Site Página 3504

Karen Gillan virá ao Brasil divulgar ‘Jumanji: Próxima Fase’

A atriz Karen Gillan, uma das protagonistas de Jumanji: Próxima Fase, virá ao Brasil para divulgar o lançamento do filme, que acontece no dia 16 de janeiro.

A atriz desembarcará em São Paulo para participar de uma coletiva de imprensa na próxima quarta-feira, 15 de janeiro.

 Conhecida por seus papéis na série ‘Doctor Who e na saga ‘Os Vingadores, Karen foi um dos destaques de ‘Jumanji: Bem-Vindo À Selva, em 2018, e retorna ao seu papel como Ruby Roundhouse, a Matadora de Homens.

Vale lembrar que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ já ultrapassou a marca dos US$ 609 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 236.2 milhões. No mercado internacional, são US$ 374 milhões.

Vale lembrar que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ se tornou a MAIOR estreia da Sony Pictures para o mês de dezembro.

Confira as principais críticas:

“Lembra quando Scorsese ridicularizou recentemente os sucessos de bilheteria por não ter conexão com a psique humana real? Ele estava falando sobre esse tipo de filme.” – Times.

“Mais uma vez, este é um filme de uma piada, mas, para o tempo de cena, essa piada ainda tem algumas ramificações, especialmente com astros tão charmosos” – Tribune News Service.

“Não há nada de novo aqui. Parece que eles pegaram piadas de gente velha e desistiram” – rachelreviews.net.

“Mesmo que ‘Próxima Fase’ não alcance um novo recorde, ainda prova que a franquia ainda tem muita vida” – Entertainment Weekly.

“Maior, mas não necessariamente melhor, essa sequela inevitável falha em orientar a franquia estrelada em quaisquer novas direções significativas.” – Cinemalogue.

“Tudo é inegavelmente bobo, mas satisfatório de um modo que só blockbusters conseguem” – Seattle Times.

Jumanji: Próxima Fase é um filme que toda a família vai gostar. É uma aventura animada, hilária e cumpre tudo o que promete, nunca se levando muito sério” – ComicBook.com

A gangue está de volta, mas dessa vez, o jogo mudou. Enquanto retornam a Jumanji para resgatar um dos seus, eles descobrem que nada é o que parece. Os jogadores precisarão desbravar partes desconhecidas e inexploradas, dos desertos áridos às montanhas cheias de neve, tudo para escapar do jogo mais perigoso do mundo.

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

‘Nas Montanhas da Coruja’: Netflix lança nova série de suspense estilo ‘Mindhunter’

A Netflix disponibilizou no catálogo sua nova série original, intitulada ‘Nas Montanhas da Coruja‘ (Signs).

A série polonesa está sendo comparada com ‘Mindhunter‘, recentemente cancelada pelo streaming.

A trama se passa em uma pacata cidadezinha polonesa, cuja tranquilidade é interrompida quando um crime chocante ocorre nos mesmos moldes de um caso antigo que nunca foi resolvido.

Assista a um clipe:

A série foi exibida originalmente em 2018, pela AXN da Polônia.

O elenco conta com Helena Sujecka, Piotr Trojan, Magdalena Zak e Michal Czernecki.

Michael B. Jordan pode viver o 1º Superman negro dos cinemas

Segundo o The Hollywood Reporter, o reboot de ‘Superman‘ produzido por JJ Abrams vai apresentar a história do Superman Negro.

Há anos a Warner vem conversando com o ator Michael B. Jordan (‘Creed’) para que ele assuma o traje que será deixado por Henry Cavill.

“Há uma história nova, poderosa e comovente do Superman ainda a ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante roteirista Ta-Nehisi Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade ”, disse JJ Abrams.

O projeto terá como roteirista o conceituado Ta-Nehisi Coates – que roteirizou HQs do ‘Pantera Negra‘ e do ‘Capitão América‘ para a Marvel.

“Ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra”, disse Coates em um comunicado ao site Shadow and Act , um site dedicado à diáspora africana nas artes. “Estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América.”

Apesar das negociações, o ator avisou ao estúdio que ele só toparia se comprometer ao papel de Superman caso ele percebesse o real comprometimento do próprio estúdio ao personagem.

Em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, Jordan revelou qual versão do Homem de Aço gostaria de viver nos cinemas.

Ele disse que preferiria dar vida a Calvin Ellis (o Superman da Terra-23) a interpretar Clark Kent:

“É complicado. Eu odeio ser um empresário e entender ambos os lados da situação. Há uma enorme vantagem dentro disso, mas estar sob esse microscópio e ser comparado com tantas versões diferentes do Superman… Eu gostaria de fazer algo original. Eu seria Calvin Ellis. Há outro Superman da Terra-23. Uma versão […] em outra dimensão que é negro nos quadrinhos… Isso existe.”

‘Sex Education’: Netflix divulga novo trailer da 3ª temporada da série; Assista!

A Netflix divulgou um novo trailer da 3ª temporada de ‘Sex Education’, que estreia amanhã, dia 17 de setembro.

Assista, com um resumão da 2ª temporada antes da estreia dos próximos episódios:

Crítica | ‘Sex Education’ retorna com uma 3ª temporada irretocável e emocionante

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

‘The Boys’: Saiba que horas será liberado o episódio ‘Herogasm’, com a orgia dos heróis

O próximo episódio de ‘The Boys‘, que focará no infame evento Herogasm – literalmente uma orgia de super-heróis, já tem hora pra ser liberado no Amazon Prime Video nesta madrugada de 23 para 24.

O próprio streaming revelou no Instagram que o episódio estará liberado a meia noite.

Confira:

O teaser, extremamente curto, ressalta que essas são as únicas cenas “leves” do episódio.

O vídeo ainda dá uma dica (e aviso) sobre as loucuras que podemos esperar: “Este episódio mostrará uma super orgia de heróis, penetração aérea, mutilação com vibradores, lubrificante de força extra, falos de gelo e xingamentos. Não é adequado para qualquer público.”

Na HQ original, o Herogasm acontece quando os ‘heróis’ alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tenativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, eles vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Série do Star+ sobre Seita Religiosa baseada em ASSUSTADORA história real conquista os críticos

A série ‘O Culto Secreto‘ chegou ao Star+ e conquistou em cheio os críticos, recebendo 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A história, dividida em oito episódios, é baseada na história real da seita australiana The Family e sua fundadora Anne Hamilton-Byrne. Ela foi uma das principais líderes femininas de seitas se tornando uma mulher extremamente perigosa. Acreditando ser a reencarnação de Jesus, a mulher liderou a seita entre as décadas de 60 a 70, e morreu em 2019, aos 98 anos.

A trama gira em torno de um culto religioso que causa estragos humanos, confundindo as linhas entre passado e presente, realidade e pesadelo. A história foca na história de uma mulher que é forçada a enfrentar os pesadelos de seu passado para impedir um culto secreto que pretende reunir crianças inocentes no futuro para cumprir o seu plano mestre.

Com 10 críticas publicadas no Rotten Tomatoes, a série recebeu nota 6.3 de 10.

Confira algumas reações e nossa crítica em vídeo:

“A performance maravilhosa de Miranda Otto e Teresa Palmer, misturada com o emocionante mistério psicológico, faz uma série que vale a pena assistir.”, Karl Quinn, The Age (Austrália)

O Culto Secreto nos dá em Adrienne uma madrasta perversa para rivalizar com qualquer uma do extenso cânone da Disney, só que este está ancorado na vida real. Esperamos que haja muito mais por vir.”, Marya E. Gates, Playlist.

