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‘Dia dos Mortos’: Série do SyFy terá conexão com o clássico de George A. Romero

Em entrevista ao Boo Crew Podcast, o diretor Steven Kostanski, que comandou os quatro primeiros episódios da série ‘Dia dos Mortos‘, que está sendo desenvolvida pelo SyFy, revelou que a produção terá conexão com o longa original de George A. Romero.

“Eu dirigi os quatro primeiros episódios da série e terminei as filmagens em dezembro. A primeira temporada terá 10 episódios e terá conexão com o filme original. Infelizmente, não posso dar muitos detalhes. Não posso dizer nada.”

Ele continua, “A produção teve um baixo orçamento, mas eu me diverti muito durante as filmagens. Conseguimos a Masters FX para fazer mais uma vez os efeitos práticos dos zumbis. Então posso dizer que, no mínimo, os zumbis estarão super legais. É uma série muita estranha e interessante, e acho que não é o que as pessoas estão esperando. Eu me diverti muito fazendo e realmente usei todas as técnicas com o baixo orçamento para dirigi-la. Foi mais um caso de premissa ambiciosa com poucos recursos. E acho que isso rendeu muita criatividade da equipe.”

O elenco contará com Keenan Tracey (‘Bates Motel’)Daniel Doheny (‘Alex Strangelove’)Natalie Malaika (‘Fratura’)Morgan Holmstrom e Kristy Dinsmore (‘Vikings’).

Jed ElinoffScott Thomas serão os showrunners da série.

“A trama seguirá a intensa história de seis estranhos tentando sobreviver ao primeiro dia de uma invasão de zumbis nos subúrbios dos EUA. Eles terão que trabalhar juntos para aumentarem suas chances, enquanto os mortos tentam despedaçá-los.”

A expectativa é que a produção estreie em 2021.

Para quem não conhece, ‘Dia dos Mortos‘ é o terceiro filme da saga dos mortos iniciada em ‘A Noite dos Mortos-Vivos‘ (1968) e ‘Zombie – O Despertar dos Mortos‘ (1978).

Os três longas foram dirigidos por George A. Romero, que comandou muitos outros filmes ambientados em um mundo infestado de zumbis, como ‘Terra dos Mortos‘ e ‘Diário dos Mortos‘.

‘Whistler Camp’: Kevin Bacon entra para o elenco do novo terror LGBTQ+ da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Kevin Bacon (‘The Following’) entrou para o elenco de ‘Whistler Camp‘, terror LGBTQ+ que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Além de estrelar, Bacon também servirá como produtor executivo.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Theo Germaine (‘The Politician’) estrelará o projeto.

John Logan, criador de ‘Penny Dreadful‘, será responsável pela direção.

A trama, descrita como uma “história queer de empoderamento”, será ambientada em um acampamento de conversão gay.

Vale destacar que Logan já ganhou três indicações ao Oscar, além de ter vencido o Globo de Ouro, BAFTA, entre outras premiações importantes. Seus créditos incluem ‘007 – Operação Skyfall‘, ‘007 Contra Spectre‘, ‘Gladiador‘, ‘O Aviador‘, ‘O Último Samurai‘, ‘Rango‘, ‘Alien: Covenant‘ e ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet‘.

Jason Blum e Michael Aguilar (‘Kidding’) serão os produtores.

Ryan Turek será responsável por supervisionar a produção para a Blumhouse.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Mark Ruffalo se junta ao Robert Pattinson no novo sci-fi do diretor de ‘Parasita’

De acordo com o Deadline, três novos atores se juntaram ao elenco da nova ficção científica do diretor Bong Joon-Ho (‘Parasita’), que será estrelada por Robert Pattinson (‘Batman’).

Mark Ruffalo (‘Vingadores: Ultimato’), Toni Collette (‘Hereditário’) e Naomi Ackie (‘The End of the F–king World’) foram confirmados no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.

Ainda sem título oficial, o longa é baseado no romance ‘Mickey7‘, de Edward Ashton.

A trama acompanha um funcionário descartável em uma expedição enviada para colonizar o mundo gelado de Niflheim. Sempre que há uma missão muito perigosa – até mesmo suicida – a equipe se volta para Mickey, que é capaz de se regenerar.

Toda vez que ele morre, seu corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas. Após seis mortes, Mickey7 finalmente entende os termos de sua função… E porque era a única posição colonial não preenchida quando ele foi contratado.

Além de dirigir, Bong também assina o roteiro e produz, através de sua companhia Offscreen, ao lado de Dooho Choi, da Kate Street Picture Company, e Dede Gardner e Jeremy Kleiner, da Plan B.

Lembrando que este é o primeiro trabalho de Bong desde que ‘Parasita‘ ganhou o Oscar de Melhor Filme em 2020.

Portas do INFERNO se abrem no trailer sinistro do terror ‘Malum’; Confira!

O terror sobrenatural ‘Malum‘ ganhou o primeiro trailer sinistro.

Confira:

Dirigido por Anthony DiBlasi, o longa é descrito como uma reimaginação do terror ‘Last Shift‘ (2014) – trazendo, inclusive, a mesma equipe criativa. DiBlasi também assina o roteiro ao lado de Scott Poiley.

Enquanto tenta descobrir as misteriosas circunstâncias da morte de seu pai, uma policial novata, Jessica Loren, é atribuída o último turno em uma delegacia desativada onde um culto sinistro morreu há alguns anos. Sozinha na estação, ela logo é atormentada por eventos paranormais e, no processo, acaba descobrindo a verdade chocante sobre o envolvimento de seu pai com o perigoso grupo.

O elenco conta com Jessica Sula, Candice CokeChaney Morrow, Clarke WolfeMorgan Lennon, Valerie LooMonroe Cline, Eric OlsonSam BrooksKevin WayneDanielle CoyneNatalie VictoriaChristopher Matthew Spencer e Britt George.

A produção conta com efeitos especiais criados por RussellFX, conhecido por seu trabalho nos aclamados ‘Hellraiser‘, ‘O Ritual‘ e ‘A Casa Sombria‘.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 31 de março.

Acidente em alto-mar no novo teaser da 7ª temporada de ‘9-1-1’; Confira!

A ABC divulgou o novo teaser da 7ª temporada de ‘9-1-1‘.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 14 de março – mesmo dia em que acontecerá o retorno das novas temporadas de ‘Grey’s Anatomy‘ e ‘Station 19‘.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Reboot de ‘Pretty Little Liars’ é CANCELADO após 2 temporadas

O Max cancelou oficialmente o reboot de ‘Pretty Little Liars‘ depois de apenas duas temporadas.

“Apesar de não seguirmos em frente com uma terceira temporada de ‘Pretty Little Liars’, somos gratos aos criadores Roberto Aguirre-Sacasa and Lindsay Calhoon Bring, além da equipe na Warner Bros. Television, por reintroduzir esta nova iteração de mentirosas que se unem para enfrentar o mais novo vilão de Millwood,” declarou o serviço de streaming em um comunicado oficial. “A visão criativa moderna e única deles – combinada com o talento incrível do nosso elenco e equipe – rendeu uma série divertida e aterrorizante que trouxe uma verdadeira homenagem ao legado de Rosewood.”

No segundo ciclo, intitulado ‘Pretty Little Liars: Curso de Verão‘, nossas protagonistas enfrentam um destino pior do que a morte – o curso de verão. No entanto, a escola não é a única coisa entre seus sonhos, empregos e relacionamentos divertidos. Uma nova vilã, que pode ter uma conexão com A, chegou à cidade e promete fazer todos passarem por um teste mortal.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, serve como showrunner.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

Mistério Intrigante no teaser de ‘Meus 84 m²’, novo SUSPENSE coreano da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser do suspense coreano ‘Meus 84 m²‘.

