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‘Locke & Key’: Segredos queimam no teaser da nova série da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série ‘Locke & Key‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 7 de fevereiro.

A série é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Joe Hill.

A trama conta a história dos irmãos Locke, Tyler, Kinsey e Bode, que se mudam com a mãe, Nina, para a antiga mansão da família na Nova Inglaterra depois do violento assassinato do pai. Na casa, eles começam a encontrar chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo.

O elenco inclui Jackson Robert Scott, Connor Jessup, Emilia Jones, Sherri Saum, Griffin Gluck, Darby Stanchfield e Laysla De Oliveira.

‘TENET’ não consegue quebrar recorde de ‘Haloween’ nas bilheterias dos EUA

Já faz 13 anos que o remake de ‘Halloween‘, dirigido por Rob Zombie, detém o recorde de maior arrecadação no feriado do dia do trabalhador nos EUA, com incríveis US$ 30.5 milhões.

A expectativa era que o elogiado ‘Tenet‘ conseguisse superar esses números, mas o longa de Christopher Nolan faturou apenas US$ 20.2 milhões no final de semana estendido.

Vale lembrar que o resultado se deve ao período pandêmico atual que estamos vivendo. ‘Tenet‘ foi exibido em apenas 2,810 salas de cinemas, pois nem todos os cinemas estão abertos no país, e eles estão operando com medidas de distanciamento social.

Desde então, o único filme que chegou mais perto do recorde de ‘Halloween‘ foi o terror ‘Possessão‘, que estreou com US$ 21 milhões, em 2012.

Tenet‘ já faturou mais de US$ 146 milhões mundialmente. A produção é um importante marco cinematográfico, por ser o primeiro blockbuster a ser lançado nos cinemas desde o início da pandemia do Coronavírus.

O thriller ultrapassou as projeções iniciais de seu primeiro fim de semana de lançamento internacional, faturando mais de US$ 53 milhões em 41 mercados.

Vale lembrar que ‘Tenet‘ tem estreia prevista para 15 de Outubro no Brasil.

Crítica | Tenet é TUDO que se espera de um filme do Christopher Nolan

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘Com Amor, Victor’: Cartaz da 2ª temporada declara: “Sem Medos”!

Hulu divulgou o cartaz da 2ª temporada de ‘Com Amor, Victor‘ (Love, Victor), que traz a comovente tagline: “Sem Medos”.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 11 de junho.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger.

A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual”.

Michael CiminoAna OrtizJames MartinezIsabella FerreiraMateo FernandezRachel Naomi HilsonBebe Wood e outros estrelam.

‘The Walking Dead’: Elenco se reúne no cartaz da 2ª parte da última temporada; Confira!

A AMC divulgou o cartaz oficial da segunda parte da última temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira, com o trailer:

O ciclo final retornará com episódios inéditos no dia 20 de fevereiro – vale lembrar que os episódios são lançados uma semana antes no streaming da AMC+.

Ao total, a última temporada contará com 24 episódios, divididos em três partes.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

‘As Bruxas Mayfair’: Série de BRUXAS baseada na saga de Anne Rice ganha trailer COMPLETO

A AMC divulgou o trailer completo da adaptação de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice.

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 5 de janeiro.

A série é estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.

O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.

Jigsaw retorna com novas ARMADILHAS no trailer de ‘Jogos Mortais X’; Confira!

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Jogos Mortais X‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 28 de setembro.

Após dois “reboots” fracassados, os produtores resolveram voltar a investir na timeline original da saga.

O novo longa, que contará com o retorno dos astros originais Tobin Bell (John Kramer/Jigsaw) e Shawnee Smith (Amanda Young), terá sua história ambientada entre o primeiro e o segundo filme da franquia.

Vale lembrar que ambos personagens morreram no final do terceiro filme. Ao invés de inventar alguma reviravolta mirabolante para o retorno da dupla, o roteiro irá explorar alguma aventura não contada enquanto eles ainda estavam vivos.

E onde o novo filme se encaixará na mitologia geral da saga?

Confira a timeline em ordem cronológica (com spoilers):

O elenco ainda contará com Synnøve Macody Lund (‘Ragnarok’), Steven Brand (‘Sandman’), Renata Vaca (‘Pisando Fundo’), Paulette Hernandez (‘Perdida’), Joshua Okamoto (‘Narcos: México’) e Octavio Hinojosa (‘Come Play With Me’), e Michael Beach (‘Dahmer’).

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures produzem o novo filme.

A Vingança de Cinderela

(Cinderella’s Revenge)

Elenco:

Lauren Staerck
Natasha Henstridge
Stephanie Lodge

Direção: Andy Edwards

Gênero: Terror

Duração: 85 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 05 de Setembro de 2024

Sinopse: 

A trama de A VINGANÇA DE CINDERELA mostra o surto psicótico da Cinderela, após ser constantemente humilhada pelas irmãs e pela madrasta – o que a leva a trocar seus sapatos de cristais por uma vingança sangrenta com a ajuda de sua Fada Madrinha.

Crítica:

Crítica | A Vingança de Cinderella – Personagem toca o TERROR em Abordagem Sangrenta do Clássico

Curiosidades: 

» Com roteiro de Tom Jolliffe, o longa é uma reimaginação sombria do clássico conto de fadas escrito por Charles Perrault;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após POLÊMICAS envolvendo Neil Gaiman, ‘Sandman’ é CANCELADA e 2ª temporada será a ÚLTIMA

O sonho chegou ao fim! A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Sandman‘, confirmando que 2ª temporada será a última da produção.

A decisão foi compartilhada pouco depois da polêmica envolvendo o autor Neil Gaiman – criador dos quadrinhos em que a série se baseia –, que recentemente enfrentou novas acusações de agressão sexual.

“A série ‘Sandman’ sempre esteve focada na história de Morpheus, e, lá, em 2022, quando olhamos para o restante do material sobre o personagem nos quadrinhos, nós já sabíamos que só tínhamos história para mais uma temporada. Somos extremamente gratos à Netflix por juntar o time todo novamente, nos disponibilizando tempo e recursos para fazer essa adaptação de maneira fiel, e de um jeito que possa surpreender e encantar tantos os leais fãs dos quadrinhos quanto os fãs da nossa série,” declarou o showrunner Allan Heinberg.

Confira o cartaz do novo ciclo e siga o CinePOP no Youtube:

A temporada final está programada para 2025, ainda sem um dia específico confirmado.

