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‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante’ ganhará sequência e série derivada

A Paramount anunciou oficialmente que está desenvolvendo uma sequência e uma série derivada da animação ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘.

Segundo informações da Variety, a série será intitulada ‘Tales of The Teenage Mutant Ninja Turtles‘ (Contos das Tartarugas Ninja, em tradução livre) e será produzida junto com a Nickelodeon, com duas temporadas confirmadas.

A série promete ser uma “ponte” entre os filmes, e trará o mesmo elenco de voz de ‘Caos Mutante‘. Já a sequência não possui data de lançamento prevista.

Vale lembrar que ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘ chega aos cinemas em 31 de agosto.

Confira o trailer:

Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.

Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme das Tartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.

Jesse Eisenberg revela que já leu roteiro de ‘Truque de Mestre 3’: “É realmente ÓTIMO”

O ator Jesse Eisenberg, conhecido por ‘A Rede Social’, compartilhou recentemente atualizações sobre ‘Truque de Mestre 3’, dirigido por Ruben Fleischer, na trilogia em que interpreta o mágico ladrão J. Daniel Atlas.

Durante uma entrevista ao Collider, Eisenberg revelou que já leu o roteiro do novo filme. “Sim, eu li [o roteiro]. Espero que aconteça nos próximos seis meses. Acho que vai acontecer, parece que vai. Sim, é realmente ótimo”.

Ele acrescentou: “Eu também concordo com você. O que eu amo tanto, tendo acabado de ler o roteiro, é que celebra a inteligência e é não violento, mas emocionante. É estranho ver isso, pois parece tão óbvio e comum, mas é bastante incomum ter um filme desta franquia, deste estilo de Hollywood, que é realmente sobre trabalho em equipe e inteligência, em vez de apenas violência”.

Até o momento, a trama não foi divulgada, mas o filme será escrito por Seth Grahame-Smith.

Lembrando que ‘Truque de Mestre’ e ‘Truque de Mestre: O Segundo Ato’ estão disponíveis na Netflix.

Relembre o trailer de ‘Truque de Mestre: O Segundo Ato’.

‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’: Glen Powell agradece participação no filme

Quem diria que uma rápida aparição em um dos filmes de super-heróis mais icônicos da história marcaria tanto a carreira de um ator? Glen Powell, conhecido por seus papéis em ‘Top Gun: Maverick’ e ‘Todos Menos Você’, revelou em entrevista à Vanity Fair detalhes inesquecíveis sobre sua participação em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

No início do filme de Christopher Nolan, Powell interpreta um operador da bolsa de valores que tem um encontro nada agradável com Bane, vivido por Tom Hardy.

“Eu me lembro de tudo”, confessou o ator. “Você nunca esquece a sensação. É algo que eu carrego para cada set em que entro agora, que é simplesmente o respeito por estar em um set, no geral”.

A experiência de trabalhar com um dos maiores diretores de Hollywood foi marcante para Powell. “Mesmo sendo um papel pequeno, eu fiz várias audições para ele. Eu estava tendo a chance de trabalhar com o maior diretor do planeta, Christopher Nolan. E você está ali, e de repente, Tom Hardy entra como Bane. É elétrico. É meio fora do corpo”.

O ator relembra a eletricidade no ar durante as filmagens, especialmente na cena em que é confrontado por Bane. “Foi um daqueles filmes em que nada estava acontecendo na minha vida. Eu estava apenas lutando por cada centímetro. E quando Christopher Nolan te escala para seu filme, é uma validação difícil de explicar. E eu já conversei com o Chris sobre isso. Nos encontramos em diferentes ocasiões. Eu o vi durante sua incrível trajetória com Oppenheimer, e ele está muito orgulhoso de ter me escolhido cedo. Eu sou muito grato por ele ter dado uma chance”.

‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ está disponível no Max.

“Após ser culpado pela morte de Harvey Dent e passar de herói a vilão, Batman desaparece. As coisas mudam com a chegada de uma ladra misteriosa, a Mulher-Gato, e Bane, um terrorista mascarado, que fazem Batman abandonar seu exílio forçado”, diz a sinopse.

‘A Roda do Tempo’: Showrunner quebra o silêncio sobre cancelamento da série após 3 temporadas

Rafe Judkins, showrunner de ‘A Roda do Tempo’, se pronunciou recentemente sobre o cancelamento da série de sucesso do Prime Video, após a terceira temporada.

Segundo o SffGazette, Judkins admitiu que nem mesmo ele entende completamente os motivos por trás da decisão:

“Me perguntaram a mesma coisa várias vezes na última semana, por que A Roda do Tempo foi cancelada? E a verdade é que eu não sei. Gostaria de poder dar uma explicação clara e objetiva para todos que amam a série, explicando por que ela está chegando ao fim, mas infelizmente, não posso”, afirmou o cineasta.

O showrunner também aproveitou para refletir sobre o atual cenário da indústria televisiva, especialmente no que diz respeito ao impacto dos serviços de streaming:

“Muito já foi dito sobre essa tendência recente na TV de reduzir o número de temporadas e episódios, buscando maneiras mais rápidas de atrair assinantes. Mas acredito sinceramente que isso vai contra a principal força da televisão — a narrativa de longo prazo”, destacou.

“A televisão é uma forma de arte, assim como a fantasia épica. Em sua melhor forma, oferece ao público um refúgio, um espaço para acompanhar e se conectar com personagens queridos ao longo dos anos. E eu acredito que ainda existam executivos, estúdios e plataformas que reconhecem esse valor. Tenho fé de que vamos superar essa fase atual da indústria e voltar ao que fazemos de melhor: contar grandes histórias, semana após semana”, reforçou.

Judkins também comentou sobre a possibilidade de ‘A Roda do Tempo’ ser resgatada por outra plataforma de streaming ou emissora, esperança alimentada por fãs que pedem que a Apple TV+ continue a produção.

“Será que A Roda do Tempo poderá continuar sua jornada em outro canal e concluir sua história? Infelizmente, isso não acontece com frequência. Mas acontece”, declarou o showrunner. “Na verdade, um dos motivos pelos quais escolhemos a Amazon como lar da série foi porque eles estavam justamente assumindo The Expanse, que havia sido cancelada pela SYFY”.

“Então, quem sabe? Talvez A Roda do Tempo consiga fazer na televisão o que os livros sempre fizeram desde o primeiro dia — desafiar as definições tradicionais de ‘começo’ e ‘fim’. Eu realmente espero que sim, porque essa história e esses fãs merecem ver um desfecho”, concluiu.

‘A Roda do Tempo’ está disponível no Prime Video.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

Quentin Tarantino acusa ‘Jogos Vorazes’ de plágio: “Simplesmente roubaram”

O cineasta Quentin Tarantino surpreendeu recentemente ao revelar sua opinião contundente sobre a franquia ‘Jogos Vorazes’. O diretor acusou a autora Suzanne Collins de ter “roubado” a premissa do cultuado filme japonês ‘Battle Royale’ (2000), dirigido por Kinji Fukasaku.

Conforme o ComicBookMovie, a crítica surgiu quando Tarantino divulgou a lista dos seus 20 filmes favoritos, na qual ‘Battle Royale’ (2000) ocupa a 11ª posição.

Tarantino não poupou críticas à autora e à crítica literária: “Eu não entendo como o escritor japonês não processou Suzanne Collins por tudo o que ela tem. Eles simplesmente roubaram o filme! Críticos de livros idiotas não iam assistir a um filme japonês chamado Battle Royale, então esses críticos idiotas nunca a confrontaram sobre isso”.

“Eles falaram que era a coisa mais original que já tinham lido. Assim que os críticos de cinema viram o filme, disseram: ‘Que porra! Isso é só Battle Royale, só que PG!'”, acrescentou.

O cineasta refletiu sobre a experiência de assistir ao filme de Fukasaku pela primeira vez, destacando seu impacto avassalador:

“Eu não fazia ideia do que estava prestes a ver. E caramba! Eu nem sei o que vi. Foi insano. Três meses depois, eu estava no Festival de Cinema de Seattle. Eles iriam exibir Battle Royale à meia-noite. Ninguém tinha visto isso na América ainda”, explicou.

“Cheguei à sessão da meia-noite e foi uma das exibições mais emocionantes enquanto esperava o filme começar. Eu sabia o que eles iam ver. Isso vai entregar mais do que eles imaginam! Eles não estão preparados para o que isso vai entregar. Ter esse conhecimento era poder”, concluiu.

Suzanne Collins não respondeu publicamente às críticas de Tarantino.

Lembrando que Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, o novo longa da franquia, chega aos cinemas em 2026.

O elenco principal ainda conta com grandes nomes como:

  • Whitney Peak como Lenore Dove Baird
  • Mckenna Grace como Maysilee Donner
  • Jesse Plemons como Plutarch Heavensbee
  • Kelvin Harrison Jr. como Beetee
  • Maya Hawke como Wiress
  • Lili Taylor como Mags
  • Ben Wang como Wyatt Callow
  • Ralph Fiennes como Presidente Snow
  • Elle Fanning como Effie Trinket
  • Kieran Culkin como Caesar Flickerman
  • Billy Porter como Magno Stift
  • Glenn Close como Drusilla Sickle

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

‘Várzea’: Netflix divulga novo teaser eletrizante de documentário sobre futebol; Confira!

A Netflix Brasil divulgou um novo teaser de ‘Várzea: Onde Nasce o Futebol’, sua mais nova série documental dedicada às origens do esporte mais popular do país. Com direção assinada por Alec Cutter, a produção tem estreia oficialmente agendada na plataforma de streaming para o dia 20 de junho.

“O Brasil vive, respira e exporta futebol. Esta série mergulha nas histórias por trás do jogo bonito, que nasce na várzea e tem o poder de mudar vidas”, diz a sinopse.

