‘Deadpool & Wolverine’ já se estabeleceu como um marco no cinema, superando uma série de recordes desde o seu lançamento. O longa, que marca o retorno deRyan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, já arrecadou impressionantes US$ 516,8 milhões em bilheteira mundial e US$ 568,8 milhões apenas na estreia nos EUA.
Com US$ 1,085 bilhão mundialmente, o filme ultrapassou ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ como a 11ª maior bilheteria da Marvel.
Confira o Top 12:
1. Vingadores: Ultimato – US$ 2.748.242.781
2. Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2.048.359.754
3. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – US$ 1.908.532.719
4. Os Vingadores – US$ 1.515.100.211
5. Vingadores: Era de Ultron – US$ 1.395.316.979
6. Pantera Negra – US$ 1.334.157.082
7. Homem de Ferro 3 – US$ 1.215.392.272
8. Capitão América: Guerra Civil – US$ 1.151.899.586
9. Homem-Aranha: Longe de Casa – US$ 1.132.937.929
10. Capitã Marvel – US$ 1.129.576.094
11. Deadpool e Wolverine – US$ 1.085.616.895
12. Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$ 952.224.986
O longa já arrecadou impressionantes US$ 1,085 bilhão e desbancou o sucesso de ‘Coringa’, que havia arrecadado US$ 1,074 bilhão em 2019.
É importante destacar que ‘Deadpool e Wolverine’ alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.
Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.
Aqui estão todos os outros recordes que o filme já bateu:
Maior bilheteria da história para um filme para maiores, desbancando ‘Coringa’ (US$ 1,074 bilhão em 2019)
Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), com US$ 132,4 milhões.
Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
Maior estreia da carreira deShawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Brad Winderbaum, que trabalha na Marvel TV, falou ao ScreenRant sobre o futuro dos X-Men no MCU, e desmentiu os rumores de que uma série ‘Academy X‘ estava sendo feita.
“Acho que qualquer um pode dizer qualquer coisa online, e isso vira boato e as pessoas ficam animadas. No momento, ainda estamos trabalhando na 2ª temporada de X-Men 97. Está ficando incrível, e os roteiros da 3ª temporada são insanos. Isso certamente está coçando a coceira de X-Men para mim na televisão. E há um filme dos X-Men em desenvolvimento agora, então esse é o foco dos X-Men atualmente.”
O jornalista e insiderJeff Sneider tinha afirmado que os executivos estavam com planos de desenvolver um projeto focado na Academia X.
A chegada dosX-Men no MCU é uma grande expectativa para os fãs, e muitos ficaram curiosos sobre como a Marvel abordaria alguns detalhes importantes, como a enorme estrutura celestial de Tiamut, vista em ‘Eternos‘, que fica suspensa no meio do oceano.
Uma das formas que eles encontraram para inserir essa ideia foi vinculá-la ao nascimento do Adamantium, criando uma conexão única no MCU.
Embora ‘Deadpool e Wolverine‘ tenha sido o grande filme a integrar os personagens dos X-Men na franquia da Marvel, também houve outras aparições de mutantes. O personagem Fera, interpretado por Kelsey Grammer, apareceu em ‘As Marvels‘ de 2023, e a protagonista da série Ms. Marvel, Kamala Khan (interpretada por Iman Vellani), foi mencionada como uma mutante em sua própria série de 2022.
Além disso, o Professor Charles Xavier, interpretado por Patrick Stewart, fez uma breve aparição em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (2022), e a Tempestade apareceu na série ‘What If…?‘ (2024).
Em um evento para fãs em novembro,Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, revelou que ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, prevista para ser lançada em 7 de maio de 2027, será o grande marco de entrada dos mutantes e dos X-Men em uma nova era dentro do MCU.
Michael Lesslie (‘Macbeth’) roteiriza o projeto, que deve ser supervisionado pelos Irmãos Russo.
Depois que terminarem ‘Vingadores: Apocalipse’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’, os irmãos “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU.
Lançado em 1993, ‘Abracadabra‘ (Hocus Pocus) atravessou gerações e se transformou em uma das produções mais queridas do catálogo da Disney. Exibida inúmeras vezes na televisão brasileira, a comédia fantástica se tornou presença obrigatória na programação de Halloween e ganhou status de clássico da Sessão da Tarde.
Curiosamente, o longa dirigido porKenny Ortega não foi um fenômeno imediato. Produzido por aproximadamente US$ 28 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 8,1 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos e encerrou sua exibição original com cerca de US$ 39 milhões no país. Com relançamentos posteriores, sua arrecadação mundial passou de US$ 50 milhões. O verdadeiro sucesso veio anos depois, com as reprises na televisão, as vendas em vídeo e a chegada ao streaming.
A trama acompanha Max Dennison, um adolescente que se muda para Salem e, durante a noite de Halloween, acidentalmente traz de volta as irmãs Sanderson. Executadas no século XVII por praticarem bruxaria, Winifred, Mary e Sarah precisam roubar a energia vital das crianças da cidade antes do amanhecer para permanecerem vivas.
O sucesso tardio foi tão grande que, quase três décadas depois, a Disney reuniu Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy em ‘Abracadabra 2‘. Lançada em setembro de 2022, a sequência se tornou, na época, a maior estreia de um filme do Disney+ nos Estados Unidos, considerando as horas assistidas nos primeiros três dias.
Agora, as bruxas se preparam para voltar mais uma vez. ‘Abracadabra 3‘ está oficialmente em desenvolvimento e terá o retorno das três protagonistas. Segundo informações divulgadas em maio de 2026, a Disney também estuda dar ao terceiro filme algum tipo de lançamento nos cinemas, após o enorme desempenho da continuação no streaming. Variety
Enquanto aguardamos novidades, confira por onde anda o elenco do clássico original:
A líder das irmãs Sanderson já era a integrante mais famosa do elenco quando Abracadabra chegou aos cinemas. Cantora, atriz e comediante, Midler recebeu indicações ao Oscar por ‘A Rosa‘ e ‘Para Eles, com Muito Amor‘, além de conquistar vários prêmios Grammy ao longo de sua carreira.
O talento musical da estrela foi aproveitado em uma das cenas mais lembradas do filme, na qual Winifred interpreta “I Put a Spell on You” durante uma festa de Halloween. Após Abracadabra, Midler estrelou sucessos como ‘O Clube das Desquitadas‘, ‘Mulheres Perfeitas‘ e ‘Uma Família em Apuros‘.
A atriz também brilhou nos palcos. Em 2017, venceu o Tony de Melhor Atriz em Musical por sua atuação em Hello, Dolly!. No cinema, retornou como Winifred em Abracadabra 2 e participou da comédia The Fabulous Four. Aos 80 anos, ela está confirmada no terceiro capítulo da franquia.
Cinco anos depois de interpretar a divertida e sedutora Sarah Sanderson, Sarah Jessica Parker conquistou o papel que mudaria sua carreira: Carrie Bradshaw na série Sex and the City. A produção da HBO se transformou em um fenômeno cultural, rendeu seis temporadas, dois filmes e vários prêmios à atriz, incluindo quatro Globos de Ouro.
Parker continuou ligada à personagem com a série derivada And Just Like That…, que acompanhou Carrie, Miranda e Charlotte em uma nova fase de suas vidas. Ela também estrelou produções como Tudo em Família, Cadê os Morgan?, Não Sei Como Ela Consegue e a série Divorce.
Em 2022, a atriz recuperou a vassoura — ou melhor, o esfregão — para interpretar Sarah Sanderson emAbracadabra 2. Parker também está confirmada no terceiro filme.
Antes de farejar crianças como Mary Sanderson, Kathy Najimy havia conquistado o público como a animada irmã Mary Patrick em Mudança de Hábito, lançado em 1992. Ela retornou para a continuação, Mudança de Hábito 2, e se tornou uma das atrizes cômicas mais reconhecidas dos anos 1990.
Najimy também construiu uma extensa carreira como dubladora. Seu trabalho mais famoso é Peggy Hill na animação O Rei do Pedaço, personagem que interpretou durante mais de uma década. Entre seus outros projetos estão Rat Race, Descendentes, Veep e Single All the Way.
A atriz voltou como Mary em Abracadabra 2 e também participará deAbracadabra 3, novamente ao lado de Midler e Parker.
Thora Birch – Dani Dennison
Uma das atrizes mirins mais conhecidas dos anos 1990, Thora Birch tinha apenas 11 anos quando interpretou Dani, a corajosa irmã mais nova de Max. Depois do clássico, ela participou de filmes populares como Perigo Real e Imediato, Meu Pequeno Ladrão e Agora e Sempre.
Em 1999, Birch recebeu elogios por sua atuação emBeleza Americana, vencedor de cinco Oscars, incluindo Melhor Filme. Dois anos depois, protagonizou o cultuado Ghost World – Aprendendo a Viver, trabalho que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro.