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O longa será lançado na plataforma no dia 18 de julho.

Após gastar as economias de uma vida inteira em um apartamento, um homem descobre que suas paredes guardam ruídos perturbadores, vizinhos hostis e segredos inquietantes.

Kim Tae-joon (‘Na Palma da Mão’) é responsável pela direção.

Kang Ha-neul, Yeom Hye-ran e Seo Hyun-woo estrelam a produção.

Diretor revela planos para TRILOGIA do terror ‘Undertone’

Em entrevista ao Screen Rant, o diretor Ian Tuason revelou que tem planos para desenvolver uma trilogia de ‘Undertone‘, novo terror sobrenatural da A24.

“Tenho uma trilogia em mente,” confirmou que o cineasta, declarando que já está discutindo com o estúdio sobre os próximos passos para a continuidade deste universo.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou sólidos US$ 9.3 milhões em sua estreia nos EUA – a partir de um orçamento de apenas US$ 500 mil. Para termos de comparação, a quantia representa mais de 18 vezes o seu custo de produção.

Vale lembrar que o diretor comandará o próximo filme da franquia ‘Atividade Paranormal‘.

A trama de ‘Undertone‘ segue a apresentadora de um podcast sobre o paranormal que se muda para a casa de sua mãe doente para cuidar dela. Quando recebe gravações de áudio de um jovem casal grávido vivenciando ruídos sobrenaturais, ela percebe que a história da mulher espelha a sua própria.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nina Kiri (‘The Handmaid’s Tale’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Kris Holden-RiedMichèle DuquetKeana Lyn BastidasJeff Yung.

Ian Tuason, que foi recentemente contratado para comandar o próximo filme da franquia ‘Atividade Paranormal‘, é responsável pela direção.

‘War Party’: Filme de gerra da Netflix terá Tom Hardy e Ridley Scott

Tom Hardy vai trabalhar novamente com Ridley Scott no filme ‘War Party’.

Dirigido por Andrew Dominik e produzido por Scott, a trama é embasada em uma das principais forças de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos, a SEAL.

Mesmo com seu enredo ainda mantido em segredo, o site The Hollywood Reporter divulgou que a produção é baseada em fatos reais e trará uma missão da SEAL. Chegou-se a essa conclusão mediante o acordo feito para a realização do filme, que inclui direitos autorais de algumas militares reais.

A Netflix ficará encarregada de conduzir a produção. A plataforma de streaming conseguiu os direitos de realização em uma acirrada disputa entre a Amazon, Universal e a Lionsgate.

Ainda não há previsão de início das filmagens de ‘War Party‘.

 

‘Pantera Negra’ ganha vídeo que compara cena tradicional e em IMAX; Assista!

A adaptação dos quadrinhos ‘Pantera Negra’ recebeu uma formatação especial para a tecnologia IMAX.

Para anunciar a novidade, a conta oficial da IMAX divulgou um rápido vídeo demonstrativo do filme no Twitter, que mostra a diferença que a tecnologia exerce nos cinemas.

Confira:

 

O filme será o mais longo de todos os filmes SOLO da Marvel até agora, com cerca de 135 minutos (ou 2 horas e 15 minutos), incluindo os créditos finais. Por enquanto, tratamos como rumor, informações oficiais devem sair em breve.

Para comparação, os primeiros ‘Capitão América‘, ‘Thor‘ e ‘Homem de Ferro‘ tiveram em torno de 120 minutos (2 horas) de duração.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

UAU! ‘Um Lugar Silencioso’: John Krasinski revela que também interpretou o [SPOILER]

O ator e diretor John Krasinski continua impressionando os cinéfilos e após meses desde o lançamento de ‘Um Lugar Silencioso‘, novos detalhes foram divulgados.

Durante sua participação no talk show Jimmy Kimmel Live, o astro revelou que além de dirigir e estrelar o thriller ao lado de sua esposa, Emily Blunt, ele também interpretou o monstro.

Conforme revelou, todos os movimentos da criatura foram feitos por ele, por meio da captura de movimento a partir do uso de um traje específico. E para comprovar que toda sua interpretação física, Krasinski ainda mostrou uma imagem durante o programa.

Confira:

‘Modern Love’: Série de comédia romântica da Prime Video é renovada para a 2ª temporada

A apaixonante série antológica de comédia romântica da Prime Video, intitulada ‘Modern Love’, foi renovada para a sua segunda temporada. A informação foi compartilhada pela revista EW.

Por meio de um comunicado oficial, a presidente da Amazon Studios, Jennifer Salke, compartilhou o seu entusiasmo com o retorno da série, que rapidamente conquistou a audiência:

“Desde sua estreia na semana passada, a reação à ‘Modern Love‘ por parte do público tem sido incrível. Esta é uma série com tantas emoções e afeição – cada episódio toca os corações de maneira diferente. Estamos muito empolgados por poder trazer à nossa audiência global da Prime Video mais dessas lindas histórias de romance, amizade e família de ‘Modern Love‘”.


 

A série antológica conta com Anne Hathaway, Tina Fey, Dev Patel, John Slattery, Brandon Victor Dixon, Catherine Keener, Andy Garcia, Cristin Milioti, Olivia Cooke, Andrew Scott, Shea Whigham, Gary Carr, Sofia Boutella, John Gallagher Jr e Julia Garner no elenco. A trama é baseada em uma coluna e podcast do New York Times e a temporada terá oito episódios, de meia hora de duração cada.

O showrunner da produção, John Carney, falou sobre o novo projeto:

“É como se eu tivesse acordado em uma loja de doces de atores. Conseguimos compor um elenco com os meus atores favoritos. Isso é um testemunho do impacto da coluna original e de como, agora mais do que nunca, o amor é a única certeza.”

Sharon Horgan (‘Catastrophe‘), Emmy Rossum (‘Shameless‘) e Tom Hall (‘Sensation’) estão entre os diretores.

Modern Love‘ já está em exibição na plataforma de streaming Prime Video.

Critica | Alma de Cowboy: Idris Elba estrela incrível drama da Netflix

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020

Existem tantos pequenos universos restritos, que escondem em si uma infinidade de riquezas imateriais e abarcam jornadas fascinantes. Histórias de comunidades jamais contadas para além das familiares rodas de conversa comunitária e que poderiam se perder no tempo, não fosse o cinema. E talvez seja esse um dos aspectos mais fascinantes de Alma de Cowboy (Concrete Cowboy), drama produzido e estrelado por Idris Elba, Caleb McLaughlin (Stranger Things) e Jharrel Jerome (Olhos que Condenam). Aqui, uma singela janela se abre diante da audiência, revelando uma extensão apaixonante de um lado tão peculiar e particular da comunidade negra.

Nos apresentando a um clã de cowboys negros, a produção se inspira no Fletcher Street Urban Riding Club, uma antiga organização que visa perpetuar a equitação nos centros urbanos, no norte da Filadélfia. Uma tradição que forma cavaleiros negros, o grupo vai além do cuidado com os animais, sendo também uma engrenagem fundamental no combate à marginalização de jovens pretos. Como um estilo de vida que ultrapassa as fronteiras da esportividade, o clube é um instrumento de cura, restauração e reinserção social em uma comunidade onde muitos estão na mira de uma vida devassa e criminal.