A obra promete mergulhar de cabeça nos bastidores da Super Copa Pioneer, amplamente considerada o maior e mais prestigiado campeonato de futebol de várzea de São Paulo. Ao longo dos episódios, o público poderá acompanhar de perto as históricas rivalidades entre diferentes bairros paulistanos, relatos emocionantes de superação e a vibrante paixão cultural que move as comunidades da periferia.

Para enriquecer a narrativa, a docussérie contará com as participações especiais dos craques Cafu e Raphinha. Os ídolos do futebol mundial relembram suas próprias origens em campos de terra batida e analisam o papel fundamental que o futebol amador desempenhou em suas trajetórias antes de alcançarem o estrelato nos gramados profissionais.

A produção de ‘Várzea: Onde Nasce o Futebol’ é fruto de uma parceria entre a Ginga Pictures e a R21, desenvolvida especialmente para o catálogo original da Netflix.

A realidade dos conteúdos de streaming sem fronteiras

Espectadores superam fronteiras digitais e acessam catálogos completos de streaming, superando restrições geográficas.

Você abre a plataforma de streaming, procura aquela série que todo mundo comenta nas redes sociais… e aparece a mensagem: “Conteúdo indisponível na sua região”. Essa frustração é comum para milhões de brasileiros e expõe uma das barreiras mais irritantes do entretenimento digital: os bloqueios geográficos.

Essas restrições existem devido a contratos de distribuição e direitos autorais, que mudam conforme o país. Um filme ou série disponível no catálogo da Netflix nos Estados Unidos, por exemplo, pode simplesmente não aparecer no Brasil — e vice-versa.

Para quem consome, dá a sensação de ter acesso somente a uma parte do catálogo, sabendo haver muito mais opções disponíveis em outros lugares. Uma solução cada vez mais popular entre os espectadores é o uso de tecnologias que permitem navegar pela web como se estivessem em outro país, conhecida como VPN, que ajuda a contornar as limitações impostas pelas plataformas.

Nesse caso, um servidor de VPN permite que você acesse informações de outros países e ainda protege seus dados e navegação para que seja feito de forma segura e legalizada. Assim não se perde aquela série favorita que só é exibida no exterior.

Por que o conteúdo varia tanto de país para país?

O conteúdo varia tanto de país para país porque os direitos de streaming são negociados separadamente em cada mercado. O que você assiste nos EUA pode não estar disponível no Brasil, e o contrário também acontece. Essa diferença irrita muitos espectadores, principalmente quando séries novas ou exclusivas demoram meses para chegar… ou simplesmente nunca aparecem.

Os contratos de licenciamento dependem de direitos de transmissão, interesses comerciais e até regras locais. Um mesmo filme ou série pode ter seus direitos vendidos para emissoras diferentes em cada país, criando uma confusão de disponibilidade.

Além disso, as plataformas adaptam seus catálogos ao gosto do público. O que faz sucesso nos EUA pode não interessar tanto ao brasileiro, por exemplo. Por isso, produções nacionais muitas vezes ganham mais destaque aqui, enquanto alguns conteúdos internacionais ficam restritos a certas regiões.

Como os usuários contornam essas barreiras?

Enquanto as plataformas reforçam o controle geográfico de seus catálogos, os espectadores encontram brechas para assistir ao que desejam.

Perfis internacionais e acesso em viagens

Alguns streamings liberam temporariamente o catálogo do país de origem para assinantes em viagem. Quem passa semanas ou meses no exterior pode continuar acompanhando suas séries sem interrupção.

Outros serviços permitem múltiplos perfis vinculados a diferentes regiões, útil para quem se desloca com frequência entre países. Apesar de não ser amplamente divulgado, esse recurso existe e pode ser explorado sem violar os termos de uso.

Plataformas alternativas e catálogos regionais

Muitas produções ausentes nos grandes streamings estão disponíveis em serviços menores ou regionais. Uma série fora do catálogo brasileiro da Netflix pode estar no Star+ (América Latina) ou em plataformas especializadas, como MUBI (cinema autoral) ou até mesmo outra o Shudder (terror).

A estratégia exige paciência: verificar guias de disponibilidade, comparar assinaturas e até testar períodos gratuitos em serviços desconhecidos.

Contas compartilhadas entre países

Dividir uma assinatura com alguém no exterior ainda é comum. Um brasileiro acessa o catálogo britânico pelo perfil de um amigo que mora no Reino Unido; em troca, oferece acesso ao conteúdo local.

O problema? Plataformas estão combatendo o compartilhamento com verificação de IP e notificações. Quem for pego pode ter o acesso limitado ou perder a conta.

Lançamentos globais: a solução sem truques

Nem sempre é preciso contornar bloqueios. Grandes produções originais de streamings — como Stranger Things (Netflix) ou The Mandalorian (Disney+) — já estreiam simultaneamente em vários países.

Ficar de olho nos calendários oficiais evita a necessidade de procurar alternativas. Redes sociais das plataformas e sites como JustWatch ajudam a rastrear quando um título chega em cada região.

Privacidade e segurança na era do streaming

O acesso global não é o único desafio. Quem consome conteúdo online precisa lidar com outra ameaça: a vulnerabilidade de seus dados. Conexões em aeroportos, cafés e hotéis — úteis para assistir séries durante viagens — podem expor informações pessoais a invasores. 

Algumas pessoas recorrem a ferramentas que mascaram sua localização para proteger sua conexão, mas é importante entender as políticas de cada plataforma.

 

A indústria do streaming caminha a passos lentos, mas inevitáveis, rumo a um modelo menos fragmentado. Algumas plataformas já começam a testar licenciamentos globais, onde todo o conteúdo fica disponível simultaneamente em todos os países. Essa mudança atenderia à principal demanda dos assinantes: deixar para trás a frustração de catálogos regionais limitados.

Enquanto esse cenário ideal não se concretiza, os espectadores se veem diante de um dilema. Alguns optam por se contentar com o que o serviço oferece em sua região. Outros se arriscam, buscando brechas para acessar conteúdos bloqueados.

No fim das contas, a geografia já não define mais o que você pode assistir — o que define é o quanto você está disposto a explorar as possibilidades.

Família de vítima está REVOLTADA com a série ‘Dahmer’: “Estão nos retraumatizando”

Dahmer: Um Canibal Americano‘, além de fazer um imenso sucesso pela Netflix, a nova série true crime da plataforma causou um grande incômodo à família de uma das vítimas do serial killer, que detonou a série em suas redes sociais.

Um primo da vítima de Jeffrey Dahmer, Eric Perry e Errol Lindsey, disse que a série está “retraumatizando” sua família a troco do entretenimento de algumas pessoas.

“Eu não estou dizendo a ninguém o que assistir, eu sei que a mídia de crimes reais é enorme, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbell) está chateada com essa série. Ela está nos retraumatizando outra vez, e para quê? De quantos filmes/shows/documentários precisamos?”, falou Perry.

“Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal em face do homem que torturou e assassinou seu irmão é SELVAGEM”, comentou.

Vale destacar que Eric disse ainda que ninguém entrou em contato para entender o sofrimento das famílias das vítimas, ou para avisar que a série estava sendo produzida. Ou seja, ele e seus familiares foram pegos de surpresa.

“Então, quando eles dizem que estão fazendo isso ‘com respeito às vítimas’ ou ‘honrando a dignidade das famílias’, ninguém entrou em contato com elas”, conclui.

‘Dahmer: Um Canibal Americano’, nova minissérie do prolífico realizador Ryan Murphy, já chegou à Netflix.

Estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’, a produção é centrada no perigoso serial killer Jeffrey Dahmer.

Relembre o trailer:

A produção conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.

A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.

O elenco ainda conta com Niecy NashPenelope Ann Miller, Shaun J. BrownColin Ford Richard Jenkins.

Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.

Reféns

(Trespass)

 

Elenco: Nicolas Cage, Nicole Kidman, Cam Gigandet, Liana Liberato, Nico Tortorella, Jordana Spiro, Dash Mihok, Ben Mendelsohn, Zurab Matcharashvili.

Direção: Joel Schumacher

Gênero: Suspense

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 35 milhões

Estreia: 11 de Novembro de 2011

Sinopse:

Em ‘Reféns‘, Kyle (Nicolas Cage) e Sarah (Nicole Kidman) vivem em uma elegante e segura casa com todos os confortos modernos. Sua única filha, Avery (Liana Liberato) é uma adolescente linda mas ainda muito rebelde. Tudo está bem até o momento em que a casa é invadida por criminosos e a família é feita refém. Agora todos os segredos da família deverão ser revelados na luta contra os invasores.

Curiosidades:

» Novo filme do diretor Joel Schumacher (‘Os Garotos Perdidos’).


Trailer:


Cartazes:


Fotos:

Neve Campbell fala sobre ‘Pânico 5’ e a série de TV

A franquia ‘Pânico‘ (Scream) ganhou uma série de TV mediana pela MTV norte-americana, mas o que os fãs querem mesmo é uma sequência nos cinemas.

Durante a Comic Con de Londres, que aconteceu neste final de semana, a atriz Neve Campbell fala sobre a possibilidade de ‘Pânico 5‘.

Primeiro, Neve falou sobre a série:

“Eu ainda não assisti Perguntei para algumas pessoas aqui o que eles estão achando da série e as reações foram mistas. Mas demora um pouco para a história de uma série engatar, então deem uma chance. Eu pretendo assistir, porque o Wes [Craven] está envolvido. Mas tenho um filho de três anos, então é muito difícil assistir TV”, brincou.

Sobre ‘Pânico 5‘, a atriz revelou que ainda é uma incerteza, mas parece disposta a retornar.