Após um período afastada das grandes produções, a atriz retomou sua carreira e apareceu em séries como The Walking Dead. Birch não participou de Abracadabra 2, mas já manifestou interesse em descobrir o que aconteceu com Dani e retornar no terceiro filme.
Omri Katz – Max Dennison
Antes de acender a vela da chama negra como Max, Omri Katz já era conhecido por seus trabalhos nas séries Dallas e Eerie, Indiana. Em 1993, também participou de Matinee – Uma Sessão Muito Louca, dirigido por Joe Dante.
Após algumas aparições na televisão, Katz abandonou a carreira de ator no início dos anos 2000. Apesar disso, continuou participando de convenções e reencontros com os colegas de Abracadabra.
O ator não retornou para a sequência de 2022, mas afirmou que aceitaria interpretar Max novamente caso fosse convidado pela Disney paraAbracadabra 3.
Vinessa Shaw interpretou Allison, colega de escola e interesse amoroso de Max. Depois do filme, a atriz trabalhou com Stanley Kubrick em De Olhos Bem Fechados, ao lado de Tom Cruise e Nicole Kidman.
Ela também integrou o elenco de 40 Dias e 40 Noites, protagonizou o remake de terror Viagem Maldita e apareceu em produções como Os Indomáveis, O Grande Milagre e Terapia de Risco, dirigido por Steven Soderbergh.
Assim como Katz e Birch, Shaw não foi chamada para Abracadabra 2, mas já demonstrou vontade de retornar à franquia.
Doug Jones – Billy Butcherson
Por baixo da maquiagem de Billy Butcherson estava Doug Jones, que se tornaria um dos maiores atores de criaturas e personagens fantásticos de Hollywood. Depois de Abracadabra, ele trabalhou em filmes como Hellboy, O Labirinto do Fauno, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado e o vencedor do Oscar A Forma da Água.
Jones também interpretou Saru na série Star Trek: Discovery. Ao contrário dos jovens protagonistas do primeiro longa, ele foi convidado para retornar em Abracadabra 2, reprisando o papel do antigo namorado de Winifred quase 30 anos depois.
Um fracasso que virou fenômeno
Apesar de hoje ser considerado um dos maiores clássicos de Halloween da Disney, ‘Abracadabra‘ passou longe de ser um sucesso imediato. Nos Estados Unidos, o estúdio tomou a estranha decisão de lançar o filme em 16 de julho de 1993, no auge do verão e três meses antes do Dia das Bruxas. A produção ainda precisou disputar a atenção do público com fenômenos como Jurassic Park, O Fugitivo, A Firma e Free Willy.
Produzido por aproximadamente US$ 28 milhões, o longa abriu com apenas US$ 8,1 milhões e arrecadou cerca de US$ 39 milhões durante sua exibição original nos cinemas norte-americanos. Somando os relançamentos realizados nas décadas seguintes, o total mundial ultrapassou US$ 50 milhões. Para os padrões da Disney, porém, o resultado inicial foi decepcionante.
No Brasil, ‘Abracadabra‘ chegou aos cinemas em 29 de outubro de 1993, uma data muito mais apropriada por estar próxima ao Halloween. Ainda assim, o Dia das Bruxas não tinha no país a mesma força comercial e cultural que possui atualmente. O filme não se tornou um grande fenômeno cinematográfico por aqui, mas encontrou uma segunda vida poucos anos depois.
O VHS e as locadoras foram importantes nesse processo, mas foi principalmente a televisão aberta que transformou ‘Abracadabra‘ em um clássico para os brasileiros. O filme passou a integrar a programação da Globo e foi exibido na Sessão da Tarde, faixa tradicionalmente assistida por crianças e adolescentes depois da escola. Há registros de novas exibições ainda em 2013, duas décadas após o lançamento original.
As reprises permitiram que o longa chegasse a milhões de pessoas que nunca o haviam assistido nos cinemas. Como aconteceu com títulos como Esqueceram de Mim, Matilda, Lagoa Azul e Ghost – Do Outro Lado da Vida, a repetição ajudou a criar uma sensação de familiaridade. Muitas crianças brasileiras cresceram revendo as mesmas cenas, decorando as falas e reconhecendo imediatamente a música “I Put a Spell on You”. Amo!
A excelente dublagem brasileira, o humor físico das irmãs Sanderson e a mistura de fantasia, comédia e terror infantil também ajudaram o filme a envelhecer bem. Mesmo que a celebração do Halloween ainda estivesse começando a ganhar espaço no Brasil, a história não dependia totalmente da data: havia bruxas atrapalhadas, crianças em uma aventura, um gato falante e uma missão que precisava ser concluída antes do amanhecer.
Além disso, o filme possuía o tom perfeito para a televisão vespertina. Era assustador o suficiente para despertar a curiosidade das crianças, mas leve e engraçado o bastante para ser exibido como entretenimento familiar. As performances exageradas de Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker fizeram com que as vilãs se tornassem mais queridas do que ameaçadoras.
A cada mês de outubro, ‘Abracadabra‘ voltava à programação, conquistando uma nova geração. O crescimento foi gradual: primeiro na televisão e no VHS, depois no DVD, nas redes sociais e, finalmente, no streaming.
A internet completou essa transformação. Cenas, memes, fantasias e apresentações de “I Put a Spell on You” passaram a circular todos os anos durante o Halloween. Para o público brasileiro, o filme deixou de ser apenas uma produção da Disney e se tornou uma lembrança afetiva das tardes diante da televisão.
A prova definitiva desse sucesso tardio veio em 2022. Lançado 29 anos depois do original, ‘Abracadabra 2‘ tornou-se a maior estreia de um filme do Disney+ nos Estados Unidos até então, considerando as horas assistidas nos três primeiros dias. Segundo a Nielsen, a sequência acumulou mais de 2,7 bilhões de minutos reproduzidos em sua estreia.
O desempenho confirmou algo que as reprises brasileiras já haviam demonstrado: ‘Abracadabra‘ não precisava ter sido um sucesso nos cinemas para marcar toda uma geração. O filme encontrou seu público dentro de casa — e, no Brasil, a Sessão da Tarde foi essencial para manter acesa a chama negra das irmãs Sanderson.
O conceito de linha temporal é algo fascinante que mexe com o refletir de muitas pessoas. Quando projetos audiovisuais chegam para fixar seus alicerces narrativos dentro desse tema, a curiosidade logo chama nossa atenção. Pensando em seriados que de alguma forma estão dentro desse contexto, segue abaixo uma lista com 5 séries que exploram o conceito de mais de uma linha temporal:
Timeless: Guardiões da História
Com apenas duas temporadas, o seriado Timeless: Guardiões da História estreou em outubro de 2016 nos mostrando as aventuras de três pessoas que precisam viajar pelo tempo para proteger possíveis alterações nas linhas temporais por um grupo disposto a tudo.
O Ministério do Tempo
Com quatro temporadas, a primeira lançada no ano de 2015, em O Ministério do Tempo acompanhamos uma organização que reúne três pessoas, de séculos diferentes, que precisam se tornar uma equipe para manter a linha temporal da história da Espanha.
Quando um grupo de jovens descobre uma situação suspeitas vinda dentro de uma caverna na floresta da região, um deles some, dando início a uma saga que explora os sentimentos de perda ao limite, passando também pelo inusitado caso do tempo, fator importante e que vamos descobrimento melhor sobre ao longo dos intensos 26 episódios divididos em três temporadas absolutamente arrepiantes.
Com personagens que estão inseridos dentro de algumas histórias do universo da DC Comics, na trama de Legends of Tomorrowconhecemos um viajante do tempo que é colocado como chefe de uma missão para reunir alguns personagens, vilões e outros considerados heróis, no combate em diversos momentos da linha temporal para proteger o planeta. O projeto teve sete temporadas.
Ficção científica com produção canadense, em Travelers, que ficou no ar entre 2016 e 2018, conhecemos, num futuro bem distante, pessoas sobreviventes que consegue encontrar uma maneira de enviar a consciência para o passado, assim seus objetivos é o de mudar o curso de alguns acontecimentos da humanidade ocorridos no século XXI.
A criação de filhos é assunto delicado. Ao impor sua vontade e estilo de vida às crias, os pais automaticamente trilham um caminho para seu rebento, no qual eles podem se embrenhar aprofundadamente, tendo os progenitores como exemplo, ou se distanciar completamente, com o desejo de caminhar por suas próprias estradas. Este é o tema em vigor de Capitão Fantástico, filme escrito e dirigido pelo também ator Matt Ross (o Luis Carruthers de Psicopata Americano).
