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Os Filmes de TERROR Maravilhosos Que Marcaram a Infância de quem Tá chegando nos 40 anos…

Este ano algumas filmes verdadeiramente icônicos da sétima arte completam 30 anos de sua estreia. Nem dá para acreditar. Veja, por exemplo, o celebradíssimo Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino – o filme que colocou o nome de um dos maiores diretores da atualidade no mapa.

Outros exemplos de filmes que se mantém na boca do povo são Os Imperdoáveis, Perfume de Mulher, Batman – O Retorno, Instinto Selvagem, Esqueceram de Mim 2, Aladdin, Drácula de Bram Stoker e O Guarda-Costas, só para citar alguns dos mais populares.

Todos são filmes pop, ainda muito queridos pelo grande público e ainda na mente dos cinéfilos. Fora a surpresa de todos estarem completando 30 anos de lançamento, outra surpresa é perceber que a maioria segue inserido na cultura popular, a maior parte sem precisar de reboots, remakes, continuações ou novas adaptações.

Aqui, no entanto, não iremos falar sobre os blockbusters famosos e sim sobre um tipo específico de filme que adoramos e sabemos que vocês também: os filmes de terror! Que igualmente guardam algumas verdadeiras pérolas clássicas da sétima arte. Confira abaixo as produções do gênero mais famosas que entram agora de vez na vida adulta – completando 30 anos em 2022.

Drácula de Bram Stoker

O consagradíssimo Francis Ford Coppola, após encerrar a sua trilogia O Poderoso Chefão em 1990 – tida como a melhor trilogia da sétima arte -, resolveu que como seu próximo trabalho iria adaptar ao cinema o conto clássico de terror de Bram StokerDrácula. De fato, podemos considerar a versão de Coppola para a história, a primeira superprodução feita com o personagem. Tudo é grandioso, operístico e memorável aqui. Desde a versão mais idosa do vampiro (com uma impressionante maquiagem em Gary Oldman), as transformações do protagonista em criaturas monstruosas, o tom erótico de algumas cenas, o visual para lá de chamativo, e a presença de gente como Anthony Hopkins e Winona Ryder, então no auge de suas carreiras. Drácula é um filme de terror muito classudo.

Uma Noite Alucinante 3

O primeiro Evil Dead – A Morte do Demônio (1981) permanece até hoje como um dos mais queridos e influentes filmes de terror de todos os tempos. O feito é ainda mais impressionante se pensarmos que o diretor Sam Raimi pegou uns amigos e uns trocados e saiu para fazer um filme. Em 1987, com mais dinheiro, ele resolveu recontar a mesma história em Uma Noite Alucinante – espécie de refilmagem e continuação, que aplica mais humor e criatividade. Depois, Raimi alçou voos mais altos e foi dirigir seu filme de super-herói autoral com Darkman – A Vingança sem Rosto. Mas ele não esqueceu seu querido pequeno filme, afinal o segundo havia terminado com um gancho para a sequência, e retornava há trinta anos para encerrar a trilogia com Ash (Bruce Campbell) combatendo demônios nos tempos medievais.

 

O Mistério de Candyman

Com uma “sequência espiritual” lançada ano passado, o Candyman original completa 30 anos de sua estreia em 2022. O longa é baseado no conto The Forbidden, do autor especialista no gênero Clive Barker. Na trama, uma estudiosa decide pesquisar lendas urbanas e se depara com a história de Candyman, muito comentado no conjunto habitacional Cabrini-Green. Ela logo irá perceber que a lenda é bem real, quando invoca acidentalmente a entidade do título, um espírito maligno atrás de vingança. Com seu visual impactante, como um gancho no lugar da mão, partes do corpo expostas (como os ossos do tórax à mostra) e muitas abelhas saindo do seu corpo, o Candyman se tornou uma das figuras mais icônicas do gênero, personificado por Tony Todd.

 

Sonâmbulos

Saindo de um mestre da literatura de terror para outro, nenhum ano está completo sem uma obra de Stephen King para adorná-lo. E aqui ganhamos não uma, mas duas. Bem, ou quase. Acontece que este primeiro item, Sonâmbulos, não é baseado em nenhum livro ou conto do autor. King se aventurou a escrever o roteiro de um filme, sem antes ter publicado nada em relação a esta história. Ou seja, King escreveu um roteiro original aqui. E a história que o autor bolou foi a de um novo aluno em uma cidadezinha, que guarda uma estranhíssima relação com sua mãe. Na verdade, ambos não são humanos, e sim parte de uma raça milenar conhecida como Sonâmbulos, criaturas meio felinas, meio humanoides que se alimentam da força vital humana (sugando suas energias), temem gatos como o diabo a cruz, e mantém uma relação incestuosa.

Alien³

Agora temos uma verdadeira superprodução na lista. Alien – O Oitavo Passageiro (1979), de Ridley Scott, é um dos maiores clássicos da história do cinema, e mudou para sempre o gênero da ficção científica e do terror espacial de alienígenas. A figura do xenomorfo criado por artista H.R. Giger é um dos personagens mais reconhecíveis da sétima arte. Em 1986, o grande James Cameron criou algo que parecia impossível: uma continuação melhor que o original. Aliens – O Resgate, se não é melhor, é tão bom quanto seu predecessor e eleva o jogo em todos os sentidos, aumentando o escopo e a ação, e fazendo da franquia um verdadeiro blockbuster. Assim, o hype era grande para a terceira parte, que eventualmente decepcionaria e quase faria o diretor David Fincher desistir da carreira. Nesse terceiro filme, Ripley (Sigourney Weaver) cai num planeta prisão povoado só por homens. Mas a criatura vai junto com ela.

Fome Animal

Por falar em diretores talentosos saídos dos anos 1980, aqui temos os primeiros passos de ninguém menos que Peter Jackson. Assim como Sam Raimi, Jackson também começou sua carreira no terror de baixo orçamento, até fazer Os Espíritos (1996) e depois ser escalado para a trilogia O Senhor dos Anéis. Seu primeiro filme, no entanto, foi Trash – Náusea Total (1987), sobre alienígenas atrás de carne humana para usar em sua cadeia de fast food interplanetária. O terror seguinte, Fome Animal, não pegou leve no gore – contando a história de um rapaz que mora com sua mãe autoritária. A idosa adoece e começa a se transformar em zumbi, contaminando os vizinhos e a população da cidade. Agora, somente o filho será capaz de impedir que essa praga se espalhe. O filme já demonstrava o talento de Jackson atrás das câmeras.

Hellraiser 3 – Inferno na Terra

Por falar em Clive Barker, o Hellraiser original, subtitulado por aqui Renascido do Inferno, é igualmente baseado em um livro seu (Hellbound Heart), e Barker inclusive dirigiu o longa, se mostrando um cineasta de mão cheia em seu melhor trabalho como realizador. Na trama, uma caixa é capaz de levar quem desvendar seus segredos diretamente ao inferno para sentir prazer e dor. Os cenobitas são as criaturas dos infernos que estão sempre atrás daqueles que ousam “brincar” com o objeto. O filme de 1987 teve uma sequência imediata em 1988 – menos eficiente. E há trinta anos no cinema, ganhávamos a terceira parte desta história – que desvendava a história de Pinhead, o principal antagonista do longa e figura marcante da franquia. Hellraiser vai ganhar novo filme no cinema em breve e Pinhead terá as formas femininas pela primeira vez.

Cemitério Maldito 2

Como dito, aqui temos a segunda obra com o selo Stephen King de qualidade. Bem, mais ou menos. Sim, Cemitério Maldito é um livro do autor, e foi adaptado ao cinema pela primeira vez em 1989 – ganhando em remake trinta anos depois em 2019. Mas aqui estamos falando de Cemitério Maldito 2, a continuação que King nunca escreveu para seu livro. Isso mesmo, o filme de 1989 fez sucesso, então a Paramount, dona dos direitos, resolveu continuar a história, sem qualquer envolvimento do autor. Quem retorna, no entanto, é Mary Lambert, a mesma diretora do primeiro, para comandar aqui também. No filme, Edward Furlong, saído do enorme sucesso de O Exterminador do Futuro 2 no ano anterior, vive o protagonista, se mudando para a mesma cidadezinha com seu pai, e vivenciando eventos para lá de bizarros com o cemitério de animais que traz os mortos de volta à vida.

O Destruidor

Protagonizado pelo saudoso Rutger Hauer (Blade Runner e A Morte Pede Carona), esse filme parece ter um roteiro rejeitado para uma continuação de O Predador. A esta altura, o alienígena caçador com cara de crustáceo já havia estrelado dois filmes, em 1987 e 1990. Veja só esta história: passado no futuro (assim como Predador 2), um agente da lei está à caça de um possível serial killer, que entre suas vítimas matou o parceiro de tal policial (Hauer). Então, ele descobre que o psicopata é um ser de outro planeta. As diferenças são que o filme se passa numa Londres caótica e inundada pelas chuvas torrenciais. De fato, muitos confundiam este longa como um filme da franquia Predador. As semelhanças são muitas. Completando o elenco, Kim Katrall (de Sex and the City).

Inocente Mordida

Este longa marcou o retorno do cultuado diretor John Landis ao gênero do terror. Como muitos sabem, Landis comandou o icônico Um Lobisomem Americano em Londres, um dos mais celebrados do gênero de todos os tempos. No entanto, a maioria dos filmes do diretor, em especial na década de 80, foram no gênero da comédia. Assim, há trinta anos, Landis retornava ao terror (o que o deu fama) para uma história diferente. O cineasta deixava os lobisomens de lado e resolvia focar nos vampiros – ao contar sobre Marie (Anne Parillaud – a Nikita de Luc Besson), uma vampira especializada em beber o sangue de criminosos. Porém, ela termina se envolvendo com mafiosos italianos em Nova York e irá se deparar com encrenca. Apesar da promessa, Inocente Mordida se tornou uma obra obscura, nem de perto reprisando o sucesso do Lobisomem em Londres.

Criaturas 4

Mais uma sequência e mais um filme com a atriz Angela Bassett (que também estava no elenco do item acima). Os dois primeiros filmes da franquia Criaturas foram lançados ainda na década de 1980 e pegavam clara carona na popularidade dos Gremlins (1984). Aqui, por outro lado, os realizadores não perderam tempo e saíram gerando um monte de continuações. O terceiro filme saía em 1991 e contava com Leonardo DiCaprio no elenco. Esse quarto filme usava como diferencial se passar inteiramente no espaço, numa nave, no futuro. A ideia aqui era misturar o clima de Alien com as Criaturas. Além de Bassett, que vive a protagonista Fran, quem também participa é Brad Dourif, a voz do boneco Chucky.

Maniac Cop 3

Por falar em franquias de terror B do cinema, o original Maniac Cop – O Exterminador (1988) se tornou um filme cult. A história contava sobre um policial honesto e eficiente que era traído pelos superiores e assassinado. O tal sujeito, Matt Cordel (papel do grandalhão Robert Z’Dar) retorna da morte como uma espécie de zumbi retalhado e parte para a vingança, se tornando um serial killer e matando todos em seu caminho, como uma espécie de Jason uniformizado. O pior é que os crimes são associados a outro policial, Jack (papel do canastrão Bruce Campbell). O elenco conta ainda com Tom Atkins, Richard Roundtree e Laurene Landon. As continuações, por outro lado, foram decaindo cada vez mais em território trash. O segundo foi lançado em 1990 e o terceiro chegava há trinta anos. A boa notícia é que Maniac Cop vai ganhar nova versão nas mãos de Nicolas Winding-Refn – o que promete ser algo bem diferente e inusitado.

Psicose Mortal

No último item da lista, temos uma mistura de terror e comédia num filme protagonizado pelo saudoso Bill Paxton. O ator vive Graham, um yuppie que acaba de comprar a casa de seus sonhos numa boa vizinhança. Tudo parece caminhar maravilhosamente bem para o sujeito, até que ele descobre em sua propriedade um mendigo com tendências homicidas que começa a aterrorizá-lo. O problema é que ninguém parece acreditar em sua história. Assim, a vida pacata do protagonista começa a ruir aos poucos, até a insanidade atingir nível alucinados.

Os Filmes Mais Esperados de Maio 2022 nos CINEMAS!