Funcionando como um apelo sociocultural e uma vitrine a respeito da versatilidade da negritude norte-americana, o longa de Ricky Staub é encantador e quase didático quando o assunto é a importância de pertencer a uma comunidade. Tomando a audiência pela mão, ele nos leva a uma jornada profundamente intimista a partir da tumultuada relação familiar entre pai e filho, vividos aqui por Elba e McLaughlin. Rejeitado a vida inteira, o astro de Stranger Things personifica o estereótipo do abandono e da alienação parental. Inquieto e maltratado pelas circunstâncias, ele cresceu à margem da sua própria existência e se tornou um rapaz problemático, que de fato só precisava ser amado para compreender o seu valor.

E é quando pai e filho são forçados a viver juntos pela primeira vez que uma nova dinâmica surge. Muito mais que uma transformação familiar, aqui nascem também duas novas pessoas, que encontram na equitação urbana um ponto de contato, além do conforto de uma comunidade que valoriza o seu passado, ama o seu presente, mas teme por um futuro onde ser um cowboy de asfalto talvez seja extirpado da sociedade contemporânea – que respira carros automáticos e veículos de altíssima velocidade.

Dando voz aos anseios dos cavaleiros urbanos pretos, Alma de Cowboy visa sensibilizar o mundo a respeito da importância da cavalaria como parte da construção do caráter e da identidade de tantos homens e mulheres pretos. Trazendo a premissa do pertencimento como o coração da trama, o drama projeta os holofotes em um povo simples e de fala mansa, que não precisa de muito para sobreviver. Com uma fotografia simples e um roteiro que também traz os seus clichês emotivos, o longa é uma experiência acalentadora, instrutiva e cativante, que abre um pequeno e valioso mundo que talvez jamais fôssemos conhecer.

Com atuações impactantes e uma dinâmica riquíssima entre Elba, McLaughlin e Jerome, o drama roteirizado por Ricky Staub e Dan Walser ainda homenageia cavaleiros reais da Fletcher Street, tornando-os protagonistas da sua própria história até mesmo dentro do filme. Emocionante e revelador, Alma de Cowboy é um retrato de uma subcultura que só evidencia a versatilidade e amplitude da ancestralidade africana em seu povo.

‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’: Aclamado vencedor do Oscar será REMOVIDO da Netflix

O aclamado drama Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’, estrelado por Jim Carrey e Kate Winslet, será removido da Netflix em breve.

A produção, dirigida por Michael Gondry e coescrita por ele e Charlie Kaufman, deixa a plataforma de streaming no dia 16 de novembro.

Na trama, Joel se surpreende ao saber que seu amor verdadeiro, Clementine, o apagou completamente de sua memória com a ajuda de um novo método tecnológico. Desolado, ele decide fazer o mesmo, mas muda de ideia no meio do processo. Preso dentro da própria mente enquanto os especialistas se mantêm ocupados em seu apartamento, Joel vai fazer de tudo para impedir que o procedimento continue.

Confira o trailer:

Lançado em 2004, ‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças‘, a produção ainda conta com Kirsten Dunst, Mark Ruffalo e Elijah Wood no elenco.

Michel Gondry e Charlie Kaufman ganharam o Oscar de Melhor Roteiro Original por Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças em 2005.

‘Pecadores’ e ‘F1’ despontam como os principais candidatos ao Oscar 2025 antes da temporada de festivais

Os dois filmes mais surpreendentes da corrida pelo Oscar até agora em 2025 são também grandes sucessos de bilheteria: ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, e ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt. Nenhum dos dois segue a fórmula tradicional do “cinema de prestígio”, mas ambos estão ganhando força com uma combinação rara de aclamação da crítica, sucesso comercial e apoio robusto de estúdios e streamers dispostos a investir pesado nas campanhas.

Desde sua estreia em abril, ‘Pecadores‘ se consolidou como um fenômeno cultural. Dirigido por Coogler (Pantera Negra), o filme mistura horror sobrenatural, drama gótico sulista e o universo do blues dos anos 1930 em uma narrativa original e ousada. Com mais de US$ 360 milhões arrecadados globalmente, a produção da Warner Bros. não apenas conquistou o público como também impressionou a crítica.

Com chances reais nas categorias de melhor filme, direção e roteiro original, o longa também deve aparecer com força nas categorias técnicas. No elenco, Michael B. Jordan entrega uma performance dual como irmãos gêmeos, considerada uma das melhores da carreira, acompanhado por Hailee Steinfeld, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku e o estreante Miles Caton.

A Warner, segundo fontes da Variety, está focada na campanha de premiação, mesmo com outro forte candidato vindo por aí — ‘Uma Batalha Atrás ds Outra‘, novo filme de Paul Thomas Anderson com Leonardo DiCaprio. O esforço do estúdio promete aumentar a visibilidade de Sinners entre os votantes da Academia.

Já ‘F1‘, lançado no final de junho pela Apple Original Films, também vem acelerando forte na temporada. Dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), o filme combina ação de blockbuster com uma produção sofisticada e realismo técnico. A trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto aposentado que volta às pistas para guiar um jovem talento, Joshua Pearce (Damson Idris).

Com filmagens em pistas reais da Fórmula 1 — como Silverstone, Monza e Spa — e foco em efeitos práticos, ‘F1‘ é tecnicamente impecável, mérito da equipe liderada pelo diretor de fotografia Claudio Miranda e o supervisor de VFX Ryan Tudhope.

Embora esportes e terror tradicionalmente enfrentem resistência nas premiações, tanto ‘F1‘ quanto ‘Pecadores‘ se beneficiam de narrativas fortes e significativas, algo que a nova geração de votantes da Academia, mais jovem e diversa, tem valorizado.

F1‘, por exemplo, segue os passos de ‘Ford vs Ferrari‘ e ‘Top Gun: Maverick‘, que conseguiram quebrar essa barreira.

Terror e esportes no Oscar?
Historicamente, nenhum filme de vampiro foi indicado a melhor filme, e apenas Willem Dafoe foi lembrado por um papel do tipo em ‘A Sombra do Vampiro‘ (2000). Já entre os 601 indicados a melhor filme, apenas 17 eram sobre esportes. Mesmo assim, obras como ‘Corra!‘ e ‘A Substância‘ vêm pavimentando o caminho para o reconhecimento do terror, enquanto ‘F1‘ aposta no mesmo prestígio técnico que levou ‘Top Gun‘ à disputa.

O que esperar?
Com campanhas bem estruturadas e recepção calorosa, tanto ‘Pecadores‘ quanto ‘F1‘ têm combustível de sobra para liderar a corrida até as indicações — especialmente em um ano ainda em aquecimento. Se o restante de 2025 seguir no mesmo ritmo, a disputa promete ser acirrada.

Como destaca a Variety, “se isso é apenas a primeira metade do ano… aperte os cintos.”

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Hellboy’: David Harbour já terminou as filmagens do reboot

Em uma entrevista a Varierty, o ator protagonista David Harbour disse que as filmagens do reboot de Hellboy, dirigido por Neil Marshallnão foram fáceis e conta que já finalizou a sua parte na produção.

“Foi bem difícil. Estou com 40 anos de idade e estou correndo por ai dando socos em gigantes”

O reboot finalmente ganhou sua data de estreia. Segundo o THR, o filme chega aos cinemas norte-americanos dia 11 de Janeiro de 2019.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David Harbour (‘Stranger Things’). Milla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue . Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim, de ‘LOST‘, entrou para o reboot como Major Ben Daimio, um dos integrantes da B.P.R.D. Kim substitui Ed Shrein, que pediu para sair da produção em meio as críticas sobre a nacionalidade do personagem, que nas HQs é de origem japonesa.

