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‘Star Wars’: Chloé Zhao, diretora de ‘Eternos’, adoraria dirigir o filme produzido por Kevin Feige

Chloé Zhao ganhou o Oscar 2021 como Melhor Diretora por seu trabalho em ‘Nomadland‘ e estar por trás de Eternos‘, a mais nova adaptação da Marvel Studios.

E, parece que a cineasta também gostaria de trazer sua visão para a saga Star Wars, especificamente para o filme que está sendo produzido por Kevin Feige, diretor criativo da Marvel.

Durante uma entrevista para o The Playlist (via Comic Book), a cineasta foi questionada se toparia a missão de dirigir o projeto de Feige.

Sem pensar duas vezes, ela respondeu:

“Eu toparia. Toparei qualquer coisa que Kevin me pedir para fazer.”

No início do ano, ela já havia sido questionada sobre a possibilidade de se juntar à Lucasfilm, e nunca escondeu seu interesse pela franquia criada por George Lucas.

“Hmmmm. Tenho que ter muito cuidado com o que digo aqui. Vamos apenas dizer que é Star Wars‘ é um universo pelo qual tenho tanta reverência porque foi uma parte muito importante da minha vida”, afirmou ela.

Ainda sem título e previsão de estreia, o projeto de Feige está sendo escrito por Michael Waldron, roteirista de ‘Lokie ‘Rick & Morty’.

Enquanto aguardamos pelas atualizações, ‘Eternos‘ estreia em 04 de novembro.

Lembrando que diversos críticos compareceram à estreia em Los Angeles e rasgaram elogios ao longa, caracterizando-o como uma incrível produção e uma obra-prima da Marvel Studios.

Confira:

Eternos, de Chloé Zhao, é absolutamente fantástico, a fórmula Marvel é jogada pela janela e ganhamos uma experiência cativante”.

“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com Eternos. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.

“Meu Deus – Eternos é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.

Eternos é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.

Eternos é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Tribunal Cinéfilo! Convidados debatem sobre ‘Era uma vez em… Hollywood’, de Quentin Tarantino!

Reunimos aqui nesse recinto virtual do STC (Superior Tribunal Cinéfilo) para as decisões dos amantes da 7a arte interessados no Processo Cinéfilo número #16:” Era uma vez em…Hollywood” na Vara virtual Pop, ministrada pelos excelentíssimos juízes cinéfilos Rafa Gomes e Rapha Camacho.

Para debater nas argumentações sobre essa obra, eis a apresentação dos ilustres convidados:

Para a defesa, o bancário e cinéfilo de carteirinha do cinema clássico da velha Hollywood, Reginaldo Heitor.

Defendendo os que não amam o filme: a cinéfila de Florianópolis, graduada em letras e literatura e também psicanalista, da geração dos primeiros colecionadores da extinta Revista SET, Tatiana Russo.

O júri é formado por vocês que assistem a esse programa ao vivo aqui na nossa plateia virtual. Caso ninguém vote quando os juízes pedirem, os próprios juízes definirão a sentença.

Mandem mensagens ao longo desse programa que exibiremos sempre que possível.

 

Nome do filme: Era Uma Vez em… Hollywood

Diretor: Quentin Tarantino

Sinopse do filme: No final da década de 1960, Hollywood começa a se transformar e o astro de TV Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu dublê Cliff Booth (Brad Pitt) tentam acompanhar as mudanças.

Contagem regressiva! Conheça os Filmes Mais Aguardados da Netflix ainda para 2021

Quem diria, de pária do universo do audiovisual, a Netflix se tornaria a produtora mais badalada da atualidade, fazendo frente aos maiores estúdios de Hollywood. Antes, essas instituições a esmagariam como concorrência sem dó nem piedade. Hoje, se curvam para ela, seguindo seu modelo comercial e pegando para si sua parcela do público ao lançarem no mercado seus próprios canais de streaming – vide a toda poderosa Disney (dono do irretocável colosso Marvel – que praticamente “fabrica dinheiro”) e a Warner (através do xodó HBO Max).

Desta forma, dividimos nossa matéria de dicas com o que de melhor o ano de 2021 ainda trará quando o tópico são filmes, em duas: a primeira, focada em lançamentos nos cinemas; enquanto esta segunda visa colocar luz nas produções mais aguardadas que estreiam diretamente na plataforma da Netflix. Bem, algumas delas irão passar antes brevemente pelos cinemas, para depois cair na rede. Muita coisa boa estreou na plataforma em 2021, mas o ano ainda não acabou e o streaming número 1 do mundo ainda reserva algumas surpresas nos últimos meses do ano para o público – que estão entre as produções mais esperadas dos fãs. Confira abaixo.

Leia também: Imperdíveis! 10 Grandes Filmes que Chegam nos Cinemas Ainda em 2021

Exército de Ladrões: Invasão da Europa

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas foi indiscutivelmente “o” grande lançamento da Netflix de 2021 até o momento. A superprodução de Zack Snyder sobre um grupo de mercenários armados até os dentes precisando se infiltrar em uma Las Vegas infestada de zumbis tem um grande “quê” de Fuga de Nova York (1981) e foi um dos filmes mais falados do início do ano. Mas a história não acaba por aí. Outubro é o mês do dia das bruxas (halloween) e a Netflix possui um repertório amplo para a data, vide da trilogia Rua do Medo. Pegando carona no recém-lançado As Passageiras, sobre um motorista levando duas jovens que se revelam vampiras, no dia 29 de outubro estreia o derivado de Army of the Dead. Curiosamente, essa espécie de continuação não é de terror, mas de ação criminal. Snyder criou a história e produz, mas quem dirige é o também protagonista Matthias Schweighöfer, que reprisa o papel cômico do abridor de cofres loirinho Dieter. Chegando como reforço ao elenco, a bela Nathalie Emmanuel.

Vingança & Castigo

No início de novembro, dia 3, é a vez de um faroeste completamente representativo, constituído com um elenco de atores majoritariamente negros – um fato inédito dentro de um filme do gênero mirado ao grande público. E já não era sem tempo. Esse é o Pantera Negra dos filmes western. Idris Elba interpreta Rufus, um criminoso libertado da prisão por sua gangue, encabeçada por Regina King e LaKeith Stanfield. Essa novidade baterá de frente com o rival Nat Love, papel de Jonathan Majors. O elenco conta ainda com Zazie Beetz e Delroy Lindo.

Passing

Ao contrário dos demais itens acima, este longa de drama fez sua estreia no prestigiado Festival de Sundance em janeiro deste ano. Depois  seguiu para uma carreira em Festivais, como o de Nova York e Roma. No dia 10 de novembro o filme estreia na plataforma da Netflix. A jovem atriz Tessa Thompson havia emprestado seu talento para a rival Amazon ano passado ao protagonizar o romance de época O Amor de Sylvie. Em 2021 chega a vez da Netflix provar o talento da moça, com um filme que tem chances de emplacar na época de prêmios. A trama coloca Thompson lado a lado com a indicada ao Oscar Ruth Negga para uma história real sobre mulheres negras que se faziam passar por brancas no início do Século XIX para terem uma vida melhor. O filme marca a estreia da atriz Rebecca Hall como diretora.

Alerta Vermelho

Dois dias depois da estreia de Passing, no dia 12 de novembro, é a vez da estreia da produção mais cara da Netflix até o momento, que promete quebrar todos os recordes de audiência da plataforma. Dwayne Johnson, vulgo The Rock, chega à Netflix na primeira colaboração do astro com o canal de streaming! A superprodução traz o ator gigante como um agente da Interpol na caçada à ladra de arte mais procurada do mundo, papel da Mulher-Maravilha em pessoa, Gal Gadot. No meio do caminho ele se depara com o personagem de Ryan Reynolds, um ladrão rival, e faz um acordo com ele para que juntos capturem a número um.

Tick, Tick… Boom!

Andrew Garfield estrela nesse musical biográfico ambicioso, que marca a estreia do midas do gênero Lin-Manuel Miranda na direção de um longa. Baseado no livro do próprio Jonathan Larson, personagem de Garfield, a história fala sobre a pressão que sentiu e as dificuldades que enfrentou enquanto trabalhava como garçom para se sustentar e planejava criar um grande musical para os palcos – um tema que Miranda com certeza se identifica. Larson eventualmente criaria Rent – Os Boêmios, considerado um dos maiores espetáculos teatrais de todos os tempos. Alexandra Shipp e Vanessa Hudgens completam o elenco principal. O filme estreia no dia 19 de novembro.

