Os fãs de ‘Stranger Things’ podem esperar uma terceira temporada bem mais sombria e com muitas cenas de ação.
Segundo o produtor executivo da série, Shawn Levy, embora o novo ciclo se passe no verão norte-americano, a atmosfera aparentemente leve e colorida será apenas um background para um ciclo cheio de mistérios.
Em entrevista ao Playlist, ele disse:
“Sem sombra de dúvidas, assim como foi mostrado no viral, o shopping Starcourt será parte da terceira temporada. Assim como o verão. Então, o novo ciclo terá essa dose saudável, bem alegre, leve, com uma diversão cultural. Mas posso te garantir que ele também irá para lugares mais sombrios e teremos muito mais ação do que jamais tivemos”.
A nova temporada trará a fase de transição da personagem Eleven, da pré-adolescência para a adolescência.
Segundo a própria atriz Millie Bobby Brown e o diretor Shawn Levy, o novo ciclo apresentará o seu amadurecimento.
Brown compartilhou a informação com os fãs, durante um evento realizado pela Netflix. Ela ainda comentou sobre a experiência de dar vida a uma figura tão complexa como a Eleven.
Disse:
“A Eleven tem uma narrativa muito linda nesta temporada. Será muito focada em seu amadurecimento e em sua compreensão sobre como é ser uma adolescente normal. E sobre interpretá-la, eu descobri um outro lado da minha atuação que até então eu não conhecia. Descobri novas técnicas para chorar, ficar brava e eu aprendi tanto com a personagem, com aqueles episódios em que fiquei isolada. Isso vai impactar no terceiro ciclo, quando coisas ainda mais estranhas acontecerem. Eu só quero dizer que eu uso aquele estilo de atuação agora e meu método de interpretação para a temporada 3”.
Com uma narrativa invertida, que apresentava vislumbres de uma tragédia, Big Little Lies foi se consolidando a cada episódio de seu primeiro ciclo com um roteiro intrínseco, conectado e bem alinhavado. Trazendo arcos – aparentemente – desconexos e aleatórios entre si, a trama cresceu de maneira vertiginosa, indo para além do subgênero à la Desperate Housewives, nos mostrando que um pequeno mistério de um caso de bullying, de fato representava uma fina camada que escondia uma sucessão de abusos e agressões. Em seu segundo ano, essa mesma e intrigante história chegou a uma novo ápice, onde a complexidade da feminilidade é explorada a plenos pulmões. Readequando sua perspectiva narrativa para um viés onde flashes do passado cruzam as memórias dolorosas de mulheres que carregam o peso da culpa, a nova temporada se mantém atual e voraz, ainda que não supere seu ano inaugural.
Havia uma certa incerteza quanto à necessidade de continuar a trama dessa que, genuinamente, é uma minissérie com final pronto. Em se tratando de teor construtivo, existia uma boa história a ser narrada. Por fins estilísticos, poderíamos ter ficado sem uma sequência. Mas Jean-Marc Vallée sempre soube como agir e faz da segunda temporada uma necessidade em se tratando de sua pontualidade sócio cultural. Como uma produção que explora um núcleo absolutamente feminino, Big Little Lies cata os cacos da morte de Perry (Alexander Skarsgard) pela ótica da mulher, abordando como o tumultuado (porém honroso) assassinato do agressor/esposo de Celeste (Nicole Kidman) afetou não apenas a percepção das protagonistas sobre si mesmas, bem como sobre as circunstâncias que as rodeiam.
Ultrapassando a fase da conexão de arcos – quando ainda caminhávamos no escuro em se tratando do tipo de clímax que a série nos traria -, a nova temporada é uma espécie de aftermath, mostrando os reflexos que uma tragédia pode acarretar na vida de um grupo de mulheres que, a contra gosto ou não, eventualmente se submeteram a um certo nível de opressão familiar, seja por parte de um homem, de uma mãe ou até mesmo de uma terrível sogra. E nesse embolado contexto, Meryl Streep emerge como a surpresa que sempre pedimos a Deus, entregando uma complexa personagem que transita entre a – antagônica – loucura lúcida e a mais pura insensatez de uma mulher que se ergue de seu próprio passado, subjugando aqueles que também possuem suas próprias mazelas e feridas abertas. Como uma figura incrivelmente passiva agressiva, Mary Louise é a resposta do porque precisávamos de uma nova temporada, ainda que fosse possível viver (não diria que bem) sem ela.
E sob uma direção que explora a luz natural, em contraste com as sombras da noite, a segunda temporada de Big Little Lies traz a ascensão suprema das atuações de Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Shailene Woodley, Zoë Kravitz e – principalmente – de Laura Dern. Como aquela que provavelmente se viu sendo confrontada com seu maior temor, sua adorável arrogância se desabrocha, mostrando uma voraz guerreira, que de fato teme pela derrota e pelo fracasso. E a fim de se manter como essa fênix que surgiu da pobreza ainda em sua juventude, ela está disposta a lutar pelas aparências e – quem diria – por sua própria essência. Nisso tudo, vemos a atriz se destacando com maestria, se apresentando de cara como aquela que mais merece levar as estatuetas em 2020.
E ainda que seu desfecho tenha sido extremamente previsível, a segunda e última temporada de Big Little Lies faz aquilo que um bom fã espera, que nada mais é que ser servido. Encerrando a narrativa de maneira promissora e otimista, a produção entrega uma trajetória que foca muito mais no desenvolvimento de suas personagens a partir das circunstâncias, revelando as adversidades que as mulheres sofrem – em meio a um contexto essencialmente machista. Abordando também a habilidade de se adaptar e transformar as situações, mesmo em meio à incertezas e inseguranças, a série original da HBO acertou em seu timing, provando à audiência mundial que há sempre uma boa história feminina a ser contada. Inteligente, contemporânea e – ainda assim – atemporal, Big Little Lies se despede do público com uma jornada de descobertas sobre o poder que a voz da mulher tem, dentro e fora da ficção.
A pré-sequência King’s Man – A Origem‘ é um dos grandes destaques da futura edição da revista britânica Empire e a produção teve mais uma de suas imagens divulgada.
O material em questão faz parte de uma matéria especial feita para a publicação sobre o filme e traz o ator Ralph Fiennes em destaque.
Confira:
Recentemente, a Empire divulgou outras imagens da produção.
Confira:
Dirigido por Matthew Vaughn, ‘King’s Man: A Origem’ ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.
Assista ao trailer:
Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.
O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson,Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci.
As filmagens da série ‘Peacemaker‘, derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, já foram encerradas, mas uma nova imagem dos bastidores das gravações foi compartilhada.
A foto em questão foi publicada por meio da conta oficial da série no Instagram e traz o veterano Sylvester Stallone ao lado de John Cena, que aparece caracterizado como o polêmico anti-herói.
A série irá explorar as origens do personagem vivido por John Cena em ‘O Esquadrão Suicida‘, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.
Gunn escreveu o roteiro da série e comandou diversos episódios.
Além de estrelar, John Cena também servirá como produtor executivo do projeto.
O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert Patrick, Nhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.
Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ já está em exibição nos cinemas.
A Peacock está apostando na expansão do universo irreverente de ‘Ted‘ com uma nova série animada. A plataforma de streaming encomendou oficialmente ‘Ted: The Animated Series’, que contará com o retorno de Seth MacFarlane na voz do urso politicamente incorreto, além de nomes de peso do elenco original.
O projeto marca uma nova fase para a franquia criada por MacFarlane, que já inclui dois filmes de sucesso e uma série live-action lançada em janeiro de 2024. A produção animada terá o comando criativo de Paul Corrigan e Brad Walsh (‘Modern Family’), que também atuaram como produtores executivos da série live-action.
Além de MacFarlane, Mark Wahlberg, Amanda Seyfried e Jessica Barth reprisarão suas vozes como John, Sam e Tami-Lynn, respectivamente. O elenco também contará com Kyle Mooney (Saturday Night Live), que dará voz ao novo personagem Apollo, e Liz Richman como Ruth.
Produzida pela UCP (Universal Studio Group), Fuzzy Door e MRC, a série conta com um time robusto de produtores executivos, incluindo Erica Huggins, Alana Kleiman, Jason Clark, Aimee Carlson e Claudia Katz.
O investimento na versão animada acontece após o estrondoso sucesso da série live-action, que se tornou a produção original mais assistida da história do Peacock. Segundo dados da Nielsen, ‘Ted’ foi a comédia original mais vista no streaming nos Estados Unidos por mais de dois meses consecutivos, e a série já está confirmada para uma segunda temporada.
A trajetória da franquia
Criada por Seth MacFarlane (‘Family Guy’), a franquia ‘Ted’ teve início em 2012 com o lançamento do primeiro filme, que mesclava comédia adulta, elementos fantásticos e crítica cultural. Na trama, um homem adulto (Mark Wahlberg) lida com a amizade e os dilemas causados por seu melhor amigo de infância: um ursinho de pelúcia falante e desbocado que ganhou vida após um desejo infantil. A fórmula inusitada rendeu enorme sucesso comercial, arrecadando mais de US$ 549 milhões mundialmente.
