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Sam Raimi quer dirigir ‘Vingadores: Guerras Secretas’: “Eu amo 90% dos heróis da Marvel”

Sam Raimi é um dos diretores mais conhecidos da atualidade e já ficou responsável por títulos bastante famosos entre os fãs, incluindo o terror ‘Arraste-Me para o Inferno’, a franquia Homem-Aranha, com Tobey Maguire, e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Agora, em uma recente aparição à WonderCon neste último final de semana, o cineasta foi questionado sobre a possibilidade de comandar um novo filme do Universo Cinemático Marvel‘Vingadores: Guerras Secretas’, que ainda não decidiu oficialmente seu diretor (via CBM).

Raimi expressou grande interesse em ficar responsável pelo projeto, mas afirmou que a Marvel Studios ainda não o chamou para oficializar o contrato.

“Eu amo 90% dos heróis da Marvel que li nos quadrinhos do grande Stan Lee, ele contou. “Adoraria trabalhar com a Marvel de novo. Eles ainda não me pediram. Espero que tenham tido uma boa experiência comigo. Eles ainda não me perguntaram. Espero que perguntem”.

Anteriormente, conversando com o CBR, Raimi quebrou o silêncio sobre o possível desenvolvimento do quarto filme da franquia original do ‘Homem-Aranha‘.

Infelizmente, o diretor negou que o projeto esteja ativo, indicando que o estúdio não tem interesse em dar continuidade à saga original do herói.

“Eu não ouvi nada sobre [‘Homem-Aranha 4’]. Eu li sobre os rumores, mas não estou realmente trabalhando neste projeto ainda. Quero dizer, a Marvel e a Sony Pictures estão sendo muito bem-sucedidas com a franquia atual do ‘Homem-Aranha’, então não sei se elas irão me abordar e dizer: ‘Nós também podemos contar aquela história’.”

Ele completa, “Eu amo todos os filmes do Homem-Aranha. Eu amei ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’. Foi muito poderoso ver o Tobey [Maguire] no papel novamente. Ainda não conversei com o Tobey [sobre ‘Homem-Aranha 4’]. Talvez a Marvel ou a Columbia Pictures tenha conversado, mas eu acabei de trabalhar com a Marvel em um filme chamado ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’. Tenho uma boa relação com eles, então tenho certeza que teria ouvido se o projeto estivesse em desenvolvimento.”

E você? Gostaria de ver o diretor novamente envolvido com a Marvel?

Assista aos primeiros NOVE minutos de ‘Mufasa: O Rei Leão’

Mufasa: O Rei Leão‘ teve seus 9 primeiros minutos divulgados, após ter estreado nas plataformas digitais dos EUA.

Assista:

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 650 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 229.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 423.5 milhões – totalizando uma bilheteria global de US$ 653 milhões.
O TOP 5 com os maiores mercados conta com a França (US$38.1M), Reino Unido (US$34.7M), México (US$28.3M), Alemanha (US$27.8M) e Itália (US$23.1M).

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 56% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa parece ter agradado o público, recebendo uma nota A- dos espectadores no CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Mufasa: O Rei Leão‘ começou com um desempenho morno nas bilheterias, registrando apenas US$ 122 milhões em sua estreia global – muito abaixo das projeções, que indicavam uma abertura em torno de US$ 180 milhões.

Nos EUA, a produção abriu com US$ 35 milhões, sendo desbancada pela estreia de ‘Sonic 3‘ (US$62M). Para termos de comparação, as projeções iniciais indicavam uma abertura em torno de US$ 50 milhões no país.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ashé! Vencedor no CineMATO, o suspense ‘Cinco Tipos de Medo’ ganha projeção internacional pela produtora de Viola Davis

O thriller brasileiro ‘Cinco Tipos de Medo‘ conquistou quatro dos principais prêmios do Júri Oficial do CineMATO: Melhor Longa-Metragem, Melhor Filme Mato-Grossense, Melhor Direção e Melhor Montagem, e vai alcançar uma carreira internacional.

A Ashé, produtora global fundada pelo brasileiro indicado ao Emmy Maurício Mota ao lado da vencedora do Oscar Viola Davis e do produtor Julius Tennon, passou a integrar o longa como produtora executiva.

Dirigido por Bruno Bini e filmado em Cuiabá, o longa é estrelado por Bella Campos e Xamã, que fazem suas estreias no cinema, além de contar no elenco com João Victor Silva, Rui Ricardo Diaz e Bárbara Colen. A produção é assinada pela Plano B Filmes e Druzina Content, em coprodução com a Quanta, e foi lançada nos cinemas brasileiros pela Downtown Filmes.

Para Maurício Mota, a entrada da Ashé reforça a aposta da empresa na força das produções nacionais no mercado global.

“A entrada da Ashé em ‘Cinco Tipos de Medo’ confirma a estratégia do Grupo Reclaim de investir no soft power brasileiro para o mundo. Acreditamos muito na potência do filme no mercado internacional. Muito bom trabalhar com uma produtora e um diretor fora do eixo dominante do audiovisual brasileiro com um roteiro, direção e atuações tão fortes.”

O anúncio acontece em um momento especial para o longa. Depois de conquistar quatro prêmios no Festival de Gramado 2025, incluindo o de Melhor Filme pelo Júri Oficial, a produção também disputa o Prêmio Grande Otelo nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Montagem de Ficção.

Bruno Bini destacou a recepção positiva da obra em diferentes países.

“Tem sido incrível perceber como uma história tão local, tão particular, tem encontrado eco em públicos bem diversos. No fim das contas, é um filme sobre conexão entre as pessoas, e isso é profundamente universal.”

A produtora Luciana Druzina, CEO da Druzina Content, também comemorou a parceria e ressaltou o potencial internacional do projeto.

“A entrada da Ashé em ‘Cinco Tipos de Medo’ reforça a potência que o filme pode ter no cenário internacional. Tem sido emocionante acompanhar sessões com públicos diversos em festivais em Paris, Barcelona, Chicago, Havana e outras cidades. Essa conexão mostra que histórias profundamente brasileiras também podem tocar públicos do mundo inteiro.”

Crítica | Cinco Tipos de Medo – Vencedor de 4 Kikitos, Filme com Xamã e Bella Campos é um dos MELHORES do Ano!

Além da chegada da Ashé, o filme também passa a contar com a Malin Entertainment, que será responsável pela representação internacional da produção. A empresa comandará as estratégias de vendas globais, o posicionamento da obra no mercado externo e a campanha para as principais premiações internacionais, com foco especial na corrida pelo Oscar.

Nas próximas semanas, Ashé e Malin Entertainment coordenarão a participação do longa no circuito internacional de festivais, além da realização de sessões especiais em Los Angeles, reforçando a estratégia para ampliar a visibilidade de ‘Cinco Tipos de Medo‘ junto à indústria norte-americana.

CINEMATO: ‘Cinco Tipos de Medo’ é o GRANDE VENCEDOR do 23º Festival de Cinema de Cuiabá

Crítica | ‘Cinco Tipos de Medo’ – A barbárie implacável e as muitas formas de violência

Crítica | Sala Verde

A tensão é um mecanismo de defesa para as possibilidades do que achamos ser inevitável.

Selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2015, o excelente filme ‘Sala Verde‘ (Green Room) é o que chamamos de pérola em meio a inúmeros blockbusters que circulam anualmente nos circuitos de cinema pelo mundo.

Sem nenhuma pretensão de ser um filme politicamente correto, o projeto é uma aula de roteiro, explora o universo da tensão de maneira original, simples e com objetividade. As cenas são bem complexas, fica nítida a dedicação estafante de todo o elenco. Méritos do desconhecido Jeremy Saulnier que escreveu e dirigiu esse impactante filme. De triste para o universo cinéfilo mesmo é que projeto marca um dos últimos filmes do jovem ator russo Anton Yelchin que faleceu logo após as filmagens.

Na trama, conhecemos uma banda de punk rock formada por jovens liderados por Pat (Anton Yelchin) que entre um show e outro acabam parando em um bar barra pesada neonazista. Após o show, quase indo embora, parte da banda presencia um assassinato e eles acabam ficando presos dentro de um quarto onde precisarão manter a calma e tomar as melhores decisões caso queiram sair com vida deste tenebroso lugar. Lançado em abril deste ano nos Estados Unidos, o longa vem fazendo grande sucesso com o público cinéfilo mundo a fora.

