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Gostou de ‘Amor, Sublime Amor’? Aqui estão outros filmes musicais imperdíveis para você conferir!

Steven Spielberg retornou com toda a força em 2021 com o incrível remake de Amor, Sublime Amor, apresentando a história a uma nova geração e, em diversos momentos, até mesmo superando a produção original.

Estrelada por nomes como Rachel ZeglerAnsel ElgortAriana DeBoseRita MorenoMike FaistDavid Alvarez e vários outros, a recente versão chegou aos cinemas brasileiros há poucos dias e já vem encantando espectadores das mais diferentes idades. A história nos leva para a fervorosa Nova York dos anos 1950, cujas ruas são dominadas por duas gangues diferentes – os Jets, formados por garotos brancos, e os Sharks, formados por latino-americanos. Em um embate regado a coreografias belíssimas e uma releitura apaixonante de ‘Romeu e Julieta’, Spielberg traz à vida discussões importantes que ressoam com o presente e que o reafirmam como um dos maiores diretores de todos os tempos.

Pensando nesse belíssimo título que chegou às telonas do mundo todo, o CinePOP preparou uma lista com dez recentes musicais imperdíveis para você assistir.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

O REI DO SHOW (2017)

Estrelado pelo icônico Hugh JackmanO Rei do Show conquistou o público de forma espetacular, misturando temas como arte, ambição e aceitação em um explosivo e colorido conto inspirado na vida de P.T. Barnum. Na trama, Jackman dá vida a um showman que tem uma tendência natural de enganar seu público, decide montar um circo na esperança de ficar famoso. Durante sua saga há ainda uma importante questão pendente em sua vida, uma paixão cega pela cantora Jenny Lind.

MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO (2018)

Tudo bem, é um fato dizer que ninguém havia pedido ou esperado por uma sequência de ‘Mamma Mia!’, musical inspirado na discografia do lendário grupo sueco ABBA. Entretanto, ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’ surpreendeu ao receber inúmeros elogios da crítica. Estrelada por Lily JamesAmanda Seyfried, além de trazer inúmeros atores e atrizes super talentosos (incluindo uma aparição surpresa da vencedora do Oscar Cher), a história segue duas cronologias diferente e traça paralelos entre a vida de uma jovem Donna (James) e do que o futuro aguarda para Sophie (Seyfried).

NASCE UMA ESTRELA (2018)

O terceiro remake do atemporal conto de Nasce Uma Estrela trouxe às telonas a química invejável entre Lady Gaga (em seu primeiro papel protagonista no cinema) e Bradley Cooper (que também ficou responsável pela direção e pelo roteiro). Ovacionado pela crítica e pelo público, a história acompanha o conturbado e envolvente relacionamento entre Jackson e Ally, ambos navegando pelo intricado mundo da música. Conquistando vários prêmios, Gaga se consagrou como uma atriz a ser respeitada e, no topo de tudo isso, imortalizou “Shallow” como a canção mais premiada de todos os tempos.

O RETORNO DE MARY POPPINS (2018)

Cinco décadas depois do adorado ‘Mary Poppins’ chegar aos cinemas, a Disney resolveu investir todas as fichas que tinha para uma inesperada sequência – dessa vez, trazendo Emily Blunt para viver a icônica babá encantada. Na trama, Mary Poppins desce dos céus novamente com seu fiel amigo Jack para ajudar Michael e Jane Banks, agora adultos trabalhadores que sofreram uma grande perda. As crianças Annabel, Georgie e John vivem com os pais na mesma casa de 24 anos atrás e precisam da babá enigmática e o acendedor de lampiões otimista para trazer alegria e magia de volta para suas vidas.

ALADDIN (2019)

Na onda de remakes em live-action da Casa Mouse, Aladdin conseguiu resgatar todos os elementos da animação de 1992, incrementando-os com algumas incursões originais e muito divertidas. Retomando a narrativa já conhecida pelo público, a nova versão é centrada em um jovem humilde que descobre uma lâmpada mágica, com um gênio capaz de lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do gênio, ele tenta se passar por um príncipe para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

FROZEN II (2019)

De volta à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajuda Elsa a compreender a origem de seus poderes.

HAMILTON (2020)

Criado, dirigido, escrito e produtor por Lin-Manuel MirandaHamilton se tornou um dos maiores fenômenos das últimas décadas e revolucionou o teatro mainstream para sempre. No ano passado, a Disney se aliou a Miranda para trazer a versão filmada do musical ao streaming, quebrando recordes e apresentando uma narrativa inspirada na vida de Alexander Hamilton, um dos “pais fundadores” dos Estados Unidos. Estrelando como o protagonista, o astro dividiu os holofotes com nomes como Daveed DiggsLeslie Odom Jr.Renee Elise Goldsberry e vários outros.

EM UM BAIRRO DE NOVA YORK (2021)

Nessa outra adaptação do trabalho de Miranda, dirigida por Jon M. Chu, as luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi, que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

EVERYBODY’S TALKING ABOUT JAMIE (2021)

Baseado na vida de Jamie Campbell e no aclamado musical homônimo, ‘Everybody’s Talking About Jamie’ gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso. O filme trouxe nomes como Max HarwoodRichard E. GrantSharon Horgan ao elenco.

TICK, TICK… BOOM! (2021)

Um dos mais recentes filmes da Netflix caiu no gosto da crítica e do público e trouxe Andrew Garfield comoJon, um jovem compositor de teatro que é garçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: de sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; e de uma epidemia AIDS que vem devastando a comunidade artística . Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: o que devemos fazer com o tempo que temos?

“Nenhuma boa ação fica impune”, revela novo comercial de ‘Homem-Aranha 3’

A Sony Pictures divulgou um novo comercial de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, com o Duende Verde afirmando que “Nenhuma boa ação fica impune”.

Assista ao comercial e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

[EXCLUSIVO] Ator fala sobre o novo e PODEROSO musical de Steven Spielberg, ‘Amor, Sublime Amor’

Recentemente, o CinePOP teve o prazer de entrevistar o incrível ator Corey Stoll, que interpreta o Delegado Schrank na nova e já aclamada adaptação do musical Amor, Sublime Amor.

Na breve entrevista, Stoll falou sobre seu processo de escalação no filme e como construiu o personagem, afastando-se um pouco da rendição de Simon Oakland no original de 1961, além de comentar que este foi seu primeiro musical.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

De acordo com o Deadline, o remake arrecadou apenas US$ 4.1 milhões na sexta-feira (10), e deve fechar seu primeiro final de semana nos EUA com mornos US$ 10.2 milhões.

Para termos de comparação, o resultado é MENOR que a estreia de ‘Em um Bairro de Nova York‘, que estreou com US$ 11.5 milhões no país. Além disso, vale destacar que o longa foi lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max.

No entanto, parece que o público gostou do remake, dando-lhe uma nota A (e 94% de aprovação no Rotten Tomatoes). Caso o filme gere boca-a-boca suficiente, é possível que a produção se beneficie nas próximas semanas, com as datas comemorativas que atraem milhares de cinéfilos às telonas.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Crítica | Madres Paralelas – Pedro Almodóvar faz seu MELHOR filme da década, e abre Festival do Rio 2021

Após dois anos parado por conta da pandemia do corona vírus e uma breve semana de estreias nacionais em julho, o Festival do Rio finalmente voltou ao seu formato presencial, trazendo ao público carioca o que vem de melhor do cinema mundial para os próximos meses. E, seguindo uma tradição, a noite de abertura foi com nada menos que ‘Madres Paralelas’, novíssimo filme do diretor espanhol Pedro Almodóvar, cujos filmes sempre estrearam – e causaram! – nas edições anteriores do Festival.

Janis (Penélope Cruz) é uma renomada fotógrafa que está fazendo uma sessão com o antropólogo Arturo (Israel Elejalde), com quem acaba se relacionando e de quem engravida. Por ser Arturo casado, Janis o liberta de qualquer responsabilidade com a criança, decidida a ter seu filho sozinha. Então, no dia do parto, conhece Ana (Milena Smit), uma jovem mãe com quem trava amizade. O tempo passa e as duas mantêm o contato, trocando impressões sobre a experiência da maternidade. Porém, quando Arturo conhece a filha e planta uma dúvida na cabeça de Janis, ela não irá sossegar até descobrir a verdade completa.