A sequência, ‘Ted 2′, chegou aos cinemas em 2015 e expandiu a mitologia do personagem, agora lutando por seus direitos civis. Apesar de receber críticas mistas, o segundo longa consolidou a popularidade do urso entre o público adulto.
Agora, com a nova série animada, ‘Ted’ busca alcançar uma nova geração ao mesmo tempo que mantém viva a essência provocadora que marcou a franquia desde o início.
A Fox já desenvolve uma continuação para ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, inspirada no universo da escritora Agatha Christie. O próximo longa será ‘Death on the Nile’, baseado no romance ‘Morte no Nilo’, segundo a Variety.
Em entrevista ao Cinema Blend, Kenneth Branagh já havia revelado que gostaria de fazer uma sequência para o filme, com foco em seu personagem, o detetive Hercule Poirot.
Michael Green voltará como roteirista. Kenneth Branagh ainda não tem contrato, mas é esperado que ele volte como o diretor e como o protagonista.
Publicado em 1937, Morte no Nilo mostra Poirot de férias no Egito, onde ele investiga um caso de homicídio que resultou de um triângulo amoroso.
O grandioso elenco conta com Johnny Depp, Michelle PfeifferPenélope Cruz, Daisy Ridley (‘Star Wars – O Despertar da Força‘), Michael Pena (‘Homem-Formiga‘) e Judi Dench (‘007’).
O que começa como um luxuoso passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘ conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.
A estreia de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ no Brasil está marcada para 23 de novembro.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
O ator Joan Fernández anunciou em seu perfil no Instagram que não retorna para a aguardada 3ª temporada de ‘La Casa de Papel’.
O ator viveu o personagem Coronel Pietro, representante da polícia. A sua saída é repentina, no entanto, as filmagens da próxima temporada devem ter início dentro de mais ou menos dois meses.
Uma publicação compartilhada por Juan Fernández (@juan_fernandez_oficial) em
Pouca coisa se sabe a respeito da misteriosa 3ª temporada de ‘La Casa de Papel‘. No entanto, em entrevista ao El País, o criador da série, Álex Pina, falou sobre o novo ano, e garantiu que será emocional.
“É preciso criar novos universos, porque o plano original teve fim, os personagens se desenvolveram e estão em um lugar diferente de onde começaram. Sem contar que agora eles são ricos! A desculpa de ser Robin Hood não funciona mais. Nós precisávamos encontrar um motivo crível para que eles voltassem a roubar, algo emocional. E agora nós o temos!”
Sobre o sucesso mundial, Pina revela sua surpresa: “A série foi lançada sem campanha promocional, não apostavam nela. Tivemos uma enorme sorte que as pessoas com quem trabalhamos confiavam em nós.”
A nova temporada chega em 2019.
Após a Netflix confirmar a 3ª parte de ‘La Casa de Papel‘, a emissora Antena 3, responsável pela produção dos episódios originais, anunciou os retornos de Álvaro Morte (O Professor), Úrsula Corberó (Tóquio), Alba Flores (Nairobi), Miguel Herrán (Rio), Jaime Lorente (Denver), Esther Acebo (Mónica Gaztambide)… e Pedro Alonso (Berlim).
Na primeira temporada, oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda da Espanha. Seu líder manipula a polícia para realizar um plano. Será o maior roubo da história, ou uma missão em vão?
O futebol brasileiro é riquíssimo em personagens. Pouquíssimos países no mundo produziram tantos personagens tão exóticos e lendários quanto o Brasil nos esportes, principalmente no futebol. Não apenas pelo contexto social em que esses jogadores surgiram, mas principalmente porque além de serem grandes personagens, também foram grandes jogadores. E talvez o caso que melhor exemplifique isso é justamente o de Ronaldinho Gaúcho. Nascido em lar humilde, o menino chegou a jogar futebol descalço pela família não ter condições de comprar chuteiras. Quem diria que essa seria a origem do homem que viria a conquistar o mundo e fazer com que milhões de torcedores ao redor do globo viessem a se apaixonar pelo futebol?
Por outro lado, se o Brasil tem essa riqueza de personagens, as produções sobre eles ainda parecem não ter encontrado o tom certo para contar suas histórias. Há uma porção de filmes e documentários sobre craques históricos, como Pelé, Garrincha, Ronaldo, Romário e muitos outros. A grande maioria deles é de uma pobreza narrativa de dar desgosto. Uma porção é incapaz de traduzir a grandiosidade dos protagonistas em cena. Sem contar aqueles que tentam adotar um formato mais tradicional de entrevistas, dependendo apenas de relatos tímidos e histórias que não costumam agregar. Curiosamente, um filme documental que conseguiu derrubar essa barreira foi Senna (2010). Dirigido pelo britânico Asif Kapadia, o documentário tem uma curadoria impecável de informações e imagens de bastidores da vida de Ayrton Senna, o herói brasileiro que conquistou a Fórmula 1 antes de morrer no trágico acidente de Ímola. A trama conta sua história com uma narrativa impecável, construindo heróis e vilões, abordando polêmicas de bastidores e mergulhando de forma honesta e profunda na psique do piloto. É um filmaço!
No caso do futebol brasileiro, o difícil acesso a imagens de bastidores – muitos se perderam com o tempo ou sequer foram registrados em vídeo na época – e o ego dos atletas costuma impor barreiras insuportáveis para o registro artístico nos documentários. Um caso que se destaca nesse meio é o de Garrincha, Alegria do Povo. O filme de 1962 acompanha o anjo das pernas tortas entre seus momentos de atleta no Botafogo e na Seleção Brasileira, com momentos pessoais, como o craque indo ao Centro do Rio de Janeiro para comprar discos e eletrodomésticos. É diferente, é ousado… É um filme que consegue dar a grandiosidade de seu protagonista ao mostrar como ele mal conseguia transitar pela Avenida Rio Branco sem ser tietado por centenas de brasileiros.
Pois bem, acabou de chegar ao catálogo da Netflix a minissérie documental Ronaldinho Gaúcho. Dividida em três episódios de aproximadamente 1h, cada, a produção conta um pouco da vida pessoal do eterno camisa 10, mostra sua chegada à Espanha e idolatria no Barcelona, até sua melancólica volta ao Brasil e a conquista da Glória Eterna no Atlético-MG, finalizando com a polêmica prisão no Paraguai, durante a pandemia, após entrar no país utilizando um passaporte falso. Só por aí já dá para ter uma noção do que esse homem representou para o futebol mundo afora. Porém, a produção parece não conseguir dar essa dimensão de grandiosidade justamente por apostar em um formato tradicional – e apressado – demais.
O primeiro episódio talvez seja o melhor. Com depoimentos do próprio Ronaldinho, além de nomes como o irmão e empresário, Assis, e personagens presentes nessa história, como o narrador Galvão Bueno, o jornalista PVC e a irmã do ‘Bruxo’, Deise de Assis, o capítulo inicial viaja até a infância de Ronaldo, com relatos sobre como era a infância, da importância do pai, de como a mãe parecia ter uma ligação especial com o caçula e como a vida mudou repentinamente quando Assis virou jogador de futebol profissional e conseguiu colocar a família para trabalhar junto ao clube, dando melhores condições de vida para todos.
É nesse capítulo que o público entende como o futebol deixou de ser apenas um divertimento para o garoto e passou a virar seu dia a dia. Ele acompanhava o irmão nos treinos no Grêmio, ele via as habilidades dos jogadores e tentava replicá-las em campo. Conforme ia crescendo, esse mundo boleiro virou sua realidade, o que acabou facilitando sua adaptação às categorias de base. Ele foi moldado pelo ambiente em que cresceu, o do futebol, quase como se fosse uma obra do destino. Só que capítulos como a polêmica transferência do Grêmio para o PSG são abordados de forma superficial. Não existe uma narrativa ali, assim como também não é utilizado tanto material informativo. É como se fosse algo banal, o que certamente não foi. Basta perguntar para qualquer gremista a opinião sobre o jogador para entender o quanto essa saída foi traumática para ambos os lados. Seria uma oportunidade para esclarecer e passar a limpo esse caso, mas a produção não consegue extrair nada além do superficial.
Da mesma forma, Assis é um personagem tão interessante quanto o próprio Ronaldinho. Mas também se resume ao superficial. São pouquíssimos comentários que trazem novidades sobre as histórias. Até mesmo no capítulo mais polêmico das carreiras dos irmãos, a prisão no Paraguai, a participação é a mais branda possível. Dizendo que foi enganado por alguém e que assume a responsabilidade pelo que aconteceu com o irmão, resultando em um dos capítulos mais pitorescos da carreira do craque, que foi o título do campeonato de futebol do presídio paraguaio, cujo prêmio era uma leitoa de 16kg. Os relatos do Bruxo sobre a prisão são hilários, mas é um caso que merecia mais do que 15 minutos de atenção.
