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‘Legends of Tomorrow’: Heróis ficam perdidos no tempo nas imagens oficiais do episódio 07×06; Confira!

CW divulgou as imagens oficiais do 6º episódio da 7ª temporada de Legends of Tomorrow’, que vai ao ar em 17 de novembro.

Intitulado ‘Deux Ex Latrina’, o episódio foi dirigido por Nico Sachse e escrito por Ray Utarnachitt e Mercedes Valle.

Na trama, “Quando as Lendas e Gwyn (Matt Ryan) finalmente viajam no tempo, a máquina do tempo enlouquece, deixando-os presos em uma floresta exuberante, sem ideia de quando ou onde estão. Vendo que Sara (Caity Lotz) e Ava (Jes Macallan) estão visivelmente estressadas, Nate (Nick Zano) assume e dá a todos as tarefas de armar um acampamento para manter todos ocupados. Enquanto isso, sem o conhecimento das Lendas, alguém continua tentando destruir as anomalias que continuam surgindo e que podem criar ondas maiores ao longo da história. Tala Ashe, Olivia Swann, Adam Tsekham, Lisseth Chavez, Shayan Sobhian e Amy Pemberton também estrelam.

Confira, junto à promo:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

‘Batwoman’ corre novos perigos nas imagens oficiais do episódio 03×06; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “How Does Your Garden Grow?”, sexto episódio da 3ª temporada de Batwoman, que aponta para a estreia da icônica Hera Venenosa na série

Na trama, “uma descoberta enervante em um jardim faz com que Renee Montoya peça ajuda a Ryan para garantir a proteção da cidade. Sua teoria? Um Bat Troféu virou receptáculo de um novo hospedeiro – e seus galhos espinhosos estão crescendo em direção a Gotham. Enquanto isso, Alice se mostra pronta para ajudar o Bat Time, o que levanta suspeitas. Sophie procura por vingança depois de um acidente envolvendo a irmã”.

O episódio vai ao ar no dia 17 de novembro.

Confira, junto à promo:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

‘Blade’: Mahershala Ali comenta sobre seu futuro no MCU [SPOILERS]

*SPOILERS ABAIXO SOBRE ETERNOS*

Para a surpresa de todos, Mahershala Ali fez sua estreia como Blade no MCU bem antes do lançamento do seu filme solo, em ‘Eternos‘. Foi confirmado que o personagem é o dono da voz misteriosa que conversa com o Dane Whitman (Kit Harington) em uma das cenas pós-créditos do longa.

Na cena em questão, Dane considera pegar a ancestral Espada Ébano, que é acompanhada de uma horrenda maldição de sangue. Blade aparece para questionar se o personagem está realmente pronto para as consequências da maldição…

Em entrevista ao Empire, Mahershala Ali revelou ter ficado nervoso por apresentar somente a voz do personagem, refletindo sobre o seu futuro no universo da Marvel.

“Foi muito divertido poder fazer isso. Foi assustador, porque você está sendo introduzido antes mesmo de começar a filmar. Eu sou muito categórico com as minhas escolhas, como a maioria dos atores, então ter que fazer essas escolhas tão cedo – mesmo que apenas vocalmente –, realmente me deixou ansioso. E isso tornou meu trabalho real. Eu fiquei tipo: ‘Certo, isso está realmente acontecendo’. E isso é muito emocionante.”

Ele completa, “Estou muito animado em continuar e fazer ainda mais.”

O filme solo do ‘Blade‘ está agendado para 07 de outubro de 2022.

Anteriormente, o o diretor Bassam Tariq conversou com a IndieWire e prometeu aos fãs que sua versão fará tributo à trilogia original, estrelada por Wesley Snipes.

“O que é mais emocionante sobre o filme que estamos fazendo é que não houve um cânone para Blade, conforme lemos os quadrinhos e tudo o mais”, ele explicou. “Ele vivendo à luz do dia foi uma coisa estabelecida, e sabemos que não podemos negar o que Wesley Snipes fez. Um homem negro criou o mundo do super-herói em que estamos, essa é a verdade. Para mim, trabalhar com alguém tão talentoso e grandiosos quanto Mahershala Ali, e a roteirista Stacy Osei-Kuffour, estou muito honrado em trabalhar com esses talentos negros. Para mim, apenas estar com eles no quarto e ouvir e aprender conforme construo tudo isso, é realmente uma honra”.

A notícia da contratação de Tariq teve recepção bastante animada por parte dos fãs, visto que representa um passo mais perto do projeto se tornar realidade – e não demorou muito até que alguns deles expressassem seu contentamento nas redes sociais.

