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Amanda Seyfried e Meryl Streep confirmadas em ‘Mamma Mia 2’

Após o ator Pierce Brosnan confirmar seu retorno ‘Mamma Mia 2’, mais duas atrizes estão retornando.

Segundo o Deadline, Amanda Seyfried e Meryl Streep tiveram seus retornos garantidos no elenco da sequência do sucesso musical de 2008. No original, elas viviam mãe e filha.

O único que ainda não teve seu retorno confirmado foi Colin Firth.

Mamma Mia: Here We Go Again!’ está programado para o dia 20 de julho de 2018, com roteiro e direção de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

Ainda não se sabe por qual caminho a história do filme irá seguir, com diversos argumentos sendo testados pelo estúdio.

Mamma Mia’ (2008) é baseado no musical do teatro de enorme sucesso, que adapta as canções da icônica banda sueca ABBA. Para a sequência, as músicas que não encontraram lugar no primeiro farão parte da trilha, assim como a reprise das mais populares.

Mamma Mia’ conta a história de uma jovem noiva (Amanda Seyfried) e sua mãe (Streep) vivendo em uma ilha grega, e tentando descobrir a identidade de seu pai, dentre três possíveis candidatos. Benny Andersson e Björn Ulvaeus, os Bs de ABBA, estarão novamente envolvidos na produção do filme e das músicas. Os dois são os autores do argumento da peça. Judy Craymer e Gary Goetzman, produtores da peça e do original, também retornam.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ vai definir os próximos 20 anos da Marvel Studios

Enquanto as Fases 1, 2 e 3 da Marvel Studios terão 11 anos para completarem seu ciclo com 22 filmes, um filme só vai estabelecer um gigantesco futuro para o Universo Marvel de Cinema à partir da Fase 4.

Durante uma live no Facebook para divulgar o Blu-Ray de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, James Gunn comentou o seguinte sobre o Vol. 3 da franquia.

“Uma das coisas que estou tentando fazer com a criação de Guardiões da Galáxia Vol. 3, que acontecerá depois dos dois próximos Vingadores, é ajudar na configuração dos próximos 10-20 anos da Marvel Studios. O filme vai realmente expandir o universo cósmico da Marvel”.

Gunn já começou a escrever o Vol. 3, mas ainda não revelou a data de estreia.

 

Filmes que chegam Nas Locadoras em JANEIRO de 2018

JANEIRO –   17-01-18CONTINUE LENDO 

   24-01-18CONTINUE LENDO 

‘Bad Boys 3’: Martin Lawrence posta foto com Will Smith e confirma filme

A sequência ‘Bad Boys 3‘ parece estar caminhando a passos mais largos, e finalmente o ator Martin Lawrence confirmou oficialmente seu retorno, postando uma foto no Instagram com Will Smith. “É oficial. Bad Boys para a vida inteira”, afirmou. Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

It’s official. Bad Boys for Life. #teammartymar #badboysforlife @willsmith #weback

Uma publicação compartilhada por Martin Lawrence (@martinlawrence) em

As filmagens devem começar no início de 2019.

O estúdio ainda não comentou a respeito dessa possibilidade, mas de acordo com o ScreenRant, o período em questão seria ideal para garantir o lançamento da produção em janeiro de 2020 – ano de estreia anunciado pela Sony.

Recentemente, em uma entrevista feita pelo presidente da Columbia Pictures, Sanford Panitch, à Variety, o CEO pontuou o impacto que um terceiro ‘Bad Boys‘ precisa ter.

“Se nós vamos fazer um outro filme de ‘Bad Boys‘ 15 anos depois, ele precisa ser incrível, de outro nível e patamar”.

Segundo o Deadline, a Sony fechou contrato com os diretores Adi El Arbi e Bilall Fallah para eles comandarem o filme.

A dupla tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018).

Will Smith e Martin Lawrence retornam.

‘Vingadores 5’: Vaza suposta data de estreia e o novo time de heróis

De acordo com We Got This Covered, os rumores de um filme dos ‘Novos Vingadores‘ são verdadeiros, e a suposta data de lançamento vazou na internet.

O quinto filme da franquia ‘Os Vingadores‘ pode ser lançado 6 de maio de 2022, dando ao estúdio três anos para apresentar aos fãs os novos personagens e montar o novo time.

Não está claro se a Marvel vai chamá-los de ‘Novos Vingadores‘ ou ‘Jovens Vingadores‘, mas o estúdio aparentemente já lançou as bases para um novo grupo de super-heróis.

Para montar um novo time, os fãs provavelmente irão conhecer personagens como Patriota, Rapaz de Ferro, Estatura, Wiccano, Visão 2.0, Hulkling e até mesmo Kate Bishop como a Gaviã Arqueira nos futuros filmes de MCU.

No funeral de Tony Stark em ‘Ultimato‘, Harley Keener (Ty Simpkins) aparece como o adolescente misterioso que estava de luto pela perda de seu amigo e herói, e muitos acreditam que ele também fará parte dos Jovens Vingadores.

Quais jovens heróis devem compor o time?

Assim como Kevin Feige sugeriu anteriormente, ‘Vingadores: Ultimato’ prepara o terreno para a próxima geração de heróis do MCU. A principal maneira de fazer isso seria movendo a franquia cinco anos no futuro, permitindo o crescimento de alguns jovens personagens-chave nesse período. Então quais seriam os futuros ‘Vingadores‘ apresentados no filme?

A mais óbvia é Cassie Lang. Quando o Homem-Formiga retorna do Reino Quântico, ele descobre que sua filha agora é uma adolescente e diz: “você ficou tão grande”. Isso foi algo como uma referência à personagem Estatura, que a atriz Emma Fuhrmann pode vir a interpretar.

Emma Fuhrmann

Já a filha de Clint Barton, Lyla, é uma criação original para o MCU, ela ainda é um pouco jovem para o trabalho de um Vingador, mas há um forte indício de que ela substituirá seu pai a tempo. Na cena de abertura do filme, vemos sua destreza com um arco e flecha, enquanto Clint dá ela o apelido de “Gaviã“. É possível que Lyla assuma o lugar da personagem Kate Bishop, a protegida de Clint nos quadrinhos.

Agora uma hipótese: é possível que a filha de Tony e Pepper, Morgan, cresça para seguir os passos de seu pai (e da mãe), talvez como uma versão da Coração de Ferro, a heroína adolescente que assume o lugar de Tony nos quadrinhos. Também devemos nos perguntar se a presença de Harley Kenner no funeral de Tony, sua primeira aparição desde ‘Homem de Ferro 3’, seria indício de algo maior no futuro. Agora que ele está mais velho, seria um bom candidato para interpretar o Rapaz de Ferro.

