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Uma das cenas mais ÉPICAS de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ foi escrita mais de 10 VEZES; Saiba QUAL!

O retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ transformou as salas de cinemas de todo o mundo em verdadeiros estádios por conta da gritaria dos fãs.

E a tarefa de escrever este roteiro não foi nada fácil…

Durante uma entrevista para o IGN, os roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna revelaram que reescreveram o encontro entre os três Aranhas mais de 10 vezes.

Quando as variantes de Maguire e Garfield se encontram com o Peter de Tom Holland, foi o momento mais crucial do filme, e McKenna debateu sobre o assunto:

“Quando Tobey e Andrew são puxados para o MCU, não sabemos nada sobre o que aconteceu desde seus últimos filmes. Qual a condição deles? O que eles estavam fazendo? Qual era a mentalidade dos dois? O fim do último ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ conta com aquele belo discurso da Gwen, então tudo se tornou interessante para nós. Bem, e se o Homem-Aranha de Andrew não mantivesse a esperança? E se ele ainda estivesse se culpando pelo que houve? E então, criamos a personalidade que queríamos para ele. E daí começamos a pensar em Tobey. Foi ainda mais difícil. É claro que os atores tinham suas próprias opiniões sobre seus personagens, acho que reeescrevemos e revisamos esse encontro umas 10 vezes.”

Sommers acrescentou:

“Foi isso mesmo! A primeira cena entre os três passou por 10 revisões. Mas foi um grande trabalho cooperativo junto com Kevin Feige, Amy Pascal e Jon Watts. Quando conseguimos trazer Tobey e Andrew, sabíamos que precisávamos trabalhar no background de cada um deles, mas sem entregar tudo de uma vez. Você não pode deixar a empolgação falar muito alto.”

Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Novo SUSPENSE com Nicolas Cage estreia no Paramount+

Um novo filme do astro Nicolas Cage acaba de aterrissar no streaming do Paramount+.

Trata-se de ‘Ghostland: Terra Sem Lei‘, que conquistou 62% de aprovação no Rotten Tomatoes. No consenso geral dos críticos, o filme vai “agradar os espectadores com disposição para uma mistura delirante de gênero gonzo com uma performance explosiva de Nicolas Cage”. 

Na perigosa Samurai Town, um ladrão de bancos é retirado da cadeia para procurar a neta de um rico senhor de guerra. Correndo contra o relógio, ele terá cinco dias para achar a garota e conseguir sua redenção.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Sion Sono é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Sofia Boutella (‘Kingsman: Serviço Secreto’), Ed Skrein (‘Deadpool’), Bill Moseley (‘Os 3 Infernais’), Young Dais (‘The Outsider’) e Tak Sakaguchi (‘Re:Born’).

Artigo | ‘Ratatouille’: a obra-prima de Brad Bird e o grande banquete cinematográfico da Pixar

É um fato dizer que, dentro do ramo culinário, a perfeição dos pratos e das bebidas servidas com a harmonização de seus ingredientes e da própria paciência memorável dos chefs de selecionarem as melhores mãos para que suas habilidades sejam transcendidas a um nível inenarrável e alcance o objetivo de atiçar as camadas mais escondidas do paladar humano. E talvez esta seja a maior metáfora para a vida dos artistas, sejam eles do âmbito audiovisual, sejam do literário: saber ponderar, escolher, descartar e culminar todo o conhecimento premeditado para algo inteiramente novo ou surpreendente.

Ratatouille é, pessoalmente, a minha animação favorita de todos os tempos. E apesar de já estar inserida na segunda era dos estúdios Pixar, o qual se iniciou com ‘Carros’ em 2006, o longa-metragem resgata elementos das obras anteriores e arquiteta uma odisseia envolvendo, mais uma vez, criaturas inimagináveis e antropomorfizadas – neste caso, emergindo na figura de Remy (Patton Oswalt), um rato do campo que internaliza um dos desejos mais primitivos da raça humana para sua mente de roedor: a de ser alguém que sempre quis.

O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência.

COUVERT

GUSTEAU (left), REMY (right)

O consenso mundial de que a melhor comida do mundo é feita na França não emerge como nenhuma surpresa quando olhamos para a premissa de Ratatouille. Primeiramente, utilizar o nome de um prato camponês como brincadeira semiótica com o personagem principal da história e como ela se desenvolve ao longo de seus três atos é de uma genialidade impagável. É claro, a ideia de Brad Bird em puxar um prato rústico de meados do século XVIII para o título de sua animação é de uma sutileza incabível quando pensamos no público-alvo – as crianças. Entretanto, tal obra não se restringe apenas a uma parcela espectadora, e sim traz a capacidade expansiva dos filmes predecessores para conquistar cada vez mais pessoas.

De qualquer modo, a associação do nome com os protagonistas do filme é certeira e entra como uma das sacadas mais brilhantes do legado Pixar. Mas boas ideias não permanecem apenas no plano imaterial: elas devem tangenciar os limites entre realidade e ficção com supressões e contrações arquetípicas que revelem uma aproximação entre criaturas animalescas ou inexistentes com a própria concepção de ser humano – afinal, o cinema surgiu a partir da busca constante do homem em se expressar. Logo, por mais ínfimo que isso seja, a autoidentificação é o primeiro passo para o sucesso.

Remy não poderia ter uma entrada melhor; através de alguns segundos bizarros (pela falta de outro adjetivo significativo o suficiente), vemos a paisagem pitoresca de uma humilde casa, adornada com clarões aparentemente destoantes da calma ambiência. E de repente, o nosso herói atravessa uma janela de vidro segurando um livro de receitas e portando em seu rosto a mais clara expressão de desespero. Tal imagem é cômica, sem sombra de dúvida, mas premedita os infinitos obstáculos pelos quais ele passará até atingir o ponto máximo de seu arco.

