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Oi? Dinossauro invisível ataca no trailer LEGENDADO do terror ‘The Invisible Raptor’; Confira!

O terror cômico ‘The Invisible Raptor‘, que traz um dinossauro assassino e invisível, ganhou trailer legendado.

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Mike Hermosa é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Mike Capes e Johnny Wickham.

Depois que um experimento ultrassecreto dá errado, um raptor invisível escapa do laboratório e começa a causar estragos na vizinhança. Quando a identidade da criatura é descoberta, logo fica claro que um paleontólogo fracassado — ao lado de sua ex-namorada, um segurança desequilibrado de um parque de diversões e um famoso criador de galinhas local — é a única esperança da cidade de sobreviver à fúria voraz do raptor assassino.

O elenco conta com Mike Capes, David Shackelford, Caitlin McHugh Stamos, Sandy Martin, Bobby Gilchrist, Richard Riehle e Sean Astin.

O terror será lançado em VOD no dia 6 de dezembro.

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Matthew McConaughey enfrenta incêndio MORTAL no trailer de ‘O Ônibus Perdido’; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer dublado de ‘O Ônibus Perdido‘ (The Lost Bus), drama de sobrevivência estrelado por Matthew McConaughey (‘Clube de Compras Dallas’).

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O longa será lançado no serviço de streaming no dia 3 de outubro.

Paul Greengrass é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Brad Ingelsby.

A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.

America FerreraYul VazquezAshlie AtkinsonSpencer WatsonDanny McCarthy completam o elenco.

O longa é baseado no romance de não-ficção ‘Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire’, de Lizzie Johnson.

Confira o trailer ASSUSTADOR de ‘Heresia’, terror folk holandês estilo ‘A Bruxa’

O terror folk ‘Heresy‘ (Heresia, em tradução literal) ganhou o primeiro trailer.

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Ambientada em uma vila medieval holandesa, a trama acompanha uma jovem que se vê dividida entre sua fé, os fanáticos moradores da cidade e as forças obscuras que espreitam na floresta.

O longa marca a estreia diretorial de Didier Konings, que trabalhou como artista conceitual em ‘Strangers Things‘, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘. Ele também foi creditado pelos efeitos visuais em ‘Invocação do Mal 2‘ e ‘Quando as Luzes se Apagam‘.

O elenco conta com Anneke Sluiters, Len Leo Vincent, Reinout Bussemaker, Léon van Waas Nola Elvis Kemper.

O longa será lançado oficialmente pelo Shudder no dia 1º de maio.

Hugh Jackman viverá senador na cinebiografia ‘The Frontrunner’

O astro Hugh Jackman vai interpretar outra figura real, em seu próximo projeto. Intitulado ‘The Frontrunner’, o australiano viverá o senador Gary Hart.

A trama conta a história do carismático político de Colorado, que chegou a ser o grande candidato do partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de 1988. No entanto, seus planos foram por água abaixo, quando um escândalo pessoal chegou à imprensa, alegando que ele teria tido um caso amoroso. Isso o fez desistir da candidatura, o que colocou Michael Dukakis em seu lugar para concorrer contra George W. Bush. Como todos bem sabem, Bush pai acabou vencendo as eleições.

A direção de ‘The Frontrunner’ fica a cargo de Jason Reitman, que também assume o roteiro ao lado do jornalista político, Matt Bai e do ex-secretário de Comunicação da Hilary Clinton, Jay Carson.

A produção será adaptada a partir do livro de Bai, ‘All the Truth Is Out: The Week Politics Went Tabloid’.

‘Deadpool 2’ ganha nova imagem com referência a clássico dos anos 80; Confira!

Deadpool 2‘ ganhou uma nova imagem, que faz uma referência ao clássico dos anos 80, ‘Digam o que Quiserem‘, estrelado por John Cusack.

Confira:

 

Recentemente, A Fox divulgou o novo trailer de Deadpool 2’, que apresenta os heróis da X-Force em ação, em diversas cenas eletrizantes. O vídeo ainda traz uma série de hilárias referências de produtos da cultura POP, como Universo DCMCU e até mesmo ‘Os Goonies‘.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

UAU! ‘O Rei Leão’ ganha belíssimo cartaz; Confira!

O live-action de ‘O Rei Leão‘, dirigido por Jon Favreau, ganhou um novo e belíssimo cartaz.

Confira:

‘O Rei Leão’, ‘Aladdin’, ‘Dumbo’ e os próximos remakes live-action da Disney 

 

A estreia por aqui acontece no dia 18 de Julho de 2019, um dia antes da estreia norte-americana. O filme será lançado em versões 3D, 2D e IMAX.

O elenco traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Além de dublar Nala, Beyoncé ficará responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

‘Brooklyn Nine-Nine’: J.K. Simmons fará participação especial na 7ª temporada

A 7ª temporada da comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ vai contar com a participação especial de um ator vencedor do Oscar.

O astro J.K. Simmons fará uma aparição no próximo episódio da série cômica, interpretando o Detetive Dillman, antigo colega de trabalho do Capitão Holt (Andre Braugher) na Polícia de Nova York.

Dillman aparece na narrativa após uma pegadinha feita na corporação ter saído pela culatra, colocando todos em uma grande enrascada. Para resolver o problema, Holt vai ter que contar com a ajuda do seu antigo amigo policial.

Confira o trailer:

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

‘Wind’: Assista ao novo e INCRÍVEL curta da Pixar na íntegra

A Disney Pixar tem investido em novos artistas, por meio do programa SparkShort. E mais um novo e belíssimo curta-metragem foi lançado, intitulado ‘Wind’.

A produção, desenvolvida por Edwin Wooyoung Chang, acompanha um garotinho e sua avó, que vão construir uma nave espacial para que possam transformar a história de suas vidas.

Assista:

 

Crítica | Passado Violento: Adrien Brody mescla ação e suspense em lento filme original da Netflix

Suas intenções são boas. Se apropriando do negrume de uma paleta bem escura para solidificar a construção do seu personagem, Adrien Brody co-assina o roteiro de Passado Violento com uma proposta bem específica, já vista por qualquer cinéfilo antes. Mesclando a introspecção de John Wick e Taxi Driver em sua composição, a produção também roteirizada por Paul Solet – que ainda dirige -, tenta conquistar os fãs dos gêneros de suspense e ação. Mas com um primeiro arco excessivamente arrastado, o novo original da Netflix é aquela sessão pipoca que poderia ser melhor, ainda que se tornasse um reflexo bem mais ou menos de dois clássicos do cinema.

Na trama, Brody é um homem solitário marcado pelas memórias do passado, que abriu mão de uma violenta vida para se tornar um coletor de lixo. Debaixo de uma atmosfera gélida em uma cidade aparentemente esquecida por seus governantes e por sua própria população, ele tenta esquecer dos traumas e perdas que lhe custaram tanto. E como alguém que busca preencher seu vazio familiar, ele projeta suas frustrações em uma jovem vizinha, com quem desenvolve uma previsível relação paternal.

O maior problema de Passado Violento não é nem seu roteiro formulaico, com ares de filme cult. O original Netflix poderia ser uma boa experiência, não fosse seu primeiro e arrastado ato. Tentando construir uma relação de afeto entre a audiência e este homem calejado em sua própria jornada do herói, o longa perde tempo demais em elementos narrativos que seriam efetiva e facilmente resolvidos em menos de 20 minutos. E mesmo toda a dedicação de Brody e Solet neste trabalho não é suficiente para estabelecer o afeto que nos faria dimensionar o quão valiosa é essa nova trajetória do personagem.

E com um clímax que repete os jargões de tantos outros filmes de ação genéricos, Passado Violento se torna um longa blasé, insosso. Incapaz de construir sua tensão e suas cenas de ação de forma mais ágil, o thriller fica perdido. Tenta ser cult, explora o silêncio como uma forma de chamar a atenção da audiência, abusa das sombras em uma direção de fotografia tão escura que mal vemos os confrontos… mas nunca chega lá. Como um filme conceito é piegas e pouco original. Como filme de ação, perece por sua falta de sanguinolência. Solet demora tanto para sujar suas mãos, que quando finalmente o faz, já estamos exaustos demais para desfrutar.

Com a exceção de algumas pequenas tomadas realmente bem dirigidas, que destacam o tristonho e apático olhar de Brody (que como ganhador do Oscar até poderia ter entregado mais camadas), Passado Violento tem como um de seus maiores atributos a excelente trilha sonora criada pelo próprio ator Adrien Brody. Entre melodias mais melancólicas e mais enérgicas, ele consegue estabelecer a atmosfera adequada para as cenas de impacto – ainda que seu roteiro não acompanhe o mesmo ritmo de suas composições.

Festival de Cannes 2021 | Tapete Vermelho, Cerimônia de Abertura e Annette

Após a anulação da edição de 2020 por conta da pandemia de Covid-19, o Festival de Cannes, inaugurado na noite de 6 julho, é o primeiro grande evento da indústria cinematográfica a ser realizado de forma completamente presencial e semelhante às suas edições anteriores. Só isso já é uma celebração e tanto para uma “volta ao normal”. 

Leia também: Festival de Cannes 2021 | Quais são os Filmes Imperdíveis deste ano?