Ansiosos?

Emilia Clarke pode substituir Amber Heard em ‘Aquaman 2’, diz rumor

Após a controvérsia envolvendo os áudios vazados de Amber Heard, que admite ter agredido Johnny Depp, os fãs de ‘Aquaman‘ reforçaram o abaixo-assinado pedindo a demissão da atriz como Mera.

Desde que essas gravações surgiram, as hashtags #JusticeForJohnnyDepp, #SorryJohnny e #AmberHeardIsAnAbuser entraram nos Trending Topics mundiais, juntamente com uma petição para demitir Heard de ‘Aquaman 2‘.

Agora, de acordo com um rumor postado pelo site La Republica, a atriz Emilia Clarke está sendo cotada para substituir Heard como Mera.

Clarke já trabalhou com Jason Momoa em ‘Game of Thrones‘ e a dupla tem uma ótima química em tela, além de serem grandes amigos na vida pessoal.

O que você acha da ideia?

Depp acusa Heard como responsável por sua demissão do icônico papel como Jack Sparrow, protagonista de ‘Piratas do Caribe‘.

Até o momento, o documento publicado no Change.org já acumula 400.00 assinaturas, mas parece pouco provável que a Warner Bros atenda ao pedido.

Os criadores da pedição alegam que:

“Amber Heard foi exposta como agressora doméstica por Johnny Depp. Em seu processo de U $ 50 milhões, Johnny Depp descreve muitos incidentes de abuso doméstico que ele sofreu nas mãos de sua (então) esposa Amber Heard, incluindo um incidente em que ela o socou duas vezes no rosto e outro em que quebrou o dedo com uma vodca garrafa, e seu dedo teve que ser recolocado cirurgicamente. Ele carregará a cicatriz disso pelo resto da vida. 

Amber Heard também foi presa em 2009 por abusar de uma ex-parceira doméstica, Tasya Van Ree, demonstrando um padrão repetido de abuso por Amber Heard.

Desde o divórcio de Heard e Johnny Depp, ela tem sistematicamente criado uma jornada para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos nos quais ela havia realmente abusado de Johnny Depp, mas mentiu e criou relatos falsos de que ele era o agressor. Sobre o incidente durante o qual ela quebrou os ossos no dedo de Johnny Depp e quase o esfaqueou, fazendo com que Depp necessitasse de uma cirurgia para recolocá-lo e repará-lo, Heard apresentou uma história falsa alegando que ele próprio cortou o dedo, mergulhou-o em tinta e rabiscou obscenidades por todas as paredes. 

Da mesma forma, Heard relata incidentes fabricados de Johnny Depp batendo na cara dela quando ela, de fato, o deu um soco. Embora a equipe e os vizinhos do prédio onde ela morava relatassem não ter visto marcas no rosto nas horas e dias depois que ela diz que Johnny Depp havia batido nela, ela apareceu no tribunal seis (6) dias depois com hematomas no rosto, pedindo uma ordem de restrição temporária, que foi concedida. Fotos de Heard desde o dia seguinte mostram seu rosto cheio, sem maquiagem e sem um hematoma.

Como Amber Heard é uma abusadora doméstica conhecida e comprovada, a Warner Brothers e a DC Entertainment devem demitir Heard de Aquaman 2. Eles não devem ignorar o sofrimento das vítimas de Heard e não devem fascinar um agressor doméstico. 

Os homens são vítimas de violência doméstica, assim como as mulheres. Isso deve ser reconhecido e devem ser tomadas medidas para impedir que uma agressora conhecidaseja celebrado na indústria do entretenimento.

Faça a coisa Certa. Demita Amber Heard de Aquaman 2.” 

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Alita: Anjo de Combate’: Petição pedindo SEQUÊNCIA já soma mais de 160 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 160.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.”

Para atiçar ainda mais, o produtor Jon Landau postou uma imagem indicando que a sequência pode estar à caminho.

Na foto, Landau surge vestindo uma camisa muito oportuna. O topo cinza tem o cartaz de Alita impresso e o texto ao redor da imagem diz:

“Lave suas mãos. Queremos a sequência”.

Confira:

 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

As piores séries do Século 21 segundo o Metacritic

Para cada série boa que continua no ar, existem provavelmente outras 10 séries ruins que já ficaram esquecidas entre os excessos do Peak TV. Algumas vezes, elas surgem de ideias que já eram questionáveis desde o início. Outras vezes, são o resultado de uma execução problemática apesar de, no papel, apresentarem potencial.

Por isso, acreditamos que conhecer o processo fracassado de programas de TV que foram rechaçados pela crítica e pelo público é essencial para que possamos compreender melhor o cenário atual da televisão. Pensando nisso, o CinePOP resolveu investigar e apresentar quais são as séries com a pior avaliação segundo o Metacritic. 

Para esta lista, consideramos apenas as séries criadas e exibidas a partir do início do século, em 2001, já que muitas produções das décadas anteriores seguiam outros protocolos e outras determinações. Com vocês, as piores ideias que a televisão já teve nos últimos 20 anos.

Truth be Told (2015)

Truth Be Told (NBC), 2015-2016

Comédia da NBC, a série com Mark-Paul Gosselaar trazia a história de dois melhores amigos e vizinhos, que compartilham suas ideias e experiências sobre sexo, romance, etnias e rotinas. Apesar do elenco competente, a série foi criticada por não abordar os assuntos políticos que propunha de forma mais enfática, e é um exemplo de uma boa ideia com má execução. Durou apenas uma temporada.

Dr. Ken (2015)

DR. KEN

Apesar do ótimo Ken Jeong, de ‘Community’, como protagonista, esta série sobre um médico com problemas para se comunicar e suas rotinas em casa e com os pacientes não convenceu. Segundo a crítica, isso foi porque não trazia elementos que são essenciais para comédias familiares: humor e coração.

Hawaii (2004)

Prometendo mostrar “o lado obscuro do paraíso”, este procedural da NBC girou em torno de detetives investigando a cena do crime na Ilha do Havaí. A série veio antes do reboot de ‘Hawaii Five-0’, lançado em 2010, e a única coisa remotamente interessante sobre ela era o cenário mesmo.

Insatiable (2018)

Insatiable (Netflix)

Sim, temos Netflix no ranking! 

