A revista Total Film divulgou as capas variantes de sua próxima edição, que será dedicado a ‘O Homem do Norte‘, novo terror do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’ e ‘O Farol’).
Os quatro primeiros episódios da série coreana ‘Snowdrop‘, estrelada por Jisoo Kim (integrante do popular grupo Blackpink), já estão disponíveis no catálogo do Star+.
Na trama, uma jovem cuida de um ferido inimigo político após sua fuga de uma prisão – o que acaba criando uma profunda conexão entre os dois.
A trama se passa em 1987 e acompanha o misterioso Im Soo-ho (Jung Hae-in). Um dia, ele aparece todo ensanguentado em um vestiário feminino e é encontrado por Eun Young-ho (Kim Ji-soo). Mesmo apavorada com a situação, Eun decide ajudar o rapaz e escondê-lo. Ela, então, busca descobrir sobre seu passado e o que aconteceu para que chegasse até ali. Aos poucos, os dois criam uma forte conexão e desenvolvem um relacionamento romântico.
Apesar de Matt Reeves afirmar que não há um ‘corte do diretor’ de ‘Batman‘, parece que diversas cenas do longa foram deletadas.
E, em entrevista para o Tech Radar, o cineasta comentou sobre uma misteriosa cena envolvendo o ator Barry Keoghan (‘Eternos’).
“Houve cenas que eu realmente gostei, mas precisaram ser deletadas. Uma dessas cenas é com o ‘Prisioneiro Oculto do Arkham’, que aparece no final do filme no Asilo Arkham com o Charada. Barry [Keoghan] está nessa cena. É uma cena muito legal, e tenho certeza que lançaremos depois que o filme sair, porque é uma cena muito, muito legal.”
A partir de agora, deve ser bastante óbvio que Keoghan não está interpretando um oficial da polícia, como havia sido divulgado inicialmente.
Nas últimas semanas, rumores mais ousados apontaram que o astro seria o intérprete do Coringa no filme.
Vale lembrar que foi relatado há alguns meses que o designer de próteses Mike Marino, responsável pela impressionante transformação de Colin Farrell no Pinguim, também esteve trabalhando na maquiagem deste ‘Prisioneiro Oculto do Arkham‘.
Caso a adaptação realmente traga Keoghan como o Coringa, certamente vai enlouquecer o público, já que os fãs sempre reagem com alvoroço quando um novo Coringa é anunciado.
Além disso, a presença do Palhaço do Crime no longa pode significar que uma sequência é acelerada pela produção.
O que você acha?
Com estreia marcada para 03 de março, ‘Batman’ terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.
Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.
Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.
“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”
“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”
Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).
Nos últimos anos, alguns brucutus tentaram emplacar carreira no cinema. A maioria vinha do WWE, mas apenas alguns conseguiram destaque. O caso mais famoso é o do astro Dwayne Johnson, o The Rock. Recentemente, outro que parece ter encontrado seu rumo nas telonas foi John Cena. Após mais de dez anos atuando em séries e no cinema, os últimos cinco anos marcaram uma virada em sua carreira ao encontrar um estilo de filmes no qual ele se encaixa melhor. Assim, ele chegou ao mundo dos super-heróis e deu vida ao anti-herói Pacificador, que dominou o HBO Max nesse início de ano.
Agora que a série acabou, o CinePOP separou cinco filmes com o ator para quem quiser conhecer mais do seu trabalho. Confira!
O Esquadrão Suicida (HBO Max)
O filme com uma das melhores avaliações do Universo DC acabou sendo um grande prelúdio para a série do Pacificador no HBO Max. Neste longa, um grupo de vilões é mandado para uma ilha na América do Sul para resolver um conflito fruto de um golpe de estado que pode afetar aos interesses americanos. Caso os vilões sobrevivam, eles ganham redução nas suas sentenças. Nessa equipe, somos apresentados ao Pacificador, um anti-herói que fará de tudo para conseguir a paz, incluindo matar homens, mulheres e crianças. É justamente essa dualidade conflituosa que mostra como John Cena cresceu como ator. Ele passa verdade em sua missão deturpada, além de ser muito carismático.
Adaptação de um clássico da literatura infantil, essa animação traz John Cena dando vida ao Touro Ferdinando, um touro gigantesco que se recusa a lutar ou cumprir com as expectativas de agressividade que as pessoas associam a sua espécie. Nesse papel, ele tenta colocar inocência em sua voz, também quebrando com a expectativa que as pessoas nutriam para com ele, um ator bombado que vinha de produções de ação.
Essa comédia foi uma das primeiras vezes em que John Cena abriu mão daquele papel de durão ou de ex-militar para o qual ele era sempre escalado. Nesse filme, três amigas decidem perder a virgindade na noite de formatura, mas os pais delas descobrem e decidem impedir essa tragédia. Nessa vibe meio American Pie, Cena interpreta um pai carinhoso e superprotetor. E é aí que ele rouba a cena, se tornando praticamente um nerdão emotivo com 120kg de músculos que tenta impedir que sua filhinha aproveite demais a noite.
Nem só de quebras de expectativas vive John Cena. Seus papéis padrões costumam girar em torno de militares ou outros personagens durões. Em Bumblebee, ele participa como um coronel do exército que caça o simpático robozinho amarelo, que está tentando apenas viver na Terra após ser abatido em missão contra os Decepticons. Apesar de não ter nada de extraordinário, ele faz bem esse tipo de papel e casou bem com o que a trama pedia.
Assim como em Bumblebee, Cena faz um papel “padrão” em Velozes & Furiosos 9, no qual ele interpreta o irmão foragido de Toretto (Vin Diesel). Nesse filme, ele é praticamente um super-vilão que segura carros com as mãos e todas as coisas impossíveis que a franquia adora brincar. É praticamente uma paródia dos filmes anteriores, o que rende situações hilárias e uma atuação competente do John Cena ‘herói de ação’.
Agora que o filme já foi lançado, sabemos a reposta…
Mesmo assim, boa parte do público permanece curiosa em saber o que aconteceu com a personagem.
Durante uma entrevista para o Deadline, Dunst tocou no assunto e disse que:
“Ainda há tempo [de Mary Jane aparecer no MCU]. Quero dizer, escute, ninguém me perguntou sobre nada, mas eu acho que… Esse multiverso continua indo e vindo. Eu… eu sinto que isso poderia acontecer.”
Confira:
“Kirsten Dunst conta se retornaria como Mary Jane em futuros filmes do Homem-Aranha.”
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Os novos episódios da 8ª temporada de ‘The Flash‘ estreiam em 09 de março, e a CW divulgou um belo pôster para comemorar a última semana de espera pelo que vem por aí.
Na imagem, Barry Allen (Grant Gustin) aparece vestido com o traje do herói em uma pose heróica.
