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‘Expresso do Amanhã’: Atriz de ‘The Good Wife’ entra para o elenco da 3ª temporada

De acordo com o Variety, Archie Panjabi (‘The Good Wife‘) entrou para o elenco da 3ª temporada de ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiercer).

A atriz interpretará Asha, mas detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Vale lembrar que o próximo episódio da 2ª temporada, intitulado Keep Hope Alive, será lançado no catálogo brasileiro da Netflix no dia 23 de fevereiro (um dia depois da exibição nos Estados Unidos).

Confira o trailer:

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

‘The Deep House’: Terror subaquático do diretor de ‘A Invasora’ ganha novas imagens sinistras; Confira!

O terror subaquático ‘The Deep House‘, dirigido por Julien Maury e Alexandre Bustillo (do ultra violento ‘A Invasora‘), ganhou novas imagens sinistras.

Confira:

Na trama, enquanto mergulham um remoto lago francês, um casal de Youtubers, que se especializou em exploração subaquática, descobre uma misteriosamente casa no fundo do lago. O que começa como uma descoberta única, logo se transforma em um pesadelo quando eles entendem que a casa foi palco de crimes sinistros. Presos, com pouca reserva de oxigênio, Tina e Ben percebem que o pior ainda está por vir: eles não estão sozinhos na casa.

James Jagger e Camille Rowe estrelam a produção.

O terror será lançado oficialmente no EPIX no dia 5 de novembro.

Casamento SANGRENTO no trailer de ‘The Invitation’, terror inspirado em ‘Drácula’

O terror ‘The Invitation‘ (O Convite, em tradução livre), inspirado na clássica história do ‘Drácula‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de agosto.

Jessica M. Thompson é responsável pela direção, a partir de um roteiro original escrito por Blair Butler (Helstrom’).

Após a morte de sua mãe e sem ter nenhum outro parente conhecido, Evie (Nathalie Emmanuel) faz um teste de DNA… e descobre um primo perdido que ela não sabia que existia. Convidada pela sua nova família para um casamento, ela sente uma grande atração pelo sexy anfitrião. Mas Evie logo terá que lutar pela sobrevivência ao descobrir os segredos sinistros da história de sua família e as intenções perturbadoras por trás de sua generosidade pecaminosa.

O elenco ainda conta com Thomas Doherty, Hugh Skinner, Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen.

Chris Evan fala sobre possível retorna na franquia ‘Entre Facas e Segredos’

Durante o painel na C2E2 em Chicago, Chris Evans comentou sobre um possível retorno na franquia ‘Entre Facas e Segredos‘. Apesar de improvável – considerando a natureza antológica da saga –, o ator revelou uma ideia criativa para o retorno do seu personagem.

“Eu não poderia voltar para uma história de redenção. Ninguém quer ver o Ransom se redimir. Talvez ele consiga sair da prisão com a ajuda de advogados caros e algum tipo de brecha na lei.”

Brincando sobre um possível plano mirabolante de vingança, o ator completa: “Talvez ele limpe sua imagem, como o Sideshow Bob [personagem de ‘Os Simpsons’], e concorra em alguma eleição. Mas tudo não passa de um plano elaborado para derrubar o Benoit Blanc e a Marta. Ele estaria em busca de vingança.”

Anteriormente, o diretor Rian Johnson havia revelado que já está desenvolvendo o terceiro filme da franquia: “Apesar do acordo [de fazer dois filmes da franquia] com a Netflix, eu estaria livre para focar em outro projeto se tivesse vontade [antes de ‘Entre Facas e Segredos 3’]. Sinto que todos acharam que eu começaria a desenvolver projetos diferentes, mas, no decorrer dos últimos meses, ‘Entre Facas e Segredos 3’ tem sido o projeto mais interessante para mim. […] Não por causa de uma obrigação contratual, mas porque eu estou genuinamente interessado em desenvolver essa sequência. Gosto da ideia de descobrir como fazer algo completamente diferente dos filmes anteriores.”

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Atriz de ‘Noites Brutais’ desvenda mistério PERTURBADOR no trailer de ‘Lovely, Dark and Deep’; Confira!

O terror cósmico ‘Lovely, Dark and Deep‘, estrelado pela Georgina Campbell (‘Noites Brutais’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Teresa Sutherland, conhecida por seu trabalho como roteirista na aclamada série ‘Missa da Meia-Noite‘, faz sua estreia diretorial.

Ao assumir o cobiçado posto de guarda florestal em um posto avançado remoto, Lennon (Campbell) aproveita a oportunidade para se adaptar à sua existência solitária na natureza selvagem, mas não demora muito para perceber uma presença sinistra e oculta. Motivada pela necessidade de respostas, Lennon embarca numa jornada por um terreno sinistro, procurando desvendar um mistério antigo que a assombra desde a infância.

Nick Blood (‘Agents of S.H.I.E.L.D.’) e Wai Ching Ho (‘Demolidor’) também estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 22 de fevereiro.

‘Robô Selvagem’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Sucesso! A animação ‘Robô Selvagem‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Neste final de semana, o longa acrescentou US$ 23.2 milhões internacionalmente, sofrendo uma queda de apenas -22% em comparação ao final de semana anterior. Ao total, a produção já arrecadou US$ 94.3 milhões no mercado internacional.

De acordo com o Deadline, o filme está registrando um desempenho internacional acima de produções recentes do gênero, como ‘Os Caras Malvados‘ e ‘Patos!‘.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com México (US$13.7M), Austrália (US$9.9M), Alemanha (US$4.6M) e França (US$4.5M).

Nos EUA, o longa soma US$ 101.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 196 milhões.

Vale lembrar que a produção registrou uma estreia doméstica de US$ 35 milhões, ficando acima das projeções, que indicavam uma abertura em torno de US$ 20 milhões. O valor representa a terceira maior estreia da história para uma animação no mês de setembro nos EUA.

Além de ter conquistado impressionantes 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

robô selvagem

O diretor Chris Sanders, três vezes indicado ao Oscar, descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.

Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.

A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.

A produção conta com as vozes de Lupita Nyong’o, Pedro Pascal, Catherine O’Hara, Bill Nighy, Kit Connor, Stephanie Hsu, Mark Hamill, Matt Berry e Ving Rhames.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos em clipe inédito de ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’

A Disney divulgou um clipe inédito da sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘, estrelada por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

‘Evil Dead Wrath’: Próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’ é confirmado para 2028; Confira a data!

A Warner Bros. finalmente anunciou, durante seu painel na CinemaCon 2026, quando o próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘ será lançado.

Intitulado ‘Evil Dead Wrath‘, o novo capítulo chegará às telonas no dia 7 de abril de 2028.

Além disso, o estúdio também exibiu o primeiro trailer de ‘Evil Dead Burn‘, que estreará nos cinemas nacionais no dia 9 de julho.

Dirigido por Sébastien Vaniček (‘Infestação’), o novo filme promete trazer um tom mais sério – como o remake de 2013 –, cenas assustadoras que farão o público se contorcer nos cinemas.

Confira a descrição e siga o CinePOP no YouTube:

“O trailer do novo ‘A Morte do Demônio‘ começa mostrando uma mulher parada, apavorada, olhando para uma porta prestes a se abrir, revelando uma deadite com um assento de carro atravessando sua cabeça. Ela o remove lentamente, como se estivesse sentindo prazer nisso. Desta vez, o terror começa quando uma família usa o Livro dos Mortos para ressuscitar um membro masculino que morreu jovem demais.”

“Uma cena mostra a mão de uma das personagens sendo fechada no carro e todos os dedos sendo arrancados. Em outro momento, que fez todos se contorcerem, o personagem de Hunter Doohan está sendo atacado pela mulher da cena inicial. Ela o assusta e ele cai na máquina de lavar, que tá com um monte de faca secando. As facas entram nas costas dele. Ela pula em cima dele. SELVAGEM!”

