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‘Shazam!’: Herói aprende a voar em novo clipe; Confira

Shazam!’ ganhou um novo clipe no qual mostra o herói aprendendo a voar.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Crítica de Álbum | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

Como se não bastasse, o sexto álbum de estúdio da cantora não se isola em uma investida completamente original e faz ótimo uso da discografia antecessora. Não é surpresa, pois, que a produção retome construções de ‘Honeymoon’, Born to Die e até mesmo ‘Ultraviolence’ (em uma perspectiva bem mais sutil, é claro), dando vida a um delicioso compilado que, apesar das longas faixas (como “Venice Bitch”, que se desenrola em mais de nove minutos), é aprazível do começo ao fim e sabe muito como se estruturar. Além disso, é interessante observar de que forma a artista se mantém fiel às raízes, trazendo elementos do trip hop e do rock psicodélico com assertiva fluidez.

Logo de cara, a faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante.

As sutilezas psicológicas também configuram a preferência pessoal de Del Rey: temos as notas propositalmente dissonantes de “Venice”, que se rearranjam na verborrágica “Fuck It, I Love You”, em que esse descompasso se transpõe para os vocais quase falados, antecedendo o refrão em crescendo. Em uma análise mais profunda, entretanto, é inegável dizer que as lyrics roubam nossa atenção com força maior que a progressão sonora – aliás, esta faixa se dispõe de um cansaço criativo notável que, apesar de ser retificado nas faixas seguintes, não deixa de representar um deslize considerável.

Porém, não pense que Lana abre mão de outras características próprias de sua discografia: se em ‘Honeymoon’ nos víamos diante de acuadas delineações, ‘Rockwell’ dosa com maestria a complacência e a sedução, algo que toma forma com “Doin’ Time”. Mesmo não sendo composta por Del Rey – visto que a ideia aqui é revisitar a clássica produção da banda Sublime, que já funciona como cover de “Summertime”, de George Gershwin. E, enquanto o grupo em questão já se afastava do jazz de Gershwin, a lead opta por dar adeus à constância do rap da virada do século para abraçar com força inegável a mistura do trap e de um onírico pop que reflete suas tendências para o hibridismo de gêneros e suis-generis. Porém, essa revitalização também vem acompanhada de uma inexpressividade obrigatória dos vocais, que variam do ecoante grave até o belo falsetto sem qualquer dificuldade aparente.

Ao contrário do que poderíamos imaginar, a primeira balada romântica não dá as caras até a metade do álbum: é claro que a artista chega a explorá-la com “Mariners Apartment Complex”, mesmo prestando homenagem a nomes como Anna Nalick em um pop-rock travestido de folk acústico à la anos 1970, mas é com “Love Song” que Lana volta a atingir sua excelência. Em meio à abafada sobriedade do violão, do piano e do violino, ela se dispõe a cantar de modo milimetricamente cronometrado, oscilando dentro de um dinamismo que, por vezes, nos faz esquecer do lent-tempo que ouvimos – isso sem mencionar a teatralidade que ela também imprime nesses quase quatro minutos. Tal escopo se expande para a similar “Cinnamon Girl”, que, ao mesmo tempo, se excede em uma épica e sintética entrega.

Não podemos deixar de mencionar alguns deslizes que beiram o amadorismo, como a supracitada “Fuck It, I Love You” e a esquecível “Bartender”, que acaba abrindo mão de um suposto subito e orquestra uma monótona e frustrante peça. Felizmente, Del Rey não deixa que alguns tropeços tirem sua concentração, permitindo que ela volte à boa forma com a sucessora “Happiness Is a Butterfly” antes de culminar com a ilustre presença de “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It”, cuja premeditada redundância é composta por inúmeras referências sagazes e um minimalismo conceitual e trágico que refrata uma memorável joia fonográfica.

O classicismo mencionado alguns parágrafos acima aparece também com impactante força na rock-ballad “The Greatest”, track que, sem sobra de dúvida, é uma das melhores produções de sua carreira. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo apenas como forma de sustentar uma dramática e comovente performance. Essa mesma união instrumental também é utilizada em outras faixas, incluindo a transgressora “California” – que não se esconde em meio a tanta coisa acontecendo.

Norman Fucking Rockwell!’ é um explícito convite de Lana Del Rey para uma experiência bastante sensorial que, talvez daqui a um tempo, seja consagrado como o álbum mais intimista de sua carreira. Em meio a ótimas composições e deslizes ofuscados pela competência musical de sua artista, o álbum entrega tudo o que promete – e mais.

Nota por faixa:

  • Norman Fucking Rockwell – 4,5/5
  • Mariners Apartment Complex – 4/5
  • Venice Bitch – 4,5/5
  • Fuck It, I Love You – 3/5
  • Doin’ Time – 4,5/5
  • Love Song – 5/5
  • Cinnamon Girl – 5/5
  • How to Disappear – 4/5
  • California – 4/5
  • The Next Best American Record – 4,5/5
  • The Greatest – 5/5
  • Bartender – 2,5/5
  • Happiness Is a Butterfly – 4,5/5
  • Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It – 5/5

‘Mulan’: Live-action ganha novos cartazes individuais; Confira!

A Disney divulgou novos cartazes individuais de seu próximo remake em live-actionMulan.

Confira:

As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.

A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

Crítica | ‘Gaslighter’ é uma volta triunfal para as The Chicks – e uma grande obra de empoderamento

Previamente conhecida como The Dixie Chicks, o grupo formado pela estonteante vocalista Natalie Maines e pelas talentosíssimas irmãs Emily Erwin e Martie Erwin carrega consigo um legado infindável e representa uma grande mudança no enário mainstream para as cantoras femininas. Surgido em 1991, o trio, que agora abraçou o simples título de The Chicks, já levou para casa nada menos que 13 estatuetas do Grammy (incluindo uma de Álbum do Ano em 2007) e, até hoje, permanecem como uma das bandas de maior sucesso comercial e crítico de todos os tempos. Entretanto, esse caminho de puro sucesso não foi trilhado com pacifismo – muito pelo contrário: depois do tremendo sucesso, as integrantes do trio resolveram se posicionar contra o governo de George W. Bush e de suas ofensas contra o Iraque em 2003, dizendo que “sentiam vergonha de que o presidente fosse de nossa mesma terra natal”.

Como Taylor Swift sabiamente falou em seu documentário Miss Americana, lançado neste ano, as pessoas não querem que ídolos musicais se manifestem em âmbitos políticos, principalmente se você for uma mulher. E, assim como Madonna, Cher e tantas outras divas da indústria fonográfica, Natalie, Emily e Martie arriscaram sua carreira em prol de algo muito maior – e receberam um injusto boicote que durou quase uma década e meia. Felizmente, grande parte do público percebeu que elas estavam certas, no final das contas, pavimentando um retorno glorioso àquilo que outrora as havia colocado no topo do mundo. Depois de longos catorze anos, as Chicks retornaram com força descomunal através do lançamento do irretocável Gaslighter.

Logo de cara, percebe-se que o grupo não deixou de lado sua necessária militância – que, nos dias de hoje, vem ganhando uma dimensão maior e mais globalizada. O próprio título do álbum, que estende-se para a faixa de abertura, é uma menção ao abuso psicológico sofrido por diversas mulheres, que são tachadas de loucas e de histéricas pelo modo como os homens as tratam, tentando fazê-las duvidar da própria sanidade mental e da própria memória. Um tanto quanto digno para um comeback, visto que foi isso que as Chicks experimentaram durante tanto tempo ao falar coisas que as pessoas não estavam prontas para ouvir. O resultado final transforma essa obra em sua incursão mais coesa e mais exuberante, criando uma amálgama bastante fluida de country-pop que as eternizou logo no começo da carreira.

Aqui, o grupo se reúne com o aclamado produtor Jack Antonoff para uma jornada ao mesmo tempo íntima e dançante que explora os grandes problemas da sociedade atual – por mais que se renda às fórmulas do mainstream. E, conhecendo os trabalhos de Antonoff, não esperaríamos nada além de envolventes inflexões saudosistas e originais, transmutando-se em um ensaio sociológico ao longo de doze faixas – e, mais do que isso, o produtor soa similar e, de alguma forma, diferente de tudo que já nos apresentou (como 1989, Norman Fucking Rockwell!’ e Melodrama). É possível ver em cada faixa um pedacinho daquilo que marcou sua identidade sonora, enquanto busca por elementos novos que o tornem mais versátil.

Entretanto, é impossível tirar o crédito das aplaudíveis rendições das líderes dessa delineação fantástica. De um lado, temos as inclinações ácidas e pungentes às marchas de bandinhas escolares na track titular, enquanto “Sleep at Night” mostra-se afável ao resgate de instrumentos mais clássicos, como o violino; de outro lado, as dissonâncias propositais e “modernizadas”, por assim dizer, ganham voz na crescente “March March”. Há de tudo um pouco no álbum – e, em vez de apenas fazerem o que bem entenderem, elas têm plena ciência de que essa explosão catártica é exatamente o que seus fãs vinham lhe pedindo por tantos anos. “Eu sou o exército de uma só” é um dos inúmeros versos emblemáticos que resumem as mensagens de empoderamento e de autossuficiência declamadas do começo ao fim.

