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‘Amor, Sublime Amor’: Elenco estampa o novo cartaz IMAX belíssimo do remake; Confira!

O aguardado remakeAmor, Sublime Amor‘ (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg, chega em breve aos cinemas de todo o mundo e, para aumentar nossas expectativas, o longa ganhou um novo e belíssimo cartaz retrô em IMAX.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 96% de aprovação, com altíssima nota 8.30/10 baseada em 53 reviews. A encargo de comparação, a versão original, lançada em 1961, tem um índice de aceitação de 93%.

Confira os principais comentários abaixo:

“Como você honra o passado e reconhece os erros? Com consideração e habilidade e Rita Moreno” – Thrillist.

Amor, Sublime Amor de Steven Spielberg fica em seu melhor quando se concentra no estudo de um personagem de cada vez” – Slant Magazine.

“Surpreendentemente, Spielberg consegue melhorar o filme original com mais autenticidade e, dessa forma, mais emoções cruas e significado” – Beyond the Trailer.

“[O filme] expande e fortalece cada detalhe e personagem concebíveis” – Flickering Myth.

Amor, Sublime Amor está recheado de coreografias estelares e performances de tirar o fôlego” – Perri Nemiroff.

A nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 09 de dezembro.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Após Reboot nos cinemas, Netflix CONFIRMA série live-action de ‘Resident Evil’ para 2022 e divulga sinopse

A Netflix confirmou hoje que a série live-action ‘Resident Evil‘ estreia no streaming em 2022, e não terá conexão com o filme que está atualmente nos cinemas dos EUA.

Confira:

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) irá viver o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

O elenco ainda contará com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

Quase três décadas após a descoberta do T-Vírus, um novo surto revela os segredos mais sombrios da Umbrella Corporation.

Na primeira timeline, as irmãs adolescentes Jade e Billie Wesker se mudam para Raccoon City. Uma cidade manufaturada e corporativa, mas quanto mais tempo eles passam lá, mais elas percebem que a cidade é mais do que parece e seu pai pode estar escondendo segredos obscuros. Segredos que podem destruir o mundo.

A segunda timeline será ambientada uma década no futuro: há menos de 15 milhões de pessoas no planeta. E mais de seis bilhões de monstros – pessoas e animais infectados com o T-Vírus. Jade, agora em seus trinta anos, luta para sobreviver nesse novo mundo, enquanto seu passado – sobre sua irmã, seu pai e a si mesma – continua a assombrá-la.

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

“Para todos os fãs de ‘Resident Evil’, incluindo as pessoas que se juntarão a nós pela primeira vez, essa série estará repleta de velhos conhecidos e algumas coisas (insanas e sedentas de sangue) que vocês nunca viram antes,” declarou o showrunner Andrew Dabb (‘Supernatural’), que também servirá como produtor executivo e roteirista da série.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Vale lembrar que o reboot ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ estreia nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

Assista nossas entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

‘Amor, Sublime Amor’: Remake de Steven Spielberg abre com 96% de aprovação no RT; Confira as críticas!

remake de ‘Amor, Sublime Amor‘ (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg, chega em breve aos cinemas de todo o mundo – e já vem coletando inúmeros elogios por parte da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 96% de aprovação, com altíssima nota 8.30/10 baseada em 53 reviews. A encargo de comparação, a versão original, lançada em 1961, tem um índice de aceitação de 93%.

Confira os principais comentários abaixo:

“Como você honra o passado e reconhece os erros? Com consideração e habilidade e Rita Moreno” – Thrillist.

Amor, Sublime Amor de Steven Spielberg fica em seu melhor quando se concentra no estudo de um personagem de cada vez” – Slant Magazine.

“Surpreendentemente, Spielberg consegue melhorar o filme original com mais autenticidade e, dessa forma, mais emoções cruas e significado” – Beyond the Trailer.

“[O filme] expande e fortalece cada detalhe e personagem concebíveis” – Flickering Myth.

Amor, Sublime Amor está recheado de coreografias estelares e performances de tirar o fôlego” – Perri Nemiroff.

A nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 09 de dezembro.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

‘The Pale Blue Eye’: Gillian Anderson, Robert Duvall e mais entram para o novo terror da Netflix

Segundo o The Hollywood Reporter, a Netflix escalou três novos membros ao elenco de seu mais novo terror, The Pale Blue Eye.

As informações indicam que Gillian Anderson (‘The Crown’, ‘Sex Education’), Robert Duvall (‘Apocalypse Now’) e Timothy Spall (‘Spencer’, ‘Harry Potter’) foram contratados para o projeto em papéis não revelados.

Eles juntam aos previamente confirmados Christian BaleHarry Melling.

Lucy BoyntonCharlotte GainsbourgToby Jones e Hadley Robinson completam o elenco.

O filme é baseado na ficção histórica homônima assinada por Louis Bayard e lançada em 2006. A narrativa é centrada em um caso criminal na remonada Academia Militar de West Point, nos Estados Unidos, em 1830. Depois de uma série de assassinatos ocorrerem no local, um detetive (Bale) mergulha para descobrir segredos do submundo da escola. No centro do enredo, está um cadete chamado Edgar Allan Poe (Melling).

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Matrix Resurrections’ é uma história de amor entre Neo e Trinity; Confira as imagens!

Matrix Resurrections‘ é uma das estreias mais aguardadas das telonas em 2021 e a produção é o grande destaque da vindoura edição da revista EW, com os astros Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss estampando a capa da publicação.

