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Crítica | Sandra Bullock atinge a perfeição na overdose dramática de ‘Imperdoável’, novo filme da Netflix

“Uma vez criminosa, sempre criminosa”.

É essa máxima obliterante que guia a estrutura de ‘Imperdoável’, novo drama da Netflix. O promissor longa-metragem, estrelado pela vencedora do Oscar Sandra Bullock, gira em torno de Ruth Slater, uma mulher que foi condenada a vinte anos de prisão por ter assassinado o xerife da pequena cidade onde morava. Após cumprir sua pena, ela recomeça sua vida enfrentando obstáculos que podemos imaginar dentro de um escopo como este – e tem como principal objetivo se reencontrar com a irmã, Katie (Aisling Franciosi), que era uma mera criança à época da tragédia e foi entregue ao Serviço Social, eventualmente adotada por uma família que se recusou a contar sobre seu passado.

Quando pensamos em Bullock, somos automaticamente atraídos por qualquer que seja a trama – como uma agente do FBI que se disfarça de miss para impedir um assassinato, uma golpista que deseja roubar um colar de diamantes ou uma astronauta que fica perdida na imensidão do espaço. Não é surpresa que o anúncio de que participaria de um novo projeto original de uma das gigantes do streaming tenha abarcado interesse dos mais diversos púbicos – principalmente aqueles que já se preparam para a temporada de premiações. É claro que a atriz não decepcionaria aqueles ansiosos para vê-la novamente em ação e, de fato, a performer entrega uma espetacular rendição que reitera uma versatilidade impressionante, invejável e de tirar o fôlego. O problema é que o filme, mesmo centrado naquilo que deseja entregar, não consegue acompanhá-la e mergulha numa cíclica e fastigiosa narrativa que não sabe em qual caminho seguir.

Sandra Bullock Imperdoavel

A produção é comandada por Nora Fingscheidt, diretora alemã que fez sua estreia oficial no cenário do entretenimento em meados dos anos 2000. Uma década e meia mais tarde, Fingscheidt foi contratada pela Netflix para comandar seu primeiro título em língua inglesa, prometendo fazer o melhor da adaptação da série britânica homônima lançada em 2009. A princípio, os elementos apresentados seguem uma fórmula básica, em que uma impávida figura sai da realidade que passou a conhecer e retorna para um mundo cruel que, ao que tudo indica, não está disposta a lhe dar uma segunda chance, ainda que tenha cumprido o que lhe foi sentenciado. Ruth, marcada por tudo o que perdeu e pela fortaleza que ergueu em volta de sua personalidade para se proteger de qualquer um; porém, um fantasma insiste em voltar para assombrá-la e relembrá-la de que tem assuntos pendentes a resolver (e que, mais cedo ou mais tarde, eles irão alcançá-las).

Em questões performativas, Bullock faz o que é esperado de uma artista consolidada em Hollywood, tornando-se irreconhecível e adotando as características do que exala ser uma extensa pesquisa de campo. A cada ato, a delineação que fornece à protagonista ganha uma nova camada, desconstruindo a figura engessada que é-nos apresentada nas sequências iniciais e demonstrando que ela se sente culpada por ter feito decisões erradas e abandonado a irmã. Apesar de não necessariamente dividir os holofotes com o restante do elenco, temos a presença de outros astros de peso na produção, que incluem Viola Davis e Vincent D’Onofrio como o casal Liz e John Ingram, e Richard Thomas e Linda Emond como Michael e Rachel Malcolm – todos fazendo máximo que podem dentro das restrições implicadas pelo enredo.

Imperdoavel

À medida que a obra se desenrola, a atmosfera adentra um território obscuro e denso – e aqui não digo de uma forma positiva, por assim dizer. Obviamente, o arco de Ruth é construído num traçado de ascensão e queda que remonta aos mais clássicos personagens do gênero, tratando com cautela o que ela representa para não tangenciar o melodramático. Entretanto, a condução de Fingscheidt oscila de maneirismos estranhos a previsíveis incursões premeditadas por uma trilha sonora pedante e exagerada; em outras palavras, promove-se um retorno constante às memórias enevoadas tanto de Ruth quanto de Katie, cujo desenlace alcança uma espécie de “final feliz” da maneira mais frustrante possível. Essa fragmentação (algo recorrente em diversos filmes e séries a que assisti recentemente) denota uma preocupação estilística que beira o hiperbólico e que deixa de lado elementos muito importantes – como o roteiro.

Não há de novo a ser visto nas investidas imagéticas, como a paleta de cores (que se isola em um monocromático discurso) e a fotografia (com seus enquadramentos sem muita imaginação). Peter Craig, Hillary Seitz e Courtenay Miles, contribuindo para a história, sabem o que desejam fazer até determinado ponto; mas, depois da chocante reviravolta que antecipa a conclusão, os eventos se arrastam em uma profusão de personagens desnecessários e que não contribuem em nada para si próprios e para os outros. Caso não fosse pela competência de um time de atores e atrizes que comanda cada cena que estrelam (em especial a irretocável encarnação de Bullock, que pode faturar uma indicação ao Oscar), o título seria apenas um divertimento barato sem algo de original a contar.

Unforgivable Sandra Bullock

‘Imperdoável’ não chega a ser intragável, mas também não é bom. Com exceção dos pontos positivos mencionados nos parágrafos acima, há um certo rigor a que Fingscheidt e seus colaboradores se prendem – e, tentando dar um passo maior do que consegue, deixa que a ambição desmedida leve a melhor.

The Unforgiveable

‘Gossip Girl’: Showrunner confirma que [SPOILER] deixou o elenco da série

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Joshua Safran confirmou que o ator Jason Gotay, que interpreta o manipulador Rafa, deixou oficialmente o elenco do reboot ‘Gossip Girl‘.

“O que [o personagem] fez continua sendo horrível, mas estamos dando uma despedida digna para alguém que fez uma coisa horrível. A razão por trás disso é que o Rafa ainda tem alguma humanidade nele. Ele é capaz de reconhecer que fez algo terrível.”

Ele continua, “Então, sim, Rafa foi embora. Essa narrativa foi concluída, mas ela sempre irá ressonar no Max para sempre.”

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A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

Gossip Girl

Jovem caça serial killer no trailer da série de suspense ‘Reyka’; Assista!

O série de suspense ‘Reyka‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A série foi criada por Rohan Dickson.

A trama segue uma brilhante criminal profiler, Reyka Gama, que é assombrada pelo seu passado. Tendo sido sequestrado quando criança por um fazendeiro chamado Angus Speelman, Reyka é traumatizada pela experiência – mas isso também a ajuda a entrar na mente dos criminosos mais notórios, usando isso contra eles. Logo, ela precisa retornar à cidade natal para investigar uma série de assassinatos brutais.

Kim Engelbrecht (‘The Flash’) e Iain Glen (‘Game of Thrones’) estrelam a produção.

A série sul-africana já foi lançada em seu país de origem, mas ainda não há previsão para ser lançada no Brasil.