As baladas não ficam de fora – e, em vez de buscarem inspiração nas progressões épicas de tantas canções similares e conterrâneas (até mesmo dentro de sua própria discografia), as Chicks mergulham na sutileza minimalista dos sintetizadores, enquanto tanto os lead vocals quanto o fundo performativo opta pelo sensorialismo, pela sinestesia fonográfica que ganhou impulso em meados da década passada – como é o caso da controversa “Everybody Loves You” e da exultante “My Best Friend’s Wedding” (uma das melhores criações da carreira, sem sombra de dúvida). Já em “Tights On My Boat”, Natalie encarna uma vingança pessoal na altivez crua de alguém que a machucou sem escrúpulos no passado – e para quem o universo vai se encarregar de punir, uma hora ou outra; e o mais incrível, sem dúvida, seja o fato de que cada assinatura lírica reflete as disparidades de gênero que existem até hoje e que foram vividas através de slutshaming e mansplaining quando as integrantes eram mais jovens.

O álbum recua mais uma vez em seu terceiro ato, possivelmente abandonando quaisquer reminiscências de um pano de fundo “superficial”, atingindo-nos com a poderosa e melódica “Julianna Calm Down”, um hino de sororidade que as Chicks precisavam colocara para fora, deixando claro que estão ali para quem precisar. Em “Young Man”, temos a presença muito bem-vinda de um saudosista e narcótico country, infundido com as calmas arquiteturas do violão e do violino. E, em etérea conclusão, “Set Me Free” é exatamente o que a banda procurava desde seu início no cenário musical: liberdade.

Gaslighter não é uma produção revisionista – muito pelo contrário: as The Chicks não têm mais medo do que um passo em falso pode ocasionar; afinal, elas já viveram em um pesadelo interminável após falarem o que pensavam. Aqui, passado e presente se entrelaçam em um único e lancinante fio que prova que as coisas não mudaram tanto dos anos 2000 para cá, cabendo a elas mostrar que renascer pode ser muito mais belo do que as pessoas imaginam.

Nota por faixa:

  • Gaslighter – 5/5
  • Sleep at Night – 5/5
  • Texas Man – 4/5
  • Everybody Loves You – 5/5
  • For Her – 4,5/5
  • March March – 5/5
  • My Best Friend’s Weddings – 5/5
  • Tights On My Boat – 5/5
  • Julianna Calm Down – 5/5
  • Young Man – 4,5/5
  • Hope It’s Something Good – 4/5
  • Set Me Free – 5/5

Especial de Natal de Mariah Carey ganha cartaz oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de Mariah Carey’s Magical Christmas Special’, evento musical apresentado pela lendária cantora e compositora.

Confira, junto ao trailer:

Assim como diversas produções especiais apresentadas por celebridades, incluindo as sessões musicais com Kacey Musgraves, o evento trará diversos nomes de grande calibre para as telinhas, incluindo Billy Eichner, Tiffany Haddish, Jennifer Hudson, Ariana Grande, Misty Copeland e Snoop Dogg.

Carey convidou um grupo mais que especial de superestrelas para acompanharem-na nesse evento único. Moroccan e Monroe, gêmeos da cantora e compositora, também aparecerão no especial. Lidando com uma crise de fim de ano, o Polo Norte sabe que há apenas uma pessoa que pode salvar o dia: a melhor amiga do Papai Noel, Mariah Carey. Combinando performances musicais, danças dinâmicas e animações de tirar o fôlego, a Rainha do Natal está pronta para criar um feriado espetacular e deixar o mundo mais feliz.

Mariah Carey’s Magical Christmas Special’ será lançado no dia 04 de dezembro.

‘Primal’: Aclamada animação de Genndy Tartakovsky conquista duas estatuetas do Annie Awards 2021

A aclamada e visceral animação adulta Primal, de Genndy Tartakovsky, fez bonito na última edição dos Annie Awards e levou para casa duas estatuetas.

A série conquistou os prêmios de Melhor Animação para TV – Público GeralMelhor Direção para TV.

Lembrando que a produção é transmitida pela Warner Channel no Brasil.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada e tem previsão de retorno para 2021.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A animação foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (Samurai JackStar Wars: A Guerra dos Clones).

‘JAGUAR’: Nazistas se escondem entre os espanhóis no trailer oficial da nova série da Netflix

A nova série espanhola da Netflix, intitulada ‘JAGUAR‘, ganhou seu primeiro e misterioso trailer completo.

A produção tem estreia marcada para 22 de setembro na plataforma de streaming.

Confira:

Na trama, muitos nazistas reconstruíram suas vidas na Espanha após a Segunda Guerra Mundial. Mas existe uma gangue não esquece de seus rostos e não vai parar, até que a justiça seja feita.

Blanca Suárez, Iván Marcos, Francesc Garrido e Adrián Lastra estrelam a produção.

Ramón Campos e Gema R. Neira assinam a criação.

Christian Bale – 48 Anos | 9 filmes com o “camaleão de Hollywood” para conferir nos streamings

Christian Bale é um dos atores mais conhecidos de sua geração – e construiu uma carreira recheada de sucessos que o eternizaram como o “camaleão de Hollywood”, por sua incrível e invejável capacidade de se transformar totalmente para cada um de seus papéis.

Bale encarnou seu grande primeiro papel no cenário cinematográfico com o drama de guerra ‘Império do Sol’, que estrelou com apenas 13 anos. Desde então, participou de projetos como Psicopata Americano, a trilogia Batman, de Christopher Nolan, a dramédia criminal Trapaça e diversos outros longas-metragens. Por seu papel em O Vencedor, conquistou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, além de um Globo de Ouro na mesma categoria.

No dia de hoje, 30 de janeiro, o icônico ator completa 48 anos de idade – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco. Dessa forma, montamos uma lista com nove títulos estrelados por Bale que você precisa conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

IMPÉRIO DO SOL (1987)

Onde assistir: Prime Video, HBO Max

Até hoje, não consigo entender como Bale nem ao menos conquistou uma indicação por sua irretocável performance no drama de guerra ‘Império do Sol’ (afinal, são poucas as crianças que conseguem entregar uma rendição tão espetacular com apenas 13 anos). Na trama, o ator interpreta Jim Graham, um garoto de onze anos de uma família inglesa que vive no Oriente. Jim tem um padrão de vida alto, mas de repente é separado de seus pais em virtude da China ser invadida pelo Japão. Isso o força a se defender e o obriga a crescer, tornando-se então um sobrevivente em um campo de concentração com rígidas regras.

PSICOPATA AMERICANO (2000)

Onde assistir: Prime Video

Patrick Bateman (Bale) jovem, branco, bonito e sem nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido pela conformidade, privilégio e riqueza, Bateman também um serial killer, que vaga livremente e sem receios em busca de uma nova vítima. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele. Após um colega dar-lhe um cartão de visitas melhor que o seu em tinta e papel, a sede de sangue de Bateman surge e ele aumenta ainda mais suas atividades homicidas, tornando-se um perigoso e violento psicopata.

O OPERÁRIO (2004)

Onde assistir: Prime Video

A última vez em que Trevor Reznik (Bale) dormiu foi há um ano, sendo que desde então o cansaço vem destruindo progressivamente sua saúde física e mental. Ele trabalha numa fábrica operando maquinário pesado, e faz de tudo para manter seu emprego. Envergonhado por causa de seu problema, Trevor isola-se cada vez mais, tornando-se paranóico. Depois de se envolver em um acidente no trabalho em que um homem perde um braço, Trevor começa a crer que seus colegas estão conspirando para demiti-lo. Ele precisará lutar não apenas para se manter no cargo, mas também para manter a sanidade.

TRILOGIA BATMAN (2005 – 2012)

Onde assistir: HBO Max

A partir de 2005, Bale daria vida a um dos personagens mais emblemáticos da cultura pop, Batman (alcunhado como Cavaleiro das Trevas). Sua performance conquistaria o público e a crítica especializada e interpretaria o protagonista em três longas-metragens: Batman Begins’O Cavaleiro das TrevasO Cavaleiro das Trevas Ressurge’. Comandado por Christopher Nolan, a trilogia ajudaria a alavancar e a cimentar o gênero de super-heróis no cinema, além de reacender o interesse do público neles.

O VENCEDOR (2010)

Onde assistir: Globoplay, Telecine, Prime Video

Bale voltaria a reiterar sua incrível versatilidade como ator com o drama biográfico esportivo O Vencedor, comandado por David O. Russel. Na produção, o astro interpreta Dicky Eklund, meio-irmão do protagonista Micky Ward (Mark Wahlberg) e ex-boxeador profissional que ficou conhecido como “o Orgulho de Lowell”. Bale foi exaltado por sua interpretação e conquistou não apenas o Globo de Ouro, mas também o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

TRAPAÇA (2013)

Onde assistir: NOW

Retomando sua colaboração com Russell, Bale estrelou ao lado de nomes como Amy AdamsJennifer LawrenceBradley Cooper a comédia criminal Trapaça. Na trama, Irving Rosenfeld (Bale) é um grande trapaceiro, que trabalha junto da sócia e amante Sydney Prosser (Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI ( Cooper), infiltrando o perigoso e sedutor mundo da máfia. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Os planos parecem dar certo, até a esposa de Irving, Rosalyn (Lawrence), aparecer e mudar as regras do jogo.

A GRANDE APOSTA (2015)

Onde assistir: Globoplay, Prime Video, Netflix

Michael Burry (Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

VICE (2018)

Onde assistir: Looke

Na juventude, Dick Cheney (Bale) se aproximou do Partido Republicano ao ver na política uma grande oportunidade de ascender de vida. Para tanto, se aproxima de Donald Rumsfeld (Carell) e logo se torna seu assessor direto. Com a renúncia do ex-presidente Richard Nixon, os poucos republicanos que não estavam associados ao governo ganham imediata importância e, com isso, tanto Cheney quanto Rumsfeld retornam à esfera de poder do partido. Décadas depois, com a decisão de George W. Bush (Sam Rockwell) em se lançar candidato à presidência, Cheney é cortejado para assumir o posto de vice-presidente. Ele aceita, mas com uma condição: que tenha amplos poderes dentro do governo, caso a chapa formada seja eleita.