“Você vai querer adicionar O Culto Secreto à sua lista de séries assistidas”, Marco Vito Odo, Collider.

O Culto Secreto rapidamente subverte as expectativas, adicionando reviravoltas que tornam o enredo de Palmer ainda mais emocionante do que a perversidade do culto dos Membros.”, Niv M. Sultan, Revista Slant

“A série transmite com maestria a facilidade com que se pode desaparecer, para nunca mais voltar.”, Keith Phipps, TV GUIDE  

Confira quando serão lançados os próximos episódios:

  • Episódio 1.03 – 31 de maio de 2023;
  • Episódio 1.04 – 07 de junho de 2023;
  • Episódio 1.05 – 14 de junho de 2023;
  • Episódio 1.06 – 21 de junho de 2023;
  • Episódio 1.07 – 28 de junho de 2023;
  • Episódio 1.08 – (Season Finale) – 05 de julho de 2023;

Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam’) vive a protagonista.

Miranda OttoGuy PearceHazem ShammasMark Coles-SmithKate MulvanyJulia Savage completam o elenco.

A série foi criada por Elise McCredieMatt Cameron.

 

 

‘Deadpool e Wolverine’ ganha cartaz com referência a ‘Logan’; Confira com o novo teaser!

Após ter uma nova prévia divulgada e o anúncio do trailer para amanhã, Deadpool e Wolverine‘ ganhou um novo cartaz fazendo referência a ‘Logan‘.

Confira, com o teaser e o vídeo da descrição das cenas na CinemaCon:

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

No entanto, a sequência pode não ter muitas ligações com os títulos anteriores do personagem vivido por Ryan Reynolds.

Isso porque o diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) disse que “o novo filme não é um Deadpool 3′.

Durante sua participação na CinemaCon, Levy conversou com o Screen Rant sobre o assunto e explicou:

“No que diz respeito à elaboração da história de Deadpool e Wolverine‘, eu me senti privilegiado todos os dias porque estamos falando de duas grandes estrelas de cinema em seus papéis mais icônicos. Isso também me deu a oportunidade de fazer algo novo com total liberdade.”

Ele continuou, detalhando:

“É o terceiro filme de Deadpool, mas não é ‘Deadpool 3‘. É uma coisa diferente que é muito ‘Deadpool e Wolverine, digamos assim. Não é um filme que está tentando copiar nada dos dois primeiros.”

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Will Smith revela quais são seus filmes PREFERIDOS da sua carreira; O 1º é EMOCIONANTE!

Will Smith conversou com o Hot Ones sobre sua filmografia e foi questionado sobre quais ele considera seus melhores filmes.

Em resposta, ele disse que:

“Acho que o melhor filme que já fiz é ‘À Procura da Felicidade‘. É aquele em que não fui só eu (dando meu melhor). Logo depois, vem ‘MIB – Homens de Preto‘, o primeiro, tudo nele é fantástico: a direção, a fotografia, a trilha sonora…”

Ao longo da conversa, o astro também mencionou grandes sucessos, como a franquia Bad Boys e a adaptação live-action de ‘Aladdin‘, argumentando que estão entre os mais divertidos de sua carreira.

“São tantos… Mas, considerando os melhores filmes no geral, melhores performances, se eu tivesse que colocar quatro deles em uma cápsula do tempo seriam: ‘À Procura da Felicidade’, ‘MIB – Homens de Preto’, ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘King Richard: Criando Campeãs‘.”

À Procura da Felicidade‘ é uma história inspirada em fatos reais sobre Chris Garner, um vendedor de São Francisco que vive no limite da linha da pobreza. Quando sua mulher Linda o abandona, Chris deve criar sozinho o filho deles de 5 anos, Christopher.

A determinação de Chris finalmente surte efeito quando ele arruma um estágio sem remuneração em um programa ultra-competitivo de analista financeiro, onde somente um em cada vinte candidatos consegue ser efetivado.

Mas sem salário, Chris e seu filho são despejados do apartamento em que vivem e são forçados a dormir nas ruas, em abrigos comunitários e até mesmo em banheiros das estações de metrô. Com determinação e o amor e confiança de seu filho, Chris Gardner dá a volta por cima para se tornar uma lenda em Wall Street.

Crítica em Vídeo | Pânico 7 – Com muito terror, humor e metalinguagem, sequência celebra o legado da franquia

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Pânico 7‘, que já está em exibição nos cinemas.

Com muito terror, humor e metalinguagem, a sequência celebra o legado da franquia.

Assista:

 

‘Pânico 8’ vem aí…

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes CRIATIVAS com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Neve Campbell e Isabel May falaram sobre o filme, suas personagens, o legado da franquia e revelaram seus filmes de terror favoritos.

E ainda mandaram um recado fofo em português para os brasileiros.

Assista a um trecho da entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

 

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

10 ÓTIMOS filmes sobre Terapia de Casais

Um casamento não se vive apenas de momentos felizes. Muitos casais encontram-se em crises, conflitos em seus relacionamentos e alguns desses buscam ajuda na terapia de casal. Buscando encontrar recorte interessantes sobre o tema, criamos uma lista abaixo com 10 filmes sobre Terapia de Casais:

 

Encontro de Casais

Filme norte-americano lançado em 12 anos atrás nos mostra um grupo de casais que vai para um retiro e lá descobrem o quanto o relacionamentos de cada um deles está com problemas. Dirigido por David Christiaan.

 

Se Sabem Como Eu Sou, Por que Me Convidam?

Nessa produção colombiana, conhecemos um grupo de pessoas que resolve ir até um lugar par atentar consertar seus conflituosos relacionamentos.

 

Terapia do Prazer

Lançado no final da década de 90, escrito e dirigido por Lance Young, em Terapia do Prazer acompanhamos um casal recém casados que resolvem procurar ajuda de um terapeuta sexual para melhorar seu relacionamento.

 

Encontro de Casais

Um dos mais famosos filmes sobre o tema, em Encontro de Casais, conhecemos quatro casais de amigos que vão até uma ilha paradisíaca onde acontecem sessões de terapia de casais obrigatórias.

 

Amor no Divã

O filme brasileiro, dirigido por Alexandre Reinecke, nos conta a história de uma terapeuta de casais que se encontram em um presente com uma forte crise no seu próprio relacionamento, ao mesmo tempo que precisa ajudar um jovem casal com os conflitos deles.

 

Ira & Abby

Nessa comédia romântica lançada no início dos anos 2000, acompanhamos um casal que precocemente resolve e juntar e acabam enfrentando diversos problemas.

 

Divã a 2

Nessa comédia brasileira lançada em 2015, acompanhamos um casal, juntos a cerca de uma década, que resolvem tentar soluções para seus conflitos com a terapia de casal.

 

Má Terapia

Nesse filme, que é baseado em fatos reais, um casal resolve procurar ajuda de uma terapeuta matrimonial afim de resolver alguns conflitos no relacionamento deles.

 

Um Divã para Dois

Na trama, um casal já na flor da terceira idade enfrenta uma crise intensa em seu relacionamento. Para tentar fugir da mesmice procuram se entender em algumas sessões de aconselhamento de casais, sob o comando de um médico experiente no assunto. A lembrança de momentos vivos na vida daquele casal reacende a chama que não mais existia. O pedido de casamento com direito a anel no pão doce, noites inesquecíveis, viagens memoráveis, todas essas situações despertam novamente aquele sentimento que estava guardado dentro daquele casamento de 31 anos.

