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Incompatível

 

Elenco:

Nathalia Dill

Gabriel Louchard

Giovanna Lancellotti

Gabriel Godoy

 

Direção: Johnny Araújo

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 28 de Abril de 2022

 

Sinopse: 

Patrícia, uma jovem noiva, começa a ler um livro de autoajuda chamado “Encontrando O Par Perfeito: Teste De Compatibilidade”, de uma psicóloga que é a nova febre na capital paulista. Convencida pelo best-seller, a jovem noiva decide cancelar seu casamento com seu namorado, Fábio, dois dias antes da cerimônia. Após se mudar para o apartamento do seu melhor amigo, o rapaz descobre o real motivo da separação e decide se vingar da psicóloga.

Curiosidades: 

» O longa foi gravado em 2017, e era originalmente intitulado Deu Match;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Red – Crescer é uma Fera

(Turning Red)

 

Elenco:

Sandra Oh

Rosalie Chiang

 

Direção: Domee Shi

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de março exclusivamente no Disney+.

Sinopse: 

Red: Crescer é uma Fera apresenta Mei Lee (voz original de Rosalie Chiang), uma garota de 13 anos dividida entre continuar sendo uma filha obediente e o caos da adolescência. Ming (voz original de Sandra Oh), sua mãe superprotetora e um pouco autoritária, nunca está longe dela. E como se as mudanças em seus interesses, relações e em seu corpo não bastassem, sempre que passa por fortes emoções – o que acontece praticamente sempre – ela se transforma em um panda vermelho gigante.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Domee Shi também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Os Olhos de Tammy Faye

https://www.youtube.com/watch?v=cO1LgR3o15A THE EYES OF TAMMY FAYE | "The Soul of Tammy Faye" Featurette | Searchlight Pictures Credit: Searchlight Pictures

(The Eyes of Tammy Faye)

 

Elenco:

Jessica Chastain

Vincent D’Onofrio

Andrew Garfield

 

Direção: Michael Showalter

Gênero: Drama

Duração: 126 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: No Star+ em 2022

Sinopse: 

Um olhar íntimo sobre a extraordinária ascensão, queda e redenção da televangelista Tammy Faye Bakker. Nas décadas de 1970 e 80, Tammy Faye e seu marido, Jim Bakker, criaram a maior rede de radiodifusão religiosa e parque temático do mundo, e eram reverenciados por sua mensagem de amor, aceitação e prosperidade. Tammy Faye era lendária por seus cílios indeléveis, seu canto idiossincrático e sua ânsia para acolher pessoas de todas as esferas da vida. No entanto, não demorou muito para que impropriedades financeiras, rivais intrigantes e escândalos derrubassem seu império cuidadosamente construído.

Crítica | Os Olhos de Tammy Faye: Jessica Chastain e Andrew Garfield brilham em cinebiografia com cheiro de Oscar (Nota: 9.0)

Curiosidades: 

» A cinebiografia ‘Os Olhos de Tammy Faye‘ (The Eyes of Tammy Faye), estrelada pelos atores Andrew Garfield e Jessica Chastain, será lançada no Brasil diretamente no streaming do Star+. O filme conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz para Chastain, e também de Melhor Maquiagem.

» Essa é a segunda adaptação da história de Jim e Tammy Faye Bakker. A primeira foi ‘Fall From Grace‘, um filme feito direto para a televisão em 1990, estrelado por Kevin Spacey e Bernadette Peters;

» A atriz Jessica Chastain gravou seus próprios covers das músicas originais da Tammy Faye Bakker;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tom Cruise chega PILOTANDO helicóptero no set de ‘Missão: Impossível 8’; Assista!

O astro Tom Cruise, 59 anos, chegou no set de ‘Missão Impossível 8‘ provando que ele não tem medo de altura e nem de voar…

O  ator pousou seu próprio helicóptero na África do Sul, na última segunda-feira (14), na região de Limpopo.

Cruise saiu do helicóptero de óculos escuros e máscara protetora e acenou para os fãs que estavam no local.

O ator filmará no cânion Blyde River ao longo de dois meses. Assista:

Em um novo relatório feito pela Variety, uma fonte interna da produção disse que o sétimo e oitavo filme da franquia marcarão a despedida de Tom Cruise como Ethan Hunt.

Também foi revelado que ‘Missão: Impossível 7‘ terá um cliffhanger final, e Cruise quer que as filmagens de ‘Missão: Impossível 8‘ sejam concluídas antes mesmo do lançamento da sétima parte para que a transição entre os longas seja perfeita.

Anteriormente previsto para setembro, o sétimo filme foi ADIADO oficialmente para 2023. De acordo com o Deadline, a Paramount Pictures lançará o longa no dia 14 de julho de 2023.

Já ‘Missão Impossível 8‘ está programado para 28 de junho de 2024.

