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Tiro, porrada e MUITA BOMBA no trailer de ‘Os Mercenários 4’ exibido na CinemaCon

Os Mercenários‘ estão de volta! Depois de tirarem umas férias após o terceiro capítulo, a franquia retorna com ‘Expend4bles‘, que promete mais ação brucutu, bem ao estilo dos anos de 1980.

Na CinemaCon, o comediante Sebastian Maniscalco, que apresentou o painel da Lionsgate e soltou as informações sobre ‘Os Mercenários 4‘, brincou que “a franquia é mais violenta do que Will Smith em um clube de comédia”. Quanto ao filme, o título agora é estilizado como ‘Expend4bles‘. Pelo que vimos, é um retorno às raízes da franquia.

O teaser traz cenas dos filmes anteriores antes de mostrar sangue novo, como 50 Cent, Megan Fox e Andy Garcia, que está usando a clássica boina dos Mercenários. Embora Sylvester Stallone esteja de volta ao filme, ele terá um papel menor desta vez, já que Jason Statham e 50 Cent receberam são os protagonistas da vez.

O trailer está recheado de muita ação, com tiro, porrada e bomba rolando a todo momento. Só para se ter ideia, parece que a trilogia foi apenas um aquecimento para o quão eletrizante será este quarto filme.

Os Mercenários 4‘ tem no elenco Sylvester Stallone, Jason Statham, Dolph Lundgren, Randy Couture, Megan Fox, Tony Jaa, Curtis “50 Cent” Jackson, Iko Uwais e Andy Garcia. Sendo dirigido por Scott Waugh (‘Ato de Coragem’) a partir do roteiro de Spenser Cohen com revisões de Max Adams e John Joseph Connolly.

Os Mercenários 4‘ será lançado no dia 9 de fevereiro de 2023 em todos os cinemas.

Veja as impressões em vídeos de Renato Marafon sobre o que rolou hoje no CinemaCon:

‘Downton Abbey II: Uma Nova Era’ chega aos cinemas nacionais; Veja curiosidades sobre a produção!

Depois de muita espera, a aguardada sequência fílmica Downton Abbey II: Uma Nova Era’ chegou aos cinemas nacionais e ampliou ainda mais a adorada narrativa inglesa criada por Julian Fellowes.

Na trama, depois de hospedar a família real e ir ao baile real, a nobre família Crawley se mete em um mistério. Um dia, a Condessa Viúva chama seu filho e sua neta mais velha para contar um segredo que não revelou por anos: ela herdou uma villa no sul da França. Ao ser questionada, ela diz que foi um estranho que perguntou e ela não hesitou em ter mais uma propriedade. Mas sem saber o porque que alguém queria dar o terreno para a Viúva e em saber aonde exatamente o local fica, a família Crawley decide ir para o sul da França e desvendar o mistério. Lá, encontrarão várias celebridades e fofocas da elite francesa do século XX. Enquanto isso, um casamento está prestes a começar entre Tom Branson e Lucy Smith; Mary fazendo seu estreia como diretora e a nova cabeça da família Crawley.

Trazendo inúmeros nomes conhecidos de voltas, incluindo Hugh BonnevilleSamantha BondLaura CarmichaelJonathan CoyMaggie Smith, o filme recebeu críticas relativamente positivas.

Para celebrar seu lançamento oficial, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • O diretor Simon Curtis é casado com Elizabeth McGovern, que interpreta Cora Crawley no longa-metragem.
  • Originalmente, o filme chegaria aos cinemas no Natal de 2021, mas foi adiado em virtude da pandemia de COVID-19 para março de 2022. Pouco depois, teve sua data alterada mais uma vez, para abril deste ano.
  • Dominic West, que foi escalado para interpretar Guy Dexter, já trabalha com Smith, Bonneville, Leech e vários outros membros do elenco de Downton Abbey em ‘From Time to Time’.
  • Ao contrário do que boa parte do público poderia pensar, boa parte do filme foi rodada em um castelo de verdade chamado Highclere, no condado de Hampshire, assim como a série original e o primeiro longa-metragem.
  • A figurinista Anna Robbins revelou à revista inStyle que os trajes mais caros feitos para a produção foram os de Violet Crawley (Smith), pela complexidade dos detalhes e da construção das roupas.
  • Fugindo do comum, o trailer e o pôster promocionais do longa-metragem trazem os nomes dos personagens em vez dos atores que os interpretam.
  • Toda a comida vista no set de filmagens é de verdade.
  • Fellowes se inspirou em ‘Gosford Park’, adaptação que comandou em 2001, para criar o mundo de Downton Abbey

Lionsgate apresenta teaser empolgante do spin-off de ‘Jogos Vorazes’ na CinemaCon

A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘, spin-off de ‘Jogos Vorazes‘ que aborda a juventude do presidente Snow, vivido pelo veterano Donald Sutherland, foi revelado pela Lionsgate durante o painel da CinemaCon 2022, através de um teaser que, apesar de ser apenas uma arte em CGI, empolgou a plateia em geral.

A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.

O longa vai mostrar o futuro presidente Snow como um jovem belo e charmoso, herdeiro de uma família tradicional que está passando por tempos difíceis.

Snow vê uma chance de mudar seu destino quando é escolhido para ser um mentor dos ‘Jogos Vorazes‘, embora se desaponte ao ser designado para uma garota pobre, tributo do miserável Distrito 12.