 

Como Nossos Pais

Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.

Crítica | Boneco do Mal

Nem Chucky, Nem Annabelle

É interessante notar como funciona o hype gerado por determinado filme atualmente. Campanhas de marketing sempre foram utilizadas na hora de vender uma produção. A criada para Batman (1989), de Tim Burton, ainda se mantém como uma das maiores da história, com símbolos do personagem espalhados por outdoors de vários países, incluindo o Brasil, um ano antes da estreia do filme.

Hoje, a internet tem grande mérito, e as pessoas ditam o que querem ver ou não nas redes sociais. De acordo com esta “onda”, os estrategistas montam as campanhas pegando carona na cultura pop do momento. É o imediatismo máximo. Seguindo esta nova regra, produções como Deadpool falaram diretamente com seu público-alvo e deram o que ele queria. É um filme feito para eles e quase por eles. Em 2006, algo parecido havia sido tentado, sem o mesmo êxito, com Serpentes a Bordo (Snakes on a Plane).

CinePOP 3

Tudo isso para chegarmos a este Boneco do Mal (The Boy), cujo hype gerado em sites e mídias sociais serviu para vender o filme de forma forte, talvez mais até do que a campanha de marketing da produção em si. Tal impulso é comprado pelos fãs e os produtores e distribuidores agradecem. Confesso que sabia pouco e não olharia duas vezes para esta produção. Mas o falatório gerado nas mídias sociais foi tamanho que me convenceu e despertou minha curiosidade sobre que diabos era este “Garoto”.

Lauren Cohan (The Walking Dead) é a estrela do terror na pele de Greta Evans, uma jovem tentando recomeçar a vida na Inglaterra, após os maus tratos do abusivo ex-namorado. A bela arruma emprego de babá / governanta numa antiga e gigantesca mansão, muito semelhante a um pequeno castelo. Seus proprietários são o casal de idosos Sr. e Sra. Heelshire (Jim Norton e Diana Hardcastle). Aparentemente normais e amáveis, a dupla esconde um tenebroso segredo.

CinePOP 4

Bem, se você já viu algum trailer, ou simplesmente leu o título do filme, já deve imaginar. O filho do casal, o pequeno Brahms, é na realidade um boneco de louça. Eles o tratam como um menino vivo, e exigem que a incrédula babá dê ao ser inanimado tratamento igual, precisando alimentá-lo, trocar sua roupa e inclusive o colocar para dormir. O casal então sai de férias, bem suspeitas, e deixam a incauta jovem cuidando da casa e de seu “filho”. A única companhia da protagonista é Malcolm (Rupert Evans), o dono da venda que traz provisões, aparecendo de tempos em tempos.

CinePOP 5

O maior elogio que Boneco do Mal pode receber – e não é coisa pouca, levando em conta o gênero – é em relação ao seu roteiro. Em sua reviravolta, que não serei louco de revelar aqui, o filme entrega algo totalmente inesperado. Surpreendendo de forma impactante, ficamos esperando o básico de produções do gênero, para recebermos algo inusitado, que deixará muitos de boca aberta. Só por isso, Boneco do Mal já merece elogios. Por conseguir nos enganar por 1h30min antes de seu clímax – bem eletrizante diga-se.

Fora isso, Boneco do Mal é relativamente rotineiro. Cria personagens básicos e sem muito brilho (veja o que tem sido feito em filmes como Invocação do Mal e Sobrenatural, por exemplo). Funciona dentro de uma estrutura pré-estabelecida, oscilando em duas vertentes de subgêneros do terror, o de casas mal-assombradas e o slasher. O que conta em filmes assim é em que nível ele te assusta. Mas Boneco do Mal poderá dividir opiniões, justamente por entregar algo diferente do que à primeira vista está vendendo. Seja como for, o filme é criativo, arrepiante e passa com louvor no quesito “medidor de medo”.

‘Todo Mundo em Pânico’! Relembre o Declínio dos “Filmes-Paródia” nos anos 2000…

Um fenômeno curioso que acontece na indústria do cinema é a saturação do mercado devido a um número extensivo de produções de um subgênero. Isto é, reformulando, caso tais produções exibam desgaste por motivo de sua baixa qualidade. E como cinema é uma arte subjetiva, me refiro à baixa qualidade no sentido de seu resultado, tanto financeiro (nas bilheterias – o que espelha a baixa procura do público pelo filme), quanto de crítica (os especialistas podem jogar uma obra na lama ou elevá-la a um pedestal – o que pode vir ou não a coincidir com o gosto do grande público). Mas não só por isso, outro fator determinante para a “extinção” ou diminuição drástica na produção de um gênero ou subgênero, pode ser a mudança na sociedade – em que valores antigos e certos tipos de história não cabem mais. Por exemplo, até a década de 1950 no cinema, dois dos gêneros mais produzidos e mais valorizados pelo público eram os faroestes e os musicais. Com o tempo o interesse por filmes mais modernos foi crescendo e os velhos valores diminuindo.

Tudo isso para chegarmos até os filmes paródia, um subgênero que se consolidou na década de 1980 e que consiste em tirar sarro (e espera-se risadas também) de filmes e gêneros que fizeram ou fazem sucesso. O primeiro grande exemplar bem-sucedido do subgênero podemos dizer que foi Apertem os Cintos… o Piloto Sumiu, de 1980, que brincava com os filmes catástrofe (sensação na década anterior de 1970). A própria Paramount tentava tirar sarro dos filmes slasher logo no ano seguinte, com Student Bodies, sem sucesso. Depois vieram Top Secret (1984) – paródia dos filmes de espionagem e guerra – e Corra que a Polícia Vem Aí (1988) divertida sátira de filmes policiais. Um dos mais famosos foi Top Gang, cujo primeiro filme parodiava Top Gun, e o segundo era sátira de Rambo 2. Fora isso, o cineasta Mel Brooks, que vinha trabalhando em tais produções desde a década de 1970 (com Banzé do Oeste e O Jovem Frankenstein), fez suas próprias versões “zoadas” dos filmes de Hitchcock (Alta Ansiedade), de Star Wars (S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço), Robin Hood (A Louca! Louca História de Robin Hood) e Drácula (Drácula, Morto mas Feliz).

Com os anos 2000, os filmes paródia que já haviam presenciado um grande desgaste no fim dos anos 1990, receberam uma sobrevida graças ao sucesso estrondoso de Todo Mundo em Pânico (2000), filme dos irmãos Wayans que havia conseguido o que Student Bodies não realizou: parodiar os filmes de terror slasher – graças à segunda leva trazida por Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. E podemos dizer que foi graças a Todo Mundo em Pânico que uma verdadeira enxurrada de produções, digamos, de gosto duvidoso lotou os cinemas. De qualidades e sucesso variados, os filmes paródia foram perdendo o gás, mas seguiam sendo produzidos. Abaixo iremos lembrar de alguns dos mais famosos que permearam a década de 2000. Confira.

Não é Mais um Besteirol Americano (2001)

O primeiro a chegar seguindo o rastro de Todo Mundo em Pânico foi esta comédia protagonizada por um Chris Evans antes da fama. E se o filme dos irmãos Wayans aproveitava a boa fase dos filmes slasher de terror adolescente para pegar para si uma fatia deste sucesso, este Não é Mais um Besteirol Americano também “sugava” de um tipo de filme juvenil que se via em alta no fim da década de 90, as comédias adolescentes colegiais. Assim, Ela é Demais (1999), Marcação Cerrada (1999), 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999), Mal Posso Esperar (1998) e o clássico A Garota de Rosa-Shocking (1986), por exemplo, entravam na mira do longa, que até possui seus fãs – a coisa pioraria depois.

