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Andrew Lloyd Webber comprou um cachorro para lidar com a depressão após adaptação de ‘Cats’

Cats, adaptação do clássico musical da Broadway, se tornou um dos piores filmes de 2019 – e um dos mais criticados da década passada, amargando apenas 19% de aprovação no Rotten Tomatoes e dando um prejuízo de mais de US$20 milhões à Universal Pictures.

Em uma recente entrevista à VarietyAndrew Lloyd Webber, criador da peça de teatro, revelou que encontrou um modo de lidar com o massivo fracasso da produção: comprando um cachorro.

Cats foi um erro colossal”, ele comentou. “Não havia nenhuma compreensão do porquê a música tocava. Eu assisti e pensei: ‘meu Deus, não’. Foi a primeira vez que minha pessoa de setente anos saiu para comprar um cachorro. Então, a única coisa boa que saiu de tudo isso foi meu filhotinho de havanês”.

“Eu disse que precisava dele comigo a todo momento, porque estava emocionalmente destruído e precisava de um cachorrinho terapêutico”, Webber continuou, agora contando sobre querer levar seu pet em uma viagem de avião. “Eu escrevi para a companhia e ela me escreveu de volta, perguntando: ‘consegue provar que realmente precisa dele?’. E eu disse: ‘sim, é só ver o que Hollywood fez com o meu musical, Cats‘. Então a aprovação veio com uma nota que dizia: ‘sem laudo médico necessário'”.

Enquanto Webber odiou a releitura cinematográfica feita por Tom HooperJennifer Hudson, que deu vida a Grizabella na produção, disse que o filme será visto com outros olhos pelas novas gerações.

“Quer saber? Acho que as críticas ao filme foram um pouco opressoras. É uma pena que o filme tenha sido mal interpretado. Mais tarde, acho que as pessoas vão ver ‘Cats‘ de forma diferente. Mas é algo que ainda sou muito orgulhoso e grata por ter feito parte. Sim, eu me orgulho de ser Grizabella, a Gata Glamurosa!”.

A adaptação é baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco também conta com Taylor Swift, James Corden, Idris Elba e Rebel Wilson.

‘Venom 2’: Cena pós-créditos foi feita para deixar os fãs cheios de perguntas, afirma Andy Serkis

[SPOILER ALERT]

Venom: Tempo de Carnificina‘ teve a sua estreia nesta quinta-feira (07) nos cinemas e os fãs serão surpreendidos por uma bombástica e inesperada cena pós-créditos, que promete um futuro ainda mais grandioso para o personagem, que tecnicamente agora faz parte do MCU.

E com as expectativas de um possível encontro entre Venom e o Homem-Aranha de Tom Holland cada vez maiores, muito se especula a respeito do significado da cena pós-créditos da sequência.

E durante uma entrevista ao portal Comicbook.com, o diretor Andy Serkis comentou sobre o material em questão, afirmando que o objetivo é gerar uma provocação na audiência, trazendo mais perguntas do que respostas.

“Queríamos deixar o público sabendo que esses universos vão de alguma forma colidir entre si e queríamos fazer isso de uma maneira que ainda deixasse algumas dúvidas. A cena está abrindo mais perguntas. Quero dizer, essa era a intenção. É uma provocação. É uma provocação no sentido mais amplo da palavra”.

Na última quarta-feira, 06 de outubro, o longa-metragem cruzou a marca dos US$100 milhões arrecadados, tornando-se um dos títulos a alcançar o feito mais rápido desde o início da pandemia de COVID-19. A produção divide o recorde ao lado de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, visto que ambos ultrapassaram o valor em apenas cinco dias.

Venom 2’ também arrecadou o valor mais rápido do que o filme original.

“Também estamos satisfeitos que a paciência e exclusividade teatral tenham sido recompensadas com resultados recordes. Um tapa na cara de quem achava que o cinema estava morrendo”, disse o presidente da Sony, Tom Rothman.

Assista ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ hoje nos cinemas!

‘Batman’: Saiba quando será lançado o novo trailer do filme com Robert Pattinson

O Binge Watch This confirmou quando será lançado o novo trailer de ‘Batman‘, estrelado por Robert Pattinson.

O vídeo será exibido no dia 16 de Outubro, durante a DC Fandome.

Confira:

Ontem, o insider Daniel Richtman e o Batman on Film revelaram que a Warner Bros. já aprovou a sequência.

O site revela que as fontes internas do estúdio afirmaram que os executivos estão extremamente satisfeitos com o filme dirigido por Matt Reeves, e já começaram a trabalhar na sequência.

Além disso, é esperado que o diretor e o ator protagonista retornem.

The Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022.

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia ‘Resident Evil’ de Paul W S Anderson

A Sony Pictures lançará o primeiro trailer de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ nos próximos minutos, e os fãs não poderiam estar mais empolgados para o reboot da franquia nos cinemas.

Com estreia agendada para 2 de Dezembro de 2021 nos cinemas nacionais, o filme recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

E o melhor? O elenco traz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) como Claire Redfield e Robbie Amell (‘Upload’) como seu irmão, Chris, o que empolgou muita gente.