Na trama,Viggo Mortensen é o patriarca Ben Cash, que cria os seis filhos de uma forma bem inusitada, para dizer no mínimo. Nas florestas do Noroeste Pacífico, nos EUA, o protagonista vive em sua própria comunidade rural particular, educando suas crianças e adolescentes de uma forma única. Eles possuem teto e uma casa, mas vivem a maior parte do tempo ao céu aberto, se reunindo em volta de fogueiras e só utilizando abrigo quando necessário. Além disso, caçam e colhem para se alimentar, obviamente sem desperdícios, desconhecendo qualquer outra forma de sobrevivência.
Sua educação, no entanto, é rigorosa, provida de grandes obras da literatura, livros técnicos e os ensinamentos do “capitão” desta tribo. Os jovens também são treinados no combate corpo a corpo, e no local – muito como A Vila, de M. Night Shyamalan – possuem tudo o que necessitam para uma vida pura e afastada das mazelas de uma sociedade doente. Isto é, até tais mundos, como era inevitável, colidirem.
De tempos em tempos, produções com esta temática, do desejo do homem por uma vida mais simples, resgatando valores antigos ao lado da natureza, são criadas, talvez com o propósito justamente de reafirmá-los. Principalmente em tempos cada vez mais modernos, no qual o antigo é esquecido com rapidez crescente. Obras como Na Natureza Selvagem (2007) e Indomável Sonhadora (2012) servem para enfatizar bem esta ponte, e Capitão Fantástico chega para completar esta trilogia acidental.
Desgostosos com o mundo no qual viviam, o protagonista de Mortensen e sua esposa resolvem largar tudo e viver no meio do mato, aonde criaram seus filhos, em seu próprio paraíso, numa proposta com certas tintas hippie. Ao contrário do movimento que reinou da década de 1960 e 1970, a decisão do protagonista é mais concreta e exige grande sacrifício e aprendizado, tanto em questões físicas quanto intelectuais. Nada de ficar admirando a natureza e se entorpecendo, aqui é na base do estudo e de sequenciais testes. Quando a matriarca fica doente, volta para a cidade a fim de receber tratamento devido. Seu falecimento é o ponto de curva na trama.
Após a trágica perda, o pai e as crianças precisam encarar o mundo e voltar para a civilização, mesmo que momentaneamente. No local, irão encarar suas fragilidades e sua estrutura tida como perfeita, começará a ruir. Katherine Hahn e Frank Langella interpretam familiares prontos a apontar os problemas no estilo de vida planejado por este ideológico Tarzan moderno, criando embates interessantíssimos, dignos das mais acaloradas discussões acadêmicas.
A certa altura, por exemplo, a personagem de Hahn, que interpreta a irmã do protagonista, o questiona sobre a importância do aprendizado escolar, o qual ele negligencia dos filhos. A resposta do sujeito vem acompanhada de uma comparação entre seu método de ensino e o das instituições tradicionais. Já Langella, o sogro, fica preocupado com a saúde física dos netos, que são diariamente postos à prova, arriscando suas vidas.
Capitão Fantástico possuía todos os elementos para se tornar uma Sessão da Tarde açucarada. No entanto, como nas produções citadas acima, transcende ao acrescentar momentos honestos e verdadeiros, ao mesmo tempo levantando questões dignas, as discutindo com propriedade e não de uma forma rascunhada. A força do texto de Ross está no envolvimento e na dissecação do assunto, levando a questão ao cerne. A direção acompanha, acertando o tom e distribuindo momentos equilibrados de humor e drama sem nunca se tornar piegas. Capitão Fantástico é um grande filme, feito sob medida para qualquer tipo de público. Fora isso, vale mencionar que as crianças são todas muito boas, destaque para George MacKay e Nicholas Hamilton, e que Viggo Mortensen entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira, conseguindo emocionar em uma cena chave, que muito bem poderia ser seu clipe na noite do Oscar. Já estou na torcida.
No cinema, quando uma produção faz muito sucesso vindo a se tornar fenômeno, há tempos que os executivos pelo mundo não perdem a oportunidade de continuar tal história lançando assim seu filme dois, três, quatro e por aí vai. Na Televisão, com os seriados, essa manobra se traduzia em novas temporadas. Se um programa faz sucesso pode durar muitos anos. Embora não seja exatamente uma novidade, Hollywood tem apostado cada vez mais no filão das séries de TV derivadas de séries de TV, esperando replicar o sucesso com marcas conhecidas e muito badaladas. Nos últimos anos temos visto uma verdadeira enxurrada – até mesmo de novas investidas que não deram certo no passado.
Abaixo, trazemos para você alguns exemplos de enorme sucesso na TV atual, que geraram um, dois, três ou até quatro ou mais derivados de uma única ideia. Confira esses universos compartilhados das telinhas.
Começamos com o maior fenômeno da TV recente, dos últimos doze anos. ‘Game of Thrones’ foi um sucesso que sacudiu o mundo do entretenimento e fez os fãs ao redor do planeta pararem para assistir a cada episódio lançado – assim como aqui no Brasil. O programa pegou carona nas aventuras medievais de capa, espada e fantasia, renovada após o sucesso de ‘O Senhor dos Anéis’. O programa ainda misturava terror, intensa sexualidade (com muitas cenas de nudez) e violência gráfica, nua e crua. Traduzindo, é como ‘O Senhor dos Anéis” deveria ser de verdade, se não tivesse a censura recomendada para todo tipo de público.
‘Game of Thrones’ estreou em 2011 e ficou no ar pela HBO até 2019 (podendo ser conferido atualmente no cardápio da HBO Max). Enquanto ainda estava no ar já se falava sobre a possibilidade de outra série derivada de tal rico universo, baseado nos livros do autor George R.R. Martin. E este primeiro derivado quase saiu em 2019 mesmo, quando um episódio piloto foi gravado e finalizado, mas nunca exibido – e nem título recebeu. O que chama atenção no projeto é a presença da atriz duas vezes indicada ao Oscar Naomi Watts protagonizando no elenco. Será que algum dia veremos esse primeiro episódio?
O derivado que realmente foi ao ar, é claro, foi o sucesso absoluto de 2022, ‘House of the Dragon’, que se passa 200 anos antes de ‘Game of Thrones’ para contar a história da ascensão da casa Targaryen e seu reinado. ‘House of the Dragon’ se tornou um dos maiores sucessos do ano, mas é cedo para dizer se terá o mesmo impacto cultural de seu predecessor. O que podemos dizer é que ao que tudo indica não será o último derivado, já que spin-offs escritos por Carly Wray e Max Borenstein já estão em desenvolvimento.
That 70’s Show / That 90’s Show
Agora pulamos de séries épicas, que se aproximam a produções cinematográficas em escala, para uma boa e velha sitcom. Ou seja, o velho formato de série de comédia, de 20 minutinhos e com risadas gravadas e tudo. Aqui voltamos para a segunda metade dos anos 90, mas não para o novo programa e sim para a original ‘That 70’s Show’, cujo lançamento ocorreu em 1998 – com produção da Fox Television, aqui no Brasil exibido pelo canal Sony. A proposta, é claro, como todos que viveram esta estreia lembram bem, era voltar duas décadas no tempo para acompanhar as desventuras de um grupo de 6 adolescentes pelos anos 70. O programa revelou atores como Ashton Kutcher e Mila Kunis, por exemplo.
‘That 70’s Show’ foi criado por Mark Brazill, Bonnie e Terry Turner, e durou 8 temporadas até 2006. Enquanto ainda estava no ar em sua quarta temporada, os mesmos produtores visaram capitalizar em cima da bem-sucedida marca, criando a série ‘That 80’s Show’, obviamente passada nos queridos anos 80. Curiosamente, os anos 80 em 2002 (quando este programa foi lançado) não tinham a mesma relevância de hoje, talvez por ter acontecido a menos tempo, e ‘That 80’s Show’ não vingou, durando apenas uma temporada de 13 episódios. Fora isso, o novo programa não tinha qualquer ligação com o original, e mostrava outro grupo de jovens vivendo nos anos 80.
Agora, no início deste 2023, a Netflix comprou a ideia e trouxe uma nova turminha para o universo de ‘That 70’s Show’, com ‘That 90’s Show’ – agora sim declaradamente um derivado. A trama gira em torno de Leia Forman (Callie Haverda), filha de Eric (Topher Grace) e Donna (Laura Prepon), e seus amigos, enquanto a menina passa as férias na casa dos avós Red (Kurtwood Smith) e Kitty (Debra Jo Rupp). Além disso voltam também Kelso (Ashton Kutcher), Jackie (Mila Kunis) e Fez (Wilmer Walderrama). Só Hyde não deu as caras porque o ator Danny Masterson está sendo acusado de estupro na vida real.