Confira as principais reações abaixo:

“Senhoras e senhores, temos nosso diretor de Blade! O realizador Bassam o está trazendo à vida! Aplausos para a Marvel por dar uma chance a esses diretores independentes”.

Blade agora tem um diretor, um roteirista e um protagonista. Agora me deem a data de lançamento”.

“Queria um diretor negro para Blade, mas vou aceitar esse”.

Blade tem um diretor! Depois de procurar mais sobre Bassam Tariq, vi que ele tem um excelente documentário que se chama Fantasmas de Sugar Land, que está na Netflix. Mogul Mowgli parece bastante promissor. Ele foi uma escolha bem interessante para a direção”.

“A Marvel trazer os talentos de um muçulmano paquistanês para a plataforma é incrível”.

Lembrando que as filmagens começam apenas em julho de 2022.

Recentemente, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, afirmou que o reboot não será para maiores de 18 anos.

“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”

Ele reforçou que:

“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”

Mahershala Ali será o protagonista titular do filme, cujo nome é Blade: O Caçador de Vampiros’.

O título é uma referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

ASSISTA! Em Live, Renato Marafon fala sobre o começo do CinePOP e a Importância Social do cinema

O jornalista e editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, participa hoje (11/11), as 20h30, de uma live exclusiva sobre cinema e os bastidores da sétima arte, no canal do YouTube da Etec José Martimiano da Silva.

Com o tema “Cinema e Sua Importância Social”, Marafon vai contar como começou o site há 21 anos, trazer os bastidores de Hollywood e como a indústria do cinema ajuda a levantar causas sociais como o recente “Me Too”, engajamento que inspirou milhares de pessoas a quebrarem o silencio contra abusos e assédios sexuais.

Assista a Live, que também conta com a presença do Professor Odair Ribeiro Filho:

Marafon entrevistou a atriz Angelina Jolie sobre o longa metragem ‘Eternos‘ e trouxe temas importantes como o beijo gay que viralizou em mais de 50 sites internacionais e nacionais.

Como o cinema é um espaço importantíssimo para analisar a história das nações e também para compreender as críticas de cada época, falar sobre o tema é importantíssimo.

“”Cinema é alma. E estamos mais emotivos e tristes do que nunca. Nos tempos atuais, o chique é ter saúde mental. A alegria é ter uma palestra como essa e discutir a importância da sétima arte nos traz uma alegria e responsabilidade imensas”, destacou a diretora da Etec, Silvania Soares da Silva Santos.

‘Homem-Aranha’: Tom Holland fala pela primeira vez sobre sua participação em ‘Venom 2’

Em entrevista ao The Direct, Tom Holland (‘O Diabo de Cada Dia’) foi perguntado sobre um possível crossover entre o ‘Homem-Aranha‘ e o ‘Venom‘.

“Eu sinceramente não sei. Foi muito emocionante fazer parte desse filme. Obviamente, Tom Hardy é um dos melhores atores do mundo. Ele é um cara adorável, mas nunca pensei muito sobre isso.”

Anteriormente, Tom Hardy já havia comentado sobre a possibilidade de um crossover entre os dois personagens: “Você não pode fazer uma história do Venom sem o Homem-Aranha no meio. Ele está em algum lugar. Nós apenas temos que esperar todas as estrelas se alinharem, mas até lá estamos focados em ‘Venom 2’. Porém, essa possibilidade está sempre em nossas mentes, sabe? ‘Quando poderemos devorar o Homem-Aranha’?”

Com estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ terá 159 minutos de duração (ou 2 horas e 39 minutos).

Sendo assim, o filme será o segundo mais longo do MCU, na frente de ‘Eternos‘ (156 minutos, ou 2 horas e 36 minutos) e atrás de ‘Vingadores: Ultimato‘, que tem 3 horas e dois minutos.

Enquanto a Sony continua tentando desmistificar que os Homens-Aranhas de Maguire e Garfield estarão no filme, novos supostos vazamentos parecem corroborar essa teoria.

Foram postadas no Twitter imagens dos uniformes que devem ser usados no filme, e parecem ser reais. A Sony não comentou.

Confira:

E aí, você também está na torcida para rever os astros?

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Curiosidades | ‘Orgulho e Preconceito’, aclamado filme estrelado por Keira Knightley, completa 16 anos!

Keira Knightley é conhecida por inúmeros papéis icônicos no cinema – um deles sendo o de Elizabeth Bennet na aclamada adaptação Orgulho e Preconceito, drama romântico baseado no livro homônimo de Jane Austen.

