Thanos foi mostrado aos poucos no Universo Cinematográfico Marvel ao longo de seis anos antes que todos nós pudéssemos ver o estrago que ele fez em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. A maioria desses teasers do personagem veio durante as cenas pós-créditos dos filmes anteriores dos Vingadores.
Agora, um usuário do Reddit, eyeamjosh, reparou algo que ninguém tinha percebido antes: os três filmes dos Vingadores se encerram da mesma maneira: com Thanos sorrindo ao final. Ele havia dado aquele sorriso maligno no fim do primeiro ‘Os Vingadores‘ (2012) depois que seu capanga preferiu a morte do que brincar com os heróis mais poderosos da Terra. No final de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, vimos Thanos agarrando a Manopla do Infinito e declarando que faria o serviço com suas próprias mãos. Então houve o infame sorriso de satisfação que ele deu em ‘Guerra Infinita‘ após aniquilar metade da vida no Universo.
‘A Maldição da Mansão Bly’, continuação da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, terá uma nova trama. Porém, quem foi aos cinemas assistir ao terror ‘Os Órfãos‘, já é familiarizado com a história.
Na véspera de Natal, um narrador não identificado ouve um amigo ler um manuscrito escrito por uma antiga governanta que agora está morta. O manuscrito conta a história de como a jovem que foi contratada por um homem que se tornara responsável por duas crianças, um sobrinho e uma sobrinha, depois da morte de seus pais, mas que não tivera interesse em criá-los. Ele prefere deixá-los a cargo de uma governanta.
Porém, quando a governanta chega à mansão Bly para cuidar das crianças, ela descobre um passado obscuro cheio de segredos, e não sabe se está enlouquecendo ou enfrentando o sobrenatural.
A história foi recentemente adaptada aos cinemas no terror ‘Os Órfãos‘, que recebeu apenas 12% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) retorna no comando do novo ciclo.
Em entrevista ao site Entertainment Weekly, Flanagan prometeu ainda mais sustos na nova temporada.
“[A nova temporada] é ainda mais assustadora”, ele comentou. “É bem mais arrepiante, em um nível visceral”.
‘A Máscara de Ferro‘, comédia de fantasia estrelada por Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger, parece ter entrado para a lista de piores do ano para a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 21% de aprovação, com nota 3.40/10 baseada em 28 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme “une Chan e Schwarzenegger para uma aventura bizarra que almeja a fantasia época com resultados inesperadamente hilários”.
“É o tipo de filme que transforma ‘Piratas do Caribe’ em uma franquia elegante e coesa” – The Spectator.
“Uma sequência complicada que tem muita violência” – Common Sense Media.
Na sequência de ‘Império Proibido‘ (2014), Chan vive um mestre de artes marciais que tenta escapar de uma fortaleza britânica controlada por James Hook (Schwarzenegger), um rancoroso e impaciente militar.
No entanto, a trama é protagonizada por Jason Flemyng, que retorna como o viajante Jonathan Green em uma jornada da Rússia para a China enfrentando dragões, piratas, magia negra e criaturas fantásticas.
Mais uma vez o herói se prepara para uma longa jornada cheia de aventuras incríveis que eventualmente o levarão à China. O cartógrafo enfrentará muitas descobertas de tirar o fôlego, encontrará criaturas bizarras, encontrará princesas chinesas e confrontará mestres mortais das artes marciais e o Rei Dragão.
O filme, estrelado por Jake Gyllenhaal, estreia dia 1º de Outubro.
A história é focada em um operador da polícia em um call center que recebe uma ligação de uma mulher sequestrada e logo é arrastado para um mundo de puro caos.
Com estreia nos cinemas confirmada para as férias de julho, o primeiro filme infantil brasileiro de live-action em 3D tem produção da Raccord Filmes, coprodução da Globo Filmes e do Gloob, distribuição da Downtown Filmes.
Na história, a menina Maribel (Lolla Belli) é sequestrada pelo pirata Perna-de-Pau (Juliano Cazarré), que quer usá-la para achar o tesouro deixado pelo seu avô, o falecido Capitão Bonança Arco-íris. Na casa abandonada onde o velho morou, Maribel espera pela ajuda dos marinheiros Sebastião (Arthur Aguiar), João (Lucas Salles) e Juliano (Hugo Germano), muito amigos do velho capitão, que saem em uma atrapalhada busca pela garota. Eles não chegam nunca e ela acaba conhecendo o fantasminha Pluft (Nicolas Cruz), que morre de medo de gente, Mãe Fantasma (Fabíula Nascimento) e sua família.
Ed Boon, diretor da franquia ‘Injustice‘, já assistiu ‘The Flash‘ e deu suas primeiras impressões elogiando o filme.
“Fã do FLASH desde a infância, tive o prazer de ver uma exibição antecipada do filme The Flash ontem à noite. Que viagem! Facilmente um dos meus filmes favoritos da DC. Tenho que ver de novo! #TheFlash”, ele postou.
As a FLASH fan since childhood, I had the pleasure of seeing an early screening of ⚡️@TheFlash⚡️ movie last night. What a ride! Easily one of my favorite DC movies.
Os Batmans roubam a cena, e a Supergirl é divina. O Andy Muschietti cria um clássico moderno, que tem nostalgia enquanto acena para o futuro. Um espetáculo como há tempos não tínhamos. Prepara o coração para todas as referências, easter eggs e surpresas. #CinemaCon
Damn, #TheFlash is good! It’s super inventive both visually and in concept. The dynamic of two Barry Allen’s is crazy well done.
Emotions hit me intensely hard, solid surprises, and it got me wanting to watch again and really eager to see how they follow it. Well done. pic.twitter.com/7QqiHVNAJy
“Caramba, ‘The Flash’ é bom! É muito inventivo, tanto visual quando conceitualmente. A dinâmica entre os dois Barry Allens é muito bem feita. As emoções vieram com força, sólidas surpresas, e me deixou com vontade de assistir de novo”.
Flash is the DC movies fans have been waiting for. It does so many unbelievable things that you need to see it to believe it. But also on the biggest screen possible. pic.twitter.com/rKqNpLulTv
“‘The Flash’ é o filme que os fãs da DC estavam esperando. Faz coisas inimagináveis que você precisa ver para acreditar. Mas, também, na maior tela possível”.
BELIEVE THE HYPE! Christopher Nolan movies aside, #TheFlashMovie is the GREATEST DC movie of the last 30 years that belongs in the same conversation as SUPERMAN 78 and BATMAN 89. The movie breaks incredible new ground in superhero cinema & honors DC lore of years past. #TheFlashpic.twitter.com/zGkhpfjlsl
“Acreditem no hype! Com exceção dos filmes de Christopher Nolan, ‘The Flash’ é o melhor filme da DC dos últimos trinta anos – que pertence às mesmas conversas sobre ‘Superman’ de 1978 e ‘Batman’ de 1989. O filme quebra barreiras incríveis para os filmes de super-heróis e honra a mitologia passada da DC”.
DC’s #TheFlash is TREMENDOUS! Forget DC, it is without a doubt among the best superhero films ever made. An all-timer. Inventive storytelling, FANTASTIC action sequences, great cast. SO MANY nerdy details. I’m in tears at the end. Everything you want from a superhero film & more pic.twitter.com/xYSn0zuXMm
“‘The Flash’ é tremendo! Esqueça a DC, é, facilmente, um dos melhores filmes de super-herói já feitos. Atemporal. Narrativa inventiva, sequências de ação fantásticas, ótimo elenco. Muitos detalhes. Fiquei em lágrimas no final. Tudo o que você espera de um filme [do gênero] e mais”.
