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Fantasmas invadem nosso mundo no teaser de ‘A Leste do Palácio’, novo k-drama de época da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser do drama coreano ‘A Leste do Palácio‘ (The East Palace).

O rei convoca um homem com acesso ao mundo espiritual e uma dama capaz de ouvir os mortos. Será que eles conseguem desvendar os segredos sombrios do palácio?

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 17 de julho.

Choi Jung-Kyu (‘O Juiz do Diabo’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Nam Joo-hyuk, Roh Yoon-seo, Cho Seung-woo, Park Su-yeon e Jang Young-nam.

Presidentes da DC assumem erros com ‘Batman vs Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’

Os presidentes da DC, Geoff Johns e Jon Berg, assumiram publicamente terem errado na construção dos filmes ‘Batman Vs Superman: A Origem da Justiça’ e ‘Esquadrão Suicida’.

Durante uma entrevista à revista Variety, ambos admitiram que enquanto o primeiro tem um teor exageradamente pesado, o outro possui falhas em seu roteiro.

Para Berg:

“Há sempre alguma lição que pode ser extraída de todos os filmes e importante avaliar o feedback da audiência, analisando o que funcionou e o que não deu certo na produção. Embora tenha sido bem sucedido comercialmente, ‘Esquadrão Suicida’ falha em sua narrativa, que não funcionou. Ainda que os personagens sejam bons e bem caracterizados, no final das contas a trama não desenvolveu como deveria. Já ‘Batman Vs Superman’ tem um ritmo muito obscuro e o público não respondeu a isso”.

Em se tratando do futuro das adaptações da DC Comics, Johns falou sobre as raízes dos personagens, exemplificando com ‘Mulher-Maravilha’ que cada qual possui sua própria personalidade:

“‘Mulher-Maravilha’ celebra a essência da heroína, seu caráter e personalidade e esse tom otimistas e esperançoso fazem parte de quem ela é, são atributos da personagem. Isso não significa que teremos que mudar tudo para sermos assim, não há nada para mudar. Cada herói é o que é”.

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Assista nossa crítica:

 

 

‘Alma da Festa’: Melissa McCarthy volta para a faculdade em nova imagem

A comédia Alma da Festa, com Melissa McCarthy, ganhou uma nova imagem.

Confira:

Na trama da comédia, Deanna resolve mudar de vida ao ser abandonada pelo marido. Ela quer recuperar o tempo perdido e vai para a mesma faculdade de sua filha.

Maya Rudolph, Christina Aguilera e Debby Ryan completam o elenco. A estreia acontece em Maio nos Estados Unidos. Ainda não há data para o lançamento no Brasil.

‘Caça-Fantasmas 3’: Saiba quando as filmagens começam

Caça-Fantasmas 3‘ é uma  das grandes promessas do cinema para 2020 e a produção não está tão longe de seu início.

Segundo o portal Production Weekly, as gravações começam em junho, na cidade de Calgary (Canadá). Embora inicialmente havia sido divulgado que os trabalhos seriam iniciados em 13 de maio, o site atualizou a informação.

Caso a produção comece exatamente neste período, a expectativa é que já tenhamos a fotografia inicial do longa em outubro deste ano.

 

Segundo o site We Got This Covered, o longa estreará dia 10 de julho de 2020 nos cinemas norte-americanos! Ainda não há data de lançamento no Brasil.

O protagonista será um garoto de 13 anos de idade e seus três amigos, que são apaixonados por fantasia e teorias da conspiração e descobrem os Caças-Fantasmas originais, correndo contra o tempo para salvar o planeta de uma ameaça fantasma.

Assista ao trailer:

O filho do diretor dos dois filmes originais, Ivan Reitman, dirige a produção. Em entrevista à EW, Jason Reitman contou:

“Eu sempre me imaginei como o primeiro fã de Caça-Fantasmas, ao visitar o set quanto tinha 6 anos de idade. Eu queria fazer um filme para todos os outros fãs. Esse é o próximo capítulo da franquia original. Não é um reboot. O que aconteceu nos anos 80, aconteceu nos anos 80, e esse é ambientado nos dias atuais. Ainda é muito cedo, e eu quero que o filme se desembrulhe como um presente. Nós temos muitas surpresas maravilhosas e novos personagens para o público conhecer.”

O roteirista e ator Dan Aykroyd ofereceu uma entrevista para o The Big Interview na qual afirma que o roteiro já está em desenvolvimento, além de acreditar que Bill Murray também deve retornar para o elenco.

“Acho que temos uma história que funciona. Está sendo escrita por um ótimo cineasta, mas não posso dizer os nomes, porém são um bom time. Eles estão fazendo um grande esforço em trazer o espírito e emoção dos dois primeiros filmes e adaptando para o século XXI. Também acho que Billy voltará porque a história é tão boa. Ele virá. Nem que seja para interpretar um fantasma. Não sei.”

Bill Murray é conhecido por sempre rejeitar retornar a papéis consagrados. Um dos quais que ele oferece maior resistência é justamente o de Peter Venkman, protagonista dos filmes.

‘Doutor Estranho 2’: Feiticeira Escarlate é destaque em belo cartaz feito por fã; Confira!

A sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ ainda está bem longe dos fãs, mas um habilidoso fã desenvolveu um belo cartaz para a produção, que traz a poderosa heroína Feiticeira Escarlate como o grande destaque.

Além dela, o cartaz ainda traz o vilão Loki ao lado do protagonista homônimo.

Confira:

Lembrando que Sam Raimi está sendo cotado para dirigir a adaptação, que pode marcar seu retorno ao universo dos filmes baseados em quadrinhos da Marvel.

Para quem não se lembra, Raimi foi o responsável pela primeira adaptação cinematográfica do ‘Homem-Aranha‘, lançada entre 2002 e 2007.

Em suas redes sociais, o diretor Scott Derrickson elogiou a escolha de Raimi para substituí-lo na direção de ‘Doutor Estranho 2′.

“Eu já trabalhei com Sam Raimi. Uma das pessoas mais legais que já conheci na indústria cinematográfica. Como diretor, ele é uma verdadeira lenda viva. Que grande escolha para dirigir Doutor Estranho”, afirmou.

Vale lembrar que, recentemente, o diretor Scott Derrickson se desligou do projeto alegando “diferenças criativas”. Apesar disso, ele continuará sendo o produtor executivo da sequência.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 07 de maio de 2021.

Confira a logo:

‘Music’: Filme sobre autismo de Sia amarga 9% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O primeiro filme da carreira da Sia, intitulado ‘Music‘, já teve a sua estreia nas telonas e a produção recebeu duras avaliações por parte da crítica especializada, resultando em amargos 9% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o longa foi considerado um retrato ofensivo do autismo e “dolorosamente mal conduzido em essencialmente cada aspecto“. Em se tratando da opinião pública, o drama conquistou meros 14% de aprovação.

Confira as principais críticas:

“O Primeiro filme da Sia é impossível de assistir e ofensivo”. – Johnny Oleksinski, The New York Post

“Uma bagunça completamente equivocada”. – Mark Kermode, Kermode & Mayo’s Film Review

“É uma coisa lamentável”. – Kevin Maher, Times (UK)

“Como ninguém envolvido neste condenado fiasco simplesmente disse não em qualquer – ou em todas – as fases é desconcertante. Felizmente, você pode dizer”. – Danny Leigh, Financial Times

“Um drama inspirador desconcertante atormentado por escolhas ruins de direção… Vamos jogar uma grande peruca por cima dessa coisa e fingir que nunca aconteceu”. – Adam White, Independent (UK)

“Quatro anos atrás, um gênio musical acertou algo fedorento. O fato de ela estar promovendo isso de forma tão agressiva agora sugere que ela não pode ver ou cheirar o que está bem debaixo de seu nariz”. – Charlotte O’Sullivan, London Evening Standard

“Essa é realmente a tragédia da música. Que ninguém entrou na bolha de Sia em todos os cinco anos em que ela estava sendo feita”. – Kate Mossman, New Statesman

O longa também foi acusado por ser capacitista (preconceito contra pessoas com deficiência), por trazer uma representação equivocada e exagerada de uma pessoa com autismo.

Além disso, a produção recebeu duras críticas por usar uma atriz fora do espectro para interpretar o papel de uma autista.

Na trama, Maddie Ziegler – que frequentemente aparece nos vídeo clipes da cantora – vive uma jovem no espectro do autismo, que só consegue se comunicar por meio da música. Ao longo da produção, ela manifesta os seus anseios, desejos e angústias de maneira caricata e fantasiosa, em epifanias musicais extravagantes.

Music‘ é co-escrito por Sia e Dallas Clayton e ainda conta com Kate Hudson e Leslie Odom Jr. no elenco.

Confira o trailer:

Crítica | O Verão que Mudou Minha Vida é uma apaixonante seria teen a la anos 2000

A inocência do primeiro amor e os desafios da fase de amadurecimento moldaram algumas das melhores séries lançadas entre os anos 90 e 2000. E em meio à produções como Felicity, Dawson’s Creek, The O.C. e Gilmore Girls, sempre esteve a inquietude feminina. Inseguranças, dilemas amorosos e conflitos internos pautaram episódios a fio, ajudando ainda uma nova leva de adolescentes a crescer e a se desenvolver em meio aos seus próprios conflitos. E O Verão que Mudou Minha Vida é como uma brisa fresca vinda do sul de ambas as décadas. Delicada, sensível e apaixonante, a original da Amazon Prime Video é um doce e encantador presente, em um mar de séries juvenis forçadas, hipersexualizadas e repetitivas.

Seguindo um estilo de roteiro que nos remete muito à produção televisiva das décadas de 90 e 2000, O Verão que Mudou Minha Vida segue seu curso de forma natural e mais complexa, convidando a audiência para as mesmas reflexões vividas pelos seus personagens. Com protagonistas profundos e muito bem desenhados, a série de Jenny Han (também autora da trilogia literária) e Gabrielle G. Stanton é um drama atemporal sobre a descoberta do amor, em meio a um processo de busca por identidade. Com arcos narrativos que tornam todo o elenco principal igualmente importante, a série tem um desenvolvimento impecável em sete episódios e torna o seio familiar sempre um destaque em meio ao grupo mais juvenil.