Uma Comédia Nada Romântica (2006)

O problema para o gênero começou com a entrada de Aaron Seltzer e Jason Friedberg (que haviam trabalhado em alguns filmes de sucesso dentro do subgênero) de cabeça no mercado, assumindo sozinhos os roteiros e direção de vários destes filmes, digamos, esquecíveis, e acreditando terem encontrado ouro. O primeiro do lote foi este Date Movie (no original), que parodiava… sim, você acertou, diversas comédias românticas da época, vide Hitch: Conselheiro Amoroso, Casamento Grego, Penetras Bons de Bico, Legalmente Loira, O Diário de Bridget Jones, Entrando Numa Fria, Quero Ficar com Polly, entre outros. Quem protagoniza é Alysson Hannigan, de American Pie.

Deu a Louca em Hollywood (2007)

A dupla Aaron Seltzer e Jason Friedberg continuou cometendo seus crimes cinematográficos produzindo, escrevendo e dirigindo seus filmes. E logo no ano seguinte, o alvo de suas paródias (sem muita inteligência ou graça) foram os filmes épicos de Hollywood, ou seja, suas superproduções daquele ano. O que foi acontecendo cada vez mais em filmes assim é que se tornaram apenas esquetes, nos quais os personagens vão pulando de situação em situação, de cena em cena, apenas apostando no fator familiaridade, ou seja, filmes que o público reconheça – sem qualquer esforço. Não existe a mínima tentativa em criar personagens ou uma trama que saia do ponto A até o B – como eram as citadas produções do gênero na década de 1980, como Apertem os Cintos, Corra que a Polícia Vem Aí e Top Secret, por exemplo. Aqui, as “paródias” são de Piratas do Caribe, As Crônicas de Nárnia, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Código da Vinci, Superman – O Retorno, entre outros.

Espartalhões (2008)

Nada em Hollywood continua a receber sinal verde se não estiver dando resultado financeiro. E cada tipo de filme possui sua própria audiência. Assim como os adolescentes tinham os filmes slasher na década de 80, extremamente criticado pelos adultos, nos anos 2000 os filmes de Seltzer e Friedberg rendiam um considerável retorno de investimento em seu orçamento – por mais incrível que isso possa parecer para quem tem mais de dois neurônios. A verdade é que tais filmes são mirados a um público bem jovem, pré-adolescentes e adolescentes dos quais o cartunista Mike Judge tirava sarro em Beavis e Butt-Head. Eles não só existem como faziam os filmes de Seltzer e Friedberg sucesso ano após ano. Como projeto seguinte, a dupla escolheu como alvo de sua pseudo-paródia o sucesso 300, de Zack Snyder. E como sempre escolhendo como fonte de seu humor, a obviedade e o mais baixo denominador comum – como por exemplo, apontar a erotização masculina e o clima homoerótico implícito dos guerreiros.

Super-Herói: O Filme (2008)

Sem muita surpresa, o melhorzinho desta safra de filmes paródia da década de 2000, não é uma produção de Seltzer e Friedberg. E assim, mesmo que este longa não seja uma obra-prima, traz um enorme respiro do nível de “piadas” sem cérebro, todas abaixo da linha da cintura das produções citadas acima. Não que Super-Herói: O Filme não as traga também, mas aqui elas pairam um pouco acima do que era feito no período. Escrito e dirigido Craig Mazin, roteirista de Se Beber, Não Case 2 (2011), Uma Ladra Sem Limites (2013) e da série Chernobyl (2019), o principal alvo desta paródia é Homem-Aranha (2002), de Sam Raimi; aqui propriamente rebatizado como o Libélula.

Super-Heróis: A Liga da Injustiça (2008)

Como a paz e o sossego nunca duram por muito tempo, mais um ano chegava em que o público era “brindado” com uma produção da dupla Seltzer e Friedberg. Com respaldo da Lionsgate, o trabalho seguinte dos cineastas tinha como alvo os filmes de desastre, em especial os de meteoros em colisão com a Terra. É claro que a história é só uma desculpa para infinitos esquetes sem-graça onde a aposta é no reconhecimento por parte do público dos filmes mencionados. De Juno a Encantada, passando por Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal e Hancock, a fórmula dos filmes da dupla de diretores é apenas fazer referência com uma piada de baixo calão a algum blockbuster do momento. No elenco, personalidades como Kim Kardashian e Carmen Electra.

Os Vampiros que se Mordam (2010)

Finalmente! Finalmente a fórmula do mais baixo denominador comum dos cineastas Aaron Seltzer e Jason Friebberg havia se desgastado e o público se via cansado deste tipo de produção que simplesmente reproduzia trechos de filmes de sucesso do período sem utilizar muito esforço ou pensamento na hora de criar suas piadas. Depois de Uma Comédia Nada Romântica (2006), Deu a Louca em Hollywood (2007) e Espartalhões (2008), o público finalmente percebeu que estava sendo enganado pelos diretores com a promessa de um filme divertido e engraçado, e estava recebendo algo muito abaixo disso. Foi preciso três filmes e dois anos para os espectadores sacarem o “golpe” da dupla. Assim, felizmente, Super-Heróis: A Liga da Injustiça não fez sucesso de bilheteria e os diretores descansaram, ou nos deixaram descansar, no ano de 2009 sem uma produção sua. Mas como tudo que é bom dura pouco, em 2010 eles voltariam a atacar com Os Vampiros que se Mordam, a “paródia” do muito “zoado” Crepúsculo. E para nosso azar, o filme fez sucesso pelo mundo.

A Saga Molusco: Anoitecer (2012)

“Ladrão que rouba ladrão…”. As caras-de-pau de Aaron Seltzer e Jason Friedberg incentivaram outras produções mequetrefes e seus realizadores. Mesmo obtendo relativo sucesso com Os Vampiros que se Mordam (2010), felizmente a dupla tiraria umas férias de três anos, deixando nosso intelecto sem ser ofendido no período. Porém, artistas como o diretor Craig Moss – da franquia Bad Ass, com Danny Trejo – se sentiriam motivados a seguir com o “legado” da dupla de cineastas. Assim, “inspirado” por Os Vampiros que se Mordam, Moss resolveu tirar da cartola ainda outra “paródia” de Crepúsculo, no mesmo ano em que a saga original chegava ao fim nos cinemas. A Saga Molusco: Anoitecer é tudo o que você espera dela e muito menos.

Inatividade Paranormal (2013)

Ao contrário do que muitos possam pensar, a trajetória dos irmãos Wayans pelos filmes paródia – também conhecidos como “comédias besteirol” – não começou com o primeiro Todo Mundo em Pânico (2000). Quatro anos antes disso, o trio Marlon, Shawn e Keenen Ivory Wayans já haviam investido no cult Vizinhança do Barulho, uma paródia de dramas sociais, como Os Donos da Rua (1991), Uma Questão de Respeito (1992), South Central: O Bairro Proibido (1992) e Perigo para a Sociedade (1993). Depois de darem bola fora com o segundo Todo Mundo em Pânico (2001), a franquia saiu das mãos dos Wayans, que foram fazer As Branquelas (2004) e O Pequenino (2006) – comédias que também não são boas, mas possuem uma legião de fãs, em especial a primeira. Em 2013, Marlon Wayans escreveu e protagonizou sua própria versão de Todo Mundo em Pânico, com Inatividade Paranormal, paródia de Atividade Paranormal e afins.

