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‘Homem-Aranha 3’ se torna a 2ª MAIOR BILHETERIA na história do Brasil; Saiba qual é a 1ª!

17A Sony Pictures confirmou que em apenas um mês, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já é a segunda maior bilheteria da história nos cinemas nacionais.

O filme já levou mais de 15 milhões de brasileiros aos cinemas e arrecadou quase R$ 300 milhões, passando ‘O Rei Leão‘ e ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Confira o TOP 10:

1. Vingadores: Ultimato – R$ 353 milhões
2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – R$ 290 milhões
3. O Rei Leão (2019) – R$ 287 milhões
4. Vingadores: Guerra Infinita – R$ 259 milhões
5. Vingadores: Era de Ultron – R$ 187 milhões
6. Minha Mãe É uma Peça 3 – R$ 175 milhões
7. Coringa – R$ 156 milhões
8. Capitã Marvel  – R$ 153 milhões
9. Aquaman  – R$  149 milhões
10. Minions – R$  146 milhões

Assista nossa entrevista com o Tom Holland e siga o CinePOP no YouTube:

Através do Twitter, o Rotten Tomatoes divulgou que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ foi o filme mais bem avaliado pelo público no ano passado.

Com 98% de aprovação, o longa dirigido por Jon Watts foi consagrado com o Golden Tomato (Tomate de Ouro), prêmio dedicado ao título que acumula mais avaliações positivas num determinado ano.

Apesar disso, a sequência ficou lado a lado com ‘Summer of Soul (98%), documentário do produtor Questlove, que retrata festival da música negra ofuscado por Woodstock.

Logo atrás vem o musical Em um Bairro de Nova York‘, do diretor Jon M. Chu, com 94% de aprovação do público.

Em 4º lugar vem Pig‘, aclamado drama com Nicolas Cage, que recebeu 84% de aprovação e rendeu elogios à performance do astro.

Ataque dos Cães‘, faroeste dramático estrelado por Benedict Cumberbatch fechou o TOP 5 com 83%.

Lembrando que, em menos de um mês, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já arrecadou impressionantes US$ 1.55 bilhão mundialmente, tornando-se a 8ª maior bilheteria da história do cinema.

Nos últimos dias, o novo longa da Marvel conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Os Vingadores‘ ($1.51B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ ($1.51B) e ‘Frozen 2‘ ($1.45B).

Nos EUA, o filme arrecadou sólidos US$ 668.7 milhões – o que representa a 6ª MAIOR bilheteria da história do país. No mercado internacional, foram US$ 867.5 milhões.

Além disso, ‘Sem Volta Para Casa‘ também representa a MAIOR bilheteria da história da Sony Pictures, desbandando a arrecadação total de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ($1.13B), que mantinha o recorde previamente.

Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Artes revelam como seria a Mansão Croft do CANCELADO filme ‘Tomb Raider 2’

O reboot ‘Tomb Raider – A Origem’, ação estrelada pela vencedora do Oscar Alicia Vikander, deveria ganhar um sequência – mas a perda da propriedade intelectual pela MGM culminou no cancelamento da continuação e numa batalha pela conquista dos direitos dos games originais.

Agora, através das redes sociais, o artista Jake Lunt Davies divulgou os storyboards da sequência, revelando não apenas a aparição da clássica Mansão Croft, como também Rourke, o antagonista principal do jogo ‘Shadow of the Tomb Raider’.

Confira:

Lembrando que o reboot lançado em 2018 já está disponível no Prime Video.

‘Tomb Raider: A Origem’ acompanha Lara Croft (Vikander) que aos 21 anos ganha a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres, se recusando a assumir a companhia global do seu pai desaparecido (Dominic West) há sete anos. Tentando desvendar o sumiço do pai, ela decide largar tudo para ir até o último lugar onde ele esteve e inicia uma perigosa aventura numa ilha japonesa.

Roar Uthaug comandou o projeto, enquanto Geneva Robertson-DworetAlastair Siddons assinaram o roteiro.

Walton GogginsDaniel WuKristin Scott Thomas também fizeram parte do elenco.

Lembrando que, apesar das críticas mistas, o reboot arrecadou US$ 274 milhões ao redor do mundo, com um orçamento de US$ 94 milhões.

Estúdio de ‘Pânico 7’ CONFIRMA demissão da Melissa Barrera: “Tolerância zero com o anti-semitismo”

Spyglass, o estúdio por trás dos filmes da franquia ‘Pânico‘, divulgou um comunicado confirmando a demissão de Melissa Barrera de ‘Pânico VII‘ (via Discussing Film).

“Temos tolerância zero com o anti-semitismo ou com o incitamento ao ódio sob qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, limpeza étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”, afirmou o estúdio.

No vídeo abaixo, Renato Marafon revela tudo que foi divulgado sobre a demissão:

O diretor Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’) também se pronunciou sobre a chocante demissão e revelou estar de coração partido, ressaltando que essa não foi uma decisão dele. O tweet, no entanto, foi rapidamente deletado.

“Esta é a minha declaração: Tudo isso é péssimo. Parem de gritar. Essa não foi uma decisão minha.”

Anteriormente, o Hollywood Reporter e o Deadline haviam confirmado que a atriz foi demitida por causa de uma série de postagens nas redes sociais sobre a Guerra Israel-Hamas.

Em seu Instagram, Melissa fez uma emocionante postagem:

“No fim do dia, prefiro ser excluída por ter incluído alguém, do que ser incluída por alguém que eu excluí.”, ela escreveu.

 

Melissa ajudou a revitalizar a franquia com ‘Pânico‘, o longa de 2022 que arrecadou US$ 137,7 milhões globalmente e combinou gerações de membros do elenco da franquia.

Barrera foi a estrela dos dois últimos filmes, interpretando o protagonista Sam Carpenter, filha ilegítima de Billy Loomis e alvo frequente de Ghostface.

Pode parecer inimaginável, mas a notícia vem minutos após a agência de talentos UTA descartar Susan Sarandon como cliente por também demonstrar apoio à Palestina.

Segundo rumores, o filme iria trazer todos os sobreviventes da franquia, incluindo Neve Campbell e Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como Mark Kincaid.

Vale lembrar que o cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

As filmagens devem começar em março de 2024 e rumores indicam que a estreia pode acontecer em Outubro de 2025 – dependendo de quando a greve dos atores vai acabar.

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ já está disponível na Paramount+!

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ estreia com METADE da audiência da anterior nos EUA

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ já está disponível no catálogo do Prime Video, mas não conseguiu conquistar o mesmo sucesso da primeira temporada.

Segundo a Samba TV, a estreia do segundo ano registrou uma queda de 50% de audiência em relação ao ano anterior.

Nos EUA, a primeira temporada estreou em 2022 alcançando 1,8 milhão de domicílios em todo o território americano.

Já a segunda temporada alcançou apenas 902 mil domicílios, uma porcentagem bem abaixo da anterior.

O Prime Video não divulgou os números oficiais nem internacionais de audiência da série.

Recentemente, tivemos a oportunidade de entrevistar a diretora Sanaa Hamri e as atrizes Markella Kavenagh (Nori) e Megan Richards (Poppy).

Durante a conversa, o trio comentou sobre as mudanças do novo ciclo e o que o público pode esperar dos próximos episódios da iteração.

Confira:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Guerra Mundial Z 2’ ainda pode acontecer? Atriz está ESPERANÇOSA com sequência!

Guerra Mundial Z‘ foi lançado em 2013 e apresentou um novo olhar sobre a temática do apocalipse zumbi, além de abrir espaço para possíveis sequências, que nunca aconteceram.

Durante uma entrevista para a Variety, Mirreile Enos, que interpreta a esposa de Brad Pitt, disse que ainda mantém esperanças sobre a sequência porque “seria uma desperdício se a continuação nunca for lançada.”

“O 1º filme foi tão bom, seria um desperdício se não fizessem uma sequência, então ainda estou esperançosa de que vá acontecer. [O diretor] David [Fincher] já havia nos falado sobre o roteiro [da continuação], mas parece que há uma maldição pairando sobre a ideia, porque estávamos prontos para embarcar, mas o navio nunca zarpou.”

Para quem não sabe, a Paramount Pictures realmente planejou uma sequência com o retorno de Fincher e Brad Pitt, mas cancelou o projeto por que seria muito caro para o estúdio.

O primeiro filme teve um orçamento inicial de US$ 190 milhões, gerando ainda mais gastos devido às extensas refilmagens. Fincher prometeu que a sequência teria uma escala menor, mas aparentemente não foi o suficiente.

No entanto, os produtores Jeremy Kleiner e Dede Gardner disseram ao THR que uma sequência de ‘Guerra Mundial Z ainda pode acontecer, futuramente.

“Algum dia. Nós amamos o livro do Max Brooks. Nós amamos esse universo. Sentimos que não terminamos de explorar o mundo de ‘Guerra Mundial Z‘.”

Baseado no livro ‘Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks, o primeiro filme acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

Guerra Mundial Z‘ arrecadou saudáveis US$ 540 milhões mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.

Crítica | ‘Goyo’ – Sucesso na Netflix apresenta de forma madura e inteligente o universo das emoções

O caos do mundo lá fora. Abordando de forma madura e inteligente o universo das emoções, Goyo, recém lançado na Netflix, é um caminhar de personagens pelo aprender para entender. Escrito e dirigido pelo cineasta argentino Marcos Carnevale, imerso numa narrativa que contempla a arte e suas relações com as sensações, acompanhamos algumas fases do maior dos sentimentos sob dois pontos de vistas. Esse projeto busca abrir espaços de reflexões também para as formas como lidar com a rejeição através de dilemas que percorrem os caminhos dos ótimos personagens.

Na trama conhecemos Goyo (Nicolás Furtado), um homem inteligente que já tem um doutorado e trabalha como guia num museu de artes em Buenos Aires. Condicionado com Síndrome de Asperger, um estado do espectro autista, vive com sua irmã pianista Saula (Soledad Villamil), uma mulher superprotetora, em um belíssimo apartamento. Ele também é muito próximo de seu outro meio irmão Matute (Pablo Rago), um empreendedor de sucesso, dono de restaurante. Com a chegada de Eva (Nancy Dupláa), a nova segurança do Museu, uma mulher mais velha, com um relacionamento destrutivo com o marido frustrado, Goyo encontrará depois de muito tempo o amor mas também tudo que esse sentimento provoca.

Pés no chão, explorando dilemas, fugindo de qualquer melancolia rasa, explorando os altos e baixos pelo olhar de um protagonista com Síndrome de Asperger e uma outra personagem num momento de total instabilidade familiar, essa obra busca construir caminhos para conexões que surgem sem deixar de abrir um leque de considerações maduras. A narrativa opta por personificar o abstrato dos sentimentos em imagens e paralelos, um transporte das aflições, da dor, até mesmo do sentimento de prazer, um caminho cheio de interpretações onde o contexto se torna importante.

O olhar para a maternidade ganha alguns focos mesmo que pelas entrelinhas. A estrutura familiar que cerca o protagonista, com os meio irmãos presentes durante toda sua vida fazendo o papel de um pai falecido num acidente e uma madrasta que nunca aprendeu a atender, escolhendo o caminho mais distante na relação com o filho. Aliás, essa última, Magda (interpretada pela fabulosa Cecilia Roth), e sua história com o Goyo acaba sendo a representante em cena que mais se aproxima da mesa de reflexões que o discurso propõe. De forma menos profunda, Eva e as questões que envolvem seus filhos e o marido descontrolado também estão inseridos nesse contexto.

O lidar com a rejeição, outro ponto importante por aqui, chega aos personagens de várias formas, é uma questão que está muito presente nas linhas do roteiro. Mas mesmo escancarado ou escondido em todas suas formas de expressá-lo, o amor, essa variável incontrolável, que nos leva do céu ao inferno, acaba sendo o combustível, algo que alimenta as ações, dos 106 minutos de projeção. Goyo, é uma daquelas obras cirúrgicas que apresenta verdades sobre o caos do mundo lá fora mas sem deixar de tocar nossos corações.

Crítica | 10 Segundos para Vencer – Filmaço de Boxe e relacionamento de pai e filho

Éder, um Lutador

Não é comum vermos dentro da indústria do cinema muitos papeis bons oferecidos a atores já em sua terceira idade. Ao menos não os mirados ao grande público. E o motivo para isso se deve justamente por causa da faixa etária da maior parcela pagante dos espectadores, em sua maioria formado por jovens. Naturalmente, as histórias que criam mais identificação com este público são as protagonizadas por jovens como eles.

De tempos em tempos, no entanto, nossa esperança numa inclusão maior é renovada com oportunidades como a que podemos encontrar aqui em 10 Segundos para Vencer: de um grande papel para um ator veterano.

A biografia do pugilista bicampeão do mundo Éder Jofre é dirigida por José Alvarenga Jr. – mais acostumados a fazer comédias para o cinema (vide Os Normais: O Filme e Divã) -, e traz mais um desempenho acima da média de Daniel de Oliveira como o protagonista. Mas é o veterano Osmar Prado quem rouba grande parte do show na pele de Kid Jofre, o pai do boxeador. Não é à toa que o experiente artista foi laureado com o prêmio de melhor ator no último Festival de Gramado.

Um dos gêneros mais abraçados pelos brasileiros é a biografia, ou drama biográfico. Em geral podendo ser acusados de didatismo – por relatar passo a passo de forma esquemática a trajetória rumo ao sucesso de seu homenageado -, existe o caso dos que sobressaem, quebrando o molde devido aos inúmeros quesitos variáveis de excelência. É o caso deste longa.

Em seu roteiro, escrito por Thomas Stavros (1 Contra Todos), Patrícia Andrade (Gonzaga: De Pai para Filho), José Guertzenstein (Polícia Federal: A Leia é para Todos) e pelo próprio Alvarenga, o filme cria uma eficiente, embora muito conhecida, história de superação. Bem construída e sem espaço para desvios ou escorregadas (apesar de uma ou outra linha de diálogo que talvez não desça tão redondo aos mais conservadores e problematizadores – mas condizente com a época retratada).

10 Segundos para Vencer sai ganhador na contagem de pontos, em especial por sua parte técnica primorosa e atuações empenhadas. A direção de Alvarenga é encorpada, cria um cinema brasileiro prazeroso de assistir, que não fica devendo nada às grandes produções estrangeiras. A recriação da época é um atrativo a mais – além da estonteante fotografia, uma montagem dinâmica (sem rodeios ou floreios autoindulgentes) e uma arquitetura de cena impressionante nos momentos das lutas. O que não podia faltar, já que a obra está envolta no boxe. Tais momentos são muito bem trabalhados e impressionam.

Tão empolgante quanto o esporte nos ringues são os embates dramáticos entre Osmar Prado e Daniel de Oliveira. O segundo, recobra os holofotes com um grande ano. Depois do elogiadíssimo Aos Teus Olhos, Oliveira exibe a boa forma física e cria um Éder Jofre como a imagem do homem determinado. Já Prado, com uma carreira de seis décadas a serviço da arte, encontra em Kid Jofre um dos grandes papeis de seu currículo – feito desta forma devido a seu próprio esforço. O ator nunca esteve melhor do que em seu retrato do severo treinador – e isso não é pouca coisa ao olharmos a longa estrada do artista, o que só enaltece ainda mais sua performance.

10 Segundos para Vencer ainda reserva espaço para discussões sobre a violência do esporte e seu lugar dentro de uma sociedade cada vez mais politicamente correta. O resultado, acima de qualquer outra coisa, se mostra uma carta de amor de filho para pai, embalada e amarrada num belo invólucro de cinema entretenimento nacional. E o melhor, do tipo que tem muito a dizer.

‘O Show de Truman’, ‘Clube da Luta’ e os Clássicos dos Anos 90 que Mereciam ter Sido Indicados ao Oscar!

O Oscar é o prêmio máximo do cinema. Ou quem sabe o segundo maior, dependendo do ponto de vista. Oficialmente o Oscar é o mais importante, mas o maior prêmio para qualquer filme ou obra de arte na realidade é mesmo o teste do tempo. Ou seja, se manter relevante e importante através das décadas, e por que não, dos séculos. É o caso com a Mona Lisa por exemplo. E quando falamos de cinema, ter um filme de 30, 40 anos ainda muito popular é o maior presente para a obra.

O Oscar nem sempre representa isso. Ou seja, não necessariamente um filme vencedor do Oscar irá resistir ao teste do tempo e estar entre os mais populares de seu respectivo ano, dez, vinte, trinta ou quarenta anos depois de sua estreia. Por outro lado, um filme que sequer foi indicado poderá vir a ter essa trajetória exemplar. São justamente estes filmes esnobados pela Academia, mas que ainda estão na boca e no coração dos fãs que iremos abordar nessa nova matéria. Confira.

01) Clube da Luta

Se você perguntar para qualquer cinéfilo qual o filme mais querido dos anos 90, a resposta de quase todos será ‘Clube da Luta’, a obra-prima cult de David Fincher. O filme não foi sucesso de bilheteria nem mesmo em sua época de lançamento, mas logo de cara conquistou um público fiel, que só cresceu ao longo das décadas. Essa popularidade poderia ter feito dele um filme indicado ao Oscar na categoria principal na época – se tivéssemos então espaço para 10 filmes certamente seria. ‘Clube da Luta’ só recebeu indicação de efeitos sonoros.

02) O Show de Truman

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O Show de Truman’ continua um filme muito popular e querido até hoje. A prova disso foi sua recente exibição na Sessão de Sábado na Globo. O filme é um dos mais icônicos dos anos 90, um filme famoso, mas não apenas mirado ao entretenimento. Pelo contrário, dono de muito conteúdo. Na época todos acharam injustiça Jim Carrey não ter sido indicado. Mas o filme também não foi, o que só aumenta a esnobada que essa obra-prima recebeu da Academia. Suas indicações no Oscar foram para diretor (Peter Weir), coadjuvante (Ed Harris) e roteiro original.

03) A Outra História Americana

Lançado no mesmo ano de ‘O Show de Truman’, esse cult barra-pesada sobre o fantasma do racismo e do neonazismo foram coro com o filme de Jim Carrey formando o top 10 dos melhores filmes de seu respectivo ano de lançamento. Edward Norton chegava chutando a porta, mostrando que era um grande ator de sua geração. E foi justamente essa a indicação que o filme recebeu, de melhor ator para Norton, mas merecia a de melhor filme também.

04) De Olhos Bem Fechados

O ano de 1999 é conhecido como um dos melhores da história do cinema. E alguns dos filmes que o formam foram indicados ao Oscar, como ‘O Sexto Sentido’, ‘Beleza Americana’ e ‘À Espera de um Milagre’. Porém, um muito cultuado que ficou de fora destas indicações, mas merecia seu lugar ao sol é a obra-prima do suspense erótico que marcou o último trabalho do mestre Stanley Kubrick. ‘De Olhos Bem Fechados’ traz o então casal Tom Cruise e Nicole Kidman em puro estado de graça. Ironicamente, este adorado longa não foi indicado para nenhum Oscar sequer.

05) Quero Ser John Malkovich

Seguimos pelo fantástico ano de 1999, e chegamos até outro filme muito mencionado até hoje. ‘Quero Ser John Malkovich’ facilmente entraria no mencionado top 10 do ano também. Um filme “estranho, com gente esquisita”, a produção conquistou o coração dos cinéfilos com sua trama bizarra, mas muito engraçada e inteligente. Seu humor peculiar só poderia ter saído da mente de Charlie Kaufman e Spike Jonze. O longa obteve um total de 3 indicações ao Oscar (diretor, roteiro original e coadjuvante – Catherine Keener), mas merecia melhor filme também.

06) Boogie Nights – Prazer Sem Limites

Quando foi lançado em 1997, ‘Boogie Nights’ automaticamente se tornou um dos filmes mais elogiados do ano – uma olhada de bastidores no mundo então glamoroso da indústria pornográfica dos anos 70. O filme apresentou ao mundo o talento de Paul Thomas Anderson, que na época ainda trabalhava de forma menos pretensiosa e mais acessível. O diretor revolucionou ao apresentar um tema tabu e polêmico, de forma bem popular. ‘Boogie Nights’ também foi indicado para 3 Oscar (ator e atriz coadjuvantes – Burt Reynolds e Julianne Moore -, e roteiro original) – mas, é claro, merecia melhor filme.

07) Os Donos da Rua

Os Donos da Rua’ foi um filme revolucionário, lançado ainda em 1991 – que era um digno herdeiro de obras como ‘Faça a Coisa Certa’, dando o próximo passo para o cinema negro deixar de ser marginalizado e se tornar extremamente popular. Por exemplo, o diretor do longa, John Singleton, foi o primeiro cineasta negro a ser nomeado na categoria de direção – e também o mais jovem. Mas cadê a indicação de melhor filme para esta pérola da sétima arte? ‘Os Donos da Rua’ foi indicado apenas para diretor e roteiro original.

08) A Vida em Preto e Branco

Quando falamos na década de 90, muitos fãs de cinema irão apontar o ano de 1994 como sendo o melhor da década e um dos melhores de todos os tempos. outro que muitos poderiam mencionar é o já citado ano de 1999. Mas um ano desta mesma década que não pode ser menosprezado é 1998. Só aqui nesta lista já tivemos dois filmes deste ano: ‘O Show de Truman’ e ‘A Outra História Americana’. Agora temos ainda um terceiro filme com o exemplar ‘A Vida em Preto e Branco’. Neste filme maravilhoso protagonizado por Reese Witherspoon e Tobey Maguire, a vida real e a ficção se misturam numa bela história sobre valores que verdadeiramente importam. Mais uma vez, foi indicado para 3 Oscar (direção de arte, figurino e trilha sonora), mas merecia também a de melhor filme.

09) Os Últimos Passos de um Homem

Todos podemos concordar que um dos grandes elementos que faz um filme ser bom são suas atuações. Dificilmente um filme será considerado bom se tiver atuações amadoramente canhestras. Porém, boas interpretações dão credibilidade a um filme, ao ponto de criar o clima planejado e emocionar audiências pelo mundo. Foi esse o resultado com o drama estrelado por Susan Sarandon e Sean Penn, sobre uma freira confortando um homem condenado ao corredor da morte. Tanto que a dupla foi indicada ao Oscar (mas só Sarandon venceu), e o longa ainda foi indicado para melhor diretor (Tim Robbins) e canção. Mas deveria ter sido indicado a melhor filme também.

10) A Época da Inocência

Quando falamos no grande mestre Martin Scorsese, podemos apontar em sua filmografia como diretor nada menos que 10 longas indicados ao prêmio de melhor filme. Um dos mais subestimados de sua filmografia, mas que merecia fazer parte desta seleta lista é o romântico ‘A Época da Inocência’, uma pequena obra-prima da sétima arte estrelada por um trio no auge de suas carreiras: Daniel Day-Lewis, Michelle Pfeiffer e Winona Ryder. O filme recebeu nada menos que 5 nomeações (roteiro adaptado, coadjuvante – Ryder -, trilha sonora, direção de arte e venceu o de figurino). Mas merecia também a indicação de melhor filme.

‘Parque do Inferno’: Slasher estilo ‘Pânico’ ganha novas imagens sinistras

O terror ‘Parque do Inferno‘ (Hell Fest) ganhou novas imagens sinistras.

Confira, com o trailer:

“O filme se passa em um parque temático de terror durante o Halloween à medida que a noite divertida se torna mortal quando um assassino mascarado começa a matar os clientes desavisados ​​que acreditam que tudo não passa de uma brincadeira.”

Amy Forsyth (‘Channel Zero‘), Bex Taylor-Klaus (da série ‘Pânico‘), Christian James e Reign Edwards estrelam.

Dirigido por Gregory Plotkin (‘Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma‘).

Parque do Inferno‘ será lançado nos cinemas no dia 28 de setembro. No Brasil, em Outubro.

 

‘Patrulha Canina: Super Filhotes’: Animação ganha trailer dublado; Assista!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da animação ‘Patrulha Canina: Super Filhotes‘.

Confira:

Quando o seu mais recente esquema dá errado, o Prefeito Humdinger e seu sobrinho Harold acidentalmente desviam um meteoro, colocando-o em rota de colisão com a Baía da Aventura. A energia dourada do meteoro dá superpoderes à Patrulha Canina! Os heroicos Super Filhotes estão com tudo para super salvar o dia!

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de junho.

‘Spin Out’: Série estrelada por Kaya Scodelario já está disponível na Netflix!

A série ‘Spin Out‘, estrelada pela Kaya Scodelario, já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

A trama conta a história de Kat, uma patinadora enfrentando seus demônios dentro e fora do rinque, após sua carreira ser ameaçada por uma queda violenta.

Confira o trailer:

A série foi criada por Samantha Stratton.

Após sua carreira ser ameaçada por uma queda violenta, Kat Baker tem a oportunidade de correr atrás de seu sonho olímpico, mas sob o risco de perder tudo. Spin Out conta a história de Kat, uma patinadora enfrentando seus demônios dentro e fora do rinque.

O elenco ainda conta com Mitchell Edwards, Svetlana Efremova, Charlie Hewson, January Jones e Will Kemp.

Tempo é uma ilusão no trailer INSANO da ficção científica ‘Synchronic’; Assista!

A ficção científica ‘Synchronic‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Justin Benson & Aaron Moorhead.

A trama segue dois paramédicos de Nova Orleans, cujas vidas são viradas de cabeça pra baixo quando eles precisam lidar com uma série de mortes aterrorizantes ligadas a uma droga bizarra que causa efeitos inimagináveis.

Anthony Mackie e Jamie Dornan estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 23 de outubro.

Joe Lara, astro de ‘As Aventuras de Tarzan’, morre em acidente de avião

De acordo com o The Hollywood Reporter, Joe Lara, melhor conhecido por estelar ‘As Aventuras de Tarzan em Nova York‘ e ‘Tarzan: The Epic Adventures‘, morreu aos 58 anos.

O ator faleceu com sua esposa, Gwen Shamblin Lara, e outros cinco passageiros em um acidente de avião em Nashville.

Joshua Sanders, Capitão do Corpo de Bombeiros de Rutherford, declarou essa manhã: “Nossos esforços mudaram de resgate para recuperação. Nós não estamos mais procurando por vítimas vivas atualmente.”

O avião decolou do aeroporto de Rutherford às 11 horas da manhã, antes de cair perto do Lago Percy Priest, em Tennessee. Segundo a reportagem, as autoridades ainda não liberaram informações sobre o voo, mas ele deveria ter pousado na Flórida, no Aeroporto Internacional de Palm Beach.

Nascido em 2 de outubro de 1962, Lara começou sua carreira como modelo. Sua primeira aparição como o icônico Tarzan foi no filme ‘As Aventuras de Tarzan em Nova York‘, em 1989. Eles participou de diversos filmes e séries de televisão, incluindo um episódio de ‘SOS Malibu‘, antes de voltar a interpretar o personagem em ‘Tarzan: The Epic Adventures‘.

O último filme que o ator participou foi ‘Summer of ’67‘, em 2018.

No decorrer de sua extensa carreira, ele estrelou diversos filmes de ação, tais como ‘No Calor da Meia Noite‘ (1992), ‘American Cyborg: Steel Warrior‘ (1993), ‘Fronteira de Aço‘ (1995) e ‘Doomsdayer‘ (2000).

Ele também praticava artes marciais e era músico, tendo inclusive lançado um álbum intitulado Joe Lara: The Cry of Freedom, em 2009. Ele era casado com Gwen Shamblin Lara, uma figura controversa conhecida por criar uma técnica de perda de peso baseada em “fé”.

‘Renfield’: Atriz de ‘The Expanse’ se junta ao elenco da adaptação cômica de ‘Drácula’

De acordo com o Deadline, Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’) entrou para o elenco de ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula.

A atriz interpretará Ella, uma das mais temidas chefes do crime na cidade.

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título. Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula. O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

Produtora afirma que Daemon irá SURPREENDER no último episódio de ‘A Casa do Dragão’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a produtora executiva Sara Hess revelou que os espectadores irão se surpreender com o Daemon Targaryen (Matt Smith) no último episódio da primeira temporada de ‘A Casa do Dragão‘.

“Nós veremos um lado diferente dele [no último episódio da primeira temporada]. Atualmente, nós estamos escrevendo o roteiro da segunda temporada e tentando entender a natureza do seu relacionamento com a Rhaenyra. Há muitas interpretações para a relação entre eles no livro do George R.R. Martin.”

Sobre essa questão, a diretora Clare Kilner completa: “Eu amo ver os espectadores reagindo a esses personagens. Em um minuto, você gosta de algum deles, mas pode acabar se identificando com outro posteriormente. Não estou surpresa com a popularidade do Matt Smith. Ele traz uma performance poderosa e com aquele sorrisinho… não podemos evitar! Ele é carismático. As pessoas amam um cara mau.”

Intitulado The Black Queen, o capítulo final vai ao ar no dia 23 de outubro.

Confira o trailer:

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A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Billy Porter terá que VENDER sua casa por causa das greves

Em entrevista ao Evening Standard, Billy Porter (‘Pose’) quebrou o silêncio sobre as dificuldades que a classe artística está tendo que enfrentar durante este complicado período da greve dos atores e roteiristas em Hollywood.

O ator declarou sua indignação com os grandes estúdios, e reforçou o quanto o ato é necessário para normalizar condições justas de trabalho.

“Os serviços de streaming apareceram. Não há contratos para esta mídia e eles não têm transparência com os números [de audiência]. Essa empresas são notórias por esconderem suas métricas. A indústria evoluiu, então os contratos também precisam evoluir. Nós precisamos ouvir o Bob Iger dizer que nossas exigências são irrealistas enquanto ele ganha US$ 78 mil por dia?”

Ele completa, “Eu não tenho nem palavras para isso além de um ‘vai se f*der’. Mas essa atitude não é útil, então eu mantenho minha boca fechada. Eu não comentei nada porque estava muito enfurecido. Eu vou ter que vender a minha casa. A vida de um artista até ele ganhar rios de dinheiro – um patamar que eu ainda não alcancei – ainda depende dos pagamentos [de seus projetos]. Eu devia participar de um novo filme e uma nova série de televisão cujas filmagens começariam em setembro. E nenhum desses projetos estão acontecendo mais.”

Anteriormente, Porter havia dado uma entrevista exclusiva para o CinePOP para falar sobre ‘Tudo é Possível‘ (Anything’s Possible), romance sobre garota uma trans do Prime Video.

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Ximena García Lecuona assina o roteiro.

Kelsa (Eva Reign) é uma adolescente trans que está trilhando seu caminho para o último ano do Ensino Médio. Linda e cheia de confiança, ela é a crush de seu tímido colega de classe Khal (Abubakr Ali), que precisa tomar toda sua coragem para chamá-la para sair e viver os altos e baixos do amor na adolescência.

Renée Elise GoldsberryCourtnee CarterKelly Lamor WilsonGrant ReynoldsCaroline Travers e Lav Raman completam o elenco.

Cailee Spaeny luta pela sobrevivência uma nova imagem de ‘Alien: Romulus’; Confira!

O site Total Film divulgou uma nova imagem oficial da aguardada sequência ‘Alien: Romulus‘, destacando a heroína do filme, interpretada pela Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ deve arrecadar US$ 190 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, próximo filme da Marvel, deve arrecadar em torno de US$ 190 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, as projeções indicam uma abertura de US$ 80 milhões no final de semana regular, e US$ 94 milhões no estendido. Para termos de comparação, ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ arrecadou US$ 95 milhões em seus três primeiros dias no território norte-americano.

Internacionalmente, o longa deve acrescentar US$ 96 milhões através de todos os mercados – incluindo a China.

O site ainda afirma que a pré-venda de ‘Capitão América 4‘ tem registrado um desempenho 10-15% abaixo de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$106.1M) e 40% acima de ‘Eternos‘ (US$71.2M).

O longa será lançado nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira, no dia 13 de fevereiro.

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Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Predador: Terras Selvagens’ deve se tornar a MAIOR estreia da história da franquia nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, o aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘ deve arrecadar sólidos US$ 37 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

A expectativa é que o longa se torne a maior estreia da história da franquia no país, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).

Além de ter sido extremamente aclamado pelos críticos – com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo longa também conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore.

Essa é a maior média de aprovação da história da saga. Para termos de comparação, o longa original e sua sequência de 1990 receberam uma nota B+ do público.

Vale lembrar que ‘Predador: Terras Selvagens’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Separamos os trechos das reações dos críticos:

“As cenas de ação são horripilantes, criativas e de tirar o fôlego, mas também é a parte menos surpreendente de ‘Predador: Terras Selvagens’.” (Slant Magazine)

“O filme subverte habilmente as regras da franquia, tornando-a mais interessante sem diluir a natureza temível do personagem principal. Dan Trachtenberg enriquece a franquia a cada novo filme.” (Time Out)

“Reintroduzindo o icônico vilão da ficção científica como um herói azarão, ‘Predator: Terras Selvagens’ é um thriller de ação consistentemente divertido, repleto de cenas eletrizantes.” (Screen International)

“É difícil subestimar Elle Fanning neste filme. Ela não apenas proporciona alívio cômico, como também adiciona um elemento humano muito necessário.” (Associated Press)

“A franquia ‘Predador’ dá uma guinada brusca para o mundo da aventura, com sua ação eletrizante e repleta de criaturas, que combina com a polêmica inovação dos Yautja.” (Bloody Disgusting)

“Este é o filme mais impactante com ‘Predador’ no título desde o original de 1987.” (Bloody Disgusting)

“Este é o segundo melhor filme da franquia e um começo empolgante para o que parece ser um grande futuro para a saga.” (The Daily Beast)

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

Jane Levy luta pela sobrevivência na 1ª imagem do terror slasher ‘River’; Confira!

O terror slasher ‘River‘, estrelado pela Jane Levy (‘A Morte do Demônio’), ganhou a primeira imagem oficial.

Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’), Max Mattern (‘Devil in Disguise: John Wayne Gacy’) e Dane DiLiegro (‘O Predador: A Caçada’) também estrelam a produção.

Confira:

Na trama…

“Três irmãos distantes se reencontram em sua cidade natal após a morte do pai. Eles partem para espalhar suas cinzas em seu lugar favorito, às margens de um rio isolado, mas quando o barco quebra, a viagem se transforma em um pesadelo. Perdidos a quilômetros de distância de qualquer ajuda e sem sinal de celular, eles logo percebem que estão sendo perseguidos por um assassino sem rosto que emergiu da floresta. Para sobreviver à noite, os irmãos precisam deixar de lado suas antigas mágoas e lutar juntos contra um terror implacável, quase mítico.”

Joshua Giuliano é responsável pela direção e roteiro.

“‘River’ está em desenvolvimento há seis anos. É um trabalho de amor que acabou se tornando a experiência mais recompensadora da minha vida. Trabalhar com o Shudder tem sido uma colaboração incrível e saber que o filme será lançado nos cinemas é um sonho que se torna realidade,” declarou o cineasta.

Steven Schneider (‘Atividade Paranormal’), Nick Antosca (Hannibal’) e Alex Hedlund (‘Assim na Terra Como no Inferno’) servirão como produtores.

Sem data de estreia, o longa está programado para 2026.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Lisa Kudrow desmente rumores de spin-off de ‘Friends’ sobre Phoebe

Mais um boato relacionado à clássica série ‘Friends’ foi desmentido. Desta vez foi a respeito da criação de um spin-off sobre a peculiar personagem Phoebe.

Embora o tablóide americano In Touch tenha divulgado que a veterana Lisa Kudrow estaria em negociações com a co-criadora da série original, Marta Kauffman, e que o spin-off ainda incluiria aparições dos demais membros do elenco, tudo não passa de meros rumores.

A confirmação foi feita pelo porta-voz de Kudrow ao site Digital Spy. Segundo seu representante, a intérprete de Phoebe não está envolvida em nenhum tipo de negociação ou qualquer outro aspecto ligado ao este projeto.

Os boatos divulgados há cerca de dois meses também apontavam que na trama do spin-off, Phoebe voltava a morar em Nova York, após divorciar-se de Mike (Paul Rudd).

Especial | O reencontro de ‘Friends’ 

Friends’ foi exibida na TV norte-americana entre 1994 e 2004. Quem estiver com saudade, a Netflix disponibilizou as 10 temporadas completas no streaming do serviço. Os fãs já podem se deliciar com os 238 episódios nas versões dublada e legendada.

Criada pela dupla David Crane e Marta Kauffman , ‘Friends‘ girava em torno da rotina de um sexteto de amigos, e foi uma das únicas séries da história a não ter um único personagem central, dividindo as histórias entre cada um deles. Com isso, ao longo da série, todos eles tiveram a chance de brilhar: a maluquinha Phoebe (Lisa Kudrow); o divertido Joey (Matt LeBlanc) com suas intermináveis aparições em filmes e novelas; Chandler (Matthew Perry) com suas aventuras amorosas até o casamento com Monica (Courteney Cox); o romântico Ross (David Schwimmer) com seus três casamentos e amores fugazes; a obssessiva Monica com sua insistente tentativa de tornar-se uma chef de sucesso; e a insegura Rachel (Jennifer Aniston), que ao longo da série formou com Ross o casal mais duradouro, terminando ao lado dele depois de dez longos anos.

Versão musical de ‘Sexta-Feira Muito Louca’ ganha data de estreia; Assista ao trailer!

A versão em musical da popular comédia familiar ‘Sexta-feira Muito Louca’ já ganhou data de estreia.

A produção original do Disney Channel chega à emissora no dia 10 de agosto. O anúncio foi feito pelas atrizes Heidi Blickenstaff e Cozi Zuehlsdprff.

Confira:

De acordo com o vice-presidente de programação original da Disney Channel, Adam Bonnett, o novo filme para TV terá um toque diferente, de maneira que englobe igualmente o público infantil e as famílias, com a presença “de talentos da Broadway que ficam diante e atrás das câmeras”.

‘Game of Thrones’: Porque o fogo de dragão não matou o Rei da Noite?

No último episódio de ‘Game of Thrones‘ muitos fãs devem ter se questionado a respeito de como o Rei da Noite sobreviveu ao fogo do dragão Drogon. No capítulo anterior, Uma Cavaleira dos Sete Reinos, Bran Stark pontua que ainda não se sabia se a criatura era imune a essas chamas, o que acabou se provando sem sombra de dúvidas.

No entanto, o fato do Rei da Noite sobreviver ao fogo não é algo tão novo assim e no passado da série o personagem já fora visto caminhando por entre as chamas, sem qualquer arranhão. Além disso, a criatura ainda lutou contra o fogo de dragão na sétima temporada, ao ponto de derrotar e matar Viserion, que futuramente fora despertado como um dragão de gelo. Infelizmente (ou felizmente!), o seu exército de Caminhantes Brancos se comporta de maneira diferente e são facilmente queimados pelo fogo, como vimos bem no episódio atual, intitulado A Longa Noite.

Mas o que fez do Rei da Noite indestrutível (até a chegada da Arya-ninja-ninguém, obviamente) ao fogo de dragão? Existe uma teoria que indicaria que o vilão em questão seria de fato um Targaryen. Isso explicaria o seu símbolo em espiral, que lembra muito o brasão da Casa Targaryen, além de justificar sua fácil habilidade de montar e voar em um dragão, bem como a sobreviver às suas chamas.

No entanto, essa teoria compromete alguns detalhes cruciais relacionados à família dos cabelos quase brancos. Primeiramente, o Rei da Noite fora criado pelos Filhos da Floresta – o que aconteceu muito antes dos Targaryen terem deixado Old Valyria, para seguir em direção a Westeros. Então, ao menos que este homem fosse um Targaryen errante, que por sinal estaria em Westeros na época em questão, é muito improvável que essa seja sua verdadeira justificativa.

O mais plausível é que o Rei da Noite seja tão poderoso e tão conectado ao frio que isso o tornou resistente ao fogo. Em A Longa Noite, testemunhamos ele ressuscitar os mortos (o que ainda permanece uma incógnita para nós) e, aparentemente, o vidro de dragão em seu coração ainda o permite controlar a neblina da neve, além de outras habilidades relacionadas ao clima invernal. Pelo visto, a magia dos Filhos da Floresta que criou o Rei da Noite com o vidro de dragão também agregou novos poderes ao personagem.

Talvez, a combinação entre esse artefato e a magia do gelo sejam suficientes para garantir que ele passe pelo fogo de forma imutável. Isso ainda explicaria outro mistério: o fato de ele conseguir ser morto apenas por aço Valiriano. Afinal de contas, essa mágica do fogo é a única coisa capaz de destruir a mágica do gelo, a qual o Rei da Noite possui.

Confira o trailer do próximo episódio:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

No quarto episódio, ainda sem título revelado, depois que a Batalha de Winterfell termina, um novo capítulo pelo domínio de Westeros se inicia. O episódio irá ao ar no dia 5 de maio.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Crítica | A Caçada: Terror gore é debochado e visceral

Em tempos tão sensíveis, thrillers como A Caçada podem ser desconfortáveis. Considerado absurdamente polêmico por explorar o assassinato em série como uma piada ácida e sangrenta, o longa explora o que a elite branca e ociosa é capaz de fazer com muito tempo livre, milhares de dólares a perder de vista e muita ambição egoísta. Na trama, um grupo de pessoas aleatórias são colocadas algemadas e amordaçadas em um campo aberto, à mercê de uma turma de amigos que desfrutarão do sagaz e diabólico prazer de vê-los tentando se livrar das amarras, à medida que fracassadamente lutam por suas vidas.

Dirigido por Craig Zobel, a produção funciona bem se não for levada tão a sério. Com um aspecto sangrento que permeia a trama do começo ao fim, o longa não poupa o nosso estômago e pode ser doloroso para os olhos e mentes mais sensíveis quanto à apresentação de mortes mais gráficas. Mas em sua essência, A Caçada se apresenta de forma muito mais ambiciosa do que genuinamente é. Se apropriando de uma premissa hedonista, onde o prazer pelo prazer é aqui expresso no “deleite” de matar alguém das formas mais animalescas possíveis, o longa peca por ser fundamentalmente isso. Sem uma trama madura que desabroche a partir de seus personagens, o thriller é raso em sua substância e traz à audiência apenas exatamente aquilo que o título obviamente imprime: uma caçada por sobrevivência.

Mas quando observado por uma ótica muito mais simplista e despretensiosa, ainda que a produção estrelada por Betty Gilpin e Hilary Swank não proporcione o debate social que originalmente parece instigar, seu desenvolvimento sólido é suficiente para conduzir uma trama que – ao final de contas – visa suprir na audiência a mesma necessidade por sanguinolência gratuita que seus protagonistas possuem. Com mortes viscerais unapologetic e um humor ácido que pauta os principais diálogos, o roteiro desenvolvido por Damon Lindelof e Nick Cuse (aquele primeiro responsável pela brilhante série Watchmen) é objetivo e célere do começo ao fim, não frustrando o anseio por gore – natural de um bom fã do subgênero.

Com personagens adjacentes que visam mais encorpar a trama e sustentar a protagonista principal, A Caçada consegue suprir uma parte generosa das expectativas pela excepcional performance de Gilpin, que transforma sua linguagem corporal e timbre a fim de encarar uma personagem clássica redneck, que à medida que esbanja estereótipos, também é capaz de surpreender dentro e fora das telas. Protagonizando algumas cenas de corpo a corpo ao longo da trama, a estrela da aclamada série GLOW envolve nossa atenção do começo ao fim e surpreende a audiência com uma bela cat fight contracenada ao lado de Swank, que agora enferrujada – após uma jornada tão gloriosa nos cinemas, tenta recuperar o vigor da sua carreira.

Perdendo a oportunidade de se aprofundar em questões morais sobre como a sociedade contemporânea está a beira de um colapso em seus princípios, o thriller tem potencial para ser uma genuína crítica de humor sombrio, mas prefere se ater à sua zona de conforto, entregando um roteiro evasivo que se sustenta apenas em seu visual violento. Mas ainda que não vá muito longe em sua abordagem, A Caçada é tão deliciosamente debochado, que se torna um pequeno deleite para um bom e velho amante do formato slasher.

‘The Protégé’: Michael Keaton e Samuel L. Jackson no trailer do thriller de espionagem

Maggie Q. está em busca de vingança no novo thriller de espionagem, ‘The Protégé‘. E a produção, que também é estrelada por Samuel L. Jackson e por Michael Keaton, ganhou o seu primeiro e intenso trailer oficial.

Assista:

Na trama, resgatada quando criança pelo lendário assassino Moody (Samuel L. Jackson) e treinada nos negócios da família, Anna (Maggie Q) é a assassina de aluguel mais habilidosa do mundo. Mas quando Moody – o homem que era como um pai para ela e lhe ensinou tudo o que ela precisa saber sobre confiança e sobrevivência – é brutalmente morto, Anna jura vingança. Quando ela se envolve com um assassino enigmático (Michael Keaton), cuja atração por ela vai muito além de gato e rato, seu confronto se torna mortal e as pontas soltas de uma vida inteira matando irão se enrolar ainda mais.

The Protégé‘ é dirigido por Martin Campbell, mesmo diretor do famigerado ‘Lanterna Verde’. Richard Wenk assina o roteiro.

O longa estreia nos Estados Unidos em 20 de agosto. Ainda não há data de lançamento para o Brasil.

 

Causa da morte de Gene Hackman e Betsy Arakawa é revelada

Após semanas de investigação, as autoridades locais do estado do Novo México chegaram a uma conclusão a respeito da causa da morte do lendário ator Gene Hackman e de sua mulher, Betsy Arakawa.

Segundo um médico legista, Hackman provavelmente faleceu uma semana depois de sua mulher, Betsy. Ela teria vindo à óbito em virtude de um Hantavírus. A Hantavirose é uma zoonose viral aguda, cuja infecção em humanos, no Brasil, se apresentam na forma da Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus. Na América do Sul, foi observado importante comprometimento cardíaco, passando a ser denominada de Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH).

Nas Américas, a hantavirose se manifesta sob diferentes formas, desde doença febril aguda inespecífica, até quadros pulmonares e cardiovasculares mais severos e característicos, podendo evoluir para a síndrome da angústia respiratória (SARA).

Já o vencedor do Oscar teria morrido de doença cardiovascular, com a doença de Alzheimer sendo um fator contribuitivo. A informação foi revelada por Heather Jarrell, a médica legista chefe do New Mexico Office of the Medical Investigator.

Arakawa provavelmente faleceu uma semana antes de Hackman, no dia 11 de fevereiro. Por meio de uma coletiva de imprensa, o xerife de Santa Fé, Adan Mendoza, revelou que câmeras de segurança mostraram a mulher realizando alguns afazeres.

Ela visitou o mercado Sprouts e uma farmácia da rede CVS, além de ter trocado emails com sua massoterapeuta no mesmo dia. O carro dela entrou no condomínio fechado onde o casal morava por volta das 17h15 e nenhuma outra atividade ou comunicação foi encontrada após essa data.

Hackman tinha Alzheimer avançado, bem como doença cardíaca grave e histórico de ataques cardíacos, disse Jarrell. Ele testou negativo para hantavírus.

Erin Phipps, a veterinária de saúde pública do estado, disse na coletiva de imprensa que as infecções por hantavírus são muito raras. Segundo a profissional, das 136 infecções no condado nos últimos 50 anos, 42% foram fatais. O vírus é normalmente transmitido por excrementos de roedores.

Em outra declaração emitida no dia 28 de fevereiro, o xerife relatou que o marcapasso de Hackman registrou seu “último evento” no dia 17 de fevereiro, o que indica que essa seria a data em que o ator teria morrido.

Entenda o caso

O renomado ator Gene Hackman, de 95 anos, e sua esposa, a pianista Betsy Arakawa, de 63 anos, foram encontrados mortos em sua residência no estado do Novo México, segundo informações veiculadas pela mídia norte-americana na última quinta-feira, 27 de fevereiro. O casal, junto com um cachorro da família, foram encontrados em sua casa na tarde de quarta-feira, 26 de fevereiro, conforme detalhes divulgados pelo site Santa Fé New Mexican.

Gene Hackman, um dos mais renomados atores da história de Hollywood, ficou mundialmente conhecido por sua carreira de destaque em filmes como ‘Os Bons Companheiros‘, ‘The French Connection‘ e ‘A Firma‘. Betsy Arakawa, sua esposa, é uma pianista talentosa, e o casal vivia de forma discreta no Novo México há vários anos, longe dos holofotes da mídia.

Crítica | ‘Exit 8’ transforma o metrô em um labirinto psicológico com ecos de ‘O Iluminado’ e M. C. Escher

Seria o metrô um purgatório moderno? Em Exit 8, sim. Um terror claustrofóbico, um glitch na realidade que nos joga em algo arbitrário, onde os personagens precisam encontrar uma saída concreta para um problema abstrato. Em seu segundo longa, apresentado na sessão de meia-noite em Cannes 2025, o cineasta japonês Genki Kawamura constrói uma experiência singular e metafórica.

Baseado em um jogo japonês, o filme acompanha um homem que, após receber uma notícia impactante, se vê preso em um metrô do qual simplesmente não consegue sair. A sensação é imediatamente familiar, especialmente para quem já enfrentou o labirinto de saídas de grandes estações, como a Châtelet–Les Halles, em Paris, com suas 19 saídas. São corredores intermináveis, múltiplas direções, uma lógica que parece existir, mas que nunca se revela por completo. Aqui, porém, essa confusão vira regra: escapar depende de observar cada detalhe e identificar pequenas anomalias.

O filme abraça totalmente sua origem nos videogames, e isso é justamente o que o torna tão interessante, mesmo para quem não conhece o jogo original. Cada percurso bem-sucedido funciona como uma fase vencida, enquanto cada erro reinicia o ciclo, criando uma estrutura que remete tanto à repetição angustiante de O Feitiço do Tempo (1993) quanto à arquitetura opressiva e impossível do hotel em O Iluminado (1980). Há também algo de M. C. Escher nos corredores, uma geometria impossível, que se dobra sobre si mesma, como uma fita de Möbius onde início e fim se confundem.

O que começa como um jogo de percepção, aos poucos se transforma em um mistério psicológico mais profundo. Quando os personagens secundários passam a ocupar espaço, figuras que parecem tão perdidas quanto o protagonista, a pergunta muda: não é mais apenas “como sair?”, mas “por que eles estão aqui?”. Cada detalhe fora do lugar deixa de ser apenas um desafio lógico e passa a sugerir algo íntimo, quase como se aquele espaço estivesse refletindo conflitos internos, traumas e culpas.

Nesse sentido, Exit 8 toca em uma ansiedade muito concreta: a repetição da vida cotidiana, a sensação de estar preso em um sistema que promete regras claras, mas nunca entrega uma saída real. Há ecos da ideia de “não-lugares” da modernidade, espaços de passagem onde ninguém realmente pertence, e onde todos se tornam anônimos. Devido à repetição dos cenários, a narrativa poderia ser cansativa, mas a divisão de capítulos sobre diferentes perspectivas e resoluções bem definidas nos mantém atentos à trama de poucos elementos, mas muitas camadas. 

Comparações com Vivarium (2019), de Lorcan Finnegan,  são possíveis — especialmente na forma como ambos exploram o aprisionamento em ambientes artificiais e ciclos sem fim. Exit 8, no entanto, é mais direto na sua execução, e talvez até mais perturbador justamente por isso. Não há exagero visual ou surrealismo explícito: o horror vem da repetição, da observação e da percepção de que algo está errado, mesmo quando tudo parece igual.

O mais interessante é como o filme exige atenção absoluta. Em um tempo em que estamos constantemente distraídos, ele nos força a olhar, memorizar e duvidar. Se você piscar, perde uma pista e talvez nunca mais entenda o que está acontecendo. Intrigante e inteligente, Exit 8 não é apenas uma história inquietante, mas também um jogo psicológico que testa tanto seus personagens quanto quem está assistindo. Mais do que um filme de gênero, o longa funciona como um dispositivo: não apenas nos prende, mas nos obriga a encontrar (ou inventar) uma saída para os nossos próprios dilemas. 

 

Lançado em 18 de maio de 2025, no 78° Festival de Cannes, Exit 8 chega aos cinemas brasileiros nesta quinta, dia 30 de abril de 2026, como distribuição da Paris Filmes

‘Te Peguei!’: Jeremy Renner e amigos brincam de pega-pega no trailer da comédia

A Warner Bros. divulgou o trailer da comédia ‘Te Peguei!‘ (TAG), baseada num artigo produzido pelo Wall Street Journal que conta a história de um grupo de amigos envolvidos em uma longa partida de pega-pega – que tem durado 30 anos! Assista:

Jeremy Renner estrela a produção ao lado de Ed Helms (‘Se Beber, Não Case), Jake Johnson, Hannibal BuressTracy Morgan e Annabelle Wallis, de ‘A Múmia‘.

A comédia será dirigida por Jeff Tomsic, que fará sua sua estreia nos cinemas após anos trabalhando com programas de TV. O roteiro ficou a cargo de  Mark Steilen e Rob McKittrick.

A estreia está agendada para 28 de agosto de 2018.

‘Monster Hunter’: Adaptação do jogo, com Milla Jovovich, tem filmagens adiadas

Milla Jovovich vai voltar a trabalhar com o diretor e marido, Paul W. S. Anderson. Ambos trabalharam juntos na franquia ‘Resident Evil’. 

A dupla irá trabalhar na adaptação do jogo Monster Hunter, da Capcom. Milla será a protagonista e Anderson assume a direção.

Porém, o longa teve suas filmagens adiadas. De acordo com informações do Omega Underground, a produção agora só começa em 1º de outubro, na África do Sul, enquanto antes existia a expectativa de acontecer agora em setembro.

A produção é da Constantin Films e terá orçamento estimado em cerca de US$ 60 milhões.

O longa ainda não possui data de lançamento. Novas informações devem sair em breve.

Ziraldo, lenda dos quadrinhos e da literatura infantil, morre aos 91 anos

O Brasil se despede neste sábado (6) de um de seus maiores artistas de todos os tempos. Aos 91 anos de idade, Ziraldo faleceu. A informação foi confirmada pela família do quadrinista, que afirmou que ele morreu dormindo em sua casa na Lagoa, na Zona Sul do Rio de Janeiro, por volta das 15h.

Natural de Caratinga, Minas Gerais, Ziraldo Alves Pinto ganhou esse nome incomum como uma homenagem aos nomes de seus pais. Foi da mistura de dona Zizinha e seu Geraldo que o pequeno Ziraldo nasceu. O menino se apaixonou pela literatura ainda na infância. Aos seis anos de idade, ele teve seu primeiro desenho publicado no jornal Folha de Minas. Foi a primeira de incontáveis ilustrações que viriam a marcar o cotidiano do povo brasileiro e viraria um dos traços mais marcantes da história do país.

Ao longo de sua vida, Ziraldo esteve intrinsecamente ligado à imprensa e às artes. No entanto, quis o destino que o cartunista, chargista, pintor, escritor, dramaturgo, cartazista, caricaturista, poeta, cronista, desenhista, apresentador, humorista e jornalista começasse sua carreira acadêmica no Direito, graduação que concluiu em 1957 na UFMG.

Porém, foi nas páginas da Folha da Manhã, atual Folha de São Paulo, que Ziraldo começou a encantar o Brasil. Ele ganhou uma coluna humorística, que virou sucesso e abriu as portas para que ele fosse para a revista O Cruzeiro. Na década de 50, O Cruzeiro era uma das revistas de maior prestígio do país. Com suas charges e personagens repletos de personalidade, Ziraldo “explodiu”. Seu sucesso foi enorme e o levou para o Jornal do Brasil, onde cativou incontáveis leitores com sua arte.

Então, na década de 1960, ele começou a trabalhar com a mídia que o imortalizaria: as histórias em quadrinhos. Ziraldo pegou os personagens das charges da revista O Cruzeiro e deu a eles uma HQ própria com Turma do Pererê. Inspirado no folclore do país, o Pererê entrou na história dos quadrinhos nacionais por ser o primeiro gibi impresso em cores 100% brasileiro. Foi um sucesso total com 43 edições publicadas com a impressionante tiragem de 120 mil exemplares por edição.

Infelizmente, o gibi foi cancelado em 1964 logo após o golpe da Ditadura Militar. Ainda assim, Ziraldo foi voz ativa na luta contra o Regime. Ele foi membro-fundador e editor do semanário O Pasquim, que abraçava a Contracultura, falando sobre sexo, feminismo e tocava em tabus sociais, além de criticar abertamente os militares do país. Não por acaso, ele foi preso no dia seguinte à aprovação do nefasto AI-5.

Sua subversão o ajudou a se consolidar como um dos artistas populares da época. Curiosamente, foi nesse mesmo período que ele adentrou no ramo da literatura infantil. Sua estreia foi em 1969 com uma das obras infantis mais marcantes da história, o clássico Flicts. A história da cor ‘Flicts’, que não se encaixava em nenhuma das sete cores do arco-íris, mas embarca numa jornada para conhecer seu valor, foi escrita e ilustrada em apenas três dias. Com um argumento poético, fio sucesso instantâneo.

E mesmo com tantos sucessos publicados, seu ‘garoto de ouro’ viria a nascer apenas na década de 80. Sim, em 1980, Ziraldo publicava o livro O Menino Maluquinho, que contava a história de “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Com sua personalidade agitada e suas aventuras divertidas, o Maluquinho se tornou um fenômeno literário tão grande que virou história em quadrinhos.

Nos gibis, o Menino Maluquinho atravessou décadas e gerações, chegando ao Olimpo dos personagens de quadrinhos sul-americanos, ao lado de ícones como a Mônica e a Mafalda. Sua popularidade foi tão grande que ele virou desenho animado, série de TV e filme de cinema.

Ziraldo se tornou um dos maiores embaixadores da cultura brasileira, recebendo diversos prêmios pelo mundo e encantando gerações com suas obras. Neste sábado (6), o Brasil perdeu uma verdadeira lenda que, com seu trabalho, incentivou diferentes gerações a se apaixonarem pela literatura e a questionarem imposições políticas em tempos sombrios.

Um perda inestimável para a história brasileira. Os fãs do Rio de Janeiro poderão ter um contato especial com as obras de Ziraldo, porque o Centro Cultural Banco do Brasil, o CCBB-RJ, está com a exposição interativa Mundo Zira em cartaz até 13 de maio.

Crítica | The Blackening – Divertido Filme lançado no Prime Video Satiriza Filmes de TERROR

Os primeiros anos do novo milênio foram marcados por um gênero cinematográfico que acabou fazendo muito sucesso com o público: a sátira. Filmes como “Todo Mundo em Pânico” e “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca” levou milhares de pessoas ao cinema – em sua maioria, jovens adolescentes – e às locadoras. Isso acontecia porque a proposta da sátira combinava com o que estava sendo oferecido na época, com muitos lançamentos de filmes de terror e suspense com protagonismo juvenil.

Porém, os filmes de terror lançados nas últimas décadas do século XIX e do início do milênio possuem em comum uma característica que, na década atual, se tornou motivo de crítica: o fato da quase inexistência de atores pretos nos filmes de terror e, quando havia, eram sempre os primeiros a morrer.

A partir dessa crítica, os novos filmes de terror, em sua maioria, começaram a repensar seus roteiros, e justamente esse ponto acabou inspirando o longa “The Blackening”, lançamento recente da Prime Video já disponível aos assinantes.

Para comemorarem dez anos de suas formaturas na faculdade os amigos Allison (Grace Byers), Clifton (Jermaine Fowler), King (Melvin Gregg), Shanika (X Mayo), Dewayne (Dewayne Perkins, hilário em sua performance), Lisa (Antoinette Robertson), Nmandi (Sinqua Walls), Shawn (Jay Pharaoh) e Morgan (Yvonne Orji) decidem alugar uma cabana no meio da floresta para passarem juntos o feriado chamado de Juneeth – uma data para celebrar a emancipação da população preta estadunidense e valorização de suas raízes.

Era para ser dias de diversão entre amigos, porém a casa os obriga a jogar um jogo extremamente racista no qual devem provar o quanto sabem da história e da cultura preta daquele país, ou, do contrário, eles morrerão um após o outro. Para sobreviver, muitas verdades e segredos do passado virão à tona, o que abalará a amizade entre eles.

Em pouco mais de uma hora e meia de duração ‘The Blackening’ busca equilibrar a sátira, os elementos de terror, a crítica social e a reparação racial. Partindo de uma premissa interessantíssima e provocadora – num filme de terror em que o elenco todo é preto, não tem como todos eles morrerem primeiro – o filme de Tim Story (que dirigiu o filme do ‘Quarteto Fantástico’) diverte e ao mesmo tempo faz uma aberta crítica à própria indústria do cinema, pela forma como os filmes de terror construíram um viés racista ao não darem protagonismo ou heroísmo aos personagens pretos, especialmente os filmes de terror estilo slasher.

Para tal, o roteiro de Tracy Oliver e Dewayne Perkins tem que partir de evidenciações racistas que vão gerar incômodo logo de cara, para, a partir daí, mostrar as reações (e consequentemente as soluções) desses episódios pelo ponto de vista das pessoas pretas. Todo o mote é construído na base do humor e da descontração, deixando os personagens donos de suas ações.

Tal qual os filmes de terror e as sátiras de terror, em ‘The Blackening’ o que mais vale é a ideia e o desenvolvimento, com um final que dá a sensação de que poderia ter sido melhor. Mesmo assim, é um filme que faz rir tal qual os clássicos pop de início de milênio.

Antoinette Robertson as Lisa in The Blackening. Photo Credit: Glen Wilson

‘Midsommar’: Novo filme do diretor do terror ‘Hereditário’ ganha cartaz intrigante

A24 divulgou hoje, 28, o pôster oficial do novo filme de terror de Ari AsterMidsommar.

Aster ganhou prestígio na indústria cinematográfica ano passado, com sua estreia diretorial Hereditário, protagonizada por Toni Collette. O filme ganhou aclame crítico e foi considerado um dos melhores longas-metragens de terror do ano, além de ter arrecadado 79 milhões de dólares sobre um orçamento de 9 milhões.

Logo, não é surpresa que os fãs do gênero estejam aguardando a próxima investida de Aster nos cinemas. Midsommar, escrito e dirigido pelo cineasta, traz Jack ReynorFlorence Pugh como protagonistas, encarnando um casal que viaja para a Suíca para visitar a cidade natal de um amigo em comum e aproveitar o festival de meio de ano. Entretanto, as coisas ficam sombrias quando eles se envolvem em um obscuro culto pagão.

Confira o cartaz oficial abaixo:

Por enquanto, Midsommar tem estreia marcada para agosto deste ano, período em que competirá pelos holofotes com Artemis Fowl, da DisneyThe Kitchen, da Warner Bros., e Scary Stories to Tell in the Dark, nova obra de Guillermo del Toro.

O trailer do filme deve ser lançado em breve.

‘Nobody’: Christopher Lloyd é elencado no novo thriller de ação

O site Collider anunciou hoje que Christopher Lloyd (De Volta para o Futuro) e Connie Nielsen (Mulher-Maravilha) foram elencados no novo thriller de ação intitulado Nobody.

Os dois viverão pai e esposa do personagem de Bob Odenkirk, respectivamente. O roteiro fica a encargo de Derek Kolstad (John Wick).

Na trama, o ator interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido pos aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘. O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

Nobody‘ estreia dia 14 de agosto de 2020.