Confira, junto com a sinopse e o teaser do episódio:
Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
Quando fiz minhas primeiras impressões acerca da série do Pacificador, comentei que os primeiros episódios eram “Muito James Gunn”, para o bem e para o mal. Isso porque as três primeiras partes da série traziam todos aqueles elementos que amamos nas produções do diretor, mas também tinham um vicio narrativo do James Gunn roteirista de repetir a mesma piada e insistir na repetição de certos diálogos que se estendem mais do que o necessário, o que me causou um certo incômodo. No entanto, agora que a série chegou ao fim, a impressão que ela deixa é muito mais positiva do que a inicial.
Passados os oito episódios, Gunn conseguiu pegar um elenco composto praticamente por coadjuvantes e transformá-los em protagonistas de uma história que soube ousar para revelar um lado ainda não explorado do Universo DC. Enquanto os filmes ficam nessa indefinição do que será feito nos cinemas, James Gunn teve a liberdade de trabalhar personagens que nunca seriam sequer mencionados nas telonas, trazendo histórias, heróis e vilões que não contam exatamente com um fandom como o dos principais nomes da casa.
Fora isso, ele criou novos personagens que podem passar a fazer parte dos quadrinhos, caso a DC queira aproveitá-los e deu arcos interessantes para eles. Alguns foram concluídos nesta temporada, enquanto outros ganharam pano pra serem desenvolvidos posteriormente na segunda temporada ou em outras produções.
E isso que é o mais legal dessa série. Não importa o quão secundário seja o personagem, ele vai ganhar ser tempo de tela e terá um desenvolvimento que muitas vezes personagens nos cinemas, em um filme de quase três horas, não conseguem ter.
E como não podia ser diferente, James Gunn trouxe mais uma trilha musical do cenário alternativo do rock dos anos 80 com perfeição. Apesar de algumas não dialogarem exatamente com o momento dos personagens, elas os complementam ou trazem uma nova visão para eles. E conforme os protagonistas vão se entendendo como equipe, a trilha começa a ficar mais harmônica com o momento deles, saindo do caos inicial para algo que casa melhor com as situações. Não tem jeito, James Gunn sabe como poucos escolher essas canções. É praticamente um casting a parte.
Por fim, quem sai mais em alta dessa produção, além do próprio James Gunn, que está com a moral lá em cima tanto com Marvel quanto DC, é o ator John Cena.
Ícone do WWE, quando o lutador migrou para os cinemas, não houve muita gente que botasse fé em seu trabalho como ator. Agora, há mais de uma década nas telonas, Cena parece ter encontrado seu nicho, sabendo misturar o humor com a ação e até mesmo o drama. Quem fazia muito bem isso eram os brucutus dos anos 80, como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. No entanto, acho que vale a pena cometer essa heresia para os fãs do ex-governador da Califórnia e dizer que enxergo potencial em Cena para superá-lo como ator mais pra frente.
Já sobre aquele problema citado por mim no início, não dá para dizer que James Gunn mudou seu estilo no meio da série. No entanto, ele soube trabalhar seu vício narrativo alternando os momentos de repetição com quebras de expectativas e a inserção de novas piadas em meio às insistências nos diálogos repetitivos. Isso deixou mais divertido o roteiro e melhorou o ritmo da produção, que também contou com boas cenas de ação, principalmente para uma série de TV.
O resultado disso foi o grande sucesso do ano até aqui e uma das séries do mundo dos heróis e vilões de quadrinhos mais divertidas do momento.
Nota: 8,5.
A primeira temporada de Pacificador está disponível no HBO Max.
Christopher Nolan continua a adicionar novos membros ao elenco do seu próximo filme, Oppenheimer, que contará a história por trás do criador da bomba atômica.
De acordo com o THR, o mais novo contratado é David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’, ‘Duna’), que já trabalhou com Nolan em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, filme que marcou sua estreia como ator de cinema.
Por enquanto, ainda não há informações sobre o personagem do astro em ‘Oppenheimer’.
Lembrando que Dastmalchian se junta aos recém-chegados Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’) e David Krumholtz (‘The Deuce’).
Estrelado por Cillian Murphy(‘Peaky Blinders’), o longa começa a ser rodado ainda este mês, no Novo México.
No início da semana, foi divulgada a primeira imagem oficial da produção, destacando Murphy como o personagem titular.
Pugh interpretará Jean Tatlock, um membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Downey será Lewis Strauss, o infame presidente da Comissão de Energia Atômica que iniciou audiências que questionaram a lealdade de Oppenheimer aos Estados Unidos e que ajudou a revogar o conhecimento científico dele perante a segurança pública do país. Já Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
A Universal Pictures lança o filme nos cinemas dia 21 de julho de 2023.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
No entanto, Joe Russo, diretor de ‘Vingadores: Ultimato‘ está preocupado que o público possa ficar saturado com o excesso de histórias sobre o Multiverso.
“O grande problema da agenda corporativa é: você gosta de sorvete de chocolate? Bem, então toma aqui sorvete de chocolate com granulado, toma aqui sorvete de chocolate com calda de chocolate. O trabalho deles é ligar a impressora de dinheiro. Não sei se quero assistir coisas repetitivas.”
Mesmo assim, ele disse que espera ser surpreendido.
“Então, sim, muito de uma coisa é uma coisa ruim, mas acho que há criadores e inovadores suficientes no espaço onde você pode esperar ser surpreendido. Eu estou no lugar do público desta vez.”
E aí, você concorda com ele?
Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ estreia nos cinemas nacionais em 05 de maio de 2022.
Há algumas semanas, a MarvelStudios divulgou uma nova sinopse, revelando mais detalhes da trama.
Confira:
Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
O insider KC Walsh também compartilhou no Twitter um rumor apontando que a narrativa terá diversas mortes.
“‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ terá uma contagem impressionante de mortes – e vai usar suas variantes para um bem maior. Amo o que estou ouvindo”, ele escreveu.
Desde a última quinta-feira (24), o mundo entrou em choque depois que o presidente da Rússia, Vladirmir Putin, deu início a uma guerra contra a Ucrânia.
E o ator e diretor Sean Penn (‘A Vida Secreta de Walter Mitty’) decidiu viajar a Kiev, capital da Ucrânica, para desenvolver um documentário que narra o conflito entre os países.
O ganhador do Oscar foi recebido pelo presidente Volodymyr Zelensky e recebeu elogios do político por sua iniciativa.
“Um ator e cineasta americano, vencedor do Oscar,Sean Penn chegou à Ucrânia. Ele veio especialmente a Kiev para registrar todos os eventos que estão acontecendo atualmente na Ucrânia e contar ao mundo a verdade sobre a invasão russa ao nosso país. Sean Penn está entre aqueles que apoiam a Ucrânia hoje. Nosso país é grato a ele por essa demonstração de coragem e honestidade”, disse o presidente através de um comunicado.
Em seu cana do YouTube, a Euro News registrou o encontro entre os dois e a peregrinação do ator pelo país, vestindo capacete e colete à prova de balas.
Confira:
Para quem não sabe, ambas as nações já vinham se desentendendo desde o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, em 1991.
