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‘Homem-Aranha 4’: Artes revelam como seriam os vilões do filme de Sam Raimi

Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’), o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, foi demitido do quarto filme da franquia após se desentender com a Sony Pictures.

O diretor queria inserir três vilões no filme: Abutre, Mystério e Gata Negra. Após a Sony vetar a ideia, o estúdio decidiu rebotar a franquia e realizar o insonso ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Hoje, vazaram as primeiras artes conceituais que mostram como seria o visual dos vilões.

Confira e nos diga o que achou:

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Abutre

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Mystério

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Gata Negra

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Além disso, o filme iria preparar o caminho para o Dr. Curt Connors se transformar no Lagarto em ‘Homem-Aranha 5‘, com Dylan Baker interpretando o vilão.

O curioso é que o Mystério seria interpretado por Bruce Campbell, que fez pontas nos três filmes do herói e é amigo pessoal de Raimi.

No entanto, o que mais surpreende é que esses rumores levam direto para as narrativas dos filmes que vieram após o cancelamento da franquia dirigida por Raimi. Ou é uma tremenda coincidência, ou os planos de ‘Homem-Aranha 4‘ foram reaproveitados.

Lembrando que o Mystério finalmente fez sua estreia nas telonas em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que já está nos cinemas.

Assista à crítica:

‘Vingadores: Ultimato’: Duas cenas deletadas CHOCANTES com Thanos são reveladas

O ilustrador Jerad S. Marantz divulgou uma arte conceitual de uma FORTE cena que foi cortada de ‘Vingadores: Ultimato‘.

A imagem traz os “invasores de Thanos”, alienígenas horripilantes que seriam apresentados no filme.

O ilustrador explicou como seria a chocante cena.

“Na versão inicial do roteiro, Thanos mandava os invasores para espionar os Vingadores. Ele então removia suas cabeças e as conectava com máquinas que projetariam suas memórias. Foi uma ideia bacana, mas nunca chegou à versão final.”

Confira:

Outra arte conceitual divulgada traz o registro de uma forte cena que ficou de fora do corte final do longa. No material em questão, o vilão Thanos estilhaça o escudo do Capitão América com força, em meio a um confronto.

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Jamie Foxx caçará vampiros em terror da Netflix no estilo ‘Blade’

De acordo com o Deadline, Jamie Foxx (‘Power‘) irá estrelar e produzir ‘Day Shift‘, filme de vampiros que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O ator irá interpretar um pai trabalhador que só quer dar uma boa vida para sua filha de 8 anos, mas seu trabalho mundano de limpador de piscinas é uma faixada para seu real serviço: caçar e matar vampiros.

JJ Perry será responsável pela direção.

O roteiro, que foi revisado por Shay Hatten (‘John Wick 3‘), foi escrito por Tyler Tice.

Chad Stahelski, Jason Spitz  Shaun RedickYvette Yates Redick serão os produtores do longa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Army of the Dead’: Filme de zumbis de Zack Snyder arrecada menos que o esperado nas bilheterias

A Netflix decidiu lançar o filme de zumbis nos cinemas no último dia 14 antes de liberá-lo em seu catálogo.

A superprodução que Zack Snyder dirigiu para a plataforma de streaming foi lançada em 430 cinemas nos Estados Unidos, mas arrecadou menos que o esperado.

Nos três primeiros dias de exibição, o longa acumulou apenas US$ 780 mil, menos da metade dos US$ 2 milhões projetados por especialistas do mercado.

Army of the Dead – Invasão em Las Vegas ficará em exibição nos cinemas dos EUA por 07 dias, até a estreia no catálogo da Netflix, no dia 21.

O filme tem cenas extremamente sangrentas, batalhas épicas em CGI, bizarrices (como um Tigre Morto-Vivo), diálogos pra lá de cafonas e tudo, tudo isso adicionado de maneira exagerada. Mas extremamente divertida.

Assista a crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

O longa será lançado na plataforma no dia 21 de maio, com classificação etária para maiores de 18 anos.

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

Batman de Michael Keaton é CONFIRMADO em ‘Batgirl’

Além de aparecer como um dos protagonistas de ‘Flash’, Michael Keaton vai retornar como Bruce Wayne/Batman no filme solo da ‘Batgirl’, que será lançado diretamente no HBO Max.

A notícia foi confirmada pela própria Warner Bros. em seu anúncio dos principais lançamentos de 2022.

Especula-se que o personagem ganhará grande destaque no DCEU e será mentor de Barbara Gordon, além de outros heróis que serão apresentados.

Leslie Grace dará vida à personagem titular, enquanto Brendan Fraser (‘A Múmia’, ‘Patrulha do Destino’) será o antagonista Firefly (Vagalume).

J.K. Simmons (Comissário James Gordon) e Jacob Scipio (papel não revelado) também farão parte da produção.

Lembrando que a primeira imagem conceitual do longa foi divulgada durante a DC FanDome.

Confira:

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

Mais detalhes não foram revelados.

Nova animação da Disney FRACASSA nas bilheterias e deve dar prejuízo de quase US$ 150 milhões

Apesar das projeções iniciais indicaram uma estreia em torno de US$ 35 milhões, a animação ‘Mundo Estranho‘ fracassou nas bilheterias norte-americanas ao arrecadar apenas US$ 18.6 milhões durante o final de semana estendido de Ação de Graças.

O Deadline compara o fraco desempenho do longa com o fracasso de outras animações originais da Disney, como ‘Nem que a Vaca Tussa‘ (US$13.8M) e ‘O Planeta Tesouro‘ (US$12M). O site ainda afirma que o longa deve dar um prejuízo de US$ 147 milhões para o estúdio.

Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 9.2 milhões – totalizando uma estreia global de apenas US$ 27.8 milhões.

Apesar de ter sido banido da Rússia, China, França, Oriente Médio, Malásia, Indonésia e outros mercados menores, por causa da presença de um personagem LGBTQ+ na história, analistas apontam que isso não foi determinante para o baixo desempenho da animação – especialmente pelo fato da Disney não ter se apoiado nisso no marketing do filme.

O fracasso do longa se deve ao risco do lançamento de uma animação original – um fator que não deve preocupar a Disney, considerando o enorme sucesso que ‘Pantera Negra 2‘ está fazendo nos cinemas, e o vindouro lançamento de ‘Avatar 2‘, que promete dominar as telonas no final do ano com uma possível estreia de US$ 200 milhões nos EUA.

O longa ainda recebeu a nota B no site CinemaScore – a primeira produção animada da Casa Mouse desde 1991 a conseguir uma nota menor que A-.

Don HallQui Nguyen são responsáveis pela direção.

A trama mergulha em uma ilha perigosa e desconhecida em que criaturas fantásticas aguardam a chagada dos lendários Clade, uma família de exploradoras cujas diferenças ameaçam desmantelar sua missão mais crucial até então.

A produção ainda contará com os vozes de Jake Gyllenhaal, Dennis Quaid, Jaboukie Young-White, Gabrielle Union, Alan Tudyk e Lucy Liu.

Lionsgate vai produzir a série de TV baseada na saga ‘Crepúsculo’

A saga de livros Crepúsculo vai ganhar uma adaptação televisiva, de acordo com o site The Hollywood Reporter.

A série está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate Television e ainda não tem uma plataforma definida nem um roteirista escolhido.

Segundo fontes, a Lionsgate, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores. Ainda não há previsão para quando a série de Crepúsculo será apresentada a potenciais interessados, pois a empresa primeiro busca encontrar um escritor para comandar o projeto.

A autora da saga, Stephenie Meyer, é esperada para estar envolvida na adaptação para a televisão. Wyck Godfrey e Erik Feig, ex-co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e responsável pela compra dos direitos dos livros para a Summit Entertainment, estão confirmados como produtores executivos da série.

Mais informações sobre a adaptação televisiva de Crepúsculo não foram divulgadas. Fique ligado no CinePOP para mais novidades.

Os cinco filmes da franquia se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões em todo o mundo e tornaram Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estrelas internacionais.

