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‘Venom 3: A Última Rodada’ ganha vídeo que revela os Simbiontes que estão no filme

Venom 3: A Última Rodada‘ ganhou um novo comercial que revela os Simbiontes que estão no filme.

Assista, com nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Conforme o CinePOP apurou, ‘Venom 3: A Última Rodada‘ teve a pior abertura da franquia nas bilheterias nacionais em termos de público.

O filme conquistou a sexta maior abertura do ano no Brasil e levou 697 mil pessoas aos cinemas, arrecadando R$ 15,2 milhões de quinta a domingo.

Apesar de assumir a liderança, o filme levou bem menos pessoas aos cinemas que ‘Venom‘ e Venom 2 – Tempo de Carnificina‘.

O primeiro filme estreou levando mais de 1 milhão de espectadores aos cinemas em seu primeiro fim de semana em 2018.

Já o segundo filme levou 886.160 pessoas aos cinemas de 7 e 10 de outubro de 2021, arrecadando R$ 15,19 milhões na época.

Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ ainda ficou mais de um mês em primeiro lugar nas bilheterias brasileiras.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Venom – A última rodada15.238.272
2A forja – O poder da transformação3.829.405
3Robô selvagem2.302.315
4Sorria 22.027.120
5A substância1.028.995
6Coringa – Delírio a dois969.153
7O quarto ao lado919.982
8Caindo na Real228.037
9Tudo por um pop star 2177.501
10Tears for Fears Live – A tipping point film141.582

 

Mundialmente, ‘Venom 3: A Última Rodada‘ arrecadou US$ 175 milhões em seu primeiro final de semana – o que representa a terceira maior abertura do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ e ‘Deadpool & Wolverine‘.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 124 milhões através de 64 mercados – liderados por um sólido desempenho na China (US$46M em 5 dias).

O TOP 5 dos maiores mercados ainda conta com México (US$7.3M), Coreia (US$5.8M), Reino Unido (US$5.7M) e Índia (US$4.7M).

Nos EUA, o filme estreou abaixo das projeções, com US$ 51 milhões. O valor representa o pior lançamento da franquia no território norte-americano. Para termos de comparação, os dois primeiros filmes abriram com US$ 80.2 milhões e US$ 90 milhões no país, respectivamente.

Em IMAX, a produção acrescentou US$ 16 milhões mundialmente, o que representa a terceira maior estreia global para o formato no mês de outubro.

Além disso, com o lançamento do novo filme, a franquia conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1.5 BILHÃO em arrecadação nas bilheterias mundiais.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

venom poster

Um dos filmes de super-heróis mais FRACASSADOS da história estreia no TOP 10 da Netflix

Antes de se consagrar como o mercenário tagarela Deadpool, Ryan Reynolds interpretou Hal Jordan em ‘Lanterna Verde’ –  um dos maiores fracassos da história dos filmes de super-heróis.

Lanterna Verde‘ chegou aos cinemas em 2011, com um orçamento estimado de US$ 200 milhões, mas arrecadou apenas US$ 237,2 milhões mundialmente, tornando-se um dos grandes fracassos de bilheteria da época. O filme terminou sugerindo uma sequência, com o personagem Sinestro (Mark Strong) vestindo o anel amarelo da Tropa do Medo, mas o projeto nunca saiu do papel.

Agora, o filme chega no catálogo da Netflix despertando curiosidade, e estreando em 9º lugar entre os títulos mais assistidos do catálogo.

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Durante o Time 100 Summit de 2025, Reynolds refletiu sobre sua trajetória em Hollywood e explicou como a experiência em ‘Lanterna Verde’ influenciou diretamente seu trabalho posterior como Deadpool no MCU.

“Aprendi as lições mais incríveis que poderia ter no espaço criativo com aquele filme”, compartilhou Reynolds. “Vi muito dinheiro sendo gasto em efeitos visuais, todo tipo de coisa. E me lembro de sugerir: ‘Por que não escrevemos uma cena como as pessoas falariam de verdade? Pode ser uma troca divertida de diálogos e não custa nada'”.

Foi ali, segundo o ator, que ele realmente compreendeu que efeitos especiais grandiosos e cenas de ação espetaculares não substituem personagens autênticos e narrativas bem construídas.

Por fim, ele acrescentou: “O maior superpoder que já tive na vida, não só na carreira, foi saber quem eu sou”.

Vale lembrar que, após sua experiência como Lanterna Verde, Ryan Reynolds alcançou o sucesso estrondoso interpretando Deadpool.

O diretor Martin Campbell também falou sobre o fracasso do filme em entrevista ao site The Direct.

“Oh, é justo. Olha, as pessoas não gostaram. Foi um fracasso, certo? Eu fui o diretor, então, obviamente, eu levo a culpa, o que está tudo bem”.

Mesmo com o desempenho aquém nas bilheterias e críticas negativas, Campbell revelou que a experiência nos bastidores foi bastante positiva, especialmente pela parceria com Ryan Reynolds e Blake Lively, protagonistas do longa.

“Ryan é um cara muito engraçado, muito divertido. Na verdade, nos divertimos muito no filme. Gostei muito de trabalhar com ele e com a Blake Lively. Ela também foi ótima. E ele sempre teve um senso de humor afiado, sabe, o Ryan”.

O diretor ainda revelou que gostaria que o próprio Reynolds tivesse assumido o roteiro do filme:

“Na verdade, eu queria que Deus tivesse feito ele escrever o roteiro, e aí teria sido ótimo”. 

deadpool e wolverine logan
deadpool e wolverine logan

Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (9º Episódio)

ÉPICO!

 

Game Of Thrones – GoT fala sobre política, relações pessoas, família, mas o que a gente gosta mesmo é do sangue! (e do sexo, claro!). A série dá tudo isso para gente. E ontem, nos deu o 9º episódio mais recompensador! Poucos Nonos foram tão catárticos quanto este. Muito já se falou de como a arte usa a violência para lavar a alma do público. E querem melhor catarse do que o final de Ramsay (Iwan Rheon)?! Mas, calma, antes tivemos Meereen.

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Na resenha passada, eu disse que as batalhas ficaram subentendidas. Ao menos aquela de Meereen ficou bem explicita neste Nono! A sequência sintetizou muitas virtudes da série: o jogo político, os diálogos afiados, as reviravoltas, a ação épica, os dragões e a Daenerys (Emilia Clarke) soberana (em qualquer sentido que a palavra permita). Os dragões estavam no apogeu do seu poder e todos os personagens tiveram o seu instante. E tudo isso em cerca de 10 minutos! E teve mais em Meereen.

O Nono ainda arranjou mais uma sequência para mostrar o acordo entre Dany e os irmãos Greyjoy. Se a sequência de abertura foi uma síntese por meio da ação, nesta tivemos uma síntese pelo diálogo: a sutileza, o jogo de olhares, as intrigas palacianas, as frases de efeitos, as negociatas políticas. Realmente, os roteiristas estavam inspirados.  A sequência começou como um close em Tyrion (Peter Dinklage) enquanto ele falava para Theon (Alfie Allen) algumas verdades entaladas naquele pote até aqui de mágoas, e terminou com um acordo entre Dany e Yara (Gemma Whelan). Tudo com uma fluidez rara.

Foram duas sequências que resumiram as qualidades que fazem de GoT um sucesso de público e crítica. Uma prova de que a TV pode, sim, fazer arte – aliás, alguém ainda duvida disso?!

Mas, não foi só isso. Afinal, eles gastam boa parte do orçamento nos Nonos. A grande expectativa era para a Batalha dos Bastardos, já comentada desde antes do começo da temporada. E fomos recompensados por toda essa espera! Vamos dividir essa batalha em quatro momentos.

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Primeiro foram os preparativos, com várias sequências de diálogos afiados. Tivemos o tenso diálogo entre Jon Snow (Kit Harington) e Ramsay. Tivemos o diálogo entre Davos (Liam Cunningham) e Tormound (Kristofer Hivju), que nos permitiu conhecer mais sobre os sentimentos dos dois em relação ao líder Jon Snow. O melhor foi a conversa entre Jon e Sansa (Sophie Turner), mostrando ao público as dúvidas e as certezas de cada um.

O segundo momento foi a morte de Rickon (Art Parkinson), já com os exércitos frente a frente. Embora esperada, a sua morte foi de forma inusitada e épica. Uma sequência que escancarou o talento de toda equipe de GoT. O terceiro momento foi o do confronto. Foi a batalha mais crua que a série concebeu até hoje. Poderia dizer também que foi a mais épica, a mais incrível, a mais genial. Contudo, alguém poderia dizer que a batalha de Blackwater (o Nono da 2ª temporada) foi mais épica ou que a luta contra os White Walkers, na temporada passada, foi mais incrível. O que ninguém poderá negar é que a Batalha dos Bastardos foi a mais crua e sangrenta. Assim como a abertura do filme O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan) fez com a Segunda Guerra, este Nono traduziu a crueza dos campos de batalhas medievais (ainda que a série seja uma fantasia).

O quarto momento foi a tomada de Winterfell. Depois da chegada do exército Arryn – pelas mãos de Sansa e Baelish (Aidan Gillen) – Ramsay bateu em retirada e tentou resistir no interior de Winterfell. Após praticar sua última maldade – a flecha de morte nos olhos do gigante Wun Wun (Ian Whyte) – Ramsay e Jon lutaram mano a mano. Foi mais um instante épico! Escudo versos arco e flecha! Uma combinação digna nos mais incríveis faroestes.

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Lembram o que falei no começo sobre catarse? Os socos que Jon deu em Ramsay e a morte deste dilacerado pelos próprios cães traduzem o sentido de catarse. Aturamos várias atrocidades de Ramsay para sermos recompensados neste Nono. Pessoalmente, fiquei dando socos no ar junto com Jon Snow! Rsrs. Esse momento de “lavar a alma” revela muito sobre a série e sobre algo a mais.