Em duas horas de filme, ‘Madres Paralelas’ pode ser dividido em duas histórias: uma bastante evidente (a jornada pessoal da protagonista em se tornar mãe) e uma que fica tão de pano de fundo, que quase não lhe prestamos atenção (o motivo pelo qual Janis e Arturo se aproximam, que é a possibilidade de ele escavar a fossa do povoado em que Janis nasceu, onde estariam os restos mortais dos homens do povoado, mortos pela ditadura). Ao escrever essas duas histórias em paralelo, Pedro Almodóvar aproxima seu público tradicional, mais velho, com a juventude que o está descobrindo agora, mas que não tem tanta profundidade acerca de temas importantíssimos da história da Espanha. É ao fim do longa que nos damos conta do brilhantismo dessa construção. Pelo viés da ficção encenada por uma atriz de renome, o diretor espanhol quer apontar aos jovens a importância de não silenciar a história sombria de seu país; ao contrário, é necessário revirarmos as fossas e trazermos à tona as verdades que tentam esconder sobre os tempos das ditaduras e das guerras.

Ainda que essa tenha sido a motivação do filme, não é sobre este tema que ‘Madres Paralelas se debruça. No enredo principal, encontramos todos os elementos almodovarianos principais, como as cores fortes (especialmente o vermelho), mulheres poderosas, crises nervosas, alta moda, um leve toque de thriller no drama pessoal e, claro, a participação da querida atriz Rossy de Palma, figurinha fácil de suas produções. Penélope Cruz volta a apresentar uma ótima performance no protagonismo de uma mulher forte, ainda que imperfeita, sabendo esconder suas emoções na hora certa e apresentando conflito para o espectador sem pronuncias palavras.

Conduzido pelo viés do thriller, Pedro Almodóvar faz de um drama comum feminino um argumento valiosíssimo sobre nunca nos voltarmos contra nossas raízes, mostrando às atuais gerações a importância de lutar pela verdade, ainda que muitas famílias ainda sofram por não conseguirem essa informação. Não à toa, ‘Madres Paralelas’ termina com uma citação de Eduardo Galeano, em um convite à reflexão. É o melhor filme de Almodóvar desta década, e felizmente chegará à Netflix já em 2022.

Novo comercial de ‘Batman’ traz cenas INÉDITAS

Batman‘ ganhou um comercial internacional com cenas inéditas.

Assista:

Segundo o Hollywood Reporter, a Warner Bros. realizou testes de audiência com duas versões diferentes do filme.

Uma das versões traz um ator específico escalado para um papel ainda não divulgado, e a outra não o introduz. O estúdio já decidiu qual versão usar.

Especula-se que o ator seja Barry Keoghan, de ‘Eternos‘.

O ator foi escalado para viver o Policial Stanley Merkel, mas especula-se que ele se revelará o vilão Coringa.

Resta saber qual versão a Warner optou por lançar nos cinemas.

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 04 de março de 2022.

Confira a sinopse completa e siga o CinePOP no YouTube:

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Robert Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton/Charada (Paul Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

Que MEDO! ‘O Exorcista’ ganha boneca que gira a cabeça…

Um brinquedo – literalmente – de morrer!!!

A Living Dead Doll, empresa focada na produção de produtos para o mundo do terror, horror e suspense, liberou as primeiras imagens da boneca inspirada na clássica personagem Reagan MacNeil, de O Exorcista.

Mas não basta apenas fazer a boneca, tem que torná-la ainda mais real.

Assim, a boneca vem maleável justamente para que ela possa repetir as posições realizadas pela personagem no clássico.

Sim, a cabeça também gira em 360º. O.O Sinistro!

Confira, e mande para um amigo de presente de aniversário!

O Exorcista‘ vai ganhar uma nova trilogia que será dirigida por David Gordon Green (‘Halloween’).

O primeiro longa está programado para estrear no dia 13 de outubro de 2023.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Ellen Burstyn (‘Interestelar’) reprisará seu papel como Chris MacNeil, mãe de Regan (Linda Blair), a menina possuída pelo demônio Pazuzu no longa original.

Além de Burstyn, Leslie Odem Jr. (‘Uma Noite em Miami’) também foi listado no filme, e dará vida ao pai de uma jovem supostamente possuída.

Na trama, ele irá recorrer à ajuda de Chris para tentar lidar contra a presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Em entrevista ao Total Film, Green já havia revelado que o novo título será uma sequência direta do clássico original. Apesar disso, o cineasta garantiu que os filmes anteriores não precisam ser necessariamente ignorados – como aconteceu na franquia ‘Halloween‘.

“O roteiro do novo ‘O Exorcista’ já foi escrito! Esse foi um dos meus projetos durante a pandemia. Será uma sequência direta do longa original, mas eu gosto de todos os filmes da franquia ‘O Exorcista’, e acredito que a mitologia de todos eles se encaixam com o que estou desenvolvendo. Não estou dizendo que fingirem que ‘O Exorcista 2’ nunca aconteceu.”

Ele completa, “Essa franquia é outro legado divertido de se fazer parte e espero poder me dedicar a ela no futuro próximo. Eu fiz muita pesquisa para escrever o roteiro, ao invés de escrever impulsivamente. Conversei com muitas pessoas, li muitos livros e fiz muitas entrevistas.”

Anteriormente, o produtor Jason Blum disse que espera surpreender os fãs que são céticos em relação à ideia:

“Será como o reboot de ‘Halloween’, de David [Gordon Green]. Acredito que será uma grande surpresa ao céticos por aí. Havia muito pessoas que não tinham confiança no novo ‘Halloween’ e David os convenceu do contrário. Sinto que ele fará o mesmo com o novo ‘O Exorcista’. Eu quero fazer um filme para as pessoas que amaram o primeiro filme e estão furiosas por estarmos fazendo um novo, mas que acabam se arrastando para os cinemas. E eu quero fazer um filme para as pessoas que nunca ouviram falar de ‘O Exorcista’. Acho que David fez isso com o Halloween. Acho que ele também fará isso com O Exorcista”.

David Gordon Green (‘Halloween’) será responsável pela direção.

 

 

As Ideias mais BIZARRAS para Filmes da Década de 2000

A ideia por trás da coluna As Piores Ideias para Filmes – que chega agora à sua segunda edição (você confere a primeira abaixo no link) – não é debater se tais filmes são bons ou ruins. Temos certeza que muitos deles possam ter seus fãs. Afinal, até mesmo o pior filme do mundo encontrará algum defensor. O lance é analisar o quão estranhas, para não dizer bizarras e non sense, são as tramas de determinados filmes, que nos deixam pasmos de saber que realmente foram em frente e terminaram produzidos e lançados nos cinemas. É o caso daquela ideia de jerico que você conta para o seu amigo e ele pensa automaticamente que é uma má ideia. Pois bem, em Hollywood sempre tem alguém para acreditar que pode dar certo. Bem, o que podemos dizer é que nestes casos praticamente nunca dá. Confira abaixo as Piores Ideias para Filmes da Década de 2000.

Leia também As Piores Ideias para Filmes da Década de 90

O Filho do Máskara

Sem Jim Carrey na sequência, a “solução” foi apelar (e muito) para o clima de desenho animado.

“Um filme do Máskara sem Jim Carrey? Não, obrigado”. Foi o que a maioria dos fãs e a maior parte do público pensou da ideia de uma continuação do querido O Máskara (1994), sensação de crítica e bilheteria que ajudou a consolidar os efeitos especiais de computador e a carreira de Jim Carrey em Hollywood. O Máskara é Carrey, qualquer outra coisa sofreria em comparação. Assim, além de “fazer errado” com um segundo filme sem Carrey, ainda foram adicionados personagens sem carisma e graça, transformando O Filho do Máskara, de 2005, num longa infantil e praticamente um cartoon sem qualquer identificação humana. Desta forma, o filme viveu para se tornar o 10º pior filme de todos os tempos no IMDB.

Eu os Declaro Marido e… Larry

Piada de mau gosto. Filme de Adam Sandler estimula a rir do preconceito contra casais gays.

O título aqui bem que poderia ser “Homofobia – O Filme”! Que as produções de Adam Sandler muitas vezes tendem a cruzar a linha do aceitável recaindo no mau gosto completo não é novidade. Piadas grotescas, tiração de sarro com deficiências físicas e mentais, sexo com idosas, entre outras, estão no repertório do comediante. Mas talvez nenhum outro filme de seu acervo tenha envelhecido tão mal quanto este Eu os Declaro Marido e… Larry, de 2007. A história fala sobre dois bombeiros machões precisando se fingir de casal gay a fim de dar um golpe na seguradora e receber a pensão de um deles. O principal problema aqui é que o filme trata a homossexualidade como algo repugnante, ridículo e hilário, errando feio na mensagem.