Lola Tung, Christopher Briney, Gavin Casalegno e Sean Kaufman possuem uma dinâmica em tela cativante e funcionam lindamente em sincronia. E ainda que  alguns personagens cresçam mais em nosso conceito já pela metade da temporada, Tung é a personificação ideal de Belly e nos faz rapidamente apaixonar por sua jornada do mesmo jeito que Lana Condor fez na trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei. E sob uma fotografia solar e leve, acompanhamos uma trama que se desenvolve com celeridade, sabe expandir os arcos de suas protagonistas mais maduras – vividas aqui por Rachel Blanchard e Jackie Chung – , conforme também se conecta com o seu público a partir de um romance tão confuso como tantas garotas adorariam viver na vida real.

E com uma trilha sonora adaptada que emana algumas das vozes mais populares do momento – Olivia Rodrigo, Taylor Swift e Ariana Grande -, a original Prime Video consegue fugir dos atuais estereótipos de séries teen, que pregam uma adultização que beira o ofensivo. Mas profunda como Gilmore Girls, complicada como Dawson’s Creek e divertida como The O.C., O Verão que Mudou Minha Vida é uma adaptação impressionante, que nos leva para a mesma montanha-russa emocional de seus personagens e nos deixa ansiosos para uma nova temporada. Bem dirigida e com uma abordagem  simbólica sobre amizade na vida adulta e a construção de família, a série é uma surpresa necessária que merece ser guardada em um potinho, de tão preciosa que é.

EXCLUSIVO | Entrevista com Débora Falabella e Gustavo Vaz, par romântico na tragicomédia Depois A Louca Sou Eu

Parceiros de trabalho na série Aruanas (2019), da Globo Play, Débora Falabella e Gustavo Vaz começaram um romance na vida real no mesmo ano. Embora o relacionamento tenha chegado ao fim no início de 2021, a sintonia dos dois está registrada no casal Dani e Gilberto da comédia dramática Depois A Louca Sou Eu, em cartaz nos cinemas a partir de 25 de Fevereiro de 2021.

De um lado, Débora Falabella já é a queridinha do público nacional desde a sua estreia em Chiquititas (2000), passando pelas novelas O Clone (2002) e a bem-sucedida Av. Brasil (2012), entre outras. No cinema, ela destacou-se na comédia Lisbela e o Prisioneiro (2003), de Guel Arraes, e seu último trabalho foi como Selminha na adaptação O Beijo no Asfalto (2018), de Murilo Benício

Do outro lado, Gustavo Vaz é relativamente novo no cinema, já que grande parte da sua carreira é no teatro. Seu primeiro longa foi a comédia romântica Divórcio (2017), seguido por uma participação em O Doutrinador (2018) e Maria do Caritó (2019). Seu papel mais famoso é Augusto Soares na série Coisa Mais Linda (2019-2020), da Netflix

Com direção de Julia Rezende (Como É Cruel Viver Assim), a obra apresenta uma complicada e compreensiva relação entre duas pessoas conectadas por suas aflições internas, seja por conta da finitude da vida, seja pelo relacionamento com seus progenitores. Entre risos e lágrimas, Dani (Falabella) e Gilberto (Vaz) são personagens cativantes e representantes dessa geração estressada e angustiada do século XXI. Confira os DESTAQUES do nosso bate-papo sobre os dois. 

Frases de Débora Falabella

“As pessoas se identificam muito com o filme. Quando você lê aquelas histórias, ou  você já passou por alguma daquelas situações ou conhece alguém que passou. Então, as minhas inspirações vieram muito de pessoas reais”.

Tem cenas que foram divertidíssimas de serem feitas, como a dança com os bichos, com a consteladora [familiar], todas essas terapias que Dani busca. […] As cenas com a mãe também, mesmo que tenham uma carga emocional um pouco maior. [Já] as cenas de pânico eram mais difíceis, porque tinha a questão física para passar a sensação. Eu pude percorrer vários caminhos [como atriz] durante este filme”. 

A montagem desse filme é tão importante, porque vai te levando por uma sensação, um movimento diferente do que eu pensava quando estava gravando”. 

Não somos [loucas], essa coisa do padrão é algo que a gente precisa quebrar, aliás já está sendo quebrado. As mulheres foram colocadas em lugar, que nem é real, a gente não dá conta de sustentar este lugar. Não só as mulheres, mas essa necessidade de felicidade o tempo inteiro, de você está sempre bem mentalmente. Este padrão é irreal, mas claro, ele é alimentado pelo mundo em que a gente vive.”

Confira a entrevista COMPLETA com Débora Falabella:

Frases de Gustavo Vaz

“O homem violento surge do medo, da ignorância, e o Gilberto, quando ele consegue se vulnerabilizar, ele mostra uma inteligência. Acho que a vulnerabilidade e a inteligência emocional e existencial andam lado a lado.

Gosto muito da cena da crise da Dani dentro do carro na ponte. Eu a acho muito divertida e, ao mesmo tempo, pesada, porque o filme navega em ambos lugares, de forma muito respeitosa e cuidadosa. Apesar de ser um tema delicado, acho que é importante falar sobre para diminuir o tabu na discussão sobre a ansiedade. Nesta mesma cena, a gente consegue passar por esses dois lugares, a gente se identifica, se toca empaticamente e consegue rir da coisa”. 

“O que mais me pegou na trajetória do Gilberto é essa abordagem existencial sobre a vida […]. De questionar, não num sentido negativo, mas de olhar para essa ideia da morte, da finitude que a gente tem, a ideia do que a gente faz aqui e o que estamos deixando”. 

Temos que usar esse lado positivo de ser homem de conseguir nos comunicar pensando no caminho da vulnerabilidade e da escuta. A gente, [os homens],  já falou muito e é importante daqui para frente escutar um pouco mais. E também confiar que ser vulnerável é ser inteligente.”

Confira a entrevista COMPLETA com Gustavo Vaz:

‘Dívida Perigosa’: Jared Leto briga com a máfia no trailer do suspense da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Dívida Perigosa‘ (The Outsider), drama estrelado por Jared Leto (‘Esquadrão Suicida‘). Assista:

A trama narra a história de um desertor do exército americano que se junta à Yakuza, a máfia japonesa, enquanto vive no país no pós-Segunda Guerra Mundial.

Com direção de Martin Zandvliet e escrito por Andrew Baldwin. Rory Cochrane e Tadanobu Asano completam o elenco.

Dívida Perigosa chega à Netflix em 9 de março.

‘Bumblebee’: Diretor responde se Optimus Prime vai aparecer no derivado de ‘Transformers’

O diretor Travis Knight, diretor do primeiro derivado de Transformers, Bumblebee, concedeu uma entrevista ao site Fandango e deu novos detalhes do filme. Entre eles, confirmou que o líder dos autobots, Optimus Prime vai sim aparecer no filme.

“Eu posso confirmar que Optimus faz uma aparição. Uma espécie de cameo”

 

Uma nova imagem divulgada mostra o ator John Cena encarando Bee. Confira:

Na última semana, foi revelado uma foto dos Decepticons. O da esquerda se chama Shatter (Angela Basset), enquanto o azul se chama Dropkick (Justin Theroux).

Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita) viverá uma garota esperta que trabalha como mecânica quando não está na escola, e assim se envolve com Bumblebee.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, é quem irá dirigir o filme, marcando assim sua estreia em longas de live action.

Recentemente, Bumblebee’ ganhou uma nova data de lançamento no Brasil, 25 de dezembro de 2018.

 

Dica do fim de semana | Produções nos streamings para entrar no clima da Copa do Mundo

Após quatro anos e alguns meses, a Copa do Mundo FIFA enfim está acontecendo novamente. O torneio reune 32 seleções de todo o planeta para se enfrentarem no maior torneio esportivo do mundo. Porém, por ser sediado no polêmico e distante Qatar, além de estar acontecendo no final do ano pela primeira vez na história, algumas pessoas estão meio alheias à Copa. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções que abordam a Copa do Mundo e a Seleção Brasileira por óticas diferentes. São documentários que viajam pela cultura, pelas excentricidades e pelas polêmicas da escolha do Qatar como sede deste mundial. Confira!

O mascote da Copa 2022 é La’eeb, ele é inspirado pelo lenço que os catarianos usam na cabeça


Um Trem Para o Qatar

Este documentário original da ESPN traz oito episódios de aproximadamente meia hora, cada, nos quais explora as cidades do Qatar, suas tecnologias, culturas e riquezas, enquanto o país se prepara para receber a primeira Copa do Mundo do Oriente Médio. É uma produção muito interessante e informativa, que mostra um pouco dos lugares e nomes que vão tomar os noticiários nos próximos 30 dias.

Onde assistir: Star+

 

Esquemas da FIFA

Essa minissérie de quatro episódios, de aproximadamente uma hora, cada, investiga os bastidores da FIFA e do processo de escolha das futuras sedes de Copas do Mundo. Ela acompanha todos os escândalos do ex-presidente da organização, Joseph Blatter, e seus casos de corrupção. O terceiro episódio, em especial, é todo focado na controversa escolha do Qatar para sediar o Mundial de 2022. Ele traz os reflexos da xenofobia e, claro, da corrupção de um país do Oriente Médio derrotando os EUA e o Japão como possíveis sedes da Copa desse ano. São revelações tristes, mas não surpreendentes dos bastidores sujos desse meio.