É, foi só piscar e o ano de 2022 está se aproximando de sua metade. O quinto mês do ano já está entre nós! Enquanto as coisas seguem se normalizando – ou quase, já que em 2022 tivemos dois carnavais, por exemplo -, e as salas de cinema voltam a receber cada vez mais público (mesmo com a concorrência pesadíssima das plataformas de streaming), as novidades do cinema não param de chegar. Verdade seja dita, nada substitui a experiência de ver um bom filme na maior sala, com o melhor som. Cinema é uma experiência coletiva que nos faz vibrar, rir e se emocionar juntos. Ano passado tivemos filmes que representaram o que o cinema significa na sua mais pura forma, em especial Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Essa foi uma experiência que seria muito perdida caso não fosse compartilhada, mesmo entre desconhecidos, que deixaram a empolgação aflorar. Digam o que quiserem, mas os filmes da Marvel possuem esta capacidade, essa magia. Esse ano tivemos exemplares como Pânico, Batman, Sonic 2 e Animais Fantásticos 3, mas nenhum deles se tornou um fenômeno absoluto. Isso promete mudar esse mês com o lançamento de um novo produto da Marvel. Confira abaixo e programe-se.

05/05

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

A nova aventura da Marvel chega como um rolo compressor abrindo o mês de maio. E quem é louco de se colocar em seu caminho? Assim, o início do mês será inteiramente dominado pelo blockbuster, que planeja ser o novo grande sucesso de bilheteria em tempos ainda pandêmicos. Na trama, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) tenta consertar a bagunça criada em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa no que diz respeito à abertura do Multiverso e para isso pede a ajuda de Wanda (Elizabeth Olsen), saída dos eventos de seu próprio seriado WandaVision. O protagonista contará ainda com a ajuda de uma nova personagem, a jovem America Chavez (Xochitl Gomez). É claro que como sempre nos filmes do estúdio, Doutor Estranho 2, agora com direção de Sam Raimi, possui muitos spoilers a serem revelados – portanto, corra aos cinemas e os evite o máximo que puder.

12/05

O Homem do Norte

Com o cinema cada vez mais massificado por superproduções que apenas visam lucrar em cima de marcas pré-estabelecidas, se torna cada vez mais difícil o espaço para cineastas verdadeiramente autorais. Por isso, precisamos enaltecer os poucos artistas que ainda restam e conseguem uma verdadeira legião de fãs apenas devido à força de seu nome (e claro, de seu talento). É o caso com o jovem diretor Robert Eggers, que apenas com três trabalhos na carreira se tornou um dos nomes mais badalados da indústria na atualidade. Bastaram A Bruxa (2015) e O Farol (2019) para que os cinéfilos ansiassem por O Homem do Norte, seu mais recente e ambicioso trabalho. E o longa finalmente estará entre nós este mês. A melhor forma de definir o filme é como uma espécie de Conan – O Bárbaro, mais realista e sangrento. A história é a mesma, e mostra um herdeiro em busca de vingança pela morte do pai. Nas mãos de Eggers, uma história simples se torna um exercício complexo.

Crocodilos – A Morte te Espera

Essa é para os aficionados por terror escapista e filmes de animais assassinos. Lançado em 2020 e chegando só agora para os brasileiros, quem traz o filme é a Paris Filmes – que espera cair no gosto dos amantes de diversão com muitos sustos. O terror é na verdade a continuação de uma produção australiana lá de 2007, intitulado Medo Profundo, que ganhou sequência mais de uma década depois. A estratégia, no entanto, é se desassociar do anterior e se comportar como filme próprio. Na trama, cinco amigos aventureiros decidem explorar uma caverna na Austrália após uma forte tempestade, mas terminam se tornando alvo de um voraz crocodilo.

O Peso do Talento

Previsto para estrear no mês passado, a Paris Filmes resolveu segurar um pouco mais o retorno de Nicolas Cage às boas com o sucesso para maio. Cage voltou aos holofotes após muitos anos de lançamentos direto para vídeo, e apareceu em diversos programas de TV e internet promovendo o longa alucinado. Muito comentado nas “internet da vida”, O Peso do Talento é o filme em que Nicolas Cage interpreta Nicolas Cage. Astro de Hollywood no passado, vencedor do Oscar, Nicolas Cage viu sua carreira decair participando de inúmeras produções, digamos, de baixa qualidade e lançadas direto em vídeo, nos últimos anos. Vira e mexe o ator excêntrico entrega algum trabalho que sobressaia, vide Joe (2013) e o recente Pig (2021). Agora Cage retorna em um projeto insano que promete o colocar novamente no mapa. Aqui ele vive o próprio Nicolas Cage, ou uma versão de si mesmo. Cage é convidado por um fã bilionário para fazer uma aparição na festa de aniversário do sujeito. O que era para ser um trabalho simples, logo se mostrará uma jornada repleta de perigos e surtações para o grande astro do passado.

19/05

Chamas da Vingança

O terceiro fim de semana de maio abre com o lançamento de mais uma adaptação do mestre do terror Stephen King. Imagino que não passe um ano sem que King veja um texto seu adaptado às telonas ou telinhas. A mente do autor é realmente muito criativa e frutífera, então não faltam trabalhos seus para produtores escolherem adaptar. Essa aqui, inclusive, já havia sido levada aos cinemas em 1984, num filme estrelado por uma pequerrucha Drew Barrymore – recém-saída do sucesso E.T. – O Extraterrestre. Na trama, os pais de uma menininha aceitam ser cobaias num experimento, e quando geram a filha, ela nasce com o estranho dom da pirotecnia, ou seja, consegue atear fogo em qualquer coisa só com a força de seu pensamento. Pelo trailer, o dom da menina será tratado como um superpoder de heroína, algo já tentado no remake de Carrie – A Estranha. Na nova versão, o nome mais conhecido é o de Zac Efron como o pai.

Dog – A Aventura de uma Vida

Com as redes sociais, os fãs estão mais perto do que nunca do dia a dia de seus ídolos – mesmo que seja para desaprovar seus atos e até mesmo “cancelá-los”. E o astro Channing Tatum se viu no meio de uma destas grandes polêmicas. Tudo porque o ator terminou seu casamento com a mulher Jenna Dewan, matrimônio que durou dez anos e gerou um filho. Em seguida, o ator assumiu o relacionamento com a cantora Jessie J., mas os fãs não aprovaram e o novo casal começou a sofrer ataques virtuais. Tatum já confessou que cogitou abandonar a carreira de ator após o divórcio com Dewan. A relação com Jessie J também não deu certo e hoje o ator está com Zoë ‘Mulher-Gato’ Kravitz. Na carreira, Tatum tenta o retorno com Cidade Perdida (em cartaz nos cinemas) e estreia este mês com Dog, sobre um militar e um cão militar pegando a estrada juntos e aprendendo a conviver enquanto viajam para o enterro de um amigo das forças militares.

Quatro Amigas Numa Fria

Uma comédia nacional bem promissora também irá marcar presença no mês de maio. Trata-se de Quatro Amigas Numa Fria, filme que conta com diversas referências à cultura pop mundial em sua narrativa. É só dar uma olhadinha no trailer, para pescar tiradas sobre Thor, South Park e Os Vingadores. Maria Flor, Fernanda Paes Leme, Micheli Machado e Priscila Assum protagonizam como as quatro amigas do título, que resolvem fazer uma viagem juntas para a Argentina a fim de esquiar e curtir a neve, no percurso se metendo em muitas aventuras cômicas e confusões. A direção é do especialista Roberto Santucci, de sucessos como De Pernas pro Ar, Até que a Sorte nos Separe, Loucas para Casar e Os Farofeiros.

26/05

Luta Pela Fé – A História do Padre Stu

Quem aparece também esse mês é o astro Mark Wahlberg, deixando os filmes de ação de lado para protagonizar um drama. Baseado numa história real, o ator vive o tal Stu do título, um sujeito encrenqueiro e bêbado, que também lutava boxe, mas termina recebendo o chamado de Deus e se torna padre. O problema é que o sujeito demora a conquistar a confiança de seus seguidores, afinal sua vida anterior era bem problemática. Wahlberg segue dando votos de confiança para o cancelado Mel Gibson, que aqui interpreta novamente o seu pai (depois de Pai em Dose Dupla 2).

Top Gun – Maverick

Terminando o mês, finalmente poderemos conferir a aguardadíssima continuação do sucesso dos anos 80, Top Gun – Ases Indomáveis. Por anos se falou numa continuação e quando ela finalmente saiu do papel, sofreu diversos adiamentos em sua estreia, em especial devido à pandemia. O lançamento deveria ter sido ano passado, quando o longa finalmente foi empurrado para 2022. Mas agora, ao que tudo indica, a coisa vai. Tom Cruise retorna no papel do piloto mais audacioso da história do cinema – desta vez no papel de instrutor, precisando enfrentar a rebeldia do filho de seu amigo, papel de Miles Teller – e ver muito de si no rapaz. Prepare-se para cenas verdadeiramente impressionantes de jatos nas telonas. Esse, assim como as produções da Marvel, pede a melhor sala de cinema possível.

As 10 Mães Mais PERIGOSAS dos Filmes

Durantes várias décadas, o cinema nos presenteou com inúmeras personagens femininas bastante memoráveis – grande parte delas sendo mães. Retratadas como vilãs, mocinhas, super-heroínas, assassinas psicóticas e lutadoras vingativas, essas  envolventes figuras não cansam de ser reaproveitadas e relidas das mais diversas maneiras para as telonas.

Por esse motivo e em comemoração a essas pessoas tão complexas e apaixonantes, separamos uma lista com as dez mães mais perigosas da indústria fílmica – abrangendo os mais diversos gêneros (e uma ou outra que, de fato, existiram).

Confira abaixo nossas escolhas:

  1. Rainha Xenomorfa, ALIENS – O RESGATE

Ninguém disse que mães precisam ser humanas – e a Rainha Xenomorfa de Aliens – O Resgate’ é a prova disso. Além de ser maior, mais inteligente e muito mais forte que todos os outros alienígenas da icônica franquia criada Ridley Scott, ela é responsável por dar vida aos alienígenas, levando a sobrevivência de seus filhos bastante a sério. Não é surpresa que ela lute com violência e emerja como um obstáculo quase intransponível para Ripley.

  1. Leia Organa, STAR WARS

Na nova trilogia de Star Wars, a Princesa Leia Organa tornou-se mãe – mas não apenas isso: também virou uma general, uma soldada e uma senadora, tendo enfrentado a opressão e a tirania do Império de seu próprio pai e quase perdendo tudo durante uma guerra civil espacial. Mesmo assim, ela se reergueu e se transformou num ícone político e militar. Por isso, pense duas vezes antes de querer irritá-la.

  1. Beatrix Kiddo, KILL BILL

A personagem vivida por Uma Thurman na saga Kill Bill fazia parte de uma seita assassina e acabou se envolvendo com o chefe. Entretanto, quando descobriu que estava grávida, fingiu sua morte e fugiu para outro lugar em busca de uma vida normal. Entretanto, ela foi caçada por seus “colegas” e, depois de sair de seu coma, descobriu que seu antigo amante sequestrou sua filha. O resultado é um juramento de vingança que se transforma num banho de sangue violento (e bastante satisfatório).

  1. A Bela Dama, CORALINE E O MUNDO SECRETO

Quem nunca sonhou em poder trocar de família, uma que nos compreenda melhor? Bom, esse foi o desejo de Coraline na clássica animação da Laika – o que a fez cruzar caminho com a sedutora Bela Dama, também conhecida como A Outra Mãe ou Beldam. Habitante do mundo atrás da portinhola, sua principal missão é fazer com que crianças desconsoladas se apaixonem pelo que tem a oferecer (antes de comer seus corações e prendê-las para sempre num covil tenebroso.

  1. Gladys Leeman, LINDA DE MORRER

Mães sempre querem que seus filhos conquistem o mundo – e farão o possível para poder ajudá-los. Entretanto, Gladys Leeman parece ter levado isso um pouco a sério demais na ácida comédia Linda de Morrer: a vilã cometeu os mais bizarros assassinatos apenas para garantir que a filha Rebecca conseguisse ganhar o concurso de beleza.

  1. Joan Crawford, MAMÃEZINHA QUERIDA

Joan Crawford pode ser conhecida por ser um ícone do cinema e até hoje influenciar diversas personalidades do entretenimento – mas sua sombria vida foi levada para as telonas em 1981 com ‘Mamãezinha Querida’. Dirigido por Frank Perry, o filme biográfico gira em torno da traumática infância de Christina Crawford e sua vida abusiva com a mãe adotiva.

  1. Sarah Connor, O EXTERMINADOR DO FUTURO

Depois de ser caçada por um androide que foi mandado do futuro para matá-la, Sarah Connor ficou em uma instituição psiquiátrica até perceber que seus dias de paz estavam acabando: afinal, um novo robô apareceu para terminar o trabalho. Felizmente, ela conseguiu escapar de sua “prisão”, reuniu-se com o filho John e destruiu o Exterminador com a ajuda de outro Exterminador.