REMY (left), LINGUINI (right)

Ratatouille já demonstra um afastamento considerável de seus “irmãos animados” por optar pela presença do narrador-personagem. Apesar da constante menção às narrativas literárias clássicas, principalmente da escola Realista e Naturalista, a ideia dessa utilização se afasta dos convencionais clichês para fornecer uma perspectiva mais intimista. E já digo de antemão que o roteiro assinado também por Bird finca-se com bastante apreço às brechas que delineia: é possível vermos uma clara transição identitária e metamorfa, por assim dizer, entre os atos do filme. Em momento algum digo que isso causa estranheza ou quebre o paralelismo narrativo – muito pelo contrário: a oscilação de focos entre personagens diferentes é notável e também indica uma imparcialidade quanto ao que realmente aconteceu. Afinal, estamos ouvindo uma história; cabe àquele quem conta fornecer a veracidade pela qual buscamos, ainda que nos apresente de uma perspectiva única.

Remy está em constante desilusão consigo mesmo e com a vida que tem. Ele é um rato, um animal considerado “sujo e imundo” pelos olhos humanos”, mas suas puras intenções o levaram por um caminho quase divino, através do qual deseja lograr de suas habilidades na cuisine. Sim, é exatamente isso: sua personalidade aventureira e em constante evolução o permitiu se afastar dos estereótipos de sua raça para encontrar uma posição humanizada em meio aos obstáculos de ser quem realmente é. Ora, quem não consegue se deliciar vendo-o preparar um cogumelo com queijo no topo de uma casa campestre, discorrendo sobre sabores e sobre a combinação mágica e perfeita dos opostos?

Falar sobre a arte de cozinhar em um filme infanto-juvenil em sua essência, principalmente quando nos lembramos dos constantes estresses que chefs, críticos gastronômicos e degustadores profissionais passam em uma vida a priori prazerosa, é um desafio a ser encarado com atenção e cautela. Discorrer sobre as funções de cada um dentro da cozinha, o embate entre o real significado do que é comida e como esta passa por um processo de decadência com o passar dos anos e com a efemeridade da construção de um simples prato, ou até mesmo as relações humanas e suas fragilidades configura-se como uma tarefa complexa, principalmente quando se pretende deixar a mensagem universal e compreensível tanto para as crianças quanto para um público mais velho.

Felizmente, ‘Ratatouille nos apresenta a estes temas-base com bastante calma e deixando que cada um leve seu tempo para ser representado. É interessante ver através dos olhos de um animal tão pequeno a grandiosa futilidade da sociedade moderna, com seus dramas diários, sua constante procura pelo equilíbrio e pela paz, e a canalização das frustrações para pequenos momentos de prazer, como o saborear de um prato de comida. Remy não se preocupa com essas coisas, mas sim com como ele pode alcançar seus sonhos sendo um forasteiro dentro de um mundo comandado por humanos. Já à prima vista podemos deduzir que ele irá precisar de ajuda – e, como não poderá contar com o apoio de uma família estruturalmente conservadora e estagnada na própria condição natural, encontra esse fator X no lugar mais improvável possível.

PLAT PRINCIPAL

O protagonista da narrativa é um “lobo solitário”, por assim dizer. Apesar de estar conectado com gerações e gerações de outros ratos, ele não se sente como um, assim como também não se sente parte do cruel mundo em que vive. E encontrar algum modo de fazer com que seu sonho se torna realidade será uma das tarefas mais difíceis a ser enfrentadas e concluídas: apesar de persistente, sua personalidade sonhadora constantemente o coloque dentro de um mundo criado para seu bel-prazer. É a partir daí que o famoso chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) passa de uma personalidade inalcançável para uma extensão da consciência do nosso herói.

Quando se sente sozinho, Gusteau se materializa, emergindo como uma versão em miniatura de si mesmo, adornado com a dólmã e o chapéu próprios dos cozinheiros e perscrutado por uma transparência fantasmagórica que apenas existe para impedir que Remy faça escolhas erradas ou se deixe levar pelos primitivos e rudimentares instintos animalescos – como a fome. Afinal, ele é um cozinheiro, e roubar comida para se satisfazer vai contra todos os princípios que jurou servir. “A comida virá. Seja paciente”, o bonachão chef diz para o rato, constantemente.

É então que a sorte começa a mudar. Como já dizia o ditado, “depois da tempestade, vem a bonança”. Não que os problemas a serem enfrentados pelo protagonista tenham encontrado um fim – afinal, se tivessem, não haveria necessidade para a história prosseguir. Mas assim que chega a Paris, a famosa cidade-luz, povoada por seus habitantes esperançosos, sonhadores e otimistas, ele se vê frente a frente com uma cena tão admirável quanto angustiante: após ser levado para o restaurante de Gusteau através de seus instintos, ele permanece observando com atenção o movimento dentro da cozinha, diferenciando o chef, o sous-chef, o chef de partie, até que seus olhos repousam na figura esquisita e desastrada de um jovem rapaz ruivo chamado Linguini (Lou Romano).