Primeiro, o algo a mais. Quantas vezes falamos que somos contra a violência? Quantas vezes defendemos a paz e o amor? Há um consenso (correto!) de que violência é algo errado. Aí, vem o famigerado Nono e faz a gente hiperfeliz quando Ramsay apanha e é comido pelos cachorros. Alguém dirá, “mas ele fez muitas atrocidades, está pagando”; outros dirão, “ah, não compara, Game é ficção”.

O genial da grande arte (e GoT consegue sê-la, dentro dos limites de um produto industrial) é nos colocar de frente com o que temos de pior. Quando odiamos Ramsay por suas atrocidades, mas aplaudimos Sansa pelo sadismo diante da morte de seu algoz, já relativizamos o lema “paz e amor” faz tempo. Mas há seu lado positivo, porque revela que temos padrões morais: recusamos a violência pela violência, mas entendemos que, por vezes, ela guarda certa noção de justiça. Aceitamos o sadismo de Sansa diante da morte de Ramsay porque entendemos que ele está pagando por algo muito pior. Por outro lado, nosso prazer diante do castigo revela a crueldade que mora em nós. Falem aí, vocês ficariam satisfeitos se Ramsay fosse punido com 30 anos de prisão, com direito a liberdade após cumprir 1/3 da pena?

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Claro, na vida real não é tão rápido que defendemos punições sádicas. As convenções sociais permitem que a gente encare a violência como algo que deve ser reprimido de maneira civilizada. Mas, uma linha fina separa nossa noção de justiça do nosso sadismo. E essas convenções sociais junto com o nosso ego faz a gente pensar que somos santos e incapazes de fazer uma maldade. A catarse (essa sensação de lavar a alma) permite vivenciarmos essas ambiguidades de forma segura, e no limite nos leva a refletir o quanto de fera habita em nossos supostos bons corações.

Comparem: ao contrário do Casamento Vermelho, onde sofremos porque a violência era símbolo da maldade, na Batalha dos Bastardos fomos recompensados por uma violência que simbolizava algo justo. Parece que nosso problema não é bem com a violência em si. Enfim, que bom que temos GoT para nos lembrar, de forma divertida, de que não somos santos e de que a vida não é tão simples quanto escolher entre torcer por Jon Snow ou por Ramsay Bolton.

E o que a catarse fala sobre a série em si? Só temos essa sensação de lavar a alma, quando a narrativa é bem montada: grandes personagens, bons diálogos, tramas desenhadas com cuidado, etc. Todo espectador de GoT já reclamou de algum episódio mais lento (algumas vezes com razão). Ocorre que esses momentos mais lentos são a base para que algo como a Batalha dos Bastardos seja relevante, e não se torne apenas um festival de vísceras para saciar os desejos dos mais tarados.

E, aí, o que achou do Nono? Também lavou a alma com o fim de Ramsay? Ficou nervoso com a chuva de flechas? Perdeu o ar quando Jon Snow estava sendo sufocado? Foi aos céus com Daenerys? Foi o 9º episódio que você saiu mais feliz? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 Filmes de Suspense e Justiça pelos Streamings

Alguns projetos cinematográficos conseguem nossa total atenção com uma mescla de suspense com questões de justiça. Para você que gosta de resoluções – as vezes reviravoltas – somente nos momentos finais, segue abaixo uma lista poderosa para assistir pelos streamings:

 

Um Silêncio (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Astrid (Emmanuelle Devos) esposa do advogado François Schaar (Daniel Auteuil), esse último trabalhando em um caso midiático onde defende parentes que tiveram os filhos sequestrados. Quando um segredo de décadas da família é aberto, os olhos da justiça se voltam por completo para essa família deixando Astrid em dúvidas sobre o que fazer.

 

Jurado Nº 2 (MAX)

Com um forte trauma recente em seu passado e com problemas superados com bebida, o jovem Justin (Nicolau Hoult) está prestes a ser pai pela primeira vez e vive seus dias na expectativa ao lado da esposa Allison (Zoey Deutch). A calmaria muda quando ele é selecionado para o júri de um julgamento midiático e aos poucos percebe que está mais envolvido no caso do que imaginava.

 

Ad Vitam (Netflix)

Na trama conhecemos Franck (Guillaume Canet) e Leo (Stéphane Caillard), um casal à espera do primeiro filho. Eles fizeram parte de um grupo de elite do lado da lei (grupo de intervenção da guarda nacional) que um certo dia vêem seus destinos mudar numa operação mal sucedida que causou a morte de um amigo. Quando informações secretas do ocorrido colocam em xeque todo o contexto, Franck passa a ser perseguido para entregar a única prova do que realmente aconteceu.

 

A Ordem (Prime Video)

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

 

O Segredo dos seus Olhos (Prime Video)

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

 

Pecados Antigos, Longas Sombras (Looke)

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

 

Nahir – Entre a Paixão e as Grades (Prime Video)

Na trama, conhecemos a introspectiva Nahir (Valentina Zenere), uma jovem iniciando a fase adulta que está em um relacionamento repleto de idas e voltas com o jovem Fernando (Simon Hemp). Numa madrugada, após uma discussão, ao pegar sua moto voltando pra casa é assassinado. No dia seguinte Nahir assume o crime. Mas será essa toda a verdade do caso?

 

Questão de Honra (MAX)

Na trama, conhecemos Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, um cabo e um soldado acusados de assassinato de um outro militar que iria denunciar uma prática ilegal onde eles serviam como fuzileiros navais, em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico do caso, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson) um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.

 

Acusação (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Alexandre (Ben Attal) um arrogante, privilegiado, com sentimento de superioridade, mimado, estudante francês de 22 anos que mora nos Estados Unidos e estuda engenharia em Stanford que durante sua passagem pela França, para visitar seus pais, um famoso apresentador de TV chamado Jean (Pierre Arditi) e uma ensaísta chamada Claire (Charlotte Gainsbourg), é acusado de estupro. Quem faz a acusação é Mila (Suzanne Jouannet), uma jovem de 17 anos que é filha de Adam (Mathieu Kassovitz), um professor de literatura e Valérie (Audrey Dana), uma protética dentária. Para complicar mais ainda a situação, Claire e Adam são namorados. A situação é levada aos tribunais, onde as versões do fato são ouvidas e julgadas pela lei.

 

Confissões (MAX)

Na trama, conhecemos uma família rica que fica completamente abalada com o sequestro da filha mais nova. Quando os sequestradores entram em contato, eles são surpreendidos pois os criminosos não querem dinheiro, mas se encontrar com eles, pois, alguém naquela casa, esconde um segredo sobre um ato terrível. Assim, ao longo de uma madrugada, verdades começam a aparecer.

Crítica | O Escândalo – Três gerações de mulheres empoderadas brilham em drama

Até as Últimas Consequências

Durante séculos as mulheres lutaram por seus direitos de estarem mais incluídas na sociedade, fosse pelo trabalho ou pelo voto. Mas esta foi apenas a primeira vitória, pois uma nova e mais sórdida continua sendo travada em seus bastidores de emprego. O assédio sexual, moral, o abuso diário sofrido por mulheres nos mais variados âmbitos da vida profissional é uma premissa mais que digna para qualquer obra de arte, sejam livros, séries e produções cinematográficas. E é justamente o mote para este O Escândalo (Bombshell).

Capitaneado pela musa Charlize Theron, que além de protagonizar na pele da jornalista Megyn Kelly, produz o longa ao lado do diretor Jay Roach e do roteirista Charles Randolph, o projeto nasceu de uma história real ocorrida no coração de um dos veículos de extrema direita norte-americano, a Fox News. Por mais controversas que sejam as opiniões dos jornalistas contratados pelo canal (alguns sequer concordando com o que são forçados a dizer em rede nacional – o que cria todo um novo debate sobre jornalismo e moral), o foco do filme não é ideologia política e sim a conduta opressora dentro do local de tralho. E claro, empoderamento feminino.

Voltando ao parágrafo acima, embora não seja o foco, a ideologia não é esquecida, muito pelo contrário. O filme abre bem na época da fervorosa campanha política à presidência norte-americana que elegeu Donald Trump. O presidente dos EUA, como figura polêmica que é, não poderia escapar ileso. O Escândalo abre com a “guerra pessoal” entre a protagonista e o candidato durante uma entrevista. Um dos inúmeros acertos do longa é descortinar os bastidores de uma emissora de TV deste porte, onde o que mais importa são os números. Tal insight jornalístico o coloca ao lado de produções elogiadas como Rede de Intrigas (1976) e Nos Bastidores da Notícia (1987), dadas as devidas proporções.

A trama acompanha três mulheres, jornalistas, em fases diferentes de suas carreiras, mas todas trabalhando para a mesma companhia: Megyn Kelly (Theron) está na crista da onda e é uma das profissionais mais respeitadas da área; Gretchen Carlson (Nicole Kidman) é a veterana tirada do horário nobre para um programa sem muita audiência por não aceitar desaforo – ela se encontra em decadência até de fato ser demitida do canal; e Layla Pospil (Margot Robbie), do trio principal a única personagem criada para o filme, é a novata recém-chegada na emissora, com grandes sonhos e ambições. As três, mesmo sem saber inicialmente, estão ligadas por um ocorrido repugnante, que está intrinsecamente vinculado a suas carreiras profissionais: todas foram assediadas sexualmente pelo chefe, o diretor geral da rede, Roger Ailes (John Lithgow).