Pensando nesse recomeço da franquia, decidimos relembrar e homenagear os filmes estrelados pela bela Milla Jovovich e dirigidos pelo Paul W S Anderson.

Veja abaixo, diga se concorda e liste do pior ao melhor os seus filmes da franquia.

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

6. Resident Evil 5: Retribuição

Quase ninguém esperava pelo quinto episódio da franquia de zumbis, que obteve uma recepção bem fria. O jogo inverteu cinco anos depois e o sexto Resident Evil é esperado quase de forma cult. Este é o episódio que tenta subverter o que havia sido mostrado até então, utilizando de certa criatividade, mas no geral se tornando apenas confuso. Alice é mostrada como mãe e dona de casa, completamente diferente da imagem heroica que tínhamos da personagem. Seu marido é Carlos (Oded Fehr), que só aparece nestas sequências, soando quase como um sonho. Tudo, é claro, não passa de uma realidade falsa criada pela Umbrella (se me disserem que a empresa estava envolvida na morte de Cristo, a esta altura acredito). O filme se passa quase todo dentro dos “cenários” da corporação, recriando o Japão e a Rússia, por exemplo.

Gameplay: como dito, este quinto exemplar, novamente comandado por Anderson (o marido de Jovovich) é o que mais apela para tentar ser diferente. A primeira cena dá rewind em câmera lenta, exibindo uma boa estética. As cenas com Alice dona de casa remetem a verdadeiros filmes de terror. Mas depois disso, Resident Evil 5 força a barra querendo ligar tudo aos filmes iniciais, inclusive trazendo de volta personagens esquecidos, apenas pelo “valor nostálgico”. Como o planeta já está praticamente todo devastado, o longa se passa dentro das instalações da Umbrella, que recria com perfeição cidades do mundo.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) segue firme e forte, com direito a uma nova versão mamãe dona de casa. Luther West (Boris Kodjoe) do filme anterior, também retorna e faz parte da equipe de apoio liderada por Leon S. Kennedy (Johann Urb), um favorito dos games, e que tem Barry Burton (Kevin Durand) em sua formação. A parceirade luta de Alice dessa vez, apelando ao forte público asiático (uma tendência em Hollywood atualmente), é Ada Wong (Li Bingbing, a maior estrela da China na atualidade). Becky (Aryana Engineer) é a filha “fictícia” de Alice e seu motivador no desfecho, acrescentando um momento diretamente tirado de Aliens – O Resgate (1986), já que nada se cria, tudo se copia.

Inimigos: temos muitos inimigos aqui para escolher. Os zumbis são deixados de lado, para que antigas aliadas surjam como antagonistas, em especial, Jill Valentine (Sienna Guillory) e Rain (Michelle Rodriguez). James ‘One’ Shade (Colin Salmon) também reaparece. Temos aqui também um Licker mutante, maior e mais ameaçador, dois big hammer guys, e a mudança brusca de lado do vilão mor Wesker (Shawn Roberts), agora um aliado desesperado. O desfecho na Casa Branca, prometendo criaturas aladas, que veremos no sexto exemplar, é muito bom.

Chefão de Fase: apesar de tudo isso, o confronto final fica entre as quatro mulheres, dando ao público o “cat fight” extremo. De um lado, as heroínas Alice e Ada, e de outro, as transformadas Jill e Rain. É fetiche até dizer chega – mas a coreografia é muito ruinzinha, causando risadas e vergonha alheia.

5. Resident Evil 4: Recomeço

O quarto Resident Evil se divide em dois filmes. O primeiro é muito legal e se concentrasse neste trecho, poderíamos ter uma obra verdadeiramente à altura das primeiras posições. Na primeira parte, Recomeço se passa inteiramente numa prisão abandonada, sendo um filme contido, no qual a horda de zumbis tenta entrar e os protagonistas precisam mantê-los de fora. Ou seja, o princípio de todo bom terror de zumbis, vide Madrugada dos Mortos (2004). A outra parte, que inclui o ataque inicial dos clones de Alice à sede da Umbrella e o desfecho no barco “santuário falso”, é onde o filme dá asas para seu lado videogame, se tornando apenas recomendado para os aficionados e não para o público em geral.

Gameplay: Alice (Milla Jovovich) percebe que possui um exército de clones ao seu dispor e o usa para invadir a base da Umbrella, destruindo-a. Como havia ficado muito over com seus poderes, a trama trata de eximi-la dos mesmos logo no início. Procurando os sobreviventes do filme anterior, ela encontra Claire transformada através de um artefato tecnológico e parte com ela, aterrissando no teto de uma prisão. Lá, irão se deparar com um novo grupo de sobreviventes. O desfecho ocorre num grande navio, a nova sede da Umbrella. É o primeiro filme em 3D da franquia e marca a volta de Paul W. S. Anderson na direção.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna em versão ninja, com direito a espadas e tudo. Sem poderes, mas ainda incrivelmente boa no combate, ela continua uma badass. Claire (Ali Larter) é a desmemoriada da vez e tem a chance de reencontrar seu irmão, Chris Redfield (Wentworth Miller), um dos personagens mais marcantes dos games. Luther (Boris Kodjoe) é um jogador de basquete celebridade, e quem lidera os sobreviventes da prisão, que incluí Crystal (Kacey Clarke), Angel (Sergio Peris-Mencheta) e o secretário Kim (Norman Yeung). No final, reencontramos também a gracinha K-Mart (Spencer Locke).