Halloween – Ressurreição

Beijo da morte. Jamie Lee Curtis encontrou um jeito de se livrar deste filme…

Nem dá para acreditar que após o ótimo reboot Halloween H20 (1998), os produtores decidiram fazer isso! Antes mesmo de sermos apresentados à trama principal deste filme de 2002, temos Michael Myers finalmente despachando Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) de uma vez por todas, e de uma forma bem anticlimática. Assim, já começando errado. Depois, percebemos que o início não era tão ruim assim por comparação, ao nos depararmos com uma história tão idiota e que rapidamente ficou datada. Esse era o início do estilo found footage e também dos reality shows. Aqui, matando dois coelhos com uma cajadada só, a história mescla estes dois elementos em sua trama. Produtores “geniais” de um programa de TV decidem realizar um reality dentro da casa de Michael, com um dublê para assustar os participantes. E é claro que o verdadeiro Myers dá as caras. Para completar a cereja no bolo, quem poderia esquecer a cena de kung fu, quando Busta Rhymes dá um golpe no assassino? Coisa dos Trapalhões.

Maluca Paixão

Bullock vive uma mulher desequilibrada perseguindo um homem (Cooper) pelo país. Quem achou uma boa ideia?

Lançado em 2009, este foi o filme infame que rendeu para a protagonista Sandra Bullock um muito merecido “Framboesa de Ouro” como a pior atriz do ano, na noite anterior de sua consagração máxima no Oscar por Um Sonho Possível. Não sabemos realmente aonde a estrela estava com a cabeça na hora que aceitou protagonizar esta “comédia romântica” sobre uma mulher mentalmente desequilibrada, perseguindo um câmeraman da CNN (papel de Bradley Cooper) pelos EUA por acreditar que ele é seu verdadeiro amor. Detalhe, o sujeito nada quer com ela. Este é outro que poderia mudar de título para “Assédio – O Filme”. Uma “graxinha”.

Ligado em Você

Irmãos siameses são protagonistas de outro filme politicamente incorreto dos irmãos Farrelly.

Assim como Adam Sandler, os irmãos Farrelly sempre conduziram sua carreira como diretores utilizando muito humor politicamente incorreto. Quando migramos para uma era onde ofensas não são mais engraçadas ou aceitáveis, numa época politicamente correta, tais longas tornam-se rapidamente obsoletos. É o caso com este Ligado em Você, de 2003, estrelado por Matt Damon e Greg Kinnear (com participação de Eva Mendes e Cher), que baseia todo seu repertório de piadas em cima da condição dos protagonistas, gêmeos siameses ligados pela cintura e costas. Podemos até dizer que a intenção foi demonstrar a possibilidade de uma vida normal para pessoas assim, que é uma mensagem até positiva, mas o filme simplesmente não é engraçado – o que se torna mortal para uma comédia.

A Gostosa e a Gosmenta

Não, não é este tipo de filme com a Paris Hilton. É ainda pior…

A ideia sem noção aqui nem é ter a patricinha dublê de atriz Paris Hilton como protagonista. E sim ter uma história que tem o coração totalmente no lugar errado. A trama é bobinha e básica, e fala sobre a personagem de Hilton aceitando sair um rapaz apaixonado por ela com a condição de que o sujeito arrume um pretendente para sua melhor amiga June, uma jovem, digamos, desprovida de beleza física. Mais uma vez, este é outro filme cujas piadas incorretas estão unicamente focadas na forma física da tal amiga, que até é uma boa pessoa, enquanto a futilidade da Barbie humana Hilton é tratada como recompensa e privilégio. O detalhe é que a atriz por baixo da maquiagem é a bela Christine Lakin. Por essas e por outras, este filme de 2008 é o número 7 dos piores de todos os tempos no IMDB.

Inspetor de Saúde

Larry the Cable Guy vestido de Carmem Miranda. É hilário, certo?

Esse é mais um membro do grupo “não acredito que deram um filme para esse cara”. Assim como o citado Carrot Top na matéria das piores ideias dos filmes dos anos 90, aqui temos um comediante stand up que fez certo sucesso em suas apresentações portando um estilo, digamos, excêntrico. Larry the Cable Guy, ou “Larry, o instalador de TV a cabo”, é exatamente o que o nome descreve, um sujeito meio caipirão que fazia parte de um grupo de humoristas autointitulados proletários. Ou seja, sujeitos simples que tiravam de situações cotidianas da classe baixa branca (o chamado “white trash”) a graça. Pode ter funcionado nos palcos, mas não significa que funciona no cinema. Porém, não foi impedimento para produtores o colocarem para estrelar seu próprio filme. Piorando a situação, este filme de 2006 o coloca para ser inspetor sanitário de uma grande cidade, em busca da fonte uma contaminação alimentícia. Tinha como dar certo?

S.O.S. do Amor

A musa teen Amanda Bynes deu com os burros n’água e terminou sumindo.

Sabemos só de olhar para certos cartazes de filmes, trailers ou simplesmente ler sua sinopse, o que irá funcionar ou não. Quais ideias são simplesmente ruins demais para vingar. A jovem Amanda Bynes certamente já viu dias mais ensolarados em sua carreira. Ela teve seu próprio programa de TV ainda na adolescência (alguns na verdade) e inclusive estrelou alguns filmes “apresentáveis” no cinema. Mas este longa de 2005 é nível sorvete na testa. Se liga nesta trama: Bynes interpreta uma fã apaixonada por um cantor de rock, a quem tem a chance de conhecer num resort. Num passeio de barco, o pior acontece e os dois terminam náufragos numa ilha deserta. É A Lagoa Azul? É Náufrago? Não, é o dia de folga do cérebro de algum roteirista. Acontece que a garota descobre que a tal ilha nada mais era do que uma praia um pouco mais distante do resort, mas recusa-se a contar a verdade para seu crush, na esperança que possam ficar mais tempo a sós. É abuso psicológico em forma de romance. Não é lindo?

A Centopeia Humana

Uma cena edificante da sétima arte…

O título deste filme de 2009 já diz tudo. Unicamente recomendado para os que curtem nojeiras, cenas repugnantes, que tenham curiosidade mórbida e afins, o filme foi banido de vários países, rapidamente entrando na lista negra como um dos filmes mais polêmicos e perturbadores dos últimos anos. É também um dos mais desprezíveis. A história do filme pega carona no subgênero dos torture porn e conta sobre duas amigas perdidas no caminho de uma festa, se deparando com uma casa onde decidem parar para pedir ajuda. No local, para azar das moças, elas cruzam caminho com um cientista louco, que as sequestra. Após ter raptado mais um rapaz, ele decide realizar seu experimento detestável: costurar o trio, de cabo a rabo (literalmente). Será que esta atrocidade possui fãs? Eu não me espantaria.

Penelope

Nariz de tomada. Christina Ricci vive “a bela e a fera” num só personagem.

A atriz Reese Witherspoon se tornou também uma produtora de respeito na indústria de Hollywood, com sua companhia Hello Sunshine. É dela a produção de séries elogiadas como Big Little Lies, The Morning Show e Pequenos Incêndios por Toda Parte, e filmes como Garota Exemplar e Livre. Mas voltando para 2006, encontramos a primeira vez que a atriz produziu um filme por completo. E a escolha foi por Penelope, uma espécie de A Bela e a Fera feminino, que soa como adaptação de um livro, mas é uma história original. Penelope é uma jovem rica e amaldiçoada com um nariz de porco (?!), o qual ela esconde com panos e xales. Sua condição irá se reverter assim que encontrar o verdadeiro amor que a aceite como ela é. Igualzinho ao clássico da Disney, mas trazido para os tempos atuais de uma forma, digamos, suína. Ganha ou não ganha o prêmio WTF? Ah sim, quem interpreta esta gracinha oinc-oinc é Christina Ricci.

Duração do novo ‘Pânico’ é revelada

Segundo o Big Screen Leaks, o novo ‘Pânico‘ tem 1 hora e 54 minutos de duração.

O filme será o 3º mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e ‘Pânico 3‘ (1h 56m).

O primeiro filme teve 1h 40m de duração, enquanto o 4º filme teve 1h 51m.