“Eu não tenho ideia de como responder essa pergunta. A intenção inicial era que Pânico 4 iniciasse uma nova trilogia, mas os produtores esperavam que o filme fosse melhor nas bilheterias. E agora eles tem a série de TV, então não sei se é ideal voltar para os cinemas. Mas você nunca sabe o que os irmãos Weinsteins vão fazer. Eles teriam que surgir com uma ideia muito genial para o próximo filme”, afirmou.

Assista:

Segunda temporada de ‘Pânico’ ganha novidades 

 

Wes Craven afirmou em 2011 que faria ‘Pânico 5‘ se o quarto fosse bem recebido nas bilheterias e pelos críticos. A recepção da crítica foi ótima, mas a arrecadação nos cinemas deixou a desejar: faturou US$ 38,1 milhões (US$ 97 milhões mundialmente), com orçamento de US$ 40 milhões.

O último filme seria dividido em duas partes, com estreias previstas para 2016 e 2017. Porém, um remake não deve demorar muito tempo para acontecer… 

Assista aos 8 primeiros minutos da série ‘Pânico’ 

Inicialmente previsto como uma nova trilogia, ‘Pânico 4‘ trouxe seus protagonistas principais: Sydney Prescott (Neve Campbell), Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox). Caso a sequência seja feita, especula-se que Hayden Pannetierre deve voltar como Kirby.

Você gostaria de ver ‘Pânico 5 e 6‘ nos cinemas?

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Novas fotos de ‘Jason Bourne’, ‘Caça-Fantasmas’, ‘Águas Rasas’ e ‘O Bom Gigante Amigo’

A Entertainment Weekly divulgou fotos dos principais lançamentos do verão norte-americano: ‘Jason Bourne‘, ‘Caça-Fantasmas‘, ‘Águas Rasas‘ e ‘O Bom Gigante Amigo‘.

Confira:

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A trama é inspirada na era da espionagem pós-Edward Snowden. Explorando, principalmente, as consequências das divulgações secretas realizadas por Edward. Damon também confirmou que a história será iniciada na Grécia, berço da democracia e da atual maior crise que acaba por tirar o sono de boa parte dos países europeus, e será encerrada em Las Vegas, um dos símbolos do capitalismo americano.

Tommy Lee Jones, Vincent Cassel, Scott Shepherd, Ato Essandoh e Julia Stiles.  estrelam. A estreia de ‘Jason Bourne‘ está marcada para 29 de Julho de 2016.

 

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No thriller ‘Águas Rasas‘, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É ‘Tubarão‘ para geração nova. A estreia no Brasil acontece dia 11 de Agosto.

 

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Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.

 

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O Bom Gigante Amigo‘ narra a história cheia de imaginação de como um Gigante apresenta à pequena Sofia as maravilhas e os perigos da Terra dos Gigantes. A estreia acontece em 1º de julho de 2016

Vídeo inédito de ‘Batman Vs Superman’ traz detalhes do Homem de Aço; Assista!

Como parte da divulgação do DVD e Blu-Ray de ‘Batman Vs Superman‘, que estarão disponíveis para venda a partir da segunda semana desse mês, a Warner liberou uma nova promo do Homem de Aço que explica bem sobre sua origem.

Vale a pena conferir:

 

Segundo o Heroic Hollywood, o corte estendido explica várias coisas que não ficaram claras no cinema, e traz um final diferente: Batman envia o vilão Lex Luthor para a infame prisão Arkham Asylum de Gotham e, possivelmente, amarra o filme com os acontecimentos de ‘Esquadrão Suicida‘.

Na nova cena, Luthor revela a Batman que ele sabe sobre sua identidade, e Batman tem a resposta perfeita. Confira a descrição!

Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ arrecadou US$ 872 milhões mundialmente.

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‘Moana – Um Mar de Aventuras’ ganha novo comercial

A Walt Disney liberou um novo comercial de ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘.

Confira, com os cartazes:

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Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

HBO libera vídeo com as primeiras cenas de ‘The Leftovers’

A HBO liberou um vídeo com sua programação completa de novas séries e especiais para 2017.

Entre o material apresentado, estão as primeiras cenas de ‘The Leftovers‘, série criada por Damon Lindelof. 

Assista:

The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.

A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.

The Leftovers traz no elenco Justin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.

The Leftovers

Atriz de ‘Game of Thrones’ entra para ‘Avatar’

O Hollywood Reporter confirma a adição de Oona Chaplin, neta de Charles Chaplin, no elenco dos próximos quatro filmes ‘Avatar‘.

Sua personagem será Varang, tida como uma guerreira valente.

A história da primeira continuação continua incerta, mas o fato é que todo o elenco principal do primeiro filme, inclusive, quem morreu, estará de volta.

Com relação as datas de estreias…

Avatar 2 – 18 de dezembro de 2020
Avatar 3 – 17 de dezembro de 2021
Avatar 4 – 20 de dezembro de 2024
Avatar 5 – 19 de dezembro de 2025

 

Channing Tatum e Daniel Craig no trailer legendado ‘Logan Lucky: Roubo em Família’

Roubo em Família‘ (Logan Lucky), a mais nova e já elogiada produção de Steven Soderbergh, ganhou seu novo trailer legendado.

Daniel Craig, Channing Tatum e Adam Driver estrelam. O elenco conta também com Riley Keough, Hilary Swank, Seth MacFarlane, Katie Holmes, Katherine Waterston e Sebastian Stan.

A distribuição nacional é da Diamond Films, e a estreia está agendada para 12 de outubro.

Confira:

O cineasta Steven Soderbergh está de volta aos cinemas, após dedicar os últimos anos de sua carreira às duas temporadas da série ‘The Knick‘ e ao prestigiado filme para TV da HBO, ‘Behind The Candelabra‘.

Roteirizado por Rebecca Blunt, ‘Roubo em Família‘ acompanha dois irmãos, Jimmy (Channing Tatum) e Clyde (Adam Driver) Logan, que planejam um roubo de dinheiro através de um sistema de tubulação hidráulica. Para que o plano funcione, a dupla executa a trapaça durante a Copa NASCAR, que serve como a distração perfeita para o crime.

‘Perdidos no Espaço’: Netflix divulga trailer INSANO da série

A Netflix divulgou o novo trailer do remake de ‘Perdidos no Espaço‘, que estreia dia 13 de abril. Assista:

Perdidos no Espaço‘ (Lost In Space) é uma série Original Netflix dramática e moderna baseada no clássico de ficção científica dos anos 60. Ambientada 30 anos no futuro, a colonização no espaço agora é uma realidade e a família Robinson está entre os que foram testados e selecionados para criar uma vida nova em um mundo melhor. Mas quando os novos colonos encontram-se abruptamente retirados da rota para sua nova casa, eles devem forjar novas alianças e trabalhar juntos para sobreviver em um ambiente alienígena perigoso, anos-luz de seu destino original.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TVNeil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

‘The Walking Dead’: Tom Payne detona a série e o que fizeram com Jesus

Tom Payne, intérprete do Jesus em ‘The Walking Dead‘, voltou a se posicionar sobre sua saída da série durante o San Jose Fan Fest.

O ator pediu aos produtores para matarem seu personagem pois se sentiu desestimulado com a falta de destaque de Jesus na série, e a grande diferença do personagem nas HQs.

“Nos quadrinhos ele era um personagem sensacional. Era o melhor guerreiro. Isso nunca foi usado na TV. A série ficou péssima. Foi muito frustrante, pois dei o meu melhor e trabalhei muito duro. Quando ele pega a granada na luta contra Negan nas HQs, aquilo é sensacional. E eles simplesmente nunca usaram na série. Não deveria ter lido as HQs, porque eu não teria ficado desapontado como fiquei tantas vezes.”, afirmou.

O ator ainda explicou como se deu sua saída da série.

“Foi uma decisão mútua, e eu estava realmente feliz com isso. Eu expressei meu descontentamento com os produtores na temporada passada. Não tem como não ficar desapontado quando não há coisas legais para você fazer na série.”

Ele continua, “Eu amei o personagem, mas havia muito potencial que… foi desperdiçado. Então, eu não estava triste por dizer adeus a essa frustração.”

Confira o trailer da segunda metade da 9ª temporada:

A série retornará com episódios inéditos em fevereiro.

No último episódio de 2018, novamente um personagem que ainda está vivo nos quadrinhos encontrou seu fim na série: Jesus. No episódio, o personagem é pego enquanto lutava contra diversos zumbis e esfaqueado nas costas por um sussurrador, morrendo logo após.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Chefe da Marvel explica porquê decidiu terminar a série

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ chegará ao seu fim com a 7ª temporada, deixando uma leva de fãs órfãos.

O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.

“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.

Com a decisão de garantir mais uma leva de episódios, a Marvel conseguirá encerrar a produção segundo os seus próprios termos, sem deixar pontas soltas, como aconteceu com as séries feitas para a Netflix, como ‘Demolidor‘, ‘Jessica Jones‘, ‘Luke Cage‘, ‘Punho de Ferro‘ e ‘O Justiceiro‘.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘The Haunted’: Mulher é assombrada em hotel isolado no trailer do terror

O terror ‘The Haunted‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por David Holroyd.

Chegando em um hotel isolado para o seu primeiro turno noturno, a jovem Emily (Sophie Stevens) é deixada sozinha para lidar com um espírito vingativo.

O terror será lançado direto em VOD no dia 22 de maio.

O que aprendemos com as outras vezes em que Hollywood quase parou

Estreias adiadas, cinemas fechados, uma crise nos estúdios de Hollywood. Não, esta não é a primeira vez que isso acontece. Antes da corrida para evitar o contágio pelo novo coronavírus, a indústria da Sétima Arte sofreu uma paralisação semelhante à atual em 1933. Os motivos podem até ter sido completamente diferentes, mas as consequências não estão tão distantes assim — e ajudam a entender qual é a perspectiva que enfrentamos no momento.