“Após cuidadosa consideração, a Paramount Pictures e a Skydance decidiram adiar os lançamentos de ‘Missão Impossível 7 & 8’ devido aos imprevistos causados pela atual pandemia de COVID. As novas datas serão 14 de julho de 2023 e 28 de junho de 2024, respectivamente. Estamos ansiosos para que os cinéfilos confiram essa incrível experiência cinematográfica,” declararam as companhias.

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

Crítica | A Jaula – Chay Suede brilha em TERROR nacional no estilo Jogos Mortais…

Quantas vezes você já foi assaltado na sua vida? Se você pudesse faria justiça com as próprias mãos? E a questão dos direitos humanos? E o contexto social em que vivemos? Você pensaria sobre isso? Essas e outras perguntas fazem parte do campo reflexivo do longa-metragem nacional A Jaula, remake do filme argentino 4×4. O filme é bem aberto ao campo das reflexões sociais, que vão desde os princípios morais passando pela impunidade, pelo circo midiático a partir de tragédias ligadas à violência e o papel da polícia e das leis dentro de uma sociedade. Dirigido por João Wainer e com Chay Suede e Alexandre Nero como protagonistas. A produção é da Tx Filmes, em coprodução com a Star Original Productions.

Na trama, conhecemos um jovem ladrão (Chay Suede) que vendo a oportunidade de roubar mais um carro, uma caminhonete de luxo parada em uma rua pacata de uma grande cidade, não pensa duas vezes e inicia a ação do roubo. O problema é que quando ele tenta sair do carro para fugir o carro simplesmente não abre e aos poucos ele começa a perceber que está preso de propósito pelo dono do carro, que entra em contato com ele pelo telefone do carro, um ginecologista renomado (Alexandre Nero) que já fora roubado outras vezes e dessa vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Lutando para sobreviver sem comida, água e com o emocional completamente destruído inicia-se um jogo psicológico intenso onde a moral é colocada em xeque.

A narrativa é muito bem definida, o filme prende a atenção. Há uma construção superficial dos personagens mas eles estão dentro dos contextos sociais que o filme navega, os conflitos são vistos a todo instante e com margem para olharmos sob os dois pontos de vistas. Esse recorte sociológico solta à diversas questões: a impunidade, a insegurança, os direitos humanos, entre outros pontos. O lado emocional é um item importante, coloca os personagens em uma linha tênue que separa a vítima do seu agressor. Pode ser observado também que o diálogo não é um confronto, é um desabafo de alguém que perdeu os princípios éticos e escondeu dentro de si a moral. A banalização da violência é bastante objetiva aqui com a menção, quase um pano de fundo, do jornalismo sensacionalista que cobre situações de confronto.

O roteiro, adaptado por João Candido Zacharias, tem o mérito de jogar as questões para debates, fazendo com que os espectadores mais atentos busquem refletir sobre as cordas bambas das ações dos personagens. Tem alguém certo nessa história? Como você reflete sobre isso? A ação e consequência aqui nada mais é do que o reflexo da realidade do lado de cá da telona.

Crítica | Sempre em Frente – Um belo encontro de almas que quase é atrapalhado por discurso gratiluz batido

É impossível ficar inerte ou apático diante da relação compartilhada pelos personagens vividos por Joaquin Phoenix (‘Coringa’) e o pequeno Woody Norman (‘Poldark’) nesta nova produção da A24 chamada de ‘Sempre em Frente’. O filme insere o espectador em meio a uma rotina amorosa, e ao mesmo tempo conflitante, entre um tio e um sobrinho que precisam passar um tempo juntos e, há todo momento, descobrem novas formas de amar, por simplesmente viverem a beleza do comum e do mundano.

Isso ganha ainda mais força quando percebemos o background familiar da dupla, onde a figura do homem mais velho, Johnny (Phoenix), precisa juntar os cacos após a morte da mãe, e também ajudar sua irmã, Viv (Gaby Hoffmann), que, com o casamento prestes a desmoronar, está com o marido numa clínica psiquiatra e pede para que Johnny cuide do sobrinho enquanto isso. A criança em questão é Jesse (Norman), um garoto prodígio que tem pensamentos avançados demais para sua idade, muito pela condição delicada presente no seio familiar.

Ambos, que também precisam ser amparados, meio que, sem querer, começam a se ajudar e vão evoluindo com isso, tendo assim visões mais claras a respeito da vida, do atual momento que passam e sobre o futuro próximo que enfrentarão. E se a ideia do roteirista e diretor Mike Mills (‘Toda Forma de Amor’) foi mesmo linkar esse aspecto de aprendizado ao elo claramente proselitista que aborda, do sonho de um mundo melhor, acertou, pois essa acaba sendo a rima narrativa mais condizente da fita.

