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Crítica | The Chair: Série da Netflix dos criadores de Game of Thrones é uma inusitada combinação entre drama e humor

Desde a estreia de Game of Thrones, é inegável associarmos a dupla D. B. Weiss e David Benioff ao gênero. Mas virando a chave para o completo oposto, os criativos estreiam sua parceira com a Netflix com The Chair, uma série de comédia dramática com ares de produção independente, ambientada no cenário acadêmico. Com um humor aos moldes dos cineastas Irmãos Duplass, o projeto traz uma visão intimista sobre os conflitos de geração muitas vezes existentes entre professores e alunos universitários, a partir de uma ótica sensível e deliciosa. Totalmente diferente do recente histórico da dupla, a série é um frescor maduro em meio a tantas séries do streaming que aparentam ser tão…parecidas.

Na trama, Sandra Oh é uma professora universitária que acaba de assumir o posto de chefe do departamento de Língua Inglesa de uma prestigiada universidade americana – que está em frangalhos entre professores arcaicos demais e uma liderança ultra conservadora incapaz de se conectar com a nova geração de alunos. E como a primeira mulher asiática a assumir o posto, ela terá que enfrentar a missão sob a pressão dos seus superiores, enquanto lida com os seus próprios conflitos emocionais e relacionais, que constantemente lhe assombram.

The Chair facilmente se enquadraria na mesma prateleira de O Método Kosminsky e carrega em si uma certa maturidade peculiar que é prazerosa de assistir. Assinada pelos artistas populares já citados, em parceria com a atriz e aqui showrunner Amanda Peet (esposa de Benioff), a dramédia é cercada por um humor indie, salpicado pelo formato pastelão. Desenvolvendo a comédia a partir de situações bem dramáticas – como um bom filme independente à la Festival de Sundance o faz -, a série é um deleite visual de belas performances, sob um roteiro com estrutura simples, mas com um complexo desenvolvimento.

Com episódios de cerca de 30 minutos de duração, a produção é bem ritmada, ainda que comece a se tornar mais cativante a partir do seu segundo/terceiro episódio. Funcionando mais como uma análise de personagens em certos momentos, a trama se firma habilmente na dinâmica Sandra Oh-Jay Duplass, que possuem uma química efervescente e apaixonante. Os dois, extremos da mesma moeda, formam um quase casal às avessas e funcionam como duas peças de um quebra-cabeça tão perfeitamente encaixadas – justamente por serem tão díspares.

E com o cerne da narrativa sempre orbitando no constante conflito profissional e pessoal entre os dois, The Chair se apresenta como uma série mais sóbria, que toca em assuntos social e culturalmente relevantes, como as diferenças de gênero, preconceitos raciais e choques de gerações. Fazendo isso sempre com uma ótica mais direcionada para o meio universitário, a série consegue transformar seu simples roteiro em algo mais complexo por trabalhar seus personagens adjacentes de forma bem pautada. Ainda que os seus arcos sejam sempre retidos ao perímetro estudantil, a série transforma os seus seis episódios de 30 minutos em uma experiência bem resolvida e articulada, que envolve a audiência. Sem muitos floreios e objetiva em seu simbolismo, The Chair não é uma série de impactos alegóricos e extravagantes – como tantas outras originais Netflix são. E é exatamente por isso que ela é tão boa.

Dossiê 007 | Somente Para Seus Olhos (1981) – 12º Filme é o mais “sóbrio” da era Roger Moore e faz 40 anos

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

A era Roger Moore da franquia 007 ficou conhecida pelos fãs por seu teor, digamos, galhofeiro. Tudo bem que os últimos filmes de Sean Connery se levaram cada vez menos a sério, mas ao chegarmos na década de 1970 com Moore as coisas atingiram novos níveis de surrealismo. As façanhas do protagonista ficavam cada vez mais inacreditáveis, realizadas pelo ator sempre com o sorriso no rosto e uma bela tirada. No episódio anterior, O Foguete da Morte, por exemplo, James Bond ia ao espaço (bem antes da turma de Velozes e Furiosos). Não preciso dizer mais nada. Para onde continuar daí? Bem, como veremos a seguir, o caminho optado foi um retorno completo aos pés no chão no que ficaria conhecido como o mais “sério” e “realista” episódio da era Roger Morre: Somente Para Seus Olhos. Confira abaixo os detalhes da produção.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Somente Para Seus Olhos era anunciado para ser o décimo primeiro filme de James Bond no cinema. Mas no meio do caminho, a franquia e o mundo foram pegos de surpresa por um fenômeno chamado Star Wars (1977), que traria uma verdadeira febre espacial para a cultura pop da época, mudando de vez o que conhecemos como produtos de entretenimento. Assim, sem perder tempo, planejando uma fatia deste bolo para si, a EON Pictures (responsável pela franquia) tratou de deixar os planos originais um pouco de lado e levar 007 para o espaço em O Foguete da Morte (1979).

Moonraker (no original) foi um grande sucesso e então era o mais bem sucedido da franquia financeiramente. O problema é que foi também o mais caro até aquele momento. Fora isso, a MGM – produtora e distribuidora da franquia – na época precisava arcar com o prejuízo do ambicioso faroeste O Portal do Paraíso (1980), de Michael Cimino, responsável por falir o estúdio United Artists, que precisou se fundir com a MGM. Assim, somando todos estes fatores, a decisão dos produtores foi por um capítulo menor e mais intimista, sem a megalomania dos antecessores.

Aqui também entrava em cena Michael G. Wilson, enteado de Albert R. Broccoli, assumindo as funções de roteirista e produtor executivo ao lado do padrasto. Papel que desempenharia dali em diante – e no futuro assumindo as rédeas da franquia ao lado de Barbara Broccoli, sua irmã por parte de mãe. Quem assumia a direção desta vez era John Glen, marcando assim sua estreia no comando de um filme. Glen, no entanto, era parte ativa da franquia e veterano experiente dela, tendo atuado como editor de A Serviço Secreto de Sua Majestade, O Espião que me Amava e O Foguete da Morte.

James Bond

Roger Moore retornava para seu quinto filme no papel de James Bond. Mas não foi sempre assim. Quando a produção começou no décimo segundo longa oficial da franquia, o contrato do ator já havia expirado e Moore estava pronto para velejar em outros mares. Novamente, o processo para encontrar um novo intérprete começava e alguns nomes não muito famosos (já que a ideia novamente era por um rosto desconhecido do grande público para moldar como o espião) foram cogitados. Uma curiosidade é que Pierce Brosnan um dia foi ao set visitar sua então esposa, a atriz Cassandra Harris, que participa do filme como a Bondgirl Lisl. Os produtores teriam se interessado pelo ator e deixado seu nome guardado para o futuro.