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

‘O Macaco’: Terror de James Wan baseado em obra de Stephen King ganha teaser BIZARRO

Após dirigir o elogiado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que traz o astro Nicolas Cage na pele de um sinistro serial killer e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o diretor Osgood Perkins (‘Longlegs’) já tem um novo filme assustador a caminho.

Trata-se de The Monkey (O Macaco), filme de terror baseado no conto de Stephen King que será lançado no dia 21 de fevereiro de 2025 nos Estados Unidos.

A produção é de James Wan.

Confira trailer e o banner:

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“Na trama, quando os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrem o antigo brinquedo de macaco de seu pai no sótão, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor. Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles”. 

O elenco inclui Theo James, Tatiana Maslany, Elijah Wood, Christian Convery, Colin O’Brien, Rohan Campbell e Sarah Levy.

O Filme estreia dia 20 de Fevereiro no Brasil.

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PERTURBADOR! Ritual aterrorizante no trailer legendado do novo TERROR dos diretores de ‘Fale Comigo’

Faça Ela Voltar‘ (Bring Her Back), novo terror dos aclamados diretores Danny e Michael Philippou (‘Fale Comigo’), ganhou trailer legendado.

A Sony Pictures lança o filme no Brasil no dia 21 de Agosto. O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 30 de maio.

Na trama, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sally Hawkins (‘A Forma da Água’) estrela. O elenco ainda conta com Billy Barratt (‘Invasion’), Jonah Wren Phillips (‘Sweet Tooth’), Sally-Anne Upton (‘Wentworth’), Stephen Phillips (‘The Leftovers’) e Sora Wong.

Vale lembrar que a sequência ‘Fale Comigo 2‘ já foi confirmada. O roteiro da sequência será assinado por Danny Philippou ao lado de Bill Hinzman.

‘Boa Noite, Mamãe’ ganhará remake hollywoodiano

De acordo com o Deadline, um remake americano está sendo desenvolvido para o aclamado suspense ‘Boa Noite, Mamãe‘.

Matt Sobel irá dirigir, e Kyle Warren será responsável roteiro.

As filmagens devem começar em 2019.

Na trama, “Elias e seu irmão gêmeo Lukas chegam à casa de sua casa e a encontra com o rosto coberto por faixas − o resultado, ela explica, de uma recente cirurgia. Enquanto Lukas estranha as regras incomuns da casa, Elias desenvolve uma sinistra suspeita: e se a mulher embaixo das faixas, que os está fazendo comida e dormindo no quarto ao lado, não for realmente sua mãe?”

Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.

‘Easy’: Última temporada ganha trailer completo; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da 3ª (e última) temporada de ‘Easy‘.

Confira:

A temporada final será lançada na plataforma no dia 10 de maio.

A comédia antológica foi criada por Joe Swanberg, e se tornou uma das produções mais aclamadas da Netflix. No Rotten Tomatoes, a série tem uma média de 97% de aprovação entre os críticos.

Na série, a cada episódio conhecemos uma nova história, novos personagens e um novo cenário. Todas as histórias abordam o tema relacionamento entre pessoas e suas complicações, envolvendo amor, sexo e evolução.

O elenco da nova temporada contará com Zazie Beetz, Sophia Bush, Aya Cash, Michael Chernus, Kiersey Clemons, Dave Franco, John Gallagher Jr., Jake Johnson, Evan Jonigkeit, Melanie Lynskey, Marc Maron, Kate Micucci, Gugu Mbatha Raw, Elizabeth Reaser, Jaz Sinclair, Kali Skrap e Jacqueline Toboni.

Parque de ‘Star Wars’ na Disneylândia ganha várias imagens; Confira!

Os fãs de ‘Star Wars’ poderão viver uma experiência real dentro do universo da saga, com a chegada do parque Star Wars: Galaxy’s Edge, na Disneylândia, localizada em Anaheim (Califórnia).

O novo espaço, que será inaugurado no verão norte-americano de 2019, ganhou várias imagens, que trazem detalhes dos pratos a serem servidos nos restaurantes temáticos, bem como fotos dos produtos da franquia que só poderão ser encontrados no parque de Star Wars.

O material ainda traz artes conceituais das atrações, bem como fotos feitas dentro do parque, que ainda está em fase de construção.

Confira:

Para anunciar a novidade, a Disney divulgou um teaser sobre o local.

Confira:

Crítica | Star Wars: Os Últimos Jedi – Demora a engatar, mas quando engata é épico

 

‘The Batman’: Estreia pode ser adiada em virtude do coronavírus

Embora a estreia de ‘The Batman‘ esteja programada apenas para 2021, o atual quadro mundial pode acabar afetando a data de lançamento da produção.

A informação foi compartilhada pela revista Variety. Segundo a publicação, quando a reclusão social foi imposta em virtude do coronavírus, as filmagens do longa já estavam acontecendo há quase sete semanas.

A interrupção do cronograma de gravações pode impactar o andamento das produção a longo prazo, principalmente considerando as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cujas expectativas indicam que a pandemia deve durar por mais alguns meses, até que a população mundial possa retornar às suas rotinas como habitualmente.

Além de ‘The Batman‘, a Variety ainda aponta que o mesmo pode acontecer com os filmes ‘Red Notice‘, da Netflix, e ‘Matrix 4‘.

Ainda é incerto mensurar a dimensão do impacto do coronavírus no cronograma das produções que estavam em andamento, mas continue acompanhando o CinePOP, para manter-se atualizado!

 

O elenco deThe Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), e Andy Serkis (Alfred Pennyworth). Colin Farrell também está em negociações para os papel de Pinguim.

John Turturro (O Grande Lebowski) interpretará Carmine Falcone, líder da lendária Família do Crime Falcone – uma organização do crime organizado que se tornou uma instituição do submundo de Gotham City.

Jayme Lawson  vai interpretar uma política chamada Bella, que irá concorrer a um importante cargo na promotoria de Gotham. Como Harvey Dent pode ter um papel importante na trama, é de se esperar que Bella seja uma espécie de rival e ambos estejam competindo pela função.

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Dia do Sim’: Comédia com Jennifer Garner e Jenna Ortega já está disponível na Netflix

A comédia familiar ‘Dia do Sim‘ já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (12) na grade de programação.

Acostumados a sempre dizer NÃO em casa, Allison e Carlos decidem dizer SIM aos seus três filhos durante 24 horas. E por um dia inteiro, são as crianças quem ditam as regras! Eles nunca imaginaram que terminariam envolvidos em um turbilhão de aventuras por Los Angeles, Estados Unidos, nem que a família estaria mais unida do que nunca.

O filme é estrelado por Jennifer Garner, Édgar Ramírez, Jenna Ortega, Julian LernerEverly Carganilla.

Confira o cartaz:

 

Miguel Arteta dirige.

Crítica | As Falsificadoras: Série da Netflix é uma hilária aventura sobre trambiques e crime organizado

Da mais intensa euforia ao catastrófico dramalhão juvenil nasce um produto original da Netflix inexplicável e bem diferente de qualquer outro que a plataforma já tenha lançado nos últimos meses. Após se enveredar pelas ruas sombrias do Mundo Invertido de Stranger Things, a gigante do streaming agora cruza as fronteiras geográficas e traz do Canadá um presente gringo para os assinantes. Unindo a comédia ao drama sombrio, As Falsificadoras é sua nova série coming of age sobre duas adolescentes que descobrem um talento nato para a criação de identidades falsas. E essa história mirabolante nem é meme.

Livremente inspirada em fatos reais, a nova série consegue nos arrebatar abruptamente em apenas 20 e poucos minutos. Com um roteiro afiadíssimo e uma história com ares de Bling Ring: A Gangue de Hollywood, As Falsificadoras é escrachada em seu humor, sabendo mesclar os formatos pastelão e sombrio com um brilhantismo raramente visto em séries teens. Madura em sua abordagem, a produção de David Turko mostra o que acontece quando duas adolescentes – no auge de seus dramas – decidem empreender no mundo do crime organizado. E aqui, o que começa como uma fácil maneira de ganhar dinheiro através de seus colegas de escola, acaba se transformando em um negócio assombroso e perigoso. Mas nem por isso menos engraçado.