Para isso, é preciso lembrar as aulas de história. O cenário é pós Crise de 29, e Franklin Delano Roosevelt venceu as eleições presidenciais de 32, tomando posse em março do ano seguinte. Foi então que começou a implementar sua agenda para conter a crise, o que acabou refletindo na área do entretenimento. 

A primeira estratégia de Roosevelt foi fechar as agências bancárias de todo o país de 6 a 13 de março de 33, já que a população estava fazendo altas retiradas de toda a economia. Oficialmente, a justificativa era dar ao governo tempo para entender qual era a situação dos bancos e estabilizá-los financeiramente. Na prática, era simplesmente conter a população e impedir que sacassem todo o dinheiro e afundassem o país ainda mais a crise. 

Quando os bancos foram reabertos, pouco havia mudado em termos práticos na economia. Mas as retiradas diminuíram consideravelmente e a população parecia estar mais calma. Ou seja: a tática deu certo. 

Mas o feriado bancário foi o que causou um grande problema em Hollywood. À época, os chefes dos estúdios reuniram os funcionários e contaram que, como não havia dinheiro líquido, havia duas possíveis soluções: eles aceitavam um corte salarial de 50% por várias semanas ou as empresas sairiam do mercado. Os empregados acabaram aceitando o corte, com a promessa de que o valor seria restituído assim que a situação fosse normalizada.

Essa restituição, é claro, não aconteceu na maioria dos casos, inclusive em grandes estúdios até hoje entre os mais importantes. O The Hollywood Reporter conta ainda que alguns cortes sequer eram necessários. Para a população, o quadro era caótico: a grande ameaça era de que os estúdios iriam se fechar para nunca mais serem reabertos, e que a cultura estava em completo risco.

Na prática, o que essa situação toda causou foi…a criação das associações dos roteiristas, diretores e atores — ou seja, WGA, DGA e SAG. Isso porque os funcionários estavam contando com a recém criada Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (sim, a associação do Oscar) para a proteção de seus direitos. Quando a AMPAS lavou as mãos, a sindicalização tornou-se necessária.

Rechaçada, a Academia eventualmente passou a se posicionar a respeito de questões trabalhistas e voltou a se fortalecer. Mas não o suficiente para evitar que outras paralisações tomassem conta da indústria do entretenimento. Ao todo, foram 14 greves em Hollywood entre 1941 e 2007, de diversos setores: de músicos a atores de comerciais. 

Embora a mais longa greve de Hollywood seja a dos músicos de 1942, que durou cerca de 1 ano e um mês, e a maior greve dos roteiristas seja a de 1988, a greve dos roteiristas de 2007 é a mais fresca e significativa na memória pública.

Em linhas gerais, a greve dos roteiristas de 2007 foi causada por um impasse em relação ao valor pago por vendas de mídias físicas, como DVD, e dos webisódios, que são mais ou menos os avós dos programas de streaming. Em aproximadamente 100 dias de protesto, que envolveram personalidades da mídia e membros do SAG, o prejuízo estimado foi de US$ 2,1 bilhões, segundo analistas. As consequências sentidas na prática foram temporadas de séries reduzidas, filmes de qualidade duvidosa saindo do papel por falta de opção, e uma explosão de reality shows invadindo as telinhas e ganhando o gosto do público. 

A questionável 4ª temporada de ‘Lost’ foi uma das vítimas da greve dos roteiristas

A longo prazo, a ideia de temporadas reduzidas, já muito usada por séries de canais pagos, foi se tornando mais e mais agradável para a audiência, escassa de tempo e abarrotada de conteúdo. A grande consequência da greve, no entanto, foi abrir as portas para discussões sobre impacto de consumo e distribuição de séries e filmes em novas mídias. Afinal, os principais argumentos do WGA eram o alcance de episódios distribuídos online e a relevância destes conteúdos, teoricamente paralelos, para a trama principal.

Tudo isso eventualmente culminaria no streaming como conhecemos hoje, e consequentemente na próxima pergunta, que diz respeito ao cenário de 2020. O que irá mudar na distribuição de filmes daqui em diante? 

Uma das estratégias adotadas pelos estúdios para lidar com o adiamentos e o fechamento das salas de cinema é diminuir a janela entre o lançamento nas telonas e em VOD: ‘Frozen 2’ chegou mais cedo ao Disney+ nos Estados Unidos, e títulos como ‘Aves de Rapina’, ‘Dois Irmãos’, ‘Bloodshot’, ‘The Hunt’ e ‘O Homem Invisível’ também tiveram seus lançamentos digitais adiantados

Muitos analistas questionam se o movimento será mantido quando tudo voltar ao normal, ou se isso abre precedentes para que filmes medianos de grandes estúdios adotem o online de vez como a principal casa. Especula-se também a possibilidade de a estratégia de ‘Trolls 2’ (Trolls World Tour), que supostamente será lançado ao mesmo tempo nos cinemas e no VOD, abrir portas para um novo formato. Mas é cedo para bater o martelo, e não é prudente fazer conclusões do olho do furacão. Quando tudo isso passar, ainda teremos os filmes que “simplesmente precisam ser vistos no cinema” e filmes que “dá para esperar e assistir em casa”.

filmes-adiados

Imediatamente, estamos diante de um prejuízo econômico associado a grandes demissões. Circulam informações que roteiristas de produções em desenvolvimento já estão sendo demitidos por canais de streaming ainda inéditos; séries perdem datas de estreia, locações e reduzem temporadas; blockbusters de arrasar quarteirões como ‘Mulan’, ‘Velozes & Furiosos 9’, ‘Viúva Negra’ e ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ são apenas alguns dos muitos filmes adiados. Tudo isso deve provocar um enorme efeito cascata nas estreias do segundo semestre em diante e uma canibalização dos lançamentos menores — sem falar no inevitável prejuízo econômico do visado verão americano.

Não bastasse, o tradicionalíssimo Festival de Cannes, que aconteceria em maio, foi adiado. Se for realizado, será apenas no segundo semestre. O que acontece com a temporada de premiações? Juntando isso ao adiamento do SXSW, estamos diante de um cenário em que filmes que deveriam ter sido apresentados no festival texano seguem sem distribuição, e as figurinhas do Oscar que deveriam surgir em terras francesas terão uma trajetória consideravelmente mais curta.

Resumo da ópera? Os prejuízos econômicos são incalculáveis, mas analistas de investimento estimam que os parques da Disney vão sentir os efeitos da pandemia no mínimo até o fim do ano, enquanto acalmam afirmando que as operações dos estúdios devem se normalizar muito em breve. 

Enquanto isso, são os streamings que navegam em águas cheias. Mesmo assim, a própria Netflix já pede aos assinantes que assistam a séries em qualidade SD, com medo de não conseguir atender a grande demanda. Por tudo isso, aos amantes do cinema e da TV: ainda sentiremos os efeitos do coronavírus na arte que consumimos por muito, muito tempo. Mas das duas grandes crises anteriores, passado o prejuízo, criaram-se soluções e alternativas, abriram-se debates e novos caminhos. O momento aqui também vai chegar. Só não sabemos quando. 

‘BrightBurn: Filho das Trevas’: “Superman do Mal” toca o terror em filme lançado no Amazon Prime

Já imaginou se o Superman chegasse na Terra e se transformasse em um vilão assassino sem escrúpulos ao invés de um super-herói? O James Gunn (‘Seres Rastejantes‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘) imaginou essa história e produziu o terror ‘BrightBurn: Filho das Trevas‘.

O filme já está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

Na trama, um casal encontra um bebê em um objeto misterioso que caiu do espaço e decide criá-lo como seu fosse seu. Conforme o tempo passa, eles percebem que a criança não é normal e as consequências são aterradoras.

Assista ao trailer:

A mitologia em torno da figura do Superman (ou Super-Homem), um dos mais antigos e definitivamente o mais famoso dos super-heróis saídos dos quadrinhos, é tão impactante culturalmente que levou o diretor Bryan Singer a tecer o comentário sobre o personagem ser tão conhecido quanto Jesus Cristo – enquanto filmava sua própria interpretação da história em Superman – O Retorno (2006).

Sim, já tivemos inúmeras versões deste conto espalhadas pelas mais diversas mídias, seja no cinema, TV e, é claro, nas HQs, berço do herói. Mas ainda não vimos tudo o que pode ser feito com esta narrativa. E a prova disso é a forma como o produtor James Gunn resolve tratar o material ao aderir à brincadeira. Oriundo do cinema fantástico e de terror, o diretor se tornou uma estrela ao fazer de personagens C do repertório da Marvel, a mais nova sensação pop (Os Guardiões da Galáxia). E se, como afirma o próprio, as duas coisas que mais gosta no mundo são terror e super-heróis, por que não uni-las em um filme?

A ideia, no entanto, embora tenha partido de um Gunn (na verdade de dois), não foi de James. Brian Gunn, seu irmão, e Mark Gunn, seu primo, são os responsáveis pelo argumento sobre uma criança que cai do espaço numa área rural dos EUA, na pequena cidade de Brightburn (a Pequenópolis deste universo), e é adotado por um amável casal do interior: Tori (Elizabeth Banks) e Kyle (David Denman). A proposta aqui é a seguinte: e se ao invés do altruísmo e bondade, o menino desenvolvesse as piores e mais perversas características humanas?

Para a empreitada foi escalado o jovem diretor David Yarovesky (em seu segundo longa), que, adepto da escola de suspense e terror do mestre John Carpenter, consegue criar cenas memoráveis e geladas, donas de um ritmo agonizante próprio. Ajuda o fato do roteiro não fornecer saídas fáceis, deixando mais perguntas do que respostas, assim como grandes exemplares do gênero. Mas, sendo este um produto mainstream, pensado para as grandes massas, o nível de grafismo das cenas é altíssimo, podendo ser comparado ao dos torture porn, vide Jogos Mortais e afins. A indução do que é imaginado e não visto, no entanto, ainda é a solução mais eficiente.