Ferida

Como podemos notar pela tendência desta lista, um dos grandes atrativos da Netflix atualmente é dar voz e espaço para realizadores veteranos, mas também abrir porta para o debute de gente talentosa, passando para trás das câmeras. Já tivemos acima as estreias de gente como Rebecca Hall e Lin-Manuel Miranda, e agora é a vez da Oscarizada Halle Berry marcar seu nome também como cineasta em Ferida. Nesta história sobre redenção, Berry igualmente protagoniza como a lutadora de MMA Jackie Justice. Caída em desgraça após uma derrota, a mulher se encontra no fundo do poço, mas precisa encontrar forças para dar a volta por cima. Ao mesmo tempo, seu filho que ela abandonou ainda bebê reaparece em sua porta.

Não Olhe para Cima

Como visto até aqui, a Netflix reserva estreias de peso para o mês de novembro, porém, o mês de dezembro só precisa de uma única estreia para equilibrar as coisas. Não Olhe para Cima é provavelmente o filme mais ambicioso da Netflix e que reúne o elenco mais monumental até hoje da plataforma. Fora tudo isso, com os nomes aqui presentes, pode render inclusive indicações na temporada de prêmios. O diretor Adam McKay (A Grande Aposta) dá uma de Wes Anderson e recruta alguns dos atores mais talentosos da atualidade para compor seu elenco. Encabeçando temos ninguém menos que os Oscarizados Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence como dois cientistas chamados às pressas pelo governo para lidar com o fato de que um asteroide está em rota de colisão com a Terra. O longa conta ainda com Meryl Streep, Cate Blanchett, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry e Timothée Chalamet. A estreia é em 24 de dezembro.

Conheça os ‘Eternos’ em novo vídeo legendado do filme da Marvel

A Marvel divulgou um novo vídeo legendado de ‘Eternos‘ que apresenta os personagens do filme.

Assista:

Diversos críticos que compareceram à estreia rasgaram elogios para a produção, caracterizando-a como uma incrível produção e uma obra-prima da Marvel Studios.

‘Eternos’, de Chloé Zhao, é absolutamente fantástico, a fórmula Marvel é jogada pela janela e ganhamos uma experiência cativante”.

“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com ‘Eternos’. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.

“Meu Deus – ‘Eternos’ é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.

‘Eternos’ é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.

‘Eternos’ é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.

Lembrando que o longa-metragem chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Eternos’: Repórter da Marvel causa momento CONSTRANGEDOR com atriz deficiente auditiva; Confira!

A première de ‘Eternos‘ aconteceu na última segunda-feira (18), em Los Angeles e contou com um momento constrangedor entre os repórteres da Marvel.

Enquanto entrevistava a atriz Lauren Ridloff, portadora de deficiência auditiva, a repórter estendeu o microfone para ela falar, ignorando sua deficiência.

Obviamente, foi apenas um deslize desproposital, e a intérprete de Makkari apenas sorriu e voltou sua atenção para o intérprete de língua de sinais que acompanhava os jornalistas.

Confira:

Apesar do inconveniente, a gafe da equipe foi corrigida logo em seguida, quando o intérprete passou a traduzir as perguntas e respostas durante a conversa.

Na ocasião, Ridloff elogiou a representatividade do longa e deixou claro seu orgulho por dar vida a uma heroína no cinema.

“É uma enorme honra participar deste projeto. Meu filho me perguntou o que significava ter essa honra. Esse é o significado de honra, porque é como um chamado. E estou muito orgulhosa de estar aqui.”

Nas redes sociais, o público não deixou o momento passar em branco e alguns comentários reforçaram a falta de noção da repórter.

Lembrando que diversos críticos compareceram à estreia e rasgaram elogios para a produção, caracterizando-a como uma incrível produção e uma obra-prima da Marvel Studios.

Confira:

‘Eternos’, de Chloé Zhao, é absolutamente fantástico, a fórmula Marvel é jogada pela janela e ganhamos uma experiência cativante”.

“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com ‘Eternos’. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.

“Meu Deus – ‘Eternos’ é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.

‘Eternos’ é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.

‘Eternos’ é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.

Lembrando que o longa-metragem chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Você lembra dos Filmes da MTV? Revisamos a trajetória de 25 anos no Cinema do canal da música na Televisão

Ah, a saudosa MTV. Quando falamos da nostalgia que foi viver os anos 1980 e toda a pureza que vinha de receber a primeira “overdose” de cultura pop na veia, definitivamente a MTV fez parte desta trajetória midiática cultural. Inaugurado nos primórdios da década de 80, mais precisamente em 1981, o canal especializado em música na televisão (cuja sigla significa literalmente Music TeleVision) foi o primeiro contato mais íntimo de toda uma geração com a música e seus cantores e bandas preferidos. Embora o conceito de um canal de TV voltado completamente para a música tenha surgido ainda no fim da década de 1960, com os vídeo clipes de bandas como os Beatles sendo primordiais para tal avanço, a concretização de tais planos começaram a ocorrer no fim da década seguinte, os anos 1970.

Com a chegada dos anos 80 não tinha mais volta, a proposta estreava para mudar de vez a vida de todos que na época cresceram. O conceito era simples: um canal voltado para os adolescentes e jovens, feito por eles. O público-alvo analisado pela emissora era dos 12 aos 34 anos. Era um canal descolado, que dava voz a uma geração e ditava tendências e moda. Foi o berço, por exemplo, de artistas como Madonna, considerada uma cria do canal. Rock e pop eram o forte da casa, que exibia os vídeos musicais dia e noite em sua programação, apresentados pelos chamados Vídeo Jockeys (os VJs), jovens que falavam a língua de sua audiência e se tornaram por si só celebridades igualmente. Além disso, desde seus primórdios, a MTV exibia tipos de animações e vinhetas surreais e desconexas, que enfatizavam a linguagem descompromissada e moderna em contrapartida aos velhos conceitos televisivos.

A MTV foi um marco cultural jovem para toda uma geração.

A princípio apenas captada pelos moradores de Nova Jérsei, os estúdios da MTV eram sediados em Nova York, onde ainda se encontra a base da corporação que se tornou hoje. No Brasil, o canal demorou um pouquinho mais a chegar, tendo sido inaugurado por aqui somente em 1990, marcando época igualmente. E numa época anterior inclusive às TVs a cabo (internet então, nem sonhava-se) conseguir captar o sinal UHF (ao contrário das demais VHF) com antena portátil era uma missão digna de McGyver, nem mesmo o melhor bombril na ponta das hastes metálicas dava jeito. Desistir, porém, jamais, afinal todo pré-adolescente que se prezasse tinha como meta de vida na época assistir ao canal. Era a Marvel musical da época.

A MTV ajudou a popularizar diversos artistas e a criar a chamada geração MTV. É curioso hoje pensar como um símbolo máximo de juventude, rebeldia e modernidade, possa ser considerado algo imensamente datado e ultrapassado. Isso, é claro, graças ao advento da internet e de plataformas como o Youtube. Atualmente, apesar do canal ainda ser transmitido, mais voltado para programas no estilo Reality, uma entidade maior da propriedade existe nas formas do MTV Entertainment Group, empresa especializada em produção de séries de ficção, documentais e animações, além, é claro, do tema desta matéria: produções cinematográficas.

Em 1996, a MTV Films lançava seu primeiro filme no cinema.

É curioso pensar que uma companhia tão revolucionária como a MTV, que era sinônimo de ditar tendência entre os jovens nos anos 80, não tenha aproveitado ainda na época este “poder” para ampliar seus tentáculos para mídias mais abrangentes como o cinema. Teria sido muito interessante ver que tipo de produtos seriam criados pela empresa na década de 80. A verdade é que o canal ainda trabalhava para se estabelecer e firmar sua popularidade em sua primeira década de existência. Assim, seria somente em meados da década seguinte, apesar de ter sido inaugurada como produtora de cinema em 1991, que a MTV lançaria seus primeiros filmes no cinema. Quase todos em parceria com a Paramount Pictures.