Recentemente, foram divulgados três comerciais que trazem cenas inéditas de um ataque no hospital, pistas sobre um segredo familiar e o Ghostface usando uma máscara metálica e um lança-chamas.

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Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

O terror recebeu classificação indicativa “Rated R” pela MPAA.

Ou seja, nos EUA, menores de 17 anos só podem assistir ao filme na presença dos pais. A classificação se deu por “Forte violência sangrenta, palavrões e algumas referências sexuais”.

Todos os quatro filmes anteriores receberam a classificação indicativa Rated R.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

‘Ted Lasso’: 3ª temporada começa a ser rodada antes do previsto, revela Hannah Waddingham

Em uma recente entrevista ao The Late Late Show With James Corden, a atriz vencedora do Emmy Hannah Waddingham, que interpreta Rebecca na aclamada comédia Ted Lasso, revelou que as filmagens da 3ª temporada irão começar mais cedo do que o esperado.

“Começaremos no Dia de São Valentim, o que é adorável. Mas acho que, pelo fato de Jason [Sudeikis] ser de ‘Saturday Night Live’Brendan [Hunt], que vive o Treinador Beard, ser de ‘Second City’, que fica em Chicago… E pelo fato de Brett [Goldstein] fazer stand-up, eles escrevem o panorama do show e, então, boa parte das vezes eu tenho muitos monólogos emocionantes que viram diálogos diferentes logo antes da câmera começar a gravar”, ela contou.

Waddingham continua: “no começo, eu ficava pensando: ‘você não pode fazer isso comigo’. E o Jason ficava: ‘você vai ficar bem’. Acho que eles gostam de fazer isso”.

Em uma outra entrevista, dessa vez ao Deadline, o produtor executivo Bill Lawrence comentou que o show pode ter mais temporadas do que a previsão inicial de apenas três.

“Quando demos a ideia dessa história em particular, dissemos que a série teria apenas três temporadas”, Lawrence comentou. “E eu provavelmente fico com a consciência limpa ao dizer que, mesmo que Ted Lasso siga em frente, a história que os roteiristas estão contando tinha um começo, um meio e um fim para três temporadas. Agora, pode ser que desviem dessa ideia”.

E você? Gostaria de mais temporadas?

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

Após morte de Chadwick Boseman e problemas com Letitia Wright, fãs prestam solidariedade ao diretor de ‘Pantera Negra 2’

Marvel Studios' BLACK PANTHER..Shuri (Letitia Wright)..Ph: Film Frame..©Marvel Studios 2018

‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ é um dos filmes mais aguardados de 2022 e, antes mesmo das filmagens começarem, já vem passando por inúmeros problemas internos e externos.

Talvez a principal vítima de lidar com esses obstáculos seja Ryan Coogler, que retorna à cadeira de direção e que enfrenta a ainda recente morte de Chadwick Boseman, que viveu T’Challa, a decisão da Marvel Studios em não reescalar o personagem, a pressão em manter o nível do primeiro volume, que inclusive foi indicado a inúmeras categorias do Oscar, e os comentários anti-vacina de Letitia Wright, que acenderam inúmeras polêmicas nas redes sociais.

Em virtude de várias adversidades, os fãs do longa-metragem se reuniram em inúmeros comentários no Twitter para declarar apoio e empatia a Coogler.

Confira alguns deles abaixo:

“Espero que vocês não comecem a caluniar Ryan Coogler por ‘Pantera Negra’. Ele literalmente teve que lidar com a morte de Chadwick e a decisão da Marvel em não reescalar T’Challa – e agora tem que lidar com as m****s da Letitia. Ele merece nosso maior respeito, porque está tentando honrar o legado de Chadwick da melhor maneira possível e também tem que continuar o legado do Pantera Negra em um filme só”.

“Todas essas complicações vindo do novo protagonista de ‘Pantera Negra’ só fazem você sentir ainda mais falta de Chadwick”.

“Eu estava a favor da Shuri ser a próxima Pantera Negra, mas desde que Letitia f***u tudo, espero que eles passem o título para Nakia. Acho que ela é a próxima escolha mais óbvia e ela ficaria incrível”.

“As pessoas não estão dizendo para reescalar T’Challa em Pantera Negra 2, ainda mais com Letitia Wright mostrando ser anti-vacina. Que tal dar um pouco de atenção à Lupita Nyong’o e torná-la protagonista?”.

“Cara, eu espero que Ryan Coogler esteja bem com toda essa reescrita de ‘Pantera Negra’. Não é fácil fazer esse filme, cara”.

Lembrando que as filmagens começam em Atlanta em janeiro de 2022, com Wright reprisando seu papel na narrativa.

O lançamento do longa foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Crítica | ‘And Just Like That…’ é guiado por performances incríveis, mas falha em recuperar a essência de ‘Sex and the City’

Em 1998, a dramédia romântica Sex and the City estreava na HBO e, em pouco tempo, tornou-se um dos maiores sucessos da época e ajudou a aumentar a popularidade do canal em um nível estratosférico. Estrelada por Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Cynthia Nixon e Kim Cattrall, a produção levou para casa nada menos que sete estatuetas do Emmy e oito Globos de Ouro, além de ter colocado a carreira de suas protagonistas nos holofotes. Agora, quase duas décadas e meia mais tarde, o público que se apaixonou pelas aventuras de Carrie Bradshaw recebeu um convite inesperado para retornar a Nova York com o revival And Just Like That…’.

Toda a estrutura que precedeu a estreia dos dois primeiros episódios na HBO Max trilhou um caminho bastante interessante e que prometia seguir uma via de mão dupla – resgatando os fãs originais da obra e introduzindo personagens que ficaram marcadas na cultura pop para uma nova geração. Entretanto, apesar de atuações fabulosas de um elenco que envelheceu como vinho, não é possível dizer o mesmo do excessivo e profuso roteiro, pincelado com diálogos desnecessários e um apelo melodramático em demasia. É claro que não podemos tirar mérito do criador e showrunner Darren Star em revisitar o glamuroso e divertido microcosmos que arquitetou, mas nem suas melhores intenções são o suficiente para ofuscar os múltiplos deslizes que se estendem numa frustrante estreia.

Parker retorna como Carrie, uma amadurecida mulher que não deve nada a ninguém e que, agora, procura se adaptar ao frenesi tecnológico dos millenials e da Gen-Z, aproveitando seu background como jornalista e comunista para adentrar o mundo dos podcasts e perceber que a vida que conhecia mudou por completo. Ao seu lado, temos Miranda Hobbes (Nixon), que retorna para conseguir seu PhD em direito e fazer da sociedade uma estância melhor; e a sempre emocionada Charlotte York (Davis), que concilia o tempo com suas amigas e com a sua família, tentando ajudar a todos com seu jeito único de ser. E, talvez, deixar Cattrall de fora como a icônica Samantha Jones não tenha sido a melhor jogada – afinal, todo a essência cômica parece ter sido drenada e transmutada em uma versão mais leve e elegante demais para ser absorvida por um público que pode não compreender a dubiedade das piadas.

De qualquer forma, é preciso comentar que a química do elenco permanece mais viva do que nunca e, por essa razão, somos transportados para um universo alheio à própria verdade, mas sem abandoná-la. Em meio a apartamentos luxuosos, jantares caros e figurinos estonteantes, o trio em questão lida com problemas pessoais que tomam um rumo surpreendente e tocante. Logo no primeiro capítulo, intitulado “Hello It’s Me”, uma menção pungente à canção homônima de Todd Rundgren, Carrie se vê no centro de um turbilhão de emoções que dá adeus a John (Chris Noth), seu marido, e mergulha no perigoso cenário da autorreflexão intimista.

É notável como Michael Patrick King, responsável tanto pela narrativa quando pela direção, não tem medo de arriscar – mas o fato de construir algo diferente acaba cedendo a uma fúnebre atmosfera que mancha o ritmo das iterações, ainda que por poucos momentos. King encontra espaço de sobra para resgatar os elementos clássicos da série original e incrementá-los com um requinte apaixonado que faz ótimo uso dos elementos imagéticos, como a paleta de cores, a fotografia comedida e uma condução sólida que busca referências no pináculo do gênero. Mas sua preocupação não se concentra como poderia na história em si, abandonando um enredo que exala com potencial ilimitado para falas sem substância e redundantes – por exemplo, a péssima sequência de abertura do piloto.