“Com o Ronaldinho, nós não éramos apenas os melhores. Nós éramos queridos” – Joan Laporta.
O segundo episódio é voltado para a ascensão e glória de Ronaldinho, com sua transferência histórica para o Barcelona. Um momento que muitos definem como o renascimento do clube catalão, que vinha de anos e anos de marasmo e fracasso desportivo. Em um casamento espetacular, o brasileiro tomou a camisa 10 do clube e reergueu a instituição, levando o Barça ao Olimpo do futebol e abrindo caminhos para o clube ser o colosso que virou referência entre os anos 2000 e 2010.
No Brasil, por exemplo, o sucesso de Ronaldinho fez com que uma geração inteira de brasileirinhos deixasse de sonhar com um dia virar jogador de seu clube do coração e passasse a ter como meta jogar na Europa, mais especificamente no Barcelona. Esse é o tamanho do impacto que as temporadas do Bruxo na Espanha causou no mundo. Principalmente naquela temporada mágica de 2005/ 2006, em que conduziu o clube à conquista da Champions League e foi eleito o melhor jogador do planeta. Porém, a minissérie foca apenas nos relatos de Joan Laporta, presidente que contratou Ronaldinho para o Barça, e conta com alguns depoimentos rápidos de craques como Messi e Puyol. O que é frustrante.
É frustrante porque a passagem de Ronaldinho pelo Barcelona foi algo grandioso demais para ser abordado de forma tão superficial. Ele praticamente refundou uma instituição centenária com seu futebol encantador e carisma fora do normal. Com sua habilidade, ele fez com que o planeta se apaixonasse pelo time, sonhasse com fazer parte do time, imaginasse ser ele, nem mesmo que apenas por um dia. Mais do que isso, ele viu nascer e treinou Lionel Messi, aquele que entraria de vez no debate com Pelé sobre quem ocupa o posto máximo no Olimpo do futebol. Com a camisa Blaugrana, Ronaldinho fez valer o apelido de “Bruxo” ao enfeitiçar diferentes torcidas com lances impossíveis acontecendo diante de seus olhos. Tanto que ele conseguiu o feito de ser aplaudido de pé pela torcida do maior rival do clube, o Real Madrid, ao acabar com os Galácticos em uma partida histórica.
É um capítulo tão rico e glorioso da história do futebol que poderia ser tema de um documentário exclusivamente para si. Ainda assim, é algo que merecia mais destaque e mais carinho da produção. Até porque a relação viria a ficar mais complexa conforme o desempenho do brasileiro caía, após levar o clube a glórias eternas. O que acabaria culminando na saída para o Milan, que é mencionada quase como uma nota de rodapé na minissérie documental.
O episódio final é dedicado à não convocação de Ronaldinho para a Copa do Mundo FIFA 2010, na África do Sul, e sua controversa volta ao futebol brasileiro, que contou com um ‘drible’ no Grêmio, que já dava o retorno do ‘filho pródigo’ como certo, e acabou vendo o jogador acertar com o Flamengo, onde viria a ter uma passagem decepcionante para os torcedores, que ficaria marcada por polêmicas, como os atrasos salariais, Assis entrando em uma loja oficial do clube e levando camisas sem pagar sob a justificativa de que “se não pagam meu irmão, não vou pagar também”, e o histórico jogo contra o Santos de Neymar, no Brasileirão de 2011.
Dessa passagem pelo Rubro-Negro, obviamente, a produção só aborda decentemente o jogo contra o Peixe. São relatos, histórias de bastidores e depoimentos muito interessantes sobre o 4×5. Se toda a minissérie documental fosse conduzida com a vontade e esmero que eles falam sobre esse jogo, seria uma obra incrível. A polêmica saída do clube também foi tratada de forma superficial, o que é uma pena, porque foi outro capítulo para lá de pitoresco do futebol carioca. A transferência para o Atlético-MG, em que ele viria a desempenhar similar ao que teve no Barcelona, de chegar à instituição e mudar para sempre o nível do clube no cenário do futebol, também ocupa um tempo considerável de tela, mas merecia mais.
A conquista da Copa Libertadores da América 2013 e o impacto institucional que a chegada de Ronaldinho Gaúcho teve no Atlético-MG merecia um episódio só para contar essa história, mas acabou precisando dividir tempo de tela com a passagem pelo Flamengo, a prisão no Paraguai e os rolés aleatórios, que viraram marca do jogador após se aposentar dos campos. É como se a minissérie documental não entendesse o tamanho do jogador que decidiu tomar como protagonista, sabe? Três episódios foram muito pouco, criando uma obra apressada e sem muito a dizer. Um dos capítulos mais bonitos do Bruxo nessa passagem pelo Galo, curiosamente, aconteceu na eliminação do Mundial de Clubes, quando os jogadores do Raja Casablanca, incrédulos que haviam acabado de eliminar Ronaldinho Gaúcho, foram até o jogador para pedir fotos, autógrafos e uma peça do uniforme, deixando o brasileiro quase de cueca em campo, tamanha a idolatria que ele construiu. Saber o que foi dito, o que foi sentido naquele momento de tantas emoções conflitantes, poderia agregar tanto à obra, mas foi apenas ignorado.
No fim das contas, por mais irônico que possa parecer, o grande pecado dessa produção sobre Ronaldinho Gaúcho foi ser protocolar demais. Por ser a biografia de um jogador que encantou o mundo por sua imprevisibilidade, contar essa história de um meio tão engessado, tão tradicional e superficial tirou qualquer possibilidade de magia que essa história precisava. É uma produção esquecível e frustrante, bem aquém do ícone retratado em cena.
Ronaldinho Gaúcho está disponível no catálogo da Netflix.
Finalmente começaram as pré-vendas dos ingressos para a estreia americana de ‘Aquaman‘ em 21 de dezembro e o resultado foi mais que expressivo: o filme simplesmente quebrou recordes!
Segundo o Deadline, o filme se tornou o maior sucesso do site Atom Tickets, o segundo maior portal de vendas de ingressos dos EUA. O filme até mesmo superou o recorde de vendas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
Já no Fandango, o tradicional portal de vendas, os números não chegaram a quebrar recordes anteriores, mas superaram as vendas de ‘Venom‘ e ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘. Até o momento da estreia, o longa pode trazer novos recordes!
‘Aquaman‘ teve seu trailer final divulgado!
Assista:
A Warner Bros. exibiu 25 minutos do filme em Beijing, focando principalmente em cenas de ação. Apesar de não terem a oportunidade de assistir ao filme completo, as impressões foram positivas e as sequências de ação foram comparadas as de ‘Matrix‘ e ‘O Senhor dos Anéis‘.
Warner Bros. China showed 25 mins footage of Aquaman in Beijing premiere. All those are action scenes, so it’s hard to say how narration is. But the fight is really good. The best reaction I’ve seen so far is James Wan give audience the LOTR & The Matrix level battle. #Aquamanpic.twitter.com/Umud9Z85YB
“A Warner Bros. mostrou 25 minutos de ‘Aquaman’. Todas as cenas eram de ação, então é difícil saber sobre como é a narrativa. Mas as batalhas são muito boas. A melhor reação que vi até o momento é que James Wan traz à audiência cenas de ação ao nível de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Matrix’.”
A media friend said he loved the tone, “so dark on the ground but so bright in the sea. James Wan is the man who saves DC universe.” #Aquaman
Ninguém está negando que ‘Vingadores: Ultimato’ foi um evento épico, unindo quase todos os personagens do Universo Cinemático Marvel em um catártico confronto contra Thanos (Josh Brolin). Entretanto, alguns fãs ficaram confusos sobre o final do filme, enquanto outros repudiaram-no completamente – e, na verdade, até mesmo os diretores Joe e Anthony Russo e os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely tinham ideias diferentes sobre o que deveria acontecer durante a conclusão do longa.
Durante uma entrevista ao site Fandango, Markus deu seu parecer acerca das múltiplas linhas do tempo de ‘Ultimato’, dizendo que apenas a remoção de uma Joia do Infinito de determinada cronologia criaria uma realidade alternativa.
“Essa é a nossa teoria”, ele declarou. “Não somos experts em viagens no tempo, mas a Anciã especificamente diz que quando você tira uma Joia do Infinito de uma linha do tempo, ela automaticamente cria outra. Então o fato de Steve Rogers [Chris Evans] voltar no tempo e apenas ficar por lá não criaria outra linha”.
Entretanto, em outra entrevista – dessa vez ao site Tencent QQ -, Joe Russo contradisse a declaração do roteirista, dizendo que “a viagem no tempo neste filme criou uma realidade alternativa. Ele viveu uma vida muito diferente naquele mundo. Não sabemos como exatamente, mas acredito que ele tenha ajudado muitas pessoas também”.
Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, esse é o filme mais longo da Marvel.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Segundo o site We Got This Covered, Daisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’) está sendo cotada para viver a protagonista feminina da nova entrada da franquia ‘Sherlock Holmes’.
Ainda que nada esteja confirmado, sabe-se que, caso a atriz feche contrato, dará vida a uma personagem chamada Sidney. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.
Recentes reportagens indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.
Além de seu intelecto avançado, Guest também será um ótimo lutador, possuindo uma notável habilidade com facas e canivetes.
Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob o comando de Dexter Fletcher (‘Rocketman’).
Anteriormente, Fletcher prometeu honrar o trabalho que Ritchie fez com os personagens nos dois primeiros filmes.
“Eu acho que é inevitável, não é? Sempre que você tem cineastas diferentes. Não vou ignorar o que ele fez de forma brilhante.”, disse ele ao Collider. “Haverá um elemento disso, mas também trarei minha própria identidade e será algo meio diferente. E suponho que essa seja a vantagem de trazer alguém novo. Veremos o que acontece.”
O cineasta também disse ter pedido conselhos a Ritchie, que está dando total apoio ao seu trabalho no novo filme.
“Ele é muito generoso. Ele disse: ‘Você vai se divertir muito com isso. Vá e divirta-se. Será emocionante. Robert Downey Jr. é incrível. Jude Law é fantástico’. Há um elenco incrível e é uma grande oportunidade. É bom fazer parte disso. Guy ficou feliz por ter sido eu [assumindo a direção].”
No entanto, ainda vai demorar algum tempo até vermos o filme chegar aos cinemas, já que a estreia está prevista para dezembro de 2021.
Segundo a Variety, a CBS All Access deu sinal verde para ‘Star Trek: Strange New Worlds’, nova série derivada do famoso panteão intergaláctico.
A produção irá reunir o Capitão Christopher Pike (Anson Mount), Número Um (Rebecca Romijn) e Spock (Ethan Peck), depois de suas aparições na segunda temporada de ‘Star Trek: Discovery’.
Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.
— Star Trek on CBS All Access (@startrekcbs) May 15, 2020
Akiva Goldsman, veterano da franquia, assinou o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.
O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso Myers, Heather Kadin, Rod Roddenberry e Trevor Roth.
Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.
A plataforma de streming Hulu lançou o 1º trailer de ‘Livros de Sangue‘, filme baseado na antologia de terror composta por seis livros escritos por Clive Barker.
Agendado para 07 de outubro, o longa leva o público a uma jornada a um território desconhecido e proibido através de três contos estranhos emaranhados no espaço e no tempo.
Confira:
O projeto é co-escrito, produzido e dirigido Brannon Braga, conhecido por seu trabalho em séries como ‘Star Trek: The Next Generation’, ‘Star Trek: Voyager’ e ‘The Orville’. Adam Simon também fica a encargo do roteiro.
Seth MacFarlane entra como produtor executivo.
A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.
Anna Friel, Britt Robertson, Rafi Gavron, Yul Vazquez, Andy McQueen, Fred Foh Shen e Nicholas Campbell estrelam.
Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.
Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.
A cantora e compositora Dua Lipa lançou hoje (11) a nova versão do reverenciado álbum ‘FutureNostalgia’, intitulado ‘Moonlight Edition’.
A obra já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com todas as faixas da produção anterior além das colraborações “Fever”, performada ao lado de Angèle; “Prisoner”, com Miley Cyrus; o remix“Levitating”, ao lado de J Balvin; e as iterações originais “We’re Good”, “If It Ain’t Me”, “That Kind of Problem” e “Not My Problem” (cantando ao lado de JID).
‘Future Nostalgia’ foi aclamado pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.
A produção é composta por 11 faixas e inclui as músicas promocionais “Physical”, “Don’t Start Now” e “Break My Heart”.
A lendária Madonna começou sua carreira oficialmente em 1983, com o lançamento de seu álbum homônimo. Desde então, ascendeu ao patamar da maior popstar do planeta e continua sendo imortalizada como a rainha do pop por especialistas musicais, não apenas por ter despontado como uma força inigualável nas décadas passadas, mas por ter influenciado várias gerações com músicas revolucionárias, além de auxiliar a colocar no cenário mainstream múltiplos gêneros fonográficos, como o dance-pop.
Apesar de ter feito um début impactante – que rendeu as memoráveis canções “Borderline”, “Lucky Star” e “Holiday”, por exemplo -, não seria até três anos mais tarde que a cantora e compositora se consagraria como a superestrela que conhecemos. E é claro que estou me referindo ao lançamento do icônico ‘True Blue’, que completa 35 anos no dia de hoje.
Mas por que a produção é tão importante?
Considerando que Madonna já havia lançado outros dois álbuns – o supracitado homônimo e o famoso ‘Like a Virgin’ -, era de se esperar que a artista investisse em uma repaginação completa de sua persona, da mesma forma que faria nos subsequentes ‘Like a Prayer’, ‘Erotica’ e ‘Ray of Light’. Adotando um tom mais confessional e profundo que o encontrado em singles anteriores (como “Material Girl” e “Everybody”), ela se valeria do mais puro pop para tratar de temáticas universais, como relacionamentos amorosos – ainda mais levando em conta que o álbum é dedicado ao então marido Sean Penn -, decepções, sonhos e as ambições da própria carreira. Além disso, nota-se uma incorporação profunda de elementos da música clássica para acompanhá-la nas belíssimas nove faixas, abrindo espaço para incursões nos aspectos latinos (“La Isla Bonita”) e inflexões homeopáticas (“Papa Don’t Preach”).
‘True Blue’ tornou-se um sucesso comercial e crítico pouco depois de sua estreia. Além de quebrar recordes e debutar em primeiro lugar em 28 países, os especialistas da época elogiaram o amadurecimento de Madonna em relação ao processo criativo – o que já era de se esperar, visto que ela se estabelecera como uma estrela em ascensão logo de cara – e caracterizaram-no como o suprassumo pop dos anos 1980 e 1990, discriminando o modo como o álbum estendeu suas ramificações para outras artistas. Através de conjecturas implícitas e explícitas que permeavam não apenas as letras, mas também os memoráveis videoclipes, Madonna criticou estereótipos de gênero, reafirmou o alter-ego de tomboy que utilizava desde o início da década e causou um impacto cultural denso com análises sobre a prática voyeur e o multiculturalismo (algo visto em tempos predecessores com Cher).
Mantendo-se firme às mensagens que desejava passar aos fãs e ao público em geral, diversos autores perceberam que a performer utilizava uma extensa bagagem para começar a “manipular sua imagem – e sua audiência – com um senso verdadeiro de claridade e propósito, fazendo questão de mostrar músicas de qualidade para apoiar uma dominação calculista”, como bem apontou a Slant Magazine em 2012. A fluidez narrativa arquitetada em cada track foi respaldada pelas estonteantes vendas, que atingiram nada menos que 25 milhões de cópias mundiais, marcando-a no Livro dos Recordes pela primeira vez e reafirmando o status a que almejava. Ascendendo ao posto de maior estrela musical feminina, ela, agora dividia os holofotes com Michael Jackson e Prince e inclusive foi condecorada com o Prêmio Vanguarda do MTV Video Music Awards (sendo a primeira mulher a conquistar tal feito).
Foi a partir daí que a cantora finalmente encontrava sua voz, desvencilhando-se da desaprovação manufaturada, na visão de certos críticos, que apresentara poucos anos atrás. À medida que retornava para novos álbuns, a própria personalidade de Madonna transmutava-se em uma camaleônica adaptação ao que acreditava e defendia, apostando fichas perigosas e transgressoras que dariam vida a escandalosos clipes, a pungentes enredos e a photoshoots sensuais demais para quem não estava pronto. E, carregando todas as estruturas que apresentou até hoje, encontramos as sólidas e indestrutíveis bases de ‘True Blue’.
‘Encanto’ é a mais nova animação dos estúdios Walt Disney e chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo.
Para promover a produção, a Casa Mouse divulgou nas principais plataformas (incluindo YouTube e Spotify) a ótima trilha sonora do longa-metragem.
Ouça uma prévia abaixo:
Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 25 de novembro de 2021.
A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.
Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.
‘Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).
O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).
‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ é um dos filmes mais aguardados do ano e promete revitalizar uma franquia que vem passando por inúmeros percalços.
Controvérsias à parte, é inegável dizer que o universo mágico arquitetado por J.K. Rowling encantou o mundo desde seu nascimento, em 1997, com a publicação de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’. Agora, estamos diante da contínua expansão desse panteão com mais um capítulo do spin-off‘Animais Fantásticos’, que chega aos cinemas brasileiros amanhã, 14 de abril.