Só de termos um trio do porte de Theron, Kidman e Robbie, que são verdadeiramente a nata de suas gerações, já valeria o ingresso. Quando elas entregam atuações empenhadas neste nível, a coisa melhora o sabor consideravelmente. Não por acaso, Theron e Robbie estão indicadas no Globo de Ouro pro ano que vem, e possivelmente verão novas indicações ao Oscar no currículo (e quem sabe Kidman as acompanhe). O elenco de apoio é igualmente espetacular, com destaque para Lithgow, humanizando bastante seu crápula, um dinossauro fora de seu tempo.

O roteiro de Randolph é exímio, e repete as mesmas batidas que já havia entregue em A Grande Aposta (2015), sucesso no Oscar de alguns anos atrás. Seus diálogos expositivos servem para situar a audiência no complexo emaranhado de, não só quem é quem neste jogo, mas também como o jogo funciona. Estes são alguns dos casos onde exposição é bem-vinda, trabalhando a favor da narrativa e da construção da história. Fora isso, o roteirista tem tempo para criar diálogos memoráveis, os quais iremos repetir ao longo de todo o ano, ou quem sabe para sempre. Alguns dos mais divertidos se encontram na boca da Jess Carr de Kate McKinnon, a colega de trabalho de Robbie. O roteiro favorece o trio e suas coadjuvantes, dando espaço para todas brilharem, além de tratar o tema delicado com a seriedade que ele merece.

A direção de Roach – mais lembrado por ter comandado comédias de sucesso vide a trilogia Austin Powers e Entrando Numa Fria, mas igualmente escolado no cinema político e social, vide Virada no Jogo (2012), Trumbo – Lista Negra (2015) e Até o Fim (2016) – é dinâmica e fluída, movendo o ritmo de forma acelerada, e não dando descanso ao espectador. Seu filme faz com as palavras e trama, o que filmes de super-heróis fazem com a ação para a garotada: que é deixar todos grudados na tela, sem fôlego. Aqui, nos sentimos mais estimulados, por tratar de questionamentos reais e atuais. Só de pensarmos o quão próximo foi o ocorrido (em 2016), é de causar arrepios.

No quesito das escorregadas, a principal é a maquiagem que modifica os rostos de Theron e Kidman para deixá-las mais parecidas com suas contrapartes reais. Completamente desnecessário, o artifício mais nos distrai do que ajuda a contar esta história. Afinal, onde está escrito que para dar credibilidade a esta poderosa trama, é necessário que tais mulheres fiquem idênticas às personagens reais? O cinema é magia, faz de conta e saltos de fé. Essa história é mais importante do que apenas as mulheres que as envolve, é para todas as mulheres do planeta, e a identificação seria maior caso víssemos em tela as presenças de Theron e Kidman. Neste caso soa apenas como exercício prático para mostrar o que os profissionais do ramo de próteses, penteados e maquiagem são capazes de fazer. A de Kidman, no entanto, deixa a desejar, soando muito artificial.

Apesar de tal deslize e de uma montagem ligeiramente frouxa, O Escândalo mostra a que veio, indo direto ao ponto como uma faca no coração. Os avessos ao feminismo panfletário ou qualquer discurso unilateral podem descansar sossegados também, o longa não está aqui para unicamente levantar bandeiras, embora seja um filme denúncia. Seu maior mérito é o desenvolvimento de seus personagens, humanizando “vilões”, mostrando seu lado bom, e ao mesmo tempo apresentando as falhas das protagonistas, seja no lado da ambição ou na falta de sororidade. Erros que nos faz humanos e não propagandas ambulantes para qualquer causa. O problema existe, é real, deve ser combatido e erradicado. Mas as pessoas continuarão sendo apenas humanas.

Os Filmes de Terror Slasher que se apropriaram de Queridos Personagens Infantis Famosos

Todo gênero do cinema está restrito às suas convenções. Mas isso não quer dizer que mesmo dentro de uma caixinha, uma produção não possa ser confeccionada com muita criatividade, e algumas inclusive quebrando o molde e transcendendo para outros gêneros. Onde existe originalidade, existe um caminho. Infelizmente esse não é o caso com nenhuma das produções que iremos abordar nessa nova matéria.

Como dito acima, todos os gêneros possuem suas convenções e podem ser considerados repetitivos por parte de uma audiência que não os aprecia. Por exemplo, para uma determinada parcela do público, os filmes de super-heróis podem parecer todos iguais, mesmo que essa afirmação não seja de toda verdade. O mesmo acontece, por exemplo, com os filmes slasher, subgênero dentro do terror no qual a fórmula depende quase sempre de um assassino mascarado perseguindo e eliminando suas vítimas das formas mais criativas possíveis – até eventualmente ser derrotado no desfecho.

E bem, a maioria dos críticos já reclamava desta fórmula, digamos, de mau-gosto, desde a criação e consolidação do subgênero no fim dos anos 70 / início dos anos 80. Isso não impediu, porém, o sucesso de franquias como ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Halloween’, ainda referências no estilo. Agora, mais velho, me pergunto se estes filmes significavam para mim e meus amigos na pré-adolescência, o mesmo que essas produções trash atuais significam para o público de hoje. Pode até ser, em seu conteúdo o significado é o mesmo, porém, existia um artesanato mais elaborado antes, tais filmes eram propriedade de estúdios que hoje são considerados majors, e entraram para a história.

Por comparação, as três franquias citadas estão mais para ‘Pânico’ e outros slasher mais renomados, do que estão para os filmes que iremos apresentar nessa lista. Estes são o lado B da coisa, e seriam mais equivalentes aos slasher mequetrefes dos anos 80 que tentaram pegar carona justamente no sucesso de franquias como as três citadas.

O que nos traz finalmente ao tópico da matéria. Na década de 2000, a dupla de diretores, produtores e roteiristas Jason Friedberg e Aaron Seltzer ficaram conhecidos de uma maneira muito negativa em Hollywood. A dupla entrou para a história por enterrar um subgênero: o das comédias paródias, cimentadas por ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ e ‘Corra que a Polícia Vem Aí’. Tais filmes atingiram o seu ápice nos anos 90, mas nos anos 2000 seriam usados à exaustão no mais baixo denominador comum pela dupla, em uma série de filmes desprezíveis, que entrariam para a história como alguns dos piores de todos os tempos.

A dupla apenas usava como mote o nonsense e sugava de uma fórmula sem dar nada em troca. Assim surgiam “preciosidades” do nível de ‘Uma Comédia Nada Romântica’, ‘Deu a Louca em Hollywood’, ‘Espartalhões’, ‘Super-heróis: A Liga da Injustiça’, ‘Os Vampiros que se Mordam’, ‘Jogos Famintos’ e ‘Super Velozes, Mega Furiosos’, algumas das produções mais desprezíveis da história da sétima arte, que sequer podem ser consideradas obras cinematográficas.

O mesmo fenômeno se repete hoje, mas com um gênero diferente. O slasher sempre teve uma má reputação. E alguns produtores do cinema B estão dispostos a jogar seu nome mais ainda na lama. Isso porque esses oportunistas se aproveitaram do fato de que alguns dos personagens mais icônicos da cultura pop caíram em domínio público, perdendo seus direitos autorais, de propriedade de grandes estúdios, e resolveram lançar filmes slasher usando de suas figuras a fim de chamar atenção do público.

Porém, a maioria repete apenas uma fórmula pré-estabelecida, mudando apenas a máscara ou a forma do assassino, para que se assemelhe de alguma forma a um personagem clássico. Ah sim, e fazem o mínimo esforço para tentar inserir nas poucas linhas de diálogo alguma referência ao universo clássico destes personagens. É o famoso “fale, não mostre”, até porque orçamento nenhum deles possui.

Abaixo traremos algumas das mais desavergonhadas produções recentes do gênero, de uma verdadeira enxurrada que promete não ter hora para acabar. Confira.

Ursinho Pooh: Sangue e Mel (2023)

O primeiro filme que chamou atenção para este subgênero de utilizar personagens queridos da infância dentro do subgênero slasher foi ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’. Como diz o título, aproveitando o fato de que o Ursinho amarelo da Disney (antes conhecido como Ursinho Puff), criado por A. A. Milne ainda em 1924, e todos os personagens deste universo, caíram em domínio público, estes produtores resolveram transformá-lo em vilão assassino de filme de terror. Guardem este nome: Rhys Frake-Waterfield. Pois o diretor, produtor e roteirista é o responsável por vários filmes do tipo e em breve irá criar seu próprio universo cinematográfico. ‘Sangue e Mel’ fez sucesso suficiente para gerar uma continuação logo no ano seguinte. E não se espante se vier este ano um terceiro filme. O curioso é notar que este tipo de filme tem tido uma base de fãs grande o suficiente que justifique seu lançamento nos cinemas brasileiros.

O Malvado: O Horror do Natal (2022)

Todos acham que essa moda sangrenta com personagens infantis começou com o ‘Ursinho Pooh’, mas no ano anterior, o Grinch, personagem verde que odeia o Natal, criado pelo Dr. Seuss em 1950, já virava um maníaco homicida, trucidando jovens incautos na data mais festiva de todas. De certa forma, essas produções soam muito como as sátiras pornográficas de personagens conhecidos e até infantis. Todo filme ou personagem da cultura pop de sucesso acaba recebendo sua versão marginalizada em alguma produção imprópria para menores.

Essas produções de censura máxima até lembram o que estes produtores fazem com os personagens agora no terror, e sem dúvida existe público para tudo. ‘O Malvado’ foi outro que recebeu sinal verde para habitar nossas telas de cinema, e conta com produção de Steven LaMorte (que também dirige e roteiriza o longa) e Amy Schumacher. Já na frente das telas, David Howard Thornton, que dá vida ao vilão verde, também ficou conhecido como o palhaço Art, da franquia sanguinolenta ‘Terrifier’.

Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra (2024)

Outro que caiu em domínio público foi o símbolo da Disney: o ratinho Mickey. Bem, pelo menos a sua primeira versão em preto e branco no curta conhecido como ‘Steamboat Willie’, datando de 1928. Essa foi a primeira aparição do personagem nas telas, e seu nome ainda não era Mickey, e sim Willie. Essa é a versão que agora pode ser usada por todos. E, é claro, que alguns produtores de filmes B de Hollywood não conversaram e correram para transformar em um filme slasher. E claro, o filme ganhou os cinemas brasileiros, fazendo a alegria dos aficionados.

Popeye: The Slayer Man (2025)

Este ano, até o heroico marinheiro Popeye vai entrar na dança e será transformado em vilão de filme terror trash de baixo orçamento por algum produtor picareta. Isso porque… sim, você acertou, os direitos do personagem caíram em domínio público, já que foi criado em 1929, por Elzie Crisler Segar. O trocadilho no título original está em mudar a palavra “sailor” (ou marujo, marinheiro) por “slayer” (assassino, matador). O filme terá lançamento este ano e não duvidamos que irá parar nas salas de cinema brasileiros.

O Pesadelo da Terra do Nunca de Peter Pan (2025)

Esse longa foi lançado no início deste ano nos EUA e em alguns outros países. O filme faz parte do universo que está sendo costurado pelo mesmo Rhys Frake-Waterfield com os personagens que certa vez foram de propriedade exclusiva da Disney. O produtor e cineasta já havia inclusive produzido uma “cópia” de ‘Five Nights at Freddy’s’, intitulada ‘Freddy’s Fridays’ em 2023. Aqui, é claro, temos uma paródia sangrenta de Peter Pan, Sininho e o universo criado por J. M. Barrie em 1902.

Bambi: O Acerto de Contas (2025)

O ano de 2025 nos trará muitos filmes aguardadíssimos, como o novo ‘Superman’, o novo ‘Quarteto Fantástico’ e o novo ‘Avatar’. Mas trará também uma verdadeira leva de produções questionáveis – todos parte dessa nova onda. E muitos deles com produção de Rhys Frake-Waterfield. Como, por exemplo, o filme do Bambi virado no Jiraiya. Não bastasse ter perdido a mãe assassinada por um caçador, agora, o veadinho mais famoso da cultura pop irá realizar uma vingança à altura. ‘Bambi’ foi criado pelo austríaco Felix Salten em 1923.

Pinocchio Unstrung (2025)

Também já em fase de pós-produção para o lançamento prometido para 2025, Waterfield será o responsável pela produção de ‘Pinocchio Ustrung’, que, como diz o título, terá como foco o boneco de madeira Pinóquio em sua forma mais homicida. A ideia, no entanto, não é novidade, já que em 1996 foi lançado o terror ‘Pinóquio: O Perverso’. A diferença é que o novo filme tem como finalidade a união de todos estes personagens em uma “produção-evento” que será o ápice das obras Waterfield – filme que até o momento tem o título de Poohverse, considerado ‘Os Vingadores’ (2012) do cinema B.

ScreamBoat (2025)

Outro que deverá aportar nos cinemas em 2025 é ‘ScreamBoat’, uma adaptação macabra do citado ‘Steamboat Willie’. A produção aqui é dos mesmos responsáveis por ‘O Malvado: O Horror do Natal’, Amy Schumacher e Steven LaMorte (novamente com direção do último). O longa também contará com David Howard Thornton, que viveu O Malvado e o palhaço Art, como o assassino da vez “Screamboat Willie”. Mesmo tendo “papado mosca” para ‘Mouse Trap’ (que se aproveitou mais rápido do domínio público do Mickey), ‘Screamboat’ deverá manter mais a fidelidade do conto original.

Mas não irá parar por aí, pois os produtores do cinema B irão caçar dólares de qualquer jeito. Por exemplo, Popeye será alvo de duas outras duas produções trash de terror somente esse ano: ‘A Vingança de Popeye’ e ‘Popeye: Maré de Horror’. O mesmo pode ser dito do ratinho Mickey, que além de ‘Screamboat’ e ‘Mouse Trap’, irá aparecer em ‘A Casa do Mickey: Parque da Morte’ e ‘Mickey: O Rato dos Horrores’. Nem mesmo a Cinderela teve descanso e estrelou os slashers ‘A Maldição de Cinderela’ e ‘A Vingança de Cinderela’. Qual será o próximo alvo destes produtores picaretas?

Fã encontra nova conexão entre ‘Guerra Infinita’ e ‘Thor: O Mundo Sombrio’; Saiba mais!

Todos nós sabemos que tudo está conectado no universo da Marvel, e um fã achou um novo detalhe que conecta ‘Thor: O Mundo Sombrio‘ diretamente com os eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

A cena em questão foca no personagem Dr. Erik Selvig e o seu quadro sobre os Nove Reinos, e uma informação complicada sobre os seus 616 universos. Acontece que, o lugar onde Thor construiu sua nova arma em ‘Guerra Infinita‘, é mencionado no quadro. A palavra “Nidavellir” aparece escrita no quadro negro.

Confira:

Anyone else ever notice Nidavellir on Selvig’s chalkboard in Thor: TDW? from r/marvelstudios

Saiba como foram criados os Efeitos Especiais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Vingadores 4 estreia em 27 de Abril de 2019.

 

Sobreviva ao jogo mortal no trailer do terror ‘Play or Die’; Assista!

O terror ‘Play or Die‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Jacques Kluger, o longa é baseado no livro Puzzle, escrito por Franck Thilliez.

Lucas e Chloe são dois jovens apaixonados por jovens que decidem participar de Paranoia, um escape room muito exclusivo. Depois de solucionar o primeiro desafio, eles chegam à final em um hospício abandonado, localizado no meio de uma floresta sinistra. Lá, quatro outros participantes estão esperando por eles. Logo, eles percebem que apenas um deles sairá do jogo vivo.

O elenco conta com Charley Palmer, Roxane Mesquida, Marie Zabukovec, Thomas Mustin e Igor Van Dessel.

O longa será lançado direto em VOD no dia 2 de julho.

FUJA

(Run)

 

Elenco:

Sarah Paulson

Pat Healy

Erik Athavale

 

Direção: Aneesh Chaganty

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Netflix em 2 de Abril de 2021

Sinopse: 

Uma mãe cria sua filha adolescente em isolamento, apenas para ver sua vida começar a se desenrolar quando ela descobre o passado sinistro de sua mãe.

Assista a crítica:

Crítica | Sarah Paulson e Kiera Allen brilham em ‘Fuja’, um dos melhores thrillers do ano

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor do aclamado suspense ‘Buscando…‘;

» Além de dirigir, Chaganty também coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Blade’: Marvel está procurando roteiristas para o reboot

De acordo com o THR, o desenvolvendo do reboot de ‘Blade‘ ainda está nos estágios iniciais e a Marvel está atualmente procurando roteiristas para o projeto.

O site ainda afirma que a Marvel quer formar uma equipe apenas com talentos negros – em uma decisão semelhante com a abordagem do sucesso ‘Pantera Negra‘.

Recentemente, o diretor Chad Stahelski (da franquia ‘John Wick‘) revelou que adoraria dirigir um reboot de ‘Blade‘.

“Se eu tivesse oportunidade, eu queria dirigir ‘Blade’. Eu adoraria comandar um reboot ou algo assim do personagem, só porque eu acho muito legal essa vibe de ação com vampiros e artes maciais. Seria legal explorar esse conceito e reinventá-lo.”

Mahershala Ali estrelará como o anti-herói.

Confira os incríveis cartazes feitos por fãs do reboot:

Mahershala Ali como ‘Blade‘ (Eric Stokes Brooks), só queria fazer uma edição rápida.

 

 

 

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Mahershala Ali as Blade (Eric Stokes Brooks), just wanted to do a quick edit. @marvelstudios @mahershalaali

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Segundo fontes próximas ao site WGTC, a adaptação trará dois vilões principais para as telonas.

O Conde Drácula será um deles e seu principal objetivo será transformar todos os humanos em vampiro. O segundo será Nina Price, vampira-sobrinha de Jack Russell (um lobisomem). Nina é uma criatura de raça híbrida única que, nos quadrinhos, não funciona como vilã – mas tudo indica que os estúdios Marvel irão mudar seu arco narrativo.

Lembrando que o elenco e o diretor ainda não foram anunciados oficialmente.

A lista de candidatos inclui Spike Lee como principal nome para comandar o projeto, mas Lee Daniels, Steve McQueen, e Nia DaCosta também estão sendo considerados.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia paraBlade’. 

‘VAL’: Documentário sobre a vida do Val Kilmer ganha trailer; Assista!

A Amazon Prime divulgou o primeiro trailer de ‘VAL‘, documentário que mostrará a vida do ator Val Kilmer.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 6 de agosto.

Quem é o Val Kilmer? Ele é o Batman. Ele é o Iceman. Ele é o Jim Morrison. E ele é um cineasta experiente. Esse documentário mostrará a vida cotidiana do ator Val Kilmer, apresentando imagens nunca antes vistas ao longo de 40 anos.

Ting Poo e Leo Scott são responsáveis pela direção.

Mar de Dentro

 

Elenco:

Monica Iozzi

Rafael Losso

Gilda Nomacce

 

Direção: Dainara Toffoli

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 07 de Abril de 2022

Sinopse: 

Manuela é uma profissional de sucesso que, ao se descobrir grávida de um colega de trabalho, tem de lidar com a transformação de seu corpo e sua vida. Em meio a tantos desafios, ela se defronta com uma fatalidade que afetará ainda mais seu destino. Quando o bebê nasce, ela tem de aprender a ser mãe mesmo sem gostar, a priori, da maternidade.