40 Anos de Sucesso! Os Filmes dos Anos 80 que Voltam em Breve nos Cinemas e TVs

Cada vez mais nos últimos tempos no cinema a máxima “nada se cria, tudo se copia” se torna verdadeira. O que muitos parecem não saber, no entanto, é que fazer sucesso não é fácil. Para cada dez tentativas de emplacar um novo fenômeno midiático, menos da metade de fato atinge seu objetivo junto ao público-alvo. Ou seja, mesmo com uma campanha de marketing massiva e muito cara, e críticas elogiosas de grande parte dos veículos especializados, isso não é sinônimo de que um filme cairá de forma intensa no imaginário coletivo, se tornando a nova onda da cultura pop.

Dessa forma, é preciso tirar o chapéu para os que de fato conseguem seu lugar dentre os grandes itens do cinema de todos os tempos. Aqueles filmes atemporais que, além de não saírem jamais da mente e alma do grande público (atingindo de forma certeira a maioria dos espectadores), seguem relevantes culturalmente, popularmente e socialmente. Tais obras permanecem gerando dinheiro por transcenderem para inúmeras peças de merchandising, como quadrinhos, games, brinquedos e animações, e claro, seguirem dando frutos nas telonas.

Aqui olharemos justamente para filmes lançados há 40 anos no cinema, no ano de 1981, que continuam muito presente no consciente coletivo, e em breve darão novos frutos para Hollywood – seja nas telonas, com novos blockbusters, ou nas telinhas, com a nova era das séries de TV. Confira abaixo e comente.

Indiana Jones

Lost Cinepop

Em 1981, o primeiro filme do herói Indiana Jones estreava nas telonas e mudava para sempre o cinema entretenimento – que pegava muita carona nos filmes de matinê do passado. O sucesso foi tanto que o longa se tornou um dos primeiros “arrasa-quarteirões” de Hollywood, e geraria mais duas continuações somente na década de 1980 (em 1984 e 1989). No início dos anos 1990, o personagem migrava para a telinha, na forma de uma série que contava seus primeiros anos como aventureiro ainda na juventude, sacada do gancho contido no terceiro filme.

Duas décadas depois e o personagem ainda nas formas de Harrison Ford voltava aos 66 anos para uma nova jornada (a quarta aventura), ao mesmo tempo em que descobria um filho. Agora, pela primeira vez teremos um filme sem a direção de Steven Spielberg – desta vez somente no cargo de produtor. Quem comandará a quinta aventura do herói nas telonas é James Mangold, do sucesso Logan (2017). Ford está mais uma vez a bordo no papel principal, após boatos de um possível reboot com Chris Pratt vivendo o personagem. O filme estreia em junho de 2023, mas ainda não possui título revelado. O que sabemos é que desta vez uma mulher estará no centro da aventura, com a personagem da prestigiada Phoebe Waller-Bridge.

Halloween

Michael Cinepop

De um blockbuster de aventura, pulamos para um filme de terror. Mas não um qualquer, e sim uma das franquias do gênero mais queridas dos fãs, que retornou com força total e bastante classe nos últimos anos. Tudo bem, Halloween – A Noite do Terror (1978) é mais antigo que quarenta anos, mas acontece que ao voltarmos quatro décadas no passado, iremos nos deparar com a primeira continuação direta do sucesso atemporal de John Carpenter, escrita e produzida pelo próprio. Novamente, a sequência caía no gosto dos fãs.

Desde então, foram lançados 10 filmes no total, incluindo inúmeras continuações, reboots e até refilmagens. Em 2018, o décimo primeiro longa prometida zerar a contagem novamente (isto é, após o primeiro) e iniciar uma nova trilogia. Foi este filme, novamente protagonizado por Jamie Lee Curtis como Laurie, que trouxe prestígio de novo para a franquia, tirando Michael Myers do terreno dos filmes B, para o mainstream. Este ano, a continuação direta de tal filme, Halloween Kills estreou. E ainda estamos aquecendo os motores para a conclusão desta mais recente saga, com Halloween Ends, a ser lançado em outubro de 2022. É só esperar.

Evil Dead

Evil Cinepop

Seguimos no terreno dos filmes de terror, porém, agora saímos do slasher para adentrar um gênero igualmente particular: os filmes de assombrações na floresta. Gênero esta que Evil Dead ajudou a criar. O filme semi amador do cineasta Sam Raimi se tornou uma das obras mais cult dos anos 1980, e elevou o status do realizador. Aos poucos, Raimi ia colocando seu nome dentre os grandes da indústria, e tudo começava há 40 anos, num terror sem muitos recursos, mas com muita criatividade. Seis anos depois, ele conseguia um orçamento melhor e realizava uma continuação / refilmagem de seu primeiro longa.

No início dos anos 90, a franquia concluía sua saga dos mortos-vivos conhecidos como Deadites e o herói bufão Ash (Bruce Campbell). A diferença dos filmes Evil Dead de Raimi em relação aos demais filmes de terror da época era o uso constante de humor, o que transforma a trilogia quase em uma paródia, mas sem esquecer os elementos mais barra-pesada, como possessões, decapitações e desmembramentos. Por vinte anos, o universo criado por Raimi ficou dormente, até que, na era das refilmagens dos anos 2010, Evil Dead – A Morte de Demônio ganharia uma reimaginação “pauleira”, que esquecia qualquer humor farsesco para investir pesado no gore – com direito a uma atuação inspirada da protagonista Jane Levy.

A forma cômica de Evil Dead ganharia lugar nas telinhas com a criação do programa Ash vs Evil Dead, que trouxe de volta Bruce Campbell para seu papel mais famoso. O seriado durou três temporadas. Agora, um novo filme intitulado Evil Dead Rise (A Morte do Demônio – A Ascensão) está em fase de pós-produção e deverá ser lançado no ano que vem. Este longa será uma continuação direta da trilogia original e se passará no cenário de um prédio no meio da cidade desta vez, ao invés da usual cabana na mata. Resta saber se a produção levará em conta os eventos de Ash vs Evil Dead.

Mad Max

Mad Cinepop

George Miller, o criador da franquia pós-apocalíptica australiana Mad Max, não esconde de ninguém a relação tempestuosa que teve com seus astros protagonistas no quarto filme da franquia, Estrada da Fúria. Os filmes de Mad Max começaram ainda em 1979, como uma produção independente e cult. Há quarenta anos, Miller entregava um dos melhores filmes de ação da história com a sequência direta daquele filme, uma evolução em todos os sentidos. Após o terceiro filme, em 1985, a franquia teria um longo hiato e ficaria estacionada por um tempo nos anos 80.

Três décadas depois, já numa época de revitalizações constantes de marcas conhecidas e potencialmente rentáveis, Mad Max voltaria à cultura pop, desta vez nas formas de Tom Hardy – substituindo o veterano Mel Gibson. No set, Miller viveu um pesadelo ao tentar comandar ambos Hardy e Charlize Theron, assim como apartar suas brigas. Resultado, contra todas as expectativas, Estrada da Fúria foi um sucesso, recebendo até indicações ao Oscar, mas Miller não quis mais saber dos dois. Para um filme focado na personagem de Theron, Furiosa, o diretor escolheu Anya Taylor-Joy como substituta. A trama, será uma pré-sequência, mostrando a juventude da personagem. Furiosa tem estreia prometida para maio de 2024.