No fim das contas a opção foi mesmo pelo veterano Bond da franquia Roger Moore, que entrava na produção aos 54 anos, sendo assim o 007 mais velho a esta altura. Embora estivesse em ótima forma ainda, sua idade é sentida em tela e incorporada no roteiro. Aqui temos, por exemplo, uma cena em que o espião nega o sexo com uma bela loira pela primeira vez na franquia, já que a Bondgirl Bibi (Lynn-Holly Johnson) era nada menos que 31 anos mais jovem que Moore. O roteiro brinca com o fato quando o protagonista a manda se vestir e diz que irá comprar um sorvete para ela. A libido de Bond definitivamente estava mais devagar equilibrada com sua idade.

Missão Secreta

Curiosamente, mesmo ainda tendo sido baseado num livro do autor Ian Fleming (o oitavo), a trama criada para a versão cinematográfica tem mais a ver com o livro O Espião que me Amava do que sua adaptação para o cinema em si. Como dito no meu texto do filme citado, no livro, Bond era coadjuvante e salvava uma jovem de assassinos. Esta é basicamente a trama mais intimista e pé no chão de Somente Para Seus Olhos, tirando o fato de Bond ser o protagonista (óbvio) e não o coadjuvante.

Na trama, os russos estão atrás de um artefato tecnológico. Assim como os britânicos, que enviam Bond. O aparelho, no entanto, termina encontrado por uma família de aventureiros em um barco: os Havelock. Uma vez em posse da máquina, assassinos são enviados e exterminam todos os membros desta família, exceto a filha, a jovem morena Melina Havelock (papel da belíssima francesa Carole Bouquet), que jura vingança. Bond a encontra e a ajuda escapar dos assassinos que estão em sua cola. Uma trama simples, porém, crível e muito eficiente.

Bondgirls e Aliados

A bela francesa de cabelos negros e escorridos Carole Bouquet é o grande chamariz de Somente Para Seus Olhos. No papel de Melina Havelock, a atriz cria a que para muitos fãs é a melhor Bondgirl na franquia. Durona, mesmo sem ser uma espiã treinada, porém, aventureira e caçadora, ela usa sua besta (arma de arco e flecha) marcando o décimo segundo filme de forma muito bad ass. Ela usa a flecha para eliminar alguns capangas ajudando Bond e consegue sobressair, na opinião de muitos, a todas as outras Bondgirls duronas apresentadas até aqui na franquia, incluindo a agente Triplo X (Barbara Bach) de O Espião que me Amava. No fim, Bond precisa convencer Melina a não levar a cabo sua vingança contra os assassinos de sua família – a mulher igualmente exibe um lado mais frágil e emotivo devido ao trauma.

Outro chamariz aqui é a presença do israelense Topol, indicado ao Oscar por O Violinista no Telhado. O ator interpreta um aliado de Bond, fazendo as vezes de Felix Leiter. Ele vive Columbo, um sujeito cheio de atitude que rouba muitas das cenas, graças à presença e atuação de Topol em tela. Alguns especialistas inclusive acreditam que se Topol estivesse vivendo o vilão, o filme poderia ser um pouco mais extravagante e na veia dos anteriores. Fora isso, aqui temos os retornos dos veteranos Lois Maxwell como Moneypenny e Desmond Llewelyn como o inventor Q; mas infelizmente Bernard Lee, o chefe M de 007 desde o primeiro filme (Dr. No) na década de 1960, viria a falecer em 1981, ficando de fora desta produção. Assim nada de M aqui.

Vilões

Como dito, muitos acreditam que se o rouba-cenas Topol tivesse sido contratado para viver o vilão da trama, o filme ganharia mais vida. Porém, talvez essa fosse a intenção desde o início, já que a opção do décimo segundo filme da franquia era ser algo mais realista e sério. Assim, o vilão é na verdade um sujeito “comum”. Kristatos é um vilão mais real, bem longe da megalomania costumeira nos antagonistas da franquia. Ele não se disfarça, não possui nadadeiras nas mãos ou um terceiro mamilo. Ele é apenas um homem rico. E que deseja obter um item e paga assassinos para conseguir. Para o papel, o britânico Julian Glover foi contratado, mas infelizmente ficaria marcado como um dos inimigos mais esquecíveis da franquia e definitivamente da era Moore. O ator viria a personificar outro vilão em uma franquia de sucesso, no papel de Donovan em Indiana Jones e a Última Cruzada (1989).

Um detalhe muito curioso em Somente Para Seus Olhos é que embora este seja o filme mais sério da era Moore, a introdução do longa é no ritmo das galhofas a que estávamos acostumados durante esta fase dos filmes do espião. Como forma de colocar definitivamente o “prego” no caixão da questão da briga judicial que não permitia a EON a utilizar mais a SPECTRE e o vilão Blofeld, o décimo segundo filme da franquia abre com James Bond se desfazendo de vez de seu arqui-inimigo (sem usar seu nome, é claro, mas notamos exatamente quem é) e de uma forma para lá irônica e cruel.

Relatório

Em resumo, de forma clara e direta, para muitos Somente Para Seus Olhos é o melhor filme da era Roger Moore. Curiosamente, este era o que menos me agradava na infância – por motivos óbvios. Afinal, este é também o mais contido, dramático e sério não apenas da era Moore, mas um que entraria no top 5 da série cinematográfica em tais quesitos. Bem, se você busca um filme de 007 que seja exagerado e espalhafatoso não irá encontrar aqui e talvez prefira a megalomania dos episódios anteriores – a graça para mim na infância era justamente essa. Mas não se engane, existem muitas cenas de ação aqui e elas são o ponto alto do filme.

Além da gracinha com Blofeld na abertura, Somente Para Seus Olhos segue incluindo sua trama na cronologia oficial e emendando as pontas soltas, como em uma cena em que Bond nas formas de Roger Moore visita o túmulo de Tracy, sua esposa morta em A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969), quando o personagem ainda era interpretado por George Lazenby.

Somente Para Seus Olhos traz a canção de abertura na voz de Sheena Easton, que impressionou tanto os produtores do longa com sua beleza, os fazendo decidir por colá-la aparecendo na abertura ao cantar a música tema – pela primeira vez na franquia ocorria de um intérprete da música também aparecer na famosa introdução psicodélica. O filme se tornou um grande sucesso, rendendo quase o mesmo valor de seu antecessor e gastando bem menos. Mas embora parecesse que Bond seguiria navegando por águas calmas, o ano de 1983 traria uma das maiores confusões na franquia – mas isso veremos na próxima matéria da coluna Dossiê 007.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’: Simu Liu promete uma história de origem emocionante

Em entrevista ao Total Film, o astro Simu Liu prometeu que o filme ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ terá uma história de origem emocionante para o seu personagem.

“É uma linda e emocionante história de origem para esse personagem que muitas pessoas nunca ouviram falar anteriormente. Isso significa que as crianças crescendo atualmente terão algo que eu nunca tive: personagens que inspiram e refletem suas experiências de vida.”

Ele completa, “Eu chorei histericamente no meu travesseiro [quando descobri que tinha sido escalado no filme]. Eu sempre amei super-heróis quando era criança. Eu amava o Homem-Aranha, Superman, Batman, mas sempre tive consciência que pessoas que se parecem comigo não podiam estrelar filmes assim.”

Vale lembrar que os críticos norte-americanos já puderam conferir o filme, e trouxeram as primeiras reações da nova produção da Marvel.

Rasgando elogios para as cenas de ação e para o teor cômico do roteiro, os críticos afirmaram ser o filme mais diferente do estúdio.

Confira:

“#ShangChi é diferente de qualquer filme da Marvel que você já viu. Amo que abre a porta para um novo mundo que mal posso esperar para ver mais. @SimuLiu literalmente chuta bundas e está perfeitamente escalado. Tenho que ver no @imax hoje à noite e é assim que você quer ver. É perfeito”

 

‘Shang-Chi’ é incrível. O filme acerta todas as notas da Marvel (ritmo, humor, personagens) e acrescenta ação como nunca vimos antes no MCU. Várias pessoas vão ter um novo herói favorito da Marvel. É mais obscuro do que imaginávamos. Muito divertido”.

 

‘Shang-Chi’ é o perfeito equilíbrio de comédia, coração e ação. E quando digo ação, digo ação de tirar o fôlego. Simu Liu é a perfeita adição ao MCU”.

 

“Estou emocionada e absolutamente apaixonada com esse filme. Estou pronta para assistir de novo e de novo”.

 

‘Shang-Chi’ é fenomenal. Fiquem preparados. Até as cenas de ação são melhores que [o último filme]. Simu Liu abraça por complexo o papel de super-herói da Marvel”.

 

“É uma mistura incrível de Ocidente e Oridente. As artes marciais de Hong Kong vêm para o MCU para mudar o jogo. […] Não é nada parecido com qualquer filme do MCU”.

Foi confirmado que o filme tem cenas pós-créditos. Não uma, mas DUAS!

A informação foi revelada pelo jornalista Brandon Davis, do ComicBook:

O filme estreia em 2 de setembro nos cinemas.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

‘The Last Matinee’: Jovem luta pela sobrevivência em novo clipe do terror; Confira!

O terror ‘The Last Matinee‘ ganhou um novo clipe violento.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Maxi Contenti.

Os espectadores da última sessão de um filme de terror em um pequeno cinema são aterrorizados por um serial killer que começa a matá-los, um a um. A única pessoa que nota que algo estranho está acontecendo é a filha do projecionista.

O elenco conta com Luciana GrassoRicardo IslasJulieta SpinelliFranco DuranPedro Duarte.

O terror será lançado oficialmente em VOD no dia 24 de agosto.

‘Pretty Little Liars’: Duas novas atrizes entram para o elenco do reboot

De acordo com o Deadline, Malia Pyles (‘Baskets’) e Zaria (‘Black-ish’) entraram para o elenco do reboot ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, que está sendo desenvolvido pela HBO Max.

Pyles interpretará Minnie, a mais nova das mentirosas. Após ter sobrevivido a um trauma na infância, Minnie passa a maior parte do seu tempo no mundo virtual, mas ela é forte o suficiente para enfrentar as forças sombrias de Millwood – incluindo A.

Zaria interpretará Faran, uma bailarina ambiciosa que sonha em sair de Millwood, mas A não é a única vilã em sua vida. No mundo do balé, é morte por mil microagressões.

Elas se juntam à Bailey Madison (‘Good Witch’), Chandler Kinney (‘Zombies 2’) e Maia Reficco (‘Strangers’), previamente anunciadas.

Através de uma declaração oficial, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale‘) revelou que o reboot se inclinará muito mais no gênero terror do que a série original.

“Nós vamos nos inclinar bastante no terror e suspense nesse reboot. Espero que possamos honrar os fãs da série original ao mesmo tempo em que introduzimos elementos inesperados.”

Ele completa, “Nesse reboot sombrio e cheio de terror, a história se passará a alguns quilômetros de Rosewood, mas existirá dentro do universo de ‘Pretty Little Liars’ – se passará em uma cidade nova, com uma nova geração de pequenas mentirosas.”

Confira a sinopse oficial do reboot:

“Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.”

O reboot será lançado através da HBO Max, em 2022.

Pretty Little Liars: Original Sin‘ recebeu um pedido direto para a série da HBO Max, e está sendo baseado nas histórias contadas na série de livros best-sellers de Sara Shepard.

Em conversa exclusiva com o CinePOP, Lucy Hale, que interpretou a jovem Aria nas sete temporadas da produção, falou sobre a possibilidade de voltar à personagem. E a atriz não guardou meias palavras:

“Com certeza (gostaria de um revival da série)! Acho que tem que passar um pouco mais de tempo, mas eu amo a série, amo aquela personagem e amo aquelas pessoas. 100% de chance que me envolveria.”

Roberto Aguirre-Sacasa, criador e showrunner de ‘Riverdale‘, será o showrunner do reboot da série.

A produtora Alloy Entertainment, que controla os direitos da série original, será responsável pela produção da nova versão.

A série original durou por sete temporadas (2010-16), rendendo ainda dois spin-offs: ‘Ravenswood‘ e ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘, ambos cancelados depois de apenas uma temporada.

‘As Bruxas Mayfair’: AMC encomenda série baseada na trilogia de Anne Rice

De acordo com o Bloody Disgusting, a AMC está desenvolvendo uma série baseada em ‘As Bruxas Mayfair‘ (Lives of the Mayfair Witches), trilogia escrita por Anne Rice, autora de ‘Entrevista com o Vampiro‘.

“A AMC Studios abrirá a sala de roteiristas para explorar a potencial nova série baseada na trilogia ‘As Bruxas de Mayfair’. Essa será a segunda série que estamos desenvolvendo que irá expandir o universo da Anne Rice, após o sinal verde da adaptação de ‘Entrevista com o Vampiro’, que será lançada em 2022”, afirmou o canal em declaração oficial.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama irá focar em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Vale lembrar que, recentemente, Sam Reid (‘The Newsreader’) foi confirmado como o vampiro Lestat na adaptação de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire).

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunning, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘Descendentes 4’ pode acontecer…

Ao final do especial animado ‘Descendentes: O Casamento Real‘, os espectadores foram surpreendidos com a possibilidade de nova sequência para a franquia ‘Descendentes‘ – que deve acompanhar os personagens de ‘Alice no País das Maravilhas‘.

Em entrevista ao Deadline, Lauren Kisilevsky, supervisora de filmes originais do Disney Channel, falou sobre a possibilidade de um quarto filme ser lançado.

“É uma possibilidade. Nós sempre terminamos nossos filmes da franquia afirmando que não é o fim da história. Nós sabemos que os espectadores querem ver mais desse universo, então vamos analisar o que podemos fazer com a franquia.”