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Não é nenhuma surpresa quando os dois acabam se conectando no começo do segundo ato. À frente do Rio Sena, local onde o “garoto do lixo” deveria matar o rato que invadiu a cozinha, eles selam um pacto improvável de se ajudarem: afinal, de forma fantasiosa – assim como todos os outros filmes dos estúdios -, Linguini pareceu perceber a afeição daquele bichinho pela cozinha e como sua destreza nas artes culinárias era algo a ser reconhecido. E como ele precisa do emprego, vê uma oportunidade pretensiosa que gradativamente se transforma em uma amizade imprescindível para cada um dos desfechos subsequentes.

De que forma os dois poderiam se ajudar? Bom, partindo do preceito de que estamos internalizados em uma bolha de ficção, qualquer coisa é possível, desde que parta de semelhanças com a verdade e com o mundo que conhecemos. Acontece que Remy descobre que Linguini tem uma propensão a movimentos involuntários, regidos quando alguém puxa suas mechas de cabelo. E é a partir daí que os dois protagonizam as sequências mais divertidas e mais animadoras de todo o longa-metragem: o treino. Puxando referências, ainda que muito sutis, de outras obras audiovisuais e literárias nas quais o protagonista deve passar por longos processos de transformação para alcançar outro patamar pessoal, o rato e o humano se unem como duas engrenagens de uma maquinaria complexa para darem vida à harmonia culinária – este é dotado do porte físico; aquele, das habilidades gastronômicas. Bote tudo junto, adicione comicidade à gosto e pronto, o jantar está servido.

Esta não seria uma animação da Pixar sem os famosos e muito bem construídos antagonistas – e em Ratatouille, somos apresentados a diversas categorias: a primeira delas é a pessoal. Cada um dos personagens principais tem um conflito interno que os impede de se firmar como um estereótipo do forasteiro, o qual é desprovido de erros e fraquezas e apenas acerta o tempo todo. Sua humanização transcende até mesmo os conceitos de delineações de personalidade, invadindo os campos da psicanálise para dissertar sobre até que ponto a determinação individualista leva uma pessoa – ou, neste caso, um rato.

A segunda é a social. Como já dito, Remy tem seus problemas com o grupo comunitário em que vive, por não se portar como dita a música. Ele busca pelas transformações, mesmo que isso coloque em risco o passivo equilíbrio dentro de sua colônia. Linguini também é uma figura deslocada, sem qualquer senso para a comida, mas disposto a ajudar no que for através de sua formação altruísta, ainda que seja julgado por seus colegas de trabalho, principalmente por entrar em um período de ascensão sem quaisquer precedentes.

A terceira e mais perceptível é a exterior. Sempre presentes em narrativas infanto-juvenis, os “vilões” são peças essenciais para que as motivações dos heróis sejam pressionadas a se tornarem realidade e para que as camadas de complexidade dentro da narrativa se endossem em um arco completo que tem começo, meio e fim. Neste filme, os principais antagonistas exteriores são o chef Skinner (Ian Holm), que não aceita o surpreendente parentesco entre Gusteau e Linguini e deseja transformar o clássico restaurante do falecido empreendedor em uma franquia de comidas congeladas para atender a demanda do fast-food da sociedade parisiense. Seus ideais são corrompidos pelo oblíquo pensamento da evolução darwiniana e pela sobrevivência daquele que melhor se adapta – ora, ele nem mesmo acredita na premissa “qualquer um pode cozinhar”, principal epíteto de Gusteau.

O outro personagem vilanescos é o medonho e assustador Anton Ego (Peter O’Toole), que talvez seja a criação audiovisual mais contraditória de todos os tempos. Ele foi um dos principais responsáveis pela morte prematura do chef que empresta o nome ao restaurante, ao escrever uma crítica devastadora sobre a falsa originalidade de seus pratos e sobre como ele e suas crenças representavam a decadência da boa culinária.

Sua caracterização é digna de releitura dos clássicos do terror do início do cinema, mais precisamente do longa ‘Nosferatu’ (1922), um dos grandes ícones do expressionismo alemão. Não é necessária muita atenção e análise para vermos que os dois personagens são praticamente idênticos: Ego tem um corpanzil esquálido e esticado, com a pele tão branca quanto a neve, e profundas bolsas arroxeadas envolvendo os olhos semicerrados. Ele também é corcunda e fala com uma profundeza digna dos solilóquios de outro personagem também muito conhecido, Drácula. Até mesmo o lugar onde vive busca inspiração em obras de suspense: a construção de sua sala de estar é imponente e relembra a forma agourenta de um caixão.

Mas onde há vilania, há ajuda. E a presença do guardião e do conselheiro vem como Colette (Janeane Garofalo). Ela é a única presença feminina na cozinha do Gusteau e prova suas habilidades e sua responsabilidade a cada sequência em que protagoniza, tornando-se responsável por ensinar Linguini – e até mesmo Remy – as técnicas que aprendeu para fazer jus ao nome do restaurante em que trabalham. Sua personalidade afrontosa e forte traz à tona alguns defeitos, como o temperamento explosivo e o fato de confiar demais em que lhe deixa ensinar alguma coisa, ainda que seja o básico. A priori, percebemos um certo refreamento no tocante aos sentimentos que nutre pelo jovem desastrado que acabou de chegar ao Gusteau’s: ele é uma ameaça em potencial para a reputação que construiu depois de tantos anos de duro trabalho, mas logo percebe que ele deseja aprender, assim como o pequenino rato. Aliás, é interessante notarmos como duas personalidades tão distintas – a utópica sonhadora de Remy e a voraz realista de Colette – entram em conflito e trazem um dinamismo extremamente agradável ao longa.

DESSERT, S’IL VOUS PLAÎT

Ratatouille é o ponto de perfeição tão buscado pelos chefs audiovisuais por todo o mundo – e aqui faço menção obviamente à direção certeira de Bird e, talvez com mais ovação, à incrível trilha sonora composta por Michael Giacchino.