No entanto, o confronto ganhou corpo quando a Ucrânica recebeu um convite dos Estados Unidos para se juntar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Depois disso, Putin reconheceu como países independentes duas áreas separatistas da Ucrânia, Donetsk e Lugansk, na tentativa de enfraquecer o território do país rival.
Em seguida, Putin enviou tropas em ‘missão de paz’ para garantir a segurança das áreas separatistas após alegar que a população russa de lá estavam sendo hostilizadas.
Ao longo da semana passada, diversos países ao redor do mundo classificaram as ações de Putin como invasão e decretaram bloqueios econômicos à Rússia, que não mostrou intenção de recuar em suas investidas.
Lembrando que o próximo trabalho de Penn é a série ‘Gaslit’, baseada no escândalo de Watergate.
O primeiro trailer oficial traz Pean irreconhecível no papel do advogado John N. Mitchell. O astro surge ao lado de Julia Robert – que dá vida à esposa do ex-procurador de justiça, Martha Mitchel.
Assista:
Confira a imagem oficial da série:
Gaslit Season 1, Episode 2 John Mitchell (Sean Penn) CR: Hilary Bronwyn Gayle/Starz
A antologia é baseada no aclamado e premiado podcast ‘Slow Burn‘, da revista Slate.
A primeira temporada gira em torno de Martha Mitchell (Roberts) e sua descoberta sobre as controvérsias acerca do caso que culminou na renúncia do presidente Richard Nixon. Sean Penn dará vida a John, marido de Martha e ex-advogado de Nixon.
Gilpin será Mo Dean, esposa de John Dean (Dan Stevens), que foi um outro advogado que auxiliou Nixon. Whigham será G. Gordon Liddy, chefe de operações dos White House Plumbers até Nixon entrar para o gabinete. Darby será Marty Mitchell, filha de Martha e John.
Leia a sinopse oficial abaixo:
‘Gaslit’ é uma releitura moderna do caso Watergate, que foca nas histórias não contadas e nos personagens esquecidos do escândalo – desde os desastres de Nixon, dos subordinados oportunistas até as trágicas denúncias que eventualmente levaram um grande império à ruína.
No início do ano, foi revelado que ‘Gigantes de Aço‘ vai ganhar uma série derivada da Disney+ produzida pelo diretorShawn Levy (‘Free Guy: Assumindo o Controle’), junto com Robert Zemeckis (‘De Volta para o Futuro’).
E, enquanto promovia seu próximo filme, ‘O Projeto Adam’, Levy conversou com o Collider e deu algumas atualizações sobre a série.
Infelizmente, ele disse que as gravações ainda vão demorar e não devem acontecer até que o roteiro ideal esteja escrito.
“Não podemos filmar este ano, mas por questões criativas. Tivemos várias reuniões de apresentação de roteiristas e estamos sondando ideias por trás da tomada. Há muitos caminhos diferentes a seguir e é um pouco assustador porque muitos desses caminhos são válidos e bem legais. Agora… Qual é o melhor?”
Ele continuou:
“Vou ter que seguir meu instinto sobre isso porque não há um árbitro objetivo sobre o certo e do errado quando se trata desta franquia. Acho que, assim que escolhemos nosso roteirista, já é um outro processo, que envolve novas ideias e sugestões. Mas, definitivamente, estamos fazendo um bom progresso agora. O importante é que o projeto já decolou.”
Lançado em 2011, ‘Gigantes de Aço‘ trouxe Hugh Jackman como um treinador de robôs lutadores numa aventura dramática que conquistou o público.
No entanto, ainda não está claro se o programa irá seguir os eventos do filme original ou se terá uma nova abordagem com novos personagens.
Por conta disso, os fãs se perguntam se o astro deve fazer parte da atração.
Por outro lado, Levy revelou ao Inverse que conversou com Jackman sobre uma possível sequência do filme.
O cineasta disse que se animou com o projeto desde que o original foi adicionado àNetflix e vem registrando bons números de audiência desde então.
“Uma sequência é algo que está na minha mente e nas conversas ultimamente. Talvez por causa do fato de que, quando a Netflix começou a transmiti-lo durante a pandemia, ele se tornou um de seus títulos mais populares. Depois disso, Hugh e eu passamos a conversar bastante sobre esse amor por ‘Gigantes de Aço‘.”
Ele continuou:
“Bem, nós amamos esse filme tanto quanto o público. A sequência é um daqueles projetos que você pensa: ‘Nunca diga nunca’. Parece que o amor dos fãs não acabou. Então, quem sabe?”
Para quem não se lembra, a trama acompanha Charlie Kenton, ex-lutador de boxe frustrado após o esporte ter se tornado uma modalidade de alta tecnologia, sendo comandado por robôs altamente desenvolvidos.
Ele abandona a profissão e começa a viver de pequenas lutas com robôs feitos de restos do ferro velho. Quando sua carreira parece ter chegado ao fim, Charlie se reúne com o filho Max Kenton (Dakota Goyo) para uma última tentativa de se tornar vencedor com um robô desacreditado.
A trilha sonora completa de ‘Batman‘ foi divulgada ontem, e o diretor Matt Reeves rendeu elogios ao compositor Michael Giacchino durante uma entrevista para o Comic Book.
Inclusive, o cineasta revelou que a trilha foi a principal inspiração para ajudar Robert Pattinson a incorporar o herói mascarado.
“Adoro trabalhar com Michael Giacchino, ele é uma das minhas pessoas favoritas. Quando fui contratado para ‘Batman’, eu fui liguei para Michael sabendo que ele tem o mesmo tipo de amor e conexão com o Batman que eu. Ele estava tão empolgado me contando sobre as sinfonias que estavam brotando em sua mente e imaginando cada cena embalada pela trilha sonora.”
Reeves explicou que, na noite anterior ao primeiro teste de tela de Pattinson com a capa e o capuz, “Michael me enviou um trecho que continha o tema do Batman – ele a montou com uma orquestra – e eu fiquei impressionado! dirigi até o set, e [o produtor] Dylan Clark estava lá, e eu disse a ele: ‘Você tem que entrar no carro’. Ele se sentou no banco do passageiro e eu aumentei a música. Nós dois literalmente choramos. Ele também achou incrível.”
Ele continuou:
“Eu senti que este era um dia muito especial e predestinado, porque Robert estava prestes a vestir um dos trajes clássicos para gravar umas cenas. De repente, eu senti sentiu que estava prestes a fazer parte da história do cinema com algo que significa tanto para os fãs. Foi essa música que ajudou Robert Pattinson a se transformar no Batman.”
Depois dessa declaração, é possível dizer que Reeves nunca teve dúvidas do potencial de Giacchino, que também compôs trilhas para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, ‘Lost’, ‘Up- Altas Aventuras’ e ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘.
Lembrando que que a trilha sonora de ‘Batman‘ está disponível no YouTube.