Poucos universos derivados são tão ricos quanto este baseado nos quadrinhos de Robert Kirkman sobre um mundo devastado, no qual os poucos humanos sobreviventes precisam se esgueirar e se proteger da ameaça de uma epidemia zumbi. De fato, a série ‘The Walking Dead’, lançada ainda em 2010, ajudou a popularizar as criaturas mortas-vivas, as tornando sensação na cultura pop, como nunca no passado. O fenômeno ‘Walking Dead’ é um dos programas mais longevos dos últimos anos, com nada menos que 11 temporadas, encerradas em 2022. É muito zumbi. Mas engana-se quem pensa que os mortos-vivos ficaram contidos apenas em uma série.
Cinco anos após a série de enorme sucesso, a original, era lançada ‘Fear the Walking Dead’. A proposta aqui era contar o início do apocalipse zumbi, de como tudo começou, já que em ‘The Walking Dead’, a situação já se inicia calamitosa. O primeiro derivado ainda está no ar exibindo episódios inéditos e inicia sua oitava temporada em maio deste ano. Em 2020, em meio à pandemia real, era lançado ‘The Walking Dead: Um Novo Universo’, considerado o primeiro flop da franquia, o foco dessa vez era nas crianças que foram a primeira geração nascida nesta nova realidade, como protagonistas. O segundo derivado durou apenas 2 temporadas com 20 episódios ao total. Ano passado foi a vez de ‘Tales of the Walking Dead’, 6 contos que formam uma antologia retratando histórias individuais de personagens novos e antigos deste universo. E já estão engatilhados os derivados de Rick e Michonne, e ‘The Walking Dead: Dead City’ para os próximos anos.
Agora temos uma série que, embora tenha gerado apenas um único derivado, trata-se de um dos programas mais queridos por sua base de fãs e que igualmente demorou bastante para dizer adeus. De fato, até os atores pareciam estafados de trabalhar no programa, mas os fãs não os deixavam parar – afinal sucesso assim não se consegue todos os dias. Estamos falando de ‘Supernatural’, ou ‘Sobrenatural’, como ficou conhecido no Brasil o seriado sobre os irmãos Sam (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles), caçadores de monstros, assombrações e todo tipo de ameaça sobrenatural. O programa com produção da Warner Television estreou em 2005 e durou absurdas 15 temporadas, vindo a encerrar os trabalhos apenas em 2020. Mas e quem disse que os produtores estavam dispostos a abrir mão dessa verdadeira mina de ouro. Sendo assim, estreou ano passado ‘Os Winchester’, programa que prometeu não deixar os fãs órfãos por muito tempo – a abstinência durou apenas 2 anos. Nessa prequel, passada nos anos 70, conhecemos pela primeira vez o passado dos pais da dupla, John e Mary, vividos por Drake Rodger e Meg Donnelly.
Agora chega a vez do drama western de enorme sucesso, criado pelo sempre ótimo roteirista e diretor Taylor Sheridan, responsável no cinema pelos textos de ‘Sicario: Terra de Ninguém’ (2015) e ‘A Qualquer Custo’ (2016), e a direção de ‘Terra Selvagem’ (2017). Na TV, além de ‘Yellowstone’, criou também os elogiados ‘Mayor of Kingstown’ e o recente ‘Tulsa King’ – além é claro dos derivados de ‘Yellowstone’. O programa estrelado por Kevin Costner é quase uma nova versão do clássico ‘Dallas’ (dos anos 70), atualizado para os novos tempos e mostrando uma família poderosa, desta vez de Montana, precisando lidar com os que querem usurpar suas terras. Esta é a primeira série da lista também que não trata de qualquer elemento de fantasia em sua trama, sendo a mais séria e dramática.
O seriado estreou em 2018 e atualmente se encontra na metade de sua quinta temporada. Tamanho sucesso, é claro, fez Sheridan coçar o dedo e escrever os derivados, mostrando o passado da poderosa família Dutton, muito tempo antes do patriarca John (Costner) ter nascido. O primeiro derivado foi ‘1883’, lançada em 2021, que pelo título entrega a data retratada, se enraizando ainda mais num verdadeiro faroeste, onde acompanhamos a viagem dos primeiros Dutton atravessando o país e se estabelecendo. Aqui, o protagonista é Sam Elliott, e trata-se de uma minissérie de 10 episódios. Depois veio ‘1923’, lançado em 2022, que também entrega o período de tempo em que se passa e acompanha uma nova safra de Duttons, lidando com os problemas de sua época. Este é estrelado por Harrison Ford e Helen Mirren.
Talvez uma das séries de maior prestígio e que mais derivados já lançou seja ‘Star Trek’, ou ‘Jornada nas Estrelas’ como era conhecida antes aqui no Brasil. Tudo começou em 1966, quando estreava o programa de ficção científica espacial criado por Gene Roddenberry, que marcaria para sempre o mundo do entretenimento e a cultura pop. Mas ao contrário do que muitos possam imaginar, o seriado original não durou muito, apenas três temporadas até 1969 – ficando mais famoso com suas inúmeras reprises. Dez anos depois do fim da série, a ideia era levada aos cinemas numa superprodução com ‘Jornada nas Estrelas – O Filme’, contando com o mesmo elenco original.
Nesta época, ‘Star Trek’ havia migrado satisfatoriamente da TV para o cinema, e emplacava nas telonas na década de 80 com três continuações até 1986. No ano seguinte, voltava à TV, mas com uma nova tripulação em ‘Jornada nas Estrelas: A Nova Geração’, que durou até 1994. Curiosamente, nos cinemas quem dominava era a tripulação original, que chegou a lançar mais dois filmes até 1991. Em 1994, com o fim de ‘A Nova Geração’ nas telinhas, o cinema também fez a transição da tripulação clássica para a nova no filme ‘Genarations’ (1994). Assim quem assumia também no cinema era Patrick Stewart e seu Picard. E eles seguiram nas telonas pelos anos 90, até 2002 com sua despedida após quatro filmes.
Enquanto isso, nas telinhas os fãs ganhavam ‘Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine’ (1993-1999), ‘Jornada nas Estrelas: Voyager’ (1995-2001) e ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’ (2001-2005). Quatro anos depois, era a vez do reboot da tripulação original no cinema, com ‘Star Trek’ (2009), onde o título americano dominaria de vez. Seguiram as sequências na telona ‘Star Trek: Além da Escuridão’ (2013) e ‘Star Trek: Sem Fronteiras’ (2016). Voltamos pra TV, com a estreia de ‘Star Trek: Discovery’ (2017), com parceria da Netflix – que está no ar até hoje. Em 2020, foi a vez da volta de Picard em ‘Star Trek: Picard’ e ‘Star Trek: Strange New Worlds’ chegou ano passado. Ufa.
A nova comédia da Netflix, ‘O Pacote‘ (‘The Package‘), ganhou um trailer divertido.
Assista:
“Quando quatro adolescentes saem de férias para acampar, um incidente bizarro começa uma corrida contra o tempo para salvar o bem mais precioso de um dos amigos.”
A segunda temporada da série será lançada na plataforma no dia 5 de Abril de 2019.
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é um reboot sombrio da série clássica dos anos 90, e alegadamente se passa no mesmo universo que ‘Riverdale‘.
Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina Shipka) precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias, seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle (Lynch), Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.
O remake live-action de ‘O Rei Leão‘ ganhou um trailer honesto hilário. O vídeo faz piada sobre a nova versão seguir exatamente a história da animação, apesar de não ter o seu charme.
Confira:
Sucesso nos cinemas, o live-action arrecadou mais de US$ 1.6 milhões nas bilheterias mundiais.
Escrito e dirigido por Jimmy Henderson, o longa é inspirado no clássico ‘Zaroff: O Jogo Mais Perigoso‘, escrito por Richard Connell.
Xin, um policial chinês infiltrado, está em uma missão internacional secreta quando um ataque surpresa o coloca em uma prisão remota na selva do Camboja, que segue suas próprias regras. Um cruel carcereiro vende seus prisioneiros como presas humanas para caçadores ricos. Depois de anos caçando criminosos cruéis, Xin de repente se vê lutando pela sobrevivência. Se Xin conseguir sobreviver a esse jogo sádico, ele sairá da floresta da mesma maneira que entrou: como um homem livre. Se Xin falhar, ele será apenas mais um troféu de caça.
O elenco conta com Gu Shangwei, Vithaya Pansringarm, Byron Bishop, Sahajak Boonthanakite Nophand Boonyai.
A Netflix divulgou o trailer completo da minissérie de suspense ‘O Inocente‘.
Confira:
A produção é baseada no best-seller homônimo de Harlan Coben.
Uma morte acidental lança um homem em uma espiral de intrigas e assassinato. Ele encontra o amor e recupera a liberdade, mas um telefonema traz de volta o seu passado.
O canal Starz renovou oficialmente a série ‘Power Book II: Ghost‘ para a 3ª temporada.
Brett Mahoney (‘Empire’) assumirá como showrunner do próximo ciclo, cujas filmagens estão programadas para começarem no início de 2022.
