A repentina morte de Carrie Fisher no final de 2016 abalou o universo nerd, e principalmente os fãs da saga de ‘Star Wars’.
Com as filmagens de ‘Os Últimos Jedi’ completas, a intérprete da General Leia teve sua participação garantida, mas o inesperado adeus da atriz colocou em risco o roteiro do Episódio IX.
E recentemente, a presidente da Lucasfilm,Kathleen Kennedy, revelou o último desejo de Carrie Fisherera ser a grande protagonista do nono filme da franquia.
Segundo ela:
“No minuto em que ela encerrou as filmagens, ela me puxou e disse: ‘É melhor eu estar no centro do episódio IX!’ Porque Harrison esteve na frente e no centro em ‘O Despertar da Força’ e Mark está na mesma posição no capítulo VIII. Ela achava que a próxima sequência seria seu filme. E teria sido”.
A Vanity Fair revelou que as filmagens do Episódio IX, sob o comando de Colin Trevorrow, serão iniciadas em janeiro de 2018.
A data é mais precisamente um mês após ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’ chegar aos cinemas.
Inicialmente, especulou-se que as gravações do Episódio IX iriam começar entre junho e julho desse ano, mas por conta do falecimento de Carrie Fisher, a Lucasfilm e os diretores da nova trilogia (J.J. Abrams, Rian Johnson e Colin Trevorrow) se reuniram ao longo de janeiro para definir o rumo da franquia sem a lendária Princesa Leia.
O rei de Wakanda, Chadwick Boseman, será o próximo apresentador do aclamado programa de sketches, ‘Saturday Night Live’.
Ao seu lado, a cantora Cardi B. será a atração musical da noite.
E como de costume, o ator participará dos quadros cômicos, fazendo interpretações e outras performances diversas.
O episódio em questão será transmitido ao vivo pela NBC, nos Estados Unidos, no sábado, 24 de março.
O longa ‘Pantera Negra‘ ultrapassou filmes como ‘Toy Story 3’ (US$ 1,06 bilhão), ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (US$ 1,08 bilhão) e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1’ (US$ 960 milhões).
‘Pantera Negra‘ conseguiu mais um recorde para sua gigantesca lista: liderou as bilheterias norte-americanas pela quinta semana consecutiva, se igualando ao recorde de ‘Avatar‘ (2009).
‘Arctic’, o novo filme estrelado por Mads Mikkelsen (‘Hannibal’, ‘Doutor Estranho’) ganhou um novo e emocionante trailer, acompanhado de seu cartaz.
Confira:
Na trama, Mads é um homem preso no ártico que aguarda o resgate, até que as intempéries o atinge. Ele precisa decidir se pretende ficar na segurança de seu acampamento ou desbravar a traiçoeira região e as condições climáticas mortais, na esperança de encontrar uma salvação.
A nova minissérie da HBO estrelada por Mark Ruffalo, intitulada ‘Eu Conheço a Verdade’, ganhou o seu primeiro e bem dramático teaser.
Confira, com imagens:
Baseado no romance homônimo e best-seller de Wally Lamb, a trama traz “a saga de uma família e acompanha as vidas paralelas de irmãos gêmeos idênticos, em uma épica história de traição, sacrifício e perdão”. A descrição oficial da HBO ainda pontua que a trama terá como pano de fundo a América do século XX.
A Amazon Prime Video está se preparando para reiniciar os trabalhos da aclamada série ‘The Boys’, com a produção da sua 3ª temporada, e a atriz Erin Moriarty já está de volta ao Canadá para começar as gravações da produção.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, Moriarty confirmou que teve que se isolar em quarentena por duas semanas, para que possa voltar aos trabalhos. Na sua publicação, ela ainda revela que já está em Toronto, onde o vindouro ciclo será filmado.
Vale lembrar que ‘The Boys’ conquistou quatro estatuetas do Critics Choice Super Awards: Melhor Série de Super-Herói, Melhor Ator em Série de Super-Herói e Melhor Vilão de Série para Anthony Starr, e Melhor Atriz em Série de Super-Herói para Aya Cash.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
O premiado ator, comediante stand-up e apresentador de game show Louie Anderson morreu na última sexta-feira (21), em virtude de complicações de um câncer. O ator tinha 68 anos, estava em tratamento em Las Vegas e lutava contra um linfoma difuso de grandes células B. A informação foi confirmada pela Associated Press.
Nascido e criado em Saint Paul, Minnesota, a primeira grande aparição de Anderson na TV foi em uma performance de stand-up, em 1984, no talk show The Tonight Show With Johnny Carson.
Ao longo de sua carreira, ele lançou vários especiais de stand-up e criou diversos programas de TV. A série animada Life With Louie, baseada na sua infância no meio-oeste cercada por muitos irmãos, foi exibida entre 1994 e 1998 na Fox e lhe rendeu dois Daytime Emmys por dublagem.
Já a série The Louie Show, que trazia Anderson como um psicoterapeuta de Minnesota, contou com seis episódios, exibidos pela emissora CBS em 1996. Anderson também apresentou o programa Family Feudentre 1999 e 2002.
O papel de TV mais celebrado da carreira do comediante veio na dramédia original do canal FX, intitulada Baskets. Enquanto Zach Galifianakis estrelou um papel duplo como os irmãos gêmeos Chip e Dale Baskets, Anderson recebeu ótimas críticas por sua atuação como sua mãe Christine Baskets.
Em 2016, Anderson ganhou o Primetime Emmy Award de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia por sua performance na produção e continuou a ser indicado na categoria pelos dois anos seguintes.
Co-criada porZach Galifianakis, a série conta a história de Chip Baskets, que após uma experiência mal sucedida na escola de palhaços em Paris e com sérios problemas financeiros, retorna para sua casa na Califórnia, a fim de realizar seu sonho: tornar-se um palhaço de sucesso.
Baskets contou com quatro temporadas, exibidas entre 2016 e 2019.
Poder assistir a um produto audiovisual e se identificar com aquilo que está sendo visto é de importância crucial para todos os tipos de espectadores. É um momento de afirmação, onde produtoras sabem que você existe e entregarão conteúdo para você. No longa-metragem Podres de Ricos, baseado no livro Asiáticos Podres de Ricos, de Kevin Kwan, o público irá se deparar com um elenco praticamente 100% asiático e uma história recheada desta cultura.
Com direção de Jon M. Chu (Truque de Mestre: o 2º Ato), o filme é uma comédia romântica e apresenta a protagonista Rachel Chu (Constance Wu), uma Professora de Economia da Universidade de Nova York, que viaja para Cingapura junto ao namorado Nick Young (Henry Golding) a fim conhecer a família do sujeito. Chegando lá, ela descobre que eles são muito mais do que esperava.
Adaptado por Peter Chiarelli (A Proposta) e Adele Lim (Reign), a narrativa do longa-metragem possui um desenvolvimento interessante. A trama consegue divertir e apresenta uma boa dinâmica na maior parte da projeção, contudo, alguns momentos parecem se esticar dando a impressão de que o filme tem mais tempo de duração do que realmente possui. Um ponto positivo é a apresentação da cultura asiática e como eles optam por encaixar elementos próprios das origens dos personagens. Apesar de algumas piadas não funcionarem com o público geral, que não tem conhecimento no meio, tenho certeza que para aqueles que conhecem mais a fundo esta cultura, se encaixará perfeitamente.
Em questão de atuações, o elenco funciona muito bem junto e possui uma química que se enquadra nos padrões do filme, e exigidos em uma comédia romântica. O casal protagonista não deixa dúvidas sobre a veracidade do relacionamento, Wu e Golding realizam um trabalho excelente, em especial, a intérprete de Rachel Chu. É necessário, contudo, destacar Awkwafina como Peik Lin Goh, amiga da época da graduação de Rachel, que realiza as cenas mais divertidas do longa e entrega diálogos para o divertimento geral.