Medidas Contra Covid-19

Por outro lado, o uso de máscara é obrigatório em toda área destinada ao festival, exceto para as celebridades no tapete vermelho, no palco e no auditório. Afinal de contas, elas estão lá para mostrar seus sorrisos e simpática. Ao contrário do habitual, não foi um vestido exuberante que chamou a atenção da passarela da Croisette. O presidente do júri Spike Lee roubou a cena ao aparecer com um smoking rosa chock e tênis. 

Já para a imprensa o acesso ao palácio é permitido apenas com a apresentação do passe sanitário: as duas doses da vacina há mais de 15 dias ou um teste de RT-PCR negativo de menos de 48h, em formato QR Code. A exigência é uma das medidas de segurança do evento, o qual conta com posto de vacinação e a realização de testes, contudo o resultado sai em seis horas. A solução é ir na farmácia em frente e pagar por um teste pronto em 15 minutos para passear tranquilamente nas dependências do palácio.

Abertura Oficial

A cerimônia de abertura foi apresentada pela comediante francesa Doria Tillier (La Belle Époque) em francês, sem tradução para o inglês, no Grand Théâtre Lumière. Aliás a barreira linguística foi algo ressaltado durante toda a apresentação. Com a presença de atores estadunidenses com um tradutor em tempo real, como Adam Driver (História de um Casamento) e Jessica Chastain (Ava).

O discurso foi uníssono, a alegria do glamour das festas cinematográficas. Ao subir ao palco, a convidada de honra Jodie Foster fez um discurso em francês e nesta rota, começou com: “É bom sair por aí, não é?” e ninguém falou sobre as mortes da pandemia, afinal era um momento de descontração. 

Foto: Valery Hache/AFP

O júri foi apresentado com as cinco diretoras e atrizes Jessica Hausner, Maggie Gyllenhaal, Mylène Farmer, Mélanie Laurent, Mati Diop, e os dois atores Tahar Rahim e Kang Ho Song e o diretor Kléber Mendonça Filho, anunciado como vindo do Brasil, “vivant et resistant” (vivo e resistente). Quando Spike Lee subiu ao palco, apenas disse que gostaria de falar francês como Jodie Foster. Já Bong Joon Ho, último ganhador da Palme d’Or em 2019, por Parasita, foi convidado por Thierry Frémaux a anunciar a abertura oficial, como uma ponte entre 2019 e 2021. 

Seu discurso, claro, foi em coreano, com tradução em francês. Ao lado dele, estava o diretor espanhol Pedro Almodóvar (responsável por entregar a Palme d’honneur à Foster), a própria Jodie Foster e Spike Lee para dar início em espanhol, francês, coreano e inglês (a meca do audiovisual atual?) a 11 dias de projeções de filmes de mais de 50 países. 

Filme de Abertura

Angèle, Simon Helberg, Marion Cortilard, Leo Carax e Adam Driver (Foto: Valery Hache/AFP)

Já a ópera rock Annette, dirigida por Leos Carax (Holy Motors) e escrita pelos irmãos, Ron e Russell Mael, da banda Sparks (presentes em algumas situações do filme) prometia choques e arrebatamento, mas mostrou-se um musical triste, com bonitas cenas e outras nem tanto inspiradoras.

Protagonizada por Adam Driver e Marion Cotillard, a metáfora da menina ventrículo funciona, mas não empolgou. Apesar de ser aplaudido ao fim da sessão, um dos jornalistas gritou “chato”. Ou seja, a história de amor macabra dividiu as opiniões. 

‘X-Men’: Ellen Page irá retornar para o filme solo de Kitty Pryde? A atriz responde!

Após a Fox anunciar que está desenvolvendo um filme solo sobre a mutante Kitty Pryde/Lince Negra, muitos especularam se a atriz Ellen Page estaria disposta a voltar como a heroína nos cinemas.

Agora, em uma nova entrevista ao Cinema Blend, Page falou sobre a possibilidade de reprisar o papel:

“Adorei interpretar a Kitty Pryde e uma das coisas que sempre senti é que poderia ter feito muito mais. Minha experiência nos filmes não foi necessariamente extensa e ela é uma grande personagem. Para ser honesta, não sei nada sobre esse filme ainda, mas sim, é claro, é algo que adoraria fazer, mas não sei realmente”

Enquanto Page ainda não foi convidada para retornar, Brian Michael Bendis foi contratado pela Fox para roteirizar o filme solo da mutante Lince Negra, a Kitty Pryde.

Bendis é mais conhecido por seus trabalhos na editora Marvel Comics, tais como ‘Demolidor‘, ‘Alias‘ e ‘The Pulse‘.

O filme será baseado nos quadrinhos Uncanny X-Men #143, a primeira aventura de Kitty Pryde. Nele, Kitty precisa enfrentar um demônio sozinha na Mansão X na véspera do Natal.

O diretor será  Tim Miller, de Deadpool‘. Segundo o site, caso o projeto avance, esse será o primeiro filme dedicada exclusivamente a um mutante após a compra da Fox pela Disney.

A Lince Negra já foi interpretada nos cinemas por algumas atrizes, porém, o grande destaque foi mesmo Ellen Page, que viveu a personagem em X-Men: O Confronto Final e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido.

O filme ainda não tem data para lançamento.

 

‘Roma’, novo filme de Alfonso Cuarón, ganha teaser minimalista; Assista!

O novo drama do premiado Alfonso Cuarón (‘Gravidade‘), intituladoRoma’, acabou de ganhar um teaser trailer minimalista. Confira:

“Existem períodos na história que assustam sociedades e momentos na vida que nos transformam como indivíduos”

O filme será exibido no Festival de Veneza e também no Festival de Toronto e já é um dos grandes cotados para Oscar 2019. Situado na década de 70, a história semi-autobiográfica narra a vida de uma família de classe média na Cidade do México. O drama também deve ficcionalizar os eventos da tragédia que ficou conhecida como El Halconazo, uma chacina de estudantes que protestavam contra o governo, ocorrida em 1971.

Roma ainda não possui data de estreia no Brasil.

Crítica | Com Shyamalan controlado, ‘Batem à Porta’ é um suspense MORNO com boas atuações

Famoso – e algumas vezes até ridicularizado – por seus filmes repletos de reviravoltas impressionantes, o diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos nomes mais controversos dos últimos anos. Dividindo opiniões de quem o ama e quem o odeia, o diretor emplacou alguns sucessos expressivos e outros fracassos bastante incômodos para sua carreira. Agora, chega aos cinemas seu mais novo projeto: Batem à Porta. Inspirado no livro O Chalé no Fim do Mundo, o longa conta com um trabalho mais contido do diretor, que contraria as expectativas daqueles que faziam graça de Shyamalan.

Isso porque a trama gira em torno de um casal LGBTQIA+ que vai passar as férias com sua filhinha de descendência asiática em uma cabana na floresta. Tudo vai bem, até que quatro pessoas completamente aleatórias surgem anunciando a vinda iminente do apocalipse. Até aí, isso poderia tranquilamente ser um episódio de Modern Family, só que esse quarteto do mal diz que o trio é o único capaz impedir o fim do mundo. Basta escolher um membro da família para morrer nas próximas 24h. Caso contrário, o armageddon será inevitável.

Partindo dessa premissa, o filme constrói um suspense que não traz muitas reviravoltas. Na verdade, ao contrário do esperado de um longa de Shyamalan, ele já põe as cartas na mesa logo nos primeiros minutos, deixando claro que o mistério da história se resume a: esses quatro doidões estão falando a verdade ou não passam de lunáticos religiosos movidos por algum tipo de culto? Só que enquanto o tempo passa, o casal principal fica amarrado, debatendo e tentando chegar a um consenso se eles irão levar os invasores a sério ou vão arriscar o suposto destino do mundo.

Parte importante de comprar o perigo da situação se dá por conta dos invasores. O principal deles é Leonard, vivido por Dave Bautista. O ex-lutador de WWE segue em uma crescente louvável na carreira, escolhendo papéis perfeitos e inesperados não apenas para seu porte físico, mas pro seu surpreendente talento de expressar emoções. Leonard é o líder dessa missão apocalíptica e, apesar de ser um brutamontes ameaçador, ele se mostra um homem cordial e educado, que deixa claro não estar neste situação por vontade própria, mas por ser uma “vítima” dessa missão controversa. Ao mesmo tempo em que ele ostenta uma presença ameaçadora, consegue mostrar os sentimentos de seu personagem como poucos que migraram dos ringues para os estúdios.

Outro nome famoso que integra esse grupo é o ex-Harry Potter Rupert Grint, que não tem tanto destaque, mas se posiciona como o extremo oposto de Leonard. Sendo um bêbado baixinho e barbudo, seu personagem é agressivo e intolerante. Infelizmente, seu trabalho aqui não chega a brilhar. Diferentemente do trio que tem a casa invadida.

O trio de vítimas está muito bem, principalmente Jonathan Groff, que interpreta um pai mais compreensivo, enquanto Ben Aldridge faz um pai mais impulsivo e traumatizado. Falando em trauma, a dupla acumulou uma série de episódios marcantes, de forma negativa, ao longo da vida, que vêm à tona ao longo das ameaças do quarteto por meio de flashbacks. A ideia de ter esses causos abordados era promissora, mas acaba não agregando tanto à trama dos dois, que passam grande parte da história amarrados em cadeiras, enquanto discutem e tentam fugir. Seria uma ferramenta narrativa interessante, mas justamente por serem tratados de forma superficial e breve, os traumas acabam trazendo pouco à discussão, resumindo a situação a ser um crime de ódio.