Jogos Famintos (2013)

A paródia anterior de Aaron Seltzer e Jason Friedberg havia sido Os Vampiros que se Mordam (2010). E o que aconteceu quando a franquia Crepúsculo deixou os adolescentes órfãos de um produto mirado a eles nos cinemas? Bem, outro veio correndo substituir. Trata-se de Jogos Vorazes, lançado em 2012. Sem perder tempo algum, Seltzer e Friedberg estavam de novo em campo para confeccionar mais uma produção barata e sem muito conteúdo, visando capitalizar em cima do mesmo tipo de público que o Jogos Vorazes original atingia. Assim nascia Jogos Famintos (não é hilário?). Além da franquia que colocou Jennifer Lawrence no mapa, a paródia tira sarro de filmes como Avatar e Os Mercenários. Porém, terminou por se mostrar mais um fracasso para a dupla.

Se Beber, Não Entre no Jogo (2014)

Ainda bem que o fracasso das produções de Seltzer e Friedberg terminaram não incentivando novos cineastas a seguir na mesma linha. Mesmo assim, ainda chegaram a inspirar alguns “imitadores”. Este foi o caso com Se Beber, Não Entre no Jogo (2014), mais uma paródia de Jogos Vorazes, lançada no mesmo ano em que a franquia de Jennifer Lawrence chega ao fim, e protagonizada por Jamie Kennedy (de Pânico) e Tara Reid (de American Pie). Kennedy também assina o roteiro e a direção fica por conta de Josh Stolberg, roteirista do remake de Piranha (2010) e do recente Espiral  (2021), novo capítulo de Jogos Mortais. Além de Jogos Vorazes ainda sobra tiração de sarro para Se Beber, Não Case, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Thor.

Super Velozes, Mega Furiosos (2015)

Cada geração teve sua safra de filmes paródia. É interessante notar, no entanto, como não apenas a qualidade de tais produções foram decaindo, como também o nível de seus realizadores. Quando tiveram seu ápice, as produções tinham os nomes dos cineastas Jim Abrahams, David e Jerry Zucker como representantes, em filmes como Apertem os Cintos…, Top Secret, Corra que a Polícia Vem Aí e Top Gang, indiscutivelmente alguns dos melhores exemplares do subgênero. Na década seguinte vieram os irmãos Wayans, que mesmo entre erros e acertos ainda são mais expressivos que a dupla Aaron Seltzer e Jason Friedberg. Para os filmes dos últimos só nos resta nos recolhermos em posição fetal. Nesta última investida da dupla (pelo menos até o momento), ocorrida há pouco tempo, em 2015, o alvo foi a franquia Velozes e Furiosos. Esperamos que tenham encerrado aqui.

‘O Que Fazemos nas Sombras’: Série de TV baseada no filme ganha trailer; Assista!

A série Wellington Paranormal, spin-off da comédia com terror aclamada pela crítica, O Que Fazemos nas Sombras, ganhou o seu primeiro trailer.

Assista:

Antes de entrar para o time da Marvel e assumir a direção de Thor: Ragnarok, o diretor Taika Waititi comandou O Que Fazemos nas Sombras’. Jemaine Clement é roteirista, diretor e ator do spin-off.

A trama acompanhará os policiais Karen e Mike investigando diversos casos sobrenaturais em Wellington, capital da Nova Zelândia.

Wellington Paranormal terá seis episódios de 30 minutos de duração. A estreia acontecerá no dia 11 de julho na Nova Zelândia.

O Que Fazemos nas Sombras‘, lançado em 2014, conta a história de três vampiros que dividem a mesma casa, Viago (Taika Waititi), Vladislav (Jemaine Clement) e Deacon (Jonathan Brugh). E juntos, eles precisam superar algumas dificuldades como encontrar sangue humano, evitar a luz solar e pagar suas contas. Além do maior problema que é conviverem sob o mesmo teto.

O filme está atualmente disponível na Netflix.

‘Nightflyers’ é CANCELADA pelo SyFy

O canal SyFy cancelou oficialmente a série de terror ‘Nightflyers‘, baseada no livro de George R.R. Martin, depois de apenas uma temporada.

A produção registrou uma péssima audiência, com uma média de 0.09, e um total de 395 mil espectadores. Além disso, a série foi massacrada pelos críticos, alcançando uma média de apenas 34% no Rotten Tomatoes.

A série foi criada por Jeff Buhler, roteirista do remake de ‘Cemitério Maldito‘ e do reboot de ‘O Grito‘.

“Em quem confiar quando a humanidade está em perigo? Uma história de George R. R. Martin, Nightflyers é um thriller psicológico ambientado no espaço profundo, às vésperas da destruição da Terra. Uma tripulação de exploradores viaja na nave mais avançada da galáxia, a Nightflyer, e trabalha para interceptar um misterioso veículo alienígena que pode conter a chave para a sobrevivência do planeta. Conforme a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que forças misteriosas e até mesmo suas próprias mentes estão trabalhando contra eles.”

O elenco conta com Gretchen Mol, Eoin Macken, David Ajala, Sam Strike, Maya EsheAngus Sampson, Brían F. O’ByrneJodie Turner-Smith.

‘AHS: 1984’: Emma Roberts retorna ao acampamento no trailer do próximo episódio

A FX divulgou o trailer do sétimo episódio de American Horror Story: 1984’, intitulado The Lady in White.

Confira:

O novo episódio será exibido no dia 30 de outubro. Na trama, “Um capítulo escondido do acampamento Redwood é revelado. Os sobreviventes ajudam um desconhecido abandonado.”

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Definir imagem destacada

Oi? Jeans assassino ataca no trailer do terror trash ‘Slaxx’; Assista!

Justo quando você pensou que era seguro vestir suas calças…

O terror trash ‘Slaxx‘, que foca em um jeans assassino, ganhou o primeiro trailer bizarro.

Confira:

O longa é dirigido por Elza Kaphert.

Um par de jeans possuído ganha vida e começa a aterrorizar a equipe de um loja de roupas.

O elenco conta com Romane Denis, Brett Donahue, Sehar Bhojani, Kenny Wong, Tianna Nori e Hanneke Talbot.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Creepshow’: Deadite ataca no novo clipe da 2ª temporada; Assista!

O Shudder divulgou um novo clipe da 2ª temporada do terror antológico ‘Creepshow‘.

Confira, com o trailer completo:

O novo ciclo estreia no dia 1º de abril.

A próxima temporada conta com Ali LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin Dillon Keith David, Ashley Laurence, Josh McDermittAnna Camp, Adam Pally Eric Edelstein.

Joe Lynch (‘Floresta do Mal’) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

‘Reação em Cadeia’: Filme brasileiro estilo ‘Velozes e Furiosos’ ganha data de estreia na Amazon Prime; Confira o trailer!

A Amazon Prime finalmente anunciou quando ‘Reação em Cadeia‘, filme brasileiro de ação no estilo ‘Velozes e Furiosos‘, será lançado em seu serviço de streaming.

O longa irá estrear na plataforma no dia 27 de novembro.

Confira o trailer:

O filme é dirigido por Marcio Garcia e estrelado por Monique Alfradique, Bruno Gissoni, André Bankoff, Victor Lamoglia, entre outros.