No longa, encabeçado por Joe Wright, Elizabeth vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

Wright recebeu inúmeros elogios da crítica, ainda mais considerando que o título marcou sua estreia diretorial. Knightley, por sua vez, foi ovacionada pelos especialistas e ganhou inúmeros prêmios, incluindo uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Como se não bastasse, a obra também fez um estrondo de bilheteria e arrecadou quase US$122 milhões mundialmente.

Para celebrar seu 16º aniversário (comemorado hoje, 11 de novembro), o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • A princípio, Wright não estava muito afeiçoado à ideia de Knightley interpretando Elizabeth, acreditando que ela não era muito atraente. Porém, ele mudou de ideia quando a conheceu, decidindo que sua atitude tomboy seria perfeita para o papel.
  • Matthew Macfadyen, intérprete do Sr. Darcy, tem uma visão muito fraca. Durante as filmagens pela manhã, Wright ficava atrás das câmeras balançando uma bandeira vermelha para que o ator pudesse saber em que direção andar.

  • Jena Malone, que é estadunidense, e Donald Sutherland, que é canadense, são os únicos atores não-ingleses no elenco. Curiosamente, ambos também viriam a trabalhar juntos na franquia ‘Jogos Vorazes’.
  • Rosamund Pike foi a primeira escolha de Wright para interpretar Jane no projeto. Ela inclusive recusou o papel de Rita Skeeter em ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ para participar de Orgulho e Preconceito.
  • A vencedora do Oscar Emma Thompson fez uma reescrita do roteiro que não foi creditada ou remunerada. Ela recebeu um agradecimento especial nos créditos do longa-metragem.

  • O filme é ambientado em 1797, ano em que Austen escreveu o primeiro rascunho do romance. A decisão não é costumeira, visto que as adaptações são normalmente feitas em 1813, quando o livro foi revisado e finalizado.
  • As atrizes da família Bennet (Knightley, Pike, Malone, Talulah RileyCarey Mulligan) conheceram a casa que seria usada para o filme, em Kent, e jogaram um jogo similar a esconde-esconde – para conhecer a locação e umas às outras antes do início das filmagens.
  • Wright chamou Sutherland para interpretar o patriarca Sr. Bennet depois de assistir a ele em ‘Cold Mountain’. Sutherland lembrava o diretor de seu pai.

  • Knightley foi ovacionada pela crítica especializada e faturou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, como já mencionado. À época, ela se tornou a terceira atriz britânica mais jovem indicada à categoria em questão.
  • A cena final, em que os recém-casados Elizabeth e Sr. Darcy estão nos arredores de Pemberly mostrando afeição um pelo outro, foi cortada da versão britânica.

‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho’: Live-action arrecada US$ 2.3 milhões em pré-estreia nos EUA

Lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da Paramount+ nos EUA, o live-action de ‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho‘ surpreendeu em sua pré-estreia, arrecadando ótimos US$ 2.3 milhões nas bilheterias.

As projeções indicam que o longa deve estrear com US$ 15-17 milhões durante o primeiro final de semana no país.

Para termos de comparação, há alguns meses, a animação ‘Patrulha Canina‘ estreou com US$ 13 milhões nas bilheterias norte-americanas e teve uma sólida performance na plataforma da Paramount+, o que já garantiu o sinal verde para uma sequência da produção.

“Nós amamos essa vizinhança e amamos esses personagens,” afirmou recentemente o produtor Jordan Kerner. “Se fizermos uma sequência, queremos explorar melhor esse universo. No começo do filme, a mãe e os irmãos do Clifford são levados e nós não sabemos onde eles estão.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de Dezembro.

Dirigido por Walt BeckerClifford é baseado nos romances homônimos de Norman Bridwell, que giram em torno de um cachorro e de sua dona, Emily Elizabeth. O longa, estrelado por Darby Camp (Big Little Lies), trará a menina tentando conciliar sua vida em casa e na escola até cruzar caminho com o personagem-título, acreditando que ele está destinado a se tornar seu melhor amigo. O que ela não prevê é o crescimento esporádico de Clifford, que se transforma num gigantesco animal e, eventualmente, chama a atenção de uma empresa geneticista que quer raptá-lo.

John CleeseSienna Guilory, Izaac WangKenan ThompsonRosie PerezDavid Alan Grier completam o elenco.

Jay ScherickDavid RonnAnnie MumoloStan Chervin ficam a encargo do roteiro.