Para trazer um pouco mais de suspense, um dos dois se lesiona durante o filme, trazendo o questionamento ao público se seus argumentos estão coerentes com as situações retratadas ou se ele está apenas delirando pelo machucado. Esse artifício já deu muito certo em filmes de terror recentes, como Hereditário (2018), mas aqui não atinge seu potencial, deixando uma ameaça claramente mortal ser retratada da forma mais morna possível, quase como uma situação trivial.

Diferentemente de outros filmes, em que o grande mistério da história não é revelado ao fim do longa, a resposta sobre quem está certo e errado nessa invasão é respondida. Isso pode – e vai – decepcionar a muitos, já que Shyamalan constrói o filme deixando que o público decida se os invasores ou os invadidos estão certos, então ao revelar a resposta, pelo menos metade dos espectadores terminará com um gosto meio amargo.

Sobre a condução da história, há uma quebra no ritmo próximo ao fim que causa um pequeno incômodo, dando aquela famosa sensação de “encheu linguiça” por parte do diretor. Isso pode afetar a experiência de alguns, principalmente de quem não comprou a ideia proposta por Shyamalan, mas talvez não deve comprometer aqueles que embarcaram de vez na trama. Outro ponto interessante é a fotografia do longa, que explora planos e closes bem interessantes, dando essa sensação de que mesmo estando em um lugar pequeno, como a cabana na floresta, as vítimas da invasão estão longe de chegarem a um lugar seguro.

Com potencial para ser muito mais, Batem à Porta não chega a ser um filme ruim, mas também passa longe de ser um primor, bem distante dos clássicos do diretor. Trazendo um M. Night Shyamalan mais controlado, o filme conta com ótimas atuações de um elenco carismático, só que esbarra em uma trama criativa, que parece ter medo de explorar suas próprias ideias. Apesar disso, consegue ser um bom entretenimento para quem não nutre expectativas.

Crítica | Piggy – TERROR traz Serial Killer Ajudando Vítima de Bullying

Filme visto no Festival do Rio 2022.

O bullying é o sistema de tortura que mais tem causado prejuízo à autoestima de jovens e adolescentes mundo afora. E não é de hoje: há relatos desse tipo de agressão em livros antigos, atendendo por outros nomes. Felizmente, hoje em dia conseguimos debater esse tema de maneira mais aberta, especialmente nos ambientes de convívio dos jovens – escolas, centros de estudos, cursinhos, clubes, etc –, pois se não barrado a tempo, o bullying pode impedir o pleno desenvolvimento de um adolescente, podendo torná-lo, inclusive, perigoso a si mesmo, ou gerar traumas tão profundos que até mesmo o mais empenhado especialista tem dificuldades em reverter. Como um alerta das consequências desse tipo de prática, o terrorPiggy’ teve suas sessões esgotadas no Festival do Rio 2022 e estreou na última sexta-feira para os assinantes da plataforma Paramount+.

Sara (Laura Galán) vive com os pais (Carmen Machi e Julián Valcárcel) e o irmão menor (Amets Otxoa) em uma cidadezinha no interior da Espanha. Os pais são açougueiros, e isso – somado ao fato de Sara ser obesa – torna a jovem alvo de comentários jocosos por boa parte dos moradores da cidade, principalmente, dos jovens de sua idade. Ela busca alternativas para não se sentir pior com tudo isso, até porque costumava ser bastante amiga de Claudia (Irene Ferreiro), mas, desde que esta passou a andar com Maca (Claudia Salas, a Rebeka de ‘Élite’) e Roci (Camille Aguilar), a amizade das duas nunca mais foi a mesma. Vivendo essa realidade hostil o tempo todo, Sara praticamente não consegue acreditar quando, certo dia, após sofrer violência por parte das colegas, um serial killer (Richard Holmes) aparece para ajudá-la, passando a caçar a todos que a maltratam.

Numa espécie de releitura torcida do conto de fadas ‘A Bela e a Fera, ‘Piggy’ é um filmão que fala com precisão do maior terror da vida de qualquer adolescente: o de sofrer agressões verbais e morais por outros colegas. Escrito e dirigido por Carlota Pereda, o enredo parte dessa jovem obesa para mostrar a malícia intrínseca nas ações (ou melhor, na falta delas) dos moradores de um povoado, inclusive seus próprios pais, que decidem ignorar o sofrimento da moça, pois, fazendo-o, a convivência entre todos flui mais naturalmente. Porém, o filme também mostra que ignorar esse problema só faz com que ele ferva ainda mais dentro da vítima, e que as consequências dessas agressões podem ser múltiplas, inclusive, irreversíveis.

Assim, o filme pode ser dividido em duas partes: a primeira, em que vemos o terror diário que Sara vive, sofrendo todo tipo de agressão por todos os lados; e a segunda, em que o serial killer entra de fato em cena, e começa a matança. O mais interessante é que no terceiro arco o roteiro entrega a decisão ao espectador: afinal, quem é pior nesse cenário todo, o amigo do dia a dia, que se diz amigo mas que constantemente quer o seu mal, ou o assassino, que mata as pessoas (seus agressores) sem dó nem piedade? Um dilema ético sensível e relevante.

Piggy’ (no original, ‘Cerdita’) é um ótimo filme espanhol que se disfarça como um suspense de gênero para propor uma importantíssima reflexão ao espectador. Com boas e certeiras cenas de terror efetivo, com direito a banho de sangue, o longa articula com o universo jovem e seus maiores medos.

Quer sentir MEDO? | 10 Ótimos Filmes de Terror para Assistir no Amazon Prime Video

Que tal ficar em casa assistindo aquele filminho de terror?! O CinePOP separou dez filmes do gênero em destaque no streaming do Amazon Prime Video para quem quiser levar bons sustos.

São várias as opções, que vão desde sucessos recentes à clássicos do gênero. Temos obras sobrenaturais, umas mais sanguinolentas e outras pra lá de psicológicas. Não deixe de conferir!

Aproveitando a seleção, participe através dos comentários! Qual seu filme de terror/suspense favorito?

Hereditário (2018)

Um dos maiores hits recentes do cinema de horror, Hereditário foi o primeiro longa do cultuado diretor Ari Aster, também responsável por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite. Estrelado por uma assustadora e maravilhosa Toni Collette, o filme conta a história de uma família que sofre uma perda importante e que, em meio ao luto, passa a ser atormentada por acontecimentos perturbadores. Trata-se de uma obra envolvente e impactantes, e que merecia mais atenção por parte da crítica e das premiações, principalmente no que diz respeito ao trabalho de Collette. O elenco conta ainda com boas participações de Alex Wolff, Gabriel Byrne e Milly Shapiro

 

O Bebê de Rosemary (1968)

Um dos maiores clássicos do cinema de terror, O Bebê de Rosemary conta a história de um casal que se muda para um novo apartamento. Lá, passa a lidar com vizinhos com hábitos bem estranhos. A gravidez da mulher, Rosemary (vivida por uma ótima Mia Farrow), aumenta a sensação de incerteza e paranóia envolvendo a dinâmica no prédio e a relação entre o casal. Escrito e dirigido por Roman Polanski, o filme rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ruth Gordon. O cultuado ator e diretor John Cassavetes interpreta o marido de Rosemary. Um dos finais mais impactantes da sétima arte. 

 

Mar Aberto (2003)

Orçado em aproximadamente US$ 500 mil, esta pequena produção independente foi verdadeiro fenômeno em 2004. Baseado em uma história real e com apenas 79 minutos de duração, Mar Aberto aposta no terror psicológico e na construção de um clima de tensão para contar a história de um casal que contrata o serviço de mergulhar numa região repleta de tubarões. Após um erro da equipe do barco, eles são deixados no meio do oceano. O que deveria ser umas férias tropicais se torna um verdadeiro pesadelo quando os tubarões passam a cercar a área em que o casal se encontra. Dirigido por Chris Kentis, o longa traz Blanchard Ryan e Daniel Travis nos papéis principais.

 

Madrugada dos Mortos (2004)

Muito antes de ficar conhecido pelos trabalhos na DC e por adaptações dos quadrinhos como 300, Watchmen e Batman vs Superman, Zack Snyder entregou um excepcional filme de zumbi. Trata-se de Madrugada dos Mortos, sua estreia em longas-metragens. A obra é uma releitura do clássico Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero, mas Snyder tratou de dar uma personalidade própria à mesma. A trama acompanha um grupo de estranhos que se refugia em um shopping center em meio a uma epidemia zumbi. É envolvente, divertido e assustador. É possível dizer que Madrugada dos Mortos ajudou a devolver os zumbis ao mundo mainstream da cultura pop. 

 

A Bruxa de Blair (1999)

Um verdadeiro fenômeno. Orçado em R$ 60 mil, A Bruxa de Blair faturou quase US$ 250 milhões nos cinemas mundiais. A equação entre custo/faturamento foi tão significativa que a produção foi parar no Guinness Book. Dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sanchez, o filme apresentou ao mundo do horror o formato do falso documentário, que se tornaria moda depois disso. A trama acompanha imagens de arquivo que mostram jovens cineastas visitando uma floresta remota para fazer um filme sobre a lenda da Bruxa de Blair. Aos poucos, o que seria um projeto de documentário se revela o relato de uma experiência sobrenatural. O longa é envolvente e impactante, e conta com algumas cenas memoráveis, que estão fixadas na cabeça dos cinéfilos.