Na trajetória de seu clímax, que para deleito dos cinéfilos dura bastante tempo, o filme caminho em passos quase ronceiros mas que entram em compasso de maneira furiosa e mexem com nossas pulsações ao extremo. Impressionante o clima de tensão criado. As personalidades dos personagens ajudam muito a nos deixar curiosos com os inúmeros caminhos que o roteiro pode traçar e mesmo assim somos surpreendido a quase todo instante. O elenco também está fantástico, destaques para o protagonista Anton Yelchin, a jovem atriz Imogen Poots e o veterano professor Xavier Patrick Stewart.

Exibido em diversos festivais de cinema, inclusive na última edição do Festival do Rio, Green Room é uma daquelas gratas surpresas que muitas vezes só ficamos sabendo por conta do boca a boca de quem conseguiu conferir. Uma das coisas mais legais ao analisarmos o projeto é que o filme possui seu próprio gênero, para mim um subtópico em meio ao Thriller psicológico. Em 90% dos casos, a marca registrada de um filme bom é a sua originalidade em trabalhar seus elementos em cena, modelando entre gêneros e consequentemente fazendo o público se interessar pela trama. Green Room consegue isso com louvor.

10 minisséries para maratonar e só levantar para reabastecer a pipoca!

A cada mês, descobrimos projetos espalhados pelos streamings que realmente são viciantes! Seja por conta do assunto, ou mesmo pela maneira envolvente que se distribui a narrativa, é sempre um ótimo programa ligar a televisão e ver um episódio atrás do outro. Pensando no universo das minisséries, separamos abaixo 10 projetos que vocês precisam conferir:

 

Arremesso Final (Netflix)

Você até pode não gostar de basquete mas tenho certeza que você já ouviu falar de Michael Jordan! Arremesso Final conta a história da espetacular trajetória de um dos maiores atletas que esse mundo já viu. Nesse projeto sabemos bastidores da vida de Jordan e do time onde mais jogou em toda vida, o Chicago Bulls.

 

A Mulher da Casa Abandonada (Prime Video)

Um fato jornalístico relevante, trazido através de um podcast, logo se transforma em matéria de diversos jornais, ganhando ampla repercussão. No centro do debate está um caso macabro que envolve um casarão – que parecia abandonado -, uma foragida da justiça norte-americana e uma subtrama que se desenrola entre o Brasil e o Estados Unidos, ao longo de anos. Esses são alguns dos principais elementos da nova minissérie do Prime Video, A Mulher da Casa Abandonada.

 

Bebê Rena (Netflix)

Na trama, ambientada em uma Londres de anos atrás, conhecemos Donny (Richard Gadd), um artista com o sonho de ser comediante que um dia começa a se vê perseguido por Marta (Jéssica Gunning), uma solitária mulher que não larga do seu pé. Buscando encontrar soluções para fugir dessa stalker, acaba indo de encontro à um trauma de seu passado, fato que mudou sua vida por completo.

 

Os Ladrões de Diamante (Netflix)

Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!

 

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix nesse início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial. Tendo como foco as quase inacreditáveis pautas de The Jerry Springer Show – programa camuflado de um talk show – vamos percorrendo as ações de produtores, suas relações de trabalho e com os convidados. Antes de mais nada, esse é um projeto assustador quando pensamos em nós como sociedade.

 

Vinagre de Maçã (Netflix)

Trazendo ao público a ascensão, o dolo e a queda de uma influenciadora australiana completamente narcisista, que inventou estar com câncer para fazer sucesso pelas redes sociais, ao longo de seis episódios maravilhosos acompanhamos os desenrolares com uma narrativa acelerada, contemporânea, atual, quebrando a quarta parede em muitos momentos.

 

Sobrevivendo à Queda dos Black Hawks (Netflix)

O que é o certo e o errado em uma guerra? Não é de hoje que ações militares de países em território distante sempre nos colocam de frente com evidências sobre as formas e os porquês de determinada ordem. Trazendo depoimentos de dois lados de uma batalha ocorrida num país da África Oriental, a nova série documental da Netflix, dividida em três partes, Sobrevivendo à queda dos Black Hawks nos leva de volta até os horrores documentados quando um fato mudaria os rumos dessa ação norte-americana na capital da Somália, Mogadíscio.

 

Os Quatro da Candelária (Netflix)

Ao longo de quatro episódios, todos já disponíveis na Netflix, tendo como foco cada um dos personagens principais, quatro jovens moradores de rua de diversas idades, acompanhamos pontos de vistas sobre uma das mais violentas tragédias que aconteceram no RJ nos anos 90.

 

A Dinastia: New England Patriots (Apple Tv Plus)

O período mais vitorioso de uma equipe de futebol americano, a dinastia do New England Patriots comandado por Tom Brady dentro de campo e Bill Belichick fora dele é passado detalhe a detalhe, repleto de polêmicas, do auge até a queda, tendo depoimentos de muitos de seus protagonistas.

 

Bastidores do Pop: O Esquema das Boy Bands (Netflix)

Backstreet Boys, N’Sync… Você já ouviu falar dessas bandas, né? Quem viveu intensamente os anos 1990 deve se lembrar do boom que foi na indústria fonográfica a chegada das boy bands nas paradas de sucesso. Entretanto, o que pouca gente sabia era o que acontecia atrás das cortinas. Através dos malabarismos duvidosos de um polêmico empresário que conseguiu uma rápida subida na sua posição, muitas verdades foram expostas aos poucos e aqui explicadas com alguns detalhes numa nova série no maior dos streamings.

As Séries Flopadas que Completam 10 Anos e você NEM SABIA que existiram

O mundo profissional é altamente competitivo e muitos podem classifica-lo como injusto e cruel. Não estariam errados. Mas em todos os mercados, o que as empresas esperam é resultado. Isso não é diferente quando falamos em estúdios de cinema ou redes TV (atualmente canais de streaming). Por mais que gostemos de determinado programa, sua permanência de exibição dependerá unicamente dos números de audiência, leia-se: quanto maior sua popularidade, mais tempo ficará no ar. O cancelamento de uma série pode ser triste, porém, pior ainda é quando mesmo tendo tudo preparado, determinada produção sequer sobrevive além de seu episódio piloto (que é o que determina se uma série existirá ao menos uma temporada – acredite muitas nem chegam a tanto como veremos a seguir).

Pensando nisso, resolvemos revisitar o passado, já que recordar é viver, e apresentar alguns programas televisivos que estão completando 10 anos, mas que se tornaram tão obscuros (alguns verdadeiras “lendas urbanas”) devido a seu fracasso, que grande parte do público sequer tomou conhecimento de que haviam sido feitos. Veja abaixo e comente quais você lembra ou viu.

As Panteras

Depois da série clássica da década de 1970, depois dos filmes dos anos 2000 estrelados por Cameron Diaz e Drew Barrymore, mas antes do filme de 2019 estrelado por Kristen Stewart e dirigido por Elizabeth Banks, existiu esta tentativa de reboot do programa sobre três mulheres “angelicais” trabalhando como detetives particulares. E o motivo pelo qual você nunca tinha ouvido falar disso é porque a investida do canal ABC “morreu na praia” com apenas 8 episódios exibidos de sua primeira temporada. E sim, como de costume depois de sua entrada na franquia, Drew Barrymore também produziu este show. O trio desta vez era formado por Rachael Taylor, Annie Ilonzeh e Minka Kelly.

Pan Am

Essa era mais promissora e notória, causando certo estardalhaço na época de seu lançamento. Aposta da mesma rede ABC, um dos pilares da TV norte-americana, a série era vendida por sua época de puro glamour: os anos 1960. A proposta era uma volta no tempo para o boom e auge das companhias aéreas, em especial a tão famosa que dá título ao programa. Fora isso, o discurso aqui era bem feminino e empoderado, ao abordar mulheres focadas nas rédeas de suas vidas, decididas a se tornar aeromoças. A série também seria lembrada por um dos primeiros trabalhos da musa Margot Robbie, além de ser protagonizada igualmente por Christina Ricci. Pan Am teve mais sorte que As Panteras e viveu para exibir 14 episódios de sua primeira temporada.

The Playboy Club

Outra série promissora, com a pegada dos anos 1960, esta exibida pela rival NBC. Ao invés dos bastidores do dia a dia de aeromoças e pilotos de uma famosa companhia aérea, aqui tínhamos abordado um fato não muito conhecido do grande público atualmente. Na década citada, existiram os Clubes da Playboy, casas noturnas de luxo para homens de negócios ricos, administrados pelas empresas Playboy, a mesma responsável pela conhecida revista de mulher pelada. Nos locais, claro, as infames coelhinhas. Na série, a mais conhecida era nenhuma outra senão Amber Heard, estrela do programa, que visava ser alavancada de vez ao sucesso pelo seriado. No entanto, Playboy Club é uma das mais azaradas da lista, ficando no ar somente por 7 episódios antes de ser cancelada.

