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Confira a BELÍSSIMA abertura da 2ª temporada de ‘Wandinha’

Para promover o lançamento da primeira parte da 2ª temporada de ‘Wandinha‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com a belíssima sequência de abertura do novo ciclo.

Com quatro episódios da nova temporada já disponíveis no serviço de streaming, a produção ainda retornará com capítulos inéditos no dia 5 de setembro.

Confira a abertura e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Busca pelo V1 continua na prévia do 6º episódio da ÚLTIMA temporada de ‘The Boys’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer do próximo episódio da última temporada de ‘The Boys‘.

Intitulado Though the Heavens Fall, o sexto capítulo irá ao ar no dia 6 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

‘Mulher-Maravilha’ tem segunda maior bilheteria mundial da DC

Mulher-Maravilha’ atingiu mais uma marca emblemática. A primeira adaptação solo da amazona agora é a segunda maior bilheteria global da DC.

Faturando US$ 745.8 milhões no total, a produção conseguiu alavancar sua arrecadação faturando recentemente US$ 10.1 milhões só nos Estados Unidos e mais US$ 6.8 milhões ao redor do mundo. As informações foram divulgadas pelo Box Office Mojo.

Mulher-Maravilha’ só ficou atrás de ‘Batman V. Superman’, que conquistou o montante total equivalente a US$ 873.3 milhões.

Atrás do filme da heroína está ‘Esquadrão Suicida’, que faturou US$ 745,6 milhões ao redor do mundo.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Comcast, dona da Universal, deve fazer uma nova oferta para comprar a Fox

O conglomerado Comcast parece não ter desistido de tentar comprar a 20th Century Fox. Pelo menos é o que o portal CNBC afirmou.

Segundo a publicação, a empresa estaria se preparando para fazer um novo lance à Fox, com algumas mudanças. Para isso, a Comcast se reunirá com banqueiros para potencialmente conseguir um amparo financeiro, que permita uma oferta toda feita em dinheiro vivo para o estúdio.

O site ainda afirma que o conglomerado midiático busca adquirir a participação majoritária da divisão Sky, um grupo de TV internacional cuja Fox possui 39%. A Comcast também deseja financiar US$ 60 bilhões para fazer um lance ao estúdio.

Na lista de aquisições da Comcast, encontra-se a empresa NBC Universal, a produtora de animações DreamWorks e várias outras empresas.

Embora a proposta da Comcast seja visivelmente maior e melhor, é possível que a escolha pela Disney tenha em partes a influência de produtos culturais de grande porte, como as produções do Marvel Cinematic Universe (além de, claro, alguns termos burocráticos). Vale ressaltar que parte dos personagens da marca de quadrinhos pertencem a Fox e a que a fusão das empresas permitiria que quase todo o hall de heróis estivessem sob o domínio de apenas um estúdio.

 

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‘Dumbo’: Primeiras Impressões são BASTANTE positivas; Vem ver!

O live-actionDumbo‘ chega aos cinemas no final de março, mas a crítica especializada norte-americana já teve a oportunidade de conferir a produção e as primeiras impressões estão entre nós.

Recebendo muitos elogios, a produção recebeu aplausos por seus efeitos especiais – considerados espetaculares – e por sua mensagem, que – segundo os jornalistas – tem uma pegada pró direitos dos animais.

Algumas impressões ainda foram mais além, considerando ‘Dumbo‘ com um dos melhores filmes live-action feitos por Tim Burton nos últimos anos.

E para aguçar suas expectativas, separamos as principais impressões que já estão no ar.

Confira:

“Eu curti Dumbo. Fantástico design de produção/arte, uma mensagem surpreendente/necessária sobre os direitos pró-animais. Um dos melhores filmes live action dirigido por Burton em anos. Ao contrário da maioria das adaptações da Disney, este está na posição única de ser 35% uma adaptação e 65% uma sequência, o que é legal”.

 

“Eu não tinha certeza do que esperar, mas posso dizer que Dumbo é genuinamente de aquecer corações, um filme envolvente que é, definitivamente, digno de seu tempo. O elenco é agradável, mas os efeitos visuais de Dumbo são tão expressivos que ele rouba a cena todas as vezes que aparece em tela”.

 

“Eu realmente curti Dumbo. É um filme belo e caprichoso, estrelando um elefante em CGI com tanto coração. É também um conto um tanto simples, então não espere toneladas de profundidade nos personagens. Mas ainda sim eu me diverti muito com a viagem que ele me levou e é o melhor filme de Burton em anos”.

 

“O personagem Dumbo é bem bonito. Mas, infelizmente, embora tenha um ótimo visual, o filme falta com a sinceridade e o coração que tornaram o original um clássico. Muito fabricado e seu elenco super talentoso é um pouco desperdiçado em personagens e relacionamentos finos como papel”.

 

“A reimaginação de Dumbo no live-action léxico da Disney voa mais alto do que as audiências vão esperar, com sua narrativa universal, tema relevante e o elefante adoravelmente renderizado em CGI, que vai aquecer até o mais gelado dos corações mortos-vivos”.

 

“Assisti Dumbo semana passada. Apesar de ótimos efeitos visuais, uma performance engraçada do Michael Keaton e um adorável bebê paquiderme, o filme nunca realmente te faz se importar tanto com o que está acontecendo, como o original. As histórias humanas parecem mal cozidas e realmente chove no desfile”.

 

Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

O elenco inclui Colin FarrellDanny DeVitoEva GreenMichael KeatonAlan Arkin e Joseph Gatt.

O longa estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de Março.

 

‘Free Guy’: Após adiamento, Ryan Reynolds divulga cena do filme; Assista!

Após ter sua estreia adiada para 11 de dezembro deste ano, a comédia ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, teve uma de suas cenas divulgadas pelo ator Ryan Reynolds.

A fim de animar os fãs, Reynolds compartilhou um material ainda bruto, que ainda trazia a logo da Fox, além de marcas d’água na filmagem.

A cena em questão, considerada “estranhamente apropriada” não está totalmente finalizada e traz seu personagem sentado em casa, diante da TV, conferindo as notícias de como será o dia.

Assista:

“Free Guy foi transferido para 11 de dezembro. Aqui vai uma cena que é estranhamente apropriada e não está finalizada. Nós a cortamos há um tempo atrás (enquanto ainda tinha ‘Fox’ antes de 20th Century). Ignore as marcas d’água. E muito obrigado ao Aspect, por ter cortado a cena”.

Em ‘Free Guy‘, vindoura comédia dirigida por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’, ‘Stranger Things), Ryan Reynolds descobre que é um personagem dentro do perigoso universo dos video games e terá que se virar para tentar sobreviver.

Durante sua participação na CCXP, o astro falou um pouco sobre as influências usadas na criação do longa e disse que “a trama é como um ‘De Volta para o Futuro‘ para a nova geração.”

Shawn e eu queríamos trabalhar juntos há anos, e quando descobrimos esse roteiro, pensamos que estava na hora disso acontecer… Quando eu li a história, pensei em fazermos uma versão atualizada de ‘De Volta para o Futuro‘ para esta geração.”, disse ele ao Comic Book. “Pegamos certas influências desse filme e incorporamos na trama! Hoje em dia, não há muitos filmes que não sejam baseados em outros… Mesmo assim, ‘Free Guy‘ consegue ser tão original e atraente. Eu adorei participar nesse projeto.”

Escrito por escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), ‘Free Guy‘ tem estreia prevista para 09 de julho de 2020 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O elenco de ‘Free Guy‘ também conta com Jodie Comer (‘Killing Eve‘), Joe Keery (‘Stranger Things‘) e Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’).

 

‘Chapelwaite: Série com Adrien Brody baseada na obra de Stephen King ganha cartaz oficial

A série ‘Chapelwaite‘, estrelada por Adrien Brody e baseada no conto ‘Jerusalem’s Lot‘ de Stephen King, ganhou o seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) também estrela a produção.

‘Chapelwaite’ se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone (Brody), que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

O conto ‘Jerusalem’s Lot‘ foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.

A trama é contada a partir de uma série de cartas e partes de um diário, sendo a maioria do capitão Charles Boone.

Chapelwaite‘ contará com 10 episódios em sua primeira temporada, trazendo Jason e Peter Filardi como produtores executivos e showrunners. Donald De Line também assume a mesma função como produtor. Ele é conhecido por seu trabalho na série ‘Wayward Pines‘.