  1. Ma-Ma, DREDD

Interpretada pela brilhante Lena Headey, a rainha das drogas Madeline Madrigal (ou Ma-Ma, para os mais íntimos) é uma criminosa amoral que não pensa duas vezes antes de estraçalhar inocentes para tirar o Juiz Dredd e seu parceiro do caminho. Ela está disposta a destruir por completo o prédio em que vive em prol de enfrentar a lei uma última vez.

  1. Pamela Voorhees, SEXTA-FEIRA 13

Sexta-Feira 13 tem um dos maiores plot twists do cinema: afinal, o serial killer Jason Voorhees era, na verdade, controlado por sua insana mãe, Pamela. Após dar à luz ao filho, que foi diagnosticado com hidrocefalia, resolveu criá-lo por conta própria e tornou-se uma pessoa superprotetora. Eventualmente, ela consegue um emprego no Acampamento Crystal Lake; quando seu filho morre, ela culpa os monitores do local pela tragédia e jura vingança (matando uma série de pessoas em um surto psicótico).

  1. Ellen Ripley, ALIEN

Ellen Ripley era tripulante da Nostromo e, depois que visitaram o planeta LV-426, um alienígena xenomorfo invadiu a nave e matou todos a bordo, exceto ela. Anos depois, ela retorna para o mesmo planeta apenas para encontrar uma colônia de criaturas – que dizimam os “visitantes”. Ripley foge mais uma vez, dessa vez com um jovem sobrevivente, Newt, e um ex-soldado chamado Hicks.

Desde sempre, a personagem é considerada como a primeira forte protagonista do cinema – décadas antes do termo vigorar entre o público – e, até hoje, permanece como uma das mais poderosas construções da ficção científica. Sendo tanto uma mãe biológica e adotiva, as táticas de sobrevivência que utiliza para combater as adversidades a coloca, sem sombra de dúvida, no topo da nossa lista.

Os Clássicos do Cinema que Completam 40 anos em 2022 – Mais DETONADOS pelo Público

Esse ano, uma nova leva de grandes filmes do cinema adicionam mais uma década a suas trajetórias comemorando 40 anos de suas estreias. Produções famosas e ainda muito queridas do grande público, consideradas atemporais e imortais. Filmes como Blade Runner – O Caçador de Androides, E.T. – O Extraterrestre, Poltergeist – O Fenômeno, Rambo – Programado para Matar, Rocky III – O Desafio Supremo, Conan – O Bárbaro, O Enigma de Outro Mundo, Gandhi e Tron – Uma Odisseia Eletrônica. Isso, é claro, só para citar os principais. Mas a verdade é que em um ano, onde mais de uma centena de produções são lançadas, os que ficam verdadeiramente para a eternidade são apenas um punhado.

Os cinéfilos podem até se aprofundar um pouco mais (afinal assistir a filmes é o resumo de suas vidas), porém, em relação ao grande público nem tudo fica memorável. Afinal, quantos já ouviram falar ou lembram de filmes como A Melhor Casa Suspeita do Texas, Raposa de Fogo, Um Cara Muito Baratinado, Na Calada da Noite, Quando Jovens se Tornam Adultos e Fronteira da Violência – todos filmes lançados no mesmo ano citado e relevantes na época, mas que terminaram caindo no esquecimento.

A verdade é que mesmo com todo elogio possível da crítica, ou desprezo, é o público quem dita o que fará sucesso, o que será esquecido e, variando as gerações, o que será redescoberto. Assim, nesta nova matéria dupla, a proposta é justamente averiguar quais dentre os clássicos do cinema que completam 40 anos em 2022, o grande público abraçou de vez e quais ele decidiu execrar. Começaremos com a parte de baixo da lista, com os clássicos mais detonados pelos fãs. Confira.

Leia também: Os Clássicos do Cinema que Completam 40 anos em 2022 – Mais ADORADOS pelo Público

14 | Uma Mistura Especial

Abrindo a lista dos filmes, digamos, menos apreciados pelo grande público – todos com notas menores que 5 – temos essa comédia que usa uma premissa parecida com a de Mulher Nota Mil (1985) sem a mesma eficácia. A verdade é que comédias sobre adolescentes gênios são antigas, mas foram “aprimoradas” nos anos 80. Aqui, Scott Baio vive um estudante nerd que sofre um acidente num experimento e termina ganhando poderes telecinéticos (o sonho de todo menino). Ele usa seus novos dons para se vingar dos valentões – além, é claro, de levantar muitas saias das meninas.

13 | Sedução e Medo

Suspense erótico de quinta categoria, é claro que esta produção figurou no Framboesa de Ouro de seu respectivo ano, com três indicações, duas para a protagonista Morgan Fairchild – pior atriz e pior revelação. No filme, Fairchild vive uma jornalista, âncora de um telejornal, que se vê alvo de um stalker obcecado por ela, que faz as maiores loucuras para assediar a mulher. Mas ela não sofre calada, de começo é vítima, mas depois resolve responder na mesma moeda, ao se armar com uma espingarda calibre 12 e mandar chumbo no sujeito.

12 | Wacko – Uma Comédia Maluca

Recentemente, fiz uma matéria falando sobre uma onda que tomou o cinema há quarenta anos: os filmes paródia de slashers. O sucesso dos filmes de terror adolescentes gerou inúmeras produções do gênero, mas geraram também as comédias que tiravam sarro de tudo. Muitas tão ruins quanto os filmes que parodiavam. Na lista, chega o primeiro exemplar, que não impressionou nem um pouco o público, e dele recebeu nota 4.9. Aqui, uma cidade é aterrorizada pelo possível retorno do “assassino do cortador de grama”, treze anos depois de seus ataques. O elenco conta com nomes como George Kennedy, Joe Don Baker e Andrew Dice Clay.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

11 | Porky 3

Se engana quem pensa que na lista teremos apenas atores sumidos, falecidos ou que caíram no ostracismo como os citados acima. Se preparem para tentar não cair da cadeira, pois chega à lista ninguém menos do que o astro Tom Cruise. No ano em que se prepara para lançar Top Gun – Maverick, Cruise também “comemora” os quarenta anos de Losin’ It (no título original), um de seus primeiros trabalhos no cinema. Essa comédia sacana de Curtis Hanson (Los Angeles – Cidade Proibida) traz Cruise, Jackie Earle Haley e John Stockwell como adolescentes viajando para Tijuana no México a fim de tomar todas e farrear, na década de 1960. O mais curioso acerca desta produção e que nunca entendi foi seu título em português. O filme não faz parte da franquia Porky’s, e mesmo que os “jênios” que deram o título em português quisessem enganar o público fingindo se tratar de um longa da franquia, o segundo Porky’s só seria lançado em 1983. Realmente não dá para entender, já que esse tampouco é a terceira parte de um filme.

10 | A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa

A franquia A Pantera Cor-de-Rosa é um verdadeiro marco do cinema entretenimento de comédia, tendo estreado ainda em 1963, com o papel do atrapalhado Inspetor Jacques Clouseau imortalizado nas formas do icônico Peter Sellers. Daí a série seguiu para mais quatro filmes até 1978. Foi quando este sexto longa da franquia surgiu, gerando polêmica e merecendo ser caso de estudo de cara de pau em Hollywood. Acontece que o astro da franquia, o citado Peter Sellers faleceria em 1980, e o lançamento de A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa ocorria há quarenta anos, em 1982… e contando com Sellers no elenco! Todas as cenas do ator no filme são na verdade imagens de arquivo e trechos deletados de outros longas anteriores. Não por menos, a viúva de Sellers processou a produção.

09 | Paraíso Azul

Por falar em cara de pau de produtores hollywoodianos, aqui os realizadores resolveram criar sua própria versão do sucesso A Lagoa Azul, lançado dois anos antes. Que tal se ao invés de dois jovens descobrindo o amor e a luxúria numa ilha deserta, tivéssemos dois jovens descobrindo o amor e a luxúria num Oásis do Oriente Médio. Paraíso Azul (apenas Paradise no original) sem dúvidas recebeu tal título aqui no Brasil para pegar carona no filme citado com Brooke Shields. Quem protagoniza aqui é a gracinha Phoebe Cates, que no mesmo ano ainda estrelaria em Picardias Estudantis e dois anos depois em seu maior sucesso, Gremlins.

08 | A Reunião dos Alunos Loucos

Mais um filme paródia dos terror slasher encontra lugar na lista. Esse com a pompa do roteiro de ninguém menos que John Hughes em início de carreira, antes de entregar grandes sucessos como Mulher Nota Mil, Curtindo a Vida Adoidado e Esqueceram de Mim. A comédia segue a narrativa da maioria dos filmes do gênero, mostrando a reunião de alunos de um colégio, onde um deles, que sofria nas mãos dos outros, resolve executar sua vingança – tudo, é claro, só uma desculpa para muitas piadas escrachadas. No elenco, o destaque fica com Anne Ramsey, a Mama Fratelli de Os Goonies, em participação como a cozinheira do colégio. A comédia tem nota 4.6 do público, uma das mais baixas daquele ano.

07 | Jogando com a Vida

A veterana Bette Midler é um verdadeiro ícone do humor hollywoodiano, dona de grandes sucessos em sua filmografia nas décadas de 1980 e 1990, vide Por Favor, Matem Minha Mulher, Cuidado com as Gêmeas, Abracadabra e O Clube das Desquitadas. Mas o currículo da estrela não está livre de algumas verdadeiras bombas homéricas, como é o caso deste Jinxed (no título original). Na trama, Midler vive uma cantora de espetáculos em Las Vegas chamada Bonita, casada com um sujeito apostador (papel de Rip Torn). Ela conhece o crupiê Willie (Ken Wahl), tem um caso com ele, e decide eliminar o marido para coletar o seguro de vida. Surpreendentemente, a pseudo comédia tem direção de Don Siegel, mais acostumado a dirigir os filmes de ação de Clint Eastwood, como Dirty Harry e Alcatraz – Fuga Impossível. Esse foi o último filme dirigido por Siegel, que recebeu nota 4.6 do público.

06 | Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina Voltaram

É sério! Talvez muitos não saibam, mas eles fizeram a continuação do sucesso Grease – Nos Tempos da Brilhantina, musical que imortalizou John Travolta e Olivia Newton-John nos corações dos fãs. É claro que a dupla de astros não quis saber minimamente desta continuação e se mantiveram bem afastados da produção. Por outro lado, o longa marcaria um dos primeiros trabalhos nas telonas de uma certa Michelle Pfeiffer no papel protagonista. Mesmo com uma interessante subversão – agora é Pfeiffer a líder de uma gangue de mulheres que se interessa por um sujeito certinho, o estudante britânico Michael (Maxwell Caufield) – e a direção de uma mulher desta vez (Patricia Birch), o filme falhou em agradar os fãs e obteve nota 4.4 do público. Hoje, porém, Grease 2 é considerado um item cult.

05 | Parasita 3D

Calma, não estamos falando do filme coreano vencedor do Oscar em 2020, transferido para efeitos em 3D a fim de servir como caça-níquel. Este aqui é outro Parasita, que completa quarenta anos em 2022. Trata-se de um filme de terror e ficção científica, estrelado pela musa Demi Moore então bem novinha, em seu segundo filme para o cinema. Passado no futuro, no ano de 1992 (?!), o roteiro nada mais é do que uma cópia deslavada de Alien – O Oitavo Passageiro, onde cientistas desenvolveram um super parasita que invade os corpos de seus hospedeiros, os matando de dentro para fora. Essa era a segunda onda dos filmes em 3D no cinema e Parasita foi um dos que se utilizaram do artifício. A própria Demi Moore, em entrevista de 2019, disse que esse foi o pior filme que estrelou em sua carreira. O longa tem nota 3.9 do público.

04 | Uma Voz para Milhões

Esta “comédia” musical foi um dos filmes “felizardos” a receber indicações ao pior do cinema, o Framboesa de Ouro. Mas acontece que o longa também foi lembrado para o melhor da sétima arte, com indicações ao Globo de Ouro e até mesmo o Oscar, nas categorias de melhor canção. Quem estrela é nenhum outro senão o tenor Luciano Pavarotti no papel de Giorgio, um famoso cantor de ópera que inesperadamente perde sua voz durante uma turnê nos EUA, precisando recorrer a uma médica especialista (Kathryn Harrold), com quem desenvolve uma história de amor. Uma Voz para Milhões foi indicado aos Framboesas de pior roteiro, e pior ator e revelação para Pavarotti. O filme tem nota 3.8 do público, sendo uma das menores do ano.