Inimigos: sempre que vemos o ator Kim Coates num filme, podemos ter certeza que ele será o vilão ou um traidor, e aqui não dá outra com seu personagem pomposo Bennett, um ex-agente de Hollywood. Os zumbis sofreram mutação, talvez influenciados pelo que Guillermo Del Toro criou para Blade 2 (2002), e de suas bocas agora saem uma “flor mortal”. Os dobermans aparecem no confronto final no navio. E a adição desta vez fica por conta do monstro big hammer Guy, uma criatura gigantesca, cheia de estacas de ferro cravadas em seu corpo e que surge arrastando um grande martelo/machado. *Spoiler* Fiquem até o fim dos créditos para verem a mudança de lado de uma querida personagem.

Chefão de Fase: o chefão que vinha sendo prometido desde o início é o grande antagonista da série nos games, Albert Wesker, aqui vivido por sua versão definitiva nos filmes, o ator Shawn Roberts. Extremamente caricato em sua caracterização, o personagem apela diretamente aos fãs, mas não transcende bem para um filme, já que sua personalidade robótica, óculos escuros insistentes e estilo de vilão de matinê (só falta mesmo um grande bigode enrolado) deixa tudo bem farofeiro, se tornando difícil acreditar que esta figura patética está à frente de uma mega corporação. Seja como for, o onipresente Wesker é quem realiza o embate final com Alice aqui.

4. Resident Evil 6: O Capítulo Final

Cinco anos depois do malfadado e tremenda encheção de linguiça quinto episódio, Milla Jovovich e Paul W. S. Anderson prometiam sacudir o mundo dos fãs de Resident Evil, entregando um apoteótico Capítulo Final. E o que se espera de um Capítulo Final? Bem, que feche uma saga com chave de ouro, equilibrando ação, diversão e humor, valor de entretenimento e um encerramento digno. É seguro dizer que o resultado não foi bem esse, embora esteja longe do abismal Retribuição. Dá para perceber também uma tentativa de se aproximar de Extinção ao máximo, já que o terceiro é o mais elogiado da franquia. O problema é que o filme se passa quase todo à noite, o que resulta numa fotografia muito escura, deixando o público sem entender o que está sendo mostrado. Junte a isso uma edição picotada de videoclipe. No lado positivo, O Capítulo Final faz uma boa ligação com toda a série e responde perguntas que sempre quisemos saber. Alguém duvida que teremos em breve novos episódios de Resident Evil?

Gameplay: nossa heroína Alice (Jovovich) começa novamente seu trajeto sozinha, numa terra devastada, que muito lembra os filmes Mad Max. Ao longo de sua jornada de 10 anos (15 na cronologia real), o mundo contaminado deu origem a criaturas mutantes, algumas semelhantes a dragões e outras a grandes cachorros. Sabe-se que os poucos sobreviventes, todos membros do alto escalão da Umbrella, estão protegidos na Colmeia, a base científica subterrânea do primeiro filme. Temos também a volta da inteligência artificial Rainha Vermelha.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) segue firme e forte, detonando dragões agora. De início solitária, passando o pão que o diabo amassou nas mãos dos funcionários da Umbrella, ela logo é acolhida por um grupo de aliados. Dentre os membros do grupo, um rosto conhecido, Claire (Ali Larter). Seu namorado é Doc (Eoin Macken). Temos ainda a presença de Razor (Fraser James) e Abigail (a musa blockbuster atual, Ruby Rose).

Inimigos: temos uma penca de antagonistas neste autointitulado Capítulo Final. Das criaturas, se sobressaem dragões e os cães mutantes (não mais os icônicos dobermans). A Rainha Vermelha vota a dar a caras, papel de Ever Anderson aqui, e compreendemos seu passado e a origem da Umbrella. O verdadeiro antagonista, no entanto, é o Dr. Isaacs (Iain Glen), que havia morrido no terceiro filme (mais um elo com Extinção). O destaque dado ao personagem aqui, aproveitando a fama do ator vinda de Game of Thrones, é tamanha que podemos considera-lo o verdadeiro protagonista do longa. De forma inexplicável, ele assume o comando da Umbrella, deixando Wesker (Shawn Roberts), que era o grande vilão da saga, em segundo plano, como um simples capataz.  Temos também algumas aparições surpresas, que não valem ser mencionadas.

Chefão de Fase: bem, na verdade não temos uma luta final, típica dos filmes da franquia, neste “último” exemplar. O que deixa certo gosto amargo. O confronto final de Wesker é com.. bem, um objeto inanimado; e o Dr. Isaacs se digladia… bem, não é com Alice.