A comédia acompanha Patty, uma adolescente que recebe ajuda para vencer um concurso de beleza após ter passado a infância sofrendo bullying por causa do seu peso. A série foi bastante criticada antes mesmo da estreia, pela sátira deselegante que apenas reforça estereótipos. Ainda assim, foi renovada para a segunda temporada. Pois é!

Killer Instinct (2005)

Descrito como uma tentativa de superar CSI no “gore”, o procedural do canal Fox retratou o dia-a-dia da Unidade de Crimes Depravados de São Francisco. A autora Gillian Flynn, então crítica da Entertainment Weekly, afirmou que essa era a “melhor pior série da TV”, e outros explicaram que o programa era tão obcecado pelo “choque” que se esqueceu de criar uma história minimamente interessante.

Modern Men (2006)

Esta comédia do extinto canal WB trazia três homens solteiros em seus vinte e poucos anos tentando melhorar suas vidas amorosas através de um life coaching. Além de uma proposta pouco animadora, a série foi descrita como “estúpida, irritante e uma recauchutagem de outras incontáveis sitcoms estúpidas, irritantes e nada originais da WB” pelo renomado crítico de televisão Tim Goodman.

10.5: Apocalypse (2006)

Esta foi uma minissérie em duas partes do canal NBC, que trazia uma trama sobre vários abalos sísmicos de proporções catastróficas que estariam ameaçando a vida na Costa Oeste dos Estados Unidos. Os analistas criticaram o excesso risível de clichês, o roteiro mal elaborado, as atuações ruins e a histeria generalizada. Pelo jeito, não sobrou nada de bom. 

October Road (2007)

O drama do canal ABC conta a história de um jovem escritor que retorna à sua cidade natal pela primeira vez depois de uma década, e descobre que seus antigos amigos não gostaram muito de terem sido usados como material para seus livros. Apesar da sinopse ser de uma série da CW (estou falando com você, ‘Hart of Dixie’! Saudades!), ela rejeitou os melhores clichês do gênero, e se tornou apenas um amontoado de arcos previsíveis, pouco inspirados e sem carisma. Apesar disso, foi renovada e teve duas temporadas!

The Game (2007)

Meio comédia, meio drama, a série contava a história das esposas e namoradas de jogadores profissionais de futebol, e como elas usam suas próprias habilidades para conseguir os melhores contratos para eles. Trata-se de um spin-off de ‘Girlfriends’, e a crítica não gostou nada do derivado, que ficou devendo em carisma e inovação. Mas o público não teve a mesma opinião, e a série durou três temporadas na CW. Depois disso, foi resgatada pelo canal BET, em que ficou no ar até 2015.

Do Not Disturb (2008)

A sitcom pretendia contar a rotina dos funcionários de um hotel outrora bastante popular de Nova York. O programa com Niecy Nash, Jesse Tyler Ferguson e Jerry O’Connell  foi descrito como uma mistura insana de piadas óbvias, politicamente incorretas e histéricas, e teve uma vida curta: foi cancelado após três episódios.

Knight Rider (2008)

Knight Rider (2008)

Sequência da série homônima de 1982 (conhecida no Brasil como ‘A Nova Super Máquina’), gira em torno de KITT, o carro com inteligência artificial capaz de hackear qualquer sistema, que usa nanotecnologia para se transformar em outros veículos e combater o crime. Na história, um agente do FBI e uma jovem buscam pelos culpados que querem a todo custo usar KITT para o mal. 

A crítica afirmou que o remake era cafona e que os humanos eram ofuscados pelos efeitos de computação gráfica, o que não era um bom sinal. Mas o fato de se manter fiel à breguice da história foi visto como um sinal positivo. A série ficou no ar por quatro temporadas. 

Cavemen (2007)

Cavemen

Esta comédia já começou com uma ideia bastante peculiar: a inspiração foram alguns comerciais da GEICO. Na história, os Homens de Neandertal não foram inteiramente substituídos pelo Homo sapiens sapiens, e três deles dividem um apartamento e tentam levar uma vida comum no mundo moderno. Infelizmente, nada dessa ideia incrível deu certo, e o resultado embaraçoso ficou no ar na ABC apenas por sete episódios.

Work It (2012)

Work It

A sitcom da ABC girava em torno de dois vendedores de carros desempregados que resolvem fingir que são mulheres para trabalharem como representantes comerciais de uma farmacêutica. Pois é, se essa convenção de gênero já era ultrapassada antes, nesta série o resultado não foi diferente: apenas um amontoado de ofensas e constrangimento que ficou no ar por uma temporada.

Stalker (2014)

Stalker

O drama criminal da CBS com Maggie Q e Dylan McDermott tratou da história de vítimas de stalking, e da unidade de investigação da Polícia de Los Angeles responsável pelos casos. Uma tentativa de manter o público de ‘Criminal Minds’ ligado no canal, a série fez jus à fama da emissora e seguiu reproduzindo estereótipos sexistas dentro de fórmulas ultrapassadas, violentas e previsíveis. 

Dads (2013)

A comédia “campeã” desta lista é da Fox, e gira em torno das vidas de dois bem-sucedidos cofundadores de uma companhia de videogames. Suas rotinas viram de cabeça para baixo quando, de uma hora para outra, os pais de cada um deles precisam se mudar para suas casas.

Além da falta de originalidade, muitos críticos escreveram que a série parecia mais uma “tarefa de casa feita de forma ressentida por todos os envolvidos”, e apontaram que todos os personagens são igualmente desagradáveis e irritantes. Além disso, as piadas infantilizadas em uma tentativa de ofender a audiência são cansativas e problemáticas, a ponto de envolver racismo e sexismo — esse combo que de engraçado nunca teve absolutamente nada. 

 

Kaya Scodelario revela como se preparou para viver a Claire Redfield em ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Kaya Scodelario revelou como se preparou para viver a Claire Redfield em ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘.

“Eu era fã dos filmes, e nunca tinha jogado os jogos até eu ler o roteiro. Daí comprei o Playstation, comecei a jogar. Eu fiquei com muito medo. Pedi para o meu marido tentar, mas ele também ficou com muito medo. Então nós fomos no YouTube e assistimos as outras pessoas jogando os jogos.”, revelou. 

Além disso, ela revelou ser fã do primeiro filme da franquia estrelada por Milla Jovovich e contou quem eram seus personagens preferidos:

“Posso falar os cachorros? Adoro os cachorros… Eles são bem assustadores, mas também acho eles tão bonitinhos… O Doberman”, disse rindo.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Johannes Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Millie Bobby Brown estampa novas imagens de ‘Enola Holmes 2’; Trailer será divulgado amanhã!