Além disso, a dupla participou de um belo ensaio fotográfico, que celebra a longeva jornada da franquia, bem como de uma entrevista, onde ambos deram detalhes da nova sequência da saga.

E segundo Reeves, o mais novo capítulo de ‘Matrix‘ será uma história de amor entre Neo e Trinity.

“Mas certamente a profundidade do porquê deste filme ter sido feito é o sentido de ser uma história de amor entre Trinity e Neo”.

Carrie Anne-Moss completou o seu raciocínio, afirmando que enxergou ‘Ressurections‘ como uma rara oportunidade de incorporar o amor de Lana Wachowski pelos personagens.

“Nunca me senti assim antes, onde pude ver que sou uma extensão do coração dela, ao desempenhar este papel,”

Confira a capa da publicação, as imagens e siga o CinePOP no YouTube:

The Matrix Resurrections, Matrix 4. Keanu Reeves and Carrie-Anne Moss photographed exclusively on November 14 in LA.

Confira as mais novas imagens do filme:

A duração do novo filme foi confirmada em 2 horas e 28 minutos (148 minutos) de duração.

O primeiro filme teve 2 horas e 16 minutos, seguido por ‘Matrix Reloaded‘ com 2 horas e 18 minutos e ‘Revolutions‘ com 2 horas e 9 minutos.

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer e e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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‘A Era do Gelo: As Aventuras de Buck’: Novo filme da franquia ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

O Disney+ divulgou hoje (02) o cartaz oficial de A Era do Gelo: As Aventuras de Buck’, sexto filme da adorada franquia animada.

O pôster confirma o lançamento da produção para o dia 28 de janeiro de 2022 na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

A franquia estreou em 2002 e estendeu-se durante cinco capítulos até 2016, com o lançamento de A Era do Gelo: O Big Bang’. No total, os filmes arrecadaram mais de 3,2 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais e tornaram-se a 19ª saga mais lucrativa da história do cinema, atrás de A Saga Crepúsculo, e a terceira mais lucrativa dentro das animações, atrás de ShrekMeu Malvado Favorito.

O longa de estreia também ganhou aceitação generalizada da crítica, conquistando 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, sua qualidade foi caindo consideravelmente, estacionando em míseros 17% de aprovação com o lançamento da última iteração.

‘Reacher’: Nova série de ação do Prime Video ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial de Reacher, nova série de ação baseada na franquia Jack Reacher.

Além disso, foi revelado que a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 04 de fevereiro de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção, baseada na franquia literária assinada por Lee Child, é estrelada por Alan Ritchson (‘Titãs’) como o personagem titular.

Malcolm Goodwin, Willa FitzgeraldKristin Kreuk também fazem parte do elenco.

Jack Reacher, preso por engano, mostra que a justiça escolheu brincar com a pessoa errada. Nesta sua primeira aventura, Reacher verá uma cidade-modelo na Geórgia revelar toda a sua podridão, ao mesmo tempo em que é iniciada uma brutal e surpreendente contagem de cadáveres… E de milhares de notas de dólares falsificadas.

Nick Santora (‘Scorpion’) será o showrunner da série.

Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

Crítica | Clifford, o Gigante Cão Vermelho – Live-action do famoso desenho é uma FOFURA para os pequenos

Boa parte das crianças sonha em ter um bichinho de estimação. Quando chega essa época de fim de ano, Papai Noel recebe inúmeras cartinhas pedindo um cachorrinho ou um gatinho. A paixão das crianças pelos animais faz com que os escritores e artistas constantemente criem novas aventuras que envolvam os bichanos e a garotada, de modo que, através da arte, elas possam viver esses sonhos que na vida real muitas vezes não podem ser realizados. Deve ter sido mais ou menos assim que a história de ‘Clifford, o Gigante Cão Vermelho’ foi elaborada por Norman Bridwell no meio do século passado. E agora, quase um século depois do nascimento do autor, chega aos cinemas brasileiros a primeira versão em live-action do doguinho vermelho.

Emily (Darby Camp) é uma jovenzinha excluída na escola por ser a única bolsista numa instituição de elite para gente rica. Quando sua mãe (Sienna Guillory) tem que viajar a trabalho, a jovem fica aos cuidados do tio irresponsável, Casey (Jack Whitehall). Em um passeio pelo parque, Emily e Casey acabam entrando em uma Feira de Animais, porém, os bichinhos ali não são animais comuns, mas sim criaturas especiais, em busca de adoção em lares especiais. É assim que Emily encontra o filhotinho Clifford, um cachorrinho vermelho que, por ter sido separado da família, sente-se perdido e excluído. Embora Casey não permita que a garota fique com o animalzinho, Clifford encontra uma forma de se meter na mochila dela, e assim tem início uma grande amizade entre os dois… tão grande, que não caberá mais no apartamento deles!

Inspirado na franquia de livros de sucesso que posteriormente virou desenho animado – que chegou a passar aqui no Brasil no canal Discovery Kids – o longa ‘Clifford, o Gigante Cão Vermelho’ conta o comecinho dessa história de amizade, justamente buscando iniciar um novo público no universo do cão vermelho, enquanto ao mesmo tempo busca resgatar a memória afetiva de quem cresceu lendo e assistindo as aventuras do canino. Assim, o roteiro de Jay Scherick, David Ronn e Blaise Hemingway acaba tentando agradar a duas faixas etárias distintas (além dos pais da garotada), e, por consequência, gera concorrência para si mesmo. Ao mesmo tempo em que temos cenas que agradam o público bem pequeno (cenas de pum, xixi e babas nojentas), também temos um argumento profundo que trabalha o tema de que “o diferente não é o inimigo, você não deve se permitir sofrer bullying e deve aprender a se defender, etc” – temas esses que fazem parte do universo de uma garotada um pouquinho mais velha.