3. Resident Evil: O Hóspede Maldito

O primeiro filme da franquia deixou muita gente sem saber direito o que pensar. Fãs do game saíram decepcionados por, primeiro, perceberem uma protagonista que não existia em seu cânone (a heroína Alice, de Milla Jovovich, criada especialmente para o filme), e segundo, por notarem que o elemento terror trazido em especial pelos mortos-vivos que assombravam os jogos, ficou reduzidos ao segundo plano, dando lugar para uma aventura de ação, onde a tecnologia de uma inteligência artificial era a verdadeira vilã.

Gameplay: após o computador central que controla a enorme instalação subterrânea da misteriosa corporação Umbrella entrar em pane e lacrar todos os seus funcionários, assim matando-os sistematicamente, um grupo de elite da mesma empresa é chamado para investigar e resolver o problema. Ao mesmo tempo, uma trama de espionagem industrial se desenvolve e tem nossa heroína Alice bem no centro.

Personagens para Escolher: a heroína é Alice (Jovovich), uma mulher sem memória, que adora chutar cachorros. Dentre os membros da equipe de resgate, destacam-se o líder One (Colin Salmon), J.D. (Pasquale Aleardi), Kaplan (Martin Crewes) e, obviamente, a durona Rain (papel de Michelle Rodriguez, a segunda nos créditos). Matt (Eric Mabius) é o herói e espécie de “par” para Alice no primeiro filme.

Inimigos: a grande causadora do problema a ser solucionado é a inteligência artificial que controla a base científica conhecida como Rainha Vermelha, e ela vem na forma de uma menininha, papel Michaela Dicker. Podemos argumentar se ela está mais para aliada, no entanto. Temos também os óbvios zumbis, nos quais alguns dos personagens irão se transformar, os famosos dobermans e o fdp Spence (James Purefoy), o “marido” de Alice.

Chefão de Fase: enquanto a Rainha Vermelha soa como antagonista, e saibamos que o verdadeiro vilão é a Umbrella, o último desafio enfrentado por Alice no primeiro filme é o Licker, aquela grande criatura animalesca, com o cérebro exposto e língua alongada, desenvolvida nas pesquisas genéticas da enigmática empresa.

2. Resident Evil 2: Apocalipse

Tudo bem, tudo bem. Sei que receberei reclamações por colocar o segundo episódio, odiado pela maioria, como o número dois na lista. Irei tentar argumentar minha defesa aqui. Já sabíamos que a franquia não era para ser levada a sério, e neste segundo filme eles brincam muito mais com o conceito, elevando tudo a outro patamar e abraçando de vez o exagero. A ação é megalômana e o ridículo é a palavra de ordem. Fora isso, ganhamos finalmente a heroína dos games, Jill Valentine (Sienna Guillory), um grupo mais interessante de personagens e o diretor chileno Alexander Witt capricha nas cenas de terror envolvendo ataques zumbis (que é o que queremos ver aqui) – como na cena da igreja na qual um padre “alimenta” a irmã morta-viva e outra com crianças devorando uma pobre coitada num colégio. Fora isso, a paleta de cor azulada, num longa que se passa todo à noite, traz a memorável cena no cemitério, na qual pela única vez na franquia, os mortos se levantam do túmulo, numa cena em câmera lenta que remete imediatamente ao icônico clipe Thriller, de Michael Jackson.

Gameplay: maior em todos os quesitos, o T-vírus agora espalhou-se por toda a cidade de Racoon City, que prontamente foi evacuada, deixando para trás um grupo de indesejáveis, aonde encontram-se os protagonistas. Alice (Jovovich) agora é uma badass de verdade e não mais uma vítima, a cena com a moto e o vitral da igreja prova isso (e também que não faz sentido algum, como ela saberia aonde aterrissar e o que tinha do outro lado?). A trama ainda envolve o resgate de uma menininha (Sophie Vavasseur), filha de um cientista, papel de Jared Harris.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) passou para o nível dois e agora é dona de superforça e agilidade. Temos aqui personagens tirados dos games, como a citada Jill Valentine (Guillory) e Carlos Oliveira (Oded Fehr). Completando o grupo de sobreviventes: a jornalista Terri Morales (Sandrine Holt), o malandro L.J. (Mike Epps) e o parceiro de Valentine, Sgto. Peyton Wells (Razaaq Adoti).

Inimigos: mais zumbis e mortos-vivos se acumulam a cada cena. Não podíamos ficar sem os famosos dobermans deteriorados também e o Licker (chefão do primeiro filme) também volta em dose dupla na cena da igreja. O maior antagonista do segundo filme, no entanto, é o insofreável Nêmesis (Matthew G. Taylor), um Frankenstein mutante armado até os dentes, saído direto do passado de Alice.

Chefão de Fase: apesar do Nêmesis ser o inimigo mais poderoso, a última batalha de Apocalipse é contra o rosto da Umbrella neste segundo longa, o Major Cain (papel do alemão Thomas Kretschmann, que viveu o Barão Strucker nos filmes da Marvel).