Do outro lado, Gemma Chan dando vida a Astrid Young Teo é dona de um look magnífico – obrigada, direção de arte – e uma personagem cujo protagonismo torna difícil não deixar o telespectador desejando por uma sequência com ela no papel principal. Chan rouba todas as cenas em que aparece, não só pela postura e beleza como também pela atuação que está expressa em suas feições bem mais que nos diálogos.
Em questão de direção técnica, Jon M. Chu faz o que pede o roteiro do filme e ainda entrega cenários espetaculares providenciados pela arquitetura moderna de Cingapura e também pela natureza das ilhas do continente Asiático. A arte faz um trabalho incrível com ênfase para o figurino de Astrid e o casamento de Araminta Lee (Sonoya Mizuno) e Colin Khoo (Chris Pang). De fato conseguem fazer com que o espectador se sinta parte daquele universo. Outro elemento que precisa de destaque é a trilha sonora, que mescla os ritmos regionais com norte-americanos, deixando em evidência a mistura heterogênea da própria protagonista.
Podres de Ricos pode não ser o último biscoito do pacote em se tratando de comédias românticas, mas é preciso admitir que o filme entrega uma nova roupagem para o gênero, além de trazer de forma peculiar, e não vista antes em Hollywood, a representatividade asiática. Não hesita em exibir elementos culturais importantes para a construção da narrativa, mesmo que os tais não façam parte da realidade do espectador. Ademais, é um excelente divertimento para conferir a dois, com os amigos, a família ou sozinho.
‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ ganhou uma imagem inédita do astro Tom Cruise escalando uma montanha. Na legenda, Cruise anuncia o lançamento do novo trailer para hoje a noite:
Em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.
Os fãs da DC vão adorar a novidade! O livro ‘A Anatomia de Um Meta-Humano’ será lançado em setembro e mostra as participalidades dos sistemas de conhecidos personagens de seu universo, como Superman, Mulher-Leopardo, Monstro do Pântano e outros nove personagens. Confira as imagens:
A ilustradora e escritora Ming Doyle é que o assina sob pseudônimo do Batman.
O livro chegará às livrarias norte-americanas em setembro, mas já está disponível para pré-compra. Ainda não há data para chegar ao Brasil.
O primeiroJurassic Park (1993) é baseado no livro homônimo lançado em 1990. Escrito por Michael Crichton, o romance tem pouco mais de 500 páginas e discute bastante sobre a [falta de] ética no meio científico e como a ganância empresarial é responsável por diversos atrasos para a humanidade. Quando a história virou filme, Steven Spielberg chamou o próprio Crichton para ajudar na transição para os cinemas. À frente do projeto mais uma vez, o autor cortou diversas passagens importantes para criar uma adaptação primorosa, mas que preza mais pela aventura e o suspense do que a ficção e o terror. No entanto, alguns dos fragmentos deixados de lado acabaram entrando nos outros dois filmes da trilogia, como o ataque dos procompsognatos a uma menina na praia e a perseguição de um grande predador dentro do rio principal da ilha.
Porém, quem melhor aproveitou essas ideias descartadas do primeiro livro foram Colin Trevorrow e J.A. Bayona, diretores dos primeiros Jurassic World, a franquia estrelada por Chris Pratt. Inclusive, há momentos muito criticados dos filmes que vieram de ideias do livro. Se você ficou curioso com quais seriam essas ideias, separamos elas logo abaixo. Confira!
Lidando com o divórcioEm Jurassic Park (1993), Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello) vão para o parque porque John Hammond (Richard Attenborough) diz que eles são “o tipo de público que queremos no parque”. No livro, eles vão para a ilha porque os pais estão se divorciando e John achou que os netos poderiam lidar melhor com esse processo tendo um fim de semana cheio de novidades e diversão (além de ajudar no relatório de aprovação para tentar abrir legalmente o parque). Essa ideia não foi incluída no corte do filme de 1993, mas entrou em Jurassic World(2015). Os irmãos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Sympkins) vão passar um fim de semana no parque porque os pais acreditam que isso poderá ajudá-los a lidar com o divórcio iminente dos pais. Inclusive, há alguns traços de personalidade dos irmãos do livro para a dupla de 2015, como o mais velho ser mais frio e interessado nas meninas, enquanto o caçula é mais fofo e meio bobão.
O centro de visitantesO centro de visitantes do livro é descrito como uma construção piramidal com diversas peças de vidro na parte superior. Enquanto a versão de 1993 traz o centro parecendo uma mistura de um bangalô com um hotel 5 estrelas, o centro de visitantes do Jurassic World é uma representação fidedigna do que é falado no livro. A única diferença é que o Tiranossauro robô localizado no meio do prédio foi substituído por um holograma interativo que passa informações sobre o parque.
O herói de ação
Todos nós adoramos o Dr. Alan Grant (Sam Neil), o paleontólogo ranzinza que não gosta de crianças, é todo certinho e não se dá bem com máquinas, mas que é apaixonado pela profissão exercida. Apesar de Neil ter dado muita personalidade em sua atuação, o Dr. Grant do livro é um clássico herói de ação. Na casa dos 40 anos, despojado, forte e ostentando uma bela barba, ele vai para o passeio da Ilha Nublar usando bermuda e uma camisa havaiana. Outra característica marcante é que ele… Adora crianças. Se Grant ficou distante do personagem mostrado nas telonas, podemos dizer que Owen Grady (Chris Pratt) herdou bastante do protagonista do livro. Tirando a parte da barba, ele se encaixa certinho naquilo que Chrichton escreveu sobre o personagem.
O assessor de imprensa
No livro, Ed Regis é um personagem importantíssimo. Chefe de Relações Públicas do parque, ele fica encarregado de servir de “babá” dos irmãos. Obviamente, ele fica muito frustrado com seu papel e passa o tempo todo reclamando disso, mostrando que está insatisfeito com a função e sendo um mala com as crianças. Em Jurassic Park, ele faz uma ponta muita rápida na cena em que os cientistas estão chegando ao parque. Ele é o rapaz de rosa que aparece dirigindo o Jeep. Seu papel na trama acabou sendo substituído pelo advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), que também foi retratado de forma bem diferente do livro. Em 2015, a pobre Zara Young (Katie McGrath) vira uma versão feminina do Ed. Assim como no livro, ela é uma assessora frustrada por ter sido designada para servir de babá dos sobrinhos da chefe. A personagem ficou famosa por ter uma das mortes mais cruéis da saga, sendo afogada por um pteranodon e depois engolida pelo mosassauro.
Pobre Zara…
Treinador de Raptores
Uma das cenas mais emblemáticas – e criticadas – de Jurassic World (2015) já havia sido idealizada lá em 1990. O fato de Owen Grady (Chris Pratt) treinar os velociraptores como se fossem uma alcateia virou piada entre alguns biólogos por ser praticamente impossível desenvolver uma relação afetiva com um réptil, considerando que esses animais não demonstram tal capacidade. O problema é que, além de se tratar dos animais mais inteligentes desse universo FICTÍCIO, há um momento no livro de 1990 em que é dito que a ideia base do parque é fazer os animais responderem às ações dos tratadores, tal qual animais de zoológico que não atacam seus tratadores na hora da alimentação ou do banho. Para que, criando um vínculo quase afetivo, eles pudessem ser treinados e utilizados nas atrações do parque.
Além disso, em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o personagem de Chris Pratt é mostrado treinando a velociraptor Blue ainda filhote. Ele dá agrados, faz carinho, e ela vem se aproximando do treinador de forma dócil e fofa. No livro, enquanto eles fazem o tour e passam pelo setor de biotecnologia, Tim entra no berçário e prontamente um bebê velociraptor pula em seu colo, cheio de chamego.