Não temos nenhuma informação sobre o elenco, mas o filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três filmes de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e Michael Arndt, que trabalhou no segundo filme da franquia.

A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ que chegará aos cinemas no dia 17 de novembro de 2023.

Veja as impressões em vídeos de Renato Marafon sobre o que rolou hoje no CinemaCon:

James Gunn defende Chris Pratt após fãs pedirem substituição do ator em ‘Guardiões da Galáxia 3’; Entenda

James Gunn, diretor da franquia ‘Guardiões da Galáxia‘, defendeu Chris Pratt nas redes sociais após vários pedidos para substituição do ator como Star-Lord. De acordo com o cineasta, não faz sentido escalar outro ator para viver o Senhor das Estrelas na franquia por conta de “crenças inventadas sobre ele”.

O cineasta respondeu a um usuário no Twitter que postou algo como:Marvel, me escuta. Apenas substitua ele”. Com Gunn indagando em seguida: “Por que? Por causa de suas crenças inventadas e totalmente falsas sobre ele? Por algo que outra pessoa disse sobre ele que não é verdade? Chris nunca seria substituído como Senhor das Estrelas, mas, se ele fosse, todos nós iríamos com ele”.

Gunn também falou sobre os comentários de que Pratt frequentava a igreja Hillsong, instituição contra grupos LGBTQ+: “Ele não é membro da Hillsong. Conheço a igreja que ele frequenta. Você conhece? (A resposta eu sei que é não, mas você ouviu de alguém que ouviu por outro alguém que a igreja ele frequenta era a Hillsong, então decidiu: ‘sim, beleza, vou acreditar nessa coisa terrível que ouvi sobre essa celebridade’)”.

Os ‘Guardiões da Galáxia‘ retornam no terceiro longa da franquia, previsto para estrear em 5 de maio de 2023. Liderados por Peter Quill (Chris Pratt), a equipe conta com Gamora (Zoe Saldana), Mantis (Pom Klementieff), Groot (Vin Diesel), Nebulosa (Karen Gillan), Rocket (Bradley Cooper) e Drax (Dave Bautista).

Opinião | Não, a Disney não está acabando com a sua infância – ainda mais porque você já tem 30 anos

Nos últimos meses, a Walt Disney Studios e a Pixar anunciaram que colocarão a primeira personagem abertamente lésbica na vindoura animação Lightyear, que contará a origem do adorado patrulheiro espacial Buzz Lightyear, da franquia Toy Story. E é claro que não demorou muito até a parcela mais tradicionalista e retrógrada da sociedade começasse a utilizar frágeis e superficiais argumentos para condenar a atitude dos estúdios em fornecer o mínimo de representatividade às suas histórias.

“Isso não é de Deus”, “vão doutrinar as nossas crianças” e “quem lacra não lucra” foram algumas das várias frases repetitivas que vi espalhadas pelos comentários de várias publicações – com um respaldo argumentativo tão fraco quanto achar que uma personagem é capaz de influenciar alguém. E, eventualmente, não há explicação que justifique canalizar tanto ódio para uma minoria social que, desde sempre, vem lutando para alcançar os mesmos direitos que as pessoas cis-heterossexuais sempre tiveram.

Enquanto a comunidade LGBTQIA+ sempre existiu (é só olharmos para a Antiguidade clássica e observar o comportamento das sociedades da época), a representação queer no cinema e na televisão nunca foi considerável o suficiente para respeitar e analisar a complexidade do planeta em que vivemos e compreender que a configuração forçosamente deliberada pelo patriarcado capitalista não é a única – afinal, existem outras formas de amor e de família que, em pleno século XXI, permanecem como alvo de críticas por preconceituosos que não conseguem enxergar além do próprio umbigo. Nos anos 1990, por exemplo, o mainstream perpetuou estereótipos iniciados década atrás ao invisibilizar a mulher lésbica e tratar o homem gay como coadjuvante da própria vida, dependente dos protagonistas a quem nunca se igualaria. Não foi até o final da década passada que tivemos um expressivo aumento em enredos LGBTQIA+, com o lançamento de Pose (contendo o maior elenco trans de todos os tempos) ou de Moonlight: Sob a Luz do Luar (que inclusive levou o Oscar de Melhor Filme para casa).

Então por que não levar essa mínima expressividade às animações infantis?

Dizer que, ao mostrar personagens gays, lésbicas ou trans em produções desse gênero, estaríamos doutrinando as crianças é pura bobagem e não tem qualquer solidez científica. Afinal, este que vos fala cresceu vendo casais heterossexuais trocando carícias em obras como Aladdin, A Pequena Sereia e ‘A Bela e Fera’ – e isso não me “tornou” um homem hétero (aliás, tornar-se LGBTQIA+ não é uma coisa que existe, visto que nascemos assim). É claro que o cérebro das crianças é bem mais plástico que o dos adultos e, por essa razão, demonstrar a pluralidade é um ótimo jeito de impedir que elas virem pessoas intolerantes. A orientação sexual independe do número de inputs que recebemos ao longo da vida, pelo simples fato de nascermos assim – o que existe, e isso é um fato, é um processo de autoaceitação e consequente revelação pelos quais ainda passamos, com medo de sermos marginalizados por aqueles que amamos.