“O sucesso contínuo e o impacto cultural de ‘Power’ não tem precedentes. Os fãs claramente querem mais ‘Power Book II: Ghost’,” declarou Jeffrey Hirsch, presidente da emissora. “Nós estamos ansiosos para que as filmagens da terceira temporada e o lançamento do novo spin-off ‘Power Book IV: Force’, que irão acontecer no próximo ano.”
Confira nossa entrevista com o elenco da série e siga o YouTube do CinePOP:
A trama começará dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.
Enquanto isso, em outro universo… MADAME TEIA conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.
» Madame Teia é uma personagem da Marvel Comics que já cruzou caminho com o Homem-Aranha;
» Matt Sazama e Burk Sharpless, roteiristas de ‘Morbius‘, assim o roteiro;
» Nos quadrinhos, a Madame Teia surgiu nos anos 1980, como uma mulher idosa, presa em um sistema, parecido com teias, que lhe dão suporte de vida, e com poderes de vidência e habilidades psíquicas;
» Emma Roberts (‘Pânico 4’) interpretará Mary Parker, a mãe do Peter Parker no novo filme do Aranhaverso;
Pedro Paulo passa dia e noite cuidando do seu Mozão, um Opala dos anos 70. Para ajudar a família a sair do sufoco e realizar o sonho da sua mãe de viajar para Buenos Aires, ele começa a trabalhar como motorista de aplicativo. Durante a nova jornada, ele passa por situações inusitadas e divertidas que mudam a vida de Pedro Paulo, da sua família e dos seus passageiros.
Além de marcar sua estreia diretorial, Ishana Night Shyamalan também assina o roteiro – que é baseado no romance homônimo de A.M. Shine.
“A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites. “
De acordo com o Variety, Ti West (‘X: A Marca da Morte’) será responsável pela direção da série de comédia sombria ‘Bloodlust‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.
O roteiro será assinado pela cantora Halsey, que já colaborou com o cineasta em ‘MaXXXine‘.
Ela também servirá como criadora e produtora executiva do projeto.
Ti West também atuará como produtora executivo ao lado de Mark Friedman (‘Severance’) – que também será o showrunner do seriado.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
Novas informações devem ser reveladas em breve.
Recentemente, West comandou a bem-sucedida trilogia X, composta por ‘X: A Marca da Morte‘, ‘Pearl‘ e ‘MaXXXine‘. Aclamados pelos críticos, a saga registrou um retorno de quase US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.
A Netflixrenovou oficialmente a série ‘Leanne‘, nova comédia cocriada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory’), para a 2ª temporada.
“Agradeço muito pela Netflix por esta oportunidade incrível. Parabéns para ‘Leanne’ e toda a equipe e elenco. Essa tem sido uma jornada incrível que começou com uma visita para Knoxville, Tennessee. Leanne Morgan é o pacote completo. Uma comediante genial, um ser humano excepcional e um prazer de se trabalhar junto,” declarou Lorre.
A protagonista, Leanne Morgan, acrescentou: “Estamos voltando para uma segunda temporada! Sou muito grata a todos os roteiristas, produtores, Netflix, WB, ao nosso incrível elenco e especialmente a todos os fãs da série. Vocês tornaram isso possível e mal podemos esperar para retornar.”
Aclamada pelos críticos, a produção conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A trama acompanha Leanne (Morgan), cuja vida vira de cabeça para baixo quando seu marido, com quem está casada há 33 anos, a deixa por outra mulher. Recomeçar sendo avó e estando na menopausa não é exatamente o que ela tinha em mente, mas com a ajuda da família, ela navegará por esse novo capítulo com graça, dignidade e muita gelatina.
Sucesso! A sequência ‘Super Mario Galaxy‘ conseguiu ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se o primeiro filme lançado em 2026 a superar a marca histórica.
O excelente desempenho da produção ajudou a impulsionar a arrecadação da franquia. Juntos, os dois filmes animados ultrapassaram a marca dos US$ 2.3 bilhões nas bilheterias mundiais.
A produção ainda superou ‘Um Filme Minecraft‘ (US$960.3M), tornando-se a segunda maior arrecadação de todos os tempos para um filme baseado em um jogo – atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B), além de subir para o TOP 4 das maiores bilheterias da história da Illumination.
Nos EUA, a animação soma US$ 428 milhões. Internacionalmente, foram US$ 567 milhões através de 82 mercados.
Vale lembrar que o filme abriu com impressionantes US$ 372.5 milhões mundialmente, tornando-se a maior estreia global para um filme hollywoodiano desde ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 190 milhões no final de semana estendido de 5 dias, o que representa a quarta maior estreia doméstica da história para este período, atrás apenas de ‘Moana 2‘ (US$225.4M), ‘Super Mario Bros‘ (US$204.6M) e ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados‘ (US$200M).
Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 41% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência recebeu uma ótima nota A- do público no CinemaScore.
Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.
O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.
O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.
Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).
O ator Aidan Turner, que atualmente protagoniza a série de TV ‘Poldark’ do canal BBC One, vai estrelar o filme ‘The Man Who Killed Hitler And Then The Bigfoot’.
A trama se passará em dois momentos distintos. Começando na Segunda Guerra Mundial, a narrativa traz em sua primeira metade o soldado americano Calvin Barr, que se infiltra nas linhas inimigas para tentar matar Hitler, à medida que os conflitos aumentam.
A segunda parte já acontece muitos anos depois, trazendo o veterano de guerra já em idade avançada, sendo convocado para destruir nada menos que…o Pé Grande.
A fantasia será dirigida e escrita por Robert D.Kryzkowski. John Sayles assume como produtor e o projeto contará também com o Douglas Trumbull à frente dos efeitos especiais. O veterano é o mesmo responsável pelo clássico ‘Blade Runner’.
Em virtude da chegada de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, fez uma reflexão sobre algumas decisões tomadas ao longo dos 10 anos do MCU.
E em uma entrevista ao site Uproxx, ele comentou que uma das coisas que ele mais se arrepende foi de ter descolorido o cabelo de Chris Hemsworth, mas principalmente suas sobrancelhas.
Segundo ele:
“Definitivamente, se há algo que eu faria completamente diferente – se tivesse a oportunidade – seria não descolorir as sobrancelhas de Chris Hemsworth para o primeiro ‘Thor‘. Na época nós pensamos ‘Thor é loiro! Ele tem que ser loiro mesmo!’ e Hemsworth foi incrível e topou nossa ideia. Mas há algumas cenas que eu assisto e só consigo pensar, ‘Deus meu, tadinho desse cara, nós o fizemos descolorir suas próprias sobrancelhas!'”
Observando mais atentamente, o resultado é realmente esquisito.
Confira:
As primeiras reações dos críticos já estão sendo divulgadas no Twitter e o novo filme da Marvel Studios está recebendo muitos elogios em sua maioria, mas algumas críticas menos animadoras também estão presentes.
Confira os principais tweets:
AVENGERS: INFINITY WAR has like ten legit “chill down the spine” great moments. But it’s for sure the first half of a two part movie and I left a little unsatisfied/frustrated, maybe by design … at least that’s how I feel right now three hours later.
“‘Guerra Infinita’ tem como dez legítimos “Em constante rotação” grandes momentos. Mas é com certeza a primeira metade de um filme de duas partes e fiquei um pouco insatisfeito/frustrado, talvez pelo design… Pelo menos é assim que me sinto agora, três horas depois”
Avengers: Infinity War blew my mind. I have never left a film this awestruck. Ever. Thanos is a force of Nature. Thor is the MVP. Marvel Studios lays down the Infinity Gauntlet with this one.
“‘Guerra Infinita’ soprou na minha mente. Nunca sai de um filme tão impressionado. Nunca. Thanos é uma força da natureza. Thor é realmente incrível. Marvel Studios estabelece o desafio com este longa”
EARTH’S MIGHTIEST HEROES!!! Like you’ve never imagined! Spectacular! Phenomenal! AVENGERS INFINITY WAR is the best yet! Not even close. The greatest super hero battles ever put to film!!
“São os heróis mais poderosos da terra! Como você nunca imaginou! Espetacular! Fenomenal! ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é melhor ainda! Nem perto. As maiores batalhas de super-heróis já filmadas!”
Jaw on ground. You are not ready for ‘Avengers: Infinity War’. All you have to know is AVOID ALL SPOILERS! Seriously. Go in knowing as little as possible. The @Russo_Brothers did the impossible. Wow. pic.twitter.com/noKZ5cQWdc
“Boca no chão. Você não está pronto para ‘Vingadores: guerra infinita’. Tudo que você tem que saber é evitar todos os spoilers! É sério. Procure saber o menos possível. Os Irmãos Russo fizeram o impossível. Uau!
O astro Rami Malek, intérprete do Freddie Mercury em ‘Bohemian Rhapsody‘, celebrou a 91ª edição do Oscar com uma estatueta por Melhor Ator.