03 | O Esquadrão do Terror

Agora chegamos ao pódio, no Top 3 dos piores filmes que completam quarenta anos em 2022, na opinião do grande público. Com medalha de bronze em terceiro lugar temos este misto de ação e ficção científica, que é um verdadeiro “campeão” de indicações no Framboesa de Ouro de seu respectivo ano. Nomeado para pior filme, diretor e ator coadjuvante, o longa tenta ser Mad Max, mas não acerta o alvo – contando sobre um grupo de elite intitulado Megaforce (o título original do filme), que tem o comando de Ace Hunter (Barry Bostwick) e é chamado sempre que a liberdade no futuro é ameaçada por terroristas. Obviamente, Ace Hunter era para ter se tornado um personagem icônico na cultura pop, mas passou bem longe disso. Seria interessante ver algum produtor talentoso retrabalhando o produto da forma certa nos tempos de hoje, quem sabe na forma de uma série de TV do nível Westworld. O Esquadrão do Terror tem nota 3.6 do público.

02 | Movie Madness

A revista National Lampoon era um famoso escracho que fez muito sucesso na década de 1970 e que inspirou concorrentes igualmente célebres como a MAD, por exemplo. Assim, a empresa ainda no fim da década de 70 resolveu dar o passo além e começou a produzir seus próprios filmes. A estreia neste novo ramo foi com o pé direito, com seu primeiro longa, a comédia cult Animal House – Clube dos Cafajestes (1978). Porém, suas próximas duas produções seriam lançadas há quarenta anos, e ambas foram fiascos de crítica e público. Já vimos aqui na lista o filme A Reunião dos Alunos Loucos, paródia slasher com o selo National Lampoon. E agora chega o segundo, este Movie Madness, que satiriza três gêneros em um longa dividido em três histórias: dramas sobre superação, novelas dramalhões e tramas policiais. Ainda bem que a produtora se recuperaria com a franquia Férias Frustradas em 1983. Movies Madness tem nota 3.1 do público, e se encontra como o segundo pior filme daquele ano.

01 | Trapalhões do Futuro

A medalha de ouro ficou mesmo para esta comédia, considerada pelo grande público como o pior filme de quarenta anos atrás no cinema. Para a lista resolvemos incluir somente filmes que tivessem algum prestígio, fosse grandes nomes protagonizando, realizadores de prestígio atrás das câmeras ou um grande estúdio bancando tudo. Afinal, uma produção de fundo de quintal não terá a mesma verba e automaticamente será considerada de baixa qualidade. Assim escolhemos apenas produções de certo prestígio para figurar aqui. E esta em particular é estrelada por ninguém menos do que o gênio da comédia Jerry Lewis. O humorista será para sempre imortalizado por filmes como O Professor Aloprado original, mas aqui resolveu surfar na onda dos filmes paródia e satirizar sucessos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau. Na trama, Lewis e Madeline Kahn vivem um casal rico e elegante, que dão à luz a gêmeos muito estranhos, interpretados pelos mesmos Jerry Lewis e Madeline Kahn. Os pais descobrem que seus filhos na verdade são alienígenas, que quando juntam suas cabeças se tornam as crianças mais inteligentes do mundo. Um grande WTF para o filme – que recebeu nota 2.5 do grande público.

‘E.T. – O Extraterrestre’ Completa 40 Anos – Saiba como Seria a Continuação ASSUSTADORA do Filme

Clássico absoluto dos anos 1980 e um dos maiores sucessos da história da sétima arte, E.T. – O Extraterrestre completa 40 anos de lançamento em 2022. O filme criado e dirigido pelo Midas Steven Spielberg ajudou a criar o cinema entretenimento como o conhecemos hoje: os chamados blockbusters. Antes de E.T. apenas outros quatro filmes haviam entrado para a história como fenômenos culturais: Tubarão (1975), Star Wars (1977), O Império Contra-Ataca (1980) e Indiana Jones (1981) – todos com as mãos de Spielberg, George Lucas ou de ambos. E.T. chegaria para ser o quinto a ingressar nesta seleta lista (de mais de US$200 milhões arrecadados em bilheteria somente nos EUA). Mas não apenas isso, E.T. viria a superar todos eles, e por um período (até 1993, com Jurassic Park – outro filme de Spielberg), onze anos para ser mais exato, seria a maior produção de todos os tempos.

E.T. é indiscutivelmente uma das obras cinematográficas mais queridas da história, que segue extremamente popular até hoje. Recentemente, a TV Globo – em uma proposta muita bem vinda de revitalizar sucessos dos anos 80 e 90 -, o exibiu numa sessão de sábado. Ter um clássico como E.T. apresentado a toda uma nova geração na TV aberta é muito significativo. Assim como um esforço bem nostálgico, apreciado pelos saudosistas que revisitem o longa. A trama simples, mas emotiva e de fácil identificação, fala sobre uma criatura alienígena bondosa esquecida na Terra por seus colegas de outro planeta, criando fortes laços de afeto com uma família, em especial o menino Elliott, cujos pais acabaram de se separar.

Uma das maiores virtudes de E.T. é seu teor afetuoso, recomendado para toda a família – capaz de cativar a imaginação dos mais novos até os mais velhos. Mas você sabia que por um tempo o próprio Spielberg cogitou criar uma sequência para este que é um de seus maiores sucessos? Não apenas isso, mas o diretor chegou a entrar em fase de pré-produção – ou ao menos escrever um esboço de roteiro com a mesma criadora do original (Melissa Mathison) – com o projeto da ideia, até pensar melhor e resolver desistir da continuação.  O mais curioso nisso tudo é que a história de “E.T. 2” seria bem mais sombria e assustadora.

A ideia para E.T. – O Extraterrestre surgiu da mente de Steven Spielberg enquanto o diretor filmava Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), o primeiro filme do cineasta envolvendo a visita de seres de outros planetas na Terra. O tema “estamos sozinhos no universo?”, “existe vida fora da Terra” sempre foi muito intrigante para o sonhador visionário Spielberg. Assim, ele pôde finalmente concretizá-lo com sua segunda grande produção. Contatos Imediatos até apresenta alienígenas bonzinhos, mas tais figuras são reveladas apenas no desfecho do longa, cuja proposta é muito mais de suspense e tensão sobre, primeiro, o que de fato está acontecendo ao redor, e segundo, as reais intenções dos visitantes. O desconhecido é assustador até se revelar mágico e encantador no filme de 1977.

O momento em que os extraterrestres de Contatos Imediatos são revelados no desfecho é que teria inspirado Spielberg para montar seu próximo filme sobre o tema. Segundo o diretor, lhe ocorreu como seria se um daqueles seres visitantes ficasse para trás, deixado na Terra. Proposta esta que o diretor narrava para a roteirista Melissa Mathison – que colocava tudo no papel – nos bastidores de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), filme que o cineasta gravava na época. Outra inspiração para E.T. veio de um roteiro escrito por John Sayles, que trabalhava com Spielberg para uma continuação de Contatos Imediatos – outro projeto que nunca chegou a sair do papel. Nesta espécie de sequência, que teria como título ‘Night Skies’ (ou ‘Céus Noturnos’), uma nova visita alienígena na Terra seria apresentada – desta vez, uma mais intensa e assustadora. Extraterrestres hostis cercariam uma família em sua fazenda, que assustados se defenderiam trancados dentro do local.

Spielberg eventualmente desistiria de Night Skies por achar um projeto muito sombrio e pesado – para sua vibe família da época. Muitos acreditam inclusive que essa ideia se tornou o filme Sinais (2002), de M. Night Shyamalan – produzido pelos usuais colaboradores de Spielberg (Kathleen Kennedy e Frank Marshall – esse segundo, produtor de E.T.). O que interessou Spielberg em Night Skies foi mesmo uma subtrama envolvendo um dos alienígenas (o mais bonzinho deles) e um menino autista – que desenvolvem uma amizade. O cineasta pegaria essa linha narrativa e a desenvolveria para virar E.T. (1982).

Na década de 1980, as continuações estavam a toda e eram a palavra de ordem. Muitos estúdios começavam a estabelecer suas franquias na década – e certas séries cinematográficas geravam um filme por ano – como são os casos com Sexta-Feira 13 e Loucademia de Polícia. O sucesso de E.T. fez despertar em Spielberg o desejo por uma continuação, embora o cineasta nunca tivesse feito uma e fosse então contra a ideia. E.T. foi o primeiro caso de uma obra que faria o diretor cogitar dar continuidade a um de seus filmes. Assim, o roteiro já começava a ser escrito logo após o lançamento de E.T. no cinema, quando este ainda estava no início de sua trajetória nas telonas. Um dos tratamentos do roteiro centrava a trama no planeta do alienígena engraçadinho. Até mesmo imagens ditas serem da pré-produção deste filme eram publicados em tabloides da época.

Um dos tratamentos que foi mais longe, escrito por Spielberg e Melissa Mathison, se chamava Nocturnal Fears (ou ‘Medos Noturnos’) – e daí já podemos sentir o clima planejado. Neste enredo, Elliott e sua turminha acreditam que o E.T. voltou para visitar ao repararem uma nave descendo novamente nos arredores. Os pequenos correm para saudá-lo, somente para descobrir se tratar de uma nova espécie de alienígenas, similar fisicamente em certas partes, porém, donos de olhos vermelhos e dentes afiados. Ao contrário da espécie de E.T., esses seriam hostis. As criaturas chegam à Terra após o sinal enviado por E.T. no primeiro filme – cujo nome seria revelado como Zreck na continuação. Já pensou chamar E.T. de Zreck? Assim, essa espécie malvada de alienígena sequestraria as crianças – que precisariam da ajuda de seu velho amigo para resgatá-las. É dito também que as duas espécies de aliens (os bonzinhos e os malvados) estariam em guerra.

Eventualmente, Spielberg desistiu da continuação por completo. Segundo o próprio: “uma continuação roubaria o original de sua virgindade”. Assim, E.T. – O Extraterrestre, 40 anos após seu lançamento, segue como um dos poucos exemplares de filme blockbuster de sucesso que nunca ganhou uma continuação – unicamente pelo desejo de seu criador de mantê-lo como filme único.

E.T., no entanto, se manteria na cultura popular por todo esse tempo. Em 1999, o colega George Lucas incluiu a espécie do alienígena em Star Wars: A Ameaça Fantasma – com direito a sua própria bancada no senado intergaláctico. Três anos depois, E.T. voltaria aos cinemas numa edição especial planejada por Spielberg, com novos efeitos e algumas modificações (armas substituídas por walkie-talkies). Mas o que pode de fato ser considerado o mais próximo de uma continuação de E.T. é um comercial de TV lançado em 2019, 37 anos após a estreia do filme. Exibido durante feriado de Ação de Graças nos EUA, o comercial da Xfinity – uma provedora de TV a cabo e internet – traz de volta o alienígena baixinho mais querido do cinema para uma nova visita na Terra. Mas não apenas isso, o menino Elliott, agora um adulto ainda nas formas de Henry Thomas, também retorna para o curta de um pouco mais de 4 minutos. No comercial, o E.T. retorna no fim do ano, desta vez, e para um clima mais frio, de neve. Ele reencontra Elliott agora crescido e com sua própria família – esposa e dois filhos pequenos, um menino e uma menina. Muitas das experiências do original são repetidas no comercial, com a grande diferença sendo o avanço da tecnologia e da internet.

Spielberg, obviamente foi consultado para o projeto, que foi dirigido pelo fotógrafo Lance Acord. O cineasta criador do personagem ficou muito feliz e surpreso com o resultado, em como conseguiram capturar de forma certeira o espírito do filme original. A receptividade foi tamanha por parte de Spielberg, que o diretor declarou o comercial como “a continuação oficial do filme”. Outro que foi só elogios para a proposta foi o protagonista Henry Thomas – que afirmou que esta é a maneira ideal de “continuar a história” sem o risco de estraga-la. Para completar a viagem nostálgica só faltaram mesmo as participações de Drew Barrymore, Dee Wallace e do resto do elenco humano. Quem sabe em algum outro comercial em breve.

‘The Thing About Pam’: Minissérie com Renée Zellweger ganha data de estreia no Star+; Confira o trailer legendado!

O Star+ finalmente anunciou quando a minissérie ‘The Thing About Pam‘, estrelada pela vencedora do Oscar Renée Zellweger, será lançada.

A produção irá estrear no serviço de streaming no dia 25 de maio.

Confira o trailer legendado:

Jessika Borsiczky (‘UnREAL’ e ‘House of Lies’) entra como showrunner.