E, se estamos falando dessa suposta ideologia de doutrinação, podemos analisar a problemática das inúmeras animações da Disney do início do século XX e a problemática do próprio beijo trocado entre personagens heterossexuais. Temos o beijo não-consensual em Branca de Neve e os Sete Anões e A Bela Adormecida, em que o príncipe e a princesa nem sequer tinham afinidade o suficiente para declarar amor verdadeiro um pelo outro; temos o abandono de sonhos em prol de uma submissão ultrarromântica em A Pequena Sereia, em que Ariel abandona a família e se envolve com uma perigosa bruxa do mar apenas para ficar com um homem que acabou de conhecer; e, se há uma reclamação tão contundente sobre “beijo gay” ou “beijo lésbico” (uma terminologia que também não faz o menor sentido), por que grande parte da sociedade é condescendente com a demonstração de carinho quando o casal em questão é heterossexual? Ou pior: por que essa mesma parcela romantiza relacionamentos entre crianças, como Cebolinha e Mônica em Turma da Mônica, ou até mesmo Mike e Eleven na temporada de estreia de Stranger Things?

A religião também é vista como argumento pela comunidade tradicionalista cristã-católica – e só por eles, visto que disposições religiosas são completamente refutáveis, considerando o número infinito de fés que se alastram pelo planeta. Há uma constante depreciadora de que gays, lésbicas, bissexuais e trans fogem à “criação de Deus” – mas até onde isso pode ser utilizado como mote de vida quando negamos a existência de outrem? E até onde isso pode ser usado como máxima quando nem todos seguem a mesma religião que a sua?

Para você que lê este artigo, as perguntas feitas nos parágrafos acima são retóricas e não requerem respostas, apenas reflexões sobre a hipocrisia destilada por quem sequer sabe o significado da palavra empatia. Tivemos casos recentes de preconceitos raciais envolvendo animações como ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, Encanto e Raya e o Último Dragão, em que o protagonismo de personagens femininas brancas foi deixado de lado para celebrar a diversidade étnica do Sudeste Asiático, da Polinésia Francesa e da Colômbia (mesmo assim com certas controvérsias estilísticas que foram apontadas por esses mesmos grupos). Ao que tudo indica, nada que foge da normatização imposta pelos opressores pode chegar ao mainstream – sendo que inúmeros jovens tiveram a oportunidade de se verem representadas nas histórias cinematográficas e televisivas.

Querendo ou não, crianças LGBTQIA+ existem e vão continuar existindo; fornecer o mínimo de representatividade a elas não é “destruir a infância” de marmanjos que não entendem que já tem trinta anos e que deveriam aprender que suas realidades não são as únicas, e sim um apelo emocional para elas compreenderem que não estão sozinhas e que também têm o direito de serem quem são. E, se você permanece atado tão fortemente à nostalgia e se recusa a ver que o mundo evolui, aqui vai um conselho: não assista ao filme.

Primeiras Impressões | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – Sam Raimi dá nova cara ao núcleo do personagem em aventura psicodélica

Conferimos em primeira mão uma prévia do próximo filme da Marvel, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. Dirigido por Sam Raimi, o longa dá prosseguimento à história do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), abordando os efeitos do estalar de dedos do Thanos no núcleo do personagem, e traz as consequências da bagunça aprontada no Multiverso em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021).

Dessa vez, a aventura gira em torno de America Chavez (Xochitl Gomez), uma menina de outra realidade que tem o poder de viajar pelo Multiverso. Como? Bom, nem ela sabe ao certo. Fato é que ela viaja por aí fugindo de ameaças. Para tentar ajudá-la, um dos Doutores Estranho chega à conclusão de que um item famosíssimo das HQs do personagem pode ser a chave. O problema é que ele é praticamente uma lenda. Será que vão conseguir encontrá-lo antes que algum vilão absorva a garota?

Estabelecido o plot, a relação entre os personagens parece ser um dos fortes do filme. America é uma menina justamente desconfiada que vai precisar confiar em outro Doutor Estranho se quiser sobreviver. O problema é que o próprio Strange não confia muito nela. E pela experiência recente dele com adolescentes, o herói fica meio impaciente. Essa dinâmica é interessante porque foge do padrão mentor e aprendiz. Por outro lado, a jovem Chavez acredita que os sonhos nada mais são que visões do Multiverso. E como ela efetivamente viaja por essas realidades, com certeza há momentos em que o Strange terá que engolir sua arrogância para aprender um pouco com ela.

Da mesma forma, a dinâmica entre Strange e Wong (Benedict Wong) mudou, já que agora o coadjuvante do primeiro filme foi alçado ao posto de Mago Supremo, com direito a traje novo e tudo. A relação entre eles ganha um jeitão de Sherlock e Watson que é muito bem vinda, não só por dar mais dinamismo aos diálogos, mas também por ser mais divertido.

E a outra parte do núcleo do protagonista que volta a ser abordada são os colegas do hospital. A vida de alguns seguiu, a de outras sofreu perdas irreparáveis, e agora eles tentam manter a relação com o cirurgião que virou um dos heróis mais famosos do mundo.

Há também a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), que está isolada do mundo, mas vai ser útil na aventura. Ah, se você não viu WandaVision, ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo. A trama da personagem parece ser fundamental aqui.

Um ponto legal de se reparar é nos créditos de abertura da Marvel. Eles costumam mostrar pedaços de vários personagens dos filmes anteriores, mas nesse longa, eles focam em dois heróis bem peculiares.