Confira o anúncio, junto com os títulos de cada faixa:
“Aumente o volume – a trilha sonora de ‘Batman‘, composta pelo incrível @m_giacchino acabou de sair!”
Can’t Fight City Halloween Mayoral Ducting It’s Raining Vengeance Don’t Be Voyeur With Me Crossing The Feline Gannika Girl Moving In For The Gil Funeral And Far Between Collar ID Escaped Crusader Penguin Of Guilt Highway To The Anger Zone World’s Worst Translator Riddles, Riddles Everywhere Meow And You And Everyone We Know For All Your Pennyworth Are You A Kenzie Or A Can’t-zie? An Im-purr-fect Murder The Great Pumpkin Pie Hoarding School A Flood Of Terrors A Bat In The Rafters The Bat’s True Calling All’s Well That Ends Farewell
O longa estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.
Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Franquia de jogos irá ganhar uma adaptação pela Netflix
Já há algum tempo a Netflix deixou claro que possui uma estratégia de captar o máximo possível de IPs de games como produções para o seu catálogo; talvez em uma tentativa de captar o grande público consumidor insatisfeito dessa indústria ou, prevendo um eventual enfraquecimento da demanda por adaptação de quadrinho, se antever ao que pode ser a próxima “mina de ouro”.
Assim sendo a gigante do streaming já anunciou que irá adaptar nomes e franquias muito conhecidas do público gamer tais como Cuphead; Assassin ‘s Creed; Resident Evile, mais recentemente, BioShock. O anúncio do último ocorreu após a concretização de um acordo entre a empresa e a desenvolvedora Take-Two Interactive para a produção de um audiovisual sobre o game.
A escolha não é por acaso, uma vez que a desenvolvedora tem um catálogo considerável, com grandes sucessos que se venderiam só com o nome, mas a decisão caiu a favor da trilogia de ficção científica. O primeiro título de BioShockfoi lançado em 2007 para PC e Xbox 360, com um eventual lançamento para Playstation 3 também.
Em 2007 o game chegou para o público
A trama segue Jack que está a bordo de um avião, no ano de 1960, enquanto o veículo sobrevoa o oceano atlântico. Ele então pega um pouco no sono para então ser subitamente despertado pela queda iminente do avião; ele sobrevive à queda no oceano, logo percebendo que mais ninguém parecia ter repetido o feito, e ainda entre os destroços nota que perto do local da queda há um farol.
Esse é o primeiro momento de jogabilidade de fato do jogador até o momento, enquanto ele vai nadando até a pequena formação rochosa em que o farol está estabelecido. Ao adentrar procurando por ajuda ele logo se depara com um gigantesco busto de um homem adornado por uma faixa em que se lê “Sem Deuses ou Reis. Apenas Homens”.
Adentrando mais no local ele se vê diante de uma capsula de submersão; dentro dela há um rádio comunicador no qual ele logo interage com um misterioso homem chamado Atlas. A cápsula, então, se fecha e Jack é transportado abaixo do nível do solo e até mesmo do mar; submerso ele tem um vislumbre inicial do que é certamente uma grande cidade, com direito a todos os seus arranha céus, totalmente submersa.
A frase que se tornou célebre na franquia
Atlas explica que a cidade diante de Jack se chama Rapture e foi fundada por um homem conhecido como Andrew Ryan, um brilhante cientista que se cansara das disputas ideológicas e políticas do mundo, acreditando que as mesmas impediam a raça humana de alcançar seu pleno potencial. Dessa forma ele inicia a produção de Rapture, uma metrópole completamente a parte dos vícios do mundo e que seria conduzida apenas pelas maiores mentes da Terra.
No artigo “BioShock” and the Philosophy of Ayn Rand é traçado pelo autor, Anthony Perrota, um paralelo entre a figura de Andrew Ryan e da ideologia do objetivismo, conceito chave apresentado no romance A Revolta de Atlas da autora Ayn Rand.
“ A própria teologia política de Ryan é baseada no conceito filosófico de Rand do Objetivismo, o qual é construído ao redor do capitalismo, realidade, razão e interesse próprio. O objetivismo é definido como uma tendência de enfatizar o que é externo ou independente da mente, ou a crença de que certas coisas, especialmente verdades morais, existem independente do conhecimento humano ou percepção delas”.
O game utilizou muito do objetivismo para compor a ideologia que ergueu Rapture
Não à toa, a frase mencionada anteriormente resume bem o conceito fundador da cidade; um local onde não há estruturas piramidais ou reféns de temores religiosos, algo constantemente criticado em vida pela mencionada autora.
Todavia, o ponto de quebra da expectativa criada sobre o jogador é imediatamente quebrada quando Jack se dá conta que a cidade está abandonada, determinados pontos estão com iluminação inconstante; outros com a estrutura para a barragem de água danificada.
Tal apresentação é feita como um contraponto imediato ao estilo arquitetônico escolhido para Rapture, este sendo o Art Déco. Essa estética se popularizou muito ainda nos anos 20 e 30 nos Estados Unidos e Europa, sobretudo quando retratadas em filmes da época com cenários internos. Por instinto ela entrega a sensação de que envolva riqueza de alguma natureza (nesse caso o sonho utópico de Ryan) mas o fato de estar em ruínas já avisa que esse desejo virou um pesadelo.
O senso estético despertado pela Art Deco se choca com o caos da cidade
Enquanto explora o local, Jack se depara com um dos elementos mais marcantes da franquia e potencialmente presente no filme que é a substância ADAM, um composto produzido por peixes do profundo oceano que concede temporariamente habilidades especiais para o usuário. É muito pela pesquisa que se formou em volta do ADAM que Rapture foi formada.
Inclusive o consumo da substância, conforme vai sendo relatado, era comum dentre os habitantes; dessa maneira era cotidiano Rapture ser povoada por super-humanos criados pela ciência. Invariavelmente a reflexão pode pender para outra teoria bastante conhecida que é a do Übermensch (Super-Homem) proposta por Friedrich Nietzsche.
A corrente foi introduzida pelo filósofo em seu livro Assim Falou Zaratustra e, resumidamente, diz respeito a um conceito de homem superior que deve ser almejado e alcançado pela humanidade atual. Assim como o Objetivismo, o Übermensch tende a recusar a incorporação de um pensamento religioso como algo essencial para o ser humano.
A elevação das capacidades humanas ao nível seguinte é uma das fundações de Rapture
É essa a ideia que o jogador recebe assim que desbloqueia a primeira habilidade com ADAM e, conforme aprende como aquela sociedade se desintegrou quando a população se viciou em poder, vai encontrando inimigos que se tornaram incapazes de largar os dons recebidos. A franquia BioShockainda recebeu mais dois títulos, com o terceiro sendo o mais ambicioso em termos narrativos por abordar realidades alternativas.