1. Resident Evil 3: A Extinção

Essa é barbada. Todos os fãs e não fãs da franquia Resident Evil no cinema concordam que o terceiro exemplar, dirigido por Russell Mulcahy (Highlander), é o melhor. Esta espécie de Mad Max com zumbis é o oposto do segundo filme e cria uma dualidade interessante. Enquanto seu antecessor tem o azul como cor dominante em sua fotografia e se passa exclusivamente à noite, Extinção traz a maioria de suas cenas para a quentura do deserto, de dia, e tendo o amarelo e marrom como cores predominantes. Fora isso temos a maravilhosa cena de abertura com Alice se deparando com um grupo de humanos odiosos, remetendo a Walking Dead e mostrando que o homem pode ser pior que os zumbis.

Gameplay: a ação é levada para o deserto de Nevada, onde ficava Las Vegas. O clima pós-apocalíptico de Mad Max impera e podemos notar até mesmo as ruínas do que era a cidade. Um comboio de sobreviventes, liderados por Claire Redfield (Ali Larter), procura pela “terra prometida”, enquanto lutam por sobrevivência. Logo, Alice se junta a eles e reencontra velhos rostos como Carlos e L.J., além de novos jogadores. Enquanto isso, a Umbrella também se depara com dificuldades para controlar a pandemia, ao mesmo tempo em que faz testes com os mortos-vivos (em uma cena que traz O Dia dos Mortos, de George Romero, à mente). Aqui notamos que Alice não é única e um momento emblemático revela a quantidade de clones que foram criados da moça e depois mortos.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna mais poderosa do que nunca, além de força e grande agilidade (e toma pirueta no ar), a protagonista agora possui incrível telecinese, deixando-a pra lá de “macetada”. Claire Redfield (Ali Larter) é uma líder nata, e L.J. (Mike Epps) agora arrumou uma pretendente, nas formas de Betty (papel da cantora Ashanti). Carlos (Oded Fehr) está de volta e ao lado dele, o cowboy atirador de elite Chase (Linden Ashby), o gênio hi-tech Mikey (Christopher Egan) e a menina K-Mart (Spencer Locke), encontrada no mercado que a batizou.

Inimigos: claro que os zumbis não poderiam faltar e eles são aos montes, cercando a entrada da base subterrânea da Umbrella. Os cães doberman também voltam na cena de abertura, em que um grupo de infelizes tenta alimentá-los com Alice. Lickers e Nêmesis são deixados de fora para um foco maior nos mortos-vivos, no entanto, temos espaço para corvos zumbis, numa homenagem a Os Pássaros (1963), de Hitchcock.

Chefão de Fase: já temos vislumbres do grande antagonista dos games, Albert Wesker (aqui interpretado primeiramente por Jason O´Mara). No entanto, acompanhamos os passos do inescrupuloso Dr. Isaacs (Iain Glenn, de Game Of Thrones) e seus planos particulares, culminando em sua transformação em uma criatura e no confronto com a heroína.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme do DCEU – incluindo ‘O Esquadrão Suicida’

O Esquadrão Suicida já está disponível no HBO Max, onde poderá ser visto por ainda mais gente. Com muitas avaliações positivas, o longa foi considerado um dos melhores do Universo DC, que a gente ainda não sabe muito bem se vai continuar interligando seus filmes ou se vai investir em mais histórias isoladas, modelo que vem dando mais certo para a Warner recentemente. Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo O Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

10. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção. David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe. Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar. Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

9.
Mulher Maravilha 1984
(2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou. Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora. Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

8.
Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.
Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

7. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas. Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman. Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

6. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut. Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2. O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

5. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

 

4. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

3. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman
conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança. Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar. Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa. Simplesmente uma das maiores surpresas de 2021.

1. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar. É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

‘Os Mercenários 4’: Sylvester Stallone e Jason Statham caracterizados nas primeiras imagens dos bastidores; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Sylvester Stallone publicou as primeiras imagens dos bastidores deOs Mercenários 4’.

Em uma das imagens, o astro aparece caracterizado ao lado de Jason Statham, intérprete de Lee Christmas. Na outra, a dupla aparece como civis em um momento descontraído

Na legenda, Stallone escreveu:

“Estou me divertindo muito trabalhando com meu grande amigo Jason no novo ‘os Mercenários’!!!”

Confira:

Além de Statham e Stallone, o elenco conta com Andy García, Dolph Lundgren e Randy Couture, 50 Cent, Megan Fox e Tony Jaa.

Confira a foto:

 

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

DC FanDome: Novo trailer traz cenas inéditas de ‘The Batman’, ‘Adão Negro’, ‘Pacificador’ e muito mais; Assista!

No dia 16 de outubro, a Warner Bros. dará boas-vindas a fãs do mundo inteiro durante DC FanDome 2021 – uma experiência virtual gratuita na qual nenhuma credencial é necessária.

E, através do Twitter, a página oficial da DC Comics divulgou um novo trailer do evento, trazendo cenas inéditas dos aguardados filmes ‘The Batman’ e ‘Adão Negro, além de novos trechos da série do ‘Pacificador’ e do jogo d‘O esquadrão Suicida’.

