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“O Esquadrão Suicida” | Projetos da DC que gostaríamos que James Gunn assumisse

A ida de James Gunn para a DC pegou muita gente de surpresa na época em que aconteceu. O diretor tinha acabado de ser demitido da Marvel por conta de tweets antigos controversos e logo foi anunciado como o diretor e roteirista do novo Esquadrão Suicida. Como o primeiro filme tinha falhado em replicar o estilo de Gunn à frente da franquia Guardiões da Galáxia, foi uma alternativa interessante trazê-lo para comandar a nova empreitada do Esquadrão. E deu muito certo.

Com bastante liberdade criativa e a permissão para realizar um filme para maiores, o diretor fez do longa seu grande parque de diversões e entregou uma aventura com alma, violência, reflexão e muita criatividade. Cheio de moral na casa nova, James Gunn está sendo cotado para trabalhar em outros projetos do estúdio, além da série do Pacificador. Por isso, o CinePOP decidiu dar algumas sugestões de personagens que poderiam render grandes filmes nas mãos de Gunn.


Jonah Hex

Para quem não está muito familiarizado com os quadrinhos, Jonah Hex pode ser apenas um filme terrivelmente horroroso de 2010, que foi estrelado por Josh Brolin. Porém, o personagem não se resume apenas àquela atrocidade. Ele é fantástico e conta com uma mitologia absurda que mistura o faroeste com o sobrenatural. Jonah é um cowboy filho de uma prostituta com um alcóolatra, que é vendido aos 13 anos e cresce aprendendo os costumes dos nativos americanos. Suas histórias mexem bastante com o Western e ele não tem nenhum poder super-humano. Suas habilidades consistem em ser um exímio atirador, seja com revólveres ou armas brancas, que eventualmente acaba lidando com ameaças sobrenaturais e já foi até mesmo levado para o futuro, onde enfrentou motoqueiros ao melhor estilo Mad Max.

Além de já ter trabalhado bem esse conceito de violência e ter expressado seu desejo de dirigir um Western, James Gunn tem um talento sem igual para desenvolver personagens ambíguos, que mesmo imersos no fracasso conseguem fazer grandes feitos, vide Super (2010). Além de trazer profundidade para Jonah Hex, o diretor poderia explorar o suspense do sobrenatural mesclado com elementos do terror B, que ele adora. Seria promissor.

Gladiador Dourado

Egocêntrico, bonitão, polêmico… Michael Jon Carter, também conhecido como o Gladiador Dourado, é um grande babaca. Vindo da Gotham City do Século XXV, Michael é um ex-atleta que foi demitido de sua equipe depois de descobrirem que ele apostava nos resultados do próprio time e fazia o que era preciso para ganhar uma graninha no jogo. Com isso, ele vira zelador de um museu dos super-heróis, onde estuda tudo sobre os grandes eventos do passado e começa a bolar um plano para conseguir riquezas e glórias, algo bem diferente do fundo do poço que ele estava vivendo.

Assim, ele furta vários aparatos heroicos que estavam no museu e junto do robô segurança Skeets viaja para o passado, onde tentará ser um super-herói. Porém, ele nunca deixa de ser um grande babaca atrapalhado que busca a todo custo a aprovação de outros heróis, da imprensa e do público. A forma como James Gunn trabalha esses personagens arrogantes é interessante, porque ele consegue expor o jeitão marrento, mas também costuma humanizá-los. Talvez o maior exemplo disso seja o Fred, dos filmes live action do Scooby-Doo. Ele foi roteirista dos dois longas e usou bem as inseguranças do líder da Mistério S/A para mostrar que tinha um ser humano por trás daquela pose de machão. E, claro, daria para explorar bem a amizade do Gladiador Dourado com o Besouro azul, apelando bastante para a comédia em um filme ao melhor estilo Buddy Cop.

Liga da Justiça

Apesar do que alguns tentam empurrar goela abaixo dos fãs de filmes com super-heróis, a DC não é apenas “realista e sombria”. Limitar a empresa a essa visão acinzentada é excluir algumas das sagas e universos maravilhosos de quase 90 anos de existência da editora. E isso se aplica diretamente ao principal grupo da casa: a Liga da Justiça. A junção dos nomes mais famosos dos quadrinhos para trabalharem em equipe é um das coisas mais fantásticas da história das HQs e merece bem mais do que as visões do filme de 2017 e de 2021. Nas duas versões da Liga, tanto Zack Snyder quanto Joss Whedon priorizaram alguns personagens e deixaram outros de lado, dando a sensação de que os eventos de “Liga da Justiça” serviriam apenas como uma ponte para outros projetos futuros. E isso é muito pouco para o que um longa dessa equipe pode entregar.

Além disso, ambas as versões não exploraram visualmente os poderes dos heróis e a psicodelia de alguns vilões, prezando sempre pelos filtros escuros ou avermelhados. A graça de se envolver com uma equipe tão rica é justamente trazer vilões e situações inesquecíveis, que farão do filme memorável, mais ou menos como James Gunn fez em O Esquadrão Suicida (2021) ao trazer ninguém menos que Starro, o Conquistador como vilão principal da trama. Foi inesperado, foi visualmente fantástico e foi épico. Fora, claro, o talento de Gunn para trabalhar a dinâmica de equipes com membros muito diferentes uns dos outros. Seria uma oportunidade única para a maior equipe dos quadrinhos poder fazer frente ou até mesmo superar Os Vingadores nos cinemas.

 

Arlequina e Hera Venenosa

Uma das relações dos quadrinhos mais legais e inesperadas dos últimos tempos é o casal Arlequina e Hera Venenosa. As duas contracenaram pela primeira vez em 1993, performando como vilãs do Batman. Só que, com o passar dos anos, os roteiristas perceberam que havia um shipp não oficial que permeava os fãs: juntar as duas como um casal maligno, lunático e bem… por que não empoderado? E antes que alguém venha reclamar que é forçar a barra, a Hera Venenosa tenta colocar a Harley acima dos padrões masculinos desde a primeira vez que ela viu o relacionamento abusivo e o fanatismo dela pelo Coringa, tanto que uma das primeiras missões delas é assaltar e humilhar frequentadores de casas noturnas por toda Gotham.

Mais recentemente, com a série animada da Arlequina – que pode ser vista no HBO MAX -, o casal ganhou uma abordagem ainda mais irônica, politicamente incorreta e sacana, que se aproveita dos clichês dos quadrinhos e dos fãs de quadrinhos para satirizar esse universo em meio a muita violência explícita e situações sem sentido. Como se não fosse o bastante, James Gunn e Margot Robbie se entenderam muito bem fora das câmeras, iniciando uma amizade que reviveu na atriz a vontade de seguir como a Harley dos cinemas. Anteriormente, ela havia dado declarações sobre dar um tempo com a maluquinha favorita de todos. Esses fatores pesariam bastante na hora de conceber um filme que seria divertido, violento, representativo e revolucionário. Há também boatos de que Gunn estaria cotado para assumir Sereias de Gotham, um projeto engavetado que estava originalmente designado a David Ayer, mas que acabou não vendo a luz do dia graças as péssimas críticas que o Esquadrão dele conseguiu. Além da Harley e da Hera Venenosa, o grupo também conta com a presença da Mulher Gato, o que poderia funcionar bem como um tipo de sequência para Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa (2020).

 

Superman

Ok, talvez esse seja o item mais controverso dessa lista. No entanto, vale ressaltar que a Warner trouxe James Gunn para a DC na intenção dele dirigir um filme do Superman. Nos últimos anos, a imagem do maior herói de todos os tempos foi massacrada nas telonas e em outras mídias. Mesmo sendo conhecido como um símbolo de esperança, diversas produções decidiram fazer versões maléficas do Superman, seja o Capitão Pátria de The Boys, o Omni-Man de Invincible, o Superman de Zack Snyder, que tem algumas atitudes reprováveis para quem deveria inspirar os outros, ou até mesmo o Superman dos quadrinhos e games, como na saga Injustice. Fato é que já deu dessa história de Super-Homem do mal. A questão está tão saturada que até mesmo o próprio James Gunn produziu seu próprio “Super Malvadão”, em Brightburn: Filho das Trevas (2019). Bola pra frente, pessoal. A mitologia do Último Filho de Krypton é riquíssima e chega a ser um pecado que insistam apenas na versão corrompida do maior de todos.

Em tempos nos quais todo cara bonitão de azul e vermelho vem sendo mostrado como um mau-caráter, trazer o bom e velho Clark Kent heroico, bonachão e símbolo de esperança e inspiração seria uma bola dentro. E se fosse para dar esse filme para James Gunn, seria maravilhoso se ele adaptasse Superman: As Quatro Estações ou Grandes Astros: Superman. Enquanto a primeira é uma história intimista belíssima que mostra com primor o lado humano de Clark Kent e do Superman em diferentes partes de sua vida – passando pela adolescência na fazenda dos Kent até a vida caótica em Metrópolis -, deixando claro o porquê dele ser o símbolo quase imaculado que todos conhecem, a segunda é mais apoteótica. Em Grandes Astros: Superman, o quadrinista Grant Morrison ousou ao trazer brilhantemente algo que não é tão abordado nas HQs: o Superman está morrendo. Ao descobrir que suas células não estão resistindo, Clark vai em busca de resolver os 12 desafios universais, que são praticamente impossíveis de serem cumpridos. Porém, tal qual Hércules, o herói usa seus últimos dias para resolver esses trabalhos e ajudar civilizações em diversos cantos do universo, incluindo sua amada Terra. E nesse processo de benevolência, o fragilizado Superman resolve suas próprias questões pessoais com amigos, família, inimigos e consigo mesmo. É uma história que consegue ser tão grandiosa quanto intimista. Seria um desafio não apenas narrativo, mas também visual para James Gunn, que teria de trabalhar os últimos dias do maior ícone dos quadrinhos. Mas, com sua sensibilidade e capacidade de humanizar personagens, Gunn poderia trazer verdadeiras obras de arte adaptando uma dessas duas sagas.

 

Bônus:

Homem Brinquedo

Apesar desse visual meio João Doria, o Homem Brinquedo é um dos maiores vilões do Superman e fez parte da infância de muitos jovens dos anos 1990/2000 ao aparecer em diversos episódios de Liga da Justiça Sem Limites e Super Choque. Winslow Schott veio de uma família de fabricantes de bonecos e descontou a tristeza de saber que sua esposa não podia ter filhos na produção de brinquedos, o que permitia que ele ficasse próximo das crianças. Só que alguns imprevistos acontecem e ele passa a ter surtos psicóticos. Depois de passar por um ritual de magia do mal, Schott se torna praticamente imortal ao adquirir a habilidade de transferir sua consciência para objetos inanimados. Então, tal qual Charles Lee Ray, ele “possui” um de seus bonecos robôs e fica desse jeito aí da imagem. E não é brincadeira, o vilão já colocou o próprio Superman em diversas roubadas que pareciam impossíveis de serem vencidas.

Por se tratar de um vilão com um passado e um visual tão bizarro, e por envolver esses elementos sobrenaturais típicos dos filmes B de terror dos anos 80, James Gunn poderia trazer bastante personalidade para o Homem Brinquedo. Talvez não necessariamente em um filme, mas quem sabe uma série?

E você? Qual projeto da DC gostaria de ver sendo trabalhado por James Gunn? Diga nos comentários!

Crítica | Amizade de Férias – John Cena estrela divertida comédia do Star+ de dar nos nervos!

Existe todo tipo de comédia, e a melhor delas é aquela que nos faz rir, e muito, por apresentar histórias às quais a gente se identifica ou gostaria de passar longe. Mas os Estados Unidos são especialistas em criar comédias constrangedoras – aquele tipo de filme em que os personagens se colocam em situações que vão deixando a gente nervoso, nervoso até que a coisa toda explode de uma vez. É o caso de ‘Amizade de Férias’, primeiro grande lançamento da plataforma Star+ direto em seu serviço de streaming.