“Você está convidado para o evento mais antecipado de Auradon. Felizes para sempre continua enquanto o casal favorito de todos se preparam para sua união em uma épica celebração com seus amigos e família, mas Hades ameaça arruinar tudo.”

O especial conta com as vozes de Dove Cameron (Mal), Mitchell Hope (Ben), Sofia Carson (Evie), Booboo Stewart (Jay), Cheyenne Jackson (Hades), Sarah Jeffery (Audrey), Melanie Paxson (Fada Madrinha), China Anne McClain (Uma), Jedidiah Goodacre (Chad), Anna Cathcart (Dizzy), Dan Payne (Besta) e Bobby Moynihan (Dude the Dog).

‘A Lenda de Candyman’ faz novas vítimas no clipe do reboot; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo clipe assustador do reboot ‘A Lenda de Candyman‘.

Confira:

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de agosto.

Nia DaCosta entra como diretora.

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Yahya Abdul-Mateen II será o vilão do novo filme, e o elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (Corra!’) co-escreveu o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘Aquaman 2’: James Wan revela que a sequência será inspirada no terror ‘O Planeta dos Vampiros’

Em entrevista ao Total Film, o diretor James Wan (‘Invocação do Mal’) revelou que a sequência ‘Aquaman e o Reino Perdido‘ (Aquaman and the Lost Kingdom) será “fortemente inspirada” no clássico de terror italiano ‘O Planeta dos Vampiros‘, lançado em 1965.

“‘Aquaman 2’ será fortemente inspirado pelo terror ‘O Planeta dos Vampiros’. Você pode tirar o diretor do gênero terror, mas não pode tirar o terror do diretor.”

Ele completa, “Quando o primeiro filme foi lançado, muitas pessoas ficaram surpresas, certo? E isso aconteceu porque elas não conhecem os quadrinhos, que lida com esse universo estranho e sinistro. Os espectadores ficaram surpresos que eu não me esquivei disso. Nesse segundo filme, será muito mais fácil para as pessoas entenderem, pois já estabelecemos uma base.”

Vale lembrar que as filmagens da sequência já começaram!

Por enquanto, ainda não dá detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur (Jason Momoa) e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firma.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph LundgreenPatrick WilsonTemuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

‘As Branquelas 2’ é o filme que o mundo precisa nesse momento, revela ator

Marlon Wayans revelou em entrevista à Variety queAs Branquelas 2‘ é o filme que o mundo precisa nesse momento.

O ator afirmou que ele acha que agora é o melhor momento para realizar a sequência, dado o que está acontecendo ultimamente no mundo. Ele também insiste que o filme seria um grande sucesso nos cinemas e ainda acrescenta que os Wayan têm muita inspiração da vida real para buscar ideias para histórias.

“Acho que As Branquelas 2 é um filme necessário. Acho que apertamos tanto que precisamos afrouxar um pouco nossas amarras e rir um pouco. Não acho que Hollywood entenda como As Branquelas 2 seria um fenômeno nas bilheterias. E o mundo continua nos dando mais [ideias]. O filme está se escrevendo sozinho.”, afirmou.

Lançado em 2004, ‘As Branquelas‘ foi dirigido por Keenen Ivory Wayans baseado em uma história que ele desenvolveu com Marlon e Shawn Wayans.

Já se foram quase 20 anos desde o lançamento, e finalmente Marlon e seu irmão Shawn Wayans vão conseguir tirar a sequência do papel.

Durante uma entrevista ao Page Six, as irmãs Paris Hilton e Nicky Hilton confirmaram que vão aparecer em uma sequência de ‘As Branquelas‘, que ironicamente foi inspirado nas herdeiras do hotel Hilton.

No Twitter, os fãs estão fazendo festa com anúncio. Alguns estão pedindo até que o Amazon Prime assuma o filme após o streaming lançar ‘Um Príncipe em Nova York 2‘  33 anos depois do original.

Confira:

 

 

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood.

O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

Novos filmes de terror da Blumhouse para a Amazon Prime ganham data de estreia e sinopse

Há alguns meses, a Amazon Prime Video anunciou a lista de seus próximos quatro filmes de terror em parceria com a Blumhouse Television, intitulada Welcome to the Blumhouse.

O streaming anunciou a data de estreia de cada um deles, junto com o lançamento de um pôster macabro e enigmático.

Confira abaixo:

01 de outubro de 2021

‘Black as Night’: Dirigido por Maritte Lee Go e escrito por Sherman Payne, o longa é estrelado por Asjha Cooper, Fabrizio Guido, Craig Tate, Keith David, Mason Beauchamp, Abbie Gayle e Frankie Smith.

Sinopse: Uma adolescente com problemas de autoestima encontra confiança da maneira mais improvável: passando o verão lutando contra vampiros que se aproveitam dos desprivilegiados de Nova Orleans com a ajuda de seu melhor amigo, do garoto que ela sempre desejou e de uma peculiar garota rica.

Bingo’: Dirigido Gigi Saul Guerrero e escrito em parceria com Shane McKenzie e Perry Blackshear.

Sinopse: O longa é ambientado no bairro de Oak Springs, onde vive um grupo forte e teimoso de amigos idosos que se recusam que o lugar seja gentrificado. Sua líder, Lupita, os mantém unidos como uma família. Porém, pouco sabiam eles que a amada sala de bingo está prestes a ser vendida a uma força muito mais poderosa do que o próprio dinheiro.

08 de outubro de 2021

The Manor: Escrito e dirigido por Axelle Carolyn, o longa é estrelado por Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane.

Sinopse: Depois de sofrer um derrame, Judith Albright se muda para uma casa de repouso histórica, onde começa a suspeitar que algo sobrenatural está atacando os residentes. Para escapar, ela precisará convencer todos ao seu redor de que, afinal, ela não pertence àquele lugar.

‘Madres’: Dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza e escrito por Marcella Ochoa e Mario Miscione, o longa é estrelado por Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo.

Sinopse: Um casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho se muda para uma comunidade agrícola migrante na Califórnia dos anos 1970. Quando a esposa começa a sentir sintomas estranhos e visões aterrorizantes, ela tenta identificar se isso está relacionado a uma maldição lendária ou algo mais nefasto.

Lembrando que Welcome to the Blumhouse dá continuidade ao legado de uma narrativa de gênero original e de alta qualidade, que é a assinatura da Blumhouse. Centrados em temas perturbadores de horrores institucionais e fobias pessoais, os filmes exploram os medos mais profundos das pessoas. Esses thrillers sociais apresentam uma visão distinta e uma perspectiva única.

Contos sinistros de Halloween no trailer do terror antológico ‘Bad Candy’; Assista!

O terror antológico ‘Bad Candy‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Scott B. HansenDesiree Connell são responsáveis pela direção.

“Durante a noite de Halloween na cidade de Nova Salem, o DJ Chilly Billy (Corey Taylor) e seu amigo Paul (Zach Galligan) contam histórias assustadoras sobre lendas locais para seus ouvintes da rádio. Logo, os residentes da pequena cidade começam a sofrer com atividades paranormais que terão consequências mortais.”