Confira:
O filme recebeu classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos).
O motivo da classificação é devido a “sequências de ação violentas, linguagem inapropriada e cenas contendo nudez parcial.”
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida porAndy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
Enquanto o universo principal do DCU é liderado por James Gunn, outros projetos com os heróis da editora seguirão um caminho à parte, conhecido como Elseworlds.
Cada um terá sua própria narrativa independente, porém, esses lançamentos serão menos frequentes.
James Gunn enfatizou a importância do título Elseworlds para permitir que outras produções de heróis sejam contadas sem a necessidade de se encaixar no DCU. Ele ressaltou que esses filmes precisam ser realmente especiais para serem produzidos.
“O padrão para uma história do Elseworlds será mais alto do que para um filme dentro do DCU. Não que não busquemos sempre a excelência, mas deve ser algo verdadeiramente especial para ser contado fora da nossa continuidade regular e para investirmos recursos para sua realização.”
Aqui estão os próximos filmes do DC Elseworld:
De acordo com a Variety, a Warner Bros gastou US$ 200 milhões no desenvolvimento de ‘Coringa: Folie à Deux‘, sequência do sucesso estrelado por Joaquin Phoenix em 2019.
Além do valor gasto com o marketing, o orçamento teve um aumento significativo em relação ao custo de US$ 60 milhões do original, que rendeu um Oscar de Melhor Ator a Phoenix e faturou US$ 1,074 bilhão.
A Variety revelou que a Warner Bros. está empolgada com a sequência e triplicou o orçamento, refletindo a promessa de “grandiosas sequências musicais” no melhor estilo de ‘Nasce Uma Estrela‘ (2018).
Outro motivo do aumento do orçamento são os cachês milionários dos astros e diretor.
Joaquin Phoenix ganhará US$ 20 milhões mais participações nos lucros das bilheterias. Para o primeiro filme, ele ganhou “apenas” US$ 4,5 milhões.
O diretorTodd Phillips retorna e também ganhará US$ 20 milhões, mesmo valor do protagonista.
Além de Phoenix, a sequência terá a atriz e cantora vencedora do Oscar Lady Gaga, que ganhará US$ 12 milhões para viver a Arlequina.
Está programada para ser lançada em 4 de outubro de 2024.
A série spin-off de ‘Batman’, ‘Pinguim’ contará com o retorno do astro Colin Farrell no papel titular, o drama está programado para estrear no segundo semestre de 2024. ‘Pinguim’ terá 8 episódios em sua primeira temporada e será produzida por Lauren LeFranc.
‘Batman – Parte II’ será a sequência do filme estrelado por Robert Pattinson, ‘Batman’ de 2022. Com direção de Matt Reeves, o filme foi confirmado por Gunn e foi adiado para 3 de outubro de 2026, continuando a trama do Homem-Morcego.
Outras duas produções estão no Elseworld, mas ainda não têm data de estreia confirmada.
Já ‘Constantine 2’ será a continuação de ‘Constantine’ de 2005, trazendo de volta Keanu Reeves no papel do herói feiticeiro. O filme será dirigido por Francis Lawrence, ainda sem data de estreia confirmada.
Os fãs podem aguardar com expectativa a possível inclusão de outros filmes ou séries no selo DC Elseworlds no futuro, como por exemplo, um ‘Batman 3’.
Já no Universo principal da DC, o diretorJames Gunn esteve no arquipélago de Svalbard, território ártico norueguês, para gravar as primeiras cenas de ‘Superman‘.
Em entrevista ao jornal local, Gunn disse que foi uma experiência especial começar a filmar em Adventdalen para compor os cenários que representam a Fortaleza da Solidão, o local onde o herói repousa.
E, através de seu perfil do do Instagram, o cineasta compartilhou imagens inéditas da locação, ilustrando a imensidão do deserto gelado que servirá de recanto para o Homem de Aço (David Corenswet).
“Filmamos as primeiras cenas, que são quando Superman viaja para a sua fortaleza de gelo. Queríamos um lugar que fosse lindo e que desse a sensação de estar no meio do Ártico, então pesquisamos vários lugares do mundo.”
Ele continuou, explicando porque o arquipélago foi escolhido como locação:
“Houve muitas coisas que chamaram nossa atenção em Svalbard. Primeiro, há a beleza natural. Mas também o fato de aqui encontrar uma paisagem variada que não encontraríamos em mais nenhum lugar do planeta. A natureza dá uma sensação especial, e o terreno inóspito e praticamente inabitado deixa tudo mais real.”
Segundo Gunn, as filmagens foram realizadas das 8h até às 16h, todos os dias, o que deixou os habitantes do arquipélago bem curiosos.
Ainda assim, isso não o incomodou porque não eram paparazzi tentando ganhar dinheiro em cima da produção.
“Tivemos alguns cidadãos muito curiosos, sim, eles ficaram parados observando. Mas está perfeitamente bem. E isso é uma grande diferença. Porque ter interesse apenas em assistir é algo completamente diferente de quando você tem pessoas tentando entrar furtivamente no set para tirar fotos e ganhar dinheiro vendendo online.”
Confira algumas imagens disponibilizadas pelo portal:
Marcado para julho de 2025, ‘Superman‘ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.
Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor.
Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:
“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.
O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.
Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.
O terror de ficção científica ‘Submissão’ (Subservience), com Megan Fox no papel de uma androide assassina, estreou no Prime Video fazendo sucesso entre os assinantes.
Na trama, um pai em dificuldades e com sua esposa adoecida, decide comprar Alice, uma androide com inteligência artificial extremamente realista para ajudar com as tarefas domésticas. No entanto, Alice se torna repentinamente autoconsciente e deseja tudo o que sua nova família tem a oferecer, começando pelo afeto de seu dono.
Apesar da trama interessante, o filme não foi bem recebido pelo público e pela crítica.
‘Alice’ recebeu apenas 46% de aprovação dos críticos e 57% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.
Os críticos, em geral, elogiaram o desempenho de Megan Fox e acharam o filme divertido, embora tenham destacado alguns problemas no roteiro.
“Megan Fox impressiona como uma fembot de IA sexy e sinistra, oferecendo uma performance de tirar o fôlego que é impossível desviar os olhos em Subservience, uma nova e empolgante história de ficção científica que faz você refletir”, disse Josh Wilding do ComicBookMovie.
“Um filme que pode fazer o público ponderar sobre o que faria em uma situação tão estranha”, disse Jason Delgado do Film Threat.
“Megan Fox arrasa no papel de robô de IA neste thriller de ficção científica, que de resto é bastante familiar”, disse Casey Chong do Casey’s Movie Mania.
“No fundo, a produção econômica, porém bem-executada, de Subservience (com algumas sequências de efeitos visuais espetaculares) e sua ousada abordagem eclética… evocam agradavelmente a diversão e a adrenalina dos filmes B de DTV dos anos 80 e 90”, disse Ayeen Forootan do In Review Online.
“Subservience começa com promessas, e embora o final seja decepcionante, a produção ainda acerta em alguns momentos sedutores e ameaçadores que sustentam a experiência de assistir”, disse Brian Orndorf do Blu-ray.