Millie Bobby Brown estampa duas imagens inéditas de ‘Enola Holmes 2‘, que estreia em 04 de novembro.

O novo trailer será lançado amanhã, dia 11 de Outubro.

Confira:

A sequência também contará com o retorno de Henry Cavill como Sherlock Holmes.

Nas redes sociais, o fãs estão completamente obcecados em rever o astro caracterizado como um dos maiores detetives do imaginário popular.

Confira as reações:

A sequência seguirá Enola (Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que arrasta Enola para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.

Confira a prévia e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carter reprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.

O restante do elenco inclui Susan WokomaDavid ThewlisAdeel AkhtarSharon Duncan-BrewsterAbbie HernHannah DoddGabriel TierneySerrana Su-Ling Bliss.

Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.

O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.

Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.

Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

‘Retratos Fantasmas’ e filme sobre Claudinho e Buchecha na lista dos pré-indicados ao Oscar 2024

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou a lista com os seis longas-metragens pré-selecionados para concorrer a uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional na 96ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar 2024.

Confira:

Estranho Caminho”, de Guto Parente

Noites Alienígenas”, de Sergio de Carvalho

Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha” de Eduardo Albergaria

Pedágio”, de Carolina Markowicz

Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho

Urubus”, de Claudio Borrelli.

Ao todo, foram 28 longas-metragens inscritos e habilitados a concorrer à vaga e a eleição realizada em dois turnos. No dia 12 de setembro, terça-feira, será escolhido, entre os seis pré-selecionados, o filme que representará o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar.

A Comissão de Seleção deste ano é formada por: Affonso Beato, Alessandra Krueger, Andre Carreira, Ane Siderman, Carlos Alberto Mattos, Cecilia Amado, Clarisse Goulart, Cristiana Rodrigues Cunha, Diane Maia, Estevão Ciavatta, Fernanda Parrado, Gabriel Martins, Hsu Chien, Ilda Santiago (presidente), João Vieira Jr., Magali Wistefelt, Michel Tikhomiroff, Renato Barbieri, Sol Moraes, Tatiana Carvalho Costa, Virginia Cavendish e Walter Lima Junior.

Nosso Sonho‘, que conta a história da dupla Claudinho e Buchecha, ganhou trailer completo. O filme estreia dia 21 de setembro nos cinemas.

O vídeo revela trechos da emocionante história da dupla, que começa com uma amizade ainda na infância, em uma comunidade de Niterói, até conquistar o Brasil todo com a poesia da periferia.

Assista e confira o cartaz:

Os protagonistas Lucas Penteado e Juan Paiva dão vida a Claudinho e Buchecha na tela grande e cantam sucessos da dupla como “Só Love”, “Coisa de Cinema” e a icônica “Nosso Sonho”, que dá título ao filme.

Com distribuição da Manequim Filmes, a trama de ‘Nosso Sonho‘ é contada a partir do ponto de vista de Buchecha e destaca a força de superação da dupla diante dos dramas e tragédias. O público também conhecerá como foram compostas algumas das canções que conquistam gerações até hoje.

No elenco se destacam Tatiana Tiburcio e Nando Cunha, que interpretam Dona Etelma e Souza, os pais do Buchecha; Lellê Landim e Clara Moneke são Rosana e Vanessa, as namoradas dos músicos.

EXCLUSIVO! Cartaz de ‘Meu Filho, Nosso Mundo’, estrelado por Robert de Niro, Bobby Cannavale e Rose Byrne

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional de ‘Meu Filho, Nosso Mundo‘ (Ezra). Robert de Niro, Bobby Cannavale, Rose Byrne e William Fitzgeral estrelam.

Na trama, Bobby Cannavale interpreta o comediante Max Bernal, um homem que está com casamento e carreira falidos e vive com seu pai Stan (Robert De Niro).

Ele tem divergências com Jenna (Rose Byrne) sobre a melhor maneira de cuidar do filho deles, Ezra, de 11 anos e diagnosticado com autismo. Decidido a mudar o jogo, Max parte com Ezra em uma viagem de carro para encontrar um lugar onde possam ser felizes.

A Diamond Films lança o filme os cinemas brasileiros em 8 de agosto.

Confira:

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O longa é dirigido por Tony Goldwyn.

‘Sonic 3’ já está DISPONÍVEL nas Plataformas Digitais; Saiba aonde assistir!

Sucesso de crítica e público, ‘Sonic 3: O Filme‘ estreou nas plataformas digitais e já pode ser assistido no conforto da sua casa através de serviços de compra e aluguel.

Quem optar pela compra poderá fazer por meio do Amazon Prime Video, Apple TV, Google Play e Microsoft Store e adquire também 50 minutos de conteúdos bônus exclusivos do filme*.

Já quem decidir alugar tem como opções a Claro TV+, Vivo Play e Oi.

A sequência conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção segue como a maior arrecadação da saga, com US$ 230.5 milhões.

Internacionalmente, o longa soma US$ 232 milhões, o que representa a maior arrecadação internacional da história da franquia. Para termos de comparação, o segundo filme fechou sua passagem pelos territórios internacionais com US$ 214.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28.9M), México (US$21.1M), França (US$18.4M), Austrália (US$17.1M) e Brasil (US$12.3M).

Na terceira aventura do ouriço, Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo o que já enfrentaram antes. Com suas habilidades excepcionais, a Equipe Sonic vai buscar uma aliança improvável na esperança de deter Shadow e proteger o planeta. Jim Carrey, James Marsden e Tika Sumpter retornam aos seus papéis como Ivo Robotnik, Tom e Maddie Wachowski. Ben Schwartz, Idris Elba e Colleen O’Shaughnessey também reprisam a dublagem de Sonic, Knuckles e Tails respectivamente. A grande novidade é a voz de Shadow que fica sob responsabilidade de Keanu Reeves.

Com o sucesso, o quarto filme da franquia foi confirmado e já tem data de estreia: 19 de março de 2027.

Assista ao trailer:

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‘V de Vingança’: HBO REJEITA roteiro escrito para a série

A HBO estava desenvolvendo uma série baseada no clássico ‘V de Vingança‘ (V for Vendetta), mas pausou o projeto.

O canal supostamente rejeitou o roteiro de Pete Jackson para a série.

Jackson escreveu uma história de época para o material, enquanto o streamer queria uma abordagem mais moderna sobre o anarquista político. O projeto pode ser refeito com um novo roteirista envolvido.

Pete Jackson será responsável pelo roteiro da nova adaptação.