Primeiras Impressões em Vídeo | ‘Gavião Arqueiro’ tem o começo mais divertido e dramático das séries da Marvel

O Renato Marafon traz as primeiras impressões EM VÍDEO de Gavião Arqueiro, série estrelada por Jeremy Renner (Clint Barton) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop).

Os dois primeiros episódios chegam à Disney+ em 24 de novembro. 

Assista:

Gavião Arqueiro é ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Curiosidades | ‘A Chegada’, aclamado drama sci-fi estrelado por Amy Adams, completa 5 anos!

O aclamado drama de ficção científica dirigido por Denis Villeneuve, intitulado ‘A Chegada‘, se tornou uma das produções mais aclamadas de 2016 e conquistou o coração da crítica e do público.

Na trama, quando misteriosas naves espaciais aterrissam em todo o mundo, uma equipe de elite – liderada pela linguista Louise Banks – é reunida para investigar. Enquanto a humanidade hesita à beira de uma guerra mundial, Banks e sua equipe correm contra o tempo em busca de respostas. E para encontrá-las, ela terá de se arriscar pondo em perigo a própria vida e, muito possivelmente, a do resto da humanidade.

Contando com Amy AdamsJeremy RennerForest Whitaker no elenco protagonista, o longa levou para casa o Oscar de Melhor Edição de Som, além de conquistar indicações a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Mixagem de Som, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Edição.

Para comemorar seu aniversário de cinco anos, comemorado hoje, 11 de novembro, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores – que você confere abaixo:

  • Villeneuve e o roteirista Eric Heisserer criaram uma linguagem alienígena totalmente funcional e visual. A dupla, ao lado do restante dos membros da produção, conseguiu criar uma “bíblia logograma”, que incluia mais de uma centena de logogramas operáveis.
  • A linguagem extraterrestre circular em tinta foi criada pela artista canadense Martine Bertrand.

  • Ted Chiang, que criou a história que baseou o longa-metragem, aprovou a adaptação, dizendo: “acho que esse é um daqueles raros casos em que é tanto um bom filme quanto uma boa releitura. E, quando consideramos a reputação das adaptações de obras sci-fi, isso é quase um milagre”.
  • O nome original do filme seria Story of Your Life, o mesmo do conto. Entretanto, testes revelaram que o público não gostou do título, motivo pelo foi mudado para A Chegada.
  • Adam foi a primeira e única escolha de Villeneuve para o papel de Louise. Ela aceitou fazer parte do projeto 24 horas depois de ter recebido o roteiro.

  • O compositor Jóhann Jóhannsson comeentou que começou a gravar a trilha sonora antes mesmo do início das filmagens – e que ele e o diretor gostavam de trabalhar na música conforme o longa ganhava vida.
  • Na história original, nove “espelhos” chegam aos Estados Unidos, um total de 112 no mundo inteiro. O filme reduziu o número e alterou as dimensões das espaçonaves para um efeito mais profundo.
  • Apesar de conquistar indicações de Melhor Atriz no Globo de Ouro, no BAFTA, no SAG Awards, no Critics’ Choice Awards e até mesmo no Saturn Awards, Adams não faturou uma nomeação ao Oscar. Especialistas e cinéfilos consideraram esta uma das maiores esnobações da premiação à época.

  • A Chegadafoi incluído na lista dos 1001 Filmes para ver antes de Morrer, editado por Steven Schneider.
  • Os alienígenas do filme são cefalópodes. A ideia foi baseada em previsões de um ramo da ciência de que a Terra será dominado por cefalópodes no futuro.

‘Eternos’: Co-roteirista revela quais foram os DOIS personagens cortados da trama

Na semana passada, a diretora de Eternos’, Chloé Zhao, revelou que mais dois personagens fariam parte do grupo formado por Sersi, Ikaris, Thena, Kingo, Phastos, Gilgamensh, Sprite, Druig, Ajak e Makkari.

No entanto, a cineasta disse que precisou removê-los dos rascunhos iniciais para evitar uma saturação.

E, durante uma entrevista para o The Playlist, o co-roteirista Kaz Firpo revelou quais seriam estes outros dois heróis.

“Nos primeiros rascunhos, traríamos Zuras, que era o líder original da equipe no cânone dos quadrinhos, e Valkin, que era uma espécie de curandeiro.”

Ele continuou, explicando que as particularidade de Zuras e Valkin foram mescladas nas personalidades de Ajak (Salma Hayek), Kingo (Kumail Najiani) e Gilgamesh (Ma Dong-seok).