A obsessão de WuHenry Wu é um personagem importantíssimo na mitologia do Jurassic Park. Ele é o cientista responsável por descobrir como trazer os dinossauros de volta à vida. Tudo bem, ele morre estripado por um velociraptor no livro, mas sua versão cinematográfica, vivida por BD Wong, não apenas sobreviveu aos eventos do parque, como também virou o grande vilão da trilogia nova. Obcecado pela perfeição, ele cria novas espécies “melhoradas” e “sem defeitos”, causando uma série de catástrofes, como a destruição do parque e a liberação de dinossauros no mundo. Essa sede por “melhorar” os animais já é mostrada na história original. Chamado “versão 4.4”, esse capítulo traz Wu tentando convencer John Hammond a deixar que ele altere geneticamente o comportamento das próximas ninhadas para que elas viessem mais lentas e domesticadas, mais parecidas com animais de zoológico. John nega e dá uma humilhada básica no jovem geneticista, que segue tratando os dinossauros como itens de laboratório.
O logo do parque
O livro descreve a identidade visual do parque voltada para o azul. A próprio logo era composta por um dinossauro azulado. A versão de cinema trouxe uma versão amarela, preta e vermelha. Já Jurassic World apostou mais no azul do livro.
Atrações
É inegável que um dos maiores atrativos deJurassic World foi poder ver um mundo em que o Jurassic Park conseguiu contornar as mortes da tragédia de 1993 e enfim foi aberto para o público. Vê-lo funcionando como um verdadeiro parque temático foi de encher os olhos, e a equipe de produção fez um trabalho impecável montando a caracterização dos funcionários, dos brinquedos, do merchandising… Enfim, eles realmente criaram um parque de diversões para a gravação do filme. E algumas das atrações já haviam sido citadas por Ed Regis e John Hammond no livro.O passeio no rio, que foi retratado de forma breve como o “Cruzeiro no Cretáceo”, é comentado inúmeras vezes no livro. O vale da girosfera, em que os turistas passeiam entre os dinossauros dentro de uma bola de vidro, foi comentado por Ed Regis, que diz: “Em algum momento, esperamos poder dirigir entre os animais, como eles fazem nos parques de caça na África”.
Gigantes GentisNa atração “Gigantes Gentis”, que funcionava como uma fazendinha de dinossauros, crianças de até 1,20 m podem entrar nos cercados e montar nos bebês dinossauros mais parrudos. No livro, logo após os eventos causados pelo primeiro ataque do Tiranossauro, Grant e as crianças se escondem em um galpão para poderem descansar. Em dado momento, Lex – a caçula no livro – aparece brincando com um bebê triceratops, a quem ela chama de Ralph (por se parecer com um amiguinho de mesmo nome da escola). A menina diz que o dinossaurinho é mansinho e poderia até mesmo montar nele se quisesse. Atitude essa imediatamente reprovada por Grant, que pede para a menina deixar o Ralph em paz. Em Jurassic World, lá está uma menina montando um bebê triceratops.
“Matando por esporte“Outro momento emblemático de Jurassic World é quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) chegam a um vale e encontram alguns apatossauros agonizantes, vítimas da Indominus Rex. Observando o padrão das mortes, que não mostrava nenhuma marca do predador ter se alimentado dos animais que matou, Owen diz que o dinossauro híbrido: “está matando por esporte”. No livro, o perito em predadores Robert Muldoon, interpretado por Bob Peck, no filme de 1993, alerta os cientistas sobre o perigo dos velociraptores, dizendo que eles nunca recusam uma presa e caçam mesmo sem estar com fome. Ou seja, eles caçam por esporte.
Pequeno contratempo Diferentemente de Jurassic Park (1993), no livro, quando os bugs no sistema inseridos por Dennys Nedry (Wayne Knight) começam a fazer efeito, a equipe não fica achando que foi tudo por água abaixo. Na verdade, assim que eles conseguem restabelecer a energia, a primeira atitude dos cerca de 20 funcionários presentes no parque é identificar os animais que haviam se soltado para capturá-los, recolocá-los nas jaulas e consertar o que tivesse sido quebrado durante a falha. Ou seja, o parque não para de funcionar. Hammond e John Arnold – que foi vivido por Samuel L. Jackson nos cinemas – lidam com a situação como se fosse um pequeno contratempo no cronograma. Mais pra frente, a situação ficaria ainda pior e terminaria com a morte de ambos. Da mesma forma, no filme de 2015, quando a Indominus Rex escapa do padoque e sai por aí matando tudo e todos que aparecem pela frente, a direção do Jurassic World lida como se fosse um pequeno contratempo, mostrando o total desrespeito pela vida humana e uma soberba absurda diante da criatura que eles fizeram no laboratório. Por conta disso milhares de pessoas morrem ou saem feridas, inclusive o Sr. Masrani (Irrfan Khan), até então dono do parque.
Norman AthertonNo livro, mesmo sem aparecer de forma física – ele é apenas citado em um flashback -, Atherton é um personagem muito importante. Mentor de Henry Wu, ele era um geneticista genial que ajudou a criar e a transformar a InGen na empresa multibilionária que era. Quando John Hammond saía para reuniões com possíveis investidores, sempre levava junto um elefante em miniatura criado por Norman Atherton usando a biotecnologia. O animalzinho chamava a atenção de todos, que ficavam chocados com o poder da manipulação do DNA e acabavam investindo na empresa. Atherton falece de um problema cardíaco antes que Hammond inicie o projeto dos dinossauros. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), somos apresentados a um antigo sócio de John Hammond (Richard Attenborough), chamado Benjamin Lockwood (James Cromwell). Ele foi parceiro de Hammond e os primeiros dinossauros foram criados no porão de sua propriedade. Apesar de não ter confirmação, é quase certo que Lockwood seja o Atherton da versão cinematográfica da obra, já que os dois personagens são muito parecidos. A diferença é que, em vez de clonar um elefante, Lockwood clonou a própria filha em segredo. Uma curiosidade interessante é que Lockwood é o único personagem da franquia a ser morto diretamente por um ser-humano, e não por um dinossauro.
Vulcão NublarApesar de ser constantemente chamada de Ilha Nublar, a região que sedia o Jurassic Park/ World não é exatamente uma ilha. Uma das primeiras coisas faladas quando os personagens do livro chegam ao parque é que ele foi construído em região vulcânica, por isso havia bastante vegetação e vários pontos em que os turistas poderiam ver jatos de gás saindo do chão, o que não era figuração colocada para dar um ar mais “jurássico”, mas efeito do vulcão Nublar. Isso nunca tinha sido dito nos filmes até que J. Bayonaresolveu colocá-lo em erupção em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
“A vida encontra um meio”
A frase do Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) virou sinônimo da franquia dos dinossauros nos cinemas. No livro, ele explica várias vezes sobre seu trabalho com as equações não-lineares e a teoria do caos. Acaba que, independentemente da versão, ele está sempre certo. Em um dos milhares de momento em que ele para pra explicar para Gennaro como funciona a teoria do caos, o Dr. Malcolm diz que as pessoas consideram eventos inesperados, como uma batida de carro, como um desvio da normalidade, mas que o caos já previa isso como parte do todo. Em Jurassic Park (1993), a cena em questão acabou reduzida e virou um momento em que Malcolm tenta dar uma cantada na Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) dentro do carro. O trecho descartado, que fala sobre a interferência humana e a batida de carro, é utilizado palavra por palavra no discurso de Ian Malcolm no encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Lewis Dodgson retornará em Jurassic World: Dominion, podendo explorar um pouco mais de seu background dos livros.