Mesmo carregado com complexas ideologias e teses, o jogo as utiliza não como uma forma de propaganda mas inseridas em seu enredo como um aviso. É a busca de Andrew Ryan pelo ser humano perfeito que desencadeia os maiores horrores em Rapture, desde a insanidade coletiva até testes em crianças para a coleta de mais ADAM; é o pensamento objetivista que, em parte, impediu a criação de empregos civis no local, pois seus habitantes se julgavam melhores do que isso e colocou o gangster Fontaine, homem mais rico da cidade, em rota de colisão com Ryan, líder da comunidade e “Estado” para todos os efeitos.
Ainda que faltem maiores detalhes acerca da futura adaptação pela Netflix, já está evidente que o material fonte carrega conceitos filosóficos e sociais bastante densos. Se o projeto irá dar espaço para essas discussões ou optar pelo caminho seguro de se ater à ação (tal como ocorreu com Ghost in the Shell) ainda resta saber.
Obra promete continuar tradição recente do MCU de utilizar o máximo de nomes possíveis
Ao passo que foi lançado o mais recente trailer de Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura mais informações acabaram sendo divulgadas para o público, bem como as mais diversas teorias. Afinal, um filme que tem abertamente a pretensão de misturar elementos de terror com as variabilidades do multiverso tem a seu favor o fator surpresa.
Todavia essa ainda é uma adaptação de quadrinhos, portanto a priori segue as regras de precisar apresentar uma força antagonista para contrapor e colidir com o herói. Em uma produção que, como dito, vai flertar com o terror, não à toa Sam Raimifoi escolhido como diretor por seu passado com quadrinhos e horror independente, o leque de inimigos é bastante amplo.
Não só isso, mas o fato dele estar ligado à mitologia do Dr. Estranho torna as opções ainda mais variadas; o mago supremo da Marvel constantemente lida com universos além da imaginação, verdadeiros caleidoscópios infinitos e criaturas tipicamente Lovecraftianas.
Suas aventuras lidam muito com um estilo estético psicodélico
O próprio filme anterior do personagem já o havia colocado frente a frente com Dormammu, possivelmente o antagonista mais poderoso do MCU até o momento e criatura de outra dimensão, bem como tradicional rival do herói nos quadrinhos.
A produção assinada por Scott Derrickson também, desde já, ensaiou uma origem para o Barão Mordo, interpretado por Chiwetel Ejiofor, ainda que ele não tenha assumido o posto de vilão até o momento. Com o ator confirmado na escalação é certo que a sua jornada para o mal deve se acelerar, no entanto o quanto dos quadrinhos ela deve ser fiel ainda é incerto.
Mordo e Stephen compartilham de boa relação, como visto anteriormente, e o grande motivo que leva o feiticeiro a se tornar um inimigo, conforme visto em Strange Tales #111, é a preferência do Ancião por Strange em detrimento do Barão. Isso o levou não só a um caminho de antagonismo com o Mago Supremo como também de lealdade com o mencionado Dormammu.
Mordo pode abraçar a vilania em novo filme
Já em determinado trecho do mencionado trailer há uma breve, porém importante, aparição de outro inimigo: Shuma-Gorath. Este em particular é a mais pura inspiração no estilo de monstros que o autor norte americano, Howard P. Lovecraft, em suas obras de horror cósmico.
Criaturas não só gigantescas em escala mas que literalmente são divindades universais que não podem ser derrotadas ou sequer contempladas pelos humanos; a persistência de se opor a qualquer uma delas invariavelmente leva o indivíduo à mais profunda das insanidades. Um exemplo é o famoso Cthulhu apresentado no conto O Chamado de Cthulhu.
Shuma-Gorath é uma criação de Robert E. Howard, o criador de Conan, para uma história de Kull, o Conquistador. A história foi publicada pelo selo da Heroic Signature, hoje incorporada pela Funcom, o que torna a editora a detentora dos direitos do Bárbaro e dos contos do Conquistador.
A criatura multidimensional pode fazer uma aparição, mesmo que sobre outro nome
Até então a Marvel possuía um acordo para a publicação das histórias envolvendo criações de Howard, porém em 2021 foi anunciado pela Funcom a aquisição total de marcas como a do personagem mencionado, Solomon Kane e outros. Logo, a decisão implica diretamente sobre um detalhe muito importante do monstro cósmico que é a inviabilização do uso do nome em qualquer produção da Marvel Studio.
Apesar de ser um empecilho quanto à adoção de referências, que é o grande trunfo dos filmes do estúdio desde 2008, isso não inviabiliza uma participação ou aparição rápida da criatura. Somado ainda ao boato de que a própria Wanda pode abraçar um papel antagonista, de um ponto de vista geral, a partir do filme tem-se como saldo final a dúvida de quem irá se opor ao Dr. Estranho.
Ainda é incerto o papel futuro da Feiticeira Escarlate
A Feiticeira Escarlate, num panorama pós Wandavision, já possui apresentado para o público da minissérie a ideia que ela é um indivíduo emocionalmente instável e que pode trilhar um caminho perigoso. Esse inclusive é uma posição que o programa do Disney Plus precisou acelerar bastante para tornar a versão do MCU próxima da contraparte dos quadrinhos, a mesma que se fez famosa por começar a saga da Dinastia M.
Todas as opções apresentadas indicam boas escolhas de vilões para o longa, isso excluindo as contrapartes malignas no multiverso do próprio protagonista. Tanto Mordo quanto Wanda tiveram caminhos construídos que vão levá-los para algum tipo de ressentimento, ainda que o primeiro é, canonicamente falando, certo de pender para o mal, a segunda ainda tem seu destino em aberto; recebendo uma definição em Multiverso da Loucura.
Projeto abandonado entregaria um dos encontros mais insanos do cinema
Logo após o lançamento de Anjos da Lei 2 foi ventilada a notícia de que a dupla de diretores Phil Lord e Chris Miller estaria planejando um crossover entre a franquia estrelada por Channing Tatum\Jonah Hill e as produções de Homens de Preto lideradas por Will Smithe Tommy Lee Jones.
Oficialmente, a ideia nunca chegou a ser posta em prática ou confirmada por qualquer uma das estrelas mencionadas anteriormente. Foi só em tempos recentes, durante uma participação no podcast Happy Sad Confused, que os cineastas concederam maiores detalhes sobre como seria a execução do projeto que jamais viu a luz do dia.
Ainda assim, o conceito inicial, por si só, já era completamente inusitado; o que não anula o principal objetivo de todo crossover, que é propor uma dinâmica incomum a duas franquias diferentes e entregar algo novo para os personagens da mesma. Certamente este não é o primeiro conceito de crossover incomum que já foi ventilado em Hollywood; dessa maneira seguem cinco exemplos de encontros que por mais que fossem estranhos viram a luz do dia.
5) Power Rangers e Tartarugas Ninjas
Indiscutivelmente um dos mais clássicos da lista, principalmente por envolver duas propriedades muito íntimas da geração dos anos 90. O encontro em questão ocorreu durante o episódio Shell Shocked, transmitido em fevereiro de 1998. O acontecimento se deu durante a geração Power Rangers in Space.