Brian Gleeson (‘Mãe!’, foto acima), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra’) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars’) completam o elenco.

As primeiras imagens do set de ‘Hellboy‘ foram divulgadas:

A nova história vê o herói se esquivando de uma feiticeira medieval (Jovovich) que procura destruir a humanidade.

Confira as fotos:

Começam as filmagens de ‘Malévola 2’; Veja fotos de Elle Fanning e Angelina Jolie!

Começaram as filmagens deMalévola 2’Angelina Jolie e Elle Fanning aparecem reunidas para as filmagens em fotos publicadas nas redes sociais. Confira:

It’s bring your mom to work day on the #Maleficent2 set!!!!! ✌🏼

Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) em

Ultimate Photobomb #Maleficent2

Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) em

Essa semana, a atriz brasileira Fernanda Diniz também foi confirmada no elenco.

Nascida em Manaus, Fernanda já estrelou algumas novelas e séries, como ‘Malhação’, na Rede Globo. Agora, segundo alguns sites, a personagem dela emMalévola 2’ fará uma homenagem à Amazônia, mas nada foi confirmado.

Além disso, a atriz Michelle Pfeiffer está em estágio avançado de negociações para participar da sequência, novamente protagonizada por Angelina Jolie e Elle Fanning. O papel de Pfeiffer será o da Rainha.

Malévola 2’ será dirigido por Joachim Ronning, do recente ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’ (2017).

O roteiro é assinado por Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã’) e Linda Woolverton, a mesma responsável pelo roteiro do primeiro filme.

Fique ligado no CinePOP para mais informações sobre Malévola 2’.

Os Melhores e Piores Filmes da Franquia ‘Jurassic Park’

Com a produção de ‘Jurassic World – Dominação‘ se aproximando, o CinePOP decidiu ranquear os filmes da franquia Jurassic Park do “pior” para o melhor.

Confira:

 

5 | Jurassic Park III (2001)

O terceiro capítulo da saga original é o mais contestado. Apesar da nítida evolução tecnológica na reprodução dos dinossauros e com o visual repaginado dos Velociraptors, que foram adequados para as descobertas da época, o roteiro é bem raso e as adições ao elenco não foram tão cativantes. Ao final do filme, fica um questionamento. O que é pior: ser perseguido pelo terrível Espinossauro ou ficar preso numa ilha com um casal divorciado?

Toda a filosofia do Homem X Natureza foi posta de lado em prol do suspense comercial. Mas ainda assim é um passatempo divertido.

4 | O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

A sequência do filme original sofreu com as críticas, mas, para mim, segue como um dos filmes mais fascinantes com dinossauros.

Ian Malcolm (Jeff Goldblum) assume o papel de protagonista ao saber que sua namorada, Sarah Harding (Julianne Moore), foi enviada para fotografar uma segunda ilha, onde dinossauros vivem sem cercas.

Com cenas simulando um safári e vários dinossauros novos, Steven Spielberg dedica todo o terceiro ato à realização do sonho de qualquer criança: soltar um Tiranossauro na cidade e deixá-lo “interagir” com os objetos modernos. É uma aventura anacrônica de mão cheia e com vários momentos de suspense bem construído.

3 | Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

22 anos após a abertura do parque original (e do lançamento do primeiro Jurassic Park), acompanhamos a reabertura dos portões do agora Jurassic World, um parque de última geração com atrações vivas.

É o sonho de John Hammond posto em prática e a primeira vez que vemos o complexo realmente funcionar. Mas como vimos ao longo da franquia, a vida encontra um meio e os animais pré-históricos se libertam e tocam o terror na Ilha Nublar.

Tudo é novo, menos a destruição. Chris Pratt e Bryce Dallas Howard assumem como os novos protagonistas e entramos na era dos dinossauros híbridos. Outro novo ponto são os raptores treinados, peças chave no futuro dos filmes.

2 | Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

A continuação do sucesso bilionário de 2015 abriu mão do encantamento para adentrar o terror e suspense. Com a trama chave dos cinco filmes, o diretor aposta novamente em dinossauros híbridos no papel de vilões (ou seriam anti-heróis?).

Com uma veia mais forte de ficção científica, “O Reino Ameaçado” volta a se questionar sobre a bioética. Eles também fazem uma releitura bem interessante sobre a extinção dos dinossauros e termina com um final beeeeem interessante, deixando o famoso gancho para o filme 3.

1 | Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

Um clássico imortal do cinema de entretenimento, Jurassic Park chocou o mundo ao trazer os dinossauros mais reais que o cinema já havia visto.

Presença certa na cabeça de qualquer um que já foi criança um dia, o filme é uma obra-prima da imaginação e conquista pelos personagens carismáticos e história bem contada. Apesar de se chamar Jurassic Park, o longa conta com apenas 15 minutos de dinossauros no filme.

Se você não viu, corre pra ver! Se você já viu, reveja! É um filmaço!

Parabéns aos Paleontólogos que acompanham o CinePOP! O trabalho de vocês inspira muita gente!

Crítica | O Segredo da Floresta – Folclore e Conto de Fadas em Assustador Terror Indiano

Um jovem casal de namorados decide viajar da ensolarada Los Angeles para uma aventura exótica na Índia. Exótica porque embora Jay (Sahil Shroff) aparente ter descendência desse país, ele parece não ter vínculos com a cultura indiana, e, por isso, decide levar Amy (Vanessa Curry) em uma jornada de descoberta cultural pelo norte da Índia. Até aí, tudo bem. Só que, após um evento frustrante, o casal se perde na floresta e acaba testemunhando um ritual meio bizarro, e os dois passam a ser perseguidos por um espírito maligno.

Tal como boa parte dos longas indianos, ‘O Segredo da Floresta’ começa já contando o final da história, para, a partir da 2ª cena, ir construindo sua trama. Isso é um estilo do cinema de lá, que deve ser respeitado, porém, sabendo que os brasileiros não gostam muito de spoilers, é bom dar esse tipo de aviso.

O roteiro de Arjun Grover e Vikram Jayakumar é um pouco irregular, embora tenha os três atos bem marcadinhos. A primeira parte parece um comercial da Trivago, com os protagonistas transitando em uma sequência de situações turísticas na Índia, apenas para passar a impressão de que a viagem está rolando às mil maravilhas; já a segunda parte transpõe o folclore local narrado como se fosse um conto de fadas, com uma criança como protagonista e a câmera acompanhando o medo crescente da infanta em relação ao tal segredo da floresta; por fim, o último ato ganha mais aspecto de terror anos 80, com direito a possessão e perseguição. Essa última parte é o que levanta o filme.

Vikram Jayakumar, além de assinar o roteiro, também dirigiu o longa, e, embora a ficha técnica diga que o filme é estadunidense e que os protagonistas falem inglês e sejam californianos, a bem da verdade o estilo indiano de se fazer cinema está por trás de tudo nesse ‘O Segredo da Floresta’. Assim, enquanto diretor, Vikram Jayakumar poderia ter dado maior atenção às cenas de transição e à montagem, especialmente no primeiro ato, em que há uma sequência de cenas que duram menos de dez segundos, seguidas por tela preta.

Em uma camada superficial, podemos até enxergar em ‘O Silêncio da Floresta’ o clássico exemplo de como a ocidentalidade e a branquitude (que partem do princípio de que estão sempre certos e somente eles podem salvar o mundo) interferem em tudo que tocam, e que, não fosse essa atitude de se acharem sempre superiores, muitas coisas erradas poderiam ter sido evitadas – como no próprio filme.