Por outro lado, fica claro como Mills está mais preocupado em trazer esse apelo realístico de “fim dos tempos” ao colocar o protagonista Johnny como um documentarista que busca na “pureza da resposta das crianças“, bem ao estilo Gonzaguinha, a fórmula secreta de como salvar a humanidade dela mesmo, ou seja, de não se autodestruir. O que, à primeira vista, é uma atitude admirável e salutar, mas que, com o tempo, se torna rasa e pueril, devido o seu discurso passar a ser insistente, não indo além de ideias que ficam no campo da utopia.

Provavelmente, o diretor também percebeu que, em algum momento deste “heroico debate social”, o público notaria tamanha catequização da sua parte, por isso criou toda uma camada artística pra lá de estilística. Através da fotografia em preto e branco de Robbie Ryan (‘História de Um Casamento‘) que oferece uma visão mais lúdica, capaz de capturar planos belíssimos de cidades tão diferentes, como Detroit, Nova York e Nova Orleans, o realizador traz com essa escolha a pretensão de maior rigor estético, dando a produção um aspecto que chamam de cult. Sim, toda carpintaria é bem realizada e tem sentido dentro da história que Mills quer contar, no entanto fica claro que tal perfumaria está lá também para justificar a falta de tutano do texto.

Contudo, se por um lado ‘C’mon C’mon’ (no original) não conquista em sua investida temática, por outro encanta do início ao fim nessa já comentada relação paternal. Momentos como a explosão de gritos em meio ao parque florestal dão ao filme uma enorme força dramática, capaz de impressionar pelo duelo de atuações. E só isso já coloca o ator mirim Woody Norman em um nível de altíssimo talento, já que, com apenas 11 anos, contracenar e em alguns momentos se equiparar a um artista monumental como Joaquin Phoenix é uma tarefa árdua até mesmo para veteranos. O final que apresenta algumas gravações da dupla é um verdadeiro oásis no deserto, capaz de derreter os corações mais gélidos.

De modo que, finalmente, entendemos o porquê de um filme, aparentemente, tão promissor quanto ‘Sempre em Frente’ ter ficado de fora da grande maioria dos eventos da dita temporada de premiações. Sim, o filme é apaixonante e forte naquilo que aparentava e precisava ser, mas é na mesma parcela desinteressante e inócuo em seus comentários temáticos e até em sua disposição estética. Funcionando bem, no fim das contas, mas deixando um sabor agridoce, a sensação de que algo melhor poderia ter sido extraído dali.

Licorice Pizza

 

Elenco:

Alana Haim

Bradley Cooper

Sean Penn

 

Direção: Paul Thomas Anderson

Gênero: Comédia

Duração: 133 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 17 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Ambientado no Vale de San Fernando, em 1973, o longa conta a história de um primeiro amor irreverente e contagiante, sobre um jovem ator que se apaixona enquanto filma o seu primeiro projeto.

Para dar vida aos personagens principais do filme, Paul Thomas Anderson convidou Alana Haim (como Alana Kane) e Cooper Hoffman (como Gary Valentine), que fazem sua estreia nos cinemas em Licorice Pizza. O longa também é estrelado por Bradley Cooper, Sean Penn, Tom Waits e Benny Safdie.

“Eu confiei tudo no Paul, ele confiou em mim. Eu queria fazer tudo, estava pronta para qualquer coisa que acontecesse a qualquer momento e estava tão empolgada por fazer parte desse projeto que, se Paul me dissesse para saltar de paraquedas no dia seguinte, eu teria dito: cadê meu paraquedas? Realmente se resumiu a confiança”, conta Alana Haim. Paul Thomas Anderson e Alana já haviam trabalhado juntos nas produções da banda de pop rock Haim, composta por ela e suas duas irmãs mais velhas.

Crítica | Licorice Pizza – Delicado, potente, genuíno e fascinante… Esse é o cinema de Paul Thomas Anderson! (Nota: 10.0)

Curiosidades: 

» O filme recebeu três indicações ao Oscar: Melhor Filme (Paul Thomas Anderson, Sara Murphy, Adam Somner), Melhor Diretor (Paul Thomas Anderson) e Melhor Roteiro Original (Paul Thomas Anderson).

» Além de dirigir, Paul Thomas Anderson também é responsável pelo roteiro da produção;

» Aclamado pela crítica (91% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa teve a maior estreia pós-pandêmica para um filme independente, rendendo surpreendentes US$ 335 mil em apenas quatro salas – duas em Nova York e duas em Los Angeles. Faturando US$ 83.852 mil por sala, a dramédia já se tornou a estreia indie mais rentável em quase dois anos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Uncharted – Fora do Mapa

(Uncharted)

 

Elenco:

Tom Holland

Mark Wahlberg

Antonio Banderas

Tati Gabrielle

Sophia Ali

 

Direção: Ruben Fleischer

Gênero: Aventura

Duração: 116 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 17 de Fevereiro de 2022

Sinopse:

O esperto Nathan Drake (Tom Holland) é recrutado pelo caçador de tesouros Victor “Sully” Sullivan (Mark Wahlberg) para recuperar uma fortuna perdida há 500 anos. O que começa como um golpe, acaba se tornando uma aventura épica que se estende por todo o mundo para alcançar o tesouro antes do implacável Moncada (Antonio Banderas), que acredita que é o herdeiro legítimo da fortuna. Se Nate e Sully forem capazes de decifrar as pistas para resolver um dos mistérios mais antigos do mundo, eles podem encontrar o tesouro e talvez até o paradeiro do irmão há muito tempo perdido de Nathan… mas só se eles aprenderem a trabalhar juntos.