Ringer

Já tivemos duas loiras “azaradas” na lista, com Margot Robbie e Amber Heard, e agora chega a terceira. Sarah Michelle Gellar ficará para sempre conhecida como Buffy – A Caça-Vampiros, seu maior sucesso. O seriado divertido com leves toques de terror durou nada menos que 7 temporadas e quando acabou, a protagonista ficou tentando a sorte sem muito sucesso no cinema. Ringer foi a opção da atriz para marcar seu retorno triunfal às telinhas. No entanto, alguém esqueceu de avisar ao público, que não compareceu em frente à TV, fazendo o programa do canal CW ser cancelado após seus 22 episódios da primeira temporada. Na trama, Gellar interpreta gêmeas, mas logo de cara uma delas se suicida, fazendo a outra, um verdadeiro trem desgovernado, assumir a identidade da irmã, uma socialite casada de Nova York. Soa muito absurdo? Concordo.

Terra Nova

Steven Spielberg é indiscutivelmente um dos grandes nomes do cinema de todos os tempos. Mas quando falamos em séries de TV, bem, digamos que ele tenta. Foi exatamente o ocorrido com este programa de aventura, ficção científica e fantasia, bem nos moldes de tudo que o cineasta gosta e fez com maestria em sua carreira. Veja esta história: no futuro do ano 2149, nosso planeta está morrendo. A única solução encontrada é mandar os humanos de volta no tempo 85 milhões de anos para a era pré-histórica, a fim de uma nova chance de sobrevivência na colônia conhecida como Terra Nova. E sim, você adivinhou, teremos o encontro dos humanos com dinossauros. A ideia é interessante, e a série recebeu elogios, mas infelizmente os números não foram bons e a FOX cancelou após 13 episódios da primeira temporada, garantindo assim a ela um status de cult. No elenco, Stephen Lang e Naomi Scott.

Camelot

Séries medievais de “sandália e espada” ganharam um grande impulso após o sucesso fenomenal da prestigiada Game of Thrones. Assim, logo todos queriam uma fatia deste bolo. Uma de tantas que tentaram sem alcançar o esperado foi esta Camelot que, como diz o título, foi uma investida do canal Starz na mitologia do universo do Rei Arthur. O chamariz do programa é a presença da voluptuosa atriz francesa Eva Green, em seu primeiro trabalho num seriado (não podemos dizer que ela começou com o pé direito, mas depois veio Penny Dreadful…). Após a morte do Rei britânico, o mago Merlin (Joseph Fiennes) nomeia Arthur (Jamie Campbell Bower) como herdeiro do trono, para o desespero de sua ambiciosa meia irmã Morgana (Green). O programa durou somente 10 episódios da primeira temporada.

Luck

Nem mesmo a presença de grandes atores consagrados encabeçando o elenco de uma série é garantia de seu sucesso. Aqui, o veterano Dustin Hoffman, vencedor de 2 Oscar, foi quem protagonizou nesta série sobre o vício da jogatina, em especial apostas de cavalos de corrida. Além de Hoffman, outro nome de peso desta série da HBO é o de Michael Mann, produtor e diretor do programa. Luck, no entanto, é uma destas obras pra lá de problemáticas que devem ter dado alívio para todos os envolvidos não precisarem continuar. Para começar, o relacionamento entre Mann e o criador do seriado David Milch (que baseou a história em sua própria vida) foi tão ruim, que o diretor o baniu do set de filmagens por toda a primeira temporada. Fora isso, alguns cavalos se machucaram durante as gravações ligando o sinal de alerta de instituições como a PETA (que supervisiona o bem estar de animais nas gravações) pra cima da produção. Com tudo isso, Luck até que teve “sorte” de ter durado 10 episódios.

Mortal Kombat

A franquia de jogos de luta mais famosa de todas (talvez lado a lado com Street Fighter) voltou aos holofotes com um novo filme que será lançado nos cinemas este ano – e o trailer vem dando o que falar. É claro que a primeira adaptação do querido e violento game ocorreu ainda em 1995, e dois anos depois, ganhávamos uma continuação – bem menos querida, digamos. Mas entre este limbo da década de 1990 e o ano de 2021, Mortal Kombat existiu nas telinhas em uma produção em live-action (com atores de carne e osso). Também conhecido como Mortal Kombat – Legacy e produzido pela Warner, esta série é a mais bem sucedida até aqui na matéria, com duas temporadas produzidas. A primeira temporada, com 9 episódios, funciona como pré-sequência da mitologia, apresentando o passado dos personagens até chegarem ao torneio mortal de luta, que é onde se concentra a segunda temporada, com 10 episódios. Algumas curiosidades são as presenças de Casper Van Dien como Johnny Cage, Michael Jai White como Jax e uma Sonya Blade mais “madura” nas formas de Jeri Ryan (aos 43 anos). O mais legal, no entanto, é a presença de Cary-Hiroyuki Tagawa como o vilão Shang Tsung, mesmo papel que havia interpretado no filme de 1995.

The Client List

Existem artistas que reinam em determinadas mídias, sejam elas o cinema, o teatro, as novelas ou os seriados. E Jennifer Love Hewitt tem com a TV um verdadeiro caso de amor. Sua notoriedade veio em Party of Five – O Quinteto, programa no qual permaneceu por quatro anos. Sua personagem ficou tão popular que ganhou um derivado próprio, com Time of Your Life (durando apenas uma temporada). Depois disso, Hewitt viu novo sucesso com Ghost Whisperer, no qual interpretou uma médium por cinco temporadas. Assim, logo no ano seguinte do término desta última citada, a jovem atacava de novo, desta vez num programa do canal Lifetime. Tentando mudar de ares com uma personagem mais ousada em uma trama mais subversiva e picante, a atriz topou o papel de uma mãe solteira vivendo uma vida dupla. Ao arrumar emprego como massagista em um spa, ela logo descobre um submundo, onde um tipo de serviço diferente é oferecido, e resolve embarcar nessa. Client List durou duas Temporadas de 25 episódios totais.

Happily Divorced

Ainda no terreno das atrizes muito conhecidas na TV, Fran Drescher reinou absoluta nas telinhas e se tornou uma estrela graças ao icônico seriado The Nanny, que ficou no ar por seis temporadas, de 1993 a 1999. Mais de dez anos depois do término de tal programa, a comediante de voz estridente protagonizou um novo humorístico, cuja trama é no mínimo curiosa. A história é baseada na vida pessoal da protagonista e de seu ex-marido, o produtor Peter Marc Jacobson, que escreveu o programa ao lado dela. Acontece que após 18 anos de um casamento aparentemente feliz, a união chegava ao fim através da confissão do sujeito, afirmando-se gay. Fran e Peter ficaram casados de 1978 a 1999, quando chegou ao fim The Nanny. Apesar da curiosidade, a nova série durou apenas duas temporadas, com 34 episódios.

Wonder Woman

Este é o caso mais incrível da lista, mas também um dos mais tristes para os fãs e para a atriz protagonista. A Mulher-Maravilha é a primeira super-heroína dos quadrinhos a alçar status de celebridade. Hoje, a personagem ganhou mais fama do que nunca graças às superproduções cinematográficas estreladas pela israelense Gal Gadot. A trajetória da personagem no audiovisual, porém, ressoa lá atrás nas formas de Lynda Carter no programa de TV da década de 1970, que durou 3 temporadas. Entre esse grande hiato, o plano era para uma nova série com a guerreira amazona, que iria ao ar pela NBC. Atriz escolhida: Adrianne Palicki. Roteirista, diretor, gravações a toda. Tudo parecia no lugar, apesar de certa polêmica com o figurino, que traria a heroína usando calças pela primeira vez. O seriado traria Steve Trevor e uma trama na qual Diana, a identidade secreta da heroína, viveria uma dupla jornada, como CEO de uma grande companhia nas horas de folga. No elenco, nomes como Cary Elwes, Elizabeth Hurley e… Pedro Pascal (que anos mais tarde participaria de Mulher-Maravilha 1984 como o vilão Max Lord). A notícia ruim é que a série ficou apenas no piloto, sendo cancelada sem direito sequer a mais de um episódio. O que foi gravado, ficou engavetado, tornando esta Mulher-Maravilha uma lenda urbana da internet.