Um dos aspectos impecáveis da original Netflix é justamente sua habilidade de transcrever a adolescência feminina a partir da construção e desconstrução de estereótipos. Com duas protagonistas que são a definição de nerd e popular, a série as subverte de forma divertida e progressiva, trazendo ambas as desconhecidas atrizes Emilija Baranac e Jennifer Tong quebrando a quarta parede enquanto tentam convencer a audiência de sua inocência e reais motivações. Usando o recurso metalinguístico de forma inteligente e importante – sem querer tirar proveito de uma tendência batida em Hollywood, Turko mostra como essas duas perspectivas díspares sobre um mesmo crime não apenas afetam o desenrolar da trama, como também na nossa experiência enquanto público.

Com uma montagem excelente que abusa dos cortes rápidos e destaca a intensidade absurda dessas jovens personagens, As Falsificadoras faz da sua pós-produção um primor e prova o quanto uma boa edição é capaz de transformar o resultado final de uma série ou filme. Com uma direção dinâmica em episódios curtos, a comédia dramática nunca desacelera, explora os arcos dos coadjuvantes com naturalidade e apresenta um elenco desconhecido impressionante, que reitera o quão preciosa é a produção canadense.

Sempre flertando com um drama sombrio e complexo, a dramédia original da Netflix consegue abordar questões mais densas sem depreciar o seu humor sarcástico e ácido. Tratando os gêneros de maneira equilibrada, aqui ambos são complementares e se comunicam entre si – sem tornar a experiência da audiência confusa e cansativa. Com o carisma de duas ótimas protagonistas e um enredo evolutivo que não perde tempo com subplots desnecessários, As Falsificadoras nos conquista de forma integral. Substancial por tratar as rachaduras familiares e leve por seu humor exagerado que serve de metáfora para a impulsividade juvenil, a série original da Netflix é uma daquelas preciosidades que sempre vale um replay.

‘Dead by Daylight’: DLC de ‘Silent Hill’ será lançada amanhã; Confira o novo teaser!

O próximo capítulo do jogo ‘Dead by Daylight‘ será baseado em ‘Silent Hill‘. E, para comemorar o seu lançamento oficial, que acontecerá amanhã (16), um novo teaser foi divulgado.

Confira:

O novo capítulo trará como assassino o Pyramid Head, além de contar com um novo mapa (Midwich Elementary School) e um novo sobrevivente (Cheryl Mason).

‘New Amsterdam’: Ator revela como a pandemia de COVID será abordada na 3ª temporada

Em entrevista ao TVLine, o ator Ryan Eggold revelou como a 3ª temporada do drama médico ‘New Amsterdam‘ abordará a pandemia atual de COVID.

“Todos nós passamos por muita coisa e todos nós fomos afetados por pela pandemia de uma forma ou de outra, particularmente os profissionais de saúde da linha de frente, nossas enfermeiras, nossos médicos, todos que têm se sacrificado tanto para lutar contra isso e tentar manter as pessoas seguras e saudáveis. Então, quando começamos a temporada, nossa primeira responsabilidade foi refletir essa luta e a intensidade dessa experiência para esses profissionais de saúde, e o quanto eles se sacrificam e quão difícil é o trabalho que tiveram e continuam a ter.”

Ele completa, “Ninguém está invencível ou acima de um vírus, uma pandemia, e apenas [um dos personagens estar doente] lembra o quanto essa situação é alarmante. Eles não conseguem nem mesmo manter seus próprios médicos saudáveis, e são eles que deveriam estar prestando os cuidados. Portanto, é apenas mais um lembrete da magnitude dessa luta em que eles estão enfrentando.”

Confira o trailer:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente hoje (2).

Vale lembrar que a série já está renovada param mais DUAS temporadas, garantindo sua continuidade até o quinto ano.

Na série, que é inspirada por Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

 

Colisão da lua provoca DESTRUIÇÃO em massa no novo trailer de ‘Moonfall’; Assista!

A Diamond Films divulgou o novo trailer de ‘Moonfall‘, épico de desastre sci-fi dirigido por Roland Emmerich (‘Independence Day’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de fevereiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Uma força misteriosa tira a Lua de sua órbita e a coloca em rota de colisão com a Terra. Poucas semanas antes do impacto e com a humanidade à beira da aniquilação, a ex-astronauta da NASA Jo Fowler está convencida de que tem a resposta para salvar o planeta, mas apenas um colega do passado, o astronauta Brian Harper, e o teorista K.C. Houseman, acreditam nela. Os improváveis heróis correm contra o tempo para montar uma missão ao espaço, mas lá descobrem que a Lua não é o que pensamos.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. John BradleyPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

Do Pior ao Melhor: Tomb Raider, Planeta dos Macacos e outros “Reboots” de Histórias Consagradas

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

‘Stranger Things’: Produtor dá mais informações sobre a terceira temporada

O produtor Shawn Levy deu alguns detalhes interessantes sobre a 3ª temporada de ‘Stranger Things‘.

 “O terceiro ano se passará no verão, então já temos uma grande diferença. As primeiras temporadas foram muito focadas na escola. Essa vai ser uma época do ano que não terá a ver com a escola; é sobre piscinas, acampamentos e fogos de artifício de 4 de julho. Veremos algumas coisas bem legais antes de tudo ficar sombrio.”
 Sobre o monstro que apareceu na 2ª temporada, Levy revelou: “Ele ainda está pelo mundo invertido. Está determinado a alcançar os seus objetivos. Seus bichinhos se estimação não conseguiram, então, dessa vez, ele terá novas estratégias.”

Segundo ele, a principal referência do novo ano da série será ‘De Volta Para o Futuro‘, filme de Robert Zemeckis que bombou nos cinemas naquela época.

“Os relacionamentos de Mike e Eleven, e de Mad Max e Lucas, vão continuar a ganhar destaque. Eles ainda estão fortes juntos quando começamos. Mas são crianças de 13 e 14 anos, então o que o romance significa o amor para elas? Tem que ser algo simples e estável. E teremos mais Steve esse ano, que foi colocado como uma ‘babá’ para as crianças.”, afirmou.

A produção do terceiro ano deverá começar em breve, e a estreia está prevista para 2019.

Ilha dos Cachorros: entrevista com Mathias Liebrecht, Key Animator do longa-metragem

O longa-metragem Ilha dos Cachorros, dirigido por Wes Anderson, conta a história de um garoto japonês chamado Atari Kobayashi, residente da cidade de Megasaki, onde o corrupto prefeito aprova uma lei que proíbe todos os cachorros de morarem no local, fazendo com que os animais sejam banidos para uma ilha vizinha repleta de lixo. O jovem, que não aceita se separar do seu animal de estimação Spots, convoca os amigos e parte em uma busca por seu fiel companheiro.

A animação em stop motion, que conquistou a crítica e gera comentários sobre uma possível indicação ao Oscar, tem como Key Animator o brasileiro Mathias Liebrecht, que já trabalhou com Tim Burton em Frankenweenie. A jornalista Karolen Passos teve a oportunidade de bater um papo com ele sobre o filme durante o AnimaMundi. Confira:

Crítica | Ilha dos Cachorros – Wes Anderson declara seu amor ao stop-motion (e aos cachorros)

Karolen Passos: Você tem um animal de estimação?
Mathias Liebrecht: Não tenho mais. Eu já tive um cachorro, cresci com ele e, para mim, ele era meu irmão (risos). Até o dia dele morrer quando eu tinha treze anos. Tenho um irmão também, mas na minha cabeça, tinha dois irmãos. Desde então eu não tive, quer dizer, tive um peixe.

KP: Mas não deixa de ser um animal de estimação.
ML: Não deixa de ser, mas não era a mesma coisa, o cachorro era especial.

KP: Como foi trabalhar com uma história como a de Ilha dos Cachorros? O que foi diferente do seu trabalho em outros filmes?
ML: Acho que o estilo do filme. Há muito tempo eu morria de vontade de trabalhar em um filme do Wes Anderson. Quando fiquei sabendo de O Fantástico Sr. Raposo, tentei entrar neste filme e não deu naquela época, por diversos motivos. Na hora que anunciaram, já sabia que esse filme ia ser diferente de todos os outros em stop motion, e foi, realmente. Para mim, foi um marco na história do stop motion atual. E esse filme (Ilha dos Cachorros) segue uma linha parecida, acho que é o estilo e a marca registrada do visual dele (Anderson). Para mim foi isso, mais o estilo e a potência do filme.