Crítica | Mar de Dentro – Monica Iozzi em um Poderoso recorte sobre a Maternidade (Nota: 9.0)

 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Dainara Toffoli também escreve o roteiro ao lado de Elaine Teixeira;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘That ’90s Show’: Sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show’ ganha trailer divertido

A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘.

Confira:

Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis e Wilmer Valderrama farão participações especiais na produção, reprisando seus papéis na série original.

O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.

A nova série começará em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, serão responsáveis pelo roteiro e também servirão como produtores executivos.

Gregg Mettler será o showrunner da nova versão.

‘A Freira 2’ ultrapassa ‘Invocação do Mal 3’ nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘A Freira 2‘ já arrecadou sólidos US$ 231.1 milhões nas bilheterias mundiais, ultrapassando a arrecadação total de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (US$206.4M).

Além de já estar praticamente empatado com ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ (US$231.2M), o longa também deve conseguir ultrapassar a bilheteria global de ‘Annabelle‘ (US$257.1M) nas próximas semanas, consolidando-se como uma das maiores arrecadações do universo de ‘Invocação do Mal‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 76.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 154.4 milhões.

Além disso, a produção também ultrapassou a arrecadação total de ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘ (US$188.5 milhões), tornando-se o maior terror do ano.

Vale lembrar que o primeiro filme, lançado em 2018, segue como a maior bilheteria da história do universo de ‘Invocação do Mal‘, com US$ 365.5 milhões arrecadados mundialmente.

Confira nossa crítica:

Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

O aclamado ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘, que alcançou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1B), ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$567.7M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$543.6M).

Nos EUA, a produção soma US$ 168 milhões. No mercado internacional, foram US$ 221 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 389 milhões.

Os maiores mercados internacionais contam com a China (US$28.7M), França (US$21.5M), México (US$19.2M) e Reino Unido (US$18.2M).

Apesar de ter perdido o título de maior arrecadação do ano no Brasil, o filme já soma mais de R$ 60 milhões em território nacional.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 56.5 milhões nos EUA, superando as estreias de ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ (US$54.8M) e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘ (US$56.2M).

Orçada em US$ 165 milhões, a produção infelizmente recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – o que é considerada baixa para o gênero. Para termos de comparação, essa é a menor nota da franquia desde o criticado reboot de Tim Burton, de 2001.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Serra das Almas

 

Elenco:

Mari Oliveira
Júlia Stockler
Ravel Andrade

 

Direção: Lírio Ferreira

Gênero: Ação

Duração: 121 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 24 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em SERRA DAS ALMAS, um roubo de joias irá reunir um antigo grupo de amigos desajustados, fazendo com que os resultados sejam catastróficos. Vigiados por fantasmas do passado, cada um deles terá que encontrar sua própria forma de liberdade.

Curiosidades: 

» O longa, uma coprodução entre Carnaval Filmes e Urso Filmes, fez sua estreia mundial na Première Brasil do Festival do Rio em 2024 e venceu o prêmio Netflix na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo;

» Paulo Fontenelle, Audemir Leuzinger e Maria Clara Escobar assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Romance LGBTQ+ com astro de ‘Alice in Borderland’ estreia na Netflix; Confira o trailer!

O romance LGBTQ+ japonês ‘10Dance‘ já está disponível na Netflix.

Na trama, dois dançarinos opostos em tudo menos na arte concordam em treinar juntos para uma competição. Primeiro eles batem de frente, mas logo sentem uma atração poderosa.

Keita Machida (‘Alice in Borderland’) e Ryoma Takeuchi (‘O Sol Não se Move’) estrelam a produção.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Keishi Otomo, o filme é baseado no mangá homônimo de Inouesatoh.

O elenco ainda conta com Shiori Doi, Anna Ishii, Shinya Hamada, Oshiro Maeda, Nadiya Bychkova, Susie Trayling e Pasquale La Rocca.

Vincent D’Onofrio fala sobre ‘Rei do Crime’ nos filmes da Marvel

Vincent D’Onofrio, interprete do vilão Rei do Crime em ‘Marvel’s Daredevil‘, falou com o DigitalSpy (via Heroic Hollywood) sobre as possibilidades do Rei do Crime aparecer nos cinemas.

Esse assunto sempre vem a tona de tempos em tempos porque o vilão surgiu nas HQs do ‘Homem-Aranha‘, e posteriormente foi parar no Hell’s Kitchen – bairro onde vive Matt Murdok/ Demolidor, em Nova York. Mas o ator afirma que isso é quase improvável.

“Eu adoraria mudar para o cinema, mas acho que foi não vai acontecer. Ou pelo menos não neste momento. Kevin Feige já explicou isso, e isso é o que faz mais sentido, ele disse que o universo do filme já está muito lotado. Já é bastante difícil, e se eles continuam trazendo grandes personagens, não vai funcionar. Eles estão tentando descobrir como individualizar mais e ao mesmo tempo manter Os Vingadores.”, disse D’Onofrio ao DigitalSpy

Em recentes declarações aos seus fãs via Twitter, Vincent D’Onofrio tem falado bastante sobre sua participação no Universo Marvel (tanto no cinema como na TV) interpretando o Rei do Crime.

Os fãs perguntaram a ele sobre possíveis participação em algum filme do Homem-Aranha‘ – já que o Rei do Crime surgiu como vilão do Amigão da Vizinhança -, mas D’Onofrio afirma que isso é impossível. Ele também confirma que não há chances de participar de ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘).

Sigourney Weaver aparece em fotos no set de ‘Os Defensores’

Sobre uma série solo do vilão na Netflix, o ator declarou:

“Diga isso para a Marvel. Eu aceito.”

As chances disso acontecer são praticamente nulas, o provável é que o personagem retorne em um novo arco durante a 3ª temporada de ‘Demolidor‘ (Marvel’s Daredevil‘) ou na série solo do ‘Justiceiro‘.

E você, gostaria de uma série solo do Rei do Crime?

‘Espiões Disfarçados’: Will Smith e Tom Holland vão dublar animação do estúdio de ‘Rio’

Os astros Will Smith e Tom Holland serão os grandes dubladores da animação ‘Spies in Disguise’, baseada no curta metragem ‘Pigeon: Impossible’, de Lucas Martell.

Na produção, o Smith vai encarar o papel de Lance Sterling, um carismático agente secreto, cheio de habilidades e talentos.

Holland dará voz a Walter, um jovem inventivo, desajustado e extremamente inteligente que, embora seja péssimo em se socializar com as pessoas, possui um enorme domínio da tecnologia. Juntos, eles formam a dupla mais incomum que vai precisar salvar o mundo.

Dirigido por Nick Bruno e Troy Quane, ‘Spies in Disguise’ chega aos cinemas norte-americanos em janeiro de 2019.

A produção é do estúdio Blue Sky, de ‘A Era do Gelo‘ e ‘Rio‘.

Confira o curta metragem ‘Pigeon: Impossible’, na íntegra:


‘O Exterminador do Futuro 6’: Arnold Schwarzenegger já iniciou suas filmagens

Desde que a produção de ‘O Exterminador do Futuro 6‘ iniciou, os fãs já tiveram a oportunidade de ver algumas imagens de Linda Hamilton percorrendo o set de filmagens com o figurino de Sarah Connor.

E recentemente, o astro Arnold Schwarzenegger compartilhou que também já está em gravações. A revelação foi feita por ele mesmo em um vídeo de apoio ao primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama.

No material em questão, ele solidariza ao gestor, que se encontra na conferência Climate Action Pacific Partnership, dizendo:

“Me perdoe por não estar contigo nesta conferência, mas no momento estou filmando ‘O Exterminador do Futuro 6‘ e é por isso que não pude participar do evento”.

O Gabriel Luna viverá o exterminador no reboot, que também tem no elenco Diego Boneta (‘Scream Queens‘) em um papel misterioso.

Recentemente, o reboot teve sua estreia adiada para 22 de novembro de 2019.

O diretor James Cameron  retorna como produtor na nova trilogia e afirmou que dará sequência aos eventos dos filmes de 1984 e 1991, ignorando os demais.

Linda Hamilton, atriz que imortalizou a personagem Sarah Connor nos dois primeiros filmes da franquia, também retorna.

Tim Miller, de ‘Deadpool, dirige.

‘O Exterminador do Futuro’: Relembre os 4 filmes da franquia em 10 minutos 

Schwarzenegger conta que passou dificuldades antes de ‘O Exterminador do Futuro’ 

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

‘Breaking Bad’: Bryan Cranston e Aaron Paul publicam misteriosa imagem; Confira!

Em 2018 foi anunciado que a AMC estaria produzindo um filme situado no universo deBreaking Bad’, que funcionaria como uma sequência dos eventos da série, mostrando o que acontece com Jesse Pinkman após sua escapada para a liberdade.

E parece que o projeto ganhou novidades. Os astros Bryan Cranston e Aaron Paul publicaram, simultaneamente, uma misteriosa imagem em suas respectivas contas do Instagram, atravessando um rio a pé, com a mesma e enigmática legenda: “mais cedo ainda”.

Sem explicações, a publicação está chamando a atenção dos fãs, que suspeitam que esse movimento seria uma espécie de teaser do que o filme sequência de ‘Breaking Bad‘ poderia trazer. Na foto – que por sinal parece ter sido tirada em um país de terceiro mundo – ainda é possível ver Cranston barbudo.

Confira a imagem:

 

Além da dupla de protagonistas, especula-se que teremos o retorno de  Krysten Ritter, Jonathan Banks, Jesse Plemons, Charles Baker, Matt Jones e Robert Forster.