Após ‘The Vampire Diaries’, Nina Dobrev protagonizará série da CBS

Apesar de ter saído de ‘The Vampire Diaries‘ para focar em suas carreira nos cinemas, parece a atriz Nina Dobrev voltará para as telinhas mais cedo do que o imaginado. Ela foi escalada como uma das protagonistas da nova série de comédia da CBS, ‘Fam‘.

A série é sobre Clem (Dobrev), uma mulher cuja meia-irmã, Shannon (Odessa Adlon), muda-se para a casa onde ela mora com o noivo para escapar do pai desastrado.

A encomenda do Piloto ainda não garante que a série ganhará mais episódios, a decisão oficial da CBS ocorrerá nos próximos meses, quando as emissoras escolhem novas séries e definem o destino de suas veteranas.

Dobrev recentemente estrelou os filmes ‘xXx: Reativado‘ e ‘Além da Morte‘.

‘Riverdale’: Skeet Ulrich fala sobre a chegada da mãe do Jughead à trama

Em entrevista ao TVLine, o ator Skeet Ulrich falou sobre a aguardada chegada da mãe do Jughead à terceira temporada de ‘Riverdale‘, interpretada por Gina Gershon.

“Acho que terá muita coisa para ficar preocupado. Como a maioria dos relacionamentos tóxicos, há uma pessoa que realmente te atinge. A reunião certamente não é o que ele desejava. Ela é uma verdadeira surpresa. Você não sabe o que ela está planejando.”

Ele continua, “Eu trabalhei com a Gina [Gershon] há bastante tempo. Nós fizemos um filme do Paul Schrader em 1997 e não nos vimos desde então. É ótimo trabalhar com ela novamente. Ela realmente está trazendo algo único e interessante à personagem.”

Assista ao trailer do próximo episódio:

No sexto episódio, intitulado ‘Manhunter, Betty (Lili Reinhart) confronta seus pais, que há 25 anos foram parte do ‘The Midnight Club‘, e tenta descobrir a identidade do verdadeiro Rei Gárgula. Já Veronica (Camila Mendes) tenta provar a inocência de Archie (KJ Apa), o que a coloca em perigo.

 

 

 

 

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ ganha novo vídeo com cenas INÉDITAS; Assista!

O reboot ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ ganhou um novo vídeo dos bastidores, revelando cenas inéditas do filme.

Confira:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Jovens defendem seu vilarejo no trailer do filme ‘Jovens e Rebeldes’; Assista!

O longa ‘Jovens e Rebeldes‘ (The Rebels) ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Emmet Cummins.

Esta história é um emocionante drama de ‘amadurecimento’ com uma reviravolta. Como a maioria dos adolescentes, Culain, Enica, Julian e Sego devem lidar com pressões de outros jovens, bullying, problemas com os pais e, claro, amores não correspondidos; mas eles também vivem sob o domínio opressivo do Império Romano. Quando um ato de vandalismo resulta na morte de um soldado romano, os jovens inadvertidamente iniciam uma rebelião e são forçados a fugir.

‘For All Mankind’ é renovada para a 3ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série especial ‘For All Mankind‘ para a 3ª temporada.

Vale lembrar que a 2ª temporada irá estrear no dia 19 de fevereiro.

Confira o teaser:

Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

‘The Walking Dead’: Confira os 5 primeiros minutos da última temporada!

A AMC divulgou um novo clipe com os 5 primeiros minutos da última temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O ciclo final, que irá contar com 24 episódios, irá estrear no dia 22 de agosto.

Além disso, a AMC está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

‘Dupla Jornada’: Terror de vampiros com Jamie Foxx ganha data de estreia na Netflix

Netflix finalmente anunciou quando ‘Dupla Jornada‘ (Day Shift), terror de vampiros estrelado pelo astro Jamie Foxx (‘Power’), será lançado.

O longa irá estrear na plataforma no dia 12 de agosto.

Confira as primeiras cenas inéditas do longa (a partir dos 29s):

Além de estrelar, Foxx também produzirá o longa.

O elenco ainda conta com Scott Adkins (‘Doutor Estranho’), Dave Franco (‘The Rental’), Meagan Good (‘Jogos Mortais 5’), Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’), Eric Lange (‘Lost’), Snoop Dogg (‘Bones: O Anjo das Trevas’) e Zion Broadnax.

Dupla Jornada‘ traz Jamie Foxx como um pai protetor e trabalhador que só quer proporcionar uma boa vida para sua filha, mas seu trabalho como limpador de piscinas em San Fernando Valley é uma fachada para sua verdadeira fonte de renda: caçando e matando vampiros como parte de uma União Internacional de Caçadores de Vampiros.

JJ Perry será responsável pela direção.

O roteiro, que foi revisado por Shay Hatten (‘John Wick 3‘), foi escrito por Tyler Tice.

Chad Stahelski, Jason Spitz  Shaun RedickYvette Yates Redick serão os produtores do longa.

‘A Casa do Espanto’ vai ganhar reboot…

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista Jeff Locker declarou que está desenvolvendo um reboot do terror clássico ‘A Casa do Espanto‘, e revelou detalhes sobre a nova produção.

“O reboot de ‘A Casa do Espanto’ será uma atualização e reimaginação da franquia. A trama será focada no nascimento de uma casa assombrada. Será muito assustador e divertido. Além disso, iremos trazer de volta alguns dos monstros mais icônicos do longa original para algumas mortes sinistras.”

Ele completa, “Eu estou trabalhando no roteiro enquanto falamos, e tudo o que posso dizer é que será realmente incrível.”

Além disso, Locker também revelou que está desenvolvendo o conceito para um jogo baseado na franquia.

Sean S. Cunningham, criador do primeiro ‘Sexta-Feira 13‘, servirá como produtor.

A trama do filme original acompanha Roger Cobb (William Katt), um veterano da guerra do Vietnã, cuja carreira como escritor de histórias de horror sofre uma reviravolta, quando misteriosamente seu filho Jimmy desaparece ao visitar a casa de sua tia. A obcecada procura por seu filho destruiu toda sua carreira como escritor e até mesmo seu casamento, mas agora, com a súbita morte de sua tia, ele retorna a casa onde seu pior pesadelo tem início. Os demoníacos seres que habitam a assustadora casa o forçam a enfrentar uma angustiante jornada ao passado, na qual ele reencontrará seu filho. Roger precisa combater as forças do mal que o assombraram por toda vida, a fim de salvar a ele e a seu filho da morte certa.

Nicole Kidman estrelará novo thriller erótico da diretora de ‘Morte Morte Morte’

De acordo com o Deadline, Nicole Kidman (‘The Undoing’) estrelará o thriller erótico ‘Babygirl‘, que está sendo desenvolvido pela A24.

Halina Reijn, de ‘Morte Morte Morte‘, será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Antonio Banderas (‘A Pele que Habito’), Harris Dickinson (‘Triângulo da Tristeza’), Sophie Wilde (‘Fale Comigo’) e Jean Reno (‘Quem Matou Sara?’).

Na trama, uma CEO bem-sucedida começa um caso ilícito com um interno muito mais jovem.

Além de dirigir, Reijn também assina o roteiro da produção.

Julia Oh, Zach Nutman e Christine D’Souza Gelb servirão como produtores executivos.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’ deve arrecadar US$ 65-80 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, projeções iniciais indicam que a sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘ deve arrecadar em torno de US$ 65-80 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA.

Faltando pouco mais de 20 dias para o lançamento oficial, a expectativa é que as projeções cresçam ainda mais com o passar das semanas.

O site afirma que o longa dirigido por Tim Burton tem chances até de superar a estreia de ‘Meu Malvado Favorito 4‘, que arrecadou US$ 75 milhões no final de semana regular.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.

Diretor de ‘Invasão Zumbi’ comandará novo TERROR de zumbis estilo ‘Quarentena’

De acordo com o Deadline, Yeon Sang-ho (‘Invasão Zumbi’) será responsável pela direção de ‘Colony‘, novo terror pós-apocalíptico de zumbis.

Na trama…

“Uma conferência de biotecnologia se transforma em caos quando um vírus que sofre rápida mutação transforma os infectados, forçando as autoridades a isolar as instalações com os sobreviventes presos lá dentro.”