Em um comunicado oficial, o presidente da Epix, Michael Wright, comentou sobre a nova série e a escolha de Brody para o papel:

“A série é uma reimaginação intensa e absolutamente aterrorizante de um clássico de terror gótico. Mal podemos esperar para poder trabalhar com o time excepcional de Donald De Line e Jason e Peter Filardi, ao lado do nosso fenomenal protagonista, Adrien Brody. E claro, quando se trata de terror, nada fica melhor e mais grandioso do que Stephen King. Estamos empolgados por sermos a casa dessa incrível série”.

Crítica | Fancy Dance é um sensível drama sobre o epidêmico desaparecimento de mulheres indígenas americanas

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Fancy Dance chega lentamente, de forma silenciosa e acuada. Cruzando a história e as raízes indígenas com o misterioso desaparecimento de uma jovem mãe solteira, o drama de Erica Tremblay nos conquista aos poucos, em doses pequenas e serenas, até que nos inunda com sua poderosa mensagem sobre família, ancestralidade e luto.

Na trama, Jax (Lily Gladstone) tem problemas com a lei e vive a vida seguindo seus próprios trambiques. Diante do sumiço de sua irmã, uma stripper com conexões questionáveis, ela se vê na responsabilidade de criar sua sobrinha, sequestrando-na de seus avós caucasianos, na tentativa de preservar o pouco das tradições nativas e das raízes familiares que lhe restam. E assim, ela percorre o país como um fugitiva, que mais uma vez tenta fazer a coisa certa, da forma mais absurdamente equivocada.

Em seus primeiros minutos, Fancy Dance aparenta ser um drama familiar com um subplot que flerta com uma forçada crítica social ao colonialismo. Com o idioma principal sendo a língua indígena materna, o filme poderia muito bem ser um agenda particular mal desenvolvida, que reduz questões tão profundas e densas a argumentos rasos e aleatórios. Mas este não é esse tipo de filme. Aqui, a cineasta Erica Tremblay se apega à beleza da manifestação artística indígena para abordar o epidêmico desaparecimento de mulheres indígenas, além de outras questões como identidade e pertencimento. Nos apresentando ao Pow-wow, descobrimos uma pequena fatia de uma riqueza histórica que celebra a ancestralidade, o passado e o presente de seu povo.

E de forma doce e suave, Tremblay e a co-roteirista Miciana Alise retratam a disfuncional dinâmica familiar entre uma jovem tia e sua sobrinha adolescente, desenvolvendo um drama conflitante sobre princípios e intenções, em uma América muitas vezes negligente com os seus. Na trama, embora a personagem Jax anseie por preservar o pouco que resta da cultura indígena em sua família, suas boas motivações se perdem em seu comportamento corrupto e desleal. Caminhando pela vida entre pequenos furtos, roubos de carros e até mesmo de combustível, ela é uma contradição ambulante, que será forçada a se confrontar pelas péssimas decisões que comprometeram até mesmo a segurança de sua sobrinha.

E nessa combinação de gêneros tão diversos, o drama de Tremblay usa o background de suspense criminal para ir mais além em outros assuntos, como a marginalização dos povos nativos, a desestruturação de uma família e o amadurecimento de uma adolescente no meio do caos. Com Lily Gladstone em uma excepcional performance, Fancy Dance é também uma celebração muito intimista do povo Seneca-Cayuga, sob uma direção simples, mas precisa e tecnicamente bem executada. Com um final sensível, que coroa a narrativa de Jax e Roki de maneira emocionante e inspiradora, o drama é ainda uma belíssima reflexão sobre os ciclos da vida e a importância de fazer do passado uma memória viva para aqueles que estão no presente.

Crítica | Firebrand – Karim Aïnouz faz estreia internacional com retrato de uma rainha em chamas [Cannes 2023]

Filme assistido no Festival de Cinema de Cannes 2023

Ver um cineasta brasileiro no estrangeiro é sempre gratificante pelo reconhecimento do seu percurso nacional até chegar a uma produção com maior orçamento. Concorrente à Palma de Ouro, Firebrand (ainda sem título oficial em português) é o pontapé inicial da carreira internacional do cearense Karim Aïnouz. O resultado, no entanto, sofre com a escolha da protagonista Catherine Parr, vivida por Alicia Vikander

Com a ideia de mostrar a sexta e última esposa do rei inglês Henrique VIII como uma mulher empoderada e em busca de revolução, o filme não consegue acompanhar o seu ideal. Com uma direção artística estonteante, Firebrand propõe uma imersão nos conflitos e últimos dias do rei mais transgressor da monarquia britânica, vivido por Jude Law.

Com um passado de ex-esposas aprisionadas ou executadas, Catherine Parr precisa ser 100% atenciosa e cuidadosa em relação ao seu marido. Por outro lado, ela arrisca-se para visitar uma amiga de infância (Erin Doherty) insurgente sobre o direito das pessoas lerem as palavras de Deus na sua lingua, ao invés de apenas em latim. O simples desejo é visto como grande insulto à Igreja Católica. 

Esperançosa do seu papel na corte como rainha regente, Catherine tenta salvar sua amiga da fogueira reservada aos hereges aos olhos da entidade religiosa, no entanto, coloca a sua própria vida em rota de risco. Com a narração da princesa Elizabeth (Junia Rees), Firebrand segue o caminho da advertência: fazer inimigos na corte é um erro fatal. 

Solitária em uma encruzilhada, Catherine sente-se arrasada pela morte da sua amiga, teme seu próprio destino e espera ansiosa engravidar de um herdeiro do reino para apaziguar suas angústias. Com esta finalidade, ela suporta noites sobre o peso de Henrique VIII e suas pernas ulceradas, além do desrespeito evidente do rei em relação a outras mulheres. 

Quando é sussurrado ao monarca uma possível traição da rainha, tudo corrobora para uma iminente execução de vingança. Assim como em todas histórias de cortes imperiais, Firebrand apresenta um chamariz visual dos adereços e vestimentas, além de muita conspiração e intrigas. O ponto chave narrativo, no entanto, nunca atinge o seu ápice, ou seja, Catherine jamais deixa seus verdadeiros sentimentos chegarem à superfície. 

Em uma atuação insípida, Alicia Vikander parece em dúvida do seu próprio papel na trama. O espírito combativo — o tal “firebrand” do título — não aparece em cena, a espera de uma possível execução é aguardada com incompreensível passividade. O seu “ímpeto” é esperar a morte do rei antes de ser lançada às labaredas do fogo eclesiástico.

Com muito menos destaque, a estreante atriz Junia Rees apresenta mais emoções apenas através do seu olhar atento. Ela estuda o comportamento tempestuoso do pai a fim de sobreviver. Desse modo, a adolescente Elizabeth se impõe com uma velada rebeldia, enquanto Catherine Parr padece de inanição diante dos nossos olhos, apenas nos minutos finais suas mãos agem em busca de liberdade.

Longe das personagens vívidas, Eurícides em A Vida Invisível de Eurídice Gusmão e Suely em O Céu de Suely, Karim Aïnouz tenta arrancar complexidade de uma personagem histórica, mas encontra apenas um rosto insosso de Alicia Vikander a espera do momento oportuno de esboçar um pequeno sorriso de Monalisa. Sua paixão por liberdade religiosa, entretanto, parece apenas um pretexto para o enredo, nunca é posta como seu desejo ardente ou utópico. 

Após personagens complexos como Donato (Wagner Moura) em a Praia do Futuro (2014) e o narrador anônimo (Irandhir Santos), de Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (2009), Karim Aïnouz ganhou uma imensa produção, mas perdeu o mão ao concordar em ter Vikander como uma protagonista. A personagem está perdida em emoções nunca postas em evidência. Se Michelle Williams tivesse aceitado o papel, como desejado pelo diretor a princípio, Firebrand poderia alcançar sua marca em brasa na memória dos espectadores. 

‘Pantera Negra’: Chadwick Boseman diz que T’Challa é o verdadeiro vilão do filme

Durante um evento para promover Pantera Negra, o ator Chadwick Boseman, que deu vida ao herói, declarou que, para ele, o protagonista da história pode ser considerado o verdadeiro inimigo. Recentemente o ator já havia dito que se identificava muito mais com o vilão Killmonger.