O terror será lançado em VOD no dia 14 de setembro.

‘O Que Fazemos nas Sombras’: 3ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais; Confira!

A 3ª temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows) ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

WHAT WE DO IN THE SHADOWS” — “The Cloak of Duplication” — Season 3, Episode 2 (Airs September 2) — Pictured: (l-r) Kayvan Novak as Nandor, Lauren Collins as Meg. CR: Russ Martin/FX

O novo ciclo irá estrear no dia 2 de setembro, com um episódio duplo.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

‘A Casa Sombria’: Rebecca Hall recebe uma ligação dos mortos no clipe do terror; Confira!

O terror sobrenatural ‘A Casa Sombria‘ (The Night House), estrelado por Rebecca Hall (‘Godzilla vs Kong‘), ganhou um novo clipe sinistro.

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de setembro.

David Bruckner (‘O Ritual’) será responsável pela direção.

Ainda abalada pela morte inesperada de seu marido, Beth (Hall) fica sozinha numa casa à beira do lago que ele construiu para ela. Tentando se estabelecer na casa, ela começa a surtar por conta de estranhos pesadelos. Sentindo-se atraída por visões uma figura que chama por seu nome, Beth começa a vasculhar os pertences do marido na busca por respostas.

O elenco também conta com Sarah Goldberg, Evan Jonigkeit, Stacy Martin e Vondie Curtis Hall.

Pânico 3: O fruto problemático, mas que nós amamos, da franquia de Ghostface

Bastidores confusos, roteiros que mudavam de rumo a cada instante e um desenvolvimento problemático definem Pânico 3, o filho rebelde da franquia que amamos, mas precisamos reconhecer alguns pontos dramáticos complicados. Há, no entanto, olhando em retrospectiva, um tom mais debochado e uma linha que o torna uma produção de entretenimento muito especial não apenas aos interessados na perspectiva slasher, mas aos fãs de cinema metalinguístico de maneira geral. Na linha das análises dos seus antecessores, agora chegou a vez de destacar alguns pontos cruciais para a compreensão deste terceiro episódio prometido como o último de uma trilogia, presenteada com uma quarta narrativa em 2011, filme que funcionou como sequência direta, mas também com “cara” de reboot.

Analisamos a metalinguagem crítica de Pânico. Destacamos a violência como debate das celeumas sociais em Pânico 2. Agora, chegou o nosso momento de análise pormenorizada de Pânico 3. Acompanhe cada quadro e veja alguns dos principais momentos de Pânico 3.  Preparados? Vamos nessa.

Em sua abertura, Pânico 3 traz o famoso letreiro de Hollywood, numa referência direta ao local por onde a narrativa se desenvolve. O clima do filme é estabelecido logo nessa entrada, com o assassinato de Cotton Weaver (Liev Schreiber), personagem que ajudou Gale e Sidney no desfecho de Pânico 2, sendo agora um apresentador de TV famoso. Ghostface, em sua jornada atual, deseja saber o paradeiro calmo e pacato da final girl da franquia, afastada numa região da Califórnia. Ao aniquilar Cotton, o novo criminoso pretende atrair Sidney de seu refúgio, numa jornada de horror e morte que marcou o desfecho do projeto de trilogia que ganhou um novo filme apenas em 2011 e tem data marcada para a sua nova empreitada em 2022.

Depois do habitual trecho de abertura, Pânico 3 nos mostra Sidney em seu lar de reclusão. É uma casa distante, fria, toda codificada por aparelhos de segurança, alegoria física para o estado de espírito da personagem, traumatizada depois dos incidentes nos filmes anteriores. Mais adiante, os investigadores vão atrás de Gale Weathers para saber sobre uma imagem deixada na cena do crime envolvendo Cotton Weaver. Ela identifica como sendo Maureen Prescott, a mãe de Sidney, além de ficar surpresa com o assassinato de Cotton, chamariz para causar medo e pavor nos envolvidos em Facada, trama que transforma em narrativa ficcional, os assassinatos em Woodsboro. Cria-se, assim, um padrão em cada morte do filme. Junto ao corpo, uma foto antiga da falecida mãe da protagonista. É a mensagem cifrada para resolução no desfecho.

Com o assassinato de Cotton, outros membros do elenco ficam desesperados. Ninguém quer ser a próxima vítima de um possível padrão. Na primeira imagem, o diretor e alguns membros do time de produtores discutem os rumos da narrativa ficcional metalinguística, isto é, o filme dentro do filme. Observe que Roger Corman, o mestre dos filmes de terror B, faz uma ponta com a sua gravata azul, no centro. No quadro seguinte, um dos personagens discute com os demais, a situação do elemento afro-americano nos filmes do segmento, alegando que ele provavelmente é uma das próximas vítimas. Essa é uma discussão iniciada e muito bem desenvolvida em Pânico 2, no diálogo dos personagens de Omar Epps e Jada Pinket-Smith, mortos na famosa cena de abertura, numa sala de cinema lotada.

A metalinguagem não se estabelece apenas com a exibição de trechos prontos do filme dentro do filme em Pânico 3. Aqui, temos a apresentação dos bastidores de filmagem, com os atores sendo eles mesmos e sendo também personagens autorreferenciais, sempre a dialogar com outras produções do gênero para manter o diálogo crítico e assertivo que é marco da franquia. Aqui, Gale Weathers visita os bastidores do próximo filme Facada e encontra a sua representação cinematográfica. Ela é interpretada por uma atriz kitsch, com um figurino inspirado em um de seus trajes na produção de 1996. Nesta cena, acompanhamos a reconstrução do local onde o massacre final do primeiro filme se estabeleceu. É neste mesmo momento que Gale reencontra Dewey, sobrevivente de mais um ataque, desta vez, na eletrizante cena do estúdio de som em Pânico 2. Ele retorna com protagonismo no terceiro episódio da franquia.

Mesmo sendo parte de um suposto passado traumático na vida de todos os personagens, Maureen Prescott é uma presença fantasmagórica que paira em todos os filmes da franquia. Pela primeira vez no universo de Pânico, um pesadelo é inserido na narrativa. Seria uma homenagem do diretor ao seu clássico A Hora do Pesadelo? Nesta passagem, Sidney adormece e tem um indesejado pesadelo com a sua mãe. É uma cena forte, bem orquestrada, administrada com iluminação, névoa, bons cortes e a presença da trilha sonora eficiente de Marco Beltrami. O porta retrato é apresentado brevemente e nos mostra que apesar do ciclo de tragédias na qual é catalisadora, Maureen se mantém como parte da memória de sua filha que de certa forma, compreende a não culpabilidade da mãe no espiral de horror promovido deste Pânico.