 

REC (2007)

Outro filme que busca a pegada do falso documentário é [REC], envolvente produção espanhola que custou aproximadamente US$ 1 milhão. Dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, o longa acompanha uma repórter e seu câmera que investigam um misterioso acontecimento em um prédio. Eles acabam ficando presos em uma quarentena, sem saber direito o que está acontecendo ali. Aos poucos, vamos nos deparando com ataques e ameaças misteriosas. O trama é bobinha, mas o formato da câmera na mão e de uma falsa reportagem dá todo um trunfo à produção. Os diretores também conseguem transformar a câmera em personagem, ao se utilizar de funções específicas da mesma no desenvolver da narrativa. Manuela Velasco se destaca na pele da protagonista. O filme não só ganhou continuações, como também teve uma refilmagem americana, Quarentena.

 

Ring: O Chamado (1998)

O Chamado é um dos mais marcantes filmes de terror do início dos anos 2000. Mas quem quiser saber de onde surgiu a ideia para o longa pode conferir Ring: O Chamado. Lançada quatro anos antes, a produção japonesa acompanha uma repórter e seu ex-marido, que investigam a lenda de um misterioso vídeo amaldiçoado, que mataria quem assistisse ao mesmo sete dias após o fato. Ícone do horror japonês, Hideo Nakata é o responsável pela direção do filme, que, além da refilmagem, também ganhou uma continuação em seu país de origem. Nanako Matsushima, Miki Nakatani e Yûko Takeuchi são os protagonistas da obra.  

 

Cujo (1983)

Algum fã de Stephen King na área? O gênio do horror é responsável pelo livro que inspirou Cujo. Embora seja um filme um pouco datado e tecnicamente pobre, é uma obra interessante para os fãs do horror. É a chance de navegar pela perturbadora mente de King e também se assustar com a história de um cachorro que fica possesso após ser mordido por um morcego, e que acaba colocando em risco a vida de toda uma família. As atuações são exageradas, há muito de gore, mas também temos cenas marcantes. E um clima de tensão que realmente é quase que permanente após a revelação do “problema” com o animal. Dee Wallace, Daniel Hugh Kelly e Danny Pintauro são os protagonistas do longa dirigido por Lewis Teague.

 

Dia dos Mortos (1985)

Madrugada dos Mortos está na nossa lista por resgatar (e renovar) o espírito da lenda do horror George A. Romero. Então, obviamente, não iríamos ignorar o filme do cineasta presente no Amazon Prime Video. Dia dos Mortos é mais um dos marcantes clássicos filmes de terror/zumbi realizados pelo diretor. Em um mundo infestado por uma epidemia de zumbis, um grupo de cientistas e militares sobrevive em um bunker subterrâneo na Flórida. A relação começa a ficar estremecida quando os cientistas decidem fazer experiências com os zumbis, o que incomoda os militares. O longa conta com cenas assustadoras e não economiza no sangue e no gore.

 

Cronos (1993)

Muitos anos antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme com A Forma da Água, o diretor e roteirista mexicano Guillermo del Toro fez sua estreia em longas com o terror/suspense Cronos. Lançado em 1993, o filme quase acabou com a carreira de del Toro antes mesmo de começar, afinal foram muitas as dificuldades de produção e o orçamento foi ultrapassado várias vezes. O diretor teve que pegar empréstimos pessoais para concluir o projeto, contando com a ajuda do ator Ron Perlman, que aceitou um grande corte no salário e acabou se tornando um parceiro frequente do cineasta. A trama acompanha um negociante de antiguidades que se depara com um artefato misterioso chamado Cronos que estava desaparecido há 400 anos e que é capaz de oferecer a vida eterna, mas que desperta uma sede por sangue. A descoberta do objeto coloca o negociante na mira de um ambicioso magnata, que busca o poder para seguir vivo. Federico Luppi, Claudio Brook e Margarita Isabel completam o elenco principal.  

 

‘9-1-1: Lone Star’: Ator de ‘True Blood’ entra para o elenco da nova série da Fox

O elenco de 9-1-1: Lone Star’ continua a crescer.

Segundo a VarietyJim Parrack foi elencado no novo drama da Fox em um papel regular. O ator dará vida a Judd Ryder, um bombeiro texano marcado pela tragédia.

Parrack se junta aos previamente anunciados Rob LoweLiv Tyler, que serão os protagonistas. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.

Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.

Parrack é conhecido por seu trabalho como Hoyt no drama sobrenatural True Blood. Seus outros papéis incluem Escape at DannemoraThe Deuce e uma aparição como Jonny Frost em Esquadrão Suicida.

A série funciona como spin-off da aclamada 9-1-1, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear.

9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Riverdale’: Jughead e Betty nas imagens do episódios 04×16; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “The Locked Room”, 16º episódio da quarta temporada de Riverdale, que vai ao ar no dia 11 de março e que marca o retorno de Jughead (Cole Sprouse) à produção depois de sua aparente morte.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Phineas e Ferb’: Ashley Tisdale solta a voz no novo clipe oficial do filme; Confira!

Walt Disney divulgou o novo teaser oficial de Phineas e Ferb, filme baseado na icônica série animada do Disney Channel.

Além disso, o longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto, no Disney+.

Confira:

O filme, produzido pelos criadores do show original, Dan PovenmireJeff Marsh, é uma história de aventura que gira em torno dos meio-irmãos Phineas e Ferb, que saem pela galáxia para resgatar sua irmã mais velha, Candace, que foi abduzida por alienígenas.

O elenco traz o retorno de Ashley Tisdale como Candace Flynn; Vincent Martella como Phineas Flynn; Caroline Rhea como Linda Flynn; Dee Bradley Baker como Perry, o ornitorrinco; Alyson Stoner como Isabella; Maulic Pancholy como Baljeet; Bobby Gaylor como Buford; Olivia Olson como Vanessa Doofenshmirtz; Tyler Mann como Carl; David Errigo Jr. como Ferb Fletcher; Povenmire como o Dr. Heinz Doofenshmirtz e Marsh como o Majoro Monograma.

Ali WongWayne BradyDiedrich BaderThomas Middleditch completam o time.

Ranqueamos TODAS as músicas de ‘Evermore’, o mais novo álbum de Taylor Swift

Taylor Swift nos surpreendeu mais uma vez esse ano com o lançamento surpresa de Evermore, álbum irmão do aclamado Folklore.

Seu nono álbum de estúdio, lançado com uma diferença de cinco meses desde a iteração predecessora, nos apresentou a um lado mais vulnerável, melancólico e ácido de Swift – algo que, ao que tudo indica, será recorrente numa artista que finalmente se encontrou e tem pleno controle de seu processo criativo.

Para celebrar a produção, ranqueamos todas as canções do CD – com exceção das duas faixas que integram a versão deluxe.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

15. “EVERMORE”, feat. Bon Iver

Que uma coisa fique bem claro: Evermore, assim como Folklore, não tem nenhuma música realmente ruim, e sim adições que, de certa forma, não combinam com o restante da estética do álbum ou não atendem às nossas expectativas. Esse é o problema de evermore. A segunda parceria com Bon Iver infelizmente surgiu nas sombras da poderosa balada “exile” – e, por mais que a lírica seja impecável, não surtiu o mesmo efeito.

14. “GOLD RUSH”

A cinemática produção de “gold rush” é saída diretamente de um conto de fadas e fala sobre a pureza do amor esbarrando em obstáculos conforme vai crescendo. O problema é que seus breves três minutos se fragmentam em três canções diferentes que, apostando numa construção original, não conseguem se unir com a fluidez necessária e são ofuscadas por outras iterações mais sólidas.

13. “HAPPINESS”

rock alternativo nunca esteve tão presente na vida de Taylor Swift – e ela canaliza isso com o minimalismos dos sintetizadores em “happiness”, uma faixa que, construída sob uma atmosfera bastante dramática, é recheada de otimistas mensagens que clamam pela calmaria depois da tormenta.

12. “TOLERATE IT”

“tolerate it” mostra com vontade ígnea que Taylor Swift tem puro controle sobre suas incursões vocais e, por mais que seu alcance não seja espetacular, ela sabe como usá-lo a seu favor. Mais do que isso, a faixa prova novamente que a performer cria mágica com a melodia do piano e que tem um apreço gigantesco por unir tendências em um único escopo sonoro.

11. “IVY”

Evocativo, elegíaco e se assimilando a um soneto shakespeariano, “ivy” é uma saudosista e mística canção ambientada no interior de uma vila marcada pelo amargor e pela perda. Os acordes do violão entram em contraste com a lírica literária que apenas Taylor consegue criar – e o verso “eu apenas sento e espero, em luto pelos vivos” é um dos mais emocionantes de sua prolífica carreira.

10. “DOROTHEA”

A fusão do piano à percussão em “dorothea” parece algo de outro mundo – e segue os mesmos passos de “betty”, uma das faixas de Folklore. A track fala candidamente sobre uma amizade de longa data que se afastou com o passar do tempo, mas que nunca deixou de existir em meio a nostalgias bucólicas e uma celebração da vida.

9. “‘TIS THE DAMN SEASON”

Apostando nos ecos dissonantes da guitarra e do baixo, “‘tis the damn season” encontra espaço de sobra para colocar certas batidas panorâmicas em uma invernal e narcótica ambientação que recorda de tempos que não vão voltar mais – mas cujas consequências sempre são sentidas em uma determinada época do ano.