Mas após seu momento de glória, o também protagonista de ‘Mr. Robot‘ passou por maus bocados. Ao final da premiação, Malek tropeçou e caiu do palco do Dolby Theatre, tendo que ser atendido por paramédicos.
Não se sabe ao certo qual foi o impacto da queda e se ele sofreu alguma grave lesão.
O período de reclusão social colocou o mundo em suas casas, a fim de reduzir a propagação do coronavírus.
E aproveitando essa atual atmosfera, um habilidoso fã criou um cartaz alternativo de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, transformando o longa em ‘Homem-Aranha: Trabalhando de Casa’, com o herói homônimo também adotando o estilo home office, como uma medida de proteção.
Confira o belo resultado, compartilhado no Reddit:
Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.
A 7ª e última temporada da aclamada e popular série ‘Younger‘ será lançada em breve nas telinhas.
E o público brasileiro finalmente poderá conferir a produção, agora que os seus seis primeiros ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Ao todo são 72 episódios de cerca de 20 minutos de duração cada.
A vindoura temporada de encerramento ainda não possui data de estreia, mas recentemente fora anunciado que ela será lançada em primeira mão no novo streaming Paramount+, antes mesmo de sua estreia na emissora TV Land.
Assista ao trailer da 7ª e última temporada:
A última temporada contará com 12 episódios.
Vale lembrar que, recentemente, a emissora TV Land revelou que está desenvolvendo um spin-off focado na personagem da Hilary Duff, a Kelsey.
A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).
Em meio à exuberância da floresta canadense, Liv é a única e desesperada sobrevivente de um acidente de avião, submetida às condições mais extremas possíveis. E após uma vida inteira entregue à apatia e à mais profunda solidão, ela logo descobrirá que o silêncio de uma mata fechada de fato será o responsável por dar voz aos seus mais ensurdecedores traumas e medos.
Como uma metáfora sobre a vida e sobre o inexorável anseio humano por sobrevivência em condições adversas, Respire! se desabrocha diante da audiência também na forma de uma simbólica analogia sobre recomeços. Diante da iminente morte, o desejo pela vida nunca pareceu tão necessário e fundamental para a protagonista, vivida por Melissa Barrera (Pânico e Em um Bairro de Nova York). E aqui, Brendan Gall e Martin Gerro nos convidam para uma intimista epifania pelas experiências passadas de Liv, que de uma forma ou outra a trouxeram para o seu fatídico e isolado destino.
Ao longo de seis episódios de pouco mais de 30 minutos de duração, vivenciamos a auto descoberta de uma mulher que, embora não suportasse sua vida, agora luta para salvar o pouco que lhe resta. E de maneira catártica e delicada, somos tomados pelas angústias de Liv, absorvemos seu sofrimento e passamos a nos identificar com os mesmo fantasmas que por anos lhe perseguiram. Entre reflexos da síndrome de abandono e as consequências de um lar desfeito, a protagonista é um retrato de filhos reais, machucados por famílias desestruturadas e irresponsáveis.
E sob uma fotografia linda, Respire! consegue ser uma experiência sinestésica, ainda que tenha suas falhas. Com Melissa Barrera totalmente entregue em sua performance, a minissérie se transforma em uma avalanche catastrófica que a leva aos extremos psicoemocionais e físicos, fazendo com que a trama constantemente escalone diante dos nossos olhos, a partir de uma narrativa dinâmica e evolutiva – construída entre a linearidade dos fatos e flashbacks não lineares.
Intensificando a tensão já nos dois últimos capítulos, a original Netflix (adquirida da Warner Bros.) não é essencialmente inovadora em sua premissa e se apoia indiretamente em sucessos como Na Natureza Selvagem, Náufrago e Livre. Mas ainda assim, a combinação entre a poderosa performance de Barrera e a perspicaz direção – que destaca a atmosfera bucólica da floresta canadense com toda sua fúria e riqueza, tornam Respire! em uma aventura que, de um jeito ou de outro, consegue nos tirar o fôlego.
Nove anos após impressionar a crítica com Holy Motors (2012), no Festival de Cannes, o cineasta Leo Carax mostra-se inventivo novamente. Seu último filme ganhou a chancela de um das obras mais bizarras da história, no entanto, a ópera rock Annette – na abertura do 74º Festival de Cannes–é menos chocante e mais triste.
Com roteiro e canções escritas pelos irmãos Ron Maele Russell Mael, da dupla Sparks, o filme tem um tom de comédia, como um fantasma saído do mar (tal e qual Samara do poço, em O Chamado [2001]), e situações surreais, porém a tragédia se sobressai. O musical inicia-se ao som de So May We Start, como um convite ao espectador. Ao final deste ato, o casal de artistas, Henry (Adam Driver) e Ann (Marion Cotillard), se separam e cada um sobe ao palco do seu próprio espetáculo.
Ele é um humorista em decadência, já ela uma cantora soprano prestigiada. A longa cena de stand up comedy é enfadonha, mesmo que faça uma boa composição com o enredo do musical. Afinal existe uma guerra de egos na tensão entre os dois. Chama atenção igualmente, a interação com a plateia como um coral a proclamar cânticos de forma bem ensaiada.
Em outro canto, Ann alcança níveis elevados com a sua voz e desperta emoções nas pessoas. Em um encontro entre os dois, Henry diz: “massacrei a plateia”, enquanto ela replica: “eu os fiz viver”. Ao passo que ela cresce, ele se extingue dos palcos. O relacionamento dos dois é apresentado em cenas de tabloide, mas principalmente em uma belíssima sequência musical de sexo e canto, rara de ver ao cinema, senão inexistente.
Para além da canção We Love Each Other So Much, o romance entre os dois soa desconexo. A chegada da filha Annette abre um novo e curioso ato da ópera. Desde o parto, Annette é vivida por uma boneca autômato. Seus movimentos e feições são milimetricamente pensados e tímidos. É um espetáculo à parte acompanhar seus movimentos.
A tensão entre Ann e Henry aumenta, assim como em uma ópera à espera do momento de redenção. Antes deste instante, no entanto, ocorre violência, loucura, morte e exploração. Embora secundário, o personagem do condutor de piano e orquestra, vivido por Simon Helberg (o Howard, da série The Big Bang Theory) possui os momentos de maior potência aflitiva, quando ele revela um segredo surpreendente da trama.
Falar sobre a resolução deste casal e do futuro da pequena Annette quebraria alguns mistérios. O roteiro de Annette é simples, entretanto, inclui surpresas. A disposição e composição teatral, folhetinescas e vilã deAdam Driver casa-se perfeitamente ao enredo. Além disso, é confortável entender e encontrar uma lógica para que Annette seja representada por um autômato. Desse modo, Annette é um musical regular, isto é, com personagens autocentrados e acontecimentos trágicos, assim como nos teatros antigos e, claro, em todas as óperas.
*Visto no Festival de Cannes 2021. Previsão de estreia na Amazon Prime Video a partir de 20 de agosto nos EUA.
Após a Fox anunciar que está desenvolvendo um filme solo sobre a mutante Kitty Pryde/Lince Negra, muitos especularam se a atriz Ellen Page estaria disposta a voltar como a heroína nos cinemas.
Agora, em uma nova entrevista ao Cinema Blend, Page falou sobre a possibilidade de reprisar o papel:
“Adorei interpretar a Kitty Pryde e uma das coisas que sempre senti é que poderia ter feito muito mais. Minha experiência nos filmes não foi necessariamente extensa e ela é uma grande personagem. Para ser honesta, não sei nada sobre esse filme ainda, mas sim, é claro, é algo que adoraria fazer, mas não sei realmente”
Bendis é mais conhecido por seus trabalhos na editora Marvel Comics, tais como ‘Demolidor‘, ‘Alias‘ e ‘The Pulse‘.
O filme será baseado nos quadrinhos Uncanny X-Men #143, a primeira aventura de Kitty Pryde. Nele, Kitty precisa enfrentar um demônio sozinha na Mansão X na véspera do Natal.
O diretor será Tim Miller, de ‘Deadpool‘. Segundo o site, caso o projeto avance, esse será o primeiro filme dedicada exclusivamente a um mutante após a compra da Fox pela Disney.
“Existem períodos na história que assustam sociedades e momentos na vida que nos transformam como indivíduos”
O filme será exibido no Festival de Veneza e também no Festival de Toronto e já é um dos grandes cotados para Oscar 2019. Situado na década de 70, a história semi-autobiográfica narra a vida de uma família de classe média na Cidade do México. O drama também deve ficcionalizar os eventos da tragédia que ficou conhecida como El Halconazo, uma chacina de estudantes que protestavam contra o governo, ocorrida em 1971.
‘Roma’ ainda não possui data de estreia no Brasil.