A nova temporada também irá introduzir o Orfeu (Ruairi O’Connor), o filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), Adrian Lester (como Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Confira os cinco primeiros minutos da 2ª temporada de ‘Hazbin Hotel’

Para promover a estreia da 2ª temporada da série animada ‘Hazbin Hotel‘, o Prime Video divulgou um clipe inédito com os cinco primeiros minutos do novo ciclo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Após a vitória de Charlie contra o exército do Céu, o Hotel está lotado de novos hóspedes. Para o desgosto de Charlie, muitos deles buscam vingança, não redenção. Enquanto isso, os Vees tentam tirar proveito da instabilidade do Inferno e usar as crescentes tensões com o Céu ao seu favor.

Os próximos dois capítulos serão lançados no dia 5 de novembro.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final de 2023, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

TERROR EM TEMPO REAL! Trailer de ‘Bury the Devil’ promete POSSESSÃO demoníaca em um take contínuo

O terror de possessão demoníaca ‘Bury the Devil‘, que foi filmado em apenas um take contínuo (sem cortes aparentes, como um filme tradicional), ganhou um novo trailer assustador.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Descrita como “uma história de invasão domiciliar com toques sobrenaturais”, a trama segue uma enfermeira que descobre que seu mais novo paciente pode estar escondendo segredos sombrios.

Adam O’Brien é responsável pela direção.

“Este filme retrata os 90 minutos mais angustiantes da vida da nossa protagonista, e eu senti que a maneira mais visceral de realmente sentir isso era fazer um filme através de apenas um take,” declarou o cineasta. “Estamos com ela em cada passo que ela dá – através do desvendamento do mistério até o horror de sua descoberta. É uma montanha-russa divertida e sinistra que trará um repaginada no subgênero de exorcismos.”

O roteiro foi escrito por John Petrizzi e Brad Hodson.

O elenco conta com Dawn Ford, Emmanuelle Lussier Martinez, Bill Rowat e Mark Antony Krupa.

O terror será lançado em VOD no dia 21 de agosto.

Foto da 15ª temporada de ‘NCIS’ traz Gibbs e McGee em cativeiro no Paraguai

Uma nova imagem da 15ª temporada da série investigativa ‘NCIS’ trouxe os agentes especiais Leroy Gibbs (Mark Harmon) e Timothy McGee (Sean Murray) em um grande enrascada.

A dupla ficou presa em um cativeiro no Paraguai, em uma área controlada por rebeldes, após uma viagem em busca de um fuzileiro naval da SEAL.

Confira:

A produção, desenvolvida pelo canal norte-americano CBS, retorna em 26 de setembro.

 

Fusão entre a AT&T e Time Warner é aprovada

A fusão entre as gigantes At&T e Time Warner foi aprovada pelo juiz norte-americano Richard Leon, mediante a alegação feita pelos executivos de ambas as empresas, que pontuaram que a união seria a única forma de uma companhia de mídia sobreviver em um ambiente crescentemente dominado por conglomerados de tecnologia. As instituições pontuaram que essa seria a saída ideal, combinando estúdios de cinema, emissoras de TV, distribuição e dados em apenas uma corporação.

O juiz descordou da alegação feita pelo Departamento de Justiça, que ratificava que, ao combinar a segunda maior empresa de telecomunicações com a maior provedora de TV paga do país, propiciaria uma concentração absurda de poder nas mãos de apenas um conglomerado. O órgão ainda pontuava que isso afetaria os preços dos serviços, argumento que fora rebatido pelo agente jurídico.

Com a autorização liberada, a AT&T e a Time Warner podem oficializar a fusão de US$ 85,4 bilhões, que trará a HBO, Turner e a Warner Bros. para o mesmo conglomerado, ao lado da recente aquisição da DirecTV.

Acordos dessa natureza devem se tornar cada vez mais comuns no cenário do entretenimento, principalmente pela drástica perda de assinantes da TV paga, em virtude de uma série de plataformas de streaming presentes a preços baixos.

Durante sua longa história, a AT&T foi a maior companhia telefônica e o maior operador de televisão a cabo do mundo. No seu auge, cobriu 94% da área dos Estados Unidos, constituindo um monopólio.

‘Star Wars’: Mark Hamill compartilha montagem de fã que reúne os personagens originais; Confira!

O veterano Mark Hamill teve dificuldades em lidar com o desfecho de seu personagem em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, verbalizando com bastante frequência sua posição.

E dessa vez, ele decidiu compartilhar uma montagem feita por um fã, que reúne a formação original da franquia. Na imagem, General Leia, Luke Skywalker, Han Solo e Lando Calrissian estão lado a lado, dentro da Millennium Falcon.

Na arte da foto, ainda está escrito “Star Wars, Como deveria ter sido”. Acrescentando a isso, Hamill ainda escreve uma hashtag na publicação, indicado “oportunidades perdidas”.

Confira:

Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

O filme estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

Bruce Willis se prepara para enfrentar a quarentena com clássico figurino de ‘Armagedom’

O astro Bruce Willis surpreendeu os fãs do clássico sci-fi ‘Armagedom‘, ao aparecer nas redes sociais trajando o famoso macacão laranja usado por seu personagem no filme.

A imagem, compartilhada por Rumer Willis (uma das filhas do ator) em sua conta do Instagram, traz o veterano posando com o famoso figurino.

Vale lembrar que Willis está passando a quarentena ao lado de sua ex-esposa, a atriz Demi Moore, bem como ao lado de seus três filhos com ela.

Confira a imagem:

Lançado em 1998, o filme acompanha um grupo de operários petrolíferos enviados pela NASA para destruir um gigantesco asteróide em rota de colisão com a Terra.

O elenco do filme inclui também Ben Affleck, Billy Bob Thornton, Liv Tyler, Owen Wilson, Will Patton, Peter Stormare, William Fichtner, Robert Duvall, Michael Clarke Duncan, Keith David e Steve Buscemi.

Dirigido por Michael Bay, a partir de um roteiro co-escrito por J.J. Abrams, Armagedom contou com um orçamento de US$ 140 milhões, faturando mais de US$ 500 milhões nos cinemas, se tornando um sucesso estrondoso.

‘007’: Christopher Nolan seria o diretor mais cotado para comandar a franquia

O futuro da marca ‘007‘ pós saída de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson está começando a ser traçado pela Amazon e novos rumores divulgados pelo The Wrap indicam que o cineasta Christopher Nolan seria o mais cotado para comandar esse renascimento.