Com cinco filmes já produzidos, sobraram poucas coisas do primeiro livro para serem exploradas em Jurassic World: Dominion, que tem previsão de estreia para 2022. No entanto, já se sabe que o trio principal do primeiro filme retornará, assim como o geneticista Lewis Dodgson, que foi vivido por Cameron Thorem Jurassic Park (1993), e agora será interpretado por Campbell Scott. No livro, Dodgson é o principal geneticista da BioSyn, uma concorrente da InGen que realiza roubo de pesquisa para criar suas vacinas e animais. Dodgson suborna Dennys Nedry para conseguir os embriões do Jurassic Park para reproduzi-los antes que a InGen registrasse a patente dos dinossauros. Ele acreditava que Hammond queria fazer dinossauros em miniatura para vender como pet para as crianças, o que faria muito dinheiro internacionalmente. Como o personagem vai retornar para o terceiro filme da nova trilogia, espera-se que ele tenha conseguido criar seus próprios animais e que, de alguma forma, ele se encaixe na trama de tráfico internacional de dinossauros para uso bélico que foi estabelecida em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Jurassic World: Dominion está com estreia prevista para 10 de junho de 2022. Ansiosos?
Kevin Hart é um ator que veio calcando sua carreira basicamente realizando filmes de comédia que se mesclam com o gênero da ação, em papéis coadjuvantes que, em oposição ao protagonista, fez com que seu personagem se destacasse (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’, com The Rock, e ‘O Durão’, com Will Ferrell, entre outros). Mas, nos últimos tempos, temos visto este versátil ator de Hollywood se inclinar mais para o gênero dramático, estrelando, nos últimos doze meses, duas produções que se destoam em sua trajetória cômica: o filme ‘Paternidade’ e, agora, a minissérie ‘A Mais Pura Verdade’, uma das estreias desse dezembro na Netflix.
Kid (Kevin Hart) é um famosíssimo comediante de stand up que está em turnê pelos EUA e chega à Filadélfia, sua cidade natal. Lá encontra com seu irmão, Carlton (Wesley Snipes), um homem em bastante dificuldade financeira que sempre está sugando a energia e o dinheiro do irmão. Em uma tentativa de ter um momento em família, Kid aceita sair à noite com o irmão após apresentar-se, porém, acorda no dia seguinte com uma ressaca terrível em seu quarto de hotel, ao lado do corpo da moça com quem passara a noite. A terrível realidade certamente irá afetar sua carreira. Com medo de perder tudo pelo que lutou a vida toda, Kid decide confiar que o irmão irá dar um jeito nas coisas sem que a coisa toda respingue em seu trabalho. O problema é que a forma com que Carlton tenta lidar com a situação acaba levando a problemas ainda piores, que constantemente colocam a vida e a carreira de Kid em perigo.
Dividido em apenas sete episódios (que, na verdade, eram para ser oito, uma vez que o primeiro tem uma hora de duração e o restante tem cerca de meia hora cada), ‘A Mais Pura Verdade’ é uma minissérie intensa que mostra todo o potencial dramático encubado de Kevin Hart, mas que, na real, poderia ter se desenvolvido no formato de longa-metragem. As quatro horas totais da produção poderiam ter sido decupadas à metade, apresentando uma boa e intensa história sem desvios em apenas duas horas.
Mas o formato final criado por Eric Newman busca trazer mais background ao protagonista numa tentativa de humanizá-lo, para gerar empatia no espectador. Também o fato de repetir situações e estendê-las um pouco por demais (como o tal lance dos mafiosos gregos), que acabam levando preciosos minutos da produção, dão uma alongada nos episódios, e isso poderia ter sido enxugado para maior dinamismo.
Surpreendentemente, ‘A Mais Pura Verdade’ é uma minissérie que prende a gente por uma sequência inacreditável de péssimas decisões bastante humanas – e talvez seja isso que esteja aproximando o público, além da virtual possibilidade de ser algo baseado numa história real (como prevê o trocadilho do nome original, ‘True Story’). Kevin Hart e Wesley Snipes carregam a emoção, convencendo no par inocente X esperto, relegando ao espectador o papel de juiz dessa relação. Com uma história angustiante, ‘A Mais Pura Verdade’ nos faz pensar na podridão por debaixo do tapete nos bastidores da vida dos famosos a quem idolatramos.
O terror ‘Nós‘ está muito próximo de estrear e algumas histórias da produção estão começando a ser divulgadas. Dessa vez, o diretor Jordan Peele revelou que ator Winston Duke quase perdeu o papel no filme por de sua participação em ‘Pantera Negra‘.
“Achei que pudesse afastar a sensação de medo que temos pela família se eles tivessem M’Baku [o personagem de Duke em ‘Pantera Negra’] do seu lado. Entretanto, Winston tem um grande carisma que mudou as cenas e ele conseguiu deixar sua impressão.”, contou ao THR.
Peele temia que a força do personagem afastasse a sensação de vulnerabilidade que a família sofre ao longo do filme.
Confira novos clipes:
Em seu primeiro fim de semana nos EUA, analistas apontam que o filme deve arrecadar entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.
O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.
Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”
O fenômeno teen ‘High School Musical’ está de volta com uma série de TV para a plataforma Disney+ e, depois do término das filmagens, a produção ganhou seu primeiro cartaz oficial.
Confira:
A série ainda ganhou data de estreia e vai chegar à plataforma de streaming em 12 de novembro, data que também marca o lançamento do novo serviço da Disney.
O elenco é composto porJoshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’),Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.
A 1ª temporada contará com 10 episódios e a história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.
Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.
O artista Chuck Zlotnick divulgou em seu Instagram oficial uma nova imagem inédita dos bastidores de ‘Vingadores: Ultimato’, detalhando a construção da Manopla do Infinito utilizada por Thanos (Josh Brolin) e Homem de Ferro (Robert Downey Jr.).
Uma publicação compartilhada por Chuck Zlotnick (@chuckzlotnick) em
Anteriormente, o Comic Book divulgou uma parte do roteiro de ‘Vingadores: Ultimato‘ revelando o último pensamento de Tony Stark após seu sacrifício para deter Thanos, o que faz de sua morte ainda mais triste.
No texto, Tony chora e se desculpa em pensamento ao ver a expressão de tristeza no rosto de Pepper Potts, o que indica que ele se lamenta por não ter sido forte o bastante para sobreviver ao poder das Joias do Infinito.
Confira:
“‘Tony, olhe para mim. Vai ficar tudo bem’, diz Pepper.
Ele olha para ela, com lágrimas escorrendo e pensa: ‘Me desculpe’.
Ela toca seu rosto e se inclina, beijando-o.
‘Pode descansar agora’, diz ela.
Ao se afastar, ela nota seus olhos vidrados e distantes.
Tudo fica quieto ao redor, e os heróis se reúnem contemplando todo o peso do que havia acabado de acontecer.
Tony Stark se foi…”
Lembrando que a Marvel Studios divulgou uma lista indicando os nomes dos atores e atrizes que podem ser indicados ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.
Infelizmente, nenhum membro do elenco está sendo cogitado para o prêmio de Melhor Ator, nem mesmo Robert Downey Jr.
Além dos astros, o estúdio sugere o longa em diversas categorias principais, incluindo Melhor Filme, Melhor Figurino, Melhor Edição de Som e Melhor Edição.
Entretanto, certos fãs podem se decepcionar ao ver que a Marvel não sugeriu Robert Downey Jr. para a categoria de Melhor Ator por sua performance como Homem de Ferro.
Confira:
Assista à nossa crítica sobre o filme:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos, Quinn Ackerman precisa se dar bem em uma competição de dança. Decidida a derrotar os melhores da escola, ela forma uma equipe. Agora só falta resolver um pequeno detalhe: aprender a dançar.
A Disney/Pixar divulgou em seu Twitter oficial um novo teaser oficial da vindoura e já aclamada animação ‘Soul’.
O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.
Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
Jamie Foxx e Tina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. Questlove, Daveed Diggs e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.
Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.