Marcus (Lil Rel Howery) e Emily (Yvonne Orji) são apenas um casal comum, de férias no México. Marcus quer pedir Emily em casamento e tem tudo planejado para essas férias perfeitas, porém, a viagem começa a desandar quando eles descobrem que o quarto que haviam reservado foi inundado com água da jacuzzi da suíte presidencial, fazendo com que seus planos fossem literalmente por água abaixo. Por causa disso, os dois conhecem Ron (John Cena) e Kyla (Meredith Hagner), um casal muito sem noção que está hospedado na tal suíte presidencial. Muito generosos, Ron e Kyla decidem convidar os dois a se hospedarem com eles em seu quarto. Sem opção, Marcus e Emily topam ficar com eles, pois os dois parecem cheios de energia e podem proporcionar muita diversão à viagem de férias. Só que essa amizade, que era para ser apenas momentânea, acaba saindo do controle quando subitamente é transportada para a vida real.

Em cerca de uma hora e quarenta minutos o espectador atravessa uma verdadeira jornada junto com o casal protagonista, metendo-se em situações tão absurdas quanto bizarras. O roteiro escrito por Tom Mullen, Tim Mullen e Clay Tarver se dedica a construir um besteirol estilo ‘American Pie’, cujo nível de tensão vai aumentando gradativamente por conta do enorme contraste entre Ron e Marcus – aquele, um folgado inconsequente, este um sujeito organizado e focado. O choque entre esses dois mundos é o que dá o tom cômico dessa verdadeira desventura que os dois casais atravessam, construindo uma amizade não planejada.

John Cena rouba a cena (com o perdão do trocadilho) construindo um personagem muito, muito sem noção a la ‘Duas Tias Loucas de Férias’, o que vai dando constrangimento ao espectador diante das atitudes que ele tem – apesar de seu bom coração. Consequentemente, sentimos pena de Marcus, pela enorme furada em que se meteu e sua falta de atitude para conseguir sair dessa enrascada. O filme de Clay Tarver abusa um pouco do nonsense e do protagonista certinho demais, o que acaba destoando o antagonista Ron no bom e no mau sentido. Alguns eventos abusam da suspensão da descrença, e, por vezes, o filme nos perde por isso.

Amizade de Férias’ é uma comédia engraçada e absurda, com situações que você realmente não vai desejar viver. Com um elenco de peso e personagens que parecem ter saído do fundo da sala de aula da 5ª série, é uma opção divertida para quem é assinante da StarPlus.

‘Dumbo’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

O live-actionDumbo‘ ganhou um novo cartaz internacional mostrando o elefantinho voando.

Confira:

Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

O elenco inclui Colin FarrellDanny DeVitoEva GreenMichael KeatonAlan Arkin e Joseph Gatt.

O longa estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de Março.

 

‘Batwoman’ e ‘Supergirl’ se unem em novo teaser da CW; Confira!

The CW divulgou um teaser intitulado “World’s Finest” no qual une as poderosas forças de Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist). O vídeo não vem com muita surpresa, visto que a emissora já havia anunciado um episódio cross-over entre as duas personagens como parte do universo de Crise nas Infinitas Terras.

Confira:

Para quem não se lembra, Batwoman e Supergirl se encontraram pela primeira vez no ano passado, na segunda parte de ‘Elseworlds‘, quando Kara Danvers acompanhou Oliver Queen e Barry Allen até Gotham City para encontrar John Deegan.

Batwoman‘ estreia em 06 de outubro e é estrelada por Ruby Rose, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Dougray Scott, Elizabeth Anweis e Nicole Kang.

Assista ao trailer:

‘O Grito’ ganha novo teaser em contagem regressiva; Confira!

O reboot de O Grito ganhou um novo teaser oficial em contagem regressiva para a estreia.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 13 de fevereiro de 2020.

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passa no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

Depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.

Andrea Riseborough será a protagonista, uma detetive e jovem mãe solteira. O elenco ainda conta com Demián Bichir, John Cho, Betty Gilpin com Lin Shaye e Jacki Weaver.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2728743793823653?sfns=mo

‘Watchmen’ é a grande indicada ao TV Critic Awards 2020; Saiba mais!

Segundo o The Hollywood Reporter, a série Watchmen, que se tornou uma das produções mais aclamadas do ano e da HBO, foi a grande indicada ao TV Critic Awards.

A produção foi nomeada para Melhor Atriz para Regina KingMelhor Série, Melhor Novo ProgramaPrograma do Ano. A única outra obra a também ser indicada para quatro categorias foi Unbelievable, da Netflix.

Relembre o trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

Zendaya estampa belíssimo ensaio fotográfico da Essence; Confira!

A revista Essence publicou a capa oficial de sua próxima edição, trazendo ninguém menos que a vencedora do Emmy Zendaya para celebrar o poder da cultura negra.

Confira:

A atriz foi a mais jovem vencedora da premiação na categoria de Melhor Atriz em Série Dramática por sua incrível interpretação na aclamada ‘Euphoria’.

Vale lembrar que Zendaya volta como MJ para a vindoura sequência da franquia ‘Homem-Aranha’, cujas filmagens já começaram em Atlanta, Geórgia.

Ela se junta a Tom Holland, que retorna como o personagem titular, além de Marisa TomeiJacob BatalonJamie Foxx também foi elencado como o vilão Electro, enquanto Benedict Cumberbatch reprisa seu papel como Dr. Estranho.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

‘Os Irregulares de Baker Street’: Elenco joga STOP em novo vídeo divertido; Confira!

Os Irregulares de Baker Street, ambiciosa série sobrenatural inspirada em Sherlock Holmes, finalmente estreou na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que o elenco protagonista joga um divertido STOP.

Confira:

A série foi escrita por Tom Bidwell, com direção de Johnny KentonJoss AgnewWeronika Tofilska.

A trama é ambientada numa Londres vitoriana e gira em torno de uma gangue de adolescentes delinquentes que são manipulados a resolver crimes para o sinistro Dr. Watson e seu parceiro de negócios misterioso.

Conforme os crimes alcançam um nível sobrenatural e arrepiante e um poder obscuro emerge, cabe aos Irregulares a se unirem para salvar Londres, uns aos outros e, potencialmente, o mundo inteiro.

Thaddea GrahamDarci ShawJojo MarcariMcKell DavidHarrison Osterfield estrelam. Henry Lloyd-Hughes vive Sherlock Holmes, enquanto Royce Pierreson interpreta o Dr. Watson.

‘Hora de Aventura’: Novo especial da aclamada animação ganha clipe oficial; Confira!

HBO Max revelou recentemente um novo clipe oficial do quarto especial de Hora de Aventura.

Intitulado ‘Adventure Time: Distant Lands – Wizard City’ (‘Hora de Aventura: Terras Distantes – Cidade dos Magos’, em tradução livre), a produção tem estreia marcada para 02 de setembro de 2021.

Confira:

Segundo a descrição oficial, ‘Wizard City’ gira em torno de Peppermint Butler, que começa uma nova vida como um mago estudante sem qualquer experiência. Entretanto, quando eventos misteriosos acontecem em seu campus, ele vira alvo de suspeitas. Será que ele conseguirá se versar nas artes místicas a tempo de provar sua inocência?

Mace Montgomery Miskel irá dublar Peppermint. Toks OlagundoyeBex Taylor-Klaus completam o elenco como o Dr. Caledonious e Blaine, respectivamente.

Confira a arte oficial abaixo:

Lembrando que os outros três especiais, ‘BMO’‘Obsidian City’‘Together Again’, já estão disponíveis na plataforma de streaming.

GLAAD Media Awards 2022 | Lil Nas X, ‘Pose’, ‘Eternos’ e mais na lista de indicados à premiação; Confira!

Nesta última quarta-feira, 19 de janeiro, foram anunciados os indicados à 33ª edição dos GLAAD Media Awards, premiação que visa celebrar a representatividade LGBTQIA+ na mídia mainstream, incluindo no cinema, na televisão e na música, entre os dias 01 de janeiro e 31 de dezembro do ano passado.

Os nomeados foram revelados pela finalista do icônico programa de competição ‘RuPaul’s Drag Race’Gottmik, através do TikTok.

“Mídia pode criar uma mudança positiva – e os indicados deste ano representam poderosos projetos, histórias e criadores que mudaram a cultura positivamente e trouxeram ao público histórias LGBTQIA+ novas e impactantes”, declarou o presidente da GLAADSarah Kate Ellis“Há mais indicados este ano do que nunca [246 entre 30 categorias], destacando um aumento no cenário da visibilidade LGBTIQA+ e servindo como lembrete do papel crítico que os filmes, a televisão, a música, o jornalismo e outras forma de mídia podem ter na aceitação crescente dos LGBTQIA+ em face a constantes ataques contra nossa comunidade”.

A cerimônia de vencedores acontecerá em Los Angeles no dia 02 de abril de 2022 e em Nova York no dia 06 de maio de 2022.

Confira a lista de indicados abaixo:

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA INGLESA

MELHOR FILME – LANÇAMENTO AMPLO
Eternos (Walt Disney Studios Motion Pictures)
Everybody’s Talking About Jamie (Amazon Studios)
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Netflix)
tick, tick… BOOM! (Netflix)
Amor, Sublime Amor (Walt Disney Studios Motion Pictures)

MELHOR FILME – LANÇAMENTO LIMITADO
Breaking Fast (Vertical Entertainment)
Gossamer Folds (Indican Pictures)
The Obituary of Tunde Johnson (Wolfe Video)
Mães Paralelas (Sony Pictures Classics)
Plan B (Hulu)
Port Authority (Momentum Pictures)
Shiva Baby (Utopia)
Swan Song (Magnolia Pictures)
Tu Me Manques (Dark Star Pictures)
Twilight’s Kiss (Strand Releasing)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Changing the Game (Hulu)
“Cured”, Independent Lens (PBS)
Flee (NEON)
The Lady and The Dale (HBO)
The Legend of the Underground (HBO)
No Ordinary Man (Oscilloscope Laboratories)
Nuclear Family (HBO)
“Pier Kids”, POV (PBS)
Pray Away (Netflix)
Pride (FX)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Dickinson (Apple TV+)
Gentefied (Netflix)
Love, Victor (Hulu)
The Other Two (HBO Max)
Uma Galera do Barulho (Peacock)
Sex Education (Netflix)
Shrill (Hulu)
Special (Netflix)
Twenties (BET)
Work in Progress (Showtime)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
9-1-1: Lone Star (FOX)
Batwoman (The CW)
The Chi (Showtime)
Patrulha do Destino (HBO Max)
Good Trouble (Freeform)
Grey’s Anatomy (ABC)
The L Word: Generation Q (Showtime)
Pose (FX)
Star Trek: Discovery (Paramount+)
Supergirl (The CW)

MELHOR NOVA SÉRIE
4400 (The CW)
Chucky (Syfy/USA Network)
Hacks (HBO Max)
Harlem (Prime Video)
The Long Call (BritBox)
A Vida Sexual das Universitárias (HBO Max)
Sort Of (HBO Max)
With Love (Prime Video)
Y: The Last Man (FX)
Yellowjackets (Showtime)

MELHOR FILME PARA TV
The Christmas House 2: Deck Those Halls (Hallmark Channel)
Trilogia Rua do Medo (Netflix)
Nash Bridges (USA Network)
Um Crush para o Natal (Netflix)
Under the Christmas Tree (Lifetime)

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
Dopesick (Hulu)
Halston (Netflix)
It’s a Sin (HBO Max)
Little Birds (Starz)
Love Life (HBO Max)
Master of None Presents: Moments in Love (Netflix)
Rurangi (Hulu)
Station Eleven (HBO Max)
Vigil (Peacock)
The White Lotus (HBO)

MELHOR PROGRAMA DE REALITY
12 Dates of Christmas (HBO Max)
Dancing with the Stars (ABC)
Family Karma (Bravo)
I Am Jazz (TLC)
Legendary (HBO Max)
MTV’s Following: Bretman Rock (MTV)
Queer Eye (Netflix)
RuPaul’s Drag Race (VH1)
The Voice (NBC)
We’re Here (HBO)