A direção de Walt Becker entrega exatamente o que se esperava dessa história inocente e fantabulosa, trazendo um toque de magia com inspiração natalina que torna o filme um programão para o fim de ano. Os efeitos especiais do cachorrão estão bem-feitinhos, estilo o novo ‘O Rei Leão‘, ainda que evidentemente virtuais, apesar do longa focar muito mais nos humanos do filme do que no cachorro. Ao som de BTS, ‘Clifford, o Gigante Cão Vermelho’ deve agradar aos pequeninos, e provavelmente fará com que a meninada queira adotar um bichinho após a sessão de cinema. Preparem-se, papais e mamães!

As 11 Temporadas de ‘Modern Family’ serão REMOVIDAS da Netflix!

Com a chegada do Star+ no Brasil, muitas séries da ABC vão deixar a Netflix e ir para o serviço de streaming mais adulto da Disney.

É o caso da série ‘Modern Family‘, que terá suas 11 temporadas REMOVIDAS da Netflix no dia 31 de Dezembro de 2021, ficando apenas no Star+.

Além de ‘Modern Family‘, ‘Grey’s Anatomy‘ também deixará o streaming.

Confira o anúncio:

Criada por Christopher Lloyd e Steven Levitan, a série é um documentário sobre três famílias que se conhecem e interagem. Jay Pritchett (Ed O’Neill) é um homem mais velho que se casa com a colombiana Glória (Sofia Vergara). Eles vivem com o filho dela, Manny, e convivem diariamente com os filhos do primeiro casamento de Jay: Claire (Julie Bowen) e Mitchell (Jesse Tyler). Claire é casada com Phil Dunphy (Ty Burrell) e que luta para dar a melhor educação para os filhos Haley, Alex e Luke. Já Mitchell vive um relacionamento com Cameron Tucker, e resolvem adotar uma filha, Lily.

O elenco inclui Ed O’Neill, Sofía Vergara, Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet, Rico Rodriguez, Nolan Gould, Sarah Hyland e Ariel Winter.

 

Adeus, NETFLIX! As 17 temporadas de ‘Grey’s Anatomy’ serão REMOVIDAS do streaming

A Netflix perdeu mais uma série de sucesso que sairá de seu catálogo no dia 31 de Dezembro de 2021.

As 17 temporadas de ‘Grey’s Anatomy‘ serão REMOVIDAS do catálogo, anunciou o streaming hoje.

As temporadas continuam no catálogo das concorrentes Globoplay, Star+ e Amazon Prime Video.

Confira:

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

Os ânimos ficarão ainda mais aflorados no Hospital Grace Mercy West, agora que a Dra. Addison Montgomery (Kate Walsh) está de volta!

A polêmica e amada personagem fará o seu retorno no 3º episódio da 18ª temporada, intitulado “Hotter Than Hell“. O capítulo em questão ainda ganhou um teaser oficial, que veio acompanhado de uma cena extra, bem como de sua sinopse.

Confira:

A Dra. Addison Forbes Montgomery retorna e agracia os corredores Gray Sloan com sua experiência e perícia enquanto tenta ajudar Richard a ensinar a mais nova safra de residentes; Meredith tem uma decisão a tomar; Link confia em Teddy.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

 

Dica | Filmes de terror “modernosos” para conferir nos streamings

O início da última década ficou marcada por uma forte crise criativa no mercado dos filmes de terror, que investiu em muitas sequências de franquias cujo primeiro capítulo deu certo, mas que jamais conseguiram entregar o mesmo nível de qualidade nas continuações. Apostando nos sustos fáceis e nessa ideia de franquias, diversas bombas chegaram por aí trazendo sempre o mesmo estilo de terror – ou tentativa de terror.

Porém, com o crescimento da “rivalidade” entre as produtoras Blumhouse e A24, a parte final da última década começou a trazer novas produções com estilos diferentes de terror, ousando mais e proporcionando produções inovadoras e incríveis. Na sugestão de hoje, separamos cinco dos filmes de terror mais comentados dos últimos anos e indicamos em qual plataforma de streaming você pode conferi-los.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite (Amazon Prime Video)

esse terror é bem diferente da maioria, porque ele tem pouquíssimas cenas no escuro, usa e abusa de cores e trabalha bastante com o poder da sugestão, deixando para o espectador imaginar o que pode estar acontecendo ali. A trama conta a história de um casal em crise após a jovem (Florence Pugh) perder a irmã e os pais em uma situação bizarra. Traumatizada, ela se apoia no namorado, que já pensava em terminar o relacionamento, mas acaba “empurrando a situação com a barriga” por um sentimento de pena. Quando o rapaz decide ir para a Suécia com os amigos estudar um festival de solstício de uma comuna, a jovem acaba virando tema de debate. Depois de uma conversa, ela acaba se juntando ao grupo, contrariando a maioria dos amigos. Ao chegar no vilarejo, eles tem contanto com drogas e a outros convidados estrangeiros que vão dividir a experiência da comuna com eles pelos próximos dias. O problema é que as tradições dessa comunidade sueca são estranhas, envolvendo assassinatos, rituais de magia e até mesmo estupro. Logo, o grupo de amigos vai desaparecendo, deixando um clima muito incômodo no ar.