EXCLUSIVO: Vídeo mostra como foi criado o Stop Motion da animação ‘Ilha dos Cachorros’

KP: Como foi trabalhar com um diretor com uma visão tão peculiar como o Wes Anderson?
ML: Ele é super peculiar. Muito detalhista, extremamente detalhista, muito visual. Mas por outro lado, ele abre muito o diálogo para discutir o objetivo da cena, como chegar naquele ponto. Ele é extremamente detalhista, eu também sou, então, entendo ele.

KP: Então funcionou muito bem?
ML: Funcionou. Mas às vezes, foi difícil, mas funcionou sim. É difícil para quem trabalha na equipe de um diretor muito detalhista, porque você tem que lidar com isso. Então, não é uma coisa fácil. Mas é algo que te empurra pros seus limites e faz você buscar outras maneiras, e encontra-las também. E acho isso bom. Quando é muito fácil, você não evolui muito. Quando a coisa é difícil e tem barreiras, você é forçado a evoluir. Isso foi bom!

KP: Qual é o maior desafio de produzir uma animação em stop motion?
ML: O maior desafio, talvez, seja a resistência. É muito tempo, antes de mais nada, um longa dura, pelo menos, um ano e meio de montagem. Você precisa ter essa resistência para poder chegar no seu ápice de animação. Todo dia, todo tempo, o tempo inteiro. Então, tem cena que dura um dia e outras que duram três semanas, às vezes, a cena é relativamente curta, mas é muito complexa, com muitos personagens e movimento de câmera. Chega em um grau de complexidade que você tem que manter a sua performance durante a cena toda, durante o filme todo para não decair.

As Melhores Animações em Stop-Motion – Incluindo ‘Ilha dos Cachorros’

KP: Teve alguma cena, em particular, em que você se sentiu mais desafiado na hora de realiza-la?
ML: As cenas que tem atuação, para mim, são as mais desafiadoras e também as minhas preferidas ao mesmo tempo. Eu gosto de cenas onde a atuação é forte, é onde eu me sinto como um ator, que é o que a gente é, uma mistura de ator com coreógrafo com técnico, uma mistura dessas três coisas. A cena dos cachorros no campo de golfe foi uma das mais desafiadoras.

KP: Ilha dos Cachorros já está gerando um murmurinho sobre uma possível indicação ao Oscar. O que você pensa sobre isso?
ML: Provavelmente vai ser indicado ao Oscar. Um dos filmes mais proeminentes em animação atualmente. Se vai ganhar ou não, eu não sei.

KP: O que você diria para quem ainda não foi conferir Ilha dos Cachorros?
ML: Vai assistir (risos). Porque é lindo e uma história muito única. É um dos filmes em que trabalhei que eu mais gosto, como obra cinematográfica.

Ilha dos Cachorros já se encontra em cartaz nos cinemas brasileiros. Já pode correr para assistir!

‘Demimonde’: Série misteriosa de J.J. Abrams é encomendada pela HBO

A HBO ganhou a disputa com a Apple e encomendou Demimonde, nova série de ficção científica escrita por J.J. Abrams (‘Lost‘), de acordo com o Deadline.

Segundo o THR, a série sai direto da sua “mystery box” e irá mostrar uma família que sofre um terrível acidente de carro. Depois da mãe entrar em coma, a filha começa a mexer em seus experimentos no porão e acaba teletransportada para um outro planeta que está em meio a uma batalha contra uma força opressiva e monstruosa. Depois disso, seu pai também acaba indo para esse misterioso mundo.

Além de escrever o roteiro da nova série, Abrams também é produtor executivo do projeto com sua produtora Bad Robot. A produção é da Warner Bros Television.

Atualmente J.J. Abrams está cuidando de muitos projetos, entre eles, o novo Cloverfield, além do suspense OverlordStar Wars: Episódio IXe da sérieCastle Rock, que produz ao lado de Stephen King.

Novas informações devem sair em breve. Demimondetem previsão de estreia para 2019.

Cachorros

(Los perros)

 

Elenco:

Antonia Zegers

Alfredo Castro

Rafael Spregelburd

Direção: Marcela Said

Gênero: Drama

Duração: 94 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Julho de 2018

Sinopse:

Na trama, Mariana faz parte da elite chilena e é desprezada por seu pai e seu marido por não conseguir engravidar. Então, ela começa a se sentir atraída por seu professor de equitação, um ex-coronel suspeito de crimes contra os direitos humanos durante a ditadura.

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

[Opinião] MCU começou oficialmente a “Era da Retcon”

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu a Falcão e o Soldado Invernal, WandaVision, Viúva Negra, Shang-Chi e Eternos não leia esta matéria para não receber spoilers.

O planejamento do Universo Cinematográfico Marvel sempre foi algo elogiadíssimo pelos fãs e pela crítica. Apesar de alguns erros ficarem nítidos, resultando na troca de atores ou no abandono de tramas. Como esquecer da pós-créditos de O Incrível Hulk (2008), que trazia Tony Stark (Robert Downey Jr.) recrutando heróis para a Iniciativa Vingadores? Ou ainda da busca internacional de Steve (Chris Evans) e Sam (Anthony Mackie) por Bucky (Sebastian Stan) que apesar de encerrar Capitão América: O Soldado Invernal (2014) com um gancho enorme, como se fosse ser desenvolvida, acabou virando um nota de rodapé em Vingadores: A Era de Ultron (2015) e terminou com 20 minutos de filme em Capitão América: Guerra Civil (2016)?

Fato é que essas retcon, essas mudanças ou correções com o “carro andando” se tornaram comuns no MCU de forma bem natural, mas, em 2021, tendo essa possibilidade de ouro de “recomeçar” nos cinemas e no streaming, a Marvel deu início a um processo gigante de correções ou ressignificações de pontos que foram mal explorados no passado ou até mesmo acertando erros que incomodaram demais os fãs e renderam várias críticas chatas a Kevin Feige e cia.

A primeira delas foi justamente em WandaVision com sua protagonista. Parte do MCU há seis anos, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) sempre esteve aquém de sua contraparte original dos quadrinhos, que era extremamente problemática e poderosa. Nos cinemas, ela só era uma mulher de trinta anos interpretando uma adolescente que passou por coisas ruins na vida e podia mexer coisas com a mente.

Apesar do próprio Kevin Feige ter dado várias entrevistas ao longo desses seis anos para dizer que os poderes dela aumentariam com o passar dos filmes, ele também disse que sua aparição em Vingadores: Ultimato (2019) já seria praticamente sua forma final com plenos poderes. Então, chegou o filme e lá estava ela mexendo coisas com a mente de novo.

Com a série própria, a capacidade de manipulação da realidade enfim foi abordada e consolidada. Inclusive, quem não tiver visto a produção e chegar seco para Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) vai levar um grande susto com o upgrade que ela sofreu, se tornando praticamente uma personagem diferente. Partindo da ideia do luto da protagonista, a série faz Wanda perder a cabeça e ressignifica seus poderes, fazendo com que a mutação seja somada a entidade da Feiticeira Escarlate, quase como uma Força Fênix da magia. Assim, é bem provável que ela assuma um papel anti-heroico ou até mesmo de vilã, enquanto busca por seus filhos no Multiverso.

Em Falcão e o Soldado Invernal, diversas mudanças sutis acontecem, abrindo portas para um novo futuro para o núcleo do Capitão América. Logo de cara, a história quase imaculada de que não houve outros Capitães América, apesar das tentativas, foi jogada no lixo com o brilhante arco de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), o soldado afro-americano que foi cobaia involuntária de testes do governo americano de novas tentativas do soro, mostra que o legado do uniforme bandeiroso e do escudo estrelado foi construído não só com a inocência e heroísmo de Steve, mas também por muita podridão nos anos em que o herói passou congelado.