Um encontro emblemático
Na ocasião, a vilão Astroneta utiliza seus poderes para manipular a mente das Tartarugas Ninja, de modo que eles possam derrotar seus inimigos. O transe só termina quando as Tartarugas são atingidas por uma tempestade elétrica espacial, fazendo com que eles voltem a si e os Rangers possam leva-las de volta para a Terra.
4) Abott & Costello com os monstros da Universal
Essa é bem antiga, provavelmente um dos primeiros exemplares de crossovers notáveis na história do cinema. Entre os anos 40 e 50, a dupla de comediantes Abott & Costello era uma das mais bem sucedidas quando o assunto era alcance de mídia, arrastando multidões para o rádio; televisão e, principalmente, cinema.
Área essa que foi o palco de uma série de projetos curiosos envolvendo os comediantes e a, até então, famosa franquia da Universal envolvendo monstros da literatura. O primeiro encontro se deu em 1948, durante o filme Abbott e Costello Conhecem Frankenstein; uma obra em que ambos estrelaram com Bela Lugosi (reprisando seu famoso papel de Conde Drácula).
O sucesso da comédia provou desde cedo o interesse do público por encontros inusitados de propriedades diferentes, gerando assim uma série de continuações envolvendo ambos e outros monstros famosos como o Médico & o Monstro (1953); o Homem Invisível (1951) e a Múmia (1955).
3) Monstros Clássicos da Universal
Uma das mais importantes da história do cinema e um dos casos mais antigos, em Hollywood, de uma franquia alcançando sucesso. Iniciada em 1931, com o filme Drácula (estrelado por Lugosi), a franquia seguiu um caminho bastante paciente nos anos seguintes, concedendo a cada monstro de seu plantel um filme solo.
Os filmes do monstro de Frankenstein se tonaram o “ponto de encontro” dos personagens
Isso até 1943, quando o primeiro crossover da propriedade aconteceu em Frankenstein conhece o Lobisomem; servindo assim de pontapé para encontros similares futuros como Casa de Frankensteine os mencionados filmes de Abbott & Costello. O que torna esses crossovers, em específico, tão inusitados é muito mais a inovação que eles foram do que qualquer outra coisa.
2) Freddy vs Jason
Por muito tempo este projeto esteve, de fato, considerado; inclusive com direito a uma referência na envolvendo Freddy Krueger em uma cena pós crédito de Jason vai para o Inferno, em que sua icônica luva de garra aparece saindo do chão e arrastando a máscara do assassino para dentro do solo.
Ambos sendo símbolos do movimento slasher que tomou o gênero do terror nos anos 80, a ideia de um encontro entre as franquias poderia ser considerado inevitável; naquela época. Com certo atraso a ideia saiu do papel em 2002, trazendo uma premissa em que Freddy, preso no inferno, manipula Jason a voltar à vida e, por consequente, às matanças em Elm Street.
O encontro certo no momento errado
Dessa maneira, o terror gerado faria todos se questionarem se Freddy estava de volta e, assim, ele teria força o suficiente para voltar. Como dito, a ideia foi executada muito depois do auge do slasher, quando ambos os personagens já não tinham mais a relevância de antes. Inevitavelmente a recepção ao filme foi bastante insatisfatória.
Sem dúvida nenhuma as aventuras da USS Enterprises, junto a sua tripulação, enquanto cumpre sua missão de desbravar a última fronteira, também conhecida como vastidão do espaço, é um dos grandes programas da televisão dos Estados Unidos em todos os tempos. Não só isso como também uma das propriedades de ficção científica mais importante e popular da história.
O primeiro exemplar da marca foi lançado em 1966, com o seriado Star Trekque trazia Leonard Nimoy, William Shatner principalmente nos icônicos papéis centrais do oficial Spock e Capitão Kirk respectivamente. O programa teve três temporadas e se encerrou em 1969; em seguida, ainda houve uma série animada com o mesmo elenco de personagens até que, em 1987, ela recebeu uma devida sequência live action intitulada Next Generations.
Por mais anticlimático que seja, parte desse encontro ainda arranca um sorriso dos Trekkers
Liderada pelo Capitão Jean-Luc Picard, interpretado por Patrick Stewart,a nova tripulação da Enterprise segue o mesmo objetivo da geração anterior, tendo que se adaptar a um período seguinte, no qual a dinâmica entre os planetas da Federação naturalmente mudou.
O que Star Trek Generations propõe é o encontro esperado entre o então grupo atual liderado por Picard e o antigo, liderado por Kirk, estes que recebem uma espécie de despedida definitiva. No papel, esse é um encontro completamente plausível e esperado; no entanto, o que o torna inusitado é a ausência de dois atores (por consequente personagens) essenciais que são Nimoy e DeForest Kelley, Spock e Dr. McCoy. A falta de ambos torna o filme, portanto, algo extremamente anticlimático.
Icônico game da EA receberá uma adaptação para série
Desde 2011 a IP de American McGee ‘s Alice esteve, na melhor das hipóteses, adormecida, uma vez que fora nessa época que o segundo título foi lançado e tais jogos estiveram no imaginário popular. A situação mudou quando, recentemente, foi anunciado que David Hayter (famoso dublador do personagem Naked Snake na franquia Metal Gear Solid) estará a frente de uma adaptação para seriado da saga criada por American McGee ‘s.
Até o início dos anos 2000 o desenvolvedor era bastante conhecido por ter participado da equipe responsável por jogos da saga Doome Quake, estes sendo publicados pela ID Software. Dessa maneira, não tardou para que o programador se especializasse em games com mecânicas violentas e, para a época, polêmicas.
No final dos anos 90 McGee ‘s foi demitido da ID Software, ainda durante a produção de Quake II. Seu destino acabou sendo a EA Games onde o desenvolvedor recebeu a oportunidade de liderar seu próprio projeto pela primeira vez; com ele já possuindo em mente como ele seria.
“Quake II” contou com a participação do programador
A matéria prima seriam os livros criados por Lewis Carroll em 1865, Alice no País das Maravilhas; a famosa história da menina que segue um coelho atrasado e, ao cair em um buraco, se vê em um mundo fantástico onde as leis da normalidade não se aplicam. A trama, então, se inicia após o fim da história original, com uma pequena Alice Lindell dormindo em um sono profundo.
Somente quando um grande incêndio se inicia que a jovem desperta. Desesperada, ela tenta salvar os pais mas não consegue, tendo tempo apenas de sair da casa antes do lugar ser destruído. Tomada pelo trauma, ela entra em estado catatônico enquanto permanece internada no AsiloRutledge nos anos que se seguem.
Isso até ela ser impelida pelo coelho branco a sair do coma e voltar para o País das Maravilhas, lugar este que está bem diferente da última vez. A variedade de cores e tons alegres foi substituída por tons mais escuros e ambientes industriais. Seus antigos amigos estão sendo torturados e até mesmo sua grande inimiga, a Rainha de Copas, está com visual modificado e monstruoso.