Falcões da Noite

Nighthawks Cinepop

O que, você pergunta? Calma, querido leitor. Sabemos que este título não é nem de perto tão chamativo quanto os itens acima. Mas saiba você que se trata de uma produção estrelada pelo astro Sylvester Stallone. Tudo bem, este porém não era o Stallone “rei da ação” como ficaria conhecido em meados da década de 80 após o lançamento de Rambo 2 (1985) mais especificamente. A partir daí, o ator se tornaria um dos pilares do subgênero dos filmes “exército de um homem só”. Mas aqui, voltando quarenta anos no passado, o ator ainda tateava para encontrar seu lugar na indústria de Hollywood e vira e mexe tentava um papel mais dramático.

Esse era o Stallone de Rocky e Rocky 2 – ambas produções da década de 1970. Assim, o ator começava os anos 80 não com um blockbuster de ação, mas sim um policial neo-noir, que se comporta mais como um filme de suspense. As bases estruturais que o ator usaria em seus personagens ao longo de tal década, no entanto, já ganhavam forma, com Stallone interpretando um policial (barbudo e cabeludo) durão e obstinado. Sua missão é encontrar um terrorista que tem a mania de explodir tudo em seu caminho e chacinar pessoas ao bel prazer.

O maníaco é vivido por um dos melhores e mais carismáticos vilões da história do cinema: o saudoso Rutger Hauer. Completando o elenco, o eterno Lando Calrissian, Billy Dee Williams, no papel do parceiro de Stallone. A notícia fresquinha é a seguinte: Falcões da Noite, ou Nighthawks no original, será transformado numa série com oito episódios em sua primeira temporada, que terá Stallone não apenas na frente das câmeras, como também dirigindo. Quem confirmou foi Frank Grillo, que irá protagonizar o programa, vivendo o mesmo personagem que Stallone fez no filme. A data de estreia ainda não foi divulgada.

Fuga de Nova York

Snake Cinepop

Finalizando a lita, temos o terceiro item da tríade de aventura e ação de 40 anos atrás – fazendo coro com Indiana Jones e Mad Max. Snake Plissken, personagem de Kurt Russell no filme, possui um visual tão chamativo neste filme que foi imediatamente abraçado como item cult valiosíssimo pelos fãs de cinema. O sujeito durão, que usa tapa-olho, e sequer precisa da outra vista para distribuir sopapos, tiros e explosões é simplesmente icônico demais. Fuga de Nova York marcou também novos ares para a carreira de John Carpenter, então um diretor mais voltada ao terror.

Aqui, o diretor dava seu passo mais ambicioso com uma ficção científica que misturava ação e suspense. Russell vive um militar renegado no futuro. Ele é o único que pode concluir uma verdadeira missão suicida, mas precisa ser “coagido” a tal. Acontece que Manhattan se transformou numa grande prisão a céu aberto, uma espécie de grande Alcatraz, onde os criminosos são “desovados” e vivem por conta própria, criando suas próprias leis – sem qualquer interferência das autoridades, que apenas monitoram à distância.

Neste cenário mais que caótico é onde cai a aeronave do presidente dos EUA – e Plissken precisa resgatá-lo, correndo contra o tempo. Mais de dez anos depois, o próprio Carpenter conduziu uma espécie de remake, com mais humor e trocando New York por Los Angeles. Esse segundo não obteve a mesma recepção do original. Desde então, por anos se falou num possível remake – que teve Gerard Butler atrelado para estrelar, após o sucesso de 300. Agora, a coisa finalmente sairá o papel, com Leigh Whannell (O Homem Invisível) na direção. O cineasta abriu mão do remake de O Lobisomem para criar o novo universo de Fuga de Nova York. O filme já está em fase de pré-produção.

Kathryn Bigelow | Os grandes filmes da primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor direção

Filha de uma bibliotecária e um gerente de fábrica de tintas, Kathryn Bigelow nasceu em uma cidade do interior da Califórnia chamada San Carlos. Desde sempre teve uma paixão pela pintura, e assim na época de faculdade se matriculou na San Francisco Art Institute no início da década de 70 e recebeu seu bacharelado em Belas Artes.

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Até então o cinema não tinha cruzado sua vida. Mas sem conseguir viver muito bem de sua escolha profissional, resolveu se matricular no programa de pós-graduação em cinema da Universidade de Columbia, onde estudou teoria e crítica além de concluir o seu mestrado. Assim, já quase na década de 80 fez seu primeiro curta-metragem. Após alguns anos já dentro da indústria cinematográfica, lançou um de seus primeiros trabalhos, o longa-metragem sobre vampiros que aterrorizam uma cidade do interior, Quando Chega a Escuridão.

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Mas começou a ter reconhecimento quando em 1991 dirigiu os jovens Patrick Swayze e Keanu Reeves em um dos grandes filmes de ação da década de 90, Caçadores de Emoção. Depois de dirigir alguns outros excelentes trabalhos, no ano de 2010 foi a primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção, pelo filme Guerra ao Terror.

Para sugerir alguns ótimos filmes da carreira de Bigelow, fizemos uma lista abaixo:

 

Quando Chega a Escuridão

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Em um de seus primeiros filmes como diretora, no final da década de 80 chegou aos cinemas de alguns países o drama com pitadas de ação Quando Chega a Escuridão. Na trama, conhecemos um homem que é seduzido por uma vampira e acaba se juntando a uma gangue de vampiros que aterrorizam cidades do interior dos Estados Unidos. Disponível no catálogo do Telecine.

 

Caçadores de Emoção

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Um dos grandes filmes de ação dos anos 90 (e podemos dizer também da história do cinema norte-americano), Caçadores de Emoção reúne uma forte história, personagens carismáticos, ação, aventura, nos mostra os limites da amizade, os limites da lei, vários pontos reflexivos reunidos em um filme pulsante protagonizado por Patrick Swayze e Keanu Reeves. Disponível no catálogo da Globoplay, Telecine e Amazon Prime Video.

 

K-19: The Widowmaker

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Lançado em 2002 e ambientando nos conflitantes dias de Guerra Fria, K-19: The Widowmaker, protagonizado por Harrison Ford e Liam Neeson, nos conta a saga de tripulantes que recebem uma missão: testar o submarino nuclear K-19 em águas profundas, só que por conta de graves problemas técnicos as soluções se tornam complicadas com o risco de uma enorme explosão e assim até mesmo iniciar uma guerra.

 

Guerra ao Terror

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Uma das maiores surpresas da história do Oscar, Guerra ao Terror é um filme que foi lançado em DVD no Brasil mas relançado nos cinemas por contas das indicações que teve da academia. Orçado em 15 milhões de dólares, e vencedor de seis Oscars, inclusive de Melhor Filme e melhor diretora (se tornando a primeira diretora a ganhar o prêmio por direção), o filme conta a história gira em torno de um grupo de soldados que integram um dos esquadrões anti-bombas do exército norte-americano e enfrentam inúmeras dificuldades em uma função que nunca sabem o dia de amanhã. O filme fez decolar a carreira do ator Jeremy Renner. Disponível no catálogo da Netflix e Amazon Prime Video.