Por fim, precisamos falar sobre a direção de Sam Raimi. O diretor, que inclusive faz uma ponta muito rápida em uma cena, conseguiu trazer sua estética para o filme, que tem alguns momentos bem sujos, cores psicodélicas e um jogo de luzes bem característico, além do casamento perfeito entre trilhas e cenas. Raimi é um baita diretor e sabe trabalhar a estética como poucos. O maior exemplo disso é a Nova York dele. O cenário, bastante comum no MCU, ganha vida própria com as cores e ângulos que ele emprega nas cenas. Ah, o uniforme do Strange também sofreu uma mudança bem sutil que deixou ele bem mais fiel aos quadrinhos. Uma beleza!

Com estreia marcada para a próxima quinta-feira (5/5), Doutor Estranho no Multiverso da Loucura parece ser um daqueles filmes que vai dar um baita upgrade no protagonista, principalmente desenvolvendo seu lado humano, e tudo indica que trará consequências pesadas para alguns dos personagens mais queridos dessa nova fase do MCU.

Ansiosos?

Só lembrando: WandaVision e o primeiro Doutor Estranho estão disponíveis no Disney+.

Três atrizes já abandonaram o elenco da série derivada de ‘The Boys’

De acordo com o Deadline, Reina Hardesty (‘Start Up’, ‘The Flash’) é a mais nova atriz a abandonar o elenco da série derivada de ‘The Boys‘, que gira em torno de alunos de uma faculdade para super-heróis jovens adultos.

Foi dito que a estrela desistiu do papel porque que sua personagem sofreu alterações após a contratação de novos showrunners: Michele Fazekas (‘Arquivo X’) e Tara Butters (‘Agente Carter’).

Há algumas semanas, Shane Paul McGhie (‘After – Depois da Verdade’) e Aimee Carrero (‘Young & Hungry’) já haviam abandonado a produção pelo mesmo motivo.

O personagem de McGhie acabou ficando com Chance Perdomo (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’).

E Carrero já foi escalada para ‘The Consultant‘, outra série da Amazon Prime Video, que também conta com Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’) e Nat Wolff (‘Cidades de Papel’).

Ela também estará no elenco de ‘The Offer‘, minissérie sobre os bastidores de ‘O Poderoso Chefão.

Enquanto isso, a Amazon Prime está à procura de uma atriz para substituí-la.

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.

O elenco também traz Jaz Sinclair (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Lizze Broadway (‘Here and Now’).

Lembrando que a 3ª temporada de ‘The Boys‘ estreia em 03 de junho.

Recentemente, a plataforma de streaming divulgou o novo cartaz da atração, que traz uma arte do Billy Butcher (Karl Urban) com PODERES.

Confira:

Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Cancelamento de séries é culpado pela Netflix estar PERDENDO assinantes?

Na última semana, foi divulgado que a Netflix perdeu mais de 200 mil assinantes no 1º trimestre de 2022, marcando primeiro número negativo na plataforma desde outubro de 2011. E a queda pode estar diretamente relacionada com a onda de cancelamentos que a plataforma tem feito nos últimos meses.

Entre os títulos descartados recentemente estão a série de terror ‘Arquivo 81e a aventura teen O Clube das Babás‘, sem contar as produções que nem chegaram a sair do papel, como a animação ‘Bone‘, adaptação dos clássicos quadrinhos homônimos.

De acordo com o The Wrap, a produção anunciada em 2019 foi descartada depois que a divisão de animações da plataforma, a Netflix Animation, sofreu com a demissão de diversos funcionários.

Um deles foi Phil Rynda, que ocupava o cargo de diretor de criação e desenvolvimento do setor. Como consequência, diversas animações originais supervisionadas por ele foram jogadas no lixo sem cerimônia.

Além disso, foi dito que a plataforma vem trabalhando em uma ‘reestruturação’ dos vindouros títulos animados, o que deve afetar conteúdos voltados para o grupo Kids & Family.

No fim de 2021, os fãs de ‘Gentefiede ‘Outra Vida‘ reclamaram do cancelamento das atrações logo após a chegada de novas temporadas no catálogo.

No mesmo ano, ‘Cozinhando com Paris Hilton‘ também vinha movimentando as redes sociais, mas parece que a audiência não atingiu os níveis desejados, resultando no fim do reality depois de uma única temporada.

Como justificativa aos inúmeros cancelamentos, a Netflix já havia dito que só investe no futuro de títulos que tragam um retorno considerável de audiência e recepção positiva dos críticos junto com a velocidade da popularidade entre o público.

Outros fatores também podem implicar em cancelamentos, como o polêmico tapa que Will Smith deu em Chris Rock na 94ª cerimônia do Oscar.

Depois disso, a plataforma deixou suspensas as produções dos filmes Bright 2‘ e ‘Fast & Loose’, ambos de temática policial, que seriam estrelados por Smith.

De qualquer forma, seja quais forem os motivos dos cancelamentos, a Netflix ainda deve perder mais 2 milhões de assinantes no 2º trimestre de 2022, segundo um comunicado compartilhado pela própria empresa.

O curioso é que a expectativa inicial era ganhar 2,5 milhões de membros no começo de 2022, contudo a empresa informou que a guerra entre Rússia e Ucrânia, a força do dólar e o aumento de preço na assinatura foram os principais motivos desse resultado.

Ainda assim, a Netflix registou um aumento de 10% na sua receita em comparação ao mesmo período de 2021, alcançando o total de US$ 7,87 bilhões, abaixo da expectativa de US$ 7,93 bilhões feita pelo Wall Street.