Em 1996, a MTV Films lançava seu primeiro longa-metragem para os cinemas. É claro que a produção em questão teria a cara jovem e insana típica da geração que cresceu na época do politicamente incorreto – grande parte das mensagens do canal eram nuas e cruas, apostando em muito gore, violência e nojeiras de plantão. Assim, em julho de 1996, época do verão norte-americano, onde os maiores filmes se digladiam pelas grandes bilheterias, era lançado nas salas de cinema a comédia musical Joe e as Baratas (Joe’s Apartment). Baseado no curta dirigido por John Payson, de 1992, o próprio cineasta alongava sua história para caber num longa-metragem que inaugurava uma nova era para a MTV. Ah sim, o título não esconde, a estreia do canal no cinema contava sobre baratas falantes, dançantes e cantantes, vivendo no apartamento de um jovem desleixado.

Flop no cinema, transformado em cult em VHS, ‘Joe e as Baratas’ guarda o marco de ser o primeiro filme da MTV.

O mote aqui, porém, muito mais do que a “engraçadinha” história sobre baratas descoladas, era a credibilidade dos efeitos visuais gerados por computadores, que criariam insetos realistas, os inserindo para contracenar junto com atores reais. Os efeitos computadorizados, hoje chamados CGI, que foram a evolução natural das animações e stop-motion, atualmente não chamam mais atenção tendo se tornado algo corriqueiro e usado de forma frívola até mesmo em programas de TV. Porém, na época a técnica revolucionária era recebida com muita empolgação, elevando os filmes de entretenimento a outro patamar. O primeiro a empregar durante toda a sua projeção foi O Exterminador do Futuro 2 (1991); e depois seguiram Jurassic Park (1993), O Máskara (1994) e o resto é história. Nesta primeira leva, chegava também Joe e as Baratas, que ao invés de dar vida à dinossauros virtuais, se mostrava mais humilde em criar através dos computadores um grupo de baratas muito animado. Os louros aqui são da Blue Sky Studios, companhia por trás de sucessos como as franquias A Era do Gelo (2002) e Rio (2011), em sua primeira grande investida na nova técnica.

Os hilários acéfalos Beavis e Butt-Head se tornaram fenômeno na MTV e em 1996 ganharam um filme para chamar e seu.

No mesmo ano, porém no fim de 1996, em dezembro, a MTV Films estreava nos cinemas um filme que tinha ainda mais sua cara, se é que isso é possível. Na verdade, tratava-se de um produto nascido justamente de sua programação. Beavis e Butt-Head, animação adulta criada por Mike Judge estreava na MTV em 1993 e de cara se tornava um sucesso absoluto. Fenômeno midiático, assim como Os Simpsons, os protagonistas aqui serviam como crítica social dos americanos – estes dois adolescentes roqueiros descerebrados que por sorte conseguem superar as adversidades apesar de sua tremenda estupidez. Era a forma de Judge satirizar com olhar único a mesma geração que compraria a ideia com facilidade. Mais de dez anos depois da estreia do canal de música, a própria emissora analisava os efeitos colaterais surgidos da juventude que ajudou a moldar. Seis temporadas depois, e com os personagens já gravados no subconsciente coletivo, a MTV Films presenteava Judge com o orçamento de US$12 milhões para que levasse às telonas o primeiro longa-metragem da dupla, com Beavis e Butt-Head Detonam a América – que teve direito à dublagem de astros famosos do primeiro time, vide Bruce Willis e Demi Moore, e trilha sonora dos Red Hot Chilli Peppers – banda igualmente surgida da emissora.

Eleição (1999) é, ainda hoje, o melhor filme lançado pela MTV Films.

Das suas duas primeiras investidas no terreno das produções cinematográficas, Beavis e Butt-Head Detonam a América se mostrou o acerto do estúdio, enquanto Joe e as Baratas viveu para se tornar seu primeiro fracasso; vindo a ressurgir no mercado de VHS como fita cult. O auge crítico e financeiro, porém, seria atingido logo três anos depois, quando o estúdio investiria em obras que, embora ainda voltadas para o universo dos jovens, possuíam temas mais maduros como discurso, demonstrando que seu entretenimento não precisava ser apenas simples escapismo. Dentro desta nova proposta, a companhia abria o ano de 1999 com Marcação Cerrada, sucesso nos EUA, que por usar como tema o futebol americano, esporte àquela época sem muita ligação com os brasileiros, terminou vendo um lançamento direto em vídeo por aqui. O filme aproveitava como protagonista James Van Der Beek (saído do sucesso de Dawson’s Creek – 1998 a 2003) e se tornaria icônico devido à ousada cena do biquíni de chantilly performada por Ali Larter em seu primeiro filme. Já Eleição, com Reese Witherspoon e Matthew Broderick, foi ainda mais longe e surgiu com um discurso sobre os pequenos âmbitos da corrupção e como atos mal julgados como simplórios podem vir a ser catastróficos e irremediáveis. Uma pequena obra-prima do cinema que possui coerentes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, mesmo sem ter feito necessariamente sucesso de bilheteria. Um cult imperdível.

A MTV Films e a Paramount tinham planos maiores para Projeto Almanaque, que terminou enterrado.

Durante as duas décadas seguintes, de 2000 e 2010, a MTV Films seguiu levando para as telonas os produtos surgidos em sua programação, vide os filmes de Jack Ass e a versão em live-action da animação Aeon Flux (com uma Charlize Theron recém-saída de sua vitória no Oscar de melhor atriz) e contribuindo com os filmes de artistas da música que eram prata da casa – vide Britney Spears (Crossroads), Beyoncé (Resistindo às Tentações), Tupac Shakur (Resurrection), 50 Cent (Fique Rico ou Morra Tentando), Justin Bieber (Never Say Never) e Katy Perry (Part of Me).

Em 2015, o estúdio sofreria um baque com o fracasso de sua grande aposta para aquele ano. Projeto Almanaque envolvia atores jovens, viagem no tempo e muita música pop. Os trailers chamaram atenção, mas o filme simplesmente desapareceu, sendo enterrado num lançamento em janeiro – onde historicamente muitos filmes vão para “morrer”. O curioso é que o longa não foi sequer um fiasco financeiro, conseguindo se pagar. Por um tempo, a ficção científica marcaria o último esforço da MTV Films, que voltaria a produzir somente cinco anos depois, em 2020, e desde então lançando apenas outros três filmes, com o último sendo Pink Skies Ahead, elogiado drama juvenil independente exibido em festivais de cinema. Para fevereiro do ano que vem o estúdio tem programado Jackass Forever.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’ se aproxima dos US$ 500 milhões em 3 semanas

Velozes e Furiosos’ ainda está muito à frente como a maior bilheteria de Hollywood na fase pandêmica, com US$ 716 milhões arrecadados dos cinemas.

Mas o James Bond está na cola. ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘, que marca a despedida do astro Daniel Craig como James Bond, já arrecadou US$ 474 milhões nas bilheterias mundiais.

O filme será lançado na China nesse fim de semana, e visando que ‘Skyfall‘ e ‘Specter‘ fizeram US$ 59 milhões e US$ 83 milhões respectivamente no país, a expectativa é que o filme alcance US$ 600 milhões após o fim de semana.

007: Sem Tempo Para Morrer‘ precisa arrecadar mais de US$ 900 milhões para dar lucro.  

Vale lembrar que ‘Sem Tempo Para Morrer‘ estreou nos EUA com US$ 56 milhões – tornando-se a quarta maior estreia de todos os filmes do James Bond no país, atrás apenas de ‘007 – Operação Skyfall‘ ($88.3M), ‘007 Contra Spectre‘ ($70.4M) e ‘007 – Quantum of Solace‘ ($67.5M).

Cary Joji Fukunaga (‘Beasts of No Nation’) é responsável pela direção.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada. 

O elenco também traz o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright, além de apresentar Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Ambulance’: Jake Gyllenhaal no INSANO trailer do novo filme do Michael Bay

A Universal Pictures divulgou o trailer de ‘Ambulance, remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.

Dirigido por Michael Bay, a ação chega aos cinemas dia 18 de Fevereiro de 2022.

Assista:

A história mistura clássicos dos anos 1990 como ‘Velocidade Máxima’‘Bad Boys’ e funciona como um thriller de ação sobre ladrões que roubam uma ambulância para escaparem da cena do crime – percebendo tarde demais que há um paciente doente na parte de trás.

Jake Gyllenhaal, Eiza González  e Yahya Abdul-Mateen II estrelam.

Abdul-Mateen II e Gyllenhaal interpretarão os antagonistas, enquanto González dará vida a uma paramédia que é arrastada nessa conturbada luta pela vida e pela morte. Não se sabe quem dará vida ao paciente.