Além de trabalhar a direção de arte com visuais incríveis, cores fortes e cenas de pura psicodelia, o filme tem momentos de gore e trabalha uma questão interessantíssima: qual o limite do aceitável entre as “diferenças culturais” e bizarrice? Partindo dessa premissa, Ari Aster vai elevando ainda mais o nível de coisas terríveis que acontecem e o grupo vai aceitando.

A Bruxa (Globoplay)

Vendido como o filme que fez Stephen King se borrar de medo, A Bruxa é um filme que não tem nenhum jumpscare ou os sustos clássicos de aumento de volume repentinamente, mas investe em criar um clima de tensão acerca da dúvida que é brutal. Na trama, uma família camponesa perde seu bebê para uma bruxa em meio a uma grande crise familiar e financeira. Com o passar do tempo e com várias situações estranhas acontecendo, eles começam a desconfiar que sua filha mais velha (Anya Taylor-Joy) seja uma bruxa. Brincando com a incerteza do público sobre a menina ser apenas julgada pela realidade opressora da época ou dela realmente ter envolvimento com o sobrenatural, o filme é um terror psicológico incrível.


O Sacrifício do Cervo Sagrado
(Amazon Prime Video)

Extremamente esquisito e desconfortável, esse filme do grego Yorgos Lanthimos é um clássica tragédia grega sobre um cirurgião de Ohio que perdeu um paciente há cerca de três anos. Sentindo culpa, ele passa a se encontrar com o filho do homem e começa a maneirar na bebida. A dupla desenvolve uma boa relação, até que o médico o convida a frequentar a casa da família, apresentando sua esposa e os filhos.

Porém, o desconforto é muito grande e a intimidade dos dois começa a incomodar. Então, essa fixação do garoto com o cirurgião começa a trazer situações terríveis para o lar da família, como sua mãe, viúva, investindo no médico casado e casos misteriosos de paralisia atingindo os filhos do rapaz. Yorgos constrói o filme baseado nesse desconforto e na série de absurdos que essa relação traz. A ambientação é esquálida, tal qual as personalidades dos protagonistas diante das bizarrices. É um terror sutil que reflete sobre aspectos problemáticos da sociedade e pode não agradar a todos, mas é impressionante.

 

Hereditário (HBO Max)

Considerado um dos filmes mais assustadores dos últimos anos, Hereditário mostra que os segredos de família nem sempre envolvem herança escondida. Nessa história, a matriarca de uma família comum se envolve com cultos satânicos e oferece a própria família para trazer de volta um antigo demônio. Quando ela morre, coisas sinistras começam a acontecer, fazendo da casa dos filhos e netos um verdadeiro inferno. Conforme a trama avança, problemas comuns se misturam ao caos demoníaco, mergulhando os membros em uma depressão profunda e sobrenatural. A história também chega a brincar com a possibilidade de tudo não passar de uma situação chatíssima de uma família problemática, mas logo fica impossível não assumir o sobrenatural da situação. Com uma caracterização tão absurda quanto o nível das atuações e uma direção segura que extrai o máximo do incômodo e do horror, Hereditário é uma obra-prima do terror atual.

O Farol (Amazon Prime Video)

Ambientado no finalzinho do século XIX, esse terror psicológico em preto e branco chamou bastante atenção em 2019 por sua excentricidade e recursos muito similares aos que eram utilizados nos clássicos do cinema mudo. A trama conta a história de Thomas (Willem Dafoe), o dono do farol que dá nome ao filme, cujos hábitos envolvem o alcoolismo e se trancar peladão no farol. Ele passa a conviver com um jovem misterioso chamado Ephraim (Robert Pattinson), que ostenta um passado obscuro. Juntos nessa ilha, os dois precisam se entender. No entanto, eles parecem caminhar rumo à loucura, em um terror psicológico de mão cheia, que faz uso da linguagem visual para criar um clima completamente incômodo e aterrorizante.

O fato de ter poucos personagens em cena só ajuda a construir a sensação de clausura e de falta de perspectiva de dois homens que não sabem se nutrem amor ou ódio um pelo outro. É um filme escatológico, tenso e assustador.

Tom Holland e Zendaya confirmam relacionamento e fãs vão à LOUCURA; Confira!

Tom HollandZendaya estão prontos para reprisar seus papéis como Peter Parker e MJ no antecipadíssimo Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa – mas, recentemente, esse não foi o motivo de terem parado a internet.

Há algum tempo, já havia rumores de que Holland e Zendaya estivessem namorando e, durante a cerimônia de premiação da Bola de Ouro 2021, os atores finalmente posaram juntos como um casal, confirmando o status de relacionamento.

É claro que os fãs da franquia e dos artistas não deixariam de celebras as boas novas, compartilhando suas reações nas redes sociais.

Confira algumas delas:

Zendaya e Tom Holland juntos finalmente”.

“OK, isso é o suficiente para mim, eles podem para agora. Obrigado Tom Hollland e Zendaya, boa noite”.

Tom Holland e Zendaya estão participando de eventos como um casal pela primeira vez e eu estou vivendo para isso”.

“Interrompemos sua tarde de terça-feira para trazer a estreia de Tom Holland e Zendaya como nosso novo casal favorito”.

“Pensando no que Zendaya e Tom Holland causam em mim”.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, terceira parte da franquia, estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Trailer IMAX de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ traz cenas inéditas; Assista!

A Rede IMAX divulgou um novo trailer e comercial de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, que trazem cenas inéditas.

Em IMAX, o filme terá 26% a mais de tela.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Apesar dos diversos problemas nos sites de venda, que ficaram fora do ar ontem quase o dia todo, a pré-venda de ingressos quebrou recordes.