O Silêncio da Floresta’ é, assim, uma alternativa interessante para quem busca filmes de terror com pegadas diferentes das de Hollywood.

‘Guerra Mundial Z 2’: Produção deve ser iniciada em março desse ano

Finalmente há notícias sobre a produção de  ‘Guerra Mundial Z 2‘, novo filme de David Fincher com Brad Pitt.

Segundo o site Movieweb, as preparações já foram iniciadas para a produção de fato começar em Março deste ano, buscando por locações na Tailândia e Espanha, no que promete ser uma gravação longa, durando até 2020.

Por muitas vezes, a produção de ‘Guerra Mundial Z 2‘ foi adiada por conta da tumultuada agenda de David Fincher, que assumirá a direção da sequência.

Como relatado anteriormente, Brad Pitt voltará como o ex-pesquisador da U.N. Gerry Lane, que lidera uma busca mundial para encontrar a fonte da infecção e, com sorte, uma maneira de parar sua propagação.

Após longas negociações, Fincher aprovou o roteiro escrito por Steven Knight (‘Aliados’) – que servirá como um “reboot” para a franquia.

Guerra Mundial Z acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

O filme foi baseado no livro Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks.

O primeiro filme arrecadou saudáveis US$ 540 mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.

Kevin Feige confirma ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ como a conclusão da Saga do Infinito

Depois de uma década de filmes em uma gigantesca franquia interconectada, ‘Vingadores: Ultimato pareceu insurgir como o capítulo final da conhecida Saga do Infinito do Universo Cinemático Marvel.

Entretanto, de acordo com o presidente dos estúdios Kevin Feige, a gigantesca narrativa que se iniciou em 2008 com Homem de Ferro será encerrada com o lançamento de Homem-Aranha: Longe de Casa.

Em um recente vídeo de bastidores para divulgação do longa, Feige disse que “temos trabalhado por muitos anos em Guerra InfinitaUltimatoLonge de Casa. Esses são os três filmes que culminam no término da Saga do Infinito no MCU. E, enquanto trabalhávamos em Ultimato, percebemos que o final verdadeiro dessa Saga, o capítulo final da Fase 3, deveria ser Longe de Casa, porque perdemos Tony Stark no final de Ultimato“.

O longa marca o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

‘Luta por Justiça’: Drama com Michael B. Jordan ganha teaser com cenas inéditas; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo teaser da cinebiografia Luta por Justiça.

Confira, junto com o trailer completo.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o longa foi roteirizado pelo cineasta em parceria com Andrew Lanham, a partir do livro de memórias de Bryan Stevenson.

A trama conta a história de Stevenson em seu primeiro caso como advogado, em que ele deve defender um homem chamado Walter McMillan, sentenciado à morte por um crime que não cometeu.

O elenco conta com Michael B. Jordan como Stevenson e Jamie Foxx como Walter McMillan. Brie Larson, O’Shea JacksonRob MorganTim Blake Nelson completam o time.

Luta por Justiça tem estreia marcada para o dia 27 de fevereiro de 2020.

‘You Should Have Left’: Kevin Bacon é assombrado no novo vídeo de bastidores do terror

You Should Have Left, novo thriller psicológico da Blumhouse e da Universal Pictures, ganhou um vídeo de bastidores oficial em que o protagonista Kevin Bacon revela detalhes sobre seu personagem.

Confira:

Escrito e dirigido pelo lendário roteirista David Koepp (‘Jurassic Park’, ‘Missão Impossível’), o suspense traz Kevin Bacon e Amanda Seyfried como o casal protagonista.

Neste conto aterrador e perturbador, um pai luta desesperadamente para salvar sua família de uma bela casa que se recusa a deixá-los sair. Theo Conroy (Bacon) é um homem de meia idade bem-sucedido, cujo casamento com sua esposa atriz muito mais jovem, Susanna (Seyfried), está sendo destruindo por mentiras, ciúme e sombras do passado.

Em um esforço para reparar o relacionamento deles, Theo e Susanna reservam férias em um cenário impressionante, casa moderna remota na zona rural de Gales para si e sua filha de seis anos, Ella (Avery Essex). O que a princípio parece um refúgio perfeito se transforma em um pesadelo perfeito, quando Theo se apega à realidade e ele suspeita que uma força sinistra dentro da casa saiba mais do que ele ou Susanna revelaram, até um ao outro.

A estreia nos Estados Unidos acontece direto em Home Video no dia 19 de junho.

‘Minari’: Drama coreano com Steven Yeun ganha novas imagens promocionais; Confira!

A24 divulgou duas novas imagens oficiais de Minari, aclamado drama familiar que levou para casa o Prêmio do Júri no Festival de Sundance.

Confira:

A obra é dirigida e escrita por Lee Isaac Chung.

Minari gira em torno de uma família coreana-estadunidense que se muda para uma pequena fazenda em Arkansas em busca de recomeçarem a vida e alcançarem o tão prometido “sonho americano”. Entretanto, a casa muda completamente com a chegada da irreverente e amada avó.

Steven Yeun, Yeri Han, Alan Kim, Noel Kate Cho e Yuh-Jung Youn estrelam a produção.

O filme chega em breve aos cinemas.

‘Vanquish’: Thriller de ação com Morgan Freeman e Ruby Rose ganha trailer oficial; Confira!

Lionsgate divulgou o trailer oficial do thriller de ação ‘Vanquish’, estrelado por Morgan FreemanRuby Rose.

Confira:

O filme é dirigido por George Gallo.

Uma mãe, Victoria (Rose), tenta deixar seu passado como traficante russa para trás, mas o policial aposentado Damon (Freeman) a força a voltar à ativa ao sequestrar sua filha. Agora, Victoria deverá usar armas, seus instintos e uma motocicleta para enfrentar uma série de gângsteres violentos – ou ela nunca mais verá a filha.

Nick VallelongaMiles DoleacPatrick MuldoonJuju Journey BrenerJulie LottEkaterina Baker completam o elenco.

‘Vanquish’ será lançado em VOD no dia 23 de abril, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Black Is King’: Fãs celebram o primeiro aniversário do aclamado filme de Beyoncé; Confira!

Black Is King fez um enorme impacto sociocultural quando lançado na plataforma do Disney+, reafirmando o status de Beyoncé no cenário do entretenimento.

E, acredite ou não, o filme já completou um ano de lançamento nos Estados Unidos, levando os fãs a comemorarem essa obra-prima nas redes sociais.

Confira as reações abaixo:

“Ela não tinha que nos dar essa obra-prima, mas deu! Obrigado, Beyoncé!”.

“O álbum visual mais bonito de todos”.

“Bom, vocês já sabem o que vou assistir essa noite”.

“Uau, o tempo voa. Vou assistir hoje”.

O filme é uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | The Lion King: The Gift

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

‘The Witcher’: Fãs estão AMANDO a 2ª temporada da série; Confira as reações!

A 2ª temporada da popular série ‘The Witcherjá está disponível na Netflix e melhorou em praticamente todos os aspectos em relação ao ciclo original.

A narrativa mais dramática e a preocupação com os arcos dos personagens foi sentida por boa parte dos fãs, que rasgaram elogios para a nova leva de episódios nas redes sociais.