“Apesar das limitações orçamentárias, Megan Fox oferece uma performance hipnotizante neste thriller de IA, semelhante a A Mão que Balança o Berço”, disse Lee McCoy do DrumDums.
A quinta e última temporada de ‘Stranger Things‘ chegou ao fim de uma maneira surpreendentemente íntima e emocional. Em vez de apostar em monstros gigantes, explosões ou o caos característico do Mundo Invertido, a série escolheu encerrar sua história com algo muito mais poderoso: emoção pura. Lágrimas, silêncios e despedidas deram o tom do episódio final — exatamente como os criadores sempre imaginaram.
Para Ross e Matt Duffer, criadores e produtores executivos da série, o encerramento precisava refletir a verdadeira essência de Stranger Things: a jornada emocional de um grupo de personagens que cresceu diante dos olhos do público ao longo de quase uma década. O foco não estava no espetáculo, mas no vínculo criado entre aqueles jovens — e entre eles e os espectadores.
Em entrevista ao TheWrap, concedida por Zoom no Dia de Ano Novo, poucas horas após a liberação do episódio final na Netflix,Ross Duffer revelou que o destino da série sempre esteve claro. “A cena no porão com o nosso grupo principal de jovens, que conhecemos há oito anos, era onde a série precisava terminar”, explicou. Para ele, aquele espaço simbólico representava o coração da história desde o início.
Matt Duffer complementou destacando o significado emocional do momento. Segundo ele, toda a sequência foi pensada como uma metáfora de transição. “Aquela cena é sobre eles se despedindo da infância. As memórias continuam com eles, mas agora é hora de seguir em frente. Existe uma clara passagem de bastão para a próxima geração”, afirmou.
O impacto da despedida foi tão intenso que ultrapassou o roteiro. A cena final foi gravada ao longo de apenas dois dias, mas as emoções vistas em tela não foram atuação calculada. De acordo com os criadores, as lágrimas de Finn Wolfhard, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin e Sadie Sink eram completamente reais, resultado do peso emocional de encerrar um projeto que marcou suas vidas pessoais e profissionais.
Uma das escolhas mais comentadas do episódio final foi a ausência de Eleven, personagem de Millie Bobby Brown, na cena derradeira. Ao que tudo indica, a jovem heroína teria se sacrificado no Mundo Invertido, deixando um vazio não apenas na narrativa, mas também no grupo. Ainda assim, os Duffer optaram por não oferecer uma resposta definitiva. O destino de Eleven permanece em aberto, alimentado por uma fala de Mike, que sugere uma possibilidade mais esperançosa: talvez ela tenha fingido a própria morte, conseguido escapar e esteja vivendo em paz, longe do horror que marcou sua infância.
Esse final ambíguo reforça o tom melancólico e ao mesmo tempo esperançoso da conclusão. Stranger Things se despede não como uma série sobre monstros, mas como uma história sobre crescimento, amizade e a inevitável dor de deixar o passado para trás. Ao optar por um encerramento silencioso, emocional e profundamente humano, os irmãos Duffer entregaram um adeus à altura do laço que a série construiu com milhões de fãs ao redor do mundo.
O desfecho épico de ‘Stranger Things’ já está disponível na Netflix e, como esperado, o último episódio trouxe respostas definitivas e um clima de despedida agridoce que paralisou a internet na virada do ano. Mas, com o desfecho sendo uma batalha épica contra Vecna e a Mente Coletiva, uma grande dúvida fica entre os fãs: afinal, quem morreu?
De acordo com o Deadline, a resposta é: praticamente ninguém, pelo menos ninguém com quem os fãs realmente se importassem profundamente.
Kali (Eight)
A irmã de Eleven, Kali (também conhecida como Eight), retornou à série nesta temporada após sua primeira aparição na segunda temporada. Apesar de o Volume 1 terminar com seu retorno, a personagem teve pouco destaque na temporada final.
No último episódio, durante o confronto com os militares, Kali é baleada. Ela morre nos braços de Eleven, afirmando que seu destino era perecer no mundo invertido.
Tenente Robert Akers
O militar, que serviu como principal aliado da Dra. Key e ficou marcado entre os fãs por seu rosto queimado, também encontra seu fim no Mundo Invertido. Em seus momentos finais, após atirar em Kali, ele acaba sendo morto por Eleven, que usa seus poderes para forçá-lo a atirar em si mesmo.
Vecna / Henry Creel (001)
O vilão oficial da série finalmente encontra seu fim no encerramento da história. Sem arco de redenção, apesar de alguns momentos que exploram seu passado, Vecna enfrenta o grupo principal em sua batalha final, ao lado do Devorador de Mentes.
No confronto decisivo, Vecna é derrotado por Eleven com a ajuda de Will, enquanto os outros personagens conseguem destruir o Devorador de Mentes. Nos momentos finais, gravemente ferido, Vecna é decapitado por Joyce com um machado, enquanto a cena intercala flashes das pessoas que ele matou ou feriu ao longo da série.
O Devorador de Mentes
Considerado o verdadeiro líder do Mundo Invertido, o vilão surpreende ao surgir para a batalha final. Ao lado de Vecna, ele enfrenta o grupo principal, mas acaba sendo derrotado e tem seu corpo destruído. No fim, após a destruição do Mundo Invertido, toda a mente colmeia encontra oficialmente o seu fim.
Eleven morreu? (O Final Ambíguo)
O momento mais emocionante do episódio mostra Eleven se sacrificando. Para garantir que o governo nunca mais use seu sangue para criar novos experimentos, ela decide permanecer no Mundo Invertido enquanto as bombas de C-4 detonam, aparentemente desaparecendo na explosão.
Entretanto, o final oferece uma luz de esperança: meses depois, durante uma formatura e uma última campanha de D&D, Mike revela uma teoria aos amigos. Ele acredita que Eleven não morreu, mas que Kali usou seus últimos suspiros para criar uma ilusão, fazendo os militares (e os amigos) acreditarem que El estava no portal, enquanto a verdadeira Eleven escapava pelos túneis.
A série termina com uma cena emocionante de Eleven fazendo uma trilha em uma cadeia de montanhas com três cachoeiras, sugerindo que ela finalmente encontrou a paz e a liberdade em um lugar onde ninguém a conhece. Como diz Mike: “Nós nunca teremos certeza, mas eu escolho acreditar”.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Quem nunca presenciou uma reunião de família onde tudo ia bem até determinados assuntos levantarem conflitos diversos transformando uma tarde agradável em um enorme debate sobre alguns temas? O tema família é recorrente em diversos lançamentos ano após ano no universo do cinema. Pensando sobre esse recorte interessante, resolvemos criar uma lista com 10 filmes sobre reuniões familiares repletas de conflitos:
A Verdade
Na trama, conhecemos mais profundamente Fabienne (Catherine Deneuve), uma excêntrica estrela do cinema francês que resolve de uma hora pra outra lançar um livro de memórias o que acarreta na ida de sua filha Lumir (Juliette Binoche) que mora nos Estados Unidos e trabalha como roteirista ir até a França para visitá-la junto de seu marido, Hank (Ethan Hawke), um ator de trabalhos coadjuvantes da televisão norte-americana. Chegando na casa de sua mãe e voltando para a rotina de set de filmagens e difíceis conversas, o tempo passa mas o passado chega forte com assuntos mal resolvidos dentro de uma profunda amargura nos diálogos de ambos os lados.