Crítica | Uncharted: Fora do Mapa – Uma aventura honesta e divertida de caça ao tesouro (Nota: 7.0)

Entrevistas:

Curiosidades:

» Após a saída do diretor Travis Knight, a Variety divulgou que Ruben Fleischer é o novo cineasta à frente da produção.

» O diretor Ruben Fleischer é responsável pelo sucesso ‘Venom’, que arrecadou mais de US$850 milhões nos cinemas, além de ter trazido às telonas a franquia ‘Zumbilândia’ e o filme de ação ‘Caça aos Gangstêres’.

» O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Trailer:

Cartazes:


Fotos:

‘Y: The Last Man’ FX revela o VERDADEIRO motivo do cancelamento da série

Y: The Last Man, adaptação seriada da clássica saga distópica de quadrinhos, era uma das grandes promessas da FX para o ano passado, mas foi cancelada pela emissora depois de apenas uma temporada.

Agora, o presidente do canal, John Landgraf, revelou, durante a Television Critics’ Association, o motivo da decisão de terminar com a narrativa:

“Eu realmente amei Y: The Last Man, pessoalmente”, ele declarou. “Eu realmente admirei todo o trabalho que foi colocar [na séroe], e realmente acho que [a showrunner] Eliza Clark fez um ótimo trabalho. Mas vou dizer, a audiência despencou exponentialmente e, no final das contas, foi o motivo de termos tomado essa direção”.

Anteriormente, Clark havia revelado que produtores não conseguiram encontrar um novo canal/streaming para dar continuidade à adaptação.

“Nós realmente tentamos encontrar outra plataforma para darmos continuidade à série, mas, infelizmente, não irá acontecer. É sempre difícil encontrar um novo lar para uma série nos últimos anos”, ela contou.

A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra.

A trama mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um único humano. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.

Ben Schnetzer (‘Warcraft’) estrela. O elenco ainda conta com Diane LaneAmber TamblynImogen PootsLashana LynchJuliana Canfield e Marin Ireland.

“É muito ruim…”: ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface’ é MASSACRADO pela crítica!

O terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ estreou na Netflix hoje, 18 de fevereiro, e, enquanto várias pessoas aguardavam a revitalização da clássica franquia slasher, o filme falhou em conquistar a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou míseros 38% de aprovação, com nota 4.80/10 baseada em 16 reviews até o momento. Os especialistas comentaram sobre as inúmeras falhas em relação ao projeto e, principalmente, ao fato de ninguém compreender o motivo de fazerem uma sequência.

Confira as principais reações abaixo:

“Odeio ser esse cara, mas não há qualquer razão para este filme sequer existir” – The Weekend Warrior.

‘O Retorno de Leatherface’ é bom? Não! É divertido? Sim!” – ButteredPopcorn.

“O novo O Massacre da Serra Elétrica é uma mistura profunda e mal-calculada de comentários sociais incoerentes e um gore exagerado” – Slant Magazine.

“Enquanto não deixa de lado as cenas sangrentas, essa tentativa de revitalização não tem uma história ou personagens para a apoiarem. Infelizmente, não há nada de novo aqui” – Austin Burke/Flick Fan Nation.

“O filme é uma bagunça temática sem direção, mas o novo O Massacre da Serra Elétrica ainda consegue entregar grandes coisas enquanto simplesmente posa como uma obra sobre um grupo de crianças que enfrentam Leatherface” – Perri Nemiroff.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retorna no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, produz a nova versão.

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface. David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, assina o roteiro.

‘Atlanta’: Série de Donald Glover é renovada para a 4ª e ÚLTIMA temporada

A premiada série de comédia dramática de Donald Glover, ‘Atlanta‘, foi renovada para a sua 4ª e última temporada.

A informação foi revelada pelo presidente do canal FX, John Landgraf, na última quinta-feira (18), durante a turnê de imprensa da Television Critics Association.

O executivo compartilhou que o vindouro ciclo já foi filmado e de acordo com o portal Deadline, deve ser lançado durante o outono norte-americano de 2022.

Ele acrescentou que a temporada final é “tudo o que você esperaria de Atlanta“, brincando: “Espere o inesperado“.