Chris Fedak (‘Prodigal Son‘) é responsável pelo roteiro, que será inspirado em um homônimo filme dinamarquês.

Que lugar LINDO! Michael Bay posta vídeos do set de ‘Transformers 7’ em Machu Picchu

O diretor Michael Bay deixou o comando de ‘Transformers‘ no quinto filme, ‘O Último Cavaleiro‘, mas continua acompanhando de perto os trabalhos da franquia.

Bay viajou até Machu Picchu, a misteriosa cidade dos Incas, para passar o bastão da franquia para o diretor Steven Caple Jr. e ver as filmagens no belíssimo lugar.

Transformers: O Despertar das Feras‘ chega aos cinemas em 24 de Junho de 2022.

Confira os vídeos e as fotos:

@justmireh Transformers #peru #parati #cusco #transformers #tiktok #fy #cuzcoperu #lima #transformersprime #optimusprime ♬ sonido original – Yhader C

@justmireh Transformers CUSCO – Peru #fy #parati #transformers #transformersprime #cusco #peru #cuscoperu #machupicchu #michaelbay ♬ Transformers audio trailer CUSCO Peru – Mireya Carreño ✨

@justmireh TRANSFORMERS EN CUSCO PERU ⭐️ #fy #parati #transformersprime #transformers #peru #cusco #michaelbay #optimusprime #machupicchu #reinadelsur ♬ Transformers audio trailer CUSCO Peru – Mireya Carreño ✨

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) serão os astros do próximo filme da franquia, que terá roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

Como o novo ‘Pânico’ pode mudar o futuro da franquia…

Pânico se tornou uma das maiores franquias cinematográficas de todos os tempos e revitalizou o gênero slasher através de uma fórmula totalmente original e que, de certa forma, ia de encontro a tantas outras sagas semelhantes – como ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’.

Criada pelo lendário Wes Craven, um dos realizadores mais importantes do cinema contemporâneo, a história é centrada em um serial killer que se esconde atrás da máscara de um personagem conhecido como Ghostface e que arquiteta um massacre sanguinolento que tem como objetivo principal Sidney Prescott (Neve Campbell), uma problemática jovem que perdeu a mãe e carrega fantasmas de um passado não muito distante que vêm assombrá-la. Além de Sidney, os filmes introduziram diversos outros nomes que ficariam imortalizados no imaginário da cultura pop, incluindo a ambiciosa jornalista Gale Weathers (Courteney Cox) e o desengonçado e cândido delegado Dewey Riley (David Arquette), além de homicidas diferentes e perigosos trama após trama.

Dez anos depois de Pânico 4’ que, apesar das atribulações e das falhas técnicas, apresentou a famosa narrativa a uma nova geração, o público está ansioso para ver o quinto capítulo dessa revolucionária magnum opus – e parece que as coisas sofrerão uma brusca mudança que pode impactar fortemente em futuros longas-metragens (ainda mais levando em conta que comentários sobre uma sexta entrada já foram feitas entre os produtores e a equipe criativa). E, com o aguardado lançamento do primeiro trailer, é normal que várias teorias surjam entre os fãs da franquia – e, pensando nisso, resolvemos destrinchar as poucas informações que temos para focar em uma delas que pode premeditar um deslocamento profundo de protagonismo.

Foquemos no breve trailer: um dos aspectos que mais nos chamou a atenção, a caracterização de Dewey e o que uma nova jornada em Woodsboro pode significar não apenas para si, mas para o restante do trio de ouro. Arquette reprisa o papel em um design que já o mostra marcado pelo tempo, seja pelas rugas proeminentes, seja pelo cabelo desgrenhado e grisalho. Mais do que isso, Dewey carrega uma traumática experiência que o transformou em um especialista em assassinos em série – motivo pelo qual serve como a sábia voz que guiará os novos protagonistas pela (improvável) sobrevivência. E de que maneira isso inverte os papéis a que estávamos acostumados?

Mesmo décadas mergulhados em uma cíclica história, Sidney, Gale e Dewey sempre se tornaram centro dos assassinatos e encontravam uma forma de unir forças para derrotar múltiplos antagonistas. Entretanto, com o primeiro trailer da quinta iteração viralizando nas redes sociais e nas principais plataformas, não podemos deixar de perceber que Ghostface tem outra ideia em mente – que é trazer uma outra geração, muito provavelmente uma menção à Gen-Z e o fato de serem a “primeira tribo de nativos digitais”, como bem apontam os sociólogos. Dessa forma, os antigos personagens principais são colocados em segundo plano e abre-se terreno para algo diferente e que tem potencial ilimitado para dar muito certo.

Quando analisamos as múltiplas incursões da saga slasher, a ideia de introduzir uma personagens mais novos já foi explorada no filme anterior – mas as desconstruções de fórmula e a amálgama desequilibrada entre o terror e a comédia impediram que qualquer membro desse grupo de originais sobrevivesse e forçaram com que o roteiro voltasse a atenção para o trio de ouro e para a breve presença de Jill (Emma Roberts) como a vilã principal.

No trailer, Jenna Ortegavida à Tara e, numa mimética homenagem à Drew Barrymore no filme de 1996, parece ser a primeira vítima do novo homicida. Pouco depois, temos uma breve sequência ambientada no hospital em que uma especulativa Tara, provavelmente tendo sobrevivido aos ataques de Ghostface, se recupera dos ferimentos e percebe que não pode fugir de seu “destino”. Entretanto, vemos também a presença de Dewey no mesmo hospital, tirando todas as balas de seu revólver antes de partir ao encontro do serial killer, enfrentando-o mão a mão e colocando um fim no reino de terror que uma máscara de Dia das Bruxas causou a tantas pessoas. Mais para frente, Gale é vista desesperada, correndo como se quisesse alcançar alguém – o que nos leva a pensar que Dewey possa não ter sobrevivido e se sacrificado para salvar Tara (representante do grupo de jovens que pode tomar conta da franquia).

E o que isso significa? Que a representação de Sidney, Dewey e Gale pode, finalmente, ser passada como um bastão para os múltiplos personagens introduzidos – caso o roteiro não os descarte como pedaços de plástico. Sidney também insurge como mentora no trailer, retornando para Woodsboro para ajudar Sam Carpenter (Melissa Barrera) e seus amigos, que se tornaram alvo do assassino e que mudam a configuração de como as vítimas são caçadas. Essa teoria tanto corrobora o fato do trio de ouro fugir do espectro dos “intocáveis” e terem uma chance real de darem adeus e perecerem sob a faca de Ghostface.

Se as nossas expectativas se confirmarem, Pânico 6’ e futuras entradas da franquia podem se afastar do centro gravitacional dos clássicos personagens e expandirem um universo que merece tanto investimento quanto conterrâneos – vide Halloween, que já tem mais dois filmes confirmados em seu panteão. Ao que tudo indica, as regras nunca foram tão modificadas quanto agora e, caso exploradas da maneira correta, podem recomeçar a saga com o pé direito.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Demolidor’: Charlie Cox diz que está disposto a lutar para reprisar o papel

Apesar dos rumores sobre o retorno de Charlie Cox como intérprete de Matt Murdock/Demolidor, o astro já negou a possibilidade em entrevistas anteriores.

No entanto, ele ainda tem interesse em dar vida ao personagem.

Durante uma entrevista para o podcast Pop Culture Spotlight, Cox disse que está disposto a lutar pelo papel, inclusive ele brincou a dizer que vai caçar quem substituí-lo.

“A verdade é que eu amo esse personagem. Ainda amo. Quando eu descobrir quem será o próximo Matt Murdock, eu irei para o meu porão, vou procurar minha máscara do Demolidor e caçar meu substituto. Eu o farei lutar para saber se ele merece o papel.”

O astro ainda disse que, se houvesse a chance de reprisar o papel, ele acredita que o herói seria reimaginado aos padrões do MCU.

“A série da Netflix teve uma identidade única e bem distante [do MCU]. Se houvesse uma oportunidade de eu reprisar o papel, acho que ele seria reformulado para se adequar ao que a Marvel vem construindo. Ou talvez eles já pensem nisso, mas outra pessoa. Eu não sei.”

Confira:

Há alguns dias, Cox disse à Forbes que adoraria rever o Demolidor e o Justiceiro juntos e está torcendo para que Jon Bernthal recupere o papel como Frank Castle.