Brightburn, porém, não é meramente violência desmedida e voltada ao entretenimento. Muito pelo contrário. Existe toda uma discussão dramática envolvendo distúrbios infantis que se não prevenidos podem vir a se tornar agravantes como psicopatia – e podendo inclusive ser traçado um forte paralelo com jovens que constantemente entram armados em colégios para chacinas. Em especial, aqui, como tal fato afeta os pais.

Com reviravoltas que constantemente nos pegam desprevenidos, Brightburn eleva o nível de tensão em diversas cenas (em especial a da visita na casa da tia) e cria um dos personagens infantis mais assustadores do cinema recente – para entrar no hall ao lado de Damien (A Profecia) e Esther (A Órfã), por exemplo. Dono de uma história simples, mas muito eficiente e artesanalmente costurada, a nova produção bancada por James Gunn é daquelas que tem jeitão de já ter nascido cult. Ah sim, e uma dica: prestem atenção no que eles fizeram com a cena pós-créditos e tente não abrir um grande sorriso.

Morre Sidney Poitier, primeiro ator negro vencedor do Oscar, aos 94 anos

O ator Sidney Poitier, vencedor do Oscar e um dos últimos sobreviventes da Idade de Ouro de Hollywood, morreu aos 94 anos.

A morte de Poitier foi confirmada pelo Ministro das Relações Exteriores das Bahamas, Fred Mitchell, aonde o ator vivia.

A causa da morte e outros detalhes não foram revelados. Uma peça da Broadway sobre a vida e carreira de Poitier (intitulada “Sidney”) foi anunciada no início de dezembro.

Poitier cresceu em Cat Island, nas Bahamas. Em 1963 fez história ao se tornar o primeiro ator negro da história a receber o prêmio Oscar de melhor ator principal por sua performance no drama Uma Voz nas Sombras (Lilies of the Field) em 1963. Em 2002 se tornou o primeiro artista negro a receber um Oscar honorário pelo conjunto da obra.

Fãs de ‘Pânico’ elegem os MELHORES filmes da franquia; Qual é o seu preferido?

Lançada em 1996, a franquia ‘Pânico‘ já conta com cinco filmes e está prestes a ganhar seu sexto exemplar, que estreia dia 9 de Março de 2023.

Em cada longa, uma nova pessoa veste a máscara do vilão Ghostface para aterrorizar a cidade de Woodsboro, mas seus motivos são semelhantes: ciúme, raiva e vingança.

Com tantos filmes, é claro que os fãs têm seus preferidos, mas o original permanece sendo considerado o melhor.

Quando um usuário do Twitter pediu aos fãs que classificassem todos os títulos da franquia, as respostas provaram que nenhum outro consegue superar o primeiro.

Confira as respostas:

“No ranking da franquia ‘Pânico’, qual é o seu preferido?”

“1>4=2>5>3 é a ordem correta…”

“‘Pânico’, ‘Pânico’ 4 e 5, ‘Pânico 3’, ‘Pânico 2‘”

“1 > 4 > 2 > 5 > 3 – A única resposta correta.”

“‘Pânico 4/1’, ‘Pânico 2’, ‘Pânico 3’, ‘Pânico 5′”

” O 1º sempre será o melhor, depois vêm 5, 2, 4 e 3. Para ser justo, não assisti o 3 tanto quanto os outros. 2 e 4 podem mudar dependendo do dia que assisto.”

“‘Pânico’, ‘Pânico 4’, ‘Pânico 3’, ‘Pânico 2‘, ‘Pânico‘ (2022).”

Depois de ‘Pânico’ (1996), a maioria dos fãs lista ‘Pânico 4‘ como um candidato digno do 2º lugar.

E para você? Qual é o seu preferido?

 

Confira o último trailer lançado:

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

25 anos de ‘Eu AINDA Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ | Por que a sequência foi tão MASSACRADA pelos críticos?

No ano seguinte após o sucesso estrondoso de Pânico, um outro filme do subgênero do terror, o slasher, chegou aos cinemas uma obra repleta de tensão que aborda as consequências de uma escolha na visão de jovens amigos à beira de fases importantes de suas vidas.

Dirigido por Jim Gillespie, com roteiro assinado pelo craque Kevin Williamson, baseado no romance homônimo da escritora Lois Duncan, ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ se tornou um sucesso de público.

O primeiro filme conquistou medianos 45% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, mas foi muito bem nas bilheterias.

Ao final de sua exibição nos cinemas em dezembro de 1997, arrecadou US$ 72.586.134 nos EUA e Canadá e US$ 53 milhões em outros países, totalizando US$ 126 milhões em todo o mundo .

Com o sucesso, a sequência já saiu no ano seguinte. ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ trouxe de volta Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze, Jr. e Muse Watson ao elenco e ainda adicionou Brandy, Mekhi Phifer e Matthew Settle.

Ao participar de um programa de rádio e responder à pergunta “Qual a capital do Brasil?”, a sobrevivente Julie ganha uma viagem para uma ilha paradisíaca — uma armadilha do assassino que volta a persegui-la. Eu lembro de ter ficado revoltado quando assisti ao filme nos cinemas por que achava que o roteirista realmente tinha errado a capital do Brasil, que Julie diz ser o Rio de Janeiro, mas logo depois o filme revela em um plot twist que a capital do Brasil era Brasília, e Julie caiu numa cilada. É uma cilada, Julie.

Quando foi lançado em 1998, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘  foi massacrado pelos críticos e criou um buzz negativo que enterrou a franquia, tanto que o terceiro filme foi feito direto para Home Video e sem o retorno dos atores e da equipe original.

Dirigido por Danny Cannon e com roteiro de Trey Callaway, a sequência apostou na fórmula do “quanto mais melhor” e trouxe mais mortes mirabolantes, sequências de perseguição e reviravoltas, perdendo um pouco da essência do filme original.

Até hoje, eu acho a perseguição da personagem da Sarah Michelle Gellar no primeiro filme uma das melhores da história do cinema slasher, terminando morta em um beco após quase fugir do assassino. Na sequência, temos uma ótima cena de perseguição com a personagem da Brandy em cima de um telhado de vidro. Apesar de não ser tão bom quando o original, o filme tem seus louros. É um bom suspense, com um orçamento visivelmente maior e uma reviravolta na revelação do assassino bastante chocante, mesmo que um pouco novelesca.

Mesmo com um elenco estelar, que inclui até o Jack Black, o filme foi massacrado pelos críticos com apenas 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. No consenso geral, os críticos afirmam que o filme é “Chato, previsível e desprovido de emoções ou arrepios. É exatamente o tipo de repetição que dá má fama às sequências de terror.”

Eu não sei é pela nostalgia ou por amar slasher movies, mas eu particularmente acho que os críticos pegaram um pouco pesado com a sequência. Mesmo sem inventar a roda, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ traz tudo aquilo que se espera de um slasher movie e ainda eleva as apostas do filme original. É entretenimento.

Você gostou de ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘? Por que acha que os críticos pegaram tão pesado com o filme?

Recentemente, a Sony Pictures revelou está trabalhando em um novo filme da franquia, que terá a diretora Jennifer Kaytin Robinson, de ‘Justiceiras‘. Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. estão em negociações para voltarem aos seus papéis originais, e adoraram a ideia para o filme que foi apresentada pela roteirista Leah McKendrick.

O projeto está em desenvolvimento inicial e a ideia é trazer o elenco original e apresentar um grupo de jovens personagens, como fizeram recentemente com ‘Pânico’ (2022).

A Sony Picturesplanejava um reboot para a franquia, mas engavetaram os planos com o desenvolvimento de uma série para o Amazon Prime Video, que foi cancelada na primeira temporada em 2022.

De ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ a ‘Imaginário’: Confira as estreias de SETEMBRO do Prime Video

O Prime Video anuncia os lançamentos e destaques no Brasil para o mês de setembro. Os membros Prime podem conferir esses e outros conteúdos exclusivos nas versões on-line, via streaming, ou off-line, por meio de download, e também podem perguntar para a Alexa quais são os principais lançamentos do mês.

Confira a lista:

  • Magic Mike: A Última Dança (2023) – 2 de setembro
  • Lisa Frankenstein (2024) – 2 de setembro
  • A Garota de Miller (2024) – 4 de setembro
  • Terremoto Magnitude 9.5 (2022) – 4 de setembro
  • Enclausurados (2018) – 4 de setembro
  • O Cara da Piscina (2023) – 6 de setembro
  • 65: Ameaça Pré-Histórica (2023) – 7 de setembro
  • Thiago Ventura (2024) – 11 de setembro
  • Assassino Por Acaso (2023) – 12 de setembro
  • Imaculada (2023) – 13 de setembro
  • Flutuar (2023) – 13 de setembro
  • Garotas em Fuga (2024) – 16 de setembro
  • Detetive Knight: Redenção (2023) – 18 de setembro
  • He Went That Way (2023) – 18 de setembro
  • Imaginário – Brinquedo Diabólico (2024) – 19 de setembro
  • Ilha da Tentação: Brasil – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
  • Courtois – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
  • Armageddon Time (2022) – 23 de setembro
  • A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) – 23 de setembro
  • O Matador: Missão Resgate (2022) – 24 de setembro
  • Kung Fu Panda 4 (2024) – 25 de setembro
  • Killer Heat (2024) – 26 de setembro

‘Premonição 6’: Produtor revela suas 3 mortes preferidas da franquia [EXCLUSIVO]

Premonição 6: Laços de Sangue‘ já arrecadou sólidos US$ 153.5 milhões mundialmente, e o produtor Caig Perry revelou em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP quais são suas três mortes preferidas da franquia.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.