Shiva Baby
Quando o trágico encontra seu equilíbrio no cômico. Disponível na plataforma MUBI, Shiva Baby nos mostra segredos, famílias, mentiras. Todo tipo de drama se afunila no campo das surpresas, em encontros quase inimagináveis, além de situações mal resolvidas em um passado recente de uma jovem em grandes conflitos quando resolve ir com os pais a uma reunião tradicional após um funeral, parte da tradição judia. O confronto com seu modo de viver, do qual foi criada, essas tradições de sua família judia, vira rebeldia e parece que acompanhamos o clímax, da primeira cena até os acontecimentos dentro de um leque de situações constrangedoras que se juntam aos montes somadas a um eminente insucesso nas suas tentativas já frustradas de liberdade sem limites. Um grande filme, escrito e dirigido pela cineasta Emma Seligman, um dos melhores disponíveis pelos streamings aqui no Brasil.
Na trama, conhecemos Paul (Sam Neill) e Lily (Susan Sarandon), um casal com anos de relacionamento que decidem reunir as duas filhas, Jennifer (Kate Winslet) e Anna (Mia Wasikowska) para um fim de semana, pois Lily, portadora de uma doença degenerativa, resolve dar um fim na sua vida e gostaria de passar os últimos momentos com os que ama. Há um constrangimento constante entre todos os presentes. Cada um à sua maneira, tentam fazer do fim de semana o mais normal possível mesmo que isso seja impossível.
Qual o nome do bebê?
Na trama, conhecemos Vincent um homem simpático que está prestes a se tornar pai. Ele e sua mulher Anna são convidados para jantar na casa de sua irmã Elisabeth e de Pierre seu cunhado e chegando lá encontra Claude, um velho amigo de infância. Enquanto a mulher de Vincent não chega a reunião uma confusão é instaurada na sala de estar por conta de perguntas, piadas e opiniões fortes sobre sua futura paternidade, transformando um simples jantar em um verdadeiro caos.
O filme gira em torno da ótica de Billi (Awkwafina, em grande atuação que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em filme de Musical ou Comédia), uma jovem chinesa que vive desde os seis anos nos Estados Unidos e certo dia recebe uma notícia terrível: sua querida e próxima avó está com Câncer de Pulmão avançado. Assim, os pais de Billi e os demais integrantes da família resolvem simular um casamento de um dos primos da protagonista para conseguirem reunir toda a família para uma espécie de despedida da querida vovó, essa última que não sabe que está com a doença.
Pais, Filhos e Etc
Na trama um pai amoroso tenta, a partir de uma viagem, reunir os três filhos e fazer com que eles perdoem uns aos outros por desavenças familiares passadas. A forma como é executado esse plano é um dos trunfos do sucesso da produção. Durante a viagem, o filme começa a ficar mais dramático, porém, sem esquecer do excelente, e pontual, tom de comédia.
Na trama, acompanhamos a reunião de uma família para comemorar o dia de ação de graças no novo apartamento duplex do casal Brigid (Beanie Feldstein) e Richard (Steven Yeun) no centro de Manhattan. Novo porque eles estão a pouco tempo lá, porque o local está precisando de vários concertos, com fiações expostas e outros problemas. Assim conhecemos Erik (Richard Jenkins), um esforçado pai de família que recentemente cometeu um grave erro no seu trabalho, Deirdre (Jayne Houdyshell) a mãe que passa por frustrações e tem um relacionamento complicado com sua filha Brigid, Aimee (Amy Schumer) uma mulher buscando recomeços em várias partes de sua vida. Tem também Momo (June Squibb) a vovó que a família cuida. Ao longo de uma noite fria, intensa e cheia de situações que beiram ao inexplicáveis, vamos percorrendo à curta lembrança de todas essas gerações que se chocam refletindo sobre a vida uns dos outros.
Na trama, conhecemos Esther (Ghita Nørby), uma senhora de idade avançada que em certo momento resolveu dar um fim à sua vida, antes porém, resolve passar um último final de semana com sua família (que está por completa ciente do iminente suicídio). Quando chega o fatídico dia, ações e emoções descontroladas começam a tomar conta da história, com muitos personagens mudando de opinião a todo instante sobre a situação.
Morte no Funeral
Lançado em 2007, esse longa-metragem britânico dirigido pelo cineasta Frank Oz, nos mostra surpreendentes revelações de alguns integrantes de uma família que se reúne para um funeral. Matthew MacfadyenePeter Dinklageestão no ótimo elenco dessa excelente produção.
Na trama, conhecemos o casal Laura (Laia Costa) e Marcos (Leonardo Sbaraglia) que viajam da Espanha, onde moram, para uma cidade gelada na Argentina para resolver questões burocráticas e a herança do pai de Marcos que falecera recentemente. Chegando no lugar, Marcos confrontará uma tragédia no passado de sua família principalmente quando precisa convencer o irmão Salvador (Ricardo Darín) a vender a casa onde vive. Laura aos poucos vai entendendo o jogo quase que psicológico que os dois irmãos mantém reunindo peças de uma quebra cabeça cheio de amargura, solidão e tristeza.
SOFIA COPPOLA JOGA OS HOLOFOTES NA CULTURA TRÁGICA DAS SUB-CELEBRIDADES
Apesar de ser o novo trabalho de uma das cineastas americanas mais talentosas da atualidade, não devo ter sido o único que recebeu “Bling Ring – A Gangue de Hollywood” com certa incredulidade. A grande barreira aqui é que o filme aborda um tema, digamos, sem muito valor substancial. Isso acontece quando o assunto escolhido para uma produção cinematográfica é muito recente (coisa que temos presenciado cada vez com mais frequência), gerando comparações imediatas e deixando pouco espaço para as liberdades poéticas.
Afinal, muitos acompanharam o ocorrido real através da mídia, e sabem exatamente o que se passou. Transformar o fato em filme é uma missão difícil. Fico imaginando Sofia Coppola como o personagem de Nicolas Cage no filme “Adaptação”, com o encargo de adaptar para o cinema um livro sobre plantas. É quase isso o que ocorre com o novo trabalho de Coppola, baseado num artigo da revista Vanity Fair, escrito por Nancy Jo Sales, que tratava dos crimes reais de um grupo de jovens da classe alta de Beverly Hills.
Os adolescentes obcecados por celebridades (com quem a maioria dos adultos e pessoas inteligentes não se importam), decidem entrar sem cerimônias em suas mansões ao descobrirem que os mesmos não se encontram nos locais, e fazer a “limpa” em seus closets. E lá se vão tours pelas casas de personalidades como Paris Hilton, Orlando Bloom e sua namorada modelo, e Lindsay Lohan. Em sua maioria jovens problemáticos e perdidos, eles mesmos. Duvido que algum deles se interessaria em descobrir aonde mora a diretora Sofia Coppola, e talvez essa seja grande parte da graça.
Com um tema desses não é de se espantar a falta de interesse de muita gente. No entanto, o ditado não julgue um livro pela capa entra em jogada, quando temos no comando de uma obra Sofia Coppola, filha mais nova do consagrado Francis Ford Coppola, e primeira mulher americana a ser indicada ao Oscar de melhor diretora (pela obra-prima “Encontros e Desencontros”).
Alguns fatores contrabalanceiam o tema, como a presença da talentosa Emma Watson, que ano passado se desvencilhou da imagem de sua personagem em “Harry Potter”, no excelente “As Vantagens de Ser Invisível”, e que logo em breve mostrará muito mais. Embora Watson não seja a protagonista aqui, ela ganha destaque e consegue roubar muitos dos momentos nos quais aparece.