A jornada de Remy é uma dança. Desde os momentos iniciais, a câmera desliza sorrateiramente através das literalmente pequenas perspectivas do protagonista para fornecer uma grandiloquência para a incrível ambiência idealizada para o filme. A atemporalidade é justificada com os planos sequências que deslizam através de fechaduras, de canos quebrados e da própria estrutura urbana de Paris, pela qual o nosso amável rato desliza com tanta fluidez.

Optar por afastar-se da oposição clara entre plongées e contra-plongées vista em animações predecessoras, como ‘Toy Story 2’, entra como uma técnica muito bem-vinda, principalmente por valorizar a transparência entre o mundo dos humanos e o dos roedores. A saturação da montagem clássica é deixada de lado para fornecer uma agradável sensação de evolução narrativa através de planos escolhidos para fortalecer uma determinada atmosfera e de cortes rápidos que indicam, por exemplo, os momentos de tensão dentro da cozinha ou a revelação de segredos ocultos pelo tempo.

EMILE

O ápice vem com os momentos que simbolizam o tema principal do filme: a hora das refeições. Um dos momentos mais belos de toda o legado Pixar talvez seja o momento em que Remy finalmente tem a oportunidade de demonstrar suas habilidades culinárias ao salvar uma sopa praticamente destruída por Linguini. A própria concepção desta sequência segue o gradativo crescendo de óperas e ballets seculares, como ‘O Lago dos Cisnes’, fornecendo a suavidade e a fluidez necessárias para que nada pareça artificial ou fictício. Somos transportados para dentro da tela e perscrutamos o minucioso trabalho do rato, observando os ingredientes que usa, suas técnicas de cozinha; nós nos tornamos os próprios críticos gastronômicos sem nos darmos conta disso.

E é claro que essa maestria não existiria sem a música. Giacchino puxa elementos de décadas diferentes para orquestrar uma trilha tão emocionante quanto o filme pede para ser. A presença de sanfonas harmoniza com a simples, mas bem delineada composição com violinos, violoncelos e a melodia dramática do órgão. A cultura francesa existe não apenas no âmbito visual, mas ao expandir-se para a constante semiótica sensorial dos instrumentos. Temos, em um mesmo frame, o jazz da década de 1920 e o folk de meados dos anos 1950, enquanto exploramos a delicada finésse dos anos quarenta com a emergência de um ritmo mais frenético para a monotonia da sociedade parisiense.

Tudo culmina para os arcos de redenção dos personagens que considerávamos antagônicos, até mesmo a necessidade de autoafirmação de Remy. Sem qualquer sombra de dúvida, Ego é aquele que resume de forma literária e quase antropológica o que precisava ser verbalizado. No final do terceiro ato, após descobrir o segredo do restaurante que sempre ousou enfrentar, ele discorre sobre o trabalho do crítico, dizendo que a singularidade daqueles que nos impressionam é exatamente o que Gusteau defendia: nem todos podem se tornar um grande artista, mas uma grande obra de arte pode vir de qualquer lugar. Tal monólogo inclusive entra como uma autorreflexão para o trabalho que tentamos fazer aqui: analisar um filme é algo prazeroso, principalmente se temos críticas negativas a fazer. Entretanto, arriscar-se no novo é defender algo que não esperávamos, como uma humilde construção narrativa que consegue extrair a essência de quem nós mesmos somos.

LE FESTIN

Ratatouille é um grandioso banquete que surpreende por suas escolhas narrativas, estéticas e até mesmo por tratar de um assunto considerado batido, mas que martela a mais equilibrada pessoa. Como perseguir um sonho se você é constantemente atacado por aqueles que o cercam?

Como disse no início do texto, este é meu filme favorito dos estúdios, por nos relembrar de como a sutileza da arte e a atemporalidade daquilo que é criado é o suficiente para dar forças para o mais desesperado dos homens continuar em frente. A animação conversa com o público nos mais diferenciados níveis e tem a capacidade de tocar, com uma diversificação notável, o coração do público. E, citando uma das passagens do solilóquio de Ego, “estarei voltando ao Gusteau’s em breve, faminto por mais”.

‘Warcraft’: Considerada a MAIOR produção (e fracasso) dos games, adaptação surpreende na Netflix

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ definitivamente fracassou, especialmente nos Estados Unidos quando obteve apenas US$ 47 milhões nas bilheterias, sendo foi “salvo” de um desastre total por um feito incrível na China, onde arrecadou US$ 225 milhões.

A ideia era claramente transformar o projeto numa franquia, mas, depois da péssima recepção local, o filme foi descartado e o talentoso diretor Ducan Jones (‘Lunar‘) ficou na geladeira durante anos.

Por outro lado, o Rotten Tomatoes evidencia algo curioso, já que na avaliação dos fãs o filme atingiu a pontuação de 76%, diferente dos 28% cravado pela crítica mundial. Porém, como o filme não deu dinheiro, os produtores de Hollywood não tem a mínima intenção de trazer a franquia de volta.

Dito isto, ‘Warcraft‘ voltou à vida quando aportou na Netflix neste fim de semana, com o FlixPatrol revelando que a decepção comercial da Universal ainda possui muitos fãs, a ponto de conquistar ótimas colocações no Top 10 em vários países, o suficiente para vê-lo na lista mundial dos mais assistidos da plataforma atualmente.

A adaptação Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos’, baseada na aclamada franquia de games ‘World of Warcraft, está disponível na Netflix.

