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Jake Gyllenhaal revela sua série favorita da Netflix em novo vídeo; Confira!

Jake Gyllenhaal recentemente se reuniu com a Netflix para o remake estadunidense do thriller de ação O Culpado – e, para promover o longa-metragem, participou de um divertido vídeo em que revela qual sua série favorita da gigante do streaming.

Confira:

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘), O Culpado já está disponível.

Na trama, um detetive rebaixado a operador de chamadas de emergência tenta salvar uma mulher desesperada em meio a um dia frenético cheio de revelações – e acertos de contas.

O elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) assina o roteiro.

Sarah Paulson, Beanie Feldstein e mais revelam segredos dos bastidores de ‘Impeachment: American Crime Story’ em novo vídeo

FX divulgou um novo vídeo de bastidores oficial de ‘Impeachment: American Crime Story, reunindo-se com Sarah PaulsonBeanie Feldstein e mais para contar alguns segredos da terceira temporada da antologia.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio, “Do You Hear What I Hear”, será exibido no dia 05 de outubro.

Na trama, “conforme Monica se prepara para deixar D.C., ela começa a desconfiar de que alguém está divulgando notícias sobre seu caso. Linda se encontra com o FBI”.

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill ClintonBeanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

Lady Gaga e Tony Bennett criam mágica no clipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, do álbum ‘Love for Sale’; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, novo single do elogiado álbum Love for Sale.

Confira:

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

Crítica | Round 6 – Série de TERROR da Netflix é inovadora, bizarra e deve se tornar um FENÔMENO

Em um biênio em que a maior parte das pessoas tiveram que ficar em casa e, por conta disso, acabaram consumindo mais entretenimento televisionado, encontrar uma produção que seja inovadora ao ponto de arrebatar pessoas de diferentes idades, culturas e países é uma tarefa quase impossível – e que a sérieRound 6’ conseguiu alcançar facilmente desde a sua estreia na Netflix, tornando-se, em breve, a produção mais assistida da plataforma.

Seong Gi-Hun (Lee Jung-jae) é um pai de família de 47 anos, desempregado, viciado em jogos de azar e devedor de grandes quantias de dinheiro a diversos agiotas. Prestes a perder a filha – que vai se mudar para os Estados Unidos com a mãe – e, literalmente, encontrando-se no fundo do poço, Seong Gi-Hun é desafiado no metrô por um desconhecido que lhe oferece muito dinheiro caso ele o vença em uma partida simples de um jogo bastante similar ao bafo, aquele de cartas. Em seguida, o mesmo desconhecido convida-o a participar de um jogo maior, com uma promessa de muito mais dinheiro como prêmio. Endividado até o pescoço e sem muita opção, Seong Gi-Hun acaba topando participar dessa maluquice, sem saber que essa decisão colocaria literalmente a sua vida em risco.

Dividido em apenas nove episódios de duração distintas, entre meia hora e uma hora, ‘Round 6’ usa a isca certa para fisgar o espectador: o afeto que criamos pela nossa infância. Ainda que se tratando da cultura sul-coreana, bastante diferente da brasileira, a memória afetiva que as pessoas criam das brincadeiras e diversões da época que eram crianças permanece, e muitos jogos são bastante iguais, de modo que qualquer adulto pode se relacionar com o que os personagens estão tendo que enfrentar na trama.

O roteiro de Dong-hyuk Hwang é muito bem escrito e convida o espectador a jogar também. Já no primeiro episódio somos fisgados, hipnoticamente, para dentro desse universo estético muito atraente, mas que no fundo sabemos ser uma grande ameaça. Ainda assim, é impossível desviar os olhos dos desafios simples, porém bizarros, aos quais os personagens são submetidos. O primeiro episódio (o da boneca) propõe o jogo ao espectador: quem quiser continuar assistindo e saber o final da história é só seguir adiante nos episódios; quem achar que o conteúdo é pesado demais, pode ficar apenas no primeiro capítulo mesmo, que já dá o tom do que se trata a série e, inclusive, oferece um final meio que alternativo aos que desistirem do jogo, digo, da série.

Há também um quê de ridículo nas situações por vermos adultos de várias idades desesperados para tentar resolver seriamente brincadeiras muito simples de crianças; tudo isso envolto em uma plasticidade colorida, tentadora e pulsante, cheio de referências à cultura pop e às artes ocidentais, como o famoso quadro de escadas de Escher, e tudo isso ajuda a seduzir espectador e personagem para dentro dessa armadilha infantil.

Não é exagero dizer que ‘Round 6’ é uma das produções mais inovadoras e viciantes dos últimos anos, um verdadeiro fenômeno mundial, que nos leva de volta a nossa infância nos forçando a olhar para nossos anos ternos com mais desconfiança e medo, afinal, é uma deliciosa e instigante série de terror que provoca e desafia a nossa criança interior.

POLÊMICA! Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos foram consultados para ‘A Menina que Matou os Pais’?

Quando foi anunciado o início da produção de ‘A Menina que Matou os Pais‘, muitos leitores ficaram indignados que a horrível história de terror real brasileira seria contada em dois filmes.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Mauricio Eça e o roteirista Raphael Montes falaram sobre a polêmica em torno dos filmes sobre Suzane von Richthofen e revelaram que NENHUM dos envolvidos no caso foram consultados para os filmes.

Assista:

Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da história do casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos.

‘A Menina que Matou os Pais’: Quanto Suzane Von Richthofen vai ganhar pelos filmes?

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

‘Halloween Ends’, último filme da franquia, já tem data para chegar nos cinemas

Ryan Freimann, produtor dos novos filmes da franquia ‘Halloween‘, revelou ao ComicBook que o cronograma do terceiro e último filme da saga não foi afetado pela pandemia e pelo adiamento dos filmes.

A última parte da trilogia, Halloween Ends‘, será lançada em 14 de outubro de 2022.

“Continuamos exatamente de onde tínhamos parado. David Gordon Green é um talento. Ele já terminou Halloween Ends e agora está fazendo O Exorcista. Está tudo seguindo conforme planejado”, afirmou.