FORD VS. FERRARI (2019)

Onde assistir: NOW, Apple TV+

Talvez um dos filmes mais subestimados da carreira de Bale, Ford vs. Ferrari é um competente drama esportivo que gira em torno da rixa entre duas das marcas automobilísticas mais famosas da história – Ford e Ferrari. Na trama, Bale interpreta o piloto e engenheiro Ken Miles, que é contratado pelo ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon) para entrar no ramo das corridas de carros e permitir que a Ford ganhe o mesmo prestígio e glamour da empresa concorrente, a Ferrari. Por seu papel Bale conquistou indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards na categoria de Melhor Ator.

Lana Del Rey – 37 Anos | Ranqueamos todos os álbuns da icônica artista

Lana Del Rey, um dos nomes mais proeminentes da cultura pop contemporânea, completa 37 anos no dia de hoje, 21 de junho – e nada melhor que celebrar sua carreira e sua importância para o cenário musical com algumas matérias especiais.

Depois de elencarmos suas dez melhores músicas, chegou a hora de ranquear todos os seus álbuns oficiais, desde o icônico Born to Die, um dos favoritos dos fãs, até o aclamado e premiado Norman Fucking Rockwell!’, que solidificou o nome de Lana como uma das melhores compositoras do século.

Para tanto, não estamos levando em consideração o disco ‘Lana Del Ray’, lançado em 2010, visto que a performer ainda não tinha adotado seu alter-ego oficial e que a produção passou por alguns contratempos desde sua divulgação.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu álbum favorito:

7. HONEYMOON (2015)

Não se enganem: Lana Del Rey não tem um álbum ruim em toda sua carreira. ‘Honeymoon’ apenas ocupa o último lugar do nosso ranking por, em alguns aspectos, não alcançar a beleza cinemática de suas produções predecessoras e sucessoras. De qualquer forma, a cantora e compositora mergulha em uma instrumentação diferente da produção anterior, Ultraviolence, voltando às raízes do baroque-pop e construindo narrativas que falam sobre a tortura do romance, o ressentimento, a luxúria e, principalmente, um escapismo poético que, até então, já havia se tornado marca registrada de suas composições. Além disso, o disco conta com os ótimos singles “High by the Beach”“Music to Watch Boys To”.

6. BLUE BANISTERS (2021)

“Caracterizar os álbuns de Lana como ‘idênticos’ é realmente não ter a capacidade de perceber os minuciosos detalhes que se escondem em suas músicas – e não compreender a argúcia da qual a artista se vale para dar vida a enredos apaixonantes e movidos por experiências que variam do efêmero ao eterno. Aqui, nota-se uma transgressão do que se tomava como verdade, numa medida que transcende nossas expectativas e desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático: a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como ‘meu corpo é um mapa de Los Angeles’ e ‘não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton’, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações” – T.N.

5. ULTRAVIOLENCE (2014)

Dois anos depois de sua estreia oficial no mundo da música, Lana continuou a investir pesado em peculiaridades artísticas e rendições originais que a afastassem do EDM e do pop que regiam o cenário mainstream da época. Em Ultraviolence, cujo lançamento se deu em 2014, a performer aposta fichas em uma gama considerável de estilos, incluindo o rock psicodélico, o dream pop, o desert rock, o soft rock e vários outros. O disco ajudou a consagrar Del Rey como o ícone que a conhecemos hoje, debutando em primeiro lugar nas paradas mundiais e gerando canções como “West Coast”“Shades of Cool” e a música titular (que rendeu inúmeras controvérsias à época).

4. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB (2020)

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa” – T.N.

3. LUST FOR LIFE (2017)

Com ‘Lust for Life’, Lana Del Rey mais uma vez reinventou a identidade estética e sonora de sua carreira, afastando-se da atmosfera mais sombria e melancólica de ‘Honeymoon’ e abraçando seu retorno para construções inspiradas pelo hip-hop, pelo trap-hop e pelo folk.  Contando com aparições de nomes como The WeekndA$AP RockStevie Nicks, o álbum fez um grande sucesso comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200, além de conquistar uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal. Como se não bastasse, Lana também encabeçou diversos singles, incluindo a faixa-título, “Groupie Love”“Love”, conquistando o coração dos fãs.

2. BORN TO DIE (2012)

Born to Die é uma construção à frente de seu tempo e que viria a influenciar uma geração inteira de artistas – e, como já poderíamos imaginar, foi extremamente subestimada pela crítica especializada em seu lançamento (o renomado site Pitchfork, por exemplo, deu uma medíocre nota 5,5/10 para o álbum, mudando, anos mais tarde, sua classificação para 7,8/10, compreendendo a importância do disco para o século XXI). Assim como ‘ARTPOP’ prenunciaria o boom do hyper-pop e seria repreendido por seu proposital exagero, Born to Die serviria como base para o baroque-pop do final dos anos 2010 e começo dos anos 2020, alimentando uma afeição crescente pelo experimentalismo e pela música conceitual que não era muito bem aceita em 2012″ – T.N.

1. NORMAN FUCKING ROCKWELL! (2019)

“A faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante” – T.N.

Final de ‘The Walking Dead’ trouxe aparição surpresa de [SPOILER]

O último episódio da adorada série The Walking Dead foi ao ar ontem, 20 de novembro, e marcou o fim de uma das jornadas pós-apocalípticas mais longevas da televisão contemporânea.

series finale fez inúmeras referências a personagens que deixaram a produção ao longo dos anos, boa parte como voiceovers ou montagens em flashback. Entretanto, um dos astros do show, Chandler Riggs (intérprete de Carl Grimes), fez uma breve aparição no capítulo de encerramento.

Riggs pode ser visto andando pelo set de filmagens. Segundo o time criativo da série, Riggs estava na cidade onde a série é rodada e apareceu no estúdio para reencontrar os colegas.

“Chandler Riggs estava na cidade e ele perguntou se podia nos visitar e dizer oi para os amigos”, conta a showrunner Angela Kang, em entrevista à EW“Me diverti muito tendo ele no set, e foi muito revê-lo. E, então, enquanto fazíamos as cenas e precisávamos de alguns extras, nós perguntamos: ‘quer aparecer? Entre lá! Vá ficar no fundo'”.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

A Múmia | Há 15 anos, franquia estrelada por Brendan Fraser chegava a uma decepcionante conclusão

Franquias cinematográficas fazem parte de um círculo perigoso e muitas vezes vicioso, principalmente quando pensamos na originalidade da trama. Enquanto a primeira iteração normalmente emerge como uma perspectiva original e carregada de elementos contraditórios que a perscrutam com complexidade, divertimento e satisfação, as seguintes acabam perdendo um pouco do brilho e caem nas ruínas do esquecimento, rotuladas como “filmes genéricos” e com uma grande perda de potencial. Infelizmente, este é o caso de A Múmia: Tumba do Imperador’ Dragão, longa-metragem que traz um fim para as aventuras de Rick e Evelyn O’Connell.

A história é ambientada no período pós II Guerra Mundial, mais de vinte anos após os acontecimentos de O Retorno da Múmia’, de 2001. Já aposentados, o casal protagonista tenta encontrar algum significado para suas próprias vidas, longe das areias dos desertos e com uma reputação que os acompanha até os dias atuais sobre seus trabalhos realizados para conter as ameaças de forças sobrenaturais e sobre suas capacidades investigativas. E depois da comum sequência introdutória – da qual falarei nos próximos parágrafos -, nos deparamos com uma das grandes mudanças da trilogia: a substituição de Rachel Weisz por Maria Bello como intérprete de Evy (parece que Weisz percebeu a decadência da franquia em que estava e não renovou seu contrato, obrigando os estúdios Universal a correr para a contratação de outra). E já posso dizer que, como era de se esperar, a mudança repentina trouxe certas reações quanto à química do casal principal.

Film Title: The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor
Explorers Rick (BRENDAN FRASER) and Evelyn O’Connell (MARIA BELLO) in an all-new adventure that races from the catacombs of ancient China high into the spectacular Himalayas: “The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor”.
Photo Credit: Jasin Boland
Copyright: © 2008 Universal Studios. ALL RIGHTS RESERVED.

Enquanto os dois lutam contra a monotonia de uma vida londrina, seja atirando em peixes para o jantar ou criando cenas de luta para um romance histórico, Alex (agora interpretado por Luke Ford) está na longínqua China da década e 1950, seguindo os passos dos pais ao abandonar a faculdade e mergulhar no descobrimento de um antigo santuário milenar que permaneceu escondido por séculos até ser encontrado. A partir daqui, fica fácil entender o desenrolar da história – cuja “nova perspectiva” é tamanha, que podemos prever o conteúdo de cada ato até o desfecho mais improvável e clichê que podemos pensar.

Primeiramente, vamos analisar o prólogo: seguindo o padrão estético e identitário de seus predecessores, Tumba do Imperador Dragão’ se inicia com uma narração sobre a vida de um dos líderes mais tiranos da história – o Imperador Han (Jet Li). Através de uma impetuosidade inenarrável e uma constante busca pelo poder supremo e pela imortalidade, o governante chinês destruiu centenas de vilarejos e dizimou exércitos numerosos para endossar o nome de sua crueldade, atraindo olhares malignos e, como podemos prever, traidores dentro de seu próprio séquito. Após encontrar uma feiticeira chamada Zi Juan (Michelle Yeoh), a qual poderia lhe garantir a vida eterna, ele é amaldiçoado e é transformado numa estátua de barro, assim como todos os seus seguidores.