Após a divulgação da gigantesca queda de assinantes da Netflix foi visto que hoje as ações da empresa simplesmente despencaram. Pelos números da bolsa Nasdaq, em Nova York, as ações da gigante da streaming caíram em 36,5% por volta das 11h50, pelo horário de Brasília. Na Bovespa, as ações registraram queda de 25% nesse mesmo horário, chegando ao valor de R$ 20,74.

Já a plataforma da Warner Media, HBO Max, terminou o ano de 2021 com 73,8 milhões de usuários globais, um aumento em 13.1 milhões de usuários em relação ao mesmo período em 2020. O total de receita aumentou em 15.4% no trimestre e ficou na casa dos US$9.9 bilhões.

A Disney+, fechou o ano de 2021 superando as previsões de crescimento para o serviço. A plataforma encerrou o último ano com um total de 129,8 milhões de assinantes pagantes em todo o mundo. Ou seja, essa é mesmo a guerra dos streamings!

Conheça o documentário sobre PALHAÇOS ASSASSINOS da vida real que foi lançado na Netflix

A Netflix já disponibilizou em seu catálogo a série documental ‘Conversando Com um Serial Killer: O Palhaço Assassino‘, que explora os crimes reais de John Wayne Gacy.

O assassino em série John Wayne Gacy era um aspirante a político, amado empreiteiro local e também trabalhava com palhaço de festa. Ele assassinou 33 homens, entre 1972 e 1976. A maioria de suas vítimas foi encontrada enterrada sob sua casa, nos subúrbios de Chicago.

Cinquenta anos depois, os cientistas ainda estão tentando identificar todas as suas vítimas através de DNA, mas graças a 60 horas de áudio gravado entre Gacy e sua equipe de defesa, há uma nova perspectiva sobre a mentalidade narcisista do assassino e uma compreensão mais profunda sobre como ele operou por tanto tempo com impunidade.

O documentário contará com entrevistas de testemunhas importantes – algumas que nunca se manifestaram anteriormente, incluindo um dos sobreviventes do assassino –, em busca de respostas para uma pergunta crucial: Como uma figura pública como Gacy conseguir sair impune por tanto tempo?

Assista ao trailer:

Joe Berlinger, que também comandou ‘Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy‘, é responsável pela direção.

A produção conta com 3 episódios.

Artigo | Os 10 anos de ‘Electra Heart’, a consagração de Marina Diamandis

Marina Diamandis, mais conhecida por seu nome artístico Marina and the Diamonds, é uma das vozes mais autênticas de sua geração, ainda que em diversas vezes seja ofuscada por outras artistas. Em 2012, a mezzosoprano saía de sua construção crítica de The Family Jewels e culminava em um álbum muito mais intimista com Electra Heart – e o resultado, levando em conta a pessoalidade que a cantora traz para suas composições, pode não ter feito muito sucesso entre a crítica especializada na época, mas sem dúvida tornou-se um de seus melhores trabalhos, buscando vertentes que variavam desde o clássico pop-dançante até a rebeldia do rock. E talvez por esse mesmo motivo, o disco esteja sendo redescoberto com nuances sutis e uma incrível desabafo que conversa com grande parte de seu público.

O segundo álbum de estúdio pode não carregar o escopo social e propositalmente supérfluo do anterior, mas ganha vários pontos ao iniciar com a agressividade de Bubblegum Bitch”. A música, como sempre trazendo os melhores vocais de Marina, nos introduz ao seu alter-ego Electra Heart após um relacionamento fadado às ruínas, além de abrir espaço para o restante das canções até a culminação em How to Be a Heartbreaker” – a qual coloca um ponto final em todo o seu desespero ao mesmo tempo que reinicia um ciclo inquebrável. É digno de nota dizer que essa abertura, mesmo trazendo algumas falhas estruturais na transição ao refrão, é um ótimo e explosivo começo.

Electra Heart é uma exploração através das diversas personalidades que habitam a criativa e conturbada mente da artista. Com a chegada de Primadonna” e Homewrecker”, fica claro que o disco não se limita apenas a criar um mundo próprio, mas faz referência a diversas outras cantoras da indústria musical: Marina talvez encontra-se em uma fusão mais complexa de seus múltiplos heterônimos e represente até mesmo um ápice compulsoriamente confuso de suas conterrâneas e influências. Afinal, Madonna já nos apresentou a DittaStefani Germanotta encontrou-se em Lady Gaga, e Lana Del Rey, que mantém muitas similaridades com Marina, encarnou May Jailer; aqui, temos as melhores partes da nostalgia passada enquanto, de uma forma incrivelmente emocionante, encontramo-nos junto a uma originalidade muito promissora.

“Lies” e Starring Role” encontram similaridades uma com a outra, mas é a relação de causa e consequência que as une em um único núcleo. A primeira desenvolve-se com batidas que relembram o electro-pop e faz um uso incrível de sua potência vocal, alcançando um crescendo que logo quebra em um belíssimo grave – e mais: ela arquiteta uma declaração de decepção tocante que nos leva para a segunda música. Nesta segunda parte, Marina inicia com uma suavidade onírica que nos leva a um clímax tradicional, porém construído de forma preocupada e, mais uma vez, fazendo uma ótima exploração de sua voz.