Um artigo publicado pelo veículo divaga a respeito das possibilidades e rumos de James Bond nas telonas, indicando que “meia dúzia de fontes internas” teriam revelado que o diretor de ‘A Origem‘ e ‘Oppenheimer‘ seria o nome favorito pelo estúdio.

Recentemente, a Variety revelou que Nolan quase dirigiu um filme da franquia, depois de ‘Tenet‘. No entanto, o cineasta abriu mão do projeto sob a alegação de falta de controle criativo. Diante da decisão, ele acabou dirigindo o aclamado ‘Oppenheimer‘, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Diretor.

O Futuro de 007

Em entrevista ao Deadline, Andy Jassy, CEO da Amazon, quebrou o silêncio sobre os próximos passos de James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”

Vale lembrar que, alegadamente, os produtores originais Barbara Broccoli e Michael G. Wilson entraram em conflito com a direção escolhida para o 26º filme da saga, o que acabou causando um atraso no desenvolvimento do projeto.

Rumores ainda apontavam que o diretor Christopher Nolan estava interessado em comandar o próximo filme da franquia, mas as negociações falharam quando Broccoli se negou a ceder o “corte final” ao aclamado cineasta.

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Park Chan-wook presidirá o júri de Cannes 2026 e faz história como primeiro sul-coreano na função

O aclamado cineasta sul-coreano Park Chan-wook foi anunciado nesta quinta-feira (26) como presidente do júri da competição oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado entre os dias 12 e 23 de maio de 2026, na França. Ele se torna o primeiro diretor sul-coreano a liderar o júri principal do evento, um marco histórico para o cinema do país.

Park mantém uma relação histórica com o festival, onde venceu o Grand Prix com Oldboy – Dias de Vingança (2003) e o prêmio de Melhor Diretor por Decisão de Partir (2022), consolidando-se como um dos autores mais prestigiados da Croisette. O diretor sul-coreano e os jurados escolherão o sucessor de Foi Um Simples Acidente, vencedor de 2025 da Palma de Ouro entregue pela atriz Juliette Binoche ao cineasta iraniano Jafar Panahi

É importante destacar que o também consagrado diretor Bong Joon-ho já havia atuado como presidente do júri da Caméra d’Or em 2011 — prêmio dedicado ao melhor primeiro filme do festival —, mas nunca comandou o júri da competição principal, embora seja, até hoje, o único sul-coreano vencedor da Palma de Ouro, por Parasita (2019).

Diretor vive grande fase com ‘A Única Saída

Em paralelo à nomeação histórica, Park Chan-wook lançou em janeiro nos cinemas brasileiros A Única Saída, seu mais novo thriller satírico. O longa explora a obsessão pelo sucesso, o ego masculino e os efeitos corrosivos da sociedade capitalista e ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza 2025

Lee Byung-hun em A Única Saída

Sua filmografia é marcada por clássicos modernos como Lady Vingança (2005), além de obras como Eu Sou um Cyborg, e Daí? (2006) e A Criada (2016). Sua obra é frequentemente comparada à de mestres como Alfred Hitchcock, cuja influência é visível em sua abordagem visual e temática, marcada por obsessões psicológicas, tensão erótica e dilemas morais complexos.

Brasil pode marcar presença no júri

Com a escolha de Park Chan-wook, cresce também a expectativa sobre a composição do júri, e existe a possibilidade de uma presença brasileira entre os jurados, com o ator e diretor Wagner Moura surgindo como um nome forte nos bastidores.

Nos últimos anos, o Brasil tem ampliado sua presença em grandes júris internacionais. O cineasta Kleber Mendonça Filho integrou o júri da competição oficial de Cannes em 2021, após conquistar o Prêmio do Júri em Cannes com Bacurau (2019).

Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026
Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026

Já a atriz Fernanda Torres participou do júri do Festival de Veneza no ano passado, após o reconhecimento internacional de sua atuação em Ainda Estou Aqui (2024), premiado na edição anterior do evento. Ainda no final do ano passado, Karim Aïnouz foi integrante do júri da 22ª edição do Festival de Marrakech, presidido exatamente por Bong Joon-ho.

Um dos grandes autores do cinema contemporâneo

A inventividade de Park Chan-wook, seu domínio visual e sua capacidade de capturar as múltiplas pulsões de mulheres e homens com destinos singulares proporcionaram ao cinema contemporâneo momentos verdadeiramente antológicos”, declararam Iris Knobloch, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, delegado-geral do evento em release enviado à imprensa. 

 “Estamos entusiasmados em celebrar seu imenso talento e, de forma mais ampla, esse cinema poderoso de um país profundamente conectado aos questionamentos do nosso tempo.”, encerram os elogios ao cineasta de 62 anos. 

Este é o primeiro grande anúncio da 79ª edição do Festival de Cannes, que deve revelar alguns dos principais filmes do próximo circuito de premiações, a exemplo de O Agente Secreto, Valor Sentimental e Anora. A seleção oficial, composta normalmente por cerca de 22 filmes, será anunciada em meados de abril.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha imagens inéditas divulgadas pela Empire

Vingadores: Guerra Infinita teve muitas novas imagens divulgadas na internet, retiradas da revista Empire. Entre as imagens, podemos ver detalhes do heróis e novas cenas de ação do filme. Confira:

Pantera Negra, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).

A estreia acontece dia 26 de Abril.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

‘Watchmen’: Aguardada série da HBO ganha período para estreia; Veja foto!

A HBO oficializou o pedido por uma temporada completa da série Watchmen, baseada nos quadrinhos de Alan Moore, com produção de Damon Lindelof (‘Lost’).

Além disso, a emissora divulgou a primeira arte, anunciando que o seriado chega em 2019. Confira:

“Nada acaba…”

O elenco ganhou novos membros. Segundo o DeadlineYahya Abdul-Mateen II, que viverá o vilão Arraia Negra no inéditoAquaman’, Tom Mison, da série ‘Sleepy Hollow‘ estarão presentes no seriado.

Além dele, Frances Fisher (‘Titanic‘) e Jacob Ming-Trent (‘Superfly‘) também ingressaram à trama. Nenhum detalhe referente aos personagens fora divulgado no momento.

O veterano Jeremy Irons (‘Batman V Superman: A Origem da Justiça’) será um dos protagonistas. O elenco ainda conta com Louis Gossett Jr., Regina King, Don Johnson, Adelaide Clemens, Andrew Howard e Tim Blake Nelson.