Segundo o Fandango, a terceira parte da adorada trilogia estrelada por Tom Holland se tornou a SEGUNDA maior pré-venda de ingressos da história do site, perdendo apenas para ‘Vingadores: Ultimato‘, em 2019.

Em apenas duas horas, a pré-venda de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ultrapassou toda a pré-venda de ‘Viúva Negra‘.

O filme também quebrou os recordes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, ‘Star Wars: O Despertar da Força’ e dos filmes anteriores do aracnídeo.

O editor-chefe do Fandango, Erik Davis, está muito entusiasmado por ter o multiverso aberto para os negócios.

“O filme mais esperado da temporada promete oferecer surpresas em todos os níveis em 17 de dezembro. Você entra no YouTube, Twitter, Facebook ou TikTok e só vê postagens sobre a próxima aventura de Tom Holland. Vai ser um recorde de bilheterias”, afirmou. 

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Matrix Resurrections’: Atriz faz MISTÉRIO sobre o verdadeiro papel de Trinity na sequência

Apesar de Neo e Trinity terem morrido em ‘Matrix Revolutions’, Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss vão reprisar os icônicos papéis em ‘Matrix Resurrections’.

Vale lembrar que a Oráculo disse que eles seriam vistos novamente, e é sobre isso que a trama de ‘Matrix Resurrections‘ irá lidar.

E parece que Trinity terá um papel fundamental ao enviar o público de volta à espiral existencial na sequência.

Durante uma entrevista para o Collider, Jessica Henwick (‘Punho de Ferro’), intérprete de Bugs no novo filme, fez mistério sobre o verdadeiro papel de Trinity na trama.

“Estou animado para que os fãs vejam Keanu. Nós o amamos. Nós o amamos como Neo. Ele é incrível. Ele é o coração do filme e não comete erros. Então, eu acho que os fãs vão realmente gostar disso. Mas Carrie-Anne tem um papel muito interessante e acho que muitas pessoas vão ficar de boca aberta com o trabalho dela. Isso é o que mais estou animada para ver.”

E aí, que segredos você acha que estão guardados sobre em torno da presença de Trinity no filme?

Matrix Resurrections‘ teve um novo trailer divulgado ontem, repleto de ação e cenas inéditas. Intitulado “Dejà vú”, o vídeo explica que algo mudou na Matrix.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Anteriormente, uma exibição de teste do filme foi realizada pela Warner Bros. e segundo o portal World of Reel, a vindoura produção é definitivamente algo novo e está longe de ser uma sequência direta da trilogia original.

O texto abaixo contém SPOILERS!

Uma fonte secreta e desconhecida, que teria assistido ao longa, detalhou algumas supostas informações referentes ao filme e vários possíveis spoilers foram trazidos à tona.

O espectador em questão ainda usa o clássico terror de Wes Craven, ‘O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger’, como ponto de referência. Na trama, todos os personagens parecem estar totalmente cientes da trilogia original.

O Morpheus de Yahya Abdul-Mateen II e o Agente Smith de Jonathan Groff são versões recodificadas de suas iterações anteriores, com Neil Patrick Harris sendo o intérprete do vilão.

Aqui, Neo é na verdade um desenvolvedor de jogos que trabalha para uma empresa pertencente à Warner Bros., chamada Deus Machina, que criou títulos de console que formam uma série conhecida como The Matrix.

Vale lembrar que nenhuma das informações foram confirmadas pela Warner Bros., portanto, trate tudo como rumores. 

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.  

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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‘Invasão Zumbi 3’ terá um tom mais parecido com o primeiro filme, garante diretor

Em entrevista ao Variety, o diretor Yeon Sang-ho revelou que está desenvolvendo um novo filme para a franquia ‘Invasão Zumbi‘, afirmando que a próxima sequência deve ter um tom mais parecido com o primeiro filme.

“Há muitas ideias para dar continuidade à franquia, e, pessoalmente, acho preferível investir no formato de filme. Infelizmente, na Coreia, as circunstâncias não são muito favoráveis para criarmos uma série com visuais comparáveis aos filmes lançados. Além disso, eu também teria que trabalhar com a distribuidora com quem fizemos parceria no filme original. Levando tudo isso em consideração, um novo filme seria a melhor forma de continuar.”

Ele continua, “Todos os filmes se passam no mesmo universo. ‘Invasão Zumbi 2’ é um filme pós-apocalíptico focado em cenas com carros. A trama do terceiro filme será mais parecida com o original, com uma história contida em um lugar restrito. É isso o que eu tenho em mente atualmente. Em termos de gênero, eu diria que o terceiro filme será algo entre o primeiro e o segundo filme.”

Vale lembrar que um remake hollywoodiano de ‘Invasão Zumbi‘ (Train to Busan) também está em desenvolvimento.

James Wan produz o remake, que será dirigido por Timo Tjahjanto (‘Fortuna Maldita’).

O ator Don Lee (‘Eternos’) revelou detalhes sobre o projeto:

“Estou bastante empolgado para o remake. Temos Wan e Timo que são grandes realizadores. Eles estão criando algo ainda mais divertido e aterrorizante que o original. O primeiro filme ficava limitado na Coréia, agora vocês mal podem esperar para ver os zumbis atacando em escala global”, afirmou.  

Em seu currículo, o cineasta Timo Tjahjanto tem ‘Assassinos‘, ‘A Noite nos Persegue‘, além de ter dirigido segmentos nas antologias de terror ‘V/H/S/2‘ e ‘O ABC da Morte‘.