Em entrevista ao Total Film, Jamie Lee Curtis afirmou que ‘Ends‘ provavelmente marcará a última vez que ela interpretará a icônica sobrevivente Laurie Strode.

“Eu diria que, baseando-me no que sei sobre o terceiro filme, será a última vez que eu irei interpretar a Laurie Strode. E eu não estou dizendo: ‘Ah, eu morro!’. Não tem nada a ver com isso. Estou falando sobre a conclusão da história que construímos. Será um jeito espetacular de encerrar essa trilogia.”

Além disso, o diretor voltou a falar ao site sobre o terceiro filme: “Senti vontade fazer algo diferente. Se fosse para fazer mais do medo, eu preferia deixar outra pessoa assumir. Quando você tem essa oportunidade em uma franquia já estabelecida, é realmente divertido pensar em formas, tons e perspectivas diferentes para evoluir”.

O segundo filme, ‘Halloween Kills‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

Assista ao trailer:

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

EXCLUSIVO! Henry Golding fala sobre ‘G.I. Joe – Snake Eyes’, já disponível em VOD no Brasil

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Henry Golding falou sobre ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘, que já está disponível em VOD no Brasil.

Ele também comentou sobre o possível crossover de ‘Transformers‘ e suas origens.

Assista a entrevista:

“Eu costumava ler os quadrinhos com o crossover entre os personagens. Eles existem no mesmo universo. Quem sabe? Eles estão desenvolvendo um novo filme dos Transformers nesse momento. Espero que possamos explorar o universo do G.I. Joe ao mesmo tempo”, afirmou.

Recentemente, o produtor Lorenzo Di Bonaventura explicou ao Uproxx porque o crossover ainda não aconteceu.

“Para falar a verdade, o estúdio não quer que isso aconteça. É por isso que nunca fizemos. Os executivos que passaram pela Paramount enquanto estivemos fazendo os filmes dessas franquias eram contra. Eles não queriam pegar duas franquias lucrativas e transformá-las em uma só. Enquanto tivermos histórias para as duas franquias, ainda não acho que devemos juntá-las. Mas veja ‘Alien vs. Predador’, o filme estragou um pouco ambas as franquias”, afirmou. 

O filme estará disponível para compra na Apple TV, Google Play e Microsoft Store; e para aluguel digital na NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi e Microsoft Store

Assista ao trailer:

Will Smith revela qual foi O PIOR filme de sua carreira… e os MELHORES!

O astro Will Smith participou do quadro Actually Me da revista GQ e admitiu qual foi o pior filme de sua carreira.

As Loucas Aventuras de James West foi horrível, sinto uma vergonha tremenda. Me ver vestindo aquelas calças… Eu odeio”, revelou.

Ele também elegeu os melhores filmes de sua carreira:

“O melhor filme da minha carreira é um empate entre o primeiro MIB – Homens de Preto e À Procura da Felicidade. Acho esses filmes quase perfeitos”, concluiu.

Em revente entrevista com Jimmy Fallon, ele revelou que não ficou satisfeito com a sequência de ‘MIB – Homens de Preto‘.

Will tem refletido muito ao pensar sobre seu passado, e admitiu que fez filmes que não gostou e teve que mentir para divulgá-los.

O intérprete do agente J admitiu que se sentiu forçado a elogiar ‘MIB 2‘ durante o período de divulgação, mas ficou decepcionado com o resultado do filme:

“Sinceramente, quando estamos divulgando uma produção, sempre vamos dizer: ‘Está incrível, vocês vão adorar o que fizemos nesse filme’. Mas não é verdade, nem sempre o público vai gostar. Quando eu assisto uma versão teste de um filme, eu tenho noção se vai ser bom ou ruim. Com ‘MIB 2‘, eu sabia que os fãs não iriam gostar.”

E ele não está errado… Ao contrário do primeiro filme, a sequência foi considerada uma péssima produção por grande parte dos fãs, apesar de ter se saído bem nas bilheterias mundiais com US$ 441 milhões.

A última vez que Smith atuou na franquia foi em 2012, em ‘MIB – Homens de Preto 3‘, que recuperou um pouco do sucesso e encerrou a trilogia original de forma positiva.

Orçado em US$ 215 milhões, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld, arrecadou US$ 624 milhões pelo mundo.

Fever – 20 anos | Ranqueamos todas as músicas do lendário álbum de Kylie Minogue

Kylie Minogue teve muito a celebrar nos últimos dias com o aniversário de Fever, seu oitavo álbum de estúdio.

Minogue nasceu na Austrália e, depois de ter feito sucesso como atriz, investiu esforços em sua carreira de cantora – motivo pelo qual não conseguiu conquistar o mercado estadunidense logo de cara. Apesar de dominar as paradas de sua terra natal e também calcar um nome no Reino Unido, não foi até o já mencionado disco que ela conquistou a América do Norte e demonstrou uma força incomparável.

Além dos hits “Can’t Get You Out of My Head”“Come Into My World”, a vibrante produção estende-se por doze faixas que homenageiam o melhor do disco e do dance-pop e, por sua envolvente sutileza, inspirou diversas artistas a seguirem os mesmos passos de Kylie.

Para comemorar seus recentes 20 anos de lançamento, preparamos uma lista ranqueando todas as canções presentes na versão padrão do álbum.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua track favorita:

12. FRAGILE

Antes de mais nada, é preciso dizer que Fever não tem músicas ruins, por assim dizer, e sim escolhas artísticas que ficam isoladas em segundo plano quando comparadas a canções mais envolventes, dançantes e infecciosas – como é o caso de “Fragile”. A fabulesca semi-balada traz alguns elementos do dream-pop acompanhada por uma cíclica batida que a apaga, talvez por sua presença no miolo do álbum, talvez por não ter a mesma paixão que as outras exibem com tanto fervor.

11. BURNING UP

Num espectro totalmente diferente de “Fragile”“Burning Up” atrai nossa atenção por seus propositais exagero e repetição. A incompreensível acústica do violão que abre a faixa é logo jogada fora e dá espaço a uma explosão de estilos que variam do electro-pop ao nu-disco e que não dão espaço para que Kylie entregue seus melhores vocais e nem mesmo uma letra que fuja da obviedade do título.