Guilherme (Bruno Gissoni) é auditor de uma grande empresa e quando descobre desvio de dinheiro, ganha uma promoção: auditor interno “criativo”. O que ele não imaginava era o peso que essa criatividade teria em sua carreira.

Ao se envolver emocionalmente com Lara (Monique Alfradique), uma antiga namorada de colégio, ele acaba entrando em uma cilada ainda maior ao descobrir que a jovem namora o problemático Zulu (André Bankoff). Para tentar livrar-se da dívida do namorado, Lara envolve Guilherme em um esquema criminoso.

Lavagem de dinheiro e tráfico de drogas: como o auditor irá se livrar desses dois problemas que envolvem diretamente com a polícia federal?

Men – Faces do Medo

(Men)

 

Elenco:

Jessie Buckley
Rory Kinnear
Paapa Essiedu

 

Direção: Alex Garland

Gênero: Terror

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 8 de Setembro de 2022

Sinopse: 

A trama acompanha Harper, uma jovem que, após se tornar viúva, decide passar um tempo sozinha no interior da Inglaterra. Vivendo o seu luto, ela começa a perceber que alguém está lhe perseguindo e suas memórias e medos voltam para assombrá-la.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Alex Garland também é responsável pelo roteiro do longa;

» Do mesmo diretor dos aclamados ‘Ex_Machina: Instinto Artificial‘ e ‘Aniquilação‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘And Just Like That’: Sarah Jessica Parker e amigas nas imagens oficiais da 2ª temporada; Confira!

O site EW divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada de ‘And Just Like That…‘, série que dá continuidade aos eventos de ‘Sex and the City‘.

Confira:

A nova temporada chega ao serviço de streaming em junho.

 

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Tony Danza também foi escalado para o próximo ciclo como o pai de Che (Ramirez). Mais detalhes não foram revelados.

Zooey Deschanel estrelará nova comédia romântica da Amazon MGM Studios

De acordo com o Deadline, Zooey Deschanel (‘500 Dias com Ela’) será a protagonista da comédia romântica ‘Merv‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.

Na trama…

“Um casal separado descobre que o cachorro que eles compartilham está sofrendo de depressão após o término do seu relacionamento. Tentando levantar seu astral, os dois decidem passar o feriado juntos de férias na ensolarada Flórida.”

Jessica Swale (‘Onde Fica o Paraíso’) será responsável pela direção.

O roteiro foi assinado pela dupla Linsey Stewart e Dane Clark.

Matt Baer e Roma Downey servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Warner Bros. não ficou satisfeita com o primeiro trailer de ‘Superman’ [RUMOR]

Não é novidade que todos estão ansiosos para conferir o primeiro trailer de ‘Superman‘, que dará início ao novo universo cinematográfico da DC nas telonas, mas parece que a pressão tem sido grande para o estúdio.

De acordo com o cineasta Dan Marcus, a Warner Bros. alegadamente não ficou nada satisfeita com o primeiro corte do trailer – e pediu ao editor uma versão melhor.

“Estou muito ansioso para o trailer de ‘superman’. Pelo o que eu ouvi, há uma pressão enorme internamente na Warner Bros. para o trailer ser bem recebido. Aparentemente, o estúdio pediu por múltiplos cortes do trailer para encontrar a melhor versão.”

Ele completa, “Para clarificar, desde que o estúdio pediu por diferentes versões, aparentemente o editor apresentou um trailer praticamente finalizado há algumas semanas. O estúdio não ficou satisfeito e pediu para melhorá-lo. Eu não gostaria de fazer parte do departamento de marketing atualmente.”

Marcado para julho de 2025, ‘Superman também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
david corenswet as superman

Bem-vindos de volta ao inferno no teaser LEGENDADO de ‘Retorno a Silent Hill’; Confira!

A aguardada adaptação de ‘Retorno a Silent Hill‘ (Return to Silent Hill) um novo teaser primeiro teaser legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo filme está programado para estrear no dia 23 de janeiro de 2026.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

“James (Jeremy Irvine) é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor (Hannah Emily Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.”

“Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.”

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

‘Psicopata Vitoriana’: Terror gótico com Maika Monroe abre com 75% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 16 reviews publicadas até o momento, o terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho) abriu com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom macabramente divertido da adaptação, não poupando elogios à psicótica performance da atriz Maika Monroe (‘Corrente do Mal’) como a personagem titular.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com um elenco talentoso, ‘Psicopata Vitoriana’ é uma vitória vibrante, violenta e perigosamente engraçada para Maika Monroe, Virginia Feito e Zachary Wigon.” (Collider)

“‘Psicopata Vitoriana’ é hilário, extremamente divertido e assumidamente insano.” (Mashable)

“Com uma duração concisa de 90 minutos, algumas alterações feitas no livro, também curto, são inteligentes, enquanto outras diluem seus impulsos mais sombrios.” (IndieWire)

“Apesar de todos os seus excessos de gênero insanos, ‘Psicopata Vitoriana’ funciona como um grito primal catártico e bem-vindo.” (Screen International)

“É um filme que transmite boas vibrações e que certamente agradará a todas as idades.” (Mashable)

“É um filme que começa com o comportamento psicótico de Monroe em um nível tão febril que se espera um final explosivo, mas que deixa o espectador insatisfeito com uma obra que, com muita frequência, parece querer apenas explorar a loucura pela metade.” (RogerEbert.com)

“A carnificina se torna algo bastante divertido nas mãos habilidosas de Maika Monroe.” (Bloody Disgusting)

“Todo o elenco é melhor que o roteiro; o filme parece convencido de que é muito mais engraçado, inteligente e perturbadoramente subversivo do que realmente é.” (The Hollywood Reporter)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de Setembro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).

Nathalie Emmanuel fala sobre cena de nudez em ‘Game of Thrones’

A atriz Nathalie Emmanuel, a Missandei de ‘Game of Thrones‘, fez a sua primeira cena de nudez neste domingo, no segundo episódio da sexta temporada da produção.

E para a atriz, o momento possui um valor bem especial dentro da trama, considerando as limitações físicas e traumatizantes do personagem Verme.

Em entrevista ao site da Entertainment Weekly, ela compartilhou a experiência:

“Nós temos acompanhado os dois, vimos o interesse mútuo existente, vimos eles tentando se expressar, mas até então não havíamos visto eles dizerem como se sentem. Esse momento é o clímax e o ato físico de tudo isso. E existe uma sensação única em torno de toda essa cena, principalmente considerando seu histórico de mutilação. Há um confiança real aqui e ela se expressa de uma forma adorável e sensível neste momento em que eles expressam seu amor fisicamente”.

Nathalie também falou sobre a simbologia da cena:

“É um passo muito grande para ele e a Missandei sabe disso e não liga para sua limitações. Ela simplesmente o ama, o que permite que essa intimidade presenciada pela audiência aflore entre ambos. Normalmente ela é sempre tão séria e cheia de compostura, então é realmente incrível e divertido vê-la vulnerável, mostrando um lado mais humano e sensível”.

Confira, com a sinopse e a prévia do terceiro episódio, que será exibido no próximo domingo:

A Justiça da Rainha (The queen’s justice) – 3º episódio – 30 de julho
Daenerys (Emilia Clarke) realiza uma reunião de tribunal. Cersei (Lena Headey) devolve um presente. Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) aprende com seus erros.