8. “CLOSURE”

É sempre interessante e chamativo quando artistas se afastam das tendências mainstream – e Taylor Swift faz isso com gloriosa cautela em “closure”. A faixa mistura o dream-wave com as dissidências apaixonantes do synth e o clássico piano de cauda, salpicando uma semi-balada midtempo a uma melancolia derradeira.

7. “LONG STORY SHORT”

O mundo da folktronica e da orquestra se fundem em “long story short”, um breve conto de um relacionamento que não deu certo por inúmeros motivos. Aqui, Taylor se lembra de como estava à beira do precipício, demorando para perceber que seu amante não era a pessoa certa e que, para o bem ou para o mal, ela evoluiu a partir de experiências nada positivas.

6. “CONEY ISLAND”, feat. The National

“coney island” traz Swift em uma de suas maiores declarações intimistas desde ‘Red’, com o diferencial de que não tem medo de mostrar sua vulnerabilidade. Sentindo-se sozinha, a canção performada ao lado da banda The National é um soturno retrato de alguém que partiu – e que não voltará tão cedo assim.

5. “CHAMPAGNE PROBLEMS”

Taylor sabe exatamente de que forma decide entregar suas belíssimas canções – e “champagne problems” não é um caso à parte. Enquanto restringe-se a uma linearidade fabulesca guiada pela repetição proposital do piano, a artista brinca com certas notas, as quais, eventualmente, fornecem a profundidade requisitada para um anthem tão catártico quanto este.

4. “COWBOY LIKE ME”

Misturando múltiplas camadas vocais em uma sutil rendição sobre amor e empatia, é bem provável que “cowboy like me” passe longe do radar mainstream – mas merece esse lugar na nossa singela lista por sua perfeição estética e por um deleite sonoro incrível (isso mencionar os poéticos versos dos quais Swift se vale para dar vida a seu conto).

3. “MARJORIE”

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

2. “WILLOW”

“willow” é a canção que abre a nova e inesperada era de Swift – e da melhor maneira possível. O lead single, um dos melhores das últimas décadas, se apoia no indie folk de uma maneira melódia, burlesca, incrustada com alegorias românticas e uma atemporalidade de tirar o fôlego.

1. “NO BODY, NO CRIME”, feat. HAIM

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

Megan Fox e Bruce Willis enfrentam um serial killer nas primeiras fotos de ‘Midnight in the Switchgrass’; Confira!

Lionsgate divulgou recentemente as primeiras imagens oficiais de Midnight in the Switchgrass.

thriller é estrelado por Megan Fox (‘Garota Infernal’) e Bruce Willis (‘Vidro’) como uma dupla de agentes do FBI que são pegos na intrincada teia de um serial killerEmilie Hirsch (‘Era Uma Vez em… Hollywood’) vive um policial da Flórida que se junta aos protagonistas.

Confira:

O filme é a estreia diretorial do prolífico produtor Randall Emmett, cujos trabalhos incluem ‘O Sacrifício’‘O Irlandês’Alan Hornsail também faz seu debute como roteirista.

Colson BakerLukas HaasSistine Stallone completam o elenco.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Enquanto na Flória para outro caso, os agents do FBI Helter (Willis) e Lombardi (Fox) cruzam caminho com um policial local chamado Crawford (Hirsch), que investiga uma série de assassinatos de mulheres que parecem estar relacionados. Quando Lombardi é sequestrada, eles lutam contra o tempo antes que ela se torne a próxima vítima do serial killer.

Midnight in the Switchgrass tem previsão de estreia para julho de 2021.

‘Colin em Preto e Branco’: Série biográfica da Netflix ganha novo clipe oficial; Confira!

Netflix divulgou um novo clipe oficial de Colin em Preto e Branco(‘Colin in Black and White’), série biográfica que gira em torno da vida do ativista Colin Kaepernick.

A produção estreia no dia 29 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Ava DuVernay entra como produtora executiva ao lado de Kaepernick. A obra terá seis episódios.

Michael Starrbury assina o roteiro. Mary-Louise ParkerNick Offerman também fazem parte do elenco como Terese e Rick Kaepernick, respectivamente, pais adotivos de Colin que “devem descobrir o que significa criar uma criança negra em uma comunidade e em uma família predominantemente branca”.

Kaepernick ganhou reconhecimento em 2012, quando tornou-se o principal quarterback do time da San Francisco 49ers, estabelecendo inúmeros recordes esportivos. Em 2016, se recusou a levantar para cantar o hino nacional dos Estados Unidos em protesto ao tratamento recebido ela comunidade negra no país, colocando-o como símbolo ativista pelos direitos civis.

DuVernay, por sua vez, é conhecida por inúmeros projetos. Ela ganhou aclame da crítica e do público pelo incrível Selma, sendo subestimada na categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar. Desde então, comandou projetos como o documentário A 13ª Emenda, a fantasia Uma Dobra no Tempo e a minissérie ‘Olhos que Condenam’. Seus próximos trabalhos incluem DMZ e a adaptação de Novos Deuses.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Fãs estão EM ÊXTASE com o primeiro teaser da série; Confira!

O Prime Video finalmente divulgou o espetacular teaser trailer de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, série inspirada nos lendários romances de J.R.R. Tolkien – e não demorou muito até os fãs expressarem suas opiniões nas redes sociais.

O consenso dos internautas parece ter sido imediato: as reações foram bastante positivas ao material promocional, que despertou memórias dos filmes originais e aumentaram as expectativas para a produção.

Confira as reações abaixo:

O drama, que tem várias temporadas previstas, será lançado exclusivamente no Prime Video em mais de 240 países e territórios e em vários idiomas na sexta-feira, 2 de setembro, com novos episódios disponíveis semanalmente.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Homem-Formiga e a Vespa’ completa 4 anos; Veja CURIOSIDADES sobre o filme da Marvel!

Em 2018, Paul RuddEvangeline Lilly retornavam em seus papéis como Scott Lang e Hope Pym em Homem-Formiga e a Vespa, continuação do filme de 2015.

Na trama, após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo.

Dirigido por Peyton Reed, o longa-metragem recebeu críticas bastantes positivas e fez um estrondo considerável de bilheteria arrecadando mais de US$622 milhões mundialmente. Além disso, as performances de Rudd, Lilly e o restante do elenco foram bastante elogiadas pelos especialistas e pelo público.

No dia de hoje, 06 de julho de 2022, a produção completa quatro anos desde o seu lançamento. Para celebrar seu aniversário, o CinePOP preparou uma breve matéria separando algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Este marca o segundo filme do Universo Cinemático Marvel depois de ‘Thor: Ragnarok’ a ter uma mulher como antagonista principal, Fantasma. Nos quadrinhos, entretanto, Fantasma foi retratado como um homem.
  • Para o papel de Janet van Dyne, Lilly revelou que queria Pfeiffer como a personagem, enquanto Douglas expressou o desejo de ter Catherine Zeta-Jones para interpretá-la. Eventualmente, a personagem foi dada a Pfeiffer.

  • Reed insistiu que o filme tivesse menos de duas horas, por duas razões: “eu sabia que iríamos seguir ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que seria esse épico gigantesco, mas, mais importante, pelo fato de ser uma comédia”.
  • Por volta de 1h45min, o filme que os personagens assistem no computador no “cinema drive-in” é ‘O Mundo em Perigo’, clássico de ficção científica de 1954 em que testes nucleares criam formigas gigantes.

  • O laboratório é portátil e, por essa razão, não pode ser conectado a um rede de energia principal. Visto que precisavam de energia portátil, é possível ver, ao fundo, que eles utilizaram baterias Duracell aumentadas para fazer o laboratório funcionar.
  • Na trilha sonora do trailer, os acordes de guitarra que são repetidos provém de uma canção chamada “Ants Invasion”, da banda Adam and the Ants.
  • Pfeiffer concordou em aparecer na sequência por ser uma grande fã do primeiro ‘Homem-Formiga’.

  • Durante uma entrevista, Reed revelou que tomou um tempo para assistir a todos os filmes que Pfeiffer tinha estrelado até então antes de trabalhar com ela.
  • A principal demanda que Peyton fez para os visuais do longa-metragem foi: “fotorrealismo”.
  • No longa-metragem, é revelado que o pai da Fantasma é Elihas Starr. Nos quadrinhos, Starr é o vilão conhecido como Cabeça de Ovo, um gênio maligno e arqui-inimigo do Homem-Formiga.

‘Asteroid City’: Novo filme de Wes Anderson ganha data de estreia

Nesta última terça-feira, a Focus Features anunciou que Asteroid City, novo filme do aclamado realizador Wes Anderson, já tem data confirmada para chegas aos cinemas (via ComicBook.com).

As informações indicam que o longa será lançado por tempo limitado no dia 16 de junho de 2023, em salas de cinema selecionadas, com exibição mundial prevista para 23 de junho.

Estando em pós-produção, Asteroid City é descrito como uma meditação poética do significado da vida. A história gira em torno de uma deserta cidade estadunidense em meados de 1950 e foca em uma convenção chamada Junior Stargazer, que reúne estudantes e pais ao redor do pais para uma competição escolar.

O estelar elenco é formado por Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom HanksJeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Ed Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Stephen Park, Rupert Friend, Maya HawkeSteve Carell, Matt Dillon, Hong Chau, Willem DafoeMargot Robbie, Tony Revolori, Jake Ryan, Grace Edwards, Aristou Meehan, Sophia Lillis, Ethan Lee, Jeff Goldblum e Rita Wilson.