MELHOR PROGRAMA INFANTIL
“Berry Bounty Banquet”, Strawberry Shortcake: Berry in the Big City (YouTube Kids)
City of Ghosts (Netflix)
“Family Day”, Vila Sésamo (HBO Max)
“Gonzo-rella”, Muppet Babies (Disney Junior)
“Joie de Jonathan”, Fancy Nancy (Disney Junior)
Ridley Jones (Netflix)
Rugrats (Paramount+)
Summer Camp Island (Cartoon Network/HBO Max)
We The People (Netflix)
“Whatever Floats Your Float”, Madagascar: A Little Wild (Hulu/Peacock)

MELHOR PROGRAMAÇÃO INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Amphibia (Disney Channel)
Centaurworld (Netflix)
“Claudia and the Sad Goodbye”, O Clube das Babás (Netflix)
Diário de uma Futura Presidente (Disney+)
Doogie Kamealoha: Doutora Precoce (Disney+)
High School Musical: O Musical: A Série (Disney+)
The Loud House (Nickelodeon)
“Manlee Men”, Danger Force (Nickelodeon)
The Owl House (Disney Channel)
Power Rangers: Dino Fury (Nickelodeon/Netflix)

MELHOR ARTISTA MUSICAL
Brandi Carlile, In These Silent Days (Low Country Sound/Elektra Records)
BROCKHAMPTON, ROADRUNNER: NEW LIGHT, NEW MACHINE (RCA Records/Question Everything)
Demi LovatoDancing with the Devil… the Art of Starting Over (Island Records)
Elton JohnThe Lockdown Sessions (Interscope Records)
HalseyIf I Can’t Have Love, I Want Power (Capitol Records)
Kaytranada, Intimidated (RCA Records)
Lil Nas XMONTERO (Columbia Records)
Melissa Etheridge, One Way Out (BMG)
Mykki Blanco, Broken Hearts and Beauty Sleep (Transgressive Records)
St. VincentDaddy’s Home (Loma Vista Recordings)

ARTISTA REVELAÇÃO
Arlo Parks, Collapsed in Sunbeams (Transgressive Records)
Asiahn, The Interlude (Third&Hayden/Motown)
girl in red, if i could make it go quiet (AWAL)
Jake Wesley Rogers, Pluto (Facet/Warner Records)
Japanese BreakfastJubilee (Dead Oceans)
Joy Oladokun, in defense of my own happiness (Amigo Records/Verve Forecast/Republic Records)
Lauren JaureguiPrelude (Attunement Records/AWAL)
Lily Rose, Stronger Than I Am (Big Loud Records/Back Blocks Music/Republic Records)
Lucy Dacus, Home Video (Matador Records)
VINCINT, There Will Be Tears (Vincint Cannady)

MELHOR PRODUÇÃO DA BROADWAY
Chicken & Biscuits
Company
Thoughts Of A Colored Man

MELHOR VIDEOGAME
Boyfriend Dungeon (Kitfox Games)
Far Cry 6 (Ubisoft)
The Gardener and the Wild Vines (Finite Reflection Studios)
Kena: Bridge of Spirits (Ember Lab)
Life is Strange: True Colors (Deck Nine Games/Square Enix)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan (ManaVoid Entertainment/Skybound Games)
Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Ubisoft)
Unpacking (Witch Beam /Humble Games)
UNSIGHTED (Studio Pixel Punk /Humble Games)

MELHOR REVISTA EM QUADRINHOS
Aquaman: The Becoming, de Brandon Thomas, Diego Olortegui, Skylar Patridge, Scott Koblish, Wade Von Grawbadger, Adriano Lucas, Alex Guimarães, Andworld Design (DC Comics)
Barbalien: Red Planet, de Tate Brombal, Jeff Lemire, Gabriel Hernández Walta, Jordie Bellaire, Aditya Bidikar (Dark Horse Comics)
Crush & Lobo, de Mariko Tamaki, Amancay Nahuelpan, Tamra Bonvillain, Nick Filardi, Ariana Maher (DC Comics)
The Dreaming: Waking Hours, de G. Willow Wilson, Javier Rodriguez, Nick Robles, M.K. Perker, Matheus Lopes, Chris Sotomayor, Simon Bowland (DC Comics)
Guardians of the Galaxy, de Al Ewing, Juann Cabal, Juan Frigeri, Federico Blee, Cory Petit (Marvel Comics)
Harley Quinn: The Animated Series – The Eat. Bang! Kill. Tour, de Tee Franklin, Max Sarin, Erich Owen, Marissa Louise, Taylor Esposito (DC Comics)
Killer Queens, de David M. Booher, Claudia Balboni, Harry Saxon, Lucas Gattoni (Dark Horse Comics)
Star Wars: Doctor Aphra, de Alyssa Wong, Minkyu Jung, Ray-Anthony Height, Federico Sabbatini, Victor Olazaba, Rachelle Rosenberg, Joe Caramagna (Marvel Comics)
Superman: Son of Kal-El, de Tom Taylor, John Timms, Daniele Di Nicuolo, Steve Pugh, Clayton Henry, Gabe Eltaeb, Hi-Fi, Romulo Fajardo Jr., Steve Buccellato, Dave Sharpe (DC Comics)
Wynd, de James Tynion IV, Michael Dialynas, Andworld Design (BOOM! Studios)

MELHOR GRAPHIC NOVEL/ANTOLOGIA
Cheer Up! Love and Pompoms, de Crystal Frasier, Val Wise, Oscar O. Jupiter (Oni Press)
DC Pride [antologia] (DC Comics)
Eighty Days, de A.C. Esguerra (Archaia/BOOM! Studios)
The Girl from the Sea, de Molly Ostertag, Maarta Laiho (Graphix/Scholastic)
Girl Haven, de Lilah Sturges, Meaghan Carter, Joamette Gil (Oni Press)
I Am Not Starfire, de Mariko Tamaki, Yoshi Yoshitani, Aditya Bidikar (DC Comics)
Marvel’s Voices: Pride [antologia] (Marvel Comics)
Renegade Rule, de Ben Kahn, Rachel Silverstein, Sam Beck, Jim Campbell (Dark Horse Comics)
The Secret to Superhuman Strength, de Alison Bechdel, Holly Rae Taylor (Mariner Books/HMH)
Shadow Life, de Hiromi Goto, Ann Xu (First Second/Macmillan)

MELHOR EPISÓDIO DE VARIEDADES OU TALK SHOW
“Bisexual Superman Is Not Ruining Your Childhood, B*tch Please”, The Amber Ruffin Show (Peacock)
“Culture War! Diverse Pilots and Trans Rights”, The Daily Show with Trevor Noah (Comedy Central)
“Elliot Page”, The Oprah Conversation (Apple TV+)
“Jenny Hagel Investigates Why America’s Lesbian Bars Are Vanishing”, Late Night With Seth Meyers (NBC)
“Mj Rodriguez on Historic Emmy Nomination and Hopes for Trans Community’s Future”, The View (ABC)

MELHOR SEGMENTO JORNALÍSTICO TELEVISIVO
“Capehart Condemns Marjorie Taylor Greene’s Transphobic Speech Against Equality Act”, The Sunday Show with Jonathan Capehart (MSNBC)
“Danica Roem to LGBTQ Americans: You Have to Care About Politics”, State of the Union (CNN)
“HIV/AIDS: 40 Years Later”, TODAY (NBC)
“McBride On Anti-Trans Bills: ‘This Is Legislative Bullying Plain & Simple'”, Stephanie Ruhle Reports (MSNBC)
“Valedictorian Says His Graduation Speech on Mental Health & LGBTQ Identity Was Cut Off”, GMA3: What You Need to Know (ABC)

MELHOR PROGRAMA JORNALÍSTICO
“Anderson Speaks to Legendary AIDS and Gay Rights Activist”, Anderson Cooper Full Circle (CNNgo)
“Gay Panic”, This is Life with Lisa Ling (CNN)
“Life After Pulse”, (WESH)
“Mama Gloria”, AfroPop: The Ultimate Cultural Exchange (PBS)
“Pride of The White House”, (MSNBC)
“PRIDE on ABC News Live: What’s Next for the LGBTQ+ Community”, (ABC News Live)
“Trans in Texas” United Shades of America (CNN)
“Trans in Trumpland”, (Topic)
“TransAmerica”, (NBC News NOW)
“The Week in Pride”, The Week with Joshua Johnson (MSNBC)

MELHOR ARTIGO IMPRESSO
“Billy Porter Breaks a 14-Year Silence: ‘This Is What HIV-Positive Looks Like Now'”, de Billy Porter, contado por Lacey Rose (The Hollywood Reporter)
“Books Probed by a Texas Lawmaker by Women, People of Color, LGBTQ Writers. They’re Asking: ‘Really?'”, de Talia Richman & Corbett Smith (The Dallas Morning News)
“Bowen Yang is Defining Funny for a New Generation”, de David Canfield (Entertainment Weekly)
“Diary of an ICE Detainee”, de Yariel Valdes Gonzalez (Washington Blade)
“Elliot Page is Ready for This Moment”, de Katy Steinmetz (TIME)
“The Hearts of Venezuela”, de Taylor Hirschberg (Out)
“Inside the Sparkling, Rainbow-Filled World of JoJo Siwa”, de Jason Sheeler (People)
“Keeping Trans Kids From Medicine Doesn’t Make Them Disappear”, de Jennifer Finney Boylan (The New York Times)
“Lawmakers Can’t Cite Local Examples of Trans Girls in Sports”, de David Crary & Lindsay Whitehurst (The Associated Press)
“The Year of the Black Queer Revolution”, de Ernest Owens (Rolling Stone)

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“Across the South, a Trans Housing Movement Grows” by Raquel Willis (VOGUE.com)
“As Anti-Trans Violence Surges, Advocates Demand Policy Reform”, de Jo Yurcaba (NBCNews.com)
“Let’s Talk About (Queer) Sex: The Importance of LGBTQ-inclusive Sex Education in Schools”, de David Oliver (USAToday.com)
“LGBT+ Afghans Fear Being Forgotten 100 Days Since Taliban Takeover”, de Hugo Greenhalgh (Openlynews.com)
“Megan Rohrer, the Evangelical Lutheran Church’s First Trans Bishop, Wants to Get Messy”, de Nico Lang (them.us)
“No, DaBaby, HIV Will Not ‘Make You Die in 2 to 3 weeks.’ Here’s the Truth.”, de David Artavia (Yahoo.com)
“‘No Time For Intolerance:’ Dr. Rachel Levine Has A Job To Do”, de Dawn Ennis (Forbes.com)
“T.J. Osborne is Ready to Tell His Story”, de Sam Lansky (TIME.com)
“What I’ve Learned After Living with HIV in Secret for Years”, de Tony Morrison (GoodMorningAmerica.com)
“The Word Missing From the Vast Majority of Anti-Trans Legislation? Transgender”, de Orion Rummler & Kate Sosin (19thnews.org)

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“+Talk: HIV & Faith”, de Karl Schmid, Mike Spierer e Brent Zacky (Plus Life Media)
“Caretakers” [série], de Geena Rocero, Jon Mallow, Dan Greenberg, Sheena Alexis Suarez, Erin McIntyre, Chelsea Rugg, Shant Alexander, and Victoria Malabrigo (PBS.com)
“Covid Confessions: Drag Performers Share Their Experiences Working During The Pandemic”, de Alec Fischer (Fischr Media)
“For Ruth Ellis Center Staff, Helping LGBTQ Homeless Youth is Personal”, de Scott Gatz, John Halbach, Maria Tridas e Emily Geraghty (LGBTQ Nation)
“How Queer Characters Have Evolved In Children’s Animation”, de Chris Snyder, Kyle Desiderio, Jess Chou, A.C. Fowler e Kuwilileni Hauwanga (Insider)
Legendary” [série], de Peppermint, Matt McDonough, Jennifer Tiexiera, Michael Seligman, Julia Hoff, Ryan Murray, Ximena Sanchez e Tom Lofthouse (NowThis/Discovery+)
“Meet the Logo Legends: Brooklyn Trans Liberation”, de Terron Moore, Sean Devaney, Sam Manzella, Christopher Rudolph e Zachary O’Connor (Logo)
“The Power of Layshia Clarendon”, de Katie Barnes, Jennifer Karson-Strauss, Andy Sharp e Jennifer Holt (ESPN.com)
“Transnational” [série], de Eva Reign, Alyza Enriquez, Freddy McConnell, Vivek Kemp, Courtney Brooks, Sarah Burke, Hendrik Hinzel, Alyza Enriquez, Dan Ming, Trey Strange e Daisy Wardell (VICE News)
“Tyra Banks Interview: SI Swimsuit Cover Model Leyna Bloom” (Sports Illustrated Swimsuit)