O elenco contará com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

‘Wet Hot American Summer’ pode virar jogo de tabuleiro em vaquinha no Kickstarter

A comédia independente ‘Wet Hot American Summer’ pode acabar virando um jogo de tabuleiro. Uma vaquinha foi iniciada no site Kickstarter pelo The Devastator, uma empresa responsável por publicar desenhos, zines, livros e quadrinhos.

Intitulado Wet Hot American Summer: Fantasy Camp, o jogo foi aprovado por David Wain, criador do cult de 2001 e da série feita para a Netflix. Sua contribuição foi ainda maior, sendo também o responsável por escrever a introdução ao guia do jogo.

O projeto também contou com o suporte de dois membros do elenco, Michael Ian Black, Joe Lo Truglio e Marguerite Moreau, que contribuíram com “dicas de jogo”, que reúnem entrevistas sobre como os jogadores podem utilizar melhor seus personagens na partida.

Criado por Geoffrey Golden e Lee Keeler, o jogo de encenação foi planejado para iniciantes e o guia para as partidas foi desenvolvido para pessoas que também não querem jogar. Com personagens pré-desenhados do próprio filme, Wet Hot American Summer: Fantasy Camp traz três histórias distintas nas quais os jogadores podem jogar: Save the Camp, Superstardom e Bonfire Boinking.

O objetivo financeiro do crowdfunding é US$ 12 mil. Até o momento, a campanha já conquistou pouco mais de US$ 8 mil.

O longa original acompanhou a história de diversos funcionários e frequentadores de um acampamento de férias que tentam tirar proveito dos últimos dias de verão. A trama do seriado mostra os eventos do primeiro dia do acampamento, em 1981.

O elenco conta com Elizabeth Banks, Michael Ian Black, Bradley Cooper, Judah Friedlander, Janeane Garofalo, Joe Lo Truglio, Ken Marino, Christopher Meloni, Marguerite Moreau, Zak Orth, Amy Poehler, David Hyde Pierce, Paul Rudd, Molly Shannon, Michael Showalter e muito humor.

Josh Brolin celebra 50 anos e ganha homenagem de Ryan Reynolds e Deadpool; Confira!

O veterano Josh Brolin comemorou 50 anos no último dia de 12 e para marcar a data, seu colega de elenco, Ryan Reynolds, prestou uma bela homenagem o ator, com a ajuda de seu alter ego, Deadpool.

A arte traz o mercenário bocudo fazendo um retrato de Cable, com uma clássica referência a um dos primeiros filmes da carreira de Brolin, ‘Os Goonies‘.

Confira:

 

Assista o trailer:

 

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.

Assista aos teaser trailers:

‘Um Duende em Nova York’ ganha hilário trailer honesto; Assista!

A divertida comédia natalina, ‘Um Duende em Nova York‘, é o mais novo alvo do divertido quadro Trailer Honesto do canal do Youtube, ScreenJunkies.

E no vídeo, o longa estrelado por Will Ferrell é alvo de piadas por seu peculiar roteiro e por mesclar uma série de assuntos distintos em uma única produção.

Assista:

Dirigido por Jon Favreau, a comédia traz, Buddy, que acidentalmente foi levado para o Polo Norte quando era criança e criado, até se tornar adulto, entre os duendes de Papai Noel. Deslocado e agora adulto, ele viaja para Nova York, em uma roupa de elfo, à procura de seu verdadeiro pai.

‘Esquadrão 6’ é o 2º filme mais caro da Netflix; Confira outras curiosidades que você não sabia!

Esquadrão 6‘ já está disponível na Netflix há alguns dias e a plataforma de streaming investiu muito em sua primeira parceria com Michael Bay, trazendo um elenco de peso e garantindo ao diretor um orçamento milionário para que ele executasse o filme mais Michael Bay de sua própria trajetória.

E com um orçamento de US$ 150 milhões, a produção é a segunda mais cara da história da Netflix, ficando atrás apenas de ‘O Irlandês’, de Martin Scorsese, cujo montante gasto foi de US$ 175 milhões.

Ironicamente, os filmes mais caros da gigante do streaming formam dois contrastes interessantes. Enquanto ‘O Irlandês‘ foi aclamado pela crítica – com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, recebendo 32 indicações às principais premiações já anunciadas, como o SAG Awards, o Globo de Ouro e o Critics’ Choice Awards, ‘Esquadrão 6‘ parece ir pelo caminho inverso.

Amargando 34% de aprovação no RT, o filme de ação foi considerado sem sentido e exagerado em todas as suas proporções, com um roteiro confuso e mal construído.

Mas independente das disparidades, o novo filme estrelado por Ryan Reynolds traz algumas referências e curiosidades interessantes, que provavelmente passaram despercebidas pela audiência.

Em uma cena na Opera House em Paris, é possível ver que o protagonista aproveitou a ocasião para fazer um belo jabá da sua marca de bebida alcoólica, a Aviation Gin. Na tomada em questão, a garrafa é estrategicamente bem posicionada, como um anúncio publicitário bem notável.

Esquadrão 6‘ também faz algumas referências reais interessantes. O símbolo fantasma posicionado na lateral de um avião, no início do filme, é a mesma logo do Exército Fantasma, operante durante a Segunda Guerra Mundial. A força tática era responsável por criar informações e dados falsos para confundir o exército alemão a respeito do posicionamento do exército norte-americano.

Indo mais além, o personagem de Corey Hawkins é inspirado em um atirador de elite real, chamado Nicholas ‘The Reaper’ Irving. O combatente lutou por diversas vezes no Afeganistão e foi um sniper de primeira linha.

Ainda no campo das referências, é notável que o roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick tenta seguir por um viés semelhante à linguagem de ambos os filmes do ‘Deadpool‘, os quais eles roteirizaram. A exemplo disso, já no final do filme, o personagem 3 faz uma piada com ligação direta à franquia ‘11 Homens e Um Segredo‘, ao dizer: “Na próxima vez, poderíamos só derrubar um cassino?”.

E mesmo com um orçamento generoso para fazer seu filme, Michael Bay decidiu “emprestar” um de seus brinquedinhos para a produção. Ao invés de alugar uma aeronave de pequeno porte, o jatinho usado pelos fantasmas, o N4500X, é de fato do próprio diretor.

E por falar em aviões, o filme de ação trouxe mais uma referência que poucos devem ter percebido. O avião de acrobacias aéreas que aparece no começo da produção é um Edge 540, pilotado por Kirby Chambliss, cinco vezes vencedor do Campeonato Nacional dos Estados Unidos de Acrobacias.

O elenco ainda conta com Ben Hardy, Mélanie Laurent, Adria Arjona, Dave Franco e Payman Maadi.

Crítica | The Wilds: Vidas Selvagens: Nova série da Amazon Prime Video ao estilo de Lost

Ser uma adolescente em um universo dominado por uma masculinidade tóxica é uma das tarefas mais árduas. Entre cobranças sociais, padrões de beleza inatingíveis e pressões para suprir o que pensamos ser as expectativas dos outros em nós, essa é uma das fases que – naturalmente – contribui para definir a forma como nos enxergamos tanto no espelho, bem como no mundo. E a nova série original da Amazon Prime Video, The Wilds: Vidas Selvagens, canaliza toda essa densa complexidade que envolve a fase juvenil feminina, a fim de dissecá-la como um genuíno experimento social.

Transformando crises de identidade em oportunidades, a produção recorre a temas comuns do gênero coming of age para explanar uma mensagem que é muito mais profunda do que se espera. Com uma atmosfera à la Lost, a série traz um grupo diverso e adverso de adolescentes a caminho de um retiro para garotas, após enfrentarem circunstâncias dolorosas demais para serem absorvidas em meio ao contexto social e familiar em que estão inseridas. No entanto, a viagem perde o seu rumo e um “acidente” de avião as levará a uma luta pela sobrevivência em meio a uma ilha deserta onde a esperança de um resgate é mínima.

Se apresentando logo em seu episódio inaugural como um experimento social financiado por milionários, a narrativa com efêmeros ares de A Lagoa Azul é de fato surpreendente. Já deixando claro que ninguém aqui está submetido a um purgatório terrível onde nada faz sentido, The Wilds faz o que Lost deveria ter feito: Dar profundidade substancial para a ilha onde os protagonistas se encontram, tornando-a um personagem tão genuíno como os demais. Ainda é cedo para esmiuçar essa premissa a fundo – uma vez que fomos apresentados a apenas uma temporada, mas a produção original da Amazon, desenvolvida por Sarah Streicher, já demarca o seu espaço por garantir uma narrativa que não tem tempo a perder.

The Wilds
CR: Matt Klitscher/Amazon Studios

Com pressa de contar sua história e envolver a audiência, a série traz uma trama absolutamente feminina, que explora as mazelas da adolescência pela ótica de meninas que foram – de um jeito ou de outro – subjugadas e, consequentemente, traumatizadas. Com circunstâncias particulares que exploram dores que não são nada juvenis, The Wilds vai a fundo no desenvolvimento de suas protagonistas e rapidamente vidra as nossas atenções, nos intrigando a querer conhecer mais e mais as lutas que cada qual enfrentou antes do instante em que chegaram à ilha.

Apostando em um elenco de atrizes bem novas e desconhecidas, a série da Amazon consegue equilibrar bem a dramaticidade do background de suas protagonistas a um contexto de selvageria que rende boas cenas de tensão. Com atuações genuinamente boas que ajudam a manter o nível da produção sempre bem alto, a produção é uma deliciosa surpresa para o final de 2020. Inevitavelmente tratando questões como o isolamento social e suas consequências no comportamento humano, The Wilds é eletrizante e capaz de prender a nossa atenção, à medida em que nos cativa pelas identificáveis e sensíveis histórias de meninas que – muito antes – já lutavam para tentar sobreviver em uma selva de pedra.

Crítica | Nove Dias traz EMOCIONANTE história que nos faz questionar o significado da vida

Estamos vivendo ou sobrevivendo? Estamos contemplando a beleza da criação ou apenas caminhando por ela, como sonâmbulos incapazes de discernir os ambientes, as pessoas, as circunstâncias e a atmosfera ao nosso redor? Nove Dias é um drama que nos leva à – exatamente – tais questionamentos e suas contestações. Como uma espécie de ode à vida, o primeiro drama dirigido pelo brasileiro Edson Oda faz uma profunda reflexão sobre a condição humana e a preciosidade e raridade existentes nela.

Para um diretor que está inaugurando sua jornada em longas-metragens, Oda é profundamente autoral e autêntico em sua narrativa. Inadvertidamente, ele se abre para a audiência de forma delicada e complexa, revelando um olhar diferenciado sobre o valor da existência humana e aquelas pequenas e preciosas coisas que tanto ignoramos. E em Nove Dias, ele reúne um elenco estelar que muito mais que dar corpo à sua trama, naturalmente ainda o ajudam a difundir sua genuína estreia no cinema. Trazendo Zazie Beetz, Bill Skarsgård e Winston Duke como parte do elenco, o diretor brasileiro – desconhecido em seu próprio país – apresenta uma narrativa hipnotizante e intrigante, que nos leva a questionar temáticas bem densas como a depressão, suicídio, as escolhas que nos definem e a nossa gratidão sobre o direito à vida que nos foi presenteado.

Na trama, Duke é o responsável por escolher quem terá o direito a viver. Em um contexto onde as pessoas não estão vivas, ele conduz uma espécie de processo seletivo, que treinará possíveis candidatos para conseguir tal vaga. Ao longo de nove dias, os pré-selecionados observam a vida de outras pessoas a partir de uma imensidão de televisores antigos posicionados lado a lado, formando uma espécie de monitoramento instantâneo da vida alheia. E ali, com os olhos vidrados e um pequeno bloquinho de anotações, os participantes avaliam a existência humana pela perspectiva daqueles que já estão a vivendo. Mostrando o dia-a-dia pelos próprios olhos de quem as vive, os concorrentes tentam compreender e dimensionar o significado de estar vivo, como fantasmas vagantes que tentam experimentar a vida sem sequer tocá-la ou experimentá-la.

A difícil decisão de quem terá o direito à vida vem regada de uma imensidão de dúvidas e conflitos pessoais. O que torna uma pessoa apta a desfrutar desse direito? Ela precisa ser isenta de complexos de inferioridade, de traumas? É possível saber viver, mesmo com um certo nível de fragilidade na alma? Nove Dias segue sua trama aumentando a profundidade de seus questionamentos com essas novas perguntas, levando a audiência pela mesma jornada do protagonista, que como o responsável pelo carimbo final, se digladia por testemunhar o suicídio de uma jovem que já havia sido aprovada por ele para ter o direito à vida. E em conflito com suas próprias percepções sobre certo, errado, bom e mau, ele ainda lida com a própria complexidade dos novos candidatos ao direito à existência, que muito mais que contestar sua metodologia, acrescentam ainda mais às suas inseguranças como gestor desse sistema injusto.

E como uma delicada poesia que tenta exprimir toda a riqueza presente na existência humana, o drama é capaz de torcer os corações, tamanha sua densidade narrativa. Cheio de metáforas e simbolismos, a produção conta com um dos roteiros mais originais escritos nos últimos anos, consegue extrair da sua audiência todas as dores apresentadas nas telonas e inunda os olhos, a mente e a alma com uma percepção ainda mais rica sobre a importância de valorizarmos a vida. Uma carta de amor à simplicidade da própria humanidade, o longa é um retrato sobre como podemos ser displicentes com a própria vida, ao expressar – em seus personagens – uma rica e profunda angústia por querer viver.

Desconfortável na maior parte do tempo, Nove Dias ainda traz um elenco grandioso em atuações surpreendentes, revelando ainda mais o talento de Beetz, Skarsgård e Tony Hale. Indo mais além, Winston Duke entrega uma performance revigorante, indo na contramão natural que o seu biotipo e estilo sempre o direcionaram, em termos de papéis. Mostrando uma versatilidade inesperada, o M’Baku de Pantera Negra faz de sua caracterização no drama uma vitrine para filmes ainda mais ousados, se consagrando como um ator capaz de cruzar as fronteiras dos gêneros mais diversos com facilidade. E trazendo uma direção de fotografia brilhante e minimalista, que se apropria de seu próprio roteiro e se constrói em cima de suas características narrativas, o drama de Edson Oda é um presente inexprimível aos cinéfilos e se houver justiça no mundo, será uma das grandes promessas para a temporada de premiações 2022.

Audiência despencou! ‘Quarteto Fantástico’ sofre queda de 79% nas bilheterias americanas

Embora tenha iniciado sua jornada nos cinemas de forma positiva, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ teve uma segunda sexta-feira marcada por uma queda significativa de público.

Segundo dados do Box Office Mojo, o longa da primeira família da Marvel sofreu uma queda de 79,6% nas bilheterias, enquanto ‘Superman‘ apresentou um recuo mais suave de 70,4%.

Essa redução na procura do filme fez com que sua arrecadação fosse de US$ 57 milhões em sua estreia para US$ 11,7 milhões na sua segunda sexta-feira em exibição nos cinemas.

Em se tratando de ‘Superman‘, embora o longa tenha arrecadado menos em sua abertura, a queda por sua procura foi menor quando comparado ao adversário da Marvel. Conforme pontuado pelo Box Office Mojo, o longa foi de US$ 22,5 milhões (entre pré-estreias e estreia) para US$ 16,6 mi em sua segunda sexta-feira.

Esse declínio mais acentuado sugere que ‘Quarteto Fantástico‘ teve uma estreia fortemente dependente dos espectadores mais entusiasmados — o chamado efeito front-loaded. Ao fim de sua segunda sexta-feira, a procura pelo filme já havia diluído, diferente de ‘Superman‘.

Embora ambos os filmes tenham tido estreias expressivas, o novo filme de James Gunn mostrou mais estabilidade entre o primeiro e o segundo fim de semana. Já o longa produzido por Kevin Feige, por sua vez, parece ter atraído um público mais concentrado nos primeiros dias — sofrendo uma fuga mais rápida das salas.

Esse tipo de queda significa um risco de saturação rápida, o que pode limitar o desempenho da produção a longo prazo. Em contraste, ‘Superman‘ demonstrou maior resiliência e potencial de crescimento sustentado.

Mesmo com um grande início, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ enfrenta um dos declínios mais acentuados da temporada entre blockbusters. Isso indica que, apesar do sucesso imediato, a adesão do público ao filme não se sustentou após o impacto inicial.

Já ‘Superman‘, com uma queda menor e renda acumulada superior, mostra-se mais robusto e com maior capacidade de manter o interesse do público.

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Liga da Justiça’: Capa do DVD garante cena extra não exibida nos cinemas; Vem ver!

Os fãs de Zack Snyder podem comemorar! O site da Walmart publicou uma foto da capa do DVD e blu-ray de Liga da Justiça, onde mostra um adesivo confirmando que há uma cena extra não exibida nos cinemas.

Outro detalhe importante na imagem é a presença do Superman nas artes das capas. Veja:

Só resta saber se essa cena extra será diferente de todas as que já vazaram na internet. Ainda não há data de lançamento do DVD e blu-ray.

Liga da Justiça continua em cartaz no Brasil. O filme ultrapassou a bilheteria nacional de ‘Velozes e Furiosos 8’ e se tornou a maior bilheteria de 2017 no país.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça ainda permanece atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

SAIU! ‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha novo trailer recheado de cenas inéditas

A Marvel Studios divulgou um novo trailer de Homem-Formiga e a Vespa, que mostra que a dupla de heróis é a única esperança contra a vilã Ghost. Assista:

A adaptação dos quadrinhos deve arrecadar cerca de US$ 75 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. A projeção é do Hollywood Reporter.

Vale lembrar que esse valor é ótimo em relação ao filme original, que conseguiu US$ 57 milhões na estreia e totalizou US$ 519 milhões mundialmente para seu orçamento de US$ 130 milhões.

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

WandaVision | As melhores ‘teorias furadas’ dos fãs

WandaVision terminou há pouco mais de uma semana e ainda segue muito comentada nas redes sociais. A série mais assistida do mundo chegou ao fim sob grandes expectativas, tendo algumas delas cumpridas, enquanto outras acabaram ficando só na imaginação dos fãs. Uma dos maiores méritos do seriado foi fomentar o debate entre os espectadores, que criaram várias teorias baseadas em seus conhecimentos do universo dos quadrinhos. Fato é que nem todos saíram satisfeitos com o resultado final porque não dá para atender a todas essas teorias. E olha que eles chegaram a acertar algumas, como a Agnes (Kathryn Hahn) ser a bruxa Agatha Harkness e a Monica Rambeau (Teyonah Parris) terminar a produção já com seus superpoderes. Entretanto, tiveram umas viajadas boas e outras teorias que eram tão boas que dá até para lamentar de não terem virado cânon.

Pensando nisso, selecionamos as melhores (ou piores) teorias que não se concretizaram! Confira.


Herb é o Alto Evolucionário

No fim, Herb acabou sendo apenas um popular de Westview.

Além de Agnes, o vizinho Herb também virou alvo de uma nova especulação, já que, segundo os fãs, ele poderia ser ninguém menos que Herbert Wyndham, o Alto Evolucionário. Nos quadrinhos, o personagem é um cientista brilhante que flerta entre uma figura protetora e um completo lunático. Ele consegue alterar o DNA dos seres vivos, viajar por dimensões e pelo tempo, além de ser considerado o maior geneticista da Marvel, ter acesso a qualquer tipo de tecnologia e já ter cuidado de Wanda e Pietro Maximoff. E como ele aparece quase revelando um segredo sobre aquela realidade ao Visão no terceiro episódio da série, a teoria parecia ganhar força. Como se isso não bastasse, ele estava trabalhando junto com Agnes – que vivia falando de demônios e obscurantismo na série. Ainda ser ter a presença do Darkhold, os fãs ressaltaram que o Alto Evolucionário é um dos responsáveis por acidentalmente soltar o demônio Chthon, o criador do livro dos pecados.

O Pietro era o mesmo dos filmes dos X-Men

Ok, essa aqui conseguia ser mais absurda que a anterior, mas ainda assim, alguns fãs tinham a esperança de que o Pietro de Evan Peters fosse o mesmo Mercúrio dos filmes dos X-Men, aquele que fez Sweet Dreams virar hit depois de décadas. Segundo eles, isso confirmaria o multiverso do Universo Cinematográfico Marvel e introduziria os X-Men que a gente já conhece na história. Como ele apareceria? Usando os poderes caóticos da Wanda, oras. Se os mutantes chegassem assim ao MCU, além de ser forçado, seria uma bagunça digna da cronologia dos mutantes da FOX, ainda bem que não se concretizou e o Pietro Falso acabou sendo apenas um ator manipulado por Agatha Harkness para mexer com os sentimentos da jovem feiticeira.

O contato de Monica era Reed Richards

Desde que perdeu o papel de Capitão América para o Chris Evans, John Krasinski virou o favorito dos fãs para viver o novo Senhor Fantástico/ Reed Richards dos cinemas. E olha que isso começou há mais de uma década. E como a Marvel atendeu ao pedido dos fãs ao escalar Benedict Cumberbatch para ser o Doutor Estranho, a esperança de vê-lo no papel aumentou um pouco. Além disso, eles também pedem que a esposa de John, Emily Blunt, seja a Mulher Invisível/ Sue Storm. Enfim, na reta final da série, Monica sai junto com Jimmy Woo (Randall Park) para encontrar um “contato secreto” que seria um engenheiro aeroespacial. Ok, se você viu a série dublada em português, soube desde o princípio que não havia a menor possibilidade de ser o Reed porque a dublagem deixou claro que era uma engenheira. Porém, como profissão não tem variação de gênero em inglês, não se sabia o sexo da tal engenheira. Foi daí que surgiu uma teoria muito falada de que o contato secreto poderia ser Reed Richards já vivido por Krasinski, introduzindo o Quarteto Fantástico no MCU. O problema é que, assim como os X-Men da FOX, seria meio forçado jogar o Quarteto já existindo nesse universo sem ter participado de nada anteriormente.

O Diretor Hayward estava reconstruindo o Ultron

Ok, existem duas variações dessa teoria. Uma delas era bastante plausível, enquanto a outra era completamente viajada. A primeira era que o Diretor Hayward (Josh Stamberg) estava usando o corpo destruído do Visão (Paul Bettany) para reconstruir o Ultron (James Spader). E como a cabeça do robozão do mal foi vista preservada em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), a teoria estava legitimada pelos quadrinhos, podendo muito bem a “consciência” dele ter ficado armazenada lá. Já a outra teoria, ridiculamente absurda, afirmava que o diretor da E.S.P.A.D.A. era ninguém menos que o próprio Ultron disfarçado e estava ali para buscar vingança contra os Vingadores. Isso supostamente explicaria o ódio dele por super-heróis. Pô, galera, tudo tem limite, né? Ainda nessa vertente de “Diretor Hayward esconder quem é”, houve uma teoria interessante dizendo que ele poderia ser um Skrull. Como ele terminou a série preso, não dá para afirmar que essa é ou não furada, então vamos deixar suspensa até acontecimentos futuros. De qualquer forma, o Ultron não apareceu na série, e o Hayward estava mesmo construindo um robô a partir do cadáver do Visão… O Visão Branco.

O vilão era o demônio Mephisto

Essa teoria convenceu milhões de adeptos pelo mundo, inclusive a mim. Isso porque o demônio é parte importante das histórias da Wanda (Elizabeth Olsen) nos quadrinhos, incluindo é personagem central na questão do surgimento dos filhos da Feiticeira Escarlate, já que ela suga pedaços da alma do Mephisto para gerar as crianças. Mais tarde, quando ele se recupera, acaba absorvendo os meninos de volta e trava uma luta com eles no submundo. Perdendo as crianças, Wanda surta e altera a realidade. Vendo assim, encaixa bem com a temática da série. Segundo a teoria, Agatha estaria trabalhando para libertá-lo e tocar o terror por aí. Além disso, a ameaça levaria o Doutor Estranho para Westview. Houve até mesmo um boato de que o demônio seria interpretado pelo Al Pacino. Mas agora que a série já acabou, é realmente algo que atrapalharia a jornada pessoal de Wanda e tiraria boa parte do protagonismo tão bem construído para ela ao longo da série.

Qual dessas teorias você achou que fosse virar realidade? Diga nos comentários!

WandaVision está disponível no Disney+.

Crítica | Sky Rojo – Luxúria, violência e muita AÇÃO em nova série do criador de ‘La Casa de Papel’

Álex Pina é sinônimo de sucesso. O produtor espanhol é simplesmente o criador de sucessos da cultura pop como ‘La Casa de Papel’, ‘Vis a Vis’, ‘O Píer’ e ‘White Lines’. Embora tenha começado com histórias focadas no universo masculino, rapidamente Álex Pina percebeu que o mundo feminino era rico em elementos ainda pouco explorados pela mídia, e começou a investir todas as suas fichas criativas em personagens mulheres protagonistas de suas próprias histórias. Deu super certo. Ou melhor, tem dado, como podemos ver em ‘Sky Rojo’ nova série de sucesso do produtor que estreou essa semana na Netflix.

Coral (Verónica Sánchez) tem um passado misterioso do qual quer fugir, por isso foi procurar emprego em uma casa de prostituição na Espanha. É assim que passa a trabalhar para o cafetão Romeo (Asier Etxeandia) no Club de las Novias. Certo dia, porém, um acontecimento faz a coisa toda fugir do controle, e Coral, Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado) acabam fugindo do bordel, porém o que parecia ser o início da tão sonhada liberdade rapidamente se transforma em uma caçada de gato e rato, pois Moises (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer), capangas de Romeo, não vão deixar passar barato.

Depois de centrar a trama em ladrões (‘La Casa de Papel’), presidiárias (‘Vis a Vis’ e em uma dona de casa comum (‘O Píer’), ‘Sky Rojo’ aborda outro espaço majoritariamente ocupado por mulheres: o mundo da prostituição. Esse é o lance de Álex Pina, e ele o constrói muito bem, ao mesmo tempo revelando o lado feio e obscuro desses ambientes mas também humanizando essas mulheres que têm nome, histórias e aspirações como todos os outros seres. Diferentemente de suas outras produções, em ‘Sky Rojo’ ele encontra momentos para jogar luz sobre temas importantes do universo abordado – no caso das mulheres prostitutas, o sequestro de moças estrangeiras ilegalmente, o controle e a posse por parte dos cafetões, as relações sexuais abusivas, etc. Partindo do ponto de vista das protagonistas, ver esses relatos serem graficamente expostos na série é como um soco no estômago.

O roteiro escrito por David Barrocal, Esther Martínez Lobato e o próprio Álex Pina intercala as trajetórias pessoais das três protagonistas de maneira a criar empatia no espectador, cadenciadas por um ritmo frenético de ação que já se tornou a assinatura do criador. Ao alternar o narrador dos episódios, o enredo todo se constrói para o espectador como um quebra-cabeças sequencial: as peças vão se encaixando no momento certo da trama, tanto para a gente quanto para os personagens, cheios de segredos uns com os outros.

No maior estilo ‘Thelma e Louise’ a três, ‘Sky Rojo’ tem tudo para ser mais um sucesso do universo de Álex Pina, que nunca perde a oportunidade de linkar suas produções (aqui temos a mesma atriz que faz a protagonista de ‘O Píer’, a mesma locação desértica da morte de Zulema em ‘Vis a Vis: El Oasis’ e até mesmo um bonecão de Dalí aparece no episódio oito). Em se tratando de marketing e cultura pop, não dá para fazer uma série hoje em dia sem alguns easter eggs – algo que Álex Pina sabe muito bem como oferecer aos fãs.

Com oito episódios curtinhos, com menos de meia hora de duração, ‘Sky Rojo’ é uma série facilmente maratonável, embalada por uma ótima trilha sonora e personagens fortes e bonitas dispostas a qualquer coisa para conquistar o controle dos próprios corpos.

‘Shazam!’: Filme ganha classificação indicativa

A estreia de ‘Shazam!‘ está cada vez mais próxima. Finalmente a DC anunciou a classificação indicativa do longa: PG-13. Ou seja, no Brasil, é será recomendado para maiores de 14 anos com menores sendo acompanhado pelos pais.

Nenhum outro detalhe foi revelado.

Confira um vídeo de bastidores:

Shazam!’ chega aos cinemas em 04 de Abril de 2019.

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

‘Riddick 4’: Vin Diesel revela que roteiro do filme está pronto

O quarto filme da franquia Riddick está um passo mais perto de se tornar realidade, visto que o ator Vin Diesel revelou que o roteiro de Riddick 4: Furya’ finalmente está completo.

Confira:

 

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Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em

Segundo o vídeo, Diesel está um tanto quanto ocupado durante os próximos anos, visto que irá estrelar o filme ‘Bloodshot’, além de fazer uma aparição nas sequências de ‘Avatar’. Ele também voltará a dublar Groot em ‘Guardiões da Galáxia Vol. ‘ e, uma vez que termine esses projetos, irá retornar para Riddick.

Riddick 3′, último filme da franquia, custou US$ 38 milhões e arrecadou US$ 98 milhões mundialmente.

Diesel havia afirmado em 2015 que os destinos dos personagens originais serão Furya, planeta original de Riddick, e o “Subverso” (Underverse), um espelho do universo que foi apenas mencionado em A Batalha de Riddick.

“Temos que ir para o Subverso”, disse o ator. “É esperado, eu acredito firmemente nisso. Você tem que atravessar o Subverso para chegar a Furya. Então, essas são as duas histórias que estão mapeadas. O Subverso é uma empreitada muito mais cara. Nós fomos nesta direção, tentando fazer um filme com censura R, o que é legal e ainda mais interessante, porque é tão inesperado. Mas, sim, você estará no Subverso e estará em Furya, mais cedo ou mais tarde.”

‘Cherry’: Tom Holland e Joe Russo estampam nova imagem de bastidores; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Tom Holland publicou uma nova imagem de bastidores em que faz um passeio de carro ao lado de um dos diretores do filme CherryJoe Russo.

Confira:

 

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The only way to travel to set. @therussobrothers #cherry

Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance Exit West, de Nico Walker. A história verdadeira gira em torno de Walker, um ex-médico das forças armadas diagnosticado com Síndrome do Estresse Pós-Traumático depois de retornar para casa do Iraque. Enquanto tenta lidar com esse problema, Walker desenvolve um vício por ópio e começa a roubar bancos. Ele foi pego e considerado culpado em 2011, e sairá da prisão em 2020.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Além de Holland, o elenco conta com Ciara Bravo, Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

‘Metamorphosis’: Demônio engana um exorcista no trailer oficial do terror; Confira!

O serviço de streaming Shudder divulgou o trailer oficial de seu mais novo terror sobrenatural, Metamorphosis.

Confira:

Hong-Seon Kim dirige a produção.

Joong-Su, um exorcista, deve enfrentar um demônio que tragicamente falhou em derrotar no passado e que, agora, escolheu seu irmão como próxima vítima. O demônio assume a forma de diferentes membros de sua família para criar confusão e desconfiança, destruindo a unidade de dentro para fora. Com seus amados em perigo, Joong-Su deve encarar o espírito mais uma vez – arriscando sua própria vida.

Bae Sung-Woo, Sung Dong-Il e Jang Young-Nam estrelam o longa.

Metamorphosis tem estreia marcada para o dia 02 de julho na plataforma.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Série do Disney+ ganha novo comercial recheado de cenas INÉDITAS; Confira!

A página MarvelFlix compartilhou no Twitter um novo teaser da vindoura série ‘Falcão e Soldado Invernal’, que estreia em 2021 no Disney+.

No vídeo, Anthony MackieSebastian Stan falam sobre quem empunhará o manto do Capitão América na produção e se reúnem com os colegas Paul BettanyElizabeth Olsen (de ‘Wandavision’) para revelarem alguns detalhes sobre a produção.

Confira:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Os Eleitos’: Drama histórico do Disney+ ganha novas imagens promocionais; Confira!

Os Eleitos, série original sobre os primeiros astronautas dos EUA, já está disponível no Disney+ e, para promovê-la, o serviço de streaming divulgou novas imagens promocionais da obra.

Confira:

Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Os Eleitos é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

Documentário sobre o icônico Boris Karloff, de ‘Frankenstein’, ganha novo trailer incrível; Confira!

Shout! Factory divulgou recentemente o novo trailer oficial do documentário Boris Karloff: O Homem Por Trás do Monstro’ (‘Boris Karloff: The Man Behind the Monster’).

Confira:

Segundo a Variety, o filme será lançado em 31 de outubro deste ano.

Além de representar o dia das bruxas, a data também foi escolhida porque se aproxima do 90º aniversário de lançamento de ‘Frankenstein‘, estrelado por Karloff em 1931.

Dirigido por Thomas Hamilton, o longa foi criado para homenagear a carreira do artista, que também deu vida à Múmia em 1932 e a diversos outros personagens que se alimentam de nossos pesadelos.

O material também inclui entrevistas com alguns dos maiores nomes do gênero de terror do cinema, incluindo Guillermo Del Toro, John Landis, Joe Dante, Christopher Plummer, Peter Bogdanovich, Ron Perlman, Leonard Maltin, Sir Christopher Frayling, Sara Karloff, Gregory Mank, Roger Corman, Stephanie Powers, Ian Ogilvy, Norman Jewison, Orson Bean, Kevin Brownlow, Caroline Munro, Stephen Jacobs, Dick Miller, Peter Asher, Virginia Bates, Nehemiah Persoff, David J Skal, Donald F Glut, Derek Malcolm, Bernie Coleman, Lee Grant, Rick Goldschmidt, Stuart Hersh, Miles Kreuger, Valerie Yaros, H.M.Wynant, Diane Aubry, Anthony Pratt, Renee Glynne, Sharyn Moffett, Neil Pettigrew, Ruth Shiel, Courtlandt Hull, Ron Simon, Jaymz Bee e mais.

‘Succession’: Sarah Snook é a vencedora do Globo de Ouro 2022 de Melhor Atriz Coadjuvante em Série

A aclamada série ‘Succession’ retornou com uma incrível 3ª temporada – e era de se esperar que fizesse um barulho considerável na temporada de premiações.

No Globo de Ouro 2022, Sarah Snook conquistou a cobiçada estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Série por sua incrível performance como Siobhan Roy.

Lembrando que o novo ciclo já está disponível na HBO Max.

A série foi criada por Jesse Armstrong.

A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série DramáticaMelhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.

Willow – Na Terra da Magia | Veja curiosidades sobre a clássica fantasia estrelada por Warwick Davis

Os anos 1980 se tornaram bastante marcantes para o gênero fantástico – e um dos representantes mais relembrados e memoráveis dessa época foi Willow – Na Terra da Magia’.

Estrelado por Warwick Davis, o longa-metragem dirigido por Ron Howard acompanha o personagem titular, um anão da raça nelwyn que cruza caminho com uma jovem bebê princesa que é a chave para derrotar a poderosa e impiedosa rainha Bavmorda (Jean Marsh), colocando um fim em seu reino de caos. É claro que Bavmorda e seu séquito também estão em busca da princesa, tentando encontrá-la e despachá-la ao submundo para que uma antiga profecia não se cumpra – e, aliado ao divertido mercenário Madmartigan (Val Kilmer), Willow enfrenta os mais diversos obstáculos para cumprir com a missão que lhe foi dada.

Apesar das críticas mistas, o filme fez um barulho considerável nas bilheterias e arrecadou quase US$138 milhões mundialmente, além de ter alavancado uma legião de fãs com o passar dos anos.

Para celebrá-lo e também comemorar a recente divulgação do trailer oficial da série sequência, que será lançada no Disney+, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores sobre a obra original.

Confira:

  • Segundo Davis, o filme teve o maior número de atores com nanismo à época. Entre 225 e 240 atores foram contratados para participar do projeto.
  • A bilheteria do filme foi abaixo do esperado; logo, o produtor George Lucas, que também criou a narrativa, continuou a história de Willow nos livros em vez de sequências cinematográficas. Os três romances consecutivos ficaram conhecidos como ‘The Chronicles of the Shadow War’, dividindo-se em ‘Shadow Moon’‘Shadow Dawn’‘Shadow Star’.

  • Lucas escreveu o longa especificamente para Davis depois de conhecê-lo no set de filmagens de Star Wars: O Retorno do Jedi’, em 1983, em que interpretou Wicket W. Warrick.
  • Os cães demoníacos que aparecem no filme eram, na verdade, Rottweilers com máscaras de borracha e trajes.
  • Conforme Kilmer estava saindo de sua jaula entre as tomadas, as correntes que a prendiam quebraram e a jaula caiu sob seu pé. Isso o fez mancar por um tempo, o que é evidente durante a cena em que Madmartigan e Willow chegam à ilha de Fin Raziel.

  • Este foi o primeiro longa-metragem a utilizar o processo de “metamorfose” desenvolvido pelo Industrial Light & Magic (ILM).
  • A trilha sonora composta por James Horner para o projeto foi utilizada frequentemente em trailers cinematográficos nos anos 1980 e 1990, o que rendeu uma taxa de licenciamento de US$10 mil para a MGM e a Lucasfilm.
  • Originalmente, Willow dizia “adeus, Elora Danan” quando a entregava para Madmartigan. Entretanto, durante a edição, percebeu-se que Willow não teria como saber o nome dela ainda, e a fala foi regravadas para “adeus, pequenina”.

  • John Cusack fez audição para o papel de Madmartigan, mas perdeu para Kilmer. Ele considera esta, até hoje, sua maior decepção.
  • De acordo com kits de imprensa e romances subsequentes, o dragão de duas cabeças foi chamado de Eborsisk, uma referências aos críticos Gene SiskelRoger Ebert. O nome não é mencionado no filme, mas apareceu em algumas críticas.

‘Armageddon Time’: Drama com Anne Hathaway abre com 85% de aprovação no RT!

Armageddon Time, novo filme de James Gray (‘Ad Astra’), chega em breve aos cinemas – e já está fazendo um sucesso considerável entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 85% de aprovação, com nota 7/10 baseada em 59 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[o filme] traz o roteirista e diretor escavando o próprio passado e retornando com um drama muito bem atuado e livre de nostalgia”.

Confira os principais comentários:

“O filme é uma ilustração da transição da flexibilidade ética da juventude para o discernimento moral da idade adulta” – Slant Magazine.

“É um trabalho de memória e autoimplicação verdadeiramente pungente, perturbador e, em última análise, brilhante” – Vox.

“Sem ser óbvio ou insistente, Gray desenhou um diagrama absolutamente contundente de uma maquinaria insidiosa” – Wall Street Journal.

“A visão de uma criança de como pequenos pecados da vida diária podem resultar em grandes erros” – Toronto Star.

“Uma autorreflexão magistral de James Gray” – Film School Rejects.

Armageddon Time é uma história profundamente pessoal sobre a força da família, a complexidade da amizade e a busca geracional do sonho americano.

Gray fica responsável pela direção e pelo roteiro. O cineasta é conhecido por obras como Era Uma Vez em Nova York‘Z: A Cidade Perdida’. Recentemente, comandou o drama de ficção científica Ad Astra, estrelado por Brad Pitt e indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som.

O filme é estrelado por Anne HathawayJeremy StrongBanks RepetaJaylin WebbAnthony Hopkins e Jessica Chastain.

Rodrigo Teixeira (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) entra como produtor.

Debbie Reynolds faria 91 anos HOJE; Relembre seus melhores papéis!

Em 28 de dezembro de 2016, o mundo perdia uma das maiores atrizes de todos os tempos – Debbie Reynolds.

Conhecida por seu trabalho no aclamado e revolucionário musical Cantando na Chuva, Reynolds faleceu em virtude de um ataque cardíaco. E, para aqueles que não se lembram, Reynolds foi mãe da saudosa Carrie Fisher e é avó de Billie Lourd, atriz que nos conquistou com seus papéis em ‘American Horror Story’‘Scream Queens’.

No dia de hoje, 01 de abril de 2023, Reynolds faria 91 anos de idade. Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com seus dez melhores papéis, desde o supracitado filme musical até o drama biográfico ‘Minha Vida com Liberace’.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CANTANDO NA CHUVA (1951

 

Reynolds conseguiu seu primeiro papel principal quando tinha apenas 19 anos, e estrelou ao lado de Gene Kelly e Donald O’Connor no amado e eterno musical Cantando na Chuva. Reynolds dá vida à aspirante a atriz Kathy Sheldon no longa, que conhece e se apaixona pelo astro dos filmes mudos Don Lockwood (Kelly), o qual, por sua vez, luta para manter sua reputação enquanto a indústria cinematográfica transita para os longas falados. A obra é de longe a mais conhecida de Reynolds – e não é para menos: afinal, Cantando na Chuvaé considerado por muitos um dos melhores musicais já feitos na história.

ROMANCE DE MINHA VIDA (1954)

Nesta comédia romântica picante, Reynolds interpreta a delinquente juvenil de dezessete ano Susan Landis que, através de uma série de circunstância impossíveis, acaba por viver com o roteirista de Hollywood Mark Christophe (Dick Powell), que está no meio de um bloqueio criativo depois de levar para casa uma estatueta do Oscar. Ele, além disso, está trabalhando em um novo filme sobre jovens rebeldes. O filme é charmoso, tocante e, como sempre, Reynolds está incrível de forma quase fluida e natural em todos os momentos. 

ARMADILHA AMOROSA (1955)

Nesta comédia romântica, Reynolds também é a protagonista, vivendo mais uma de muitas personagens aspirantes ao mundo da música e do cinema: Julie Gillis, cujo caminho se cruza com o agente teatral e conquistador Charlie Reader (Frank Sinatra). Charlie, que sempre teve diversas companhias para mulheres, começa a se apaixonar por Julie até que complicações emotivas culminam numa explosão de sentimentos. O filme, por vezes referido a uma obra de Sinatra, funciona justamente pela performance dinâmica e vivaz de Reynolds.

UMA ESPERANÇA NASCEU EM MINHA VIDA (1956)

Aqui, Reynolds interpreta Polly Parish, uma garota que resgata um bebê abandonado. O escândalo se alastra como água quando seus colegas de trabalho começam a acreditar que a criança é, na verdade, dela, e que o pai é o filho do dono da loja onde trabalha, Dan Merlin (Eddie Fisher, futuro marido de Debbie e pai de Carrie Fisher). Este musical mais que envolvente garantiu à atriz sua segunda indicação ao Globo de Ouro por Melhor Atriz em Comédia/Musical – e sua primeira veio com o filme Three Little Words’, em 1950).

A FLOR DO PÂNTANO (1957)

Em mais uma comédia romântica da qual Reynolds participou, a história gira em torno de uma jovem menina do interior chamada Tambrey “Tammy” Tyree, a qual mora com seu avô em um barco atracado ao de Louisiana. A protagonista eventualmente salva um piloto chamado Peter Brent (Leslie Nielsen), que sofreu um acidente em seu avião particular, e ela cuida dele até que recobre a saúde. Peter convida Tammy para conhecer a plantação de sua família, onde sua persona humilde entra em choque com a família do piloto. O longa levou para casa um Oscar de Melhor Música Original por Tammy, que veio a se tornar o maior sucesso de Reynolds.

A CONQUISTA DO OESTE (1962)

Este conto do Velho Oeste girou em torno de quatro gerações de uma família e suas aventuras na selvageria indomável das terras não conquistadas através de várias décadas. Reynolds mais uma vez conseguiu o papel principal aqui, como a dançarina e performer Lilith Prescott. Dentre outros, o grande elenco do longa incluiu Henry Fonda, Gregory Peck, James Stewart, Eli Wallach, John Wayne, Walter Brennan, Agnes Moorehead, Lee Van Cleef e Spencer Tracy, todos ícones de Hollywood.

A INCONQUISTÁVEL MOLLY (1964)

Reynolds recebeu sua primeira (e de algum modo única) indicação ao Oscar por seu papel neste musical, baseado na vida real de Molly Brown, uma mulher despreocupada e barulhenta do interior que se casa com um minerador de ouro e de repente se vê nas mais luxuosas festas da high society. E mesmo assim, ela não consegue adquirir respeito por parte de esnobadores e invejosos. Entretanto, Molly ganha fama quando se torna uma heroína enquanto viaja no famoso transatlântico Titanic. Molly ganhou seu apelido de “imparável” (unsinkable, no inglês) veio após sobreviver ao desastre e ajudar a resgatar muitos dos passageiros. A performance de Reynolds nesta biografia incrível traz uma radiação e um brilho capaz de atravessar gerações.

DIVÓRCIO À AMERICANA (1967)

Nesta comédia satírica sobre as dificuldades de se conseguir divorciar na contemporaneidade, Reynolds co-estrela junto a Dick Van Dyke. O par interpreta, respectivamente, Barbara e Richard Harmon, que vem a entrar em um consenso sobre se separar após 15 anos de casamento, simplesmente porque não estão mais felizes. Entretanto, eles passam a sentir na pele os desafios de conseguir a separação – incluindo as batalhas pelo custódio de filhos, sessões de aconselhamento marital e negociações de pensão -, os quais o deixam ainda mais infelizes. O humor aqui é ácido e hilariante, principalmente por ter temas-base como os obstáculos do romance e da insatisfação mútua.

MÃE É MÃE (1996)

Nesta dramédia protagonizada por Albert Brooks, Reynolds interpreta Beatrice Henderson, cujo filho Josh (Brooks) está se divorciando pela segunda vez e decide voltar a morar com a mãe em sua casa de infância, para descobrir o que aconteceu com sua vida e quais os acontecimentos que culminaram em tantos problemas com as mulheres. O filme concedeu a Reynolds sua quarta e última indicação ao Globo de Ouro.

MINHA VIDA COM LIBERACE (2013)

Rejeitado por diversos estúdios por retratar temas como homossexualidade, ‘Minha Vida com Liberace’ conta a história do pianista norte-americano Liberace, começando em 1977 e terminando com sua trágica morte devido ao vício por entorpecentes. Neste filme televisivo, Reynolds dá vida a Frances Liberace, mãe do protagonista, brilhando mais uma vez, ainda que não como estrela principal – e com o fato positivo de ter sido uma amiga muito próxima do músico. ‘Liberace’ foi seu último papel antes do trágico falecimento.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ estreia ESTE MÊS no Prime Video!

Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming ainda este mês, mais precisamente em 15 de setembro.

A produção adapta a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, é ambientada em 1998 e conta os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis.

O filme conquistou apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Midsommar – O Mal Não Espera a Noite | Relembrando o POLÊMICO filme de Ari Aster que completa cinco anos em 2024

Em 2018, Ari Aster ganhava os holofotes com sua estreia em longa-metragem Hereditário, um filme de terror que ousava desconstruir o gênero e se infiltrar nas complexas camadas de um suspense psicológico com um toque sobrenatural que, no final das contas, encantou a crítica especializada e grande parte do público. Um ano mais tarde, Aster retornou aos cinemas com mais uma intrincada narrativa ambientada em uma comunidade isolada no norte da Europa, em que nada é o que parece ser. Entretanto, diferente de sua obra anterior, o cineasta delineia tantas camadas angustiantes que acaba entregando os plot twists logo no primeiro ato e nos conduz através de uma jornada a um vazio existencial cujo única materialização existe devido ao choque.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite’ não é uma peça fílmica ruim; em meio a exploração de uma cultura esquecida nas florestas suecas, mais precisamente numa comunidade pastoril na cidade e Hälsingland, o diretor brinca como bem entende com uma rica mitologia que se prova extremamente pecaminosa (partindo de uma perspectiva ortodoxa) e coerente (numa visão própria do território na qual a história se passa). O problema é que, em meio a falhas tentativas de transformar diálogos e eventos superficiais em algo mais profundo do que consegue ser, Aster mergulha no raso e se perde conforme nos aproximamos da linear conclusão. Em outras palavras, o peso dramático que a obra se propõe a entregar nunca alcança potencial completo, nos deixando frustrados e insatisfeitos.

A trama principal tem como foco a jovem Dani Ardor (Florence Pugh), que lida com a traumática experiência de ter seus pais assassinados pela própria irmã, que eventualmente se mata depois de perceber o que fez. O timing desse trágico e catártico evento acaba reunindo-a com o outrora distante Christian (Jack Reynor), seu ex-namorado que já queria acabar com o relacionamento por uma sensação de obrigação compulsória que o colocava como submisso de Dani. Logo após se reunirem, os dois tentam estruturas os conturbados laços em uma viagem para a Suíça, para que Christian e seu colega antropólogo Josh (William Jackson Harper) possam documentar um ritual de solstício de verão em uma comuna que beira as tradições celtas. E é nesse escopo que basicamente tudo dá errado.

Se Aster falha em construir uma história palpável o suficiente, ao menos utiliza suas incríveis habilidades cinematográficas a seu favor: não é surpresa, pois, que o diretor emule a si mesmo ao utilizar enquadramentos geometricamente simétricos, muitas vezes movidos pelo plongée absoluto, a partir dos quais resgata a crescente sensação de agonia que envolve cada um dos protagonistas. Apesar de preconizada, tal estética reflete um apreço do realizador por convidar o público a se juntar a ele em cada um dos bizarros e quase sobrenaturais banquetes preparados pelos moradores do vilarejo, separando um lugar especial de destaque dentro de uma sinestésica composição cênica.

Todavia, o longa se rende a redundâncias amadoras quando também se vale de uma propositalmente dissonante trilha sonora, arquitetada com esmero por Bobby Krlic. Os instrumentos etéreos dos quais se disponibiliza são bastante conhecidos em outras obras do gênero – é só nos recordarmos dessa utilização fonográfica em obras como A Bruxa’ ou até mesmo os thrillers psicológicos de Jordan Peele; mas é o comodismo provindo da ambivalência estrutural que impede que a trilha em questão salte em uma transcendência muito bem-vinda, ainda mais considerando as múltiplas sequências narcóticas que se delineiam ao longo dos mais de 140 minutos.

Pugh rouba o foco em praticamente toda a duração do filme – e não é por menos: usando com força a backstory de sua personagem, ela se rende a uma traumática performance que encontra expurgo a cada ato que se inicia, terminando sua jornada coming-of-age de forma a passar longe dos convencionalismos narrativos. De outro lado, Reynor também encontra espaço o suficiente para dividir esse protagonismo, acompanhado da conhecida personalidade rebelde de Will Poulter e do exagero ético de Harper. O grupo, associado a outros tantos coadjuvantes que carregam com vontade seus papéis para uma importância além do que imaginávamos, desenrola uma problemática química que, na verdade, é a essência de originalidade que buscamos numa produção como esta.

Talvez o didatismo de Aster tenha sido o principal deslize: afinal, a trama se delineia ao longo de cinco grandes atos que são premeditados pela estampa cênica de uma das partes do ritual titular, induzindo o espectador a entender ou descobrir o que vai acontecer. No caso, essas coagidas inferências não contribuem para que sejamos levados a uma emocionante ou transgressora conclusão, e sim a algo que já sabíamos desde o princípio – ora, até mesmo a presença pontual de um imenso urso pardo dá respostas às nossas questões muito antes do que deveria.

Midsommar – O Mal Não Espera’ acaba insurgindo em meio a uma tentativa que tangencia a presunção cinematográfico-narrativa, construindo-se em meio a diversos acontecimentos difíceis de digerir e que se engolfam em um oco vórtice. Felizmente, o elenco e a estética do longa supera quase todos esses problemas e nos deixa relativamente desconfortáveis – sensação que já se tornou comum quando lidamos com uma produção de Ari Aster.

Novo spin-off de ‘Game of Thrones’ ganha PRIMEIRAS cenas; Confira!

As filmagens da aguardada série ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, segundo spin-off de Game of Thrones após ‘A Casa do Dragão’, seguem a todo vapor – e, agora, a Max divulgou as primeiras cenas da atração.

Confira, a partir de 01:10:

Anteriormente, George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo’, usou seu blog para compartilhar novidades sobre o spin-off.

Martin destaca que a nova série terá um tom e ritmo distintos das produções anteriores: “Será bem mais curta que ‘Game of Thrones’ ou ‘A Casa do Dragão’, com um tom bem diferente… mas ainda é Westeros, então ninguém está realmente seguro”.

O autor revela que a maioria do elenco já foi escolhida e que a primeira leitura do roteiro foi bastante positiva: “Me contaram que eles acabaram de fazer a primeira leitura de roteiro e foi ótimo”.

Vale lembrar que a HBO confirmou Peter Claffey (‘Wreck’) e Dexter Sol Ansell (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) como os protagonistas.

Confira a sinopse:

“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.” 

Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.

A Knight of the Seven Kingdoms ainda não tem data de estreia definida.