O longa é baseado em uma história criada por Anderson e Roman Coppola.

Fique ligado para mais informações!

Um dos musicais mais ICÔNICOS da história do cinema faz 45 anos em 2023; Veja curiosidades!

O mundo do cinema é recheado de musicais incríveis, sejam eles originais ou adaptados de peças teatrais. E, sem sombra de dúvida, uma das produções de maior sucesso do gênero é ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’.

Estrelado por John Travolta e pela saudosa Olivia Newton-John, a trama nos leva para a Califórnia no final dos anos 1950 e acompanha a história da boa moça Sandy e do metido Danny, que se apaixonam e aproveitam um verão inesquecível na praia. Quando voltam às aulas, eles descobrem que frequentam a mesma escola. Danny lidera a gangue dos T-Birds, um grupo que gosta de jaquetas de couro e muito gel no cabelo, e Sandy passa tempo com as Pink Ladies, lideradas pela firme e sarcástica Rizzo. Quando os dois se reúnem, Sandy percebe que Danny não é o mesmo por quem se apaixonou, e ambos precisam mudar caso queiram ficar juntos.

Com direção de Randal Kleiser em sua estreia diretorial, a adaptação do musical homônimo de Jim JacobsWarren Casey fez um sucesso gigantesco de bilheteria e de crítica, arrecadando mais de US$366,2 milhões mundialmente (contra um irrisório orçamento de US$6 milhões), além de ter conquistado uma indicação ao Oscar e cinco ao Globo de Ouro. Como se não bastasse, a popularidade do longa rendeu uma sequência estrelada por Michelle PfeifferMaxwell Caulfield, bem como uma série pré-sequência intitulada ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’, disponível no Prime Video.

Em 2023, ‘Grease’ completa 45 anos desde seu lançamento oficial nos cinemas e, para celebrar seu legado, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Jeff Conaway, que interpretou Kenickie na produção, estava tão apaixonado por Newton-John que ficava calado sempre que ela estava por perto. Mais tarde, ele se casou com a irmã de Olivia, Rona Newton-John.
  • Enquanto filmava o número musical “Greased Lightning”, Conaway caiu acidentalmente, machucando as costas. O ator começou a tomar analgésicos, acabou abusando dos medicamentos prescritos e se tornou viciado em drogas até morrer em 2011, aos sessenta anos.

  • “Hopelessly Devoted to You” foi escrita e gravada depois que o filme terminou. O contrato de Newton-John para Grease estipulava que ela deveria ter uma música solo. No entanto, ninguém tinha ideias para uma música para sua personagem, Sandy, até que o produtor de Olivia, John Farrar, apareceu com “Hopelessly Devoted To You” no meio das filmagens. O diretor Randal Kleiser não ficou totalmente convencido com a música no início e teve que criar uma cena totalmente nova para encaixá-la. Ela acabou sendo filmada e gravada depois que o filme terminou – eventualmente conquistando a única indicação ao Oscar do longa.
  • O concurso de dança foi filmado durante o verão, quando a escola estava fechada. O local não tinha ar-condicionado e as portas ficavam fechadas para controlar a iluminação, fazendo com que a temperatura do prédio aumentasse consideravelmente. Em mais de uma ocasião, um figurante teve que ser retirado devido a problemas relacionados ao calor.

  • Por um tempo, este foi o terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos, atrás de Tubarão’ (1975) e Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança’ (1977).
  • A cena perto da ponte após a corrida de carros foi filmada em uma área cheia de lixo, e a água no chão estava estagnada e perigosa. Alguns membros do elenco ficaram doentes durante as filmagens.
  • A cena musical final, “You’re the One That I Want”, foi filmada com a ajuda de um circo itinerante. Kleiser decidiu no dia seguinte que tomadas adicionais eram necessárias para close-ups. O circo havia deixado a cidade, então os designers de set foram chamados para construir réplicas de fundos que combinassem com a construção das atrações do circo para tomadas mais fechadas.

  • Elvis Presley recusou o papel de Anjo da Guarda na cena “Beauty School Drop-Out”. Quando o produtor Allan Carr comprou pela primeira vez os direitos do filme, ele imaginou o Rei do Rock como Danny e Ann-Margret como Sandy (esta também tendo declinado participar do projeto).
  • Henry Winkler, que se tornou uma sensação como “Fonzie” em Happy Days’ (1974), foi considerado para o papel de Danny Zuko. Ele recusou o papel por medo de fica estereotipado no cenário cinematográfico.
  • O elenco mascou cerca de cem mil chicletes durante as filmagens – chegando a cinco mil chicletes por dia.

‘Fargo’: 5ª temporada da ACLAMADA série ganha cartaz inédito; Confira!

O canal FX divulgou o novo cartaz oficial da 5ª temporada da aclamada série ‘Fargo‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de novembro.

Confira:

Nos novos episódios, depois que uma série inesperada de eventos coloca Dorothy ‘Dot’ Lyon (Juno Temple) em maus lençóis com as autoridades, esta dona de casa aparentemente típica do meio-oeste é repentinamente mergulhada de volta a uma vida que pensava ter deixado para trás. O xerife de Dakota do Norte, Roy Tillman (Jon Hamm), está procurando por Dot há muito tempo. Fazendeiro, pregador e homem da lei constitucional, Roy acredita que ele é a lei e, portanto, está acima da lei. Ao seu lado está seu filho leal, mas irresponsável, Gator (Joe Keery), que está desesperado para provar seu valor para seu pai. Pena que ele está sem esperança. Então, quando se trata de caçar Dot, Roy recruta Ole Munch (Sam Spruell), um vagabundo sombrio de origem misteriosa.

Com seus segredos mais profundos começando a desvendar, Dot tenta proteger sua família de seu passado, mas seu amoroso e bem-intencionado marido Wayne (David Rysdahl) continua correndo para sua mãe, Lorraine Lyon (Jennifer Jason Leigh), para ajuda. CEO da maior Agência de Cobrança de Dívidas do país, a Rainha da Dívida não se impressiona com a esposa que seu filho escolheu e não poupa oportunidades para expressar sua desaprovação. No entanto, quando o comportamento incomum de Dot chama a atenção da delegada de polícia de Minnesota, Indira Olmstead (Richa Moorjani), e do adjunto Witt Farr (Lamorne Morris), Lorraine nomeia seu conselheiro interno e conselheiro principal, Danish Graves (Dave Foley) para ajudar sua nora. Afinal, família é família. Mas Dot tem uma batida estranha para a sobrevivência. E, de costas para a parede, ela está prestes a mostrar por que nunca se deve provocar uma mãe Lyon.

Criada por Noah Hawley, a série é inspirada no filme ‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘, lançado em 1996.

A trama antológica apresenta várias crônicas de engano, intriga e assassinato dentro e ao redor de Minnesota. No entanto, todas essas histórias remetem misteriosamente de uma forma ou de outra a Fargo, Dakota do Norte.

‘Star Trek: Strange New Worlds’ é RENOVADA para a 4ª temporada!

Paramount+ revelou que a adorada série Star Trek: Strange New Worlds’spin-off de Star Trek: Discovery’, foi oficialmente renovada para a 4ª temporada (via Collider).

As boas novas foram anunciadas antes mesmo da estreia do terceiro ciclo, que segue em produção e deve estrear apenas em 2025.

Mais informações não foram reveladas.

Em uma declaração oficial, os produtores executivos e showrunners Akiva GoldsmanHenry Alonso Myers disseram:

“Em nome da nossa equipe e do nosso elenco de ‘Strange New Worlds’, estamos animados e gratos para continuar nossa viagem juntos. Mal podemos esperar para que vocês se juntem a nós e à tripulação da Enterprise em mais uma temporada de exploração e aventura”.

Lembrando que as duas primeiras iterações estão disponíveis no catálogo da plataforma de streaming.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como The Vampire DiariesTell Me a Story, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

‘Brothers’: Comédia de ação com Peter Dinklage e Josh Brolin ganha trailer HILÁRIO; Confira!

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) e Josh Brolin (‘Duna’) se unem em Brothers, comédia de ação dirigida por Max Barbakow (‘Palm Springs’).

Agora, o Prime Video divulgou o trailer oficial da atração, que tem estreia agendada para o dia 17 de outubro.

Confira:

O longa foi escrito por Macon Blair (‘Festa Assassina’) a partir de uma história de Etan Cohen.

“O filme narra a história de Jake (Brolin), um ex-criminoso em busca de redenção. Sua rotina tranquila é abruptamente interrompida quando ele se reencontra com seu irmão gêmeo, Bobby (Dinklage), um indivíduo caótico e imprevisível. Juntos, eles partem em uma viagem rodoviária em busca de um golpe milionário, porém o caminho está repleto de perigos e desafios”.

Além de Dinklage e Brolin, o filme conta com um elenco de peso, incluindo Brendan Fraser (‘A Baleia’), Glenn Close (‘Atração Fatal’), Taylour Paige (‘Zola’), Jennifer Landon (‘Yellowstone’) e o falecido M. Emmet Walsh (‘Entre Facas e Segredos’).

O filme foi produzido por Andrew Lazar, contando com a participação de Brolin, Dinklage e David Ginsberg. Trish Stanard desempenhou o papel de produtora executiva.