Não é preciso pensar duas vezes para descobrir como o poder maligno do imperador seria libertado: afinal, a família O’Connell parece estar conectada de modo quase inverossímil ao despertar de forças das trevas que têm como único objetivo a destruição de seus inimigos e a reafirmação da onipotência. Alex é o responsável, ainda que indiretamente, pela descoberta, mas é a combinação de vários acontecimentos envolvendo todos da família – incluindo o sempre bem-vindo escape cômico John Hannah como Jonathan Carnahan – que possibilita aos antagonistas da narrativa concretizarem seus planos.

É quase automático realizar uma comparação entre o terceiro filme da franquia e os dois anteriores. As coisas aqui são representadas através de um maniqueísmo utilitário e desnecessariamente pseudometafórico, pois, enquanto Imhotep (Arnold Vosloo) trazia consigo um arco histórico e uma delineação arquetípica que transcendia os conceitos do bem e do mal – ainda que fosse movido por um desejo corrompível -, Han é simplesmente fruto de um cansaço criativo por parte dos roteiristas Alfred Gough Miles Millar e não emerge como um personagem nem agradável nem odiável – mas simplesmente… Existente. A vingança de Imhotep era banhada por um passado de romance e traição que o levaram por um caminho obscuro e culminaram em sua condenação a um destino pior que a morte – a suspensão no purgatório. O Imperador é essencialmente mal, mas essa vertente de sua personalidade não é explorada com afinco e não permite a conexão entre o mundo criado e o espectador.

Brendan Fraser retorna como Rick em mais uma de suas encarnações cômicas. Entretanto, o que parece é que a altivez de outrora que acompanhava seu personagem através das aventuras e o permitia dosar de modo equilibrado a comédia e o drama deu lugar à letargia cênica. A química entre ele e Weisz era invejável e mostrava de forma mútua como o potencial de dois atores poderia ultrapassar os limites físicos de um longa-metragem e transbordar para os olhos fixos do público; mas com Bello, essa paixão é inexistente. Não o vemos como um casal, e sim como construções publicitárias que visam à venda de um filme já morto.

A própria arquitetura da família é falha; em outras palavras, Jonathan, Rick, Evy e Alex não estão na mesma sintonia narrativa e parecem presos a cada um de seus microcosmos, cada um lutando pela retificação da valores – retificação que não é explorada nem mesmo superficialmente pela história. Os conflitos internos de cada personagem, antes com valor agregador à narrativa, desapareceram para darem lugar às resoluções de roteiro do mundo blockbuster no qual a franquia infelizmente se afundou.

Não posso tirar mérito do design de produção, porém; apesar dos graves erros de CGI e dos efeitos especiais extremamente mal-utilizados e que trazem uma saturação desconfortável para a tela, a construção dos cenários é interessante e consegue trazer o melhor de dois mundos para uma mesma sequência. A atemporalidade é um elemento claramente visível quando temos, num mesmo frame, a presença da modernidade pós-Guerra chegando à China – revólveres, vestimentas, automóveis e até mesmo decorações de ano-novo – entrando em um choque agradável aos olhos com a medievalidade do governo imperial, com a arquitetura suntuosa e a crença constante no sobrenatural.

O terceiro e último filme da franquia A Múmia marca sua própria decadência, perceptível desde seu predecessor. Através de um roteiro muito fraco e sem identidade, baseando-se em elementos formulaicos da vertente narrativa das histórias de aventura, podemos ficar muito felizes – ou talvez não – de que um dos monstros mais icônicos a já permearem o imaginário das pessoas teve seu fim e encontrará um muito próximo reboot. Só não podemos deixar de ficar tristes pela jornada da família O’Connell ter entrado numa queda livre – e talvez isso seja o que nos doa mais.

‘The Burial’: Drama legal com Jamie Foxx e Tommy Lee Jones ganha cenas INÉDITAS; Confira!

Prime Video divulgou cenas inéditas de The Burial, drama legal estrelado por Jamie Foxx.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 06 de outubro e à plataforma de streaming em 13 de outubro.

Confira, a partir de 01:56:

O filme é dirigido por Maggie Betts, que também assina o roteiro ao lado de Doug Wright.

A história é baseada no advogado Willie E. Gary e seu cliente, Jeremiah Joseph O’Keefe, que abriu um processo contra uma companhia funerária após ir à falência.

Em 1995, Willie E. Gary (Foxx), um advogado não convencional de danos pessoais com um histórico impressionante, ajuda um dono de uma funerária falida, Jeremiah Joseph O’Keefe (Tommy Lee Jones) a processar a empresa funerária Loewen, liderada por Raymond Loewen (Bill Camp). como resultado de uma disputa contratual. Gary finalmente ganhou o veredicto do júri de US$ 500 milhões e a empresa Loewen entrou com pedido de falência.

Jurnee SmollettMamoudou AthieDorian MissickPamela ReedAmanda WarrenJim KlockAlan RuckBilly SlaughterLance E. Nichols completam o elenco.

‘Thriller’, ‘Purple Rain’ e outros álbuns que DEFINIRAM os anos 1980

Poucas décadas foram tão importantes para o mundo da música quanto a de 1980.

Ao longo de dez anos, nomes como Michael Jackson, Madonna e Prince mudaram o cenário fonográfico com produções impecáveis e que, mesmo quase quatro décadas depois de seu lançamento, continuam a influenciar artistas das novas gerações pelas revoluções que promoveram – fossem na área fonográfica ou até mesmo na área estética.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco álbuns internacionais que definiram a década de 80 e que você precisa ouvir.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

5. CONTROL, Janet Jackson (1986)

Na família Jackson, Michael não foi o único a despontar como um dos grandes ícones da música. Sua irmã, Janet Jackson, fez algo muito similar ao apostar na própria carreira – e, em 1986, deu vida ao aclamado ‘Control’, facilmente um dos melhores álbuns da história da música. Contando com nada menos que sete singles promocionais, incluindo a faixa-título e a clássica “Nasty”, a obra é uma mistura perfeita de pop e R&B e se consagrou como uma das investidas de maior sucesso da artista – além de ser caracterizado como o precursor de um gênero conhecido como new jack swing, estendendo seu legado por décadas a fio.

4. LIKE A PRAYER, Madonna (1989)

“A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. Like a Prayer, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012)” – Thiago Nolla

3. THRILLER, Michael Jackson (1982)

Michael Jackson continua, até os dias de hoje, como um dos maiores nomes da música – e carrega o legado de rei do pop com merecidos aplausos. Ele não apenas revolucionou o modo de se produzir música, como é um dos precursores da transformação do videoclipe em forme de arte audiovisual, unindo fonografia e imagética em um só lugar. E, há mais de quatro décadas, Jackson lançava seu revolucionário e aclamado sexto álbum de estúdio, Thriller. Com praticamente todas as músicas se tornando singles promocionais, a obra quebrou inúmeros recordes comerciais, tornando-se a produção fonográfica mais vendida de todos os tempos com mais de 70 milhões de cópias comercializadas. Além disso, levou diversos prêmios para casa, incluindo o Grammy Award de Álbum do Ano.

2. HOUNDS OF LOVE, Kate Bush (1985)

“A produção do álbum começou dois anos antes de seu lançamento: Bush isolou-se na própria casa e, munida de uma LinnDrum, um Fairlight e um piano clássico, gestou uma sensorial e versátil jornada regada a incursões alternativas e experimentais que caíram no gosto público e, até hoje, são redescobertas. E o carro-chefe da obra viria com a impecável “Running Up That Hill (A Deal with God)”, uma track alicerçada no synth-pop e no new wave, discorrendo sobre como um homem e uma mulher não podem entender um ao outro justamente por serem quem são (“se eu pudesse, eu faria um acordo com Deus, e eu faria com que ele trocasse nossos lugares”). Ainda que a faixa não tenha feito sucesso considerável à própria época, conquistou os holofotes do ano passado ao ser redescoberta pela geração atual, que a permitiu viralizar nas redes sociais e alavancar-se nas paradas de todo o mundo mais uma vez” – T.N.

1. PURPLE RAIN, Prince (1984)

Prince é um nome que absolutamente todos já ouviram. O icônico artista serviu de inspiração para diversos nomes do cenário contemporâneo da música, incluindo BeyoncéLady Gaga e Janelle Monáe. Começando sua carreira em 1978, Prince ascendeu a uma fama meteórica que o transformou num dos nomes mais importantes da história do escopo fonográfico – e, em 1984, lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores de todos os tempos: Purple Rain (que entrou como trilha sonora do filme homônimo).

A produção é composta por nove faixas, dentre as quais basicamente todas se transformam em singles e/ou em assinaturas de seu estilo único. Aqui, Prince aproveitou todo seu contato com múltiplos gêneros musicais para arquitetar uma explosão de poprockR&B e funk, amalgamando-os em uma enérgica aventura sonora que, mesmo nos dias de hoje, serve como padrão para diversos performers. Cada incursão dialoga com a outra, mas não abandona as próprias idiossincrasias – à época, auxiliando na imortalização do artista e, agora, merecendo ainda mais reconhecimento pelo impacto causado na cultura mundial.

Atriz de ‘X-Men 97’ fala o que o público pode esperar da 2ª temporada: “Apertem os cintos”

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, a atriz Jennifer Hale, que dubla Jean Grey na aclamada animação X-Men ’97’, comentou sobre o que o público pode esperar da 2ª temporada.