“O que fizemos foi adicionar os atributos de Zuras em Ajak e tranformá-la na líder. Já Gilgamesh ganhou seu lado como o homem mais velho e carrancudo. A mesma coisa aconteceu com Valkin, havia muitos poderes para controlar, muitos arcos… E nós colocamos seus poderes em Ajak e também em Kingo.”

Nos quadrinhos, Zuras é o principal entre os Eternos, como o Zeus para os deuses gregos. Já Valkin é o pai de Druig (Barry Keoghan) e o líder dos Eternos Polares, atuando como uma espécie de Hades da Marvel.

E aí, o que você já assistiu ao filme?

Confira a nossa crítica:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Crítica | Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar – Reboot do clássico com Macaulay Culkin traz protagonista sem graça…

O primeiro ‘Esqueceram de Mim’ é um clássico que marcou toda uma geração de crianças que, a partir daí, passaram a sonhar em ficar sozinhos em casa para as festas de fim de ano. Aí veio a sequência ‘Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York’, que é uma continuação digna para o hype levantado no primeiro filme, exaltando quão bom é passar o Natal em Nova York. Então, o astro Macaulay Culkin se afastou da carreira de ator, a franquia ganhou mais continuações malsucedidas e agora, em 2021, produzido pensando no consumo domiciliar, estreia mais um filme desse universo: ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar’, direto na plataforma da DisneyPlus.

Jeff (Rob Delaney) e Pam (Ellie Kemper) estão tentando vender a casa escondido dos filhos, pois é véspera de Natal e eles não querem partir o coração de ninguém. Em um dia de visitas de compradores, Carol (Aisling Bea) e Max (Archie Yates) aparecem na casa, fingindo-se interessados, mas, na verdade, só pararam ali porque Max precisava usar o banheiro. Então, numa conversa esquisitíssima e aleatória entre Jeff e Max, os dois descobrem que uma boneca antiga da mãe de Jeff pode ter grande valor de mercado. Jeff não dá muita bola para o assunto até descobrir que a boneca poderia valer mais de duzentos mil dólares, só que, quando a procura na caixa, não a encontra, e ele se dá conta de que o pestinha do Max certamente roubou o brinquedo. Decidido a salvar sua casa e dar uma lição no moleque, ele e a esposa irão invadir a casa do menino para recuperar o que é seu por direito.

As uma hora e meia de ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar’ são completamente descabidas. Em se tratando de uma sequência de franquia, é de se estranhar, por exemplo, que o protagonismo da história não comece com o menino, e sim com a suposta dupla de ladrões – que aqui é substituída por um casal de classe média endividado com a hipoteca. Esse é o grande problema no roteiro de Mikey Day e Streeter Seidell para a história original de John Hugges: os supostos ladrões na verdade estão certos (estão tentando recuperar a boneca que é deles, ainda que não estejam utilizando os meios legais para isso), e o menino Max nada mais é que um riquinho mimado que, coitado, não suporta a própria família por ser barulhenta e, incapaz, coitado, de esperar chegar em casa para ir ao banheiro (o filme mostra depois que as duas casas são bem próximas, a ponto de serem vizinhos), obriga a mãe a parar na casa de Jeff tão somente para ir ao banheiro, e, ainda por cima, supostamente se apossa do boneco dos outros (o longa dá um close na cara dele diante do boneco). Quer dizer, como torcer para o menino, quando o casal da classe média é que está com a razão?

Esse é o cerne dos problemas do filme de Dan Mazer, sem mencionar uma meia dúzia de cenas que não servem para absolutamente nada, como a que Max vai à igreja… para nada. Entretanto, há dois resgates dos filmes originais que são realmente o maior barato: a cena do filme que Kevin assistia em Nova York, repaginada como ficção científica, e a presença de Devin Ratray, o Buzz McCallister da franquia original, que aqui reclama que seu primo Kevin anualmente passa trotes para a polícia dizendo que há uma criança sozinha em casa. Esse é o melhor momento do filme.

Com uma história esquisita e brincadeiras bem perigosas (que literalmente poderiam matar alguém), o novo ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar’ é uma narrativa deslocada que não vai agradar ao público antigo e provavelmente não vai agradar a molecada de hoje. Um constrangimento do início ao fim.

Crítica | Curral: Um retrato da doença que domina a política brasileira

Produções que discutem política já foram feitas de várias maneiras e estilos, seja defendendo uma causa histórica, como o recente Marighella (2021), expondo amplamente o universo sociopolítico, o caso de Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro (2010), ou pegando o recorte de um microcosmo que expressa a patologia existente nesse meio, algo que está estabelecido em escala nacional, vide o contagiante Bacurau (2019). E uma das estreias dessa semana, Curral, filme pernambucano dirigido por Marcelo Brennand, segue claramente a linha deste último citado, mas segue através de uma linguagem mais sutil e natural, digamos assim.