Vale lembrar que a 3ª temporada estreia no dia 24 de março.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Para quem não conhece, a trama acompanha Earnest “Earn” Marks (Glover), que vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.

O elenco ainda conta com Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield, Zazie Beetz e Khris Davis.

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Crítica | Novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’ transforma a mitologia de Leatherface em uma atrocidade difícil de engolir

O gênero slasher é um dos mais populares do cinema e começou a dominar o cenário do entretenimento a partir da década de 1970, em que produtores e realizadores construíram personagens que ficaram marcados na cultura mundial – sendo um deles Leatherface, antagonista da icônica franquia O Massacre da Serra Elétrica. Lançado quatro anos antes de ‘Halloween’, de John Carpenter e no mesmo ano que o clássico ‘Black Christmas’, de Bob Clark, o longa-metragem conquistou a atenção do público por se basear em uma história real (que depois viríamos a descobrir que não era tão real assim) de um serial killer mascarado e sem escrúpulos que coletava vítimas utilizando uma serra elétrica, como bem aponta o título.

A princípio, a obra foi recebida com críticas mistas, mas logo alcançou um status lendário em meio aos especialistas da área, por sua instigante e sangrenta narrativa e por seu teor bastante controverso, que rendeu outros sete títulos – o mais recente funcionando como prequela. Agora, a Netflix, continuando com seu império na indústria dos streamings, resolveu reunir forças com o diretor David Blue Garcia (‘Tejano’) e com Chris Thomas Devlin, Fede Álvarez e Rodo Sayagues a encargo do roteiro para reapresentar o vilão à nova geração – e aqueles que podem nem ter chegado perto das iterações predecessoras. Apesar do material promocional e de nossos melhores desejos, O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface’ falha miseravelmente em todos os seus aspectos e consegue destruir o personagem titular em uma atrocidade fílmica inacabável.

A trama funciona como sequência direta do longa de 1974 e, é claro, é ambientada décadas depois dos eventos originais. Mais uma vez, acompanhamos um grupo de jovens sem sorte que cruza caminho com Leatherface: viajando à pequena cidade de Harlow, no interior do Texas, Melody (Sarah Yarkin), uma empreendedora, se junta com a irmã (Elsie Fisher) e seus amigos para visitar a vizinhança que, de alguma maneira que nunca é explicada, se tornou propriedade de um negócio com potencial lucrativo gigantesco. Ao chegarem lá, eles se veem num dilema ao perceber uma das propriedades adquiridas ainda é habitada pela debilitada Sra. Mc (Alice Krige) e por um de seus “filhos” (um dos garotos do orfanato de que tomava conta). A velha senhora, eventualmente, é acometida de um problema de saúde que tira sua vida, levando esse filho, que já imaginamos quem é, sair em uma matança descontrolada para uma provável vingança que também parece não sair do papel.

A verdade é que, quando pensamos em filmes slasher, fugir do óbvio é um pouco difícil – então, o que se deve fazer, é utilizar as fórmulas de modo a preencher uma necessidade intrínseca em se chocar e se envolver com o produto. Vimos isso, por exemplo, na quinta entrada da franquia ‘Pânico’, que se “livrou”, por assim dizer, dos personagens-legado e reapresentou Ghostface à geração dos streamings e do cotidiano virtual, sem perder mão da identidade dos anos 1990. Aqui, por mais que as ideias sejam interessantes, não há um consenso entre as mentes criativas em fazer algo acontecer, deixando o enredo estagnado em uma bolha perdida no tempo e que não tem nada de interessante a nos oferecer. Os personagens passam longe de ter um arco decente o bastante para nos causar alguma emoção; Leatherface demonstra um cansaço repetitivo em não ousar com ataques-surpresa; e Sally Hardesty, a única sobrevivente da obra original, ganha uma roupagem na pele de Olwen Fouéré do modo mais ridículo possível.

Para ser justo, há uma única sequência realmente boa, em que a descartável personagem de Jessica Allain, Ruth, tenta escapar de um acidente de carro e é surpreendida pelo assassino num jogo de câmera interessante – mas que perde força ao ser reencenada em uma insistência exaurível. A fotografia é insossa e não se esquiva da paleta de cores do desértico sul dos Estados Unidos, movida pela trivialidade do amarelo e do laranja apenas para dar espaço à terrosa sobriedade da noite chuvosa; de fato, o diretor tenta fornecer um pouco de arte quando opta pela simetria dos enquadramentos, mas aparenta ter nenhum domínio de montagem – porque as quebras de ritmo são imperdoáveis. O roteiro, então, resolve seguir um padrão similar: sem pé, nem cabeça, e manchado por frases de efeito vencidas, ele começa e termina dentro de uma previsibilidade escancarada.