“Para ser honesto, acredito que T’Challa pode ser considerado o inimigo também. Ele representa um inimigo que a maioria das pessoas conhece desde sempre. Ele representa o poder de uma nação. É alguém que teve todos os privilégios desde que nasceu”

Em 2 semanas, o filme já soma US$ 704 milhões mundialmente!

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Site elege os 100 melhores episódios de séries do SÉCULO; Confira!

O consumo de séries de TV tem crescido a cada ano e junto com esse crescimento vem também mais investimento, transformando muitas séries em superproduções aclamadas não só pelo público como também pela crítica.

Pensando nisso, o site The Ringer elegeu os 100 melhores episódios da TV no século 21. Segundo os colaboradores do site, a lista foi formulada somando aceitação dos fãs, críticas e qualidade técnica do episódio.

Com produções da Netflix, Amazon, Hulu entre muitos outras distribuidoras, apenas um episódio por série poderia entrar na lista final.

Confira o TOP 20, segundo o site:

20 – Black Mirror – “Be Right Back” (S02E01)
19 – Justified – “Bloody Harlan” (S02E13)
18 – Friday Night Lights – “Pilot” (S01E01)
17 – The Oprah Winfrey Show – “The Tom Cruise Episode”
16 – The Office – “Dinner Party” (S04E09)
15 – Atlanta – “B.A.N.” (S01E07)
14 – Jersey Shore – “A New Family” (S01E01)
13 – The Jinx – “What The Hell Did I Do?” (S01E06)
12 – The West Wing – “Two Cathedrals” (S02E22)
11 – Grey’s Anatomy – “Losing My Religion” (S02E27)
10 – Breaking Bad – “Ozymandias” (S05E14)
09 – The O.C. – “Pilot” (S01E01)
08 – The Sopranos – “Pine Barrens” (S03E11)
07 – Survivor – “The Final Four” (S01E13)
06 – The Wire – “Middle Ground” (S03E11)
05 – Chappelle’s Show – “Episode #2.4” (S02E04)
04 – True Detective – “Who Goes There” (S01E04)
03 – Game Of Thrones – “The Rains Of Castamere” (S03E09)
02 – Mad Men – “The Suitcase” (S04E07)
01 – Lost – “The Constant” (S04E05)

Como podemos ver, o primeiro lugar ficou para Lost, um dos episódios mais comentados de toda a série, que revela a história de Desmond. Vocês concordam?

Para conferir a lista completa e ver se aquela sua série favorita entrou, basta clicar neste link.

 

Artigo | Como ‘Transformers: O Despertar das Feras’ despertou minha “criança interior”

Uma das características mais fascinantes do cinema é conseguir sintetizar em algumas poucas horas sentimentos de anos, transportando o público para épocas distantes, seja pela ambientação de uma trama passada em outras eras, seja por remeter a tempos melhores na vida do próprio espectador. E não importa qual viagem o longa proporcione, é sempre mágico embarcar nessa jornada das telonas.

E quando Transformers foi lançado, próximo ao meu aniversário de dez anos, aquele jovem Pedro se encantou com os carros tunados se transformando em robôs cheios de personalidade. Na época, os efeitos especiais foram tão incríveis, trazendo um cuidado em apresentar as transformações de forma que o público realmente prestasse atenção neles passando de carros para robôs e vice-versa, que me fizeram comprar a ideia que alienígenas poderiam se esconder na Terra como automóveis que custam mais do que um apartamento e ficar tudo bem. E claro que ninguém com nove anos de idade definiu seus conceitos de bom ou ruim, já que ainda é um ser humano em formação, mas sinceramente… Naquela época, pouco importava questões como roteiro ou direção. O que valia era uma trama compreensível e personagens carismáticos. E foi assim que acompanhar os filmes da saga Transformers se tornou um passatempo muito divertido com o passar dos anos, por mais que as aventuras fossem piorando a cada capítulo.

Então, quando penso na trilogia original dos robôs, minha mente remete quase de imediato àquele sentimento puro de entrar numa sala de cinema e me divertir sem compromisso. De comentar sobre o filme com os amiguinhos da escola, pedir os brinquedos do filme de aniversário, apostar corrida com os carrinhos dos amigos no recreio. Ou seja, me remete ao mais simples conceito de infância. E com o passar dos anos, a saga parece ter se distanciado dessa proposta inicial de fazer aventuras para todas as idades, inserindo tramas cada vez mais confusas e com uma seriedade que não combina com o conceito de “robôs alienígenas que se transformam em carros”.

Por isso, quando a Hasbro decidiu recomeçar a saga com Bumblebee (2018), contando uma história mais família, bateu um calorzinho gostoso no coração de estar vendo uma aventura que por mais batida que fosse, trazia algo especial em sua concepção. E cá entre nós, o filme acertou em cheio ao abandonar os visuais cada vez mais tecnológicos e adotar uma estética retrô nos robôs. Com formas mais rudimentares, eles deixaram o Bumblebee redondinho como os faróis de um fusquinha e o Optimus Prime tão quadrado quanto os para-brisas de sua forma de caminhão. Pode parecer besteira, mas esse visual aproximou os personagens do design da animação clássica e deu ainda mais personalidade a eles.

No entanto, ainda assim, ficou aquela sensação de que ainda faltava alguma coisa. Por mais mágico que fosse Bumblebee, ele ainda não conseguia despertar aquela sensação legal de ver um Transformer ganhar vida pela primeira vez.

Agora, com Transformers: O Despertar das Feras, a Hasbro e a Paramount conseguiram fazer algo realmente especial. Não é nenhuma obra de arte, ele não tenta revolucionar o cinema, mas consegue despertar um sentimento muito bom com sua aventura despretensiosa e seus personagens criativos. Ambientado na Nova York de 1994, o filme acompanha um ex-militar que apesar de sua inteligência, não consegue arrumar emprego. E dinheiro é fundamental para sua família, já que ele tem um irmão doentinho que precisa de tratamento. Então, após uma nova negativa numa entrevista, ele decide usar seus talentos para o mal e acaba cruzando o caminho com um Transformer bastante espirituoso, que o leva em uma aventura inesquecível pelos EUA e pelo Peru.

Diferentemente de Sam Witwicky (Shia LaBeouf), que era um jovem meio de saco de cheio de tudo e queria desesperadamente negar a aventura em que se meteu, o Noah de Anthony Ramos é otimista, de certa forma, e quer provar que tem seu valor, apesar das constantes recusas que recebe na vida. Para completar o elenco humano, eles chamaram a atriz Dominique Fishback para interpretar Elena, uma estagiária do museu que se envolve nessa trama por uma coincidência do destino. Juntos, os dois se completam e funcionam perfeitamente em tela, unidos por diferentes formas de otimismo.

E é justamente esse otimismo constante que se mescla ao fascínio de ver os robozões tradicionais e os Maximals, que são o mais puro suco de alegria infantil em tela. Se já era legal ver um carro virar um robô no meio de uma corrida, imagine ver um carro-robô batendo um racha na mata peruana com um guepardo-robô gigante?  É uma criatividade visual muito divertida. Sem contar que o filme ainda traz uma subtrama ao estilo Indiana Jones de caça ao tesouro, que certamente não vai agradar a todos, mas me cativou, por mais simples e superficial que tenha sido.

O filme assume um compromisso de criar uma aventura família, apoiado numa trama bastante simples. Inclusive, se tirassem os robôs, facilmente seria uma história adaptável para ser um tipo de “Dora, a Aventureira”. No entanto, o carisma dos personagens e essa dose cavalar de inocência, brincando com aquele otimismo de que tudo pode dar certo a qualquer momento, conseguem trabalhar uma aventura que por muitas vezes me fez sentir novamente como uma criança de dez anos presenciando a mais simples magia do cinema.

Repito, não é uma obra-prima, um filmaço ou um daqueles projetos que vai revolucionar o cinema, até porque em momento algum ele se propõe a isso, mas é de encher os olhos ver novamente uma aventura de desenvolvimento simples, que busca encantar públicos de todas as idades enquanto se preocupa exclusivamente em explorar a criatividade do diretor para esses personagens nas situações mais divertidas possíveis. E o melhor de tudo: ele mal tem 2h de duração, então passa com certa tranquilidade, sem cansar o público.

Sinceramente, Transformers: O Despertar das Feras é uma aventura que vai agradar em cheio o público infantil e talvez consiga algo tão difícil quanto, que é colocar a criança interior do público adulto para se manifestar por cerca de duas horas de pura diversão e encantamento estético. Uma grata surpresa que abriu portas para um crossover pra lá de inesperado, que parece também abraçar essa ideia de aventura para todas as idades e que vai animar a todos que já brincaram com os clássicos brinquedos da Hasbro.