Onde assistir: Netflix

 

Capitães

Ao longo de oito episódios, de aproximadamente meia hora, cada, esta série documental acompanha seis capitães de seleções que buscam uma vaga na Copa do Mundo FIFA 2022. Dentre eles, destacam-se Thiago Silva (Brasil), Luka Modric (Croácia) e Aubameyang (Gabão), que jogam em grandes clubes e são mais conhecidos no cenário internacional. É uma viagem intensa pelos bastidores das eliminatórias, mostrando um pouco mais do desafio físico e mental que ser capitão de uma seleção nacional exige.

Onde assistir: Netflix

 

All Or Nothing: Seleção Brasileira

A franquia All Or Nothing é bem famosa no meio do futebol por explorar como ninguém os bastidores, os momentos mais íntimos, de times, atletas e seleções durante campanhas históricas ou torneios que terminam em títulos. Focado na Seleção Brasileira, esse filme acompanha a Seleção Canarinho em sua jornada pela conquista da Copa América 2019, que teve diversos diferenciais: a lesão de Neymar que o tirou da competição, a realização da Copa no país em momento de ebulição política e as contestadas convocações do técnico Tite. É interessante ver como são os treinos, as preleções e as brincadeiras do atacante Richarlison, centroavante convocado para a Copa do Mundo.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Brasil 2002: Os Bastidores do Penta

Neste documentário original da Netflix, a direção parte de um ponto ainda não explorado na forma de contar as histórias da Copa do Mundo FIFA 2002. Nesta Copa, vencida pelo Brasil, o ex-lateral Belletti levou uma câmera filmadora pessoal e fez uma série de filmes caseiros, mostrando em primeira pessoa os bastidores do penta. Partindo delas, a produção conta a saga brasileira rumo ao pentacampeonato mundial, com entrevistas dos principais jogadores da Seleção e dos principais adversários derrotados.

Onde assistir: Netflix

A Copa do Mundo FIFA 2022 acontece no Qatar entre 20 de novembro e 18 de dezembro, e terá transmissão do Globoplay.

Crítica | Duetto – Ator de ‘365 Dias’ Vive Cantor Italiano em Dramático Filme Brasileiro

O nome Michele Morrone pode não significar muita coisa para a maioria do público, mas, quando falamos “o ator do filme ‘365 Dias’” qualquer pessoa que tenha acompanhado essa trilogia, mesmo sem tê-la assistido, sabe de quem se trata. Ter esse ator no elenco de um longa, hoje, é potencialmente instigar o público a conferir o filme, nem que seja pela curiosidade de vê-lo fora daquele contexto, vestindo roupas dessa vez. Portanto, aos fãs que ficaram interessados na carreira do ator, a novidade do momento é ‘Duetto’, novo filme ítalo-brasileiro que chega na próxima semana às salas de cinema do país.

Marcelo (Rodrigo Lombardi) e Isabel (Maeve Jinkings) não têm um casamento feliz e, numa noite chuvosa, ele decide sair de casa, mas acaba sofrendo um acidente e morre. A notícia pega a família de surpresa e acaba forçando uma disputa de Isabel e Lucia (Marieta Severo) por Cora (Luisa Arraes), pois a avó quer levar a neta para passar uma temporada com ela na Itália, com a desculpa de rever a família deixada por lá. Porém, o que Luisa de fato tem em mente é resolver pendências familiares com a irmã, Sofia (Elisabetta De Palo) e sua antiga paixão, Gino (Giancarlo Giannini), enquanto Cora fica mais interessada em acompanhar um animado festival de música na cidade, que trará o astro Marcello Bianchini (Michele Morrone) para pertinho dela. Entre resoluções do passado e novos amores, um crime irá abalar a comunidade na pequena cidade Puglia.

Passado em 1965, a sensação final ao terminarmos de ver ‘Duetto’ é que o filme é contado muito mais por aquilo que ele não diz do que aquilo que é apresentado na telona. Por exemplo, o fato de a história se passar vinte anos após o fim da segunda guerra na Europa e no início da ditadura no Brasil – o que reforçaria a facilidade de Lucia ter vindo para o Brasil no passado e, talvez, a tensão vivida por Marcelo antes de sua morte – ou o fato da história de avó e neta correrem em paralelo com pontos em comum, que só são percebidos ao final, quando as peças são dispostas e os buracos na trama ficam evidentes para o espectador preencher.

Essa estrutura de roteiro exige uma atenção extra por parte do público, que deve prestar atenção em todos os elementos, pois tudo pode ser relevante; porém, alguns fatos entram no roteiro de Rita Buzzar e João Segall e não ganham relevância na trama, o que acaba nos confundindo. Bem como a escolha e a entrega do elenco do diretor Vicente Amorim, que por um lado brilha com o trio Severo-De Palo-Giannini, e por outro gera estranheza, com Luisa Arraes vivendo uma jovem dez anos mais nova que ela própria, com atitudes não condizentes ao que vemos na telona; e um elenco quase todo brasileiro falando em italiano a maior parte do tempo – que inclui ainda Gabriel Leone em seu quarto filme musical na carreira.

Duetto’ é um filme muito bonito esteticamente, bem produzido, com estrutura novelesca estilo as que fizeram sucesso na faixa das 21hs, com muitos personagens e subtramas que se entrelaçam. Para quem curte um bom novelão dramático, é a dica em cartaz nos cinemas.

Pretty Little Liars | O que estão fazendo as atrizes e atores da série

Lançada em 2010, Pretty Little Liars contou com sete temporadas de muito suspense, drama e romance. A série marcou época na TV americana e ficou conhecida pelo elenco jovem e carismático. Agora, três anos após o final da produção, é hora de descobrir o que estão fazendo as atrizes e os atores da série.

O CinePOP decidiu matar saudade dessa clássica série adolescente dos anos 10. Como poderão ver a seguir, alguns nomes seguiram numa trajetória de sucesso após o trabalho na produção, enquanto que outros acabaram não tendo tantas oportunidades. Vem ver!

 

Lucy Hale (Aria Montgomery)

Nossa Aria Montgomery foi dos nomes que mais se destacou após o fim de PLL. Ela atuou nos suspenses Verdade ou Desafio e A Ilha da Fantasia (ainda inédito no Brasil), e é protagonista de uma nova série de destaque: Katy Keene. Trata-se de um spin-off do hit Riverdale, em que Lucy interpreta a personagem-título, uma jovem que trabalha como consultora de moda em uma loja de departamentos e que sonha em criar sua própria linha de roupas. A atriz possui alguns projetos em andamento no cinema, com destaque para The Hating Game, A Nice Girl Like You, Big Gold Brick e Son of the South

 

Troian Bellisario (Spencer Hastings)

Filha de importantes produtores de Hollywood, Troian Bellisario atua desde os três anos de idade. Seu papel mais famoso, é claro, é o de Spencer Hastings. Após a série, a atriz viu a carreira dar uma esfriada, mas isso foi algo opcional. Ela se casou com o também ator Patrick J. Adams (Suits) em 2016, e os dois tiveram uma filha em 2018. Com isso, Troian acabou dedicando boa parte de seu tempo pós-PLL à família. No ano passado, a atriz ensaiou uma retomada na carreira com Cadê Você, Bernadette?, contracenando ao lado de Cate Blanchett. Ela também fez participação na série Stumptown, estrelada por Cobie Smulders e Jake Johnson. No momento, está escalada para atuar ao lado de Patrick Dempsey no drama Ways & Means.

 

Shay Mitchell (Emily Fields)

Destaque como Emily Fields em PLL, Shay Mitchell praticamente saiu da série para outra produção de sucesso. A atriz interpretou Peach Salinger, melhor amiga de Guinevere Beck, na primeira temporada de Você. Ainda em 2018, ela protagonizou o filme de terror Cadáver. No ano seguinte, embarcou em uma nova série, Dollface, em que atua ao lado de Kat Dennings e Brenda Song, e que já foi renovada para uma segunda temporada. Mitchell também está envolvida com uma outra série, The Heiresses, ainda sem previsão. A trama acompanha uma família conhecida no ramo dos diamantes, mas que luta para superar uma sequência de tragédias. 

 

Ashley Benson (Hanna Marin)

Apesar de ter aproveitado muito do hype de PLL durante o andamento da série, fazendo inúmeros projetos importantes do cinema, Ashley Benson acabou diminuindo um pouco o ritmo após o fim da produção. Desde então, nossa Hanna Marin participou de apenas um filme: Her Smell, drama estrelado por Elisabeth Moss, Cara Delevingne e Dan Stevens, e que foi destaque do Festival de Toronto em 2018. No momento, a atriz possui dois filmes em pós-produção. The Birthday Cake, thriller estrelado por Ewan McGregor, Val Kilmer e Penn Badgley, e Lapham Rising, comédia com Bobby Cannavale.

 

Sasha Pieterse (Alison DiLaurentis)

De PLL para PLL. Isso mesmo, Sasha Pieterse foi o nome do elenco principal que seguiu ligada na série, afinal voltou a interpretar Alison DiLaurentis no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists. O projeto, no entanto, não deu muito certo e acabou cancelado após uma temporada. Recentemente, a atriz também atuou no drama A Lista de Honra, que foi lançado diretamente no streaming no Brasil (está disponível no Prime Video). No momento, Sasha está envolvida com a série interativa Epic Night.

 

Janel Parrish (Mona Vanderwaal)

Mais um nome que embarcou no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists, no qual reprisou o papel de Mona Vanderwaal. Mas Janel Parrish não perdeu tempo após PLL e realizou vários outros projetos. Ela está no trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você e Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean, no papel de Margot Covey, irmã mais velha de Lara Jean. A atriz também fez uma participação na nova versão de Magnum P.I., isso sem falar dos filmes I’ll Be Watching, Hell Is Where the Home Is e Tiger

 

Ian Harding (Ezra Fitz)

Após sete anos na pele do professor que se envolve com uma aluna, Ian Harding fez algumas pequenas participações nos cinemas em filmes que nem entraram em cartaz no Brasil, como Office Uprising e No Apologies. Seu filme mais badalado foi o indicado ao Oscar Ford vs Ferrari, mas sua participação se resumia a uma ponta como um executivo da Ford. O ator viu a carreira dar uma nova esquentada quando decidiu voltar às telinhas. No momento, Harding está no elenco de série médica Chicago Med, na qual interpreta Phillip Davis.