O criador da série, Damon Lindelof, veio a público esclarecer alguns detalhes da sua nova produção para a HBO.

Em uma extensa carta aberta publicada por meio da sua conta oficial do Instagram, o criativo, que também esteve por trás dos sucessos ‘Lost‘ e ‘The Leftovers‘, avisou os fãs que a nova produção não será baseada nos quadrinhos da Vertigo.

Em um enxerto, ele afirma que o material original é sagrado e não pode ser “recauchutado”.

Confira:

“Não temos o desejo de ‘adaptar’ as edições criadas pelo Sr. Moore e o Sr. Gibbons há trinta anos. Esses volumes são sagrados e não serão recauchutadas nem recriados, tão pouco reproduzidos ou reinicializados. Esse material será ‘remixado’, considerando que a qualidade dessas famosas ‘canções’ são boas demais e nós não somos tolos ao ponto de reproduzir. Esses 12 volumes originais são o nosso Antigo Testamento, para esclarecer. ‘Watchmen‘ é um cânone”.

Com as filmagens dos episódios ocorrendo por volta de agosto a dezembro de 2018, a estreia possivelmente acontecerá entre setembro e outubro de 2019, contando com a ideia de que a terceira temporada de ‘Westworld’ também levará dois anos para ficar pronta.

Damon Lindelof, é também o produtor executivo da série.

Crítica | ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ é diversão em estado puro

Sequência do sucesso de 2021, Godzilla e Kong: O Novo Império é o novo capítulo do universo compartilhado conhecido como MonsterVerse. Depois de se enfrentarem em embates mortais, os titãs Godzilla e Kong terão de trabalhar juntos para protegerem o mundo e a humanidade do sádico King Skar, um primata gigantesco que sonho em conquistar a superfície com uma nova Era Glacial.

Ao lado dos monstros, um grupo de humanos vai tentar desvendar os mistérios da Terra Oca em busca de respostas e potenciais aliado nessa batalha pelo futuro do planeta como eles conhecem.

Existe na humanidade uma curiosidade pelo grotesco. Desde a Grécia Antiga, as tão famosas ‘tragédias gregas’ eram sucesso nos teatros ao retratar o sofrimento de seus personagens, o que causava identificação e despertava o interesse. Com o passar dos tempos, a desgraça foi aumentando e sendo retratada sob diferentes perspectivas, inclusive a cômica. Afinal, as comédias físicas extraem riso de pessoas se machucando ou fazendo acrobacias perigosas; O politicamente incorreto costuma brincar com situações pesadas ou sofridas para fazer graça. A situação escalou de tal forma que até mesmo um subgênero cinematográfico foi criado. Os ‘Filmes-Catástrofe’ fizeram a carreira de diretores como Roland Emmerich, cujos projetos consistem em acabar com a vida na Terra de formas catastróficas, enquanto os protagonistas enfrentam seus dramas pessoais antes da morte certa.

Diante disso, não é absurdo dizer que existe um ‘prazer culposo’ em ver cidades famosas ou pontos turísticos icônicos sendo pulverizados nas telas dos cinemas, seja por tsunamis, meteoros ou, neste caso, por monstros gigantes. Partindo desse ponto, Godzilla e Kong: O Novo Império abraça esse público ao rodar o mundo destruindo os potenciais turísticos das mais diversas capitais. Com jeitão de ‘World Tour’, o Godzilla roda o planeta caçando Kaiju’s que apareçam causando problema. Nessa turnê, o Rei dos Monstros visita cidades como Roma, Cairo e Rio de Janeiro, além da península de Gibraltar. Não por acaso, todos esses lugares possuem pontos símbolos fortíssimos no imaginário popular. Entendo essa paixão pelo grotesco, esse prazer pela destruição, o diretor Adam Wingard faz o lagartão visitar e acabar com tudo. E sabe o que é pior? É divertidíssimo acompanhar verdadeiros símbolos da civilização humana sendo reduzidos a pó, enquanto os titãs se digladiam no que restou desses cartões-postais.

O diretor entende que o público-alvo do filme quer ver destruição e lutas entre monstros gigantes, então abraça isso utilizando os golpes mais criativos possíveis. Ele já havia feito um trabalho mais que competente em Godzilla vs. Kong, mas aqui ele tenta tornar tudo maior e mais extravagante. Então, o Godzilla passa por um processo de evolução baseado na absorção extraordinária de radiação, enquanto o Kong recebe uma manopla metálica que potencializa seus golpes. O interessante é que esses upgrades são justificados pelo roteiro, que assume o Kong como protagonista. O que é muito justo, considerando o Godzilla foi o grande protagonista do anterior, relegando o primata ao papel de coadjuvante. Dessa forma, sai o núcleo humano ligado ao lagartão e entram os personagens que se relacionam com o gorila. Pela ótica deles, a história é narrada, enquanto os monstros lutam e tomam suas ações.

Nesse ponto, o núcleo humano é realmente o ponto baixo da aventura. Foi uma escolha do roteiro e da direção, que até funciona no começo, mas logo se mostra cansativa. Como as criaturas não falam, se comunicam apenas por olhares, expressões corporais e porrada, os humanos intercalam as cenas de ação aparecendo apenas para explicar, palavra por palavra, o que acabou de acontecer ou que vai acontecer em seguida. São diálogos tão exaustivamente expositivos, até em momentos que realmente não precisavam de explicação, que você meio que torce para que caia uma pedra gigante em cima deles o quanto antes. Os maiores destaques são Bryan Tyree Henry, que retorna como o podcaster Bernie, e Dan Stevens, que interpreta o Caçador. Ele é um personagem novo que certamente surgiu após o diretor assistir Guardiões da Galáxia e se encantar pelo Senhor das Estrelas. Como não devem ter conseguido contratar o Chris Pratt, não duvido nada que o Wingard tenha chamado o Dan e falado: “Faça sua melhor imitação do Chris Pratt. A abordagem é idêntica à de James Gunn com o Senhor das Estrelas, mas com menos coração. Ou seja, consegue divertir, mesmo que não seja tão memorável quanto o líder dos Guardiões. Já Bryan é o alívio cômico do filme. Ele alterna alguns momentos de sacadas geniais com outros de piadas repetidas ou batidas. Ainda assim, acho que o saldo para ele é mais positivo que negativo. Quem está terrível é a querida Rebecca Hall, que atua de forma desleixada. Seu trabalho está além do caricato e tem tanto carisma quanto um dedo mindinho. Ela parece fora do tom da galhofa ao mesmo tempo em que não consegue trabalhar uma atuação séria. Destoa dos demais e fica muito abaixo.