Transformers: O Despertar das Feras está em cartaz nos cinemas.

Crítica | EO – Indicado ao Oscar Traz Olhar Sobre a Humanidade pela Ótica de um Burro

O que exatamente diferencia os seres humanos dos outros seres vivos da Natureza – as plantas, os animais, os ecossistemas? A ciência diz que é nossa capacidade de saber escrever; outros dizem que é nossa habilidade de falar que nos tornaria um tantinho mais especiais. A grande pergunta é: será? Seria mesmo nossa capacidade de escrever que nos tornaria mais inteligentes, mais superiores do que, por exemplo, um peixe? Seria nossa capacidade de falar línguas que nos tornaria mais especiais do que um burro? Estes e outros questionamentos podem ser encontrados no longa de ficção ‘EO’, indicação da Polônia para o Oscar 2023 de Filme em Língua Estrangeira e que teve exibição aqui no Brasil durante o Festival do Rio 2022.

Na trama, acompanhamos um burrinho cinza de nome ‘EO’, que vive como atração em uma trupe circense nos arredores da Polônia. Entre números de dança com sua companheira humana Kasandra (Sandra Drzymalska), EO recebe aplausos dos espectadores. Quando a fiscalização bate no local, junto com diversos protestantes em prol dos direitos dos animais, EO e os outros bichinhos são apreendidos e levados dali, cada um recebendo um destino diferente. EO, por sua vez, é levado para longe das pessoas e do sistema de vida ao qual estava acostumado, e, assim, tem início uma inesperada jornada de aventuras e desafios na vida desse pequeno e fofíssimo animal.

Em uma hora e vinte acompanhamos o olhar desse burrinho através de sua entrada no mundo dos humanos e suas humanices. O tom fabulesco imprimido pelo realizador Jerzy Skolimowski ajuda a construir uma aura de inocência versus mundo cruel pela ótica desse animal que não se articula em palavras compreensíveis, mas, por outro lado, se comunica, sim, e de maneira tão cativante, que é impossível ao espectador não se conectar com este protagonista. É esta construção de fábula que erege o choque não do mundo pela ótica animal, mas sim do comportamento cruel e completamente bestial desses que se auto-intitulam seres humanos, dotados de consciência e, portanto, de suposta inteligência. 

A crítica que trabalha como fio condutor no roteiro de  Jerzy Skolimowski e Ewa Piaskowska é pesada porque nós, espectadores seres humanos, somos as principais causas dos percalços na jornada de ‘EO’, direta ou indiretamente, mesmo quando achamos estar ajudando ou cuidando. Em muitas camadas, a jornada do animal mostra, acima de tudo, nossa responsabilidade para com os seres da natureza, e, para tal, o filme não se furta em mostrar os altos e baixos, os perigos e glórias, a noite e o dia da vida desse animal solto na natureza e na cidade, com desafios distintos em cada um desses ambientes.

Impactante, intenso e singelo, o que impressiona em ‘EO’ é a quase ausência de diálogos, de modo que todas as emoções da história são passadas através da iluminação, do enquadramento, da trilha sonora, da montagem. ‘EO’ é uma aula de técnica de filmagem e uma carta de amor aos animais. Porém, para chamar a atenção sobre o assunto, faz uso dos animais para filmar seu drama de ficção, também colocando-os sob situações de estresse. Controverso.

‘Vingadores: Ultimato’: Anthony Mackie confirma que seu personagem está mesmo morto

Durante entrevista em ‘The Tonight Show’, o ator Anthony Mackie, um dos queridinhos da Marvel pelo público, respondeu a algumas perguntas sobre ‘Vingadores: Ultimato’, conclusão da épica saga de super-heróis.

O filme chega muito em breve às telonas e responderá diversas questões levantadas pelos fãs, além de confirmar ou refutar inúmeras teorias que despontaram nas redes sociais nesses últimos meses. A maior das perguntas, porém, continua sendo sobre quais personagens realmente morreram após o estalo de Thanos (Josh Brolin) e quais voltarão da tumba.

Alguns fãs já sabem que Peter Parker (Tom Holland) irá viver para mais um dia de luta em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, que também traz Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Maria Hill (Cobie Smulders), ambos varridos na cena pós-créditos de ‘Guerra Infinita’.

Um dos outros personagens que foram atingidos pelo estalo foi Falcão (Mackie), que entrou no Universo Cinemático Marvel em 2014 com ‘Capitão América: O Soldado Invernal’. Durante uma recente entrevista com Jimmy Fallon, ele confirmou que Falcão está morto no MCU.

“Para aqueles que não assistiram, tenho um alerta de spoiler: eu morri de verdade. Um monte de gente morreu”, ele declarou.

Segundo rumores, Falcão e o Soldado Invernal (Sebastian Stan) ainda não foram confirmados para retornar em ‘Ultimato’, mas ambos irão protagonizar uma série do Disney+.

Assista ao trailer:

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

Jennifer Lopez e Shakira vão se apresentar no Super Bowl 2020

Parece que a PepsiNFL estão começando os preparativos para o show de intervalo do Super Bowl LIV – e as escolhas para as performances não poderiam ser mais icônicas.

Saindo de sua aclamada performance no longa As Golpistas, a atriz, cantora e produtora Jennifer Lopez anunciou que irá se apresentar no evento em 2020.

E isso não é tudo: J-Lo se apresentará ao lado da lendária Shakira. Ambas postaram uma foto muito parecida em seus respectivos Twitter, cujas legendas anunciam o dia do show.

Confira:

O Super Bowl LIV acontece no domingo, 02 de fevereiro de 2020.

10 Séries Animadas para Maratonar nas Próximas Semanas

Animações costumeiramente são nosso primeiro contato com a esfera do entretenimento – ainda mais por serem destinadas, em sua maioria, ao público infantil. Dentre as icônicas e memoráveis produções de gigantes do cinema como a Pixar, a Laika e a Walt Disney Studios, é quase impossível citarmos apenas alguns longas ou curtas-metragens ou obras seriadas.

De qualquer forma, o CinePOP resolveu ir um pouco fora da curva e trazer para você 10 animações em formato televisivo para maratonar nessas próximas semanas – levando em conta o necessário isolamento social que precisamos fazer para impedir o Coronavírus de se espalhar com mais rapidez.

Vale lembrar que não nos restringimos apenas ao público infantil, mas também abrimos espaço para obras que sejam direcionadas aos telespectadores adultos (como é o caso de Rick and Morty‘(Des)Encanto’, por exemplo.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O PRÍNCIPE DRAGÃO (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 03

Onde assistir: Netflix

Os irmãos e príncipes humanos Callum e Ezran começam uma inesperada parceria com Rayla, uma elfa assassina enviada para matá-los. Trabalhando em conjunto, eles embarcam em uma jornada épica na busca de paz para seus reinos em guerra.

RICK AND MORTY (2014 – PRESENTE)

Temporadas: 04

Onde assistir: Netflix

A série mostra as aventuras insólitas do cientista beberrão Rick Sanchez e seu neto inseguro e com hormônios em ebulição Morty Smith, membros de uma família americana comum, composta também por Jerry, um pai ignorante; Beth, uma mãe sensata e Summer, uma irmã mais velha, típica adolescente alienada, que se compadece do irmão quando passa a integrar as aventuras de seu avô.

CONTOS DA ARCADIA (2017 – PRESENTE)

Temporadas: 05 (divididas ao longo de duas séries)

Onde assistir: Netflix

Criada por Guillermo Del Toro, a trilogia Contos da Arcádia teve início com Caçadores de Trolls. Seu estilo RPG e sua incrível e envolvente narrativa sobre um garoto que se tornou protetor das mágicas criaturas conhecidas como trolls logo a transformaram num sucesso sem precedentes, cultivando terreno para duas produções derivadas: Os 3 Lá Embaixo, que gira em torno de alienígenas, e Wizards, que ainda não tem previsão de estreia. Todas as séries são ambientadas na cidade de Arcadia.

(DES)ENCANTO (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 02

Onde assistir: Netflix

Bean (Abbi Jacobson) é uma princesa alcoólatra que vive no reino mágico de Dreamland ao lado de Luci (Eric Andre), seu demônio pessoal, e de Elfo (Nat Faxon), seu melhor amigo.