O título foi lançado dia 16 de fevereiro, na plataforma de streaming.

A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.

Relembre o trailer:

Dirigido por Duncan Jones em 2016, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ faturou US$ 439 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 160 milhões. 

No entanto, a adaptação acumulou míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Travis FimmelPaula PattonBen FosterDominic CooperToby KebbellBen SchnetzerRobert KazinskyClancy Brown e Daniel Wu fizeram parte do elenco.

‘Peacemaker’: James Gunn revela se Henry Cavill e Gal Gadot foram convidados para o episódio final da série

Os fãs da série ‘Peacemaker‘ foram surpreendidos com a participação especial de alguns membros da ‘Liga da Justiça‘ no último episódio da primeira temporada.

Quando Christopher Smith (John Cena) e sua equipe conseguem derrotar as borboletas alienígenas, eles dão de cara com o Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman e Flash, que aparecem em silhuetas, a princípio.

Infelizmente, o Batman e o Ciborgue ficaram ausentes da cena.

E apenas Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (Flash) tiveram diálogos… Já o Superman e a Mulher-Maravilha tiveram seus rostos cobertos pelas sombras da noite.

Em entrevista para a Variety, Gunn foi questionado se Herny Cavill e Gald Gadot, intérpretes dos heróis, foram convidados para a série.

No entanto, o cineasta admitiu que não.

“Não. Eu realmente acho que não. Inclusive, eu só tinha pensando em Jason, mas o Flash também teve seu momento porque eu descobri que Ezra estava muito interessado em fazer isso.”

Quanto ao motivo pela ausência do Batman e do Ciborgue, o cineasta fez mistério:

“Sabe, não sei o que posso dizer. Há razões para isso, mas eu estou realmente incerto se posso dizer quais são essas razões. Pode ter a ver com coisas futuras.”

E, apesar de rápida, a cena foi marcante o bastante para levar os fãs à loucura.

Nas redes sociais, os usuários estão publicando mensagens de entusiasmo com a presença da equipe, provando que os personagens ainda são muito amados, mesmo após o fiasco do filme lançado em 2017.

Além disso, a presença do Superman fez renascer a esperança de vermos Henry Cavill reprisar o papel em algum momento.

Confira as reações:

Lembrando que a HBO MAX confirmou a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, com o o retorno de James Gunn como roteirista e diretor.

Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, disse:

“O brilho de James Gunn mais uma vez reluz com Peacemaker. Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade sob essa equipe de desajustados que vivem em um mundo sobre-humano. Como a primeira série original da DC a ter sua estreia na HBO Max, estamos emocionados que os espectadores concordaram em dar uma chance para mais”, afirmou.

Confira o anúncio:

No Rotten Tomatoes, a obra abriu com 92% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 12 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” –

Confira a abertura da série:

 

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

HBO CONFIRMA a 4ª temporada de ‘True Detective’

Já se passaram quase três anos desde que a 3ª temporada de ‘True Detective‘ foi lançada e os fãs continuam esperançosos pelo desenvolvimento de novos episódios.

Exibida pela HBO, a série entrou em pausa desde que o criador Nic Pizzolatto se desligou do projeto por divergências criativas.

No entanto, Casey Bloys, presidente de programação da HBO, disse ao The Hollywood Reporter que a 4ª temporada já está em desenvolvimento.

“Não podíamos nos precipitar, mas acho que já é seguro dizer que estamos desenvolvendo várias ideias para novos episódios de ‘True Detective. Fiquem ligados.”

Infelizmente, ele não deu mais nenhum detalhe, mas considerando a declaração, é possível presumir que os roteiros já estejam sendo escritos.

Ou pelo menos os rascunhos.

No ano passado, Bloys já havia dito ao Deadline que a emissora estava à procura de roteiristas para dar continuidade à série.

“É seguro dizer que nós estamos trabalhando com alguns roteiristas para encontrar o tom e a direção certa. Esse universo definitivamente pode ser muito interessante e eu acho que seria incrível com uma nova voz.”

Ele continua, “Nós iremos nos guiar pela qualidade, então estamos buscando roteiros de alta qualidade. Não iremos fazer algo apenas por fazer.”

A 1ª temporada de ‘True Detective‘ estreou em 2014 e foi estrelada por Matthew McConaughey, Woody Harrelson, Michelle Monaghan, Michael Potts e Tory Kittles e acompoanha uma dupla de detetives da Polícia Estadual da Louisiana em busca de um serial killer procurado há 17 anos por crimes ligados a práticas de ocultismo.

A 2ª foi lançada em 2015 e trouxe Colin Farrell, Rachel McAdams, Taylor Kitsch, Kelly Reilly e Vince Vaughn e conta a história de três detetives da Califórnia que investigavam uma série de crimes supostamente conectados ao assassinato de um político corrupto.

Já a 3ª estreou em 2019 e trouxe Mahershala Ali, Carmen Ejogo, Stephen Dorff, Scoot McNairy e Ray Fisher. Ambientada em Ozarks, a trama acontece ao longo de três períodos de tempo em que uma dupla de detetives de Arkansas investiga um crime envolvendo duas crianças desaparecidas.

‘Tom Swift’: Série derivada de ‘Nancy Drew’ escala atrizes de ‘Riverdale’ e ‘Supergirl’ ao elenco

Nancy Drew -- "The Celestial Visitor" -- Image Number: NCD215e_0291r.jpg -- Pictured (L-R): Tian Richards as Tom Swift and Kennedy McMann as Nancy -- Photo: Shane Harvey/The CW -- © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

‘Nancy Drew’ é um dos recentes sucessos da emissora The CW e vai ganhar um spin-off intitulado ‘Tom Swift’. Agora, o canal anunciou que escalou mais dois membros ao elenco principal (via ComicBook.com).