A The CW divulgou a promo oficial de “Lost Souls”, 4º episódio da 6ª temporada de ‘Supergirl’.
Na trama, “Supergirl encontra uma oportunidade de escapar da Zona Fantasma, mas com riscos perigosos. Enquanto isso, Lena se junta aos Super Amigos para uma missão, mas discorda do plano de ação contra os Fantasmas e se pergunta se realmente quer fazer parte do time”.
O capítulo vai ao ar no dia 20 de abril.
Confira, junto às imagens:
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
‘Rick e Morty’ chegou ao fim com mais uma temporada inesperada e recheada de respostas – e uma quantidade imensas de perguntas que devem ser respondidas com os próximos ciclos.
A animação adulta, criada por Justin Roiland e Dan Harmon para o Adult Swim(com transmissão nacional através da HBO Max), sempre construiu season finales de tirar o fôlego e que, de alguma forma, davam as primeiras características do que os fãs poderiam esperar dos episódios consecutivos. Tivemos, por exemplo, o momento em que Rick congelou o tempo para que ele e os netos pudessem arrumar a casa destruída após uma festa inconsequente, ou então o momento em que o brilhante cientista se entregou para as autoridades da Federação Galáctica para salvar a família; agora, Rick enfrentou um dos mais poderosos inimigos, capaz de destruir tudo aquilo pelo que lutou por tanto tempo: si mesmo.
O mais recente ciclo terminou com dois episódios compilados em um especial de uma hora e, seguindo os passos das temáticas exploradas por Roiland e Harmon, analisou a complexidade das relações humanas através dos personagens titulares. Cansados um do outro, em virtude de um relacionamento passivo-agressivo, Rick deixou Morty de lado para se aliar a dois corvos (sim, é isso mesmo) e se tornar uma espécie de justiceiro anti-heroico numa constante batalha pela supremacia. Mais do que isso, os corvos despertam em Rick resquícios de uma empatia perdida há muito tempo, que o levam a determinar que os laços que nutre com o neto, seu notável companheiro de aventuras, são extremamente tóxicos e contraproducentes. Essa, na verdade, é a primeira vez em cinco temporadas em que os dois rompem ligações em prol de um mandatório e pungente amadurecimento.
Mas as coisas não terminam por aí: quando reatam essa ligação, os dois são arrastados para uma trama muito mais ardilosa que envolve o Morty do Mal, personagem introduzido em “Close Rick-counters of the Rick Kind”, em 2014, e que fez importantes aparições ao longo da série – e cujo encontro com Rick C-137 (a versão que acompanhamos ao longo da animação) vinha sido premeditado desde… Bom, sempre.
A verdade é que Morty do Mal é uma das criações mais inusitadas e complexas de todo o panteão sci-fi em questão e, desde sua aparição, deixou claro quais seriam suas intenções: afinal, ele controlava o Rick que o acompanhava na caçada pelos outros Ricks, tentou incriminar a versão C-137, que posou constantemente como o rebelde e o forasteiro, e, logo depois, tomou controle da Cidadela na antológica “Tales from the Citadel” (03×07), ascendendo à presidência e iniciando uma nova era (que levaria duas temporadas até mostrar suas consequências). Agora, reencontrando-se com os personagens titulares, ele poderia finalmente terminar o que começou e se livrar das engessadas amarras que o prendem ao facínora organismo que reflete a superioridades dos Ricks em relação aos Mortys.
RICK C-137 E A IDENTIDADE PERDIDA
A primeira das revelações destina-se a Rick.
Desde o começo da série, os fãs se questionaram sobre a traumática backstory que transformou o personagem em um inteligente e ambicioso homem, regado a álcool e a drogas, que “abandonou” sua família e retornou, anos depois, como se nada tivesse acontecido. O principal traço de personalidade de Rick é sua total falta de empatia e de desinteresse em matérias mundanas, como o amor e a importância da família, lutando para conseguir o que quer para si mesmo – independente das consequências. Entretanto, em algumas iterações (como “The Rickshank Rickdemption”, capítulo de estreia da 3ª temporada), percebemos que ele perdeu a esposa e a filha, Beth, em um ato terrorista promovido por um Rick do Mal que não aceitava a humildade de seu comodismo cotidiano.
Diferente do que imaginávamos, a memória fabricada não era totalmente irreal: Morty do Mal, tendo acesso às memórias de Rick, revela que o cientista, na verdade, embarcou em uma vendeta pessoal ao redor do universo procurando a versão de si mesmo que destruíra sua vida perfeita, recusando-se a descansar até assassiná-lo.
Em determinado momento, é-lhe oferecido uma trégua por Ricks que não desejam ter o mesmo destino de seus companheiros e, nesse momento, cria-se a Cidadela – uma revelação e tanto para C-137, que constantemente desprezou a mera existência da colônia. Suas reais motivações ficam em segundo plano e oferecem uma ambiguidade que deve ser explorada em um futuro próximo; todavia, compreendemos que Rick aceita o fato de ser dependente de um Morty e, por essa razão, reúne-se com uma versão de Beth, Jerry, Summer e Morty que existe em determinada realidade, entrando em paz consigo mesmo e dando início a um ato de redenção que o acompanha subconscientemente – e explica os laços que cria com a família.
MORTY DO MAL E A CURVA CENTRAL FINITA: O FIM DE UMA ERA
Nenhum elemento de ‘Rick e Morty’ é meramente construído sem uma necessidade metafórica e bastante simbólica. A existência de elementos contrastantes e de uma épica batalha entre o bem e o mal é alicerçada nas obliterantes personalidades de cada personagem, desde a superficialidade paternal de Jerry à supressão dos desejos mais inóspitos de Beth. Rick, nesse contexto, é o elo que une cada uma dessas incursões e, portanto, o ponto de ligação ao Morty do Mal.
Quando Rick e Morty se reúnem com o principal antagonista do season finale, fica claro que Morty do Mal é arauto da destruição do status quo: ao passo que a Cidadela é a representação de um capitalismo sistemático e predatório, que beneficia os Ricks e coloca os Mortys em segundo plano (isso sem mencionar uma espécie de subclasse que serve aos interesses da elite), ele aproveita as brechas dessa falida ideologia para destruir um elemento conhecido como Curva Central Finita.
Essa Curva funciona como um muro que vai de encontro ao discurso das “dimensões infinitas” que Rick sempre defende, servindo como separação de realidades em que Mortys não se submetem a Ricks ou até mesmo em que Ricks não são os homens mais inteligentes do universo – invertendo os papéis e, novamente, desconstruindo a ideia imutável da superioridade e da inferioridade. Canalizando o poder armazenado pela Cidadela, ele cria uma fenda no espaço-tempo e consegue, eventualmente, atravessar essa Curva e chegar “do outro lado”, um lugar em que as possibilidades são mais infinitas do que o pensado.
O momento de passagem parte dos princípios canônicos defendidos pelo célebre Joseph Campbell, em que o herói (nesse caso, anti-herói), atravessa o limiar do conhecido e é apresentando a um cosmos muito diferente daquele que conhece. Abandonando algo que outrora foi-lhe dado como uma constante, ele aniquila a abominável relação destrutiva entre Ricks e Mortys e compreende, em uma libertação catártica, que a única constante é a mudança.
Ambientado no verão de 1986, Franklin Saint (Damson Idris) e sua família estão ricos para além do que podiam imaginar, prestes a ter tudo o que sempre quiseram… Até que o chão começa a se desmantelar. A inesperada e trágica morte da lenda do basquete Len Bias coloca a epidemia de cocaína na primeira página dos jornais, tornando-se alvo de legisladores tanto Democratas quanto Republicanos. A justiça está em guerra e a militarização da Polícia de Los Angeles continua, à medida que os oficiais e os políticos decidem que a única forma de lidar com essa escória crescente é através da força. As ruas de Los Angeles nunca estiveram tão perigosas, conforme a família Saint enfrenta a polícia, as gangues locais e a CIA.