 

A Hora Mais Escura

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Esse trabalho da diretora Kathryn Bigelow chegou para chocar e mostrar ao público a operação secreta que levou à captura do maior terrorista dos últimos tempos. Com um roteiro do competente de Mark Boal, A Hora Mais Escura não é um filme fácil de digerir. O cinéfilo precisa ter muita paciência e estômago em alguns momentos. É o tipo de filme que vende muito mais lá fora do que aqui, por isso talvez não fora muito procurado. Como a Academia adora esse tipo de trabalho, recebeu algumas indicações ao Oscar anos atrás. Logo no começo, com os gritos reais e aterrorizantes daquela manhã do dia 11 de setembro de 2001 o espectador começa a entender sobre o que de fato é esta história. Disponível no catálogo da Netflix.

 

Detroit em Rebelião

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As páginas não viradas de absurdos atemporais. Emplacando belos filmes em sequência, A Hora mais Escura, Guerra ao Terror, a excelente cineasta californiana traz para o público uma história baseada em fatos que ocorreram, sobre ações de elementos do corpo policial em um hotel, em meio a uma Detroit perturbada pelo caos nas ruas no ano de 1967. Detroit em Rebelião explora o preconceito vivido pela população negra em uma cidade completamente desgovernada e com ações policiais polêmicas. O roteiro, é do excelente nova iorquino Mark Boal (A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror), que faz da carga dramática um filme explosivo que não nos deixam tirar os olhos da tela. Disponível no catálogo do Telecine.

 

‘Redeeming Love’: Romance de época baseado no livro de Francine Rivers ganha novo trailer; Confira!

O romance de época ‘Redeeming Love‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por D.J. Caruso, o longa é baseado no livro homônimo de Francine Rivers.

A história se passa em 1850 e gira em torno de Sarah, uma jovem garota que conhece seu pai, Alex Stafford, pela primeira vez. A jovem, então, descobre que é fruto dos casos adúlteros de Stafford com a mãe, Mae, a qual recusou abortar, mesmo sendo requisitada pelo amante. A decisão de ficar com a filha separou os dois e deixou Mae depressiva. Sarah começa a acreditar que ela é a culpa de tudo, mas espera que Alex nunca mais retorne.

Logan Marshall-GreenAbigail CowenNina DobrevFamke JanssenTom LewisEric Dane estrelam a produção.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 21 de janeiro de 2022, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Redeeming Love

Casa Gucci | Conheça a história REAL por trás do assassinato mostrado no filme com Lady Gaga

2021 veio para manter vivo nosso amor pelo cinema e, daqui a alguns meses, os fãs já podem assistir a cinebiografia ‘Casa Gucci’ nos cinemas.

O longa-metragem, que fica a encargo do lendário diretor Ridley Scott (‘Gladiador’, ‘Perdido em Marte’), é baseado no romance de não-ficção homônimo assinado por Sara Gay Forden e gira em torno do assassinato de Maurizio Gucci, ex-presidente da famosa marca de grife Gucci. A mandatária do homicídio, Patrizia Reggiani, será vivida por ninguém menos que a vencedora do Oscar Lady Gaga, que pode conquistar mais uma indicação na categoria de Melhor Atriz após sua aclamada rendição em ‘Nasce Uma Estrela’, de 2018. Também trazendo nomes como Adam Driver, Al Pacino, Jared Leto, Salma Hayek e Jeremy Irons, o filme promete ser um enorme sucesso – mas você conhece a história por trás dele?

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Tudo começou quando Patrizia, filha de um caminhoneiro e de uma garçonete, conheceu Maurizio, neto do fundador da maison Gucci, Guccio, em uma festa nos anos 1970. Apaixonando-se pela semelhança da jovem com a icônica Elizabeth Taylor, ambos noivaram e se consumaram matrimônio em 1972, mesmo com as ressalvas que Rodolfo, pai de Maurizio, tinha sobre a união, chegando até mesmo a tentar subornar o Cardeal de Milão a cancelar a cerimônia, acreditando piamente que a nova nora estava atrás de dinheiro. É claro que as coisas correram bem (pelo menos até certo momento), e os recém-casados tiveram duas filhas, tornando-se nomes importantes da cena social milanesa. Patrizia, inclusive, era chamada carinhosamente de Lady Gucci pela imprensa local e internacional, em virtude de seu extravagante modo de vida, que incluía propriedades ao redor do mundo e um gasto exorbitante com flores e outros mimos.

Rodolfo morreu em 1983, com a causa da morte não revelada à época. O corpo foi achado pelo próprio pai, Guido Gucci. Pouco depois, Maurizio herdou os 50% da companhia de grife, cuja outra metade pertencia ao tio, Aldo, mergulhando em uma enredada batalha legal que os levou até mesmo à Suprema Corte de Nova York. Com a maré a favor de Maurizio, ele saiu vitorioso do tribunal e ganhou controle sobre o império – mas as coisas não permaneceriam dessa maneira por muito tempo. Dois anos mais tarde, o jovem empresário viajaria para Florença, a princípio a negócios; entretanto, ele nunca voltou para casa e começou uma vida nova ao lado da designer de interiores italiana Paola Franchi.

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Por causa de gastos constantes e inconsequentes, Maurizio se viu num beco sem saída e foi obrigado a vender, em 1988, quase metade das ações da Gucci para um fundo de investimento chamado Investcorp, que controlava, por exemplo, a joalheria Tiffany desde 1984, tendo participação acionária de 50% e perdendo boa parte do controle sobre a marca. Nos primeiros anos da década de 1990, nada parecia melhorar e as contas permaneciam no vermelho. Maurizio inclusive tornou-se culpado de dilapidar quantias absurdas de dinheiro tanto no quartel-general do império, em Florença, quanto em Milão – algo que parecia incomodar Patrizia muito mais do que a infidelidade do marido.

Em 1993, ele vendeu o restante das ações da Gucci para a Investcorp, por um valor irrisório de US$170 milhões. Dois anos depois, foi baleado três vezes por um assassino de aluguel, parando o planeta pela brutalidade do inesperado acontecimento.

Inúmeras linhas de investigação começaram a tomar parte do caso de Maurizio, mas nunca chegando a qualquer conclusão. Prestes a ser arquivado pela polícia, um informante contou aos oficiais italianos que ouviu um porteiro noturno se gabando de ter recrutado o assassino. Traçando o perfil desse porteiro, todas as suspeitas recaíam sobre Patrizia.