Para quem não se lembra, o Justiceiro foi introduzido na 2ª temporada de ‘Demolidor‘ e acabou ganhando sua própria série de TV.

Infelizmente, ambas foram canceladas pela Netflix.

Questionado sobre quais personagens ele gostaria de ver se juntando ao Demolidor se a série não fosse cancelada, Cox disse:

“Não sei o que se passa nos bastidores da Marvel Studios. Não estou por dentro da tomada de decisões que levaram ao fim [da série], e o quer que eu diga pode ser interpretado como um rumor. A única coisa que eu posso dizer é que não vejo ninguém melhor que Jon Bernthal no papel de Justiceiro.”

Ele continuou, elogiando o colega de elenco:

“Ele fez com que o personagem ganhasse uma nova vida e é adorado até hoje. As pessoas são loucas por Frank Castle. Então, se eles vão trazer essas séries de volta, eu não sei, mas espero que façam porque eu adoraria rever o Demolidor e Frank juntos.”

Bernthal não é o único que Cox quer ver de volta e aproveitou para fazer campanha pelo retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

“Sinto o mesmo em relação a Krysten Ritter. Eu sei que Jessica Jones não é tão conhecida como Frank Castle, mas que atuação… Que série incrível foi aquela. Tudo graças ao carisma de Krysten, então eu acredito que ela merece uma nova chance.”

Falando nisso, depois que ‘O Justiceiro‘ foi cancelada pela Netflix no início de 2019, a Marvel Studios precisava aguardar pelo menos dois anos para reivindicar os direitos de imagem do personagem.

E, de acordo com o Comic Book, a Disney e a Marvel Studios já iniciaram o processo para recuperar os direitos do personagem.

Como ‘O Justiceiro‘ foi a última série da Marvel cancelada pela Netflix, isso significa que o estúdio também pode retomar os diretos de ‘Demolidor’, ‘Luke Cage’, ‘Jessica Jones’ e ‘Punho de Ferro’, membros da equipeOs Defensores‘.

No entanto, não foi revelado se os personagens serão readaptados para as telonas ou para as telinhas. Então só resta aguardar para saber que decisões serão tomadas pelos executivos do estúdio.

‘Lanterna Verde’: Showrunner diz que “ainda vai demorar um pouco até o lançamento da série”

A série do ‘Lanterna Verde‘ finalmente está saindo do papel, com o anúncio sobre alguns membros do elenco e novidades sobre os personagens.

No entanto, ainda vai demorar ‘um pouco’ até que o público veja a atração da HBO Max, como disse o roteirista e showrunner Seth Grahame-Smith.

Durante uma entrevista para o Collider, ele disse que compreende a ansiedade dos fãs, mas garantiu que a espera vai valer à pena.

“Essa série tem uma narrativa e uma estrutura gigantescas. Demorou bastante até chegarmos até aqui e vai demorar mais um pouco até o nascimento do projeto. É um grande empreendimento, mas está indo muito bem. Tudo o que posso dizer é que está indo muito bem e que haverá vários Lanternas Verdes na trama.”

Ele continuou:

“Aguardem! Vai valer à pena. Quando o público puder ver o que eu estou vendo… Eu nunca fui muito fãs de quadrinhos e só passei a conhecer este universo com o filme do ‘Batman’ de 1989. Então tive que me aprofundar no Lanterna Verde, a ideia de fazer a série me levou a um mergulho profundo nas trajetórias desses heróis e me tornei um ficar obcecado tanto quanto os fãs mais antigos.”

Lembrando que a série será ambientada em várias linhas do tempo e será estrelado por Finn Wittrock (‘American Horror Story’) como Guy Gardner e Jeremy Irvine (‘Cavalo de Guerra’) como Alan Scott.

Rumores apontam que Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) será o intérprete do vilão Sinestro.

Além do trio, Jessica Cruz, Simon Baz, Killowog e uma personagem recém-criada chamada Bree Jarta também farão parte da trama.

A produção também será supervisionada por Geoff Johns e Marc Guggenheim, que já trabalharam juntos como produtor e roteirista, respectivamente, no ‘Lanterna Verde‘ de 2011, estrelado por Ryan Reynolds.

Johns não é estranho ao panteão de super-heróis, visto que já desenvolveu histórias do personagem em questão para a DC Comics. Além disso, ele foi nomeado como Presidente da DC Entertainment em 2016, com missão de gerenciar os filmes baseados nas propriedades intelectuais da editora.

O projeto também trará Greg Berlanti, produtor de diversas adaptações da DC Comics, como ‘Arrow’, ‘The Flash’ e ‘Supergirl’.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Série será como um terror de Halloween dirigido por Brian de Palma, afirma criador

A aclama série terror ‘Chucky‘, baseada na icônica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, estreia no Brasil na próxima semana e os fãs do gênero e do temido boneco poderão esperar uma produção bem original e diferente, conforme revelou Don Mancini, criador da saga cinematográfica e do novo projeto.

Segundo ele, ainda que a vindoura série preserve a essência da saga cinematográfica, a trama trará alguns elementos e diferenciados, como sua estética outonal glamourosa.

Durante a turnê de imprensa da NBCU – na qual o CinePOP foi um dos grandes convidados -, o criador revelou que a 1ª temporada irá explorar o contexto de Halloween, algo jamais trazido para os filmes originais.

“Bem, no que diz respeito ao visual da série, é muito importante para mim e tento ter uma estética diferente predominante para cada filme. E agora, para esta temporada da série de TV, uma das coisas que realmente me empolgou foi apresentar Chucky no Halloween, porque nunca tínhamos feito isso antes, e os fãs já tiveram um vislumbre disso nos trailers que foram lançados. Eu realmente queria criar uma espécie de look outonal luxuoso e glamouroso com folhagens de outono, e isso se tornou o princípio estético central, um outono glamouroso”.

Mancini foi ainda mais longe e revelou que o aclamado cineasta Brian de Palma se tornou uma das grandes inspirações na criação da estética da série. Além disso, ele revelou quais foram os principais desafios de criar um ambiente de outono em meio ao verão – período em que a série foi gravada.

“Houveram certos desafios para a série, porque nós a filmamos durante a primavera e o verão. Então, uma das coisas que o Departamento de Arte teve à nossa disposição foram basicamente caminhões carregados de folhas de outono artificiais, mas muito reais – na verdade, melhores do que as reais -, que simplesmente espalhamos pelo chão, sempre que gravávamos cenas externas. Então, entre isso e algumas filmagens de drones realmente lindas que pudemos obter no outono passado, feitas nos arredores onde filmamos a série, fora de Toronto, a produção parece um filme de terror de Halloween dirigido por Dario Argento ou Brian De Palma. Pelo menos, esse era o nosso objetivo”.

Ao longo do evento, a atriz Jennifer Tilly – intérprete da icônica personagem Tiffany – também comentou sobre o remake lançado em 2019. De acordo com ela, ainda que o longa tenha conquistado um sucesso moderado, um dos aspectos mais amados pelos fãs foi deixado de fora: A caracterização do brinquedo assassino, feita pela voz emblemática de Brad Dourif.

“Bem, a nossa série já estava em desenvolvimento muito antes do remake. Então, isso prejudicou um pouco as coisas porque nós pensamos: Em que lugar pertencemos no universo Chucky agora?’. E aparentemente o filme é muito bom e muito bem avaliado. Mas os fãs, eu não sei. Lembra de quando a Nova Coca foi lançada, mas as pessoas preferiam mais a Coca Clássica? Então a empresa trouxe a velha Coca de volta e agora a chamam de Coca Clássica. Eu acho que essa situação é algo semelhante. Quer dizer, as pessoas adoram o Chucky original com a voz de Brad Dourif”.

Remake de Brinquedo Assassino, lançado em 2019

E durante o bate papo Dourif ainda revelou que o estúdio responsável pelo remake jamais entrou em contato com ele, o convidando para reprisar o papel.

“Eles nunca me procuraram para reprisar o papel, isso jamais aconteceu”.

Na ocasião, o intérprete do boneco Chucky ainda refletiu sobre a longevidade da franquia e como isso fez parte do crescimento da sua filha, Fiona Douriff, que hoje estrela a série.