O CinePOP já assistiu ao longa-metragem e você pode conferir nossa crítica clicando aqui. E, além disso, também participamos de uma recente coletiva de imprensa em que o elenco da produção se reuniu para comentar sobre a narrativa do mais novo capítulo.
Um dos temas principais que Rowling e Steve Kloves, co-roteiristas do projeto, trouxeram às telonas foi o desenvolvimento do arco de Alvo Dumbledore (Jude Law), um dos personagens mais conhecidos do universo bruxo. Na saga original, tanto de livros quanto de filmes, Alvo posava como um grandioso e sábio bruxo, dotado de uma experiência invejável e servindo como mentor para os jovens protagonistas. Aqui, voltamos no tempo para vê-lo de uma forma mais complexa, batalhando contra seus demônios interiores e lutando contra os próprios princípios e seu amor verdadeiro para impedir que o mundo bruxo e o mundo trouxa colidam em uma batalha sangrenta e interminável.
Durante a coletiva, Law comentou sobre o desenrolar do arco de Dumbledore, caracterizando a jornada que experimenta no longa não como uma mudança, e sim como uma regressão, quando comparada às outras vezes que o personagem foi levado aos cinemas – por Richard Harris, em ‘A Pedra Filosofal’ e ‘A Câmara Secreta’, e por Michael Gambon nos outros capítulos.
“Não é um processo de mudança, e sim de regressão, creio eu”, ele disse. “Uma das maravilhas que [o diretor] David [Yates] me permitiu investigar, em vez de sentir o peso das incríveis performances de Michael Gambon e Richard Harris foi poder retornar e compreender que ele não é o Dumbledore completamente formado de ‘Harry Potter’, e sim um homem que ainda está encontrando seu caminho, ainda confrontando e resolvendo seus demônios – e é isso que eu quero dizer por ‘regressão’. Neste filme, em particular, ele está enfrentando seu passado, a si mesmo e à sua própria culpa. Mas se houvesse uma qualidade que se conecta a ele eu diria que é sua malícia, seu humor e sua crença nas pessoas. Ele vê o positivo, nós vemos que Dumbledore acreditou em Draco [Malfoy], ele até acreditou em Tom Riddle. Ele vê o bom, a bondade em potencial. E creio que é algo que ele sempre teve”.
Law foi além e, quando questionado sobre o motivo de ter aceitado o papel de Dumbledore e como foi a experiência de mergulhar na história desse icônico e marcante personagem, revelou que já estava se preparando para compreendê-lo há muito tempo, quando lia os livros para os filhos.
Ele comenta: “foi algo incrível. Sabe, me perguntaram: ‘você gostaria de interpretar Alvo Dumbledore?’. Sim, eu gostaria [risos]. Acho que eu estava subconscientemente em preparação para o papel desde o momento em que comecei a ler os livros para os meus filhos. E há muito sobre o personagem para investigar como um ator. E isso é antes mesmo de entrarmos nesse extraordinário mundo de magia. É [investigá-lo] como um humano. Mas a magia é muito divertida também”.
É claro que Dumbledore não é o único foco de ‘Animais Fantásticos 3’, e sim uma das grandes engrenagens de um organismo muito maior que envolve seu arqui-inimigo e ex-amante, Gellert Grindelwald (interpretado brilhantemente por Mads Mikkelsen), e o relacionamento que tem com Newt Scamander (Eddie Redmayne), protagonista do capítulo inicial que vem dividindo os holofotes com Dumbledore desde a estreia de ‘Os Crimes de Grindelwald’.
A verdade é que, no começo, Dumbledore e Newt não pareciam estar em um patamar de igualdade, visto que Newt, trabalhando apenas como magizoologista e não se envolvendo com os preceitos políticos que ferviam dentro do mundo bruxo, teve de aprender a lidar com as forças das trevas e teve Dumbledore como guia. Agora, os papéis se invertem e, como apontou Redmayne na coletiva, é isso que permite que a história cresça ainda mais.
“Eu amo o relacionamento entre Newt e Dumbledore. Para mim, o que eu amo é a complexidade entre mestre e aprendiz, mas evoluiu através dos filmes para se tornar algo quase fraternal, eu diria, algo como irmão mais velho e irmão mais novo”, ele disse. “E há um momento em que Newt percebe e vê e vulnerabilidade em Dumbledore e tenta passar um momento de sabedoria para ele. E o que eu amo sobre Newt é que ele é, fundamentalmente, introvertido e está mais confortável com suas criaturas e seu próprio mundo. Mas Dumbledore viu uma qualidade nele que é o potencial de liderança. E o que eu amo mais sobre esse filme é que é uma obra sobre um roubo bruxo em que um grupo se junta e todos nós somos fora do convencional”.
Newt permanece como uma importante peça do desenrolar da trama e, além de impactar na narrativa do filme, também dialogou em níveis bem íntimos com o próprio Redmayne, que se apaixonou pela personalidade empática e introvertida do adorável herói.
“Eu adoro o Newt”, ele falou. “E há várias coisas que eu amo sobre ele, eu amo que ele é uma pessoa extremamente empática, que ele procura pela bondade nas pessoas… Ele também é bastante feliz com a própria companhia e na companhia de criaturas. Ele é alguém que gosta do silêncio – e eu sou alguém que, dentro da minha ansiedade, gosta do silêncio. Mas, ao longo disso, há vários epítetos ou coisas que ele diz que eu tento levar para a minha vida. Uma delas é: se preocupar é sofrer em dobro. No primeiro filme, eu sou um grande guerreiro e eu me dizia: ‘se essas coisas vão acontecer, não há motivo para me preocupar. Só vai aumentar minha dor’. E há algo que ele diz a Dumbledore, que eu adoro: ‘todos nós cometemos erros na vida, mas nós podemos tentar e fazer as coisas melhor. E é a tentativa que conta'”.
O Prime Video divulgou as imagens oficiais da 2ª temporada do elogiado drama ‘Manhãs de Setembro’, estrelado por Liniker.
O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 23 de setembro.
Confira, junto ao trailer:
Lembrando que Samantha Schmütz, Seu Jorge, Mart’nália, Danna Lisboa, Divina Nubia e Dante Aganju farão parte da nova temporada.
Após uma temporada de desafios com a descoberta da existência de um filho, Cassandra (Liniker) tem um novo reencontro com o passado graças à chegada do seu pai e às lembranças de sua mãe, o que deixa o sonho de cantar ainda mais abalado.
Luis Pinheiro e Dainara Toffoli ficam a encargo da direção, enquanto Josefina Trotta, Alice Marcone e Marcelo Montenegro assinam o roteiro.
Karine Teles, Linn da Quebrada, Thomas Aquino, Paulo Miklos, Clodd Dias e Gero Camilo completam o elenco.
Rihanna finalmente saiu de seu hiato musical no último dia 12 de fevereiro, subindo aos palcos do show do intervalo do Super Bowl LVII para cantar alguns dos maiores hits de sua carreira.
Agora, a NFL divulgou a apresentação completa da icônica artista no YouTube.
Confira:
Rihanna é uma das artistas musicais mais conhecidas de todos os tempos e fez sua estreia oficial com ‘Music of the Sun’, em 2005. Vencedora de 9 Grammy Awards, ela já vendeu mais de 250 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo, tornando-se uma das mais bem sucedidas da história, e também eternizou canções como “Umbrella”, “Don’t Stop the Music”, “What’s My Name”, “Work” e várias outras.
O último álbum da cantora, ‘ANTI’, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos.
Rihanna também tem uma marca de cosméticos chamada Fenty Beauty, que é uma das mais bem sucedidas da atualidade. Recentemente, ela foi homenageada como heroína nacional de Barbados, seu país natal, por seu constante ativismo.
Tendo suas raízes nos anos 1940 e 1950, o rock como o conhecemos hoje é nada mais que uma incrível evolução musical que o mantém vivo das mais diversas maneiras – sendo redescoberto, revisitado, desconstruído e reerguido em diversos suis generis. Ao lado do pop, o gênero em questão é um dos mais mutáveis e flexíveis da indústria fonográfica e, a cada ano, abre as portas para artistas dispostos a fornecer sua própria perspectiva.
No dia 13 de julho, comemora-se o Dia do Rock e, em homenagem a importância sociocultural e mercadológica desse estilo, preparamos uma série de matérias especiais para que você revisite bandas e álbuns icônicos.
Nossa primeira lista contempla os doze álbuns incríveis do século XXI para você ouvir no dia de hoje – e a seleção traz uma diversidade considerável que viaja do nu metal até o chamber rock.
Confira:
LEVIATHAN, Mastodon
Mastodon pode não ter o tanto de reconhecimento que seus conterrâneos e contemporâneos, mas certamente merece um lugar especial na nossa lista. Aclamado pela crítica, ‘Leviathan’, 2º álbum de estúdio da banda, foi lançado em 2004 e foi elogiado pelas épicas transições dentro das faixas, colocando o grupo na seleta elite do gênero do heavy metal e do progressive metal. Eventualmente, o CD foi condecorado com os títulos de Álbum do Ano por diversas revistas e jornais.