A lendária Beyoncé parou a internet nos últimos dias ao finalmente anunciar seu aguardado 7º álbum de estúdio.
Através das redes sociais, a cantora e compositora atualizou suas redes sociais para indicar que seu próximo projeto, aparentemente intitulado ‘Renaissance – Act I’, será lançado no dia 29 de julho. Além disso, seu website oficial já permite que os fãs façam o pre-save do disco que será o primeiro solo desde o aclamado ‘Lemonade’, em 2016.
Vale lembrar que, em 2018, ela colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de ‘O Rei Leão’; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com “Black Parade”, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e “Be Alive”, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.
Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.
A 2ª temporada da série de suspense ‘Um de Nós Está Mentindo‘ (One of Us Is Lying) finalmente chegou à Netflix.
A produção, lançada originalmente pela Peacock, chegou à plataforma de streaminghoje, 16 de novembro.
Relembre o trailer:
Baseado no romance best-seller de Karen M. McManus, a série revela o que acontece quando cinco estudantes do ensino médio são levados para a detenção – mas apenas quatro saem de lá com vida. Todos são suspeitos e todos têm algo a esconder.
O longa ‘As Marvels‘, sequência de ‘Capita Marvel‘, chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a produção ganhou um incrível pôster de fã reunindo as heroínas protagonistas.
Através do Instagram, a página @venomhology divulgou uma minuciosa arte estampando Carol Danvers/Capitã Marvel (Brie Larson), Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Kamala Khan/Ms. Marvel (Iman Vellani) – acompanhadas da legenda “maior. Mais longe. Mais rápido. Juntas”.
‘As Marvels‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de novembro.
Confira o trailer:
Carol Danvers (BrieLarson), também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
Lembrando que ‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) com Brie Larson de volta ao papel principal, além de Teyonah Parris como Fóton e Iman Vellani como Ms. Marvel.
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
O filme chegará à plataforma de streaming no dia 29 de setembro.
Confira o novo trailer:
A viagem de uma equipe de pesquisa exploratória do oceano se transforma em um verdadeiro caos quando uma operação de mineração maquiavélica ameaça sua missão e os força a entrar em uma batalha de alto risco pela sobrevivência. Enfrentando Mega Tubarões colossais e saqueadores ambientais implacáveis, nossos heróis devem ser mais rápidos, mais inteligentes e superar os predadores impiedosos em uma corrida pulsante contra o tempo.
O longa conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 74.4 milhões – o que representa metade da arrecadação do longa original no país.
No mercado internacional, o longa estrelado por Jason Statham se saiu muito melhor, arrecadando US$ 278.1 milhões. A produção foi impulsionada pelo bem-sucedido desempenho na China (US$106.3M).
Com orçamento de US$ 130 milhões, o longa falhou em conquistar os críticos, conquistando apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção, no entanto, recebeu uma média de 73% de aprovação do público – muito acima da média do primeiro filme (44%).
Anteriormente, o diretor Ben Wheatley havia expressado seu interesse em expandir a franquia com um terceiro filme: “Espero fazer um terceiro filme. Há muito para explorar nesse universo. Ele é muito rico. A internacionalidade desse mundo é muito interessante.”
A sequência ainda conta com o retorno de Jason Statham, Cliff Curtis, Sophia Cai e Page Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.
‘Magnatas do Crime‘, série derivada do filme homônimo de Guy Ritchie, chegou no começo do mês ao catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os melhores momentos de Giancarlo Esposito na produção.
A trama acompanha Eddie Horniman (TheoJames), que herdou a considerável propriedade de seu pai aristocrata inglês e se torna o novo duque de Halstead – apenas para descobrir que está no topo da maior fazenda de ervas daninhas da Europa, que pertence ao lendário Mickey Pearson.
Ritchie fica a encargo da produção, da direção e do roteiro da nova adaptação, colaborando com Ivan Atkinson e Marn Davies para supervisionar o projeto.
O filme original teve sucesso considerável tanto financeiro quanto crítico, arrecadando pouco mais de US$115 milhões mundialmente (a partir de um orçamento de US$22 milhões) e conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A produção será lançada na plataforma no dia 29 de agosto.
A história será ambientada logo depois dos eventos de ‘O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final‘, lançado em 1991, ignorando os outros longas-metragens e a série live-action.
Timothy Olyphant (‘Justified’) dublará o protagonista. A produção ainda contará com as vozes de Ann Dowd (‘Hereditário’), André Holland (‘Castle Rock’), Sonoya Mizuno (‘Guerra Civil’) e Rosario Dawson (‘Ahsoka’).
A série será ambientada em duas linhas do tempo. Em 2022, uma guerra do futuro já está acontecendo há décadas entre os poucos humanos sobreviventes e o interminável exército das máquinas. Em 1997, uma Inteligência Artificial conhecida como Skynet ganha ciência e começa a planejar sua guerra contra a humanidade.
Presa entre o seu futuro e o passado no qual ela foi enviada para alterar o destino da humanidade, uma soldado deve proteger um cientista chamado Malcolm Lee, que trabalha para lançar um novo sistema de IA projetado para competir com o ataque iminente da Skynet à humanidade. Enquanto Malcolm navega pelas complexidades morais de sua criação, ele é caçado por um implacável assassino do futuro que altera para sempre o destino de seus três filhos.
Apesar de se passar no mesmo universo da franquia, o seriado focará em novos personagens.
O projeto será supervisionado pela Production I.G, cujos créditos incluem ‘Ghost in the Shell‘ e ‘Star Wars: Visions‘.
Mais um ano se inicia – e, com ele, nossa antecipação para as principais premiações aumenta. E, neste último dia 02 de fevereiro, retornamos para os palcos do Grammy Awards com uma edição que prometia agradar ou frustrar bastante os fãs dos principais artistas do cenário fonográfico mainstream.
É notável como a premiação ganhou ainda mais notoriedade nos últimos anos com escolhas controversas e que revelavam um favoritismo condenável por jornalistas, críticos e especialistas musicais ao redor do mundo – algo que, inclusive, foi notado pelo próprio CEO de Academia Fonográfica, Harvey Mason Jr., apareceu no evento para dar as boas-vindas ao retorno de The Weeknd. Afinal, para aqueles que não e lembram, o cantor e compositor havia detonado o júri por trás do Grammy após seu álbum, ‘After Hours’ (um dos mais bem avaliados e bem sucedidos de 2020, ter sido deixado de fora de todas as categorias na 63ª edição), e ele ter promovido um boicote generalizado.
Não é de hoje que tais injustiças acontecem, principalmente quando falamos de artistas negros: tivemos, por exemplo, o momento em que Taylor Swift venceu a categoria de Álbum do Ano em 2016 com ‘1989’, causando uma comoção generalizada quando todas as previsões apontavam para a vitória de Kendrick Lamar com o lendário ‘To Pimp a Butterfly’. No ano seguinte, Adele fez questão de reconhecer o impacto causado por ‘Lemonade’, de Beyoncé, depois de vencer a mesma categoria com ‘25’ e utilizar seu privilégio e sua plataforma para celebrar a comunidade afro-americana e a necessidade de maior reconhecimento por tais artistas. Ora, recentemente, SZA e Beyoncé foram deixadas de lado por produções impecáveis e que caíram no gosto popular e da crítica, reacendendo diversas discussões sobre não apenas a falta de diversidade entre os membros da Academia, mas uma espécie de contínuo desprezo para musicistas negros.