Essa “janela” do legado do herói já foi explorada também em Viúva Negra. No filme, o Guardião Vermelho (David Harbour) é um agente ex-KGB bonachão que vive bêbado, cujo passado remete a experimentos soviéticos que tentaram replicar nele os poderes e o símbolo do Capitão América, fazendo dele um tipo de Capitão Soviético.

No entanto, apesar de viver se gabando de suas histórias como herói aventureiro e até mesmo exagerando ou distorcendo casos para contar vitória, o Guardião comenta com muito entusiasmo sobre seus confrontos e batalhas contra o Capitão América, tanto que a primeira pergunta que ele faz para a “filha”, Natasha (Scarlett Johansson) depois de décadas sem vê-la, é se o Capitão América falou dele.

Como as datas não batem, Isaiah estava preso pelo governo e ele não aparenta estar mentindo sobre essas histórias, já que ele acredita mesmo nisso, a Marvel abriu de vez a porta para os problemáticos Capitães América que existiram nos quadrinhos enquanto Steve estava congelado. A maioria enlouqueceu e acabou morrendo tragicamente anos depois, manchando mais ainda o legado do soro do supersoldado, o que acaba colaborando com o ponto do Barão Zemo (Daniel Brühl).

Voltando para a série e continuando com o ponto de que Zemo estava certo, Sharon Carter (Emily VanCamp) foi outra afetada pelo soro, mas não diretamente. Ela talvez seja a personagem que mais sofreu com esse retcon, se mostrando uma pessoa completamente diferente. Ela foi introduzida em 2014 como novo interesse amoroso de Steve. Em 2016, isso se consolidou com um dos beijos mais anticlimáticos da história, praticamente confirmando a ela o papel diminuto de interesse amoroso. Porém, nos anos seguintes, a vida pessoal de Steve não voltou a ser abordada e para complicar ainda mais, ele voltou no tempo para viver sua vida ao lado da tia da garota. Esses casos de família, não é mesmo, Steve?

Enfim, o caminho dado a Sharon teve de ser abandonado justamente por falta de oportunidade de ter a personagem em tela. Com isso, de mocinha espiã, eles a transformaram em uma foragida internacional por ter ajudado os heróis contra os Tratados de Sokovia, levando ela para Madripoor, onde virou o Mercador do Poder. Lá, ela se consagrou como a maior traficante internacional de armas e artes do mundo, até conseguir se infiltrar novamente no governo americano. Ou seja, ela saiu da aba do ex para virar uma potencial oponente do novo Capitão América, Sam Wilson.

Retornando para Viúva Negra, a trama da organização russa de espiãs foi citada brevemente no passado, dando a entender que já havia acabado. Porém, com a morte precipitada de Nat, a Marvel recuperou o “Programa Viúva Negra” e mostrou que existe um verdadeiro exército de mulheres aprimoradas perambulando por aí e resolvendo – ou causando – muitos problemas na surdina, dando a Yelena (Florence Pugh) o rumo de tirar essas mulheres do controle da organização antes de substituir a irmã como a nova Viúva Negra dos Vingadores.

Então chegamos a Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, que veio disposto a passar uma belíssima borracha nas trapalhadas de Homem de Ferro 3 (2013). Na cena do Clube de Luta de Macau, é possível ver uma Viúva Negra lutando contra um soldado Extremis. No filme de 2013, o Extremis era um vírus que deveria recuperar soldados decepados em combate e aprimorá-los, dando a eles capacidades super-humanas. Porém, os experimentos deram errado e eles se tornaram bombas-relógio cuspidoras de fogo, sendo a única exceção Aldrich Killian (Guy Pierce), que eventualmente termina sendo derrotado e morto.

Pepper (Gwyneth Paltrow) também é infectada com o vírus, mas o filme termina com Tony dizendo que ela foi curada. Essa cura teria sido a remoção total do Extremis ou uma estabilização do vírus, conferindo a ela mais resistência e coisas do tipo? Essa participação do soldado Extremis em Shang-Chi deixa muitas perguntas, já que se pensava que o programa tinha morrido com Killian e que os outros soldados tivessem partido dessa para melhor. Ter um deles perambulando por aí pode indicar muitas coisas, inclusive a continuidade da IMA, uma organização importantíssima no Universo Marvel dos quadrinhos para ser desperdiçada em uma cameo de Homem de Ferro 3.

Outro vilão resgatado nessa sequência de Macau foi o Abominável. Apesar de terem dado a entender que ele havia morrido ao final de O Incrível Hulk, seu retorno havia sido apontado ainda na Fase Um. Em um dos Marvel’s One Shot, os curtas de bônus que vinham nos blu-rays da Fase Um, o Agente Coulson (Clark Gregg) discute a convocação do Abominável para os Vingadores caso o Hulk não esteja disponível. No entanto, nunca mais se falou nele, dando a entender que esse arco tivesse caído no esquecimento. Mas agora com a série da Mulher-Hulk vindo aí para o Disney+, é bem provável que o retorno do Abominável de Blonsky indique uma participação dele na produção. Vale lembrar que esse núcleo do Hulk é bem problemático, já que o Golias Esmeralda pertence à Universal, podendo apenas participar de filmes de outros personagens do MCU, mas nunca podendo estrelar um longa solo. Então, trazer esse universo dele para ser coadjuvante na série da prima de Bruce Banner (Mark Ruffalo), incluindo o próprio Bruce, é uma forma esperta de evitar conflitos contratuais e financeiros com a Universal.

Outra organização que sofreu um retcon pesado em Shang-Chi foram os Dez Anéis. Introduzidos em Homem de Ferro (2008) como um grupo terrorista do Oriente Médio que traficava armas e queria tomar o controle bélico da região, eventualmente negociando com Obadiah Stane (Jeff Bridges) e sequestrando Tony Stark, fazendo com que ele virasse o Homem de Ferro, o grupo voltaria a aparecer sob controle americano em Homem de Ferro 3, respondendo a Killian.

Isso fugiu demais da grandiosidade dessa organização nos quadrinhos. Então, em Shang-Chi, foi revelado que os verdadeiros Dez Anéis vinham atuando há milênios na Ásia, respondendo a Wenwu (Tony Leung), que, fazendo uso de dez anéis alienígenas, conquistou impérios e acumulou fortunas por milhares de anos, enquanto treinava um exército de guerreiros na China para seguirem expandido suas fronteiras de atuação e definindo momentos-chave da sociedade global.

Além disso, a figura do Mandarim, que foi esculachada com o ator desmiolado Trevor Slattery (Ben Kingsley) e já havia sido “retconizada” no One Shot All Hail The King, enfim ganhou uma abordagem que faz justiça ao personagem, trazendo uma interpretação mais respeitável ao vilão. Por fim, os Dez Anéis continuam sob nova direção, garantindo mais uma organização criminosa presente no MCU. Com isso, algumas sagas que envolvam essas organizações, como H.I.D.R.A., IMA, Dez Anéis e até mesmo o Tentáculo podem voltar a acontecer sem parecer forçadas. É uma ótima ação, principalmente pensando nos vindouros projetos de heróis urbanos.

Por fim, Eternos veio para remover aquela ideia de Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017) de que um Celestial pode ser explodido por uma bomba de “baterias arbulax” ou algo do tipo. No filme de James Gunn, eles usam o Quase-Celestial Peter Quill (Chris Pratt) para distrair o Celestial Ego (Kurt Russell) enquanto o Bebê Groot (Vin Diesel) entra no sistema nervoso dele e aciona uma bomba. Um plano relativamente simples para matar uma criatura mais velha que o próprio tempo.

Em Eternos, o grupo superpoderoso usa todos os seus recursos e energias vitais para impedir que o novo Celestial saia do forninho, destruindo assim toda vida na Terra. Com esse novo padrão Celestial e com a visita de Arishem ao planeta, não esperemos mais que essas entidades sejam explodidas de formas simples. Na verdade, a partir de agora, é prudente cogitar que eles só possam ser derrotados por outras criaturas de mesmo calibre, como Knull e talvez até o próprio Galactus.