Confira os principais comentários abaixo:

Criada por Lauren Schmidt Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O ciclo atual abriu com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota 7.90/10, baseada em 21 reviews. Segundo o consenso geral, o novo ciclo “expande [a série] da melhor maneira possível – e, mais importante, permanece muito divertido”.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Artigo | Relembrando ‘Carros’, a primeira tentativa da Pixar em se remasterizar

A Era de Ouro dos estúdios Pixar teve seu pseudo-término após o lançamento de Os Incríveis’ no ano de 2005, após entregar um crescente microcosmos de criaturas antropomorfizadas nos anos anteriores (como Toy Story’, ‘Vida de Inseto’ e Monstros S.A.’), com um incrível revival no ano de 2007 com Ratatouille’. Dizer que a companhia optou por um rejuvenescimento de seu time criativo talvez seja o modo equivocado de analisar o processo de transformação que seus profissionais obtiveram com o advento de tecnologias de animação mais modernas e que pudessem transpassar uma realidade ainda mais crível com as telonas.

As experimentações se iniciaram com Monstros e alcançaram resultados incríveis, além de expandir o universo único para um panteão ainda mais profundo e recheado de personagens icônicos e imortais. Buscando sua inspiração em seus três trabalhos anteriores, o cineasta John Lasseter resolveu, pois, direcionar suas habilidades artísticas para uma narrativa mais dinâmica e motorizada, trabalhando ao lado do novato roteirista Dan Fogelman (um dos primeiros indícios da “remasterização” promovida pela Pixar) com o longa-metragem animado Carros.

A ideia de humanizar automóveis carrega consigo uma premissa interessante e com um potencial gigantesco, possibilitando aos criadores uma exploração de um universo já conhecido por seus espectadores pela visão de personagens essencialmente construídos sobre quatro rodas. E diferentemente dos filmes anteriores, essa vertente tem um vínculo muito mais forte com o mundo que conhecemos, principalmente por se transformar em uma convergência relativamente harmônica de obras de redenção, ou seja, nas quais os protagonistas passam por transformações irreversíveis através de momentos epifânicos ou viradas autorreflexivas.

Entretanto, apesar das nuances de profundidade, o início desta nova era traz as consequências de riscos tomados, incluindo a falta perceptível de metáforas e simbologias visuais anteriormente premeditados pela identidade fílmica do estúdio e a desenvoltura relativamente monótona dos acontecimentos, seguindo um padrão previsível e clichê.

SHUT UP AND DRIVE

A história tem como protagonista-solo o formidável e egocêntrico Relâmpago McQueen (dublado originalmente por uma fantástica interpretação de Owen Wilson). Desde o princípio, sabemos que este personagem é a própria recriação automobilística de todas as celebridades do mundo artístico e esportivo que esbanjam um carisma tão artificial quanto sua personalidade. Sim, podemos encará-lo como um vilão momentâneo que, durante os dois primeiros atos do longa, encontra satisfação em dispor-se de sua “superioridade” perante os outros e firmar-se como uma coluna grega das corridas, desejando piamente ser respeitado e adorado por uma legião de fãs com os quais definitivamente não se importa.

A primeira sequência é construída de forma alternada a mostrar a velocidade nas pistas de corrida e a paz indecifrável dentro do confinamento de McQueen, representado materialmente por seu caminhão companheiro Mack (o veterano da Pixar John Ratzenberger). Um solilóquio desesperado pela faísca da vitória e do maniqueísmo entre perdedor e ganhador adorna uma tela completamente escura, até que, estampando em seu “rosto mecanizado” um sorriso, ele sai de sua própria bolha para os flashes das câmeras e as vozes amorfas dos fotógrafos, pronto para “arrasar”.

O personagem é o mais novo corredor da Copa Pistão, e está disputando o grande prêmio ao lado do lendário O Rei (Richard Petty), um dos corredores favoritos tanto do público quanto dos patrocinadores, e do eterno runner-up Chick Hicks (encarnado pela singularidade de Michael Keaton). O evento principal, com enfoque nos três competidores, segue paralelamente à identidade de cada um: enquanto McQueen, inteiramente embebido por uma paleta de cores vermelha que tem profunda associação à virilidade e à sede pelo poder, é um corredor jovem e esguio que confia na própria ascensão à fama para vencer seus adversários, O Rei é símbolo da justiça e da honra dentro da “arena”, resgatando os princípios milenares da honestidade e da destreza dentro de uma competição, perscrutado pela cor azul; Chick, por sua vez, é representado pelo dúbio significado da cor verde-limão, a qual se inclina para uma segurança interior fundida com uma arrogância desnecessariamente cômica.

A primeira virada consistente que temos no roteiro vem nos segundos finais da sequência analisada anteriormente, nos quais os três favoritos da temporada cruzam a linha de chegada juntos. Essa pequena sutileza, apesar de não conseguir arquitetar uma atmosfera tensa o suficiente para nos manter agarrados aos braços da poltrona, é satisfatória o suficiente no tocante à complexidade de McQueen, adicionando uma camada de solidão e presunção à sua construção. Seu individualismo ofusca a equipe que trabalha com ele nos boxes da corrida, deixando-os de lado até mesmo durante as entrevistas – e através de um acaso muito bem colocado, seus pneus estouram perto da linha de chegada, permitindo aos concorrentes lhe alcançarem.

Este seria o “falso” incidente incitante da trama, se considerarmos o contexto geral da busca pela Taça Pistão e pela “supremacia” do mundo da corrida. A priori, tanto o protagonista quanto seu adversário vilanescos Hicks estão cegos por chegar a esta posição social e passam uma impressão equivocada de linearidade construtivista. Mas conforme os atos seguem sua ordem cronológica, percebemos que as primeiras impressões felizmente caem em refutação e deixam margem para uma constante ascendência à redenção dos erros.

Logo depois do empate triplo, McQueen pega a estrada em direção à Califórnia, onde competirá pela última vez com O Rei e Chick Hicks. E mais uma vez, sua necessidade pelo controle o coloca em apuros ao obrigar Mack a permanecer acordado por muitas horas de viagem e ser alvo das “brincadeiras de mau-gosto” de um quarteto rebelde e que poderia ter sido um pouco mais explorado nesta parte da narrativa. De forma resumitiva, McQueen é deixado sozinho na rodovia interestadual e se vê completamente sozinho pela primeira vez na vida, sem o apoio de patrocinadores, bajuladores ou funcionários.

E é então que seu real arco de redenção realmente começa, mais precisamente quando chega à peculiar cidadezinha de Radiator Springs.

NEON LIGHTS

A cidadela palco da maior parte do longa-metragem tem uma construção ambígua, pois ao mesmo tempo que resgata a nostalgia dos anos 1970 com sua arquitetura pitoresca e suas cores contrastantes, se fixa na cronologia da narrativa principal como um lugar abandonado pelo tempo e escondido do mundo real, como se pertencesse a uma bolha à parte, esperando para ser redescoberta.

Nem mesmo seus moradores parecem ter noção das mudanças que se apossaram da sociedade moderna (dentro da cronologia fílmica, é claro), permanecendo alheios, mas carregados de personalidades distintas que os tornam únicos. Logo após McQueen ser apreendido por dirigir em alta velocidade na famosa Rota 66 – cuja caracterização se aproxima mais da alcunha de Vale da Morte do que qualquer coisa, adornada por uma névoa constante e por uma escuridão quase plena -, conhecemos alguns dos personagens mais adoráveis do filme.

Mate (Larry the Cable Guy) talvez seja a criação mais inteligentemente humilde no universo de Carros: o caminhão-guincho emerge como uma oposição tão drástica do protagonista que a relação de amizade criada pelos dois é tragicômica e traz alguns dos melhores momentos para a franquia que se desenvolveria com o tempo. É claro, a perspectiva estereotipada do “caipira” contrasta com o polimento abundante do corredor da “cidade grande” e muitas vezes seus diálogos abandonam um potencial profundo para cair nos clichês de gênero. Mas o charme prevalece na maior parte do tempo – e isso é o que conta mais.