Porém, parece que a 67ª edição do Grammy Awards começou a dar ares de mudança. Conforme declarado por Mason Jr., os membros participantes do júri aumentaram exponencialmente – computando nada menos que 13 mil votantes -, abrindo espaço para uma diversidade necessária e que veio de encontro ao conhecido e exaurível tradicionalismo do grupo. Dessa forma, essa expandida gama permitiu que uma provável repetição da história fosse retraída, mesmo que não da maneira necessária, honrando o legado de inúmeros performers e funcionando como o primeiro passo de uma “reparação histórica” iminente.
A maior surpresa – e o maior merecimento, que fique bem claro -, veio na última categoria da noite. Beyoncé conquistou o merecido gramofone dourado de Álbum do Ano pelo aplaudido ‘Cowboy Carter’, segunda parte de uma impiedosa e ostensiva trilogia que teve início com ‘Renaissance’ e que tem como principal objetivo resgatar a memória afro-americana dentro do cenário fonográfico. Apostando fichas no country e no americana, nossa Queen B trouxe uma amálgama grandiosa de colaboradores e samples para honrar uma memória esquecida e que teve início ainda em 2016, quando foi rechaçada por artistas country brancos por performar no palco do Country Music Awards.
A primeira resposta de Bey foi a construção do álbum, que levou cinco anos para ser completada, como ela mesma afirmou: caindo no gosto da crítica, rendendo-lhe um #1 na Billboard Hot 100 com “Texas Hold ‘Em” e já tendo ultrapassado 1,6 bilhão de streams no Spotify, o compilado de originais continuou a demonstrar o impacto significativo da titânica artista mais de duas décadas e meia no cenário mainstream. E isso não é tudo: durante a cerimônia, ela se tornou a primeira artista negra a conquistar um prêmio nas categorias country – levando para casa as estatuetas de Melhor Colaboração Country por “II Most Wanted” e Melhor Álbum Country -, dando indícios de uma essencial desestabilização da dominância caucasiana no gênero.
Por fim, a cereja do bolo veio com o anúncio de Álbum do Ano, em que os bombeiros do departamento de Los Angeles ficaram em choque com a vitória de Bey – e a consagração arrancou aplausos e ovações de todos os membros da plateia (ora, é possível até mesmo ver Swift sendo a primeira a levantar a taça de champagne e Lady Gaga e Cynthia Erivo dando pulos de felicidade e com as mãos dadas conforme Bey subia para coletar seu prêmio). É claro que, num contexto mais geral, não podemos fazer vista grossa frente ao fato de que a performer precisou navegar entre cinco gêneros diferentes e uma reinvenção constante de sua própria identidade artística para ser homenageada com uma condecoração muito atrasada.
Bey não foi a única a ser vingada no Grammy: Lamar varreu a premiação ao ser anunciado como vitorioso em todas as categorias a que estava indicado, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano pela implacável “Not Like Us” – e tendo alcançado o feito com uma diss track assinada diretamente para o rapperDrake; em outro âmbito, Doechii, que ganhou o mundo com a mixtape‘Alligator Bites Never Heal’, tornou-se a terceira rapper a levar para casa o prêmio de Melhor Álbum Rap, juntando-se a Lauryn Hill e a Cardi B em um momento histórico.
Em muito tempo, a Academia do Grammy finalmente acertou em boa parte de seus prêmios e começou a denotar uma preocupação em reparar erros de um passado não muito distante. Ainda há muito a ser revisto, é óbvio, mas ao menos os primeiros passos começaram a ser dados – e coroaram uma das maiores artistas de todos os tempos em uma celebratória honraria que arrancou lágrimas até mesmo dos mais céticos.
A aguardada adaptação de ‘Retorno a Silent Hill‘ (Return to Silent Hill) ganhou suas primeiras imagens – e logo atraíram comentários bastante ácidos dos internautas através das redes sociais.
Pouco depois da divulgação das fotos, inúmeros fãs comentaram sobre a contraditória qualidade do projeto, chegando a assemelhá-lo a um “filme pornô” de baixo orçamento.
Confira:
This looks like fan fiction or the opening to a rip-off porno.
— Sebastian Sanhueza Rodríguez (@Sisanhue) June 22, 2025
“Isso parece fan fiction ou a abertura de um pornô de baixo orçamento”.
“Isso parece um vídeo amador feito por fãs. Por que é tão difícil para os realizadores acertarem o visual do jogo?”.
Lembrando que o novo filme está programado para estrear no dia 23 de janeiro de 2026.
Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2‘, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.
James (Jeremy Irvine) é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor (Hannah Emily Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.
Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.
Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.
Segundo o Deadline, Alexandra Shipp (‘Barbie’) irá estrelar o novo terror psicológico ‘The Autopsy of Albert Kemper’, cujas filmagens já começaram em Minnesota, Estados Unidos.
David Benullo fica responsável pela direção e pelo roteiro do projeto.
Na trama, Shipp interpreta Riley Shaw, uma jovem que trabalha como assistente em um necrotério – e que enfrenta uma noite assustadora quando o corpo de um notório serial killer começa a mostrar sinais de algo além da morte.
Thornton dará vida ao antagonista titular, Albert Kemper. Detalhes sobre o papel de Stoltz não foram revelados.
O filme traz como inspiração uma lenda urbana envolvendo os corolários da morte do assassino Jeffrey Dahmer – em que as autoridades foram obrigadas a algemar o cadáver do homicida a uma maca por medo de que ele “voltasse à vida”.
Dana Guerin, John Frank Rosenblum, Tracy Mercer, Mandy June Turpin e Jim Strader entram como produtores.
O projeto, que parte da parceria entre a Lionsgate Television e a Fox Entertainment Studios, tem estreia prevista para a temporada 2026-2027 da televisão estadunidense e conta com 12 episódios em sua temporada de estreia.
Elfman se junta aos previamente confirmados Stephen Fry (‘Sandman’), Luke Kleintank (‘FBI: International’) e Michael Beach (‘O Casal Perfeito’).
‘The Interrogator’ acompanha o ex-agente do MI6 Conrad Henry (Fry) e sua equipe de elite. Quando os métodos convencionais falham, o charme peculiar de Henry, seu intelecto superior e suas manobras comportamentais surpreendentes fazem dele o único homem capaz de decifrar os segredos da mente dos criminosos mais perigosos do mundo.
Kleintank interpretará Voss, um membro do pequeno círculo de analistas/conselheiros de Conrad Henry. Ele é um ex-membro das Forças Especiais, um denunciante do Exército com um forte código moral. Um ex-garoto de fazenda do Colorado, ele é quieto, gosta de atividades ao ar livre e prefere cachorros a pessoas – exceto por um improvável romance clandestino com a colega de equipe Florence, que só pode permanecer em segredo por um tempo limitado.
Beach interpretará Louis, o primeiro membro da equipe de Henry. Com um humor seco e espirituoso, um sorriso paternal e um brilho no olhar que esconde um passado muito difícil, Louis é um faz-tudo na equipe e especialista em audiovisual e TI. É a voz que informa Henry sobre fatos e números. É ótimo com eletrônica, ótimo com explosivos e consegue até resolver problemas de encanamento. Louis também é o melhor amigo de Henry, seu confidente, seu guia moral – porque eles sempre foram a salvação um do outro.
Elfman interpretará Woodrow, uma estrela em ascensão na CIA, até que uma missão malsucedida a fez despencar na carreira. Agora, ela se encontra na DIA como supervisora do grupo de Henry. Ela vê isso como uma despromoção — o primeiro passo em sua escalada de volta ao ponto de partida. Ela supervisiona os casos de Henry, o pressiona e frequentemente discute com ele — Conrad está sempre sete passos à frente, enquanto Woodrow raramente está mais do que cinco. Mas a dupla nutre um respeito mútuo relutante que resulta em uma parceria divertida e improvável.
Agora que Natalie Portman foi confirmada como a nova Thor, a atriz não perdeu tempo e já começou a se preparar para interpretar a Deusa do Trovão lendo os quadrinhos da personagem.