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Uma das evidências que chamou a atenção dos detetives foi o diário de Lady Gucci, na qual havia escrito paradeisos, palavra grega para paraíso, no mesmo dia do homicídio do ex-marido. Após ser acusada, ela negou ter envolvimento com o caso durante todos os dias do julgamento, exigindo absolvição. Entretanto, os advogados de acusação disseram ao juiz que Patrizia havia trabalhado com outros quatro cúmplices: Pina Auriemma, sua confidente, astróloga e amiga mais próxima; o pistoleiro Benedetto Ceraulo; o motorista de fuga Orazio Cicala; e o supracitado porteiro noturno Ivano Savioni. Ao que tudo indica, Patrizia orquestrou um intrincado plano de matança com medo de que as filhas perdessem a herança caso Maurizio resolvesse se casar mais uma vez.

Ganhando o apelido de Viúva Negra, Patrizia foi sentenciada a 29 anos de prisão, mas ficou encarcerada por apenas dezesseis. Ela até mesmo tentou se enforcar em sua cela com um lençol. Quando oferecida a oportunidade de cumprir a pena em liberdade provisória, ela recusou. “Nunca trabalhei em minha vida, e não vou começar agora”, disse.

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Patrizia foi libertada em 2016. Um ano mais tarde, passaria a receber uma anuidade de 900 mil euros (US$1,08 milhão) da maison Gucci, em virtude de um antigo acordo assinado em 1993. A corte também ordenou que ela recebesse um pagamento atrasado por seu tempo presa, no valor de mais de 16 milhões de euros (US$19,229 milhões).

Quando perturbada em seu local de trabalho por um tabloide italiano, ela foi questionada sobre o motivo de não ter atirado por conta própria em Maurizio. Irritada, ela rebateu com a seguinte frase: “Minha visão não é muita boa. Não queria errar”.

Casa Gucci e mais 10 crimes reais CHOCANTES que viraram filmes

ACLAMADO! Teaser sombrio do suspense com Denzel Washington que teve 100% de aprovação da crítica

A Tragédia de Macbeth (‘The Tragedy of Macbeth’), primeiro filme solo de Joel Coen, ganhou um novo teaser espetacular.

Já despontando como um dos grandes favoritos do Oscar, o filme estrelado por Denzel Washington recebeu 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, “liderado por um Denzel Washington estelar, The Tragedy of Macbeth reduz a história clássica aos seus fundamentos visuais e narrativos.”.

O longa chega ao catálogo da Apple TV+ no dia 14 de janeiro de 2022, depois de uma breve exibição nos cinemas estadunidenses.

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Washington vive o personagem-título, enquanto McDormand será Lady Macbeth. O elenco também é formado por Brendan Gleeson como o Rei Duncan Moses Ingram como Lady Macduff. Corey Hawkins está em negociações para participar do filme.

A produtora A24 é responsável por lançar o projeto.

Na trama original, um casal escocês passa por cima de tudo e todos para assumir o trono, cometendo assassinatos e outras atrocidades. No entanto, a sede pelo poder trará um alto preço, com ambos sendo assombrados pelas terríveis consequências de seus atos.

Em 2015, a peça de Shakespeare ganhou uma nova adaptação, intitulada ‘Macbeth: Ambição e Guerra‘. Essa versão foi estrelada por Marion Cotillard e Michael Fassbender.

‘Aves de Rapina 2’ não deve acontecer tão cedo, revela Margot Robbie

Aves de Rapina‘ prometia ser um grande sucesso e uma revolução nas adaptações da DC Comics por trazer o primeiro grupo de anti-heroínas para as telonas. Porém, o longa arrecadou apenas US$ 201,8 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões. Ou seja, o filme apenas se pagou – mas não gerou o lucro esperado.

Sendo assim, parece que a Warner Bros não tem planos de investir numa sequência, pelo menos por enquanto.

Pelo menos foi o que a atriz Margot Robbie revelou ao Den of Geek, quando questionada se a sequência ainda está em seus planos.

“Não sei se a sequência vai acontecer tão cedo. Eu não acho que seja um não. Mas não, não há nenhuma sequência em andamento até aonde eu sei”, afirmou. 

Recentemente, a atriz Jurnee Smollett confirmou que voltará a viver a Canário Negro em um filme derivado de ‘Aves de Rapina‘ feito para a HBO Max.

“Acho que a Canário está fora da gaiola! 🤪 Estou muito animada para finalmente embarcar nesta aventura com minha irmã alma criativa @MishaGreen. 🖤💛 #blackcanary”, afirmou a atriz.

Segundo o Collider, Misha Green vai roteirizar o projeto. Ela foi indicada ao Emmy por ‘Lovecraft Country‘, também estrelado por Smollett, e atualmente roteiriza a sequência de ‘Tomb Raider‘.

O filme será produzido por Sue Kroll, que também foi produtora de ‘Aves de Rapina‘.

Mais novidades serão divulgadas em breve.

 

 

25 anos de PÂNICO | Conheça várias curiosidades do clássico filme de terror slasher

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico faz 25 anos de lançamento no dia 18 de Dezembro… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar. Ps. Lembrando, como já anunciamos aqui no site, que o quinto filme da franquia já está em pré-produção, para o lançamento em 13 de Janeiro de 2022.

Baseado em uma história REAL

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O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

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Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Diretor e Produção

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Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

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Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

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O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Assassino Mascarado

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A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

Personagens e Atores

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Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

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Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

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Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Referências e Homenagens

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Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

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Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.

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Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

‘Gavião Arqueiro’: Produtora revela se Clint vai usar a clássica máscara na série da Disney+

Agora que ‘Gavião Arqueiro‘ já chegou à Disney+, os fãs estão se perguntando se Clint Barton (Jeremy Renner) vai usar sua icônica máscara em alguma momento da série.

Os trajes do personagem vistos nos filmes sempre foram bastante criticados, e Kate Bishop (Hailee Steinfeld) até fala sobre isso no 2º episódio da atração.

E, durante uma entrevista para o CBM, a produtora Trinh Tran foi questionada sobre o assunto, ao que ela respondeu:

“Se Clint vai usar aquela máscara pontuda com um H no meio da testa? É uma boa pergunta porque essa série tem um tom alegre e já conversamos sobre como seria divertido descobrir uma maneira de incorporar o acessório de uma forma ou de outra.”

No entanto, a cineasta disse que a única referência a isso é quando Kate tira sarro do herói e o aconselha a usar um novo traje e mostra um desenho parecido com o traje dos quadrinhos.

“O que fizemos foi uma cena em Kate tira sarro sobre o marketing pessoal de Clint, já que ele é o único herói cuja imagem ‘não gera vendas’. E essa questão da máscara é incorporada quando Kate diz a Clint que ele deveria melhor sua imagem como herói e mudar suas roupas.”

Mesmo assim, Tran disse que a Marvel está disposta a apostar na ideia, como aconteceu com Wanda (Elizabeth Olsen) e sua tiara em ‘WandaVision.

No entanto, vale lembrar que a série do Gavião é inspirada nos quadrinhos de Matt Fraction, nos quais o herói usa vestimentas urbanas para não chamar a atenção de seus inimigos.

Confira a entrevista:

Lembrando que ‘Gavião Arqueiro‘ já está disponível no catálogo da Disney+.

A aguardada série estrelada por Jeremy RennerHailee Steinfeld mal estreou e já está colhendo frutos.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 85% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 33 reviews até o momento.