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All Boys Aren’t Blue, de George M. Johnson [filmed reading + performance]
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INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA ESPANHOLA

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#Luimelia (Atresplayer Premium)
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Maricón Perdido (HBO Max)
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“Grupo Firme en Contra del Acoso”, Despierta América (Univision)
“El Mes del Orgullo” (CNN en Español)
“Impacto Positivo: Bamby Salcedo”, Primer Impacto (Univision)
“Orgullo LGBTQ: 52 Años de Lucha y Evolución” (Telemundo 47)
“Preocupa Exclusión de Niñas Trans en Equipos Femeninos”, Hoy Día (Telemundo)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Anacaona Reyes: Visibiliza a la Comunidad Trans y Educa Desde el Capitolio”, de Maricarmen Rivera (Elvocero.com)
“Ana Macho: Sobre Hacer Música Que Rebasa Límites”, de Ronald Avila (ElNuevoDia.com)
“Ángel Cruz Aprendió a “Desaprender” los Credos Sociales”, de José Karlo Pagán Negrón (PrimeraHora.com)
“Así Viven la Menstruación los Hombres Trans”, de Miriam Martínez (Vice.com)
“Casa Frida Rescata a Pareja Gay de Homofobia en Jamaica”, de Edgar Ulises (Homosensual.com)
“Claudia: La Enfermera Trans que Lucha Contra el Covid en Ciudad Juárez”, de Louisa Reynolds (Nexos.com)
“En Casa con Kany García y Jocelyn Trochez”, de Carole Joseph (PeopleEnEspanol.com)
“Oyuki, la Madre Trans de Seis Hijos que Rompe Prejuicios en México”, de Eduard Ribas i Admetlla (EFE.com)
“Somos Invisibles”: La Discriminación y los Riesgos se Multiplican para los Indígenas LGBTQ+”, de Albinson Linares (Telemundo.com)
“Una Vida Transgénero: ‘Es Momento de que nos Dejemos Ver’”, de Marcos Billy Guzman (ElNuevoDia.com)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA (VÍDEO OU MULTIMÍDIA)
“Alexa: Su Vida y la Justicia que no llega a un Año de su Asesinato”, de Marcos Billy Guzmán e Adlín González (El Nuevo Día)
“Expulsados México: Cómo la Comunidad Transgénero se Unió para Ayudar a los Migrantes” de Patricia Clarembaux, Anna Clare Spelman e Celemente Sánchez (Univision Noticias)
“Marcha del Orgullo LGBTI: Día de Festejo, Pero También de Protesta”, de Jair Cabrera Torres (La Jornada)
“Ser Mujer, ser Trans y ser Mapuche”, de Natalia Barrera Francis, Paula Daibert e Claudia Escobar (AJ+ Español)
“Vogue en el Paro Nacional y Transmilenio: ¿Qué hay detrás?”, de Jahira Quintero, Laura Salomón e Dani Jara (El Espectador)

RECONHECIMENTO ESPECIAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Celebrando el Mes del Orgullo” (Telemundo)

Opinião | Os 5 anos de ‘Witness’, controverso álbum de Katy Perry

Quando ouvi Witness, quinto álbum de estúdio da icônica Katy Perry, pela primeira vez, não consegui entender muito bem a que estava sendo apresentado. Depois de quatro álbuns extremamente coesos e dançantes – com baladas muito bem estruturadas ao longo de pop-bangers envolventes e convidativos -, sua mais nova entrada na indústria fonográfica me passou um sensação campesina e circinal demais para ser levada a sério. Ao longo de dezessete faixas (referindo-me, aqui, à versão deluxe), Perry parecia travar uma batalha consigo mesma para terminar as faixas sem cair na repetição, sem perceber que esbarrava nas ruínas do formulaico mais de uma vez e não sabia em que direção seguir.

O resultado não demorou muito para aparecer: apesar de ter estreado em primeiro lugar na parada da Billboard 200, o álbum foi recebido com pesadas críticas que detonavam as concepções do extenso time de produtores e dos variados estilos musicais que uniam-se em uma amálgama gritante e conturbada que tentava ser tudo e nada ao mesmo tempo. Perry, um ano depois da estreia do CD, havia declarado ao NY Times que havia mergulhado em uma “situação depressiva” e com o “coração partido”.

“Eu ponho muita validade na reação do público, e o público não reagiu da maneira que eu esperava”, ela comentou. Não é surpresa que ela tenha saído para uma espécie de retiro espiritual para se curar da frustração, demorando nada menos que dois anos para fazer um sólido comeback com “Never Really Over” (uma das melhores canções de 2019 que inclusive entrou para nossa lista de fim de ano). Entretanto, a carreira outrora meteórica da artista parecia injustamente estagnada em sucessos medianos, estendendo-se até o recente lançamento do sólido e pueril “Daisies”. Claro que, em comparação com nomes novos no cenário fonográficos, ela ainda apresentava-se de maneira competente e bastante nostálgica (nos relembrando das erasPrism e Teenage Dream), mas nunca chegando à aclamação comercial e crítica que recebera no início da carreira.

Cinco anos depois do début de Witness, resolvi dar mais uma chance ao álbum, tentando focar exatamente no que deu errado – e o resultado tardio é um compilado de poderosas letras e um conceito futurista e à frente de seu tempo que luta para ganhar espaço em meio a uma gestação confusa, recheada de estilos que não deveriam ter vez (pelo menos não com aquilo que Katy planejava nos entregar). Afinal, durante a construção da obra, a cantora havia declaro que seu adeus ao colaborador de longa data Dr. Luke representaria o início de uma era completamente reformulada, da qual estava muito orgulhosa – uma era de ressignificação do pop para algo mais pessoal e autocrítico quando em comparação aos mercadológicos hits que vinha entregando.

Oscilando entre dois espectros de uma mesma sonoridade, Perry havia percebido o quão libertador era resgatar controle daquilo que sempre amou fazer: música. Utilizando sua mentalidade reaberta depois de um considerável hiato, ela decidiu unir-se a um time criativo que a auxiliaria a trazer temas nunca antes vistos (ou infundidos com batidas mascaráveis), incluindo desconstruções acerca de estereótipos femininos, empoderamento, um sutil flerte com a nova onda do feminismo e até mesmo metáforas políticas inteligentes – o que nos leva ao primeiro single, intitulado “Chained to the Rhythm”. A música é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

Entretanto, é sabido o que acontece quando uma mulher ousa falar mais alto numa sociedade conservadoramente hierárquica: boicote. Não digo apenas em relação a números, mas em relação à própria recepção artística de uma imagem que não segue os padrões. Como fica provado com a futurista “Roulette” (facilmente a melhor rendição do álbum) ou com o simbolismo didático de “Swish Swish” (com uma viciante batida digna dos anos 1990), Katy encontrou a sua voz para falar o que pensa – e, da mesma forma que tantas outras artistas, foi silenciada por uma força maior. O mesmo acontecera a Dixie Chicks e sua brutal queda depois de um posicionamento político contra o presidente George Bush, ou até mesmo à Christina Aguilera e à Lady Gaga depois de discorrerem sobre tabus como sexo, drogas e irreverência artística.

Enquanto é visível uma enraizada problemática que vai além da nutrição musical, Witness está longe de ser um álbum ruim; questionavelmente controverso, diria. Afinal, em meio a tantas declamações para serem feitas, Katy acabou dando vida a algo, como citado alguns parágrafos acima, amorfo demais para alcançar o status de palpável. “Déjà Vu” mergulha de cabeça no house-club e nos conquista por sua narcótica ambiência dark, mas é sucedida por uma série de composições sem pé nem cabeça cujos conceitos (talvez à frente de seu tempo, talvez tendo dado de cara com algo que não estava programado) foram varridos para debaixo do tapete. O grande deslize, eventualmente, molda-se no desperdiçado potencial e no acatamento de um paradigma prosaico que tangencia a trivialidade – algo que não deveria ter espaço, mas esparrama desde o princípio com a oscilante faixa titular até baladas como “Save as Draft” e a incompreensível “Act My Age”.

Katy Perry, em Witness, mostrou que está disposta a correr riscos grandes para investir em sua versatilidade e, ainda que nem tudo tenha corrido como o planejado, ela entregou ao mundo um capítulo novo de sua carreira – que esperamos que tenha reconhecimento o quão antes possível.

Marion Cotillard – Top 10 da musa do Cinema Francês Contemporâneo (e também de Hollywood)

Filha de um dramaturgo e uma professora, a parisiense Marion Cotillard começou no Teatro, inclusive teve aulas no famoso Conservatório Molière em Paris. Estreou nos cinemas em meados da década de 90, com 19 anos, no filme L’histoire du garçon qui voulait qu’on l’embrasse de Philipe Harel e de lá pra cá inúmeros sucessos vem contornando a carreira dessa musa do cinema francês contemporâneo.

Figura presente em diversas produções de seu país mas também em enormes blockbusters hollywoodianos, ficou mesmo conhecida no ano de 2007 quando levou pra casa a estatueta do Oscar de Melhor Atriz daquele ano pelo seu fabuloso trabalho no filme Piaf – Um Hino ao Amor. Por esse papel ela também levou o Bafta, o Globo de Ouro, o César.

Nesse 30 de setembro, ela sopra as velinhas chegando aos 46 anos. Em sua homenagem, decidimos citar 10 filmaços da carreira dessa atriz fantástica.

 

Dois Dias, Uma Noite

E pensar que nesta noite na Terra, milhares de pessoas se sentem sozinhas, assim como eu. Estimado em cerca de 7 Milhões de Euros, o trabalho dos geniais cineastas belgas Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, é uma história angustiante de luta e constrangimentos em busca da manutenção de um emprego. Estrelado pela magnífica Marion Cotillard (o filme não seria o mesmo sem ela), Dois Dias, Uma Noite é uma fábula urbana que deve gerar todos os tipos de reações do público já que torcemos pela personagem principal a todo instante. Mais um trabalho impecável da nossa eterna Piaf.

 

Ferrugem e Osso

Quantas formas de amor existem? Escrito e dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (O Profeta), Ferrugem e Osso é um drama que consegue tocar a alma de todos os espectadores de maneiro bruta, intensa, deixando um rastro de emoção em cada sequência. Estrelado pela ganhadora do Oscar Marion Cotillard o filme é adaptado de uma história do autor Craig Davidson que mais parece o encontro da era moderna entre a bela e a fera.

 

Aliados

Não há progresso se este não surgir através das dúvidas. Depois de diversos trabalhos impactantes na indústria cinematográfica mundial, como Forrest Gump, a trilogia De Volta para o Futuro, O Náufrago e tantos outros, o cineasta norte americano Robert Zemeckis chegou à elas novamente em 2017 para mostrar uma trama repleta de referências à filmes antigos de espionagem onde o amor transborda e as escolhas viram conseqüências angustiantes. Aliados, protagonizado pelos excelentes atores Brad Pitt e Marion Cotillard é uma trama repleta de ação e suspense com revelações que se transformam em grandes reviravoltas ao longo dos intensos 124 minutos de projeção.

 

Era uma vez em Nova Iorque

O que fazer quando a vida perde o total sentido? O trabalho do competente diretor James Gray é uma jornada nas profundezas da alma e no caráter do ser humano. Com mais uma atuação espetacular da francesa Marion Cotillard, o filme que toca bem fundo no nosso coração, trazendo à tona graves problemas de nossa sociedade e de nossa cruel e primitiva maneira de pensar o mundo.