Os fãs da série podem estranhar alguns destes nomes, visto que seus personagens estão mortos, porém detalhes de como eles serão inseridos na trama não foram revelados. O mais provável é que seja através de flashbacks.

Este será o primeiro projeto do criador da série, Vince Gilligan, depois de assinar um contrato de três anos com a Sony Pictures Television.

‘Coringa’, ‘O Pintassilgo’ e mais destaques da HBO Go em Julho; Confira a promo!

A grade de programação do streaming HBO Go ganhou um grande reforço neste Mês de julho, com a chegada de novos títulos.

E entre as estreias para este mês estão o aclamado vencedor do Oscar, ‘Coringa’, além do drama ‘O Pintassilgo‘.

E um vídeo lançado pela HBO traz os principais destaques da programação ao longo deste período, incluindo também a nova leva de episódios da popular série ‘Veronica Mars‘.

Assista:

Confira o trailer de Coringa:

 

 

‘Os Novos Vingadores’: Ator de ‘Loki’ quer estrelar o projeto

Ao longo da série ‘Loki‘ os fãs da Marvel foram apresentados ao Kid Loki, uma versão mais jovem do popular trapaceiro.

E o intérprete do personagem, Jack Veal, revelou que adoraria participar do elenco de ‘Os Novos Vingadores’, trazendo o pequeno anti-herói de volta em sua forma juvenil. Ao longo de uma entrevista ao ComicBookMovie, o jovem ator expressou seu interesse na vindoura produção, mas salientou que ainda não fora abordado pela Marvel Studios a respeito da possibilidade.

“ESSA JÁ FOI UMA JORNADA INCRÍVEL E EU NUNCA ESPERAVA CHEGAR TÃO LONGE. DAR UM PASSO ASSIM SERIA TÃO SURREAL! EU ADORARIA FAZER ALGO TÃO BOM COMO ISSO, MAS ATÉ AGORA, EU NÃO OUVI NADA SOBRE OS NOVOS VINGADORES DA MARVEL”.

Segundo o site MCU Cosmic, a aguardada sequência de ‘Capitã Marvel trará não apenas o retorno de Brie Larson como uma das heroínas mais poderosas do panteão super-heroico, mas também irá preparar o terreno para o próximo filme dos ‘Vingadores’ – neste caso, os Novos Vingadores.

Rumores indicam que o longa-metragem funcionará do mesmo jeito que ‘Capitão América: Guerra Civil’ para ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Os bastidores de ‘Loki‘ podem ser conferidos na série ‘Marvel Studios’ Assembled‘.

Confira o trailer:

Por falar nisso, o último episódio da 1ª temporada de ‘Loki‘ foi o mais assistido entre os finais das séries da Marvel em parceria com a Disney+.

Nada menos que 1,9 milhão de famílias norte-americanas assistiram ao episódio entre 14 a 18 de julho, ultrapassando os 1,7 milhão de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ e os 1,4 milhão de ‘WandaVision‘.

Em territórios internacionais, o season finale de ‘Loki‘ também teve a melhor pontuação nos primeiros cinco dias de exibição no Reino Unido (300 mil famílias), Alemanha (96 mil) e Austrália (12 mil).

As marcas superam os números registrados por ‘Falcão e o Soldado Invernal’, com 254 mil famílias alcançadas no Reino Unido, 78 mil na Alemanha e 10 mil na Austrália.

Já ‘WandaVision‘ alcançou 209 mil lares no Reino Unido, 42 mil na Alemanha e apenas 07 mil na Austrália.

Lembrando que todos os episódios de ‘Loki‘ já estão disponíveis na Disney+.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘Sterling Point’: Ella Rubin e Amélie Elisabeth Hoeferle vão estrelar nova série da Amazon, produzida por Margot Robbie

A vindoura série juvenil da Amazon MGM Studios, ‘Sterling Point‘, está ganhando forma e seu elenco de protagonistas já foi escalado. Segundo o portal Deadline, Ella Rubin e Amélie Elisabeth Hoeferle vão estrelar a produção, criada e dirigida por Megan Park (‘Meu Eu do Futuro‘).

‘Sterling Point‘ será produzida pela LuckyChap, produtora de Margot Robbie, bem como pela Fake Empire. Park também assume a função de produtora executiva do projeto.

Os detalhes da trama permanecem em sigilo, mas a série é descrita como uma dramédia emocionante sobre irmandade, natureza versus criação, dinâmicas familiares complexas e luto.

Segundo o Deadline, a série acompanhará Annie (Rubin), criada em Nova York por seu pai solteiro, ao lado de seu irmão gêmeo. Até que eles descobrem que seu distante avô os deixou uma ilha em um lago, como herança em seu testamento.

Hoeferle interpretará Ramona, uma adolescente que vive na ilha e que fora criada pelo avô.

Sterling Point‘ é parte do novo acordo firmado entre a LuckyChap e a Amazon MGM Studios para a produção de projetos televisivos.

‘Liga da Justiça’: Atores revelam quais vilões gostariam de ver na sequência; Confira!

Falta pouco para a grande estreia de Liga da Justiça  nos cinemas e os astros Gal Gadot e Ezra Miller revelaram em entrevista ao Toronto Sun quem eles gostariam de combater no segundo filme.

Após enfrentar o Lobo da Estepe no primeiro longa, eles possuem ideias interessantes para a continuação, ao invés de citarem o Darkseid, o líder do Lobo, os atores preferiram colocar a Liga da Injustiça no posto de antagonistas.

Miller, o Flash, comentou:

“Eu acho que posso falar por todo mundo na Liga quando digo que nós estamos extremamente animados com a possibilidade de continuarmos essa jornada. A gente não sabe ao certo como será o segundo filme, e normalmente somos os últimos a descobrir isso, mas… Cada herói no filme tem um nêmesis específico, e eu acho que ver a incarnação da Liga da Injustiça (que inclui o Lex Luthor, Coringa, Exterminador e mais) seria algo que os fãs da DC ficariam bem felizes de ver.”

Gal Gadot, preferiu focar em uma personagem mais conhecida por ser a inimiga da Mulher-Maravilha e que pode também funcionar para uma sequência do filme solo da personagem:

“Existem tantos vilões bons no universo da DC Comics, mas eu amaria lutar contra a Mulher-Leopardo. Ela é uma garota, o que pode ser algo bem interessante.”

E vocês, gostariam de ver quais vilões na possível sequência de Liga da Justiça?

‘Liga da Justiça’: Saiba o que os críticos estão achando do filme!

Warner vai diminuir o Universo Estendido da DC após ‘Liga da Justiça’ 

Liga da Justiça’ estreia no Brasil dia 15 de Novembro .

Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

‘In Darkness’: Suspense psicológico com Natalie Dormer ganha trailer de tirar o fôlego

A Universal Pictures acaba de lançar o primeiro trailer do terror In Darkness, estrelado por Natalie Dormer (Game of Thrones). Confira:

Na trama, a Pianista cega, Sofia (Natalie Dormer) escuta uma briga vinda do apartamento acima do seu, que acaba levando à morte de sua vizinha, Veronique (Emily Ratajkowski). É o começo de uma jornada que empurra Sofia para fora de sua zona de conforto e a faz entrar em contato com o pai de Veronique, Milos Radic (Jan Bijvoet), um empresário sérvio e suspeito criminoso de guerra acusado de cometer genocídio durante a guerra da Bósnia, que agora vive em Londres sob asilo político. Atrás da verdade, Sofia arrisca sua vida em busca de respostas e mergulha em um obscuro submundo de corrupção, violência e chantagem. Uma vez que os segredos de seu próprio passado se entrelaçam com o círculo íntimo de fraudes de Radic, Sofia, enquanto procura vingança, tem sua investigação atrás do mistério revelada.

O longa tem direção de Anthony Byrne e ainda não possui data de lançamento para o Brasil.

 

‘Capitã Marvel’: Saiba quando o primeiro trailer deve ser lançado!

Após a revista EW divulgar diversas imagens inéditas de Capitã Marvel, os fãs estavam questionando quando sairia o primeiro trailer. E parece que não está muito longe disso acontecer.

‘Capitã Marvel’: Imagens oficiais revelam o visual dos Skrulls, de Nick Fury e muito mais!

Pelo menos é o que garante o cronograma de produção do programa Good Morning América, que vazou na internet. Apesar de ninguém ter confirmado sua veracidade, o cronograma diz que o trailer será exibido no dia 18/09, após uma entrevista com Bristol Palin. Além disso, a imagem afirma que Brie Larson ainda pode apresentar o trailer, via transmissão em vídeo. Confira a imagem:

O site MCU Cosmic informou que o aguardado Capitã Marvel terá o orçamento de US$ 152 milhões. Caso a informação seja verdadeira, isso colocaria o filme com orçamento próximo ao de ‘Thor’ e ‘Doutor Estranho’.

[CUIDADO COM SPOILERS]

Após divulgar as primeiras imagens do aguardado Capitã Marvel, a revista EW também publicou uma breve descrição de uma das cenas do filme. Além disso, a descrição pode também ter revelado a identidade do personagem vivido pelo ator Jude Law.

A cena em questão mostra uma missão de resgate pelo planeta Torfa, descrito com paisagens formadas por areia azul-riscada e gigantes arcos de pedra (filmado em uma pedreira na Califórnia). A cena, então, mostraria Carol Danvers e os demais integrantes da equipe Starforce em uma nave. A missão do time Kree é encontrar um espião perdido. Para dificultar a tarefa, o chão está cheio de neblina e há a expectativa de encontrar os Skrulls naquele planeta. É aí que a descrição da cena aponta que “o comandante da Starforce Mar-Vell” dá a ordem para a equipe sair da nave. A primeira a sair é a Capitã Marvel, uma vez que ela odeia esperar por ordens e está sempre ansiosa por uma briga.