Mesmo levando em conta que a sátira de Coppola planeja apontar o quão ridículo é o comportamento desse tipo de jovem, fazer uma sátira não é fácil, e muitas não conseguem atingir seu objetivo terminando por deixar seu alvo ileso. O filme da cineasta, como era de se esperar, é extremamente bem feito. Desde a escolha da trilha sonora (coisa que a diretora acerta em todos os seus filmes), como a montagem mesclando cenas quase documentais, com entrevistas, e estéticas curiosas.
Em um momento, Coppola nos mostra de longe dois jovens andando por uma mansão envidraçada na colina, com a câmera fixa de longe, e vemos os atores passarem de um cômodo para o outro. Os textos iniciais explicando o que a obra será, é uma decisão acertadíssima, e de certa forma isenta e se distancia desde o início dos fatos apresentados. A diretora diz que não condena e tampouco aplaude o ocorrido.
Mas fica óbvio ao vermos algumas caricaturas, como a mãe de duas das jovens interpretada por Leslie Mann, que tenta passar ensinamentos pertinentes para suas filhas através do livro “O Segredo”, e até mesmo a maioria das cenas de Emma Watson(feitas quase todas para arrancar o riso), que Coppola está rindo de toda uma geração que busca a fama sem realmente ter feito nada para merecê-la.
Recentemente aqui no CinePOP, trouxemos uma matéria com as maiores bilheterias da primeira metade de 2022 (veja abaixo no link). É claro que na lista estavam alguns dos filmes mais aguardados deste ano, muitos que realmente se mostraram bem-sucedidos financeiramente. Filmes como Batman, Jurassic World – Domínio, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura e, especialmente, Top Gun: Maverick. Todos grandes sucessos que certamente irão figurar até o fim do ano – apesar de alguns contarem com críticas mornas. Outros, que deveriam estar inseridos neste top 10, terminaram decepcionando, como foi o caso com Lightyear – derivado de Toy Story que se mostrou um dos esforços mais fracos (financeiramente falando) da Disney nos últimos tempos. Por outro lado, todo ano nos reserva uma surpresa saída sabe-se lá de onde, que se transforma no novo fenômeno de popularidade. E este ano tal filme atende pelo nome Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo.
Mas 2022 chegou apenas em sua metade. Ainda teremos mais seis meses de filmes e a garantia de superproduções que irão sacudir as coisas nas bilheterias, além de obras que certamente irão se posicionar em nossas listas dos melhores (e também dos piores, por que não?) deste ano. Alguns deles já começam a chegar no mês de julho – como um certo filme da Marvel que promete arrastar multidões aos cinemas (como os filmes do estúdio costumam fazer). Como se não bastasse temos também a biografia do rei do rock, um filme de terror de grande expectativa, animações e produções brasileiras badaladas. Confira abaixo.
Ninguém quis enfrentar Thor 4 no primeiro fim de semana de julho, e quem seria louco? Assim, a segunda grande estreia do mês ficou para seu segundo fim de semana. E se trata de uma produção de grande relevância e que promete ter grande abrangência – quem sabe chegando até o Oscar. Os filmes de biografias musicais se tornaram basicamente um subgênero e um filão extremamente rentável. Assim, primeiro a Fox tratou de tirar do papel a sua incrivelmente bem-sucedida biografia de Freddie Mercury e do Queen em Bohemian Rhapsody; e sem perder tempo, logo no ano seguinte, a Paramount fez o mesmo com Elton John em Rocketman. Este mês é a Warner quem decide investir no Rei do Rock em Elvis, trazendo a tiracolo a participação de Tom Hanks como o empresário do cantor, e vilão da história. Em 2022 ainda teremos a estreia de I Wanna Dance with Somebody, da Sony, sobre Whitney Houston, e em breve uma sobre Bob Marley.
O tão aguardado retorno do diretor cultuado David Cronenberg também estreia no segundo fim de semana de julho, para a alegria dos fãs. O cineasta não assinava a direção de um longa desde 2014, quando entregou sua sátira à indústria das celebridades de Hollywood, Mapa para as Estrelas. Tendo debutado no prestigiado festival de Cannes em maio, Crimes do Futuro marca a volta de Cronenberg ao subgênero que o fez famoso, o horror grotesco e visceral do “body horror”. Nessa visão horrenda do futuro, o cineasta discorre sobre como as pessoas serão uma mescla entre o orgânico e o sintético, e que o entretenimento se transformará em grotescas operações de nossos órgãos. Definitivamente não é recomendado para os fracos de estômago. No elenco, Viggo Mortensen, Léa Seydoux e Kristen Stewart.
Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída – Edição 40 Anos
Por falar em filmes não recomendados para os de estômago fraco, o segundo fim de semana de julho trará novamente às telonas um clássico da cinematografia mundial que está completando aniversário de 40 anos em 2022. Trata-se da história real da menina do título, uma jovem pertencente a um universo deplorável, submetida ao submundo das drogas e prostituição numa idade tenra. O filme escandaloso fez enorme sucesso – e algumas matérias recentes tratam de recapitular a vida da protagonista, ainda viva, quarenta anos depois do lançamento do filme. Produção alemã, o filme traz ainda a participação do cantor David Bowie como ele mesmo, além de contribuir com a trilha sonora.
O terceiro fim de semana de julho traz o lançamento do que é um dos filmes de terror mais aguardados do ano. Baseado no livro de Joe Hill (o filho de Stephen King), a história mostra que o sujeito herdou o talento do pai para histórias que misturam drama, terror e suspense. O menino Mason Thames protagoniza como Finney, um jovem que termina sequestrado por um psicopata. O vilão, dono de uma máscara bem exótica (e que tem tudo para se tornar sensação do próximo dia das bruxas), é interpretado por Ethan Hawke. O sádico tem como hobby sequestrar crianças, mas sua mais recente presa receberá ajuda das almas de suas antigas vítimas, através de ligações de um telefone preto desativado, no cativeiro do menino.
Pluft – O Fantasminha
Depois de um filme de terror com almas de crianças mortas, aqui temos outro de um teor bem diferente. Produção nacional, Pluftserá estrategicamente lançado na época das férias escolares da garotada, para que os pais possam correr com suas proles aos cinemas, as distraindo e homenageando o cinema brasileiro. Os mais velhos devem lembrar bem que originalmente, Pluft é uma peça de teatro infantil clássica, escrita por Maria Clara Machado ainda em 1955, que teve diversas montagens nos palcos. Essa é a primeira vez que a história é levada para as telonas. O roteiro foi adaptado por Rosane Svartman, que também dirige o longa. A história conta sobre um pequeno fantasma chamado Pluft, que vive isolado com sua mãe numa mansão assombrada e tem mais medo de pessoas vivas do que todos têm de fantasma. Ele termina por fazer amizade com a menina Maribel, e depois precisa salva-la de um pirata que a sequestra. O elenco conta com as presenças de Juliano Cazarré, Fabíula Nascimento e Arthur Aguiar.
Ela e Eu
Fechando as principais estreias do terceiro fim de semana de julho, temos outra produção nacional que conta com um timaço de atores. Andrea Beltrão, Mariana Lima, Lara Tremouroux e Eduardo Moscovis estiveram juntos na recente novela da Globo Um Lugar ao Sol. Agora todos eles estão reunidos novamente nesta produção cinematográfica sobre uma mulher catatônica (Beltrão), recebendo uma segunda chance da vida. O filme, que mistura drama com bom humor, tem direção do jovem Gustavo Rosa de Moura, e ainda conta com as Globais Karine Teles (Pantanal) e Jéssica Ellen (Amor de Mãe) no elenco.