 

Tyler Blackburn (Caleb Rivers)

Interesse amoroso de Hanna (e brevemente de Spencer), Caleb foi um dos principais personagens masculinos na série, só aparecendo menos que Ezra. Após o trabalho em Pretty Little Liars, o ator Tyler Blackburn participou de dois filmes: Hello Again, adaptação do musical da Broadway escrito por Michael John LaChiusa; e Capsized: Blood in the Water, sobre um grupos de jovens que fica perdido em alto mar após uma tempestade e acaba cercado por tubarões. No momento, Tyler é um dos nomes principais do elenco da série Roswell, New Mexico.

 

Keegan Allen (Toby Cavanaugh)

Toby sempre foi um dos personagens mais misteriosos de PLL. Ele surge como o cara esquisito que não queria papo com ninguém até se tornar par romântico de Spencer. No meio disso tudo, ele ainda consegue ser um dos aliados de A e até policial. O ator Keegan Allen não fez nada de muito destaque após o término da série. Ele fez participações eventuais nas séries Crimes Graves, Dilema e Rick e Morty, e assumiu papel secundário na comédia dramática Zeroville, estrelada e dirigida por James Franco. No momento, o ator está envolvido com o terror Follow Me e está gravando o piloto de uma nova série, Walker, com Jared Padalecki.

 

Tammin Sursok (Jenna Marshall)

Típica garota malvada – que ao mesmo tempo era vítima do quinteto principal – Jenna Marshall foi importante personagem na trama de Pretty Little Liars. O papel foi interpretado pela sul-africana Tammin Sursok. Logo após o fim de PLL, a atriz assumiu o papel de protagonista de outra série, Aussie Girl. A produção, no entanto, acabou durando apenas uma temporada, com sete episódios. Depois disso, a atriz participou do thriller Killer in a Red Dress e da comédia Braking for Whales, com Tom Felton

Crítica de Álbum | ‘Charli’ é uma obra evocativa e puramente vanguardista

Se você tem em mente que o gênero pop já nos ofereceu tudo o que tinha para oferecer, então definitivamente não vem acompanhando o trabalho da cantora britânica Charli XCX. Ganhando notoriedade após participar da música “Fancy”, de Iggy Azalea, e de ter escrito a música-tema do drama A Culpa é das Estrelas, ela apostou em um suis-generis diferente de tudo o que os grandes nomes já haviam apresentado e seguindo os passos vanguardistas de divas como Lady Gaga, Madonna e Kylie Minogue. E foi em meio a lançamento de EPs e mixtapes que Charli encontrou uma poderosa voz e uma habilidade incrível de fugir do esperado – coisa que talvez apareça muito mais em seu terceiro álbum de estúdio homônimo que em qualquer outra obra que tenha lançado.

É um fato dizer que a lead singer iniciou sua carreira ainda nova e, desde então, vem trilhando um caminho de pura glória. E mesmo que alcance esse patamar sem prometer e sem se valer de convencionalismos mercadológicos, Charli consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa que essa nova jornada abra com “Next Level Charli, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

Talvez algo que possa assustar os ouvintes seja a quantidade imensurável de participações especiais. É claro que ela maneja com habilidade ímpar o equilíbrio entre sua voz e seus convidados, criando, em grande parte, tracks inovadoras, extremamente originais e que drenam de cada uma das vozes secundárias suas características únicas. É nesse fértil e convidativo território que temos a presença da icônica Lizzo em “Blame It On Your Love” que, ainda não tenha o mesmo respiro renovador que as outras faixas por se respaldar em uma progressão conhecida – a ballad, em tempo mais enérgico do que o precedido, mergulha nos estilos eletrônicos que oscilam desde o beat-drop até o refrão puramente instrumental. Troye Sivan, que trabalhou no final do ano passado com a cantora em “1999”, marca presença não apenas nessa canção, como volta um século mais tarde para futurista e quase distópica “2099”.

Seu avant-pop não se restringe apenas ao que poderíamos esperar, mas expande-se para uma deliciosa batida mais dark, minimalista e retumbante em iterações como “Gone”, uma das poucas em que reflete sua envolvente performance-solo. Essa ambiência mais obscura também aparece na track seguinte, “Cross You Out”, cujas dissonâncias entram em proposital conflito com as variações vocais – em especial o incrível falsetto que ela nos apresenta. Como se não bastasse, Sky Ferreira divide os holofotes com Charli em uma congruência melódica apaixonante.

O álbum aproveita seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade (respaldando com sutileza quase indecifrável no trap) – e ganha uma complexidade interessante ao entregar versos como “como uma Mercedes branca, sempre correndo muito rápido” dentro de uma atmosfera mais recuada.

Em suas revoluções estéticas, Charli brinca com uma inebriante sinestesia – sem deixar que os chocantes esforços caiam numa monotonia soporífera. Na verdade, ela mostra seu apreço pelo gênero eletrônico, aumentando nossas expectativas em um arco musical que quebra quaisquer expectativas pré-determinadas, permitindo que encontremos uma contraditória fluidez entre as estrofes de “Silver Cross” ou a paradoxal unidimensionalidade de “Official”. Em outras tentativas, entretanto, a artista busca por algo que nunca consegue achar, como é o caso de “I Don’t Wanna Know” e suas declamações românticas e fragmentárias.

Pabllo Vittar também retorna em mais uma parceria com XCX em “Shake It” – e isso não é tudo: se “Flash Pose” funcionou como uma cópia de qualquer outra música ballroom da comunidade drag queen norte-americana, a track em questão é diferente de tudo que já ouvimos antes: o riff-off mistura o pop experimental com a transgressora explosão do synth-electro ao mesmo tempo que se rende a um engrandecedor rap que nos conquista do começo ao fim.

Charli é um álbum totalmente experimental que, diferente de outras produções que morrem na praia e insurgem com esquecíveis boas intenções, alcança sucesso em praticamente tudo a que se propõe. A sonoridade avant-garde faz uso quase redundante de sua significação redundante e reafirma a importância de Charli XCX para um gênero que já sofreu muito por suas saturações e excessos – e, no caso, até mesmo as demasias são compreensíveis nas vigorosas quinze faixas.

Nota por faixa:

  • Next Level Charli – 4,5/5
  • Gone – 5/5
  • Cross You Out (feat. Sky Ferreira) – 5/5
  • 1999 (with Troye Sivan) – 4/5
  • Click (feat. Kim Petras and Tommy Cash) – 4,5/5
  • Warm (feat. HAIM) – 5/5
  • Thoughts – 4/5
  • Blame It on Your Love (feat. Lizzo) – 4,5/5
  • White Mercedes – 5/5
  • Silver Cross – 4,5/5
  • I Don’t Wanna Know – 2,5/5
  • Official – 4,5/5
  • Shake It (feat. Big Freedia, cupcakKe, Brooke Candy and Pabllo Vittar) – 5/5
  • February 2017 (feat. Clairo and Yaeji) – 3/5
  • 2099 (feat. Troye Sivan) – 4/5

Algo fantástico está chegando no novo teaser de ‘Amazing Stories’; Confira!

Apple TV+ divulgou hoje (17) um novo teaser oficial de Amazing Stories, reboot da série homônima lançada por Steven Spielberg em 1985.

Confira, junto ao trailer completo:

A nova versão está sendo descrita como uma “reimaginação” da icônica produção e irá transportar o público para “mundos de maravilhas”.

Edward KitsisAdam Horowitz (Once Upon a Time) serão os showrunners e produtores executivos.

Mark MylodChris LongMichael DinnerSylvain WhiteSusanna Fogel dirigem os episódios.

Amazing Stories’ estreia no dia 06 de março.

‘Duna’: 1º trailer do remake deve ser lançado no mês que vem

Segundo o Palads Teatret na Dinamarca, o aguardado remake do clássico Duna deve ganhar seu primeiro trailer oficial no mês que vem.

O vídeo, sem detalhes sobre a duração divulgados, será transmitido antes da reexibição de A Origem, filme de Christopher Nolan que completa dez anos em 2020. Além disso, Mulher-Maravilha 1984‘Tenet’ devem ganhar novos teasers promocionais.

Em entrevista ao podcast Team Deakins, o aclamado diretor Denis Villeneuve revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remakei.

Os dois trabalharam juntos em Blade Runner 2049, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.

“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de Duna e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.

A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

‘Star Trek: Discovery’: Michael e Georgiou se enfrentam na promo do episódio 03×09; Confira!

CBS All Access divulgou a promo oficial de “Terra Firma Part I”, nono episódio da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’.

No capítulo, que vai ao ar no dia 10 de dezembro“a tripulação do U.S.S. Discovery viaja para um misterioso planeta para encontrar uma cura para a condição deteriorante de Philippa Georgiou (Michelle Yeoh)”.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

Lana Del Rey anuncia título e data de lançamento de seu 8º álbum de estúdio

A indicada ao Grammy Lana Del Rey anunciou nas redes sociais que seu 8º álbum de estúdio ganhou um novo título e uma nova data de lançamento.

Anteriormente chamado ‘Rock Candy Sweet’ e previsto para estrear em 01 de junho, a produção agora recebeu o nome de Blue Banisters e chegará a todas as plataformas de streaming em 04 de julho.

Confira:

Enquanto isso, o aclamado Chemtrails Over the Country Club está disponível na íntegra no Spotify, contando com 11 faixas e produção de Jack Antonoff:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada é renovada para a 2ª temporada!

A Paramount+ anunciou hoje (21) que a adorada série animada Rugrats: Os Anjinhos’ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

Os novos episódios ainda não tem data de lançamento confirmada, mas acredita-se que devem estrear apenas em 2022.