Para completar essa tendência de correções de curso com o universo em movimento, dois instrumentos narrativos perfeitos para essa ação já foram introduzidos e serão parte fundamental dessa nova fase: o Multiverso e Kang, o Conquistador (Jonathan Majors). Enquanto o primeiro já vem sendo trabalhado há algum tempo, o segundo foi introduzido na série Loki e se tornará o grande déspota temporal em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania. Ambos permitem a chegada de novas versões de personagens ou que elas se alterem por conta de viagens no tempo. Ou seja, poderão servir de muleta para qualquer possível erro ou decisão que não agrade o estúdio.

 

Crítica | Galeria Futuro – Comédia Nacional faz viagem no tempo com personagens cringes e analógicos

Os anos 1980, 1970, 1960 (e até mesmo um pouco antes disso) foram décadas marcadas por uma grande abertura capitalista a nível global. Produtos estadunidenses, chineses, japoneses, russos passaram a ser disponibilizados em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, tornando-se de fácil acesso (de certo modo) à população, especialmente à classe média. Não só produtos, mas também tecnologias – eletro e eletrônicos manufaturados no exterior que começaram a ser importados e trazidos ao Brasil, como os rolos de filmes fotográficos, aparelhos de vídeo cassete e DVD, o cinema hollywoodiano, etc. Porém, com a virada do milênio e a globalização ferrenha, muitos desses produtos e tecnologias ficaram obsoletas. Com uma pegada bem-humorada sobre esse embate, chega aos cinemas brasileiros a comédia nacionalGaleria Futuro’, a partir de 18 de novembro em cartaz nas salas.

Valentim (Marcelo Serrado), Kodak (Otávio Müller) e Eddie (Ailton Graça) são três adultos, amigos desde a infância, passada na Galeria Futuro, uma galeria no coração de Copacabana que costumava ser muito frequentada e ter dezenas de lojas diferentes. Hoje o local está às moscas, com dívidas estratosféricas e prestes a ser vendido para uma igreja evangélica. Quando Paula (Luciana Paes), uma nova inquilina, aluga uma loja no espaço e percebe a furada em que se meteu, os quatro vão unir forçar para tentar arrecadar o dinheiro necessário para salvar a Galeria Futuro, e, junto com isso, tentar salvar o que lhes resta de dignidade.

Em pouco mais de uma hora e vinte de duração, ‘Galeria Futuro’ convida o espectador adulto a uma nostálgica viagem no tempo, de volta à uma época em que o mistério era relevante – o mistério de revelar fotografias sem saber se ficaram boas ou não, de alugar um filme sem saber se está escolhendo bem, de truques de mágica cuja execução é desconhecida pelo público. Nada disso é mais relevante nos tempos de hoje, com as câmeras nos celulares, os filmes on demand e críticas antecipadas, e diversos vídeos e tutoriais que desmascaram os ingênuos truques dos grandes mágicos. Outros tempos.

Esse é o ponto forte do roteiro de Matheus de Souza, Pablo Padilla, Cristiano Gualda, Bia Crespo e Fernando Sanches, que consegue realmente transportar o espectador para a saudosa época de coisas analógicas e cringes. Entretanto, a partir da segunda metade do longa o enredo fica desgovernado, trazendo um inesperado non sense que resulta numa resolução agridoce, porém real, prestando homenagens a clássicos do cinema internacional.

Fernando Sanches e Afonso Poyart fazem de seu filme um retrato que demonstra que tanto os protagonistas quanto a tal ‘Galeria Futuro’ e o bairro de Copacabana são personagens que resistem à modernidade dos tempos, igualmente na ficção quanto na vida real. Um filme que toca num ponto delicado de vivermos em tempos tão descartáveis, nos quais pessoas e locais analógicos não encontram mais espaço para viver. Talvez até mesmo por isso, ‘Galeria Futuro’ faça uso da comédia para contar sua história – um grande acerto, aliás, com piadas, comentários e comportamentos naturais condizentes com a índole desses indivíduos que, a seus modos, buscam resistir ao descaso da memória patrimonial e arquitetônica com bom humor.

‘Tom e Jerry’: Live-action ganha data de estreia

O longa live-action de ‘Tom e Jerry‘ ganhou sua data de estreia! A Warner confirmou que o lançamento do filme está previsto para 16 de abril de 2021.

A previsão é de que Tom e Jerry seja o primeiro híbrido de animação e live-action do estúdio a ser filmado em 2019. Os dois personagens devem aparecer no mundo real e não vão falar, assim como era no desenho original.

O longa será dirigido por Tim Story, de ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘.

“Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.”

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

‘Aves de Rapina’: Refilmagens irão acrescentar cena conectada com ‘O Esquadrão Suicida’

Aves de Rapina está passando por algumas refilmagens devido à recepção negativa por parte da imprensa que assistiu ao primeiro corte do longa metragem. Segundo o site We Got This Covered, executivos da Warner Bros. também não estavam satisfeitos com o modo de introdução e de desenvolvimento do vilão Máscara Negra (Ewan McGregor), visto que sua caracterização se restringia a um ofensivo estereótipo.

Agora, o mesmo site declarou que as novas cenas trarão uma sequência inédita que faz conexão com ‘O Esquadrão Suicida’, reboot comandado por James Gunn. Entretanto, fontes próximas ao veículo não puderam oferecer mais informações.

Aves de Rapina será dirigido pela Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Sonic – O Filme’ deve esmagar ‘Aves de Rapina’ nas bilheterias

Sonic – O Filme’ finalmente chegou aos cinemas e, nesse momento, toda a atenção está se voltando para uma grande abertura de bilheteria do longa-metragem.

De acordo com estimativas promovidas pela Paramount Pictures e pela Sega, o filme deve abrir entre consideráveis US$43 US$48 milhões no final de semana, com uma previsão de alcançar entre US$50 US$60 milhões nos quatro dias seguintes. Por enquanto, a arrecadação inicial de Sonic deve se equiparar a ‘Detetive Pikachu’ (podendo ultrapassá-lo caso as críticas continuem positivas).

Caso as previsões se concretizem, o longa deve também ultrapassar ‘Aves de Rapina’, que teve uma arrecadação menor do que a prevista nas bilheterias (alcançando apenas US$35 milhões em seu final de semana de abertura depois de uma projeção de US$60 milhões).

A trama segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

 

‘Mulan’: Sandy Leah fará parte da trilha sonora do live-action

Segundo a página do Twitter Cine Marcado, a conhecida e premiada cantora Sandy Leah, que fez parte da dupla Sandy & Junior, fará parte da trilha sonora nacional do live-action de Mulan.

As informações indicam que Sandy gravou a versão brasileira de “Loyal Brave True”, intitulada “Lealdade Coragem Verdade”. A canção original foi performada pela vencedora do Grammy Christina Aguilera, que também participou da animação de 1998.

Confira:

Essa não é a primeira vez que Sandy regrava clássicos do cinema: em 1998, ela e Junior fizeram uma versão nacional de “My Heart Will Go On”, cantada por Céline Dion para o longa Titanic.

Anteriormente planejado para chegar às telonas em 23 de julho – após sua data original de estreia ter sido cancelada em virtude do fechamento das redes cinema ao redor do mundo -, o filme agora será lançado nas telonas norte-americanas no dia 21 de agosto, com a expectativa de que o longa chegue ao Brasil um dia antes.

Por meio de um comunicado oficial, o executivo e Chefe do Gabinete Criativo da Walt Disney Studios, Alan Horn, reiterou a importância de lançar Mulan nos cinemas, considerando também toda a flexibilização necessária em meio ao novo contexto mundial:

“Embora a pandemia tenha mudado nossos planos de lançamento para Mulan e nós continuaremos a ser flexíveis conforme as condições assim nos exigirem, nossa crença no poder deste filme e em sua mensagem de esperança e perseverança ainda não mudou. A diretora Niki Caro, nosso elenco e equipe apoio criaram um belo filme, épico e comovente, que é tudo o que a experiência cinematográfica deve ser e é ali que acreditamos que o filme pertence: No palco do mundo e nas telonas, para o público ao redor do globo desfrutar junto”.