 

Contágio

Com uma espécie de crítica ao que ficaria em torno de uma possível epidemia de escala global (algo familiar pra vocês?), principalmente, no modo como os governos lidariam com esse pânico da população é o argumento principal dessa boa trama que lotou as salas de cinema no mundo todo no ano de seu lançamento. O diretor Steven Soderbergh, dá um ritmo dinâmico à sua fita que é completado por uma trilha sonora freneticamente bem produzida (créditos para Cliff Martinez).

 

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Dirigido por um dos melhores diretores que o mercado cinematográfico possui, o fechamento da trilogia do Batman de Christopher Nolan é contemplado com um roteiro e uma direção praticamente impecáveis. O público é jogado pra dentro de Gotham City e nessa viagem muitas surpresas irão ocorrer, isso fica iminente já no começo do longa. A questão é, mesmo sabendo disso somos surpreendidos, entendem? Bem, vocês vão ver.

 

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas

Criado pelo genial diretor norte-americano Tim Burton, em um dos seus filmes menos ‘Dark’ e com uma leveza e beleza de encher o coração de qualquer cinéfilo do planeta, Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas conta a saga de um filho e as memórias de seu pai, um homem que viajou o mundo sempre com uma boa aventura para contar. É impressionante como esse filme toca nossas emoções de forma impactante. Um filme pra ver e rever! É mágico!

 

A Origem

Talvez a obra-prima do cineasta Christopher Nolan, A Origem nos leva ao mundo caótico e cheio de lógica (ou não) do universo dos sonhos, onde o amor domina o que aparece por de trás das memórias que acionamos. Cheio de ação e aventura, também com um lado misterioso, o longa-metragem é protagonizado por Leonardo DiCaprio. Esse filme até hoje possui um final aberto, com inúmeras interpretações sobre o que achamos que aconteceu naquela emblemática cena final.

 

Piaf – Um Hino ao Amor

O filme que consagrou Marion Cotillard, que deu a ela seu primeiro Oscar. Olivier Dahan escreve e dirige esse projeto que, ao longo de 140 minutos de projeção, conta a história cheia de dramas baseado na vida da cantora Édith Piaf. Além do Oscar de Melhor atriz, o filme também levou a estatueta de Melhor Maquiagem.

 

Meia-Noite em Paris

Na cidade luz, um filme iluminado. Dirigido por um dos mais idolatrados diretores da história da sétima arte, Sr. Allan Stewart Königsberg, ou apenas Woody Allen. Nesse longa, o famoso diretor nova-iorquino, enche a tela com muita magia e glamour, além de carimbar, como sempre, os clímaxs de suas produções com um humor bastante peculiar que, de longe, é uma de suas melhores marcas. Meia-Noite em Paris é um conto de fadas que qualquer ser humano, que tenha um pouco de cultura mundial em suas veias, gostaria de viver.

 

Você não está preparado: 10 filmes inquietantes e com muita tensão!

No mundo do cinema, chegar até a tensão não é algo tão fácil. É preciso uma narrativa envolvente, a partir de um roteiro que induza o uso de elementos cinematográficos que ajudem a chegar nesses momentos. Seja em um suspense psicológico ou mesmo em um filme de zumbis, várias produções nos deixam inquietos na cadeira, na expectativa do que vai acontecer. Se você gosta de filmes que chegam forte na tensão, segue uma lista de sugestões abaixo:

 

Mother’s Baby (Estreia em breve nos cinemas)

A euforia diante de uma possibilidade até o silêncio das incertezas e imprevisibilidades são traços marcantes de um longa-metragem perturbador que nos leva até a mente de uma mãe de primeira viagem. Em Mother’s Baby caminhamos na linha tênue entre o drama e o suspense, presenciando de forma intensa e profunda a maternidade sob uma perspectiva imersiva da depressão pós-parto.

Crítica | ‘Mother’s Baby’ – A maternidade sob a perspectiva imersiva da depressão pós-parto

 

Corta-Fogo (Netflix)

Mara (Belén Cuesta) chega com a filha Lide (Candela Martínez) e o cunhado Luis (Joaquín Furriel), sua esposa Elena (Diana Gómez) e o filho do casal, para encaixotar roupas e objetos da sua casa que será vendida – decisão tomada após a perda do marido. Enquanto estão no local, uma torre de telefonia em meio à floresta solta faíscas que rapidamente se propagam, culminando em um incêndio florestal arrasador. Prestes a irem embora, Lide desaparece, levando a família a uma corrida contra o tempo – somada a uma variável que surge de forma inesperada.

Crítica | ‘Corta-Fogo’ – A moral no campo das suposições marca suspense da Netflix

 

Unhas e Dentes (Netflix)

Ambientado em um mundo distópico onde a fome se tornou um dos graves problemas da humanidade, um lutador de Muay Thai (Mark Prin Suparat) sobrevive do jeito que pode ao lado da companheira, a cirurgiã Rin (Nuttanicha Dungwattanawanich). Quando o local onde ela trabalha é tomado por uma epidemia zumbi, o lutador fará de tudo para conseguir salvá-la.

 

Zafari (Em cartaz nos cinemas)

Criando uma atmosfera de confinamento a partir de uma distopia que mostra classes sociais em conflito, indo da sensação de ameaça a o silêncio desconcertante, em Zafari somos jogados até uma distopia sarcástica que apresenta um retrato impactante do comportamento humano quando o instinto de autopreservação está por um fio – ultrapassando qualquer linha de moral.

 

Harpía: Presença Maligna (HBO MAX)

Mãe solteira e de primeira viagem, Harper (Katie Parker) – com algum trauma no passado – chega com seu bebê de seis meses à casa da mãe, Sadie (Patricia Heaton), no sul do país. No início, tudo é uma maravilha, mas logo começa a perceber estranhos acontecimentos que a colocam em estado de alerta para manter a salvo tanto o bebê quanto a si mesma.

 

Os Malditos (HBO MAX)

Em algum momento do século XIX, Eva (Odessa Young) é uma mulher que vive numa aldeia de pescadores, situada em uma região completamente tomada pela neve, após a morte do marido. Um dia, ao encontrar um barril, ela e os homens da comunidade partem mar adentro em busca de mais produtos que possam estar perdidos, mas acabam encontrando algumas pessoas ilhadas pedindo ajuda. Com medo de quem sejam eles, o grupo de Eva resolve abandoná-los e, nos dias que se seguem, uma série de situações sinistras passa a afetar o vilarejo.

 

Dois Procuradores (Em cartaz nos cinemas)

Um dos filmes mais angustiantes que chegarão aos cinemas brasileiros neste primeiro semestre de 2026, Dois Procuradores nos guia a uma imersão sombria e sufocante em um centro de detenção soviético nos tempos de Stalin. Exibido no Festival de Cannes do ano passado, onde concorreu à Palma de Ouro, o projeto dirigido pelo cineasta ucraniano Sergey Loznitsa mostra, em detalhes, os absurdos cometidos ao estado de direito em uma época marcada pela legitimação de atos imperdoáveis por meio de confissões forçadas de inocentes.

 

A Grande Inundação (Netflix)

A trama, ambientada em uma Seul (Coreia do Sul) dos tempos atuais, gira em torno de An-Na (Kim Da-mi Koo), uma cientista e pesquisadora que acorda em um dia com um tsunami atingindo o prédio de 30 andares onde mora com o filho, Ja In (Kwon Eun-sung). Correndo contra o tempo para encontrar uma saída em meio ao caos, seu destino se cruza com o agente de segurança Hee-jo (Park Hae-soo), que está no local para resgatá-la. Aos poucos, vamos entendemos que essa história não se resume só a isso, com algo misterioso sendo revelado aos poucos.

 

Um Fantasma na Batalha (Netflix)

Inspirado em fatos reais ocorridos na Europa, mais precisamente entre a Espanha e a França, a partir das ações terroristas de um grupo separatista que logo chegou à luta armada cometendo atentados em diversos lugares, o longa-metragem Um Fantasma na Batalha, recém-adicionado à Netflix, é um thriller político com pitadas generosas de espionagem, que joga nossos olhares para o lado sombrio do ser humano, onde a inconsequência é rompida.

 

Xamã: O Exorcista Pagão (HBO MAX)

Candice (Sara Canning) chegou tempos atrás com seu marido Joel (Daniel Gillies) e o filho Elliot (Jett Klyne) até ao Equador para evangelizar toda uma região indígena que mora numa região fria e remota. Aceita pela comunidade, os planos são de ampliar a estadia e cumprir o objetivo proposto. Só que isso tudo muda quando seu filho é possuído por uma espírito maligno, e tudo que ela acredita cai por terra, tendo que encontrar soluções ligadas à uma sabedoria que desconhece, e até mesmo ao exorcismo, conforme a situação se complica.

A Hora do Espanto (1985) na Netflix | Relembre o Clássico do Terror disponível na plataforma

Disponível no Acervo Atual da Netflix, ‘A Hora do Espanto’ foi o maior sucesso do gênero em 1985

Foi o amor por filmes de terror e por histórias de vampiros que fez o diretor Tom Holland criar A Hora do Espanto. Comecemos por partes. Não, não é esse Tom Holland que você está pensando. Antes do intérprete atual do herói Homem-Aranha no cinema, outro artista de mesmo nome fazia sucesso no mundo da sétima arte – em especial em produções de gênero como o terror. Esse Tom Holland é, entre outras coisas, o diretor de outro grande clássico do horror dos anos 80: Brinquedo Assassino (1988), o primeiro filme do querido boneco Chucky. Só por estes dois esforços na direção, o cineasta tem seu nome cativo no panteão do cinema entretenimento.

Holland começou a escrever seu nome em Hollywood ao assinar o roteiro de Psicose 2 (1983), continuação do clássico absoluto de Hitchcock, e seu primeiro grande trabalho na indústria. Enquanto escrevia seu trabalho seguinte, a aventura infanto-juvenil cult Os Heróis Não Tem Idade (1984), Holland começou a pensar num conceito para uma história: sobre um adolescente fã de filmes de terror que desconfia que seu vizinho na casa ao lado seja um vampiro. O conceito era interessante, mas o próprio roteirista não achava que era forte o suficiente para sustentar uma história inteira. O entrave em sua cabeça parava na pergunta: “o que ele vai fazer?”, já que a primeira reação de todos seria achar que o jovem estava louco. Assim, Holland via esta ideia empacada e permaneceu desta forma, somente em sua cabeça, por um ano.

A Hora do Espanto’, criado por Tom Holland, se tornou um dos mais icônicos filmes de terror dos anos 1980.

Em determinada ocasião, enquanto conversava sobre essa sua ideia com John Byers, então o chefão do estúdio Columbia Pictures (hoje Sony), o próprio Holland viu a lâmpada acender em sua cabeça. E o que o roteirista bolou foi: “ele iria diretamente falar com Vincent Price”. O citado ator veterano era sinônimo de filmes de terror e muitos contendo tais criaturas das trevas bebedoras de sangue. E assim nascia não apenas o personagem Peter Vincent, como também sua inspiração completa para escrever A Hora do Espanto.

Na trama, Charley Brewster (William Ragsdale) é um adolescente comum. Ele tem uma namorada, Amy (Amanda Bearse) e um melhor amigo “Evil” Ed (Stephen Geoffreys). Apaixonado por clássicos filmes de terror, o rapaz é fã do programa A Hora do Espanto (Fright Night, algo como Noite do Medo), uma maratona noturna de filmes de terror antigos e esquecidos, apresentada por um astro veterano de tais filmes, Peter Vincent (Roddy McDowall). Quando Charley começa a desconfiar e depois confirma que seu novo vizinho seja de fato um vampiro assassino que está matando jovens mulheres na sua cidadezinha, ele tenta alistar a ajuda de seus amigos e até mesmo de seu ídolo, um pseudo especialista nas criaturas noturnas.

Segundo o próprio diretor, o jovem Charley é a motor de ‘A Hora do Espanto’, mas Peter Vincent é o seu coração.