Nesse ponto da relação entre humanos e monstros, o filme anterior conseguiu um equilíbrio melhor. E ainda que tenha havido essa regressão na fluidez da relação entre esses dois núcleos, o compromisso do longa com a diversão incessante compensa toda a exposição humana. A sensação que dá é que o diretor sentou na cadeira com o pensamento: “como posso fazer para deixar isso ainda mais legal?”. A partir daí, despejou ideias e tentou abraçar todas elas.

Godzilla e Kong: O Novo Império é um filme que tenta ser maior e melhor que seu antecessor sem ter medo de errar. Obviamente, comete alguns erros no caminho, mas nada que comprometa a diversão de ver esses titãs destruindo tudo em tela. Sobre isso, vale lembrar que o longa foi filmado para IMAX. Por ter sempre muita coisa acontecendo em tela, é uma experiência interessantíssima conferir o filme em uma sala com essa tecnologia.

Ah sim, vale ressaltar a presença de um personagem fenomenal: o Mini-Kong. Seguindo a história básica do Robin, esse molequinho encapetado rouba a cena em todo momento que aparece, enquanto fica na dúvida se ajuda ou não o Kong. É simplesmente impossível não gargalhar com as furadas que esse baixinho de 40 metros se mete ao longo da trama, seja tocando o terror nos vilões ou sendo usado como porrete. Para falar a verdade, essa criaturinha laranja é a síntese perfeita do que é O Novo Império. É divertido, criativo e muito bobo, mas de um jeito positivo. Foi uma adição sensacional ao longa.

Enfim, quem gostou de Godzilla vs Kong certamente vai gostar de O Novo Império. Ainda que não tão bom quanto o anterior é um filme que preza pela megalomania e pela diversão, é como viajar pela imaginação de uma criança brincando com seus bonequinhos de plástico no parquinho. E depois desse filme, fica a curiosidade para saber o que mais Adam Wingard tem em mente para a franquia, porque o que não falta para o diretor é um arsenal de criaturas monstruosas e uma série de cartões-postais pelo mundo que ainda não foram vandalizados.

Godzilla e Kong: O Novo Império está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Hypnotic: Ameaça Invisível – Alice Braga se junta a Ben Affleck em Thriller MAIS VISTO do Prime Video

De boas ideias Hollywood está cheia. Aliás, a recente greve evidenciou o quanto a indústria de cinema estadunidense depende dos seres humanos com boas ideias para criar histórias que possam ser desenvolvidas em produções cinematográficas. Entretanto entre esses muitas vezes há um abismo enorme: uma boa ideia pode ter uma péssima execução, assim como uma ideia ruim pode ser produzida e competentemente transformada em algo melhor. Os cinéfilos sabem disso e já viram este fenômeno acontecer algumas vezes nas telonas. E agora esse fenômeno volta a se repetir com ‘Hypnotic: Ameaça Invisível’thriller de ação que atualmente é o filme MAIS VISTO do catálogo do Prime Video.

Danny Rourke (Ben Affleck) é um policial detetive afastado de seu cargo desde que uma tragédia se abatera sobre sua família: sua filha Minnie (Hala Finley) fora raptada em um parque e segue desaparecida desde então. Por fazer terapia, Danny acaba de ser liberado para voltar à sua rotina e se junta a seu parceiro Nicks (JD Pardo) para investigar a denúncia de um possível assalto a banco. Enquanto observam as movimentações nos arredores, Danny percebe algo incomum no suspeito (Carl Everett): ele parece dar comandos aos transeuntes na rua e curvá-los a fazer sua própria vontade. Diante do ineditismo da situação, Danny não poupará esforços para descobrir o que realmente está acontecendo, mesmo que isso o leve a confiar na cartomante Diana Cruz (Alice Braga), cuja reputação é questionável.

Robert Rodriguez encabeçou projetos de grande reconhecimento público, como ‘Sin City’, ‘Pequenos Espiões‘ e as séries ‘O Mandaloriano’ e ‘O Livro de Boba Fett’. Desse modo, não faz muito sentido que um sujeito com essa trajetória e que tem um vencedor do Oscar no seu elenco, Ben Affleck, não consiga alcançar o ponto certo de sua produção, criando um vácuo entre o elenco, que parece distanciado da trama, e a história elaborada, cheia de nuances, mas que, ao contrário do título, não consegue hipnotizar o espectador. Ao contrário, parece que o diretor subestima o espectador, evidenciando coisas frequentemente na trama, como se não fôssemos capazes de perceber sozinhos (por exemplo, um sinal de “escadas” enormemente escrito num estacionamento, quando é evidente que aquela porta levaria a uma escada interna).

O roteiro dele com Max Borenstein parte de uma boa ideia – a manipulação mental de um mal feitor em cima da sociedade para fazer com que as pessoas façam o serviço sujo por ele. Dessa boa ideia, para se justificar o enredo acaba se apoiando em temas complexos demais para serem desenvolvidos em uma hora e trinta de duração, tais como teoria da conspiração, segredos obscuros do governo, problemas interpessoais entre os personagens, etc. Em determinado ponto os personagens simplesmente vão para o México sem nenhuma justificativa desse deslocamento para o país, o que nos leva a pensar que é somente para contemplar o diretor e assinalar o quanto os estadunidenses têm livre passagem na fronteira, ao ponto de ironicamente manipular os guardas – coisa que pessoas de outras nacionalidades não conseguem.

A real é que nem mesmo os grandes nomes envolvidos nessa produção conseguiram fazer dela algo superior ao mediano.

Lisa Sheridan, atriz de ‘CSI: Miami’, é encontrada morta em seu apartamento

Lisa Sheridan, conhecida por seu papel nas séries ‘CSI: Miami’‘Invasion’, morreu aos 44 anos na segunda-feira, dia 25.

A atriz foi encontrada morta em sua casa, em Nova Orleans. A família disse que está certa de que o falecimento não ocorreu devido a suicídio.

Seu agente, Mitch Clem, também confirmou a notícia em uma declaração à revista PEOPLE, e acrescentou que ele e a família estão aguardando o exame da perícia. “Todos nós amávamos muito Lisa e estamos devastados”, Clem disse. “Ela morreu na segunda de manhã, em seu apartamento. Estamos aguardando uma resposta mais confirmativa”.