Gary Dauberman (‘It: A Coisa‘, ‘A Freira‘) é o responsável pelo roteiro.

Os direitos de adaptação foram comprados pelos Estúdios Gaumont, do francês ‘Intocáveis‘ (que também ganhou remake).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sob direção de Sang-ho Yeon, ‘Invasão Zumbi‘ apresenta uma história de luta pela sobrevivência em uma movimentada estação de trem, que sofre um temível ataque zumbi.

Uma sequência, intitulada ‘Invasão Zumbi 2: Península‘, foi lançada recentemente, mas decepcionou o público e foi massacrada pelos críticos.

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Crítica | Reservation Dogs – Taika Waititi estreia primeira série indígena da Disney+

Se tem um tema que anda bastante em alta é a importância e a necessidade da representação e da representatividade em todos os espaços, incluindo na criação artística. A maioria das empresas está de olho nisso, buscando formas de incluir a representação e a representatividade em suas produções – e a Disney é uma das produtoras que vem mais se dedicando a incluir estes elementos em suas histórias, como pode ser visto em seus últimos lançamentos. Nessa pegada, chegou silenciosamente à sua plataforma Star Plus a primeira série indígena da empresa do Mickey Mouse, intitulada ‘Reservation Dogs’, com uma classificação etária para maiores de 16 anos.

Bear Smallhill (D’Pharaoh Woon-A-Tai), Elora (Devery Jacobs), Cheese (Lane Factor) e Willie (Paulina Alexis) são quatro jovens adolescentes indígenas em uma cidade no interior de Oklahoma. Eles cometem pequenos furtos para, com a venda dos produtos, conseguir levantar dinheiro para poderem sair da cidade e se mudar para a Califórnia, pois acreditam que a cidade está muito ruim, especialmente para descendentes de indígenas. Tudo isso piora quando um grande amigo deles, Daniel (Dalton Cramer), morre, e este episódio acaba virando o estopim para que os jovens busquem sair daquele lugar. Após se configurarem como uma espécie de gangue local, intitulada ‘Reservation Dogs’, e o aparecimento de um grupo rival que irá disputar o local com eles, Bear começa a ter visões ancestrais com um guerreiro (Dallas Goldtooth), que chama a sua atenção para o fato de que mais importante que fugir e salvar a sua própria pele é ficar e proteger a sua comunidade.

Por encontrar o delicado e importante equilíbrio entre a inserção dos valores indígenas na temática da série e trazer ao mesmo tempo aspectos contemporâneos para o núcleo principal, ‘Reservation Dogs’ consegue atingir um ponto chave que as produções estão tentando encontrar, mas muitas não estão conseguindo: colocar os indígenas não só atuando, como também escrevendo a história – e não só inspirando-as. Esse é um mérito que o produtor Taika Waititi (‘Jojo Rabbit‘)pode levar, exatamente por bater o pé e fazer questão que a série tivesse representação e representatividade em todos os seus âmbitos.

O roteiro de Taika Waititi e Sterlin Harjo passeia entre elementos comuns à adolescência estadunidense – curtição de hip hop, a ansiedade por sair da casa dos pais, as provocações de grupinhos rivais, etc – com temas cruciais da cultura indígena norte-americana, como o suicídio, a falta de perspectiva dos jovens não brancos, a importância da comunidade e da transmissão da sabedoria ancestral para a sobrevivência coletiva indígena na cidade. Não bastasse tudo isso, ainda há espaço para a participação de dois indígenas gêmeos e anões, que roubam os holofotes toda vez que aparecem em cena pedalando suas bicicletas e disparando comentários certeiros sobre a garotada local.

Dividido em nove episódios de trinta minutos cada, ‘Reservation Dogs’ é uma série igualmente divertida e extremamente dramática, justamente por centrar sua história no universo juvenil. Ao mostrar a realidade dos adolescentes indígenas contemporâneos daquele país, a série coloca o povo indígena não no passado, mas sim no presente, e demonstra que as dificuldades e os sonhos desses jovens são iguais aos de qualquer jovem ocidental, porém, os conflitos com suas tradições e identidades são intensificados por causa de uma sociedade que não admite outras culturas. Por isso, ‘Reservation Dogs’ é uma das melhores produções do ano, apresentada por uma gracinha de elenco que faz o público rir e sentir com a mesma profundidade.

Britney Spears – 40 Anos | A melhor música de cada álbum da princesa do pop

It’s Britney, bitch!

A eterna princesa do pop completa 40 anos no dia de hoje, 02 de dezembro – e nada mais justo que celebrar sua carreira repleta de sucessos e de músicas que marcaram época.

Escolher as canções mais marcantes de sua discografia não é uma tarefa nem um pouco fácil e, por essa razão, resolvemos mudar um pouco as coisas. Para comemorar seu aniversário, montamos uma breve lista com a melhor faixa de cada um de seus 9 álbuns de estúdio, começando com ‘…Baby One More Time’ e terminando com Glory.

Visto que estamos englobando apenas os lançamentos de estúdio, não levamos em consideração quaisquer singles soltos ou colaborações que façam parte, originalmente, de outros álbuns.

Confira abaixo as nossas escolhas:

…BABY ONE MORE TIME

Álbum: …Baby One More Time (1999)

A faixa homônima de seu álbum de estreia emergiu como o lead single e como a primeira música da carreira de Spears, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-popdancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

STRONGER

Álbum: Oops!… I Did It Again (2000)

Um ano depois de ter feito sua estreia no cenário fonográfico, Britney Spears estava pronta para dominar o mundo – e continuou trilhando um caminho de extremo sucesso com a sequência ‘Oops!… I Did It Again’. Dentro do incrível álbum, são várias as iterações que nos chamam a atenção, incluindo “Stronger”, uma das assinaturas de sua carreira. A canção é infundida em distorções envolventes e sedutoras que amalgama o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras.

