antes de serem condenados. Durante o tempo em que realizaram tais ações, eles estavam dando aulas de artes marciais em Nottinghamshire na Inglaterra.

Zara Phythian trabalhou como uma das capangas de Kaecilius (Mads Mikkelsen) em ‘Doutor Estranho‘.

‘Doctor Who’: Ncuti Gatwa fala por quanto tempo manteve papel em sigilo

A atriz Yasmin Finney, conhecida pelo papel de Elle em ‘Hearstopper‘, entrou para o elenco da nova temporada de ‘Doctor Who‘ no papel de Rose, como anunciado pela BBC nesta segunda-feira (16).

Finney já está filmando cenas que vão ao ar em 2023, data que coincide com o aniversário de 60 anos da série.

“Se alguém tivesse dito a Yasmin de 8 anos que um dia ela faria parte desse programa icônico, nunca acreditaria, nem um milhão de anos. Essa série tem um lugar no coração de muitas pessoas, então ser vista como uma atriz trans pela lenda Russell, não só fez o meu ano, mas também a minha vida. Mal posso esperar para começar esta jornada e para todos vocês verem como a Rose floresce. Preparem-se”, disse a atriz.

Além de Finney, outro nome da Netflix também estará no elenco da nova temporada. Ncuti Gatwa será o primeiro ator negro a protagonizar ‘Doctor Who‘, substituindo Jodie Whittaker como a 14ª encarnação do Senhor do Tempo. Ator é conhecido por interpretar o Eric em ‘Sex Education‘ (2019).

Neon Genesis Evangelion no PUBG Mobile? Veja os detalhes desse novo modo de jogo

O hit ‘PUBG MOBILE‘ anunciou um novo modo de jogo por tempo limitado inspirado na icônica e aclamada série japonesa ‘Neon Genesis Evangelion‘, que coloca, como parte da nova atualização 2.0, os jogadores lutando contra o temível Angel.

Este novo modo de jogo ‘Core Circle’ chega a Livik e Erangel. Os jogadores podem assistir ao confronto do EVA-01 contra o 6º Anjo de ‘Evangelion‘ em um evento especial que acontece de 19 de maio a 19 de junho, no mapa Erangel.

Todos começam em uma Zona Azul especial encolhida no início de cada partida, enquanto testemunham a aparição do 6º Anjo na Ilha Spawn disparando um poderoso laser. Os jogadores podem seguir a ação encontrando o ponto de desova do EVA-01 no mini-mapa e observar o caminho mortal do Anjo.

Nesse modo, mais caixas de suprimentos estarão espalhadas pelo campo de batalha, incluindo aquelas que contêm recursos mais valiosos abaixo do nível do solo. Além disso, haverá um período de respawn por tempo limitado perto do início da partida, em que os companheiros de equipe caídos podem retornar ao redil e ainda manter suas armas.

De 14 de maio até 19 de junho, os jogadores poderão adquirir vários novos itens exclusivos da colaboração EVANGELION, desde os icônicos trajes de personagens até armaduras temáticas, paraquedas e mochilas. Um companheiro especial também estará no jogo.

Um evento EVA Discovery com tema exclusivo adicional também chega ao jogo amanhã e fica disponível até 19 de junho, em que os fãs poderão jogar partidas no Modo Clássico para o Progresso de Exploração, com um bônus de progresso extra disponível na jogabilidade do ‘Core Circle’ a partir de 19 de maio.

A atualização 2.0 do ‘PUBG MOBILE‘ está disponível gratuitamente para download na App Store e na Google Play Store.

‘Chainsaw Man’ será exibido dublado no Brasil pela Crunchyroll; Veja a data de estreia!

E a Crunchyroll acaba de anunciar que a irá exibir no Brasil a 1ª temporada do anime ‘Chainsaw Man‘, baseado no mangá de Tatsuki Fujimoto.

Segundo a plataforma, o anime estará disponível também com dublagem em português. Sua estreia acontece no segundo semestre de 2022.

“Com humor ácido, personagens dinâmicos e uma história afiada, Chainsaw Man é uma das novas séries mais esperadas do ano. Estamos muito empolgados em poder oferecê-la aos fãs por meio do serviço da Crunchyroll, disse Asa Suehira, CEO da Crunchyroll.

Que complementou dizendo: “Os fãs do anime vão perder o sono pensando no visual espetacular e em tanta ação”.

A história traz Denji, um jovem que faz qualquer coisa por dinheiro. Ele trabalha como caçador de demônios para pagar a dívida de seu falecido pai com a Yakuza, sempre acompanhado por seu cachorro-demônio Pochita. Depois de ser traído, e praticamente morto, Denji se funde com Pochita e renasce como um meio demônio.

Veja o trailer nacional: