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Alguns dos personagens mais EXCÊNTRICOS de Nicolas Cage, o novo Drácula

Indicado a quase 100 prêmios por suas interpretações ao longo da carreira de altos e baixos, Nicolas Cage ficou marcado por atuações peculiares, excêntricas, que deixam vivas as lembranças nas memórias cinéfilas. Buscando listar alguns desses personagens, separamos uma lista muito legal onde não deixa de contar um pouco da carreira desse polêmico artista.

Antes da lista, vale lembrar! O artista, sobrinho de Francis Ford Coppola, recentemente foi confirmado no longa-metragem Renfield de Chris McKay (que dirigiu recentemente A Guerra do Amanhã) onde interpretará o famoso personagem Dracula. O filme promete mais uma atuação excêntrica e marcante, o roteiro é assinado pela dupla Robert Kirkman (The Walkind Dead) e Ryan Ridley (Ricky and Morty).

 

H.I. McDunnough em Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Castor Troy/ Sean Archer em A Outra Face

Com direção do mestre dos filmes de ação (John Woo) Nicolas Cage e John Travolta, por incrível que pareça se completam (muito bem) nesse troca-troca A Outra Face. No longa, uma caçada é posta em ação após uma cirurgia facial entre um cruel assassino e um agente do FBI. Com os papéis invertidos a adrenalina come solta! Castor Troy é um dos personagens mais eletrizantes e competentes de Cage, não tenham dúvidas!

 

Charlie Kaufman / Donald Kaufman em Adaptação

Filme de 2002 que tem na direção o ótimo Spike Jonze. Com um roteiro sensacional feito por Charlie Kaufman e Donald Kaufman (os personagens de Cage), Nicolas nem tem a melhor atuação mas mostra presença no papel de dois personagens. Chris Cooper é quem domina a telona quando em cena.

 

Yuri Orlov em O Senhor das Armas

Numa história com muita política e obviamente uma crítica social, Nicolas Cage interpreta Yuri Orlov, um negociante de armas que é bem sucedido na função escolhida. Começa a se questionar um pouco quando o agente da Interpol (interpretado pelo Ethan Hawke) começa a pegar no seu pé. É uma das melhores interpretações da carreira de Cage, sem dúvidas. O filme é dirigido pelo Andrew Niccol, simplesmente o roteirista do aclamado O Show de Truman.

 

Rob em Pig

E se você pudesse recriar momentos com sua arte? E se mesmo assim não fosse suficiente para se ter tudo na vida? Afinal, o que é ter tudo na vida? Em seu primeiro longa-metragem (dirigindo e escrevendo), após três curtas e co-dirigir dois seriados, o cineasta Michael Sarnoski consegue encontrar uma fórmula mágica, intimista, mostrando ao público dentro do inusitado universo de um homem atrás de um porco que lhe fora sequestrado. Aos poucos vamos percebendo que há toda uma impactante história por trás, mostrada na tela tecnicamente de forma sublime, dentro de uma fotografia maravilhosa. É a grande atuação da carreira de Nicolas Cage! É uma profundidade impressionante que alcança para seu complexo personagem. Somos testemunhas da ressurreição de sua carreira. Com trabalhos nos últimos anos, em sua maioria, bastante questionáveis, quando Cage acerta vira algo inesquecível.

 

Ben Sanderson em Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é uma das melhores interpretações da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Ronny Cammareri em Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

 

Sailor Ripley em Coração Selvagem

No início da década de 90, Nicolas Cage aceitaria um papel emblemático em sua carreira, trabalhando ao lado do diretor David Lynch e da competente atriz Laura Dern, Coração Selvagem, baseada na obra homônima de Barry Gifford conta uma história de amor, uma fuga contra quem não os querem juntos. Filme de abertura do Festival de Cannes em 1990.

 

Rick Santoro em Olhos de Serpente

Em uma trama comandada pelo genial Brian de Palma, conhecemos a saga de um excêntrico policial corrupto que busca ajudar um amigo após um crime ser cometido em uma luta de boxe. Um dos fatores que mais chamam a atenção nesse filme é o figurino do personagem de cage, o figurino do filme é assinado pela figurinista Oette Gadoury.

Abertura de’Shang-Chi’ teve mais efeitos práticos do que CGI; Confira fotos!

As cenas de abertura de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ mostram Wenwu (Tony Leung) conquistando e acumulando poder em diferentes pontos da história.

E, apesar de haver uma batalha gigantesca nos primeiros minutos, a equipe de produção fez questão de priorizar efeitos práticos durante as lutas em vez do CGI (Imagens geradas através de computador).

Em entrevista para o Comic Book, Joe Farrell, supervisor de efeitos visuais da Marvel, disse que grande parte do CGI foi apenas para a criação do cenário, de mais soldados e dos poderes gerados pelos anéis de Wenwu.

Por outro lado, as lutas foram coreografadas em diversos pontos do estúdio com dublês trocando de figurinos e posições para dar a impressão de que eram outros soldados.

“Acho que nosso mantra é sempre tentar filmar o máximo possível com atores reais. E as sequências de abertura de ‘Shang-Chi‘ em particular foram filmadas em Sydney, Austrália. Tivemos a incrível capacidade de trabalhar com essa equipe de dublês que eram todos incríveis. Acho que eles eram da Mongólia ou algo assim. E eles vieram e se juntaram a nós. E eles basicamente fizeram coisas incríveis com esses cavalos na cena do ataque ao castelo.”

Ele continuou:

“Claro que estávamos limitados quando se trata do número de pessoas na cena. Lembro-me que tivemos cerca de 20 ou 30 dublês interpretando soldados, a única coisa que fizemos foi adicionar mais deles através de CGI, mas todos eles fizeram o trabalho pesado, trocando de figurinos e marcações. No final, conseguimos transformá-los em uns 60 soldados montados a cavalo. Então ,essa é toda a beleza de filmar o máximo que pudemos fisicamente, e o resto foi tudo em efeitos visuais.”

Confira algumas imagens do antes e depois dos efeitos visuais:

Lembrando que ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ foi um tremendo sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 432,2 milhões pelo mundo e acumulando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Vincent D’Onofrio não sabe se voltará como Rei do Crime após a série do ‘Gavião Arqueiro’

Vincent D’Onofrio conquistou os fãs de quadrinhos ao dar vida a Wilson Fisk/Rei do Crime em ‘Demolidor‘, mas a série acabou sendo cancelada em 2018.

Por conta disso, o público de ‘Gavião Arqueiro‘ foi surpreendido quando o astro reprisou o papel na atração da Disney+.

No entanto, D’Onofrio não sabe ‘quando’ e ‘se’ vai voltar a interpretar o vilão.

Durante uma entrevista para o canal Sarah O’Connell Show, ele foi questionado se já recebeu um convite para voltar ao papel, ao que ele respondeu:

“Não. Não sei quando e se isso vai acontecer. Mas está muito claro para todos eles [da Marvel] que eu realmente quero continuar interpretando o personagem. É o que eu espero, estou apenas começando a me divertir com isso. Acredito que há muito mais a fazer com esse personagem, então espero receber uma ligação em breve.”

Confira a entrevista:

Apesar da resposta negativa, a Marvel e a Disney+ não iriam resgatar o personagem apenas para uma participação especial em ‘Gavião Arqueiro‘.

Além disso, rumores já apontaram que ele deve retornar como um dos vilões da série ‘Echo’, alter ego de Maya Lopez, personagem vivida por Alaqua Cox.

Para quem não se lembra, Maya Lopez (Alaqua Cox) aponta uma arma para Fisk em seu último encontro na tentativa de se vingar da morte de seu pai, assassinado pelo Ronin (Jeremy Renner) a mando de Fisk.

Logo em seguida, ouvimos o som de um tiro, mas é claro que o vilão não foi assassinado, já que a dupla vai voltar a se encontrar na série dedicada à Lopez.

Anteriormente, The Illuminerdi divulgou que ‘Echo‘ está sendo escrita por Dara Resnike e Ken Kristensen, roteiristas de ‘Demolidor’ e ‘O Justiceiro.

Rumores também indicaram o retorno de Charlie Cox como Matt Murdock/Demolidor.

E foi dito que a escalação de Resnike e Kristensen vai ajudar a manter as personalidades dos personagens como o público estava acostumado na série da Netflix.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe em quantos episódios Cox e D’Onofrio vão aparecer, e nem se terão grande importância na narrativa.

Também escrita por Marion Dayre (‘Better Call Saul’), ‘Echo‘ vai explorar as origens da personagem e será ambientada após os eventos deGavião Arqueiro’. 

Para quem não conhece, Echo é o codinome de Maya Lopez, uma nativa americana com deficiência auditiva que pode copiar exatamente os movimentos de outras pessoas.

Sua habilidade faz dela uma excelente lutadora e uma dura adversária para qualquer oponente.

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de ‘Gavião Arqueiro‘ estão disponíveis na Disney+.

Confira nossa entrevista coma produtora Thrin Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld, Renner e Cox, Florence Pugh irá reprisa seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpreta um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton completa o elenco.

 

Crítica | Belle – Uma romântica releitura de ‘A Bela e a Fera’ em anime

A história infantil ‘A Bela e a Fera’ já foi contada e recontada inúmeras vezes e em diferentes formatos, sendo a versão animada em longa-metragem da Disney a mais conhecida pelo grande público. Os anos podem passar, mas a magia da história da moça bonita e bondosa que se apaixona por um rapaz/monstro raivoso continua conquistando os corações das novas gerações, ganhando roupagens cada vez mais diversas – dentre as quais está a mais nova adaptação japonesa do conto, o animeBelle’, que chega essa quinta-feira aos cinemas do Brasil.

Suzu (na voz original de Kaho Nakamura) é uma adolescente introvertida desde que perdeu sua mãe, aos 6 anos de idade, quando ela a deixou sozinha para salvar outra criança. Desde então, Suzu não canta mais nem tem muitos amigos, e se distancia do pai. Para tentar solucionar o entrave de Suzu, sua melhor amiga a convence de entrar para a U, uma plataforma on-line de interação social onde as pessoas são conectadas a uma inteligência artificial através do celular, que as transforma em avatares ideais criados a partir de suas características físicas e emocionais. Na virtualidade, Suzu encontra forças para voltar a cantar – e encanta os frequentadores da U, tornando-se extremamente popular em questão de minutos. Mas a sua popularidade também acaba chamando a atenção do Dragão (Takeru Satoh, o mesmo ator dos live-action de ‘Samurai X’), odiado por todos da U por sempre arrumar confusão.

Escrito para ser uma releitura atualizada do conto de fadas localizado na contemporaneidade tecnológica da juventude, ‘Belle’ traz um belo e diferente olhar sobre a popular história de ‘A Bela e a Fera’, mudando, inclusive, o final do conto. Ainda que isso cause estranhamento aos que conhecem a trama, não deixa de ser algo de diferente dentro de um tema já bastante explorado. Ao transportar os acontecimentos para o mundo virtual – onde ninguém tem informações pessoais uns sobre os outros, mas de onde as ações causam impacto direto na vida na realidade – o filme de Mamoru Hosoda acerta em cheio nas angústias e demandas do seu público-alvo: a garotada na faixa etária dos protagonistas, com cerca de 14 anos.

Em se tratando de um anime, é preciso valorizar o incrível trabalho de Eric Wong no departamento de arte. Os traços são bem-marcados em cada um dos núcleos da trama: na parte tecnológica, muitas cores, traços mais arredondados e firmes contrastando com obviedade ambos os protagonistas e bichinhos estilo Pokémon para todos os lados; na ambientação escolar, os traços são mais retos, com cores mais pasteis; a marcação dos olhos é menor e boa parte dos personagens têm os rostos escondidos por cabelos.

Belle’ é uma interessante produção. O colorido cibernético preenche a telona de maneira encantadora e festiva, destacando a mocinha de maneira cativante e hipnotizadora. Em suas pouco mais de duas horas de duração, entrega uma boa e nova leitura do famoso conto de fadas, oferecendo uma nova alternativa para os tempos modernos. Para quem gosta de se emocionar com os clássicos e curte anime japonês, é uma boa opção para juntar as duas coisas num mesmo programão.

‘Pânico’: Quem matou quem no novo filme? Diretores respondem! [SPOILERS]

*SPOILERS ABAIXO SOBRE A IDENTIDADE DOS ASSASSINOS*

Em entrevista ao Collider, os diretores Tyler GillettMatt Bettinelli-Olpin revelaram novos detalhes sobre ‘Pânico‘, esclarecendo qual dos assassinos estava por trás da maior parte dos ataques.

“Nós tínhamos um pequeno roteiro para nos guiarmos. Com a exceção da cena de abertura, que pode ter sido os dois assassinos, a grande maioria [dos ataques] foi a Amber. Ela é maluca!”

Eles completam, “Uma das coisas que nós conversamos foi sobre o Richie pensar que tudo isso foi ideia dele. Na verdade, provavelmente foi ideia da Amber. É ela que está assumindo controlando a situação. Nós amamos que isso torna o Richie um dos personagens mais patéticos do filme. Ele não quer realmente sujar as mãos e fazer as coisas nojentas. Ele quer intelectualizar tudo e a Amber está tipo: ‘Dane-se! Eu vou com tudo’.”

Sucesso nos cinemas, o novo ‘Pânico‘ já arrecadou sólidos US$ 106.2 milhões mundialmente.

Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:

Assista nossa crítica:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Halloween’: Há 44 anos, Jamie Lee Curtis se tornava a maior Scream Queen da história

Se há uma atriz que pode ser chamada de ícone do terror, essa é Jamie Lee Curtis. Isso porque, depois de estrelar o primeiro Halloween, em 1978, Curtis se tornou a maior screen queen (rainha do grito) do cinema mundial e é o maior nome da franquia slasher criada por John Carpenter – esta que, recentemente, foi revivida pela Blumhouse (Corra!) com Halloween Kills (2021). A atriz veterana, que também está no ótimo Entre Facas e Segredos (2019), comemora um marco importante na sua história, já que completa 44 anos desde que viveu Laurie Strode, protagonista de Halloween, pela primeira vez.

Aliás, a própria Jamie Lee Curtis não deixou esse evento passar e postou em seu Instagram a lembrança dessa data tão marcante. O post traz uma imagem dela como Laurie no filme de 1978 e quatro décadas depois da continuação feita por ela também em 2018. Sempre divertida e dessa vez emocionada, a estrela do suspense deixou uma mensagem comovente a respeito do quanto tudo isso foi significativo, o fato de encarnar a personagem por mais de quatro décadas.

Veja o que ela falou no postagem:

“Acordei cedo hoje e percebi que moro dentro de Laurie Strode há 44 anos. Os sonhos dela se tornaram os meus. Seus pesadelos, idem. Ao longo de tudo isso, um profundo sentimento de gratidão aos fãs, que a mantiveram viva e relevante até hoje, e me deram emprego por tanto tempo. Estou bem empolgada com esse novo filme que estamos fazendo.”

Jamie Lee Curtis se refere a ‘Halloween Ends’ que chega aos cinemas no dia 14 de outubro. Ela também tem mais dois outros filmes pra serem lançados: a ficção científica com uma super-heroína oriental da A24, Everything Everywhere All at Once, e a adaptação do game Borderlands.

‘Não Olhe Para Cima’ provoca ÓDIO! Diretor ficou chocado com o HATE dos críticos…

Não Olhe Para Cima‘ se tornou um sucesso gigantesco na Netflix, dos maiores da história da plataforma. O humor ácido do diretor e roteirista Adam McKay sobre a inércia da humanidade que se confronta com a eminente queda de um cometa que iria destruir o planeta se tornou o segundo filme mais assistido da Netflix de todos os tempos, ficando atrás apenas de ‘Alerta Vermelho‘ (2021), estrelado pelos astros Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot.

O longa de McKay foi listado como um dos dez melhores filmes de 2021 pela American Film Institute, e recebeu diversas indicações ao Globo de Ouro e ao Critic’s Choice Awards, incluindo de Melhor Filme.

O fato curioso é que muitos críticos americanos simplesmente detestaram Não Olhe Para Cima‘, alegando que tudo aquilo era muito raso e até ofensivo. Adam McKay junto ao montador Hank Corwin e o compositor Nicholas Britell deram uma entrevista para a Variety e discutiram essas reações inesperadas. Corwin admitiu que:

“Fiquei muito surpreso com a natureza desses ataques. Sou muito sensível. Foi difícil aceitar esses comentários de pessoas que eu respeitava.”

McKay então soltou o verbo sobre como os críticos receberam seu filme:

“Acho que todos nós ficamos muito chocados. As avaliações foram praticamente 50-50, e tudo bem, todos nós já passamos por isso. Mas fiquei chocado com a raiva e a furia de alguns críticos. Estávamos exibindo o filme e nunca tivemos reações assim. De um modo geral, o público estava rindo. Então, quando as resenhas saíram… Uou! Isso não quer dizer que elas estejam incorretas. Quando foi lançado na Netflix, fiquei igualmente chocado com as respostas apaixonadas e positivas. Eu nunca tinha visto algo assim. Pessoas chorando, rindo, compartilhando emoções. O oposto dos críticos.”

A razão da grande mídia americana ter detestado o filme é que tudo não passa de uma sátira forte a própria sociedade ianque, é o que diz o diretor. ‘Não Olhe Para Cima‘ é uma alegoria sobre como estamos caminhando cada vez mais zumbis para uma catástrofe climática. Felizmente, o filme rapidamente ganhou um forte apelo nas redes sociais e superou as expectativas da Netflix, podendo até ser indicado ao Oscar.

Sonic, Tails e Knuckles estampam os novos cartazes chineses de ‘Sonic 2’; Confira!

A aguardada sequência Sonic 2’ chega em breve aos cinemas brasileiros e, agora, o longa-metragem ganhou três novos cartazes celebrando o Ano Novo Chinês – e apresentando o persoangem titular, Tails e Knuckles.

Confira:

Assista ao trailer dublado e siga o CinePOP no YouTube:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.” 

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘I Want You Back’: Comédia romântica do Amazon Prime Video ganha novo trailer ADORÁVEL; Confira!

O Prime Video divulgou hoje (01) o novo trailer oficial de ‘I Want You Back‘, comédia romântica estrelada por Charlie DayJenny Slate.

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de fevereiro de 2022 na plataforma de streaming.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Clark Backo, Manny JacintoGina RodriguezScott Eastwood, Jami GertzJordan CarlosMidori FrancisMason GoodingIsabel MayLuke David Blumm

Jason Orley (‘Big Time Adolescence’) entra como diretor.

A história é centrada em Emma (Slate) e Peter (Day), que acreditavam estar no precipício de um dos maiores momentos de usa vida – casamento, crianças e casas no subúrbio -, até seus respectivos parceiros os largarem. Não apenas isso, mas eles também falharam em seguir em frente. Sem quaisquer prospectos e sob a ameaça de morrerem sozinhos, Emma e Peter criam um plano desesperado para acabar com o relacionamento de seus ex-namorados e conquistá-los de volta.

Isaac AptakerElizabeth Berger, responsável pelos sucessos This Is Us e ‘Love, Victor’, assinam o roteiro e entram como produtores.

‘Comer, Rezar, Amar’: Drama estrelado por Julia Roberts estreia na Netflix!

‘Comer, Rezar, Amar’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Julia Roberts, já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado na plataforma de streaming hoje, 01 de fevereiro.

Lançado em 2010, o drama romântico biográfico é baseado no livro de memórias best-seller homônimo de Elizabeth Gilbert e é centrado em Liz (Roberts), uma escritora que acreditava ter tudo na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de auto-descoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Javier BardemViola DavisJames Franco e outros também fizeram parte do elenco.

Para o bem ou para o mal, o longa tornou-se um dos mais famosos da carreira de Roberts – e fez um enorme sucesso nas bilheterias mundiais.

Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

Pânico (2022), quinto filme da famosa franquia de terror slasher, se tornou o primeiro grande sucesso deste ano. O Pânico original lá de 1996 é até hoje muito celebrado por duas façanhas específicas: revitalizar o subgênero do terror adolescente e criar um slasher engraçadinho, cheio de referências e tiradas humorísticas. Para entendermos um pouco melhor a origem dos elementos que formaram Pânico, é preciso voltar lá para o início da década de 1980. O sucesso de Halloween – A Noite do Terror (1978) gerou todo tipo de filme criado nos mesmos moldes visando obter o mesmo sucesso. O mais famoso deles, Sexta-Feira 13 chegava bem no início em 1980, e no ano seguinte teríamos uma verdadeira enxurrada lotando os cinemas praticamente a cada fim de semana, no que ficaria conhecido como “o ano dos slasher”: 1981. Eu já comentei sobre o fenômeno em uma matéria destacando os mais famosos dessa onda – matéria que você pode conferir no link abaixo.

Leia também: Terror Slasher | Os 40 Anos do Auge do Subgênero no Cinema

Nessa verdadeira enxurrada de produções do subgênero, como Dia dos Namorados Macabro, Chamas da Morte e Pague para Entrar e Reze para Sair, por exemplo, todos consistiam na mesma fórmula: um assassino mascarado portando uma arma cortante saía em uma verdadeira chacina de adolescentes. Fosse num ambiente rural como uma colônia de férias ou num ambiente urbano inserido na cidade, e invariavelmente contendo alguma espécie de resolução sobre a verdadeira identidade do maníaco, muito pouco diferenciava um longa criado em tais moldes do outro. Mas foi aí que dois projetos ousaram sair da caixinha, mesmo pegando carona nessa moda. O primeiro, Depois de Sexta 13 (Saturday the 14th), lançado pela New World Pictures, pode soar pelo título ser uma paródia do sucesso Sexta-Feira 13, mas na realidade faz referência somente ao seu título, criando uma sátira em sua narrativa mais voltadas aos clássicos monstros do cinema e o subgênero das casas assombradas.

Apesar do título, essa paródia lançada em 1981 não é sobre assassinos mascarados ou slasher, e sim sobre monstros e casas assombradas.

O segundo, esse sim daria origem a produções como Pânico e seu infame “primo” Todo Mundo em Pânico. Hoje um cult querido pelos fãs, Student Bodies também estreou em 1981 e foi uma aposta arriscada que não deu certo da Paramount Pictures. A proposta do estúdio era misturar seus dois maiores sucessos do ano anterior: Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu e Sexta-Feira 13. Já viram, né? Uma mistura inusitada e que poderia funcionar, mas o longa terminou rapidamente esquecido, ressurgindo hoje, descoberto pelos fãs deste tipo de cinema. Ou seja, a proposta aqui era criar um “slasher” passado num ambiente colegial, seguindo os moldes de tantos outros da época. A sacada por trás do projeto era seu elemento “Apertem os Cintos”, isto é, ser verdadeiramente uma comédia tirando sarro do subgênero. Essencialmente o que Apertem os Cintos… havia feito com o cinema catástrofe da década de 1970. Student Bodies embora tenha se tornado um filme obscuro, praticamente não mencionado hoje (mesmo tendo um dos maiores estúdios de Hollywood por trás do lançamento), merece ser creditado como um dos primeiros, senão o primeiro, filme nonsense de paródia terrir. Fato adereçado inclusive no poster do longa em seu lançamento.

Student Bodies’ visava ser para o slasher o que ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ foi para os filmes catástrofe.

Apesar de não ter se tornado bem-sucedido nas bilheterias em seu lançamento, ou sequer ter recebido críticas favoráveis da imprensa, Student Bodies se mostrou uma proposta criativa, e seu pioneirismo abriu portas para que outros projetos fossem produzidos no mesmo formato. Afinal, fazer um slasher a essa altura seria “entrar na fila do pão” e se tornar mais um dentre tantos. Porém, quando falamos nas paródias de slashers, isso ainda era novidade e retinha certo frescor. Tudo o que seria necessário era um destes filmes emplacar no gosto dos críticos e do público. Infelizmente, é seguro dizer que nenhum dos filmes lançados no subgênero durante 1982 se encaixa nestes quesitos. O estilo só receberia o “amor” devido com os citados Pânico e Todo Mundo em Pânico.

Abaixo iremos apresentar (ou relembrar) para você os filmes paródia de terror que até tiveram bom investimento, um estúdio grandioso por trás, nomes famosos na direção e no elenco, e viram em Student Bodies um promissor nicho ainda pouco representado. Confira.

Pandemonium

O primeiro a chegar no rastro de Student Bodies foi Pandemonium, afinal dizem que a sacada não é copiar, mas sim copiar primeiro. Ou seja, ser o primeiro dos imitadores a surfar na onda pode ser igualmente vantajoso. Com lançamento da MGM/United Artists, o filme foi dirigido por Alfred Sole, cineasta que havia marcado seu nome no gênero do terror slasher em 1976 com o filme Alice, Querida Alice (também conhecido como Comunhão). Sole ainda estava no terreno que se sentia confortável, porém, ao mesmo tempo realizando uma produção para um grande estúdio e focada em outro gênero, como afirmou o próprio sobre os motivos que o levaram a comandar este longa. A trama, se é que existe uma, funciona muito no mesmo esquema dos demais filmes paródia que vieram depois dele, como Corra que a Polícia Vem Aí (1988), ou seja, sua estrutura funciona como uma série de esquetes de um programa humorístico.

O fio narrativo que liga as cenas fala sobre uma jovem estudante que sonha em ser líder de torcida e decide reabrir o acampamento que treina meninas para esta função. Acontece que tal acampamento havia sido fechado após terríveis assassinatos cometidos por um assassino serial. Agora, com a reabertura, a atenção do maníaco se volta de novo para o local. Mas a sátira não é feita somente em cima de Sexta-Feira 13 e o filme reserva piadas, por exemplo, para Carrie – A Estranha (1976), com a dinâmica de uma mãe fanática e sua filha reprimida sendo repetidas aqui, e até mesmo diálogos tirados diretamente de tal filme.

O título original do longa inclusive faria ainda mais referência ao sucesso Sexta-Feira 13, já que o nome planejado era “Quinta-Feira 12”. No elenco, nomes como Judge Reinhold (Um Tira da Pesada) e Carol Kane (Os Fantasmas Contra Atacam) em início de carreira. O filme estreou no dia 2 de abril de 1982, mas teve que enfrentar a concorrência pesada de Porky’s, Um Herói Diferente, Fúria Silenciosa e A Marca da Pantera, não conseguindo sequer se manter no top 10 dos mais assistidos naquele fim de semana. Nos EUA, assim como Student Bodies, Pandemonium ressurge como paródia cult com lançamentos em mídias físicas, como Blu-Rays, para os fãs.

Wacko – Uma Comédia Maluca

Do lote de 1982, Wacko talvez seja o mais famoso e o que mais rivalize com Student Bodies pelo status de paródia terrir mais cult do início dos anos 1980. Para começar Wacko possui os mesmos roteiristas de filmes como Meus Vizinhos São um Terror (1989) e A Lenda do Tesouro Perdido (2004). Fora isso, teve distribuição em vídeo da Fox / CBS e conta com veteranos no elenco, como Joe Don Baker e George Kennedy – o que certamente enriquece o produto final, dando-lhe mais credibilidade. Mesmo que nem todas as piadas sejam “limpas” ou aceitáveis para os padrões dos dias politicamente corretos de hoje. Bem, mas não me refiro a uma possível ultra-sensibilidade e sim a piadas verdadeiramente de mau gosto para qualquer época. Aqui, por exemplo, temos uma contínua gag sobre o fato do personagem de Kennedy ser um voyer espreitando a própria filha (!?) a cada possibilidade. Irgh.

A trama apresenta o “assassino do cortador de grama”. Isso mesmo, o psicopata deste filme usa como arma um cortador de grama. Sim, um objeto tão inconveniente e improvável só poderia pertencer a uma comédia. O maníaco usa ainda uma cabeça de abóbora como máscara para esconder seu rosto. No seu encalço, o policial vivido por Joe Don Baker é por si só uma paródia de tais personagens de tiras durões e implacáveis. O agente da lei aqui dorme de roupa, está sempre com um cigarro na boca, é viciado em café e odeia cortadores de grama. Não é para menos. Ah sim, e o sujeito não dorme há 13 anos.

No elenco, a estreia de Andrew Dice Clay, e as presenças da gracinha Julia Duffy e do veterano Charles Napier. Curiosamente, dois atores muito famosos quase fizeram parte do elenco de Wacko, caso seus testes não tivessem sido rejeitados pela produção do longa. Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine de Seinfeld, fez teste para o papel feminino principal, mas terminou perdendo a vaga para Duffy. Quem também quase esteve no terrir foi James Spader. Rejeitado pela Universal Pictures, o filme teve um lançamento restrito em 28 de maio de 1982 nos EUA, e seguiu para grande circuito somente em 7 de janeiro de 1983. Na época, um “pequeno” filme chamado Rocky III fazia grande barulho nas bilheterias.

A Reunião dos Alunos Loucos

Terminando a lista dos filmes terrir de 40 anos atrás, este é um dos mais importantes do lote. Com estreia no fim de 1982, no dia 29 de outubro, bem a tempo para a época do halloween, Class Reunion (no original) se trata do segundo grande lançamento da National Lampoon no cinema. Para quem não sabe, National Lampoon era uma revista de humor muito famosa nos EUA, que fez muito sucesso na década de 1970 – e durou até 1998. Seria algo como o Casseta e Planeta aqui no Brasil. De fato, uma de suas rivais em seu país de origem era a mais juvenil revista MAD – dona de escracho similar. Apesar da MAD ter se tornado bem mais famosa, com escritório aqui no Brasil também – ao contrário de sua conterrânea – uma coisa conquistada pela National Lampoon foi a produção de filmes de sucesso.

Acontece que logo de cara, a National Lampoon emplacou Clube dos Cafajestes (Animal House) em 1978, que viria a se tornar uma das comédias mais queridas do grande público no período, e serviria para revelar o talento de John Belushi. Assim, em sua segunda investida, ao invés de um filme adolescente sobre universitários de uma fraternidade, a National Lampoon investiu numa sátira de filme slasher. Nessa altura até a MAD havia tentado a sorte com seu próprio filme, Rebeldes da Academia (Up the Academy) em 1980, sem sucesso. Caminho similar iria percorrer a National Lampoon com este A Reunião dos Alunos Loucos.

O longa insere sua sátira em cada detalhe, assim como viria a ser um molde para obras do tipo. Enquanto Wacko usou como nome para o colégio dos alunos Alfred Hitchcock – inclusive fazendo inúmeras menções ao grande cineasta conhecido como mestre do suspense (como usar a trilha de seu programa de TV e fazer referência a um jogo dos times de Hitchcock e Brian De Palma), aqui a escola se chama Lizzie Borden, referência a uma das assassinas mais famosas da história dos EUA. Assim como em muitos slashers, uma tragédia prévia é o que dá o pontapé inicial da trama, e aqui uma pegadinha que sai muito errada na década de 1970 irá refletir anos mais tarde com os envolvidos, agora todos membros do corpo docente do colégio.

O assassino aqui também possui um visual único, com um vestido de colegial e um saco de papel com feições humanas desenhadas na cabeça. No elenco, o chamariz é a presença de Anne Ramsey, a eterna mamma Fratelli do clássico Os Goonies, e uma participação especial do músico Chucky Berry, certamente atraído ao projeto devido ao sucesso de Clube dos Cafajestes. Mas não acaba por aí. A Reunião dos Alunos Loucos traz roteiro de ninguém menos do que o rei dos filmes adolescentes na década de 80, John Hughes, em seu primeiro trabalho solo como roteirista. Na direção, Michael Miller entregava um de seus dois trabalhos como realizador há 40 anos, em 1982. O outro, não poderia ser mais diferente, tendo comandado também o thriller de ação estrelado pela lenda Chuck Norris, Fúria Silenciosa.

Ao contrário dos demais itens acima, A Reunião dos Alunos Loucos pode ser considerado o terrir paródia mais bem sucedido do lote. Com distribuição da 20th Century Fox (só esperamos ver o filme na plataforma da Star Plus), o filme arrecadou um pouco mais de US$10 milhões nos EUA, e estreou em terceira posição do ranking das bilheterias, abaixo somente de Rambo – Programado para Matar e Halloween III – O Dia das Bruxas.

Crítica | Desejo Sombrio – 2ª Temporada tem mais SUSPENSE e menos EROTISMO, mas dá um calor…

Existe um mote que está fazendo muito sucesso nas plataformas de streaming: aquela história centrada na mãe de família satisfeita e feliz que, de repente, conhece um bonitão que vira seu mundo de pernas para o ar – e, desse encontro, diversas aventuras calientes decorrem. Ainda que o argumento não seja exatamente original, tem dado muito resultado, especialmente em produções bem-feitas como a série mexicana ‘Desejo Sombrio’, cuja segunda temporada chega dia 02/02 aos assinantes da Netflix.

Alma Solares (Maite Perroni) está devastada. Separada do marido, sem emprego, vivendo na antiga casa dos pais e se encontrando com a filha apenas de vez em quando, tudo que ela consegue pensar – e desejar – é Darío Guerra (Alejandro Speitzer), o homem que arruinou sua vida. Apesar de frequentar um grupo de apoio de mulheres obcecadas, nada está funcionando para fazer com que pare de pensar nele, especialmente depois que uma nova integrante, Lys (Catherine Siachoque) começa a relatar experiências muito parecidas com as suas. Quando Esteban (Erik Hayser) é solto da prisão e Alma recebe um convite para o casamento de Darío com uma tal de Julieta (Ariana Saavedra), Alma começa a entender que seu ex-amante é como uma droga em sua vida: quanto mais ela tenta evitar e deixar de lado, mais o deseja.

Com episódios muito mais longos do que na primeira temporada (que variam entre quarenta e cinquenta minutos de duração), a segunda parte da série hot mexicana ‘Desejo Sombrio’ intensifica o tom de sua narrativa em todas as suas frentes: o suspense se abre para várias frentes, expandindo o número de suspeitos sobre um terrível acontecimento já no terceiro episódio e ganhando ares de investigação policial, com direito a perícia forense; o drama fica mais melodramático, mas pelo menos o envolvimento da família é jogado para escanteio, para dar mais dinamismo ao que importa; e o erotismo – que é de fato o chamariz da série – embora ocorra com menos frequência, as cenas sensuais são bem mais intensas e impactantes do que em toda a primeira temporada, ganhando um belo trabalho de fotografia e de montagem de som que ajudam a ambientar o espectador no “clima” dos personagens. Fica o alerta: deixe o ventilador ligado, especialmente na metade do segundo episódio.

É visível o amadurecimento de Maite Perroni no intervalo das histórias, e a ex-Rebelde aparece agora muito mais sólida em sua atuação nas cenas de tensão, principalmente, nas que está sozinha e precisa expressar angústia sem ter com quem contracenar. Aliás, essa e outras alternativas (como flashback forenses com os especialistas usando EPIs) foram boas saídas encontradas pela produção para as gravações em tempos pandêmicos.

Felizmente a segunda temporada de ‘Desejo Sombrio’ deixa de lado a parte que ficou enfadonha na parte anterior (o excesso de drama familiar) e foca no que realmente importa: a relação explosiva e viciante de Alma e Darío – acrescentando uma boa dose de thriller policial e de arte nas cenas de tensão (e tesão) sexual. Para quem gostou da primeira temporada, vai gostar mais ainda dessa segunda parte, seja porque a história é melhor, seja porque ela tem muito mais… pegada dessa vez.

‘Billy Summers’: J.J. Abrams irá produzir adaptação do livro de Stephen King

De acordo com o Deadline, J.J. Abrams (‘Super 8’) irá produzir, através da sua produtora Bad Robot, a adaptação de ‘Billy Summers‘, baseada no livro de Stephen King.

A produção está sendo desenvolvida pela Blumhouse.

Ed Zwick & Marshall Herskovitz serão responsáveis pela adaptação, com Zwick também servindo como diretor.

Na trama…

“Billy Summers é um assassino de aluguel que quer se aposentar e aceita um último trabalho finalizar sua carreira. O trabalho exige que ele se acomode em uma cidade tranquila, onde finge ser um aspirante a escritor. Ele se infiltra em um escritório com uma visão direta de onde o assassino Joel Allen será levado para ser julgado por atirar em dois homens durante um jogo de pôquer. Allen também cometeu assassinatos suficientes para que alguns mafiosos de alto nível ficassem com medo de que o atirador incriminasse seus ex-empregadores para diminuir sua sentença. Summers, um artesão meticuloso, torna-se cada vez mais cínico em relação aos mafiosos que o contrataram, e seu ceticismo é justificado quando as coisas dão errado após a conclusão do trabalho.”

Atualmente, o projeto está sendo oferecido para canais e serviços de streaming.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Não confie em NINGUÉM no trailer TENSO do suspense ‘Sem Saída’; Confira legendado!

A scene from 20th Century Studios' NO EXIT, exclusively on Hulu. Photo courtesy of 20th Century Studios. © 2022 20th Century Studios. All Rights Reserved.

O Star+ divulgou o trailer legendado de ‘Sem Saída‘ (No Exit), thriller estrelado por Havana Rose Liu (‘Mayday’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado na plataforma no dia 25 de fevereiro.

Dirigido por Damien Power, o longa é baseado no romance homônimo de Taylor Adams, lançado em 2017.

Darby (Liu) é uma jovem mulher a caminho de uma emergência familiar que se vê no meio de uma nevasca e encontra abrigo em uma área de descanso na rodovia, juntamente a um grupo de estranho. Quando ela cruza caminho com uma garota sequestrada em uma van, ela mergulha numa luta pela vida para descobrir quem, dentre eles, é o responsável.

O elenco ainda conta com Danny RamirezDavid RysdahlDale DickeyMila HarrisDennis Haysbert.

‘Mayor of Kingstown’: Série com Jeremy Renner é renovada para a 2ª temporada

Paramount+ renovou oficialmente a série ‘Mayor of Kingstown‘, estrelada por Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’), para a 2ª temporada.

“Com ‘Mayor of Kingstown’, Taylor Sheridan e Hugh Dillon oferecem um retrato sutil do duro sistema prisional dos Estados Unidos,” afirmou Tanya Giles, chefe de programação da ViacomCBS Streaming, em declaração oficial. “A equipe e o elenco estelares, incluindo Jeremy Renner e Dianne Wiest, entregaram um drama intenso e instigante que manteve o público cativado e ansioso por mais. Estamos entusiasmados por ser o lar do universo em expansão de Taylor Sheridan e estamos ansiosos para trazer os fãs de volta essa série para a segunda temporada.”

O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.

A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.

Dianne WestKyle Chandler, Dillon, Taylor Handley, Emma Laird e Tobi Bamtefa completam o elenco.

‘Queer as Folk’: Nyle DiMarco entra para o elenco do reboot

De acordo com o TVLine, Nyle DiMarco, vencedor de ‘America’s Next Top Model‘ e ‘Dancing With the Stars‘, irá participar do reboot ‘Queer as Folk‘, que está sendo desenvolvido pelo Peacock.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel foram divulgados.

A nova versão será estrelada por Devin Way (‘Grey’s Anatomy’), Fin Argus (‘Clouds’), Jesse James Keitel (‘Big Sky’), Johnny Sibilly (Hacks), Ryan O’Connell (Special) e a novata Candace Grace.

Descrita como uma “vibrante reimaginação” da produção original britânica, a série irá focar em um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia.

Stephen Dunn será o criador, roteirista e produtor executivo do reboot. Ele também será responsável pela direção de diversos episódios.

Em declaração oficial, Dunn afirmou: “É uma honra surreal adaptar a série notoriamente inovadora de Russell T. Davies. Quando o programa foi ao ar originalmente, a ideia de assistir histórias queer na TV era tão ousada que eu senti que só poderia assistir ‘Queer as Folk’ em segredo. Mas tanta coisa mudou nos últimos 20 anos e será maravilhoso se a próxima geração não tiver que assistir ‘Queer as Folk’ sozinha em seus porões úmidos com o som mudo, mas com sua família e amigos e o volume no máximo.”

Russell T. Davies, criador da série original, será produtor executivo do projeto.

Queer as Folk‘ foi lançada em 1999, pelo Channel 4, rendendo 10 episódios. Um ano depois, um remake americano foi lançado pelo Showtime, que durou por cinco temporadas (de 2000 até 2005).

‘Law & Order: Organized Crime’: Atriz de ‘O Livro de Boba Fett’ entra para o elenco da série

De acordo com o Comic Book, a atriz Jennifer Beals foi escalada para a série ‘Law & Order: Organized Crime’.

Para quem não a conhece, Beals está atualmente no elenco de ‘O Livro de Boba Fett‘, interpretando a Twi’Lek Madame Garsa, proprietária do bar mais popular de Mos Espa.

Ela também é conhecida por seu papel como Bette Porter na série ‘The L Word’ e na derivada ‘The L Word: Generation Q‘.

Em ‘Law & Order: Organized Crime‘, ela será a esposa de Marcy Preston Webb (Mykelti Williamson), o último antagonista da série e líder de uma organização criminosa.

Para Beals, o papel também representa seu retorno à franquia, já que ela apareceu em um episódio da série original em 2007.

Por enquanto, não há detalhes sobre a nova personagem e não foi revelado quando ela fará sua estreia na atração.

Beals se junta a Robin Lord Taylor, famoso por seu papel como Oswald Cobblepot/O Pinguim na adorada produção Gotham’.

O astro dará vida a Sebastian McClane, um notório hacker que também é conhecido como Constantine.

Os outros créditos de Taylor incluem ‘The Walking Dead’‘Kevin Can F*** Himself’‘John Wick: Capítulo 3 – Parabellum’.

Lembrando que a temporada de estreia já está disponível no Star+.

Criada por Dick Wolf, Ilene Chaiken e Matt Olmstead, a série é um spin-off direto de ‘Law & Order: Special Victims Unit‘.

Elliot Stabler retorna à NYPD para lutar contra o crime organizado depois de uma perda devastadora. No entanto, a cidade e o departamento policial mudaram drasticamente na década em que ele ficou afastado, e ele deve se adaptar ao Sistema de Justiça criminal em meio ao seu momento de aclaração.

O elenco conta com Christopher Meloni, Danielle Moné Truitt, Ainsley Seiger, Tamara Taylor e Dylan McDermott.

Demi Moore estrelará novo terror da diretora de ‘Vingança’

De acordo com o Deadline, Demi Moore (‘Animais Coorporativos’) irá estrelar o terror ‘The Substance‘, novo filme da aclamada diretora Coralie Fargeat (‘Vingança’).

Margaret Qualley (‘Era Uma Vez Em… Hollywood’) também irá estrelar.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o site descreve o projeto como uma “explosiva abordagem feminista em um terror corporal”.

O longa está sendo desenvolvido pela Universal Pictures e Working Title Films.

Além de dirigir, Fargeat irá produzir ao lado de Eric Fellner e Tim Bevan.

As filmagens estão programadas para começarem em maio, em Paris.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Vingador Tóxico’: Remake irá honrar o filme original, afirma o diretor

Em entrevista ao Bloody Flicks, o diretor Macon Blair (‘Sala Verde’) revelou que o remake de ‘O Vingador Tóxico‘ irá honrar o longa original, mantendo o mesmo tom que os fãs da Troma esperam de uma produção da franquia.

“Estou animado em ter o privilégio de criar essa nova versão, mas também é um pouco assustador, pois estamos tentando alcançar diferentes objetivos simultaneamente. Os fãs da Troma são dedicados. É importante fazer um filme que honre o original. Não creio que conseguirei agradar todas as pessoas, mas minha esperança é que os fãs irão sentir que preservamos o tom do filme original. Mas, ao mesmo tempo, queremos fazer um filme que irá se conectar com o público atual que pode nunca ter ouvido falar da Troma ou do Vingador Tóxico.”

Ele completa, “Eu fui abordado para apresentar minha visão para o projeto. No começo, eu estava hesitante, mas acabei sugerindo uma versão do personagem e daquele universo que a Legendary gostou, e começamos a desenvolver o filme a partir daí. O conceito básico da história poderia existir de forma independente, mas o espírito desse filme é conectado ao original.”

O elenco contará com Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

Ainda sem previsão de estreia, o remake será escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Macon Blair conhece a Troma melhor do que eu. Ele assistiu ao cartoon, o especial de Halloween. Ele viu de tudo. E ele ama nossos filmes, como ‘Terror Firmer’ e ‘Troma’s War’. Eu li o roteiro do reboot e preciso reconhecer que é melhor que o do filme original. Se eles me chamarem, eu adoraria participar.”

Ele completa ao Dread Central, “Se eles deixarem o Macon Blair dirigir o reboot, acredito que seria incrível. Ele conhece o senso de humor dos filmes da Troma.”

Lançado em 1984, o primeiro filme seguia um monstruoso herói: O Vingador Tóxico, que ganha poderes depois de sofrer um trágico acidente ao cair em um pântano cheio de lixo tóxico.

Vale lembrar que, há alguns anos, Kaufman revelou que estava desenvolvendo uma nova sequência para a franquia original – mas o projeto acabou sendo engavetado.

Ao longo do anos, a franquia teve quatro filmes e uma série animada.

‘Abracadabra 2’: Doug Jones retorna como Billy Butcherson em nova imagem da sequência

Através do seu Twitter, o ator Doug Jones compartilhou uma nova imagem dos bastidores da sequência ‘Abracadabra 2‘, caracterizado como o icônico Billy Butcherson.

Confira:

O longa será lançado durante o período de Halloween de 2022.

“Já faz 29 anos desde que alguém acendeu a Chama da Vela Negra e ressuscitou as irmãs do Século XVII, que foram executadas por praticar bruxaria, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a um trio de três adolescentes descobrir como impedir que as bruxas causem um novo caos na cidade de Salem antes da meia-noite de Halloween.”

O novo filme contará com o retorno de Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker como as perigosas e divertidas Irmãs Sanderson e Doug Jones como Billy Butcherson.

Além deles, o elenco ainda inclui Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

Anne Fletcher (‘Ela Dança, Eu Danço’) será responsável pela direção.