Em seu perfil no Instagram, Portman compartilhou um vídeo mostrando algumas edições de HQ’s, com o perfil da Marvel marcado na publicação.
Ausente da franquia desde 2013, em ‘Thor: O Mundo Sombrio’, Portman fez uma pequena participação em ‘Vingadores: Ultimato‘, mas apenas através de filmagens de arquivo.
‘Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.
Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!
Além disso, o We Got This Covered informar que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.
Amora, a Feiticeira
Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.
Através do Twitter de oficial de ‘Avatar’, aDisney compartilhou uma nova imagem dos bastidores das próximas sequências, confirmando o retorno da personagem de Sigourney Weaver, a Dra. Grace Augustine.
Weaver aparece ao lado do produtor Jon Landau, e do ator Joel David Moore, intérprete do Dr. Norm Spellman.
Confira:
“No set das sequências de ‘Avatar’: o produtor Jon Landau, Sigourney Weaver e Joel David Moore, que revisitaram o 26 Shack para filmar as cenas dos novos filmes.”
From the set of the Avatar sequels: Producer Jon Landau, Sigourney Weaver, and Joel David Moore revisited the Site 26 Shack to shoot scenes for the new films.
Lembrando que a Disney não adiou a data de estreia da sequência, que chega aos cinemas nacionaus em 16 de Dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.
Confira as primeiras imagens:
Recentemente, o diretor James Cameron conversou com a Variety e deu detalhes sobre o desenvolvimento dos próximos filmes, garantindo aos fãs que a franquia irá decolar de vez.
O cineasta não fez cerimônia e decidiu revelar que as gravações de duas das sequências já foram finalizadas.
“De 2013 até agora, conseguimos projetar todo o universo de ‘Avatar‘ para as próximas quatro sequências. Escrevemos e terminamos os roteiros de todos os filmes. Já filmamos o segundo e o terceiro, e estamos finalizando a primeira parte do filme 4. E nós já terminamos quase todo o trabalho com os atores.”
Questionado sobre demora para o lançamento dos filmes, ele argumentou que grande parte da dificuldade foi realizar os processos digitais, que serão muito mais complexos do que um simples CGI.
“As pessoas realmente não entendem o planejamento e a complexidade desse processo. É como fazer dois filmes e meio de animação. Um grande filme de animação leva cerca de quatro anos para ser produzido… É como fazer um filme live action e outro usando apenas animação, é muito trabalhoso. Mas, se você fizer as contas, estamos dentro do cronograma previsto para dezembro de 2021.”
O trailer de ‘Godzilla vs. Kong‘ finalmente foi lançado, trazendo alguns vislumbres da épica batalha entre os titãs mais famosos do cinema.
E parece que as cenas de ação mostradas no vídeo não são nem o começo da destruição prometida pelo diretorAdam Wingard.
Em seu perfil do Instagram, o cineasta prometeu que o trailer é apenas “a ponta do iceberg”.
“O trailer de ‘Godzilla vs Kong‘ está finalmente aqui! Estou muito emocionado por poder compartilhar todo esse caos épico e insano”, escreveu ele. “Eu sei que as cenas parecem mostrar muito, mas esta é apenas a ponta do iceberg monstruoso. Você está torcendo para o Godzilla ou para o Kong?”
Tem história de ligação entre humano-animal, tem homem bonito, tem neon e bichos gigantes lutando AO MENOS mais de um vez, e os efeitos parecem ótimos. Suas chances estão boas, #GodzillaVsKong, não as desperdice. E bora providenciar os emojis, #TeamKong. pic.twitter.com/3qVJFR1G2X
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
O aguardado filme será lançado apenas no dia 20 de maio de 2021 nos cinemas brasileiros. A estreia nos EUA ocorre simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em 26 de março.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
A série agradou em cheio os críticos, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, e está deixando os assinantes impactados.
Baseada no romance não-ficcional deStephanie Land, a história gira em torno de uma mãe solteira que trabalha como faxineira e luta para sobreviver contra a pobreza, o prospecto de perder sua casa e uma burocracia mortal.
Nas redes sociais, a atração vem recebendo bastante elogios por conta de sua importância ao retratar também temas como o abuso psicológico e ilustrar os desafios da maternidades em meio a tudo isso.
A maior parte dos elogios é direcionado tanto às atuações de Margareth Qualley, Nick Robinson e Raymond Ablack, quanto ao roteiro extremamente necessário.
Isso porque a trama reflete a situação que muitas mulheres vivem ao tentarem viver de forma independente nos dias de hoje.
Confira as reações:
Estou tão impactada com esta série que não consigo parar de chorar. 9 mudanças, dormir na rua, limpar + de 300 privadas, ser humilhada, maltratada, nada disso separou Maid do sonho: ser escritora e fazer faculdade. #MAIDNetflixpic.twitter.com/M3sxvMptrT
deixando aqui uma indicação de uma das melhores originais netflix do ano. o nome é maid, aqui no brasil como “criada” a minissérie vai contar o dia a dia de uma faxineira e sua luta pra conseguir o melhor pra filha enquanto passa por um relacionamento abusivo. eu chorei muito. pic.twitter.com/CYmd7SHTfM
comecei assistir Maid (netflix) ontem e eu só posso dizer como essa série é necessária, mostra uma realidade e um alerta sobre a violência doméstica em meio de sistema jurídico que é uma merda, é uma série que consegue emocionar em todos os episódios e com um elenco incrível pic.twitter.com/KQWxefUDRT
A nova minissérie da netflix, MAID, é um tapa na cara! Fala sobre abuso psicológico e financeiro, o que muita gente não considera violência por não deixar marcas físicas. O enredo é viciante e o plano de filmagem é pensado pra cada cena ser ainda mais especial. Espetacular!!! pic.twitter.com/Rsd0ON8Ii2
Assisti o piloto de ‘Maid’, da Netflix. Nossa que episódio forte e cru. Um importante alerta sobre a jornada das mulheres que conseguem sobreviver à violência doméstica, se reinventando e se tornando mães solos em meio a um sistema jurídico que não ajuda muito.#MAIDNetflix. pic.twitter.com/lUFDqDKT2z
É da série Maid, q esta na Netflix, não assisti ainda!
O soco é na parede mas era para ser em vc! É só questão de tempo!
A importância da divulgação desses sinais está em a mulher reconhecer qdo talvez, ainda dá tempo, antes de ficar cega em um relacionamento abusivo. pic.twitter.com/rBK0iHQjCE
Se tem um coisa a Netflix sabe fazer bem feito é minissérie. Ano passado, foi o Gambito da Rainha, e esse ano temos Maid a mais nova queridinha da crítica que vai fazer bonito no emmy 2022.#MAIDNetflixpic.twitter.com/U3mwNnYZso
E tudo que a Alex de Maid queria era poder criar a filha longe de violência contra mulher a série toda.
Não quis vingança!
Não quis tirar a filha do ex!
Não quis matar o pai que foi um agressor no passado!
Não tentou internar a mãe com problemas mentais!#MAIDNetflixpic.twitter.com/DaiWZyHzJb
Minissérie #MAIDNetflix trata da violência doméstica menos óbvia, a psicológica. Excelente produção, mas fica o alerta de gatilho para quem sofreu/sofre em um relacionamento abusivo pic.twitter.com/R2uLIcH7Yc
Robbie é mais conhecida por ter interpretado Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’, cujo papel ela reprisou no reboot-sequência dirigido por James Gunn. A atriz ganhou aclame internacional por sua interpretação em ‘Eu, Tonya’ e em ‘Era Um Vez Em Hollywood’.
Robbie também possui uma produtora de filmes independentes, chamada LuckyChap Entertainment. Por meio de sua empresa, ela produziu o vencedor do Oscar ‘Bela Vingança‘ e ‘Aves de Rapina‘.
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