É claro que o álbum não está isento de certos deslizes. Homewrecker”Power & Control” e Living Dead” são boas canções, mas, em relação às outras melodias apresentadas, parecem um pouco preguiçosas e datadas. Ainda que a cantora busque se reencontrar com uma letra poética e algumas investidas vocais interessantes, não podemos deixar de pensar que existem composições melhores. E talvez outro problema que possamos encontrar é o número excessivo de alter-egos que, com exceção da incrível conclusão, passam um por cima do outro. É claro, Marina busca sua identidade em meio a uma personalidade fragmentada; porém, a saturação infelizmente insurge em certos pontos, mesmo não tirando o brilho que a obra carrega consigo.

“Fear and Loathing” também pode não agradar muitos, mas é um preparativo interessante para a música final – que conquistou diversos fãs e até hoje é relembrada como um ótimo dance-pop digno de nota e muito divertido. De qualquer forma, são as entradas mais intimistas que roubam os holofotes de forma instantânea, começando por uma das melhores tracks do disco, Teen Idle”, um hino sobre sonhos perdidos e um futuro destroçado, que entra em uma catártica contradição com o suave ritmo. Ela até mesmo ganha mais importância quando serve de base para o emocionante ápice – podendo dizer que seja um dos melhores de sua jovem carreira.

“Valley of the Dolls” é uma pequena joia lapidada que não ousa ser mais do que pretende e mesmo assim no entrega mais do que pedimos. O começo nos entrega alguns ares futuristas do synth-piano que, apesar de não serem muito utilizados, não são colocados à toa. O caminho é trilhado em mais um incrível crescendo – um dos pontos fortes da cantora – e, após atingir um cume vocal, volta-se para um break inesperado que reafirma a tecedura de Marina e sua sutileza em oscilar entre diversos tons, criando uma coreografia musical aplaudível. E mais: o escopo instrumental serve de respaldo para um momento em que a lead singer percebe que está perdida em sua própria Torre de Babel, lutando para se achar em meio a um tumultuoso interior.

Electra Heart é uma ótima iteração da carreira de Marina Diamandis e sem dúvida merecia mais reconhecimento do que teve. Suas múltiplas inclinações miméticas convergem com uma obra pessoal e que, além de conseguir conquistar ainda mais o público, nos emociona em diversos níveis.

‘Jurassic World: Domínio’: Depois do trailer, confira o novo cartaz BELÍSSIMO da sequência!

Depois do trailer oficial, a Universal Pictures divulgou o novo e belíssimo cartaz oficial de  ‘Jurassic World: Domínio.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 02 de junho.

Confira:

Jurassic World – Domínio‘ acontece quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Policial afirma que Amber Heard “não tinha ferimentos” após atendê-la

O confronto na justiça entre Johnny Depp e sua ex-esposa Amber Heard continua! Em testemunho recente, Melissa Saenz, policial de Los Angeles, revelou que não havia sinais de ferimentos visíveis na atriz após ela ter feito sua ligação para a emergência.

A ligação aconteceu no dia 21 de maio de 2016, e, segundo a policial, Heard não apresentava sinais de ter sofrido abuso físico.

“Eu fiz uma busca no local por um suspeito,” afirmou Saenz em testemunho gravado. Ela declarou que, apesar das buscas, nenhum suspeito foi encontrado – e não havia danos na propriedade. Quando perguntada sobre as marcas vermelhas no rosto da atriz, Saenz disse que Heard parecia corada como se tivesse chorado, mas não havia sinais de ferimentos.

Saenz, uma veterana de 12 anos do LAPD, acrescentou que não registrou um boletim de ocorrência e considerou o incidente como “encerrado” porque, em sua opinião, não houve crime.

“Nós nos encontramos com a vítima. Checamos o local, o marido não estava lá, e a vítima nos disse que ela apenas havia tido uma discussão e que não daria mais nenhuma informação. Por não termos identificado um crime, nós demos nosso cartão a ela, avisando que ela podia nos contatar posteriormente caso quisesse cooperar,” afirmou Saenz.

Anteriormente, Howard Stern, famoso humorista e locutor americano, disse que Johnny Depp está se mostrando um tremendo narcisista e exagerando em seu testemunho contra Heard no julgamento por difamação do ex-casal.

“A razão pela qual ele queria que isso fosse televisionado é o tipo de coisa que os narcisistas fazem. Eles acham que podem se livrar de qualquer coisa”, disse Stern em seu programa de rádio SiriusXM, em um trecho reproduzido pela Variety.

Que continuou dizendo: “Acho que Johnny Depp é um grande narcisista e o que quero dizer com isso é algo como: ‘Vou colocar isso na TV porque sou tão persuasivo e tão inteligente, sou um cara maravilhoso’. Ele está atuando e exagerando porque está escrevendo tudo aquilo”.

O humorista ainda disse que acha um erro o ator ter decidido transmitir o julgamento e que isso não salvará sua carreira: “Não está soando bem para você, não está soando bem para ela. Não está soando bem para ninguém. Vocês soam como duas crianças brigando”, completou.

Johnny Depp concluiu seu interrogatório na última segunda-feira (25), o oitavo dia de audiências do processo.

Entenda melhor o caso de Deep e Heard:

Johnny Depp iniciou a ação de difamação na Justiça contra Amber Heard após a atriz relatar experiências de violência doméstica em um texto para o Washington Post. Nos últimos três anos, ambos compartilharam detalhes de supostas agressões.

Agora, em 2022, após ocuparem inúmeras manchetes na mídia nos últimos anos, Depp e Heard estão oficialmente se enfrentando na Justiça. O processo de julgamento do casal começou em 11 de abril, na Virgínia, Estados Unidos.