As informações indicam que April Parker Jones (intérprete de Lauren Haley na 2ª temporada de Supergirl) e Ashleigh Murray (que fez aparições em RiverdaleKaty Keene) farão parte da série derivada.

Elas se juntam ao previamente confirmado Tian Richards, que reprisa seu papel como o personagem titular.

Jones dará vida a Lorraine Swift, mãe de Tom. Ela é descrita como uma “estreante real”, com um coração generoso. Seu relacionamento com Tom é bem íntimo e amoroso, até que as consequências do desaparecimento do pai começam a criar um abismo entre eles. Murray, por sua vez, será Zenzi Fullerton, uma jovem eficiente e efervescente, mas que não é tola. Zenzi é amiga de Tom desde que eram crianças e o considera como família, visto que é uma das poucas pessoas que conseguem lidar com ele.

Marquise Vilson (‘Blindspot’) e Albert Mwangi (‘Bump’) também fazem parte do elenco.

A produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, ​​após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.

‘Tom Swift’ foi co-criada por Melinda Hsu TaylorNoga LandauCameron Johnson. Taylor e Landau assinam o roteiro.

‘Batman’: Vídeo dos bastidores destaca as cenas de luta da adaptação; Assista!

Um usuário do Twitter divulgou um vídeo dos bastidores de ‘Batman‘, no qual Robert Pattinson fala sobre o treinamento para as cenas de luta.

O vídeo destaca a luta do Homem-Morcego contra a Mulher-Gato (Zoe Kravitz) e contra criminosos em uma boate.

Além disso, também há alguns segundos de cenas inéditas.

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Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de março.

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘RuPaul’s Drag Race’: Assista ao divertido desafio de atuação do episódio 14×07!

WoW divulgou um novo vídeo promocional do sétimo episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, compilando o divertido e inesperado desafio de atuação intitulado “The Daytona Wind”.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 25 de fevereiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.

‘Kung Fu’: 2ª temporada ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

The CW divulgou o cartaz oficial da 2ª temporada de ‘Kung Fu’, trazendo a protagonista Nicky Shen (Olivia Liang) pronta para a luta.

Confira:

O episódio de estreia do novo ciclo, “Year of the Tiger: Part 1”, será exibido no dia 09 de março.

Na trama, “com o Ano Lunar chegando, uma Nicky mais confiante e racional se vê em um ótimo momento em sua relação com Henry e a família. Entretanto, quando uma invasão na residência Shen a deixa abalada, ela, com a ajuda de Evan, começa a suspeitar de que Russell Tan pode estar envolvido. Enquanto isso, à medida que Mei-Li e Jin se preparam para o Ano Novo em Harmony Dumplins, Althea começa a questionar se ela tomou a decisão certa ao re-entrar para a força de trabalho. Por fim, um visitante inesperado no jantar de Véspera de Ano Novo dos Shen abala a família”.

O capítulo foi dirigido por Joe Menendez e escrito por Christin M. KimRobert Berens.

Relembre o trailer oficial:

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na HBO Max.

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

‘Halo’: Adaptação da Paramount+ ganha três novos cartazes OFICIAIS; Confira!

A Paramount+ divulgou recentemente três novos cartazes individuais de Halo, adaptação estrelada por Pablo Schreiber.

Os pôsteres dão destaque a Kwan (Yerin Ha), Soren (Bokeem Woodbine) e a Halsey (Natasha McElhone).

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada. O ciclo de estreia, por sua vez, tem estreia agendada para o dia 24 de março.

Assista ao trailer oficial:

Halo‘ se passará no mesmo universo em que surgiu em 2001, com o lançamento deste primeiro jogo homônimo para Xbox. Dramatizando um conflito épico do século XXVI, entre a humanidade e uma ameaça alienígena conhecido como Pacto, a série HALO vai tecer histórias pessoais profundamente desenhadas com ação, aventura e uma visão do futuro ricamente apresentada.

A série é estrelada por Schreiber (American Gods) como o Master Chief John-117, Natascha McElhone (Californication) como Dra. Halsey, a criadora brilhante, confrontadora e incompreensível dos super soldados espartanos e Jen Taylor (Halo Game Series, RWBY) como Cortana, a IA mais avançada da história da humanidade e potencialmente a chave para a sobrevivência da raça humana.

Outras estrelas incluem Bokeem Woodbine (Fargo), Shabana Azmi (Fuego), Natasha Culzac (The Witcher), Olive Grey (investigações da meia-lua), Yerin Ha (Reef Break), Bentley Kalu (Avengers: Age of Ultro), Kate Kennedy (Catastrophe), Charlie Murphy (Peaky Blinders) e Danny Sapani (Penny Dreadful).

Halo reinventou a maneira como as pessoas pensam sobre videogames e se tornou um fenômeno do entretenimento global, tendo vendido mais de 82 milhões de cópias em todo o mundo e arrecadando mais de 6 bilhões em receita total de vendas.

Sarah Yarkin e Elsie Fisher revelam como foi feita a cena da batalha final do novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’; Confira!

O terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ chegou recentemente à Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming se juntou a Sarah Yarkin (Melody) e Elsie Fisher (Lila) para destrinchar a cena da batalha final no longa-metragem.