Este tipo de programa apresentado no filme era muito comum e popular nos EUA nas TVs abertas por lá. Foram estes programas que popularizaram figuras como Elvira, personagem de Cassandra Peterson, que iniciou sua carreira como anfitriã na TV neste segmento. Ou seja, A Hora do Espanto não é apenas um filme apaixonado pelo gênero terror ou vampiros, mas também homenageia e presta tributo a um tipo de atração televisiva muito popular no passado, que ainda estava no auge na década de 1980, mas que hoje, assim como tantos itens da cultura pop do passado, se tornaram esquecidos. Segundo o próprio Holland, Peter Vincent e seu background televisivo são o coração do filme.

Depois de ter bolado uma espécie de homenagem metalinguística a uma era (fã e apresentador de programa de terror se veem num próprio filme de terror), Tom Holland escreveu o roteiro completo em três semanas. Mas aí viria a pegadinha. O roteirista queria estrear na direção, com este seu então mais recente texto. Acontece que Holland havia se decepcionado muito com o tratamento que um de seus roteiros havia recebido em tela, no filme Tudo por uma Verdade (1984), e assim conseguiu um acordo com a Columbia, que apostou num diretor novato – ninguém poderia prever o sucesso que o seu filme de vampiros faria.

Aposta certa! A Columbia (Sony) bancou o projeto e o resultado foi muito satisfatório.

Com o diretor de primeira viagem Tom Holland contratado para sua grande estreia – num terror que misturava muito humor e autoconsciência em sua narrativa -, o próximo passo dado era contratar os atores certos para os personagens. É claro que a “alma” do filme, Peter Vincent, precisava e só poderia ser um único ator: Vincent Price. De fato, Holland criou o nome do personagem tendo Price em mente, e também o ator Peter Cushing. No entanto, a saúde de Vincent Price não estava das melhores e o ator evitava trabalhar de forma intensa, ou sequer estava aceitando papeis em filmes de terror nesta época. Ele viria a realizar seu último filme no cinema cinco anos depois com Edward Mãos de Tesoura (1990), de Tim Burton. Assim, Holland recorreu a Roddy McDowall, imortalizado por seu papel de Cornelius no clássico O Planeta dos Macacos (1968).

Já para o papel do protagonista Charley Brewster, “o menino que grita lobo”, segundo a definição do próprio criador, um nome famoso que quase terminou com o papel foi Charlie Sheen. Segundo Holland, no entanto, a aparência de Sheen era a de um herói e não era o que o autor buscava para Charley. Com William Ragsdale, o diretor encontrou um “rapaz mais mundano” e identificável. Isso porque a intenção do cineasta com o filme era validá-lo para o público moderno (da época), ao enraizá-lo na realidade, justamente por isso usou como cenário os subúrbios de uma cidadezinha norte-americana.

O veterano Roddy McDowall interpreta Peter Vincent, personagem inspirado em Vincent Price.

A Hora do Espanto, curiosamente, não era prioridade para a Columbia Pictures na época. O estúdio estava concentrando todas as suas forças em fazer de Perfeição, filme sobre a investigação real da revista Rolling Stone na “azaração” que rolava em academias de ginástica (protagonizado por John Travolta e Jamie Lee Curtis), o seu grande sucesso daquele ano de 1985. Fora este, outra grande prioridade da casa era História de um Amor, outro romance, este musical, com Rebecca De Mornay. Ironicamente, História de um Amor passou mais que em branco, passou “transparente”, e Perfeição viveu para se tornar um dos fracassos mais retumbantes não apenas dos anos 1980, mas da história de Hollywood. Mesmo assim, o estúdio cedeu US$9.5 milhões para o orçamento de A Hora do Espanto, dos quais US$1 milhão foi gasto apenas com os efeitos visuais do longa – se tornando o primeiro filme de vampiros a gastar tanto com efeitos.

Enquanto as prioridades da Columbia fracassavam, A Hora do Espanto se tornava um grande sucesso. O terror foi o filme do gênero mais bem sucedido daquela temporada e o segundo mais rentável do ano de 1985, ficando atrás somente da bilheteria de um peso pesado: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy.

O vampiro Jerry Dandrige (Chris Sarandon) se tornaria um vilão tão icônico quanto Freddy Krueger nos anos 80.

Ah sim, neste momento devo adereçar um dos personagens principais do longa e o principal antagonista: Jerry Dandrige. O tal vizinho vampiro é um sedutor de primeira, igualmente carismático, ameaçador e aterrorizante. Para o papel foi escalado Chris Sarandon, num de seus melhores e mais divertidos desempenhos. E por falar no vilão, o filme do vampiro e o segundo de Freddy Krueger guardam mais semelhanças do que apenas a boa bilheteria, monstros icônicos, maquiagem de primeira e tramas com terror e certo humor. A Hora do Espanto e A Hora do Pesadelo 2 possuem subtexto gay em sua narrativa. Bem, A Vingança de Freddy hoje é notoriamente conhecido por este fator – eu inclusive escrevi uma matéria sobre isso, que você pode conferir no link abaixo. Quanto à Hora do Espanto, o elemento gay que é constantemente cada vez mais adereçado hoje é a relação entre Jerry, o vampiro sedutor, e seu “cuidador”, o zumbi Billy (Jonathan Stark). Basta uma segunda olhada no filme para entender um pouco melhor esta dinâmica.

Leia também: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy | Os 35 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

Segundo o autor, os personagens e sua relação foram criados com estes tons subliminares de forma proposital, embora nenhum dos dois intérpretes (Sarandon e Stark) tenham pego as referências ao atuarem nestes papeis. Há inclusive um ponto de debate sobre a sexualidade do melhor amigo Evil Ed, personificado de forma única por Stephen Geoffreys. Seu desempenho amalucado e histérico, claramente afetado e dono de uma das risadas mais estridentes e icônicas dos anos 1980, deram início a uma linha de pensamento sobre Ed ser um personagem gay. O próprio Holland diz que embora essa não tenha sido sua intenção na época, o personagem pode ser lido sim desta forma. “Você pode dizer que Evil Ed era o rapaz gay que sofre bullying”, diz o criador. O bullying sofrido por Ed é adereçado em alguns momentos do longa e até mesmo no diálogo quando o vampiro seduz o jovem para que se junte a ele. “Você não precisa ter medo de mim. Eu sei como é ser diferente. Eles não irão implicar mais com você ou te bater. Eu irei garantir isso”, profere o vampiro. Mas segundo o diretor, a ideia por trás de Evil Ed era a do garoto nerd que lê gibis de terror demais. Já a relação entre os vilões Jerry e Billy, essa sim, Holland afirma ter sido criada de forma intencional.

A namorada Amy (Amanda Bearse) e o melhor amigo ‘Evil’ Ed (Stephen Geoffreys) são os fiéis escudeiros do protagonista.

Dentre as referências usadas por Tom Holland na criação de A Hora do Espanto, além dos clássicos da Hammer, podemos encontrar também inúmeras homenagens ao primeiro livro de vampiros de Stephen King, Salem’s Lot. O texto foi adaptado, não para o cinema, mas para a TV, na forma de uma minissérie em dois episódios em 1979, intitulada Os Vampiros de Salem. O mesmo material serviu de forte influência na criação da série de sucesso recente da Netflix, Missa da Meia Noite (2021), criada por Mike Flanagan.

O sucesso de A Hora do Espanto foi tanto que se estendeu para outras mídias, como videogames, algo que era comum na época. Assim, em 1988, um o game oficial licenciado era lançado para os computadores Commodore Amiga, onde o personagem a ser controlado era não Charley, mas sim o vampiro Jerry. Fora isso, Castlevania, um dos games mais famosos e cultuados de todos os tempos, que se tornaria uma grande franquia, era lançado em 1986 e trazia homenagem ao filme de Holland. O personagem do caçador de vampiros no game, chamado Charlie Vincent, é referência aos personagens Charley Brewster e Peter Vincent do longa.

O inesquecível Evil Ed é seduzido pelo lado sombrio e se torna uma criatura das trevas.

Nesta época, esse estilo de temática de horror clássico, abordando tópicos como vampiros, havia ficado ultrapassado pelas gerações mais novas e nos anos 1980 precisou de uma roupagem moderna e esperta para ser revivido. Uma prova de quão inteligente era o roteiro é mostrada num diálogo proferido por Peter Vincent, que cita a preferência do público da época. “Tudo o que eles querem é um louco demente por aí numa máscara de esqui picotando jovens virgens”, diz o apresentador. É claro, fazendo menção certeira às sequências de Sexta-Feira 13, que povoavam e dominavam os cinemas na década de 80. No entanto, a esta altura, a franquia de Jason já se encontrava em seu quinto exemplar, com Um Novo Começo (1985), que não foi páreo para A Hora do Espanto nas bilheterias.

A Hora do Espanto arrecadou US$25 milhões em sua estadia nos cinemas, como dito, se tornando o sucesso surpresa daquela temporada. Em seu fim de semana de estreia nos cinemas dos EUA, enfrentou a pesada concorrência do esmaga quarteirão De Volta para o Futuro e da continuação Férias Frustradas 2, debutando em terceira posição do ranking – conseguindo triunfar sobre Mulher Nota Mil, outro clássico absoluto dos 80’s que estreava no mesmo dia. Algumas décadas depois e o terror ainda demonstra seu poder de culto, com o lançamento do Blu-ray limitado de edição comemorativa do aniversário de 30 anos em 2015 – dos quais foram fabricadas apenas cinco mil cópias – esgotando em menos de 48 horas.

Quem vê cara, não vê coração. Amy também se vê vítima do vampiro Jerry.

O sucesso fez gerar uma sequência três anos depois, sem qualquer envolvimento do criador original Tom Holland. A Hora do Espanto 2 (1988) foi escrito e dirigido por Tommy Lee Wallace (Halloween 3 – A Noite das Bruxas). Em 2011, A Hora do Espanto ganhou um remake com Colin Farrell e o saudoso Anton Yelchin nos papeis principais, e direção de Craig Gillespie – dos sucessos Eu, Tonya (2017) e Cruella (2021). Dois anos depois, em 2013, A Hora do Espanto 2 era lançado direto no mercado de vídeo. Este filme, que não conta com nenhum dos envolvidos no remake, embora leve o título “2”, não é uma continuação, mas sim um novo reboot da franquia.

Na versão original do roteiro, o filme possuía um desfecho diferente. O que ganhamos é ambíguo e flerta com a possibilidade de uma continuação, quando Charley nota olhos vermelhos no escuro e ganhamos a frase de Evil Ed que marca o filme “You’re so Cool Brewster”, seguida de suas gargalhadas. Com isso, teorias afirmam que o melhor amigo de Charley permaneceu vivo e no desfecho original Peter Vincent igualmente se transformaria em um vampiro na frente das câmeras de seu programa. Também em 2015, Tom Holland durante um programa do Youtube foi perguntado pelos fãs qual dentre seus filmes ele gostaria de realizar uma sequência, ignorando as continuações e reboots. O cineasta respondeu A Hora do Espanto e disse que para isso reutilizaria o elenco original. o diretor foi ainda mais longe e chegou até mesmo a apresentar seu pitch. Sua ideia seria por um Charley Brewster adulto e pai solteiro, herdando a casa de sua mãe e se mudando para lá com seus dois filhos adolescentes. Os jovens estariam convencidos de que algo maligno se encontra na casa ao lado. E eles estão certos, já que Evil Ed invadiu a mansão abandonada e tenta ressuscitar Jerry Dandrige. Com quem precisamos falar para isso acontecer o mais rápido possível?

Novos banners de ‘MegaTubarão’, ‘Jurassic World 2’ e ‘8 Mulheres e Um Segredo’

Os filmes ‘MegaTubarão‘, ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ e ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘ ganharam divertidos novos displays nos cinemas dos EUA para que o público possa interagir com as artes.

Confira:

Oito Mulheres e um Segredo‘ e ‘Jurassic World 2‘ chegam aos cinemas brasileiros no dia 7 e 21 de junho, respectivamente. Já ‘MegaTubarão‘, 9 de agosto.