Coincidentemente ou não, o longa é protagonista por Thomás Aquino, ator que também foi um dos principais nomes do filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, onde interpretou o sensacional Pacote. Já em Curral Aquino vive Chico Caixa, sujeito trabalhador que dirige um caminhão pipa fornecendo água para sua comunidade, o município de Gravatá, localizado no Agreste de Pernambuco. Enfrentando recorrentes problemas devido à escassez da água, Chico se junta ao amigo Joel – Rodrigo García, o Paulete de Tatuagem (2013) – que está numa campanha política para concorrer ao cargo de vereador. Chico reluta, já que nunca quis entrar nessas maracutaias, porém se ver na obrigação ao notar que os moradores dependem dele e do amigo Joel, que aparentemente está disposto a fazer diferente, por também por também fazer parte da comunidade.

Marcelo Brennand, Thomás Aquino e Rodrigo García

A partir daí, a dupla de protagonistas Chico e Joel vai sendo desnudada e se transformando a cada nova situação apresentada. Chico vai, pouco a pouco, abrindo mão dos seus limites morais e entendendo na marra que, para chegar onde quer, precisa vender parte da sua alma. Ao contrário de Joel que rapidamente parece aceitar essas novas condições, se transformando no pior tipo de canalha que abriga os variados cargos públicos do Brasil. No entanto o maior mérito de Marcelo Brennand é conferir uma realidade quase que documental, tanto na realização de grandes cenas quanto na relação e nos diálogos dos personagens, desde aqueles que são destaques até os eleitores que fazem pequenas participações – por sinal, a maioria dessas pessoas não são atores profissionais, mas sim moradores de Gravatá que participaram das filmagens a pedido do próprio diretor.

O feito do cineasta e a utilização dessas figuras reais não é por acaso, Brennand tem como trabalho precedente o premiado documentário Porta a Porta (2011), obra que acompanhou uma disputa real por votos exatamente na cidade de Gravatá, e que acabou servindo de inspiração para o seu ficcional Curral. Vemos ali a pobreza social escancarada, com pessoas que cobram apenas o básico para sobreviver e passam por uma situação que chega próximo a miserabilidade que “era” enxergada anos atrás nas inúmeras matérias sobre os sertões brasileiros, com crianças cadavéricas e os pais tendo que se virar como podem. Uma realidade cada vez mais presente na região nordeste que, além de ser ignorada em contexto nacional, também é corroída pelos ratos conterrâneos que não fazem cerimonia ao virar as cotas para a população.

A nível de produção, Curral também não faz feio e consegue retratar, com fidelidade, o clima de eleição que domina esse tipo de cidade durante o período. Bandeirolas e figurinos multicores, trios elétricos enormes com jingles toscos próprios e toda população da cidade andando e festejando pelas ruas imprimem perfeitamente a disputa eleitoral dos interiores nordestinos. Apostando em planos longos, quase que sem cortes, Marcelo Brennand cria a sensação de estarmos acompanhando uma equipe de reportagem no trajeto de verdadeiras passeatas políticas. É claro que toda verossimilhança não seria possível se Rodrigo García não conseguisse tornar o seu personagem identificável, mas, conhecendo bem a terra, o ator é irretocável ao encanar precisamente com Joel o sotaque dos jovens políticos locais que tentam, tropegamente, mesclar o linguajar da capital com o àquele falado nas cidades interioranas.

Contudo, mesmo com outros bons andamentos, como o caso que envolve alguns radialistas ou mesmo tiradas cômicas super inspiradas, o grande arco dramático dessa história reside justamente no personagem de Thomás Aquino, pois, como já falamos, o seu Chico passa por diversas transformações até chegar no que podemos chamar de desespero catártico, clímax que encerra o longa de maneira brilhante. Um momento apoteótico que deve emocionar e deixar um pequeno ar fresco em meio a todo fatalismo e a trágica previsão do ciclo que infelizmente deve ainda se repetir por muito tempo. De modo que Curral é um filme modesto e eficiente, que executa bem sua função de externar um pouco da crueldade presente nos pequenos cenários políticos espalhados pelos brasis esquecidos das regiões menos visadas da nação.

‘Resident Evil’: Vídeo destaca as referências da adaptação aos jogos; Confira!