‘Bond 25’: Novo 007 confirma Danny Boyle na direção e ganha data de estreia

A produção de ‘Bond 25‘ está caminhando em ritmo célere, com as mais recentes novidades. Segundo o Deadline, a sequência confirmou a presença do cineasta Danny Boyle na direção, com John Hodge sendo o responsável pelo roteiro.

Daniel Craig também retorna no papel de James Bond.

A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais.

Como de costume, ‘Bond 25‘ terá sua estreia primeiramente no Reino Unido, em 25 de outubro de 2019. O lançamento nos Estados Unidos acontecerá na semana seguinte, em 08 de novembro.

A expectativa é que as filmagens comecem em 03 de dezembro deste ano.

 

‘Chernobyl’: Minissérie da HBO sobre desastre nuclear ganha novo e intenso trailer; Assista!

A nova minissérie da HBO, ‘Chernobyl‘, ganhou um novo e intenso trailer, que explora o emblemático desastre nuclear ocorrido nos anos 80.

Confira:

A primeira temporada irá estrear no dia 6 de maio.

A série conta a história do desastre nuclear de 1986 – uma das maiores catástrofes causadas pelo homem – e os sacrifícios feitos para salvar a Europa de consequências inimagináveis.

O elenco inclui Jared Harris, Stellan Skarsgård, Joshua Leese e Emily Watson.

‘Coringa’ ganha data de estreia na HBO

Após uma grandiosa jornada de sucesso nos cinemas e na temporada de premiações, o filme solo do vilão ‘Coringa‘ finalmente ganhou data de estreia na plataforma da HBO.

A produção será lançada no canal no dia 16 de maio, conforme anunciado em um novo que traz as principais estreias da emissora ao longo do mês que se aproxima.

Confira:

Assista algumas cenas excluídas:

 

Assista à nossa crítica do filme:

 

 

‘Hungry’: Demi Lovato vai estrelar comédia sobre distúrbios alimentares

A série de comédia sobre distúrbios alimentares, intitulada ‘Hungry‘, estrelada por Demi Lovato, ganhou sinal verde pela emissora NBC, para a produção de um episódio piloto. A informação foi revela pelo The Hollywood Reporter.

Além de estrelar, Lovato também assume a função de produtora executiva do projeto, ao lado de Sean Hayes, Todd Milliner, Scooter Braun, Scott Manson e James Shin.

A roteirista de ‘Will & Grace‘ e ‘No Calor de Cleveland‘, Suzanne Martin, assinará o roteiro da série.

Hazy Mill e SB Projects (desenvolvida por Scooter Braun, produtor de Lovato) estão à frente do desenvolvimento do projeto, em associação à Universal Television.

Mais novidades serão divulgadas em breve.

Crítica | Ficção Americana: Comédia vencedora do Oscar é uma ácida crítica aos estereótipos negros em Hollywood

Cercado pelas ironias e incoerências da vida, Monk é o extrato de um tempo estranho. Vivendo em um hiato temporal onde nunca se produziram tantas “histórias negras”, ele é o que talvez jamais teríamos coragem de verbalizar publicamente. Rancoroso por ser bom demais para uma sociedade culturalmente apaziguada pela produção de estereótipos, ele é o retrato de uma comunidade cansada. É negro, mas não vive da cor de sua pele. Tem suas próprias memórias, mas nenhuma delas condiz com a visão do establishment sobre o pobre bandido que leva uma “thug life”. Culto, inteligente até demais e ávido por ser ouvido, ele se vê preso em suas próprias raízes raciais. E quanto mais tenta fugir delas, mais ele perceberá que é prisioneiro de um sistema que busca representatividade – desde que ela se conforme à torre de mármore do status quo.

Nessa confusão quase existencial, em que Monk é um escritor sem voz ativa, o também professor universitário se vê diante de uma repentina ascensão ao estrelato, ao escrever um romance bem gueto sobre experiências irreais, mas comumente associadas a negros (como pais ausentes, famílias desestruturadas e criminalidade correndo solta). E o que era para ser um mero escárnio para a indústria literária – que só valoriza histórias negras quando excessivamente estereotipadas, acaba se tornando um imenso sucesso de público e crítica. Frente a frente com aquilo que ele mais despreza, ele agora tentará confrontar um sistema errático, enquanto busca provar que sua mais nova obra literária, escrita sob um fantasioso pseudônimo, é de fato uma ofensa a um povo inteiro.

Ficção Americana é irônico logo em seu título. Instigante, ele levanta em nós uma série de questionamentos. Estaríamos mesmo diante de um conto fictício, ou de fato vivemos em um espectro alternativo onde histórias negras e tantas outras são meramente reduzidas a estereótipos? Seria esse reducionismo uma espécie de prisão com barras de ouro, regida por um arquipélago de ‘aliados’ cujo famoso lema é “seja negro, mas o negro que eu determinar”? Essas e tantas outras indagações saltam à mente ao longo de quase duas horas de filme. E nessa jornada tão reflexiva, não passamos ilesos sem desconforto. O cineasta Cord Jefferson estreia na direção e no roteiro afoito para nos levar a um outro lugar, um espaço-tempo onde nos conformamos menos e passamos a questionar mais.

E assim, ele adapta Ficção Americana com brilhantismo, agregando ao argumento do filme suas próprias experiências como um homem negro tentando vencer na indústria cinematográfica. Nos tomando em direção a uma jornada metalinguística, as estruturas de poder de Hollywood são colocadas sob as lentes microscópicas de um cineasta novato e ousado, que não tem medo de cutucar algumas feridas abertas, à medida em que convida a todos para uma conversa honesta sobre o tipo de arte que tem sido produzida atualmente. Com Jeffrey Wright como seu peculiar cavaleiro alado, ele enfrenta salas inteiras de executivos de estúdios, mesas de roteiristas e gabinetes de criação com uma narrativa afiada, precisa e intrigante. E, acima de tudo…profundamente engraçada.

E muito desse humor é mérito de Wright, um artesão da atuação que talha cada personagem à sua maneira. Sempre impecável em tudo aquilo que faz, o astro finalmente ganha seu momento de glória com uma digna indicação ao Oscar, que reflete a maestria de sua habilidade em transitar entre o drama e a comédia. Correndo o risco de ser ardiloso e áspero demais – tamanha sua revolta e frustração -, ele consegue sustentar o carisma de Monk facilmente, nos lembrando que, ao final do dia, ele representa alguns dos pensamentos mais justos de homens e mulheres negros cansados de serem meros tropos narrativos que apenas preenchem tabelas de Excel sobre representatividade.

Ao seu lado, Sterling K. Brown reitera seu enorme talento camaleônico como o irmão mais novo, um médico marcado por um estilo de vida errático e exagerado. E cercado por outros personagens de apoio que ajudam a sustentar os dilemas pessoais e profissionais de Monk, Wright faz de Ficção Americana um experimento único sobre si mesmo, conforme revela novas camadas de seu talento e versatilidade artísticos, ao assumir uma comédia que flerta com o sombrio, mas se entrega a um formato semelhante ao de Alexander Payne. E assim, em pouco menos de duas horas de filme, Jefferson mostra toda sua força como um storyteller, nos embalando em uma crise existencial deliciosa demais para não nos fazer rir.