ªPrimeiras Impressões | The Flight Attendant: 2ª temporada retorna com um novo mistério e mais conflitos psicológicos

Cercada por diversas referências a filmes de espionagem dos anos 60, The Flight Attendant uniu o thriller investigativo a uma abordagem mais ácida e estranhamente cômica. Com um humor peculiar dando voz à complexa psique de sua protagonista, a série original da HBO Max cativou o público por explorar sua trama com perspicácia e dinamismo. E entre uma boa montagem e um suspense interessante, nascia também uma história sobre traumas de infância e suas consequências caóticas ao longo da vida adulta. E nesta segunda temporada, o criador Steve Yockey retorna com um novo mistério, tentando manter o mesmo fôlego encantador inicial.

Com um salto temporal de um ano, a nova leva de episódios tenta estender a dimensão dos conflitos internos de Cassie (Kaley Cuoco). Como alguém que hoje busca levar uma vida mais saudável, com escolhas sábias, ela passa a dividir o seu tempo entre o trabalho como comissária de bordo e um “bico” como ajudante da CIA. Sua contribuição para a organização logo se expande, a partir do momento em que seus caminhos uma vez mais se cruzam com os de um suposto criminoso. E dando sequência no mesmo ritmo acelerado que fisgou a audiência em seu primeiro ano, The Flight Attendant retoma sua trama no mesmo nível narrativo, mantendo as características que lhe tornaram um sucesso.

Mas com a parte mais complicada de sua personagem agora exposta e já bem explorada diante do público, fica a indagação do quanto é possível se aprofundar nesses dilemas psicoemocionais, sem esticar demais este arco. Em seus dois primeiros episódios, fica claro que ainda há campo para desenvolver Cassie e sua constante luta contra o alcoolismo. Mas The Flight Attendant ainda corre o risco de se tornar mais uma daquelas excelentes séries que se perdem em si mesmas, repetindo ciclos narrativos que não caminham a lugar nenhum. E sob a pressão de uma poderosa 1a temporada, a HBO Max hoje carrega a responsabilidade de garantir que sua história evolua definitivamente, assim como sua protagonista.

Mas ainda que seja cedo demais para dizer, a série de suspense retorna com o mesmo vigor, trazendo Kaley Cuoco em sua melhor forma, com uma atuação enérgica e inebriante. E ao lado de novos personagens, a série tenta fortalecer o seu valor e nos convence que tem todos os elementos necessários para não apenas repetir o mesmo nível de maestria do passado, mas para também sustentar uma nova história. No entanto, é preciso cautela. Com um novo assassinato surgindo como o ponto central da trama, The Flight Attendat ainda corre o risco de parecer uma banda de uma música só. O que vai determinar o potencial da produção a longo prazo é sua capacidade de transformar um formato já usado na temporada anterior como uma ferramenta para expandir as aventuras pitorescas que fizeram da série uma experiência tão divertida e maratonável como ela ainda é.

‘Missão Impossível 7’ ganha título oficial; Confira a descrição do trailer!

Apesar de não ter participado pessoalmente do CinemaCon, o astro Tom Cruise surpreendeu a todos ao aparecer em um vídeo pré-gravado nos bastidores de ‘Missão: Impossível 8‘, cujas filmagens estão acontecendo atualmente.

No vídeo, gravado em um avião, o ator anunciou que o sétimo filme da franquia será intitulado ‘Mission: Impossible – Dead Reckoning Part I‘.

“Queria poder estar aí com vocês! Sinto muito pelo barulho. Como vocês podem ver, nós estamos filmando o último ‘Missão: Impossível’,” revelou o astro.

O trailer do sétimo filme, exibido em primeira mão ao público do CinemaCon, começa com o Tom Cruise segurando por sua vida em um avião enquanto ele voa sobre um desfiladeiro na África do Sul. Então, uma voz misteriosa o avisa que “seus dias de lutar pelo bem maior acabaram” e que ele “precisa escolher um lado”.

Missão Impossível 7‘ está programado para estrear no dia 14 de julho de 2023. Já ‘Missão Impossível 8‘ chegará quase um ano depois, em 28 de junho de 2024.

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

‘Mansão Mal-Assombrada’: Nova adaptação da Disney ganha logo OFICIAL; Confira!

A Disney divulgou hoje (28) o logo oficial de Mansão Mal-Assombrada, nova adaptação da clássica atração de seu parque temático.

O longa será lançado nos cinemas no dia 10 de março de 2023.

Confira:

Justin Simien, aclamado diretor e roteirista da série ‘Cara Gente Branca‘, ficará responsável pela direção. A história será totalmente diferente da versão anterior.

O elenco contará com LaKeith StanfieldTiffany HaddishOwen Wilson, Rosario DawsonDanny DeVito.

Katie Dippold (‘Caça-Fantasmas’) assina o roteiro.

Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração leva os visitantes em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.

Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie MurphyTerence StampMarsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios. O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Vale lembrar que Guillermo del Toro ficaria responsável por sua própria versão cinematográfica, estrelada por Ryan Gosling, mas o projeto foi descartado pela Disney após se mostrar muito aterrorizante para o público infantil.

‘Top Gun: Maverick’: Primeiras reações à sequência são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

O aguardado filme Top Gun: Maverick’ chega em breve aos cinemas de todo o mundo e, depois de uma exibição especial na CinemaCon, as primeiras reações já viralizaram nas redes sociais – e aclamaram a produção.