Vale lembrar que ‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Em PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE, os fãs podem esperar por acontecimentos chocantes, muito sangue e busca pela verdade. A produção terá como centro os pesadelos violentos de Stefanie, uma estudante universitária que decide voltar para a casa e rastrear a única pessoa capaz de ajudá-la a salvar sua família do destino horrível que se aproxima.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

O Céu é de Verdade (2)

O céu é uma esperança? Milagres, crenças, religiões e convincentes interpretações fazem parte do mais novo trabalho do diretor Randall Wallace (que dirigiu o agora longínquo O Homem da Máscara de Ferro (1998)), O Céu é de Verdade. Com estreia definida no circuito nacional já na próxima quinta-feira (03.07), o filme apresenta argumentos de todo os tipos para despertar e intensificar a fé que existe em nossos corações.

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Na trama, acompanhamos a história do Pastor Todd Burpo (interpretado de maneira inspirada pelo ótimo ator Greg Kinnear), um trabalhador, pai de família que ministra cultos em uma pequena igreja no interior dos Estados Unidos. Certo dia, após o seu filho ser operado e salvo na mesa de cirurgia, recebe confissões desse mesmo filho dizendo que foi no céu e voltou durante a cirurgia. Sem saber o que fazer, se acredita ou não nos relatos e revelações do filho, Todd embarca em uma viagem emocionante em busca da renovação de sua fé.

Um sonho? Percepção extrassensorial? Um milagre? Conforme vamos acompanhando essa peculiar história começamos a entender melhor como pensa o pai da criança. A certa altura do filme, o protagonista passa a questionar a sua fé e a dos outros. O medo de acreditar, o transforma e aos poucos somos testemunhas de que a verdadeira fé dele está no amor que sente por sua família. Quando o espectador foco nesse grande personagem, esquece de qualquer exagero hollywoodiano ou clichês que o filme volta e meia deixa escancarado na telona.

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O ponto central da trama é a saga do pastor. Ele quebra a perna, enfrenta um problema no rim, luta para manter saudável a saúde financeira da família e ainda perde o que tinha de mais valor dentro dele, sua fé. O personagem é muito bem exposto dentro da trama, só a atuação do Greg Kinnear vale o ingresso. Mas o longa-metragem, baseado no Best-seller homônimo que já vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo, é muito mais que apenas uma excelente atuação, escancara em muitas sequências o poder do nosso acreditar. Mesmo não sabendo se o céu é de verdade, você precisa conhecer essa história.

Crítica | ‘A Garota Roubada’ – Decepcionante minissérie disponível na DISNEY PLUS se enrola na própria trama

Com um piloto aceitável e alguns episódios sonolentos que se seguem, num balanceamento desequilibrado dos elementos de uma narrativa, chegou sem muito alarde ao catálogo da Disney Plus a minissérie A Garota Roubada. Estrelada por Denise Gough e Holliday Grainger esse projeto te deixa preso num primeiro momento em uma história de desaparecimento mas que logo sofre por um desenvolvimento com o freio de mão puxado apresentando um recheio – nada satisfatório – de clichês.

A vida da aeromoça de jatos particulares Elisa (Denise Gough) vira de ponta a cabeça após permitir que sua filha durma na casa de uma nova amiguinha, influenciada pela insistência da mãe da garota, Rebecca (Holliday Grainger). Em uma busca do paradeiro da filha após percebido o sumiço, a protagonista e o pai da menina, Fred (Jim Sturgess), acionam a polícia. Ao longo do desenrolar dos dias, algumas surpresas do passado de Elisa, e também sobre esse casamento, vão aparecendo.

Em poucos minutos, o primeiro episódio realiza com eficiência a difícil tarefa de apresentar, de forma objetiva e com ritmo acelerado, os alicerces da história, despertando interesse genuíno pelo que está por vir. No entanto, a partir do segundo episódio, a narrativa começa a se desviar do rumo: acumulam-se pontas soltas, e temas promissores que poderiam render reflexões mais profundas acabam tratados de maneira superficial, com resoluções simplistas e pouco impactantes.

Os holofotes se colocam num duelo entre anti-heroína e vilã, se esquecendo de resolver os conflitos de outros personagens escanteados da história. Elementos desse grupo dos esquecidos, estão Fred e Selma (Ambika Mod), essa última, uma jornalista investigativa que pega o bonde andando desse furo de reportagem – a falha tentativa de crítica ao circo midiático em todo caso de repercussão – se tornando coadjuvante até mesmo da sua própria jornada.

Baseado na obra Playdate, da escritora norueguesa Alex Dahl, essa minissérie de cinco episódios segue na linha do convencional para convencer o público com uma receita de bolo batida de suspense que se joga em reviravoltas pra lá de mirabolantes e pouco convincentes. Tudo começa bem mas desanda, rumando para um desinteressante duelo contra a previsibilidade.

Por Onde Anda o Elenco de ‘Pânico’ (1996)?

Na coluna ‘por onde anda o elenco…’ já tivemos alguns slashers da retomada dos anos 1990, como Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Lenda Urbana, mas havíamos deixado de fora o carro-chefe e grande responsável pela sobrevida do gênero no período, Pânico. Com o anúncio do quinto filme da franquia, agora pelas mãos da Paramount, a volta do elenco original e a data de estreia já definida para janeiro de 2022, não existe ocasião mais perfeita para celebrarmos este terror adolescente tão querido pelos fãs. Assim, iremos finalmente recapitular por onde andam os principais envolvidos com sua produção.

Portanto, sem mais delongas, enquanto aquecemos os motores para o quinto capítulo da franquia – e começamos a maratonar os quatro longas anteriores – vamos descobrir, bem a tempo para o halloween, o paradeiro do elenco de Pânico (Scream).

Neve Campbell (Sidney Prescott)

Recentemente, andamos falando muito sobre a estrela da década de 1990, Neve Campbell. Primeiro na matéria sobre as Screm Queens dos 90’s e depois na matéria sobre Jovens Bruxas – o primeiro papel de destaque da atriz no cinema. Na época, Campbell se preparava para a terceira temporada da série Party of Five (O Quinteto), produção que realmente colocou seu nome no mapa. Mas, seu primeiro papel protagonista nas telonas viria alguns meses depois com Pânico – época em que o seriado citado se encontrava a pleno vapor por seu terceiro ano. Há pouco tempo, Neve chegou inclusive a revelar que ninguém nos bastidores do slasher tinha certeza de sucesso.

A atriz mencionou que durante os takes, onde ela e os colegas de elenco esperavam para a próxima cena cobertos de sangue artificial, se perguntavam se no ano seguinte os fãs do gênero usariam a fantasia do assassino Ghostface no halloween, ou se o vilão cairia para sempre no esquecimento, como aconteceu com tantos. Hoje, 24 anos depois, três sequências (e mais uma ficando pronta) e três temporadas de uma série derivada, é seguro dizer que desde sua estreia o Ghostface nunca saiu de moda, e se tornou uma das máscaras mais populares saídas de um filme de todos os tempos. Campbell foi vista na superprodução da Universal Arranha-Céu (2018), ao lado do maior astro da atualidade, Dwayne Johnson, e, como dito, se prepara para estrear Pânico 5 em 2022.

Courteney Cox (Gale Weathers)

O legal dos filmes de terror slasher desta época é que testavam no cinema a capacidade de atores que brilhavam em séries de TV populares. E em Pânico, tínhamos duas jovens atrizes saídas de dois dos maiores programas de TV da época: o citado Party of Five e o fenômeno inesgotável Friends. A série de comédia sobre os seis amigos solteiros vivendo em Nova York é uma das mais populares de todos os tempos, sendo redescoberta consecutivamente por gerações ainda hoje, desde sua estreia lá em 1994. O programa durou dez anos, e na época do lançamento de Pânico em dezembro de 1996, Friends estava, vejam só, igualmente em seu terceiro ano e a pleno vapor. E não apenas isso, como no terceiro episódio da temporada, o programa contou com participação de ninguém menos que David Arquette, imortalizado como o policial Dewey na franquia Pânico!

É claro que Cox viveu a perfeccionista Monica Gellar no humorístico. Vale mencionar que nos quase 25 anos desde o primeiro filme, Cox conheceu o colega citado durante as filmagens, iniciaram um relacionamento, se casaram, ela mudou o nome para Arquette, tiveram uma filha e depois de alguns anos eles se divorciaram, com a atriz voltando ao nome de solteira. Apesar disso, continuam amigos e ambos retornam para o quinto filme. Cox, ainda bem novinha, fez o filme do He-Man, Mestres do Universo (1987), e o primeiro Ace Ventura (1994), com Jim Carrey, no qual estava lindíssima. Depois do fim de Friends, Cox protagonizou a série Cougar Town por seis temporadas, e participou de programas famosos como Shameless (2018) e Modern Family (2020).  No cinema, seu último filme foi a coletânea dramática sobre mães e filhas, Minha Mãe e Eu (2016).

David Arquette (Dewey Riley)

O policial atrapalhado Dewey morria no primeiro roteiro de Pânico, mas o carisma de David Arquette no papel foi tanto que os realizadores optaram por mantê-lo vivo no desfecho do filme original. Curiosamente, na continuação de 1997, o mesmo ocorre, com Dewey terminando entre a vida e a morte. Irmão mais novo das atrizes Rosanna Arquette e Patricia Arquette, David possui um jeito peculiar de ser e atuar nos filmes, sempre beirando o estranhamento e a esquisitice, características que leva consigo para seus papeis.

Após o sucesso de Pânico, Arquette teve destaque na comédia romântica Nunca Fui Beijada (1999) e no “terrir” Malditas Aranhas (2002), da Warner. Atualmente, no entanto, fora da franquia Pânico, Arquette se concentra basicamente em filmes da categoria B, sem nomes conhecidos no elenco e produção, e deve estar seguindo os passos do ex-cunhado Nicolas Cage, já que tem nada menos que 7 filmes em fase de pós-produção para estrear antes de Pânico 5, todos, certamente, renegados ao mercado de vídeo por aqui. Fora isso, desde 2000 David Arquette investe na carreira como lutador de luta livre (Wrestling) – é sério!