Baseada em uma história real, a trama irá focar no real assassinato de Betsy Faria, pelo qual seu marido, Russ, foi condenado apesar de insistir não ter sido o autor do crime. Posteriormente, a condenação do Russ foi anulada, mas a morte da Betsy começou uma reação em cadeia que acabou expondo um esquema diabólico envolvendo Pam Hupp.

O elenco ainda conta com Josh DuhamelKaty MixonGlenn FleshlerGideon Adlon Judy Greer.

As 10 Mães mais Icônicas das Séries de TV

Tem aquele ditado de que “mãe é uma só”, mas se tem uma coisa que as séries de TV alegremente fazem por nós é mostrar mães de todos os tipos. Amorosas, estressadas, mandonas, belas/recatadas/do lar, enfim, já vimos matriarcas pra tudo que é gosto passando pela TV e nada mais justo que usar o dia das mamys (beijo, mãe) pra lembrar de algumas delas.

10. Ruth Fisher | Six Feet Under

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Sei que muitos não conhecem essa série, então eu acho justo e digno eu já usar a deixa pra recomendar. A mamãe Ruth é inquestionavelmente uma das melhores personagens de séries desse universo e além, uma delicinha de mamãe do tipo que a gente quer comprar uma cópia pra colocar em casa de reserva.

Sempre compreensiva, ela nunca deixa que as atitudes ou as diferenças ou a falta de estrutura da família abalem a estrutura total deles. Tem horas que bate a mãe surtada e, até assim, ela é ótima de acompanhar com aqueles surtos que nos matam de rir.

Uma personagem forte e uma mãe incrível que cria seus filhos após um conturbado acontecimento que quebra as pernas dela lá no começo, a perda do marido. Ela vai criando os três filhos como pode e lamuriando a perda do marido por um tempo, mas logo ela se liberta das amarguras e toca a vida em frente.

 

9. Olivia Dunham | Fringe

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Uma personagem forte, inteligente e independente de uma das melhores séries que pipocaram por aí. Fringe prende e foi um grande golpe para os fãs quando terminou.

Quando a gente começa a ver a série é impossível cogitar a personagem como mãe, mas quando isso acontece nós acabamos vendo todas aquelas qualidades de Olivia se transformando em um escudo e em grande motivação para buscar e resgatar a filha, fazendo absolutamente tudo que for preciso.

Sendo uma boa série de ficção, e mesmo que com um final feliz que era esperado pelos fãs, mesmo que pudesse parecer um grande clichê, Olivia literalmente atravessou os tempos e fez coisas além do imaginável para resgatar a filha e a felicidade dela com Peter, um pai que sofreu muito pela filha, mas não teve – me perdoem os que gostam dele – um terço da garra e atitude de uma mãe tão determinada quanto Olívia se transformou.

 

8. Lorelai Gilmore | Gilmore Girls

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Como passar por uma coluna que fala em mães sem permitir que esse nome venha na cabeça? Muitas séries falam sobre família, mas GG tem um foco todo especial nessa mamãe toda adorável que guia o enredo da coisa toda.

Ela teve a filha ainda quando muito jovem e a criou sozinha, a gente pode até falar da amizade entre mãe e filha, mas é sempre gostoso destacar que toda a criação que ela deu pra filha quando ainda era jovem gerou uma garota adorável.

Por ter sido mãe aos 15, ela vive uma realidade muito próxima da sua filha. Não é uma mãe antiquada, muito pelo contrário, é toda modernizada. Longe daquele padrão de mãe que adora cozinhar para a filha, ela adora filmes, é toda sarcástica e toda modernete, sem contar que é uma super parceira e amigona da filha!

Vale lembrar que esses tempos a Netflix divulgou uma continuação da série, assim como fez com Full House, e já anunciou também que vai disponibilizar as série antiga na plataforma. Novamente, algo pra quem ainda não conhece super ficar de olho.

 

7. Norma Bates | Bates Motel

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Os fãs do filme Psicose nem precisavam esperar a série para saber que Norma não deve ter sido a mãe mais normal do mundo, mas a série nos faz o grandioso favor de explorar isso de modo melhor e, ainda mais, desmitificar que as neuras dela são infundadas, permitindo que ela caísse no clichê da mãe possessiva a troco de nada.

Alguns dizem que ela é um inegável exemplo de uma mãe que faz tudo pelo filho, mas o exagero dela é realmente colocá-lo dentro de uma bolha, privando o filho de uma vida social e encobrindo absolutamente todas as merdas que ele faz para que nenhum respingo das atitudes erradas que ele toma caiam sobre ele.

Mas, como já disse, todo o background histórico criado para ela faz com que a gente não necessariamente entenda ou aceite todas as atitudes que ela toma, mas serve para a gente vê-la por outros olhos e, em alguns momentos, gerar até uma certa empatia com a personagem.

 

6. Victoria Grayson | Revenge

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Como falar em mães que tem um modo todo peculiar de ‘cuidar’ dos seus filhos sem deixar a queen Victoria de lado?

A gente tem que dividir falando sobre a mãe que ela é para cada um dos seus filhos. Sufocante e protetora com Daniel, não dá pra negar que ela também é bastante intuitiva com a chegada de Emily na família, mesmo que seja nítido que, independente de quem fosse, nenhuma mulher seria boa o suficiente para o filho dela.

Quanto à coitada da Charlotte, a gente acompanha com tristeza o modo que ela trata a caçula, que mesmo mimadinha pelo pai nunca está feliz pelo desdém sofrido por parte da mãe. A gente descobre por quais motivos ela trata a filha com diferença, mas tanto faz. É uma altura do campeonato em que Charlotte já está destruída demais pra gente compadecer de algo.

E, por fim, o filho renegado. O abandonado Patrick que volta muito brevemente na série e a gente não tem muita chance de acompanhar, embora a história em si mostre flashbacks de uma vida da nossa queen que a gente nem imaginava.

Assim como Norma Bates, Victoria não é uma mãe exemplar só por fazer demais pelos filhos, afinal os métodos dela não são os melhores e muitas vezes ela tem que defendê-los de cagadas que ela mesma fez. Mas ela é a rainha soberana e ladradora de Revenge e uma personagem que não pode ser ignorada.

 

5. Gloria Delgado | Modern Family

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De vez em quando a gente recebe um presente em forma de personagem, em Modern Family o nosso pacotão é a Gloria.

Mãe solteira por algum tempo, mesmo depois da união com Jay ela ainda gosta de ter as rédeas da educação do filho, ainda mais para ter a certeza de que a cultura Americana não vai engolir as raízes do filho.

Toda orgulhosa da amizade e da união com o filho, de quem é profundamente próxima, ainda assim às vezes ela desabafa sobre o quanto a proximidade dos dois a sufoca em alguns momentos pelo exagero sentimental de Manny, mas ainda assim ela sempre se rende e ama o fato de ser tão amiga e estar sempre tão perto do filho.

Extremamente espalhafatosa e chamativa, ela acaba sendo motivo de umas vergonhas alheias até em momentos que não quer. Mas o mais legal da relação mãe e filho ali é a maturidade do Manny, que acaba sendo todo responsável e cuida tanto da mãe quanto ela cuida dele, o que faz com que algumas vezes seja ela quem tome o puxão de orelha vindo do filho.

Dedicada, carinhosa e super preocupada com o filho em todas as ocasiões, Gloria é uma mãe exemplar, ainda mais observando toda a sua trajetória antes do Jay e todo o modo que ela cria o filho para que ele todo certinho – embora às vezes ela o queira menos certo do que ele é. Criar sozinha um filho com a maturidade e a personalidade do Manny é a prova de uma maternidade bem-sucedida, que passa pelas suas broncas e desentendimentos e termina sempre selada pela amizade e cumplicidade entre ambos.

 

4. Skyler White | Breaking Bad

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É engraçado pensar que para algumas pessoas ela pode e deve ser considerada como a mais odiada personagem da série. Eu fico feliz quando identifico pessoas que, assim como eu, enxergam algum ou muito valor em Skyler.

Casada com um cara que era correto e desandou, mas ainda assim é o cara mais adorado da série, coube a ela segurar tantas barras seguindo correta enquanto o marido vai para outros caminhos. Foi ela quem sempre arcou com as responsabilidades do filho, que sempre dependeu dela e ainda aguentou a barra da doença do marido.

O filho cresce totalmente independente das suas relações ou da ajuda com o pai, e isso se dá pela relação com a mãe, que é quem aguenta as dificuldades e o ajuda incondicionalmente. Mesmo com o desprendimento do pai, também fica notável que muitos dos esforços que ela faz para manter um casamento que já ia descendo pela ladeira são dados por uma forma de segurar a base da família, mesmo que ela siga disfuncional.

Uma personagem doada pela família, com os seus defeitos, claro. Mas, acima de tudo, uma mãe totalmente dedicada que tem que tentar passar com alguma sanidade pelas doenças do filho e do marido.

 

3. Alicia Florrick | The Good Wife

Toda bela, recatada e do lar, Alicia era uma dona de casa que cuidava de seus dois filhos, a quem deu uma educação exemplar. Depois de anos como dona de casa, coube a ela colocar-se novamente em seus pés para tentar manter a base da família diante dos escândalos envolvendo seu marido.

Competente no seu trabalho o mesmo tanto que é dentro de casa, ela é uma advogada disputadíssima e, ainda de quebra, é esposa de um futuro governador. Poderia um ser humano ter mais visibilidade que isso?

Sempre em evidência nas cortes e crescendo na profissão o tempo todo, Alicia ainda tem que arrumar tempo para não ser apenas a mãe que protege seus filhos do caos familiar, mas também alguém que está lá para eles. E não dá pra gente esquecer as constantes intromissões a presença sempre ‘deliciosa’ da sogra, que tenta dar seus pitacos na educação dos netos.

Em um universo pessoal sempre todo conturbado, ela ainda tem todas as forças do universo para deixar seus filhos blindados da vida pública e dos escândalos envolvendo o pai deles e poupando-os dos problemas e das questões judiciárias que ela sempre vive.

Dona de uma força surreal, a definição de mãe coruja não é nada diante de algum momento em que algo ameaça algum de seus filhos. Ela tem que segurar todos os problemas no trabalho, administrar as questões conturbadas do seu casamento e ainda manter-se próxima dos filhos para saber de tudo que está acontecendo no mundo deles.
Eles passam por muitas coisas, muitas coisas mesmo, sempre unidos e com os filhos lindamente sempre aliados à mãe.

 

2. Monica Geller | Friends

"COUGAR TOWN" "Like a Diamond" / Ep 511 TBS Ph: Doug Hyun

Mesmo sendo uma série com base na amizade, as maternidades de Friends deixaram algumas marcas interessantes.

Foi lindo ver a Phoebe superando qualquer problema que ela pudesse ter com abandonos no passado e sendo capaz de servir de barriga de aluguel para o meio-irmão sabendo desde o começo que teria que, de algum modo, abandonar as crianças que ela carregou na barriga… Mas a maternidade mais marcante da série foi a de Monica.

Antes de falarmos de todo o desejo de ser mãe é importante a gente lembrar que Monica sempre foi, de algum jeito, a mãezona da turma. Ela dividia apartamento com Phoebe e já parecia aquela mãe reguladora de quem o filho tenta fugir. Também foi ela quem acolheu Rachel de braços abertos, mesmo não tendo sida convidada para o casamento do qual Rach havia fugido. Sempre parceira do irmão e preocupada com a turma toda, o instinto materno de Monica falou alto quando ela abriu mão do seu amor por Richard pelo fato de ele não querer ter filhos com ela, pois já tinha pimpolhos de outro casamento.

Ela já tinha chegado a cogitar a ideia de inseminação, mas isso sem sequer ser casada ainda, porém desistiu. Era nítido o sonho de ser mãe original, carregar o filho na barriga e todas aquelas coisas, mas o destino deu com os dois pés no peito de Monica quando ela enfim casou-se, mas descobriu que tanto ela quanto Chandler tinham problemas para ter filhos.

A gente sofre, mas vê Monica sempre madura e mãezona abrindo mãe até do nome que tinha sonhado para sua filha pra que Rachel o usasse. Mas a tacada de mestre dos roteiristas veio certeira quando, entre todas as opções do mundo, eles optaram pela barriga de aluguel e permitiram que Monica não necessariamente carregasse, mas participasse de tudo e visse o bebê nascer.