“Tudo o que vou dizer é: apertem os cintos”, ela afirmou. “Não posso falar nada… Nada. Estou praticando não dizer uma palavra sobre qualquer coisa. Nem mesmo menciono que estou em algo até eu ver os produtores e os criadores dizerem algo. Apenas não faço. Melhor não arriscar. Não quero ser a pessoa que estraga tudo”.

Vale lembrar que a 1ª temporada já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Beau DeMayo, que foi afastado do projeto em virtude de polêmicas envolvendo sua conta no OnlyFans.

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Os 10 Melhores Filmes de Fantasia de Todos os Tempos

O gênero fantástico sempre esteve em nossas vidas – seja na literatura, no cinema ou na televisão. Desde os primórdios da contação de histórias, artistas incríveis tiveram a capacidade de nos transportar para mundos distantes, recheados de criaturas sobrenaturais e mitológicas, que nos apresentavam uma nova perspectiva aventuresca movida por acontecimentos soberbos e épicos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes de fantasia de todos os temposa – desde a clássica aventura A História Sem Fimaté o icônico O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, que se tornou um divisor de águas para o gênero no cenário cinematográfico.

Confira a nossa lista abaixo:

10. A HISTÓRIA SEM FIM (1984)

No clássico A História sem Fim, Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, que classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido. A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian.

9. UGETSU (1953)

ugetsu

Em 1953, a história do cinema era agraciado com um épico fantástico japonês intitulado ‘Ugetsu’. Essa obra-prima cinemática, cortesia das habilidosas mãos do diretor Kenji Mizoguchi e recontando de maneira fabulesca um dos períodos mais complicados da história do país (a guerra civil Azuchi-Momoyama), o longa nos leva de volta ao século XVI e acompanha dois irmãos fazendeiros que vão à capital local para tentar vender peças de cerâmica. Eles vendem todas, e depois o destino dos dois se separa quando Tobei decide se tornar samurai, e Genjuro quer enriquecer por meio do comércio. Entre as surpresas que os esperam, Genjuro descobre que a rica mulher que o recebeu em seu palácio é, na verdade, um fantasma.

8. MONTY PYTHON EM BUSCA DO CÁLICE SAGRADO (1975)

monty python e o cálice sagrado

Nessa icônica comédia ácida, que inclusive ditou os moldes dos filmes de comédia que se seguiriam após sua estreia, Terry GilliamTerry Jones recontam as clássicas novelas arturianas de maneira despojada e hilária. Na trama, o Rei Artur sai à procura de cavaleiros que o acompanhem em uma jornada histórica: a busca do Santo Graal. Aparecem então Sir Lancelot, o Bravo; Sir Robin, o Não-Tão-Bravo-Quanto-Sir-Lancelot; Sir Galahad, o Puro, entre outros personagens surreais. Escrita pelo genial grupo de comédia britânico Monty Python, a trama do longa satiriza diversos eventos históricos ocorridos na Idade Média.

7. O LABIRINTO DO FAUNO (2006)

O Labirinto do Fauno é um conto de fadas distorcido que não se rende à romantização excessiva, mas sim que exala as angústias às quais uma nova geração estava fadada a carregar à época do real significado de caos. Não nos poupando de catarses naturais e nem mesmo de sacrifícios narrativos, essa obra de Del Toro é uma de suas mais memoráveis – e mais aterrorizantes, certamente. Na trama, a jovem Ofélia e sua mãe doente chegam ao posto do novo marido de sua mãe, um sádico oficial do exército que está tentando reprimir uma guerrilheira. Enquanto explorava um labirinto antigo, Ofélia encontra o fauno Pan, que diz que a menina é uma lendária princesa perdida e que ela precisa completar três tarefas perigosas a fim de se tornar imortal.

6. EXCALIBUR (1981)

É notável como o universo arturiano sempre serviu de inspiração para diversas incursões audiovisuais – tanto na televisão quanto no cinema. Em 1981, uma das melhores releituras dessas clássicas novelas de cavalaria ganhou forma pelas mãos de John BoormanExcalibur. Inspirado livremente na lenda do Rei Arthur, a trama é centrada em Arthur, um servente e filho bastardo do lorde Uther Pendragon, que recebe a mágica espada Excalibur para reunir os Cavaleiros da Távola Redonda e unificar o reino de Camelot – tudo isso com a ajuda do mago Merlin. No entanto, este monarca enfrenta grandes desafios à sua frente em busca do amor, do Cálice de Cristo e da sobrevivência de sua nação.

5. A PRINCESA PROMETIDA (1987)

Apesar de ter tido uma estreia bastante modesta entre os críticos e nas bilheterias, A Princesa Prometida possui um impacto inegável não apenas no cenário dos filmes de fantasia, mas no escopo da sétima arte como um todo. A aventura estrelada por nomes como Cary ElwesMandy PatinkinRobin Wright e tantos outros transformou-se em um clássico cult com o passar dos anos e, nos dias de hoje, é considerado como uma das melhores produções não apenas de Rob Reiner, mas da década de 1980. A trama acompanha a bela Buttercup, uma jovem que é raptada e mantida encarcerada contra a sua vontade – obrigada a se casar com o odioso príncipe Humperdinck. Porém, o corajoso Westley, seu verdadeiro amor e que retorna como um impiedoso pirata, parte em uma missão para salvá-la.

4. MARY POPPINS (1964)

Mary Poppins continua como uma das melhores produções da Walt Disney Studios, trazendo um elenco de peso que inclui Julie Andrews (que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Atriz por seu irretocável trabalho no longa) e Dick Van Dyke. Baseada no romance homônimo de P.L. Travers, a trama nos leva para a Londres de 1910, onde um banqueiro rígido e severo com os filhos escreve um anúncio no jornal em busca de uma governanta. Trazida pelo vento em um guarda-chuva voador, uma babá com poderes mágicos aparece para transformar a triste rotina da família.

3. O SÉTIMO SELO (1957)

o sétimo selo

Poucos filmes carregam o extenso legado no cenário audiovisual como O Sétimo Selo. Responsável por calcar a imagem da Morte como uma misteriosa figura encapuzada que joga xadrez com os mortais (e que foi adotada até mesmo por Maurício de Sousa nos quadrinhos da Turma da Mônica Jovem), a trama é centrada em um cavaleiro que retorna das Cruzadas após uma década de luta e encontra o país devastado pela Peste Negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e, enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com ela ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.

2. O MÁGICO DE OZ (1939)

O Mágico de Oz é um dos filmes mais relembrados e adorados de todos os tempos. Desde sua comovente história de superação e autoaceitação delineada perfeitamente por L. Frank Baum até as inovações técnico-artísticas, a obra de Victor Fleming parece não envelhecer. Mesmo os cineastas contemporâneos, principalmente aqueles que ousam se aventurar no mundo da fantasia, buscam referências do clássico longa, remodelando-as em uma tentativa de aproximá-las das novas gerações. Entretanto, sua atemporalidade talvez seja um dos maiores atributos – afinal, quem não conhece a história de Dorothy, os sapatinhos de rubi, o temido feiticeiro da cidade das Esmeraldas e os macacos voadores? É claro que se restringir apenas aos artifícios narrativos é cair no senso-comum; afinal, a trama que se desenrola vai muito além do que os olhos podem ver.

1. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

Depois de dois filmes impecáveis, ‘O Senhor dos Anéis’ chegou ao fim com um terceiro capítulo épico, emocionante e que honrou a memória de J.R.R. Tolkien da melhor maneira possível. ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira de Peter Jackson – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.

MENÇÃO HONROSA: EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

Com ‘Edward Mãos-de-Tesoura’, o conhecido diretor Tim Burton conseguiu encontrar uma forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

Em 2020, a Netflix trazia a seus assinantes a ambiciosa adaptação de ‘The Old Guard’, longa-metragem inspirado nos quadrinhos homônimos de Greg Sucka. Apesar do conhecido histórico de produções originais da gigante do streaming, o projeto encabeçado por Gina Prince-Bythewood encantou os espectadores não apenas pelo trabalho impecável de um elenco liderado por Charlize Theron, mas pela inesperada profundidade da narrativa e por se manter fiel ao material original – estendendo-se ao longo de duas horas e sagrando-se um ótimo épico de ação que clamava por uma sequência.

Cinco anos mais tarde, somos convidados a retornar para esse glorioso universo com o lançamento de ‘The Old Guard 2’, que chegou ao serviço hoje, 2 de julho. Comandado pela novata Victoria Mahoney, que fez sua estreia em 2021 com o drama ‘Yelling to the Sky’, a história da sequência se desenrola assim que os eventos do primeiro capítulo terminam – com Andrômaca de Cítia (Theron), também conhecida como Andy, lidando com o fim de sua imortalidade e protegendo-se ainda mais de ataques externos. Acompanhada da recém-chegada Nile (KiKi Layne), que se tornou a mais nova imortal e integrante do grupo de soldados, além de Joe (Marwan Kenzari), Nicky (Luca Marinelli) e James (Chiwetel Ejiofor), Andy e seus aliados percebem que o perigo é constante – e se veem na mira de duas antagonistas movidas por um desejo irrefreável de vingança e poder.

Como sabemos da icônica cena pós-créditos do longa predecessor, Booker (Matthias Schoenaerts) foi exilado após trair a confiança do grupo, cruzando caminho com Quỳnh (Vân Veronica Ngô), o antigo amor de Andy que, durante a época da Inquisição e da caça às bruxas, foi confinada em um caixão de ferro e condenada a passar a eternidade no fundo do oceano em um sofrimento eterno. Porém, Quỳnh foi resgatada pela impiedosa Discórdia (Uma Thurman), a imortal mais antiga do planeta que, em meio a contínuas injustiças sofridas por aqueles que não entendem a dádiva que foi dada a esses soldados, ela abandona a esperança de tornar o mundo um lugar melhor e se transforma em uma máquina guiada por uma cega vendeta – e que coloca os outros imortais em perigo inimaginável.