Drew Barrymore (Casey Becker)

Drew Barrymore era o maior nome do elenco na época do lançamento de Pânico, tanto que os realizadores a queriam no papel da protagonista Sidney. Barrymore, é claro, havia sido uma atriz mirim de sucesso, e um de seus primeiros trabalhos foi o blockbuster E.T. – O Extraterrestre (1982). Na fase adolescente se envolveu em diversos problemas pessoais com o uso de drogas e bebidas, mas deu a volta por cima emplacando em filmes como Relação Indecente, Quatro Mulheres e um Destino, Somente Elas, Amor Louco, Batman Eternamente e Todos Dizem Eu te Amo – tudo isso antes de estrelar Pânico. A atriz achou melhor optar por uma participação menor no filme, terminando com o papel da primeira vítima Casey.

A intenção da atriz era passar ao público a sensação de que nem mesmo o rosto mais conhecido do elenco estava seguro, assim tudo poderia acontecer. Algo orquestrado por Hitchcock em Psicose, porém, ainda mais intenso, já que Barrymore sai de cena logo nos primeiros minutos do filme. A atriz seguiu como nome mais forte do elenco, sendo a única considerada verdadeiramente uma estrela – dentre seus sucessos, a franquia As Panteras, da qual é produtora. Barrymore protagonizou as três temporadas de Santa Clarita Diet, da Netflix, ganhou seu próprio talk show e prepara sua volta às telonas com The Stand-In, comédia sobre uma atriz e sua dublê, onde viverá papel duplo. Seu último filme no cinema havia sido o drama Já Estou com Saudades (2015).

Skeet Ulrich (Billy Loomis)

 

 

Pânico é uma bela homenagem orquestrada pelo roteirista Kevin Williamson aos slashers do cinema. Uma das mais fortes referências é ao clássico absoluto Halloween – A Noite do Terror (1978), do mestre John Carpenter. Além das diversas citações, entre elas à atriz Jamie Lee Curtis, e do filme ser exibido na TV durante uma festa num momento chave de Pânico, o nome do personagem de Skeet Ulrich é pura dedicatória ao herói do filme de Carpenter, o psiquiatra do assassino Michael Myers, que trata de caça-lo na noite de dia das bruxas mais perigosa de todas. Porém, o personagem do saudoso Donald Pleasence era por sua vez uma dedicatória ao mestre Alfred Hitchcock e ao namorado da protagonista Janet Leigh em Psicose – que se chamava Sam Loomis (vivido pelo ator John Gavin).

Ulrich foi contratado por sua semelhança física com Johnny Depp, outro ator descoberto por Wes Craven para um de seus filmes, este no caso A Hora do Pesadelo (1984). Billy Loomis logo se torna o principal suspeito dos assassinatos, mas será que o personagem mais óbvio é mesmo o culpado? Depois de participações em filmes como Melhor é Impossível, Newton Boys e Suando Frio, todos ainda na década de 1990, Ulrich deu uma sumida e não cumpriu o estrelato prometido. Atualmente ele se encontra na série Riverdale, sucesso do canal CW.

Rose McGowan (Tatum Riley)

A morena Rose McGowan colocou uma peruca loira para viver Tatum, a desbocada cheia de atitude irmã do policial Dewey, que é também a melhor amiga da protagonista Sidney e namorada do amalucado Stu. É claro que com tantas conexões, apesar de ser a personagem preferida de muitos neste primeiro filme, a coisa ia dar ruim para Tatum. É dela que vem algumas das referências mais legais do longa, como citações a filmes, atores e diretores na forma de trocadilhos, embaralhando títulos e personalidades – como “Wes Carpenter” (mistura dos lendários cineastas do gênero). Apesar de seu destino cruel, a realidade pode ser ainda mais aterradora, já que Pânico, fora das telas, serviu como marco zero para o movimento #metoo e o início das acusações contra o mega produtor Harvey Weinstein.

Pânico foi produzido pelo empresário, e McGowan trabalharia com ele novamente no terror Fantasmas (1998). A atriz foi a primeira a vir a público com as denúncias. Na época, McGowan ainda participou de Um Crime Entre Amigas, Prontos para Detonar e foi parte do elenco fixo da série de sucesso Charmed, sobre um trio de irmãs bruxas, após a saída da problemática Shannen Doherty em 2001. Seu último filme conhecido foi em 2011, com o remake de Conan – O Bárbaro, protagonizado por Jason Momoa, no qual interpretou a vilã.

Matthew Lillard (Stu)

Outro amalucado do elenco, Matthew Lillard trazia sua excentricidade para os papeis que fazia, ficando conhecido pelo jeitão todo particular. Foi assim, por exemplo, em Hackers – Piratas de Computador (1995), no qual atuou lado a lado com a vencedora do Oscar Angelina Jolie, então uma solene desconhecida. Assim, Stu foi apenas mais uma extensão deste “personagem-ator”, cheio de trejeitos e maneirismos, além das gírias, risadas e jeito aloprado em geral.

Desta forma, não é de se espantar que o ator tenha sido escolhido para viver a versão de carne e osso do “maconheiro” Salsicha nos live-action do Scooby-Doo (2002 e 2004). Lillard segue até hoje como a voz do personagem em variadas animações. Ainda aproveitando o sucesso de Pânico, ele faria Wing Commander e 13 Fantasmas. Somente nos últimos anos foi que Matthew Lillard optou por papeis e uma atuação mais séria e contida, longe de sua sempre caricatura. O epicentro de tal mudança foi o indicado ao Oscar Os Descendentes (2011), trilha que continuou em Twin Peaks: O Retorno (2017). Atualmente, ele faz parte do elenco de Good Girls, série da Netflix.

Jamie Kennedy (Randy)

Uma das grandes sacadas de Pânico é a metalinguagem. Os personagens sabiam tudo sobre filmes de terror, e traçavam um paralelo com o que lhes ocorre na “vida real”, dentro do filme. No entanto, nenhum personagem personifica tanto este artifício quanto Randy, o funcionário cinéfilo de uma vídeo locadora (sim, Pânico já está no túnel do tempo) que entende tudo de filmes de terror. Ele é o nerd de plantão, o personagem com que todo aficionado se identifica. Devido a estas características, ele é também o eterno apaixonado pela protagonista Sidney, que nunca sai da “friend zone”.

Após o sucesso na franquia Pânico, na qual permaneceu como favorito de muitos até o terceiro episódio, Jamie Kennedy aproveitou sua popularidade para ganhar seu próprio programa de pegadinhas, intitulado The Jamie Kennedy Experiment (2002-2007). Neste período, resolveu protagonizar comédias ambiciosas para a Warner e sua subsidiária New Line, vide Sequestro em Malibu (2003) e O Filho do Máskara (2005), ambos fracassos de crítica e público, com o segundo vivendo para se tornar um dos piores filmes de todos os tempos. Em 2018, Jamie Kennedy participou de O Ataque dos Vermes Malditos 6, lançado direto em vídeo.

Wes Craven (Diretor)

O mestre Wes Craven nos deixou em agosto de 2015. Pânico viveu para se tornar um dos maiores sucessos de sua carreira, e uma muito bem-vinda reenergizada em sua filmografia, que na época amargava produções que não estavam emplacando muito com o público. É claro que Craven era dono de sucessos, como A Hora do Pesadelo (1984), mas nos anos que precederam Pânico andava meio mal das pernas. Ele havia lançado, por exemplo, Um Vampiro no Brooklyn – comédia de horror subestimada, protagonizada por Eddie Murphy, no ano anterior.

E nem mesmo uma nova investida pelos pesadelos de Freddy Kruger em 1994 se mostrou apelo de bilheteria suficiente. Craven repetiria muito da metalinguagem, dos bastidores de cinema e do filme dentro do filme tirado de O Novo Pesadelo (1994) para Pânico e suas sequências. Seus últimos trabalhos foram como produtor da série Scream e do longa de terror The Girl in the Photographs. Como diretor, Craven se despediu com Pânico 4 (2011).

Kevin Williamson (Roteirista)

Midas dos slasher adolescentes no fim da década de 1990, Kevin Williamson tinha o dedo em tudo, desde Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, passando por Pânico e sua continuação, até Prova Final – e dizem boatos que retocou o roteiro de Halloween H20. Não bastasse isso, o escritor criou sua própria série de sucesso juvenil com Dawson’s Creek. Mas foi quando se aventurou a dirigir que as coisas saíram dos trilhos e Tentação Fatal (1999) se viu em meio a polêmicas reais, se tornando um fracasso – que muitos sequer tem conhecimento da existência.

Depois da ausência em Pânico 3, Williamson voltaria a se reunir com o colega Wes Craven para duas outras obras, o fracasso Amaldiçoados (2005) e o subestimado Pânico 4 (2011). Williamson, embora nem todos saibam, esteve por trás de seriados de sucesso, como The Following (2013-2015) e Vampire Diaries (2009-2017). Atualmente está em cartaz, como criador, da série Tell me a Story. Infelizmente, em Pânico 5 não teremos o envolvimento dos criadores originais, já que Craven faleceu há cinco anos e Williamson não terá participação no roteiro do longa.

‘Captain EO’ – Conheça o curta MILIONÁRIO da Disney estrelado por Michael Jackson e dirigido por Coppola

2026 é o ano em que todos poderão celebrar a vida e a carreira de Michael Jackson novamente! Considerado o maior astro da música pop a ter passado por este planeta, Michael Jackson é o assunto da cinebiografia musical intitulada apenas ‘Michael’, dirigida por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) e com roteiro de John Logan (‘Gladiador’ e ‘007 Operação Skyfall’). O blockbuster chegou aos cinemas como um sucesso instantâneo, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana de exibição.