O INCRÍVEL MUNDO DE GUMBALL (2011 – PRESENTE)

Temporadas: 06

Onde assistir: Cartoon Network, Netflix

A série gira em torno da vida de um gato azul de 12 anos de idade chamado Gumball Watterson e seu irmão adotivo e melhor amigo, Darwin Watterson. Juntos, eles causam confusões pela cidade de Elmore, acompanhados de sua irmã mais nova Anais e de seus pais Nicole e Ricardo Watterson.

IRMÃO DO JOREL (2014 – PRESENTE)

Temporadas: 03

Onde assistir: Cartoon NetworkNetflix

A série mostra o cotidiano de uma família excêntrica e extravagante. Jorel é o filho do meio, com o cabelo sedoso e bem liso e uma maneira doce e atraente para ganhar meninas, que faz dele o cara mais popular da cidade. No entanto, o show não gira em torno dele, mas em torno de seu irmão mais novo, um garoto tímido e sem nome e sempre chamado de “Irmão do Jorel”. Sendo quase sempre ofuscado pela fama e popularidade de seu irmão mais velho, Irmão do Jorel tenta ganhar sua própria identidade e ser alguém importante da família. Cada situação sempre acontece numa confusão, algumas bem sérias e outras nem tanto, todas bem típicas de um ambiente familiar brasileiro da década de 1980, em meio a aventuras surreais e sem-sentido, sempre a partir da perspectiva do Irmão do Jorel.

AVATAR: A LENDA DE AANG (2005 – 2008)

Temporadas: 03

Onde assistir: Netflix

Preso durante um século dentro de um iceberg, Aang é um menino de 12 anos que agora está livre do gelo. Ele descobre que tem um destino extraordinário: ser o Avatar. Ele é responsável por garantir o equilíbrio entre os mestres dos quarto elementos, que estão divididos em quatro civilizações: as tribos da Água, da Terra, do Fogo e do Ar. Elas estão perdidas no meio de guerras e destruições. Agora, sua missão é restaurar a ordem do universo. Mas antes ele tem que aprender a dominar todos os elementos.

FINAL SPACE (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 02

Onde assistir: Netflix

Final Space é uma saga espacial intergaláctica sobre um astronauta chamado Gary e seu adorável amigo destruidor de planetas, Mooncake. A série segue suas aventuras enquanto eles embarcam em uma missão para desvendar o mistério do Espaço Final, o lugar onde o todo o universo termina.

BIG MOUTH (2016 – PRESENTE)

Temporadas: 03

Onde assistir: Netflix

Ainda bem que Nick (Nick Kroll) e Andrew Goldberg (John Mulaney) são melhores amigos. Juntos, eles enfrentam a difícil fase da puberdade e ainda encontram muita diversão pelo caminho enquanto enfrentam os desafios que todo adolescente precisa enfrentar.

STEVEN UNIVERSE (2013 – 2019)

Temporadas: 05 (além de um filmeum spin-off)

Onde assistir: Cartoon Network

A série segue as aventuras de Steven, um garoto que herdou uma poderosa missão e, junto de seus amigos Garnet, Amethyst e Pearl, precisarão proteger o mundo de certas ameaças. Enquanto Steven tenta descobrir como usar sua herança, ele passa seus dias na Beach City se divertindo com seus amigos.

‘The Third Day’: Série da HBO com Jude Law ganha novo trailer oficial; Confira!

HBO divulgou hoje (07) o novo trailer oficial de The Third Day, drama original estrelado por Jude Law.

A série estreia no dia 14 de setembro.

Confira:

A série foi criada por Dennis Kelly.

Um homem e uma mulher fazem viagens separadas para uma ilha misteriosa na costa britânica.
Emily Watson, Naomie Harris e Katherine Waterston completam o elenco. Marc MundenPhilppa Lowthorpe entram como diretores da produção.

‘WandaVision’ ganha novo teaser em looping recheado de cenas INÉDITAS; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial em looping da aguardada série ‘WandaVision’.

Confira:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Pink divulga belíssimo videoclipe oficial de “All I Know so Far”, música-tema de seu documentário; Confira!

A icônica estrela da música Pink divulgou recentemente o videoclipe oficial de All I Know so Far, música-tema do vindouro documentário homônimo que será lançado na Amazon Prime Video.

Confira:

O filme é dirigido por Michael Gracey (‘O Rei do Show’) e será lançado no dia 21 de maio, trazendo detalhes sobre o processo de criação do espetáculo da cantora no Estádio de Wenbley, como parte da turnê do álbum Beautiful Trauma.

Creditada por quebrar barreiras para as mulheres no cenário fonográfico, Pink tornou-se mundialmente famosa com o lançamento de ‘Can’t Take Me Home’, em 2000. Desde então, entregou nada menos que outros sete álbuns e vendeu mais de 90 milhões de discos.

Aclamada por sua voz rouca e por sua presença de palco acrobática, ela já levou para casa três Grammy Awards, dois Brit Awards, um Emmy e sete VMAs, incluindo o Prêmio Vanguarda Michael Jackson.

12 Grandes Filmes ATERRORIZANTES de Terror Psicológico da última década…

Do mesmo jeito que gostamos de nos divertir com boas histórias, também temos um apreço inegável pelo susto e pela tensão. Não é surpresa que grande parte do público seja aficionado por filmes e séries de terror e de suspense, envolvendo-se cada vez mais com uma narrativa cujo principal objetivo é nos deixar de boca aberta.

Desde os primórdios do entretenimento, diversos cineastas fundiam em um mesmo lugar os diversos gêneros mencionados acima como forma de nos vender algo original, competente e que nos tirasse algumas horas de sono depois dos créditos finais.

Hoje em dia, o terror psicológico parece ter voltado aos holofotes e permeia com raras exceções cada filmografia contemporânea – e, ainda que certas obras falhem em entregar o que prometem, algumas ganham patamar honrável e disputam lugar no ranking das melhores iterações já produzidas na história.

Por essa razão, separamos doze dos melhores filmes de terror psicológico da última década (explorando os longas lançados entre 2011 e 2020, é claro). Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu thriller favorito.

12. mãe! (2017)

‘mãe!’ é talvez um dos filmes mais subestimados de todos os tempos justamente por não se prender a nenhum convencionalismo narrativo e arquitetar uma jornada épica, bíblica e de tirar o fôlego em absolutamente cada uma das suas sequências.

Funcionando como mais uma bela alegoria de Darren Aronofsky para a mitologia católica que está presente em nossa cultura há mais de dois mil anos, o longa se assemelha a um agonizante pesadelo que foca na conturbada relação da personagem-titular (Jennifer Lawrence) e de seu marido (Javier Bardem), na qual ela se submete das mais diversas formas às loucuras do patriarca da família enquanto observa impotente sua casa se desmoronar à sua volta.

11. Aniquilação (2018)

Natalie Portman é conhecida por diversos papéis marcantes na indústria cinematográfica, e Aniquilação pode ser encarado como seu projeto mais ambicioso. No thriller sci-fi, a atriz dá vida à bióloga Lena, que procura por respostas depois do desaparecimento do marido e se une a um grupo de mulher para investigar o “The Shimmer”, área selada pelo governo e classificada como zona de desastre químico.

Apesar das críticas negativas, a produção recuperou as glórias da ficção científica de terror e construiu um cosmos intelectual e complicado demais para o público da Netflix. Entretanto, com um pouco mais de atenção, é bem fácil entender o motivo da obra ser uma pequena joia do entretenimento contemporâneo – ainda mais pela competente atuação de seu elenco protagonista.

10. Nós (2019)

O diretor Jordan Peele ganhou aclame universal alguns anos antes com o lançamento de Corra!’, levando para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original. E com Nós, ele voltaria aos holofotes com um competente terror psicológico liderado pela sempre ótima Lupita Nyong’o.

Apesar dos claros deslizes, o longa se arrisca em território quase nunca antes explorado, arquitetando uma agonizante aventura que mescla a ácida comédia de suas produções com um hábil thriller em que uma família é forçada a enfrentar seus doppelgängers (ou seja, suas cópias idênticas e muito mais perigosas).

9. Precisamos Falar sobre o Kevin (2011)

Baseado no romance homônimo de Lionel Shriver, Precisamos Falar sobre o Kevin é uma produção que não se importa em ser cruel e visceral, explorando ao máximo sequências de tensão entre seus personagens principais e atrocidades que tangencia as patologias sociopatas de seu personagem-titular.