Sobre o remake

Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

The Crown | O que é fato e o que é ficção na 4ª temporada do aclamado drama

A 4ª temporada de The Crown estreou há pouco tempo na Netflix e rapidamente se tornou sua melhor – seja pela continuidade estética dos anos predecessores, seja pela derradeira e visceral interpretação de Emma Corrin como Princesa Diana e de Gillian Anderson como Margaret Thatcher.

Entretanto, é inegável dizer que a série tem seus deslizes, principalmente no tocante à precisão histórica (algo que, na verdade, não faz muita diferença quando pretendemos compreender o panorama geral da história da Rainha Elizabeth II e da monarquia britânica). De qualquer forma, o time de pesquisadores sempre está em afinidade com os roteiristas, ao menos para prover o esqueleto do show – mas quanto dos fatos que realmente aconteceram foram alterados?

Desde o embate entre Elizabeth (Olivia Colman) e Thatcher até a icônica dança entre Charles (Josh O’Connor) e Diana, o CinePOP separou uma lista com o que se manteve fiel e o que foi mudado por questões artísticas sobre o mais recente ciclo do drama de época.

Confira:

O INTRUSO

O quinto episódio da 4ª temporada, intitulado “Fagan”, Elizabeth se depara com um intruso em seu quarto, um jovem chamado Michael Fagan que trespassa a segurança monárquica, entra nos aposentos da rainha e tem uma franca conversa sobre a situação dos trabalhadores em Londres. Felizmente, Fagan não demonstrou ser perigoso para Elizabeth, tendo permanecido no quarto alguns minutos antes de ser levado embora e ter sido preso por alguns meses por invasão.

Parte da história retratada no capítulo é real – Fagan de fato conversou com a rainha. Entretanto, não foi ela quem o manteve ocupado até a chegada dos oficiais, e sim um guarda não armado. Como se não bastasse, o episódio o trata como alguém nos primeiros estágios de esquizofrenia, quando, na verdade, estava sob efeitos de cogumelos mágicos ingeridos cinco meses atrás. O próprio Fagan comentou que “dois anos depois eu estava me recuperando. Eu fiquei chapado de cogumelos por muito, muito tempo”.

MARGARET THATCHER x ELIZABETH II

A tensão entre a primeira-ministra e a rainha da Inglaterra estava prestes a explodir em The Crown, com alfinetadas e reviradas de olho sendo jogadas de uma para outra. No oitavo episódio, “48:1”, Thatcher se recusa a assinar um documento da Comunidade das Nações, presdida pela monarca, que infligiria sanções econômicas sobre a África do Sul em virtude das políticas segregacionistas do apartheid. Eventualmente, Elizabeth, furiosa, tenta ao máximo contornar a situação, mudando termos e mais termos que a façam concordar com os termos.

Segundo documentos do governo irlandês, divulgados em 2017, foi exatamente isso o que aconteceu: a rainha estava no limite de sua paciência e até mesmo cogitou cancelar sua audiência semanal na Comunidade – e mais: Thatcher foi influenciada pelos interesses econômicos do próprio filho, Mark (apesar de confirmações concretas não terem sido feitas).

FAMÍLIA PERDIDA

Helena Bonham-Carter fez um trabalho arrepiante como a Princesa Margaret na nova temporada – e foi protagonista de um dos episódios mais potentes e chocantes do ciclo, “The Hereditary Principle”. Aqui, Margaret abandona o álcool e o fumo após uma perigosa cirurgia, clamando por mais responsabilidades do palácio além das que já tem. Porém, as coisas não seguem como o planejado e ela perde o “status” de substituir a irmã em eventos ao redor do mundo quando o caçula Edward alcança a maioridade. Rendendo-se mais e mais à depressão, ela concorda em ver uma terapeuta, através da qual descobre duas primas de primeiro grau, Nerissa e Katherine Bowes-Lyon, que foram internadas quando crianças e (surpresa!) permanecem vivas até hoje apesar dos documentos da família as taxarem como mortas.

Margaret confronta a mãe pela crueldade de manter um segredo desse porte escondido e, como resposta, ouve que o princípio de hereditariedade poderia ser colocado em xeque caso Nerissa e Katherine viessem a conhecimento público. De fato, as duas existiram e foram internadas no Royal Earslwood Hospital em 1941 – mas nenhum membro da família real foi visitá-las desde então, com exceção de Lady Elizabeth Anson (sobrinha) e a nora da rainha-mãe, Fenella Bowes-Lyon. Logo, Margaret não teve qualquer papel decisivo na descoberta das primas.

DIANA E ‘O FANTASMA DA ÓPERA’

Diana sempre foi um membro da família real diferente dos outros, adorada pelo público por sua acessibilidade e por sua personalidade encantadora – algo que não agradava ao restante da realeza. Em 1985, Diana já estava casada com Charles há cinco anos e passavam por vários problemas matrimoniais, incluindo diferença etária, interesses e temperamentos, isso sem mencionar a constante traição de ambos os lados. Diana também sofria de bulimia e problemas emocionais, enquanto a baixa autoestima de Charles era ameaçada pela popularidade da esposa.

Em seu 37º aniversário, Charles resolveu ir à ópera com Diana para apreciar uma apresentação de ballet – até ser surpreendido por uma aparição surpresa de Diana ao som de “Uptown Girl”, de Billy Joel (algo que o deixou furioso por drenar toda a atenção do público e da mídia à apresentação). Como se não bastasse, a princesa também apostava na reconstrução de seu casamento e, em seu aniversário, gravou em fita uma versão com a orquestra original de ‘O Fantasma da Ópera’ no Teatro West End. Apesar do sorriso amarelo, Charles diz a Camilla, sua amante, que odiou o que viu, principalmente sua cantoria.

Diana, de fato, dançou ao lado do soloísta Wayne Sleep no aniversário de Charles, no Covent Garden. “Charles estaria na plateia e queria surpreendê-lo; era tudo segredo”, Sleep disse em entrevista ao The Guardian. Também é fato que Charles não ficou impressionado com a performance, chamando-a de exibida. Mas não há qualquer evidência de que Diana tenha se reunido com a orquestra do icônico musical, nem que tenha gravado uma apresentação para o príncipe real.

O TESTE DE BALMORAL

“Aparentemente, a família real rotineiramente sujeita todos seus convidados a testes secretos para descobrirem se alguém é aceitável ou aceitável”, diz Denis Thatcher (Stephen Boxer), marido de Margaret, no episódio sobre o Teste de Balmoral, uma espécie de avaliação que o casal definitivamente falhou em quase todos os requisitos, enquanto Diana acertou em cheio e conquistou o coração da calculista família. De acordo com jornalistas reais, essas “brincadeiras” aconteciam de verdade – e Thatcher teve de pedir um par de galochas para os passeios ao ar livre, visto que só tinha levado calçados indoor.

Entretanto, o criador Peter Morgan incrementou um pouco o capítulo em questão e colocou uma vergonhosa sequência em que Margaret brinca de “Ibble Dibble” com os membros da família real. Essa é hilária, sem dúvida, e desconfortante pela forçosa tentativa da primeira-ministra em compreender os maneirismos de sua rainha. Mas não há quaisquer evidências que o jogo era algo constante em Balmoral.

‘Expresso do Amanhã’: Vídeo leva o público a conhecer os bastidores da série distópica; Confira!

TNT divulgou recentemente um vídeo de bastidores que leva o público a conhecer os bastidores da série distópica pós-apocalíptica ‘Expresso do Amanhã’, com relatos do elenco protagonista e do time criativo.

Confira:

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Crítica | 3º episódio de ‘American Horror Story: Double Feature’ mantém o altíssimo nível da temporada

American Horror Story teve uma de suas melhores estreias desde 2011 com os dois primeiros episódios de ‘Double Feature’. O ambicioso ciclo conseguiu recuperar os elementos outrora vistos em ‘Murder House’ e ‘Asylum’, por exemplo, em uma nostálgica investida que cativou o público ao redor do mundo e deu início a uma complexa e sanguinolenta jornada de ambição e egolatria, marcada por um roteiro exímio e uma competente construção artística.