BY THE WAY, Red Hot Chili Peppers
Vendendo quase 300 mil cópias na semana de sua estreia, ‘By The Way’ foi o oitavo álbum de estúdio do lendário grupo Red Hot Chili Peppers e ganhou uma sólida recepção da crítica internacional por suas múltiplas texturas e por seu liricismo elegíaco. Além disso, a produção recebeu reconhecimento e comparação com o clássico ‘Californication’, lançado três anos antes.
HYBRID THEORY, Linkin Park
Nos anos 2000, uma das bandas mais conhecidas de rock surgia, Linkin Park – e, com ela, nascia o álbum de estreia do grupo, ‘Hybrid Theory’ que tornou-se um dos queridinhos do público e da crítica, além de ser o pontapé inicial para uma carreira de puro sucesso. Íntimo, provocativo e envolvente, os temas líricos da produção giram em torno da conturbada adolescência do vocalista Chester Bennington – incluindo abuso de drogas e a separação dos pais.
FALLEN, Evanescence
Anteriormente encarado com a expressão máxima da contracultura – que pouco depois seria transferida para o funk e para o rap -, o rock começou a ganhar maior popularidade com a virada do século. Uma das bandas que mais contribuiu para que isso fosse possível foi Evanescence. Sua estreia com o álbum ‘Fallen’ foi um sucesso crítico e comercial, tendo debutado em #7 na Billboard 200, indicado para o Grammy de Álbum do Ano e levado para casa duas outras estatuetas (incluindo Melhor Novo Artista).
TOXICITY, System of a Down
‘Toxicity’ veio três anos depois do début do grupo System of a Down e continuou a onda de aclamação da banda. Considerado por muitos como um dos melhores álbuns dos anos 2000, o CD supracitado traz ao longo de 14 faixas uma mistura bizarra e que funciona em sua totalidade de jazz, progressive rock, música grega e armênia, instrumentos inesperados como cítara e banjo, e um arranjo de temas políticos e apolíticos que transforma a obra em uma análise antropológica da vida.
BRAVE NEW WORLD, Iron Maiden
O ano de 2000 foi um grande ano para o rock, como já ficou provado inclusive por essa lista. Um dos responsáveis por essa gloriosa época foi Iron Maiden com ‘Brave New World’ – uma adição interessante e por vezes subestimada à sua discografia. Elogiado pelo retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith à banda, o álbum foi chamado de titânico e majestoso por boa parte da crítica e do público.
AMERICAN IDIOT, Green Day
‘American Idiot’ é uma das produções mais icônicas da história da indústria fonográfica e marca o retorno de Green Day à forma. Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2005, a poderosa ópera punk-rock gira em torno das desilusões de uma geração que se viu no centro de eventos bélicos tumultuosos – e traz como personagem central o anti-herói Jesus of Suburbia. O sucesso crítico e mercadológico do CD deu origem ao aclamado musical homônimo da Broadway.
FUNERAL, Arcade Fire
A épica estreia de Arcade Fire, ‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.
GOOD SOULS BETTER ANGELS, Lucinda Williams
Em 2020, Lucina Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.
JANE DOE, Converge
‘Jane Doe’, da banda Converge, é um divisor de águas em praticamente toda a indústria fonográfica e, até hoje, é considerado o marco inicial do metal contemporâneo. Recheado de construções fora dos convencionalismos mainstream, sua arquitetura propositalmente bizarra e emocionalmente extenuante teve uma ótima recepção pela crítica e serve de influência para inúmeros artistas atuais.
DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless
Enquanto ‘Who You Selling For’, lançado em 2016, demonstrou um profundo amadurecimento do estilo sonoro da banda The Pretty Reckless, ‘Death By Rock and Roll’ é uma ode à irreverência e ao post-grunge dos anos 1990 repaginado com características modernas, seja pela lírica, seja pelos apaixonantes solos de guitarra. A faixa titular, que abre o que podemos chamar alegadamente de obra-prima desse icônico ato musical, já havia entrado em nossa lista de melhores músicas de 2020, apenas para se renovar com beleza inenarrável em uma narrativa metalinguística sobre o que queremos deixar para o mundo e como vivemos a nossa vida. A produção quase impecável de Jonathan Wyman é brilhante do começo ao fim e, salvo algumas repetições, não há alguém que não se delicie com o que se trouxe à tona.
BUT HERE WE ARE, Foo Fighters
O mais recente álbum da icônica banda Foo Fighters se consagrou como uma ocasião especial – visto é o primeiro do grupo após a trágica morte do baterista Taylor Hawkins, que ocorreu em 2022. Contando com os singles“Rescued”, “Under You”, Show Me How” e “The Teacher”, o compilado de originais é uma forte declamação testamentária à carreira dos artistas e mergulha de cabeça em uma sentimentalidade pungente e envolvente. Não é surpresa que, desde seu lançamento, tenha sido considerado uma das melhores incursões do ano – e da própria banda.
O quarto episódio de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ foi ar ao recentemente no Disney+ e apresentou mais uma personagem inédita dentro do panteão mitológico arquitetado por Rick Riordan: Equidna.
Interpretada por Suzanne Cryer, Equidna aparece logo no começo do mais recente capítulo ao invadir o trem em que Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Grover (Aryan Simhadri) estão – e procurando vingança após o trio destruir inúmeras criaturas perigosas que, na verdade, eram suas filhas. Munida de uma perigosa Quimera, um dos seres mais perigosos de toda a mitologia greco-romana, Equidna tinha como único objetivo destruir o filho de Poseidon e seus companheiros, impedindo que eles pudessem cumprir com a missão de recuperar o raio de Zeus e salvar o mundo de um destino catastrófico.
Mas quem é Equidna?
No episódio em questão, Grover a chama de “Mãe dos Monstros”, uma expressão perifrástica que acompanha a personagem desde sempre. Equidna é originalmente uma drakaina, isto é, uma mulher-dragão com a cabeça e o busto de uma mulher e o corpo de uma serpente escamada. No imaginário grego antigo, ela representava as corrupções do planeta, como as águas fétidas, a terra podre, a doença e a morte. A personagem, por vezes, pode ser enxergada como uma variação de Píton, um dragão que nasceu do lodo deixado pelo grande Dilúvio, enquanto outros a caracterizam como uma lampreia do Tártaro, colocando-o no centro da escuridão que habita o submundo. O poeta Hesíodo, entretanto, a configura como filha dos monstruosos deuses dos mares, Fórcis e Ceto, enquanto Apolodoro a coloca como filha de Tártaro e Gaia.
Equidna era consorte de Tífon, um gigante de várias cabeças que controlava as tempestades e que desafio Zeus pelo trono do Olimpo. Juntos, eles deram origem a uma quantidade imensurável de criaturas terríveis que avassalariam a Terra, incluindo Ladon, o dragão que protegia os Pomos Dourados do Jardim das Hespérides; a Hidra, um monstro de sete cabeças que guardava o Velocino de Ouro; os cães infernais Órtros e Cérbero; a Esfinge, que apareceu na famosa história de Édipo; o Leão de Nemeia, que foi enfrentado por Hércules ao longo de seus doze trabalhos; e a Quimera, que dá as caras no episódio supracitado e tem cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.
Na Teogonia de Hesíodo, Equidna é descrita como um “monstro incontrolável, como nada humano, nem como os deuses imortais, em uma caverna oca. Esta era a divina e arrogante Equidna, e metade dela é uma Ninfa com um lindo rosto e olhos brilhantes, mas a outra metade é uma serpente monstruosa, terrível, enorme, contorcida e voraz, lá nos lugares secretos da Terra”.
Já no clássico épico Ilíada, de Homero, a personagem é citada indiretamente e através do submundo de qual Equidna veio: “Zeus, que se deleita com o trovão, ficou irado, como quando bate na terra por causa de Tifão, na terra dos Arimoi, onde dizem que ele jaz prostado”. Arimoi, para aqueles que não conhecem, é uma tribo semi-mítica que também é conhecida como Arimaspoi ou Kimmaroi, que habitava os confins do planeta na escuridão eterna – que é conhecido por seu nome mais famoso, o Tártaro.
Lembrando que o próximo episódio de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ vai ao ar em 09 de janeiro.
Em uma recente entrevista à Empire (via SlashFilm), o astro Will Smith revelou que a adorada franquia de ação ‘Bad Boys’, cujo quarto capítulo continua em exibição nos cinemas, ultrapassou oficialmente o montante de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais.
O título mais recente, ‘Bad Boys: Até o Fim’, está atualmente com uma bilheteria de US$138,6 milhões; todavia, de acordo com o THR, o filme deve arrecadar mais US$31,5 milhões apenas nos Estados Unidos nesta semana, sagrando o marco financeiro em questão. A encargo de comparação, os filmes anteriores arrecadaram US$141,4 milhões (‘Bad Boys’), US$273,3 (‘Bad Boys II’) e US$426,5 (‘Bad Boys para Sempre”).