James Gunn e Peter Safran, da DC Comics, servirão como produtores executivos ao lado de Ben Stephenson e Leanne Klein.

Assim como o longa de 2005, o seriado será baseado nos quadrinhos homônimos criados por Alan Moore e ilustrados por David Lloyd.

Na trama…

Após uma guerra mundial, a Inglaterra é ocupada por um governo fascista e vive sob um regime totalitário. Na luta pela liberdade, um vigilante, conhecido apenas como V, utiliza-se de táticas terroristas para enfrentar os opressores da sociedade. V salva uma jovem chamada Evey da polícia secreta e encontra nela uma nova aliada em busca de liberdade e justiça para o seu país.

Estrelado por Hugo Weaving e Natalie Portman, o longa original contou com a direção de James McTeigue.

Com 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção arrecadou US$ 134.6 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 54 milhões.

 

Crítica | ‘O Mal não Existe’ – Crítica social alcança sua força através do olhar sensível de um dos cineastas japoneses mais elogiados da atualidade

A natureza e suas possibilidades. Vencedor do Leão de Prata no Festival de Veneza do ano passado, o novo trabalho do excelente cineasta japonês Ryusuke Hamaguchi, bem longe de ser um filme comercial, opta por uma narrativa densa onde apresenta confrontos que envolvem o meio ambiente e seu equilíbrio. A partir de uma pequena aldeia, onde a água é muito importante, e os prováveis impactos de um empreendimento criado por gestores ignorantes sobre a região, O Mal não Existe apresenta fortes argumentos com inúmeros paralelos com a realidade construindo suas perspectivas através de olhares conflitantes.

Na trama, acompanhamos um homem que mora numa região gelada de apenas 6.000 habitantes no interior do Japão. Ele vive com sua filha e trabalha como uma espécie de faz tudo da região, além de ser um grande conhecedor do lugar. Quando uma empresa de Glamping (algo como um acampamento confortável) resolve criar um empreendimento no lugar, uma área para turistas vindos principalmente de Tóquio, o protagonista e moradores entram em desacordo com a empresa.

A relação dos seres humanos com a natureza é algo bem explorável nesse roteiro contemplativo. É preciso paciência, as peças vão se montando aos poucos e cada detalhe é fundamental. As pausas para o refletir se somam às reflexões em relação a ação do homem na natureza e os impactos disso em uma sociedade. Muitas variáveis dão a sensação de comporem um enorme tabuleiro, um jogo da vida onde o capitalismo sempre arranja força para derrubar o que sempre esteve presente. Mas aqui, a luz chega com a resistência.

De um lado famílias que vivem do que a natureza produz, do outro ações desenfreadas, no caso, atrás de subsídios do governo pós-pandemia. Mesmo num dos países mais desenvolvidos do planeta, a ação do homem abraçado à ganância tira da zona de conforto qualquer resolução trivial. Pensando como obra cinematográfica, há uma ponte que pode gerar reações diversas, que liga o certeiro discurso até a concepção audiovisual. A mensagem está nítida mas a maneira como se entrega ela vai depender da paciência do espectador.

Com uma impactante trilha sonora composta pela artista Eiko Ishibashi, que já trabalhara com o diretor no sucesso mundial Drive my Car, o cinema como crítica social alcança sua força através do olhar sensível de um dos cineastas japoneses mais elogiados da atualidade.

Critica | Infiltrado na Klan – Spike Lee retorna ao auge da forma, rumo ao Oscar

Passado e Presente

Para entender a significância de Infiltrado na Klan, é necessário entender o quão importante e subversivo foi o cinema de seu diretor, Spike Lee. Um dos grandes ícones da contracultura ainda no final da década de 1980, o cineasta se tornou o mais emblemático representante do cinema social e racial dos EUA – ao ponto de ver sua fama ecoando ao mainstream. O cinema saído dos guetos ganhava status de superprodução, bancado por um grande estúdio como a Universal – parceira mais usual do artista.

Faça a Coisa Certa (1989), seu filme mais lembrado, permanece como marco reflexivo sobre temas ainda relevantes e atuais. No entanto, nos últimos anos, Lee foi muito acusado de perder sua voz e não ter mais tanto o que dizer – já que suas questões primordiais já haviam sido todas adereçadas, nos mais variados ângulos – e sua vida pessoal envolta em certas polêmicas ao tentar se reajustar aos novos tempos. Como consequência, os últimos trabalhos do cineasta foram relegados a lançamentos restritos ou direto em vídeo (como foi o caso no Brasil). Verão em Red Hook (2012), Da Sweet Blood of Jesus (2014) e Chi-Raq (2015) são produções que poucos ouviram falar.

Tudo isso muda de figura quando se trata de Infiltrado na Klan, o mais recente longa de Spike Lee – que já causava comoção antes do lançamento. Baseado no livro do próprio Ron Stallworth, o filme viveu para se tornar um sucesso de público e crítica nos EUA, despertando instantaneamente comentários de prêmios (os quais mantém e deve de fato concretizar).

A trama quase inacreditável – caso não soubéssemos se tratar de uma história real – apresenta o detetive Stallworth, vivido por John David Washington (filho do ator Denzel Washington na vida real), dividido entre suas obrigações profissionais junto a uma instituição – que assim como grande parte da mentalidade da época na década de 1970 – ainda muito racista. Remando contra a maré, assim como um Jackie Robinson com distintivo (paralelo enfatizado pelo roteiro), o protagonista supera todas as adversidades, agindo da forma certa, a fim de provar seu valor.

Na contracorrente, estão missões como se infiltrar na organização dos Panteras Negras – considerados ameaça ao governo americano pela incitação de violência, seguindo a linha da autodefesa mais extremista de Malcolm X. Na investigação, o protagonista conhece e desenvolve um relacionamento que vai além do trabalho com a presidente de uma organização de militância estudantil (papel de Laura Harrier – de Homem-Aranha: De Volta ao Lar – na atuação divisora de águas em sua carreira).

O assunto principal, no entanto, é o caso do policial numa das células da horrenda Ku Klux Klan, organização racista de extrema direita, que ainda possui seus adeptos atualmente. É neste desenvolvimento, que existe como cerne da obra, que Lee atinge e recobra sua maestria como contador de histórias. Sua narrativa se entrelaça facilmente com o cinema entretenimento, passeando de forma exímia (da forma que somente os grandes dominam) por gêneros como o suspense, o drama e a comédia. Sim, Lee sabe extrair o humor do desconforto como poucos, ao mesmo tempo em que enfia mais o dedo na ferida.