A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘, que destaca as incríveis referências aos jogos.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Atração Fatal’: Lizzy Caplan estrelará série da Paramount+ baseada no suspense clássico

De acordo com o Deadline, Lizzy Caplan (‘Castle Rock’) estrelará a série baseada no suspense clássico ‘Atração Fatal‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

A atriz irá interpretar Alex, personagem que foi vivida pela Glenn Close no filme original. A personagem acaba se tornando obcecada pelo seu amante após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Ghosts’: Presidente da CBS comemora o SUCESSO da comédia estrelada por Rose McIver

Em entrevista ao TVLine, Kelly Kahl, presidente da emissora CBS, comemorou o sucesso de audiência de ‘Ghosts‘, série estrelada pela Rose McIver (‘iZombie’), que se tornou a comédia novata mais assistida do canal neste ano.

“Esse é um excelente começo, especialmente agora que a programação está voltando ao normal [após a pandemia de COVID]. É muito satisfatório ver essa série construindo sua audiência a cada semana. Você consegue ver isso através do retorno dos espectadores e através dos números posteriores. Essa comédia tem a mesma audiência total que qualquer outro drama [da nossa grade].”

Ele completa, “Essa série é um pouco diferente do que estamos acostumados; não é nossa típica sitcom. Isso valida a ideia de que podemos diversificar nossa programação. Eu dou todo o crédito aos produtores e elenco – não é fácil desenvolver uma nova versão de uma série, mas eles fizeram um excelente trabalho com o reboot.”

Em geral, ‘Ghosts‘ representa a segunda melhor audiência para uma série estreante do canal. E o mais impressionante é que seus números têm aumentado gradativamente com o passar das semanas.

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

‘Power Book IV: Force’: Tommy retorna no trailer do novo spin-off; Assista!

O Starz divulgou o trailer completo do novo spin-off ‘Power Book IV: Force‘, que focará no personagem Tommy Egan (Joseph Sikora).

Confira:

A série derivada irá estrear oficialmente no dia 6 de fevereiro.

A produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.

A trama seguirá Tommy enquanto ele “deixa a cidade de Nova York para sempre”.

O elenco conta com Tommy Flanagan, Shane Harper, Lili Simmons, Gabrielle Ryan, Anthony Fleming III, Kris D. Lofton, Isaac Keys e Lucien Cambric.

‘Claws’: Última temporada tem estreia ADIANTADA em uma semana

Anteriormente programado para 26 de dezembro, a TNT adiantou o lançamento da 4ª (e última) temporada de ‘Claws‘ em uma semana.

Agora, o ciclo final irá estrear oficialmente no dia 19 de dezembro, com uma premiere dupla de duas horas.

Confira o teaser:

A série foi criada por Eliot Laurence.

No salão de beleza Nail Artisan of Manatee County, ninguém é quem parece ser. As cinco manicures principais são traiçoeiras e venenosas, com vidas que parecem saídas de um reality show.

O elenco conta com Niecy Nash, Carrie Preston, Kevin Rankin, Judy Reyes, Jason Antoon, Jack Kesy, Harold Perrineau, Karrueche TranJenn Lyon.

‘Downton Abbey 2’: Uma nova era começa no teaser da sequência; Confira!

A Focus Features divulgou o primeiro teaser da ‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era‘.

Confira, com as imagens oficiais:

Vale lembrar que o longa estreia no dia 18 de março de 2022.

Confira o anuncio oficial da sequência:

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O filme original foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

‘Esquadrão Suicida’: Coringa surge mais BIZARRO do que nunca em imagem inédita do filme de 2016

Em seu perfil do Instagram, o diretor David Ayer compartilhou mais uma imagem inédita do Coringa de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida‘.

Desta vez, o vilão aparece mais bizarro do que nunca, com sobrancelhas pintadas no rosto, junto uma lágrima e um batom borrado em contraste ao sorriso metálico e correntes por cima do pescoço.

Confira:

Desde o anúncio oficial de que ‘Liga da Justiça‘ ganharia o Snyder Cut, Ayer tem verbalizado o seu descontentamento com a versão do seu filme lançada nos cinemas, afirmando que o projeto final não corresponderia à sua ideia original.

Há alguns dias, ele divulgou outra imagem do ator caracterizado com o Palhaço do Crime e disse que:

“Jared Leto arrasou… e ninguém viu”, ele afirma.

Confira:

O longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para Esquadrão Suicida estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, Esquadrão Suicida era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida, afirmou.

Os 90 Anos de ‘Drácula’

Drácula (1931), produção dirigida por Tod Browning, completou 90 anos em 2021.