10. LOVE AFFAIR

“Love Affair”, também concentrado na metade final do álbum, permite que Kylie dê uma volta completa no estilo que vinha nos apresentando. A sensual e envolvente atmosfera é perfeitamente combinada com seus vocais únicos, ousando até mergulhar no pop-rock (mesmo que brevemente). Porém, não podemos deixar de notar que o brilho de originalidade da faixa é colocada em xeque por suceder as similares progressões de “Come Into My World” e “Can’t Get You Out of My Head”.

9. YOUR LOVE

Depois de sete álbuns que já vinham revelando pedaços de uma versatilidade invejável, Minogue resolveu assumir por completo seu espaço no mundo fonográfico com uma imagem confessional e bastante sedutora. “Your Love” é um dos melhores exemplos disso: sem perder a mão na temática romântica, a artista abre espaço para alguns elementos latinos que adornam o pano de fundo e que culminam para um memorável e delicioso refrão.

8. GIVE IT TO ME

A cantora e compositora foi caracterizada, de modo pejorativo, como “excessivamente camp” quando fez sua estreia no mundo da música – e “Give It to Me” parece uma resposta direta àqueles que nem ao mesmo tentaram compreender sua imagem. Desde a proposital bizarrice dos toques de telefone ao fundo até o despreocupado fraseamento dos pré-refrões, tudo na faixa funciona dentro da fórmula em se resvala (com exceção de uma frenética e desconjuntada conclusão).

7. MORE MORE MORE

“More More More” é um ótimo jeito de iniciar uma jornada tão incrível como Fever. Emulando lendas da música como Donna SummerGloria Gaynor (sem deixar, é claro, de colocar sua própria identidade nela), a canção é uma ode ao neo-disco e já prepara o terreno para o que encontraríamos nas próximas faixas. O único problema da faixa é o fato de ter sido subestimada e de não ter seu gritante apelo comercial explorado ad nauseam por Kylie e por seu incrível time de produtores.

6. FEVER

A espetacularidade da faixa-título de Fever está no minimalismo e na simplicidade de sua produção. O estilo contemporâneo que acompanha os sintetizadores e o teclado eletrônico é guiado por sagazes versos que comparam a ardente paixão aos sintomas febris de uma forte doença. Enquanto a verborragia lírica pode comprometer a aderência de determinada canção pelos ouvintes, aqui essa investida é feita com cautela extrema e carrega uma dinâmica praticidade que nos conduz  fluidamente do começo ao fim.

5. LOVE AT FIRST SIGHT

“Love at First Sight” é uma das músicas mais conhecidas de Kylie Minogue – e uma de suas clássicas assinaturas. Misturando dance-popnu-disco, a faixa se mostra menos experimental e mais simples que outras e, por esse motivo, alcança sucesso em não querer entregar mais do que consegue. Aliás, a artista fica responsável pela composição da faixa e começa a tomar controle da própria carreira e do próprio amadurecimento.

4. DANCEFLOOR

“Dancefloor” é uma das melhores músicas de Fever e não tem o reconhecimento que merece. Apesar das várias inflexões que nos remetem aos anos 1970 e 1980, nenhuma delas é tão impactante quanto a que ouvimos nessa orgásmica e narcótica atmosfera. A track utiliza uma produção à la Diana Ross, habilidosamente acolhida por Steve Anderson e apresentada com otimismo retumbante pela performer.

3. COME INTO MY WORLD

“Come Into My World” rendeu a Minogue seu primeiro e merecido Grammy por Melhor Gravação Dance – e não foi por qualquer motivo: aclamado pela crítica especializada e contando com o manejo aplaudível de Cathy DennisRob Davis, a track é considerada até hoje como uma das melhores músicas dos anos 2000 e uma das melhores da discografia da performer. A vibrante ambientação dance-pop é envolvente do começo ao fim e traz consigo uma potente carga nostálgica.

2. IN YOUR EYES

Sucesso na Austrália e no Reino Unido, “In Your Eyes” não pode ficar de fora das playlists festivas e, certamente, tem um espaço especial em nossos corações. A contagiante faixa tem referências que atravessam as múltiplas gerações da música, fundindo passado e presente no conflito impetuoso entre violinos e sintetizadores – que recheiam uma das rendições mais poderosas e fascinantes de Minogue.

1. CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD

O primeiro lugar de nosso ranking não poderia pertencer a nenhuma outra música além de “Can’t Get You Out of My Head”. Afinal, cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra.

Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de cinco milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

‘Alita: Anjo de Combate’: Abaixo-assinado pedindo SEQUÊNCIA passa mais de 170 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria mediana (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 173.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.” 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Casa onde ‘Harry Potter’ cresceu está à venda; Saiba o valor e veja fotos!

Qual fã da saga ‘Harry Potter‘ nunca sonhou em visitar ou morar na casa onde o bruxinho viveu a infância ao lado dos tios na Rua dos Alfeneiros, Nº 04?

De acordo com a Loja Hogwarts, a casa original que serviu de cenário para os filmes está à venda, mas o sonho ainda parece bastante inacessível, pois não é qualquer um que tenha disponível US$ 616.576, aproximadamente R$ 3.360.277.

Desde que a propriedade foi usada nas gravações de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ (2001), a região de Bracknell passou a receber bastante turistas, o que justifica o preço do imóvel.

Em 2003, a casa já havia sido comprada por Sandra Smith, no valor de US$ 324.513. Sete anos depois, ela decidiu vender para outro dono por US$ 376.435.

Localizada na rua Martins Heron, em Bracknell, na Inglaterra, a casa passou por algumas reformas na cozinha, na sala de jantar e no banheiro, mas manteve o gramado do quintal e o icônico quarto embaixo das escadas, onde Harry morava antes de ir para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

De qualquer forma, quem passar por Bracknell pode ter seu sonho realizado ao visitar a propriedade.

Confira algumas imagens:

 

10 ÓTIMOS Filmes que FRACASSARAM nas bilheterias…

Já percebeu que muitas vezes aquele filme que adoramos não faz sucesso. Ou quando ficamos esperando a continuação prometida (quando é o caso) e ela nunca chega. Isso se deve ao fraco desempenho de determinada obra nas bilheterias.