Assim como o próprio protagonista, Infiltrado na Klan existe em dois mundos. Ron, o personagem principal, jura lealdade à força policial do Colorado, mesmo que para isso aceite tarefas que vão contra o que acredita de forma pessoal, mas que estão dentro da lei. Ao mesmo tempo, segue promovendo o empoderamento negro de uma maneira justa, fazendo mais pela causa do que os que se julgam detentores únicos de tais direitos.

O elenco conta ainda com desempenhos inspirados de Adam Driver (o “avatar” de Ron), Topher Grace (o líder da Klan) e, em especial Jasper Paakkonen (o fanatismo ambulante Felix) e Ryan Eggold (o representante da célula). Além de uma participação de arrepiar a espinha do lendário Harry Belafonte – numa cena chave.

Clamando o melhor do cinema autoral-comercial de Hollywood (muito em baixa na era da reciclagem de ideias atual), Spike Lee demonstra tudo o que sabe em Infiltrado na Klan, entregando um conteúdo questionador em cenas para lá de provocativas, desconfortáveis e até mesmo perturbadoras. O novo trabalho do diretor te fará refletir de uma forma intensiva – assim como Faça a Coisa Certa fez há 30 anos. É incrível que tais temas tão distantes ainda precisem ser reforçados (agora mais do que nunca), questões que deveriam ter ficado para trás ao ponto da extinção.

Passado e presente se conectam de forma desconcertante, mas precisa. Não por menos, Infiltrado na Klan é um relato histórico que termina com uma mensagem para o hoje, para uma era na qual aterradores estereótipos se concretizam como realidade desavergonhada. O novo “bagulho” de Spike Lee é uma viagem necessária, que surge em nossa frente como espelho triste da atualidade.

FRACASSOU! ‘Dick Tracy’, ‘A História Sem Fim 2’, ‘Rocky V’ e os Grandes FLOPS do Cinema que Completam 34 Anos

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado.

A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas.

A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar.

Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 34 Anos em 2024.

 

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta e quatro anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

 

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 34 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

 

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 34 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica. 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 34 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

‘Venom’ ganha novas artes SENSACIONAIS; Confira!

O aguardado ‘Venom‘ ganhou novas artes gráficas sensacionais.

Confira:

 

Com a boa recepção, o site Box Office Pro refez as estimativas de arrecadação da produção e agora a expectativa é que a adaptação do quadrinhos bata o recorde de arrecadação do mês de outubro.

Com a previsão inicial de uma abertura entre US$ 30 e US$ 50 milhões, as estatísticas aumentaram, pontuando uma arrecadação de US$ 60 milhões no fim de semana de estreia.

O alcance total projeta US$ 85 milhões como o pico final da abertura do filme, mas as estimativas atuais apontam para um lançamento com uma média de faturamento equivalente a US$ 60 milhões.

Caso ‘Venom’ corresponda a esses valores, a produção pode acabar batendo o recorde de arrecadação de outubro, que atualmente pertence ao aclamado vencedor do Oscar, ‘Gravidade‘.

A produção estreia nos cinemas brasileiros em 4 de outubro.

O Clube dos Canibais

 

Elenco:

Tavinho Teixeira

Ana Luiza Rios

Pedro Domingues

 

Direção: Guto Parente

Gênero: Terror

Duração: 81 min.

Distribuidora: Olhar Distribuição

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 3 de Outubro de 2019

Sinopse: 

A maneira correta de temperar um churrasco a partir da carne dos empregados é uma das poucas preocupações na vida luxuosa do casal Otávio e Gilda. Até que Gilda acidentalmente descobre um segredo de Borges, líder do Clube e poderoso deputado, e a vida dela e de seu marido passam a correr perigo.

Crítica | O Clube dos Canibais – Macabro Filme de Terror Dialoga com ‘Bacurau’ (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Guto Parente também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Jornada’: Ficção científica com Eva Green e Matt Dillon ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado da ficção científica ‘A Jornada‘ (Proxima), estrelada por Eva Green.

Confira:

Dirigido por Alice Winocour, o elenco ainda conta com Matt DillonLars Eidinger.

Na trama, uma astronauta se prepara para uma missão de um ano a bordo da Estação Espacial Internacional.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de Março.

‘9-1-1: Lone Star’: Liv Tyler NÃO retornará na 2ª temporada

De acordo com o TVLine, a atriz Liv Tyler, que interpreta a paramédica Michelle Blake, não retornará para a 2ª temporada da série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘.

Vale destacar que o papel não será reescalado.

“Foi incrível ter uma estrela como a Liv Tyler para nos ajudar a lançar a primeira temporada de ‘9-1-1: Lone Star’,” afirmou o showrunner Tim Minear em uma declaração. “Nós amamos trabalhar com ela e estaremos sempre em débito pela sua performance poderosa. Apesar de termos conseguido completar a história da personagem, assim como a Connie Britton na série original, nós também sentimos que há mais histórias para serem contadas. As portas estarão sempre abertas para o seu retorno.”

A primeira temporada registrou uma média de 1.2 na demo, e um total de 6.3 milhões de espectadores, representando uma das maiores audiências do canal.

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Liv Tyler, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.

‘Superman & Lois’ ganha novos cartazes individuais INCRÍVEIS; Confira!

A série ‘Superman & Lois‘ ganhou novos cartazes individuais incríveis, destacando os personagens principais da produção.

Confira:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Girl From Plainville’: Série de crime real com Elle Fanning ganha data de estreia

O Hulu finalmente anunciou quando a série ‘Girl From Plainville‘, estrelada por Elle Fanning, irá estrear.

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 29 de março, com os episódios seguintes sendo exibidos em caráter semanal.

Confira as primeiras imagens da produção:

The Girl From Plainville — “The Girl From Plainville” is inspired by the true story of Michelle Carter’s controversial “texting-suicide” case. Based on the Esquire article of the same name by Jesse Barron, the limited series explores Carter’s relationship with Conrad Roy III and the events that led to his death and, later, her controversial conviction of involuntary manslaughter. Michelle Carter (Elle Fanning), shown. (Photo by: Steve Dietl/Hulu)

Após estrelar ‘The Great‘ (2020), Fanning viverá a jovem acusada de ter incitado o suicídio de seu namorado, Conrad Roy, por meio de sugestivas mensagens de texto.

A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada no caso real que chocou os Estados Unidos em 2014, e será baseado na matéria que Jesse Barron publicou na revista Esquire.

 Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.