Alice consegue escapar de um terrível incêndio
American McGee ‘s Alice foi lançado originalmente para PC e tendo um eventual aporte para o Playstation 3 e Xbox 360. O mais importante, porém, foi que Alice se diferenciou na época do seu lançamento pelos temas abordados, muitos deles lidando com transtornos psicológicos e seus efeitos no indivíduo. Muito mais do que uma gameplay violento, que seria o esperado inicialmente de um dos desenvolvedores de Doom, as novas desventuras no País das Maravilhas tinham o horror psicológico como sua maior arma.
O gênero certamente fez muito sucesso nos anos 90 e início dos 2000, entretanto servindo principalmente como conceito para catapultar gameplays mais imersivas ou refinadas. Por exemplo, em 1992 o game Alone in the Dark trouxe para si uma ambientação quase Lovecraftiana para estimular a exploração do jogador por todos os cômodos da mansão, este utilizando um inovador sistema de modelagem em 3D dos cenários de fundo.
Alone in the Dark também catapultou o gênero de survival horror para dentro do imaginário dos consumidores, incentivando o que seria o período áureo do estilo no final daquela década, impulsionando sobre tudo o subgênero de “casa assombrada”. Em 1996 a Capcom descobriria o sucesso instantâneo de Resident Evile em 1999 a Konami teria em mãos o brilhante Silent Hill.
O game é extremamente importante para o horror na indústria
Apesar de cada um dos exemplares mencionados apresentar diferentes inclinações para o terror (Resident puxando mais para a ação e Silent para uma atmosfera de opressão psicológica) ambos tinham elementos de gameplay similar, principalmente no posicionamento isométrico fixo da câmera. Outro fator de conjunção compartilhado por ambos era a escassez de recursos com que o jogador dispunha para lidar com os inimigos.
Nesse contexto, a pressão exercida pela ameaça de escassez dos recursos era responsável por muita da ansiedade ao qual o jogador se submetia, facilitando a imersão completa no terror proposto. Foi somente com a virada do século que novos experimentos puderam ser conduzidos, isso graças ao avanço nas tecnologias dos computadores domésticos e consoles (principalmente aqueles produzidos por Sony e Nintendo).
Um melhor poder de processamento por parte na nova geração de videogames permitiria que as desenvolvedoras pudessem focar mais tempo em visuais aprimorados e novas formas de executar enredos mais elaborados. Alice, conforme apontado, apresentou uma gameplay em terceira pessoa com o abandono da câmera fixa adotada por Capcom e Konami, com certa inspiração nos jogos de aventura, porém tendo nas linhas de diálogo seu verdadeiro brilho.
A mobilidade da câmera foi muito importante para a funcionalidade do combate no jogo
A coragem de expor temas impensados de se trabalhar em um game, de maneira explicita, incentivou a produção de outras obras do horror com o mesmo tipo de postura. Em 2001 foi lançado Silent Hill 2, amplamente considerado o melhor da franquia e apresentando seu protagonista mais fraturado moralmente. Tal como o Jogo da EA, a produção da Konami não fugiu de temas como abuso emocional e até mesmo físico; para citar apenas alguns.
No mesmo ano também foi lançado o primeiro título da franquia Fatal Frame, essa estando muito mais alinhada com as crenças espirituais e filmes de terror do Japão e apresentando uma particularidade que é a utilização de uma câmera sombria como uma forma do protagonista se proteger dos fantasmas.
O ano de 2006 apresentaria a estreia de Rule of Rose, um conto sombrio sobre uma órfã tentando sobreviver à violência dentro de um orfanato conduzido por um exemplar muito específico de pirâmide social formado pelas outras garotas do local. Rule of Rose abraça sem hesitação temas violência entre crianças, bullying, manipulação psicológica e muito mais, seguindo a linha que os jogos de horror dos anos 2000 estavam perseguindo.
Uma experiência bastante singular do Playstation 1
Não atoa, é possível encontrar algumas semelhanças pontuais entre Alice e Rule of Rose: ambas as tramas se debruçam sobre órfãs e suas perspectivas de mundo bastante fraturadas, com as devidas proporções tanto o País das Maravilhas quanto o Orfanato Rose Garden apresentam pirâmides sociais perversas cujo o topo é ocupado por um indivíduo cruel e, por último, ambas as protagonistas contam com um animal como ajudante.
Cada novo título representava um tabu que potencialmente poderia ser quebrado, o público demonstrava interesse ativo em consumir produtos com a premissa do terror que tinha em seu cenário uma extensão da psique fraturada do protagonista; quanto pior o quadro mental mas difícil são os inimigos e tenso é o ambiente e música.
Dessa maneira, Alice tem um papel predominante nesse curioso movimento que se estabeleceu no início do século XXI. Ainda que eventualmente o terror psicológico tenha dado espaço para exemplares focados no jump scare (podendo citar Slenderman e Five Nights at Freddy’s), que se popularizaram muito pelas transmissões em canais de stream, ele nunca deixou de ser uma opção na indústria de jogos.
O novo terror da produtora A24, intitulado ‘Lamb‘, finalmente estreou no Brasil. O filme foi lançado por aqui pelo streaming MUBI hoje, 25 de fevereiro.
Estrelado por Noomi Rapace, ‘LAMB‘ conta a história de um casal que acaba de perder a filha, María e Ingvar, e tem de lidar com um nascimento fora do comum em sua propriedade. Ada é uma criança especial, que eles decidem criar como filha deles. Mas, logo enfrentam as consequências de desafiar a vontade da natureza.
Para a crítica especializada, a produção estrelada por Noomi Rapace foi considerada uma experiência cinematográfica ousada e subversiva, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as principais críticas disponíveis no momento:
“Um filme que prova até que ponto a descrença pode ser suspensa, se você está nas mãos de um diretor, de um elenco e de um departamento de ficção científica/titeragem que realmente se compromete com a produção”. – Jessica Kiang, Variety
“A premissa de ‘Lamb’ é hilária em partes, mas Jóhannsson não está brincando”. – Eric Kohn, indieWire
“Lamb é uma experiência perturbadora, mas também uma abordagem altamente original da ansiedade de ser pai, uma história em que a natureza e a criação geram um pesadelo”. – David Rooney, Hollywood Reporter
“A maior parte do filme é forte o suficiente para satisfazer o público com um gosto por esquisitices do terror folk, mesmo que o final não seja tão vigoroso quanto se poderia imaginar”. – Wendy Ide, Screen International
“O filme então volta em sua jornada em direção à dor e tristeza inevitáveis, e todo o episódio do tio parece uma adição no meio do que poderia ter funcionado melhor como um curta-metragem”. – Elena Lazic, The Playlist
“Jóhannsson mostra grande domínio na atmosfera do filme e uma hipnótica economia narrativa que são ambos muito promissores”. – Zhuo-Ning Su, Awards Daily
A trama segue um casal sem filhos, María (Rapace) e Ingvar (Hilmir Snaer Gudnason), que mora em uma fazenda na Islândia. Na véspera de natal, eles encontram um recém-nascido que é metade humano e metade cordeiro. Querendo uma criança, o casal decide cuidar do híbrido como se fosse seu, independente das consequências. Essa perspectiva inesperada de uma nova família lhes traz muita alegria, antes de finalmente destruí-los.