O elenco contará com Gianna Jun (‘Caçadores de Vampiros’), Jun Ji-hyun (‘Kingdom’), Shin Hyun-been (‘Hospital Playlist’), Ji Chang-wook (‘O Pior do Mal’) e Koo Kyo-hwan (‘Parasyte: The Grey’).

O projeto está sendo descrito como “o ápice do universo de Yeon Sang-ho, que começou por ‘Invasão Zumbi'”, mas não está claro se a produção se passará no mesmo universo da popular franquia.

Sem data de estreia, o longa está programado para 2026.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Na trama de ‘Invasão Zumbi‘, a Coreia do Sul decreta estado de emergência após um vírus desconhecido tomar conta do país. Algumas pessoas tentam fugir de zumbis e ficam presas em um trem-bala que está a caminho de Busan, a única cidade que não foi afetada pelo vírus.

‘Supergirl’ ganha novo teaser EXPLOSIVO com cenas inéditas; Confira!

A Warner Bros. divulgou novo teaser do live-action de ‘Supergirl‘, estrelado pela Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’).

O vídeo destaca cenas inéditas da produção, incluindo a destruição de Krypton e o adorável cachorro Krypto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que ‘Supergirl’ chega aos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

Dirigido por Craig Gillespie (‘Cruella’), o longa é baseado nos quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, da DC.

O elenco ainda conta com Matthias Schoenaerts (Krem), Eve Ridley (Ruthye), David Krumholtz (Zor-El), Emily Beecham (Alura In-Ze), Jason Momoa (Lobo) e Ferdinand Kingsley (Elias Knoll).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Baby Groot estampa a capa da revista britânica Empire; Confira!

O adorável Baby Groot, de ‘Guardiões da Galáxia 2‘, é a estrela de próxima edição da revista britânica Empire. A capa foi produzida especialmente para os assinantes da publicação e traz o personagem destruindo o que será a trilha sonora da continuação.

A revista traz também um material exclusivo do filme, com oito páginas de uma cobertura feita diretamente do set da produção, em Atlanta, na Geórgia.

Confira:

Assista o trailer:

O diretor James Gunn confirmou em seu perfil no Twitter que o filme TERÁ cenas pós-créditos.

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn (que esteve no Brasil para participar de um painel sobre o filme na CCXP 2016 – Comic Con Experience) ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ estreia dia 27 de Abril de 2017.

‘Guardiões da Galáxia’ pode ganhar derivado focado no Rocket e no Groot

Roteiro original de ‘O Exterminador do Futuro: A Salvação’ era incrível, diz Christian Bale

A franquia de ‘O Exterminador do Futuro’ perdeu sua força ao longo dos anos, após uma série de sequências que não honravam o material original produzido por James Cameron nos anos de 1984 e 1991.

Uma delas que fracasso entre a crítica e os fãs foi ‘O Exterminador do Futuro: A Salvação‘, estrelada por Christian Bale.

Sem o elenco original e o envolvimento de seu criador, ela contradiz aspectos do material fonte e é considerada uma produção fraca.

Mas segundo o seu protagonista, Bale, o roteiro original da quarta continuação era de fato incrível. Em entrevista ao podcast da MTV, Happy Sad Confused, ele falou sobre o potencial que o filme tinha.

Disse ele:

“Eu disse não três vezes. Eu pensei que não havia uma história ali. Eu assisti o primeiro em Londres e gostei muito. Além disso, tinha visto o segundo nos cinemas também. Mas naquela época que recebi o convite, aconteceram desventuras em séries, envolvendo a greve dos roteiristas e o Jonathan Nolan, que tinha aceitado a proposta, estava desenvolvendo um roteiro incrível, mas teve que abandonar o filme para reassumir um outro compromisso prévio que ele já tinha feito. E isso é um grande espinho pra mim, porque eu queria muito que nós tivéssemos revigorado a franquia. E infelizmente, durante a produção, era notável que isso não estava acontecendo. Foi realmente uma pena”.

O vencedor do Oscar também falou sobre o motivo de ter aceitado estrelar ‘O Exterminador do Futuro’. Segundo ele, sua decisão foi um pouco influenciada por uma pequena birra com todos aqueles que o desencorajaram a dizer sim ao projeto.

Pontuou Bale:

“Existe esse lado perverso em mim. As pessoas me diziam que eu não devia aceitar o papel de jeito nenhum e eu estava pensando na mesma coisa. Mas quando elas começaram a verbalizar isso para mim, eu comecei a pensar diferente. Foi como: ‘Ah, sério… eu não deveria? Beleza, então apenas observe’. Então teve um pouquinho disso envolvido na minha decisão”.

‘Peaky Blinders’: Sam Claflin, Brian Gleeson e mais entram para a quinta temporada

A quinta temporada da série da Netflix,Peaky Blinders‘, ganhou um reforço caprichado em seu elenco. O novo ciclo agora vai contar com os astros Sam Claflin, Brian Glesson e Neil Maskell, que se juntam à Anya Taylor-Joy – anunciada recentemente.

A temporada, que está atualmente em produção, ainda vai contar com outros novos rostos em seu elenco, como Kate Dickie, Comos Jarvis, Emmett J. Scanlan, Elliot Cowan, Charlene McKenna, Andrew Koji e Daryl McCormack.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

A previsão é que a quarta temporada de ‘Peaky Blinders’ retorne no segundo semestre de 2017, mas ainda não há uma data confirmada.

 

 

 

‘Zumbilândia 3’ vai acontecer? Diretor responde!

A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ já está em exibição nos cinemas e a produção rapidamente conquistou boa parte da crítica especializada, com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E com um sucesso de bilheteria cada vez mais crescente, já se especula a respeito da possibilidade de um terceiro capítulo, que marcaria o encerramento da franquia.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o diretor Ruben Fleischer comentou sobre o assunto, salientando que adoraria se unir novamente ao elenco para produzir uma continuação, mas que ainda não há confirmações de um terceiro capítulo. Ele ainda salientou que está na expectativa da reação dos fãs nesse primeiro fim de semana de estreia.

Disse:

“Na verdade, há muito tempo atrás a Emma sugeriu que fizéssemos um filme a cada 10 anos, para que pudéssemos ver como esses personagens evoluíram ao longo do tempo. A grande piada é que Woody vai superar todos nós, simplesmente porque ele é a pessoa mais saudável do mundo. Mas sim, eu não sei. Eu acho que temos que ver o que o público vai achar desse filme nesse fim de semana, mas foi difícil conseguir essa história que estamos contando nesse filme. Eu só consigo imaginar o quão difícil será depois desse. Tudo que posso dizer é que seria um sonho poder trabalhar com eles novamente, eu os amo tanto e tenho muito orgulho de ambos os filmes que fizemos juntos. Vamos ter que esperar para ver”.

Considerando o seu orçamento relativamente baixo de US$ 42 milhões, a produção não deve ter dificuldades em garantir retorno em um curto período de tempo.

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Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original formado por Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros. 

‘Small Axe’: Série do diretor de ’12 Anos de Escravidão’ ganha imagem e novos detalhes; Confira!

A nova série antológica cinematográfica de Steve McQueen (‘12 Anos de Escravidão‘), intitulada ‘Small Axe‘, ganhou uma nova imagem oficial.

A foto em questão pertence ao filme ‘Red, White and Blue‘, que é estrelado por John Boyega.

Confira:

Além da imagem oficial, a produção ganhou novos detalhes, com a divulgação dos títulos oficiais de cada um dos seus cinco filmes. São eles: Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education.

Todos os filmes foram dirigidos e co-escritos por McQueen.

A produção chega à plataforma da Amazon Prime Video em 20 de novembro.

Assista:

Confira outras imagens:

McQueen também assina o roteiro ao lado de Alastair SiddonsCourttia Newland.

A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.

Letitia WrightJohn BoyegaMalachi KirbyShaun ParkesRochenda SandallAlex JenningsJack LowdenMichael Ward fazem parte do elenco.

 

Crítica | Ataque dos Cães: Benedict Cumberbatch brilha em poderoso drama de época da Netflix

Assistido durante o Festival de Toronto

Na vastidão das montanhas geladas do estado de Montana, a intimidade de uma família de rancheiros é explorada pela ótica do pertencimento e da adaptação, numa era onde a mulher era quase invisível. Sempre misterioso e intrigante, Ataque dos Cães é um filme singular, denso e regado por tensões que nunca se cumprem.

Fruto do mais puro néctar do cinema independente/arte, a produção estrelada por Benedict Cumberbatch não apenas reforça seu brilhantismo em tela, como mais uma vez o aproxima de uma indicação ao Oscar. E aqui, toda a sua rigidez e dureza – disfarçadas de masculinidade -, ganham vida em um filme que pode até ser para poucos, mas precisa ser apreciado por todos.

Ainda que frequentemente muitos originais da Netflix sejam de torcer o nariz, é inegável que a plataforma de streaming tem suas habilidades singulares em conduzir projetos independentes. Sempre pescando novas aquisições em festivais como o Sundance e South by Southwest (SXSW), ela é capaz de nos surpreender com filmes como Roma e, agora, Ataque dos Cães. Dirigido e roteirizado por Jane Campion, o drama western explora as desavenças entre um rancheiro durão e a nova esposa do seu irmão, uma recatada e delicada mulher que, antes de entrar para a rica família, tocava uma hospedaria local ao lado de seu sensível filho.

E em meio a uma belíssima atmosfera bucólica sempre exaltada pela excepcional direção de fotografia de Ari Wegner, Ataque dos Cães é um drama complexo, que se desabrocha diante da audiência a partir do silêncio e da sinestesia das atuações – que são perfeitamente interconectadas. Aqui, não só Cumberbatch se destaca. Kirsten Dunst e Jesse Plemons completam esse trio poderoso de performances sempre contidas e restritas, regadas por um forte sotaque e por uma dinâmica corporal que fala mais alto do que seus próprios e apurados diálogos.

Abordando assuntos como adaptação e até mesmo identidade, o drama nos deixa em um constante estado de alerta, sempre à espera de que algo ruim aconteça. Por explorar as desavenças e entraves entre Phil Burbank (Cumberbatch) e Rose Gordon (Dunst) a todo momento, há um ar de desconfiança e inquietação tanto dentro da trama, bem como fora. Incapaz de relaxar, a audiência é levada para a atmosfera do filme por meio da tensão que pesa quase todas as cenas do longa.

Um enigmático relato de época, o drama ainda explora a realidade da mulher em tempos remotos. Sempre uma estranha dentro da sua própria vida, a personagem é ignorada e vê o sonho de um futuro estável ao lado de um carinhoso homem se transformar em um depressivo pesadelo. E mesmo sendo parte do ambiente ao qual fora trazida, nossa protagonista vive em um estado eterno de solidão, sempre contrastada com o desconfortável e enigmático antagonista que faz jogos mentais, à medida em que parece pelejar para saber quem verdadeiramente é.

Poderoso e intrigante, Ataque dos Cães é um fôlego de vida dentro de um cinema contemporâneo cercado por blockbusters formulaicos, remakes e derivados pouco originais. Exigindo da audiência apenas o desejo por uma experiência única e envolvente, o drama faroeste lindamente dirigido por Campion é uma preciosidade de 2021 que precisa ser celebrada na temporada de premiações de 2022.

Morre Mark Snow, compositor de ‘Arquivo X’, ‘Smallville’ e ‘Blue Bloods’

Mark Snow, o consagrado compositor de trilhas para a televisão, conhecido mundialmente pelo tema inesquecível de ‘Arquivo X‘ (The X-Files), faleceu na sexta-feira (04) em sua casa, em Connecticut, aos 78 anos. A informação foi confirmada por sua família.

Com uma carreira marcada por inovação e sensibilidade musical, Snow foi indicado 15 vezes ao Emmy e se destacou por criar atmosferas sonoras que moldaram algumas das produções mais emblemáticas da TV americana. Ele compôs mais de 200 episódios de ‘Arquivo X‘ — além dos dois filmes da franquia estrelados por David Duchovny e Gillian Anderson — e foi responsável por trilhas de séries como ‘Hart to Hart‘, ‘T.J. Hooker‘, ‘Smallville‘, ‘Ghost Whisperer‘ e ‘Blue Bloods‘.

Um ícone do som da TV
Treinado na prestigiada Juilliard School, Snow iniciou sua carreira nos anos 1970 compondo para orquestras completas, mas foi um dos primeiros compositores de Hollywood a migrar para a música eletrônica no final dos anos 1980. Em seu estúdio caseiro, criou trilhas complexas usando sintetizadores e samplers — uma abordagem revolucionária para a época. Todas as músicas de ‘Arquivo X‘ foram produzidas dessa forma, muitas vezes com até 40 minutos de composição inédita por episódio.

O tema de abertura da série, com sua melodia assobiada e atmosfera misteriosa, se tornou um verdadeiro fenômeno pop. Em 1996, a música alcançou o Top 10 das paradas no Reino Unido, Irlanda, França e outros países da Europa. “Nada realmente grandioso acontece na música. Ela permanece em ré menor, não tem vocal, bateria nem guitarra — e foi um sucesso estrondoso. Isso é bem louco”, comentou Snow em entrevista.

Legado e influência
Além das seis indicações ao Emmy por ‘Arquivo X‘, Snow foi reconhecido por seu trabalho em telefilmes e minisséries de grande audiência, como ‘Something About Amelia‘, ‘An American Story‘, ‘Oldest Living Confederate Widow Tells All’, ‘Children of the Dust‘ e ‘Helter Skelter‘.

O compositor Sean Callery (24 Horas), que considerava Snow um mentor e amigo próximo, prestou homenagem ao colega:

“Seu talento ilimitado e criatividade eram igualados apenas pela generosidade com que orientava outros compositores. Ele oferecia conselhos inteligentes e inspiradores, incentivando os jovens artistas a confiarem em suas vozes únicas. E fazia isso com um humor e autodepreciação que tornavam sua sabedoria ainda mais cativante.”

Snow também colaborou com o criador de ‘Arquivo X‘, Chris Carter, em outras séries como ‘Millennium‘, ‘Harsh Realm‘ e ‘The Lone Gunmen‘. Em 1996, foi indicado ao Emmy por seu tema para a série ‘Nowhere Man‘.

Mark Snow deixa um legado profundo na música para televisão — um artista cuja assinatura sonora continuará ecoando por décadas em fãs que ainda arrepiam com as primeiras notas do tema de ‘Arquivo X‘.

Fãs de Netflix elegem ’13 Reasons Why’ e ‘Stranger Things’ como as séries do ano

A Netflix criou uma premiação chamada Eleições Originais Netflix, onde o público votava nas categorias escolhidas para eleger, por exemplo, as séries que se destacaram em 2017, a melhor atuação, o melhor filme original, e por aí vai. E agora saíram os resultados: 13 Reasons Whyganhou como Melhor Nova Série e Stranger Things  levou cinco dos sete prêmios.

Melhor Nova Série:

Melhor Nova Temporada:

Melhor Filme:

Melhor Atuação:

Série Mais Maratonável:

Melhor Ship:

Maior Embuste:

 

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Novo vídeo mostra a experiência de assistir em IMAX

Jurassic World: Reino Ameaçado ganhou um novo cartaz e vídeo IMAX, destacando a experiência de assistir ao filme nesse formato:

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ é aplaudido por 10 minutos; Confira as primeiras reações!

Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.

O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.

Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

‘Jurassic World 3’ ganha data de estreia; Vem ver!

James Cromwell,Ted LevineRafe SpallToby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. A estreia é prevista para 21 de junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

‘Homem-Aranha 2’ | Relembramos essa obra-prima do cinema

Produto de uma época em que os filmes com super-heróis ainda não eram essa febre de hoje, Homem-Aranha 2 (2004) chegou aos cinemas há 16 anos com a difícil missão de superar seu antecessor, um verdadeiro fenômeno de crítica e bilheteria do começo dos anos 2000. Para isso, a Sony trouxe de volta todo o elenco principal, manteve Sam Raimi na direção e adicionou o “exótico” Alfred Molina para viver um dos vilões clássicos do panteão do Aranha: o Doutor Octopus.

E como o primeiro filme foi um sucesso absoluto, Raimi provou aos executivos que era mais do que capaz de fazer uma aventura do herói e conquistou mais liberdade para ousar ao abordar um assunto delicado e ainda não trabalhado naquela época: e se o Amigão da Vizinhança abandonasse o traje vermelho e azul e voltasse para o anonimato? A combinação de todos esses fatores nos brindou com uma obra-prima do gênero, tanto que Homem-Aranha 2 é considerado por muitos como um dos melhores filmes com super-heróis da história.