Confira as críticas e siga oCinePOP no YouTube:

“Não é tão ambiciosa quando ‘WandaVision’, mas tem uma qualidade refrescante pela qual é fácil se apaixonar” – Arizona Republic.

“Steinfeld e Renner são bons parceiros um para o outro” – New York Times.

“O objetivo [da série] não está totalmente decifrado, mas isso não impede que essa dupla de ser uma diversão total” – IGN.

Gavião Arqueiro segue a própria batida o suficiente para evitar a fatiga de super-heróis” – The Verge.

“Ela deve ser vista seja o resultado bom ou ruim” – Cleveland Plain Dealer.

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Gaviao Arqueiro

SUCESSO! Série de suspense e traição da Netflix com Wesley Snipes e Kevin Hart estreia em 3º lugar entre as mais vistas…

A Netflix lançou uma nova minissérie em seu streaming que está dando o que falar.

A Mais Pura Verdade‘ (‘True Story’), estrelada por Wesley Snipes e Kevin Hart, estreou no catálogo na 3ª posição entre as séries mais vistas e tem surpreendido a audiência.

A minissérie traz Hart interpretando “uma versão de si mesmo” na minissérie fictícia. A trama acompanha o seu personagem, chamado Kid, e o seu irmão mais velho, Carlton, que será vivido por Snipes.

Na trama, uma parada na turnê na cidade natal de Kid, Filadélfia, torna-se uma questão de vida ou morte para um dos comediantes mais famosos do mundo, quando as consequências de uma noite perdida com seu rebelde irmão mais velho ameaçam destruir tudo que ele construiu.

Confira as reações dos assinantes:

Assista ao trailer:

Eric Newman (‘Narcos‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que também é desenvolvido em parceria com a HartBeat Production, a produtora de Hart.

Os episódios são dirigidos por Stephen Williams (‘Watchmen’, ‘Lost’) e Hanelle Culpepper (‘Star Trek Picard’, ‘Kung Fu’).

 

‘Imperdoável’: Drama da Netflix com Sandra Bullock não convence e recebe apenas 36% de aprovação; Confira as críticas!

Com estreia marcada para 10 de dezembro na Netflix, o suspense dramático ‘Imperdoável‘ está disponível em cinemas selecionados e os críticos já assistiram à trama estrelada por Sandra Bullock (‘Bird Box’).

Infelizmente, as avaliações não foram nada amigáveis e o título recebeu apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Até o momento, o longa dirigido por Nora Fingscheidt (‘Transtorno Explosivo’) teve 16 críticas negativas, contra nove positivas.

Os principais comentários destacam que o roteiro de  Christopher McQuarrie (‘Os Suspeitos’) é uma bagunça, o que impede Bullock de mostrar o poder de sua atuação.

Além disso, foi dito que Fingscheidt é uma diretora promissora, mas parece que estava com preguiça de desenvolver sua visão para o filme.

Confira as análises:

“No final das contas, ‘Imperdoável’ é uma experiência de visualização decepcionante e frustrante principalmente por conta de problemas de roteirto e edição.” – Chicago Sun-Times.

“O que parecia ser uma atuação marcante, se tranformou em uma performance fraca por conta de uma diretora que é comprovadamente capaz de coisas muito maiores.” – The Jewish Chronicle.

“Com menos de duas horas, este filme é uma bagunça das grandes e parece punir o espectador sem um final adequado.” – RogerEbert.com.

“A confusão de roteiro de ‘Imperdoável’ esgota a credibilidade à medida que aumenta sua audácia.” – Original Cin.

“Veja ‘Imperdoável’ pelo desempenho emocional de Bullock. Só.” – Knaplan vs Knaplan.

“Há um enredo e personagens que realmente valem à pena estudar aqui, mas tudo o que ‘Imperdoável’ mostra é uma oportunidade para um drama inútil e reviravoltas terríveis. Isso é o que é imperdoável” – Flickering Myth.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme gira em torno de Ruth Slater (Bullock), uma mulher que é libertada da prisão depois de cumprir pena por um crime violento, apenas para re-entrar numa sociedade que não a aceita mais e que não irá perdoar seu passado. Enfrentando um julgamento severo do lugar que outrora chamava de casa, a única esperança de redenção de Ruth é reencontrar a irmã que foi forçada a deixar para trás.

Baseado na aclamada série britânica Unforgiven’, o longa também conta com Vincent D’Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan e Viola Davis.

The Unforgiveable

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Dwayne Johnson dá sua própria caminhonete para fã que promove ações sociais; Confira!

Em eu perfil do Instagram, Dwyane Johnson emocionou seus seguidores ao compartilhar um vídeo em que presenteia um fã com uma caminhonete para ajudá-lo em suas ações sociais.

Mas toda a emoção não é apenas pelo presente, e sim pela história por trás de tudo.

Durante uma exibição beneficente de Alerta Vermelho‘ em Culver City, na Califórnia, o astro surpreendeu os clientes ao aparecer em carne e osso antes de convidar Oscar Rodriguez para se juntar a ele no palco.

Rodriguez é um veterano da Marinha e personal trainer que cuida de sua mãe, de 75 anos, e é voluntário de uma ONG que ajuda mulheres vítimas de violência doméstica.

Alguém da academia onde Rodriguez trabalhava entrou em contato com os produtores do filme e contaram sua história, que emocionou Johnson profundamente.

“Reuni o máximo de informações que pude sobre todos na plateia e, no final das contas, a história de Oscar me comoveu. Ele cuida de sua mãe de 75 anos. é um personal traimner. Líder em sua igreja. Fornece apoio e refeições para mulheres vítimas de violência doméstica. Orgulhoso e humilde, é um veterano da Marinha. É um ser humano gentil”, diz o astro em parte do vídeo.

Johnson ainda disse que o plano original era presentear Rodriguez com o Porsche Taycan que ele dirige no filme, mas a Porsche negou o pedido.

Em vez disso, ele deu sua própria caminhonte Ford Raptor para ajudar Rodriguez a entregar marmitas.

Ao fim da publicação, ele diz:

“A gentileza é importante para mim. Oscar disse que o que faz é por amor. Isso é tudo, irmão. Apenas ame. Vá curtir sua nova caminhonete e Feliz Natal para você e sua família!”

Em entrevista para a Eyewitness News (via Comic Book), Rodriguez disse que ele é um fã de Johnson, especialmente por sua positividade e como ele inspira outras pessoas e pretende usar o carro para promover a caridade.

“Só espero e oro para que isso inspire outras pessoas, eleve outras pessoas”, disse ele.

Rodriguez também postou sua reação nas redes sociais. Confira as publicações da dupla e siga o CinePOP no YouTube:

 

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Uma publicação partilhada por therock (@therock)

“Todas as minhas reações nessas fotos incríveis foram capturadas perfeitamente. Até as da minha namorada. Essas fotos são joias que guardarei por toda a minha vida e além. Meus filhos vão ouvir sobre isso! Da minha família e comunidade à sua, Feliz Dia de Ação de Graças e Feliz Natal, The Rock.”