Em entrevista ao ComicBook.com, Garcia comentou que não se restringiu a criar uma história mais amena para a saga e investiu esforços inimagináveis para arquitetar uma narrativa pesada, ampliando as cenas de morte e regando cada quadro com o máximo de sangue que pôde. Ao menos ele conseguiu cumprir com esse aspecto da iteração e encheu os olhos do público com mortes cruéis e viscerais – que, caindo na própria armadilha, ficam risíveis pela atuação pífia de um elenco desperdiçado. Se há algo que se concretiza, entretanto, é a impassividade monotônica do personagem titular (não que isso aumente seu mistério, mas ao menos se ata à mitologia apresentada anos atrás).

Se você esperava uma redenção para tantas sequências e derivados de O Massacre da Serra Elétrica, ‘O Retorno de Leatherface’ não é o que você quer; todavia, se você tem uma hora e vinte para perder de seu dia, vá em frente: a melhor coisa a ser vista é quando os créditos finais aparecem na tela.

‘Uncharted – Fora do Mapa’: Filme com Tom Holland e Mark Wahlberg será lançado na China e isso muda TUDO!

A adaptação cinematográfica do game ‘Uncharted – Fora do Mapa’ será lançado oficialmente na China, justamente o mercado internacional mais lucrativo da indústria, algo que pode significar centenas de milhões na bilheteria do filme e assim uma sequência.

A notícia foi confirmada pela Deadline, onde o site afirma que o filme está programado para ser lançado no dia 14 de março. Outro grande lançamento que também estreará no país, só que no 18 de março, é ‘The Batman‘.

A Sony compartilhou a data de lançamento de ‘Uncharted‘ com um pôster exclusivo e um trailer restrito para o país na plataforma Weibo, com uma mensagem das estrelas Tom Holland e Mark Wahlberg.

Confira o pôster chinês:

Veja também:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover Uncharted – Fora do Mapa‘, o ator Mark Wahlberg revelou que o filme tem tudo para quebrar a maldição das adaptações de videogames.

Apesar de termos filmes que tiveram arrecadações satisfatórias nas bilheterias, como o primeiro ‘Tomb Raider‘ e a franquia ‘Resident Evil‘, com Milla Jovovich, nenhum desses filmes foram considerados verdadeiros sucessos.

Assista a entrevista, e siga o CinePOP no YouTube:

Wahlberg ainda revelou se toparia fazer um filme de super-herói.

“Eu gosto o suficiente dos filmes de super-herói. Não sou um desses puristas que não consideram esses filmes cinema de verdade. O público decide isso. E esses filmes fazem muito sucesso. Mas, pessoalmente, eu acharia muito difícil sair do meu trailer com uma capa e um traje coladinho.”, afirmou.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas!

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

POLÊMICA! Diretor de ‘O Poderoso Chefão’, Francis Ford Coppola, compara ‘Duna’ e ‘Sem Tempo Para Morrer’ com Marvel

O cineasta norte-americano Francis Ford Coppola voltou a criticar os filmes da Marvel e outros grandes blockbusters que seguem a mesma linha de produção do estúdio da Disney, como ‘Duna‘ (2021) e ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ (2021). Numa entrevista concedida a Variety, Coppola lamentou que os lançamentos de Hollywood sejam todos parecidos de alguma forma.

“Existiam filmes de estúdio. Agora existem os filmes da Marvel. E o que é um filme da Marvel? É um protótipo que é feito rapidamente para parecer diferente”, afirmou o diretor de ‘Apocalipse Now‘.

Coppola também falou que nem mesmo os filmes de diretores renomados estão escapando desses novos padrões: “Pode pegar ‘Duna’, feito por Denis Villeneuve, um artista extremamente talentoso, e comparar com ‘007: Sem Tempo Para Morrer’, dirigido por Cary Fukunaga, vai ver que ambos os filmes possuem sequências idênticas.”

“Todos os filmes que saem agora têm essas mesmas cenas. E não é culpa dos diretores, porque eles meio que têm que colocar aquilo no filme se quiserem justificar o orçamento que pedem aos estúdios. E estou falando dos filmes bons e diretores talentosos”, completou Coppola – que já havia criticado amplamente as produções da Marvel.

‘We Own This City’: Minissérie de ação com Jon Bernthal ganha data de estreia na HBO Max

A vindoura minissérie de ação e suspense da HBO Max, intitulada ‘We Own This City‘, ganhou data de estreia.

A produção, estrelada por Jon Bernthal (‘O Justiceiro‘), será lançada no dia 25 de abril na plataforma de streaming.

Baseada no livro do repórter do Baltimore Sun, Justin Fenton, a trama narra a ascensão e queda da Força-Tarefa de Rastreamento de Armas do Departamento de Polícia de Baltimore e a corrupção e o colapso moral que se abateram sobre uma cidade americana, na qual as políticas de proibição de drogas e prisão em massa foram defendidos em detrimento ao trabalho policial real.