E isso não é tudo: Andy e Quỳnh fizeram um juramento inquebrável antes de serem separadas por seus algozes, impulsionando a protagonista a procurar sua amada e sua amiga por séculos antes de desistir – o que nos leva às vontades da própria Quỳnh de represália, sentindo-se traída por Andy estar em liberdade enquanto ela era torturada sob o frio desconcertante de águas opressoras. Influenciada pelo carisma e pelo discurso de Discórdia, a guerreira se vira contra aquela que um dia jurou apoiar e trilha um caminho de escuridão que também dá base para a história.

uma thurman

Enquanto todos os que acompanharam o primeiro capítulo da saga acreditavam que isso iria acontecer, Mahoney desperdiça o potencial do projeto em meio a cenas que não fazem sentido e que se valem de um mero espetáculo visual (o que não é um problema, considerando que boa parte do nosso envolvimento com o filme anterior se deu pelas espetaculares sequências de ação). Todavia, conforme navega pelas atribulações de laços frágeis e por um barril de pólvora que está prestes a explodir, a realizadora deixa que o roteiro co-assinado por Rucka e Sarah L. Walker se desenrole em meio a sofridos diálogos e a one-liners cansativas que, em vez de fornecerem mais densidade aos personagens, transforma-os em meros arquétipos de tantos produtos similares que acompanhamos nas últimas décadas.

A questão é que o longa de 2020 conquistou o público e a crítica por não se levar a sério e acompanhando a defasagem super-heroica que emergiu na sétima arte com o término de ‘Vingadores: Ultimato’ – além de ter sido lançado no início de uma complicada pandemia de COVID-19 que nos confinou à segurança dos lares. Aqui, o teor do entretenimento e da leveza foram deixados de lado, e mesmo as temáticas sociais exploradas foram varridas para debaixo do tapete em prol de repetições sistemáticas que não aproveitam tudo o que esse cosmos tem a oferecer. E, de fato, o criador da HQ original não conseguir sustentar um roteiro inspirado em sua própria criação é algo a ser levado em consideração – e algo que nos deixa com um pé atrás, considerando o monumental cliffhanger que antecipa os créditos de encerramento.

the old guard 1

O elenco faz um trabalho formidável, com destaque aos membros que retornam e, em especial, Theron em mais uma entrada no circuito de filmes de ação que nos deixa de boca aberta e que traz referências a ‘Atômica’, que protagonizou em 2017. Ngô expande o breve contato que tivemos com Quỳnh e nutre de uma química interessante com Theron, por mais que as delineações não sejam esquadrinhadas como deveriam. Thurman nos agracia ao mergulhar de cabeça nas vilãs que eternizou no show business, mas é desperdiçada em meio a falas mal construídas. E Henry Golding completa o time de estreantes como Tuah, um antigo imortal e amigo de longa data de Andy.

‘The Old Guard 2’ falha por não manter o nível do título anterior e por apostar fichas em uma história metódica, sem inspiração e que se vale mais do espetáculo do que de uma concretude criativa, por assim dizer. Com exceção das atuações e das cenas de combate, o resultado dessa sequência é decepcionante e frustrante – por mais que nos prepare para um terceiro capítulo que pretende concluir essa épica jornada.

Josh Hutcherson corre PERIGO no teaser inédito ‘Five Nights at Freddy’s 2’; Confira!

Universal Pictures divulgouum novo teaser oficial da aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2’.

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Confira, junto ao trailer completo:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

 

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna GraceWayne KnightMegan Fox.

Emma Tammi retorna à direção.

Conheça o novo DRAMA com Sally Field e Lewis Pullman que chegou ao streaming!

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes, filme baseado no romance homônimo de Shelby Van Pelt e estrelado por Sally Field (‘Lincoln’) e Lewis Pullman (‘Thunderbolts’), finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Lançado hoje, 8 de maio, na plataforma de streaming, o longa conta a história do peculiar e fascinante relacionamento entre uma idosa e solitária viúva chamada Tova, que trabalha como zeladora em um aquário, e um polvo gigante do Pacífico, chamado Marcellus, que vive na instalação. Tova forma uma amizade improvável com o cefalópode rabugento, mas, sem que ela saiba, Marcellus está em uma missão para resolver um mistério que irá curar o coração da viúva e levá-la a uma descoberta que mudará sua vida.

O romance original foi lançado na primavera de 2022 e se tornou uma sensação através do boca a boca, crescendo vertiginosamente, a ponto de se tornar a obra literária mais vendida de 2023 – segundo algumas páginas de ranqueamentos de livros.

Colm Meaney, Joan Chen, Kathy Baker, Beth Grant e Sofia Black-D’Elia completam o elenco.

Olivia Newman, mais conhecida por seu trabalho em ‘Um Lugar Bem Longe Daqui‘, assina a direção do longa. Newman também fica responsável pelo roteiro ao lado de John Whittington.

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes‘ vendeu mais de duas milhões de cópias e passou por pelo menos 30 reimpressões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Elenco reunido na primeira imagem dos bastidores

O início das filmagens de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ está marcado para outubro e o elenco da série já está se preparando para dar vida aos seus personagens.

Em seu perfil no Twitter, Anthony Mackie compartilhou uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell.

Confira:

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

Para quem ainda não sabe, Russell foi confirmado como John Walker/Agente Americano na série.

Walker é uma versão corrompida do Capitão América e é controlado pelo governo americano. Ele já foi treinado pelo Taskmaster e possui as mesmas habilidades de Steve Rogers.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe se o personagem será introduzido como vilão ou se passará por uma transformação ao longo das temporadas.

Segundo o Production Weekly, as filmagens da série começam no dia 22 de outubro e serão feitas em Atlanta, Geórgia, nos estúdios Pinewood, sob o título de produção ‘Tag Team’.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Dynasty’ é oficialmente renovada para a 4ª temporada

Há algumas semanas, o Comic Book revelou que a CW já renovou sua programação para a temporada 2021, incluindo a série Dynasty.

A atração irá retornar para sua 4ª temporada em meados de maio, junto com ‘Legends of Tomorrow’, ‘Supergirl’, ‘In the Dark’, e ‘Roswell, New México’.

No entanto, ainda não foram reveladas as datas oficias do calendário e nem as sinopses dos próximos episódios de cada produção.

Em janeiro, a emissora irá disponibilizar ‘Batwoman’, ‘The Flash’, ‘Charmed’, ‘Raio Negro’, ‘All American’, ‘Walker, Texas Ranger’, ‘Superman & Lois’, ‘Riverdale’, ‘Nancy Drew’, ‘Legacies’, ‘Whose Line Is It Anyway?’, e ‘Penn and Teller: Fool Us’.

As séries que não tiveram conclusão nas atuais temporadas devido ao Coronavírus, terão episódios adicionais que serão incorporados aos episódios que serão exibidos no ano que vem.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘Dynasty‘ já chegou ao fim, mas continua em exibição na emissora.

Assista ao teaser:

Criada por Stephanie SavageJosh SchwartzSallie Patrick, a produção é um reboot da homônima série clássica lançada em 1981.

A trama acompanha duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, enquanto elas brigam pelo controle de suas fortunas e seus filhos. A história gira em torno de duas mulheres em desacordo: Fallon Carrington, filha do bilionário Blake Carrington, e sua futura madrasta, Cristal, uma mulher hispânica que pretende entrar na família e na classe dos mais poderosos da América.

O elenco conta com Elizabeth Gillies, Rafael de la Fuente, Sam Adegoke, Alan Dale, Daniella Alonso, Grant Show e Robert Christopher Riley.

Detroit ganha estátua gigante do ‘Robocop’ após dez anos de construção; Confira!

Em 2011, os artistas plásticos Brandon Walley e Jerry Paffendorf decidiram criar uma estátua gigante do ‘Robocop‘ para a cidade de Detroit, onde é ambientada a trama do clássico filme de Paul Verhoenven.

E, de acordo com o Metro News, a obra foi finalmente concluída após dez anos de trabalho.

Feita em bronze e com 3,3 metros de altura, a peça será exibida por um curto período no Michigan Science Center, até que seja fixada em algum ponto de Detroit.

Em entrevista ao portal, Paffendorf comentou sobre como surgiu a ideia.

“Tudo começou quando um morador de Detroit disse ao prefeito, Dave Bing, que a cidade precisava de uma estátua do RoboCop porque o filme foi um símbolo e um motivo de orgulho. Quando Brandon e eu soubemos disso, criamos um projeto de arrecadação de fundos e conseguimos US $ 17.000 em apenas três dias.

Ele continuou:

“Ficamos muito empolgados, mas não era o bastante porque uma estátua gigante de metal é extremamente cara, então a ideia foi adiada por anos. Mas Giorgio Gikas [empresário local] interveio para ajudar na entrega do produto final e a Fred Barton Productions ajudou com o design… Tivemos muitos outros problemas durante o percurso, mas, enfim, concluímos.”

Originalmente, o monumento seria fixado na entrada do Michigan Science Center, mas a decisão foi cancelada por questões financeiras e estruturais.

Mesmo assim, os admnistradores do espaço publicaram um comunicado comemorando que a estátua será exibida por lá antes de encontrar um novo berço.