Lembrando que Alerta Vermelho‘ já está disponível na Netflix:

Relembre o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Red Notice Dwayne Johnson Ryan Reynolds Gal Gadot

Alerta Vermelho Netflix Poster

‘Star Trek: Discovery’: 4ª temporada estreia na Paramount+; Confira o trailer legendado!

Com a antecipação da estreia da 4ª temporada de ‘Star Trek: Discovery‘ no Brasil, os dois primeiros episódios do novo ciclo já estão disponíveis na plataforma da Paramount+.

Vale lembrar que a produção foi recentemente removida do catálogo da Netflix, que costumava lançar a série em território nacional.

Confira o trailer legendado:

Criada por Bryan Fuller e Alex Kurtzman, a série é ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original.

A trama mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, a primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

O elenco conta com Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Wilson Cruz, David Ajala e Blu del Barrio.

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10 Filmes SENSACIONAIS de Terror Cult que Completam 10 Anos em 2021

Nem só de filmes de grandes estúdios é feito o cinema. E no gênero do terror, o mesmo ocorre. De fato, muitos cinéfilos inclusive afirmam de pés juntos que existe muito mais originalidade vinda do cinema independente. O que podemos dizer é que a qualidade autoral dos realizadores pode correr mais solta sem as amarras de um estúdio investindo centenas de milhões de dólares e exigindo de volta o dinheiro. Afinal, quando estamos “famintos” a vontade é maior. E em muitos casos, os primeiros filmes de diretores renomados são os preferidos dos fãs. É claro também que nem sempre mais dinheiro significa falta de qualidade, isto é, no roteiro pelo menos – o chamado “muitos cozinheiros na cozinha”.

Em 2021, muitos filmes de terror completam aniversário de dez anos de seu lançamento, como Pânico 4, Premonição 5, O Segredo da Cabana e os remakes de A Hora do Espanto e A Coisa. Porém, existem aqueles que costumam passar abaixo do radar, muitas vezes caindo no anonimato e se tornando desconhecidos para grande parte do público. Pensando em jogar uma luz nestes filmes menos populares, embora igualmente valiosos, sendo alguns verdadeiras preciosidades, resolvemos trazer esta nova lista com os filmes de terror cult que completam 10 anos e você precisa conhecer.

Ataque ao Prédio

Block Cinepop

Exibido no Festival do Rio 2011, onde tive a oportunidade inesquecível de conferir o longa nas telonas (depois disso o filme foi lançado direto em vídeo por aqui), Attack the Block no título original é uma produção britânica que foi descrita como “Cidade de Deus encontra Independence Day”. Deu para sentir que cult é a palavra de ordem aqui. Escrito e dirigido por Joe Cornish (roteirista de Homem-Formiga da Marvel) e produzido pelo “padrinho” Edgar Wright, este filme muito original serviu para, entre outras coisas, revelar os talentos de John Boyega e Jodie Whittaker (a nova Doutora de Doctor Who). Na trama uma invasão alienígena realizada na surdina por criaturas muito estranhas (uma mistura de lobo, urso e macaco) sacode a rotina de um conjunto habitacional barra-pesada repleto de bandidinhos nos subúrbios ingleses. E justamente os jovens marginais serão nossos heróis contra esta invasão nesta aventura.

Seita Mortal

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O diretor Kevin Smith ficou conhecido como uma das vozes mais inovadoras do cinema independente norte-americano graças a filmes como O Balconista (1994) e Procura-se Amy (1997). Mas quando parecia não ter mais o que dizer neste universo, após a recepção, digamos, fria de alguns de seus projetos, resolveu se voltar para obras de terror. Diretor autoral, Smith seguiu escrevendo e dirigindo suas próprias histórias e o primeiro longa que marcou esta transição do cineasta foi este Seita Mortal (Red State). Igualmente exibido no Festival do Rio 2011, onde igualmente pude conferir nas telonas (igualmente sendo lançado em vídeo após o evento), Seita Mortal é uma crítica ácida e muito sangrenta sobre o fanatismo religioso e até onde as pessoas estão dispostas a irem em nome de sua fé cega. A favor do longa, o elogio de Quentin Tarantino dizendo tê-lo amado.

Hotel da Morte

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Pérola escondida do terror independente, este longa desconhecido do grande público recebeu elogios da imprensa especializada na época, que foi o que o fez ser descoberto por seus fãs (como este que vos fala). Capaz e arrepiar até o último pelo da espinha, Hotel da Morte esteve por muito tempo no acervo da Netflix e agora se bandeou para os lados da Amazon como parte de sua biblioteca. A trama acompanha dois funcionários de hotel vividos por Sara Paxton e Pat Healy, que teimam em ser investigadores paranormais amadores nas horas vagas. Fãs de terror, eles consomem todo tipo de informação vinda da internet sobre lendas urbanas e assombrações. Acontece que existe uma mística em torno do próprio estabelecimento onde trabalham e a dupla está decidida a provar que o local não está “puro”.

Absentia

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Um dos grandes nomes do terror na atualidade, o diretor Mike Flanagan tem no currículo filmes como O Espelho, Hush: A Morte Ouve, O Sono da Morte, Ouija: Origem do Mal, Jogo Perigoso, Doutor Sono e as séries A Maldição da Residência Hill e A Maldição da Mansão Bly. Tudo isso nos últimos anos. O cara não cansa de trabalhar. Antes de tudo isso, no entanto, em seu quarto longa-metragem, Flanagan já chamava atenção dos especialistas e aficionados com este Absentia. Na trama, duas irmãs começam a investigar um misterioso túnel e começam a suspeitar da ligação do local com uma série de desaparecimentos, incluindo o do marido de uma delas.

Hobo With a Shotgun

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Embora muitos não tenham visto ou não compreendam, mas este filme nasceu como um dos curtas que simulavam trailers falsos dentro da “brincadeira” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez conhecida como Grindhouse (À Prova de Morte/Planeta Terror). Acontece que este aqui era parte de um concurso para a divulgação de Grindhouse no Canadá. O trailer falso ganhou o concurso e foi exibido apenas nos cinemas de lá. Quatro anos depois, se tornava um longa-metragem estrelado pelo saudoso Rutger Hauer na pele de um mendigo sem-teto justiceiro que com sua calibre 12 sai eliminando policiais corruptos, pedófilos e todo tipo de escória na cidade.

O Despertar

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A estrela Rebecca Hall é quem protagoniza este terror gótico britânico. Passado em 1921 no pós-Primeira Guerra Mundial, Hall interpreta Florence Cathcart, especialista em desvendar casos tidos como sobrenaturais e desmascará-los como farsa. Sua mais nova missão é num internato onde visões de uma criança fantasma estão ocorrendo. No local ela irá se deparar com seu maior desafio para provar que a “entidade” presente não é exatamente o que todos pensam. Ou será?