O elenco principal ainda é composto por Wunmi Mosaku, Jamie Hector, McKinley Belcher III, Darrell Britt-Gibson, Josh Charles, Dagmara Domińczyk, Rob Brown, Don Harvey, David Corenswet, Larry Mitchell, Ian Duff, Delaney Williams e Lucas Van Engen.

George Pelecanos e David Simon assinam a criação, além de serem produtores executivos do projeto.

Reginaldo Marcus Green dirige os episódios e assume também a produção executiva ao lado de Nina K. Noble, Ed Burns, Kary Antholis e Bill Zorzi.

Pelecanos, Simon, Burns, Zorzi e D. Watkins assinam os roteiros também.

‘Amsterdam’: Série de comédia romântica ganha período de estreia na HBO Max

A série de comédia romântica mexicana, intitulada ‘Amsterdam‘, ganhou período de estreia na HBO Max.

A nova produção chegará à grade de programação do streaming no mês de março, em data a ser anunciada.

Na trama, Nadia e Martín estão tentando ter sucesso no cenário artístico do bairro Condesa, um bairro cosmopolita da Cidade do México, onde a tradição encontra a modernidade, o boêmio e o popular. A forma como a vida dos protagonistas se desenvolve na icônica rua de Amsterdam torna-se uma metáfora para o sentido da sua própria existência.

Com um tom fresco, a série ilustra um retrato dos temas desafiadores que esta geração enfrenta: as aspirações pessoais acima do amor; os relacionamentos casuais e como o carinho pelos animais de estimação é tão forte que eles se tornam parte da família – além das redes sociais como outro interlocutor.

Os dez episódios de 30 minutos de ‘Amsterdam‘ conduzem o espectador por diferentes experiências e emoções, juntamente com uma ótima trilha sonora que se torna um fio narrativo fundamental da história.

A série é estrelada pela atriz mexicana Naian González Norvind e por Sebastián Buitrón.

Gustavo Taretto assina a direção e os roteiros.

‘911’: Rockmond Dunbar processa a Disney por discriminação após inesperada demissão

9-1-1: Rockmond Dunbar in the "Broken" episode of 9-1-1 airing Monday, April 15 (9:00-10:00 PM ET/PT) on FOX. (Photo by FOX Image Collection via Getty Images)

O ator Rockmond Dunbar entrou com uma ação por discriminação contra a Disney e a 20th Television por sua demissão da série dramática do canal Fox, ‘911‘.

Em um processo aberto na última quinta-feira (17), Dunbar – que foi abruptamente dispensado do programa em novembro depois de solicitar isenção médica e religiosa dos mandatos de vacina contra a COVID-19 -, alegou que sua demissão violou o Título VII da Lei de Direitos Civis de 1964 e a Lei de Habitação de Emprego Justo da Califórnia, entre outros.

No processo, Dunbar observou que é o único protagonista negro da série, alegando que não recebeu uma isenção de vacina, enquanto outros membros do elenco e da equipe – que não pertencem a grupos minoritários – haviam recebido a autorização por parte do estúdio.

Em um trecho do processo, o advogado de Dunbar pondera sobre o tratamento díspar recebido:

“Em informações e crenças, a Disney tem um histórico de discriminação racial e o Sr. Dunbar foi submetido a um tratamento díspar e discriminação de impacto díspar com base em sua raça. Com base em informações e crenças, funcionários não minoritários em situação semelhante não foram demitidos quando recusaram a vacina contra a COVID-19″. 

O processo também alega que os estúdios por trás da série da Fox “vazaram informações negativas para a mídia” sobre a saída de Dunbar, “incluindo que ele buscou isenções religiosas e médicas que foram negadas”.

O documento pondera:

“Os réus deliberadamente fizeram parecer que o Sr. Dunbar era um anti-vacina recalcitrante, em vez de apresentar a verdade – que, como milhões de outros americanos, ele é um adepto sincero de uma crença religiosa não convencional que o impede de ser vacinado”. 

O processo identificou Dunbar como “um adepto dos ensinamentos da Igreja da Sabedoria Universal”.

Ao ser questionada sobre o assunto, a 20th Television se recusou a comentar o processo de Dunbar, mas ofereceu a seguinte declaração à revista EW:

“Para garantir ambientes de trabalho seguros em nossas produções, implementamos um processo obrigatório de confirmação de vacinação. Embora não façamos comentários sobre nenhum indivíduo, cada solicitação de isenção é analisada minuciosamente e concedemos acomodações consistentes com nossas obrigações legais. Não há diferenças em nosso processo ou tomada de decisão com base na raça de um funcionário”. 

Dunbar era um dos protagonistas fixos da série desde sua 1ª temporada. Na trama, ele deu vida a Michael Grant, ex-marido de Athena Grant, personagem de Angela Bassett, que se assume gay.