Ele continou: “A família inequivocadamente confirmou que isso não foi suicídio. Qualquer sugestão contrária não tem absolutamente fundamento algum”.

Sheridan também participou dos programas Halt and Catch FireThe Mentalist.

‘As Panteras’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

Sony Pictures divulgou o novo cartaz internacional do longa As Panteras.

Confira:

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

‘Dispatches From Elsewhere’: Sally Field na nova cena do episódio 01×07; Confira!

Dispatches From Elsewhere, nova série da AMC com Jason Segel, teve uma nova cena do episódio 01×07 divulgada.

O capítulo vai ao ar hoje à noite.

Confira:

Além de estrelar, Segel fica responsável pela criação e pela produção da série ao lado de Garrett BaschScott RudinEli Bush.

A série é centrada em quatro pessoas comuns que percebem que algo falta em suas vidas, mas não conseguem descobrir o que é. Esse grupo diverso se encontra quando cruza caminho com um quebra-cabeça que se esconde no âmago do vida cotidiana. À medida que aceitam esse misterioso desafio, eles percebem que sua jornada é mais profunda do que parece e que seus olhos foram abertos para um mundo de possibilidades e magia.

Sally FieldAndré BenjaminEve Lindley completam o elenco. Richard E. Grant é o narrador da produção.

‘The Batman’: Filmagens do longa serão retomadas em setembro

Segundo a Variety, as filmagens do vindouro e ambicioso The Batman serão retomadas ainda este ano, mais precisamente em setembro. O longa havia sido colocado em hiato devido à pandemia do COVID-19 e, para que volte à ativa, seguirá os protocolos de segurança e saúde pública.

Recentemente, a Warner Bros. revelou o logotipo oficial da produção.

Confira:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Legends of Tomorrow’: Atriz de ‘Bates Motel’ entra para a 6ª temporada da série

Deadline revelou recentemente que Aliyah O’Brien foi elencada na vindoura 6ª temporada da série Legends of Tomorrow, dando vida a uma personagem que soa como uma anti-heroína alienígena.

Segundo a descrição oficial, “O’Brien dará vida a Kayla, uma guerreira mortal com sede de sangue e pouca paciência para a incompetência humana. Ela será testada conforme trabalha com e contra as Lendas, visto que não está acostumada a cometer erros”.

O’Brien é conhecida por atuar em diversas produções, principalmente no drama de suspense Bates Motel, no qual deu vida a Regina Wall. Seus outros créditos incluem Supernatural e Monster Trucks.

Vale lembrar que as gravações do próximo ciclo seguem a todo vapor, sob os rígidos protocolos de segurança contra a COVID-19.

O elenco conta com Caity Lotz, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano e Dominic Purcell.

Crítica | ‘Pose’ aposta no drama familiar para o 5º episódio da última temporada

Apesar de ter esbarrado em certos obstáculos na semana passada, Pose continua, episódio a episódio, mostrando que é uma das melhores e mais importantes séries da atualidade – e até mesmo da história. Através de personagens complexos e temas cuja importância se estende para os dias de hoje, a produção, criada por Ryan Murphy, vem se afastando de uma superficialidade iconográfica desde a temporada anterior e abrindo espaço para reflexões sobre o que significa ser humano e se colocar no lugar do outro, canalizando esforços para o que a comunidade LGBTQ+ enfrenta numa sociedade movida pelo tradicionalismo retrógrado.

Caminhando para o series finale, que será exibido em pouco tempo, é apenas natural que Murphy já venha finalizando os arcos dos protagonistas, como fez com Pray Tell (Billy Porter) no quarto capítulo, por exemplo. Agora, chegou a hora de termos um relance do que o futuro aguarda para nossas amadas personagens, especialmente no tocante a Angel (Indya Moore), que, depois de cair inúmeras vezes, encontrou seu final feliz ao lado de Papi (Angel Bismark Curiel), ambos prestes a unirem laços matrimoniais – mas, como é de se esperar, regados a mais problemas que surgem quando tudo parece perfeito.

A princípio, Steven Canals, que fica a encargo da direção e assina o roteiro ao lado de Brad Falchuk, resolve retomar a leveza atmosférica de capítulos anteriores, indicando a nós que, talvez, faça uso de um filler para dar mais dinamismo a uma narrativa que vem se concentrando com força no flashback. Entretanto, essa sutileza aponta para a evolução do outrora conturbado relacionamento entre Angel e Blanca (Mj Rodriguez), principalmente quando esta descobriu que a filha estava usando drogas; e do encerramento entre Blanca e Elektra (Dominique Jackson) mais uma vez, mostrando que o amadurecimento chegou para ambas as personagens em um ciclo de amor e respeito mútuos que ainda tem muito a ser explorado – por mais que o fim esteja próximo. É preciso dizer que certas escolhas artísticas talvez pequem por não se casarem com a trama principal, como colocar Elektra em uma breve narração sobre os negócios que fechou com a máfia nova-iorquina.

Não se enganem: o enredo que inicia o episódio, intitulado “Something Borrowed, Something Blue”, é o dá forças para todos os eventos consecutivos, mas não a condução da cena de abertura – algo que deixa o restante da iteração um pouco desconexa. Felizmente, Canals é ágil o suficiente para perceber os erros que cometeu e tentar repará-los antes das revelações finais e de mais uma reviravolta que coloca os laços de todos em xeque. Elektra, chamando a si mesma como uma “reencarnação de Cleópatra”, sente-se completa por ter vencido todas as adversidades e poder dar o que suas filhas bem entenderem – uma reforma absoluta para Blanca e o casamento dos sonhos para Angel -, e é justamente isso que torna a história ainda mais densa.

Novamente, nota-se um emprego antológico que, apesar de não seguir a mesma estrutura dos anos anteriores, é uma opção interessante para a brevidade dessa série tão implacável. Se observarmos cada um dos capítulos como pequenos contos de superação e de amor-próprio, é possível até mesmo traçar uma linha separada de cada protagonista, que une-se pelo momento em que vivem e pela cultura do ballroom, que permitiu que se transformassem numa família. Tais predileções também impedem que as fórmulas são jogadas para debaixo do tapete e se respaldam numa liberdade maior que transmutam a si mesmas conforme o que se quer contar – nesse caso, apostando na exuberância de um casamento e de uma festa de despedida de solteira em contraposição ao melodramático momento em que escolhas irresponsáveis podem mudar uma vida inteira.