O par romântico de McQueen também está à espreita – e, seguindo os passos de uma novela de época à la A Megera Domada’, emerge na forte presença da Porsche Sally Carrera (Bonnie Hunt). Entretanto, sua personalidade marcante em nada se sobressai quando os dois são colocados lado a lado: a química praticamente não existe, e o desenvolvimento de laços afetivos é baseado em uma fórmula narrativa tão antiga quanto como as obras literárias se dispunham nas escolas do século XIX. Seus diálogos são mal construídos e permanecem numa linearidade blasée e monótona.

Quem definitivamente transcende os conceitos arquetípicos dentro de uma animação como estas é o incrível Paul Newman dublando o franzino e frustrado Doc Hudson, um lendário corredor da Copa Pistão que encontrou uma forçada paz na cidadezinha de Radiator Springs e recomeçou sua vida agitada de outrora, concedendo a si mesmo um hiatus aparentemente vitalício. Doc pode ser encarado como o principal obstáculo que deve ser enfrentado por McQueen para que este “encontre a luz”, por assim dizer: sua personalidade quente e ao mesmo tempo intimidadora e introspectiva é o que fornece uma perspectiva mais racional para a cidade e seus habitantes, cuja maioria é movida pelas emoções para tratar de possíveis problemas.

A primeira aparição deste personagem é quase etérea: durante o julgamento de McQueen por seus danos causados à cidade, ele aparece e assume a cadeira de juiz, sendo iluminado por uma backlight que oculta parte de suas feições e o transforma numa figura divinizada. Desde o princípio, sabemos que ele traz um peso maior para a narrativa a para a comunidade em que vive, e seu rosto semioculto também indica que tem segredos a esconder – talvez até de si mesmo.

Dois outros personagens que também trazem sua dose cômica são a dupla Luigi e Guido, donos de um comércio de pneus que há muito não recebe a visita de um único cliente. Ambos são italianos, e seu sotaque traz mais personalidade àquele lugar tão provincial. E, seguindo o padrão de seus companheiros, os dois parecem presos em algum lugar entre a década de 1970 e 1980; Sally, com uma freada modernidade quase exalando das rodas cromadas, é mais contemporânea e rebusca o brilho do início do século; Doc, em seu charme retrô, tem identidade fincada na década de 1960. E por aí seguimos, culminando na convergência de “momentos” diferentes em um mesmo lugar.

ROTA RADIATOR SPRINGS

Até a construção da cidade tem uma vertente muito específica, aproveitando os meados dos anos 70 e a popularização das luzes neon para criar uma atmosfera específica e completamente diferente da estimulante e cansativa dinamicidade das pistas de corrida. Marcada quase durante os 120 minutos de história por uma trilha sonora cuidadosamente escolhida – que varia do clássico piano de Randy Newman ao ritmo contagiante do country rock -, a própria localização de Radiator Springs reafirma sua bolha.

A paisagem ao redor dos poucos estabelecimentos é desértica, adornada por cactos, pelo solo rachado e por ruínas rochosas que buscam inspiração do Grand Canyon – território bem característico do oeste dos Estados Unidos, principalmente das regiões da Califórnia e do Arizona. Tudo é paradisíaco e único, fornecendo mais identidade para o filme, principalmente se compararmos a antítese entre a paleta de cores artificial dos letreiros das lojas com a forte presença do laranja, do vermelho e do amarelo pastéis para a natureza.

Radiator Springs talvez se configure como a parte fílmica mais desperdiçada de Carros. A comunidade possui apenas uma rua principal e uma transversal, e um singelo semáforo eternamente piscando com a luz amarela se encontra no encontro das duas. A possibilidade de metáforas e simbologias é enorme: a cor amarelo-pálido poderia entrar em oposição ao seu próprio significado de superação de obstáculos e crescimento pessoal, além de retificar mais uma vez a localização atemporal daquele ambiente dentro de uma cronologia contextual mais ampla. A arquitetura castigada pelo tempo, em um processo de constante e interminável renovação, se relaciona com a persistência dos personagens em querer fazer daquele lugar um lar, resgatando sua glória histórica. Mas a opção pela montagem hiperclássica infelizmente impede que a animação mergulhe de cabeça em seu potencial, restringindo-se ao campo e contracampo quando em arcos dialógicos, e em planos panorâmicos para mostrar a paisagem – muitas vezes caindo em sequências tão longas e monótonas que parecemos estar assistindo a um filme road trip trash.

O roteiro de Fogelman, escrito em parceria tanto com Lasseter quanto com Joe Ranft, parece acertar apenas pontualmente no filme, além de restringir-se a comicidade e aos trocadilhos dentro da cultura pop – desde nomes até referências dentro do universo Pixar. Os momentos de drama e os ápices narrativos parecem seguir uma linha contínua e desprovida de delineações satisfatórias, permanecendo na superfície. Como já comentado antes, a trama é previsível desde o começo, e segue exatamente as fórmulas de filmes de aventuras do gênero – e o mais irônico é que, mesmo com personagens sobre quatro rodas e muito rápidos, eles estão sujeitos a uma inflexibilidade identitária que os deixa… Parados.

Os diálogos autoexplicativos também não contribuem para elevar o nível das tramas e subtramas. A competência criativa parece sofrer um bloqueio nos momentos de maior tensão, optando pelo silêncio mútuo entre os personagens em vez de explorar análises mais intimistas e que vão além do que estamos apenas vendo na tela.

BRILHO OFUSCADO

Não se pode negar que Carrostem o seu charme, ainda que não se equipare a iterações anteriores e esteticamente superiores. O problema principal dentro da animação é a falta de delineações dentro de uma narrativa carregada com um potencial delicioso e que poderia ser mais escavado, buscando sempre resoluções ambíguas ou contraposições mais complexas.

Talvez ainda mais que esses deslizes, o longa parece duvidar da capacidade de compreensão de um público em constante amadurecimento cinematográfico, optando por entregar uma narrativa bem mais rasa e passível de premeditação. Ora, é meio óbvio imaginar o que acontecerá a McQueen ao final do último ato, ou como seu arco de redenção terá uma finalização. O protagonista embarca em uma jornada relativamente satisfatória, mas a custo de abrir mão de ousadias mais severas e estruturadas.

O filme pode até prezar pela aceleração; entretanto, perde o fôlego diversas vezes – e o produto final é o que podemos chamar de uma medíocre centelha de trabalho cumprido.

‘A Escolha Perfeita’: Série derivada com Adam Devine ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

Peacock divulgou recentemente o teaser oficial de A Escolha Perfeita: Bumper em Berlim’, série derivada da trilogia cinematográfica A Escolha Perfeita.

A produção será lançada na plataforma de streaming em 23 de novembro, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira:

Na nova série da Peacock, anos depois de o termos visto em A Escolha Perfeita, Bumper Allen (Adam Devine) se muda para a Alemanha para reviver sua carreira musical quando uma das músicas que compôs se torna um grande sucesso em Berlim.

Elizabeth Banks, que estrelou e produziu a trilogia, além de ter dirigido o segundo filme, entra como produtora executiva e criador da série ao lado de Megan Amram.

Flula BorgSarah HylandJameela JamilLera Abova completam o elenco.