No último fim de semana do mês de julho, o grande chamariz segue sendo uma produção mirada aos pequenos e que promete embalar suas férias escolares. A Warner tem um grande acervo de personagens e super-heróis ao seu alcance, graças à parceria mais que frutífera com a DC Comics. E aqui o estúdio resolve focar num produto mais infantil: uma animação que usa como protagonistas os animais de estimação dos heróis da casa, em especial o cão branco Krypto, o cachorro do Superman. Quem cede a voz do animal é Dwayne Johnson, que em breve será visto como o anti-herói Adão Negro nas telonas – blockbuster com estreia programada ainda para este ano.
O mês de julho será fortemente mirado para as crianças, a fim de surfar na onda das férias escolares do meio de ano. Mas o mês ainda reserva filmes para os pais também. E um dos mais badalados é esta produção iraniana do prestigiado cineasta Asghar Farhadi, de sucessos como A Separação (2011), O Apartamento (2016) e o recente Todos Já Sabem (2018). Seu mais novo trabalho, Um Herói, fez sua estreia no Festival de Cannes em 2021. Na trama, um sujeito é preso por não pagar uma dívida. Com dois dias de liberdade, ele tenta convencer o denunciante a retirar a queixa. Lá fora, a produção recebeu lançamento pela Amazon, mas no Brasil o filme irá antes aos cinemas pela California Filmes.
Outra produção original de uma plataforma de streaming, esta comédia dramática fez sua estreia no Festival de Sundance, mas nos EUA ganhou lançamento direto no Hulu – subsidiária da Disney (que no Brasil tem como substituta a Star Plus). Por aqui, no entanto, nada de um lançamento para se assistir em casa, já que o longa tem estreia programada da Paris Filmes para fechar o mês de julho em seu último fim de semana. O foco aqui é uma relação entre uma mulher mais velha, papel da veterana Emma Thompson, com um rapaz muitos anos mais jovem, papel de Daryl McCormack. No Brasil, a comédia sexual ganha ainda mais contornos lascivos graças ao nome do personagem masculino principal.
Todos ficaram surpresos quando a NBC rejeitou o piloto de ‘L.A.’s Finest‘, spin-off de ‘Bad Boys‘, estrelando Jessica Alba e Gabrielle Union. O projeto, no entanto, foi resgatado por uma emissora canadense, Bell Media, que encomendou 13 episódios para a primeira temporada.
Ainda não há previsão para a estreia.
Estima-se que o piloto da série teve um orçamento de mais de US$ 12 milhões, um preço altíssimo em comparação com os outros pilotos da TV aberta americana.
A cinebiografia ‘Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile‘, estrelada por Zac Efron, nem estreou e já está gerando polêmica. O longa, focado no infame serial killer Ted Bundy, está sendo acusado de romantizar o assassino ao trazer um tom de mau gosto e ser socialmente irresponsável.
Os críticos estão detonando o filme ao acusá-lo de glamorizar os assassinatos de Bundy e fazê-lo parecer “um astro do rock“. O diretor Joe Berlinger, no entanto, defendeu a produção.
“Eu certamente não penso que nós o estamos glorificando porque ele é punido. Se esse fosse um típico filme de serial killer… Eu acho que isso envenenaria o público a ter a experiência de ser enganado por alguém tão crível e carismático.”
Dirigido por Joe Berlinger, o roteiro ficou a cargo de Michael Werde.
A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer (Collins). Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.
A trama acompanha duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, enquanto elas brigam pelo controle de suas fortunas e seus filhos. A história gira em torno de duas mulheres em desacordo: Fallon Carrington, filha do bilionário Blake Carrington, e sua futura madrasta, Cristal, uma mulher hispânica que pretende entrar na família e na classe dos mais poderosos da América.
Em entrevista ao CartoonistKayfabe, o produtor executivoRobert Kirkman falou sobre o lançamento do último episódio da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘, que foi adiado devido à pandemia de coronavírus.
“A série irá retornar em breve. Eu sei as datas, mas elas ainda não foram divulgadas oficialmente. Nós temos o último episódio da décima temporada, então haverá mais ‘The Walking Dead’ para vocês assistirem em um futuro próximo.”
O estado da Califórnia permitiu o reinício das produções de séries e filmes desde o dia 12 de junho, com novas medidas de seguranças sendo implementadas. Recentemente, a showrunner Angela Kang revelou que o último episódio estava “muito próximo de ser finalizado” e que o processo restante poderia ser completado “rapidamente”.
A CBS divulgou as primeiras imagens promocionais do quinto episódio de ‘Clarice‘, série focada na Clarice Starling e que dá continuidade aos eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes‘.
Nas imagens, uma reviravolta sinistra em uma investigação deixa a Clarice presa no infame poço em que o Buffalo Bill mantinha as suas vítimas em cativeiro.
Intitulado Get Right With God, o episódio irá ao ar no dia 11 de março.
O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.
A série é ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama se aprofunda na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.
De acordo com o Deadline, Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) estrelará a série dramática ‘The Golden Cage‘, que está sendo desenvolvida pelo Hulu.
Descrita como uma mistura entre ‘Suits‘ e ‘O Lobo de Wall Street‘, a produção irá explorar até onde uma mulher pode ir para esconder seu passado enquanto escala as alturas vertiginosas da Wall Street.
A série foi criada por Oskar Nordmark, que também é responsável pelo roteiro.
Susanna White (‘Andor’) irá dirigir o piloto, além de servir como produtora executiva.
Darryl Taja (‘The Perfect Guy’) e Adam Rodin (‘Extant’) serão os produtores.
Descubra as aventuras de Pinocchio nesta nova versão de um dos contos clássicos mais amados de todos os tempos. Com a benção de Gepeto, seu pai e criador, Pinocchio sai para conhecer o mundo ao lado de seu cavalo e amigo Tibalt. Juntos eles decidem participar de um circo itinerante, onde Pinocchio percebe que é um belíssimo acrobata, além de descobrir algo que o tornará um menino humano de verdade.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Vasiliy Rovenskiy também assina o roteiro ao lado de Maksim Sveshnikov e Vadim Sveshnikov;
Em entrevista ao EW, Drew Barrymore (‘As Panteras’) comentou sobre a possibilidade de retornar no próximo filme da franquia ‘Pânico‘.
Apesar de sua personagem ter morrido brutalmente na icônica cena de abertura do filme original de 1996, a atriz revelou que adoraria retornar à saga, e que não descarta a sobrevivência da Casey Becker.
“Eu nunca havia pensado nisso, mas a Casey pode ter sobrevivido. Tenho certeza que o que aconteceu com ela foi muito parecido com uma cesariana. E eu ainda estou aqui, e estou bem. Então, talvez a Casey Becker esteja bem.”
Ela completa, “Com um bom roteiro, qualquer coisa é possível”.
Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ ultrapassou US$ 103.8 milhões nas bilheterias norte-americanas, tornando-se a maior arrecadação de toda a franquia no país. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar a bilheteria doméstica do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões, em 1996.