Uma crítica positiva ou negativa pode influenciar o resultado, no entanto, na maioria dos casos o sucesso de um filme depende mesmo do público. Enquanto precisamos aguentar o sucesso de produções como Transformers e Crepúsculo, filmes elogiados ficam muitas vezes a ver navios.

Pensando nisso resolvemos criar uma lista com dez filmes que fizeram menos sucesso do que mereciam. Veja abaixo e diga se concorda.

Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres

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Muitos ainda preferem a versão sueca original das adaptações das obras do escritor Stieg Larsson. Mesmo eles não podem negar que a versão de David Fincher é primorosa. Bancada pela Sony, a produção foi cara (mas podemos ver cada centavo na tela) e trouxe nomes famosos no elenco, como Daniel Craig.

O empenho da então novata Rooney Mara ao viver a protagonista Lisbeth Salander foi tão intenso que rendeu para a atriz uma indicação ao Oscar. Mara chegou a perfurar os mamilos de verdade para suas cenas de nudez no filme. Numa entrevista na época, revelou que ainda mantinha os piercings para a continuação.

Millenium não atingiu a renda esperada pelo estúdio e até hoje sofre um grande embargo, sem que a Sony saiba o que fazer com os projetos das continuações. Um dos motivos que explica a falta de retorno é o gênero do filme, um suspense barra-pesada, mirado a uma fatia específica do público e para maiores de idade.

Orçamento: US$ 90 milhões.

Renda: US$232 milhões.

Scott Pilgrim Contra o Mundo

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Um dos filmes mais legais e criativos dos últimos anos, Scott Pilgrim é baseado nos conceituais quadrinhos de Bryan Lee O´Malley. O talentoso diretor britânico Edgar Wright (da trilogia do Cornetto) utiliza muito de seu típico humor afiado e seco, que casa perfeitamente com a obra de O´Malley.

Justamente por isso, por ser um filme com um tipo de humor específico, diálogos e sacadas rápidas, Scott Pilgrim passou em branco junto ao grande público, sempre acostumado a receber mais do mesmo. O filme ficou abaixo, por exemplo, de Kick-Ass, lançado no mesmo ano (um bom filme, mas muito menos criativo).

Scott Pilgrim é dono de estética e visual únicos. Mistura quadrinhos, música e vídeo games, ou seja, o sonho de consumo da cultura pop. Mesmo enaltecido pelos especialistas como uma das melhores produções pipoca do ano, o filme não teve o devido reconhecimento do grande público.

Orçamento: US$ 60 milhões.

Renda: US$ 47 milhões.

Círculo de Fogo

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Robôs Gigantes contra monstros gigantes são uma venda difícil para o grande público. Muitos não querem ver isso. No entanto, dentro deste conceito, a superprodução de Guillermo del Toro é muito bem explorada, e cria bons personagens dentro de tal mundo. O roteiro é bem explicado e os detalhes são minuciosos. Mas não tem como fugir do grande mote: monstros gigantes contra robôs gigantes. A superprodução é muito mais satisfatória do que tantas outras que caem nas graças do grande público (não irei citar nomes).

Dentro desse mesmo paradigma podemos encaixar ainda outra superprodução satisfatória e injustiçada, Godzilla. Essa, felizmente, um sucesso de público. A falta de um grande interesse retardou a chegada da inevitável sequência. O filme é o sonho das crianças que assistiam aos seriados japoneses como Jaspion e Changeman.

Orçamento: US$ 190 milhões.

Renda: US$ 411 milhões.

Os Mercenários 3

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Tudo bem que a terceira incursão na “piada” confeccionada por Stallone não foi um grande sucesso de crítica. Mas também não diferiu muito do resultado dos primeiros filmes. O teor do terceiro foi em grande parte semelhante ao dos antecessores.

Stallone respeita o mesmo conceito, e o legal dos filmes desta série é justamente ver quem irão trazer de volta da aposentadoria. No terceiro, entram na brincadeira Wesley Snipes, Harrison Ford, Antonio Banderas e Mel Gibson. O resto é ação descerebrada, típica dos anos 1980.

O verdadeiro motivo pelo mau desempenho foi o filme ter vazado na internet um pouco antes de seu lançamento nos cinemas. Tá certo que a apresentação de uma equipe de jovens mercenários não colou, e a censura mais branda – mirando a um público mais amplo – também foi considerado golpe baixo. O que importa é que a franquia dos velhinhos durões ainda é legal, e queremos ver novos episódios.

Orçamento: US$ 90 milhões.

Renda: US$ 206 milhões.

Dredd

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A primeira adaptação dos quadrinhos ingleses de John Wagner e Carlos Ezquerra para o cinema foi uma verdadeira bomba (por falar em Stallone). Uma nova tentativa de levar o interessante personagem às telonas era planejada por anos. Finalmente ela saiu do papel em 2012, com um filme que respeitava a essência violenta da obra.

Num futuro distópico, Dredd faz parte da corporação de agentes da lei, que são juiz, júri e carrasco num só. A trama mistura essa realidade de ficção com personagens bem explorados, juntando tudo num filmaço de ação conceitual, passado inteiramente dentro de um conjunto habitacional recheado de criminosos. A história se desenrola no imenso prédio e o resultado é uma mistura de Cidade de Deus e Operação Invasão passado no futuro.

Por sua censura alta (drogas e violência), Dredd não rendeu o esperado. Agora é a velha batalha entre o estúdio e os fãs, que exigem mais filmes do novo Dredd.

Orçamento: US$ 50 milhões.

Renda: US$ 35 milhões.

Jack Ryan – Operação Sombra

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Pobre Jack Ryan. O personagem criado pelo romancista Tom Clancy é o agente secreto menos eficiente do cinema. Explico: seus filmes são os menos satisfatórios financeiramente da galeria que conta com James Bond, Ethan Hunt e Jason Bourne.

Pode-se explicar também que os filmes protagonizados pelo agente da CIA são mais sérios e voltados para a história, e nem tanto para a ação. Os filmes de Ryan soam mais como suspenses políticos do que blockbusters propriamente ditos. Ou melhor, eram.