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

‘Naomi’: Tensões aumentam na sinopse oficial do episódio 01×06; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Homecoming”, 6º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Na trama, “é dia de ‘homecoming’ em Port Oswego e Naomi e seus colegas estudantes estão muito animados para o evento – mas a tensão entre Nathan e Anthony escala quando Anthony sente que a tradição de seu lar está sendo desrespeitada por uma criança militar. Enquanto isso, Naomi descobre uma nova fonte de informações em potencial, mas ela pode saber mais do que ela esperava. Uma revelação de seu encontro com caçadores de recompensas leva Dee a procurar por respostas sobre alguém do passado, enquanto Zumbado tem uma corrida com Greg e Jennifer”.

O episódio vai ao ar no dia 01 de março.

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘Elvis’: Austin Butler e Olivia DeJonge contam como foi trazer Elvis e Priscilla Presley à vida [COLETIVA]

Em poucos dias, o público brasileiro poderá assistir à aguardada cinebiografia ‘Elvis’, que gira em torno do icônico Rei do Rock Elvis Presley, nas telonas. A produção, comandada por Baz Luhrmann e que traz Austin Butler no papel principal, narra a descoberta, a ascensão ao estrelato e a queda de Elvis no mundo do show business, escolhendo detalhes certeiros para tirá-lo do estigma de deidade intocável e torná-lo ainda mais humano.

Nas últimas semanas, o CinePOP teve a honra de participar de uma coletiva de imprensa com Luhrmann, Butler e o restante do elenco, que revelou alguns detalhes sobre a construção do longa-metragem e como cada um se preparou para seu respectivo papel na produção. Agora, trazemos para você a segunda parte da coletiva.

Butler faz um trabalho admirável ao interpretar Presley, transformando-se por completo e absorvendo cada trejeito e cada nuance vocal do artista – não é surpresa que ele tenha recebido aplausos por parte da crítica especializada e seja um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Quando questionado sobre como se preparou para o papel, o astro disse:

“Eu tive aqueles dois anos em que não fiz nada além de me obcecar, e foi algo que atiçava minha curiosidade sempre – e eu tive pessoas incríveis sempre me ajudando. Meu treinador de dialeto, meu treinador de canto, meu instrutor de luta, nós fizemos bastante trabalho e tento ser tão meticuloso o possível. Mas, no final do dia, tudo culmina em querer encontrar a humanidade dele. O que me fascinou mais foi afastá-lo do ícone, despi-lo das caricaturas e de seus figurinos, e descobrir quem era ele em quarto vazio, sozinho, no final do dia; como ele acordava toda manhã, como era sua vida íntima. E ele era um homem incrivelmente espirituoso”.

É apenas normal que ícones do mundo do entretenimento posem como um trabalho difícil a ser levados para adaptações cinematográficas e, por muitas vezes, deixar o personagem de lado não é muito fácil. Por exemplo, Lady Gaga ficou nove meses infundida em um sotaque italiano para interpretar Patrizia Reggiani em ‘Casa Gucci’, e Marion Cotillard mal podia se reconhecer ao viver Edith Piaf em ‘Piaf – Um Hino de Amor’. E parece que Butler também teve certa dificuldade em deixar Elvis de lado depois de interpretá-lo.

“E em relação ao fato dele ainda estar atado a mim… Várias coisas aconteceram, meu relacionamento com o medo mudou, por causa da quantidade de pressão que senti em todo esse processo. Foi uma responsabilidade imensa, um medo de que iria decepcioná-lo e decepcionar seu legado ou sua família ou até mesmo os fãs ao redor do mundo que o amam tanto. Mas, ao mesmo tempo, foi uma ótima lição, porque ele sentia medo, e houve momentos, quando como em 1968, em que a carreira dele estava por um fio, a vida dele estava por um fio. E eu podia me confortar no fato de que Elvis sentia medo e, mesmo assim, fazia coisas extraordinárias”.

Como já mencionado, o astro encarna com paixão invejável os trejeitos do Rei do Rock, desde as rendições vocais aos memoráveis passos de dança. E, considerando que Elvis teve uma mudança considerável em suas performances com o passar dos anos, Butler teve que estudar cada uma de suas fases a fundo.

“[Comecei a tentar imitá-lo] mais ou menos um ano e meio antes de começarmos a gravar. A princípio, você olha e parece impossível, vendo o tanto de filmagens que temos e o tanto de gravações de voz que temos. O que me deixou mais surpreso foi o quanto a voz dele mudou com o passar dos anos. Uma vez entre 1954 e 1956, depois em 1962, totalmente diferente, e em 1972 ele soa diferente de tudo, e em 1977, de novo. Você tem todas essas vozes diferentes e tem que entender como elas evoluem com o passar do tempo. Eu passaria um dia vivendo e o interpretando – e o pessoal tinha que me aturar. E por haver tantas caricaturas dele, eu dei o dobro de mim como se aquela fosse a minha vida, como se eu enxergasse através dele, e não cair em nenhuma dessas armadilhas – porque é bem fácil cair nisso”.

O ator também se recorda de um momento das filmagens em que ficou arrepiado e se emocionou – e que serviu de parâmetro para saber se estava fazendo um bom trabalho ou não:

“Eu fiquei encantado por alguns detalhes, sabe? Quando falamos do físico, de coisas faciais ao que ele faz em uma escala maior. O que importa é que tudo vem dos movimentos musicais e de quando ele está no palco. Não é uma coreografia, mas parece, porque você tem que aprender o ângulo da perna, o ângulo da mão… É a constante ida e volta. Mas quando falamos sobre fomos para Nashville, rodar as cenas na tenda gospel, quando Elvis entra naquela tenda, eu estava no meio dos trinta cantores gospel mais incríveis que eu já ouvi na vida. A primeira pessoa começou a cantar e eu fiquei arrepiado; e quando as vozes se juntaram, lágrimas correram pelos meus olhos. E todos começaram a bater os pés e eu senti o momento que Elvis também sentiu. No momento que eu não sentia aquilo, eu sabia que não estava certo”.

Além de Butler, Olivia DeJonge também entregou uma atuação espetacular como Priscilla Presley, à época esposa de Elvis. Mais do que isso, DeJonge conheceu Priscilla ao vivo e em cores – e aproveitou para contar como foi se encontrar com ela.

“A primeira vez que a conheci, nós estávamos indo ao Gala do MET e foi bastante animador, o prospecto de tê-la por perto. E, sim, eu a conheci, ela é amável e linda. Depois disso, ela veio nos ajudar nessa turnê. E é muito especial olhar nos olhos da mulher que você interpreta e tê-la de uma forma tão receptiva e gentil foi uma benção, porque com certeza poderia ter acontecido totalmente diferente”.

Ela continua, dizendo qual foi a parte favorita em levá-la às telonas: “minha parte favorita em interpretá-la foi se respaldar em sua empatia e sua feminilidade, foi uma belíssima lição de vida e uma honra interpretá-la”.

Quando questionada sobre o que vai levar do projeto, DeJonge disse:

“Bom… Acho que a flexibilidade e maleabilidade e ter a paciência em você mesma para seguir em direções que não pensava que iria seguir. E acho também que é uma enorme lição sobre confiança. Eu estava incerta, mas tive que aprender a relaxar, mergulhar de cabeça e realmente confiar na direção em que as engrenagens seguiam, sabe? Lembrar que tudo ia ficar bem”.

Por fim, a atriz rasgou elogios para Baz, dizendo que trabalhar com ele foi “incrível, obviamente”.

Lembrando que ‘Elvis’ chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de julho.

As 50 Melhores Músicas de 2022

2022 se provou um ótimo ano para a música, com o retorno de aguardados atos do cenário fonográfico, bem como a estreia de vários outros.

Depois de separarmos os 22 melhores álbuns do ano, montamos uma segunda matéria celebrando as 50 melhores músicas, focando essencialmente na composição lírica, na produção e na rendição dos artistas.

Desde a reimaginação rap de “Vegas”, performada pela vencedora do Grammy Doja Cat, até a belíssima e antêmica arena-rock de “Hold My Hand”, música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ assinada pela lendária Lady Gaga, montar nosso ranking não foi um trabalho fácil – e com certeza devemos ter deixado alguma pérola de fora.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é sua canção favorita:

50. “SNAKES IN THE GRASS”, Dolly Parton

Retornando com força descomunal para o mundo do entretenimento, a icônica Dolly Parton se aventurou na literatura, na música e, futuramente, no cinema com ‘Run, Rose Run’ – e, apesar de nem todas as faixas funcionarem como deveriam, “Snakes In the Grass” emerge como a clássica Dolly que todos aprendemos a amar, mergulhando no cativante country-rock e em uma narrativa atemporal sobre os perigos de confiar em qualquer um.

49. “CANNONBALL”, Avril Lavigne

Desde “Cannoball”, faixa de abertura do novo álbum de Avril Lavigne, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.

48. “VERSIONS OF ME”, Anitta

Depois da problemática identitária de ‘Kisses’Anitta, que vem se consagrando como uma das maiores performers mundiais da atualidade, retornou com força descomunal com ‘Versions of Me’, uma ode a todas as camadas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.

47. “IT’S ONLY LOVE, NOBODY DIES”, Sofia Carson

As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.

46. “DON’T GO YET”, Camila Cabello

Com ‘Familia’Camila Cabello parece muito mais confortável dentro de seu escopo artístico,  deixando transparecer uma diversão apaixonante que nos guia por essa jornada incrível e que merece ser apreciada até mesmo por aqueles que não são tão fãs de música latina. E, dentro desse respiro, somos agraciados com a espetacular “Don’t Go Yet”, em que Cabello encarna uma versão modernizada de Gloria Estefan e, dessa maneira, gesta uma das melhores canções de sua carreira.

45. “IMMACULATE”, Years & Years

Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, Years & Years) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

44. “USED TO KNOW ME”, Charli XCX

No mais novo álbum da icônica Charli XCX, ‘CRASH’, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.