Vale lembrar que a franquia se tornou um fenômeno nos cinemas, tendo arrecadado, ao total, impressionantes US$ 588.9 milhões mundialmente.

‘John Wick 4: Baba Yaga’ abre com 88% de aprovação no RT; Confira as críticas!

John Wick 4: Baba Yaga’, aguardada sequência que marca o retorno de Keanu Reeves no papel titular, chega em breve aos cinemas de todo o mundo – mas a crítica já está amando a produção.

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 88% de aprovação, com nota 8.10/10 baseada em 26 reviews até o momento.

Além de rasgarem elogios para as cenas de ação e para a atuação de Reeves e de Donnie Yen, os críticos disseram que a produção é uma das melhores do gênero de ação da última década.

Confira os comentários:

“Com duração de 2 horas e 49 minutos, é maior que os filmes anteriores em todos os sentidos – nem melhor nem pior, apenas mais” – BBC.com.

John Wick 4’ ganha cada segundo de seu tempo de execução épico, e há um forte argumento a ser feito de que é a melhor das sequências” – CinemaBlend.

“[O filme] é um épico em todos os sentidos da palavra: épico em extensão, épico em escala e épico em emoções” – Digital Spy.

John Wick 4’ pode ser um pouco longo, mas quando é divertido, poucos filmes conseguem competir com seu magnetismo” – Sunshine State Cineplex.

“Se os três filmes anteriores não foram sua preferência, o que é servido por John Wick 4’ não vai mudar sua opinião. Mas se você adora ação cinética ambientada em locais deslumbrantes, não há ninguém em Hollywood fazendo isso melhor do que Reeves e [o diretor Chad] Stahelski” – The Lamplight Review.

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

‘Rick e Morty’: Teaser promocional da 7ª temporada prevê embate entre Rick e Rick Prime; Confira!

Adult Swim divulgou um teaser promocional da 7ª temporada de ‘Rick e Morty’, que estreia em setembro de 2023.

O vídeo apresenta o embate entre Rick C-137 e Rick Prime (este tendo sido responsável pela morte de Diane e Beth, esposa e filha da versão que conhecemos do personagem).

Confira:

Lembrando que as outras seis temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

Confira a sinopse da temporada mais recente:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Grammy Awards 2024 | Quem é Victoria Monét, a vencedora da estatueta de Artista Revelação

A noite de ontem (04) trouxe muitas surpresas à cerimônia de vencedores do Grammy Awards 2024 – além de algumas vitórias que causaram certa frustração. Mas esse sentimento agridoce não foi o caso com o anúncio da ganhadora de Artista Revelação: Victoria Monét.

Além de merecidamente ter levado para casa o gramofone dourado em questão, ela também saiu condecorada com os prêmios de Melhor Álbum R&B e Melhor Engenharia de Som em Álbum, Não Clássico por seu incrível trabalho em ‘Jaguar II’ – que se configura como seu primeiro álbum de estúdio oficial, que foi aclamado pela crítica e caiu no gosto do público e dos votantes da academia.

Mas quem é Victoria Monét?

Nascida em Atlanta, Geórgia, a artista começou a se envolver com poesia quando mais nova, auxiliada por um primo mais velho – e, a partir daí, percebeu que havia encontrado uma vocação inata que seria traduzida em música. Pouco depois, ela se envolveu com um produtor de Sacramento, na Califórnia, após se mudar para a cidade, permitindo que ela explorasse sua vocação musical. Não seria até 2010 que ela trabalharia em sua primeira música assinando os versos e cantando a versão demo para o álbum ‘Last Train to Paris’, do grupo Diddy Dirty Money.

Monét também trabalhou com a titânica Ariana Grande desde a estreia oficial da performer no circuito fonográfico, ajudando a compor músicas para todos os seus álbuns de estúdio – de ‘Yours Truly’ ao recente ‘Positions’. Não seria até 2014 que ela lançaria seu primeiro EP, ‘Nightmares & Lullabies: Act 1’, através de uma produtora independente e que finalmente a retirava de trás das câmeras para colocá-la no centro dos holofotes; dois anos mais tarde, sua parceria com Grande lhe renderia mais frutos ao ser chamada para abrir a turnê ‘Dangerous Woman’ ao lado do grupo britânico Little Mix, comandando os palcos tanto nos Estados Unidos quanto nos shows europeus.

Apesar de ter conquistado a crítica e já estar angariando fãs ao redor do mundo, a primeira entrada de Monét não aconteceria até 2019, novamente unindo-se ao poder mercadológico de Grande no single “Monopoly”, que atingiu o 70º lugar da Hot 100 da Billboard, além de aparecer pela primeira vez nos Artistas Emergentes das paradas. Considerando sua crescente popularidade, não demoraria até a performer investir esforços em seu primeiro projeto completo, o EP ‘Jaguar’, em 2020 – que, na verdade, se configuraria como uma ideia bipartida. O segundo capítulo dessa trilogia foi o que lhe rendeu sucesso imediato: ‘Jaguar II’ insurgiu como seu primeiro LP, que contou com três singles, incluindo o indicado ao Grammy “On My Mama”, que representou seu breakthrough comercial não apenas nos Estados Unidos, mas em todo o planeta. Não é surpresa que o compilado de originais, composto por breves trinta cinco minutos e onze faixas, entraram para diversas listas de fim de ano em uma mistura irretocável de R&B, hip hop e pop em uma coloração diferente dos estilos explorados pelo mainstream.

Ao longo de sua carreira, ela também trabalhou com outros nomes de alto calibre no escopo musical, incluindo Travis Scott, Blackpink, Fifth Harmony, Chris Brown, Coco Jones, Brandy, Chloe x Halle (ato musical formado pelas irmãs Chloe e Halle Bailey) e inúmeros outros. E, após encontrar sua própria voz em um longo percurso de uma década e meia, ela alcançou um de seus principais objetivos – andar com os próprios pés e levar para casa a estatueta de Artista Revelação, esculpindo uma carreira contínua e crescente que ainda tem muito a nos contar.

Tendo como inspirações lendas do entretenimento, como Michael Jackson, Beyoncé, Alicia Keys e Earth, Wind & Fire, ela disse em seu discurso de aceitação do gramofone dourado: “minhas raízes estavam crescendo sob o solo, invisíveis por muito tempo. Sinto que agora, estou desabrochando, finalmente acima do solo”.

‘Poker Face’: Giancarlo Esposito, Katie Holmes e mais são escalados para o elenco da 2ª temporada!

Peacock revelou que a aclamada série de mistério e comédia Poker Face, estrelada por Natasha Lyonne, escalou quatro novos membros ao elenco da 2ª temporada.

As informações indicam que Giancarlo Esposito (‘Better Call Saul’), Katie Holmes (‘Ray Donovan’), Gaby Hoffmann (‘Eric’) e Kumail Nanjiani (‘Eternos’) farão parte dos próximos episódios (via ComicBook.com).

Entretanto, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já começaram e que Lyonne ficará responsável pela direção de um dos episódios.

Anteriormente, em entrevista ao Screen Rant, Lyonne revelou que a narrativa, que está sendo desenvolvida pelo criador e showrunner Rian Johnson, será “bem emocionante”.

“Bom, estamos de volta à sala de roteiristas agora. Tudo está acontecendo. É bem emocionante. E, sim, os episódios estão fruindo”, ela contou. “É quase como se eles estivessem filtrando no centro amniótico de Rian Johnson por, tipo, nove a 24 meses. Então, estão ganhando vida de uma forma bem emocionante”.

Charlie (Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O elenco ainda conta com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne entra como produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman são os showrunners.