Iniciada com Alec Baldwin no papel (Caçada ao Outubro Vermelho), as aventuras de Ryan seguiram com o rosto de Harrison Ford (Jogos Patrióticos e Perigo Real e Imediato). Em 2002, um Ryan mais jovem foi planejado na pele de Ben Affleck, mas A Soma de Todos os Medos morreu na praia. Um novo reboot foi tentado em 2014, com Operação Sombra – e um Ryan ainda mais novo (Chris Pine), entrando na CIA. O que parece funcionar nos livros, não emplaca no cinema. O novo Ryan é inclusive voltado ao público mais jovem e mais próximo a um filme de ação.

Orçamento: US$ 60 milhões.

Renda: US$ 135 milhões.

O Poder e a Lei

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Esse é outro filme baseado em um livro de sucesso, que contém um protagonista que gostaríamos de ver novamente nas telas. O escorregadio advogado de porta de cadeia (o filme quase teve esse título no Brasil) Mick Haller possui malandragem das ruas, cruzando-as com seu motorista num Lincoln – daí o título original “Lincol Lawyer”.

Esse é o primeiro de uma série de livros que retratam os casos do personagem. Um suspense de primeira dirigido por Brad Furman, que serviu de divisor de águas na carreira do renovado Matthew McConaughey (a chamada McConassença).

O próprio ator (que interpreta o protagonista) já demonstrou vontade de retornar ao personagem diversas vezes, mas um novo caso parece estar difícil de sair do papel.

Orçamento: US$ 40 milhões.

Renda: US$ 75 milhões.

Pânico 4

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O filme Pânico original, de 1996, foi um verdadeiro marco para o cinema de terror, ajudando a reestruturar o gênero, com a adição de muito humor e metalinguagem. A continuação não demorou a aparecer, igualmente bem sucedida, e avaliada por muitos como superior ao original.

Para a terceira parte, um embargo de três anos. Os atores não queriam ficar presos aos personagens, imaginando novos ares para suas carreiras. A perda de ritmo fez do terceiro filme um relativo fracasso. Mais de dez anos depois, numa época de sequências tardias (Tron, Wall Street, Indiana Jones), chega o quarto episódio.

Embora recebido inicialmente com certo ceticismo, Pânico 4 se mostrou um bom reencontro com velhos amigos queridos. Mais do que isso, em sua estreia a crítica enalteceu a obra. Novos aspectos de sátira foram criados (que haviam ficado de fora antes devido a época), em especial em cima da “fama a qualquer preço”, provida pelas mídias sociais.  Mesmo com o sucesso de crítica, o público não compareceu como deveria, minando os planos para um quinto episódio, que foi aportar na TV.

Orçamento: US$ 40 milhões.

Renda: US$ 97 milhões.

O Estranho Thomas

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Essa é uma produção desconhecida do grande público. Um filme obscuro, por assim dizer, que no Brasil recebeu um lançamento direto no mercado de vídeo. No entanto, uma vez que damos chance ao filme descobrimos um terror cômico muito eficiente, recheado de referências e tiradas espertinhas nos diálogos.

Baseado na série literária de Dean R. Koontz (num total de seis livros), a primeira adaptação para os cinemas é dirigida por Stephen Sommers (A Múmia e G.I. Joe) e traz Anton Yelchin como protagonista. Existe ainda um forte teor emotivo aqui, totalmente inesperado, em seu desfecho.

Gugu Mbatha-Raw e Willem Dafoe estão no elenco, mas quem chama atenção é Addison Timlin, no papel da namorada do protagonista. Devido a problemas legais com produtoras, no que diz respeito a divulgação, o filme não emplacou como deveria. “Odd Thomas” merecia novas aventuras.

Orçamento: US$ 27 milhões.

Renda: US$ 570 mil.

O Espetacular Homem-Aranha 2

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Bem, vamos lá. Os novos filmes do Homem-Aranha comandados pelo outrora talentoso Marc Webb não são bons. O primeiro deixou o público meio anestesiado, sem saber direito o que achar – a maioria queria tirar algo de bom dele. É de se perdoar um cineasta em sua primeira incursão no cinema blockbuster.

Existia o grande sentimento de possível redenção. Quando o elenco (bem inusitado) foi anunciado para sequência, as informações chegaram de forma refrescante para os fãs de cinema. Jamie Foxx como Electro, Paul Giamatti como Rino, Dane DeHaan como Harry Osborn, Chris Cooper como Norman Osborn, Felicity Jones como Felicia Hardy (futura Gata Negra) e Shailene Woodley como Mary Jane (deletada do filme, para nunca mais existir).

Depois do filme pronto, o resultado: uma nova decepção. Essa em grande escala. Em partes, a infantilidade do novo Homem-Aranha é comparada a do ultrajante Batman & Robin (Electro é um dos vilões mais mal desenvolvidos da história do cinema). Mas então por que colocar este filme na lista, você pergunta. E a resposta, pena. Pena de todos os envolvidos. Pena do diretor Webb, que teve o plugue puxado sem conseguir mostrar tudo o que tinha para oferecer. Pena do antes empolgado Andrew Garfield, que já perdeu o emprego como o herói. E a esperança de um terceiro filme pudesse ser bom. Acho que era mesmo um sonho…

Orçamento: US$ 200 milhões.

Renda: US$ 708 milhões.

‘300’: Zack Snyder revela que 3º filme seria um épico de romance gay, mas a Warner Bros vetou a ideia

Como os principais personagens de ‘300‘ (2006) haviam morrido na batalha contra o exército de Xerxes (Rodrigo Santoro), parecia improvável que a adaptação ganharia uma sequência.

No entanto, o longa orçado em US$ 65 milhões arrecadou incríveis US$ 456 milhões, o que motivou a Warner Bros a investir na continuação, dirigida por Noam Murro em 2014.

Com um orçamento de US$ 110 milhões, a sequência arrecadou menos que o primeiro: apenas US$ 337,6 milhões pelo mundo.

Mesmo assim, a intenção do co-roteirista e produtor Zack Snyder, que também dirigiu o primeiro filme, era fazer uma trilogia.