“Somos gratos à equipe da Imagination Station e seus parceiros por incluir o Michigan Science Center na jornada da estátua do ‘RoboCop. O MSC não possui fins lucrativos e nem verbas municipais, estaduais ou federais. Planejávamos a escultura de bronze nos nosso jardins, mas, devido aos custos da pandemia, não podemos arcar com a manutenção da obra. Nosso esforços estão voltados para os nosso alunos e funcionários. Estamos torcendo para que a estátua encontre um lar à altura de sua beleza e de seu significado para os cidadão de Detroit.”

Confira algumas imagens:

‘The Witcher’: Henry Cavill recebeu aumento MILIONÁRIO para a 2ª e 3ª temporada; Saiba quanto!

De acordo com o The Hollywood Reporter, Henry Cavill recebeu nada menos que US$ 1 milhão por episódio da 2ª temporada de ‘The Wicther‘ como parte do acordo para continuar atuando na adaptação da Netflix.

Sendo assim, o astro acumulou US$ 8 milhões ao total, já que atuou em oito episódios do próximo ciclo.

O aumento do salário foi bastante considerável, pois Cavill recebeu US$ 400.000 por episódio durante a 1ª temporada.

Apesar de ser bastante dinheiro, é importante ressaltar que o valor líquido certamente será reduzido, considerando as taxas do agente, taxas sindicais e custos inesperados.

Até o momento, não foi revelado quanto o restante do elenco recebeu.

Apesar de não ter sido revelado o orçamento dos novos episódios, a temporada anterior custou entre US$ 80 e US$ 90 milhões.

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Pedro Pascal rende elogios aos dublês de ‘O Mandaloriano’; “Eles é que fazem o trabalho pesado”

Além de explorar um aspecto muito diferente dos filmes da saga Star Wars‘, a série ‘O Mandaloriano’ se destaca pelas coreografias de luta dos personagens.

No início da trama, o protagonista Din Djarin (Pedro Pascal) era apenas um pistoleiro, mas desenvolve habilidades de luta corpo a corpo e estratégias de duelos com a lança de beskar que recebeu de Ahsoka Tano (Rosario Dawson).

Em um episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘, Mando também usa o sabre negro durante um duelo contra Paz Vizla enquanto é testado para saber se ainda é digno de ser um Mandaloriano depois de revelado seu rosto.

Por conta disso, o trabalho dos dublês foi bastante elogiado por Pascal.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, o astro disse que:

“Eles [os dublês] é que fazem o trabalho pesado. Tem sido um processo colaborativo desde o início e eu aprendo muito observando-os, mas eu estaria mentindo se dissesse que faço metade do que eles fazem.”

Ele continuou, revelando que comemorou quando soube que Lateef Crowder, seu dublê em projetos anteriores, havia sido escolhido para vestir o capacete e a armadura do personagem.

“Quando eu soube que ele ia vestir o traje para a série, eu fiquei tipo: ‘Agora sim! Eu vou parecer tão legal!’ Lateef manda muito bem no que faz’.”

Vale lembrar que Nick Stanner e Brendan Wayne também vestem a armadura dependendo do movimento necessário, já que cada um dos dublês é especialista em diferentes coreografias.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ será lançada em fevereiro de 2023.

Enquanto isso, as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+. 

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

Parker Posey, de ‘Pânico 3’, quer RETORNAR à franquia

Com os lançamentos dos novos filmes da franquia ‘Pânico’, diversos membros do elenco estão reprisando seus papéis.

Em 2022, Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette retornaram como Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley, respectivamente.

Já este ano foi a vez de Hayden Panettiere ressurgir como Kirby Reed, introduzida em ‘Pânico 4‘.

E parece que Parker Posey também quer pegar carona no sucesso dos novos filmes.

Enquanto promovia ‘Beau tem Medo‘, a intérprete de Jennifer Jolie em ‘Pânico 3‘ foi questionada pelo Comic Book sobre a teoria de a personagem estava apenas se fingindo de morta depois de ser esfaqueada pelo Ghostface.

Em resposta, ela disse o seguinte:

“Bem, eu dei uma entrevista para a Rádio WNYC há uma três semanas, para promover a peça que eu estava fazendo. E eles disseram? ‘Bem, tem algumas pessoas aqui que querem dizer oi’. E era a equipe de ‘Pânico 6‘. E eu realmente lancei a proposta: ‘Posso voltar para o próximo filme? Meio que vindo de outra dimensão? Eu quero continuar a fazer isso’. Bom, espero que sim. Eu adoraria fazer isso. Foi muito divertido fazer parte da franquia. Eu posso voltar. Não acredito que Wes Craven me deixou escapar com algumas das coisas bobas que eu estava fazendo. Eu o amava, e foi uma experiência muito divertida.”

Anteriormente, Drew Barrymore também comentou sobre a possibilidade de retornar no próximo filme.

Apesar de sua personagem ter morrido brutalmente na icônica cena de abertura do filme original de 1996, a atriz revelou que adoraria retornar à saga, e que não descarta a sobrevivência da Casey Becker.

“Eu nunca havia pensado nisso, mas a Casey pode ter sobrevivido”, disse ela à EW. “Tenho certeza que o que aconteceu com ela foi muito parecido com uma cesariana. E eu ainda estou aqui, e estou bem. Então, talvez a Casey Becker esteja bem.”

Ela completa, “Com um bom roteiro, qualquer coisa é possível”.

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ já acumulou US$ 106.8 milhões nas bilheterias norte-americanas, tornando-se a maior arrecadação de toda a franquia no país. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar a bilheteria doméstica do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões, em 1996.

Ao total, ‘Pânico VI‘ já arrecadou quase US$ 166 milhões mundialmente. Para termos de comparação, falta pouco mais de US$ 10 milhões para a sequência ultrapassar a bilheteria total do primeiro filme (US$173M), e se tornar a maior arrecadação global da franquia.

Vale lembrar que o novo capítulo registrou a maior estreia da saga nos EUA, com US$ 44.5 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana – facilmente ultrapassando a estreia de ‘Pânico 3‘ (US$34.7M).

O terror também teve a melhor estreia da saga no Brasil, onde arrecadou com R$ 9.46 milhões – o que representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior. Além disso, o novo capítulo também registrou a maior estreia da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.

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Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Warner Bros adquire novo filme de VAMPIRO estrelado por Michael B. Jordan

Há alguns dias, foi divulgado que a Sony Pictures, Warner Bros. e Universal Pictures. estavam disputando pelos direitos de produção do novo filme de Michael B. Jordan (‘Creed III’).

Ainda sem título, o longa que marca uma nova colaboração entre Jordan e o diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’, ‘Creed’) é descrito apenas como um filme de época que envolve a temática de vampiros.

E, de acordo com o Deadline, a Warner Bros foi o estúdio vitorioso, e o projeto conta com um orçamento em torno de US$ 90 milhões.

Além de dirigir, Coogler também assinará o roteiro do longa e atuará como principal produtor, ao lado de Zinzi Coogler e Sev Ohanian.

Este representa o primeiro roteiro especulativo de Coogler através de sua produtora, Proximity Media.

Por enquanto, como o projeto está nos estágios iniciais, os detalhes devem ser divulgados ao longo dos próximos meses.

Ryan Coogler é um dos cineastas mais requisitados de sua geração. Ele reinventou a franquia Rocky com Creed em 2015, que agora conta com três filmes. Sua estreia no Marvel Studios, Pantera Negra, tornou-se um marco cultural, arrecadando US$ 1,34 bilhão globalmente e recebendo uma indicação ao Oscar de melhor filme, algo raro no gênero de quadrinhos.

‘And Just Like That’: Sarah Michelle Gellar quer reprisar seu papel de ‘Sex and the City’ no revival

Sarah Michelle Gellar, uma das estrelas da série ‘Wolf Pack‘ em exibição pela Paramount+, quer reprisar sua participação especial de ‘Sex and the City‘ na série revival ‘And Just Like That‘.

Em 2000, ela estrelou um episódio da terceira temporada de ‘Sex and the City como Debbie, uma executiva júnior de desenvolvimento que apresentou a Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) a ideia de adaptar sua coluna para um filme. Agora que um revival está acontecendo, Gellar gostaria de fazer mais uma participação.

“Eu sinto que a executiva júnior, que é o que ela era, provavelmente está dirigindo um estúdio atulmente, e talvez ela tenha um lugar para onde voltar”, disse Gellar ao Entertainment Tonight

Ela ainda acrescentou mais curiosidades sobre sua participação especial na série: “Eu estava desesperada para participar, e Darren [Starr, roteirista] havia escrito alguns papéis para mim, e eu não conseguia sair de ‘Buffy’ para filmar e fiquei muito chateada. E ele disse para mim, ‘Estamos indo para LA. Vou fazer funcionar’, então ele escreveu esse papel.”

Recentemente, a HBO Max havia divulgado novas fotos dos próximos episódios.

As imagens trazem Carrie (Sarah Jessica Parker) ao lado de Aidan (John Corbett). Para aqueles que não sabem, Aidan foi namorado de Carrie na 3ª e 4ª temporadas da série original. O casal terminou duas vezes – a primeira quando Carrie confessou ter dormido com seu futuro marido, o Sr. Big, e a segunda vez quando ela não conseguia se comprometer com um relacionamento depois de Aidan pedi-la em casamento.

Confira:

O próximo ciclo ainda não tem data de estreia confirmada.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Tony Danza também foi escalado para o próximo ciclo como o pai de Che (Ramirez). Mais detalhes não foram revelados.

‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ ganha imagens INÉDITAS; Confira!

A Entertainment Weekly divulgou novas imagens da prequela ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘, que estreia nos cinemas em 15 de novembro.