OVERPROTECTED

Álbum: Britney (2001)

O subestimado Britney felizmente vem sido encarado com outros olhos vinte anos após seu lançamento, marcando a transição da performer do teen-pop ao pop adulto. Aqui, temos a densa exuberância de “Overprotected”, escrita e produzida por Max Martin e Rami, em que ela volta a endereçar a problemática da fama e como ela conseguiu se livrar das amarras restritivas daqueles à sua volta, declarando que “preciso de tempo, amor e diversão… Preciso de mim”.

BREATHE ON ME

Álbum: In The Zone (2003)

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não tem medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

PIECE OF ME

Álbum: Blackout (2007)

“Piece of Me”, segundo single de ‘Blackout’, é a definição perfeita do que o título da obra significa: buscando colocar a vida de volta nos trilhos, Britney percebe que um dos principais motivos de ter cedido a uma insanidade aterrorizante foi a pressão exercida por uma imprensa manipuladora e sensacionalista. E que melhor forma de responder a esses ataques com um afronte bem claro? A faixa, uma ironia nem um pouco sutil que serve de resposta àqueles que tentaram diminui-la, e não só tem uma letra deliciosamente perversa, como também traz elementos do dubstep e das distorções acústicas que a transformam em uma obra-prima.

CIRCUS

Álbum: Circus (2009)

Dois anos depois do período mais obscuro de sua vida – em que era constantemente bombardeada pela presença invasiva dos paparazzi, Britney estava pronta para se voltar ao pop chiclete que a colocou no centro dos holofotes. Com Circus, faixa titular de seu sexto álbum homônimo, ela cumpre o que promete da melhor maneira possível: consagrando-se como a faixa mais bem trabalhada do disco, Spears navega em uma aglutinação de versos que até hoje são relembrados por qualquer um que já tenha se interessado por sua discografia.

TILL THE WORLD ENDS

Álbum: Femme Fatale (2011)

O segundo single de Femme Fatale obteve a raridade de se equivaler ao seu predecessor: funcionando como uma epígrafe electro-dance, a faixa é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma Britney e In The Zone.

WORK BITCH

Álbum: Britney Jean (2013)

“Você quer um corpo quente? Você quer um Bugatti? Você quer um Maseratti?” são os versos que abrem a icônica canção “Work Bitch”, uma das poucas que conseguem cumprir com o que desejam dentro da caótica produção de Britney Jean’, oitavo álbum de estúdio da artista. A vibrante e cativante faixa resume as incursões que dominavam o mainstream no início dos anos 2010, abrindo espaço para uma rendição antêmica sintética sobre empoderamento feminino movida pelo EDM.

SWIMMING IN THE STARS

Álbum: Glory (2016, original; 2020, deluxe)

Quatro anos mais tarde, Glory pareceu renascer com o lançamento da versão deluxe, que continha oito novas faixas (algumas delas fazendo jus ao que Britney trouxe de novo à cultura pop). “Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos da artista em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

Crítica | King Richard: Criando Campeãs: Will Smith brilha em emocionante cinebiografia sobre as tenistas Williams

Cinebiografias sempre caem no gosto popular por mostrar os bastidores de histórias que já conhecemos, mas adoramos revisitar. Esses filmes são veículos para dar o Oscar ao astro escolhido para representar tal história, vide Rami Malek em ‘Bohemian Rhapsody‘ e ou Reese Whiterspoon em ‘Johnny & June‘.

Agora, chegou a vez do Will Smith tentar a sorte. Ao lado de Tom Cruise, Smith é uma das estrelas de cinema mais influentes e bem-sucedidas dos anos 90 que ainda não ganhou um Oscar. Ele já teve duas indicações, por ‘Ali‘ (2001) e ‘À Procura da Felicidade‘ (2006), mas nunca levou a estatueta.

E já posso adiantar que o ator tem grandes chances, por uma interpretação magnífica como o King Richard do título – um homem de origem humilde que cria duas futuras campeãs de tênis: Venus e Serena Williams. O ator entrega uma das melhores atuações de sua carreira, auxiliado pela atriz Aunjanue Ellis como a matriarca de Williams.

Motivado por uma visão clara do futuro de suas filhas, empregando métodos próprios e nada convencionais de treinamento, Richard tem um plano detalhado para levar Venus e Serena Williams, das ruas de Compton, na Califórnia, para as quadras de todo o mundo, como lendas vivas do tênis. Profundamente comovente, o filme retrata a importância da família, da perseverança e da fé inabalável como instrumentos para alcançar o impossível e transformar o mundo.

Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla

Além de Smith e Ellis, quem rouba as cenas são as garotas Saniyya Sidney e Demi Singleton – que simplesmente dão um show no papel das irmãs Williams.

Com uma direção estilosa e bem cuidada de Reinaldo Marcus Green, ‘King Richard: Criando Campeãs‘ é um filme emotivo, que sabe prender a atenção do espectador em suas longas 2 horas e 26 minutos de duração, com um roteiro bem humorado que sabe aproveitar o melhor de seus astros. Às vezes parece um pouco estufado e excessivamente dramático, mas não prejudica o resultado final. É uma boa adição às cinebiografias e tem a palavra “Oscar” estampado nele todinho. Resta saber como vai ser a concorrência na cerimônia em 2022. 