Confira:

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, produz a nova versão.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Alvarez explicou essa nova visão do Leatherface para a EW:

“É basicamente o mesmo personagem, que ainda está vivo. Nossa opinião é que esse cara provavelmente desapareceu depois de tudo o que fez. Sabe, como você pega um cara que tem uma máscara? Uma vez que ele remove a máscara e foge, é muito fácil para ele se esconder em algum lugar. Essa história vai pegá-lo muitos e muitos anos depois da história original. Ele está escondido há muito, muito tempo, tentando ser uma boa pessoa.”

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface. David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

David Blue Garcia assina a direção.

‘Euphoria’: Último episódio da 2ª temporada ganha teaser OFICIAL; Confira!

A HBO divulgou a promo oficial do oitavo e último episódio da 2ª temporada de ‘Euphoria‘, intitulado “All My Life, My Heart Has Yearned for a Thing I Cannot Name”.

O capítulo vai ao ar no dia 27 de fevereiro.

Confira:

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Cinderela’ LIDERA votação dos fãs de Melhor Filme do Ano no Oscar, afirma site

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas‘ achou que geraria engajamento ao criar duas categorias para que os internautas pudessem votar nas categorias Melhor Filme e a Melhor Cena do Ano pelo Twitter, mas o tiro pode ter saído pela culatra.

Após eles terem VETADO Liga da Justiça‘ de concorrer na categoria por medo da tag #RestoreTheSnyderVerse roubar a atenção do evento, eles estão enfrentado outro “problema”.

Os fãs da cantora e atriz Camila Cabello provaram sua devoção e colocaram Cinderela‘, reimaginação do clássico conto de fadas da Amazon Prime Video, no 1º lugar na categoria Melhor Filme pelos fãs.

O Deadline revelou que o longa tem sido muito votado na votação de Melhor Filme pelos fãs e atualmente lidera o ranking.

Os cinéfilos poderão votar no Melhor Filme e a Melhor Cena do Ano pelo Twitter, utilizando as hashtahs #OscarFanFavorite e #OscarsCheerMoment.

A votação vai até o dia 3 de março, e o resultado será reconhecido durante a transmissão da cerimônia oficial, que está marcada para 27 de março de 2022.

Segundo o site, ‘Cinderela‘ “dominou a votação” e lidera a disputa.

Apesar dos votos, o filme não foi bem recebido pelos críticos e amargou 45% de aprovação, com nota 4.50/10 baseada em 20 reviews. Os especialistas pontuaram falhas no roteiro, na atuação e até mesmo nas músicas originais, apesar de terem elogiado o tom humorístico do longa.

Assista a crítica:

 

O filme já está disponível no catálogo.

Confira os principais comentários abaixo:

“Um roteiro irritante arruina a magia da amada história” – Empire Magazine.

“No final, tudo o que diferencia este Cinderela dos predecessores é um apetite voraz pelo capitalismo” – Independent (UK).

“[O filme] perde toda a magia e a química que tornou o remake com Lily James tão forte” – Paul’s Trip to the Movies.

“É necessário haver mais para modernizar um clássico além do girl power” – WhatToWatch.

“Uma diversão inofensiva para um público específico” – Deadline.

Cinderela é um clássico que todos conhecemos e amamos, mas desta vez com um toque moderno e único e estrelado pela sensacional Camila Cabello e um elenco de estrelas. O produtor James Corden e a equipe de filmagem pegaram este amado conto de fadas e o reformularam com uma perspectiva nova e empoderada que vai ressoar com o público e famílias em todo o mundo. Não poderíamos estar mais animados com os nossos clientes globais para cantar e dançar junto com a reimaginação do diretor Kay Cannon desta história clássica”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios.

Cinderela é uma nova e ousada abordagem musical da história tradicional com a qual o público cresceu. Nossa heroína (Cabello) é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o mundo permite, mas com a ajuda de seu Fab G (Porter) ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos.

Escrita para as telas e dirigida por Kay Cannon, com covers de canções escritas por alguns dos artistas musicais mais vendidos de todos os tempos, ‘Cinderela‘ tem um elenco de estrelas que inclui Idina Menzel, Minnie Driver, Nicholas Galitzine, com Billy Porter e Pierce Brosnan.

Os produtores são James Corden, Leo Pearlman, Jonathan Kadin e Shannon McIntosh.

Lista de elenco de ‘Batman’ pode ter revelado o novo intérprete do Coringa

Desde que Barry Keoghan (‘Eternos’) foi adicionado ao elenco de ‘Batman‘, começaram a circular diversos rumores sobre quem seria o seu personagem.

Por um tempo, foi dito que ele daria vida a um parceiro do Comissário Gordon (Jeffrey Wright), mas rumores mais ousados apontavam que o astro seria o intérprete do Coringa no filme de Matt Reeves.

E parece que as teorias estão cada vez mais próximas da verdade, já que o o personagem de Keoghan foi creditado como ‘PrisioneiRo Oculto do Arkham‘.

A informação foi revelada por um fan page do Twitter dedicada a novidades sobre o filme.

Confira:

“Aqui está a lista de crédito oficial de ‘Batman’. Barry Keoghan é creditado como ‘Prisioneiro Oculto do Arkham‘. Cara, eu me pergunto quem poderia ser…🤡”

Vale lembrar que foi relatado há alguns meses que o designer de próteses Mike Marino, responsável pela impressionante transformação de Colin Farrell no Pinguim, também esteve trabalhando na maquiagem deste ‘Prisioneiro Oculto do Arkham‘.

Caso a adaptação realmente traga Keoghan como o Coringa, certamente vai enlouquecer o público, já que os fãs sempre reagem com alvoroço quando um novo Coringa é anunciado.