Confira as imagens, juntamente com o trailer:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de novembro.

Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações de Viola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.

Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.

Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

Comédia romântica FENÔMENO domina as paradas de streaming nos EUA; Confira o TOP 10!

A comédia romântica ‘Todos Menos Você’, estrelada por Glen Powell e Sydney Sweeney, conquistou o título de filme mais assistido nas plataformas de streaming dos EUA.

Segundo o Collider, na semana de 22 a 28 de abril de 2024, ‘Todos Menos Você’ acumulou impressionantes 773 milhões de minutos assistidos na Netflix, consolidando seu sucesso entre o público dos EUA.

Para os fãs de cinema e streaming, confira a lista completa dos 10 filmes mais assistidos nos Estados Unidos durante o mesmo período:

  • 2- ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’ (Netflix): 470 milhões de minutos assistidos
  • 3- ‘King Richard: Criando Campeãs’ (Max): 336 milhões de minutos assistidos
  • 4- Wish: o Poder dos Desejos (Disney+): 254 milhões de minutos assistidos
  • 5- Os Smurfs e a Vila Perdida (Netflix): 254 milhões de minutos assistidos
  • 6- Moana (Disney+): 248 milhões de minutos assistidos
  • 7- Rust Creek (Netflix): 235 milhões de minutos assistidos
  • 8- ‘Patos!’ (Peacock): 233 milhões de minutos assistidos
  • 9- Pica-Pau: As Férias No Acampamento (Netflix): 215 milhões de minutos assistidos
  • 10- ‘Super Mario Bros. O Filme’ (Netflix): 215 milhões de minutos assistidos

Sucesso nos cinemas, ‘Todos Menos Você’ conquistou US$ 219,2 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se a primeira comédia romântica a superar a marca desde ‘Podres de Ricos‘, de 2018.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’: Showrunner revela se Defensores podem aparecer

‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha já está disponível no catálogo do Disney+, e agora os fãs estão se perguntando se outros Defensores podem aparecer na animação, especialmente considerando que Charlie Cox, o Demolidor do MCU, já está confirmado na série.

Em entrevista ao ScreenRant, Jeff Trammell, showrunner da animação, falou sobre a possibilidade de outros heróis integrarem a produção.

“Novamente, eu diria que nada é impossível. Acho que depende de onde a história nos levar. Tem muita gente ao redor do Peter agora, mas estou muito interessado em continuar expandindo nosso mundo”, afirmou Trammell.

“Então, se um Luke ou uma Jessica [Jones] ou alguém mais aparecesse mais à frente, eu seria contra isso? Absolutamente não. Eu adoraria. Além disso, temos Vingadores no nosso mundo. Então, quem sabe… quem pode aparecer mais tarde também? Quem sabe…”, completou.

Os dois primeiros episódios da série já foram lançados na plataforma de streaming.

Confira o cronograma de lançamento dos próximos episódios:

  • Amazing Fantasy (Incrível Fantasia)
  • The Parker Luck (A Sorte de Parker)

5 de fevereiro:

  • Secret Identity Crisis (Crise de Identidade Secreta)
  • Hitting the Big Time (Chegando ao Grande Momento)
  • The Unicorn Unleashed (O Unicórnio Libertado)

12 de fevereiro:

  • Duel with the Devil (Duelo com o Diabo)
  • Scorpion Rising (Escorpião Ascendente)
  • Tangled Web (Teia Emaranhada)

19 de fevereiro:

  • Hero or Menace (Herói ou Ameaça)
  • If This Be My Destiny… (Se Este For Meu Destino…)

Nesta produção, o Cabeça de Teia será dublado por Hudson Thames, que já participou de ‘What If…?’, famosa série animada do UCM.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Meryl Streep e Anne Hathaway são destaques em novas imagens; Confira!

As filmagens deO Diabo Veste Prada 2’ seguem a todo vapor, e novas imagens divulgadas revelam o visual de Miranda Priestly (Meryl Streep) e Andy Sachs (Anne Hathaway).

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

Meryl Streep como a icônica vilã Miranda Priestly em fotos do set de ‘O Diabo Veste Prada 2’

Lucy Liu, Justin Theroux, B.J. Novak e Pauline Chalamet foram confirmados no elenco. A sequência também contará com os talentos da Broadway Helen J. Shen e Conrad Ricamora, além do comediante Caleb Hearon.

Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.

Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.

Todos eles se juntam às estrelas já confirmadas Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci e Kenneth Branagh.

A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.

No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.

David Frankel também volta à direção.

Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.

Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.

O Diabo Veste Prada, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.

Glen Powell rebate comparações com Tom Cruise: “Só existe um”

Glen Powell, astro de sucessos como ‘Top Gun: Maverick’ e ‘Todos Menos Você’, comentou recentemente sobre as frequentes afirmações de que ele seria o “novo Tom Cruise”.

Durante sua passagem pelo tapete vermelho do Globo de Ouro, o ator fez questão de afastar a ideia de sucessão direta.

“Só existe um Tom Cruise”, declarou Powell ao ComicBookMovie. “Qualquer pessoa que tente recriar os passos dele está entrando em um caminho sem saída. Mas ter o Tom como amigo e mentor, alguém presente em todas as fases desse negócio, que pode ser bem desorientador, é um privilégio. Para o cara mais ocupado de Hollywood, ele é o sujeito mais presente que conheço. Sou extremamente grato por essa amizade”.

Desde as filmagens de ‘Maverick’, Cruise tornou-se uma espécie de “padrinho” da carreira de Powell. Observadores da indústria sugerem que Cruise já teria identificado em Powell seu sucessor ideal, com rumores indicando que o veterano gostaria de ver o pupilo assumindo a franquia ‘Missão: Impossível’ no futuro.

Vale lembrar que o projeto mais recente de Glen Powell é o longa How to Make a Killing.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 20 de fevereiro de 2026.

Originalmente intitulada ‘Huntington‘, a produção gira em torno de Redfellow (Powell), o herdeiro de uma fortuna multibilionária que não irá parar por nada até ter o que ele merece… ou o que ele pensa que merece.

Ed Harris (‘Westworld’) e Margaret Qualley (‘A Substância’) também estrelam a produção. Jessica HenwickBill CampZach WoodsTopher GraceBianca AmatoRaff LawSean Cameron Michael completam o elenco.

John Patton Ford (‘Emily, A Criminosa’) fica responsável pela direção e roteiro.

O roteiro foi inspirado pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949.

Milton Nascimento é internado com pneumonia no Rio de Janeiro

O cantor, compositor e multi-instrumentista Milton Nascimento, de 83 anos, foi internado nesta quinta-feira (16), no Rio de Janeiro, para tratar uma pneumonia. Conforme o G1, a informação foi divulgada por sua equipe nas redes sociais na manhã desta sexta-feira (17).

“Informamos que o artista Milton Nascimento encontra-se internado desde ontem (16), para tratar uma pneumonia, intercorrência comum em seu atual quadro de saúde. Ele segue estável e em boa evolução clínica, com todo o suporte necessário, e assistido por uma excelente equipe de profissionais. A previsão é que ele receba alta nos próximos dias e siga o tratamento em casa, visando o seu conforto”, diz a nota.

A família, que optou por não divulgar o nome do hospital, informou que a previsão é de que Milton receba alta nos próximos dias para continuar o tratamento em casa.

A nota menciona que a pneumonia é uma intercorrência ligada ao quadro geral de saúde do cantor. Em 2025, Milton foi diagnosticado com demência por corpos de Lewy (DCL), uma condição causada pelo acúmulo anormal de proteínas no cérebro que afeta as funções cognitivas e motoras.

A revelação do diagnóstico foi feita por seu filho e empresário, Augusto Nascimento, em entrevista à revista Piauí em outubro do ano passado. Segundo o relato, os primeiros sinais da doença surgiram no fim de 2023 e se somaram ao avanço do Parkinson, identificado originalmente em 2022.

‘Morbius’: Matt Smith fala como foi trabalhar com o excêntrico Jared Leto

Jared Leto é hoje um dos atores que mais chamam atenção em Hollywood, e não apenas pela fama, mas pelas histórias sobre os métodos extremos de atuação da estrela vencedora do Oscar. Seja em ‘Casa Gucci‘ ou ‘Esquadrão Suicida‘, Leto é famoso por ser um ator que desafia os seus colegas de trabalho, já que tende a permanecer no personagem o tempo inteiro.

No período do pré-lançamento de ‘Morbius‘ neste fim de semana, não tivemos muitas informações sobre o que Jared Leto aprontou no set do novo filme da Marvel. Ou seja, parece que ele não estava por aí acreditando que era um super-herói vampiro de verdade. Ainda assim, parece que trabalhar com Leto no permanece sendo uma experiência única, como percebemos em alguns comentários feitos por Matt Smith, parceiro de Leto no filme.

Ao falar com o Sci-Fi Now, Smith revelou que achou “interessante” dividir cenas com Leto. Ele fez elogios moderados: “Achei muito divertido, muito agradável de fazer”.

O antigo Doctor Who foi também questionado sobre o método de atuação em geral, ao qual Smith admitiu que está interessado na ideia, mas ele não ver necessidade de continuar com o personagem fora do set: “Sim, acho isso interessante. Acho que poderia acontecer naturalmente em um set de filmagem. Eu não acho que isso deva ser comum por uns quatro meses. Eu acho que você pode fazer isso por um dia, sei lá…”

Isso acontece porque outros atores que contracenaram com Leto, como Anne Hathaway, falaram que era como se aquela não fosse a pessoa real dele.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de março.