Mesmo com tantos tropeços, somos agraciados com pulsões de vulnerabilidade e de quebras de expectativa inteligentes, especialmente quando Parker e Nixon se lançam em uma tour-de-force narcótica. Parker lida com a supracitada perda do esposo, vendo sua vida virar de cabeça de para baixo, fornecendo mais camadas de complexidade à personagem; Nixon é centro de um conflito geracional e de uma comunidade recheada de minorias que abre seus olhos para a multiplicidade étnica que agora domina o mundo. No topo de tudo isso, temos introduções bem-vindas ao elenco, que incluem Sara Ramirez como Che Diaz, chefe de Sarah e uma pessoa muito aberta a discutir sobre temas como identidade de gênero e orientação sexual; Nicole Ari Parker como a espirituosa e ansiosa Lisa Todd Wexley; e a sistemática Karen Pittman como Nya Wallace.

Entre trancos e barrancos, ensejos de brilhantismo não são o bastante para esconder os equívocos que se espalham pelos episódios iniciais de And Just Like That…’ – e, no final das contas, os fãs assíduos da produção original serão os maiores beneficiados. Felizmente, somos cativados por rendições de tirar o fôlego e uma audácia memorável, destilando um gostinho de que as coisas podem melhorar muito nas semanas seguintes.

‘Imperdoável’: Fãs estão AMANDO o novo drama da Netflix estrelado por Sandra Bullock; Confira as reações!

‘Imperdoável’, suspense dramático estrelado pela vencedora do Oscar Sandra Bullock, já está disponível na Netflix – e não demorou muito até que os internautas expressassem suas reações com o título.

Boa parte dos comentários é positiva, elogiando a atuação de Bullock e de Viola Davis, bem como a importante temática explorada na narrativa.

Confira:

Após cumprir pena de prisão por um crime violento, Ruth Slater (Bullock) volta ao convívio na sociedade, que se recusa a perdoar seu passado. Discriminada no lugar que já chamou de lar, sua única esperança agora é encontrar a irmã, que ela havia sido forçada a deixar para trás.

Relembre o trailer:

O vencedor do Oscar Christopher McQuarrie (Os Suspeitos) fica a cargo do roteiro, enquanto Nora Fingscheidt comanda o projeto.

Vincent D’Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan e Viola Davis completam o elenco.

Pânico | Ranqueamos todos os assassinos da icônica franquia slasher

Cuidado: possíveis spoilers à frente para aqueles que não assistiram aos filmes

A icônica franquia slasher Pânico está prestes a ganhar um quinto volume – e já está criando inúmeras teorias na mente dos fãs, incluindo quem pode ser o novo serial killer da saga.

Enquanto mais detalhes sobre a narrativa (e pistas sobre o assassino) não são revelados, é sempre bom relembrar da revolução que os filmes causaram no gênero do terror e no próprio cinema. E, para continuar nosso mini-especial, montamos uma lista ranqueando todos os homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface, desde Billy Loomis e Stu Macher até Jill Roberts.

Confira:

 

Confira:

7. CHARLIE WALKER, Pânico 4

Intérprete: Rory Culkin

Depois do controverso terceiro filme da franquia, Wes Craven levou mais de uma década para revisitar Pânico e apresentar o clássico do slasher a uma nova geração – não apenas de personagens, mas também de fãs. Entretanto, apesar da ótima atuação de Emma Roberts como a psicótica Jill Roberts, a revelação de Charlie Walker (Rory Culkin) como o segundo assassino não causou tanto fervor e não o transformou em um serial killer memorável o suficiente para alcançar o topo da lista (ainda mais considerando sua subordinação à colega de crime).

 

6. MICKEY ALTIERI, Pânico 2

Intérprete: Timothy Olyphant

Mickey é um dos assassinos mais relembrados da saga – e não é por qualquer razão: além da interpretação aplaudível de Timothy Olyphant, o insano personagem levou Sidney Prescott (Neve Campbell) a duvidar de todos à sua volta para isolá-la e atacar pela última vez. Mesmo com uma personalidade pérfida e uma backstory sólida o suficiente para nos convencer, Mickey encontrou seu fim de uma maneira não muito honrável e, como se não bastasse, foi ofuscado pela parceira de crime.

 

5. JILL ROBERTS, Pânico 4

Intérprete: Emma Roberts

Apesar das críticas mistas, Pânico 4’ é uma entrada subestimada da saga slasher e conseguiu, em certos aspectos, revitalizar a série de filmes ao trazer a narrativa para a era digital. E é claro que, com a emergência das redes sociais, a serial killer Jill (vivida por Emma Roberts) partiria de uma linha similar: invejando a fama da prima, Sidney, Jill arquitetou uma história muito similar ao que a protagonista vivera e fez questão de se tornar a final girl e se tornar o centro dos holofotes – isso é, até morder a própria língua e ter o destino de todos os outros homicidas da franquia.

 

4. STU MACHER, Pânico

Intérprete: Matthew Lillard

Antes de eternizar Salsicha no live-action ‘Scooby-Doo’Matthew Lillard encarnou o memorável antagonista Stu Macher em Pânico, de 1996. Apesar de não ser o vilão principal – visto que esse cargo é destinado a Billy Loomis -, Stu causou um choque muito maior quando se revelou como um dos serial killers. A construção irreverente e a falta de detalhes significativos sobre suas reais intenções ainda levantam questões sobre o que ele desejava no final de contas (e, mesmo sem respostas, é sempre divertido revisitar essas teorias).

 

3. SRA. LOOMIS, Pânico 2

Intérprete: Laurie Metcalf

Quando Debbie Salt apareceu na porta do teatro da Faculdade Windsor e revelou ser a Sra. Loomis, mãe de Billy, o mundo ficou chocado ao vê-la se revelar como a outra assassina de Pânico 2’. Auxiliada pela conturbada mente de Mickey, a personagem mergulhou numa vendeta pessoal, mostrando que era tão psicologicamente deturpada quanto o próprio filho e que faria de tudo para matar Sidney. Como se não bastasse, a complexa personalidade da Sra. Loomis foi absorvida com perfeição pela incrível Laurie Metcalf – que roubou a cena todas as vezes em que aparecia.

 

2. BILLY LOOMIS, Pânico

Intérprete: Skeet Ulrich

Billy Loomis foi o primeiro assassino da franquia Pânico e foi encarnado brilhantemente por Skeet Ulrich. Billy posou como o namorado de Sidney e prometeu ficar ao lado dela depois de Ghostface colocar seu alvo na protagonista, além de jurar protegê-la de qualquer mal. Porém, ele foi o responsável por arquitetar o plano de matar a mãe de Sidney, acusando-a de ter um caso com o pai dele e afastá-lo da família. Billy tem as “melhores” motivações da franquia, e também se mostra um sociopata de primeira. Mas se não fosse o Roman, ele ainda estaria feliz com a Sidney. Talvez…

 

1. ROMAN BRIDGER, Pânico 3

Intérprete: Scott Foley

Pânico 3’ representou uma drástica queda na qualidade da franquia, mas ainda assim é um filme acima da média. Criticando Hollywood e os podres que se escondem por trás dos bastidores do show business, o longa tem seus pontos altos – entretanto, um deles não é Roman Bridger (Scott Foley). Além de ser o serial killer mais prolífico, com nada menos que nove mortes sob sua reputação, o personagem carrega uma história incrível demais – tendo sido o “responsável” por dar início a toda a franquia. A cena do embate entre ela e a meia-irmã Sidney é uma das melhores e mais intensas de toda a franquia, com um desfecho de matar.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Sem Volta Para Casa’ | Produções para entender o Multiverso do Homem-Aranha

Depois de muita espera, entramos na semana de estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, um dos filmes mais aguardados dos últimos anos por conta de uma expectativa sobrenatural dos fãs e simpatizantes do herói com a volta de vilões clássicos de franquias antigas e até mesmo de uma possível participação de outras versões do Cabeça de Teia.

E como o personagem tem um histórico de muitas aparições no cinemas, o CinePOP decidiu escolher cinco produções para você ficar minimamente por dentro das questões que serão abordadas na terceira aventura solo do Homem-Aranha do Tom Holland. Confira!

 

Doutor Estranho (2016)

A primeira menção ao Multiverso do Universo Cinematográfico Marvel foi lá em 2016, quando a Anciã (Tilda Swinton) explica mais sobre a magia para o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). E como o próprio Mago Supremo é um dos personagens centrais de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, vale a pena relembrar a história dele para entender melhor suas ações e poderes, além de seu código de conduta.