Tacada de mestre 2: a mãe biológica das crianças disse que estava esperando um bebê só, mas na hora do parto, literalmente, eles souberam que eram gêmeos. A chegada de dois bebês elimina a angústia que já ficamos com o fim da série ao pensar no que poderia acontecer com os personagens no futuro. Imaginem pensar que, de repente, Monica teria que passar por toda uma situação novamente para ter uma nova criança.

A aceitação dela por esse tipo de opção, assim como seria caso ela tivesse adotado, mostra a beleza do amor incondicional de mãe, que é aquele clichê, mas é aquela que cuida mesmo. Embora a gente não tenha acompanhado o que veio depois, é óbvio que ela foi uma mãezona para os gêmeos que ela tanto esperou.

 

1. Rochelle | Todo Mundo Odeia o Chris

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A série ficou super popularizada no Brasil por passar em canal de TV aberta e virar um Chaves da Record. Muito embora a Dona Florinda seja uma mãe a se lembrar, Rochelle virou a rainha dos bordões e, de quebra, era também uma ótima mãe, mesmo do jeito todo surtadinho dela.

Ela cuidava da casa e ainda arrumava um tempo para trabalhar, mesmo que não precisasse ficar parada em algum emprego que não quisesse, afinal quem precisa ficar se sugerindo às coisas quando o marido tem dois empregos?

Uma grande verdade é que ficamos tão inertes nos estereótipos, bordões e exageros da Rochelle que acabamos passando desatentos pelo cuidado que ela tem em guiar a família. Mesmo nos seus surtos e no seu modo todo exacerbado, o foco dela é o cuidado com a casa e a vida guiada pelo amor que ela sente pelo marido e pelos filhos.

Mas é claro que toda a graça da Rochelle como mãe, esposa e tudo mais está justamente no jeitão explosivo e pouco convencional de lidar com as coisas… Está em achar que o xarope resolve qualquer problema, que tudo é culpa do Chris, no seu método de mostrar pro marido que achou um sutiã na gaveta dele ou que viu a fatura do cartão de crédito.

São as explosões tchacabum e os exageros que fazem dela uma das personagens de séries mais inesquecíveis e a gente definitivamente não precisa nem explicar muito do que trás a Rochelle para o topo honroso dessa lista.
Entre tantas as séries incríveis que temos por aí e as tantas mamães marcantes, quais são as que você lembram mais?

‘Paper Girls’: Adaptação do Prime Video ganha primeiro teaser INCRÍVEL; Confira!

Prime Video divulgou recentemente o primeiro teaser oficial de Paper Girls, adaptação dos quadrinhos homônimos criados por Brian K. VaughanCliff Chiang.

Apesar de não ter data de estreia confirmada, acredita-se que a produção chegue à plataforma de streaming ainda em 2022.

Confira:

O elenco conta com Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Fina Strazza (‘A Christmas Melody’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’)

Para quem não conhece, a história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.

Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.

Além disso, a história explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.

Em entrevista ao portal, o trio disse:

“Como grandes fãs do trabalho de Brian e Cliff, não poderíamos estar mais animados com a oportunidade de dar vida a essa incrível aventura. Esta é uma história com tantas emoções e dimensões únicas… Nossa sincera esperança não é apenas fazer justiça ao material original, mas fazer com que as ‘Paper Girls‘ sejam diferentes de qualquer outra coisa feita na TV.”

Vaughan e Chiang também serão produtores executivos.

10 Mãezonas Inspiradoras para Refletir no Dia das Mães

O Dia das Mães é celebrado nesse domingo, 8 de maio, mas a verdade é que devemos celebrar as mães todos os dias do ano. Comumente deixamos de pensar em nossas mães como mulheres guerreiras que também lutam, trabalham e são muito, muito inspiradoras! Eis aqui uma listinha de 10 mãezonas da ficção que não abaixam a cabeça e que podem inspirar muita gente:

10 – Ângela, ‘Fala Sério, Mãe!’ – Telecine

Ângela ama muito sua filha, Malu. Tanto, que quer fazer parte de todos os momentos da vida da menina, ainda que por vezes isso cause algum constrangimento. Ao longo do filme, vemos quão importante é ter uma relação próxima aos filhos, e como a inserção de uma carreira gera autoestima na vida dessa mãe.

9 – Celeste, Madeline, Jane e Boonie, ‘Big Little Lies’ – HBO

Essas quatro mães são o centro da série ‘Big Little Lies’. Cada uma, à sua maneira, corre atrás de seus objetivos pessoais ao mesmo tempo em que protegem seus filhos da terrível sociedade californiana que impõe regras estéticas e de conduta. Ao longo dos episódios, um segredo irá criar um forte laço de amizade entre elas.

8 – Dra. Jean Milburn, ‘Sex Education’ – Netflix 

As duas temporadas de ‘Sex Education’ só existem porque uma personagem existe: a Dra. Jean Milburn. Ela é psicóloga com especialização em sexualidade e sexo. É mãe de Otis e atende os clientes em casa, o que torna seu lar um local cheio de objetos e leituras sobre o tema. Quando os amigos de Otis descobrem isso, todos na escola começam a falar mais abertamente sobre educação sexual.

7 – Dona Hermínia, ‘Minha Mãe é uma Peça’ – Telecine  

Dona Hermínia é uma mãezona com um coração maior que o mundo. Separada, cria os dois filhos com muito amor e pouca paciência, afinal, cuidar de adolescentes é um desafio enorme. De maneira intrometida e sem papas na língua, Dona Hermínia representa um retrato da mãe brasileira batalhadora e protetora.

6 – Celia e Sofia, ‘Vovó Saiu do Armário’ – Netflix

Esse filme nem é muito bom não, mas tem uma pauta importante: a liberdade sexual das mulheres mais velhas. Celia e Sofia são mães, são avós, são melhores amigas e estão apaixonadas. Juntas, as duas enfrentam os narizes torcidos da família inteira em nome do amor e da felicidade para poderem se casar.

5 – Ana e Mariana, ‘Mãe Só Tem Duas’ – Netflix

Mãe Só Tem Duas’ é uma série sobre maternidade, em que Ana e Mariana, ao darem à luz, têm seus bebês trocados. A partir da descoberta do erro, as duas passam a aprender que o amor é o que é mais importante, pois mãe é quem cria, educa e dá amor, não apenas quem dá à luz. As duas também vão lutar pelo direito à maternidade, cada uma em seu contexto social.

4 – CJ Walker, ‘A Vida e a História de Madam CJ Walker’ – Netflix

A minissérie sobre a primeira mulher preta que se tornou milionária através do empreendimento nos EUA joga luz sobre a vida de Madame CJ Walker, que, através de muito, muito esforço e inteligência, construiu um império a partir de produtos de beleza e de cuidados com o cabelo da mulher preta. Fez tudo isso sempre tendo em mente o empoderamento através do cabelo e deixou o legado inspirador para a filha, A’Lelia Walker.

3 – Haia, ‘Desalma’ – Globoplay

Haia perdeu a filha antes da história de ‘Desalma’ começar, mas todas as suas ações são pensadas nesta filha – antes, para o bem estar dela, e após a morte da filha, quando Haia passa a fazer de tudo para trazer a filha de volta, através da magia, mas também para trazer justiça sobre os verdadeiros assassinos de sua filha. De maneira alegórica, representa a mulher, a mãe, que busca incansavelmente a justiça à memória da filha.

2 – Georgia, ‘Ginny e Georgia’ – Netflix

Georgia não é exatamente um bom exemplo, mas ninguém sabe disso. Desde que ficou grávida, aos 15 anos, Georgia tem feito das tripas coração para prover tudo que há de melhor para Ginny e Austin, e isso inclui mentir, roubar, enganar, esconder a verdade, seduzir, enfim, todo tipo de tramoia. Mas Georgia também é uma mãezona maneiríssima, dessas que fazem sucesso entre os amigos dos filhos e rapidamente conquista seu lugar onde quer que vá. De uma maneira meio torta, é uma personagem carismática e inspiradora.

1 – Wanda, ‘WandaVision’ – Disney+

Com toda a roupagem de Marvel e dos Vingadores, a gente esquece que Wanda também é mãe. Na série de sucesso ‘WandaVision’ fica bem evidente o quanto ela muda – e protege e luta seus filhos – a partir do nascimento deles. Para criar um mundo feliz para sua família, Wanda faz de tudo – de tudo mesmo. Esse é o tamanho do amor dela.

‘Eu Nunca…’: 3ª temporada ganha data de estreia e imagens oficiais; Confira!

A Netflix anunciou hoje (08) que a terceira temporada da comédia ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) ganhou data de estreia em seu catálogo.

Os novos episódios estreiam no dia 12 de agosto.

Confira as imagens promocionais:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

‘O Homem do Norte’ ultrapassa US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais

Além de ser aclamado pelos críticos (com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes), o ambicioso épico ‘O Homem do Norte‘, novo filme do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’), conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 28 milhões. No mercado internacional, foram US$ 23.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 51.5 milhões mundialmente.

Apesar do orçamento de US$ 70 milhões, a produção tem chamado a atenção dos espectadores e surpreendido em sua passagem nas telonas, considerando o seu caráter não comercial em comparação aos filmes que estão dominando as bilheterias atualmente.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de maio.

A produção vem sendo ovacionada pela crítica internacional. No Rotten Tomatoes, o título abriu com 88% de aprovação. No Metacritic, outro agregador de críticas, a produção conquistou uma pontuação de 83/100, indicando “aclamação universal”.

Segundo o consenso geral, o filme é “uma obra-prima visual de tirar o fôlego e um épico de vingança sangrento”, que permite que Eggers expanda “seu escopo cinematográfico sem sacrificar seu conhecido estilo”.

Confira algumas das reações abaixo:

“Sou uma grande fã de Robert Eggers há anos, mas ‘O Homem do Norte’ é a sua verdadeira obra-prima. Brutal, destemido e audacioso, parece o tipo de épico cinematográfico que não vemos mais ultimamente.”

O Homem do Norte é o melhor filme do Robert Eggers até o momento. A cinematografia impressionante prepara o cenário para a fusão perfeita da mitologia nórdica com a realidade brutal da história viking.”

“É um filme assustadoramente visceral e tenso. Você não conseguirá desviar os olhos desse conto de vingança sangrento. Alexander Skarsgård está uma fera. Nicole Kidman tem algumas cenas que me surpreenderam. É um filme ousado e diabólico.”

O Homem do Norte é cruel e imperdoavelmente bom. É uma conquista impressionante. Alexander Skarsgård traz uma performance insana. O homem se transforma em animal. Robert Eggers entrega um filme violento, tenso e imersivo. É muito bem feito.”

O Homem do Norte é brutal. É muito primitivo, selvagem e visceral, com uma cinematografia impressionante e uma trilha sonora que parece um grito de guerra. Robert Eggers continua a surpreender.”

“Uau. O Homem do Norte é incrível. Robert Eggers em seu melhor trabalho. Os rumores sobre interferências do estúdio foram altamente exagerados; este é puramente um filme de Eggers. É realmente um milagre que este filme exista.”

A trama segue um príncipe viking que não vai parar por nada para vingar seu pai assassinado.

O elenco também conta com Anya Taylor-Joy, Ethan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

‘Sonic 2’ já arrecadou quase US$ 350 milhões mundialmente

Sucesso! Em apenas um mês, a sequência ‘Sonic 2 – O Filme‘ já arrecadou quase US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 169.9 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 179.5 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 349.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, ao arrecadar US$ 72.1 milhões durante o primeiro final de semana nos EUA, a sequência também se tornou a maior estreia doméstica da carreira do Jim Carrey, ultrapassando ‘Todo Poderoso‘ (US$68M), que foi lançado em 2003.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ ultrapassa US$ 350 milhões mundialmente

A sequência ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais – com mais de 75% da arrecadação sendo faturada internacionalmente.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 86 milhões. No mercado internacional, foram US$ 277.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 363.7 milhões mundialmente.

Apesar dos números, o longa está longe de poder ser considerado um sucesso. Por causa do orçamento gigantesco de US$ 200 milhões (sem considerar os custos com marketing) e o fraco retorno doméstico da produção, o futuro da franquia permanece incerto.

Vale lembrar que ‘Os Segredos de Dumbledore‘ registrou a PIOR estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas: apenas US$ 43 milhões em seu primeiro final de semana – o que representa quase US$ 20 milhões a menos que a estreia do criticado ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ (US$62.1M) no país.

O longa está programado para chegar ao catálogo da HBO Max no dia 30 de maio.

Confira nossa crítica:

David Yates (‘A Lenda de Tarzan’) dirige.