Assassino mascarado ataca no trailer do terror slasher ‘He Never Left’; Confira!

O terror slasher ‘He Never Left‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

James Morris é responsável pela direção e roteiro.

A trama gira em torno de Gabriel, um fugitivo da polícia norte-americana Com a ajuda de sua namorada, Carly, ele se esconde em um antigo hotel. Mas, após ouvir barulhos estranhos do quarto ao lado, os dois se tornam alvo de um infame serial killer, o Pale Face – cuja lenda tem assombrado a comunidade local por décadas.

O elenco conta com Colin CunninghamJessica Staples, David E. McMahon, Sean Hunter, James Morris e Charla Bocchicchio.

Ainda sem previsão de estreia, o terror deve ser lançado apenas em 2023.

Todos são SUSPEITOS nos cartazes individuais do suspense ‘A Noite das Bruxas’; Confira!

A 20th Century Studios divulgou os novos cartazes individuais do suspense ‘A Noite das Bruxas‘ (‘A Haunting on Venice’), novo mistério com o detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh), baseado na icônica saga da autora Agatha Christie.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de setembro.

 

O elenco grandioso ainda contará com Michelle Yeoh, Jamie Dornan, Tina Fey, Kyle Allen, Camille CottinJude Hill, Ali KhanEmma Laird, Kelly ReillyRiccardo Scamarico.

“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”

Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).

Jennifer Love Hewitt revela condição para RETORNAR no novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’

Em entrevista ao Entertainment Tonight, Jennifer Love Hewitt (‘9-1-1’) voltou a comentar sobre o seu possível retorno no próximo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

A atriz ainda revelou uma condição para reprisar o seu papel no novo filme: “Eu não interpreto a Julie James morta. Eu já havia dito isso quando tinha 18 anos, e digo novamente aos 45 anos. Não irá acontecer.”

“Acho que o próximo filme deveria ser intitulado ‘Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram Naquele Verão’. Só posso dizer que o novo filme está em desenvolvimento. Eu já tive algumas discussões sobre isso no telefone, mas é muito legal ver que as pessoas estão animadas com a possibilidade do meu retorno. Se tudo der certo, eu não sei como vou me sentir; provavelmente sobrecarregada e grata.”

Ela completa, “Honestamente, estou aterrorizada porque já faz 26 anos [desde o filme original]. Há poder em estar mais velha. Depois de ter três filhos, tenho a sensação de que posso fazer qualquer coisa atualmente. A vulnerabilidade da Julie James, presente nos dois primeiros filmes, definitivamente não existe mais. Estou animada em mostrar uma versão mais madura da personagem.”

Descrito como uma “sequência legado”, o longa está programado para 18 de julho de 2025.

Jennifer Love HewittFreddie Prinze Jr., protagonistas dos filmes originais, devem retornar para a nova iteração.

Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick (‘M.F.A.’).

Anteriormente, Hewitt havia comentado sobre seu possível retorno como a sobrevivente Julie James no novo filme: “Eu não posso confirmar, nem negar. Que tal isso? [No novo filme, Julie James] hipoteticamente deve estar muito mais velha, porém ainda continua forte. A verdade é que eu não sei o que eles estão planejando para o novo filme. Acredito que terá muita gritaria e perseguição, mas espero que a minha personagem tenha uma camiseta maior do que a que eu vesti no primeiro filme.”

Escrito por Kevin Williamson (franquia ‘Pânico’) e dirigido por Jim Gillespie, o filme de 1997 acompanha quatro adolescentes – vividos por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr., até então atores desconhecidos – e um assassinato que muda a vida de todos.

Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.

Relembre o trailer:

Mindy Kaling está desenvolvendo nova série de COMÉDIA para o Hulu

De acordo com o Deadline, Mindy Kaling, criadora de ‘A Vida Sexual das Universitárias‘, está desenvolvendo uma nova série de comédia para o Hulu.

Intitulada ‘Not Suitable For Work‘, a produção despertou o interesse de diversas plataformas e passou por uma intensa guerra de lances, mas o streaming acabou levando a melhor.

O site ainda afirma que Kaling renovou seu acordo de exclusividade com a Warner Bros. TV Group. Há seis anos, ela havia encerrado sua parceria com a NBCUniversal e fechado acordo milionário com o estúdio, recebendo estimados US$ 8.5 milhões por ano.

A nova série irá explorar o próximo estágio na vida dos jovens após o ensino médio e a faculdade. A trama focará em cinco jovens de vinte e poucos anos que buscam sucesso profissional e, se tiverem tempo, felicidade pessoal no bairro mais glamoroso de Manhattan, Murray Hill.

Charlie Grandy (‘Velma’) servirá como showrunner e produtor executivo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Zumbilândia 3’ deve ser lançado em 2029, revela diretor

Em entrevista ao Deadline, o diretor Ruben Fleischer (‘Truque de Mestre: O 3° Ato’) voltou a comentar sobre um possível terceiro filme da franquia ‘Zumbilândia‘.

O cineasta revelou que a expectativa é que o terceiro capítulo seja lançado apenas em 2029, mantendo a tradição de esperar uma década entre o lançamento dos filmes da saga.

“Espero que possamos fazer ‘Zumbilândia 3’ em 2029. Nós já começamos a discutir sobre isso, pois fizemos o primeiro filme em 2019, então a sequência foi lançada em 2019. Nós meio que nos despedimos dizendo: ‘Nos vemos daqui a 10 anos’.”

Ele completa, “Mais uma década já está passando, e nós estamos começando a nos concentrar [no terceiro filme]. Espero que aconteça. Também tenho outros projetos que estou ansioso, mas vamos ver qual deles sairá do papel primeiro.”

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 102.3 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, lançada dez anos depois, superou o desempenho do longa original, somando US$ 122.8 milhões mundialmente.

“Dois rapazes solitários no meio do apocalipse zumbi decidem se ajudar a chegar aos seus destinos, mas acabam cruzando o caminho de duas garotas muito mais espertas do que eles”.

O elenco do filme inclui Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Abigail Breslin, Emma Stone, Bill Murray, Luke Wilson e Thomas Middleditch.

‘John Wick – Um Novo Dia para Matar’ ganha nova prévia antes do Super Bowl

Em ritmo de preparação para a estreia, a Lionsgate liberou um novo comercial de ‘John Wick – Um Novo dia para Matar‘, como prévia para o material que será exibido mais tarde durante o Super Bowl.