Vencedora em Cannes, Sandra Corveloni fala sobre o filme ‘Lusco-Fusco’ e rasga elogios para Fernanda Torres [EXCLUSIVO]

Sandra Corveloni está prestes a voltar ao mundo da sétima arte e estender seu importante legado na cultura artística nacional.

Corveloni, que iniciou sua formação ainda nos anos 1990 e sagrou-se uma das maiores atrizes brasileiras após conquistar o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por Linha de Passe, já eternizou diversos personagens nas telonas e nas telinhas – com seus últimos créditos incluindo a série dramática ‘Não Foi Minha Culpa’ e o longa ‘Alegria do Amor’ (que tem lançamento previsto para este ano).

Agora, a atriz, que também conquistou quatro indicações ao Grande Otelo, finaliza as filmagens do ambicioso drama tour-de-force Lusco-Fusco, que conta com a direção da dupla Bel BecharaSandro Serpa.

O filme, cujas gravações se encerram hoje, 20 de fevereiro, gira em torno da relação de amizade entre duas mulheres. Vera (Amandyra), uma professora do ensino fundamental envolvida em uma relação abusiva com Matias (Allan Souza Lima), cujo retorno repentino abala sua vida. Já Alda (Corveloni), sua vizinha não alfabetizada e faxineira no mesmo colégio, desistiu de seus sonhos para cuidar do filho, Dinho (Pedro Ottoni), e da neta, Joana (Duda Sampaio). A amizade entre as duas fortalece e ilumina os caminhos para escaparem da opressão que vivem, inspirando a menina Joana, sobre o que é ser uma mulher no Brasil no século XXI.

Recentemente, tivemos a oportunidade de participar das gravações da penúltima diária do longa, que ocorreu nas ruas de Osasco, na Grande São Paulo, convidando o público a conhecer uma história que, infelizmente, torna-se bastante comum entre inúmeras pessoas.

Ainda que o enredo do projeto tenha sido oficialmente divulgado, informações mais detalhadas permanecem sob sigilo – mas isso não impediu que Corveloni pudesse comentar um pouco sobre sua personagem e sobre as importantes temáticas retratadas pela história.

“A minha personagem, Alda, sofre uma violência envolvendo fake news, uma coisa bem grave. Só que ela, por ser uma pessoa muito simples, não tem muito conhecimento, não tem internet, não tem celular, ela é seminalfabeta, então ela não tem a dimensão [do problema]”, a atriz conta. “Ela sabe que é uma coisa séria, mas ela acha que é uma brincadeira de mau gosto. Nem ela, nem os familiares têm a dimensão da gravidade. E ela é muito amiga, vai se tornando amiga da Vera, que é a vizinha de frente, professora da neta dela, que sofre um outro tipo de violência do namorado – é um relacionamento tóxico -, sobre o qual a vizinhança toda já está a par, porque ele faz escândalo, quebra a porta, aquelas coisas ‘lindas’, né? Aquelas coisas incríveis”.

Corveloni continua: “então, o filme fala dessas violências. Não só essas violências mais explícitas, mas também as pequenas coisas de tratamento do dia a dia, dentro da própria família. Aquelas microagressões, que antigamente a gente nem chamava assim, a gente dizia só que a pessoa era folgada e preguiçosa. Mas isso é uma, digamos, um comportamento, uma educação que a gente vai perpetuando na nossa sociedade”.

“São essas pequenas agressões que levam, às vezes, a desrespeitos e agressões maiores. Então, acho que o filme está dentro desse universo, mas a seta que aponta para o norte do filme não pinta com tintas fortes. Tem cenas muito fortes, claro, mas o foco principal do filme é o fortalecimento da amizade entre essas duas mulheres, que é a Alda e a Vera. Mulheres que são de gerações diferentes, que têm uma formação diferente, profissões diferentes nelas. Uma é professora, outra faxineira da escola, uma estudou, a outra não. Uma é sozinha, a outra tem família. Uma tem 30 anos, a outra tem 55”.

“Então, elas estão nesses momentos, mas o fato de elas estarem próximas nesses momentos de violência, a preocupação de uma em relação à outra, faz com que essa amizade se fortaleça. E isso abre novas possibilidades tanto para a Alda quanto para a Vera, porque uma chama a atenção da outra. Porque, às vezes, a gente está tão ensimesmado no nosso problema que a gente não vê uma saída. Às vezes, precisa alguém de fora para te dizer: ‘olha, mas será que você não pode ir para cá? Você não pode parar de fazer isso? Ou você não pode tentar uma coisa melhor?'”.

“É um filme muito delicado”, ela reflete.

Apesar de ter iniciado sua carreira nos anos 1990, Corveloni ganhou proeminência e projeção mundiais ao ser condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Cannes por Linha de Passe.

Dirigido por Walter Salles e Daniela Thomas, a trama acompanhou quatro irmãos que são pela mãe, que trabalha como empregada doméstica e está mais uma vez grávida de pai desconhecido. Com a ausência do pai, lutam por seus sonhos e um deles vê seu talento como jogador de futebol a esperança de uma vida melhor.

Durante a conversa, Corveloni se recordou de seu trabalho com Salles – que, este ano, está indicado ao Oscar pelo aclamado drama de época ‘Ainda Estou Aqui’, estrelado por Fernanda Torres. Corveloni rasgou elogios tanto para o diretor, que apelidou carinhosamente de Waltinho, quanto para Torres, além de discorrer sobre a crescente projeção do cinema brasileiro no mercado internacional.

“É tão importante para a gente [esse reconhecimento], né? Porque a gente estava em um período até bom do cinema, fazendo coisas muito interessantes, muita coisa acontecendo. Aí veio a pandemia, junto com todo o apagamento da nossa cultura, e essas coisas de desmerecer a cultura, de desmerecer o trabalho dos artistas”, ela comentou.

Ela continua: “e isso é muito triste, mexe muito com a gente. Então, assim, é uma… Nossa, um respiro saber que a gente conseguiu, a gente foi lá no fundo e subimos para a superfície de novo com possibilidades de filmes. Em Cannes, o ano passado, o Baby’ foi super bem, ganhou o prêmio de atuação, e teve também o sucesso que fez Malu’“.

“Aí vem Fernanda Torres com essa obra-prima do Waltinho, Daniela Thomas também está junto, essas duas figuras tão importantes do nosso cinema. E um filme que fala dessa nossa memória, ou não-memória, né? Que fala sobre coisas tão terríveis, mas que estão nos escombros, ninguém fala disso. Então, assim, é um filme que vem num momento que o mundo está nessa onda de ultradireita, de cercear os direitos. É um filme que traz todas essas possibilidades de a gente se juntar e pensar juntos, uma outra forma”.

“Eu acredito que a arte serve para isso também, de nos acender para novas perspectivas, novas possibilidades e para não deixar a gente esquecer de coisas terríveis que aconteceram, né? E agora, em Berlim, ‘O Último Azul’, né? Que foi super bem, né? Também saíram críticas incríveis, eu recebi umas mensagens, tenho amigos e amigas no filme, Denise Weinberg, que acompanhei quando ela estava fazendo esse filme. Ela foi contando para a gente que era uma coisa muito poderosa filmar na Amazônia. Então, assim, isso é muito importante para nós. Para nos dar vontade e força de fazer coisas. De contar histórias, de reviver histórias, de ficcionar, de poetizar, de criar beleza e reflexão. Estou muito feliz”.

“O Waltinho é um diretor super dedicado, inteligente, delicado, ele sabe dirigir muito bem, ele conduz um set com muita maestria e com um mergulho no que ele tem que fazer, ele se prepara. Então, a gente se sente muito à vontade para trocar, para jogar dentro daquele roteiro que foi criado, que foi muito bem decupado, estudado. Ele tem uma estrela, o Waltinho, né? Fernanda Montenegro [também] concorreu ao Oscar, por ‘Central do Brasil’, ela continua. 

“Eu ganhei Cannes e agora a Fernanda Torres, que ganhou o Globo de Ouro e concorrendo ao Oscar, e ganhou muitos outros prêmios. Eu fico tão feliz e tão orgulhosa, sabe? Eu fico muito, muito feliz, assim, porque são as mulheres, né? Marcélia, Ana Beatriz Nogueira, Ruth de Souza, tantas mulheres que foram premiadas e que estão, que continuam a fazer cinema, né? As que já se foram, as que estão aqui, Fernanda Montenegro fazendo filme, gente, até agora. É muito bom, muito importante. Então, eu espero que isso traga um fôlego bem grande para o nosso cinema, porque a gente está merecendo. A gente merece; eu estou fazendo esse filme aqui, que diz para a minha personagem: ‘você merece mais'”.

Lusco-Fusco, que também traz nomes como Pedro OttoniAmandyraDuda Sampaio no elenco, ainda não tem previsão de lançamento.

As 10 Melhores Séries da Década (Até Agora)

O cenário televisivo tem um poder incomparável de nos transportar a mundos incríveis e diversos – não devendo nada para o espetáculo promovido pela sétima arte. E, até agora, a década de 2020 está superando nossas expectativas com incursões simplesmente maravilhosas.