Ao total, ‘Pânico VI‘ já arrecadou quase US$ 160 milhões mundialmente. Para termos de comparação, falta pouco mais de US$ 10 milhões para a sequência ultrapassar a bilheteria total do primeiro filme (US$173M), e se tornar a maior arrecadação global da franquia.
Vale lembrar que o novo capítulo registrou a maior estreia da saga nos EUA, com US$ 44.5 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana – facilmente ultrapassando a estreia de ‘Pânico 3‘ (US$34.7M).
O terror também teve a melhor estreia da saga no Brasil, onde arrecadou com R$ 9.46 milhões – o que representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior. Além disso, o novo capítulo também registrou a maior estreia da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.
O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
Em uma sessão de perguntas e respostas (via The A.V. Club), Michael Cera, que deu vida ao divertido Allan no live-action de ‘Barbie‘, revelou que o astro Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) originalmente teria participado da produção.
“Eu nem deveria fazer a cena de luta no filme. Posso revelar quem deveria ter feito aquela cena? Deveria ser sido o Ben Affleck. Posso dizer isso? Ele queria participar do filme, mas estava dirigindo seu próprio longa-metragem.”
Ele completa, “A equipe ficou tipo: ‘Ben não vai mais participar, mas algo deve acontecer nessa cena. Você terá que lutar’. Então eu tive que trabalhar com a equipe de dublês. Eu tinha acabado de ter COVID, e tive que treinar. Quase morri só me aquecendo! Tive que deitar no meu trailer e eles enviaram uma enfermeira para me ver, e eu fui mandado para casa. Durante meu segundo treino, eu finalmente aprendi o que fazer. Essa é a história, basicamente.”
Vale lembrar que, além de ter se tornado a maior bilheteria global de 2023 – com US$ 1.4 bilhão arrecadado mundialmente –, o live-action conquistou oito indicações ao OSCAR 2024, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante para American Ferrera e Melhor Ator Coadjuvante para Gosling.
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Na trama, quando sua filha mais nova some misteriosamente após a mudança para a antiga casa da família, uma mãe é obrigada a confrontar segredos sombrios do passado.
Ele se junta à atriz Rachel Brosnahan (‘Superman’), previamente anunciada, que estrelará e servirá como produtora executiva do próximo ciclo.
Na trama…
“Ambientada em 2026, a história segue a advogada Leila Reynolds, que acaba de receber seu primeiro caso de assassinato. Ela está muito fora de sua área de conforto, mas o réu só quer a ela – e para piorar as coisas, seu marido é o promotor. Logo, Leila estará lutando para manter seus próprios segredos enterrados também.”
Seguindo um caráter antológico, o próximo ciclo será inspirado pelo romance ‘Dissection of a Murder‘, escrito por Jo Murray.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Baseada no romance de Scott Turow, a primeira temporada foi estrelada pelo Jake Gyllenhaal, e segue Rusty Sabich, um promotor público de Chicago que se vê envolvido em um assassinato. A investigação que ele conduzia vira de cabeça para baixo quando ele se torna o principal suspeito do crime que abala o escritório da Promotoria.
A notícia chega uma semana após o início das filmagens do próximo ciclo.
“Durante as gravações da quarta temporada de ‘The White Lotua’, se tornou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro,” declarou um porta-voz do canal.
O site afirma que a atriz chegou a gravar suas primeiras cenas, mas o criador da série sentiu que a personagem precisava de uma nova direção. Sendo uma das figuras principais da nova narrativa, White decidiu reformular a personagem e reescalá-la.
Com o roteiro escrito por Petter Skavlan(A Aventura de Kon-Tiki), o filme traz Nikolaj Coster-Waldaucomo um policial que trabalha em Copenhagen e está em busca de justiça, após seu parceiro ter sido assassinado por um misterioso criminoso chamado Imran. Ele se junta a outro policial e a amante de seu colega falecido (Van Housten), a fim de caçar Imran. No entanto, o caso se desenvolve em uma corrida de gato e rato que envolve um perigoso agente da CIA e se estende da Escandinávia para a Espanha.
As filmagens de ‘Domino‘ começam em breve, em locações na Bélgica, Dinamarca, Espanha e Holanda.
O primeiro trailer de ‘Aquaman‘ foi exibido durante a CinemaCon pela Warner Bros. e a descrição do vídeo já pode ser conferida.
O conteúdo foi compartilhado pelo portal Screen Rant e sugere que uma batalha épica está a caminho.
Segundo os relatos apurados pela publicação, as filmagens focam no choque entre o Aquaman e o Mestre do Oceano (Patrick Wilson). O vídeo traz tomadas urbanas de Atlantis, cavalos marinhos armados, além de um coliseu com aspecto de gladiador. Neste local, o Mestre do Oceano instiga o público, mobilizando-o contra o herói, que desafiará seu irmão pelo trono. Pouco depois, Jason Momoa apresenta seu porte físico como Aquaman, empunhando seu tridente e levantando um submarino de dentro da água.
O trailer ainda traz o Mestre do Oceano dizendo: “A guerra está chegando à superfície e eu trarei a ira dos sete mares comigo!”. Isso confirma o conflito que a sinopse oficial do filme já trazia. Mera (Amber Heard) também suplica a Arthur, dizendo “ao menos que você nos ajude, milhões morreram”.
O vídeo vai ainda mais além e traz alguns momentos cômicos de Momoa, com sacadinhas engraçadinhas. Ao final, vemos Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II), que foi descrito como ser extremamente parecido com a versão original dos quadrinhos.
O site ainda pontuou que as reações ao trailer foram extremamente positivas. Embora algumas das tomadas ainda não tivessem passado pelo tratamento final dos efeitos especiais, o público presente elogiou, chamando o vídeo de “épico”, além de comentar que a qualidade aparenta ser muito superior aos filmes anteriores da DC.
O novo filme da DC chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2018.
A edição 2019 do Oscar foi marcada por muita representatividade e um dos momentos mais emblemáticos foi, certamente, a poderosa performance do hit “Shallow”, de Lady Gaga e Bradley Cooper.
A apresentação arrancou aplausos acalorados do público presente e emocionou a audiência, que conferiu de casa a transmissão ao vivo.
A 4ª temporada de ‘This is Us‘ foi encerrada na última terça-feira (24) e o capítulo em questão ganhou algumas imagens.
Duas delas trazes os atores Sterling K. Brown e Justin Hartley mais velhos, em cenas de flash forward gravadas para o final do ciclo atual.
Confira:
Criada porDan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.
A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
O astro Liam Neeson compareceu a uma exibição do seu novo filme, ‘Na Mira do Perigo‘ (The Marksman), em uma das salas de cinema da rede AMC, da Lincoln Square, na cidade Nova York.
Sua aparição aconteceu na última sexta-feira (05), data que marcou o primeiro dia de reabertura dos cinemas na capital novaiorquina. As redes de exibição permaneceram fechadas por quase um ano, em virtude da pandemia do coronavírus.
Na ocasião, o astro – que estava de máscara – celebrou os cinéfilos que marcaram presença na sessão de seu filme, refletindo sobre o quão importante é a experiência compartilhada de assistir a uma produção nas telonas.
Segundo a revista EW,Neeson – que já tomou a primeira dose da vacina contra o Covid-19 – pontuou:
“Vir aos cinemas é como voltar para casa. Eu acho isso sagrada. E esse sentimento nunca mudou”.