43. “MATILDA”, Harry Styles

Em “Matilda”Harry Styles promove uma desmistificação profunda do conceito de família e de lanços sanguíneos, narrando uma personagem que não foi amada por aqueles que deveriam amá-la e encontrou independência e felicidade ao se afastar deles: “você não deve pedir desculpas por ir embora e crescer” resume com consciência assustadora o que significa se libertar das amarras impostas pela sociedade e perceber que o mais difícil é, por vezes, o caminho a ser seguido.

42. “VIGILANTE SHIT”, Taylor Swift

“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original de ‘Midnights’ (décimo álbum de Taylor Swift), puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.

41. “HOT IN IT”, Tiësto feat. Charli XCX

Além de ter lançado o impecável ‘CRASH’ e ter participado da trilha sonora de ‘Morte Morte Morte’Charli XCX se uniu ao icônico DJ Tiësto para uma celebração do dance-pop com a incrível e sensual “Hot In It”. A faixa é destinada essencialmente às pistas de dança e funciona como uma incursão incrível da música eletrônica com um refrão impregnante e uma forte batida que nos impede de ficar parados por muito tempo.

40. “NO ONE DIES FROM LOVE”, Tove Lo

O segundo single de ‘Dirt Femme’, quinto álbum da incrível Tove Lo, não poderia ficar de fora da nossa lista. A produção irretocável da faixa traz o melhor do electropop à tona, seja com a multiplicidade de camadas vocais, seja com o uso pungente dos sintetizadores – escolhas que refletem a habilidade do produtor A Strut e que fala sobre um relacionamento que chegou ao fim da pior forma possível e que, mesmo assim, deixará memórias.

39. “29”, Demi Lovato

Demi Lovato retornou para o mundo da música com o aguardado ‘Holy Fvck’ este ano, abandonando o estilo mais conceitual que vinha apresentando e apostando nas raízes do pop-rock. “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação.

38. “MY MIND & ME”, Selena Gomez

Selena Gomez se tornou uma das porta-vozes sobre saúde mental e, com o lançamento do documentário ‘Minha Mente & Eu’, aproveitou a oportunidade para retornar ao mundo da música com uma ótima balada pop. Intitulada “My Mind & Me”, a potente canção fala sobre a fragilidade mental da cantora e compositora, caminhando para uma história de superação e fraternidade consigo mesma (eternizada pelo verso “nós não nos damos vem às vezes, e fica difícil respirar”).

37. “MISUNDERSTOOD”, BANKS

A breve faixa “Misunderstood”, da artista BANKS, é uma sinestésica obra-prima que aposta fichas numa produção conceitual, retumbante e guiada pela confluência de estilos que reflete o apreço da cantora e compositora por misturar gêneros conflitantes entre sim – e, ao longo de efêmeros 1:42, ela emplaca uma das melhores música do ano com a fusão entre R&Bpop alternativo.

36. “KOMBI VERSACE”, ROSALÍA

ROSALÍA causou um grande impacto ao retornar ao cenário fonográfico com o aclamado ‘MOTOMAMI’, facilmente um dos melhores álbuns do ano e da década. E, em meio a tantas faixas impecáveis, tivemos a presença da minimalista “Kombi Versace”, que mistura o experimentalismo dos sintetizadores com vocais em falsetto e uma presença demarcada do reggaeton.

35. “HEUTE NACHT”, Maddix

Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).

34. “BAD HABIT”, Steve Lacy

Com “Bad Habit”Steve Lacy alcançou o topo da Hot 100 da Billboard e serviu como uma divisora de águas na carreira do cantor e compositor. A faixa foi assinada por Lacy em colaboração a Diana GordonJohn KirbyFoushéeMatthew Castellanos, e trouxe inúmeros elementos a uma construção memorável em R&Blo-fifunk-pop.

33. “PLAN B”, Megan Thee Stallion

Megan Thee Stallion vem quebrando inúmeras barreiras de gênero dentro da configuração do rap e do hip-hop e, depois do aclamado ‘Good News’, retornou com o ótimo ‘Traumazine’. Dentro da produção, temos o single “Plan B”, uma antêmica incursão de empoderamento que fala sobre um problemático relacionamento que a rapper teve no passado.

32. “GOD TURN ME INTO A FLOWER”, Weyes Blood

“God Turn Me Into a Flower” traz uma celebração melancólica do enfrentamento dos problemas, em que a cantora clama por Deus para que ele a transforme em uma flor, um símbolo de força que é associado erroneamente à fragilidade – pois, quando ela cai, ela não se estilhaça como um copo de vidro. Cada nota proferida pelos sintetizadores ou pela multiplicidade de vozes é pensada com exímia cautela, adotando elementos teatrais que nos relembram de Fiona Apple e que se desvencilham de um melodrama desnecessário.

31. “NOBODY LIKE U”, 4*TOWN

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

30. “LOVE ME MORE”, Mitski

A artista Mitski vem ganhando espaço no cenário fonográfico ano após ano e, em 2022, lançou o elogiadíssimo ‘Laurel Hell’, seu sexto álbum de estúdio. O compilado de originais é uma celebração do synth-pop, do electro-pop e do nu-disco – e a faixa que melhor o representa é a instigante “Love Me More”, lançada como quarto single e que, em uma produção impecável e muito bem pensada, fala sobre a necessidade de ser amada.

29. “TITÍ ME PREGUNTÓ”, Bad Bunny

Bad Bunny fez um estrondo gigantesco ao lançar o álbum ‘Un Verano Sin Ti’ em 2022, trazendo a música latina com mais força para o cenário mainstream americano. “Tití Me Preguntó”, afastando-se das costumeiras incursões do reggaeton, apresentou um novo lado do cantor ao misturar dembowpsychedelia, puxando elementos do dancehall centro-americano e arquitetando uma atmosfera sensual e dançante.

28. “SUMMER RENAISSANCE”, Beyoncé

No aclamado ‘Renaissance – Act I’, nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

27. “HONDA”, FKA Twigs feat. Pa Salieu

“honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa.

26. “BROOKLYN BRIDGE”, Anaïs Mitchell

Em seu álbum de estúdio homônimo, Anaïs Mitchell nos presenteia com a singela e atmosférica “Brooklyn Bridge”, reafirmando-se como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos

25. “MAROON”, Taylor Swift

Logo na primeira metade de ‘Midnights’, Taylor Swift entrega inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer“Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora

24. “DAFFODIL”, Florence + the Machine

‘Dance Fever’ marcou o glorioso retorno de Florence + the Machine ao mundo da música – e uma das principais entradas do disco é “Daffodil”, uma mítica peregrinação de autorreflexão, lidando com uma expressividade que se transpõe ao literário e borra a separação entre os tipos de arte (considerando que o alcance sensorial da obra é múltiplo e avança até mesmo para o industrial psicodélico).

23. “YOU KEEP ME CRAWLING”, AURORA

‘The Gods We Can Touch’ é, facilmente, a obra-prima de AURORA, recheada de diversas faixas de tirar o fôlego. Uma das melhores é, sem dúvida, “You Keep Me Crawling”: nesta track, temos o início de uma tendência teatral que viria ser explorada em outras incursões. A progressão é pincelada pela densidade dramática do piano, do violino e da bateria, abrindo espaço para uma rendição espetacular e tocante que discorre sobre um relacionamento tóxico de que o eu-lírico não consegue escapar (Por que eu continuo implorando como o animal? Talvez seja porque eu precise servir alguém).

22. “VEGAS”, Doja Cat

Com “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.

21. “FAST TIMES”, Sabrina Carpenter

Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Sabrina Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza)

20. “FREE YOURSELF”, Jessie Ware

Apesar de não termos sido agraciados com mais um álbum, Jessie Ware não deixou de fazer sua participação em 2022 e lançou o incrível hino de autoaceitação e empoderamento “Free Yourself”. A faixa permitiu que Ware continuasse a explorar sua paixão por incursões dos anos 1980 e 1990 em uma narrativa sobre libertar a si mesmo, guiada pelas notas conhecidas do italo disco, do house e do dance-pop.

19. “THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis HiltonWhitney Houston.

18. “ABOUT DAMN TIME”, Lizzo

Já faz três anos desde que Lizzo parou o mundo com o lançamento de seu último álbum de estúdio – mas, atendendo nossas preces, ela está retornando para o cenário musical. O lead single de seu próximo compilado, “About Damn Time”, estende-se para o saudosismo inebriante do final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, com um nu-disco absorvido pelo funk-pop, marcado pelas impactantes notas do piano e por um baixo arrepiante – além de uma narrativa de empoderamento própria da identidade da cantora.

17. “4 DA MANHÃ EM SALVADOR”, Baco Exu do Blues

Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.

16. “HOW LONG”, Tove Lo

Depois da nostálgica incursão de ‘Sunshine Kitty’, que merecia mais reconhecimento do que tem, a performer sueca Tove Lo foi escalada para compor e cantar uma das faixas originais da aclamada série adolescente ‘Euphoria’, estrelada por Zendaya. Intitulada “How Long”, o pulsante electro-dark parte da perspectiva de um eu-lírico marcado por tristezas e decepções, declamando sobre um relacionamento tóxico que, na verdade, nunca foi verdadeiro.

15. “BOYFRIEND”, Dove Cameron

Dove Cameron começou a fazer sucesso no Disney Channel e, depois de ter protagonizado a trilogia ‘Descendentes’, começou a investir em peso em sua carreira musical. “Boyfriend”, dessa maneira, representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo que remete às incursões iconográficas de Ariana Grande. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

14. “CAROLINA”, Taylor Swift

Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos, Taylor Swift nos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.

13. “N95”, Kendrick Lamar

Kendrick Lamar voltou em 2022 com mais um projeto espetacular, intitulado ‘Mr. Morale & the Big Steppers’. Uma das faixas que melhor representa as ideias por trás do álbum em questão é “N95”, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzblues e rap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

12. “ATOPOS”, Björk

Björk escolheu “Atopos” como a faixa de abertura e como lead single  da inesperada obra-prima ‘Fossora’ – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade.