No entanto, o estúdio vetou a ideia.

“Eu simplesmente não consegui convencer o estúdio a seguir em frente com o projeto. Eu tinha um acordo com a Warner Bros. e até escrevi o que seria essencialmente o capítulo final para a trilogia ‘300‘, que seria um grande épico de romance gay”, revelou Snyder ao Comic Book.

O cineasta revelou que os executivos da Warner não gostaram de sua ideia porque fugiu da proposta dos primeiros filmes.

“Quando me sentei para escrever o terceiro filme, eu percebi que era algo diferente. Eu estava escrevendo uma história sobre Alexandre, o Grande e sua com Heféstio. Acabou sendo uma história de amor que não se encaixava com os outros filmes. Seria intitulado ‘300: Blood and Ashes‘ (Sangue e Cinzas), e seria uma linda história de amor gay, juntamente com a guerra. Eu adoraria fazer isso. Mas me disseram NÃO. você sabe, os caras da Warner não são meus grandes fãs. Essa é a verdade.”

Lembrando que ‘300‘ e ‘300: A Ascensão do Império‘ continuam disponíveis no catálogo da Netflix.

O longa original é um relato sangrento da Batalha das Termópilas, da Antiguidade, na qual o Rei Leônidas (Gerard Butler) e mais 299 espartanos (300, no total) lutaram contra Xerxes (Rodrigo Santoro) e seu numeroso exército persa. Enfrentando dificuldades insuperáveis, o sacrifí­cio desses homens levou toda a Grécia a se unir contra o inimigo persa, traçando um marco no caminho para a democracia.

A produção foi inspirada na obra de Frank Miller, criador da graphic novel ‘Sin City‘.

Assista ao trailer:

‘O Estranho Mundo de Jack’: Animação de Tim Burton deve ganhar remake live-action

Mais uma das clássicas animações Disney pode estar em rota de ser refeita. Segundo o MovieWeb, a Disney considera fazer um remake em live-action de ‘O Estranho Mundo de Jack‘, incrível animação em stop motion produzida por Tim Burton.

Porém, ainda não há sinal verde nesse projeto. É apenas uma possibilidade a ser analisada. Entretanto, vendo que os laços da Disney com Burton continuam estreitos, é bem plausível que o filme seja refeito com a direção do produtor da animação.

Recentemente, o estúdio lançou os live-actions de ‘O Rei Leão‘, ‘Dumbo’, ‘Aladdin‘ e ‘Mulan‘.

O filme lançado em 1993, traz a história de Jack Esqueleto, um cidadão celebridade da cidade Halloween que simplesmente se apaixona pela magia do Natal, embora não entenda nada sobre a mensagem de união, paz e amor da data.

Anne Hathaway faz chocante revelação sobre o clássico ‘O Diabo Veste Prada’

Anne Hathaway é conhecida por diversos papéis icônicos no cinema, incluindo a princesa Mia na franquia O Diário da Princesa, a jovem Ella em Uma Garota Encantada, e a problemática Fantine na adaptação Os Miseráveis (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante).

Mas sem sombra de dúvida uma de suas performances mais marcantes foi como Andrea “Andy” Sachs no adorado e clássico O Diabo Veste Prada, que a levou para o mundo da moda.

Em uma recente aparição virtual no reality show ‘RuPaul’s Drag Race’, Hathaway deu algumas dicas valiosas para as competidoras e, respondendo a uma das perguntas, deixou escapar uma curiosidade surpreendente sobre o longa-metragem.

“Vou contar um segredo: eu fui a nona escolha [para viver Andy] em O Diabo Veste Prada. Mas eu consegui. Então segurem firme e nunca desistam”, ela disse.

O filme, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci, Gisele Bündchen e outros também estrelaram a produção.

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
Lembrando que o longa é baseado no romance homônimo de Lauren Weisberger.

‘O Homem Invisível 2’ não está em desenvolvimento; Blumhouse fará mais filmes do Dark Universe! [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o produtor Jason Blum falou sobre ‘Homem Invisível‘, que faz parte do Dark Universe da Universal Pictures e acabou se tornando um fenômeno de bilheterias.

Blum afirma que ‘Homem Invisível 2‘ não está em desenvolvimento atualmente, mas ele espera poder trabalhar na sequência em breve.

Além disso, ele confirmou que fará novos filmes para o Dark Universe, mas não revelou quais.

Assista a entrevista:

Blum também revelou que ainda está tentando fazer o reboot da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th), mas não tem tanto interesse em ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).

“A Hora do Pesadelo eu acredito que não. Eu faria, mas não temos os direitos. Sexta-Feira 13 é o meu sonho! Não tenho os direitos, mas adoraria.”, afirmou.

Ele ainda falou sobre o reboot de ‘O Exorcista‘, que estreia em 2023.

“Eu espero fazer com O Exorcista a mesma coisa que fizemos com Halloween. Na franquia Halloween o primeiro filme foi ótimo, o segundo foi ok, mas os outros não foram bons. Então, nós revitalizamos a franquia e os espectadores gostaram. Espero poder fazer o mesmo com O Exorcista. Todos pensam que vão fracassar, mas temos o mesmo diretor e roteirista de Halloween”, ele afirma.

Segundo ele, os fãs vão se empolgar com a nova versão.

Nós reinventamos a franquia para que pareça nova e diferente, mas terá ligação com o primeiro filme.”, concluiu.

Mesmo com a crise do Coronavírus afetando os cinemas, ‘O Homem Invisível conseguiu arrecadar US$ 134 milhões pelo mundo, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.

E aí, você apoia o desenvolvimento de uma sequência?

Assista nossa crítica:

Conheça o terror do diretor de ‘Doutor Estranho’ e ‘A Entidade’ que está sendo ACLAMADO pelos críticos

O diretor Scott Derrickson já havia conquistado os fãs de terror com o ótimo ‘A Entidade’, e após dirigir ‘Doutor Estranho’ ele comandou um novo filme assustador para a Blumhouse. E o terror está sendo ACLAMADÍSSIMO pelos críticos.