É claro que a primeira parte da temporada, subtitulada ‘Red Tide’, se voltou para uma das criações mais clássicas do terror, os vampiros. Entretanto, assim como ‘Hotel’, Ryan Murphy e Brad Falchuk desconstruíram a mitologia por trás dos personagens em uma belíssima e envolvente narrativa metalinguística que explora o preço do talento e da fama: em outras palavras, os personagens são atraídos por uma pílula misteriosa que os transforma em deuses criativos, superiores a outros amadores. E, é claro, tal habilidade vem com um preço caro a ser pago – se alimentar do sangue das pessoas para sobreviver em um vicioso ciclo interminável de chacinas e de glória.

Enquanto os episódios da semana passada representaram uma considerável melhora em relação a anos anteriores, era de se esperar que os capítulos seguintes deslizassem em certos problemas de ritmo e de concepção; felizmente, não foi isso o que aconteceu. Em “Thirst”, como ficou conhecido o terceiro capítulo, Falchuk fica encarregado de uma narrativa irretocável, com todos os aspectos imutáveis da antologia, enquanto a diretora Loni Peristere também retornou no comando da iteração em uma ode ao thriller psicológico. Como se não bastasse, o elenco permanece afiado como nunca, cada qual com seu momento de brilhar – e falar isso parece redundante, considerando que, mesmo em meio aos equívocos, são as atuações que nos conquistam do começo ao fim.

Seguindo de onde paramos, Harry (Finn Wittrock) enfrenta as drásticas consequências da filha, Alma (Ryan Kiera Armstrong), ter tomado a pílula em um surto de ganância, exigindo de si mesma ser a melhor violinista de todas – adotando esse atalho sem pensar no custo. Por ser mais jovem e ingênua, Alma parece não ter controle do apetite voraz por sangue e, por essa razão, posa como uma ameaça a todos os outros artistas que se valeram da droga para alcançarem os seus objetivos, motivo pelo qual chama uma controversa atenção de Belle (Frances Conroy) e Austin (Evan Peters). Mergulhando em um turbilhão de eventos catastróficos, Harry é “obrigado” a mentir para a esposa, Doris (Lily Rabe) sobre o que aconteceu e lida com as investigações da delegada local, Burleson (Adina Porter), sobre os múltiplos corpos que aparecem jogados pela cidade.

Da mesma forma que “Cape Fear” e “Pale”, “Thirst” toma o tempo necessário para se desenrolar e, por essa razão, talha uma densa e angustiante atmosfera cujo objetivo é deixar os espectadores à beira de um ataque de nervos. Os atos do episódio são alicerçados em homenagens a obras do gênero, desde ‘A Bruxa’ até ‘Hereditário’, pegando recursos emprestados que vão desde a mortal elegância da fotografia ao minimalismo tétrico de uma repetitiva e pragmática trilha sonora. Entretanto, o maior bem do episódio é o fato de não querer revolucionar a prática do storytelling ou criar algo original, e sim se valer das fórmulas do terror e trilha um caminho que já conhecemos e que sabemos, por ora, como vai terminar. As cartas dispostas nesse início de temporada foram dadas e, agora, é preciso jogar.

Se o elenco já apresentado ganhou nossa atenção pela natureza das performances, a substancial aparição de Leslie Grossman como a agente de Harry, Ursula, se mostrou como uma adição bem-vinda e surpreendente. Ursula funciona como uma encarnação capitalista e predatória do que significa se envolver com o show business e, apesar de demonstrar certa preocupação com Harry e com seus clientes, sabemos que suas intenções são outras. Afinal, ela não pensaria duas vezes antes de migrar para o próximo talento que encontrasse caso se mostrasse mais lucrativo e certeiro – e as coisas ficam mais complicadas quando ela descobre o efeito das pílulas e traça o paradeiro de quem as fabricou (a Química, interpretada pela sempre grandiosa Angelica Ross).

American Horror Story: Double Feature’ ainda tem muito a ser explorado – e tem potencial enorme de nos causar uma experiência interessante, principalmente com uma parte considerável das reviravoltas já reveladas. Murphy e Falchuk deixaram bem claro que a dinâmica dos personagens é seu ponto de partida, e observá-los dentro de um microcosmos recheado de segredos é chamativo e perturbador (do melhor jeito possível).

O live-action de ‘Scooby-Doo’ fez 20 ANOS e separamos várias curiosidades para você!

É mais comum do que imaginamos que a crítica especializada e o público discordem entre si quanto à qualidade de um longa-metragem – e, no fundo, isso não importa muito: a verdade é que boa parte das produções detonadas pela crítica tem um lugarzinho especial no coração dos espectadores, como é o caso de Scooby-Doo.

Lançado antes da febre das adaptações em live-action, o filme é baseado na clássica e aclamada franquia animada da companhia Hanna-Barbera e gira em torno de um grupo de detetives conhecido como Mistério S.A., formado por quatro adultos e um cachorro falante que resolvem mistérios bizarros e sobrenaturais. Na primeira releitura para os cinemas, os integrantes do grupo, Daphne (Sarah Michelle Gellar), Fred (Freddie Prinze Jr.), Salsicha (Matthew Lillard), Velma (Linda Cardellini) e Scooby, o adorado cão dinamarquês que empresta seu nome ao título, se reúnem dois anos depois de terem se separado para desvendar os arrepiantes eventos que estão ocorrendo no resort tropical conhecido como Ilha do Espanto.

Apesar das críticas negativas, que pontuaram falhas no roteiro, no humor e nos efeitos visuais, a obra fez um sucesso enorme de bilheteria e arrecadou US$275 milhões mundialmente, garantindo uma fidelidade astronômica por parte daqueles que cresceram acompanhando as aventuras de Scooby-Doo e sua gangue. A sólida recepção financeira inclusive deu origem a uma sequência, Scooby-Doo: Monstros à Solta’, lançada em 2004.

Pensando nisso e em celebração ao 20º aniversário do filme (completado daqui a alguns meses), o CinePOP preparou uma singela lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Raja Gosnell, que comandou o longa-metragem, queria um casal de verdade para intepretar Daphne e Fred (visto que os personagens também têm um enlace romântico). A primeira escolha do diretor foi Prinze Jr. e Gellar. Prinze Jr. não queria originalmente fazer o filme, porque não acreditava que conseguiria honrar a série animada original, mas Gellar o convenceu a aceitar o papel.
  • Este é um dos poucos filmes baseados em Scooby-Doo que revela os primeiros nomes verdadeiros do personagem titular e de Salsicha: Scoobert e Norville, respectivamente.

  • Gellar teve de conciliar as filmagens do live-action junto ao cronograma excessivo da série de fantasia ‘Buffy: A Caça-Vampiros’, que estrelava desde 1997. Os produtores de ambos os projetos entraram em um acordo para que ela passasse duas semanas em Los Angeles rodando ‘Buffy’, e as duas semanas seguintes em Queensland, Austrália, rodando Scooby-Doo.
  • Frank Welker, que dublou Fred em todos os desenhos de Scooby-Doo, foi escalado para dublar uma das criaturas do mal do filme.

  • A princípio, a abertura do longa tinha uma abertura animada alternativa, mostrando as versões originais dos personagens principais – mas a sequência foi cortada para poupar tempo de tela. A abertura em questão também traria uma rendição da música-tema Scooby-Doo, Cadê Você?”, do cantor Shaggy.
  • Gellar odiava as botas roxas que Daphne usava e, entre as gravações, sempre trocava por tênis mais confortáveis.
  • Assim que as filmagens terminaram, Prinze Jr. teve que raspar sua cabeça, visto que a água sanitária utilizada para deixá-lo loiro arruinou seu cabelo.

  • Jennifer Love Hewitt e Jennifer Aniston foram consideradas para o papel de Daphne Blake.
  • Isla Fisher foi a segunda escolha para interpreta Daphne, antes de Gellar aceitar o projeto. Sua performance na audição impressionou tanto os diretores de elenco, que ela conseguiu o papel coadjuvante de Mary Jane como resultado.
  • Originalmente, Scrappy Doo, sobrinho de Scooby-Doo, não seria o vilão principal. No final do filme, o Velho Smithers, também conhecido como o Fantasma da Lua do começo da narrativa, estaria por trás dos eventos principais do enredo.