A história gira em torno da traumatizada Eva (Tilda Swinton), que tenta retomar as rédeas de vida após uma tragédia familiar. Com o nascimento de seu primogênito, Kevin (Ezra Miller), a mãe e escritora percebe que seu filho nutre uma hostilidade assustadora por ela e a transforma em alguém infeliz e marcada pelo terror.

8. Rua Cloverfield 10 (2016)

‘Cloverfield – Monstro’ reviveu os filmes em found-footage com uma interessante, ainda que convencional, história de monstros – mas não seria até sua inesperada sequência que a franquia ganharia aclame considerável por parte do público e da crítica.

Anunciado em uma surpresa bem-vinda pelo produtora J.J. Abrams, Rua Cloverfield 10é a segunda parte da trilogia cinematográfica que gira em torno da jovem Michelle (encarnada por Mary Elizabeth Winstead), a qual sofre um grave acidente de carro e acorda acorrentada num bunker pelo misterioso Howard (John Goodman). Após entender que ela, na verdade, foi resgata de uma invasão alienígena, Michelle começa a se perguntar se tudo aquilo é real ou se é uma ilusão criada por um psicótico e complexado homem.

7. A Bruxa (2015)

Ao longo dos séculos, as mística e perigosas criaturas conhecidas como bruxas permearam o imaginário popular e foram revisitadas diversas vezes tanto pelo cinema quanto pela televisão. Em 2015, o diretor Robert Eggers procurava fornecer uma perspectiva nova para o que se tornaria uma das grandes obras do ano: A Bruxa.

O terror de arte é ambientado no século XVI, num vilarejo movido pelo medo e pela inquisição religiosa em que qualquer coisa fora do norma era encarada como satanismo. As coisas ficam ainda mais perigosas quando uma família exilada presencia eventos aterrorizantes na beira de uma floresta, levando-os à loucura e a um massacre visceral e chocante.

6. Contágio (2011)

Assim como as bruxas, epidemias virais e mortais também já foram tema exaustivo de diversos thrillers – o que poderia no levar em uma direção subestimada de Contágio, encabeçado por Steven Soderbergh. Felizmente, o positivo resultado recuperou as glórias desse suis-generis e tornou-se uma das histórias mais tensas da década.

Além de seu elenco de ponta (com nomes como Jude Law, Marion Cotillard, Gwyneth Paltrow e Matt Damon), o longa se construiu em um estilo multi-narrativo um tenso conto que explorou a perda do sentido social a partir de uma pandemia incontrolável que, eventualmente, encontra uma vacina em uma conclusão de tirar o fôlego.

5. Corra! (2017)

A estreia diretorial de Peele não poderia vir em hora melhor – e não é surpresa que tenha sido aclamado pela crítica especializada e levado para casa diversos prêmios. Em uma simples, porém competente narrativa, o cineasta mergulhou no mais puro do terror e ainda teve espaço de sobra para analisar as questões raciais que até hoje são necessárias para a compreensão da configuração social contemporânea.

O longa gira em torno de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem rapaz que viaja até a casa de sua namorada Rose (Allison Williams) para conhecer os sogros e descobre que a família tem um terrível segredo e um senso se superioridade branca extremamente perigoso. A obra foi considerada uma versão bem mais tensa do thriller satírico Mulheres Perfeitas (2004).

4. Ilha do Medo (2010)

Martin Scorsese não costuma nos decepcionar em suas investidas cinematográficas – e isso não seria diferente com o terror psicológico neo-noir Ilha do Medo, estrelado por Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo e Michelle Williams.

Baseado no romance homônimo de Dennie Lehane, o filme gira em torno de Edward “Teddy” Daniels (DiCaprio), um agente do serviço secreto estadunidense que investiga uma clínica psiquiátrica numa remota ilha depois que um dos pacientes desaparece; entretanto, os segredos daquele lugar são mais obscuros do que se possa imaginar, arrastando Teddy para uma luta contra a loucura e pela sua vida.

3. Cisne Negro (2010)

Aronofsky é cineasta sem qualquer tipo de filtro cinematográfico, razão pela qual é um dos melhores de sua geração. Desde ‘Réquiem para um Sonho’ até o subestimado ‘Noé’, o diretor explora temas da psique humana como ninguém – e não pensa duas vezes antes de deixar bem claro que o destino de todos é a tragédia.

Em Cisne Negro, Aronofsky explora os cruéis bastidores do ballet clássico ao recontar a história do Lago dos Cisnes. Aqui, a jovem e introvertida bailarina Nina (Portman) enfrenta sua mãe (Barbara Hershey) e seus demônio interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer.

2. Animais Noturnos (2016)

Tom Ford retornou aos holofotes nos últimos anos ao deixar um pouco de lado seu império da moda e criar um dos melhores (e menos reconhecidos) longas-metragens da década: Animais Noturnos.

Ford mostra seu apreço pelas narrativas neo-noir ao arquitetar um tour-de-force intimista que arranca uma das melhores atuações de Amy Adams como a curadora Susan Morrow, que recebe a primeira versão do romance assinado por seu ex-marido (Jake Gyllenhaal) e começa a perceber similaridades entre ele e seu conturbado relacionamento, chegando a acreditar que ele, na verdade, a queria morta por ter quebrado seu coração.

1. Garota Exemplar (2014)

Ambientado em Missouri, Garota Exemplar conta a história de Nick (Ben Affleck), que se torna o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa, Amy (Rosamund Pike). O thriller encabeça uma das melhores investidas de mistério e une diversos gêneros em um único lugar – típico da capacidade cinematográfica indiscutível do diretor David Fincher.

O longa é baseado no romance homônimo de Gillian Flynn e recebeu aclame universal por parte da crítica especializada e por parte do público. A condução da história e a aplaudível atuação de seu elenco se tornaram alguns dos aspectos mais notáveis da investida fílmica, o que explica o número exponencial de prêmios que levou para casa.

Pike foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz, enquanto Fincher foi nomeado à categoria de Melhor Diretor na 72ª edição do Globo de Ouro. Como se não bastasse, a trilha sonora composta por Trent Reznor e Atticus Ross também marcou presença na premiação do Grammy, por Melhor Trilha Sonora.

Lollapalooza Brasil 2022 | Relembre o line-up completo do festival, que conta com Miley Cyrus, Foo Fighters e mais!

Lollapalooza é um dos maiores festivais do mundo e, em 2022, retorna para o Brasil depois de dois anos – e trará um line-up recheado de grandes estrelas da música nacional e internacional, desde astros do pop até ícones do rock.

O evento irá acontecer nos dias 25, 26 e 27 de março (ou seja, daqui pouco mais de um mês) e já confirmou nomes como Miley CyrusDoja CatA$AP RockFoo FightersPhoebe BridgersThe StrokesMartin Garrix e muitos outros.

Para tanto, preparamos essa breve matéria para relembrá-los de quem estará em cada dia no festival, que ocorre em São Paulo, no Autódromo José Carlos Pace.

Para aqueles que ainda não adquiriram os ingressos, o Lollapalooza abriu o lote extra em seu site oficial, cujos preços variam de R$648,00R$2160,00.

Veja o line-up completo abaixo:

‘Solar Opposites’: 3ª temporada já está disponível no Star+!

A 3ª temporada da aclamada animação adulta ‘Solar Opposites‘ finalmente chegou ao Star+.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo foram lançados ontem, dia 13 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada!

Equipe da nova série ‘Star Wars’ está se sentindo DESRESPEITADA; Entenda!

Segundo o site Making Star Wars, a produção de ‘Skeleton Crew’, nova série derivada do icônico panteão intergaláctico, está passando por alguns problemas.

As informações indicam que os membros da equipe criativa e técnica estão “se sentindo menosprezados, descartáveis e desrespeitados”.

“Para reiterar, a equipe tem tido um período difícil nesta produção. Não foi o melhor ambiente de trabalho, aparentemente”, aponta o site. “Dito isso, essa equipe é incrível e o show não irá sofrer. O trabalho foi conquistado. Eles são profissionais. Mas imagino que com tantas coisas acontecendo, histórias podem vir à tona. Nesta instância, a equipe sofreu, mas o projeto não. E estamos gratos pelo trabalho deles”.