Na trama,Liam Neeson (Busca Implacável, O Passageiro) vive um fazendeiro com problemas financeiros e recém-viúvo que mora no Arizona, próximo a fronteira com o México. Ao presenciar um crime, o homem se vê responsável por uma criança que precisa chegar até a sua família em Chicago. A viagem até o norte do país é repleta de aventura e ação na perseguição que sofrem por parte de um poderoso cartel latino.
Confira o cartaz nacional:
O filme tem atuação de Katheryn Winnick (Vikings) e está previsto de estrear em 2021.
Como uma faca de dois gumes, a internet e as redes sociais deram voz a todos os tipos de anseios, trazendo como efeito colateral um emaranhado de atrocidades divulgadas sob a pecha do anonimato. A história de Hunter Moore não foi bem assim. Mas como alguém que surgiu das profundezas do mais grotesco esgoto, ele se tornou um dos grandes precursores da pornografia de vingança, ganhando a vida a partir de um site que se alimentava de nudes de homens e mulheres – na maioria das vezes sem seu consentimento. Hackeando informações pessoais e fotos íntimas jamais publicamente divulgadas, não é atoa que ele acabou se tornando O Homem mais Odiado da Internet.
A minissérie original da Netflix, dirigida por Rob Miller, se aprofunda na história de um pária que se consagrou no cânone de subcelebridades por conta de seu site, sempre abastecido por fotos constrangedoras e bastante reveladoras. Em uma época onde o mundo ainda estava aprendendo a lidar com a internet em termos legais (como copyright e distribuição de conteúdo explícito e gráfico sem discriminação), Hunter Moore se tornou em 2011 o que hoje chamamos de influencer. E ao longo de três episódios, O Homem mais Odiado da Internet vai além de sua famigerada história de ascensão e queda e se concentra em contar a narrativa mais importante: A obstinação de uma mãe que não mede esforços para lutar pela honra de sua filha.
A produção documental nos chama atenção para além de seu título extremamente chamativo e completamente condizente com a persona de Moore. A minissérie detalha os bastidores da saga de Charlotte Laws, que foi até às últimas consequências para desbancar um criminoso POP que até chegou a ter o seu próprio exército de minions – um culto chamado Família. No decorrer das quase três horas de documentário, acompanhamos todas as fases da investigação, que alcançou veículos de imprensa como The Rolling Stones e Village, chegando a se transformar em uma grandiosa investigação do FBI.
Com um material fonte bem gráfico (mas todos devidamente censurados), a produção conta com diversas entrevistas com vítimas e outras figuras diretamente associadas a Moore e pode ser emocionalmente exaustiva. Disposta a causar um verdadeiro embrulho no estômago, a original Netflix denuncia o submundo da depravação virtual e expõe o que há de mais horrendo e nojento na internet. Nos lembrando que muitas vezes o ambiente online é sim uma terra de ninguém, O Homem mais Odiado da Internet faz um perfil importante sobre um dos influencers mais desprezíveis e permite que outros públicos fora da América do Norte conheçam a fundo não apenas sua trajetória demoníaca, mas também a jornada heróica de uma mulher que não desistiu de buscar justiça.
Com uma montagem excelente e uma boa direção (que peca apenas por aquelas batidas simulações), a minissérie salienta a força que a Netflix tem quando se trata de produzir documentários. Doloroso de assistir, mas também muito necessário e inspirador, O Homem Mais Odiado do Mundodeve ser consumido entre pequenas pausas, exige uma enorme disposição emocional, mas é também um refrigério de que mesmo em tempos de cyberbullying, é possível combater a impunidade que sustenta os abusadores virtuais.
Cinco anos depois de ter apresentado o já esquecido A Última Fronteira no Festival de Cannes 2016, Sean Penn volta a Croisette com Flag Day na competição oficial pela Palme d’Or. Pela primeira vez o artista trabalha como diretor e ator ao mesmo tempo e também é a estreia de pai e filha juntos diante das câmeras. Aos 30 anos, Dylan Penn experimenta seu primeiro grande filme e responde a muitas questões sobre misturar os papéis entre pai e filha em cena e na vida real.
Baseado no livro de memórias da jornalista norte-americanaJennifer Vogel(Flim-Flam Man: A True Family History, 2004), Flag Day conta a relação da escritora, da infância à idade adulta, com o seu progenitor, um falsário e fugitivo da polícia. Segundo o Sean Penn, o interesse pelo projeto nasceu simplesmente do encontro com uma história fantástica, que o emocionou. Ele ainda confessou: “a primeira imagem que eu tive enquanto estava lendo o roteiro foi o rosto dela [apontando para filha ao seu lado] e com isso veio todo o resto. Claro, a história em si é tocante, por razões claras, e Jennifer [Vogel] escreveu um ótimo livro que tornou-se uma bíblia de referência”.
Já Dylan, que esteve apenas em pequenos trabalhos – como o desconhecido filme de terror Condemned (2015) -, viu-se com a chance de estrear como protagonista em Cannes. Sobre a história, ela diz ter lido o livro pela primeira vez aos 15 anos, então ao ler o roteiro aos 30 foi quase como ler o seu diário da adolescência. A verdadeira dona da difícil trajetória apresentada no filme, Jennifer Vogelafirmou: “quando uma história é tão íntima, como esta é, a gente deseja que esteja em boas mãos. Porque é importante saber como as coisas serão representadas e se o diretor dará a devida atenção a todos os personagens”.
Ser ou não ser o protagonista
A princípio Sean Penn não queria atuar no filme. “Nunca tive vontade de ter um segundo trabalho, além do de diretor, neste filme”, expõe. Quase dois meses antes de começarem as filmagens, o protagonista não estava decidido. “Eu realmente fiz tudo que pude para não pegar este papel. Eu enviei o roteiro um mês e meio antes de começar a filmar par Matt Damon, que foi muito generoso em me ligar rapidamente, não para dizer que ele não poderia fazer ou que poderia, mas que eu seria um idiota completo se eu não o fizesse e perder a oportunidade de atuar com a minha filha neste trabalho”.
Jennifer Vogel, elenco e produtores de Flag Day, filme da Mostra Competitiva em Cannes 2021. (Foto: Letícia Alassë)
Com a pressão dos produtores e conselho do colega Matt Damon, Sean Penn topou o jogo duplo. Como ele representa um pai ausente, Penn mencionou a suposição das pessoas dele ter sido, por conta da profissão de ator, um pai ausente igualmente ausente na vida dos filhos Dylan e Hooper Penn (também presente no filme). O artista explica que é exatamente o oposto: “Nunca passei mais de duas semanas longe deles. (…) Na verdade, quando não estou em gravação, estou em casa 24/7”.
Fora das Filmagens
Lembrado pelos seus atos humanitários, Sean Penn alfinetou a desinformação do governo de Donald Trump no início da pandemia e a declarou como “obscena”. “Fomos decepcionados, negligenciados, mal informados”, declarou. O ator estava com a máscara do projeto CORE (Community Organized Relief Effort, na tradução Esforço de Ajuda Organizado pela Comunidade), o qual ele ajudou a divulgar e ampliar a testagem contra Covid-19 e a distribuir alimentos, em Los Angeles, nos Estado Unidos, logo no início do contágio em abril de 2020.
‘Na Praia’ (‘On Chesil Beach’), adaptação do romance de Ian McEwan, ganhou novo trailer. Assista:
A trama conta a história de um casal, que passa por vários desentendimentos e medos durante suas vidas. Uma vida pode mudar por completo por um gesto ou palavra não dita.
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