Confira, com imagens recém divulgadas

Vale lembrar que em conversa com o SlashFilm, o diretor Chad Stahelski revelou que ele tem planos para uma série de TV de  ‘John Wick‘ seguindo o mesmo estilo de ‘Taken‘, inspirada na franquia ‘Busca Implacável‘.

“A Lionsgate está muito interessada em fazer uma série de TV sobre John Wick, e isso parece muito atraente para nós. Seria uma ideia criativa muito interessante porque a TV pode ajudar a expandir essa franquia e é algo bem maior do que fazemos no cinema, que se limita a duas horas.”

A série não deverá contar com Keanu Reeves, já que a ideia é realizar uma pré-sequência e mostrar a vida de John Wick ainda jovem.

No Brasil, John Wick – Um Novo Dia para Matar‘ tem estreia marcada para 9 de Fevereiro de 2017.

Na sequência, Wick é forçado novamente a sair da aposentadoria após descobrir que um de seus maiores inimigos está tentando assumir o controle da organização internacional de assassinos.

De Volta ao Jogo‘ faturou quase US$ 80 milhões para seu orçamento de US$ 20 milhões.

 

‘Pose’: Série de Ryan Murphy terá maior elenco com atrizes transgêneros da história!

Ryan Murphy vai quebrar novos paradigmas com sua próxima série, intitulada ‘Pose‘. A nova produção já ficará marcada como sendo a primeira a ter o maior elenco regular de atrizes transgêneros da história da televisão.

Mais um fruto da parceira do produtor com o canal FX, o processo para a escalagem do elenco durou seis meses e resultou na contratação de MJ Rodriguez, Indya Moore, Dominique Jackson, Hailie Sahar e Angelica Ross, todas mulheres trans que encararam personagens que se assemelham muito com sua própria realidade fora das câmeras.

O elenco também contará com o vencedor do Tony Awards por ‘Kinky Boots’, Billy Porter, além de Ryan Jamaal Swain e Dyllon Burnside

Criada por Murphy, Brad Falchuk (‘American Horror Story‘) e Steven Canals, ‘Pose‘ se passará na Nova York dos anos 80, onde será mostrado diversas cenas sociais da metrópole, partindo dos contextos mais exóticos, como a explosão das apresentações performáticas das drag quens à grande elite nova iorquina.

O roteiro é assinado por Canals e Janet Mock, ativista trans que possui no currículo a clamada série da Amazon, ‘Transparent‘. Para se manter o mais fiel possível à época, a dupla vai contar com uma consultoria especializada de três figuras importantes da cultura drag dos anos 80, Hector Xtravaganza, Skylar King e Sol Williams.

As filmagens do episódio piloto de ‘Pose‘ começam em novembro.

 

 

 

 

 

 

 

‘A Private War’: Rosamund Pike é Marie Colvin em imagem de cinebiografia

A cinebiografia ‘A Private War‘, estrelada por Rosamund Pike e Jamie Dornan, ganhou sua primeira imagem. O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Na trama, Pike dá vida à jornalista do Sunday Times, Marie Colvin, morta na Síria em 2012. Dornan interpreta seu fotógrafo e parceiro de cobertura, Paul Conroy.

Parcialmente baseado no artigo de Marie Brenner para a revista Vanity Fair, intitulado ‘Marie Colvin’s Private War’, a cinebiografia é o relato de uma corajosa mulher que foi aos pontos mais desconfortáveis da Terra, seguindo a direção contrária de muitas pessoas. Relatando os horrores da guerra, ela foi marcada física e psicologicamente durante o período que esteve em meio aos confrontos. Sofrendo estresse pós-traumático, ela foi forçada a usar um tapa olho após ser atingida por uma granada durante  um ataque em Sri Lanka.

A produção é dirigida por Matthew Heineman, com roteiro assinado por Arash Amel. ‘A Private War‘ estreia em 02 de novembro.

 

Capitã Marvel não terá um interesse amoroso tão cedo

Havia uma grande expectativa de que a heroína Capitã Marvel fosse a primeira protagonista assumidamente LGBTQ+ do MCU, assumindo um relacionamento amoroso em seu segundo filme.

Mas segundo o portal We Got This Covered, a personagem não terá nenhum interesse amoroso tão cedo, desbancando – por hora – as chances de ela também se tornar um marco da representatividade sexual nas adaptações dos quadrinhos.

De acordo com a publicação, fontes internas revelam que a Marvel ainda não está disposta a explorar sua parte relacional na trama, focando mais em sua narrativa como uma super heroína. Nenhuma informação a respeito da sua sexualidade fora compartilhada, então não se sabe ao certo se o estúdio quer apresentar Carol Danvers como um membro da comunidade LGBTQ+, ainda que a atriz Brie Larson já tenha demonstrado o seu apoio publicamente.

Vale ressaltar que no passado recente, muitos fãs pediram por um relacionamento amoroso entre Danvers e Valquíria, que também contou com o apoio da atriz Tessa Thompson.

 

Segundo o We Got This Covered, a Marvel Studios pretende introduzir uma invasão secreta da Terra pelos Kree, não pelos Skrulls. E isso pode acontecer em ‘Capitã Marvel 2’. A sequência será ambientada nos dias atuais e, em geral, será uma trama cósmica, mas com algumas tomadas na Terra, mostrando como os Kree estão tentando conquistar o planeta.

 

 

‘The Umbrella Academy’: Showrunner rebate críticas sobre suposto INCESTO na série

Na popular série ‘The Umbrella Academy‘, os personagens Luther e Allison desenvolveram um amor pelo outro desde a adolescência. Criados na mesma casa em um contexto que se difere muito de uma formação familiar comum e tradicional, os dois super heróis crescem com o sentimento enraizado, que tem ganhado vida cada vez mais já na fase adulta.

E o criador da série, Steve Blackman, falou sobre a peculiar abordagem no arco dos personagens. Durante uma entrevista ao Digital Spy, o showrunner pontuou que a inusitada relação não chega a ser absurda justamente pelo fato de ambos não serem biologicamente relacionados, convivendo em um contexto doméstico onde não havia uma estrutura familiar genuína:

“Eu queria dizer às pessoas: ‘Olhe, eles não são irmãos biológicos, mas sim, é estranho eles terem crescido juntos. Mas eles não tiveram uma infância comum. Mas se eles são irmãos? Mais ou menos. Mas eles também não são vinculados biologicamente e essa é uma história de amor tão pueril. Sabe, eu não sei se é amor de verdade. Pode parecer de verdade para eles. Mas é meio que um amor de criança, por terem crescido juntos e por terem momentos bonitos do passado, quando eles costumavam passar tempo juntos”.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.