Confira a primeira imagem, que traz Jude Law como o protagonista:

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período de outros títulos.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fette agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Confira a entrevista:

A atração foi criada por Jon Watts e Chris Ford, o diretor e o roteirista de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, respectivamente.

“É uma história sobre um grupo de crianças, de cerca de 10 anos, de um pequeno planeta que acidentalmente se perdem na vasta galáxia de Star Wars. E é a história de sua jornada tentando encontrar o caminho de casa… Nós gostamos da ideia de usar crianças para dar uma perspectiva diferente e ver a galáxia através de um par de olhos diferentes”, disse Watts.

A trama se passa após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘, e é descrita como “uma versão intergaláctica dos filmes de aventura dos anos 80 da Amblin“, produtora responsável por sucessos como ‘E.T – O Extraterrestre‘ e ‘Os Goonies‘.

A estreia está prevista somente para 2023, na Disney+.

‘A Mãe’: Thriller de ação com Jennifer Lopez alcança marca AMARGA no Rotten Tomatoes; Entenda!

thriller de ação A Mãe, estrelado por Jennifer Lopez (‘As Golpistas’), chegou recentemente à Netflix e, apesar da grande estreia e da recepção calorosa por parte dos assinantes, alcançou uma amarga marca no agregador de reviews Rotten Tomatoes.

Com apenas 46% de aprovação, o longa marca a pior entrada da carreira da diretora Niki Caro no site.

A encargo de comparação, as outras produções com porcentagens contabilizadas no RT incluem ‘A Encantadora de Baleias’ (91%), ‘North Country’ (69%), ‘McFarland’ (80%), ‘O Zoológico de Varsóvia’ (64%) e o remake em live-action de Mulan (70%).

Todavia, o sucesso de público foi garantido: o filme já registrou mais de 2.8 milhões de visualizações, no território norte-americano, durante o seu primeiro final de semana na plataforma de streaming.

Análises apontam que a produção ressoou fortemente com pessoas não caucasianas, tendo atraído a atenção do público negro (30%) e latino (25%).

Crítica | ‘A Mãe’: Thriller de ação da Netflix é carregado nas costas por Jennifer Lopez

Na trama, Lopez interpreta uma assassina que sai da sombras, a fim de proteger a filha que ela abandonou há anos atrás. Ela terá que fazer isso enquanto lida com um grupo de perigosos homens, que as estão perseguindo.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Lopez produz o filme ao lado da sua parceira de longa data, Elaine Goldsmith Thomas.

Misha Green (‘Lovecraft Country’) também assume a função de produtora. Green também é responsável pelo roteiro original do longa, que sofreu alterações pelas mãos de Andrea Berloff (‘Straight Outta Compton’).

Niki Caro (‘Mulan’) entra como diretora.

Joseph FiennesOmari Hardwick, Gael García BernalPaul RaciLucy Paez e outros completam o elenco.

‘A Filha do Rei do Pântano’: Suspense psicológico com Daisy Ridley já está disponível no Prime Video!

O suspense psicológico ‘A Filha do Rei do Pântano‘, estrelado por Daisy Ridley (‘Star Wars’) e Ben Mendelsohn (‘Capitã Marvel’) já está disponível no Prime Video.

Recém-lançado nos cinemas nacionais, o filme chegou ao catálogo do streaming hoje, 28 de outubro.

Uma mulher conta a história de sua vida quando era jovem e de sua mãe, que foi sequestrada pelo pai e forçada a enfrentar seu passado depois que ele fugiu da prisão.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Neil Burger, com roteiro assinado por Mark L. Smith.

Garrett HedlundCaren PistoriusJoey CarsonGil BirminghamBrooklyn Prince completam o elenco.

Opinião | Com ‘The Tortured Poets Department’, Taylor Swift mostra que precisa dar um passo para trás

Desde sua estreia oficial no cenário da música com seu álbum homônimo, Taylor Swift mostrou que veio para ficar.

A cantora e compositora, detentora de nada menos que catorze estatuetas do Grammy e uma estatueta do Emmy, sempre teve uma inegável habilidade de construir histórias através de uma lírica certeira e de metáforas muito bem construídas. Fosse explorando as vertentes do country e abrindo portas para uma nova geração de artistas femininas em um gênero dominado pela perspectiva masculina, ou então reinventando-se com o pop para expandir seu império e angariar ainda mais fãs ao redor do planeta. Não é surpresa que, através desses complexos enredos (ao menos em sua maioria), Swift tenha se consagrado como uma zeitgeist de sua geração, causando grande impacto através de seus álbuns e de suas turnês.

Um dos elementos de maior apreço por parte dos fãs é a sua capacidade de repaginação. Seus três primeiros álbuns, Taylor Swift, ‘Fearless’ e ‘Speak Now’ mergulharam nas construções do country e serviram de base para histórias de romance e de coração partido que condiziam com sua imagem – o último citado, inclusive, foi uma das primeiras respostas às falsas alegações de que Swift não compunha suas músicas, ficando totalmente responsável pela escrita das canções. Em 2012, com ‘Red’, a performer começou a denotar uma mistura entre o country e o pop, explorando território um tanto quanto desconhecido que viria a se firmar com seus três projetos subsequentes – ‘1989’, ‘Reputation’ e ‘Lover’.

Em 2020, prestes a completar trinta anos, Taylor apostaria fichas em um dos pontos mais determinantes de sua carreira com o inesperado anúncio de ‘folklore’. Aqui, ela abandonou a estética do pop e se enclausurou em belíssimas arquiteturas intimistas e angustiantes, dando origem a um universo bastante idiossincrático e diferente de tudo o que já nos havia entregado – apostando fichas em literárias rendições como “august”, “seven” e “cardigan” em uma celebração do folk e do appalachian folk. Algo similar aconteceria com o álbum-irmão ‘evermore’, em que a mística do compilado anterior é remodelada em uma poesia pautada na vulnerabilidade e na potência das declamações espontâneas.

A brevidade entre as datas de estreia desses dois últimos discos, porém, seria apenas o início de uma prosperidade quase mercenária de produções originais e relançamentos de títulos anteriores após Swift reconquistar os direitos das próprias masters. Em questão de quatro anos, Taylor presenteou seus fãs com nada menos que oito álbuns (quatro regravações e quatro obras inéditas).

Após ‘Fearless (Taylor’s Version)’ e ‘Red (Taylor’s Version)’, Swift anunciou o ambicioso e antecipadíssimo ‘Midnights’ – que quebrou diversos recordes de vendas ao redor do mundo e a propulsionou a embarcar na ‘The Eras Tour’ ao redor do planeta, rendendo-lhe a maior arrecadação da história, além de lhe garantir mais duas estatuetas do Grammy Awards. Todavia, o compilado deu ares de um certo cansaço criativo que começava a ser percebido por parte da crítica especializada e até mesmo dos fãs (ora, até mesmo alguns críticos e uma parte dos ouvintes discutiram acerca da decisão controversa da Academia de Artes e Ciências Fonográficas em coroá-lo com o prêmio de Álbum do Ano quando em comparação a outros títulos).

Não se enganem: ‘Midnights’ está longe de ser um projeto ruim – mas não chega aos pés do que ela fizera nos anos anteriores. Enquanto um pouco mais da metade das faixas é acima da média, com destaque a “Vigilante Shit”, “Maroon” e “The Great War”, por exemplo, notando uma proximidade interessante da performer ao conceitualismo do synth-pop. Não obstante os consideráveis ápices da obra, certas escolhas de progressão sonora e de arranjos instrumentais se mostraram repetitivas e coniventes demais para trazer a originalidade que prezávamos nas iterações predecessoras.

Enfim, chegamos a The Tortured Poets Department: contando com uma versão dupla de 31 faixas, o 11º álbum de estúdio de Swift tinha tudo para fugir dos convencionalismos que deixara transparecer em ‘Midnights’. O resultado, entretanto, foi bem aquém do esperado, ao menos na visão deste que vos fala: enquanto ‘folklore’ e ‘evermore’ beberam da magnanimidade engenhosa e estética de uma das maiores artistas vivas, o recente compilado insurge como a cópia de uma cópia – um amontoado de histórias idênticas umas às outras e que se amarram em uma cansativa linha de pensamento inescapável e infindável. Nem mesmo a conhecida e celebrada lírica de Taylor parece ornar com o espectro que adota nessa mais nova era – esvaindo-se em incontáveis metáforas vencidas e sem sentido, como explicado na nossa crítica oficial.