Os holofotes são destinados a Angel e a Papi, essencialmente, mas, como é de se esperar, Jackson rouba a cena com mais uma performance soberba como Elektra. A matriarca da antiga Casa Abundance não leva desaforos para casa, como bem sabemos, e repete o mesmo discurso recheado de sarcasmo e ironia para um dono de uma loja de vestidos que se recusa a atendê-las por seres mulheres transsexuais – colocando em voga, como é de se esperar, um preconceito injustificável que vem acompanhando a comunidade queer desde sempre. Porém, tudo é mascarado com uma veia ácida que não funcionaria em mais nenhum lugar além daqui.

É triste pensar que Pose está chegando ao fim e que, a cada semana, percebemos que o adeus já é inevitável. Em sua mais recente entrada, os pontuais equívocos são ajustados, apesar de ainda existirem – mas vê-se que, ao que parece, estamos sendo preparados para uma emocionante conclusão.

‘Naomi’: Nova série da CW ganha primeiro clipe oficial; Confira!

Durante a última edição da DC FanDome, a The CW divulgou o primeiro clipe oficial da aguardada série ‘Naomi’, estrelada por Kaci Walfall.

Confira:

Anteriormente, o ComicBook.com anunciou que a adaptação contratou um novo produtor executivo para supervisionar o projeto, dirigido por Ava DuVernay.

As informações indicam que DeMane Davis, conhecido por seu trabalho em obras como Queen Sugar‘A Vida e a História de Madam CJ Walker’, se juntou à DuVernay para dar vida à narrativa.

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Walfall dá vida à personagem titular. Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell, e acompanha uma jovem forasteira que vem à nossa Terra para protegê-la de um genocida que destruiu seu mundo natal.

A série fará parte do mesmo universo de ‘Painkiller‘, vindouro spin-off de ‘Raio Negro’.

‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no novo teaser oficial do reality show; Confira!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians, ganhou mais um teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Confira:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | ‘Lemonade’ se consagra como a magnum opus de Beyoncé

Publicado originalmente em 09 de maio de 2019.

Beyoncé Knowles-Carter tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: Lemonade, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos que virão.

A priori, é ímpar tem em mente que o disco é inteiramente visual; ainda que as poderosas letras, delineadas com maestria pela cantora em colaboração com nomes importantes da esfera fonográfica (incluindo The Weeknd, Kendrick Lamar e James Blake), perpassem por dias de luta e dias de glória e resgatem sua belíssima e aplaudível herança, os videoclipes não funcionam como produções à parte, e sim com extensão de algo inovador e renovador ao mesmo tempo. Afinal, é justamente aqui que Beyoncé abre portas para canções declarativas ao R&B, ao soul, ao jazz e ao folk, gêneros historicamente datados da cultura afrodescendente que encontrou uma expressão única ao serem marginalizados na sociedade estadunidense, bom, desde sempre.

A estética visual, por exemplo, fala muito alto quando nos restringimos aos vídeos de “Hold Up” e “Formation”. O primeiro, de forma deliciosamente contemporânea, traz a lead singer encarnando Oxum, deusa da água iorubá do amor, da sensualidade e da fertilidade – ora, não é nenhuma surpresa que a artista declare no refrão “eles não te amam como eu te amo”, partindo de um escopo bastante pessoal para uma universalidade incrível que já se provou próprio de sua identidade musical. A canção, por sua vez, traz batidas próprias de um delicioso reggae, além de fazer claras referências de bandas que a influenciaram para construir o CD em si – como Soulja Boys. Talvez aqui, Knowles-Carter abra espaço para explorar timbres vocais sem qualquer peso artificial, fluidamente escorrendo em uma sutileza categórica e emocionante.

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

De qualquer forma, essas não são as únicas composições a roubarem nossa atenção – muito pelo contrário: fica bastante claro os esforços de Beyoncé em transformar cada uma das produções pelas quais fica responsável em um discurso de “mais amor e menos ódio”, sem perder a força de seus solilóquios. Ora, não é à toa que ela traga samples de todas as pessoas que já lhe inspiraram na vida, incluindo a própria avó, Agnéz Deréon, e a avó de seu marido Jay-Z, Hattie White (bem como nomes como Malcolm X e Frank Ocean, este último com quem já trabalhou diversas vezes). A primeira faixa, “Pray You Catch Me”, é uma balada desconstruída que reflete as dores de um eu lírico marcado por dores, mais uma vez, passando do particular para o universal.

Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

Enquanto “Love Drought” e “Sandcastles” unem-se em uma narrativa com início, meio e fim – focando principalmente em mentiras e na consequente reconciliação -, “Freedom” volta com uma atmosfera quase gospel, marcada por um coro enérgico que vai ao encontro da instrumentalização própria do hip-hop, incluindo as batidas demarcadas de uma jovem banda colegial, ramificando suas mensagens de louvor para as gerações atuais. Lamar, que instantaneamente é reconhecido conforme entra na transição entre o segundo e o terceiro atos logo antes do último refrão, acrescenta ainda mais dinamismo à track.

Lemonade é nada menos que necessário. Uma nova e ocultada perspectiva de uma história que se repete há séculos e que, mais que nunca, reflete a importância do “conhecer a si mesmo”. Como já reafirma a premissa principal dessa obra-prima, se a vida lhe dá limões, faça uma limonada; e, bom, foi exatamente isso o que Beyoncé resolveu fazer.

Nota por faixa:

1. Pray You Catch Me – 4,5/5
2. Hold Up – 5/5
3. Don’t Hurt (feat. Jack White) – 4,5/5
4. Sorry – 5/5
5. 6 Inch (feat. The Weekend) – 5/5
6. Daddy Lessons – 5/5
7. Love Drought – 4/5
8. Sandcastles – 5/5
9. Forward (feat. James Blake) – 4,5/5
10. Freedom (feat. Kendrick Lamar) – 5/5
11. All Night – 4,5/5
12. Formation – 5/5
13. Sorry – Original Demo – 5/5

Artigo | ‘Final Space’ é uma incrível animação sci-fi que você precisa conhecer

Nos últimos anos, a Netflix vem investindo esforços em diversas produções de ficção científica, misturando o gênero com diversos outros espectros narrativos. Tivemos, por exemplo, a subestimada ‘Star Trek: Discovery’ e o thriller ‘Aniquilação’, bem como a recente produção ‘1899’ (que foi cancelada após uma temporada). E, em meio a um mar de títulos que chegam todos os dias à gigante do streaming, um deles provavelmente passou longe do seu radar: a animação Final Space. 