 

Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)

Como os filmes do Homem-Aranha do Jon Watts dividem bastante a opinião dos fãs, pode ser que você não queira rever os dois. Nesse caso, é importante ver pelo menos o Longe de Casa, que começa a abordar a possibilidade de um Multiverso e introduz o fio condutor da trama de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Nesse filme, Peter (Tom Holland) está de férias na Europa, quando uma ameaça de outra realidade começa a atacar o continente. Com a ajuda do supostamente viajante interdimensional Mysterio (Jake Gyllenhaal), ele vai precisar deter esses vilões, mas logo entrará em uma trama na qual não poderá confiar em ninguém.

Caso você tenha bastante tempo disponível, o CinePOP separou também uma lista de onde estão disponíveis os filmes das franquias do Homem-Aranha que devem influenciar na trama. Você pode conferi-la aqui.

 

WandaVision (2021)

A primeira série original da Marvel no Disney+ mostra Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) vivendo como uma família na pacata Westview, em Nova Jersey. Porém, algo estranho ronda sua nova vida perfeita, já que toda semana eles parecem viver uma década diferente da TV americana. Em meio a toda essa confusão, o relacionamento de Wanda e Visão vai crescendo, com a chega de filhos e novos amigos. Como a série é relativamente grande, a questão do Multiverso começa a ser trabalhada lá pelos últimos dois episódios da série.

 

Loki (2021)

Talvez a série mais importante para o futuro do MCU, Loki traz o Deus da Trapaça (Tom Hiddleston) – foragido desde Vingadores: Ultimato (2019) – para uma dimensão entre as dimensões, onde ele conhece a TVA, uma agência que corrige falhas no Multiverso, eliminando linhas do tempo alternativas. Loki é forçado a trabalhar para eles, enquanto tenta encontrar uma forma de escapar e controlar as diversas realidades existentes. Como a série é toda ambientada no Multiverso, mexendo com esses conceitos em todos os episódios, seria interessante ver os seis capítulos, mas, caso não dê tempo, o episódio final já diz bastante sobre como vão funcionar essas diversas realidades no MCU.

 

Homem-Aranha no Aranhaverso (2019)

Por fim, apesar de não estar ligado ao MCU, Homem-Aranha no Aranhaverso é o melhor uso do conceito de Multiverso Marvel feito até hoje nos cinemas, e também inclui o núcleo do Homem-Aranha. Na trama, após o Rei do Crime criar uma falha no Multiverso com uma máquina para recuperar sua família, Homens-Aranha de diversas realidades começam a surgir em uma Nova York que acabou de perder seu Peter Parker. Nesse contexto, o jovem e inseguro Miles Morales surge para ser o novo Homem-Aranha, caso ele consiga controlar seus poderes, é claro. O jeito como eles usam vários Homens-Aranha em cena ao mesmo tempo é fantástico e faz o público sonhar com uma adaptação de algo parecido com isso em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa estreia em 16 de dezembro de 2021.

‘The Witcher’: Geralt, Ciri, Vesemir e outros são destaque nas novas imagens da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de The Witcher chega muito em breve à Netflix e, para manter nossas expectativas lá em cima, a gigante do streaming divulgou novas imagens oficiais do próximo ciclo.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a 2ª temporada de ‘The Witcher‘ recebeu nada menos que 95% de aprovação, com nota 7.90/10 baseada em 20 reviews.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Resident Alien’: 2ª temporada ganha vídeo promocional e data de estreia; Confira!

RESIDENT ALIEN -- "Birds of a Feather" Episode 104 -- Pictured: Alien Harry -- (Photo by: James Dittinger/SYFY)

O SyFy divulgou um vídeo de bastidores oficial da 2ª temporada da série Resident Alien, em que o astro Alan Tudyk e o restante da equipe criativa revelam segredos sobre o próximo ciclo.

Além disso, foi confirmado que a nova iteração será lançada em 26 de janeiro de 2022.

Confira:

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

Tudyk (‘Firefly’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

‘Servant’: Trailer completo da 3ª temporada será lançado AMANHÃ; Confira o anúncio!

A Apple TV+ anunciou hoje (12) que o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Servant‘, drama de terror de M. Night Shyamalan, será lançado amanhã, 13 de dezembro.

Os novos episódios estreiam dia 21 de janeiro de 2022.

Confira o anúncio e assista ao primeiro teaser:

Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

‘Sem Volta Para Casa’ | Saiba onde assistir aos filmes das franquias do Homem-Aranha

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa chega aos cinemas nesta semana e muitos boatos cercam o filme. O principal deles é que veremos a união dos três Homens-Aranha dos cinemas neste longa. Fato é que os vilões das outras franquias relacionadas ao herói estão confirmados na terceira aventura do Aranha de Tom Holland.

Então, caso você queira revê-los antes de partir para sua sessão, o CinePOP traz em qual streaming cada filme está disponível. Confira!

Homem-Aranha (2002)

Onde assistir: Netflix e Globoplay

Clássico dos filmes com heróis e do cinema em geral, a primeira superprodução envolvendo o Homem-Aranha foi um sucesso de crítica e bilheteria. Trazendo o jovem Tobey Maguire como Peter Parker, o filme de Sam Raimi adaptou com maestria elementos icônicos da mitologia do herói, mas sem abrir mão de trazer suas novidades, como as teias orgânicas. A ameaça da vez é o Duende Verde de Norman Osborn (Willem Dafoe), pai do melhor amigo de Peter e que tem sua volta confirmada em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

Homem-Aranha 2 (2004)

Onde assistir: Netflix e Globoplay

Continuando com os dramas de conciliar a vida de jovem adulto e herói, Peter Parker se vê diante de diversos problemas em sua vida pessoal que poderiam ser evitados no caso dele ignorar suas responsabilidades como herói. Diante dessa série de pressões psicológicas, Peter perde seus poderes enquanto o Dr. Otto Octavius (Alfred Molina) perde o controle sobre seus tentáculos mecânicos e acaba sendo dominado pela inteligência artificial das garras, fazendo dele uma ameaça em busca de criar uma fonte de energia limpa que provavelmente vai acabar destruindo toda a cidade. O Doutor Octopus é outro vilão que está confirmado em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

Homem-Aranha 3 (2007)

Onde assistir: HBO Max

Após a polícia cometer um erro, Flint Marco (Thomas Haden Church), o verdadeiro culpado pela morte do Tio Ben, escapa da prisão e termina virando o Homem-Areia. Paralelamente a isso, o simbionte do Venom chega à Terra e toma Peter Parker como seu hospedeiro. Tomado pela raiva, Peter se envolve em confusões e quase mata seu melhor amigo, Harry Osborn (James Franco), que retorna como um vilão em busca da morte do pai, e termina seu relacionamento com Mary Jane (Kirsten Dunst). Vendo no que havia se tornado, Parker se livra do simbionte, que toma Eddie Brock (Topher Grace) como seu novo hospedeiro. Então, o Venom se une ao Homem-Areia para sequestrar Mary Jane e destruir o Homem-Aranha de uma vez por todas. Desse filme, apenas o Homem-Areia está confirmado para retornar em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Onde assistir: HBO Max

Depois das injustas críticas mistas acerca de Homem-Aranha 3, a Sony decidiu recomeçar a franquia, colocando Marc Webb como diretor e Andrew Garfield para dar vida ao adolescente Peter Parker, que foi cobaia de um experimento de seu pai na infância e, após ser picado por um aranha da Oscorp baseada nesse experimento, ganha os poderes de uma Aranha. Seu inimigo nessa nova versão é o Dr. Curt Connors (Rhys Ifans), um cientista brilhante que conta com a ajuda de Peter para desenvolver uma fórmula que permite o cruzamento genético de espécies, fazendo assim com que o doutor se usasse como cobaia para recuperar seu braço. Só que o tratamento dá errado, ele vira o Lagarto e decide transformar todo mundo em lagarto porque sim. Cabe ao Homem-Aranha detê-lo antes que Nova York vire o Jurassic Park. O Lagarto tem seu retorno garantindo em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)

Onde assistir: Globoplay

Com o uniforme mais fiel de todas as adaptações do herói para os cinemas, essa sequência traz o Homem-Aranha já consolidado como um ícone da cidade, que faz o bem sem olhar a quem. O problema é que o Peter começa a passar por problemas no relacionamento com sua namorada, que vai se mudar para Londres. Nesse intervalo, seu melhor amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan), volta para a cidade e acaba se transformando no Duende Verde (ou algo próximo a isso). E quem também está tocando o terror na cidade é o Electro (Jamie Foxx), que era um funcionário explorado da Oscorp, transformado em pura energia depois de cair num tanque de enguias. Entretanto, em vez de odiar sua empresa e as péssimas condições de trabalho, ele fica com raiva do Homem-Aranha, que esqueceu o nome dele. Pois é. Esse filme é tão ruim, mas tão ruim, que pega até mal indicar para vocês assistirem. Só que o Electro está confirmado em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e parece ser parte importante da trama, então, se algum corajoso quiser encarar essa bomba de novo, dá para conferir no Globoplay.