E as novidades não param por aí, pois também há uma prévia de ‘The Flashe dos bastidores deAquaman e o Reino Perdido’ eShazam! 2: Fúria dos Deuses’, ‘Titãs’, ‘Batwoman’ e ‘Superman & Lois’.

Confira, junto com a lista de todos artistas confirmados para o evento:

Imagine todos os Super-Heróis e Super-Vilões que você ama finalmente reunidos em um único lugar, para celebrar o passado, presente e futuro da DC.

A primeira DC FanDome começou em agosto do ano passado como um grande evento de 24 horas. No último minuto, ele se dividiu em dois dias separados e permitiu que parte de sua programação fosse mais espalhada, enquanto o conteúdo também teve a oportunidade de ser criado para o evento posterior nos bastidores.

Assassino do Zodíaco, que inspirou aclamado filme, é identificado 52 anos depois de sua primeira vítima registrada

A identidade do serial killer popularmente conhecido como o Assassino do Zodíaco foi finalmente confirmada. Este é o fim de um dos maiores mistérios da história recente. A descoberta foi feita por uma equipe independente de investigadores.

Imagem divulgada pelo grupo de investigadores Case Breakers

O responsável pela série de crimes que aconteceu na década de 60 é um homem chamado Gary Francis Poste. Infelizmente, a sua identificação chega um pouco tardiamente, uma vez que ele falecera ainda em 2018, sem nunca ter sido detido ou responsabilizado pelos crimes cometidos.

Poste se consagrou publicamente por sua habilidade de escapar da polícia e por constantemente zombar das autoridades, enviando pistas, códigos e enigmas relacionados aos seus assassinatos em cartas para o jornal San Francisco Chronicle.

Acredita-se que o Assassino do Zodíaco cometeu seus crimes num intervalo de 10 meses, entre 1968 e 1969, no norte do estado da Califórnia. Suas cartas ameaçadoras foram enviadas deste então até o ano de 1974.

De acordo com a Fox News, uma equipe de mais de 40 detetives, jornalistas e oficiais de inteligência militar formaram os chamados Case Breakers, que acreditam que Poste é o responsável por um assassinato em 1966 na cidade de Riverside, no sul do estado.

A história do serial killer acabou servindo de inspiração para diversos filmes, sendo ‘Zodíaco‘, o mai famoso deles.

Lançado em 2007, a produção é dirigida pelo aclamado cineasta David Fincher e é estrelada pelo trio de atores da Marvel: Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo e Robert Downey Jr., além de Anthony Edwards, Chloë Sevigny, Brian Cox e John Carroll Lynch.

Na trama, o medo aumenta em São Francisco com os ataques de um assassino maníaco chamado Zodíaco. Investigadores e jornalistas tentam descobrir a identidade do assassino e levá-lo à justiça. Enquanto isso, Zodíaco provoca as autoridades com mensagens crípticas, cifras e telefonemas ameaçadores.

James Vanderbilt assina o roteiro.

Vale lembrar que o filme ‘Zodíaco’ está disponível no streaming Telecine e na Globoplay.

‘Eternos’ se reúnem em BELÍSSIMO banner indiano; Confira!

Um usuário do Twitter compartilhou um belíssimo banner indiano de ‘Eternos‘, que traz os membros da equipe reunidos.

Confira, junto com os cartazes individuais:

Dirigido por Chloé Zhao (‘Nomadland’), ‘Eternos’ tem estreia marcada para 04 de novembro nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘My Name’: Nova série coreana da Netflix ganha intenso trailer; Assista legendado!

A nova série coreana e criminal da Netflix, intitulada ‘My Name‘, ganhou um intenso trailer legendado.

Na trama, em busca de respostas sobre a morte do pai, Jiwoo se infiltra em um cartel de drogas e vira informante da polícia. Enquanto executa sua vingança, ela descobre duras verdades.

Assista:

Kim Jin-min assina a criação da produção.

A primeira temporada contará com oito episódios no total.

My Name‘ estreia no dia 15 de outubro na Netflix.

‘Duna’: Barão Harkonnen é destaque no novo vídeo promocional do longa; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de bastidores legendado da vindoura adaptação de Duna, comandada por Denis Villeneuve.

featurette é centrado no mortal personagem Barão Harkonnen, interpretado por Stellan Skarsgard.

Confira:

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Vale lembrar que ‘Duna‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘The Batman’: Performance de Robert Pattinson será muito “F***”, afirma ator Jeffrey Wright

Desde o sucesso espetacular do filme ‘Coringa‘, tanto entre os fãs, bem como na temporada de premiações, as expectativas em relação ao vindouro Batman de Matt Reeves têm aumentado vertiginosamente.

E os amantes do vigilante de Gotham City podem ficar entusiasmados, pois a performance do astro Robert Pattinson promete ser surpreendente. Pelo menos é o que o ator Jeffrey Wright, intérprete do Comissário Jim Gordon, revelou em uma recente entrevista à revista EW.