Se ele é ou não um dos melhores vai de cada um, mas algo que é inegável é seu papel de referência na Cultura Pop. Estruturalmente perfeito, o roteiro é uma verdadeira aula de como construir e desconstruir personagens na tela grande. A começar pelo protagonista, Peter Parker (Tobey Maguire), que começa vivenciando as glórias de ser um herói junto as intempéries de ser um herói. Essa dualidade de valer mais a pena ser o Peter ou o Aranha é marca registrada dos quadrinhos e foi adaptada de forma magistral. Enquanto sua vida mascarada ia de vento em popa, sua vida pessoal sofria com atrasos, problemas com prazos na faculdade, um chefe abusivo e as infames contas para serem pagas.

Além disso, o amor de sua vida coleciona uma série de decepções junto ao atrapalhado Peter Parker – mas vive momentos intensos com sua outra “pessoa”, o Homem-Aranha. Raimi deixa claro no primeiro ato o quanto é exaustiva a vida de herói e como ela exige absurdos do homem debaixo da máscara. E vários momentos escancaram isso, como quando o Dr. Octavius diz que Peter é conhecido por ser “brilhante, mas preguiçoso”. É uma cena impactante que diferencia o abismo entre a imagem do Aranha e a de Parker.

Junto a esses dramas cotidianos, Harry Osborn (James Franco), seu melhor amigo, o coloca entre a cruz e a espada ao descontar em Peter a dor do Luto. Harry atribui ao Homem-Aranha a culpa pela morte do pai, e Peter, o próprio Homem-Aranha, vê a situação se tornando cada vez mais insustentável e não sabe como agir. Ter um assassinato nas costas não faz bem para ninguém, ainda mais quando a imprensa, representada pelo Clarim Diário de J.J. Jameson (J.K. Simmons), joga a opinião pública contra ele. Diante dessa pressão e do sentimento de nunca ser suficiente para Nova York, Peter começa a questionar seu papel de herói na sociedade.

Desanimado e emocionalmente desestabilizado pelos problemas pessoais, como perder seu amor, não conseguir ajudar financeiramente a tia e ir mal na faculdade, o jovem vê seus poderes começarem a falhar. É uma virada espetacular no conceito do herói nos cinemas, porque a tendência dos filmes de herói é abordarem os poderes como a grande guinada na vida dos protagonistas. Steve Rogers, por exemplo, deixou de ser o franzino zoado para se tornar o símbolo máximo de sua nação; Peter Quill era um fracassado antes de se consolidar como o Senhor das Estrelas. Clark Kent deixa de ser um jornalista recluso para assumir a forma da Esperança… enfim, não faltam exemplos dos efeitos positivos que os trajes causam nas pessoas.

Eis que Sam Raimi inverte os papéis. A influência do Homem-Aranha na vida de Peter vai para segundo plano, colocando a influência de Peter Parker na vida do Homem-Aranha como protagonista. É espetacular!

Podendo escolher entre voltar ao anonimato e se dedicar aos problemas comuns, Peter abandona suas responsabilidades de herói e, numa cena emblemática, diz ao seu Tio Ben que não será mais o herói. A maneira como esse diálogo é conduzido consolida o Tio Ben como O Mentor do garoto, mesmo morto. Seu legado de responsabilidade transcende a própria morte e (Cliff Robertson) segue influenciando o comportamento e a moral do sobrinho. E é justamente numa terra sem Homem-Aranha que surge o Doutor Octopus. Após perder sua esposa na exibição de seu projeto, Otto perde o controle e passa a agir por influência dos tentáculos mecânicos.

É deliciosamente irônico como o vilão nasce debaixo do nariz de Peter. A persona do Octavius é transformada de ídolo a vilão de maneira crível e natural. É um personagem que conversa diretamente com Peter, visto que ambos são homens da ciência, cheio de sonhos e perspectivas. Quando essa realidade é retirada de Otto, ele age de maneira irresponsável, focado exclusivamente em concluir seu projeto. Sem se importar com as vidas que podem ser perdidas no caminho e nem como seu projeto pode agir de forma negativa na vida dos outros, ele comete crimes simplesmente porque pode.

Peter chegou a agir com irresponsabilidade ao adquirir seus poderes, e isso terminou com a morte de seu Tio. O Doutor Octopus é uma projeção do que o garoto poderia se tornar caso ignorasse o peso da responsabilidade de ter os poderes que tem.

Enquanto Octopus segue estruturando seus planos, Peter sente os benefícios de não ter mais uma vida dupla. Tudo fica absurdamente mais fácil, mas a que preço? A criminalidade em Nova York atinge níveis altíssimos e o povo clama por um herói. Até mesmo J. J. Jameson se rende e admite que errou ao julgar o Teioso como criminoso todo esse tempo.

Então, de maneira emocionante, Raimi coloca Peter para resolver seus conflitos pessoais e traz a Tia May (Rosemary Harris) para um dos discursos mais bonitos da história dos filmes baseados em HQs: “Acredito que há um herói dentro de todos nós. Que nos mantém íntegros. Que nos dá força. Nos enobrece. E, por fim, nos deixa morrer com dignidade. Mesmo que, às vezes, seja preciso ser firme e desistir daquilo que mais queremos. Até dos nossos sonhos”. Meu amigo, isso é de arrepiar! É uma frase que causa tanto impacto, de uma força tão grande… face a esse choque de realidade, o menino vira homem e abraça sua realidade de herói. Não importa que isso signifique viver com dificuldades financeiras ou seguir sem o amor de sua vida. Ele tem um dom único e deve usá-los para o bem, afinal “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.

É aí que ele entende seu papel como herói e que, apesar da influência que sua vida pessoal faz na vida de uniforme, ser o Homem-Aranha é o que ele deve fazer. Não por ser legal, não por ser divertido, mas por ser seu dever. Seu maior dom é sua maior maldição. É uma dualidade fantástica e muito bem explorada pela direção. Então Octopus sequestra Mary Jane e Peter, abraçando sua persona de Homem-Aranha, volta a ativa. Começa um combate visualmente fantástico, que culmina em um dos momentos mais impressionantes do cinema dos anos 2000: uma sequência de luta que é interrompida quando Peter precisa parar o trem com as próprias mãos.

Você consegue perceber que ele está pronto para se sacrificar pela vida dos passageiros, mesmo que isso signifique para ele perder Mary Jane. É neste momento que Nova York o reconhece como herói e abraça o Homem-Aranha como seu maior patrimônio. Desmascarado, mas moralmente amparado pelos passageiros, Peter consegue salvá-los e se põe pronto para a batalha. Levado até Harry, o Aranha é desmascarado pelo melhor amigo. Ao descobrir que Harry deu o trídio para Octopus, Peter se solta das correntes e dá uma lição dolorosa no amigo: “temos problemas e desavenças, mas há algo mais importante que nós em jogo”. E assim ele se vai, deixando Harry sem reação, rumo ao seu desfecho em Homem-Aranha 3 (2007).

No confronto final, Homem-Aranha e Doutor Octopus chegam a se enfrentar fisicamente, mas é com o diálogo que Peter vence a derradeira batalha. Ele se enxerga no vilão e usa de sua humildade para tentar fazê-lo ver que ele era uma boa pessoa. Se Harvey Dent, quatro anos depois, viria a dizer que: “Ou você morre como herói, ou vive o bastante para se tornar o vilão”, Peter Parker se recusou a deixar o mal vencer e acreditou até o fim que a bondade dentro de nós é capaz de agir quando se age com consciência. Nesse ato heroico de empatia, Peter consegue que Otto recobre o controle e faça a escolha de não morrer como vilão.

É quase poético como herói e vilão dialogam diretamente com a personalidade de Peter Parker ao longo do filme. Com o conflito resolvido, Mary Jane larga seu relacionamento e, quase como uma recompensa do destino, a coloca na vida do menino outra vez. E assim termina o filme: um herói ciente de quem é rumo ao dever inerente a sua persona.

Há 16 anos, Sam Raimi definia o conceito de heroísmo do Homem-Aranha nos cinemas com muita simplicidade e honestidade. E por mais que a abordagem mais atual, cuja franquia é estrelada por Tom Holland, seja muito divertida e fiel a megalomania dos quadrinhos, ela ainda não conseguiu atingir o nível de profundidade da trilogia original. Eu acredito que isso possa mudar no terceiro filme, visto que Homem Aranha: Longe de Casa começa a inserir alguns conceitos mais densos, mas duvido que tenhamos uma obra do herói tão bem executada quanto o memorável Homem-Aranha 2.