Confira:

Top Gun: Maverick faz mais do que honrar o original. [O filme] é uma diversão completa e uma homenagem às produções antigas e recheadas de ação de Tom Cruise. Tony Scott ficaria orgulhoso”.

“Simplesmente amei Top Gun: Maverick. Estou em choque com a fotografia e as cenas de voo e, é claro, com a performance de Tom Cruise. O restante do elenco estava incrível, com menção especial a Miles Teller e a Glen Powell. Este é o tipo de filme que você vai querer ver na maior tela possível”.

Top Gun: Maverick alça voo! Enquanto a história se baseia bastante no original, bem como na nostalgia, o filme serve como uma homenagem aos anos 1980 e vai agradar o público. Miles Teller e Tom Cruise fazem mágica juntos. Mais uma conquista massiva para a Paramount“.

Top Gun: Maverick é muito divertido, recheado de ousadia e com sequências de voo de tirar o fôlego (Tom Cruise é realmente insano por ter feito isso), várias referências nostálgicas ao primeiro [filme] e alguns momentos de surpreendente carga emocional. Veja na maior e mais alta tela de cinema”.

“Uma palavra: uau! Top Gun: Maverick é absolutamente fantástico de todas as maneiras possíveis. A ação e as cenas de voo são insanas e intensas e continuamente mudam e evoluem. Você fica na ponta de sua cadeira. Eu não estava preparado para o quão emocionante seria. O público aplaudiu várias vezes. É o pacote completo”.

Top Gun: Maverick‘ estreia no dia 26 de maio no Brasil e foi orçado em US$ 150 milhões.

Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris

Lady Gaga assina a música-tema original da produção, “Hold My Hand”.


‘The Circle’: Confira o trailer e conheça os participantes da 4ª temporada do reality show!

Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada do reality show ‘The Circle‘, além de também divulgar um novo vídeo apresentando os participantes do próximo ciclo.

Confira:

Os quatro primeiros episódios do próximo ciclo chegam à plataforma de streaming no dia 4 de maio. Nas duas semanas seguintes, o serviço irá disponibilizar quatro episódios às quartas-feiras. Por fim, no dia 25 de maio, o capítulo final será exibido e o vencedor da temporada será coroado.

Michelle Buteau retorna como apresentadora.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 5ª temporada!

‘Tico e Teco’ aprontam todas no novo trailer do live-action da Disney; Confira!

O Disney+ divulgou o novo trailer do live-action ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘ (Chip ‘N’ Dale: Rescue Rangers).

Confira, dublado e legendado:

A produção será lançada na plataforma no dia 20 de maio.

O híbrido live-action e animação contará com as vozes de Andy SambergJohn Mulaney.

Akiva Schaffer, conhecido por seu trabalho em ‘Saturday Night Live‘, comandará o projeto.

Tico e Teco fizeram sua estreia na Walt Disney Company em 1943 como parte do curta-metragem Private Pluto, dirigido por Clyde Geronimi, onde têm uma briga com Pluto sobre poderem ou não esconderem suas nozes no canhão de uma base militar.

‘Irmandade’: Muita tensão no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de ‘Irmandade‘, série sobre facções criminosas, estrelada pelo Seu Jorge e Naruna Costa.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 11 de maio.

A série foi criada por Pedro Morelli, que também supervisiona a direção, a partir do roteiro de Felipe Sant’Angelo.

A trama acompanha uma advogada esforçada que descobre que o seu irmão desaparecido está na cadeia há anos e é o líder de uma ascendente facção criminosa. Ao longos dos episódios, o público testemunha como funciona a organização, enquanto a advogada tenta se infiltrar no mundo do crime para ajudar o irmão.

O elenco também conta com Hermila Guedes, Lee Taylor, Danilo Granghea, Pedro Wagner Wesley Guimarães.

Primeiras cenas do terror sobre ‘Drácula’ são exibidas no CinemaCon; Confira as reações!

Durante o CinemaCon, a Universal Pictures surpreendeu a todos ao apresentar as primeiras cenas do terror ‘The Last Voyage of the Demeter‘, que terá o lendário Drácula como antagonista.

Os críticos parecem ter gostado do material, declarando que as cenas são assustadoras.

Confira as reações:

“Não gostei muito de ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro’, mas ‘The Last Voyage of Demeter’ parece bem melhor. As cenas mostradas no CinemaCon são promissoras.”

“‘The Last Voyage of the Demeter’ parece assustador! Como se o mar revolto não fosse sinistro o suficiente…”

“Uma nova versão de ‘Drácula’ foi mostrada. Parece bem legal. A história se passa no mar.”

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, será responsável pela direção.

Javier Botet (‘REC’) interpretará o icônico vilão Drácula. O elenco ainda contará com David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Liam Cunningham (‘Game of Thrones’), Aisling Franciosi (‘The Nightingale’) e Corey Hawkins (‘The Walking Dead’).

A versão mais recente do roteiro foi escrita por Zak Olkewicz (‘Bullet Train‘).

Demeter é o nome do navio que transportava o Drácula da Transilvânia para Londres no livro de Bram Stoker.

O roteiro originalmente foi escrito em 2002, por Bragi Schut (‘Caça às Bruxas‘), e já está sendo desenvolvido há anos – com o envolvimento de diversos diretores com o passar do tempo.

A trama gira em torno da viagem do navio que está transportando o Drácula, na qual a tripulação começa a ser brutalmente assassinada.

A Amblin Partners está desenvolvendo a produção.