Famoso – e algumas vezes até ridicularizado – por seus filmes repletos de reviravoltas impressionantes, o diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos nomes mais controversos dos últimos anos. Dividindo opiniões de quem o ama e quem o odeia, o diretor emplacou alguns sucessos expressivos e outros fracassos bastante incômodos para sua carreira. Agora, chega aos cinemas seu mais novo projeto: Batem à Porta. Inspirado no livro O Chalé no Fim do Mundo, o longa conta com um trabalho mais contido do diretor, que contraria as expectativas daqueles que faziam graça de Shyamalan.
Isso porque a trama gira em torno de um casal LGBTQIA+ que vai passar as férias com sua filhinha de descendência asiática em uma cabana na floresta. Tudo vai bem, até que quatro pessoas completamente aleatórias surgem anunciando a vinda iminente do apocalipse. Até aí, isso poderia tranquilamente ser um episódio de Modern Family, só que esse quarteto do mal diz que o trio é o único capaz impedir o fim do mundo. Basta escolher um membro da família para morrer nas próximas 24h. Caso contrário, o armageddon será inevitável.
Partindo dessa premissa, o filme constrói um suspense que não traz muitas reviravoltas. Na verdade, ao contrário do esperado de um longa de Shyamalan, ele já põe as cartas na mesa logo nos primeiros minutos, deixando claro que o mistério da história se resume a: esses quatro doidões estão falando a verdade ou não passam de lunáticos religiosos movidos por algum tipo de culto? Só que enquanto o tempo passa, o casal principal fica amarrado, debatendo e tentando chegar a um consenso se eles irão levar os invasores a sério ou vão arriscar o suposto destino do mundo.
Parte importante de comprar o perigo da situação se dá por conta dos invasores. O principal deles é Leonard, vivido por Dave Bautista. O ex-lutador de WWE segue em uma crescente louvável na carreira, escolhendo papéis perfeitos e inesperados não apenas para seu porte físico, mas pro seu surpreendente talento de expressar emoções. Leonard é o líder dessa missão apocalíptica e, apesar de ser um brutamontes ameaçador, ele se mostra um homem cordial e educado, que deixa claro não estar neste situação por vontade própria, mas por ser uma “vítima” dessa missão controversa. Ao mesmo tempo em que ele ostenta uma presença ameaçadora, consegue mostrar os sentimentos de seu personagem como poucos que migraram dos ringues para os estúdios.
Outro nome famoso que integra esse grupo é o ex-Harry PotterRupert Grint, que não tem tanto destaque, mas se posiciona como o extremo oposto de Leonard. Sendo um bêbado baixinho e barbudo, seu personagem é agressivo e intolerante. Infelizmente, seu trabalho aqui não chega a brilhar. Diferentemente do trio que tem a casa invadida.
O trio de vítimas está muito bem, principalmente Jonathan Groff, que interpreta um pai mais compreensivo, enquanto Ben Aldridge faz um pai mais impulsivo e traumatizado. Falando em trauma, a dupla acumulou uma série de episódios marcantes, de forma negativa, ao longo da vida, que vêm à tona ao longo das ameaças do quarteto por meio de flashbacks. A ideia de ter esses causos abordados era promissora, mas acaba não agregando tanto à trama dos dois, que passam grande parte da história amarrados em cadeiras, enquanto discutem e tentam fugir. Seria uma ferramenta narrativa interessante, mas justamente por serem tratados de forma superficial e breve, os traumas acabam trazendo pouco à discussão, resumindo a situação a ser um crime de ódio.
Para trazer um pouco mais de suspense, um dos dois se lesiona durante o filme, trazendo o questionamento ao público se seus argumentos estão coerentes com as situações retratadas ou se ele está apenas delirando pelo machucado. Esse artifício já deu muito certo em filmes de terror recentes, como Hereditário (2018), mas aqui não atinge seu potencial, deixando uma ameaça claramente mortal ser retratada da forma mais morna possível, quase como uma situação trivial.
Diferentemente de outros filmes, em que o grande mistério da história não é revelado ao fim do longa, a resposta sobre quem está certo e errado nessa invasão é respondida. Isso pode – e vai – decepcionar a muitos, já que Shyamalan constrói o filme deixando que o público decida se os invasores ou os invadidos estão certos, então ao revelar a resposta, pelo menos metade dos espectadores terminará com um gosto meio amargo.
Sobre a condução da história, há uma quebra no ritmo próximo ao fim que causa um pequeno incômodo, dando aquela famosa sensação de “encheu linguiça” por parte do diretor. Isso pode afetar a experiência de alguns, principalmente de quem não comprou a ideia proposta por Shyamalan, mas talvez não deve comprometer aqueles que embarcaram de vez na trama. Outro ponto interessante é a fotografia do longa, que explora planos e closes bem interessantes, dando essa sensação de que mesmo estando em um lugar pequeno, como a cabana na floresta, as vítimas da invasão estão longe de chegarem a um lugar seguro.
Com potencial para ser muito mais, Batem à Porta não chega a ser um filme ruim, mas também passa longe de ser um primor, bem distante dos clássicos do diretor. Trazendo um M. Night Shyamalan mais controlado, o filme conta com ótimas atuações de um elenco carismático, só que esbarra em uma trama criativa, que parece ter medo de explorar suas próprias ideias. Apesar disso, consegue ser um bom entretenimento para quem não nutre expectativas.
Uns dez anos atrás o mercado editorial foi invadido por uma derivação de gênero que se tornou um fenômeno: a chamada sick lit, histórias centradas em um ou mais personagens com uma doença grave – quase sempre uma doença terminal e quase sempre um personagem jovem. Foi assim que as telonas ganharam adaptações tipo ‘Tudo e Todas as Coisas’, ‘A Cinco Passos de Você’ e o grande carro-chefe do gênero, ‘A Culpa é das Estrelas’, que fez milhões de adolescentes chorarem nas salas de cinema. Agora chega à Netflix o representante brasileiro desse grupo, o drama romântico ‘Depois do Universo’, que já estreou indo direto para as primeiras posições do Top 10 em 43 países.
Nina (Giulia Be) desde criança lida com uma doença autoimune: o lupus. Apesar de ter que se superar diariamente para conseguir dar aulas e realizar seu tratamento de hemodiálise, ela cuida do avô (Othon Bastos) e tem o sonho de se tornar pianista solo da Orquestra Sinfônica de São Paulo. Mas, quando pensa nas dores que sente com frequência e no seu número na fila por um transplante de rim (14.889), Nina se desanima, sentindo-se o tipo de pessoa que vê o copo meio vazio. Então, em um dia nublado em que está no hospital fazendo sua hemodiálise, ela reconhece Gabriel (Henrique Zaga), com quem havia trombado na estação de trem anteriormente, e descobre que ele é um médico residente cheio de alto-astral e motivação, determinado a fazer com que ela veja o lado bom da vida. Porém, a relação médico-paciente será questionada quando a amizade entre os dois evolui para algo mais.
Inocente e fofinho, ‘Depois do Universo’ traz a estreia da cantora e compositora teen Giulia Be para o mundo cinematográfico, e isso, por si só, já atrai os olhares da crítica. Soma-se a isso o fato de a cantora ter quase 3 milhões de seguidores em apenas uma rede social e pronto, já temos o arrasta-quarteirão da Netflix, que apresenta, até mesmo, uma canção composta exclusivamente pela cantora para o filme.
Com mais de duas horas de duração, o longa de Diego Freitas entrega uma história com a qual o público-alvo da cantora se conecta, conduzido pela disposição da atriz em dar o seu melhor a seus fãs, mesmo em seu primeiro grande trabalho. Filmado durante a pandemia – numa época em que as doenças autoimunes ganharam os holofotes, dada o agravamento em caso de contágio – é interessante observar as alternativas encontradas pelo diretor (que aparece no longa, ele é o barman da boite ) para gravar determinadas cenas, em especial o uso de efeitos etéreos, que também se conectam ao clipe de Giulia com Luan Santana. Para quem é fã, é só encontrar as referências.
O roteiro, com colaboração de Rodrigo Azevedo e do também ator João Côrtes, desenvolve a trama bem passo a passo, mas, por vezes, dá ênfase em elementos que não vão para lugar algum [três closes na bolsa de Nina, que não interfere na história; a mania do melhor amigo Yuri (Leo Bahia) roncar e beber refrigerante, que não acrescenta; o avô que vai se vestir para a apresentação da neta e some, só reaparecendo na cena final]. Com a participação especial de Viviane Araújo, que, com seu carisma nato, dá um tom alegre ao ambiente hospitalar, ‘Depois do Universo’ é um filme com a inocência juvenil típica, um presente da cantora a seus fãs, certamente.