O filme pode não ser considerada a versão definitiva do personagem, nem mesmo é a “primeira”, mas com certeza é a culturalmente mais influente e a que definiu algumas regras sobre como o famoso vampiro deveria ser adaptado nos anos seguintes. 

O castelo abandonado e isolado em meio aos montes Cárpatos, as três esposas de Drácula e sua estética aristocrática. Essa foi, em tese, a primeira adaptação oficial da obra de Bram Stoker, e por isso conta com todos os personagens e localidades do livro, porém, não foi o primeiro filme a seguir essa linha narrativa.

Visão de Browning é, sem dúvida, a mais influente de todas

Em 1922 o diretor alemão F. W. Murnau lançou Nosferatu que em si era basicamente a mesma trama de Drácula porém realizada sem as devidas autorizações de direitos dos herdeiros do Bram Stoker. Dessa forma a produção precisou modificar vários elementos da história original para que a obra pudesse ser lançada. Porém uma decisão judicial favorável aos queixosos determinou a destruição de todos os rolos do filme Nosferatu, sendo que aqueles que restaram foram eventualmente disponibilizados para o público.

A vontade de Tod Browning em adaptar o clássico literário já vinha de muito tempo, mais ou menos desde os anos 20. Em todas as vezes que ele abordou o então chefe da Universal, Carl Laemmle Sr, ele ouviu sonoras recusas à ideia. No entanto, em 1924, uma peça baseada no romance de Stoker se tornou um inesperado sucesso na Broadway e, pela primeira vez, chamou a atenção para o potencial mercadológico do personagem nos Estados Unidos. 

Mas é claro, havia um porém. Para se realizar qualquer filme que mantivesse intacta a essência da história que estava fazendo tanto sucesso no teatro, o estúdio que fosse realizar tal obra precisaria adaptar fielmente todo o clima sobrenatural que era próprio do personagem; só que isso, no início do século XX, não era prática padrão para Hollywood. Os filmes feitos até então eram as comédias protagonizadas por Charles Chaplin e Harold Lloyd, dramas adaptados de livros como O Grande Gatsby e filmes do gênero “Capa e Espada” (tais como A Marca do Zorro).

Peça de 1924 foi essencial para o surgimento do filme de 1931

Foi apenas com o filho do chefe da Universal, Carl Laemmle Jr., que Browning conseguiu apoio para sua obra. Até aquele momento o estúdio já havia se aventurado em pelo menos duas adaptações de monstros, sendo elas O Corcunda de Notre Dame (1923) e o Fantasma da Ópera (1925). Assim a Universal tinha um certo cacife para lançar uma adaptação de uma obra do terror e não ter seu produto desvalorizado pelo público ou imprensa.

O historiador do cinema Gary Rhodes em um artigo feito para a Biblioteca do Congresso sobre essa adaptação conta que o processo de elaboração do roteiro de Drácula contou com a contribuição indireta de visões anteriores do personagem. “A versão final do roteiro, que foi escrita por Browning e Garrett Fort, se desenhou sobre várias fontes, variando entre contribuições de roteiristas prévio, um exame cuidadoso de Nosferatu à obra de Bram Stoker e, acima de tudo, sua adaptação para a Broadway”.

“Nosferatu” de 1922 também teve seu quinhão de importância para o filme de Tod Browning

Com roteiro definido foi a hora de procurar o intérprete de Drácula. Apesar de ter um considerável número de candidatos, o papel foi para o húngaro Bela Lugosi. O ator teve uma vida conturbada até chegar nesse ponto; em 1919 ele precisou abandonar a Hungria após o fracasso da revolução comunista no mesmo ano (ele tinha um posicionamento abertamente socialista), atuou por um tempo na Alemanha da República de Weimar até chegar aos EUA. Um fato curioso é que em 1927, Lugosi interpretou o conde Drácula em uma revisão da mesma peça que foi a inspiração maior para o filme de 1931. Ali foi um laboratório perfeito para o ator desenvolver todos os trejeitos que tornariam sua interpretação icônica.

Após a estreia o filme foi muito bem aceito, tanto que isso motivou o estúdio a investir em mais filmes de monstros nos anos seguintes, formando assim o primeiro universo compartilhado do cinema. Drácula também teve pelo menos duas sequências (A Filha de Drácula e Filho do Drácula) e três crossovers com outros monstros (Casa de Frankenstein, Casa de Drácula e Abbott e Costello conhecem Frankenstein). O sucesso da produção também inspirou o surgimento dos clássicos filmes do estúdio Hammer, protagonizados por Christopher Lee, dos anos 50.