Além disso, a presença do Palhaço do Crime no longa pode significar que uma sequência é acelerada pela produção.

O que você acha?

Com estreia marcada para 03 de março, ‘Batman’ terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Army of the Dead 2’: Confira o título oficial da sequência do filme de Zack Snyder

Em entrevista ao Inverse, o diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’) divulgou que o título oficial da sequência de ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘ será ‘Planet of the Dead‘ (Planeta dos Mortos, em tradução livre).

Além disso, o cineasta revelou detalhes sobre a trama do próximo filme, indicando o retorno de um personagem que todos nós acreditávamos estar morto.

“A aventura de verdade seria ver o que aconteceu com o Dieter depois que ele fecha a porta do cofre. Ele foi morto pelo Zeus ou não? O que aconteceu? Não vemos o personagem morrer, e há algum tempo restante [até o bombardeio]. Não direi o que irá acontecer em ‘Army of the Dead 2’, intitulado ‘Planet of the Dead’, mas posso dizer que há uma boa chance do Dieter ter sobrevivido.”

Ele completa, “E há uma boa chance que esse encontro próximo da morte tenha causado o personagem a querer encontrar uma emprisionada Gwendoline [personagem da Nathalie Emmanuel, do spin-off ‘Exército de Ladrões’].”

Parece que a sequência trará uma epidemia GLOBAL de zumbis, além de estar diretamente conectada com os eventos do filme derivado ‘Exército de Ladrões‘. Ansiosos pelo possível retorno do Dieter (Matthias Schweighöfer)?

Snyder está desenvolvendo o script da sequência com o corroteirista do primeiro filme, Shay Hatten.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

‘Uncharted – Fora do Mapa’ surpreende com estreia global de US$ 139 milhões

Sucesso! Apesar de não ter sido unanimidade entre os críticos (apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes), a adaptação ‘Uncharted – Fora do Mapa‘ surpreendeu em seu lançamento nas cinemas, estreando com sólidos US$ 139 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa estreou com US$ 51 milhões no final de semana estendido. No mercado internacional, foram impressionantes US$ 88 milhões.

Lembrando que o filme chega em março no mercado Chinês, o que deve alavancar ainda mais os números.

Assista nossa entrevista com Tom Holland e Mark Walhberg, e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Uncharted: Fora do Mapa – Uma aventura honesta e divertida de caça ao tesouro

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Tom Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

‘Batman’: Robert Pattinson explica porque ficou APAVORADO antes de assistir ao filme

Qualquer ator que assume o papel de um personagem bastante amado pelo público deve passar por uma crise de ansiedade por conta das cobranças.

E não foi diferente com Robert Pattinson agora que o astro de ‘Crepúsculo‘ é o novo intérprete do Batman.

Durante uma entrevista para o Jimmy Kimmel Live, ele disse que teve bastante medo antes de assistir ao filme pela primeira vez.

“Confesso que fiquei absolutamente apavorado quando recebi o filme. Não tenho tanto medo de um lançamento há muito tempo porque esse é meu primeiro grande filme em anos. Eu já tinha assistido 90 minutos, sozinho, em IMAX. E eu sabia que esse pedaço estava excelente, mas o filme completo é outra coisa. Esse medo é até engraçado porque hoje eu já tenho domínio para assistir meus trabalhos.”

Ele continuou, brincando:

“Eu acho que malhei por umas duas horas e consumi uma grande quantidade de cafeína e açúcar antes de assistir.”

Confira a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de março.

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Peacemaker’: Confira os hilários erros de gravação da 1ª temporada

O final da primeira temporada de ‘Peacemaker levou os fãs à loucura, com uma dose extra de momentos de gargalhadas e a chocante aparição de alguns membros da ‘Liga da Justiça’.

Para continuar o hype em torno do final, o diretor James Gunn compartilhou em seu perfil do Twitter os hilários erros de gravação da temporada.

Com pouco mais de nove minutos, o vídeo traz cenas bastante descontraídas e é impossível não rir junto com o elenco.

Confira:

Lembrando que a HBO MAX confirmou a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, com o o retorno de James Gunn como roteirista e diretor.

Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, disse:

“O brilho de James Gunn mais uma vez reluz com Peacemaker. Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade sob essa equipe de desajustados que vivem em um mundo sobre-humano. Como a primeira série original da DC a ter sua estreia na HBO Max, estamos emocionados que os espectadores concordaram em dar uma chance para mais”, afirmou.

Confira o anúncio:

No Rotten Tomatoes, a obra abriu com 92% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 12 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” –

Confira a abertura da série:

 

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Kung Fu’: Episódio de estreia da 2ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou recentemente a sinopse oficial de “Year of the Tiger: Part 1”, episódio de estreia da 2ª temporada de ‘Kung Fu’.

Na trama, “com o Ano Lunar chegando, uma Nicky mais confiante e racional se vê em um ótimo momento em sua relação com Henry e a família. Entretanto, quando uma invasão na residência Shen a deixa abalada, ela, com a ajuda de Evan, começa a suspeitar de que Russell Tan pode estar envolvido. Enquanto isso, à medida que Mei-Li e Jin se preparam para o Ano Novo em Harmony Dumplins, Althea começa a questionar se ela tomou a decisão certa ao re-entrar para a força de trabalho. Por fim, um visitante inesperado no jantar de Véspera de Ano Novo dos Shen abala a família”.

O capítulo, dirigido por Joe Menendez e escrito por Christin M. KimRobert Berens, vai ao ar no dia 09 de março.

Relembre o trailer oficial:

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na HBO Max.

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.