 

‘A Morte te Dá Parabéns 2’ ganha novo trailer SENSACIONAL; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer de ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ (Happy Death Day 2U).

Confira:

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

A sequência do longa, que levou mais de um milhão de pessoas aos cinemas brasileiros, mantém o mesmo tom de suspense e comédia do primeiro filme e acompanha a personagem Tree (Jessica Rothe) em mais uma empreitada. Na história, Tree descobrirá que morrer e voltar várias vezes seguidas era surpreendentemente mais fácil do que enfrentar os novos perigos que a aguardam.

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 21 de fevereiro de 2019, uma semana depois da estreia nos EUA.

 

 

Jessica McNamee viverá Sonya Blade no reboot de ‘Mortal Kombat’

De acordo com o EW, Jessica McNamee (‘MegaTubarão‘) entrou para o elenco do reboot de ‘Mortal Kombat‘. A atriz irá interpretar a icônica Sonya Blade, uma das personagens mais populares da franquia.

Além dela, Josh Lawson viverá Kano e Lewis Tan irá interpretar um personagem ainda não divulgado.

O elenco ainda conta com Joe Taslim (Sub-Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Mehcad Brooks (Jax), Tadanobu Asano (Raiden) e Sisi Stringer (Mileena).

Dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan, o longa será uma adaptação para maiores de idade, e deve incluir Fatalities.

Diferente do que todos pensam, o roteirista Greg Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam.”

Mortal Kombat‘ será lançado nos cinemas no dia 5 de março de 2021.

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. A crítica massacrou os dois filmes.

‘Monstro do Pântano’: Série completa será exibida pela CW!

De acordo com o TVLine, a CW adquiriu os direitos da série ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing) e irá exibir a primeira (e única) temporada. Ainda não há, no entanto, uma previsão de estreia.

A medida está se tornando comum pelas emissoras norte-americanas, que estão comprando conteúdo de serviços de streaming para preencher suas programações. Por causa da paralisação da quarentena imposta pelo surto de COVID-19, as novas produções que deveriam ser filmadas para a próxima temporada de estreias não puderam ser gravadas, causando um buraco na grade das emissoras.

Vale lembrar que a CW também adquiriu as duas primeiras temporadas de ‘Tell Me a Story‘, que foi cancelada recentemente pela CBS All Access.

Em entrevista ao Comic Book, Gary Dauberman, o roteirista revelou o que tinha em mente para a 2ª temporada da série.

“Se vocês estiverem interessados em saber como seriam as outras temporadas, vocês podem dar uma conferida no material de origem. A primeira temporada é como um filme; há um começo, meio e fim. É apenas uma história sendo contada no decorrer de 10 episódios. Nas outras temporadas, nós teríamos episódios com caráter mais antológicos, independentes da trama geral da série. O pântano é basicamente quintal para o terror sobrenatural e podemos seguir diferentes subgêneros a partir dessa premissa. Eu queria muito explorar isso na segunda temporada.

Ele completa, “A série ia ficar mais estranha. Para as pessoas que não conhecem o personagem, a primeira temporada estava mostrando quem o Monstro do Pântano era, mas a segunda temporada iria se aprofundar em ideais mais perturbadoras e sinistras.”

Criada por Gary DaubermanMark Verheiden, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Virginia Madsen, Andy Bean, Derek Mears, Henderson Wade, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.

‘Grey’s Anatomy’: Retorno da 17ª temporada tem estreia adiada em uma semana

A ABC adiou em uma semana o retorno da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘. Agora, a produção retornará de sua longa pausa no dia 11 de março.

Station 19‘ também sofreu um adiamento e retornará no mesmo dia.

A série foi criada por Shonda Rhimes.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

‘Pretty Little Liars’: Cinco novas atrizes se juntam ao elenco do reboot

De acordo com o Deadline, cinco novas atrizes entraram para o elenco do reboot ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, que está sendo desenvolvido pela HBO Max.

Lea SalongaSharon LealElena GoodeCarly Pope e Zakiya Young irão interpretar as mães das novas protagonistas.

O elenco da nova versão ainda contará com Chandler Kinney (‘Zombies 2’), Maia Reficco (‘Strangers’), Bailey Madison (‘Good Witch’), Zaria (‘Black-ish’), Malia Pyles (‘Baskets’), Alex Aiono (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’), Mallory Bechtel (‘Hereditário’) e Eric Johnson (‘Smallville’).

Através de uma declaração oficial, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale‘) revelou que o reboot se inclinará muito mais no gênero terror do que a série original.

“Nós vamos nos inclinar bastante no terror e suspense nesse reboot. Espero que possamos honrar os fãs da série original ao mesmo tempo em que introduzimos elementos inesperados.”

Ele completa, “Nesse reboot sombrio e cheio de terror, a história se passará a alguns quilômetros de Rosewood, mas existirá dentro do universo de ‘Pretty Little Liars’ – se passará em uma cidade nova, com uma nova geração de pequenas mentirosas.”

Confira a sinopse oficial do reboot:

“Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.”

O reboot será lançado através da HBO Max, em 2022.

Pretty Little Liars: Original Sin‘ recebeu um pedido direto para a série da HBO Max, e está sendo baseado nas histórias contadas na série de livros best-sellers de Sara Shepard.

Em conversa exclusiva com o CinePOP, Lucy Hale, que interpretou a jovem Aria nas sete temporadas da produção, falou sobre a possibilidade de voltar à personagem. E a atriz não guardou meias palavras:

“Com certeza (gostaria de um revival da série)! Acho que tem que passar um pouco mais de tempo, mas eu amo a série, amo aquela personagem e amo aquelas pessoas. 100% de chance que me envolveria.”

Roberto Aguirre-Sacasa, criador e showrunner de ‘Riverdale‘, será o showrunner do reboot da série.

A produtora Alloy Entertainment, que controla os direitos da série original, será responsável pela produção da nova versão.

A série original durou por sete temporadas (2010-16), rendendo ainda dois spin-offs: ‘Ravenswood‘ e ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘, ambos cancelados depois de apenas uma temporada.

‘O Que Fazemos nas Sombras’: 4ª temporada ganha o primeiro teaser divertido; Confira!

O canal FX divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada da série ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows).

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 23 de junho.

“No chocante último episódio da terceira temporada, Nandor, Guillermo e Nadja deixaram Staten Island para seguirem caminhos diferentes enquanto Laszlo permaneceu em casa para cuidar da criatura que saiu do peito do Colin Robinson – o bebê Colin. Nessa temporada, os vampiros retornam para Staten Island apenas para encontrarem sua mansão na beira do colapso – e sem dinheiro para repará-la. Enquanto a busca eterna de Nandor por amor evolui, Nadja finalmente descobre o seu sonho de abrir a boate de vampiros mais sexy da área.”

“Laszlo luta enquanto tenta criar o Bebê Colin, tentando fazê-lo não se tornar um vampiro de energia. E até mesmo Guillermo se encontra em uma jornada emocional enquanto ele lida com seu amor por sua família.”

“Com locações assustadoras como o secreto Mercado da Noite, com mais monstros estranhos e convidados especiais surpreendentes, a quarta temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ continuará a arrancar sangue e risadas. E, dessa vez, com um toque de renovação domiciliar.”

Vale lembrar que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

Idris Elba afirma que a DC será um SUCESSO sob o comando do James Gunn

Em entrevista ao ComicBook, o ator Idris Elba não poupou elogios ao realizador James Gunn, afirmando que o Universo da DC finalmente está em boas mãos.

O ator, que interpretou o Pistoleiro em ‘O Esquadrão Suicida‘, declarou que não há ninguém melhor para cuidar da DC.

“[James Gunn] é um gênio, certo? Eu não consigo pensar em ninguém melhor para assumir o comando do Universo da DC. Ele conhece esses personagens melhor do que ninguém, além de ter uma grande imaginação e bom gosto para desenvolver essas histórias. Acredito que o Universo da DC será um grande sucesso sob o seu comando.”

Anteriormente, Gunn e Peter Safran fizeram uma declaração emocionante sobre o futuro da DC Studios, revelando o quanto essa posição significa para eles:

“Nós estamos honrados em ajudar a moldar esses personagens da DC, que nós amamos desde que éramos crianças. Estamos ansiosos para colaborar com os diretores, roteiristas e atores mais talentosos do mundo para criar um multiverso que ainda permite a expressão individual dos artistas envolvidos. Nosso compromisso com o Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Harley Quinn e os outros personagens do catálogo da DC é equivalente ao nosso compromisso com as incríveis possibilidades humanas que estes personagens representam. Estamos animados em revigorar a experiência cinematográfica ao redor do mundo enquanto contamos as histórias mais lindas, incríveis e grandiosas já apresentadas.”

Vale lembrar que o primeiro capítulo irá incluir cinco filmes (‘Superman – O Legado‘, ‘The Authority‘, ‘The Brave and the Bold‘, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘ e ‘Monstro do Pântano‘) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos‘, ‘Waller‘, ‘Booster Gold‘, ‘Lanterns‘ e ‘Paradise Lost‘).

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

Bilheterias GLOBAIS registram aumento e arrecadam US$ 33.9 milhões em 2023

Sucesso na indústria cinematográfica! De acordo com o Gower Street Analytics, as bilheterias globais arrecadaram cerca de US$ 33.9 bilhões em 2023.

O valor representa um aumento de 30.5% em comparação à arrecadação do ano anterior. Em contrapartida, o resultado ainda está 15% abaixo dos anos precedentes à pandemia, entre 2017-2019.

As projeções ainda indicam que 2024 deve arrecadar em torno de US$ 31.5 bilhões mundialmente, ficando 7% abaixo do resultado de 2023.

Vale lembrar que as bilheterias norte-americanas também ficaram em alta em 2023, conseguindo ultrapassar a marca dos US$ 9 bilhões de arrecadação – o que representa 26.8% da arrecadação global total.

Analises preliminares apontam que o próximo ano também deve enfrentar uma baixa em arrecadação nos EUA por causa da menor quantidade de grandes blockbusters. As projeções mais recentes indicam que 2024 deve fechar com apenas US$ 8 bilhões no país.

O site ainda aponta que a Universal Pictures foi a grande vencedora das bilheterias domésticas em 2023, com um total de US$ 1.93 bilhão em arrecadação. O estúdio foi responsável pelo lançamento de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B) e ‘Oppenheimer‘ (US$952M), que representam a 2ª e 3ª maior bilheteria do ano, respectivamente.

Esta é a primeira vez desde 2015 que o estúdio lidera as bilheterias domésticas.

A Disney, que geralmente ocupa a primeira colocação, caiu para a segunda posição – somando um total de US$ 1.89 bilhão em 2023. Os números ainda incluem os lançamentos da 20th Century Studios e Searchlight.

A Warner Bros. fecha o TOP 3, com US$ 1.4 bilhão em arrecadação.

Confira o ÉPICO teaser legendado da 2ª temporada de ‘The Last of Us’

A HBO divulgou o primeiro teaser legendado da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, o próximo ciclo estreará apenas em 2025.

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tlou day art abby credit greg ruth

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A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Entidade demoníaca é invocada no trailer do remake do terror ‘Witchboard: Espírito Assassino’; Confira!

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou o primeiro trailer.

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A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

Atriz de ‘Twin Peaks’ se junta ao elenco do novo TERROR de possessão demoníaca do diretor de ‘Audition’

De acordo com o Deadline, Hailey Benton Gates (‘Twin Peaks: O Retorno’) foi confirmada no elenco do novo terror de possessão demoníaca do aclamado cineasta japonês Takashi Miike – diretor de ‘Audition‘ e ‘13 Assassinos‘.

Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

A cantora Charli XCX (‘The Moment’) será a protagonista.

O elenco ainda contará com Milly Alcock (‘Supergirl’), Norman Reedus (‘The Walking Dead’), Kiko Mizuhara (‘Attack on Titan’) e Show Kasamatsu (‘Tokyo Vice’).