Jenny é uma das atrizes que interpretam um papel de destaque em Facada. Excêntrica, ela entrega momentos de bastante humor em Pânico 3. Na primeira cena acima, a personagem debate com o diretor do filme. Eles ensaiam uma parte do roteiro e ao descobrir que novas passagens foram adicionadas e parte do texto foi modificado, ela fica bastante chateada. Além disso, ela acha que morrer nua numa cena de chuveiro é algo clichê e redutor demais. Há, ainda, um adicional de sarcasmo: Jenny questiona que a cena é muito clichê, pois já foi feito em Um Corpo Que Cai, sendo que na verdade, a sua menção deveria ser ao clássico Psicose.  Depois de descobrir que a pessoa na ligação é o antagonista responsável pelos crimes envolvendo parte do elenco da produção, Jenny morre numa sala cheia de figurinos de Ghostface, uma ótima cena que termina rápido, mas cumpre a sua função ao dar ritmo ao filme.

Sidney recebe a primeira ligação de Ghostface. Quem será? Descobriremos depois que o assassino descobriu o seu contato pelo celular de Dewey, pois o número encontrava-se na agenda. Esse é o chamariz para a protagonista se juntar novamente aos amigos para não ter que passar por todas as crises novamente, sem o apoio de outras pessoas. No quadro seguinte, parte do elenco de Facada batalha pela vida em mais uma tentativa de assassinato do antagonista. Gale e Dewey estão juntos, conseguem sobreviver, numa passagem cheia de momentos autorreferenciais. Após a famosa cena de explosão, mais uma foto de Maureen Prescott é deixada no local após a tentativa que não aniquilou todos como planejado, mas acabou ceifando a vida de um dos atores de Facada, filme de uma franquia já condenada por ter tanta dor e angústia em seus bastidores.

Após receber a primeira ligação de Ghostface, Sidney Prescott segue para Los Angeles e reencontra Dewey e Gale. Eles se juntam para tentar desvendar os mistérios por detrás dos novos crimes e até recebem a ajuda de um vídeo levado pela irmã de Randy, morto no filme anterior. Ele, em sua jornada metalinguística até o último suspiro de vida, flerta com outras produções do cinema e dá pistas sobre o modo de operação do novo assassino. Essa foi uma das alternativas dos realizadores para trazer Randy de volta para o filme, mesmo que numa breve passagem gravada em seu interesse pela ajuda na posteridade.

A breve participação de Carrie Fisher é outro momento de metalinguagem interessante, pois a intérprete da Princesa Lea em Star Wars conversa com Gale e Jennifer num abafado setor de arquivos do estúdio e, numa abordagem irônica, diz que quase se tornou a intérprete da princesa do clássico com Darth Vader, mas que infelizmente perdeu o papel para a moça que dormiu com George Lucas. O famoso “teste do sofá”, termo conhecido aqui para quem se relaciona em prol de alguma escalada profissional, é citado nesta cena de Pânico 3, espécie de antecipação não programada para o que seriam os desdobramentos do #metoo posteriormente. A saga de Maureen Prescott antes da vida pacata em Woodsboro é uma representação marcante desta celeuma que segundo as lendas, corre solta dentro de circuitos poderosos de produção. No quadro seguinte, Sidney encara o espelho e percebe como está trêmula diante dos atuais acontecimentos que ela sequer imagina a conexão mais básica.

Uma das melhores perseguições de Pânico 3. Sidney enfrenta o seu fantasma na réplica da casa que retoma os acontecimentos finais de Woodsboro em Pânico. No cenário, ela precisa lidar com os seus traumas e batalhar para sobreviver, ensaio para o desfecho cheio de momentos eletrizantes de horror. A personagem refaz algumas cenas dos primeiros filmes, aqui eficientes enquanto momentos de nostalgia e metalinguagem ideais para nos permitir a maior conexão com o desenvolvimento da narrativa. Como adereço de seu figurino, a enlutada Sidney ainda mantém o colar dado por Derek, em Pânico 2, uma referência aos que passaram por sua vida, mas foram eliminados no espiral de horror conduzido por Ghostface.

Antes da festa na casa de Milton, momento que se define como o ato final de Pânico 3, dois atores do elenco de Facada são questionados sobre seus comportamentos suspeitos em cena. Enquanto a moça que roubou uma das máscaras do setor de figurinos informa que desejava uma lembrança do processo de produção que ameaça a carreira de todos, o jovem negro pede que o policial pare de encará-lo, pois naquela situação, ele é inocente e não fez nada. A crítica ao negro na sociedade estadunidense está constantemente presente nos diálogos do personagem, consciente da condição de seu povo num mundo cotidianamente racista. No quadro seguinte, Gale e Dewey encontram o dispositivo de voz utilizado pelo assassino para recriar as vozes dos principais personagens da história. É o próximo passo para o desfecho, antes da chegada de Sidney para enfrentar o responsável pelos crimes e compreender as respostas que estão por detrás de tantos mistérios.

Uma das estratégias de Wes Craven na orientação para seu diretor de fotografia: captar mais de um movimento/ação dentro do mesmo quadro. Aqui, Gale é atacada por Ghostface enquanto Dewey segue para a buscar respostas para algumas questões imediatas que surgem na pacata festa na casa de Milton, o produtor de Facada. Logo mais, depois de algumas passagens intensas, Roman revela ser o assassino e os acertos de contas se iniciam: ele é irmão da protagonista, jovem que há eras, procurou a mãe que o renegou em sua visita. Rejeitado, ele se diz o mentor de todo o processo de mortos e feridos nos filmes da franquia. A sua raiva catalisou as ações de Billy e Stu em Pânico, consequentemente projetados na vingança da mãe de Billy no segundo, num ciclo que se encerra neste terceiro e ganha novo capítulo em 2011, com Pânico 4 e um novo assassino, cheio de novos motivos e propostas.

Roman faz uma exposição didática dos seus propósitos. Apresenta vídeos de sua mãe com os vários amantes, narra a história de Maureen Prescott para a filha que desconhecia o passado sofrido da matriarca que tentou a carreira de atriz, passou por diversas situações tóxicas de abuso e aparentemente era uma mulher sofrida, infeliz com a sua trajetória em Woodsboro. Na imagem acima, ela está com Cotton Weaver, morto no começo do filme.

No desfecho, Sidney pode respirar liberdade. Pelo menos até Pânico 4, filme que ninguém esperava que fosse acontecer. O fechamento desta primeira trilogia nos mostra a personagem a olhar alegoricamente para a porta e deixa-la sem trancar, numa referência simples, mas significativa, do seu atual estado de espírito. O luto permanece em transformação, mas ao menos por enquanto, não há mais o que temer.

Sucessos inesquecíveis de Anna Boden e Ryan Fleck

Não são poucos os casos de cineastas que atuam em duplas nos filmes. Desde os primórdios do cinema, com os irmãos Auguste e Louis Lumière sendo considerados os pais da sétima arte, até casos mais recentes, com as irmãs Lilly e Lana Wachowski, da série Matrix, e os irmãos Russo, que assinaram os dois últimos Vingadores (além de dois filmes de Capitão América), atuar em dupla tem se mostrado uma tendência na indústria cinematográfica.