A Casa Silenciosa

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Remake de uma produção Uruguaia de 2010, que por aqui ficou conhecida como A Casa (La Casa Muda), a versão norte-americana era lançada logo no ano seguinte, tendo como protagonista a “cancelada” Elizabeth Olsen – a Wanda da Marvel. A trama apresenta uma jovem que termina presa dentro de uma casa por forças além de sua compreensão, sem conseguir contato com o mundo externo. Um dos chamarizes aqui é o plano-sequência que dá a impressão de que o filme foi todo gravado de uma tomada só, sem cortes. Uma curiosidade é que já se encontra em fase de pré-produção uma nova roupagem da história, desta vez na forma de uma produção indiana.

Virgínia

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O imortal Francis Ford Coppola é um dos nomes mais lembrados e admirados de Hollywood por ter no currículo obras-primas como a trilogia O Poderoso Chefão, por exemplo, ainda enaltecidos por muitos como os melhores filmes de todos os tempos (ao menos os dois primeiros). Desde o fim da década de 90, o cineasta tem mostrando descontentamento com a indústria atual – assim como Brian De Palma e John Carpenter, outros dois grandes mestres – escolhendo por se ausentar do mercado e canalizar seus esforços em outras direções. Vez ou outra no entanto, Coppola lança um pequeno projeto aqui, outro acolá, sempre fazendo valer sua visão e sem qualquer amarra de grandes estúdios. Aqui, ele conta a história sobre um escritor de livros de terror, uma cidadezinha e o assassinato de uma jovem. Virgínia (Twixt) possui forte teor alucinógeno e conta com as presenças de Elle Fanning e Val Kilmer no elenco.

Relação Mortal

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Aqui temos outro nome de prestígio na direção. A cineasta canadense Mary Harron dirigiu ao menos uma obra-prima em sua carreira, a sátira ácida, sombria e sangrenta Psicopata Americano (2000), que revelou ao mundo o talento de Christian Bale. Aqui, igualmente baseado num livro, Harron conta a história de um internato de meninas e como a chegada da novata Ernessa (Lily Cole) muda a rotina da protagonista Rebecca (Sarah Bolger). A amizade das duas logo se desenvolve para uma espiral de obsessão, revelando sua verdadeira natureza sobrenatural e sedenta de sangue.

Chillerama

Chillerama Cinepop

Homenagem bem divertida de quatro jovens cineastas aos filmes B de terror, que funciona como um Grindhouse “de segunda” e sem nomes conhecidos no elenco ou na produção. Dividido em quatro segmentos, a história acompanha o último dia de funcionamento de um drive-in nos EUA, com a exibição de quatro curtas de terror raríssimos nunca anteriormente exibidos. Nos tais curtas, terror e comédia se misturam, donos de muito teor para maiores de idade. O primeiro é Wadzilla, que brinca com filmes de monstros gigantes como Godzilla. O segundo, I Was a Teenage Werebear é uma sátira aos filmes de lobisomem misturado à descoberta da homossexualidade de um jovem. No terceiro The Diary of Anne Frankenstein, o clássico de Mary Shelley vira alvo de uma trama envolvendo Hitler na Segunda Guerra Mundial. E o último, Zom-B-Movie parodia os filmes de zumbi dos anos 70 e 80.

Benedict Cumberbatch explica o motivo das refilmagens de ‘Doutor Estranho 2’

No começo do mês, o The Hollywood Reporter revelou que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ irir passar por sérias e extensas refilmagens.

Agora, o ator Benedict Cumberbatch explicou à revista Empire o motiv.

“Estamos no meio de uma refilmagem. Estamos trabalhando incrivelmente duro para fazer um cronograma funcionar para aproveitar todo o potencial do filme – partes que queremos fazer melhor, mas também partes que eram simplesmente impossíveis de fazer no dia por causa da logística, do COVID e etc. Estávamos muito atrasados ​​na produção por causa disso.”, revelou.

Apesar de algumas fontes afirmarem que as refilmagens vão entregar praticamente um novo filme, o insider KC Walsh revelou que o Kevin Feige está TÃO feliz com a direção de Sam Raimi que conseguiu a participação especial de OUTROS personagens e atores da Marvel para o filme.

“Consegui algumas informações sobre essas refilmagens e o que disseram é que Feige está realmente satisfeito com Raimi e a direção do filme, e eles estão adicionando pessoas que estavam ocupadas (filmando uma série) e alinhando uma cena essencial que também envolve várias participações especiais”, afirmou.

Lembrando que o longa teve estreia adiada de março de 2022 para 06 de maio do mesmo ano.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

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‘O Livro de Boba Fett’: Empire divulga imagens inéditas da derivada de ‘O Mandaloriano’; Confira!

O Livro de Boba Fett’ estreia em 29 de dezembro na Disney+, e a revista Empire divulgou novas imagens da derivada de ‘O Mandaloriano‘.

Uma das imagens mostra o produtor executivo Jon Favreau acompanhando as gravações, enquanto as outras destacam o personagem titular vivido por Temuera Morrison, além da caçadora de recompensas Fennec Shand, vivida por Ming-Na Wen.

Confira:

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Anteriormente, a revista compartilhou as capas variantes de sua próxima edição.

Numa delas, Fett posa com seu rifle nos arredores de Tatooine.

Já na capa exclusiva para assinantes, o personagem aparece em frente ao palácio de Jabba, o Hutt, para reivindicar o trono do submundo do crime.

Confira:

Star Wars The Book Of Boba Fett Empire

Star Wars The Book Of Boba Fett Empire Magazine

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

O Livro De Boba Fett

‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’: Netflix divulga vídeo com os melhores momentos da pré-sequência de ‘Army of the Dead’!

O thriller de ação Exército de Ladrões: Invasão da Europa, pré-sequência do sucesso ‘Army of the Dead‘, já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os melhores momentos do longa.

Confira:

O filme é focado em Dieter – o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer – que também assina a direção. Nesta história, que antecede ‘Army of the Dead‘, uma mulher misteriosa convoca o bancário Dieter para roubar cofres superprotegidos na Europa.

Nathalie EmmanuelRuby O. FeeStuart MartinGuz KhanJonathan CohenNoémie Nakai e outros completam o elenco.

Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “, revelou Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.

O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, além de uma sequência direta.

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‘Alerta Vermelho’ já é o segundo filme mais assistido da HISTÓRIA da Netflix; Saiba qual é o 1º!

Segundo um novo levantamento da Netflix, a ação Alerta Vermelho, estrelada por Gal GadotDwayne JohnsonRyan Reynolds, continua a quebrar recordes de exibição e agora caminha para se tornar o longa-metragem mais assistido da história da plataforma (via ComicBook.com).

As informações indicam que a produção já foi visualizada por um total de 277,9 milhões de horas mundialmente em apenas 17 dias – número que tende a crescer nos últimos dias e que ameaça destronar o thriller pós-apocalíptico ‘Bird Box’ (que, em um mês, alcançou a marca de 282 milhões de horas transmitidas).

Além disso, foi revelado que as exibições vem caindo apenas 14% em termos de horas assistidas, o que significa que o filme pode chegar rapidamente à marca das 400 milhões de visualizações.

Relembre o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Red Notice Dwayne Johnson Ryan Reynolds Gal Gadot

Alerta Vermelho Netflix Poster