 

Capitão América: Guerra Civil (2016)

Onde assistir: Disney+

Com o fracasso da franquia O Espetacular Homem-Aranha e com os polêmicos vazamentos de e-mails da Sony, o Cabeça de Teia acabou fazendo parte de uma parceria com a Disney para que ele integrasse o MCU. Assim, Tom Holland foi escolhido para ser o novo Peter Parker e fez sua estreia em Capitão América: Guerra Civil, quando o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) recruta o garoto para ajudá-lo a prender o Capitão América (Chris Evans) na Alemanha por conta da rebelião contra o Tratado de Sokovia, que obrigava os heróis a responderem ao governo. Esse é o primeiro capítulo desse Homem-Aranha que é o protagonista de Sem Volta Para Casa.

 

Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Onde assistir: Netflix e Globoplay

O primeiro filme solo do herói no MCU se passa algum tempo depois de Guerra Civil, e acompanha o jovem Peter Parker na escola, enquanto enfrenta problemas tipicamente adolescentes, como sofrer bullying, gostar de uma menina bonita e fazer provas. Quando ele não está em aula, enfrenta trombadinhas na rua, ajuda a encontrar cachorros perdidos e enche a paciência de Tony Stark, querendo participar das missões dos Vingadores. Então, surge o Abutre (Michael Keaton) para traficar as armas Stark e envolver o Homem-Aranha em uma trama sinistra que vai colocar em risco suas pessoas mais próximas. Apesar disso, o Abutre não deve retornar em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, mas está garantido em Morbius. De qualquer forma, esse é um capítulo importante na trajetória deste Peter Parker.

 

Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Onde assistir: Disney+

Com a chegada dos arautos de Thanos (Josh Brolin) à Terra, os heróis mais poderosos vão precisar se unir para impedir que o Titã Louco consiga todas as Joias do Infinito e conclua seu plano de exterminar metade da vida no universo. Assim, o Homem-Aranha começa ajudando contra os capangas em Nova York, mas acaba invadindo uma nave e vai para o espaço enfrentar o vilão em seu planeta natal. É neste filme que o herói conhece e interage pela primeira vez com o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que não só está confirmado, como também será parte fundamental da trama de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

Vingadores: Ultimato (2019)

Onde assistir: Disney+

Cinco anos depois das ações de Thanos, a Terra tenta se recuperar das perdas e dos traumas da derrota dos Vingadores. Sendo um dos dizimados, o Homem-Aranha conta com seus amigos para que eles concluam sua missão quase impossível para tentarem trazer os mortos de volta. Essa história conclui a trama original do MCU e já introduz subtramas que serão exploradas na nova fase do estúdio, incluindo Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)

Onde assistir: Amazon Prime Video

De volta à vida, o Homem-Aranha continua a ajudar a vizinhança como pode. Então, Peter Parker decide tirar férias das responsabilidades em uma eurotrip com os alunos da escola, deixando que outros heróis assumam a segurança de Nova York em sua ausência. Só que, ao chegar na Europa, uma série de vilões, supostamente envolvidos em uma falha no Multiverso, começa a atazanar o continente. Então, Nick Fury (Samuel L. Jackson) começa a manipular a viagem de Peter para que ele esqueça as férias e ajude o Mysterio (Jake Gyllenhaal), um dito herói de outra realidade, a deter essas ameaças. Só que nem tudo é o que parece ser, colocando o garoto em uma situação em que não pode mais confiar em ninguém. Esse filme é fundamental para entender toda a confusão que será trabalhada em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.

 

Venom (2018)

Onde assistir: Netflix

Inicialmente distante do MCU, esse filme traz o repórter sensacionalista Eddie Brock (Tom Hardy) investigando uma empresa de investimentos em biogenética e viagens espaciais, quando acaba invadindo a sede da companhia e termina sendo infectado por um simbionte que havia matado diversos hospedeiros. Juntos, Eddie e Venom vão comer criminosos para alimentar o alien que reside em Eddie, enquanto o rapaz segue  tentando provar as ações criminosas da empresa para a justiça americana.

 

Venom: Tempo de Carnificina (2021)

Onde assistir: Vídeo on demand

Apesar de ser terrivelmente ruim, Venom: Tempo de Carnificina traz o anti-herói/ candidato a vilão para o MCU. A trama é bem curtinha e gira em torno do relacionamento quase romântico de Eddie e Venom, que passam por uma crise na relação, enquanto surge um novo vilão: o psicótico Carnificina (Woody Harrelson). Então, eles vão precisar se entender para derrotarem o vilão e seguirem com a relação incomum. Só que, se você não quiser ver o filme, a parte que importa para Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é apenas a cena pós-créditos.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa estreia nos cinemas em 16 de dezembro de 2021.

Os MAIORES Clássicos dos anos 90 que Foram verdadeiros Blockbusters nas Bilheterias

Hoje, os blockbusters estão cada vez maiores e mais caros. As produções megalomaníacas de Hollywood no fundo têm o propósito de entregar uma experiência de um verdadeiro espetáculo para o espectador. Afinal, só assim pode rivalizar com o advento das séries, das plataformas de streaming, das TVs em alta definição de telas gigantes e tudo que faça a audiência preferir permanecer em casa ao invés de ir até as salas de exibição. É bem verdade que o cinema tem recebido pancadas a torto e a direito de todo tipo de competição; sendo assim precisa constantemente se reinventar e ser cada vez maior e melhor. Ou seja, entregar algo que você não terá em casa.

O resultado disso é que temos cada vez mais produtos voltados ao público jovem (os adolescentes e crianças), uma vez entendido que eles são a maior fatia pagante deste tipo de serviço. Mas nem sempre foi assim. E nem precisamos voltar tanto no tempo. Olhando apenas 25 anos no passado, podemos notar um tipo diferente de superprodução. Essa foi uma época em que muitos cresceram e foi responsável pela formação cinéfila de uma geração. Neste passado não tão remoto assim, os filmes de maior sucesso e rentabilidade ainda resistiam como obras de entretenimento voltadas tanto para os mais novos quanto para os adultos. Este tipo de entretenimento mais maduro foi se perdendo com o tempo, abrindo espaço para superproduções de intermináveis coreografias de lutas ou que usem tantos efeitos visuais de computador que se comportam quase como desenhos animados ao invés de filmes com atores reais.

Seja como for, aqui trazemos para você mais uma matéria nostálgica, especialmente destinada para aqueles que acreditam que não se fazem mais filmes como antigamente. Aqui, iremos revisitar os grandes blockbustes de 25 anos atrás, que dominavam as bilheterias norte-americanas e mundiais. Esses foram Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 25 anos em 2021. Não esqueça de comentar e dizer se você lembra de todos eles. Confira.

10) Tempo de Matar

Começando por este primeiro item, podemos notar que o tipo de filme de entretenimento dos anos 90 era bastante diferente dos atuais – dominados pelos super-heróis da Marvel. Aqui tínhamos um outro tipo de herói: um advogado sulista tentando livrar um homem negro, que se vinga dos estupradores de sua pequena filha, da pena de morte numa região ainda muito racista dos EUA. A fonte de adaptação também era outra: um livro do romancista John Grisham, ao invés de quadrinhos. Uma superprodução adulta da Warner, o filme do saudoso Joel Schumacher conta com um elenco renomadíssimo, de nomes como Sandra Bullock e Samuel L. Jackson, e ainda serviria de revelação para o então iniciante Matthew McConaughey – o protagonista. Com um orçamento de US$40 milhões, o filme faturou US$152 milhões mundiais.