Sim, ‘Michael’ nos faz dançar e celebrar novamente esse verdadeiro ícone da música. Mas existe outra celebração envolvendo o astro pop em 2026. Acontece que ‘Captain EO’ está completando 40 anos de sua estreia este ano. E se você está se perguntando: “que diabos é Captain EO?”; temos a resposta para você nessa matéria…

Vamos lá…

Antes, teremos uma breve recapitulação sobre a carreira de Michael Jackson para entender o contexto de ‘Captain EO’ e a ligação do astro pop com o audiovisual. Muitos podem não saber, mas Michael lançou quatro álbuns solo enquanto ainda estava no grupo Jackson Five com seus irmãos. Já era uma forma do cantor se destacar dos demais. No entanto, seria apenas em 1979 que Michael seguiria em carreira totalmente solo, longe dos irmãos, aos 21 anos de idade, com o disco ‘Off the Wall’ – lançado em agosto daquele ano. De certa forma, existe uma grande analogia aí – no conceito de completar 21 anos e atingir a maioridade nos EUA, e aí sim seguir seu próprio rumo.

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Off the Wall’ foi um sucesso impactante, por isso muitos erroneamente acreditam que foi o primeiro disco solo de Michael Jackson. A verdade é que foi o primeiro disco solo após sair dos Jackson Five. Três anos depois, o astro iria ainda mais longe com o disco ‘Thriller’, lançado em novembro de 1982. E aqui podemos dizer que começou verdadeiramente o romance entre Michael Jackson e o cinema (mesmo que o ator já tivesse participado de um filme anteriormente – ‘O Mágico Inesquecível’, de 1978, versão da Motown para ‘O Mágico de Oz’).

Michael

Off the Wall’ até trouxe videoclipes de suas canções, mas ‘Thriller’ trouxe uma verdadeira superprodução em forma de clipe musical. É claro que falamos da música tema do álbum, que se transformou num curta ainda muito aplaudido por seus efeitos visuais práticos e clima perfeito para o Halloween. Este que vos fala, teve a honra de poder assistir a uma versão restaurada do clipe ‘Thriller’ na tela grande e em 3D durante a 42ª edição do Festival de Toronto, no Canadá.

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Thriller’ não foi um clipe qualquer, foi “o” clipe. Michael, que era um fã ávido de terror, havia adorado o agora cult clássico ‘Um Lobisomem Americano em Londres’, que havia causado alvoroço em 1981, em especial devido à cena de transformação e a maquiagem vencedora do Oscar de Rick Baker. Assim, Michael trouxe não apenas Rick Baker, como também o diretor John Landis, para trabalharem com ele na criação do que é provavelmente o clipe mais icônico da história.

De 1982 com o sucesso do disco ‘Thriller’, passando pelo clipe lançado em 1983, até 1987 com o lançamento do álbum ‘Bad’, Michael Jackson curtiu, descansou e colheu os louros de todas as quebras de recorde que havia conquistado. Foi nessa época que o cantor resolveu criar outra parceria para lá de memorável. Capitalizando em cima da marca que já era seu nome, Michael assinou contrato exclusivo com a Disney para lançar sua própria atração dentro dos parques temáticos de maior nome nos EUA e no mundo. E assim surgia ‘Captain EO’, que custou caríssimos US$ 23 milhões.

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Vindo de Michael Jackson, que sempre foi um perfeccionista, essa não seria uma atração qualquer. A atração era um simulador em 3D que prestava homenagem ao subgênero conhecido como “ópera espacial”, no qual se encaixam produções como Flash Gordon, Buck Rogers e, é claro, o mais atual ‘Star Wars’. Agora preste atenção nos nomes responsáveis pelo projeto. Por falar em Star Wars, na produção estava ninguém menos que um certo George Lucas, justamente o pai da franquia espacial mais famosa do cinema. Lucas, que no mesmo ano produziu ‘Howard – O Super-herói’, aventura B que se tornou cult, resolveu impulsionar o curta de Michael na Disney.

Para a direção do curta-metragem de 17 minutos, a ideia era ter Steven Spielberg, o que traria uma reunião entre diretor e produtor após os dois primeiros ‘Indiana Jones’ (o terceiro ainda não havia sido lançado). Acontece que Spielberg era um dos nomes mais ocupados dos anos 80, entre direção e produção de filmes badalados, e na época assinava filmes como ‘Um Dia a Casa Cai’, a animação ‘Fievel – Um Conto Americano’ e preparava a superprodução dramática ‘Império do Sol’.

Spielberg não pôde participar como diretor justamente por motivo de sua agenda, e então foi substituído por um nome à altura. Que tal o diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Drácula de Bram Stoker’? Sim, Francis Ford Coppola foi quem assumiu a cadeira de comando e deu o título ‘Captain EO’ ao curta – que anteriormente iria se chamar ‘Space Knights’ – algo como ‘Cavaleiros do Espaço’. A inspiração de Coppola para o nome foi Eos, deusa grega que personifica o amanhecer. Coppola também assinou o roteiro ao lado de George Lucas.

A trama é o básico do gênero, afinal temos que lembrar que se tratava de um passeio em um parque de diversões, um simulador. Sendo assim, temos Michael Jackson como o capitão de uma nave espacial, cuja tripulação é inteiramente formada por criaturas alienígenas (bonecos animatrônicos e fantoches) e robôs. Os primeiros minutos nos inserem em uma “guerra nas estrelas”, quando a tripulação dos heróis engaja em uma batalha contra os inimigos, que lembra muito Star Wars.

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No segundo trecho do curta, Michael se depara com a grande vilã da história, a Rainha conhecida como Líder Suprema, interpretada pela vencedora do Oscar Anjelica Huston, debaixo de uma maquiagem pesada – criada novamente por Rick Baker. O visual da vilã foi inspirado por aranhas, e serviu de molde para a rainha Borg, da franquia Star Trek, na TV e no cinema. E depois disso, é claro, este sendo um veículo para o rei do pop, temos um momento musical de canto e dança com Michael Jackson derrotando os inimigos com seus passos elaborados.

A canção criada para ‘Captain EO’, cantada por Michael no ápice do curta, se chama “We Are Here to Change the World” e nunca havia sido lançada oficialmente até 2004 – ou seja, 18 anos depois da estreia da atração na Disney. A música finalmente seria incluída como parte do disco “Michael Jackson: The Ultimate Collection”. A versão deste álbum, porém, é menor e editada, em comparação com a presente no curta da atração.

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Filmado em um formato de 30 quadros por segundo, ao contrário do costumeiro 24 quadros por segundo, ‘Captain EO’ jamais foi lançado em qualquer mídia física, seja VHS, Laserdisc, DVD ou Bluray. Você até encontra cópias remasterizadas atualmente online, como no Youtube, mas não são produtos oficiais da Sony ou da Disney. Por outro lado, em 1996, ‘Captain EO’ se tornou o único filme criado para uma atração da Disney a ser exibido fora do parque. Isso porque em meados da década de 90, a MTV foi liberada para uma única exibição do curta – 10 anos depois de sua estreia. E pode ter vindo daí as cópias que circulam online.

Captain EO’ foi uma atração parte dos parques da Disney, na EPCOT, exibida de 1986 até 1997 de forma ininterrupta, até ser substituída por outra atração em 3D – ‘Querida, Encolhi a Audiência’, baseada nos filmes ‘Querida, Encolhi as Crianças’ e ‘Querida, Estiquei o Bebê’. Após a morte de Michael Jackson em 2009, a Disney resolveu homenagear o astro pop e trouxe de volta a atração ‘Captain EO’. Assim, a exibição original foi reaberta em 2010, com o novo título ‘Captain EO Tributo’. Essa foi a única vez em que a Disney fez algo do tipo, e foi merecido.

Assista:

Uma Curiosidade: como ‘Captain EO’ teve o dedo de George Lucas, como forma de homenagem, o curta acabou sendo incluído como parte de uma produção de Star Wars – mas não no cinema, e sim na TV, na Disney+. O mais recente programa de Star Wars, intitulado ‘Skeleton Crew’, de 2024, uma aventura juvenil dentro de tal universo, incluiu vários “easter eggs” de ‘Captain EO’ em seus oito capítulos, como por exemplo a criatura conhecida como Fuzzball, uma mistura de gato e borboleta, que é o mascote de Michael Jackson no curta, e aparece em uma cena da série citada.

‘Operação Overlord’ ganha novo clipe intenso e violento; Assista!

Operação Overlord‘, terror produzido por J.J. Abrams (‘Star Trek’), ganhou um novo clipe intenso e violento.

Confira:

No vídeo abaixo, John Magaro, Wyatt Russell e Iain de Caestecker falam sobre o que faz o terror tão especial, como foram as filmagens e o que esperar da história que traz nazistas e zumbis aterrorizantes.

Operação Overlord‘ vai estrear no Brasil antes de chegar nos Estados Unidos. A estreia comercial no Brasil acontece dia 8 de Novembro, e chega um dia depois nos cinemas norte-americanos. Somos sortudos, né?

O terror é sensacional e diferente de tudo que foi lançado recentemente.

Faltando poucas horas para o Dia D, uma equipe de paraquedistas americanos invade a França ocupada pelos nazistas para realizar uma missão que é crucial para o sucesso da invasão. Com a tarefa de destruir um transmissor de rádio sobre uma igreja fortificada, os soldados desesperados juntam forças com uma jovem francesa para penetrar nas muralhas e derrubar a torre. Mas, em um misterioso laboratório nazista sob a igreja, os menos privilegiados encontram-se frente a frente com inimigos diferentes de qualquer outro que o mundo já tenha visto.

O terror conta com a direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams.