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O RETORNO de ‘O Massacre da Serra Elétrica’ | Como a Franquia foi de um Início Promissor para o Desgaste

 Massacre da Serra Elétrica original é extremamente vital para o terror. Já suas sequências não.

A partir dos anos 70, Hollywood passou por diversas modificações no seu modo de produzir filmes que, consciente ou não, também refletiam as ansiedades sociais que o país vivia no período. Inevitavelmente o terror foi um dos gêneros mais influenciados ao longo do momento criativo, impulsionado sobretudo pela nova geração de cineastas que ganhava cada vez mais oportunidade. 

Em 1974 o diretor iniciante, Tobe Hooper, cujo trabalho anterior havia sido um terror independente intitulado Eggshells, financiou uma nova empreitada. Com o nome de Massacre da Serra Elétrica (no qual a inspiração veio após Hooper imaginar como uma motoserra poderia acelerar sua espera em uma fila de loja) o diretor entregou não só um protótipo do que seria o subgenero slasher no final da década mas também uma obra consciente de seu tempo.

Sendo Hooper originário do movimento hippie, muito de seu processo criativo acabava por dialogar com as ideias dos manifestantes; foi assim com Eggshells, que pôs no centro da história uma comunidade hippie, e não foi diferente com Massacre. Não à toa o grupo de jovens protagonistas possuem maneirismo que dialogam com o mencionado estilo de vida.

“Eggshells” foi a estreia de Hooper no cinema

Apesar dos problemas que permearam a produção, muitos advindos da natureza apressado com o projeto foi realizado devido ao baixo orçamento disponível, nasceu algo verdadeiramente impactante para a época. O efeito granulado da fotografia garantiu ao filme um ar caseiro, deixando fácil para o espectador da época criar uma identificação com um produto de home video.

A violência apresentada e a forma com que ela era conduzida também foram um diferencial; Hooper deu uma atenção para o sujo ambiente da casa dos Sawyers de modo que apenas a visão do mesmo transmitia a ideia de que aquelas pessoas eram adeptas do canibalismo, bem como do provável cheiro predominante de morte dentro da casa.

O sucesso de Massacre da Serra Elétrica não foi instantâneo, muitas das críticas se apegaram ao choque das cenas de violência e o filme em si teve sua divulgação bastante combalida ao ser proibido em diversos países. Entretanto, quando comparado ao baixo valor investido no orçamento a bilheteria mais do que pagou a quantia original.

A violência em “Massacre” era brutal até para os padrões de um público pós “O Exorcista

A sequência não viria até 1986, quando Tobe Hooper retorna para o universo criado por ele mesmo doze anos antes; sem levantar polêmicas mais uma vez. A grande questão é que, dessa vez, as discussões nada tiveram a ver com a violência do longa mas sim com sua abordagem. Massacre da Serra Elétrica 2 confere atenção especial para a comédia, muito mais do que o clássico de 1974 sequer considerou, a ponto de ter muito do elemento de horror diluído.

Essa foi queixa considerável e válida, pois a mesma tendência para o humor enfraqueceu um elemento importante do exemplar anterior, como a ameaça silenciosa imposta pelo assassino Leatherface, ao torná-lo um capanga forte, de baixa inteligência e submisso a seu novo “irmão” Chop Top. É evidente que Hooper não tenta desenvolver melhor os personagens apresentados anteriormente tanto como pretende, propositalmente, apresentar uma visão totalmente oposta à expectativa do público.

A duas sequências seguintes, de 1990 e 1994, tentaram em vão se aproximar mais da premissa original sem, no entanto, conseguir abandonar completamente a herança deixada pelo segundo filme. A altura dos anos 90 os filmes slasher, consciente ou não, reaproveitavam muitos elementos que se popularizaram nos anos 80, principalmente a tendência ao espetáculo; de não se preocupar em criar um ambiente assustadoramente possível mas sim elaborar formas criativas com que o vilão pode matar suas vítimas.

Definitivamente a sequência não era o que os fãs esperavam

Somente em 2003 que um reboot da série foi posto em prática, tendo no cineasta Michael Bay a figura de produtor. Ao contrário das versões anteriores, a nova abordagem reiniciou a franquia, resgatando a mesma trama de uma grupo de amigos que se perde no Texas e passam a ser perseguidos pela família Sawyer.

O design de produção também optou por abraçar o mesmo aspecto de sujeira e morte que tanto marcara o longa de 1974, utilizando até mesmo uma escolha de iluminação mais amarelada em várias situações para realçar o aspecto doentio de toda a trama.

Esse foi também o pontapé inicial para a franquia seguir por um novo rumo, indo muito pela esteira da revitalização de marcas famosas do terror nos anos 2000 (como Sexta Feira 13 e Halloween) que não hesitavam em dosar as cenas violentas, ainda que nem sempre elas servissem à um propósito narrativo. 

Inevitavelmente, como ocorreu com as outras propriedades mencionadas, o interesse do público por essas abordagens foi diminuindo até um nível em que a saga foi posta na “geladeira”. Foi somente após a segunda revitalização de Halloween em 2018, pelas mãos de David Gordon Green, no qual a franquia tomou como base apenas a obra original, que voltou-se o interesse para uma nova tratativa à Massacre.

Com data de lançamento inicial previsto para 18 de fevereiro, o projeto da Netflix seguirá fielmente a receita apresentada pela produção da Blumhouse em 2018 e isto fica claro pelo retorno confirmado de Olwen Fouéré, a atriz que deu vida à final girl  Sally Hardesty em 74.

O Game ‘Bully 2’ VEM aí? Porque uma SEQUÊNCIA do Jogo Clássico é Difícil

Possível continuação se tornou quase que uma lenda urbana na indústria

Se tem algo que alimenta, há décadas, o marketing da desenvolvedora Rockstar são as polêmicas. Não as de qualquer tipo, diga-se por alto, mas aquelas nascidas calculadamente de suas obras. A empresa alcançou a fama com a saga GTA, que concede a liberdade do jogador ser uma figura extremamente perigosa na sociedade, porém isso foi só o início.

Na mesma proporção que a desenvolvedora arriscava contar histórias melhor trabalhadas ela também aumentava, facilitada sobretudo pelos pontuais avanços tecnológicos, a dose de violência em seus jogos. Logo, o que começou como atos de violência suavizados pela falta de detalhes no primeiro GTA (1997) foi evoluindo para os assassinatos mais sanguinários de Manhunt (2003), por exemplo.

Evidente que a empresa não passaria despercebida a eventuais ações legais, principalmente aquelas movidas por pais que viessem a se sentir horrorizados com o que seus filhos estavam jogando. Uma situação foi quando alguns jogadores descobriram um mecânica secreta no GTA: San Andreas (o famoso Hot Coffee) que simulava momentos de relação sexual entre o protagonista e suas namoradas.

A saga “GTA” levou a empresa para novas alturas

Tamanha foi a repercussão do episódio que a produção do game foi encerrada temporariamente para que esse modo fosse excluído de versões futuras. Todavia, dois anos depois a Rockstar entraria em um “vespeiro” ainda mais complexo com o lançamento de Bully

A premissa técnica da obra é um tanto simples: aproveitar parcialmente elementos da franquia mais famosa da empresa adaptando-os a um elenco de personagens adolescentes em um ambiente escolar. O jogo só se torna um diferencial quando se observa, justamente, sua ambientação; seguindo o adolescente problemático Jimmy Hopkins, o jogador será apresentado à Bullworth Academy, um internato de elite para alunos tumultuosos.

Bully pegou emprestado muitos dos elementos que tornaram a franquia GTA um sucesso (tais como o mapa de mundo aberto) e os adaptou para o novo cenário, não se esquecendo do sistema de gangues introduzido em San Andreas e aqui reaproveitado como a pirâmide social da escola, que separa um grupo estereotipado do outro.

O sistema de facções criou um certo elo entre “Bully” e o equivalente às gangues em “GTA: San Andreas”

Porém, nem por isso deve se entender que a história se limitou a ser mais uma trama adolescente escolar. Muito pelo contrário, entre uma missão e outra Bully encontra tempo para tratar sobre pedofilia; discriminação de classe; abuso de poder e, claro, o bullying nas escolas. Aliás, a prática de humilhação entre alunos é uma mecânica que muito complicou a vida do game.

Evidente que, por mais que pareça a primeira vista, toda a trama apresentada gira ao redor das tentativas de Jimmy em unir todas as facções da escola e não o oposto. O bullying é uma realidade, bem como uma possibilidade se assim for a vontade do jogador, porém não é o objetivo final.

Após o lançamento não houveram tentativas de tirar o produto das lojas, principalmente aquelas movidas pelo ativista Jack Thompson (famoso por ter movido processos contra GTA também) no qual, por meio de uma ação judicial contra a venda do game para menores, ele se referiu ao jogo como um “simulador de Columbine” (em referência ao massacre no colégio de Columbine).

A possibilidade de praticar violência no jogo serviu de desculpa para que alguns o comparassem erroneamente à Columbine

Entre 2008 e 2016, Bully esteve banido do Brasil por meio de decisão judicial. Durante o período de vigência, todos que fossem pegos vendendo o jogo pagariam uma multa diária de R$ 1.000,00. A ação movida teve como base o pressuposto psicológico no qual o game oferecia perigo tanto para jovens quanto para adultos.

Tais medidas não conseguiram impedir que a jornada de Jimmy Hopkins se tornasse um dos títulos mais amados da Rockstar e, por tabela, um alvo contínuo de teorias sobre uma sequência futura. As teorias sempre variam de um novo cenário focando na faculdade até uma protagonista feminina (algo nunca feito pela desenvolvedora) sem, no entanto, haver quaisquer indicações oficiais.

Foi só recentemente que o assunto voltou a ganhar força graças ao jornalista Jason Schreier, responsável por grandes furos de reportagem no passado, que alegou ser improvável que uma sequência de Bully esteja nos planos da Rockstar. Já o portal Rockstar Mag aponta que, ainda assim, a desenvolvedora tem planos para a marca.

Essas ambições seriam um processo de remaster do jogo, não diferente do que a empresa fez recentemente com os três primeiros jogos de GTA, na era 3D, GTA: The Trilogy – The Definitive Edition. A postura atual da empresa em evitar polêmicas pode ser um indicador da hesitação de continuar Bully, visto que seu game mais recente, Red Dead Redemption 2, se concentrou muito mais em oferecer uma história complexa do que momentos de polemica.

Uma pauta que não foi seguida por GTA V, que sofre com críticas ao enredo porém apresentou um momento no qual o jogador precisa decidir que ferramentas um personagem usará para torturar outro; elemento esse que gerou alguns debates, em 2013, sobre a representação de tortura nos jogos. Sendo assim, por toda polêmica inerente à Bully, é provável que uma sequência possa demorar um pouco mais.

Pacificador | O que Esperar do RESTO da Temporada

Com quatro episódios lançados, série já começa a indicar ao que veio

Um dos personagens principais em O Esquadrão Suicida, o Pacificador certamente dividiu opiniões. A divertida interpretação criada por John Cena certamente concedeu ao anti-herói um tom sombriamente cômico que se mescla bem à atmosfera da obra ao passo que, na parte final, sua traição e consequente assassinato de Rick Flag levaram muitos a desenvolverem recusa a ele.

Tomando como exemplo os episódios já disponíveis, Pacificador (primeira incursão de James Gunn no mundo das séries) indica certa continuidade do tipo de humor utilizado pelo diretor no longa de 2021. Além do retorno do elenco de apoio, algumas das piadas demonstradas em ambos os trailers indicam uma tendência de Gunn em permanecer no caminho que lhe é confortável.

Criado em novembro de 1966 por Joe Gill a pedido da Charlton Comics, o Pacificador tinha a premissa de ser um protetor da paz mundial. O protagonista Christopher Smith, enquanto na identidade civil desempenhava o papel de diplomata, nas formas do Pacificador é um justiceiro que enfrenta terroristas e chefes de estado corruptos.

Após sua aquisição pela DC Comics nos anos 80 ele assumiu uma abordagem propositalmente contraditória. Ao passo que ele era um milionário ainda preocupado com a manutenção da paz, suas ações como Pacificador causavam o oposto, ao utilizar de táticas caóticas e violentas para eliminar quaisquer pessoas, bem como grupos, que visassem ir contra esse objetivo.

Ainda como bônus, o anti-herói era constantemente provocado pelo “fantasma” do falecido pai, um ex-administrador de um campo de concentração. Ao que tudo indica a nova incursão do personagem não abraçará tal capítulo mas sombrio de seu passado mas provavelmente irá colocar o Pacificador em uma jornada de auto crítica de se os fins justificam os meios.

Mais referências ao longa de James Gunn na DC Comics também são esperadas, principalmente pelo assassinato de Rick Flag com o objetivo de executar as ordens de Amanda Waller. A mencionada redenção do protagonista pode nascer justamente de uma nova visão de mundo nem tão preto no branco como mostrado originalmente.

Já em seu quarto episódio, a série passa demonstrar nuances dramáticas que até então não estavam visíveis no início. Porém, tais elementos são características corriqueiras da filmografia do diretor. Gunn já demonstrou em mais de uma ocasião que nem só de comédia vive sua carreira.

Gunn já demonstrou talento com drama em filmes anteriores

Quando ele se utiliza de uma ferramenta dramática, o diretor tem o estilo de conduzir a mesma de maneira tímida ao longo da duração, muitas vezes deixando-a ser eclipsada pelo humor. Assim prossegue até chegar à um ápice, geralmente no terceiro ato, quando o espectador é exposto a uma sensação de compensação e o desenvolvimento do personagem alvo atinge uma conclusão.

Com Chris Smith, o diretor ganha margem para trabalhar a relação dele com o pai, na versão do seriado mantendo sua personalidade nazista original dos quadrinhos pós aquisição da DC Comics e, no entanto, atualizando-o para um período em que a narrativa extremista está mais difundidada na sociedade do que nunca por meio de noticiários e internet.

É tal vulnerabilidade pessoal que se espera para o resto da temporada, em que o humor ácido deve se chocar com o crescimento do Pacificador, aliado a uma consolidação do seu relacionamento com o resto da equipe. Com o resto da primeira temporada de Pacificador pela frente, James Gunn pode realizar um bom trabalho de redimensionar um anti-herói.

 

‘Jackass para Sempre’ não será mais lançado nos cinemas do Brasil [PRIMEIRA MÃO]

Jackass para Sempre‘, que tinha estreia agendada para o dia 3 de Fevereiro de 2022, não será mais lançado nos cinemas do Brasil.

A assessoria da Paramount Pictures revelou ao CinePOP que o lançamento do filme nos cinemas daqui foi cancelado.

Não foi revelado se a produção será lançada em Home Video ou direto no streaming.

Nos EUA, a estreia segue marcada exclusivamente nos cinemas para o dia 4 de Fevereiro de 2022.

Assista ao trailer final e siga o CinePOP no YouTube:

Celebrando a alegria de estar de volta junto a seus melhores amigos e a um tiro certeiro nas partes baixas, o elenco original de Jackass retorna para mais uma rodada de comédia hilária, selvagem, absurda e muitas vezes perigosa, com o auxílio de novos participantes no elenco. 

Para quem não conhece, a franquia se originou em 2000 com a série da MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, mas foi cancelada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas.

Ele encontrou uma nova vida nas telonas com ‘Jackass: O Filme‘ (2002), que foi originalmente previsto como uma despedida da série e uma maneira da equipe contornar as censuras e fazer tantas acrobacias selvagens quanto quisesse.

Com o sucesso, surgiram duas sequências, lançadas em 2006 e 2010.

Confira as fotos:

Disney responde críticas de Peter Dinklage e afirma que está “adotando uma abordagem diferente” em ‘Branca de Neve’

Após as duras críticas feitas por Peter Dinklage sobre a vindoura versão de a ‘Branca de Neve‘, a Disney se posicionou sobre o assunto e tranquilizou o premiado astro, afirmando que “está adotando uma abordagem diferente‘ no novo live-action.

Um porta-voz da Disney emitiu um comunicado oficial à revista EW, esclarecendo a situação e afirmando que os antigos estereótipos do conto dos Irmãos Grimm e da animação original não serão replicados.

“Para evitar reforçar os estereótipos do filme de animação original, estamos adotando uma abordagem diferente com esses sete personagens e consultando membros da comunidade de nanismo. Estamos ansiosos para compartilhar mais à medida em que o filme entra em produção, após um longo período de desenvolvimento.”

Em sua recente participação no podcast WTF, do ator Marc Maron, o astro de ‘Game of Thrones‘ e do novo filme ‘Cyrano‘ mostrou sua indignação com o projeto:

“Literalmente sem ofensa a ninguém, mas fiquei um pouco surpreso quando eles ficaram muito orgulhosos de escalar uma atriz latina como Branca de Neve, mas ainda estão contando a mesma história da Branca de Neve e os Sete Anões. Dê um passo para trás e veja o que você está fazendo aí. Não faz sentido para mim”.

O ator foi ainda mais além e demonstrou sua indignação com a postura do estúdio – sem saber que o projeto seria mais uma empreitada da Disney. Em sua fala, ele ainda refletiu sobre seus esforços para valorizar as pessoas que lidam com nanismo.

“Você é progressista de uma maneira, mas ainda está fazendo aquela história invertida sobre sete anões vivendo juntos em uma caverna, que p**** é essa que eles estão fazendo cara? Eu não fiz nada para avançar a causa da minha comunidade? Acho que não estou falando alto o suficiente. Não sei que estúdio é esse, mas eles estavam tão orgulhosos disso. Todo amor e respeito à atriz e todas as pessoas que achavam que estavam fazendo a coisa certa. Mas eu fiquei tipo, ‘o que vocês estão fazendo?'”

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) vai dirigir o projeto, que será roteirizado por Erin Cressida Wilson (‘A Garota no Trem’).

Benj Pasek e Justin Paul (‘O Rei do Show’) escreverão novas músicas para o live-action.

Rachel Zegler (‘Amor, Sublime Amor’), será a personagem titular, e Gal Gadot (‘Morte no Nilo’), dará vida à Rainha Má.

Andrew Burnap (‘The Inheritance’) dará vida ao personagem masculino principal da narrativa, que não será o Caçador ou o Príncipe Encantado. Na verdade, ele irá interpretar um personagem original da trama, cujos detalhes não foram revelados.

A animação clássica, baseada nos contos dos irmãos Grimm e lançada em 1937, acompanha Branca de Neve, uma princesa que é vítima da inveja de sua madrasta má. Depois de fugir para a floresta, ela encontra a cabana de sete anões, que trabalham em uma mina e passam a protegê-la. Algum tempo depois, quando descobre que Branca de Neve continua viva, a Bruxa Má, disfarça-se e vai atrás da moça com uma maçã envenenada, que faz com que Branca de Neve caia em um sono profundo por toda a eternidade… até que receba um beijo de amor verdadeiro.

Vale lembrar que a história já recebeu diversas adaptações nos últimos anos, incluindo ‘Branca de Neve e o Caçador‘ e ‘Espelho, Espelho Meu‘ – sem contar a popular série ‘Once Upon a Time‘.

Saiba QUEM é QUEM no suspense ‘Morte no Nilo’, baseado no livro de Agatha Christie

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

Depois de adaptar o clássico ‘Assassinato no Expresso do Oriente’Kenneth Branagh resolveu apostar fichas em mais uma releitura da extensa carreira da Dama do Crime, Agatha Christie – e, pouco depois, anunciou uma sequência não-direta intitulada Morte no Nilo.

Para aqueles não familiarizados, o romance foi publicado em 1937 e conquistou aclame imediato por parte dos críticos literários e por parte do público – principalmente por dar continuidade às misteriosas aventuras protagonizadas pelo detetive belga Hercule Poirot. A história acompanha bela Linnet Ridgeway, que está em lua de mel ao lado de marido em um belíssimo cruzeiro no rio Nilo. Alvo de olhares tortos e invejosos, Linnet é encontrada morta, com um tiro na cabeça. Cabe, então, a Poirot desvendar esse chocante crime e descobrir que foi o responsável por tirar a vida da moça.

Enquanto o filme não chega aos cinemas (visto que tem estreia marcada para o dia 10 de fevereiro), o CinePOP resolveu preparar uma lista contando quem vive quem na adaptação – incluindo a reprise de Branagh como Hercule Poirot.

Confira:

HERCULE POIROT, Kenneth Branagh

Depois de ser elogiado por sua performance como o detetive belga Hercule Poirot em ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, Branagh está de volta em Morte no Nilo para investigar mais um mistério assombroso. O excêntrico e brilhante detetive, conhecido por seu espetacular e altivo bigode, é um dos personagens mais marcantes do universo literário de Christie – e é conhecido mundialmente por sua reputação e suas habilidades cognitivas.

LINNET RIDGEWAY-DOYLE, Gal Gadot

Linnet Ridgeway-Doyle é a vítima da vez em Morte no Nilo – e sua morte chama a atenção de todos que estavam a bordo do cruzeiro. Considerada como uma das herdeiras mais ricas da Inglaterra, Linnet é morta durante o sono com um tiro na cabeça. O mais interessante é que seu assassinato não ocorre até meados do romance, o que permite que Christie construa um suspense dramático ainda maior. De qualquer forma, os antagonistas que a cercam são apresentados logo de cara – incluindo Jacqueline De Bellefort, Lord Windlesham e Sir George Wode.

SIMON DOYLE, Armie Hammer

Simon Doyle (Armie Hammer) é o filho mais jovem de uma família consideravelmente abastada – mas, no final das contas, não tem qualquer dinheiro que pertença a seu nome. Após pedir a mão de Jacqueline em casamento, ele decide procurar um novo emprego para poder pagar a cerimônia – e Linnet oferece a ele um trabalho. Porém, Linnet, como já dito, expressa interesse em Simon, que cancela o casamento e resolve pedir a mão de Linnet.

 

JACQUELINE DE BELLEFORT, Emma Mackey

Interpretada pela incrível Emma Mackey, de ‘Sex Education’, Jacqueline é uma das principais antagonistas do romance. A princípio, ela era uma das amigas mais próximas de Linnet e estava prestes a se casar com Simon Doyle. Entretanto, as coisas mudam quando Linnet oferece um trabalho a Simon e, eventualmente, decide se casar com ele. Jacqueline é arrastada para um turbilhão de emoções e, conforme diz a Poirot, decidiu se vingar ao persegui-los na lua de mel pelo Nilo.

ANDREW KATCHADOURIAN, Ali Fazal

No romance original, o personagem vivido por Ali Fazal é intitulado Andrew Pennington – mas na adaptação, ganhou o sobrenome de Katchadourian. Na trama, Andrew é um dos últimos dois administradores e sócios da forturna de Linnet. Ele trabalha em um escritório em Nova York e fica responsável por cuidar do dinheiro da protagonista até o momento em que complete 21 anos ou se casa. Quando ele recebe uma carta revelando que Linnet se casou com Simon, ele imediatamente viaja para o Egito e os acompanha na lua de mel, acreditando que o casamento pode afetar seus negócios.

SALOME OTTERBOURNE, Sophie Okonedo

No livro de Christie, a Sra. Otterbourne é representada como uma senhora britânica ridiculamente sem senso de espaço – e que chama a atenção por usar um turbante para se conectar com a cultura local. No longa, Sophie Okonedo parece encarnar uma versão mais séria da personagem – que tem um papel crucial na história, quase revelando o nome do assassino, mas sendo alvejada por uma bala. Ela é mãe de Rosalie Otterbourne e uma grande admiradora do trabalho de Poirot.

ROSALIE OTTERBOURNE, Letitia Wright

Rosalie Otterbourne (Letitia Wright) é descrita como uma garota mal-humorada que também é muito sagaz e de coração imenso. Filha de Salome, que constantemente a envergonha, ela se comporta como uma “guardadora de segredos”, impedindo que o vício em álcool da mãe venha a público. E, enquanto muitas tragédias acontecem no romance, ela conquista seu final feliz e dilui um pouco o tenebroso tom da narrativa.

MARIE VAN SCHUYLER & MRS. BOWERS, Jennifer Saunders & Dawn French

Jennifer SaundersDawn French se reúnem para trabalhar juntas mais uma vez com essa vindoura adaptação do romance de Christie – e interpretam, respectivamente, a Sra. Marie Van Schuyler e a Sra. Bowers. Marie é uma solteirona dos Estados Unidos, caracterizada como uma velha mulher rica estereotipada, que desdenha de boa parte dos outros passageiros. A Sra. Bowers, por sua vez, trabalha como enfermeira de Marie e, ao contrário do que muitos acreditam, não tem qualquer motivo ou conexão com o mistério central, motivo que a torna uma testemunha confiável.

LOUISE BOURGET, Rose Leslie

Rose Leslie interpreta Louise Bourget no longa-metragem, a criada de Linnet e de Simon. A princípio, ela se configura como uma personagem coadjuvante – mas sua presença na narrativa chama a atenção dos leitores quando ela se torna a segunda vítima do assassino. Como é revelado no momento de sua morte, Louise é iludida pela ganância e morre na tentativa de cometer chantagem.

DR. LINUS WINDLESHAM, Russell Brand

Branagh resolveu dar uma roupagem diferente a outro dos personagens do livro original, o Dr. Bessner. Na releitura para as telonas, Russell Brand encarna a versão intitulada como o Dr. Linus Windlesham, um médico de meia-idade europeu que embarca no cruzeiro egípcio e cuida de Simon depois dele sofrer um acidente. Ele identifica a arma utilizada para matar Louise e nega ter sido qualquer coisa a ver com o assassinato.

BOUC, Tom Bateman

Bouc, personagem vivido por Tom Bateman em ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ como o dono da locomotiva, não dá as caras em Morte no Nilo – mas Branagh resolver trazer tanto o personagem quanto o ator de volta para, possivelmente, amarrar as pontas entre esse recém-nascido universo cinematográfico. Detalhes sobre sua aparição no longa ainda não foram revelados.

EUPHEMIA, Annette Bening

Euphemia também não é uma personagem que aparece na história original, mas, ao que tudo indica, terá peso considerável na releitura cinematográfica. Interpretada por Annette Bening, Euphemia é a provável mãe de Simon na trama – e pode ser construída de forma a se tornar uma das principais suspeitas do assassinato de Linnet, bem como de outros personagens.

‘Father Stu’: Drama biográfico sobre padre boxeador ganha data de estreia e 1ª imagem oficial; Confira!

De acordo com a Variety, a Sony Pictures adquiriu os direitos de distribuição de ‘Father Stu‘, um drama biográfico estrelado por Mark Wahlberg (‘Sem Dor, Sem Ganho’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’).

Dirigido pela estreante Rosalind Ross, o longa chegará aos cinemas norte-americanos na Sexta-feira Santa, em 15 de abril.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia aqui no Brasil.

Na trama escrita por Ross e Wahlberg, ele dará vida a um lutador de boxe que decide trocar os ringues pela batina, dedicando-se à vida de padre.

Levemente baseada na história do ex-pugilista Stuart Long, a produção vai acompanhar sua aposentadoria dos ringues após um acidente de moto que quase o matou e o encaminhou para a vida religiosa.

Listado também como produtor, Wahlberg disse no ano passado que:

“A jornada do padre Stu de encrenqueiro a clérigo foi inspiradora para muitos, inclusive para mim. Rosey fez um trabalho incrível capturando a essência de quem ele era e como ele influenciou as pessoas que o conheceram. Espero que, com este filme, mantenhamos seu espírito vivo e continuemos suas boas obras.”

Mel Gibson (‘Coração Valente’), Teresa Ruiz (‘Narcos: Mexico’), Jacki Weaver (‘Bloom’), Niko Nicotera (‘Good Girls’) e Chiquita Fuller (‘9-1-1’) completam o elenco.

Confira a primeira imagem oficial:

Quem acompanha a carreira de Wahlberg, sabe que ele é bastante conhecido por manter seu condicionamento físico para aguentar a rotina dos filmes de ação dos quais participa.

Inclusive ele estrelou ‘Sem Dor, Sem Ganho‘ junto com Dwayne Johnson em 2013, no qual interpretaram uma dupla de fisiculturistas viciados em musculação e que acabam se envolvendo numa trama de estelionato.

No entanto, Wahlberg chamou atenção por conta de sua aparência acima do peso para estrelar ‘Father Stu’.

Em seu perfil do Instagram, o astro publicou uma foto comparando seu corpo malhado com o ganho de peso em excesso.

Na legenda, ele escreveu:

“Três semanas atrás, à esquerda, e agora. Graças à dieta do @chef_lawrence_d.”

Confira:

 

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Sam Raimi revela o que achou de ‘Homem-Aranha – Sem Volta para Casa’

Durante uma entrevista para a Variety, Sam Raimi, o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, revelou como reagiu ao rever Tobey Maguire reprisando seu papel como Peter Parker no novo filme do Cabeça de Teia.

Enquanto promovia ‘You’re Dead Hélène’, um curta indicado ao Oscar e produzido por ele, Raimi também comentou sobre as performances de Willem Dafoe e Alfred Molina, intérpretes do Duende Verde e do Dr Octopus, respectivamente.

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘. Foi muito divertido, e o público com quem eu estava foi à loucura. Foi muito gratificante ver Alfred e Willem desempenhando seus papéis. Esses caras levaram seu personagens a outros níveis. E Tobey estava incrível, como sempre. Se eu pudesse definir esse filme em uma palavra, seria ‘revigorante’.”

O cineasta também aproveitou para falar sobre seu próximo filme de heróis, o aguardado ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Questionado sobre o impacto das refilmagens do longa, Raimi fez mistério ao dizer que:

“Eu gostaria de saber a resposta para essa pergunta. Acho que terminamos, mas [a conclusão] é muito recente. Estamos apenas começando a testar a imagem e vamos descobrir se ainda há alguma coisa que precisa ser gravada. Se algo não estiver claro ou se decidirmos que precisamos de melhorias, podemos voltar a gravar. Uma coisa que eu sei é que as equipes da Marvel nunca param de trabalhar. Eles continuarão trabalhando até o filme esteja o mais próximo da perfeição.”

Por fim, Raimi elogiou a experiência de trabalhar com a Marvel Studios sob a supervisão de Kevin Feige.

“Trabalhar com a Marvel tem sido uma ótima experiência. Acho que não foi uma surpresa tão surpreendente. Tive o apoio de todas as divisões do estúdio, desde o topo com Kevin Feige até as equipes técnicas. Eles são super profissionais e me apoiaram a cada passo do caminho.”

Anteriormente, fontes ligadas à produção disseram as refilmagens do longa não envolviam novos roteiros, mas ainda assim podem alterar alguns rumos da trama.

Infelizmente, não há muitos detalhes sobre o processo, mas foi a segunda vez que a produção sofreu com problemas significativos nos bastidores.

Antes do início das gravações, Scott Derrickson acabou se afastando do cargo de roteirista e diretor por divergências criativas com a Marvel, mas aceitou continuar trabalhando como produtor.

Mais tarde, Raimi assumiu a direção, a partir do roteiro editado por Michael Waldron (‘Loki’).

Agora só nos resta aguardar para saber quais surpresas estão reservadas para o novo filme do Mago Supremo.

Considerando que o Multiverso da Loucura provavelmente vai apresentar novos tópicos sobre universos alternativos e diferentes linhas do tempo, a sequência será fundamental para o futuro do MCU.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais dia 05 de maio de 2022.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

 

‘Pânico 6’: Diretores querem RETORNAR para a próxima sequência

Em entrevista ao Entertainment Weekly, os diretores Matt Bettinelli-Olpin & Tyler Gillett revelaram seu desejo em retornar à direção de ‘Pânico 6‘.

“Nós sabemos que os [roteiristas] Guy [Busick] e James [Vanderbilt] têm uma boa ideia de como dar continuidade à franquia, e posso dizer que nos divertimos muito fazendo esse filme. Do começo ao fim, foi um sonho se tornando verdade. Se eles quiserem nosso retorno para ‘Pânico 6’, voltaremos em um piscar de olhos.”

Vale lembrar que, anteriormente, os diretores haviam expressado seu desejo em ver o retorno da sobrevivente Kirby Reed (Hayden Panettiere) na franquia.

“Nós entramos em contato com a Hayden [Panettiere]. Sabíamos que seria um easter egg divertido. Nós sabíamos que havia uma grande discussão online sobre o destino da Kirby. E ela sempre foi uma das nossas personagens favoritas na franquia. Nós amamos o trabalho da Hayden no quarto filme e sentimos que seria muito divertido mostrar evidências concretas de sua sobrevivência.”

Eles completam, “Nós entramos em contato com ela; queríamos que ela estivesse mais envolvida [no quinto filme]. Mas, no final das contas, não fazia sentido fazer algo pequeno para uma personagem tão interessante. Sentimos que o mais interessante nesse filme seria uma pequena referência. Sabíamos que os fãs que gostam da personagem iam encontrar o easter egg no filme.”

Assista as nossas entrevistas:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

 

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Batman’: Matt Reeves revela como reagiu às críticas por escolher Robert Pattinson

Quando Robert Pattinson foi escalado como Bruce Wayne no novo filme do ‘Batman‘, tanto o astro quanto o diretor Matt Reeves foram bombardeados com comentários negativos.

Grande parte das críticas foram por conta do trabalho de Pattinson na saga ‘Crepúsculo’, mas o público acabou aceitando a escolha quando as primeiras imagens do filme foram divulgadas.

Durante uma entrevista para a Esquire, Reeves foi questionado sobre como reagiu às críticas, ao que ele respondeu:

“Eu já esperava por isso. Nenhum dos atores que interpretaram o Batman foram recebidos de braços abertos na época do anúncio. Todos eles passaram por algum tipo de hate. Para mim, o que importa é a opinião das pessoas que conhecem o trabalho de Rob pós-‘Crepúsculo’. Eu sabia que as pessoas que reclamaram só o conheciam por causa de ‘Crepúsculo‘.”

Reeves acrescentou que a atuação de Pattinson em ‘Bom Comportamento‘ (2017) o convenceu de que ele era o protagonista ideal.

“Enquanto eu escrevi o roteiro junto com Mattson Tomlin, assisti ‘Bom Comportamento‘ e pensei: ‘Esse cara tem um tipo de raiva interior que se conecta com o personagem, eu quase posso sentir esse desespero’. Naquele momento, praticamente já estava decidido que Rob era a escolha certa. E eu nem fazia ideia se ele gostaria de atuar no filme porque ele estava numa vibe de fazer filmes independentes, na época.”

E aí, você também está com altas expectativas para ver a versão do Homem-Morcego de Pattinson?

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A Escalada

(The Climb)

 

Elenco:

Michael Angelo Covino

Kyle Marvin

Gayle Rankin

 

Direção: Michael Angelo Covino

Gênero: Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Disponível na Netflix

Sinopse: 

Kyle e Mike são melhores amigos que compartilham um vínculo próximo – até que o Mike dorme com a noiva do Kyle. A trama é sobre uma relação tumultuada mas duradoura entre dois homens ao longo de muitos anos de risos, desgosto e raiva. É também a história de melhores amigos da vida real que transformam sua conexão profunda em um filme rico, humano e frequentemente barulhento sobre os limites (ou a falta deles) em todas as amizades íntimas.

Curiosidades: 

» Além de estrelarem, Michael Angelo Covino e Kyle Marvin também são responsáveis pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Years & Years aposta no anacronismo musical para o ousado álbum ‘Night Call’

O ato musical conhecido como Years & Years fez sua estreia em 2010 e, originalmente, contava com cinco membros. Entretanto, nos últimos anos, o grupo se desmembrou e o vocalista Olly Alexander assumiu o controle total das decisões criativas e resolveu continuar adotando o nome e se lançar na carreira solo – encontrando um espaço gigantesco para explorar uma identidade que vem se firmando na cultura pop desde a década passada. Agora, fazendo seu début solo com o aguardado ‘Night Call’, Alexander deixou claro que é um artista a ser temido e que não tem medo de ousar – ainda que, às vezes, fugir dos rótulos e do mainstream não funcione por completo.

O álbum, lançado no final da semana passada, é uma ode à própria criação musical e constrói uma ponte que atravessa gerações e que une passado e presente em um mesmo lugar. Nesta crítica, iremos analisar a versão ‘New Year’, englobando as vinte e três faixas que fazem parte do compilado. Olly faz questão de homenagear as icônicas celebridades que influenciaram sua carreira, abrindo espaço para um vibrante espetáculo pop, eletrônico e disco, sem perder o singelo teor romântico e sexual que o colocou no centro dos holofotes – considerando sua importância para a comunidade LGBTQIA+ e sua crescente expressividade no entretenimento. Como já mencionado, algumas incursões não funcionam como deveriam, mas não são o suficiente para impedir que os ouvintes se divirtam nessa jornada dançante e honesta.

O primeiro single oficial lançado pelo cantor e compositor (com exceção das faixas deluxe que foram promovidas anos atrás) veio através de “Starstruck” e, por mais que não se configure como a melhor faixa da obra, é uma escolha bastante sagaz e mercadológica para mostrar ao público o teor dessa aventura. Em meio a algumas repetições, é notável o apreço do performer e dos produtores Mark Ralph e DetoNate pelo electro-pop, guiado pelas batidas profundas e ecoantes e por sintetizadores gritantes que se entrelaçam com os vocais comedidos do lead singer. Devo dizer que, como pontapé inicial, há certos elementos que poderiam ser mais bem conduzidos – incluindo um respaldo considerável nas fórmulas a que estamos acostumados para, de alguma maneira, conseguir abarcar uma maior quantidade de fãs.

De qualquer maneira, não são as canções promocionais que nos cativam, e sim pérolas que se escondem nessa epopeia fonográfica. Boa parte delas, inclusive, aparece na segunda metade, espalhando-se como joias que merecem nossa atenção do começo ao fim, como é o caso de “Immaculate”. Aqui, temos a entrada de um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

A faixa titular emerge como outro dos ápices do álbum, em um explosivo nu-disco e glam-rock pincelado com referências a Prince e a Adam Lambert. A colaboração “Sweet Talker”, ao lado de Galantis, mergulha de cabeça na música eletrônica, adornando o sintético pré-refrão aos frenéticos e orquestrais violinos que dão sustentação ao performer. Em outro espectro, “A Second to Midnight”, que apareceu em ‘Disco: Guest List Edition’, reúne Kylie Minogue e Olly em uma parceria impecável, setentista e narcótica em cada um de seus belíssimos elementos, demonstrando o amor de ambos os artistas pelo que sempre souberam fazer; “Sooner Or Later” aposta fichas em uma ambiguidade que funciona em boa parte do tempo, mas talvez sua localização dentro do CD tenha sido errônea, visto que poderia ter dado as caras um pouco mais para a frente.

Enquanto uma quantidade sólida de músicas é aproveitável e demonstra a relação de Alexander e de seu time criativo às tendências do mainstream, outras posam ou como esquecíveis, ou descartáveis. “Intimacy” parece uma track descartada de qualquer álbum que Justin Bieber tenha lançado nos últimos cinco anos (e não digo isso como elogio, principalmente quando nos lembramos de que ‘Justice’ e ‘Changes’, por exemplo, são o suprassumo da mediocridade artística); “Muscle” tem início forte, fazendo alusão ao funk-house de “Comme des Garçons”, de Rina Sawayama, mas falha em manter essa eloquência no chorus, nem mesmo com o exagero propósito de “olhe para todo esse músculo”. Em contraposição, “Crave” e “Consequences” abraçam o electro-indie conceitual que já aparecera em ‘Palo Santo’ e parecem suprir nossa necessidade pelo original e pela ousadia.

‘Night Call’ pode não ser uma estreia estrondosa para Olly Alexander se seu alter-ego Years & Years, mas definitivamente prova que o artista sabe muito bem o que fazer com sua arte – ainda mais no tocante a versos ambíguos e a uma predileção pelo anacronismo musical que o tira da cronologia sistemática e o arremessa a um microcosmos único e que tem muito potencial a ser explorado.

Nota por faixa (versão New Year):

1. Consequences – 4/5
2. Starstruck – 3/5
3. Night Call – 3,5/5
4. Intimacy – 1/5
5. Crave – 4/5
6. Sweet Talker (com Galantis) – 4/5
7. Sooner or Later – 3,5/5
8. 20 Minutes – 3,5/5
9. Strange and Unusual – 4/5
10. Make It Out Alive – 3,5/5
11. See You Again – 3,5/5
12. Immaculate – 5/5
13. Muscle – 2,5/5
14. Reflection – 3/5
15. A Second to Midnight (com Kylie Minogue) – 5/5
16. Starstruck (Kylie Minogue remix) – 3,5/5
17. King – 4/5
18. Shine – 3,5/5
19. If You’re Over Me – 4/5
20. Desire – 3,5/5
21. Sanctify – 5/5
22. Play (com Jax Jones) – 4/5
23. It’s a Sin (com Elton John) – 4,5/5

Família Soprano: Newark

(The Many Saints of Newark)

 

Elenco:

Vera Farmiga

Jon Bernthal

Billy Magnussen

Ray Liotta

Corey Stoll

Michael Gandolfini

 

Direção: Alan Taylor

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Disponível na HBO Max – Brasil

Sinopse: 

A trama se passará nos anos 60, focando no confronto de afro-americanos contra famílias italianas, mostrando os anos de formação do gangster de Nova Jersey, Tony Soprano.

Curiosidades: 

» O filme será um prelúdio da série clássica ‘Os Sopranos‘;

» O criador do seriado, David Chase, será responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Virando a Mesa

 

Elenco:

Rainer Cadete

Stepan Nercessian

Natallia Rodrigues

 

Direção: Caio Cobra

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 10 de janeiro de 2022 na Netflix

Sinopse: 

Um policial chefia uma operação que visa fechar uma jogatina comandada por um mafioso. Porém, as circunstâncias o forçam a adentrar a mesa de jogo e ele descobre um talento nato com as cartas. Conforme as partidas progridem, o plano de evacuar o local ganha adventos que incluem agiotas, sadomasoquistas e assaltantes.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Caio Cobra coescreveu o roteiro ao lado de Mariana Seixas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Moonfall’: Halle Berry e Patrick Wilson partem para uma missão na Lua para tentar salvar a Terra em clipe

Moonfall – Ameaça Lunar‘, novo sci-fi de catástrofe dirigido por Roland Emmerich, teve seu primeiro clipe divulgado.

No vídeo, Halle Berry e Patrick Wilson partem para uma missão na Lua para tentar salvar o Planeta Terra.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Famoso por seus trabalhos em ‘O Dia Depois de Amanhã’, ‘Independence Day’, ‘Godzilla’ e ‘2012, o cineasta Roland Emmerich se tornou um sinônimo de filmes sobre desastres naturais e catástrofes.

Durante uma entrevista para o Comic Book, ele explicou que ama esse tipo de história por conta do efeito que elas podem causar na mente do público.

“Eu meio que criei um gênero de filmes, não é? O mais interessante sobre eles é que estão relacionados a teorias da conspiração. ‘Independence Day‘ é sobre invasões alienígenas, ‘O Dia Depois de Amanhã‘ foi sobre mudanças climáticas e negacionismo, ‘2012 foi sobre um deslocamento da crosta terrestre, mas havia aquela lenda do calendário Maia.”

Em relação a ‘Moonfall’, Emmerich foi questionado se acredita que Neil Armstrong pisou mesmo na Lua em 1969 ou se o marco é uma farsa do governo americano.

Em resposta, ele disse que:

“Acho que é tudo verdade. É meio bobo pensar que é mentira. Mas não deixa de ser interessante brincar com isso… Em ‘Independence Day havia a Área 51, uma nave espacial e alienígenas e todo esse tipo de coisa. ‘2012’ brincou sobre o apocalipse. Em ‘Moonfall‘, distorcemos um pouco da realidade mais uma vez.”

Ele continuou:

“Sabe, este filme foi realmente inspirado em um livro. Chama-se ‘Who Built the Moon‘. É um livro em inglês, muito obscuro. Traz um questionamento muito bom sobre a Lua não ser o que pensamos que seja. É meio que feita por aliens, ou humanos modificados ou o que quer que eles sejam e é realmente convincente. Há três teorias sobre como isso poderia ter acontecido, mas não pegamos nenhuma delas. Nós meio que criamos a nossa.”

E aí, você está curioso para o filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Com orçamento de US$140 milhões, a trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

Jackass para Sempre

(Jackass 4)

 

Elenco:

Johnny Knoxville

Chris Pontius

Wee Man

Jonah Pinson

 

Direção: Jeff Tremaine

Gênero: Documentário, Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Direto em VOD – Com data a definir

Sinopse: 

Celebrando a alegria de estar de volta junto a seus melhores amigos e a um tiro certeiro nas partes baixas, o elenco original de Jackass retorna para mais uma rodada de comédia hilária, selvagem, absurda e muitas vezes perigosa, com o auxílio de novos participantes no elenco.

Curiosidades: 

» De acordo com o TMZ, Bam Margera está processando a Paramount Pictures, Johnny Knoxville e a equipe por trás de ‘Jackass para Sempre‘ por causa da sua demissão do projeto em fevereiro. O ator alegou ter sido demitido após testar positivo para Adderall, o que viola os termos de um “acordo de bem-estar” que ele assinou com os produtores, se recusando a ir para a reabilitação que foi imposta pelo Knoxville. No processo, Margera reforça que foi demitido injustamente e busca reparação pelo “tratamento inumano, abusivo e discriminatório” que recebeu da equipe do filme.

» Esse será o primeiro filme da franquia sem Ryan Dunn, morto em um acidente de carro. Mas o grupo decidiu fazer o novo filme como forma de tributo ao amigo;

» A franquia se originou em 2000 com a série MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, e terminou após a terceira temporada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Eternos’: Trailer honesto tira sarro do 1º “FRACASSO de crítica” da Marvel; Confira!

O longa ‘Eternos‘ ganhou um trailer honesto HILÁRIO, que faz piada com as inconsistências do roteiro e até mesmo dos personagens da produção.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está disponível no Disney+!

Apesar da recepção mista, o longa fez um sucesso considerável na bilheteria e arrecadou US$401.8 milhões mundialmente.