Muitos anos depois dos trágicos eventos de ‘Os Crimes de Grindelwald‘, Newt Scamander se envolve numa nova trama que o levará para o Rio de Janeiro e Berlim, além do envolvimento do mundo bruxo com a Segunda Guerra Mundial.

O elenco conta com Eddie Redmayne, Jude Law, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner, Jessica Williams, Victoria Yeates, Poppy Corby-Tuech, Fiona Glascott, Katherine Waterston, Maria Fernanda Cândido, Richard Coyle e Oliver Masucci.

E em uma entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, Mikkelsen falou sobre essa mudança e como todo processo aconteceu: “Foi bastante caótico tudo isso”. Segundo ele, os produtores deram um prazo de apenas dois dias para o ator decidir se aceitaria ou não interpretar o vilão.

“Você não vai querer copiar nada que Depp estava fazendo – isso seria suicídio criativo. Mesmo que o papel tenha sido feito com perfeição, você quer torná-lo seu. Mas ainda tem que construir algum tipo de elo entre o que veio antes”, comentou Mikkelsen.

Lembrando que Johnny Depp já foi uma escolha polêmica desde que foi escalado para viver Grindelwald, substituído por controvérsias relacionadas a seu conturbado divórcio e acusações sérias contra ele por parte da ex-mulher do ator, a também atriz Amber Heard.

Entre muitas denúncias, Heard relata que as primeiras cenas de violência ocorreram em 2015, na Austrália, durante as gravações do quinto filme ‘Piratas do Caribe’. A defesa enfatiza que Johnny Depp se tornava um monstro quando usava medicamentos misturados com coquetéis de álcool, cocaína, ecstasy e cogumelos alucinógenos – onde a atriz divulgou um vídeo desse momento.

Na época, Amber alegou que Johnny a “atacou violentamente” e jogou um telefone em seu rosto com “força extrema”. O ator negou os abusos.

Dias antes do julgamento, o ex-casal divulgou uma nota declarando que haviam resolvido a questão. “Nosso relacionamento foi intensamente passional e, às vezes, volátil, mas sempre baseado no amor. Nenhuma das partes fez acusações falsas por ganhos financeiros. Nunca houve intenção de dano físico ou emocional”, disseram.

Mads Mikkelsen possui uma carreira com diversos papéis de destaque, como é o caso de ‘007: Cassino Royale‘, ‘A Caça‘ e a série ‘Hannibal‘.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ mostra as aventuras de Newt Scamander (Eddie Redmayne), que junto com seus aliados é instruído por Dumbledore (Jude Law) a investigar o crescente exército do bruxo das trevas Grindelwald.

‘Cidade Perdida’ ultrapassa US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais

A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘, estrelada por Sandra Bullock e Channing Tatum, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 160 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 94.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 68.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 162.7 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

O grandioso elenco também conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’), Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’).Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) e Brad Pitt, que fará uma participação especial.

A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

10 filmes que nos fazem refletir sobre EDUCAÇÃO

A educação é (ou deveria ser, em alguns casos) um dos grandes pilares de uma sociedade desenvolvida, uma prática social importante no desenvolvimento humano. O assunto é muito amplo. Podemos enxergar a educação de diversas formas além de ter inúmeros caminhos para se chegar as reflexões sobre ela, entre outros pontos, no amplo aprendizado de como tudo ao nosso redor acaba influenciando nosso caráter e nossas escolhas. Seja em família, no colégio, no refletir sobre a sociedade ao seu redor, aprendemos um pouco sempre. Para tentar ampliar esse debate, separamos, para você leitor que se interessa pelo tema, 10 filmes que nos fazem refletir sobre educação:

 

Cabeça de Nêgo

As realidades de um Brasil. No final do ano passado, depois de uma carreira em festivais de cinema no Brasil e em outros países, chegou ao circuito exibidor um dos filmes mais impactantes do cinema brasileiro dos últimos anos, Cabeça de Nêgo. Discutindo e fazendo refletindo sobre o preconceito, o racismo e muito sobre o precário sistema de educação pública do nosso país, o longa-metragem dirigido por Déo Cardoso é um soco no estômago que escancara a realidade vivida por muitos em um país sem oportunidades e preso a interesses. Disponível no catálogo da Globoplay.

 

Pais

Disponível no catálogo da Apple Tv +, o documentário Pais é uma jornada curta mas bastante objetiva ao redor de alguns dos principais momentos na vida de um pai em diversos lugares do mundo. Desde a aceitação até o dolorosos momentos, somos jogados ao universos de alguns pais e entendendo um pouco do cotidiano e suas dinâmicas em busca de uma boa educação e formação de seus filhos. No filme vemos depoimentos de pessoas não conhecida e algumas bem famosas, como Will Smith, Judd Apatow e Jimmy Fallon. O projeto é dirigido pela atriz e diretora Bryce Dallas Howard que inclusive conta com o depoimento de seu pai, o cineasta Ron Howard.

 

O Melhor Professor da Minha Vida

A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Esse ótimo drama francês O Melhor Professor da Minha Vida fortifica as inúmeras discussões sobre a educação e a relação entre mestres e alunos. Protagonizado pelo sempre competente ator francês Denis Podalydès, esse projeto traz um olhar interessante também sobre as pessoas que encontramos em nosso caminho e que podem mudar para sempre nossa trajetória de vida.

 

Dentro de Casa

Baseado na obra de Juan Mayorga, Dentro de Casa, é uma fita inteligente com uma visão privilegiado sobre a vida alheia. Com uma introdução pedagógica, o espectador é levado a uma história muito próxima, como se olhasse pelo buraco da fechadura, que vai de críticas sociais até reflexões de grandes autores como Tchekhov, Dickens e Flaubert. O grande achado do roteiro é elevar a qualidade da discussão em busca de um conflito para alimentar sua história, partindo do princípio que uma vida sem história na vale de nada.

 

Capitão Fantástico

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt Ross, Capitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Exibido no Festival do Rio anos atrás e com uma atuação brilhante do grande ator nova iorquino Viggo Mortensen, o longa-metragem de objetivos 118 minutos é, sem dúvidas, é um baita filme!

 

Viver é Fácil Com os Olhos Fechados

Dirigido pelo espanhol David Trueba e passado na década de 60, Viver é Fácil Com os Olhos Fechados conta a história de um inspirador professor, que usa as músicas dos Beatles para ensinar inglês em um colégio religioso espanhol, que parte em uma viagem inusitada com o objetivo de conhecer seu grande ídolo John Lennon que está filmando em uma região isolada na Espanha. No meio dessa jornada, acaba encontrando pelo caminho uma jovem grávida e um jovem que fugiu de casa por conta de seus diversos problemas com o pai. Assim, os três embarcam estrada à dentro em uma jornada que vai mudar a vida de todos eles.

 

O que traz Boas Novas

Ganhador de mais de 26 prêmios internacionais, chegou ao brasil anos atrás o elogiado trabalho do cineasta Philippe Falardeau, O Que Traz Boas Novas. Qual o papel do professor? Educar ou ensinar? O longa levanta essa questão básica da educação centralizado nos interessantes diálogos entre pais, educadores e alunos.  Além disso, o filme é delicado, transborda ao mesmo tempo pureza e maturidade.

 

Sociedade dos Poetas Mortos

Dirigido pelo cineasta australiano Peter Weir e com roteiro assinado por Tom Schulman, Sociedade dos Poetas Mortos possui cenas inesquecíveis. O longa-metragem, lançado no primeiro semestre do ano de 1990 aqui no Brasil, conta a história de um criativo e inspirador professor, interpretado por Robin Williams, que é contratado para dar aulas em uma escola cheia de regras e tradições no final da década de 50. Aos poucos, com seus métodos diferente do que todos encontravam na escola, consegue inspirar seus alunos a combaterem suas ansiedades e os conflitos provocados por uma sociedade conservadora.

 

Quase 18

Na adolescência tudo parece o fim do mundo, mais é apenas o começo. Escrito e dirigido pela estreante em direção de longas metragens Kelly Fremon Craig, Quase 18 é uma grande aventura na estrada sempre complicada da adolescência. Diferente de outros longas com o tema que não conseguem reunir um grupo de situações/argumentos interessantes, Quase 18 navega com muita sabedoria e honestidade nessas águas conturbadas dessa fase da vida. O elenco é de primeira, encabeçado pela jovem veterana Hailee Steinfeld e com coadjuvantes de peso como os ótimos Woody Harrelson e Kyra Sedgwick.

 

Uma Lição de Vida

A educação é uma baita escolha no caminho para você ser feliz. Com um hiato de 3 anos, chegou ao circuito de cinema no Brasil anos atrás o maravilhoso filme Uma Lição de Vida. Contando a saga de um homem em busca do simples objetivo em aprender a ler e escrever – isso aos 84 anos – o diretor britânico Justin Chadwick conseguiu reunir todos os elementos para transformar esse trabalho em algo que emociona até os corações mais duros que possam existir. A atuação de Oliver Litondo, que interpreta o protagonista Maruge, é uma das coisas mais lindas desse belo trabalho.

 

 

 

 

 

10 filmes que mostram as reflexões nos relacionamentos entre pacientes e médicos

Quem nunca parou para refletir sobre filmes que mostram médicos (de qualquer especialidade) e suas relações com seus pacientes? Conflituosas em muitos sentidos, sempre conseguimos entender um grande contexto envolvido nos milhares modos de pensar essa relação. Para você que se interessa pelo assunto, separamos abaixo uma lista com filmes bem diferentes um do outro, que nos mostram algumas reflexões nos relacionamentos entre pacientes e médicos:

 

O Charlatão

A pior punição é ter uma escolha. Representante da República Tcheca ao Oscar em 2020, O Charlatão, trabalho da veterana cineasta polonesa Agnieszka Holland conta partes de uma história real de um homem, sua intuição, sua fé, seu amor proibido e sua ciência que atravessou passagens da antiga Tchecoslováquia nos períodos antes da Grande Guerra, durante a ocupação nazista e a administração comunista. Atendendo centenas de pacientes por dia e taxado de Charlatão pela Imprensa e grande parte dos que desconfiavam de sua ciência, o protagonista, introspectivo, parece perdido dentro de seu egocentrismo e isso é notório nos flashbacks que chegam como preenchimentos de lacunas deixadas pelos arcos iniciais. Tem na Prime Video.

 

Sibyl

As portas que se abrem na luta constante pelo equilíbrio. Sibyl, exibido no Festival de Cannes em 2019, possui um engenhoso roteiro, onde disseca a personalidade de uma protagonista complexa que de maneira egoísta e inconsequente caminha por realidades longe da sua. Provocativo, reflexivo o projeto consegue em suas entrelinhas criar inteligentes paralelos sobre a rejeição em várias óticas que navegam pelas vidas dos personagens. Escrito e dirigido pela cineasta Justine Triet, também abre espaço para reflexões sobre conflitos éticos bem pra lá da linha tênue imposta na não explícita relação entre paciente e profissional de terapia. Conforme vamos acompanhando a obsessão da terapeuta pela história de sua paciente, a primeira vai abrindo portas bem fechadas de suas memórias que de alguma forma possuem paralelos com o que vemos no presente da segunda. Tem no Telecine.

 

Um Divã na Tunísia

As quebras de paradigma e as aberturas para reflexões através de conversas. Dirigido pela cineasta francesa Manele Labidi, em seu primeiro longa-metragem, Um Divã na Tunísia nos mostra a saga de uma mulher forte, destemida, corajosa e deveras solitária. O roteiro mantém-se em tom reflexivo, o riso chega mais para os que alcançam as entrelinhas dentro de um contexto sobre problemas, feridas emocionais e razões/emoções sobre a indefinição do destino. A trilha sonora assinada pelo dinamarquês Flemming Nordkrog dita o ritmo desse recorte cultural com tons em vertente da psicologia. Tem no Telecine.

 

4 Reis

Quase sempre precisamos chorar para entender melhor a vida. Em seu primeiro longa-metragem, lançado no ano de 2015, a cineasta alemã Theresa von Eltz mostra uma parte da trajetória de quatro jovens com problemas em seu presente buscando respostas e ajuda para enfrentarem as dificuldades em uma clínica intensiva. Há vários contrapontos interessantes, como ignorar o assunto ou assumir a responsabilidade, o que acaba sendo um embate diário para alguns deles. Tentativa de suicídio, ataque de pânico, bullying, vemos de tudo um pouco através da ótica dos próprios jovens e de um psiquiatra próximos dos pacientes, com vontade de ajudar. É um projeto profundo, com intensas atuações.