“Um roteiro como esse é raro e eu senti que precisava participar,” afirmou Rapace em uma declaração oficial. “Eu nunca fiz algo assim antes e mal posso esperar para começar a filmar e voltar para a Islândia.”
A produção teve seus direitos adquiridos pela prestigiada A24, e deve ser lançada ainda em 2021.
Em uma recente entrevista à IGN, os roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna revelaram algumas ideias de bastidores que foram descartadas do elogiado e bem-sucedido ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, falando sobre certas ramificações que acompanhariam as versões do herói interpretadas por Andrew Garfield e Toby Maguire.
“Acredite em mim, nós conversamos sobre isso e tínhamos ideias para isso, sabe, modos de mostrar os efeitos – se existisse algum”, Sommers comentou. “Digo, acredite, essas são ideias ótimas”.
McKenna inclusive admitiu que quaisquer visitas ao universo aracnídeo do diretor Sam Saimi e da mini-franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha’ tiveram de ser removidas para não desviar a atenção do personagem de Tom Holland.
“Chris e eu ficamos tentados a, talvez, criar algo em que pudéssemos ver alguma coisa. ‘O que aconteceria se esse cara voltasse no passado e tal coisa tivesse mudado? Não seria divertido?’. De novo, não queríamos nos desviar da emoção que estava acontecendo com o nosso Peter Parker”, ele disse.
Na mesma entrevista, a dupla foi questionada sobre um possível furo na narrativa do corte final, visto que parte do público se perguntou sobre a evidência física deixada para trás depois do feitiço do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) apagar Peter Parker da mente de todos.
É claro que eles têm a resposta para esse suposto “deslize”, mas não podem contar nada por enquanto.
“Nós falamos sobre isso bastante”, McKenna explicou. “Não podemos divulgar muito, mas saibam que nós conversamos sobre isso. E posso dizer que responder a essas perguntas no final do filme seria muito a explicar. Então, acredito que seria um desses detalhes que criaria uma ponte muito grande para ser explicado no filme. Mas temos ideias e respostas”.
Sommers acrescenta: “nós deliberamos muito. Será algo do tipo ‘De Volta para o Futuro’? Ou as pessoas irão desaparecer das fotos? Os objetos físicos irão desaparecer? Todas essas coisas. E, como Chris disse, eventualmente, nós decidimos que levaria muito tempo para explicar tudo. Iria tirar a emoção do que aconteceu”.
McKenna completa: “acreditem em mim, nós temos respostas. Mas não acho que nós… Não temos permissão para divulgá-las. Mas temos respostas”.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
‘The Flash’ é um dos lançamentos mais aguardados da DC para os próximos meses e, agora, uma foto de bastidores da produção pode ter confirmado o grande vilão do longa-metragem.
Através do Instagram, Shane Steyn, que faz parte da equipe de dublês do filme, compartilhou uma imagem de uma camiseta que ganhou por ter feito parte da obra – e a estampa pode indicar que o principal antagonista da trama é o Flash Negro.
Para aqueles que não conhecem, o personagem criado por Grant Morrison e Mark Millar foi introduzido em 1998 nos quadrinhos The Flash vol. 2 #138, antes de aparecer oficialmente na edição #141. O Flash Negro tem um papel similar ao da Morte para aqueles que possuem o poder da supervelocidade no universo DC, fazendo com que os heróis retornem para sua fonte de poder original: a Força de Aceleração.
Com estreia marcada para 04 de novembro deste ano, ‘The Flash‘ promete uma épica aventura de viagem no tempo quando o herói decide voltar ao passado na tentativa de impedir a morte da mãe.
E a trama será marcada por um enorme conflito emocional, como revelou o diretor Andy Muschietti durante sua participação da DC FanDome.
“Como um filme de super-heróis, ‘The Flash’ é uma grande aventura de ação, mas o que realmente me atraiu para o projeto foi sua carga emocional. O conflito emocional que Barry carrega por conta de sua viagem ao passado foi muito conveniente para mim.”
Ele continuou:
“Há uma mensagem bem forte por trás disso. Eu amo tramas de viagem no tempo e todos os elementos que vem junto com essa ideia, mas o coração da história é um menino que procura sua mãe, e isso é o que me atraiu, foi o que me deu aquele empurrãozinho emocional.”
Como os fãs já sabem, Nora Allen morreu misteriosamente quando Barry era apenas uma criança, e seu pai foi acusado de assassinato.
Após anos tentando provar a inocência do pai, Barry vê a chance de corrigir a tragédia ao perceber que tem o poder de voltar no tempo.
A adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.
Recentemente, Richie Palmer, produtor de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ concedeu uma entrevista à D23 Magazine e e vem revelando diversas curiosidades sobre a sequência.
Em uma dessas declarações, ele afirmou que os fãs vão surtar quando entenderem o significado do título.
“Honramos cada definição da palavra ‘loucura’ neste filme. Por exemplo, não é apenas a loucura de como um universo alternativo pode parecer ou soar. Nós fomos mais além. O que você faz quando é confrontado por uma versão muito mais poderosa de si mesmo? Ou que tem habilidades diferentes das suas? Como isso moldaria um herói? Todas essas perguntas serão exploradas neste filme.”
Ele continuou, provocando que qualquer personagem neste filme pode ter mudanças de personalidade causadas por encontros com outras versões deles mesmos:
“Talvez Stephen conheça alguns desses caras e se pergunte: ‘Eu sou capaz de fazer o mesmo que esse cara fez ou faz? Eles são capazes do que eu sou capaz?’ Isso pode ser enlouquecedor de muitas maneiras. Ver outras versões de si mesmo tomando decisões que você não tomaria pode te modificar, para o bem ou para o mal, seja o Doutor Estranho, Wanda ou qualquer um de nossos personagens… Às vezes, os monstros mais assustadores são aqueles que habitam dentro de nós. E, com o Multiverso, talvez algumas versões nossas sejam mais monstruosas do que outras.”
E aí, essa entrevista te deixou mais curioso para conferir a trama?
Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ estreia nos cinemas nacionais em 05 de maio de 2022.
Há algumas semanas, a MarvelStudios divulgou uma nova sinopse, revelando mais detalhes da trama.
Confira:
Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
O insider KC Walsh também compartilhou no Twitter um rumor apontando que a narrativa terá diversas mortes.
“‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ terá uma contagem impressionante de mortes – e vai usar suas variantes para um bem maior. Amo o que estou ouvindo”, ele escreveu.