Você nunca pensa assim, nunca acha que será um sucesso que atravessa as décadas. Você realmente faz um filme de cada vez. E às vezes parece que o show vai continuar para sempre, às vezes não. Eu sei que houve algumas ideias realmente boas que nunca foram adiante e que Don me contou. Então, não é como se a longevidade de um produto fosse uma coisa certa a todo momento. Mas Chucky é um ícone. Me lembro que quando eu levava minha filha para a escola, as crianças me pediam para fazer a voz do Chucky. Eles queriam que eu reproduzisse aquela risada e que eu o imitasse. Então o personagem e os filmes sempre fizeram parte da sua vida também, de certa forma”.

Vale lembrar que a série será lançada no Brasil no dia 27 de outubro, através do Star+.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco. 

8 Filmes de terror tão ASSUSTADORES que você NÃO deve assistir sozinho

Adoramos filmes de terror. Mas a verdade é que a cada ano, o número de produções do gênero que verdadeiramente consegue nos fazer gelar a espinha é bem pequeno. E só para diferenciar, medo não é susto. Existem diversos tipos de longas de terror, dentro das mais variadas propostas. Para os aficionados e quem já está escolado em assistir a tais produções, a grande maioria serve apenas como diversão escapista. Os que realmente conseguem nos marcar são poucos. É claro também que isso depende de pessoa para pessoa.

Muitos preferem tomar sustos na sala de cinema escura, com os chamados jumpscares. Porém, pessoalmente, é sempre melhor refletir sobre o que acabamos de ver, e quanto mais realismo um filme de terror conseguir imprimir, mais significativo ele se torna. Afinal, a crueza da realidade sempre será mais assustadora do que a fantasia. Assim, os melhores e mais marcantes filmes de qualquer gênero terminam sempre sendo os que conseguem criar situações identificáveis devido a personagens bem desenvolvidos.

Pensando nisso tudo, trazemos uma nova matéria para você com um apanhadão dos filmes de horror dos últimos dez anos que mais impressionaram, deixando sua marca. Bem, ao menos neste que vos escreve. Confira e não deixe de comentar abaixo quais foram os que mais impressionaram você recentemente também. Esses são os filmes que não gostamos de ver sozinhos.

A Bruxa

A Bruxa é um destes filmes que fez bem para todos os envolvidos. Cria do festival de Sundance, que depois foi se bandear para os lados do Festival de Toronto (onde pude conferi-lo), o longa transformou seu diretor Robert Eggers numa das vozes mais proeminentes do gênero na atualidade. Seus filmes desafiadores não são de acesso fácil para os que buscam apenas sustos em shoppings, recaindo mais no termo “terror de arte”. Não por menos, os críticos e intelectuais o comeram com farinha, garantindo uma aprovação de 90% para o longa.

Além de Eggers, outra grande beneficiada com o filme foi sua protagonista, a menina Anya Taylor-Joy, que se transformou em sensação mundial da noite para o dia participando de tudo desde Fragmentado, passando por Emma e Os Novos Mutantes, até O Gambito da Rainha. A trama passada na Nova Inglaterra de 1630, traz uma família de camponeses assombrada por possíveis forças sobrenaturais, magia negra, bruxaria e possessão. Joy vive Thomasin, a filha mais velha da família. O desfecho é tão insanamente delirante que se mostra um herdeiro à altura de O Bebê de Rosemary (1968). O mais recente filme de Eggers, O Farol (2019), poderia entrar na lista caso fosse mais assustador do que é estranho (no bom sentido).

Hereditário

Três anos depois de A Bruxa, outro cineasta tomou para si o topo da colina como um dos reis do cinema de terror na atualidade. Ari Aster não tem a pretensão do chamado “cinema de arte”, conseguindo fazer filmes de terror acessíveis a todos, mas com conteúdo e pensamento que pairam acima dos chamados “filmes de entretenimento”. Em resumo, o cineasta conseguiu pegar para si em sua carreira o melhor dos dois mundos. Sendo assim, logo em seu primeiro trabalho no comando de um longa, com este Hereditário, Aster criou uma obra-prima desconcertante, que promete te deixar sem dormir ou repleto de pesadelos. Experiência própria.

Muito mais que sustos fáceis, o que ele cria no longa é um drama familiar de pessoas que parecem verdadeiramente amaldiçoadas devido às constantes tragédias que se abatem sobre elas. Algo muito identificável e que não depende de nenhum teor sobrenatural. Embora eles existam e sejam a cereja do bolo aqui. Antes de terminar o item, vale a pena citar o trabalho seguinte do cineasta, o tão falado Midsommer, obra que subverte sua produção anterior, em especial no contraste de sombras e luz. Hereditário tem 89% de aprovação dos críticos.

Corrente do Mal

Forte analogia para as doenças sexualmente transmissíveis, esta é a grande obra-prima da carreira do jovem cineasta David Robert Mitchell, que depois do longa deixou o sucesso subir à cabeça e viajou na maionese com o ambicioso O Mistério de Silver Lake (2018). Seja como for, aqui Mitchell cria um filme tenso que é pura homenagem ao cinema da década de 70, em especial Halloween (1978) – repare nas trilhas sonoras. Na trama, uma maldição é passada de pessoa para pessoa após o ato do sexo. Agora, a mais nova “contaminada”, papel da gracinha Maika Monroe, precisa descobrir um jeito de se livrar do tormento sem precisar passar adiante o mal. O longa possui nada menos que 95% de aprovação da imprensa.

Boa Noite, Mamãe

Recentemente foi noticiado que a atriz Naomi Watts irá protagonizar a versão norte-americana desta obra austríaca da dupla de diretores Severin Fiala e Veronika Franz. Sabendo que a maioria dos remakes não se igualam aos originais, nossa sugestão é que optem por esta versão. Lançada em 2014, o filme possui 85% de aprovação dos críticos.

Na trama, dois meninos irmãos gêmeos morando numa bela e reclusa mansão numa área rural da cidade começam a estranhar o comportamento de sua mãe, que retornou de uma cirurgia plástica irreconhecível, tanto fisicamente (já que as bandagens dos curativos impedem os filhos de ver o rosto da mulher) quanto seu comportamento aparentemente errático para a duplinha, ao ponto de suspeitarem se essa mulher é mesmo a sua mãe. Se você gosta de reviravoltas de arrepiar a espinha, espere para ver o que é criado aqui. Na lista poderíamos inclusive citar também o mais recente trabalho da dupla de diretores, o igualmente perturbador O Chalé (2019), que também traz crianças como protagonistas de uma trágica história envolvendo cultos religiosos e fanatismo.

Sob a Sombra

Quem assistiu ao elogiado O Que Ficou para Trás (2020), da Netflix, sabe mais ou menos o que encontrar neste longa. Ambos fazem uso de um terror social sobre conflitos de um país como verdadeiro monstro e motivo de terror. A analogia é clara e o estilo já está inclusive gerando um subgênero próprio. E se O que Ficou para Trás tira o medo da transição de dois imigrantes africanos na Inglaterra, precisando superar as tragédias em seu antigo país ao mesmo tempo em que lidam com novos fantasmas – alguns reais como o preconceito contra imigrantes; Sob a Sombra traz o terror da devastação do Teerã pós-revolução da década de 1980.

Uma jovem mãe se desdobra para criar a filha pequena enquanto o marido parte em viagem, tendo o conflito armado com direito a bombardeios bem no encalço de seu lar. Ao mesmo tempo, eventos assustadores relacionados a uma entidade que faz aparições no lar destroçado desafia a compreensão dela. A direção é do iraniano Babak Anvari, que seguiu para criar o igualmente aterrorizador Contato Visceral (2019) em Hollywood. Sob a Sombra tem a melhor avaliação dos críticos na lista, com 99%.

Hotel da Morte

Agora chega na lista um filme que completa 10 anos de sua estreia em 2021, e possui a ótima marca de 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Hotel da Morte é cria do Festival South By Southwest nos EUA e depois fez carreira em eventos especializados em terror. Infelizmente no Brasil o longa chegou direto em vídeo sem passar pelas salas de cinema. A trama gélida trouxe reconhecimento no gênero para o cineasta Ti West e resolve homenagear lendas urbanas que falam sobre hotéis tidos como assombrados. Aqui, um famoso hotel está com seus dias contados até fechar de vez, e dois recepcionistas, sem muito o que fazer e adeptos de investigações paranormais, se deparam com a mística em torno do local onde trabalham. A loirinha Sara Paxton vive a protagonista Claire. É simplesmente de arrepiar.

As Senhoras de Salem

O cineasta Rob Zombie fez carreira em cima de produções violentíssimas sobre assassinos em série sádicos, inclusive dando seu pitaco sobre como o clássico Halloween deveria ser (por duas vezes). Porém, é notório que Zombie tende a exagerar no grafismo de seu terror e gore. O ponto fora da curva em sua filmografia é este As Senhoras de Salem, onde o diretor troca a tortura velada pelo medo genuíno ao apostar numa trama sobrenatural envolvendo uma DJ cujas vizinhas num prédio macabro são um trio de bruxas satanistas. Tudo sai completamente dos trilhos quando a protagonista recebe um disco com uma gravação ancestral e desembesta a ouvi-lo. Aqui, Zombie assusta pela narrativa e imagens, e não pela sanguinolência.

Sob a Pele

Conhecido na época como “o filme em que Scarlett Johansson aparece completamente nua”, o longa se trata de uma ficção científica complexa e tão questionadora quanto o clássico 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968). Porém, muito mais subestimada. Além do conteúdo altamente reflexivo, a obra é um verdadeiro estudo cinematográfico, com imagens hipnotizantes, uma trilha sonora que ficará na cabeça por dias (ou quem sabe para sempre), e é todo construindo basicamente sem o uso de diálogos. É uma aventura por si só fazer sentido e tentar reunir o que entendemos da história ao final da exibição. O que podemos dizer é que Johansson é na realidade um ser alienígena caçador de homens, que deixaria O Predador no chinelo em questão de eficiência em sua missão. Perturbador é a palavra certa para definir o longa que, apesar de sua extrema qualidade, não é para todos os gostos ou públicos. Sob a Pele possui 84% de aprovação dos críticos.

10 Clássicos Inesquecíveis da Ação e Aventura dos anos 80 para ver na Amazon

Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão, devido ao intenso aumento de mortes pela pandemia do coronavírus. Seguindo com nossa série de indicações de filmes nas mais varias plataformas, resolvemos focar agora em algo para os nostálgicos. Selecionamos produções saídas diretamente da década de 1980 (a mais querida para muitos fãs de cinema) presentes na plataforma azul, a Amazon Prime Video. Verdadeiros Clássicos para você rever e alguns outros que talvez você não conheça – mas que igualmente valem muito a pena. Apertem os cintos pois será uma viagem repleta de ação, tiros, mas também muita aventura e emoção. Confira.

Um Tira da Pesada

Eddie Murphy voltou com tudo, atingindo novo ápice em sua carreira. Após o elogiadíssimo Meu Nome é Dolemite, parceria com a Netflix, o astro da comédia fechou acordo com a Amazon e lançou Um Príncipe em Nova York 2, um dos grandes filmes comentados deste início de 2021. E a plataforma investe nas produções antigas do comediante, as disponibilizando em seu streaming. Aqui temos o que é provavelmente o filme mais popular de sua carreira, e o que o transformou num astro de fama mundial. Aproveitando o recente hype de Murphy e já entrando na onda do vindouro quarto filme desta franquia (já anunciado), aqui temos o original onde tudo começou. Murphy vive o policial linha dura Axel Foley, da cidade barra-pesada de Detroit, que persegue um assassino até Beverly Hills, Los Angeles, terra dos ricos e famosos. O choque cultural é o que marcou esta comédia de ação.

Duna

Bem a tempo para a estreia da nova versão do filme, igualmente baseado no livro clássico da ficção científica, de Frank Herbert, dirigida pelo cultuado Denis Villeneuve (A Chegada e Blade Runner 2049). A história extremamente influente, inspirou diversas obras do gênero, incluindo a adorada saga de Star Wars, após seu lançamento em meados da década de 1960. O novo filme de Villeneuve sai este ano ainda, na segunda metade, assim nada melhor que se preparar e conferir a visão de David Lynch no primeiro filme para ir aquecendo e ficar a par de tudo. Com muitos personagens e uma trama complexa, Duna (1984) pode vir a ser uma experiência desafiadora. Basicamente temos um “Poderoso Chefão” espacial, onde diversas famílias jogam um verdadeiro “jogo de tronos” espacial em busca de uma iguaria rara vinda de um planeta desértico. Ambos os filmes possuem grandes elencos invejáveis.

Howard – O Super-Herói

Clássico da Sessão da Tarde dos anos 80 e 90, este filme tem produção de ninguém menos do que George Lucas, o criador de Star Wars. E se você reconheceu o título, sabe que se trata de um produto vindo de uma empresa hoje sinônimo de sucesso em grande escala. Exatamente, Howard – o pato, é um dos personagens mais controversos do universo Marvel, por ser dono de uma personalidade incorreta e ser bastante desbocado. É claro que isso foi muito diluído a fim de se encaixar num filme mais amigável para a família. Mesmo assim ainda temos cenas de “patas” nuas e sexo entre uma humana (Lea Thompson) e o protagonista, um pato humanoide alienígena. O MCU tem inúmeros projetos engatilhados, o que inclui séries de TV a pleno vapor, mas nada de uma nova adaptação de Howard, que já deu as caras repaginado em uma participação especial nestes novos filmes da empresa. Para matar a saudade, nada melhor do que a nostalgia desta aventura.

O Caçador

Ícone máximo da ação no cinema, o lendário Steve McQueen completaria 91 anos de idade em 2021. O astro de filmes como Fugindo do Inferno (1963), Bullitt (1968), Papillon (1973) e Sete Homens e um Destino (1960), faleceu em 1980 aos 50 anos de idade, mas será para sempre eterno em nossos corações. Mesmo tendo falecido há 41 anos, o ator teve filmes lançados no mesmo ano de sua morte. O Caçador foi o último longa de sua carreira a estrear. Na trama, McQueen vive o caçador de recompensas Ralph ‘Papa’ Thorson, que termina virando alvo dos criminosos que ajudou a prender, precisando lutar pela vida. Tudo enquanto sua namorada está grávida, prestes a dar a luz para seu primeiro filho.

48 Horas

Como dito, a Amazon investiu na parceria com Eddie Murphy, trazendo bons filmes do acervo do ator em sua plataforma. Aqui, temos o primeiro trabalho de Murphy no cinema. Dirigido pelo mestre Walter Hill, ele vive Reggie Hammond, um malandro encarcerado, tirado da prisão pelo policial durão Jack Cates (Nick Nolte) para que o ajude num caso de um assassino em série. A química explosiva entre os dois serviu de alicerce para o subgênero dos buddy cop movies. Esse é outro filme da lista de Murphy que merecia uma nova investida atual, em uma segunda continuação.

Procurado Vivo ou Morto

Um dos filmes de ação mais eletrizantes da carreira do saudoso Rutger Hauer, esta produção está completando 35 anos de seu lançamento em 2021 – ou seja, esta é a ocasião mais que perfeita para ser celebrada e revisitada. Quem cresceu na década de 80/90 certamente lembra da capa desta fita nas locadoras, estampada pelo ator loiro, sua jaqueta de couro e a pose com uma escopeta nas costas. Na trama, Hauer vive o caçador de recompensas Nick Randall (sentiram que o tema deste tipo de profissional era muito usado para filmes de ação da época), um ex-agente da CIA, sendo contrato de forma particular pela própria agência para caçar o terrorista responsável pelo bombardeio de um cinema em Los Angeles. Ah sim, o tal terrorista é interpretado por ninguém menos que Gene Simmons, vocalista da banda Kiss.

A Princesa Prometida

Existem filmes que emplacam mais em certos países do que em outros. Nós brasileiros volta e meia elegemos obras de ação ou séries que fazem muito mais sucesso por aqui do que em seu país de origem, por exemplo. Por outro lado, nos EUA, certas produções viram clássicos instantâneos, sem ter o mesmo apelo para outras partes do mundo. Este é o caso exatamente com A Princesa Prometida, um dos filmes mais adorados dos anos 80 para os americanos, que nunca teve muita ressonância aqui no Brasil. Misto de aventura, fantasia e comédia, aqui temos um conto de fadas medieval, com direito a gigantes, princesas e cavaleiros de capa e espada. Mas o filme vai além, sendo autoconsciente, usando de muita metalinguagem e tirando muito sarro de tudo. Além disso, traz o primeiro trabalho marcante da carreira de Robin Wright, que aqui vive a princesa Buttercup.