 

Crítica | Tempo de Caça – O ‘Exterminador do Futuro’ Sul-Coreano

Se você está buscando novidades na Netflix que sejam boas o suficiente para prender sua atenção e que tenham qualidade de cinema, então selecione para assistir ‘Tempo de Caça’, uma das estreias da semana da plataforma de streaming.

A trama é simples e envolvente. Dois amigos, Ki-hoon (Woo-sik Choi) e Sang Soo (Jung-min Park), vão buscar Jun-seok (Lee Jehoon), que está saindo da prisão após três anos de reclusão. Só que a Coreia do Sul que Jun-seok encontra está completamente diferente: o won, direinho nacional, está super desvalorizado; é difícil conseguir dólares em espécime; há muita pobreza e protestos por todos os lados. Inconformado, Jun-seok decide que precisa mudar de vida e convence os amigos a participarem de um assalto. Só que eles acabam mexendo com o grupo errado, e, por isso, passam a ser caçados por Han (Hae-soo Park), um matador de aluguel bem estilo ‘O Exterminador do Futuro’.

Olhando assim parece até que é um filme simplório de ação, desses que passa no domingo à noite, mas não é. O primeiro ato transcorre com uma Coreia do Sul meio distópica, meio pós-apocalíptica, com cenas que se assemelham bastante a filmes como ‘Baby Driver: Em Ritmo de Fuga’ e ‘Onze Homens e um Segredo’. Então vem a ação misturada com thriller, e é aí que o filme se transforma, ganhando um ritmo intenso que consegue fazer o espectador ficar ansioso e nervoso com as cenas de perseguição. É sério. Do nada você é transportado para um ambiente suuuper sombrio e obscuro, onde mal é possível enxergar as coisas, que se assemelha bastante aos jogos de videogame nos quais você se junta com seu esquadrão e tenta ir ganhando território pelas ruas abandonadas.

É isso que torna o roteiro de Sung-hyun Yoon tão surpreendente: quando menos se espera, você é transportado de um drama de ação comum para um instigante thriller estilo gato e rato no qual ninguém é bonzinho, mas que você meio que torce para que as coisas deem certo. Sung-hyun Yoon também dirige o longa, e congrega com muito domínio todas as etapas que transformaram seu ‘Tempo de Caça’ em um bom produto de entretenimento: a fotografia, que por hora busca ângulos surpreendentes para enquadrar os atores; as cores e a iluminação, que marcam muito bem a transição entre um ato e outro, e que ajudam a construir a atmosfera ora distópica, ora de suspense; a montagem, que acelera o ritmo da perseguição ou aumenta a carga dramática, colocando a narrativa em off para agilizar o enredo, etc.

Tempo de Caça’ é um filme que promete ação, mas entrega muito mais ao espectador. Tendo sido exibido pela primeira vez no Festival de Berlim desse ano (e se tornado o primeiro filme sul-coreano a ser exibido na seção especial do festival), ‘Tempo de Caça’ é um ótimo filme para os fãs do gênero, e, se tudo der certo, poderá ganhar continuações.

‘Caça-Fantasmas 3’: Jason Reitman dirigirá o filme; Assista ao trailer!

A Sony está realizando uma sequência para ‘Caça-Fantasmas‘ com o retorno da formação original após o fracasso do soft reboot lançado em 2016 com um novo elenco.

E o estúdio não perdeu tempo, e acaba de divulgar um trailer do recém-anúnciado filme.

Assista:

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/374328140018318

O filho do diretor dos dois filmes originais, Ivan Reitman, dirigirá a produção. Em entrevista à EW, Jason Reitman contou:

“Eu sempre me imaginei como o primeiro fã de Caça-Fantasmas, ao visitar o set quanto tinha 6 anos de idade. Eu queria fazer um filme para todos os outros fãs. Esse é o próximo capítulo da franquia original. Não é um reboot. O que aconteceu nos anos 80, aconteceu nos anos 80, e esse é ambientado nos dias atuais. Ainda é muito cedo, e eu quero que o filme se desembrulhe como um presente. Nós temos muitas surpresas maravilhosas e novos personagens para o público conhecer.”

O roteirista e ator Dan Aykroyd ofereceu uma entrevista para o The Big Interview na qual afirma que o roteiro já está em desenvolvimento, além de acreditar que Bill Murray também deve retornar para o elenco.

“Acho que temos uma história que funciona. Está sendo escrita por um ótimo cineasta, mas não posso dizer os nomes, porém são um bom time. Eles estão fazendo um grande esforço em trazer o espírito e emoção dos dois primeiros filmes e adaptando para o século XXI. Também acho que Billy voltará porque a história é tão boa. Ele virá. Nem que seja para interpretar um fantasma. Não sei.”

Bill Murray é conhecido por sempre rejeitar retornar a papéis consagrados. Um dos quais que ele oferece maior resistência é justamente o de Peter Venkman, protagonista dos filmes.

A estreia acontecd no verão americano de 2020.

‘Rita’: Lena Headey será protagonista da nova série da Showtime

Lena Headey, a eterna Cersei da aclamada Game of Thrones, foi elencada no piloto de ‘Rita’, a mais nova série da Showtime.

O show gira em torno da personagem-título, descrita como uma professora forte e nada convencional que também é mãe solteira e que enfrenta cada pessoa que ousa mandar em sua vida – incluindo sua família – do mais inesperado jeito.

O piloto será escrito e produzido por Christian Torpe e será baseado na série de mesmo nome dinamarquesa. Headey entra também como produtora executiva.

Além de protagonizar a série da HBO, Headey foi recentemente elencada como dubladora oficial da nova série animada da Netflix‘O Cristal Encantado: Era da Resistência’ junto com Nathalie Emmanuel Natalie Dormer. Ela também participou do longa Lutando Pela Família ao lado de Dwayne JohnsonNick FrostVince Vaughn.

‘Rita’ ainda não tem data de estreia definida.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Hans Zimmer ficará responsável pela trilha sonora do longa

Segundo a Variety, o lendário compositor Hans Zimmer foi confirmado hoje como o novo responsável pela trilha sonora de 007 – Sem Tempo para Morrer’, substituindo o outrora confirmado Dan Romer.

Zimmer é conhecido por diversos trabalhos icônicos, incluindo os recentes DunkirkInterestelar. Ele já levou para casa duas estatuetas do Oscar pelos filmes O Rei Leão (1995) e Gladiador (2001). Sua filmografia também inclui A Origem‘Batman vs. Superman: A Origem da Justiça’.

Com estreia agendada para 9 de abril de 2020, o longa marca o retorno de Daniel Craig ao papel do icônico personagem James Bond, de Ian Fleming – pela quinta e última vez.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

O último filme lançado – ‘007 Contra Spectre‘ – foi um sucesso global, abrindo em primeiro lugar em 81 territórios pelo mundo. O filme ainda quebrou recorde de bilheteria de todos os tempos no Reino Unido como a maior abertura em sete dias, com US$ 63,8 milhões. O longa anterior, ‘007 – Operação Skyfall‘, arrecadou US$ 1.1 bilhão em escala mundial.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Balestra’: Tessa Thompson vai estrelar novo thriller psicológico sobre esgrima

Segundo o DeadlineTessa ThompsonMarwan Kenzari irão estrelar o novo thriller psicológico sobre esgrima intitulado ‘Balestra’.

Nicole Dorsey (‘Black Conflux’) comanda o projeto.

A história gira em torno de uma competitiva esgrimista chamada Joanna Bathory (Thompson), que está desesperadamente tentando voltar para as Olimpíadas. Pressionada por seu marido e mentor Rafe, ela recebe um protótipo que estende seu treinamento para o sono. De dia, ela está na pista e, de noite, ela está em pleno sonho lúcido. Mas a realidade começa a se fundir quando ela cruza caminhos com um estranho chamado Elliot (Kenzari), sendo pega pela própria teia de desejos subconscientes e uma realidade insatisfatória.

“Assim como o esporte que ‘Balestra’ explora, o conceito desse filme é pungente e firme – é uma fascinante exploração do preço da vitória, e como os sonhos podem se tornar perigosos quando nosso senso de valiosidade, realidade e identidade são amarrados a eles”, Thompson disse em uma declaração oficial.

Imran Zaidi assina o roteiro a partir de uma história original de Aron Eli Coleite. Thompson entra como produtora-executiva.

A atriz ganhou fama ao interpretar Valquíria no Universo Cinemático Marvel. Seus outros créditos incluem a franquia Creed‘MIB: Homens de Preto Internacional’. Kenzari, por sua vez, interpretou o temível Jafar no remake em live-action de Aladdin.