Desde comédias inteligentes e aplaudíveis como Abbott ElementaryO Estúdio, passando pelo drama pós-apocalíptico The Last of Us e culminando na tragicômica sátira social de The White Lotus, são vários os títulos que conquistaram o público e a crítica nos últimos cinco anos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores séries da década até agora, levando em consideração apenas as obras que tiveram sua estreia entre 2020 e 2025.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. THE LAST OF US (2023 – PRESENTE)

Em meio a tantas adaptações esquecíveis de games, como é o caso de ‘Tomb Raider’‘Resident Evil’‘Uncharted’The Last of Us é um sopro de originalidade que se configurou como uma das releituras mais aclamadas do século. Pegando a essência dos jogos, a parceria entre Craig MazinNeil Druckmann é um sucesso absoluto que traz Pedro PascalBella Ramsey e outros incríveis performers em uma tour-de-force pós-apocalíptica que analisa a frágil condição humana, subjugada por uma natureza caótica e impiedosa.

9. ABBOTT ELEMENTARY (2021 – PRESENTE)

Em 2021, a multitalentosa Quinta Brunson apresentou um interessante projeto à ABC, subsidiária da Walt Disney – e que ganharia o nome de Abbott Elementary. A inusitada e hilária comédia nos leva a uma escola primária da Filadélfia em que o corpo docente singra pelas dificuldades de lecionar em um sistema que não respalda os menos favorecidos. Através de um teor crítico social que é mascarado pelas incursões dos mockumentários e das sitcoms – e que traz nomes como Brunson, Janelle JamesSheryl Lee RalphTyles James Williams no time performático.

8. O URSO (2022 – PRESENTE)

É impressionante a qualidade que O Urso vem entregando desde sua primeira temporada, superando-se ano após ano com narrativas ambiciosas, performances envolventes e chocantes e um esmero artístico e técnico que nos tira o fôlego episódio a episódio. A cada episódio temporada da série mantém o nível altíssimo da atração – e, de uma forma ironicamente parasocial, levou diversos críticos e espectadores a procurarem erros para terem o que falar sobre a obra, ainda mais considerando sua quase perfeição.

7. ANDOR (2022 – 2025)

É inegável dizer que certas incursões recentes da franquia ‘Star Wars’ falharam em conquistar o público e a crítica, como foi o caso da despojada ‘Skeleton Crew’ e da subestimada ‘O Acólito’. Felizmente, Andor veio para nos entreter do começo ao fim com uma história clássica e pautada no melhor da monolítica Jornada do Herói cunhada por Joseph Campbell. A série, que se estendeu por breves duas temporadas (uma melhor que a outra), expande esse cosmos intergaláctico de forma vibrante e explosiva, cuidando para que cada elemento encontra sucesso e seja guiado pela performance admirável de Diego Luna.

6. THE WHITE LOTUS (2021 – PRESENTE)

HBO é lar de um número considerável de ótimas produções televisivas, aliando-se a nomes extremamente competentes e que contribuem com perspectivas inéditas a tropos conhecidos. Um deles, Mike White, resolveu explorar a irônica hipocrisia da burguesia contemporânea através de uma tragicomédia de erros com ares de mistério e suspense: intitulada The White Lotus, a produção ganhou nossa atenção pelo formato antológico e por reunir um elenco estelar que navega pelas atribulações do vazio existencial e da necessidade de reafirmação em um paradisíaco resort 5-estrelas.

5. HACKS (2021 – PRESENTE)

Se há algo que sempre tem a capacidade de nos envolver são as histórias metalinguísticas e autorreferenciais – e, quando aliadas ao poder artístico de uma boa comédia ácida, tais investidas se tornam mágica. E foi isso que aconteceu com Hacks: narrando sobre a história de uma lendária comediante e de sua roteirista assistente, o premiado projeto é uma crítica e apaixonante análise sobre a indústria contemporânea do show business e conta com as irretocáveis atuações de Jean Smart (que conquistou três estatuetas seguidas do Emmy Award) e Hannah Einbinder.

4. RUPTURA (2022 – PRESENTE)

Apple TV+ tem a capacidade incrível de entregar produções de altíssimo calibre e que nos instigam logo de cara. E esse é o caso do suspense psicológico Ruptura. A produção, que entregou dois ciclos de nível incomparáel, abriu espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um corpo de atores e atrizes estelar, que inclui Adam ScottBritt LowerPatricia ArquetteSarah Bock.

3. TED LASSO (2020 – PRESENTE)

A comédia esportiva Ted Lasso é uma joia da televisão contemporânea e uma série que chegou tímida ao catálogo da Apple TV+ e logo se sagrou uma das narrativas mais hilárias e cativantes da memória recente no cenário audiovisual. Criada e estrelada por Jason Sudeikis, a produção não se beneficia apenas de um incrível elenco (que inclui Phil DunsterHannah WaddinghamJuno TempleBrett Goldstein), mas de uma narrativa com o coração no lugar certo que uniu mensagens de bonança a um panorama despojado e irretocável.

2. O ESTÚDIO (2025 – PRESENTE)

Quando pensamos no escopo cômico, Seth Rogen é um dos principais nomes que nos vêm à mente – e, em 2025, o criador, roteirista, ator e produtor atingiu um novo ápice artístico com a série metalinguística e metadiegética O Estúdio. Em meio a atuações irretocáveis, o teor cômico constrói uma belíssima e instigante jornada que eleva a si mesmo à enésima potência em uma sarcástica trama autocrítica que se vale de quebras de expectativa muito sagazes e que, além de Rogen, traz nomes como Kathryn HahnIke BarinholtzCatherine O’Hara ao centro dos holofotes.

1. XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO (2024 – PRESENTE)

Ninguém poderia nos preparar para a experiência única que a épica série histórica Xógum: A Gloriosa Saga do Japão arquitetou ao estrear no ano passado. Baseada nos escritos de James Clavell, a operística produção é um feito cinemático dentro do escopo televisivo, apostando fichas sólidas em cada uma de suas engrenagens. E, além da forte direção e de um roteiro instigante, a produção trouxe para as telinhas performances incomensuráveis que refletiram, com razão, nas temporadas de premiação, enquanto a densa atmosfera de suspense e de drama nos fisgaram desde os primeiros segundos.

‘The Pitt’: Meta Golding, Christopher Thornton e MAIS são escalados para a 2ª temporada

O aclamado drama médico The Pitt se tornou uma das produções mais adoradas do ano – e em breve retornará com novos episódios.

Agora, o Deadline revela que quatro novos membros foram escalados em caráter recorrente à próxima temporada: Meta Golding (‘Rabbit Hole’), Luke Tennie (‘Abbott Elementary’), Christopher Thornton (‘O Poder e a Lei’) e Travis Van Winkle (‘Fubar’).

Golding será a enfermeira Noelle Hastings; Tennie será o Dr. Crus Henderson, residente do quarto ano de medicina que trabalha nos plantões noturnos; Thornton dará vida ao Dr. Caleb Jefferson, que trabalha na área psiquiátrica; e Van Winkle será Curtis Larson, um paciente agressivo da ala emergencial.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026.

Lembrando que a 2ª temporada ainda contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano) no elenco.

Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.

Estrelada por Noah Wyle (E’R’), que também escreve e produz, ‘The Pitt‘ conta com um elenco de apoio forte, incluindo Katherine LaNasa, Tracy Ifeachor, Taylor Dearden, Isa Briones e Shawn Hatosy como convidado especial.

O elenco ainda conta com Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

Misturando drama psicológico e realismo fantástico, longa nacional ‘Criadas’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

Vitrine Filmes divulgou recentemente o trailer oficial de Criadas, longa nacional que mistura drama psicológico, realismo fantástico e horror subjetivo para discutir colorismo, memória e heranças coloniais no Brasil.

O filme chega aos cinemas nacionais em 11 de julho, integrando a Sessão Vitrine Petrobras.

Confira:

O projeto é escrito e dirigido por Carol Rodrigues.

Confira a sinopse:

Criadas acompanha o reencontro entre as primas Sandra e Mariana, que cresceram juntas na mesma casa, mas ocuparam lugares radicalmente diferentes dentro dela. Sandra, negra retinta, retorna ao local em busca de fotografias da mãe, Ivone, antiga empregada residente da família. Mariana, negra de pele clara, agora vive ali. À medida que as duas se aproximam novamente, fantasmas da infância, da ancestralidade e de feridas nunca elaboradas começam a emergir.

Misturando drama psicológico, realismo fantástico e horror subjetivo, o longa constrói, através de metáforas e alegorias, uma atmosfera em que a casa deixa de ser apenas cenário para se tornar arquivo vivo das violências, afetos e apagamentos que atravessam gerações.

O elenco conta com Mawusi Tulani, Ana Flavia Cavalcanti, Sarito Rodrigues, Ivy Souza, Rudmira Fula, Vitória Marques Rodrigues, Alice de Jesus Feitosa, Alli Willow, Tom Nunes e Jerry Gilli.

‘The Batman’: Michelle Pfeiffer apoia Elle Fanning como Mulher-Gato

Em entrevista com a Variety, a atriz Michelle Pfeiffer, intérprete da Mulher-Gato em ‘Batman – O Retorno‘, foi questionada sobre a possibilidade de Elle Fanning assumir o papel em ‘The Batman‘, ao que ela respondeu:

“Ela seria uma Mulher-Gato incrível.”

Confira a entrevista:

No entanto, rumores indicam que o diretor Matt Reeves quer uma atriz negra para o papel, e ainda não há nenhuma informação sobre as possíveis candidatas.

Lembrando que apenas Robert Pattinson foi confirmado no elenco, e Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.