Ou seja, é muito provável que Law seja mesmo Mar-Vell, o Capitão Marvel original, com quem Carol adquiriu seus poderes.

[FIM DOS SPOILERS]

O lançamento do aguardadoCapitã Marvel está previsto para 7 de março de 2019, no Brasil.

Vingadores: Guerra Infinita já está disponível em DVD e Blu-ray.

Crítica 2 | ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é um gibi do Jack Kirby que ganha vida nas telonas

Julho se encerra com o filme do Universo Cinematográfico Marvel mais “histórias em quadrinhos” já feito. Com estreia marcada para esta quinta-feira (24), Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega aos cinemas para quebrar o tabu da primeira Superfamília das HQs de nunca ter conseguido uma adaptação cinematográfica realmente boa. Com direção de Matt Shakman (WandaVision), o filme é uma aventura que faz brilhar os olhos de qualquer um que já tenha lido as aventuras clássicas do grupo nos gibis.

Muito disso se deve à opção de ambientar o filme em um universo alternativo, no qual o mundo vive uma realidade retrofuturista. Ou seja, apesar das pessoas se vestirem como nos anos 60, sua tecnologia é consideravelmente mais avançada, muito próxima do conceito que essa década tinha do que seria o futuro. Isso dá ao longa uma roupagem simplesmente fascinante.

Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.

A trama se passa quatro anos após o acidente espacial que deu poderes ao grupo. Então, eles já são heróis consolidados e amados por todo o mundo. Mais do que isso, são celebridades. Enquanto Sue Storm (Vanessa Kirby) assume a liderança diplomática da Fundação Futuro, Reed Richards (Pedro Pascal) tem um programa televisivo que ensina ciência para a molecada, e Johnny Storm (Joseph Quinn) é um fenômeno publicitário. Já Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach), ainda se acostumando com o corpo de pedra, leva uma vida mais pacata, centrada em se reconectar com seu bairro de origem.

O filme brilha por finalmente encontrar um equilíbrio na forma como retrata o grupo. Todos têm seu tempo de tela, apesar dos irmãos Storm serem o coração dessa aventura. Mesmo assim, é muito interessante ver o trabalho de Ebon para criar sua versão de O Coisa. O drama do personagem é abordado de forma muito sutil, refletido principalmente em seu comportamento durante o longa. Enquanto os outros buscam aparições públicas e estampam seus rostos em revistas e produtos, O Coisa é mais reservado, como se ainda buscasse aceitar a própria aparência. Justamente por se sentir um monstro, ele é o membro do Quarteto que ostenta as ações e reações mais humanas da história. Ele é mais sensível, ele percebe a gravidez de Sue, ele passa um bom tempo desenvolvendo seus dotes gastronômicos e regressando ao bairro onde nasceu e cresceu, revisitando velhos amigos e relembrando o que fez ele ser quem era. É muito sutil, mas muito bonito.

Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.

Mas quem rouba a cena mesmo é Sue Storm. Ela é retratada como o extremo oposto de Reed, e isso fica nítido desde a cena de abertura, que traz o casal descobrindo a gravidez. Enquanto o futuro papai se perde em desespero e preocupação, ela trasborda de alegria, quase como um alívio por eles enfim terem conseguido engravidar, apesar de todos os percalços que enfrentaram nos últimos anos. Mesmo com as preocupações de Reed sobre os efeitos da radiação nas células do feto, ela crê que o bebê virá perfeito e mantém um ar de esperança e fé no futuro. É realmente inspirador. Como Mulher Invisível, ela consegue se destacar da mesma forma. E isso é lindo! Principalmente porque as últimas adaptações a reduziram apenas a um interesse amoroso ou motivo de piadas sexistas. Neste filme, a Sue é peça fundamental e tem um potencial enorme para encantar os fãs e terminar o longa como a personagem favorita de muitos. Seja por seus poderes que fazem justiça aos quadrinhos ou por sua humanidade belíssima.

Já o Johnny segue um molecão. O Tocha Humana é um jovem adulto mundialmente famoso por suas garotas. No entanto, ele carrega a frustração de não ter encontrado uma única mulher que considere interessante o suficiente para manter uma relação duradoura. É como se ele fosse mulherengo para tentar suprir o tédio de ser um super-humano. Nesse contexto, quando cruza caminho com a Surfista Prateada (Julia Garner), seus olhos brilham. Ele fica fascinado pela criatura alienígena e começa uma investigação por conta própria, já que sua falta de maturidade faz com que Reed não o leve muito a sério. Ele conquista com seu carisma e humor afiado, mas também por esse hiperfoco em ajudar a resolver um mistério sem precedentes. E o mais legal é que além de querer provar seu valor, sua maior motivação é manter a família unida – com o amor que sente pelo futuro sobrinho.

Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.

Quem acaba ‘sobrando’ um pouco na trama é o Reed de Pedro Pascal. Não por ser ruim, mas porque seu Senhor Fantástico parece estar dando seus primeiros passos nesse universo. Enquanto o resto do grupo está em um estágio avançado de exploração de poderes, ele ainda é muito limitado no uso da elasticidade. Tanto que há uma cena na qual ele se estica mais e sofre bastante com isso. O longa foca mais em sua persona como cientista e na culpa que carrega pelo acidente no espaço. Não ter previsto a onda de radiação o transformou em um homem mais frio e pragmático, colocando as probabilidades de catástrofe a frente da própria vida. No contexto da gravidez, homens costumam ficar mais preocupados e atentos a riscos, agora imagine esse efeito na mente dele. É interessante, só que deve ser melhor explorado mais para frente.

Por outro lado, a dupla Galactus (Ralph Ineson) e Surfista Prateada é sensacional! Mesmo sem aparecer muito, já que o filme é curto, os momentos em que eles pintam na tela são de tirar o fôlego. A introdução do Devorador de Planetas é para lavar a alma de todos os fãs traumatizados com a nuvem de poeira cósmica do longa de 2007. Ele é retratado novamente como uma força da natureza, só que também tem uma consciência. O gigante é atormentado pela fome e busca um sucessor para poder ter descanso. Porém, enquanto não encontra, ele segue se alimentando dos planetas. Já a Surfista é uma arauto atormentada por suas escolhas. Ela tem uma história de origem desenvolvida, mas se destaca mesmo pelas cenas de ação ridiculamente criativas.

Reprodução/ 20th Century Studios/Marvel Studios.

Falando nisso, essa falta de vergonha de suas origens nas histórias em quadrinhos é o grande mérito do filme. Mesmo que o roteiro não seja complexo e apele para soluções rápidas, ele usa e abusa da criatividade para conseguir esses feitos das formas mais espetaculares possíveis. E isso é típico dos gibis clássicos do grupo. Dispositivos científicos que são construídos rapidamente para feitos incríveis, carros voadores e viagens espaciais acontecendo em um estalar de dedos. O longa poderia se contentar com o simples, como em colocar a Surfista Prateada voando pelos prédios de Nova York, mas ele prefere explorar os poderes dela em cenários nunca antes abordados nas telonas. É muito mais legal colocá-la surfando um buraco negro, por exemplo, ou driblando canos de lava. No fim das contas, a direção de Matt Shakman sempre opta por retratar o filme da forma mais legal possível. E isso é digno de muitos aplausos. É um filme com cheirinho de banca de jornais.

Por ter um roteiro simples – e passar num piscar de olhos -, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos consegue transpor para as telas a sensação maravilhosa de abrir um gibi qualquer do grupo e se deliciar com uma aventura descompromissada por menos de duas horas. É rápido, é dinâmico, é caloroso… É uma experiência familiar completa! Inclusive, Shakman aposta em um artifício que faz muita falta nos filmes com super-heróis, que é abordar essas criaturas extraordinárias utilizando seus poderes em situações cotidianas. Se falta luz e você consegue ‘acender’ o próprio corpo, por que não usar a mão como lanterna? E qual exatamente deve ser o intelecto de um homem para conseguir montar um berço sem passar raiva? É divertidíssimo ver esses super-humanos em situações extremamente humanas, e isso é um dos grandes destaques do filme. Esses pequenos momentos de pura simplicidade são de arrancar sorrisos até dos mais carrancudos.

Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.

O único ponto negativo nessa aventura do Quarteto é o tempo de duração. O filme é um dos mais curtos do MCU, então ele termina deixando aquele gosto de querer ver mais. Mais do filme, mais daquela realidade fantástica, mais daquelas pessoas e sociedade, mais de uma utopia digna dos Jetsons. É tudo tão bonito e fascinante que você torce para que o tal reboot prometido para o Universo Cinematográfico Marvel siga essa estética depois dos próximos longas dos Vingadores.

E isso se deve muito ao grande gênio que inspirou a essência desse filme: Jack Kirby. Lenda máxima das histórias em quadrinhos, o ilustrador co-criou os principais personagens da casa. Junto a Stan Lee, com quem terminou brigado, ele deu vida a ícones como Homem de Ferro, Thor, Hulk, os X-Men e o próprio Quarteto Fantástico. Além de ter criado o Capitão América junto a Joe Simon na década de 1940. Ele também definiu os rumos do universo cósmico da Marvel nos quadrinhos, usando e abusando das cores e psicodelia em suas artes.

Jack Kirby em 1992. Foto: Divulgação/ Susan Skaar.