E permanecendo sempre entre o drama e a comédia, a adaptação do livro ‘Erasure’, de Percival Everett, é uma exímia análise da arte contemporânea em sua plenitude. Muito mais do que ponderar sobre os maneirismos e clichês reciclados da literatura afroamericana, o longa estende essa reflexão para o cinema, quebrando a quarta parede indiretamente, nos encarando nos olhos com seu roteiro e nos confrontando a respeito de talvez sermos ou não parte desse problema. Ácido e irônico em sua abordagem, Jefferson mantém o longa sempre leve e suave, a ponto de alguns até sugerirem uma falta de profundidade na trama. Mas não se iluda. As camadas mais densas de Ficção Americana são como tesouros, apenas verdadeiramente encontrados por aqueles investidos demais, dispostos a encarar o roteiro não como uma alegoria, mas um retrato fiel de uma era tão culturalmente confusa.

Crítica | Marcel, a Concha de Sapatos – Ótima animação da A24 indicada ao Oscar ganha data de estreia no Prime Video

Sensação nos Estados Unidos desde a primeira apresentação no festival South by Southwest (SXSW) em março de 2022, Marcel, a Concha de Sapatos (Marcel the Shell With the Shoes On) conquistou corações durante o ano passado e uma nomeação de Melhor Animação ao Oscar 2023, e finalmente vai ser lançado no Brasil.

Com passagem por diversos festivais, o primeiro filme da técnica stop-motion da A24 chega no Prime Video dia 13 de Novembro.

Baseado no curta-metragem do personagem Marcel, que viralizou em 2010 no YouTube, o filme parecia condicionado ao público do primeiro sucesso, mas a profundidade do tema abordado e a personalidade dada a pequena concha é tão tocante como qualquer drama de Paul Thomas Anderson ou Steven Spielberg

Exageros à parte, a narrativa criada pelo trio Dean Fleischer-Camp, Jenny Slate e Nick Paley é adorável. Em forma de um falso documentário, o narrador do longa (Dean Fleischer-Camp) convence Marcel (voz de Jenny Slate) a contar a sua história para a câmera. Com uma língua afiada e uma desconfiança legítima, Marcel conquista o público nos primeiros minutos. Depois de apresentar sua casa e a sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini), é impossível não ficarmos fascinado pelo seu modo de vida. 

Quantas vezes já nos questionamos sobre a existência de uma concha? Depois dos quatro anos de idade, talvez a resposta seja zero. A originalidade de Marcel, a Concha de Sapatos é exatamente esta, um personagem inesperado e encantador, capaz de nos ensinar sobre a magia das pequenas coisas deste mundo, melhor que alguns filósofos e professores.

Tal como uma criança inocente  — porém corajosa  —, Marcel aceita a ajuda do documentarista para lançar-se na internet em busca de parceiros para encontrar sua família. A partir desse apelo, ele faz reflexões sobre a vida em comunidade e a miséria dos sentimentos humanos. De maneira cândida e despretensiosa, o personagem questiona porque as pessoas vão tirar foto em frente à sua casa, mas não reagem a seu pedido de auxílio.

Na mesma toada, Marcel apresenta a sua preocupação com a idade avançada de sua avó, a única família ao seu lado. Sua inquietação com ela é apresentada de forma tão verídica que é fácil deixar escorrer lágrimas dos olhos junto com essa concha de um centímetro, que percorre os corredores da casa dentro de uma bola de tênis.

Se até aqui apenas os aspectos do roteiro foram colocados em evidência, não é por falta de deslumbre visual. Em um misto de live action com stop-motion, Marcel, a Concha de Sapatos apresenta cenas belíssimas de extrema destreza da técnica aplicada, uma vez que a ação desenvolve-se em uma casa em tamanho real. Ou seja, o encanto é muito mais tocante do que se todo o cenário fosse desenvolvido na estética da animação.

Os motivos da separação de Marcel de sua família são reais e, é possível acreditar na sua história, tanto quanto na sua presença em todos os cômodos da casa. Os detalhes imaginados pelos criadores são de um primor poucas vezes encontrado em um filme de orçamento limitado. É impossível assistir Marcel, a Concha de Sapatos sem se sensibilizar com a sua provocação. A grande temática da obra não são os contratempos de Marcel, mas como as separações, sejam temporárias, sejam permanentes, partem pedaços de nós e sempre nos transformam.  

‘7 Dias em Entebbe’: Críticos internacionais massacram novo filme de José Padilha

O novo filme em idioma estrangeiro do diretor brasileiro José Padilha (Tropa de Elite’, Robocop) não teve uma boa recepção por conta da crítica especializada. De acordo com o site Rotten Tomatoes, 7 Dias em Entebbe tem apenas 17% de aprovação, com 12 críticas, sendo 10 negativas. Confira alguns exemplos:

IndieWire:

“Nós ficamos bem onde começamos e com nada para mostrar senão um relato fugaz de que a paz é impossível sem negociação. É uma lição que a história não nos ensinou, filtrada por um filme que não entende o porquê”

Film Inquiry

“Pode não parecer que os passageiros da Air France passaram sete dias como reféns, mas certamente parece que sete dias se passaram enquanto estava sentado assistindo esse filme”

Guardian:

“‘Surpresa e velocidade é a chave’, alguém comentou isso em algum ponto do filme; A única surpresa aqui é a inexperiência e a falta de surpresa que este projeto acabou sendo”

Hollywood Reporter

“Uma semana desinteressaste”

Apesar disso, também houveram algumas críticas positivas, principalmente para o trabalho de Padilha:

TheWrap

“A tarefa do diretor José Padilha foi simples: encontrar algo novo a dizer sobre o resgate aéreo mais famoso dos anos 1970. Para esse fim, ele é bem sucedido em seu objetivo, mesmo que o projeto em si mesmo nunca decole”

Diamond Films irá distribuir 7 Dias em Entebbeno Brasil. O filme chega aos cinemas ainda no primeiro semestre de 2018.

A trama é centrada no sequestro e no resgate dos passageiros do Voo 139 da Air France, que viajava de Tel Aviv para Paris, em 1976. Com apenas uma semana para cumprir os ultimatos dos terroristas, Israel deve tomar uma decisão crítica: negociar com eles ou fazer uma tentativa de resgate impossível.

O elenco conta com Rosamund Pike, Daniel Brühl e Eddie Marsan. A montagem fica por conta de Daniel Rezende (diretor de Bingo – O Rei das Manhãs’) e a trilha sonora de Rodrigo Amarante, integrante da banda Los Hermanos. Gregory Burke escreve o roteiro.

A première mundial foi na 68º edição do Festival de Cinema de Berlim, que aconteceu entre 15 e 25 de fevereiro de 2018, e deve estrear nos Estados Unidos em 16 de março.

‘Slender Man’: Rede de cinema dos EUA se recusa a exibir o filme de terror

Polêmica! Segundo o ComicBook, uma rede de cinemas dos EUA decidiu por não exibir o terror Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, que estreia por lá na próxima sexta (10).

O site afirma que todas as salas da rede Marcus Theatre, em Winsconsin, não exibirão o novo filme da Sony para não remeter aos eventos trágicos no qual o longa é levemente inspirado.

Vale lembrar que duas garotas de 12 anos mataram uma colega da escola e culparam a lenda urbana da internet como “mandante” do assassinato.

Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme ganhou uma nova data de estreia nos EUA: 10 de agosto de 2018.

As protagonistas são as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de Ouija: Origem do Mal. Além delas, estão confirmados Jaz Sinclair (‘When The Bough Breaks’) e Talitha Bateman (‘Annabelle 2’).

A Screen Gems é responsável por grandes filmes de terror, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

O pouco conhecido David Byrke escreveu o roteiro.

A estreia de Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ no Brasil foi marcada para 23 de agosto de 2018, porém, existe a possibilidade de também ser adiantada.