Confira a nossa crítica abaixo:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Crítica | Munique: No Limite da Guerra – Produção com ares de Oscar da Netflix joga luz sobre Bastidores da Pré-Guerra

Quase 100 anos já se passaram desde o início da II Guerra Mundial (1939-1945). E quanto mais o tempo passa, mais e mais histórias de bastidores vêm à tona, sejam de heróis que fizeram de tudo para evitar o pior, sejam de criminosos que contribuíram para que o horror acontecesse. A atribuição de responsabilidade é fundamental para que hoje possamos compreender com propriedade quem (ou quens) foram os responsáveis por não impedir que uma nova guerra tomasse conta da Europa e do mundo naquela época. E o longa ‘Munique: No Limite da Guerra’, lançamento da Netflix da semana, busca trazer ao público um episódio desconhecido e obscuro do pré-guerra.

Enquanto estudavam em OxfordLegat (George MacKay), Paul (Jannis Niewöhner) e Lenya (Liv Lisa Fries) eram muito amigos. O tempo passou, Legat continuou na Inglaterra e conseguiu um importante cargo como assistente do Primeiro Ministro Chamberlain (Jeremy Irons), enquanto seus amigos voltaram para a Alemanha. Quando o gabinete do Primeiro Ministro recebe um convite para ir pessoalmente à cidade de Munique, na Alemanha, para se encontrar com Adolph Hitler (Ulrich Matthes) e assinar um acordo de não-invasão, Legat recebe uma importante missão secreta: encontrar-se sigilosamente com seu amigo Paul e pegar com ele um suposto documento importantíssimo, capaz de mudar os rumos da negociação.

Em duas horas de duração, ‘Munique: No Limite da Guerra’ é, sem dúvida, uma grande produção, e com um grande e reconhecido elenco, que inclui ainda nomes como Alex Jennings e Mark Lewis Jones, além do já supracitado George MacKay (que troca o universo da Guerra, quando correu pra caramba em ‘1917’, para o da Guerra, em que novamente faz o papel de homem solitário que precisa salvar o mundo sem que ninguém saiba).

Inspirado no livro ‘Munique’, de Robert Harris, ‘Munique: No Limite da Guerra’ joga luz sobre mais uma peça no inacreditável quebra-cabeças que é uma guerra, mostrando como as articulações de bastidores são, provavelmente, mais decisivas para os destinos que os políticos acordam para os países do que as batalhas nos fronts. Nesse sentido, o roteiro de Ben Power elucida bem como essas articulações são construídas em palavras não-ditas, encontrinhos fora da agenda e muita falsa diplomacia, que só beneficia a uma pequena parte do mundo. Porém, até o espectador conseguir ter um total entendimento do enredo, o primeiro arco do longa nos deixa um pouco confusos, por conta do paralelismo das histórias que não parecem se conectar até já passados mais de meia hora de filme.

Munique: No Limite da Guerra’ é desses filmes com ares de Oscar, não só por sua temática mas, principalmente, por trazer rostos conhecidos e reconhecidos pelo mercado e pelo público. Com uma direção de arte imponente, figurino e cenografia empenhados em transportar o espectador para um cenário de uma Inglaterra já fragilizada pela Primeira Guerra e às vésperas de entrar numa segunda investida sem que seus cidadãos conseguissem imaginar isso, é um bom filme tecnicamente falando, mas cujo grande elenco não consegue engajar a emoção em quem o assiste.

Versão de ‘O Exorcista’ adicionada no HBO Max NÃO AGRADA os assinantes

Após adicionar em seu catálogo uma versão censurada de ‘Aves de Rapina‘, a HBO Max voltou a se envolver em uma polêmica. O streaming adicionou em seu catálogo o clássico terror ‘O Exorcista‘ –  dirigido por William Friedkin em 1973.

Porém, a versão disponível não é a versão definitiva.

Em 2001, o diretor William Friedkin relançou nos cinemas a “Versão do Diretor”, 11 minutos mais longa . Além de “nunca vista”, a versão é “nunca ouvida” e tem praticamente todo o áudio mono ganhou sofisticação digital com a imagem remasterizada.

Essa versão traz a infame cena da Regan MacNeil (Linda Blair) descendo as escadas da casa de costas e várias outras cenas chocantes.

Confira as reações dos assinantes:

A franquia vai ganhar sequência pelo diretor David Gordon Green (‘Halloween’).

“O roteiro do primeiro filme da nova trilogia já está completo, e estamos no processo de mapear o segundo filme. Nós ainda temos muito trabalho para fazer, mas sabemos onde queremos chegar. É uma nova jornada com alguns rostos familiares e outros rostos novos.”

Ele completa, “Tenho certeza que saberei mais sobre o projeto daqui a um ano. É um processo muito, muito diferente da trilogia da franquia ‘Halloween’.”

O primeiro longa vai estrear no dia 13 de outubro de 2023.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Ellen Burstyn (‘Interestelar’) reprisará seu papel como Chris MacNeil, mãe de Regan (Linda Blair), a menina possuída pelo demônio Pazuzu no longa original.

Além de Burstyn, Leslie Odem Jr. (‘Uma Noite em Miami’) também foi listado no filme, e dará vida ao pai de uma jovem supostamente possuída.

Na trama, ele irá recorrer à ajuda de Chris para tentar lidar contra a presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

Octavia Spencer estrelará novo terror de EXORCISMO da Netflix

De acordo com o Deadline, a Netflix adquiriu os direitos do novo terror de exorcismo do diretor Lee Daniels, do aclamado ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday‘.

Ainda sem título, o site afirma que o serviço de streaming desembolsou impressionantes US$ 65 milhões para garantir o lançamento do filme em sua plataforma.

O elenco de peso contará com Andra Day (‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’), Octavia Spencer (‘A Forma da Água’), Glenn Close (‘Atração Fatal’), Rob Morgan (‘Não Olhe para Cima’), Caleb McLaughlin (‘Stranger Things’) e Aunjanue Ellis.

Day interpretará a mãe de uma família cujos filhos foram supostamente possuídos por demônios em um terror inspirado em um caso real.”

O caso real, que ganhou ampla notoriedade na época, acompanhou Latoya Ammons e seus três filhos enquanto eles experimentaram estranhos incidentes em sua casa em Gary, na Indiana, que pioraram progressivamente, com as crianças levitando, tornando-se violentas umas com as outras e falando em rosnados e vozes profundas sem lembrança. Enquanto as pessoas duvidavam da veracidade dos fatos, o Departamento de Serviços Infantis, a igreja e o hospital locais se envolveram, arquivando relatórios que levaram as ocorrências sobrenaturais a sério – policiais, médicos e assistentes sociais disseram que testemunharam muitos dos incidentes, incluindo um em que seu filho de 9 anos caminhou para trás em uma parede.

O roteiro foi escrito por Dave CoggeshallElijah Bynum, sendo posteriormente revistado pelo Daniels.

As filmagens estão programadas para começarem em meados de 2022.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.