O que isso significa? Como é característico de qualquer carreira artística, Swift vem enfrentando alguns problemas que, ano após ano, tornam-se mais evidentes. É claro que, conhecendo o poder de marketing da cantora, o álbum se tornará um sucesso de vendas (não é à toa que alcançou números extraordinários no Spotify em apenas um dia desde o lançamento), mas isso não significa que devemos nos contentar com uma óbvia mediocridade – em que ela se apoia em investidas tão exageradas que, no final das contas, não dizem nada além de uma banalidade derradeira.

A verdade é que The Tortured Poets Department apenas veio para reafirmar o que vários pensavam: Taylor Swift precisa respirar e dar um passo para trás se quiser fugir dos problemas que vêm enfrentando. Não há como negar que a exaustão criativa, beirando um burnout de produtividade, transparece faixa a faixa em uma tristonha reciclagem. E, por mais que tente esconder a personalidade workaholic com um “ímpeto da poesia imperativa”, seria mais que necessário que ela reavaliasse as próprias criações para não continuar caindo em uma mesmice fadigosa.

‘Pinguim’: Série de ‘Batman’ quebra RECORDES de audiência global; Confira!

Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘ estrelada por Colin Farrell, já está disponível no catálogo da Max – e a produção já se tornou um grande sucesso de público desde seu lançamento oficial.

De acordo com o Deadline, a produção conseguiu quebrar todos os recordes globais da plataforma de streaming no tocante à estreia de um título original. As informações indicam que ‘Pinguim’ angariou o melhor desempenho de uma série durante um período de quatro dias, ultrapassando a audiência de ‘The Last of Us’ (ainda que números oficiais não tenham sido divulgados).

O site ainda aponta que o spin-off alcançou a marca de 5,3 milhões de espectadores apenas em seu primeiro final de semana nos Estados Unidos, superando o début da temporada de encerramento de ‘Succession’ (4,9 milhões) e da 2ª temporada de ‘The White Lotus’ (4,1 milhões).

A encargo de comparação, ‘Pinguim’ ficou atrás apenas da estreia de ‘True Detective: Terra Noturna’, que conquistou um público de 5,7 milhões.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Traições e vingança no trailer INÉDITO da 4ª temporada de ‘Power Book III: Raising Kanan’; Confira!

Starz divulgou um novo trailer oficial da 4ª temporada da série derivada ‘Power Book III: Raising Kanan‘.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de março.

Criada por Sascha Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

Cailee Spaeny está em negociações para estrelar live-action de ‘Elden Ring’, aponta insider

De acordo com o famoso jornalista e insider Jeff Sneider, uma das atrizes mais populares da atualidade está em negociações para integrar o elenco do ambicioso live-action de Elden Ring, que está sendo desenvolvido pela A24.

As informações indicam que Cailee Spaeny, que ganhou notoriedade por seu trabalho em títulos como ‘Priscilla’‘Alien: Romulus’, está em negociações para protagonizar a adaptação.

Caso o contrato seja fechado, Spaeny irá se reunir com o diretor Alex Garland, com quem trabalhou em ‘Guerra Civil’.

Vale lembrar que Kit Connor (‘Heartstopper’) também está em negociações para estrelar o projeto. Ele já trabalhou com Garland no recente ‘Tempo de Guerra’.

Além de comandar o projeto, Garland também assinará o roteiro.

Criado por Hidetaka Miyazaki através da FromSoftware, o jogo foi baseado em uma história de George R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.

Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.

Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.

Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.

Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.

‘Painter’: Astro de ‘Drácula’ entra para o novo filme de AÇÃO da 20th Century Studios

Segundo o Deadline, a 20th Century Studios escalou quatro novos nomes ao elenco de  Painter, filme de ação que marca a estreia diretorial de Garrett Warren.

As informações indicam que Claes Bang (‘Drácula’), Matthew Needham (‘Napoleão’), Ving Rhames (‘Missão: Impossível’) e Joshua Orpin (‘Titãs’) foram contratados para o ambicioso projeto, cujas filmagens já terminaram na Sérvia.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O trio se junta aos previamente confirmados Walton GogginsAmber MidthunderFlorian MunteanuDaniel Bernhardt.

Na trama, Midthunder interpreta uma jovem treinada em combate desde a infância que usa suas habilidades para resgatar seu pai sequestrado (Goggins), embarcando em uma missão perigosa que testa suas habilidades ao limite.

Derek Kolstad (‘John Wick’) assina o roteiro do longa e assume a cadeira de produtor ao lado de Drew SimonSam Speiser, da FilmNation’s Infrared Pictures; e Josh Adler da Circle M + P.

James Cameron (‘Avatar’, ‘Titanic’) entra como produtor executivo.

‘Uma Casa na Pradaria’: Netflix escala DUAS novas atrizes para a 2ª temporada do reboot

Rachelle Lefevre (‘Intriga Internacional’) e Charlotte Sullivan (‘Law & Order: Organized Crime’) foram escaladas para a já confirmada 2ª temporada de ‘Uma Casa na Pradaria’reboot da clássica série Os Pioneiros (via Deadline).

Lefevre interpretará Eva Beadle, a professora da cidade que conquista imediatamente a admiração de Mary (Skywalker Hughes) e Laura Ingalls (Alice Halsey). De mente aberta, apaixonada, franca e corajosa, Eva é culta, bem informada, aventureira, generosa e uma viajante do mundo.

Sullivan interpretará Margaret Oleson, mãe de Nellie Oleson (interpretada pela recém-contratada Willa Dunn). Bonita, enérgica, charmosa, autêntica, divertida e engraçada, com um humor ácido e sagaz, Margaret ama sua filha intensamente e completamente, mas também teme perder seu amor.

Lembrando que a 1ª temporada de ‘Uma Casa na Pradaria’ chega à plataforma de streaming no dia 9 de julho.

‘Uma Casa na Pradaria’ é parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, servindo como uma “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira” dos Estados Unidos.

O elenco conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald (‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.

Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Barrett Doss (‘Station 19’), Mary Holland (‘Canina’), Michael Hough (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Kowen Cadorath (‘SkyMed’), Thosh Collins (‘IT: Bem-Vindos a Derry’), Maclean Fish (‘Shoresy’) e Rebecca Amzallag (‘Titãs’) também fazem parte do projeto.

Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.

“A série Os Pioneiros capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming. “A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”

A produção original acompanhou a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século XIX, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Disney libera imagens do trailer em alta resolução; Confira!

Após divulgar um novo cartaz para ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, a Disney liberou incríveis imagens do trailer em alta resolução.

Confira:

Confira o pôster:

Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ chega aos cinemas nacionais em 19 de dezembro.

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Supernatural’: Jensen Ackles compartilha última foto do elenco reunido antes da pandemia; Confira!

Em seu perfil do Twitter, Jensen Ackles compartilhou a última foto do elenco de ‘Supernatural‘ reunido antes da pandemia do Coronavírus.

O intérprete de Dean Winchester aparece ao lado de Jared Padalecki (Sam Winchester), Misha Collins (Castiel) e Alexander Calvert (Jack), todos apoiados no clássico Chevy Impala.

Na legenda, o astro se emocionou ao escrever:

“Infelizmente, esta é a última foto que tenho de todos nós juntos no set juntos. Nossos rostos dizem tudo. A incerteza, a emoção, o medo de não saber como tudo vai acontecer ou, mais importante, como Jared Padalecki vai comemorar um aniversário sem a gente. Você vai ficar bem, Buck-o. Estaremos de volta naquele lindo carro para comemorar em breve. (Esperançosamente). Feliz aniversário irmão. Até breve.”

Falando nisso, a CW anunciou que as gravações da última temporada de ‘Supernatural serão retomadas a partir de 22 de julho em Vancouver, no Canadá.

Como restam apenas dois episódios para o desfecho da série, a equipe de produção acredita que o trabalho será finalizado a tempo do retorno da série, previsto para setembro.

Além disso, a decisão foi tomada para que Jared Padalecki conseguisse cumprir sua agenda de gravações para o reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘, que estreia em 2021.

Lembrando que a edição dos episódios já gravados também foi interrompida em virtude do Coronavírus, mas espera-se que a equipe de efeitos visuais consiga finalizar o trabalho até o início de agosto

Maiores detalhes não foram revelados, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que as gravações forem reiniciadas.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.