A princípio, é quase impossível delinear qualquer traço narrativo que faça sentido: a cena de abertura da temporada traz um astronauta vagando perdidamente pelo espaço, com apenas dez minutos restantes de oxigênio, já entregue ao seu fatal destino e tendo como única companhia a inteligência artificial de sua antiga nave, a Galaxy One. Momentos depois, somos transportados para um passado não tão distante no qual as coisas passam a ter uma estruturação mais compreensível: o astronauta, na verdade, se chama Gary Goodspeed (Olan Rogers) e cumpre pena como único tripulante da espaçonave em companhia de robôs. A cada dia, ele parece tentar se comunicar com uma espécie de amor perdido, mandando-lhe mensagens em vídeo sem qualquer resposta, mas que mantêm sua sanidade intacta. Ele é vigiado constantemente pelo computador de bordo HUE (Tom Kenny) e pelo irritante auxiliar KVN (Fred Armisen), os quais ama odiar. 

Já no episódio piloto percebemos a total irreverência construída por Rogers e David Sacks, ambos showrunners. Assim como recentes seriados da própria plataforma, a história não é para crianças e busca uma rebeldia transgressora que mantém paralelismos com Rick and Morty’ e BoJack Horseman’, trazendo certas críticas interessantes, mas que infelizmente se perdem ao longo do excesso de fantasia e impossibilidades. No geral, lidamos com uma jornada do herói que emula certos aspectos de famosas franquias de ficção científica (Star Wars’, por exemplo) e que não se preocupa com entregar-se a uma carga dramática catártica. Gary personifica um jovem galã afundado nas próprias metáforas vencidas e que carrega, ao mesmo tempo, uma necessidade de se provar útil para alguma coisa – afinal, seu coração ainda é puro e ele sempre se coloca na frente de todos, ainda que desajeitado. 

Tudo muda de perspectiva quando uma pequena criatura apelidada de Mooncake aparece na Galaxy e traz consigo uma horda de guerreiros malignos que tenta a todo custo sequestra-lo. Entretanto, os tripulantes conseguem vencê-los e mantém o gato humanoide Avocato (Coty Galloway) como refém, tentando arrancar algumas informações. Em meados da primeira parte, o antagonista se transforma em um aliado inesperado, revelando sua verdadeira história e convencendo o nosso herói a ajudá-lo a combater um inimigo muito mais poderoso para resgatar seu filho, Gatito (Steven Yeun). A partir disso, o time de roteiristas passa a fazer escolhas um tanto quanto interessantes para dar continuidade à trama principal e aumentar a complexidade dos arcos apresentados; entretanto, os eventos se desenrolam quase subjugados ao pano de fundo e não abrem brechas. 

Em se tratando de uma série de comédia, narrativas secundárias são importantes para a criação de um ritmo envolvente e frenético, impedindo que o público caia nas ruínas da monotonia. Em grande parte da temporada isso acontece, apesar de alguns deslizes que quebram uma estrutura sólida e nos desligam do universo ao qual somos apresentados. De qualquer modo, os irônicos e propositalmente autoexplicativos diálogos, combinado à química do elenco, conseguem varrer os claros equívocos para debaixo do tapete – e aqui abro um parênteses para uma performance incrível, ainda que um pouco over-the-top, de David Tennant como Lorde Commander, o principal obstáculo a ser enfrentado pelos protagonistas. Além da incrível versatilidade cênica, que compõe cliffhangers angustiantes, os clímaces e viradas são muito bem pontuados e chocantes, e brincam com todas as ideias já exploradas pelo gênero, desde as viagens no tempo até as fendas cósmicas. 

E é claro que o enlace romântico não poderia deixar de existir, e aqui ele insurge na figura da guerreira-cientista Quinn (Tika Sumpter), que parece brotar do nada, mas mantém relações inesperadas com Gary e até mesmo com sua família. Ela é a representação do arquétipo da inteligência e da proteção, que eventualmente entrega a própria vida por uma causa maior e representa um sacrifício não premeditado para a conclusão do arco do herói – o qual, com grande surpresa, não encontra seu fim, mas um gancho assustador para uma futura temporada. 

A animação não ousa mais do que deve e mistura elementos do 2D e do 3D, oscilando entre originalidade e nostalgia, reforçando laços dialógicos com obras clássicas e inclinando-se para a contemporaneidade e o futuro. Mesmo não explorando todo o potencial, a fluidez funciona, principalmente àqueles que procuram uma boa e divertida aventura que entrega o que quer. Os momentos introspectivos se afastam do melodrama desnecessário e preparam terreno para incríveis cenas de ação que satisfazem até os mais céticos espectadores. 

Final Space pode ter seus problemas, mas definitivamente cumpre o seu papel e não força algo além do que pode entregar. Sua premissa é simples, divertido, não se escorando em tramas pretensiosas e, ao mesmo tempo, conseguindo flutuar entre momentos trágicos, hilários, emocionantes e de tirar o fôlego. Uma sequência é mais que aguardada – e muito bem-vinda, ainda mais para fechar algumas pontas que ficaram soltas e nos deixaram bastante angustiados. 

‘With Love’: Assista à cena de abertura da 2ª temporada da série romântica!

A 2ª temporada da série romântica With Love’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do primeiro episódio como forma de divulgar a produção.

Confira:

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

Jovens se APAIXONAM no trailer inédito da comédia romântica turca ‘Last Call for Istanbul’; Confira!

Netflix vem investindo em peso em produções internacionais e, agora, divulgou o trailer oficial de sua próxima produção turca: Last Call for Istanbul.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 24 de novembro.

Assista:

O filme é dirigido por Gonenc Uyanik, com roteiro assinado por Nuran Evren Sit.

Nova York, amor e segundas chances… Serin, cuja bagagem foi levada por outro passageiro, cruza com Mehmet no Aeroporto Internacional JFK de Nova York. Os dois estranhos, em busca de bagagens desaparecidas, embarcam numa exploração do amor, do casamento e da lealdade na cidade que nunca dorme.

Kivanç TatlitugBeren SaatAnnie McCain EngmanMichael LoayzaZihan ZhaoJoy Donze e outros estrelam.