Sua despedida da série veio em um episódio da 5ª temporada, em que Michael se mudou para o Haiti com seu noivo David, depois de sobreviver a uma explosão que quase lhe custou a vida.

Criada por Ryan Murphy, a série mostra a pressão do trabalho da polícia, de paramédicos e de bombeiros que são incumbidos de resolver as situações mais assustadoras e chocantes para salvar vidas.

Brad Falchuk e Tim Minear (American Horror Story’), assinam a produção da série. 

Peter Krause e Connie Britton, Kenneth Choi, Aisha Hinds e Oliver Stark completam o elenco.

Lembrando que todas as temporadas de ‘911‘ estão disponíveis na Star+.

 

‘driving home 2 u’: Documentário sobre Olivia Rodrigo ganha teaser oficial e data de estreia no Disney+

Disney+ revelou recentemente que a jovem popstar Olivia Rodrigo, um dos maiores fenômenos musicais dos últimos anos, vai ganhar seu próprio documentário na plataforma de streaming.

Intitulado OLIVIA RODRIGO: driving home 2 u (a SOUR film)’, a produção explora o processo de criação do álbum de estreia da cantora e compositora, SOUR, que se tornou um sucesso de crítica e de vendas.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de março.

Confira o teaser:

Lembrando que Rodrigo se tornou uma das grandes indicadas à próxima cerimônia do Grammy Awards, conquistando nada menos que sete nomeações.

A artista foi relembrada nas categorias de Artista RevelaçãoGravação do AnoMúsica do AnoMelhor Performance Pop Solo por “driver’s license”Álbum do AnoMelhor Álbum Vocal Pop por SOUR; e Melhor Videoclipe por “good 4 u”.

Os vencedores serão anunciados em 03 de abril.

SOUR já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com os singles “drivers license”, “good 4 u”, “traitor”“deja vu” e “brutal”.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. brutal
  2. traitor
  3. drivers license
  4. 1 step forward, 3 steps back
  5. deja vu
  6. good 4 u
  7. enough for you
  8. happier
  9. jealousy, jealousy
  10. favorite crime
  11. hope ur ok

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

No começo desse ano, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.

‘Kill Bill Vol. 3’: Uma Thurman tem PÉSSIMAS notícias sobre o filme; entenda…

Nos últimos quase vinte anos, houve indicações de que um terceiro filme de ‘Kill Bill‘ estaria em desenvolvimento. Com o papo sendo falado às vezes na imprensa pelo próprio escritor e diretor Quentin Tarantino e pela estrela do longa Uma Thurman. Além, claro, de conversas anos depois sobre a trama de uma bebê agora adulto ter arquitetado uma nova vingança contra a Noiva, configurando assim um outro conflito.

No entanto, para a total tristeza dos fãs, Uma Thurman parece ter acabado de vez com o sonho ou a possibilidade disso acontecer, novamente. No entanto ela admite que realmente um terceiro filme quase saiu do papel.

“Eu realmente não posso te dizer nada sobre isso”, revelou Thurman no The Jess Cagle Show (via Variety ). “Quero dizer, isso foi discutido ao longo dos anos, sim. Houve um pensamento real sobre aontecer, mas já tem muito tempo. Eu não vejo mais essa produção no horizonte. E eu odeio decepcionar as pessoas. Todo mundo gostaria que fosse o caso, mas acho que não está nos planos de ninguém.”

Tarantino também falou sobre o filme ao The Hollywood Reporter em 2020: “Bem, por acaso jantei com Uma Thurman ontem à noite, estávamos num restaurante japonês e foi muito legal. Ela estava se gabando de mim e eu me gabando dela, foi uma noite adorável… Bem, eu tenho ideia do que faria em ‘Kill Bill Vol 3’. Não gostaria de simplesmente inventar uma aventura tola com uma história idiota. A Noiva lutou muito para conseguir a sua vingança. Agora tenho a ideia que realmente poderia ser interessante – mas eu não faria isso de qualquer jeito… Teria que ter pelo menos três anos a partir de agora ou algo assim.”

Resta então aos fãs torcerem para que a equipe entre em consenso e comece a pensar numa nova forma de fechar a trilogia ‘Kill Bill‘.

‘BLACKPINK: O Filme’: Especial sobre o icônico grupo de K-pop já está disponível no Disney+

BLACKPINK: O Filme‘, que mostrará os bastidores dos shows do icônico grupo sul-coreano de K-pop, já está disponível no Disney+.

O longa foi lançado no último dia 16 de fevereiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer abaixo:

O grupo é composto pela Jennie, Lisa, Rosé e Jisoo.

Lançado em comemoração aos cinco anos do BLACKPINK, o filme apresenta cenas de shows, entrevistas inéditas e imagens de bastidores.

Su Yee Jung & Oh Yoon-Dong são responsáveis pela direção.