E.T. – O Extraterrestre

O que dizer desta aventura mágica recomendada para toda a família, que encantou plateias pelo mundo inteiro e segue deixando sua marca para as novas gerações, que já não tenha sido muito dito? Acreditamos de verdade que E.T. é um destes filmes atemporais que jamais será esquecido, mesmo sem ter uma continuação (o que esperamos que continue assim) ou ter gerado uma franquia. A história de amizade entre um menino de pais separados e uma criatura de outro planeta espelha a experiência do diretor em crescer em meio a separação de seus pais. Mas o que talvez nem todos saibam é que a Universal planejava a continuação e um tratamento do roteiro, que seria dirigido por Spielberg, pode ser encontrado online. E.T. 2 – Nocturnal Fears (ou Medos Noturnos) seria um filme bem mais intenso, beirando o terror. Por enquanto, ficamos mesmo com o clássico original, disponível na Amazon.

Kickboxer – O Desafio do Dragão

Um verdadeiro clássico das exibições diurnas da TV aberta, Kickboxer foi um dos filmes de ação e pancadaria responsáveis por fazer o nome do astro belga Jean-Claude Van Damme. Um nome que tem tudo a ver com as décadas de 1980 e 1990. Na trama, Van Damme vê seu irmão ser derrotado e ir parar numa cadeira de rodas durante um torneio de luta. Assim, ele mesmo decide treinar a arte marcial Muay Thai e adentrar no torneio a fim de se vingar do cruel oponente que deixou seu irmão em tal condição. Uma curiosidade é que mais quatro continuações foram lançadas (a maioria em vídeo), sem Van Damme. O “ator” voltaria apenas em 2016 para uma espécie de remake/reboot, agora no papel do mentor. Este longa de 2016 ainda gerou uma continuação dois anos depois.

Um Tira da Pesada II

Sim, após o lançamento de Um Príncipe em Nova York 2, Eddie Murphy é novamente a bola da vez. E para a Amazon, isso sem dúvidas é verdade. Assim, o ator já apareceu na lista duas vezes, com dois clássicos da ação, e não poderíamos terminar a matéria de outro forma. Aqui, ficaria marcada a primeira sequência da carreira do astro, e uma de seu primeiro grande sucesso no cinema. Após Um Tira da Pesada II, Eddie Murphy tratou de tirar do forno continuações de diversos sucessos seus, como 48 Horas – Parte 2 (1990), O Professor Aloprado 2 (2000), Dr. Dolittle 2 (2001) e, é claro, o citado Um Príncipe em Nova York 2. Nesta continuação, Axel Foley retorna para Beverly Hills a fim de parar a infame gangue dos “crimes do alfabeto”, comanda pela loiríssima Brigitte Nielsen (Stallone Cobra), ex-mulher na vida real de Sylvester Stallone.

‘Na Mente do Demônio’: Terror de Neill Blomkamp é DETONADO pelos assinantes do Amazon Prime; Confira as reações!

Recentemente, chegou ao catálogo do Amazon Prime o terror ‘Na Mente do Demônio, escrito e dirigido pelo aclamado Neill Blomkamp, responsável por ‘Distrito 9′ e ‘Chappie‘.

Na trama, a jovem Carly (Carly Pope) liberta por acidente terríveis demônios, que trazem à tona uma desavença de décadas entre uma mãe e uma filha. Antes que o pior aconteça, Carly é forçada a lutar contra o desconhecido.

Considerando a carreira de Blomkamp, os fãs esperavam um filme de terror que pudesse renovar o gênero e muita expectativa foi criada sobre o longa.

No entanto, o público está detonando a trama sem pé e nem cabeça, a péssima atuação do elenco e a falta de respostas ao longo das 1h44 de duração.

Inclusive, alguns assinantes da plataforma disseram que este é o pior filme do ano.

Confira as reações:

O elenco também conta com Nathalie Boltt, Chris William Martin, Kandyse McClure e Terry Chen.

Assista ao trailer:

‘Eternos 2’: Chloé Zhao diz que está pronta para dirigir uma sequência

Eternos nem chegou ao cinema, mas a diretora Chloé Zhao está confiante do sucesso da adaptação e está pronta para reassumir a função em um novo filme da equipe.

Em entrevista para o The Playlist, a vencedora do Oscar por sua direção em ‘Nomadland‘ disse que adoraria explorar mais do passado do MCU e investir no futuro da franquia.

“O que eu adorei neste filme é que ele está tão ligado à origem do MCU quanto ao futuro, o que pode nos levar à grandes repercussões. Com passado e futuro garantidos, podemos brincar e fazer o que quisermos, como num filme independente. Eu adoraria voltar para um segundo filme trabalhando a mesma equipe, então veremos.”

Anteriormente, Zhao conversou com o The Hollywood Reporter e disse que Eternos‘ é um espetáculo ainda maior que ‘Vingadores: Ultimato’.

“Eu estou fazendo esse filme não apenas como uma cineasta, mas como uma grande fã da Marvel. Desde que eu fui escalada para a direção, eu pensei: ‘Como podemos ir além do que vimos em ‘Vingadores: Ultimato’? É isso que eu quero entregar ao público, um espetáculo digno do que foi construído até aqui.”

Lembrando que ‘Eternos‘ estreia em 04 de novembro.

Diversos críticos já assistiram ao filme durante a estreia em Los Angeles e rasgaram elogios à produção, caracterizando-a como uma obra-prima da Marvel Studios.

Confira:

Eternos, de Chloé Zhao, é absolutamente fantástico, a fórmula Marvel é jogada pela janela e ganhamos uma experiência cativante”.

“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com Eternos. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.

“Meu Deus – Eternos é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.

Eternos é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.

Eternos é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘A Princesa e a Plebeia 3’: Vanessa Hudgens em dose tripla no trailer da comédia natalina; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da sequência ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs também Amam‘, que trará Vanessa Hudgens em três papéis diferentes, como Rainha Margaret, Princesa Stacy e a prima de Margaret, Fiona.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 18 de novembro.

Mike Rohl será responsável pela direção.

Montenaro estava realizando um festival de Natal Internacional, até que uma relíquia de valor inestimável desaparece. Para tentar resolver a situação, Stacy e Margaret pedem ajuda de uma pessoa que pensa como um criminoso: Fiona!

Maldição mortal é libertada no trailer do terror ‘The Accursed’; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Accursed‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Elizabeta Vidovic e Kathryn Michelle são responsáveis pela direção.

Há vinte anos, Hana tem suprimindo uma maldição maléfica que foi colocada em sua linhagem, apenas para ter um membro da família deliberadamente a libertar, forçando-a a matar ou ser morta.

O elenco conta com Yancy Butler, Izabela Vidovic, Goran Visnjic, Maiara Walsh, George Harrison Xanthis e Melora Walters.

O terror será lançado em VOD pela Gravitas Ventures no dia 12 de novembro.

‘Hellraiser’: Clive Barker, criador da franquia, afirma que o reboot será “uma homenagem ao longa original”

Após o Hulu ter anunciado a atriz Jamie Clayton, de ‘Sense8‘, como a versão feminina do vilão Pinhead no reboot de ‘Hellraiser‘, o diretor David Bruckner e o Clive Barker, criador da franquia, revelaram novos detalhes sobre a nova versão.

“Tem sido uma honra contar com o apoio do Clive Barker, que nos ajudou a desenvolver algo incrível nesse universo que ele criou há tantos anos. Com um elenco destemido, incluindo a sensacional Jamie Clayton, que será nossa Sacerdotisa do Inferno, nós estamos criando um novo capítulo muito especial para o legado de ‘Hellraiser’,” revelou Bruckner.

O criador da franquia, Clive Barker, que servirá como produtor do reboot, afirmou: “Após ter visto alguns dos designs do David Bruckner para o novo filme da franquia ‘Hellraiser’, posso dizer que o reboot faz uma grande homenagem ao que foi criado no primeiro filme, mas também apresenta algo novo. Isso é ‘Hellraiser’ em uma escala completamente nova, que eu não esperava. David e sua equipe se aprofundaram na mitologia da saga, e eu fico muito animado com o respeito e a intenção deles de revolucionar o material para uma nova geração.”

Odessa A’zion (‘Nashville’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

David Bruckner (‘O Ritual’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

Vale lembrar também que a HBO Max está desenvolvendo uma série baseada na franquia, com David Gordon Green (‘Halloween Kills’) na direção de diversos episódios. O roteiro ficará a cargo de Michael Dougherty (‘Contos do Dia das Bruxas’) e Mark Verheiden (‘Battlestar Galactica’).

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.