Vale lembrar que um 5ª filme para a franquia, que também traz Martin Lawrence como protagonista, já está sendo discutido.
A informação foi revelada pelo próprio produtor Jerry Bruckheimer.
Em entrevista para o Deadline, ele disse que tudo depende do desempenho do novo filme.
“Tivemos discussões, mas queremos ver como será o desempenho das bilheterias e tenho certeza de que teremos novas conversas esta semana. Não posso dar uma data específica. Eu sei que tivemos quedas para certas produções que foram sucesso de bilheteria, enquanto outras ficaram estagnadas. Então tudo depende de como ‘Bad Boys 4‘ vai se sair ao longo de sua exibição.”
A trama do novo filme é motivada pela corrupção dentro do Departamento de Polícia de Miami, com o capitão Conrad Howard (Joe Pantoliano) acusado de trabalhar com os cartéis de drogas durante anos.
Por conta disso, os detetives Mike Lowrey (Smith) e Marcus Burnett (Lawrence) montam uma equipe para limpar o nome de Howard, mas acabam se tornaram suspeitos no processo.
A direção fica por conta de Bilall Fallah e Adil El Arbi, responsáveis pelo filme anterior.
A sequência também conta com Ioan Gruffudd, Paola Núnez, Vanessa Hudgens, Eric Dane, Alexander Ludwig e Tasha Smith.
A Netflix divulgou teaser trailer oficial de ‘A Garota na Fita 2: O Jogo da Alma’ (‘The Snow Girl 2: The Soul Game’), nova temporada da série de suspense baseada nos romance best-sellers de Javier Castillo.
O novo ciclo, composto por seis episódios, chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 31 de janeiro.
Confira:
David Ulloa e Laura Alvea retornam como diretores, enquanto Jesús Mesas e Javier Andréw Roig voltam como roteiristas.
A trama nos leva de volta a Málaga onde, desta vez, a jornalista Miren Rojo (Milena Smit), juntamente com Jaime (Miki Esparbé), um repórter que chega ao jornal Sur fugindo do seu passado e tentando recuperar a sua reputação perdida, investiga uma escola de elite que parece estar no centro do desaparecimento e do assassinato de duas jovens.
O novo ciclo também traz o retorno de Aixa Villagrán e Marco Cáceres no elenco, além de introduzir Hugo Welzel, Luis Callejo, Luis Bermejo, Vicente Romero e José Coronado.
O Disney+ divulgou uma prévia inédita da 2ª e última temporada de ‘Andor‘, aclamada série do universo de ‘Star Wars’.
O vindouro ciclo estreia hoje, dia 22 de abril, às 22h – com três episódios.
Confira, junto ao trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
Stephen King não é considerado um dos mestres da literatura contemporânea por qualquer motivo: singrando entre o drama, o suspense, o terror e vários outros gêneros, o romancista eternizou histórias que constantemente são adaptadas para o cinema, a televisão ou o streaming – como ‘IT: A Coisa’, ‘O Iluminado’, ‘Carrie, a Estranha’, ‘Jogo Perigoso’ e, mais recentemente, ‘A Vida de Chuck’. Agora, mais um livro assinado pelo prestigiado autor chega às telonas: ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’, inspirado na obra homônima lançada no final dos anos 1970.
Assinado sob o pseudônimo de Richard Bachman, a trama nos leva para um futuro distópico em que os Estados Unidos, tendo enfrentado uma batalha de proporções catastróficas que ficou conhecidas como A Grande Guerra, se reestabelece pouco a pouco e utiliza artifícios bastante controversos para resgatar o senso se patriotismo e união. Esse artifício é conhecido como A Longa Marcha, uma visceral competição que convida todos os jovens garotos do país a participar de uma caminhada sem fim, onde devem marchar ao passo de aproximados 5 km/h: caso reduzam a velocidade ou parem, eles recebem uma advertência; após a terceira advertência, eles são assassinados por oficiais do exército que os observam passo a passo. O último a sobreviver é condecorado com um prêmio inestimável que os permite ter basicamente o que desejarem.
Nesse terrível e assombroso espectro, Ray Garrity (Cooper Hoffman) contraria os clamores da mãe e resolve se inscrever na competição, sendo selecionado ao lado de outras dezenas de rapazes, incluindo o espirituoso e otimista Peter McVries (David Jonsson), o taciturno e atlético Billy Stebbins (Garrett Wareing), o estranho e volátil Gary Barkovitch (Charlie Plummer), o risonho e eclesiástico Arthur Baker (Tut Nyuot) e o ávido e impetuoso Hank Olson (Ben Wang). Forjando laços de amizade, confiança e certas desavenças que são firmados logo de cara, os participantes iniciam uma árdua jornada que os leva a enfrentar não apenas o impiedoso e opressor ambiente inóspito que os cerca, como fantasmas que insistem em persegui-los e colocar em xeque qual é o propósito da vida.
O projeto é comandado por Francis Lawrence, que não é nenhum estranho ao mundo das distopias. Conhecido por seu aplaudido trabalho em uma das melhores adaptações cinematográficas do século, ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’, Lawrence se vê em território familiar ao que levou às telonas na década passada e sabe traduzir o épico escopo enfrentado por Katniss Everdeen para uma jornada angustiante e ironicamente claustrofóbica de Ray Garrity – utilizando sutis incursões similares para denotar o embate entre o poder vigente e aqueles que anseiam pela mudança. Afinal, Ray nutre de uma vingança pessoal para com o Major (Mark Hamill), militar responsável por gerenciar a Marcha e que incita a “coragem e a bravura” dos garotos como forma de controle e de entretenimento de massa.
Se Lawrence acerta na construção de uma atmosfera inescapável, melancólica e sombria (mesmo com o uso de cores quentes e de planos abertos e superssaturados), o roteiro assinado por JT Mollner acerta onde precisa e se vale da química do elenco para ofuscar algumas metáforas formulaicas. Mollner, que nos entregou um dos melhores suspenses do ano com ‘Desconhecidos’, migra do thriller psicológico para um suspense dramático de sobrevivência e promove um convite a refletir sobre regimes totalitários, a inevitabilidade da morte e o homem como objeto de condicionamento determinista – ou seja, forçado a voltar à barbárie em meio a um ambiente severamente adverso.
Tomando as rédeas do projeto, Hoffman se afasta por completo da controversa construção de personalidade do protagonista de ‘Licorice Pizza’ e expande-se para a traumatizada backstory de Ray – cujo princípio é bastante familiar, mas o afasta do emblemático herói de tantas outras distopias que conhecemos para finalizar um arco muito bem delineado e que serve como carta de amor à obra de King. Jonsson, emergindo como um inesperado coprotagonista e faz um fabuloso trabalho como Peter, o “pontinho de esperança” em meio à desolada e inabalável selva que os cerca, tentando manter seu otimismo irrefreável para garantir que, não importa o que aconteça, eles permanecerão amigos – e encontrando um apoio emocional essencial em Ray.
Cada membro do elenco tem seu momento de brilhar e, diferente do que podíamos imaginar, os múltiplos arcos convergem para um ponto em comum que faz sentido dentro do que esperamos e sem se deixar levar pelos exageros e pelas ambições desmedidas. Enquanto os cansativos maniqueísmos do bem e do mal são diluídos nos intrincados arcos de Ray e Peter, garantindo uma necessária humanidade para a narrativa que se dispõe à nossa frente, os outros personagens ganham força em peculiaridades que fornecem ritmo e dinamismo a cenas propositalmente cíclicas e exauríveis – mesmo que nem todas as investidas funcionem como deveriam.
‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 18 de setembro e configura-se como uma das melhores adaptações do extenso panteão de Stephen King dos últimos anos, contando com as habilidosas mãos do time criativo e do comprometimento aplaudível de um incrível elenco.
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
A produção ainda conta com as vozes de Nate Torrence, Ke Huy Quan, Fortune Feimster, Quinta Brunson, Bonnie Hunt, Don Lake, Jenny Slate, Tommy Chong, Raymond S. Persi, Alan Tudyk e Shakira.
A continuação ‘Shaun, O Carneiro: Farmageddon‘ ganhou um novo trailer, que traz o simpático personagem-título fazendo amizade com o alienígena LU-LA, cuja chegada transforma a rotina da fazenda de Mossy Bottom.
Assista:
Confira também o primeiro trailer da sequência:
A franquia é baseada na série de desenho britânica ‘Shaun, the Sheep‘, produzida em stop-motion de massinha pela Aardman Animations.
Esta sequência conta com a direção de Will Becher, que comandou alguns episódios da série, e de Richard Phelan, que faz sua estreia em longa-metragem.