Que tal ficar em casa assistindo aquele filminho de terror?! O CinePOP separou dez filmes do gênero em destaque no streaming doAmazon Prime Video para quem quiser esquecer os problemas e se assustar um pouquinho…
São várias as opções, que vão desde sucessos recentes à clássicos do gênero. Temos obras sobrenaturais, umas mais sanguinolentas e outras pra lá de psicológicas. Não deixe de conferir!
Aproveitando a seleção, participe através dos comentários! Qual seu filme de terror/suspense favorito?
Um dos maiores hits recentes do cinema de horror, Hereditáriofoi o primeiro longa do cultuado diretorAri Aster, também responsável por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite. Estrelado por uma assustadora e maravilhosa Toni Collette, o filme conta a história de uma família que sofre uma perda importante e que, em meio ao luto, passa a ser atormentada por acontecimentos perturbadores. Trata-se de uma obra envolvente e impactantes, e que merecia mais atenção por parte da crítica e das premiações, principalmente no que diz respeito ao trabalho de Collette. O elenco conta ainda com boas participações de Alex Wolff, Gabriel Byrne e Milly Shapiro.
Um dos maiores clássicos do cinema de terror, O Bebê de Rosemary conta a história de um casal que se muda para um novo apartamento. Lá, passa a lidar com vizinhos com hábitos bem estranhos. A gravidez da mulher, Rosemary (vivida por uma ótima Mia Farrow), aumenta a sensação de incerteza e paranóia envolvendo a dinâmica no prédio e a relação entre o casal. Escrito e dirigido por Roman Polanski, o filme rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ruth Gordon. O cultuado ator e diretorJohn Cassavetes interpreta o marido de Rosemary. Um dos finais mais impactantes da sétima arte.
Orçado em aproximadamente US$ 500 mil, esta pequena produção independente foi verdadeiro fenômeno em 2004. Baseado em uma história real e com apenas 79 minutos de duração, Mar Aberto aposta no terror psicológico e na construção de um clima de tensão para contar a história de um casal que contrata o serviço de mergulhar numa região repleta de tubarões. Após um erro da equipe do barco, eles são deixados no meio do oceano. O que deveria ser umas férias tropicais se torna um verdadeiro pesadelo quando os tubarões passam a cercar a área em que o casal se encontra. Dirigido por Chris Kentis, o longa traz Blanchard Ryan e Daniel Travis nos papéis principais.
Muito antes de ficar conhecido pelos trabalhos na DC e por adaptações dos quadrinhos como 300, Watchmen e Batman vs Superman, Zack Snyder entregou um excepcional filme de zumbi. Trata-se de Madrugada dos Mortos, sua estreia em longas-metragens. A obra é uma releitura do clássico Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero, mas Snyder tratou de dar uma personalidade própria à mesma. A trama acompanha um grupo de estranhos que se refugia em um shopping center em meio a uma epidemia zumbi. É envolvente, divertido e assustador. É possível dizer que Madrugada dos Mortosajudou a devolver os zumbis ao mundo mainstream da cultura pop.
Um verdadeiro fenômeno. Orçado em R$ 60 mil, A Bruxa de Blairfaturou quase US$ 250 milhões nos cinemas mundiais. A equação entre custo/faturamento foi tão significativa que a produção foi parar no Guinness Book. Dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sanchez, o filme apresentou ao mundo do horror o formato do falso documentário, que se tornaria moda depois disso. A trama acompanha imagens de arquivo que mostram jovens cineastas visitando uma floresta remota para fazer um filme sobre a lenda da Bruxa de Blair. Aos poucos, o que seria um projeto de documentário se revela o relato de uma experiência sobrenatural. O longa é envolvente e impactante, e conta com algumas cenas memoráveis, que estão fixadas na cabeça dos cinéfilos.
Outro filme que busca a pegada do falso documentário é [REC], envolvente produção espanhola que custou aproximadamente US$ 1 milhão. Dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, o longa acompanha uma repórter e seu câmera que investigam um misterioso acontecimento em um prédio. Eles acabam ficando presos em uma quarentena, sem saber direito o que está acontecendo ali. Aos poucos, vamos nos deparando com ataques e ameaças misteriosas. O trama é bobinha, mas o formato da câmera na mão e de uma falsa reportagem dá todo um trunfo à produção. Os diretores também conseguem transformar a câmera em personagem, ao se utilizar de funções específicas da mesma no desenvolver da narrativa. Manuela Velascose destaca na pele da protagonista. O filme não só ganhou continuações, como também teve uma refilmagem americana, Quarentena.
O Chamadoé um dos mais marcantes filmes de terror do início dos anos 2000. Mas quem quiser saber de onde surgiu a ideia para o longa pode conferir Ring: O Chamado. Lançada quatro anos antes, a produção japonesa acompanha uma repórter e seu ex-marido, que investigam a lenda de um misterioso vídeo amaldiçoado, que mataria quem assistisse ao mesmo sete dias após o fato. Ícone do horror japonês, Hideo Nakata é o responsável pela direção do filme, que, além da refilmagem, também ganhou uma continuação em seu país de origem. Nanako Matsushima, Miki Nakatani e Yûko Takeuchi são os protagonistas da obra.
Algum fã de Stephen King na área? O gênio do horror é responsável pelo livro que inspirou Cujo. Embora seja um filme um pouco datado e tecnicamente pobre, é uma obra interessante para os fãs do horror. É a chance de navegar pela perturbadora mente de King e também se assustar com a história de um cachorro que fica possesso após ser mordido por um morcego, e que acaba colocando em risco a vida de toda uma família. As atuações são exageradas, há muito de gore, mas também temos cenas marcantes. E um clima de tensão que realmente é quase que permanente após a revelação do “problema” com o animal. Dee Wallace, Daniel Hugh Kelly e Danny Pintauro são os protagonistas do longa dirigido por Lewis Teague.
Madrugada dos Mortos está na nossa lista por resgatar (e renovar) o espírito da lenda do horror George A. Romero. Então, obviamente, não iríamos ignorar o filme do cineasta presente no Amazon Prime Video. Dia dos Mortos é mais um dos marcantes clássicos filmes de terror/zumbi realizados pelo diretor. Em um mundo infestado por uma epidemia de zumbis, um grupo de cientistas e militares sobrevive em um bunker subterrâneo na Flórida. A relação começa a ficar estremecida quando os cientistas decidem fazer experiências com os zumbis, o que incomoda os militares. O longa conta com cenas assustadoras e não economiza no sangue e no gore.
Muitos anos antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme comA Forma da Água, o diretor e roteirista mexicanoGuillermo del Toro fez sua estreia em longas com o terror/suspense Cronos. Lançado em 1993, o filme quase acabou com a carreira de del Toro antes mesmo de começar, afinal foram muitas as dificuldades de produção e o orçamento foi ultrapassado várias vezes. O diretor teve que pegar empréstimos pessoais para concluir o projeto, contando com a ajuda do ator Ron Perlman, que aceitou um grande corte no salário e acabou se tornando um parceiro frequente do cineasta. A trama acompanha um negociante de antiguidades que se depara com um artefato misterioso chamado Cronos que estava desaparecido há 400 anos e que é capaz de oferecer a vida eterna, mas que desperta uma sede por sangue. A descoberta do objeto coloca o negociante na mira de um ambicioso magnata, que busca o poder para seguir vivo. Federico Luppi, Claudio Brook e Margarita Isabel completam o elenco principal.
As gravações serão feita em Wilmington, na Carolina do Norte. A cidade será palco de uma gravação envolvendo coberturas jornalísticas, indicando que a sequência deve acontecer logo após os eventos do último filme, lançado em 2018.
Dirigido por Green, o reboot da franquia foi um sucesso de público e crítica, arrecadando US$ 255.4 milhões mundialmente e alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira o anúncio das sequências:
‘Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘ também serão dirigidos por Green e têm previsão de estreia para 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.
Segundo o The Hollywood Reporter, a estreia de ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’ foi adiada em quase quatro meses devido à epidemia de Coronavírus que vem se espalhando nas últimas semanas.
Anteriormente marcada para o dia 30 de abril nos cinemas nacionais, o longa-metragem agora tem lançamento previsto para 07 de agosto. Não se sabe se este continuará sendo o dia oficial da estreia no Brasil.
Assista ao trailer:
Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.
Depois que Bea e Thomas se casam, e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.
A 20th Century Studios divulgou hoje (31) a sinopse estendida do vindouro e problemático ‘Os Novos Mutantes’, confirmando uma grande conexão com o panteão ‘X-Men’.
Confira:
Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.
A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas em 10 de setembro de 2020.
Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.
“Creio que são 98 minutos ou algo assim. Nunca foi mais que 104, até mesmo no primeiro corte. Lembro que o corte inicial tinha 20 minutos a mais que o final, mas você verá tudo isso no conteúdo especial – juntamos todas as cenas deletadas para vocês verem”.
Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.
“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.
“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”
O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.
A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.
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