 

Crítica | ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ é uma adaptação fiel ao game, mas é vazio e superficial…

Adaptações de game para as telonas são extremamente complicadas, e muito dificilmente agradam o público. Porém, a franquia ‘Resident Evil‘ pode ser considerada a mais bem sucedida nos cinemas. O diretor e produtor Paul W.S. Anderson, “especializado” em adaptar games para os cinemas em filmes como ‘Mortal Kombat‘ (1995) e ‘Monster Hunter‘ (2020), realizou em 2002 a primeira adaptação da franquia com ‘Resident Evil: O Hóspede Maldito‘, que custou pouco para os padrões de um blockbuster e rendeu uma franquia com seis filmes, que faturaram US$ 1.24 bilhão nas bilheterias mundiais.

Os filmes conquistaram grande parte do público com muita ação e efeitos especiais de ponta, mas desagradaram grande parte dos gamers por trazerem como protagonista Alice – vivida pela maravilhosa Milla Jovovich – uma personagem que nunca apareceu nos jogos. Apesar da franquia ser bem sucedida, muitos fãs dos jogos torciam o nariz pelo diretor tomar liberdades criativas e entregar histórias diferentes do material de origem, adaptando para que elas coubessem nos filmes.

Apenas cinco anos após ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ (2016), a Sony fez a mesma jogada que realizou com a franquia ‘Homem-Aranha‘ e desenvolveu um reboot com uma nova equipe e elenco, adaptando fielmente os dois primeiros jogos e juntando-os em um só filme.

O resultado é agridoce. Aqueles que amam os jogos provavelmente vão se divertir com a nostalgia e as referências, já que o filme recria quadro a quadro vários momentos icônicos, mas falha justamente em criar uma história e personagens interessantes e aprofundados para justificar mais um filme da franquia.

A sensação é que estamos assistindo um amigo jogar ‘Resident Evil‘ no Playstation 2 enquanto esperamos a nossa vez. Mas por que no Playstation 2? Por que os gráficos e efeitos especiais são tão mal desenvolvidos que parecem ter saído da plataforma nos anos 90, vide a cena do Doberman claramente criada em uma computação gráfica tão mal feita que faz pensar se é apenas uma referência ao jogo original, ou se eles realmente não se importaram em gastar dinheiro com efeitos especiais decentes.

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ volta às origens da franquia ao mostrar Claire Redfield voltando para Raccoon City em 1998, após passar uma infância traumática em um orfanato da gigante farmacêutica em expansão Umbrella Corporation, aonde as crianças eram usadas como cobaia para experimentos ilegais. Anos depois, Raccoon City é agora uma cidade agonizante do nada. O êxodo da empresa transformou a cidade em um deserto, com um grande mal fermentando escondido abaixo da superfície. Quando esse mal é libertado, um grupo de sobreviventes deve trabalhar juntos para descobrir a verdade por trás da Umbrella enquanto buscam viver por mais uma noite.

Todos os grandes personagens do game estão aqui em versões extremamente parecidas com as originais, com exceção dos looks do Leon S. Kennedy (Avan Jogia) e Jill Valentine (Hannah John-Kamen). Porém, o roteiro desengonçado não dá tempo para que nenhum dos personagens brilhe em tela, e também não tira tempo para desenvolver nenhum deles.

Os únicos que ganham algum destaque são Kaya Scodelario (Claire) e Robbie Amell (Chris), mas a relação deles é explorada rapidamente e superficialmente em prol de partir para as cenas de ação e terror.

Na minha opinião, para você fazer o reboot de uma franquia, você precisa criar algo melhor que o original. E não é o que acontece aqui. Apesar do primeiro filme com a Milla Jovovich apostar mais na ação do que no terror, era uma produção visivelmente bem cuidada e dirigida, enquanto este novo parece um telefilme dos anos 90.

As cenas de ação são poucas e as cenas de terror não assustam, sempre com uma fotografia escura e uma ambientação confusa. O diretor Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) até consegue entregar algumas cenas interessantes, embaladas por músicas que faziam sucesso no fim dos anos 90, mas nem as boas atuações salvam ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ de ser um filme mediano, com um roteiro pouco inspirado e diálogos mal escritos. Não foi dessa vez.

Fotos mostram Tom Cruise fazendo acrobacia PERIGOSA no set de ‘Missão Impossível 8’; Confira!

As filmagens de ‘Missão Impossível 7’ chegaram ao fim recentemente, depois de um ano de produção – mas o diretor Christopher McQuarrie já deu início ao próximo capítulo da franquia.

A oitava entrada da saga, que também traz Tom Cruise no papel de Ethan Hunt, está com as gravações a todo vapor e o longa-metragem trará uma sequência de ação com acrobacias extremamente perigosas.

A cena em questão, revelada aos consórcios de imprensa, estava sendo ensaiada a nada menos que 2000 pés (quase 610 metros) acima da cidade de Cambridge, no Reino Unido, com Cruise sendo fotografado enquanto praticava a acrobacia em um avião bimotor da II Guerra Mundial.

Cruise decolou do aeródromo de Duxford em Cambridgeshire e escalou para fora da cabine do piloto antes de se agarrar à asa do veículo (algo que ressoa à sequência de abertura de ‘Missão Impossível – Nação Secreta’, de 2015).

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Lembrando que Missão Impossível 8 ainda não tem data de estreia definida, enquanto ‘Missão Impossível 7’ chega aos cinemas em 30 de setembro de 2022

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.