O primeiro filme da franquia foi indicado ao Oscar 2016 de Melhor Animação e arrecadou US$ 106 milhões mundialmente. Ele retrata a história de Shaun, um carneiro superinteligente e criativo que é líder de seu rebanho. Quando ele decide tirar um dia de folga para se divertir, no entanto, as coisas acabam saindo do controle. Além de entrar em uma confusão, ele ainda precisa guiar todo seu rebanho em segurança até a fazenda.
Através de seu perfil no Twitter, a Netflix confirmou que está produzindo uma animação baseada na franquia ‘The Witcher‘.
Intitulada ‘The Nightmare of the Wolf‘ (O Pesadelo do Lobo), a animação será fruto de uma parceria entre a plataforma de streaming e a Mir Studios, responsável por ‘Avatar: A Lenda de Korra’.
Além disso, a produção será supervisionada pela showrunner Lauren S. Hissrich e pela equipe da série live action de ‘The Witcher‘.
Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não informações sobre a previsão de estreia.
Tudo o que se sabe da trama é que o povo do Continente está prestes a enfrentar uma ameaça nunca vista antes na região.
Confira o anúncio:
“Os rumores são verdadeiros, uma nova história de ‘The Witcher‘ está em desenvolvimento! A Animação ‘The Witcher: Pesadelo do Lobo‘ vai acompanhar o povo do Continente enfrentando uma nova ameaça.”
The rumors are true, a new Witcher story is in the works! The anime film, The Witcher: Nightmare of the Wolf, will take us back to a new threat facing the Continent. Brought to you by the Witcher team @LHissrich and @BeauDeMayo, and Studio Mir the studio behind Legend of Korra.
Anteriormente, Hissrich revelou no Reddit que a 2ª temporada da adaptação trará ainda mais personagens para as telinhas.
“Sempre podemos introduzir mais personagens à medida que o show se desenrola. Faremos isso – há um número gigante de personagens divertidos para a segunda temporada. Mas é sempre importante para mim que, desde o começo, fique claro para o público que a história é sobre Geralt, Yennefer e Ciri e, mais importante, sobre o que acontece quando eles se encontram e se tornam uma família”.
Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na plataforma.
Assista ao trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Através do Twitter, o perfil oficial da franquia ‘A Família Addams‘ divulgou o 1º trailer da sequência, que será lançada em outubro de 2021.
Ainda falta um ano, mas a MGM está aproveitando a atual temporada que antecede o Halloween para provocar o público com a nova animação dirigida por Greg Tiernan e Conran Vernon.
Dirigido por Conrad Vernon e Greg Tiernan, o longa é baseado nos personagens criados pelo cartunista Charles Addams, cuja primeira aparição ocorreu em 1964, em um seriado animado que durou 2 anos.
A Família Addams não é uma família típica: eles têm prazer na maioria das coisas que pessoas “normais” teriam medo. Aqueles que os visitam se desesperam ao ver os hábitos mórbidos e incomuns do clã. Gomez Addams é o chefe da família, um homem extremamente rico incapaz de negar algo a sua cadavérica esposa Morticia Frump Addams: seja o cultivo de plantas venenosas, ou um jantar à luz de velas em um cemitério. Wednesday Friday Addams (Wandinha), filha do casal, é uma menina sádica e um tanto quanto sombria, que adora brincar com seu desmiolado irmão Pugsley Addams (Feioso), submetendo-o a vários tipos de tortura que ele adora.
O elenco conta com Oscar Isaac, Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.
Quando ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançado, o diretor e roteirista James Cameron sabia que a sequência de seu primeiro grande sucesso tinha que ter algo que ninguém tinha visto antes.
Para ultrapassar o impacto do original, ele introduziu o androide assassino T-1000 (Robert Patrick) e decidiu explorar a infância de John Connor (Edward Furlong) em meio a uma iminente guerra nuclear.
Esta foi a receita que rendeu ao filme o status como um dos maiores sci-fi de ação do século 20, além de garantir uma bilheteria de US$ 520 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.
Mas de onde surgiram todas essas ideias mirabolantes?
Durante uma entrevista para o The Ringer, Cameron comentou sobre os principais elementos do filme e confessou que estava sob efeito de drogas pesadas quando concebeu os primeiros rascunhos.
Tudo começou quando ele estava ouvindo uma música do cantor e decidiu aumentar sua percepção usando comprimidos de ecstasy.
“Lembro-me de sentar para escrever o roteiro de ‘O Exterminador do Futuro 2‘ enquanto ouvia ‘Russians‘ sob o efeito do ecstasy, fiquei impressionado com aquela música, ainda mais na parte em que ele canta: ‘Espero que os russos também amem seus filhos’. Eu pensei: ‘Quer saber? A ideia de uma guerra nuclear é tão antitética para a própria vida’. Foi dai que surgiu o garoto [John Connor].”
Infelizmente, a franquia acabou se deteriorando com o tempo e nenhuma das sequências conseguiu atingir o potencial dos dois primeiros filmes após a saída de Cameron por trás do projeto.
Em 2019, o cineasta decidiu reviver sua saga e retornou à cadeira de produtor em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’.
Para quem não assistiu, o filme ignora os eventos de ‘Exterminador do Futuro 3‘ e todas as outras sequências que vieram depois, reiniciando a linha do tempo após ‘O Julgamento Final‘.
No entanto, apesar de receber críticas mistas e 70% de aprovação no Rotten Tomatoes, a sequência foi massacrada pelo público.
Orçado em torno de US$ 185 milhões, o longa foi um fracasso comercial, acumulando apenas US$ 261,1 milhões pelo mundo.
Além de Arnold Schwarzenegger, Linda Hamilton e Edward Furlong reprisaram seus papéis como Sarah e John Connor.
O elenco também conta com Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.
Por conta da trama sobrenatural de ‘Cavaleiro da Lua‘, a série não terá muita relação com os atuais eventos do MCU.
A informação foi revelada pelo produtor executivo Grant Curtis durante uma entrevista para o The Direct.
Além disso, ele confirmou que a trama promete construir o personagem de forma isolada, assim como aconteceu com Homem de Ferro, o primeiro filme da Marvel Studios.
“O que fizemos com ‘Cavaleiro da Lua‘ foi abrir as portas para o misticismo mitológico da Marvel, digamos assim. Até agora, não há muita relação com atual MCU. Ele é um personagem novinho em folha em uma aventura inédita.”
Ele continuou:
“Nós realmente achamos que os fãs vão gostar do que planejamos porque estamos absolutamente abraçando os aspectos sobrenaturais do material original, os rituais e os deuses egípcios, a crença em torno de Khonshu e, principalmente, como ele manipula Marc Spector para fazer sua vontade.”
Por fim, Curtis disse que a série abre inúmeras possibilidades para um lado do MCU que o público ainda não viu.
“Existem vários aspectos do ‘Cavaleiro da Lua‘ que nos deixam animados internamente na Marvel Studios. E um deles é como o potencial do personagem se assemelha ao fizemos com o ‘Homem de Ferro’. Tony Stark também foi um personagem que foi obviamente construído do zero, e acontece o mesmo com Marc Spector, abrindo possibilidades únicas para este universo.”
Lembrando que ‘Cavaleiro da Lua estreia em 30 de março.
Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.
No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.
Confira:
“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”
O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).
Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).
Através do Twitter, o diretor Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’) confirmou que Jeff Goldblum (‘Jurassic World: Domínio’) será o Mágico de Oz na adaptação cinematográfica.
Na publicação, ele compartilhou a lista de elenco e escreveu:
“Perdi meu telefone… Então não pude acompanhar os anúncios hoje, especialmente enquanto estávamos filmando o terceiro dia aqui em Londres. Só sei que as coisas estão indo muito bem. O #WickedMovie está realmente acontecendo e eu tenho 3 dias de filmagem para provar. Ah, também temos Jeff Goldblum como o MÁGICO [de Oz]!!!!”
Confira:
Lost my phone…so I couldn’t keep up today with the announcements especially while we were shooting day 3 here in London. Just know things are going great. The #WickedMovie is really happening and I have 3 days of footage of prove it 🙂 oh also JEFF GOLDBLUME IS THE WIZARD!!!! https://t.co/ygjqdR7TVy
Anteriormente, a Variety anunciou que Ethan Slater, um veterano dos palcos da Broadway, foi escalado para a vindoura adaptação cinematográfica de ‘Wicked’.
Slater dará vida a Boq, um jovem munchkin que se torna amigo tanto de Elphaba e Glinda durante o tempo que passaram juntos na Universidade Shiz.
O longa é estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo e acompanha a história de amizade entre Elphaba (Erivo), a Bruxa Má do Oeste, e Glinda (Grande), a Bruxa Boa do Sul. Jonathan Bailey também estará no elenco.
Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.
Em em comunicado oficial, Chu explicou porque a adaptação será dividida em DUAS partes.
“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de ‘Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”
O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.
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