11. “PURE/HONEY”, Beyoncé

‘Renaissance – Act I’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

10. “FRANKENSTEIN”, Rina Sawayama

Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina Sawayama deu tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano com o ótimo ‘Hold the Girl’, seu segundo álbum de estúdio oficial. E a faixa-assinatura do compilado veio um pouco depois de seu lançamento oficial, com “Frankenstein” – um mergulho no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina.

9. “PAPI BONES”, FKA Twigs

No ótimo ‘CAPRISONGS’FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.

8. “DREAM GIRL EVIL”, Florence + the Machine

Colaborando com Dave Bailey, vocalista da banda Glass AnimalsFlorence Welch dá vida à narcótica atmosfera de “Dream Girl Evil”, construindo um enredo sarcástico e ácido, revelando a disparidade de gênero em que, quando uma mulher se posa como independente, atrai olhares de desprezo pelos homens: puxando elementos da icônica canção “Freedom!”, de George Michael, Florence abusa de uma retórica com propósito condescendente para com seu interlocutor, perguntando a ele se “eu o desapontei? A mamãe deixou você triste? Eu te faço lembrar de todas as garotas que te deixaram louco?”.

7. “TAKE MY BREATH”, The Weeknd

lead single de ‘Dawn FM’, recente álbum de The Weeknd, veio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do discoGiorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.

6. “HOLD MY HAND”, Lady Gaga

Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.

5. “OUT OF TIME”, The Weeknd

‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.

4. “CHILDREN OF THE EMPIRE”, Weyes Blood

A evocativa “Children of the Empire” é uma explosão instrumental que renega a maximização espetacular, procurando um ponto de encontro entre os arranjos que despontam e a rendição irretocável da performer. A princípio, a profusão de instrumentos pode parecer estranha, oscilando entre sintetizadores robóticos, o dedilhar de cordas e as notas ácidas de um piano (tudo pincelado com um coro gospel que surge no refrão) – mas a mixórdia de sensações é um deleite para os ouvidos, principalmente aliada a versos como “nós não temos mais tempo para ficar com medo” e “filhos do império sabem, sabem que não são livres”.

3. “SAOKO”, ROSALÍA

Com ‘MOTOMAMI’, ROSALÍA lançou seu melhor e mais experimental álbum até hoje, utilizando toda sua criatividade para refletir sobre a própria vida. E um dos singles oficiais da produção vem com “Saoko”, uma investida extremamente conceitual que desconstrói conceitos do reggaeton e do cyberpunk, unindo-os em uma alternância de estilos que não poderia ser feita por mais ninguém além dessa já memorável artista.

2. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

1. “L’ENFER”, Stromae

É provável que você nunca tenha ouvido de falar de Stromae – mas certamente deveria. O cantor e compositor belga retornou em 2022 com o incrível ‘Multitude’ e, dentro dessa melancólica e expressiva jornada, rendeu-se à melhor faixa do ano até agora – a profunda “L’Enfer”. Movida pelas densas notas de um piano clássico e pela interpolação com urgentes sintetizadores, a canção fala sobre depressão e pensamentos suicidas, enquanto realiza uma compressão niilista sobre o mundo e sobre a vida.

BÔNUS: “GOOD DAYS”, SZA

Quando montamos essa lista, SZA ainda não havia lançado o irretocável álbum ‘SOS’. Para não reestruturarmos o ranking inteiro, resolvemos dedicar uma seção hors concours para a icônica cantora e compositora e colocar “Good Days” como uma das melhores incursões do ano. A faixa traz aspectos do R&B alternativo, do neo-soul e do soul psicodélico, alimentado por uma atmosfera saudosista dos anos 2000 e inclusive conquistando uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B.

‘Cidade em Chamas’: Assassinato misterioso no trailer da nova série da Apple TV+; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense Cidade em Chamas(‘City on Fire’).

A produção será lançada pelo serviço de streaming no dia 12 de maio.

Confira:

Criada por Josh SchwartzStephanie Savage, a série é baseada no livro homônimo do autor Garth Risk Hallberg.

Após Samantha Cicciaro ter sido baleada no Central Park, na cidade de Nova York, no dia 4 de julho de 2003, a investigação criminal revela uma conexão inesperada entre uma série de incêndios misteriosos em toda a cidade, a cena musical do centro e uma rica família imobiliária se desgastando sob a tensão dos muitos segredos que guardam.

O elenco conta com Wyatt Oleff, Chase Sui Wonders, Jemima Kirke, Nico Tortorella, Ashley Zukerman, Xavier Clyde, Max Milner, Alexandra Doke, Omid Abtahi, Kathleen Munroe, John Cameron Mitchell, Michael Tow, Alexander Pineiro, Amel Khalil e Beth Malone.

‘Patrulha do Destino’: Episódios FINAIS da série já estão disponíveis na HBO Max!

Os episódios finais da 4ª e última temporada de Patrulha do Destino’ já estão disponíveis no catálogo da HBO Max.

Os capítulos de encerramento foram lançados na plataforma de streaming no último dia 12 de outubro.

Relembre o trailer:

Na primeira parte do ciclo final, os protagonistas acabaram presos em uma dimensão chamada Orqwith. Já na mansão, o refrigerador contendo uma criatura perigosa foi deixado acidentalmente aberto.

De acordo com o diretor Bosede Williams, em entrevista ao Entertainment Weekly, os novos episódios irão continuar imediatamente a partir destes ganchos na narrativa: “O criador da série [Jeremy Carver] realmente queria apresentar a dimensão Orqwith para os fãs, porque ela tem sido mencionada desde a primeira temporada.”

Ele completa, Nós sabíamos que essa dimensão devia ser sombria e desorientadora porque os personagens nunca haviam visto algo parecido. Devia ser algo sinistro para realmente tirá-los de sua zona de conforto.”

Apesar do cancelamento, os fãs podem ficar despreocupados, pois o ator Mark Sheppard (‘Supernatural’), intérprete de Willoughby Kipling, disse à Entertainment Weekly que a atração terá um desfecho apropriado em respeito ao público.

“Sinceramente, acho que estávamos preparados para esse cancelamento. O final da 4ª temporada é muito bom. É muito bom como um final para a história em si. O que posso garantir é que tivemos a oportunidade de fazer quatro temporadas de um lindo trabalho. Foi uma alegria e tanto.”

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), ‘Patrulha do Destino‘ é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

TUBARÃO aterroriza Paris no trailer do suspense ‘Sob as Águas do Sena’; Confira!

Netflix divulgou o trailer do novo suspense francês Sob as Águas do Sena.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 05 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Xavier Gens, que também assina o roteiro ao lado de Sebastien AuscherYannick Dahan.

A trama acompanha Sophia, uma cientista brilhante que descobre que um tubarão enorme está nadando nas profundezas do rio Sena.

O elenco conta com Bérénice BejoNassim LyesIñaki LartiqueLéa Léviant e outros.

Katy Perry lança videoclipe oficial de “I’m His, He’s Mine”, colaboração com Doechii; Confira!

A icônica popstar Katy Perry lançou o videoclipe oficial de “I’m His, He’s Mine”, terceiro single de 143, seu aguardado sétimo álbum de estúdio.

A faixa é uma colaboração ao lado da artista Doechii e já está disponível nas plataformas de streaming.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais também conta com as canções “Woman’s World”“Lifetimes”, com estreia marcada para o dia 20 de setembro.

Confira a tracklist:

1. Woman’s World
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage)
3. Gorgeous (feat. Kim Petras)
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii)
5. Crush
6. Lifetimes
7. All the Love
8. Nirvana
9. Artificial (feat. JID)
10. Truth
11. Wonder

Lembrando que Perry se apresentará no Rock in Rio, no Palco Mundo, no mesmo dia de lançamento do álbum.

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, Smile, foi lançado em 2020.

Capitão América | Ranqueamos TODOS os filmes do herói no MCU – incluindo ‘Admirável Mundo Novo’

Capitão América é, sem sombra de dúvida, um dos personagens mais conhecidos do panteão da Marvel Comics e do Universo Cinemático Marvel.

O herói fez sua estreia oficial nos quadrinhos criados por Joe SimonJack Kirby, mais especificamente em 1940 na HQ Captain America Comics #1. Sagrando-se um dos emblemas desse universo em constante expansão, o personagem ganhou sua primeira adaptação em live-action em 1944 com uma coleção de quinze filmes seriados estrelados por Dick Purcell. Porém, não foi até 2011 que ele ganharia sua roupagem mais conhecida pelas mãos de Chris Evans – que, este ano, passou o manto para Anthony Mackie em uma nova e ambiciosa rendição.

Com a recente estreia de Capitão América: Admirável Mundo Novo’ nos cinemas mundiais, chegou a hora de relembrar essa poderosa franquia cinematográfica. Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando todos os filmes do herói no MCU.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

4. CAPITÃO AMÉRICA: ADMIRÁVEL MUNDO NOVO (2025)

Direção: Julius Onah

O grande problema de Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é querer ser mais do que consegue – e não, não estou me referindo ao trabalho impecável do elenco. O quarto filme da franquia, e o primeiro que traz Anthony Mackie como o personagem titular, tem um objetivo ambicioso demais para ser levado a sério ao abrir portas para uma mixórdia sem sentido e desnecessariamente complicada entre suspense, drama de conspiração, ação, aventura e comédia, apostando fichas em algo que poderia ter dado muito certo caso o roteiro não fosse insípido e clichê demais.

Mackie faz um ótimo trabalho ao retornar como Sam Wilson e vestir, enfim, o manto do Capitão – trazendo todo o charme do personagem à tona. Harrison Ford é outro astro a ganhar destaque como Thaddeus Ross, o presidente dos Estados Unidos e o infame Hulk Vermelho, divertindo-se como nunca em um papel bem despojado. Porém, o diretor Julius Onah, conhecido por seu trabalho em ‘O Paradoxo Cloverfield’, constrói várias peças soltas que não se encaixam e que deixam inúmeras pontas soltas sem propósito algum – e manchando a grande estreia de Sam Wilson no MCU como o herói.

3. CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL (2016)

capitão américa guerra civil

Direção: Anthony e Joe Russo

Há quase dez anos, a saga Capitão América chegava aos cinemas com um antecipado terceiro capítulo intitulado ‘Guerra Civil’. Como o nome próprio afirma, a narrativa antecipa o aguardado embate entre o Capitão América/Steve Rogers (Chris Evans) e o Homem de Ferro/Tony Stark (Robert Downey Jr.) após os eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron’ – que levou os políticos a criarem formas de controlas os super-heróis, ainda mais considerando as repercussões catastróficas das ações do time. Porém, em meio a ideologias bastante conflituosas, Steve e Tony entram em rota de colisão com seus respectivos aliados.

Dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (que ficariam responsável por ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Vingadores: Ultimato’), o filme é um grande espetáculo visual e técnico que conta com performances de tirar o fôlego e consegue navegar entre temas bastante interessantes e pertinentes à própria narrativa. Porém, apesar dos acertos falarem mais alto, o longa soa um tanto esquecível em meio a outras produções do MCU e insurge mais como filler do que como uma história, de fato, marcante.

2. CAPITÃO AMÉRICA: O PRIMEIRO VINGADOR (2011)

capitão américa

Dirigido: Joe Johnston

Em 2011, o público conhecia a icônica história de origem de um dos super-heróis mais famosos de todos os tempos: Capitão América. No longa-metragem homônimo, que trouxe Joe Johnston (‘Jumanji’, ‘O Lobisomem’) à cadeira de direção em um trabalho memorável e aplaudível, acompanhamos Steve Rogers, um jovem que participa de experiências visando a criação do supersoldado americano. Quando os oficiais militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, eles percebem que não podem arriscar a vida do jovem nas batalhas de guerra.

O filme sagrou-se um sucesso crítico e comercial, e não foi por menos: além de introduzir oficialmente o personagem ao MCU, Johnson comandou essa incrível adaptação com “fogo nos olhos”, por assim dizer, apostando fichas em um espetáculo visual e narrativo do começo ao fim. Para além da performance irretocável de Evans, o projeto também contou com a bem-vinda presença de nomes como Hugo WeavingTommy Lee JonesHayley Atwell, todos desfrutando de uma química invejável nas telonas.

1. CAPITÃO AMÉRICA: O SOLDADO INVERNAL (2014)

capitão américa o soldado invernal

Direção: Anthony e Joe Russo

Depois do fim da Fase 1 do MCU com ‘Vingadores’, a Fase 2 do panteão super-heroico teve um início conturbado com o lançamento de ‘Homem de Ferro 3’ – o primeiro título da Marvel Studios a, de fato, dividir tanto o público quanto a crítica, ainda mais quando comparado aos dois capítulos anteriores da trilogia. Assim, Joe e Anthony Russo tiveram um trabalho árduo para reconquistar a confiança dos fãs – e dessa forma o fizeram com a estreia de Capitão América: O Soldado Invernal’.

O filme não é considerado apenas a melhor entrada da saga do Capitão América, mas um das melhores adaptações de HQs da história do cinema – estando no mesmo calibre que ‘Homem-Aranha 2’, por exemplo. Acertando todas as notas com fluidez e comprometimento impressionantes, a trama se passa após os eventos catastróficos em Nova York com os Vingadores e traz o Capitão América tentando se ajustar ao mundo moderno. Porém, quando um colega é atacado, ele se vê preso em uma rede de intrigas que ameaça colocar o mundo em risco. Em parceria com a Viúva Negra e Falcão, seu novo aliado, o Capitão América tem que enfrentar um misterioso e inesperado inimigo: o Soldado Invernal.

Emmy Awards 2025 | Kathy Bates faz HISTÓRIA ao ser indicada à premiação por ‘Matlock’

A série ‘Matlock‘, estrelada pela Kathy Bates (‘American Horror Story’), ganhou momento significativo com os inúmeros elogios à atriz – que, inclusive, fez história durante a cerimônia de indicados à 77ª edição do Emmy Awards.

Bates conquistou uma nomeação à cadeira de Melhor Atriz em Série de Drama por seu aplaudido trabalho e, com isso, tornou-se a atriz mais velha a realizar o feito, com 77 anos de idade.

Bates tem grandes chances de vencer a estatueta, considerando sua vitória no Critics Choice Awards por sua performance. Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.

Na trama, após alcançar sucesso em seus anos mais jovens, a brilhante septuagenária Madeline Matlock (Bates) volta a trabalhar em um prestigiado escritório de advocacia, onde usa seu comportamento despretensioso e táticas astutas para ganhar casos e expor a corrupção interna. Inspirado na clássica série de televisão de mesmo nome.

O elenco ainda contará com Skye P. Marshall, Jason Ritter, David Del Rio e Leah Lewis.

Jornada ÉPICA nas cenas inéditas de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, próximo spin-off de ‘Game of Thrones’

A HBO divulgou uma prévia com seus principais lançamentos para 2026 e aproveitou para revelar cenas inéditas de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.

A produção será lançada oficialmente no dia 19 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.

Confira, a partir de 00:33:

 

Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Kesha lança videoclipe oficial do single “ORIGAMI!”; Assista!

A popstar indicada ao Grammy Kesha lançou hoje (21) o videoclipe oficial de seu mais recente single, “ORIGAMI!”.

A faixa, que chegou às plataformas de streaming no começo do mês, funciona como música solta e foi produzida de maneira independente pela artista e por Kyle Buckley.

Ouça:

Lembrando que o último compilado de originais de Kesha foi o elogiado ‘.’, que conta com onze faixas, incluindo as canções“JOYRIDE”“DELUSIONAL”“YIPPEE KI YAY”.

Kesha ganhou fama em 2009 com o single “Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns Animal (2010) e Rainbow (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto Warrior (2012) e High Road (2020) entraram para o Top 10.

Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por RainbowMelhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.

DC Universe não será cancelada após o lançamento da HBO Max

Desde a notícia de que a WarnerMedia estaria desenvolvendo sua própria plataforma de streaming, a HBO Max, surgiram rumores do cancelamento da DC Universe.

Mas segundo o The Hollywood Reporter, não foram confirmadas mudanças ou o cancelamento do serviço, pelo menos nos próximos meses, o mesmo vale para HBO Now, HBO Go e CW Seed, todas de propriedade da WarnerMedia.

Embora haja uma ameaça a longo prazo para a DC Universe, por conta da competição de mercado interno com a WarnerMedia, essa ameaça não é iminente.

Para quem não sabe, o serviço de streaming distribui séries como ‘Titãs‘, ‘Justiça Jovem’, ‘Monstro do Pântano’, ‘Patrulha do Destinoe a futura série daStargirl’.

‘Locke & Key’ é oficialmente renovada para a 2ª temporada

Após o enorme sucesso de ‘Locke & Key‘, a Netflix anunciou no Twitter que a série foi oficialmente renovada para sua 2ª temporada.

No entanto, não há detalhes sobre o início das gravações e nem previsão de estreia.

Confira:

“Mais chaves, mais demônios, e mais aloha! ‘Locke & Key está retornando oficialmente para a 2ª temporada!”

Em entrevista ao Collider, os showrunners Carlton CuseMeredith Averill aproveitaram o sucesso da 1ª temporada para comentarem sobre o que os fãs podem esperar para o próximo ciclo – indicando que a mitologia criada por Joe Hill será expandida cada vez mais.

“Houve um processo de história pelo qual passamos, no qual tivemos que fazer decisões fundamentais sobre o que colocaríamos na 1ª temporada e o que levaríamos para a 2ª. Passamos um longo tempo conversando sobre o que iríamos apresentar da mitologia no começo, e fizemos decisões conscientes sobre o que traríamos para o final da primeira temporada e o que seria guardado para o futuro. Acho que ficamos bem felizes com os resultados. Há algumas revelações interessantes para a 2ª temporada, mas decidimos dar ao público uma boa dose de respostas logo de cara”.

Lembrando que os dez primeiros episódios já estão disponíveis na Netflix.

Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill, e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas, tentando mantê-las protegidas das forças malignas do vilão Caravaggio.

De acordo com o Deadline, a série trará Connor Jessup e Jackson Robert Scott como protagonistas, interpretando os irmãos Tyler e Bode Locke, respectivamente. 

Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) também fazem parte do elenco. Gluck será Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.

Além deles, Coby Bird dará vida à Rufus Whedon, um personagem neurodivergente que se torna uma peça essencial na missão de Bode e Tyler Locke. 

 Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de HillAndre Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.

‘Brooklyn Nine-Nine’: Elenco comemora o início das gravações da 8ª temporada; Confira!

A pandemia do Coronavírus havia impedido o início das gravações da 8ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine, mas parece que a produção já está avançando a todo vapor.

Através do Instagram, Terry Crews, Joe Lo Truglio e Stephanie Beatriz comemoraram a notícia compartilhando algumas imagens dos bastidores, mostrando que todos estão respeitando o uso de máscaras nos sets.

Lembrando que a NBC anunciou que os novos episódios serão lançados ainda em 2021, mas sem data específica.

Confira as publicações:

 

 

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Há alguns meses, Crews havia declarado que os roteiros do novo ano haviam sido descartados para que a produção possa abordar questões sociais e raciais de forma mais precisa, madura e apurada.

“Tivemos muitas conversas sombrias e profundas e esperamos que, com isso, possamos fazer algo que seja verdadeiramente inovador neste ano. Temos uma oportunidade e planejamos usá-la da melhor maneira possível. O nosso showrunner, Dan Goor, tinha quatro episódios prontos e os jogou no lixo. Temos que começar de novo. No momento, não sabemos em que direção ele vai seguir”.

Assista ao trailer da 7ª temporada:

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.