Essa tendência é acompanhada pelos talentosos e competentes norte-americanos Anna Boden e Ryan Fleck. Ao contrário dos casos citados anteriormente, eles não têm nenhum parentesco e não são um casal – embora já tenham namorado no passado. Porém, a sinergia entre os dois diretores é notável.

O sucesso mais recente da dupla no cinema foi Capitã Marvel, estrelado por Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, Ben Mendelsohn e outros nomes do Universo Cinematográfico Marvel, mas a trajetória de ambos é mais longa. É hora de relembrar alguns sucessos de Boden e Fleck!

Half Nelson (2006)

A primeira grande dobradinha – embora tenham trabalhado juntos em alguns curta-documentários antes – veio com Half Nelson, em 2006. Na ocasião, Fleck ficou com a direção e Boden, com o roteiro e produção do filme, que contou a história do professor de ensino médio Dan Dunne, interpretado por Ryan Gosling, que lutava para alterar os paradigmas de ensino aos jovens ao mesmo tempo em que enfrentava problemas com o vício em drogas e angústia na vida pessoal.

Apesar do pouco investimento, o longa, que também contou com Shareeka Epps e Anthony Mackie no elenco, teve boa recepção da crítica especializada, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, rendeu a Gosling sua primeira indicação ao Oscar como melhor ator (acabou perdendo para Forest Whitaker).

 

Sugar (2008)

Dois anos mais tarde, os dois dirigiram juntos pela primeira vez em Sugar. O filme conta a história de Miguel Santos (Algenis Perez Soto), um jogador de beisebol dominicano que decide abandonar o status de ídolo em sua comunidade local para tentar a sorte nos Estados Unidos, onde enfrenta diversos problemas relacionados ao preconceito para se firmar em ligas menores, mas acaba seduzido pelo “sonho americano”.

Assim como o primeiro longa de Bodden e Fleck, Sugar teve boa recepção da crítica, com 92% de aprovação do Rotten Tomatoes. O filme foi nomeado pelo American Film Institute como um dos dez melhores do ano, sendo destaque também no Hamptons International Film Festival.

 

Mississipi Grind (2015)

Não há como deixar de fora um dos filmes de maior destaque da dupla, Mississippi Grind (ou “A Febre do Mississippi”, como ficou conhecido no Brasil). Lançado em 2015, o roteiro traz a história de amizade entre Gerry (Ben Mendelsohn), um corretor endividado, e Curtis (Ryan Reynolds), um jogador de poker que decide ensinar o amigo a jogar Texas Hold’em.

Com a ajuda de Curtis, Gerry parte para desafios maiores e juntos embarcam para uma viagem a New Orleans onde irão participar de torneios. O desafio maior para Gerry, porém, é saber lidar com as tensões e, sobretudo, com as derrotas. A Febre do Mississippi foi bem recebido pelo público e crítica, recebendo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

Capitã Marvel (2019)

Depois de Mississipi Grind, a dupla se ausentou do cinema por alguns anos, embora tenham trabalhado em algumas séries, como The Affair, Billions e Room 104. Em 2017, veio o convite para dirigir um dos projetos do ambicioso Universo Cinematográfico Marvel, a Capitã Marvel, que jamais havia sido adaptada para os cinemas.

Curiosamente, a dupla Boden e Fleck quase dirigiu outro grande sucesso da Marvel alguns anos antes. Eles foram cotados para Guardiões da Galáxia, lançado em 2014, mas acabaram perdendo o posto para James Gunn, que está à frente da franquia até hoje.

Capitã Marvel foi lançado em 2019, logo após Vingadores: Guerra Infinita, contando a história de Carol Danvers (Brie Larson) e os conflitos entre os Skrull, Kree e os humanos. Embora divida opiniões entre os fãs do UCM, Capitã Marvel foi um sucesso absoluto de público, com a 5ª maior arrecadação de 2019, superando filmes como Coringa, Star Wars: Episódio IX, Toy Story 4.

O longa ainda trouxe uma marca especial para Anna Boden, já que ela se tornou a primeira mulher a dirigir um filme live-action com mais de US$ 1 bilhão de faturamento com bilheteria. Apesar do sucesso, a dupla não estará à frente da sequência de Capitã Marvel, esperada para o ano que vem, que terá a direção de Nia DaCosta.

 

O que vem por aí?

Após Capitã Marvel, Boden e Fleck voltaram a focar na televisão e dirigiram quatro episódios da série Mrs. America, da FX, que trouxe Cate Blanchett no papel principal. A dupla dirigiu o piloto e o episódio final da temporada, que foi muito elogiada pela crítica e público como uma das melhores produções de 2020.

Agora, Boden e Fleck se preparam para outro trabalho na televisão: Masters of the Air, sobre a força aérea norte-americana na 2ª Guerra Mundial. Dos mesmos produtores de Band of Brothers e The Pacific, a série conta com Tom Hanks e Steven Spielberg como diretores executivos e ainda não tem data para estreia.

CONFIRMADO! Anthony Mackie assina contrato para estrelar ‘Capitão América 4’

De acordo com o Deadline, Anthony Mackie fechou um acordo hoje com a Marvel Studios para estrelar ‘Capitão América 4‘.

O ator volta a viver o Sam Wilson, que virou o novo Capitão América no final de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.

Malcolm Spellman, o showrunner da série, vai escrever o roteiro do filme. Não foi revelado quem irá dirigir o projeto.

Mais informações serão reveladas em breve.

Rumores recentes indicam que uma das vilãs da sequência pode ser Sin, a filha de ninguém menos que o infame Caveira Vermelha.

Segundo o Cosmic Book News, o plano original era trazer Sharon Carter (Emily VanCamp) como a antagonista. Entretanto, em virtude de recepções negativas sobre o arco da personagem em ‘Falcão e o Soldado Invernal’, Sinthe Schmidt/Sin agora será a vilã.

Para aqueles que a conhecem, Sin apareceu pela primeira vez em Capitão América #290, lançada em fevereiro de 1984 e criada por J.M. DeMatteisPaul Neary. Filha do Caveira Vermelha, que queria um herdeiro para comandar seu reino, ela quase foi morta pelo próprio pai, mas acabou sendo poupada e criada por Susan Scarbo/Madre Noite.

Quando criança, Sin foi colocada em uma máquina que a envelheceu até a idade adulta e lhe concedeu poderes sobre-humanos. Pouco depois, tornou-se Madre Superiora e líder do grupo conhecido como Irmãs do Pecado, formado por jovens órfãs que passaram pelo mesmo processo de envelhecimento que ela e que ganharam poderes psiônicos.