Na ocasião, ele ainda comentou como foi trabalhar com o ator em ‘The Batman’:

Robert vai fazer o que sabe fazer de melhor e trabalhamos dentro de uma visão criada por Matt Reeves, então você sabe, Robert está fazendo o que Robert faz e eu acho que vai ser muito foda. Eu adorei trabalhar com ele, amo sua percepção das coisas, sua energia e a maneira como ele trouxe diferentes níveis para diferentes partes da história. E trabalhamos em parceria. Eu apenas tentei dar o meu melhor como Gordon, e ele também fez o mesmo como o Batman”.

Lembrando que o longa vai ganhar mais novidades na próxima edição da DC FanDome, que acontece em 16 de outubro, apresentando novidades dos novos filmes, séries, jogos e quadrinhos da DC Comics.

Durante uma entrevista recente à Variety, Robert Pattinson provocou o público ao dizer que o evento promete grandes surpresas, que vão levar os fãs à loucura.

“Eu e Zoe preparamos algumas coisas para esse dia. E uma coisinha divertida, além das muitas grandes surpresas reservadas para o evento.”

O intérprete de Bruce Wayne/Batman, também disse que viu uma parte do longa e está bastante animado com o trabalho de Reeves.

“Eu já assisti a uma parte do filme e está incrível. Matt é um cara que pensa de uma forma que só ele conseguiria. É por isso que gosto tanto de seu trabalho. O resultado ficou muito legal.”

Confira a prévia e o pôster da DC Fandome:

Enquanto isso, ‘The Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022.

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estétic

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

‘American Horror Story’: Visitante inesperado chega à Casa Branca na promo oficial do episódio 10×09; Confira!

FX divulgou a promo oficial de “Blue Moon”, nono episódio da 10ª temporada de American Horror Story, subtitulada ‘Double Feature’.

Na trama, “um visitante inesperado chega à Casa Branca e revela detalhes sobre um plano terrível”.

O capítulo vai ao ar no dia 13 de outubro.

Confira:

A história da décima temporada se divide em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

O próximo ciclo contará com o retorno dos veteranos Evan PetersKathy BatesBillie Lourd, Finn WittrockLily RabeLeslie GrossmanAdina Porter e Angelica Ross, além da introdução de  Macaulay CulkinKaia Gerber.

‘Legends of Tomorrow’: Episódio de estreia da 7ª temporada ganha novo teaser oficial; Confira!

The CW divulgou um novo teaser oficial de “The Bullet Blondes”, episódio de estreia da 7ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “depois de derrotarem os alienígenas e salvarem a Terra, as Lendas ficam presas em Odessa, Texas, no ano de 1925 e com um Waverider destruído. Tentando ajudar a consertar as coisas, Astra (Olivia Swann) usa seus poderes, o que atrai a atenção indesejada da cidade e do novo Diretor do Bureau de Investigação, J. Edgar Hoover, e uma surpresa que ninguém esperava. Percebendo que precisam escapar, Sara (Caity Lotz) e Ava (Jes Macallan) criam uma distração ao entrarem em uma onda de crimes, deixando Hoover em sua cola. Enquanto isso, Zari (Tala Ashe) está achando difícil superar Constantine, então Behrad (Shayan Sobhian) sugere a única coisa que ele sabe que pode ajudar.”

O episódio vai ao ar no dia 13 de outubro.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

‘Riverdale’: 6ª temporada ganha teaser instigante e data de estreia; Confira!

The CW divulgou o primeiro teaser oficial da 6ª temporada de Riverdale.

Ainda sem muitas informações reveladas, foi confirmado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 16 de novembro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Batalha Bilionária: O Caso Google Earth’: Minissérie biográfica alemã já está disponível na Netflix

A minissérie biográfica alemã, intitulada ‘Batalha Bilionária: O Caso Google Earth, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quinta-feira (07) na grade de programação.

A trama acompanha a incrível história de dois alemães pioneiros da tecnologia, que decidem processar o Google por violação de patente. A dupla vai lutar pelos seus direitos como inventores do algoritimo do Google Earth, em uma batalha judicial contra um oponente que parece ser invencível.

Confira o trailer:

Oliver Ziegenbalg assina a criação da minissérie.

‘Batman 2’: Sequência com Robert Pattinson foi APROVADA pela Warner, afirma informante

O insider Daniel Richtman e o Batman on Film revelaram hoje que a Warner Bros. já aprovou a sequência de ‘Batman‘, estrelado por Robert Pattinson.

O site revela que as fontes internas do estúdio afirmaram que os executivos estão extremamente satisfeitos com o filme dirigido por Matt Reeves, e já começaram a trabalhar na sequência.

Além disso, é esperado que o diretor e o ator protagonista retornem.

The Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022.

Lembrando que o longa vai ganhar mais novidades na próxima edição da DC FanDome, que acontece em 16 de outubro, apresentando novidades dos novos filmes, séries, jogos e quadrinhos da DC Comics.

Durante uma entrevista recente à Variety, Robert Pattinson provocou o público ao dizer que o evento promete grandes surpresas, que vão levar os fãs à loucura.