Intitulado ‘The Black Phone‘, o longa abriu com nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O filme recebeu nota 7.60/10 baseada em 5 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“[O filme] é significativo, assustador, arrepiante e recheado de performances poderosas” – VitalThrills.com.

“A performance de Hawke é corajosa. Mas é Mason Thames como Finney que mantém o filme pé no chão quando os elementos mais sobrenaturais chamam” – Dread Central.

“Um filme assombroso e divertido que nos lembra de que o terror é onipresente” – IndieWire.

The Black Phone expande um conto de formas bastante verdadeiras ao material original” – THR.

“Derrickson e Cargill […] traansformam o conto de Joe Hill em um longa-metragem de pesadelos, recheado de crianças fantasmas, violência, sustos e um trio de performances inesquecíveis” – Bloody Disgusting.

A Universal Pictures lançará o terror nos cinemas no dia 28 de janeiro de 2022.

Um garoto sequestrado por um sádico serial killer encontra um telefone antigo preto. Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas dão dicas para evitar que ele sofra o mesmo destino.

Ethan Hawke (‘A Entidade’) e James Ransone (‘IT: Capítulo 2’) estrelarão a produção. O elenco ainda contará com Jeremy Davies (‘Hannibal’), Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

‘Stargirl’: Sociedade da Justiça se reúne nas imagens oficiais do episódio 02×09; Confira!

A The CW divulgou as primeiras imagens oficiais do 9º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 9”.

Na trama, “quando Eclipso se volta contra Whitmore e Dugan, Pat se lembra das eventos dolorosos de seu passado envolvendo a Sociedade da Justiça da América original e sua luta para derrotar o vilão. Enquanto isso, Mike é forçado a confrontar a culpa que sente por seu papel na morte de Icicle, e Barbara fica cara a cara com alguém de seu passado. Por fim, Courtney luta para manter a esperança depois de Eclipso caçar aqueles que ama”.

O capítulo vai ao ar no dia 05 de outubro.

Confira as imagens, junto com o teaser:

 

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Andy Serkis continua decepcionado com a morte do Supremo Líder Snoke

Enquanto promovia a estreia de ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘, o diretor Andy Serkis conversou com o io9 sobre alguns de seus trabalhos mais recentes.

Falando sobre sua passagem como o Supremo Líder Snoke em ‘Star Wars, o astro comentou que dar vida a personagens criados através de capturas de movimentos é um dos seus maiores orgulhos.

No entanto, ele ficou decepcionado com o personagem no episódio VIII da saga: ‘Os Últimos Jedi’.

Isso porque ele não esperava que um vilão (que parecia) tão importante fosse descartado de uma forma tão simples.

Para quem não se lembra, Snoke é morto quando Kylo Ren o engana e usa a Força para decepá-lo com o sabre de luz de Luke Skywalker em vez de matar Rey, que tinha sido atraída ao covil do vilão.

“Eu fiquei devastado quando li o roteiro [de ‘Os Últimos Jedi’] porque tudo parecia estar indo tão bem”, confessou. “Quando eu consegui o papel, eu fiquei tipo: ‘esse vai ser o grande vilão da nova trilogia. Será uma honra interpretá-lo’. Mas depois que soube de sua morte, eu não conseguia entender como era possível [ele ser morto daquela forma].”

Ele continuou:

“Confesso que fiquei mortificado, me perdoem o trocadilho. Mas eu adorei dar vida a ele e adorei aquela cena quando Kylo e Rey se juntam contra os guardas vermelhos. Foi um ótimo filme.”

E aí, você concorda com ele?

Lembrando que ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ teve um começo surpreendente nas bilheterias. A sequência da Sony conseguiu arrecadar US$ 11,6 milhões na noite de estreia, ultrapassando o filme anterior.

Para quem não sabe, o original abriu com US$ 10 milhões.

Na era pandêmica, o filme ficou atrás apenas da abertura de ‘Viúva Negra‘, com US$ 13,2 milhões, e na frente de ‘Shang-Chi‘ (US$ 8,8 milhões) e ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 7,1 milhões)

A Sony está prevendo arrecadar US$ 50 milhões no fim de semana, o que seria ótimo para o filme.

A sequência ainda abriu com 65% aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 69 reviews publicadas, 45 são positivas e 29 negativas. A nota média é 5.7 de 10.

Segundo os críticos, o filme abraça o absurdo e consegue entreter.

Confira as críticas:

VENOM 2 abraça ainda mais o absurdo romance de camaradagem do primeiro filme. Andy Serkis mantém a ação e o humor em movimento rápido, mesmo que nem sempre aconteça. A performance de Tom Hardy ainda é um destaque, enquanto Woody Harrelson saboreia cada momento sádico”

“Quando se trata de Venom 2, é simples.

Você gostou do primeiro? Você vai gostar deste.

Não é como o primeiro? É assim que você se sentirá aqui.

É a versão maior e mais rápida do primeiro filme que gostei e esqueci instantaneamente.

Divertido. Frívolo.”

Venom 2 tem alguns momentos realmente divertidos e charmosos – particularmente entre Eddie e Venom, que ainda é uma dinâmica super divertida – mas o filme se perde um pouco no Carnificina. Há muitas ideias e o filme simplesmente segue em frente até o fim.”

Venom 2 é um filme selvagem do mais alto nível. Comédia deliciosamente autoconsciente e estranha. Tom Hardy dá 200%. Faça o que fizer, não perca a cena pós-créditos.”

Tom Hardy é fantástico em Venom2 – um filme que alegre e loucamente se inclina para seu tom hilariante e sombrio. Hardy é quem rouba todas as cenas com uma performance única que é MUITO divertida de assistir”

Venom 2‘ chega no Brasil dia 7 de Outubro.