Ao que tudo indica, a Marvel já tem um roteiro pronto para o próximo filme da franquia e, atualmente, passa por reescrita. Entretanto, como nada foi oficialmente confirmado, considere como boato.

Os rumores também indicam que a companhia está em busca de uma jovem com um “tipo Kate Mara” para o papel de Sin. Na suposta trama do longa-metragem, Sin iria reavaliar o legado do pai, de Steve Rogers e de Sam Wilson (Anthony Mackie) como o novo Capitão América.

Daniel Craig recebeu o maior cachê da história para sequências de ‘Entre Facas e Segredos’

O ator Daniel Craig recebeu o maior cachê da história para as duas sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘ que estão sendo produzidas pela Netflix.

Segundo a Variety, o ator recebeu US$ 100 milhões pelos dois filmes e conquistou o título de ator mais bem pago do cinema, passando Robert Downey Jr. (que recebeu US$ 50 milhões por ‘Vingadores: Ultimato’).

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

Kate Hudson (‘A Chave Mestra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Edward Norton (‘O Incrível Hulk’), Janelle Monáe (‘A Escolhida’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Madelyn Cline (‘Boy Erased’) e Kathryn Hahn (‘WandaVision’) estrelam.

Confira as primeiras imagens dos bastidores:

 

As continuações serão focadas no detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig, e não trará o retorno dos membros da família Thrombey.

Recentemente, Johnson revelou detalhes sobre o próximo longa-metragem.

“Tem sido um grande turbilhão mental, porque eu permaneci com a primeira ideia por 10 anos. E com este, estou começando com uma página em branco. Não é realmente uma sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘. Eu preciso inventar um título para ele para que eu possa parar de chamá-lo de ‘Sequência de Entre Facas e Segredos’, porque é apenas Daniel Craig como o mesmo detetive, com um elenco totalmente novo”.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

Dylan O’Brien passa por transformação radical para seu próximo filme; Confira!

Recentemente, Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’) foi adicionado ao elenco de ‘Not Okay‘, vindoura comédia dramática estrelada por Zoey Deutch (‘Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras’) para o Hulu.

E, para a surpresa dos fãs, o astro terá um visual completamente diferente, com cabelos tingidos de loiro e tatuagens pelo corpo.

O novo visual foi divulgado através do perfil do filme no Tik Tok.

Confira:

@notokaymovieReply to @dontfindjoelysaccount u guys asked and we delivered. meet Colin 🥱##foryou ##fyp ##notokaymovie ##notokay♬ original sound – jules🧚‍♀️🧚‍♀️

Lembrando que as gravações do longa já estão em andamento Nova York.

Na trama escrita e dirigida por Quinn Shephard, Deutch vive uma jovem desesperada por amigos e fama, que finge uma viagem a Paris para aumentar sua presença nas redes sociais.

Quando um incidente terrível ocorre no mundo real e se torna parte de sua viagem imaginária, sua mentira, então, se torna um dilema moral que oferece a ela toda a atenção que ela desejava.

O elcno também conta com Mia Isaac, Embeth Davidtz, Nadia Alexander, Tia Dionne Hodge, Negin Farsad, Karan Soni e o estreante Dash Perry.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Como a produção ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses

‘The Flash’: Roteiro deixou Michael Keaton completamente confuso

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Michael Keaton comentou sobre seu retorno como o Batman em ‘The Flash‘, vindoura adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It – A Coisa’).

E, apesar de afirmar que se sentiu em casa ao reviver o papel, ele disse que ficou bastante confuso com o roteiro.

“Tive que ler (o roteiro) mais de três vezes para entender esse conceito [de Multiverso]. Eu fiquei tipo: ‘Espera aí, como isso funciona? É assim mesmo que tudo isso vai acontecer?’ Eles tiveram que me explicar várias vezes até eu decidi trabalhar e não me preocupar com esses detalhes.”

Ele continuou:

“Espero que eu não esteja sendo arrogante, sou apenas um cara estúpido aprendendo coisas novas. Há muitas coisas que eu ainda não sei. Eu tive que aprender muita coisa para o filme, pois era algo totalmente novo e diferente. O que é realmente interessante é o quanto mais eu entendo do Batman, mais percebo que o universo dos quadrinhos está em outro nível. Esses filmes se tornaram um parte gigantesca da cultura atual, são algo icônico. Então, tenho ainda mais respeito por esse papel, porque é importante no mundo inteiro, para muitas pessoas. Você tem que honrar e respeitar esse legado.”

Anteriormente, ele conversou com o jornalista Jake Hamilton e comentou sobre o retorno, dizendo que foi “surpreendente normal” usar a capa e a máscara do herói após quase 30 anos desde a última vez.

“O estranho é que foi surpreendente normal voltar ao traje. Quando me vestiram, eu disse: ‘Ah, ah sim, é assim mesmo'”, brincou ele.

Apesar disso, Keaton disse que se emocionou ao reviver as memórias de quando interpretou o papel pela primeira vez.

“Você começa a interpretar as cenas e muitas memórias, muitas memórias sensoriais e interessantes começam a invadir a sua mente, é inevitável.”

Keaton não confirmou se ele disse a icônica frase “Eu sou o Batman” durante as filmagens e nem se pediu conselhos a Burton.

De qualquer forma, Muschietti já provou que tem toda a habilidade necessária para resgatar o sentimento dos filmes clássicos do Batman e fazer do filme um sucesso.

Confira a entrevista:

Lembrando que Ben Affleck também irá reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas, já que a trama vai lidar com universos paralelos.

Através do Twitter, Umberto Gonzalez, repórter do The Wrap e editor-chefe do Heroic Hollywood, revelou que o astro deve filmar suas cenas no mês de setembro.

Confira:

“Uma pequena novidade pra todos vocês. Ben Affleck deve retornar para se vestir novamente como o Batman no filme The Flash, em setembro”. 

Por enquanto, ainda não se sabe qual será a importância do Bruce Wayne de Affleck na trama, mas considerando sua proximidade com Barry Allen (Ezra Miller), pode ser que ele seja o mentor do herói velocista.

Anteriormente, o jornalista John Campea disse que o Bruce Wayne de Michael Keaton será um dos protagonistas do longa, e sua participação será tão importante quanto a de Sean Connery em ‘Indiana Jones e a Última Cruzada‘.

“Seu personagem terá uma grande participação, tão importante quanto a de Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada. É muito maior do que o imaginado”, afirmou.

As filmagens do aguardado ‘The Flash’ continuam e foi divulgada uma imagem de Michael Keaton filmando como Bruce Wayne em Londres, Inglaterra.

Confira, com outras fotos do set:

Lembrando que as gravações começaram nos estúdios Warner Bros. em abril. Em maio, as cenas foram rodadas em Stamford, Lincolnshire, utilizando a Casa Burghley como a Mansão Wayne.

Vale lembrar que Ben Affleck vai reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa, cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora está disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, Andy explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

Previsto para 03 de junho de 2022, ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.