“Eu e Zoe preparamos algumas coisas para esse dia. E uma coisinha divertida, além das muitas grandes surpresas reservadas para o evento.”

O intérprete de Bruce Wayne/Batman, também disse que viu uma parte do longa e está bastante animado com o trabalho de Reeves.

“Eu já assisti a uma parte do filme e está incrível. Matt é um cara que pensa de uma forma que só ele conseguiria. É por isso que gosto tanto de seu trabalho. O resultado ficou muito legal.”

Confira a prévia e o pôster da DC Fandome:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estétic

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

‘The Ghost and Molly McGee’: Greta Gerwig é destaque no novo clipe da animação; Assista!

The Ghost and Molly McGee é a mais nova série animada da Disney Television Animation e, agora, o canal divulgou um clipe oficial trazendo ninguém menos que a diretora indicada ao Oscar Greta Gerwig (‘Lady Bird’, ‘Adoráveis Mulheres’).

Confira:

A produção, criada por Bill MotzBob Roth (‘LEGO Star Wars’), foi lançada hoje, 06 de outubro, na plataforma do Disney+.

Ashly Burch (‘Mythic Quest: Raven’s Banquet’) e Dana Snyder (Aqua Teen Hunger Force) estrelam como Molly e o epônimo fantasma, respectivamente.

A série gira em torno de uma jovem otimista chamada Molly, que vive para transformar o mundo em um lugar melhor, e do fantasma ranzinza Scratch, cujo trabalho é espalhar miséria e caos por onde passa. Mas quando uma das maldições de Scratch sai pela culatra, ele se vê para sempre atado à vida de Molly.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

‘The Book of Boba Fett’: Arte conceitual mostra o caçador de recompensas domando um [SPOILER!]

O Star Wars News Net divulgou uma arte conceitual de ‘The Book of Boba Fett‘, mostrando o caçador de recompensas vivido por Temuera Morrison domando um monstruoso Rancor.

A imagem mostra Fett em cima das costas do monstro enquanto atravessam uma ruma de aspecto desértico, provavelmente no planeta Tatooine.

Infelizmente, não há detalhes revelando se Fett está lutando contra o monstro ou controlando-o.

Mas, pelo visto, o Rancor está usando o que parece ser uma armadura de Beskar no peito, então é possível imaginar que ele esteja sob controle.

Confira:

 

O Disneyrevelou hoje (29) a data de estreia de ‘The Book of Boba Fett’, série derivada da aclamada produção ‘O Mandaloriano’.

Com oito episódios confirmados, a obra tem lançamento agendado para o dia 29 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira o primeiro cartaz oficial e os títulos dos capítulos:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

E aí, você está ansioso pela estreia?

A série vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”

Revelado o novo visual dos Autobots e Decepticons em ‘Transformers 7: O Despertar das Feras’

Transformers: O Despertar das Feras‘ teve duas novas imagens dos bastidores que apresenta o novo visual dos Autobots e Decepticons.

Nas imagens podemos ver o Optimus Prime, Bumblebee, Mirage, Arcee e Wheeljack.

Confira:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

Os Maximals são os descendentes (pelo menos em parte) dos Autobots, controlando Cybertron sob a Pax Cybertronia. Os Maximals e sua raça homóloga, os Predacons, devem suas origens à Grande Atualização, que forneceu os corpos reduzidos e com baixo consumo de combustível que se tornaram a marca registrada das facções sucessoras.

De muitas maneiras, os Maximals compartilham traços com seus ancestrais Autobot; principalmente uma raça “civil”, os Maximals estão empenhados em defender os valores pacíficos e democráticos de seus antepassados.

O diretor Steven Caple Jr. revelou ao CinePOP que a produção terá cenas de ação filmadas em Machu Picchu, a chamada “cidade perdida dos Incas”, localizada no topo de uma montanha, a 2.400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, Peru.

“Vai ser difícil filmar lá. Mas nós vamos conseguir. Estamos analisando a estratégia. Nem que eu tenha que ir apenas com uma câmera na mão, mas teremos uma grande sequência de ação por lá”, afirmou o diretor Steven Caple Jr. (Creed 2‘).

Machu Picchu foi elevado à categoria de Patrimônio mundial da UNESCO em votação mundial e com analise de arquitetos e arqueólogos classificou Machu Picchu como umas das sete maravilhas do mundo moderno.

Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.

O produtor Lorenzo di Bonaventura revelou que o título do filme será ‘Transformers: O Despertar das Feras‘.

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós exaurimos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Como podemos encontrar um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novas notícias, se você viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes. “

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) serão os astros do próximo filme da franquia, que terá roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’). Durante uma entrevista para a Variety, Ramos foi questionado se poderia dar algumas dicas sobre o filme, ao que ele respondeu:

“Acabamos de começar os preparativos para o filme, então esperançosamente, poderei dar alguns detalhes mais para frente.”

No entanto, ele afirmou que o projeto trará bastante mudanças para a franquia, principalmente sobre a questão da representatividade.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.