Assista ao trailer dublado:

LEGENDADO

 

Crítica | Venom: Tempo de Carnificina – O romance de Eddie Brock e Venom agrada mais que o filme anterior

Não é de hoje que a Sony Pictures acalenta a ideia de fazer um filme do Venom, desde os tempos áureos em que Tobey Maguire vestia o manto do Homem-Aranha, o estúdio já pretendia, após o terceiro filme, emendar um spin-off do vilão. Algo que também deveria acontecer na passagem de Andrew Garfield pelo Teioso, após o arco do Sexteto Sinistro. No entanto, como sabemos, ambas as empreitadas foram interrompidas e a coisa não andou. Após muita conversa, o Homem-Aranha aportou no universo da Marvel Studios numa parceria inédita com a Sony. Agora com um ator bem mais novo, Tom Holland, a figura do herói foi reconstruída e “atualizada” para funcionar melhor com os Vingadores. E tudo deu muito certo, tanto a participação do Aranha em Guerra Civil (2016) quanto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017).

Agora com o Amigão da Vizinhança sob a batuta temporária da Casa das Ideias, a Sony teve tempo para organizar um novo universo e utilizar os conhecidos vilões do personagem, como Kraven, Morbius e, claro, Venom, que ainda em 2018 ganhou finalmente sua primeira aventura solo. E mesmo sendo o filme visualmente desagradável e possuindo apenas um remendo de roteiro para a trama, a presença de Tom Hardy no papel de Eddie Brock e toda veia cômica misturadas aos (de)efeitos visuais, que pareciam tiradas do filme Spawn – O Soldado do Inferno (1997), foram suficientes para a produção e o personagem caírem nas graças do público. Tanto que deu muita grana e imediatamente encomendaram uma sequência, agora sem o diretor original, Ruben Fleischer, que estava ocupado em outra continuação da série zumbi que o revelou como cineasta, Zombieland.

Para substituir Fleischer, a Sony tentou trazer realizadores como Travis Knight, que tinha feito o ótimo Bumblebee (2018), e Rupert Wyatt, do primeiro Planeta dos Macacos (2011). Ambos não toparam, mas o membro mais famoso da franquia dos símios, Andy Serkis, tinha sido contratado para ajudar com os elementos de CGI pela sua vasta experiência de marcantes personagens digitais como Gollum e o próprio macaco Ceaser. Serkis também comandou a adaptação de Mogli da Netflix, que, mesmo com um orçamento mais modesto, não ficou devendo a Disney. O filme, aliás, usava e abusava das cenas em CGI e não fazia feio. Após isso, os executivos da Sony perceberam que tinham contratado a pessoa certa para comandar o segundo Venom, e foi exatamente o que aconteceu, Andy Serkis assumiu o comando.

O então chamado Venom – Tempo de Carnificina segue a pegada bem humorada do primeiro e adiciona ainda mais cenas cômicas que funcionam graças a desenvoltura de Tom Hardy. Ainda que exagere em alguns momentos, o ator possui um tom cômico ideal para ambos os personagens e consegue imprimir uma forte energia nos andamentos mais movimentados. Digo ‘personagens’ porque, de fato, Eddie Brock e Venom possuem personalidades bem diferentes, com a criatura alienígena soando como uma espécie de entidade vista em O Máskara (1994). Eddie é sempre receoso, tenta evitar brigas e seguir uma vida normal, já Venom vive um dilema que o atormenta por demais, pois quer devorar novas cabeças e é barrado pelo Eddie. Contudo o Venom literalmente ama o Eddie, ou pelo menos o seu corpo que usa como avatar. Por outro lado, Eddie percebe que, após se fundir com o Venom, ganhou mais coragem e começou a fazer coisas que melhoraram sua vida.

O dilema em questão não acontece por acaso, já que, em diversos momentos, fica clara a intenção de Andy Serkis em criar uma espécie de romance entre a figura do Eddie e com o Venom. E não para ali no campo da amizade ou das divergências de opinião, o sentimento é para além do físico. Os dois estão numa DR constante que, no fim das contas, acaba sendo a coisa mais legal da longa. O ápice acontece em dois momentos específicos: primeiro na cena que ocorre numa boate e traz o Venom falando que alienígenas também tem sentimentos e o Eddie precisa entender; e depois quando o monstrengo se funde ao corpo da ex-namorada do Eddie, Anne Weying (Michelle Williams), e pede que Brock se desculpe de maneira especial, pois só assim ele vai voltar e penetrar o seu corpo. Querem alegoria maior que essa? Bom, nós teríamos, pois o subtítulo oficial desse novo Venom seria O Amor Vai nos Separar – é sério! Só podemos dizer que isso é uma certo e tanto para o filme.

Este que, sim, é melhor que o primeiro, mas ainda tão problemático quanto. A começar pelo visual pobre e a maioria dos momentos de maior ação continuarem genéricos. Talvez alguns cenários sejam mais inspirados dessa vez, como o manicômio e a igreja, mas todo apelo estético se mostra artificial, onde claramente vemos a utilização nada sutil de efeitos digitais grosseiros de maneira geral, podendo tirar toda credibilidade do espectador – mas certamente não a do público alvo, que vai se deleitar ao ver, pela primeira vez nos cinemas, Venom e Carnificina trocando simbiontadas e explodindo a cidade.

Nesse sentido, o Cletus Kasady de Woody Harrelson confere um ar alucinado que contrasta com a animalidade de Venom. Harrelson que foi escolhido a dedo por Ruben Fleischer que enxergou em Assassinos Por Natureza (1994), um dos grandes papéis da carreira do ator, o Carnificina que queria. E a nível de história, Tempo de Carnificina é um pouquinho mais criativo que o original, por apresentar o passado de Kasady e sua parceira Frances Barrison (Naomie Harris), que vai desempenhar um papel “importante” no ato final. No entanto tudo é muito telegrafado e didático, com acontecimentos que você já sabe onde vão dar, perdendo qualquer noção de perigo.

De maneira geral, Venom – Tempo de Carnificina deve atender perfeitamente o seu público alvo, que nem vai perceber o romance em aqui destacado. O filme tem muita ação, humor e desenvolve mais ainda o anti-herói. Ainda que o melhor fique mesmo para a cena pós-créditos, que a essa altura deixou a internet em polvorosa e fez muita gente criar as mais insanas teorias em relação ao rumo desse novo universo arquitetado pela Sony e por que não dizer a Marvel. Contudo se você não aguenta mais ver super-heróis nos cinemas e todo escapismo latente dessas produções, passe longe disso aqui.