Na trama…

“Três melhores amigas se encontram em Kyoto para reacender a amizade de longa data. O que deveria ser uma viagem despreocupada entre amigas se transforma em um pesadelo, que começa quando Katie (Charli XCX) é possuída por um espírito violento e atormentado (Mizuhara), na tradição do terror japonês.”

Ross Evans e Yumiko Aoyagi assinam o roteiro, que é inspirado em uma ideia original de Charli e Miike.

Após o sucesso de seu álbum BRAT, a cantora Charli XCX tem investido pesado em sua carreira de atriz. Ela recentemente filmou o remake de ‘As Faces da Morte‘, o thriller erótico ‘I Want Your Sex‘, ‘100 Noites de Desejo‘, entre outros projetos.

As filmagens estão acontecendo atualmente, no Japão.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Brooklyn Nine-Nine’ é renovada para a 5ª temporada

A série de comédia policial da FOX, ‘Brooklyn Nine-Nine’, foi renovada para a quinta temporada. Criada por Dan Goor (‘Parks and Recreation’) e Michael Schur (‘The Office’), a produção estreou em 2013, mesclando uma narrativa que acompanha o ritmo de trabalho de um departamento de polícia, com a comédia de escritório.

Estrelada por Andy Samberg, Melissa Fumero, Stephanie Beatriz, Joe Lo Truglio, Terry Crews, Andre Braugher, Chelsea Peretti, Joel McKinnon Miller e Dirk Blocker, ‘Brooklyn Nine-Nine’ possui um grau positivo de popularidade, além de ser uma das favoritas entre a crítica especializada.

Segundo o site TV Line, a renovação da comédia veio acompanhada de outros retornos, como o das produções ‘O Exorcista’ e ‘Gotham’.

Não foi revelado quando a próxima temporada de ‘Brooklyn’ estreia ou quantos episódios terá, mas se a FOX seguir o mesmo ritmo dos ciclos anteriores, possivelmente o retorno será em setembro, com uma média de 22 episódios.

‘Pantera Negra’: Denzel Washington pagou as aulas de atuação para Chadwick Boseman

O astro Chadwick Boseman é um dos atores mais populares e cobiçados da atualidade, graças ao seu recente trabalho, protagonizando o aclamado ‘Pantera Negra’.

E em uma entrevista ao talk show The Tonight Show, o ator revelou que seus estudos no ramo da atuação foram financiados por ninguém menos que Denzel Washington.

Durante a conversa com Jimmy Fallon, Boseman revelou que não tinha recursos para fazer um intercâmbio de estudos para a Universidade de Oxford, conforme sugerido pela atriz e professora, Phylicia Rashād.

Para que ele e alguns de seus colegas pudessem fazer essa extensão entre a Universidade Howard e a instituição britânica, um grupo de pessoas se voluntariou para bancar os gastos, através do contato feito por Phylicia.

Chadwick apenas descobriu quem havia apadrinhado sua formação quando recebeu uma carta pouco depois do retorno aos Estados Unidos. Nela, o nome de Denzel aparecia como o patrocinador/padrinho do ator.

Confira o vídeo:

Em 3 semanas, o filme já soma US$ 900 milhões mundialmente!

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

‘Esqueceram de Mim’: Macaulay Culkin revive seu clássico papel em comercial; Assista!

O astuto e habilidoso personagem Kevin McCallister, de ‘Esqueceram de Mim‘, está de volta, no mais novo comercial do Google.

O intérprete do então garotinho, Macaulay Culkin, ressuscitou seu emblemático personagem direto dos anos 90, em um vídeo que recria alguns dos momentos mais populares e divertidos do clássico natalino.

No comercial, o ator revive o instante em que descobre que fora deixado para trás por sua família, tendo a casa inteira para si. Só que desta vez, o Google Assistant o ajuda a lidar com todas as suas artimanhas, como o pagamento do entregador de pizza e a ativação da famosa Operação Kevin.

Confira o comercial, que traz um ar bem nostálgico para os fãs de ‘Esqueceram de Mim‘:

‘The Batman’: Jeffrey Wright compartilha imagem do Bat-sinal; Confira!

Após o diretor Matt Reeves divulgar um vídeo com o visual do uniforme de Robert Pattinson com o Batman, o astro Jeffrey Wright, que dará vida ao Comissário Gordon, compartilhou uma nova imagem, que mostra – com poucos detalhes – o Bat-sinal.

Confira:

De acordo com o site Batman on Film, fontes ligadas à produção de ‘The Batman‘ disseram que os fãs vão ver o novo modelo do Batmóvel a partir do final de fevereiro.

Foi dito que serão gravadas cenas de perseguição pelas ruas de Gotham e o carro terá uma aparência completamente diferente da trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’ e de ‘Batman vs Superman’.

Pelo visto, o Batmóvel será semelhante a um ‘american muscle’ equipado com diversos maquinários para combater o crime, como armas de fogo, redes, lança-chamas e lâminas.

Além disso, o novo batmóvel foi pensado para se adequar à realidade urbana e não será tão estilizado quanto às versões de Tim Burton e Joel Schumacher.

Anteriormente, o The Daily Record informou que a equipe de produção está transformando as ruas de Glasgow, na Escócia, numa fiel repesentação de Gotham.

Ao que parece, o elenco está se preparando para gravar as cenas de ação no local, onde Robert Pattinson será visto usando o uniforme do Batman pela primeira vez, além de estar dirigindo o Batmóvel.

A história é destinada a reimaginar a origem do Batman em Os Novos 52, mostrando a longa ausência de Bruce Wayne em Gotham City e suas primeiras tentativas de vigilantismo.

 

O filme tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard e Jayme Lawson.

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

“All I Want for Christmas Is You”, da Mariah Carey, se torna a música MAIS OUVIDA na história do Spotify em um único dia

A cantora Mariah Carey quebrou um recorde histórico com seu aclamado hino natalino “All I Want for Christmas Is You“.

A icônica canção, lançada nos anos 90, se tornou a mais ouvida em um único dia na história do Spotify, totalizando 17.223 milhões de streams. A novidade foi revelada pelo Chart Dat e compartilhada pela própria cantora no Twitter.

Na ocasião, ela comemorou o impacto atemporal que a sua canção continua gerando ao redor do mundo, salientando ainda que os artistas ganham pouco dinheiro por meio dos streamings de música.

Confira:

“Uau, eu sei que vocês acham que eu estou ganhando grana (um pequeno segredo: Os artistas ganham muito pouco dos streamings), mas o verdadeiro motivo de eu estar aqui sentada em espanto e gratidão é por ver a alegria que essa pequena canção que eu escrevi traz para as pessoas. Obrigado e Feliz Natal!”

Confira a versão mais recente do clipe musical da canção:

A música original foi divulgada em novembro de 1994 e, desde então, tornou-se um clássico que praticamente está em todas as playlists do feriado natalino.

A produção alcançou o #1 na Billboard Hot 100 à época do lançamento e, desde então, sempre volta ao pódio quando chegamos nos últimos meses do ano. Em 2017, a canção subiu ao #9 e, em 2019, quebrou mais um recorde ao reclamar o topo das baradas depois de 25 anos de sua estreia.

10 músicas para quem AMA o Natal!

Com vendas globais de mais de 16 milhões de cópias“All I Want for Christmas Is You” é o maior sucesso internacional de Carey e 11º single mais vendido de todos os tempos.

‘A 5ª Onda’: Sci-fi com Chloë Grace Moretz e Nick Robinson será REMOVIDO da Netflix em breve; Saiba quando!

O sci-fi de aventura ‘A 5ª Onda‘, estrelado por Chloë Grace Moretz e Nick Robinson, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 15 de janeiro.

Na trama se passa no futuro onde a Terra é tomada por alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético acaba com toda a eletricidade do planeta. Na segunda, um tsunami mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros começam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos outros ataques. Já na quarta onda, a adolescente Cassie Sullivan precisa se virar sozinha para sobreviver e ainda reencontrar seu irmão.

Assista ao trailer:

Ron Livingston, Maggie Siff, Alex Roe, Maria Bello e Liev Schreiber completam o elenco do longa.

J Blakeson assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Akiva Goldsman, Jeff Pinkner e Susannah Grant.

The Gifted – Episódio 1×05 – boXed in

Acabou o episódio, levantei, aplaudi e me sentei para escrever esta crítica.

Que furacão foi este que passou por aqui, não? The Gifted continua acertando e isso só surpreende cada vez mais. “boXed in”, nome dado ao quinto episódio desta primeira temporada, trouxe um flashback focado no sentinela Jace Turner (Coby Bell), do dia em que, devido ao incidente ocorrido na passeata dos mutantes pedindo direitos iguais, a filha do agente morreu. A importância de mostrar este momento na vida do personagem que, aparentemente, era só um policial de Dallas e não um agente federal, reflete no que ele veio a se tornar no presente momento, o que demonstra preocupação dos roteiristas em contar um pouco da história de cada um.

É importante destacar o sequestro do agente realizado por Polaris (Emma Dumont) e Eclipse (Sean Teale), e a empatia de Marcos em relação a perda do mesmo. Interessante vê-lo (Marcos Diaz) diante de tais circunstâncias, considerando que a decisão de apreensão partiu de Lorna, o que claramente o jovem com poderes não concorda em totalidade. Lembram no episódio anterior em que ele precisou torturar um humano e depois com sentimento de culpa rezou com um terço na mão? Acredito que Dane terá atitudes mais drásticas quando o assunto é resistir de forma diferente de John e até mesmo Diaz, o que poderá provocar alguns conflitos entre eles.

Por falar deste momento, é preciso relembrar o ponto em que Dreamer (Elena Satine) entra em ação e utiliza os poderes em Jace. O nome “hound” aparece em um dos documentos que estavam na lembrança do sentinela, o que se refere à teoria citada na crítica anterior na qual destaquei a possibilidade do Pulse (Zach Roerig) ter sofrido lavagem cerebral e estar sendo usado para caçar mutantes, o que se classificou como, aparentemente, verdadeira. Agora será interessante descobrir como o processo acontece e quantos outros mutantes eles não possuem para serem usados na caça às outras pessoas com habilidade.

Uma ênfase necessária é no impacto do poder da personagem de Satine ao não ser, pelo que deu a entender, finalizado. Aparentemente, Jace Turner perdeu todas as memórias pós o fatídico dia da pequena Turner. O que leva ao questionamento de como será trabalhado a partir de agora, será que o telespectador verá uma espécie de tratamento para reavivar as memórias ou aos poucos o efeito do poder passa? Pergunto-me o que será do mesmo nos próximos episódios. Aproveitando o assunto, Blink (Jaime Chung) descobriu o motivo da lembrança amorosa com  John e não gostou nem um pouco. Impactante quando ela diz que agora tem a memória de amar alguém que não a ama. Como ficará a relação do trio, é o que pergunto. Um p.s.: mal posso esperar para sabermos mais sobre o passado de Clarice.

A família Strucker ganha cada vez mais o coração de todos (ou é só o meu e dos mutantes na base da resistência?). Caitlin (Amy Acker), Andy (Percy Hynes White) e Lauren Strucker (Natalie Alyn Lind) unindo forças para salvar Harry (DJames Jones) foi algo que o público nem sabia que precisava. Parece que a família inteira é feita de pessoas dispostas a ajudar o próximo. As cenas dos três foram muito bem trabalhadas e passaram a sensação de união que os X-Men sabem fazer bem.

Do outro lado, Reed (Stephen Moyer) colocou a vida em risco para despistar os sentinelas da localização da base da resistência mutante, provando de uma vez por todas a qual lado ele pertence. Válido dar uma ênfase à conversa dos quatro Strucker na mesa de jantar, em que o mesmo afirma a importância deles em todo este conflito e o quanto podem ajudar os outros com os conhecimentos que possuem.

boXed in” prova, mais uma vez, a capacidade de The Gifted de criar momentos de tensão, ação e reflexão em pouco de mais de 40 minutos, e sem cair na mesmice. O roteiro tem demonstrado solidez e a direção tem se mantido capaz de acompanhar o desenvolvimento e a evolução da escrita.