 

Insubstituível

O melhor médico é aquele que mais esperança infunde. Chegou aos cinemas anos atrás o drama com pitadas cômicas, Insubstituível. Escrito e dirigido pelo cineasta francês Thomas Lilti (do interessante Hipócrates), o longa-metragem de 102 minutos é filme maduro sobre a última idade e o profissionalismo em uma carreira onde o carinho precisa ser um dos complementos diferenciais. No papel principal, o astro francês François Cluzet, em ótima atuação.

 

Patch Adams

Baseado no livro A Terapia do Amor, assinado por Patch Adams e Maureen Mylander, esse longa-metragem é emocionante do seu início ao fim. Contando a saga de um homem que após traumas vai para a faculdade de medicina e se forma, redescobrindo a alegria de viver ajudando os pacientes de maneira pouco convencional. Indicado a uma categoria do Oscar no ano de 1999, na categoria de Melhor Trilha Sonora. Robin Williams emociona em muitas cenas mostrando toda sua versatilidade como ator. Tem na Star +.

 

O Canto do Cisne

Os confrontos com o eu, o seu, o meu. Disponível no catálogo da Apple Tv +, O Canto do Cisne possui um roteiro engenhoso onde é preciso muita paciência para um entendimento completo do que acontece. Falando sobre família, escolhas, dores e amores, o projeto escrito e dirigido pelo cineasta irlandês Benjamin Cleary nos leva a uma jornada existencial em um futuro não longe daqui. No papel principal um dos mais competentes atores do momento Mahershala Ali que mais uma vez emociona do início ao fim na imersão profunda de um personagem extremamente complicado.

 

Tickle Head, O Melhor Lugar Da Terra

E vem diretamente do Canadá um dos filmes desconhecidos mais divertidos dos últimos anos. The Grand Seduction, no original, trabalho do diretor Don McKellar, é uma aula de cinema em muitos aspectos. Primeiro, conseguiu reunir um elenco maravilhoso (de conhecidos e desconhecidos artistas), segundo porque possui um roteiro brilhante que transforma o filme em diversão para todas as idades e terceiro porque no final da história você quer conhecer pessoalmente aquela comunidade que tanto emociona nossos corações.

 

Um Golpe do Destino

Em 1991 chegou aos cinemas de vários lugares do mundo o longa-metragem Um Golpe do Destino. Dirigido pela cineasta Randa Haines e protagonizado pelo incrível ator William Hurt (que recentemente nos deixou) o filme nos mostra a história de um renomado médico, completamente egocêntrico, que começa a ter mais empatia por seus pacientes quando é diagnosticado com uma horrível doença.

 

Tempo de Despertar

Dirigido pela atriz e cineasta Penny Marshall, Tempo de Despertar nos leva até os anos 60 onde um médico neurologista entra em uma verdadeira batalha para impor o melhor tipo de tratamento para seus pacientes em um hospital psiquiátrico. Um dos filmes mais profundos da carreira de Robin Williams.

 

 

‘Avatar: O Caminho da Água’ ganha nova sinopse; Confira as imagens do trailer!

Avatar: O Caminho da Água‘ finalmente será lançado em 16 de dezembro, e teve uma nova sinopse revelada pela Disney.

Confira:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam. 

O teaser, que foi exibido em 3D pela primeira vez e atraiu respostas incrivelmente entusiasmadas do público da CinemaCon, estreou exclusivamente nos cinemas com Doutor Estranho no Multiverso da Loucura da Marvel Studios.

Porém, as primeiras imagens do trailer já foram divulgadas na rede social Reddit e podem ser conferidas abaixo, junto com a descrição do vídeo:

O trailer abre com os Na’vi correndo pelos galhos de árvores em Pandora. Mais Na’vi aparecem montados em criaturas aladas nos céus das águas azuis de Pandora. No oceano em questão, um Na’vi nada com um animal marinho gigantesco. Em solo, os Avatares caminham com humanos em um canteiro de obras.

Nas selvas de Pandora, os Na’vi usam metralhadoras e parecem ser mercenários. “Aonde quer que vamos, essa família… é nossa fortaleza”, diz Jake Sully, interpretado novamente por Sam Worthington. E então entra o título oficial: ‘AVATARO CAMINHO DA ÁGUA‘.

Lembrando que o trailer da continuação também comandada por James Cameron não será lançado na internet, já que a Disney/Fox quer que o público sinta a experiência em 3D da nova aventura em Pandora.

Avatar‘ será relançado nos cinemas nacionais antes da estreia da sequência.

O primeiro filme será relançado em 3D nos cinemas do Brasil no dia 22 de Setembro.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Veja o que achamos do trailer também em vídeo:

James Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

Avatar: O Caminho da Água‘ está agendado para estrear no dia 16 de dezembro de 2022 nos cinemas, com ‘Avatar 3‘ programado para estrear dois anos depois, em 20 de dezembro de 2024. Nos resta então apenas aguardar!

‘A Freira 2’ terá diretor de ‘A Maldição da Chorona’ e ‘Invocação do Mal 3’; Confira a sinopse!

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, foi confirmado como o diretor de ‘A Freira 2‘.

Além disso, o filme teve sua sinopse revelada.

Confira:

“1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.”

Vale lembrar que o primeiro filme foi ambientado na România, em 1952, então a sequência se passará quatro anos após os eventos do longa original. Além disso, a Irmã Irene foi interpretada pela Taissa Farmiga no filme de 2018, o que indica o seu possível retorno na sequência (apesar de ainda não ter sido confirmado).

Bonnie Aarons vai reprisar seu papel como a criatura demoníaca.

A produção já teve início e o roteiro do novo filme será escrito por Akela Cooper (‘Maligno’).

Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!

O primeiro filme foi dirigido por Corin Hardy.

Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento em um campo de batalha.

Taissa Farmiga, Bonnie Aarons, Charlotte Hope e Demián Bichir fizeram parte do elenco.

Copiou discurso de ‘O Talentoso Ripley’? Amber Heard é alvo de fake news após testemunho contra Johnny Depp

Amber HeardJohnny Depp continuam a se enfrentar nos tribunais norte-americanos e, nos últimos dias, os dois participaram de um explosivo testemunho que atraiu a atenção da mídia e dos internautas.

Heard voltou a ser alvo de críticas por parte do público e, depois de diversas teorias de que ela poderia inclusive estar usando cocaína em plena sessão, um outro aspecto de seu discurso se tornou um dos assuntos mais comentados das redes sociais (via TMZ).

A mais recente fake news que viralizou na internet envolve um pedaço do testemunho de Heard que, na verdade, seria uma cópia descarada do filme ‘O Talentoso Ripley’.

Como podemos ver nos tweets abaixo, os internautas acreditaram piamente que a atriz copiara na íntegra o discurso proferido por Marge Sherwood (Gwyneth Paltrow) no longa-metragem de 1999.

O texto em questão é: “a coisa sobre (Johnny/Dickie)… É como se o sol brilhasse sobre você e é glorioso. E, então, ele te esquece e tudo é muito, muito frio. Quando você tem a atenção dele, você se sente como a única pessoa no mundo, é por isso que todos o amam”.

Entretanto, uma rápida pesquisa nos arquivos do tribunal logo desmentiram as acusações e revelaram o discurso real de Heard, provando que, na verdade, o que ela disse não tem nada a ver com a fala do filme.

Recentemente, os times jurídicos de ambos os atores fizeram declarações oficiais sobre os eventos ocorridos até então.

Para aqueles que não se recordam, Heard alegou que Depp abusou sexualmente dela com uma garrafa e detalhou o suposto abuso de que foi alvo pelas mãos do ex-marido.

“Conforme o conselho do Sr. Depp corretamente previu em sua declaração no mês passado, a Srta. Heard, de fato, entregou ‘a performance de sua carreira em sua examinação direta'”, declarou um porta-voz do ator à revista PEOPLE.

A declaração continua: “enquanto as histórias da Srta. Heard continuam a crescer com detalhes novos e convenientes, as memórias do Sr. Depp têm permanecido iguais ao longo de seis dolorosos anos desde as primeiras alegações feitas. A verdade ele – a verdade [em si] – é a mesma, não importa o ambiente em que tenha sido apresentada”.

“O vindouro exame cruzado do time do Sr. Depp dirá e certamente trará à luz as várias falácias que a Srta. Heard tentou vender como fato através de seu exagerado testemunho”, o texto conclui.

Como resposta, o time jurídico de Heard respondeu:

“Como evidenciado pela declaração divulgada, a difamação clamada pelo Sr. Depp está se desmantelando tão rapidamente que seu conselho está mudando de promotor para perseguidor. Eles insistem que a história do Sr. Depp não mudou. Caso verdade, desde que perdeu a Ordem de Restrição por Violência Doméstica e retumbantemente perdeu o caso no Reino Unido, talvez ele devesse considerar uma nova tragédia antes de reciclar a abordagem de atacar a vítima e se recusar em tomar responsabilidade por sua própria conduta”.

A declaração continua: “se o Sr. Depp fosse realmente inocente, por que ele repetidamente pediu desculpas à Srta. Heard e prometeu afastar ‘o monstro de uma vez’? […] O mesmo time está tão em pânico que estão lutando com dentes e unhas para impedir que evidências concretas e fotos sejam introduzidas [como provas]. Também nos perguntamos o porquê do Sr. Depp não ter conseguido sequer olhar à Srta. Heard ao longo dos procedimentos – da mesma maneira no Reino Unido”.

Crítica | Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino, da Netflix, revela assassino Homofóbico dos anos 70

De uns tempos pra cá, a Netflix tem investido um bocado em produzir conteúdo baseado em ocorrências reais nos países em que tem alcance. É claro que a maior parte desse conteúdo é relativo a ocorrências nos Estados Unidos, mas vez ou outra a gigante do streaming consegue acertar o foco de suas lentes e trazer à tona histórias bizarras, que parecem ficção, mas que, infelizmente, ocorreram de verdade. Nessa pegada, assim como muitas outras séries já disponibilizadas na plataforma, chegou para os assinantes a minissérie ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’.

Estamos nos anos 1970. O mundo ainda vê com olhos estreitados a libertação sexual pregada pela juventude. É nesse ínterim que predadores como John Wayne Gacy se aproveitaram da situação para fazer suas vítimas. Por ser um grande empreiteiro do interior de Illinois, indo frequentemente para Chicago, John Wayne usava de sua posição para atrair jovens rapazes e homens para suas armadilhas – quase sempre levando-os para sua casa para longas conversas que adentravam a madrugada, regadas a muita bebida e que quase sempre enveredavam em violências sexuais. Invariavelmente subjugando os rapazes, Gacy abusava sexualmente deles e, em seguida, os matava. Tudo isso ocorreu ao longo de anos, e só foi ser descoberto muito tempo depois, quando mais de trinta corpos foram finalmente desenterrados de sua residência.

Condenado à morte nos anos 1990 e tendo tido a sentença cumprida, o grande diferencial em ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’ é que a produção traz à público, pela primeira vez, as fitas com as gravações da confissão de John Wayne Gacy. Através dos relatos soberbos do frio assassino, o público vai construindo sua própria opinião sobre o caráter desse indivíduo. Entretanto, a ausência de imagens de Wayne em movimento, falando, pesam contra a produção, que se resume em filmar um antigo toca-fitas reproduzindo as falas do assassino, intercalada com depoimentos e imagens de acervo.

Dirigido por Joe Berlinger e dividido em três episódios com quase cinquenta minutos cada, ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’ podia facilmente ser enxugado para apenas dois episódios, ou simplesmente se transformar em um documentário em longa-metragem. A obrigatoriedade de seguir o formato das outras produções do mesmo núcleo ‘Conversando com um Serial Killer’ faz com que esta, em específico, se alongue por demais, causando, inclusive, a sensação de falta de material.

Assim, o primeiro episódio foca toda sua atenção em contar a história do sumiço de Rob Piest, um jovem atendente de 15 anos, e apresenta Gacy já condenado (algo que faz sentido para o público estadunidense maior de 50 anos, que vivenciou a tragédia in loco; para assinantes da Netflix de outros países ou outras idades, a coisa fica meio solta); o drama só começa a se desenrolar a partir do meio do segundo episódio, quando as características do assassino são de fato apresentadas. Até lá, pode ser que muita gente desista de continuar acompanhando.

Partindo de uma história muito particular dos EUA, ocorrida cinquenta anos atrás, ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’ joga luz sobre um perverso caso de como a homofobia causou a morte de mais de trinta rapazes naquele território, numa época em que não se falava sobre esse tema. Infelizmente, ainda é uma das maiores causas de homicídio no mundo, especialmente aqui no Brasil, e assassinos como John Wayne seguem soltos mundo afora.