O filme é uma grande carta de amor ao legado de Jack Kirby para a cultura americana e para a Marvel em si. Na década de 1960, a “Fórmula Marvel” de fazer quadrinhos foi revolucionária. Consolidada como um fenômeno justamente pela parceria entre Lee e Kirby, ela apostava na liberdade máxima aos ilustradores, que desenhavam as histórias sem terem um roteiro pronto. Dessa forma, eles criavam personagens, uniformes e situações para que roteiristas, como Stan Lee, criassem os argumentos, os diálogos. Claro que as ilustrações vinham de debates entre as duplas, gerando um trabalho bastante orgânico e humano. Porém, a genialidade dessa parceria rendeu batalhas jurídicas que se estenderam por décadas nos tribunais. Stan se definia como o criador desses personagens, enquanto Kirby e seus familiares brigavam na justiça pelo reconhecimento de seu trabalho na criação dos mesmos, o que incluiria uma porcentagem justa dos lucros relacionados a eles.

Por anos e anos, Kirby foi escanteado de seu pedestal conquistado com méritos no panteão da Marvel, mas os fãs de seu trabalho não deixaram que ele fosse esquecido. Esse filme é uma vitória para os admiradores e fãs das obras de Jack Kirby, seja pelas participações especiais que o homenageiam ou pela estética fabulosa que remete a suas obras, tudo é feito para honrá-lo. Ao fim, o longa ainda traz uma citação do quadrinista. É verdadeiramente lindo. É como ver um amigo de longa data enfim recebendo o devido reconhecimento pelo qual batalhou ao longo da vida. É uma pena que ele não esteja mais entre nós para ver aonde sua arte o levou.

Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.

Enfim, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos pode não ser o melhor filme do Universo Cinematográfico Marvela trilogia Guardiões da Galáxia segue no topo -, mas certamente é o mais legal. Seu desprendimento daquele realismo chato para abraçar o fantástico como regra, e a homenagem viva a Jack Kirby são um deleite para os fãs, que enfim têm um filmaço do Quarteto Fantástico para chamar de seu. Ah sim, o longa tem duas cenas pós-créditos. A primeira é sensacional para quem liga para continuidade e futuro do MCU, já a segunda é um presentão para os fãs da Marvel em suas diversas mídias.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega aos cinemas em 24 de julho de 2025.

Timothy Spall EMOCIONA em ‘Forrest Gump’ da Terceira Idade disponível na Claro TV+

Com o passar do tempo, a idade vai chegando para todo mundo. E o que vamos percebendo enquanto envelhecemos é que sempre há assuntos inacabados para serem resolvidos, que às vezes tempo demais foi gasto em coisas que não deveriam ter recebido tanta atenção. Mas, mesmo assim, nunca é tarde para correr atrás dos sonhos ou para recomeçar. Esta é a veia que conduz o pulsar em ‘O Último Ônibus’, novo drama adorável que está disponível na Claro TV+.

Assista ao trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=RqSRreRH9FI

Tom (Timothy Spall) é um senhor com mais de 80 anos que vive numa linda casinha lá no final da pontinha da Escócia. Décadas atrás, ele se mudara para ali com sua esposa (Nataly Mitson), numa tentativa de recomeçarem a vida após uma grande perda. Os dois viveram uma bela vida juntos, cheia de cumplicidade e companheirismo. Porém, agora Tom decidiu que é hora de realizar uma última viagem para cumprir uma promessa, e que precisa ser feita o quanto antes, já que ele não tem muito tempo a perder. A questão é que ele precisa ir do extremo norte da Escócia a até Land’s End, no extremo sul da Inglaterra. Durante o caminho ele irá encontrar diversos obstáculos, bem como também conhecerá pessoas de bem querendo ajudá-lo a cumprir seu objetivo.

Com quase uma hora e meia de duração ‘O Último Ônibus’ é desses filmes que não tem muito a dizer com palavras, pois a narrativa se alimenta da incrível capacidade expressiva do ótimo Timothy Spall, que, acima de tudo, consegue interpretar um personagem mais de vinte anos mais velho do que si próprio. Todos os sentimentos de confusão, angústia e irritação são facilmente demonstrados pelo ator, o que cria uma imediata comoção ao espectador, fazendo-nos sentir empatia por este personagem obstinado e teimoso, cheio de particularidades e manias – tal qual boa parte das pessoas idosas.

O roteiro de Joe Ainsworth é uma graça, mesmo em se tratando de um drama salpicado de situações cômicas por conta do contraste deste peculiar personagem inserido em um trajeto cheio de modernidades. Em muitas ocasiões relembra o clássico ‘Forrest Gump’, repaginado para os tempos atuais e obedecendo o envelhecimento natural daquele personagem: assim como o contador de histórias interpretado por Tom Hanks, aqui Tom (não é à toa esse nome), já idoso, percorre um trajeto de quilômetros, trocando de ônibus a cada parada, cujo caminho é acompanhado pelas redes sociais das pessoas que cruzam sua jornada e registram suas ações ao longo.

Esse é o maior charme do filme de Gillies MacKinnon, que faz bom uso do set aberto para mostrar a passagem de tempo ao longo do trajeto a partir da iluminação do ambiente externa, construindo, assim, um road movie que também funciona como um filme regional para além das zonas cosmopolitas do Reino Unido.

O Último Ônibus’ é um filme fofo e emocionante, que inspira a reflexão sobre passado, presente e a efemeridade do tempo.

 

‘Game of Thrones’: Primeiro episódio da nova temporada conquista 94% de aprovação no Rotten Tomatoes!

Game of Thrones reestreou ontem, 14, e promete trazer novos episódios de altíssima qualidade para encerrar a épica produção da HBO. E parece que essa promessa, feita pelos showrunners David Benioff e D.B. Weiss durante as gravações do novo ano, foi cumprida!

Segundo o agregador de reviews Rotten Tomatoes, o primeiro episódio da oitava temporada, intitulado ‘Winterfell’, foi aclamado pela crítica especializada e abarcou 94% de aprovação, com nota 7.62/10 baseada em 63 comentários.

O consenso é de que, “apesar da falta de sanguinolência, reuniões inesperadas, surpresas de arrepiar e um surpreendente humor ajudam ‘Winterfell’ a preparar o terreno para o que pode vir a ser uma épica temporada final”.

O próximo episódio, que será transmitido no domingo que vem, já ganhou seu teaser oficial, mostrando Winterfell totalmente cercada.

Assista:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘Adoráveis Mulheres’: Nova adaptação é sobre independência e liberdade, diz Laura Dern

Laura Dern será uma das atrizes principais do novo drama de Greta GerwigAdoráveis Mulheres, e, numa recente entrevista ao site Entertainment Weekly, a atriz falou sobre o que a nova adaptação do clássico romance trará de original para as telonas.

“Para mim, Greta fez um filme sobre encontrar a sua própria musa, sobre ser uma artista. O que significa para uma mulher ser livre e ser independente para fazer suas próprias escolhas, apesar do que sua família e o mundo dizem para você”.

Em uma recente coletiva de imprensa, Gerwig revelou que o novo projeto trouxe bastante inspiração do famoso trabalho de Julia Margaret Cameron, fotógrafa britânica do final do século XIX.

Ela tirava fotos principalmente de mulheres da década de 1860, mas elas pareciam ter sido tiradas ontem. Ela conseguia capturar o imediatismo e a realidade dessas mulheres, deixando claro que a fotografia também poderia ser vista como uma forma de arte.

Além disso, a cineasta aproveitou as expectativas para sua nova obra para falar sobre a presença de mulheres em produções cinematográficas:

Nunca houve um melhor momento para uma mulher que quer dirigir ou escrever [filmes]. Temos um longo caminho para trilhar, mas tenho apoio de diversos cineastas e atores. Estou animada para ver como serão os filmes da próxima geração comandados por mulheres.

Assista ao trailer:

Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.

A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.

O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée ChalametLaura DernBob OdenkirkChris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Los Angeles vai sangrar na promo do próximo episódio

O canal Showtime divulgou a promo oficial de “Wicked Old World”, terceiro episódio de ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

Confira:

O episódio vai ao ar no dia 10 de maio.

Criada John Logan, a série é um spin-off de ‘Penny Dreadful‘, que estreou em 2014 e durou por três temporadas.

A trama se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Natalie Dormer, Daniel Zovatto, Kerry Bishé, Adriana Barraza, Jessica Garza, Michael Gladis, Johnathan Nieves, Rory Kinnear e Nathan Lane.

‘I Am Greta’: Documentário do Hulu sobre Greta Thunberg ganha primeiro trailer OFICIAL

O Hulu divulgou o primeiro trailer COMPLETO de ‘I Am Greta, documentário que gira em torno da vida da jovem ativista ambiental Greta Thunberg.

Confira, junto ao banner oficial:

O filme é produzido por Cecilia NessenFrederik Heinig, com Nathan Grossman comandando o projeto.

Em agosto de 2018, Thunberg, uma estudante sueca de 15 anos, começa uma greve escolar contra as mudanças climáticas. Sua pergunta para os adultos: se você não se importa com o meu futuro na Terra, porque deveria me importar com meu futuro na escola? Dentro de meses, sua greve se transformou em um movimento global. A introspectiva adolescente com espectro autista se tornou uma famosa ativista.

Thunberg recentemente foi nomeada Personalidade do Ano pela revista Time, sendo a pessoa mais jovem a conseguir esse reconhecimento. Ela também fez seu nome nos Estados Unidos durante uma turnê pela América do Norte, participando de passeatas, reunindo-se com líderes mundiais e palestrando na reunião da ONU em Nova York.

Por seu trabalho, a jovem despertou a fúria de diversos governantes, incluindo os presidentes Donald TrumpJair Bolsonaro, que já atacaram-na diversas vezes.

Thunberg também recebeu uma bolsa de estudos para a Royal Scottish Geographical Society, bem como uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz deste ano.

O documentário estreia no dia 13 de novembro.