09) A Gaiola das Loucas

Sim, essa era a época onde uma comédia com fortes entrelinhas políticas e sociais conseguia figurar entre as 10 maiores bilheterias do ano. Remake de um sucesso francês de 1978, a versão norte-americana é tão boa quanto e fez enorme estrondo quando lançada há 25 anos. Em partes, devido à direção precisa do talentosíssimo Mike Nichols (A Primeira Noite de um Homem). Em partes, devido ao elenco de peso, que acerta de forma precisa o tom dos personagens. Em especial o saudosíssimo Robin Williams na pele de um dono de boate gay de Miami. Seu filho deseja se casar com uma moça. Mas só tem um problema: o pai dela é um político extremamente conservador, vivido pelo grande Gene Hackman. Agora ele precisa “sumir” com seu estilo de vida, o que inclui o companheiro afetado (Nathan Lane), e fingir ser hétero. A comédia da United Artists custou US$31 milhões e arrecadou US$185 milhões mundiais.

08) O Professor Aloprado

Outra comédia de muito sucesso dos anos 90, e outra refilmagem de um clássico. A diferença dos remakes desta época é que tentavam trazer originalidade e diferencial em relação a seus materiais fonte. Veja este caso da reimaginação do clássico com Jerry Lewis da década de 60. No original, Lewis vivia um professor tímido e nerd, que consegue uma fórmula e se transforma num “pegador”, refletindo muito da personalidade do amigo Dean Martin. A repaginada era dada pelo gênio do humor Eddie Murphy, neste filme que marcou seu retorno ao sucesso e às grandes bilheterias. Além da óbvia troca representativa racial, Murphy cria seu professor introvertido com muitos quilos de sobrepeso – e para isso foi feito um soberbo trabalho de maquiagem. A Universal Pictures gastou US$54 milhões na produção, mas viu de volta impressionantes US$273 milhões mundiais.

07) Jerry Maguire – A Grande Virada

Há 25 anos, Tom Cruise estava no topo da cadeia alimentar de Hollywood. Passadas mais de duas décadas e Cruise, embora uma figura polêmica (de certa forma), conseguiu se manter no topo, protagonizando alguns dos filmes mais caros e rentáveis da indústria. Para o astro de Top Gun, pouca coisa mudou (apenas a idade, a aparência nem tanto). Aqui, protagonizava um sucesso de certa forma inesperado. Esse não é um filme de ação, tiros e explosões. Mas sim um drama mais intimista e romântico, sobre um agente esportivo que perde seu emprego e precisa se reinventar. O filme cativou o grande público e com um orçamento de US$50 milhões, fez para a Columbia Pictures (Sony) uma bilheteria de US$273 milhões mundiais.

06) O Preço de um Resgate

Presente no acervo atual da Netflix para todos aqueles que quiserem degustar deste eletrizante thriller que fala sobre o pior pesadelo de qualquer pai: o sequestro de seu filho pequeno. No auge de sua fama, o astro Mel Gibson é quem estrela e explora seu lado humano e dramático como em poucos filmes. O ator se envolve pessoalmente na trama, já que na vida real é pai de nove filhos. Gibson interpreta um milionário que tem o filho sequestrado e começa a viver uma jornada truculenta para recuperar a criança intacta – o que inclui colocar a cabeça dos sequestradores à prêmio. O filme da Touchstone Pictures (subsidiária da Disney) é dirigido pelo vencedor do Oscar Ron Howard, custou US$70 milhões e arrecadou US$309 milhões mundiais.

05) 101 Dálmatas

Esse ano, o filme Cruella fez enorme sucesso ao trazer a estrela Emma Stone no papel título da vilã ainda na juventude, contando como a personagem teve se início e se transformou na icônica caçadora de dálmatas. Mas é só voltarmos 25 anos no tempo para nos depararmos com a primeira versão em live-action do adorado desenho da Disney da década de 60. Neste filme, a escolha da intérprete da vilã foi certeira, com a grande Glenn Close dando tudo de si e se divertindo horrores na pele da personagem. Esse primeiro remake em live-action da Disney custou US$75 milhões ao estúdio e arrecadou em bilheteria US$320 milhões mundiais.

04) A Rocha

Primeiro filme de ação da lista, aqui temos uma aventura no melhor estilo de espiões a la 007. De fato, o filme conta com o primeiro e único James Bond em pessoa, Sean Connery. Se eu te contasse, você provavelmente não acreditaria, mas houve uma época em que Michael Bay verdadeiramente fazia bons filmes. E esse é um deles. Em seu segundo longa para o cinema, Bay entregava para a Hollywood Pictures (subsidiária da Disney) uma história sobre um ex-agente secreto voltando à ativa, papel do veterano Connery, que muito bem poderia ser uma versão de 007. Ao lado de um especialista em armas químicas (Nicolas Cage recém-saído de sua vitória no Oscar), o espião precisa se infiltrar na prisão desativada de Alcatraz (apelidada de A Rocha) e parar um militar de alta patente renegado e sua tropa. A Rocha, num orçamento de US$75 milhões, atingiu a marca de US$335 milhões mundiais.

03) Missão: Impossível

Os blockbusters da década de 90 eram tão diferentes que esta adaptação de um clássico seriado dos anos 60 se comporta mais como um típico filme complexo de espionagem e suspense, do que com um longa de ação repleto de adrenalina. Não me leve a mal, Missão: Impossível ainda tem sua cota de momentos pra lá de eletrizantes e surreais, como a cena final com o trem, o helicóptero e o túnel. Mas é que se comparado com o que viria na franquia, este primeiro episódio é até bem contido. A propriedade foi comprada pelo astro Tom Cruise e já rendeu seis filmes, com o sétimo pronto a estrear no ano que vem. Mas tudo começava aqui há 25 anos, neste longa que carrega no gênero thriller graças à direção do mestre Brian De Palma. O filme da Paramount custou US$80 milhões e arrecadou expressivos US$457 milhões.

02) Twister

O astro Tom Cruise revitalizava a marca Missão: Impossível para os anos 90 e marcava um golaço, realizando um verdadeiro fenômeno de bilheteira. O filme foi um dos maiores sucessos de 25 anos trás, com apenas dois filmes capazes de desbanca-lo financeiramente. Um deles foi essa superprodução da Universal Pictures que contava com um verdadeiro ás na manga: a presença do produtor Steven Spielberg. Então recém-saído do assombroso fenômeno Jurassic Park (1993) que, entre outras coisas, serviu para implementar a técnica dos efeitos especiais gerados por computadores (o chamado CGI), Spielberg ficaria quatro anos sem dirigir um filme, mas usaria as mesmas técnicas de efeitos que criaram os dinossauros, desta vez para criar tornados tão agressivos quanto os seres pré-históricos. Hoje, muitos podem considerar Twister vazio e inconsistente, mas na época o filme foi fortemente vendido por seus efeitos impressionantes e de qualidade extrema, se comportando quase como uma ida a um simulador de parque de diversões. Com um orçamento de US$92 milhões, o filme rendeu US$494 milhões para o estúdio.

01) Independence Day

O grande campeão de bilheteria e popularidade de 25 anos atrás foi Independence Day, filme sobre uma invasão alienígena em grande escala na Terra como nunca havia sido vista antes nas telonas de cinema. Não tem para ninguém. Independence Day, junto com Missão: Impossível e Twister formam a trindade das grandes bilheteiras deste quarto de século passado, ajudando assim a reformular os blockbusters para os novos tempos. Embora utilize efeitos visuais gerados por computadores e telas verde, grande parte da confecção deste longa de Roland Emmerich foi criado da forma tradicional, com miniaturas e explosões reais. Antes, filmes com tal temática eram considerados filmes B do cinema e prosperaram muito na década de 50. O que esta superprodução fez foi trazer essa história para o mainstream, gerando interesse do grande público. Como se não bastasse, o longa serviu para apresentar Will Smith como o próximo astro de Hollywood. Com um orçamento na casa dos US$75 milhões para a Fox, o filme lucrou US$306 milhões só nos EUA, e absurdos US$817 milhões mundiais, quase o dobro do segundo colocado, se tornando assim não apenas um campeão do ano, mas da década e da história da sétima arte.

‘The Witcher’: Treinamento da Ciri é destaque em novo clipe da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, destacando o treinamento da Ciri.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a 2ª temporada de ‘The Witcher‘ recebeu nada menos que 95% de aprovação, com nota 7.90/10 baseada em 20 reviews.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.