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Emma Stone e Bradley Cooper no trailer do romance ‘Sob o Mesmo Céu’

Sob o Mesmo Céu‘ (Aloha), nova comédia romântica dirigida por Cameron Crowe (‘Vanilla Sky’, ‘Quase Famosos’), teve seu trailer divulgado.

Emma Stone e Bradley Cooper estrelam o filme.

Assista:

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 18 de Junho deste ano, com um elenco estelar.

Bradley Cooper, Emma Stone, Rachel McAdams, Alec Baldwin, Bill Murray, John Krasinski, Danny McBride e Jay Baruchel estão no filme, que acompanha um ex-militar dos EUA enviado à uma ilha deserta do Havaí para supervisionar o lançamento de um satélite espião do governo norte-americano. Na reclusão, ele começa a se questionar sobre o programa do governo que retoma a Guerra Fria, e seus próprios valores.

O roteiro é do próprio Crowe.

‘Avatar’ ganhará um filme por ano

Em entrevista ao Montreal Gazzette, o diretor James Cameron revelou que a franquia ‘Avatar‘ ganhará um filme por ano à partir de 2017.

Segundo ele, o atraso na estreia de ‘Avatar 2‘ se deu pela produção simultânea das quatro sequências.

“Planejamos lançar o segundo filme no Natal de 2017. À partir daí, o adiantamento na produção das sequências permitirá que a franquia ganhe um filme por ano. Cada filme se sustentará sozinho, mas também fará parte de um arco maior”, afirmou.

Sendo assim, teremos ‘Avatar‘ nos Natais de 2017, 2018, 2019 e 2020.

“Eu estou no processo de fazer uma releitura dos três roteiros.  Apenas refino. Isso acontece em paralelo com o processo de design. O processo de design está muito maduro neste momento. Já estamos concebendo os filmes há cerca de um ano e meio. Todos os personagens, cenários e criaturas estão praticamente prontos”, afirmou.

O diretor ainda confirmou o retorno de Sam Worthington, Zoe Saldana, Stephen Lang e Sigourney Weaver, e afirmou que fará jus ao que feito em ‘Avatar‘.

“Você tem que desafiar a si mesmo. Obviamente, as expectativas são muito altas nesses filmes, especialmente em ‘Avatar 2’. Você precisa provar que não foi apenas um lance de sorte que teve com o primeiro filme. Tenho que entregar sequências ainda mais grandiosas”, concluiu.

Como o próprio James Cameron já havia comentado, ‘Avatar‘ serviu como um experimento para todo o universo que ele havia criado. A Nova Zelândia já começou a preparar o país, de pouco mais de 4 milhões de habitantes, para receber a gigante equipe técnica de ‘Avatar‘.

Isso por que como os próximos três longas serão rodados no estilo back-to-back-to-back, ou seja, simultaneamente, e será necessário que todo mundo fique por lá até meados de 2019.

James Cameron anuncia HQ inspirada no primeiro ‘Avatar’

Arte conceitual apresenta nova personagem de ‘Avatar 2’

 

Avatar lidera o ranking mundial de bilheteria de todos os tempos (com US$ 2,79 bilhões, ou R$ 8,7 bilhões, arrecadados desde 2009). As três sequências estão previstas para 2017, 2018 e 2019.

Embora a saga seja uma enorme superprodução, Cameron espera gastar menos de US$ 1 bilhão nos três longas, que serão filmados simultaneamente. A produção conjunta mais cara até agora é a trilogia ‘O Hobbit’, que consumiu US$ 750 milhões com seus três filmes.

James Cameron não poupa elogios às sequências de ‘Avatar’

As filmagens dos três filmes de ‘Avatar‘ levarão apenas de 8 a 9 meses para serem concluídas. James Cameron retornará como diretor nas três sequências, mas para os roteiros ele teve ajuda.

Sequências de ‘Avatar‘ vão tratar de questões humanas

Confira os roteiristas:

Avatar 2‘, Amanda Silver e Rick Jaffa (ambos de ‘Planeta dos Macacos: A Origem’)
Avatar 3‘, Josh Friedman (‘Guerra dos Mundos’)
Avatar 4‘, Shane Salerno (‘Selvagens’)

Retornam para a trilogia: Sam Worthington, que vive o protagonista Jake Sully, Zoe Saldana, Sigourney Weaver e Stephen Lang, intérprete do vilão Coronel Quaritch.

Lançado em 2009, o fenômeno Avatar ainda é o filme com a maior bilheteria da história nos EUA (U$ 760 milhões) e no resto do mundo (U$ 2 bilhões). A arrecadação global foi de U$ 2,782 bilhões, quase U$ 1 bilhão acima do recordista anterior, ‘Titanic’, também dirigido por Cameron.

‘As Tartarugas Ninja 2’ é promessa de sucesso nas bilheterias nacionais

Quando o primeiro ‘As Tartarugas Ninja‘ foi lançado no Brasil em 2014, ninguém imaginava o sucesso que os quelônios fariam nas bilheterias nacionais. Produzido por Michael Bay, o filme conquistou a QUARTA maior bilheteria mundial em nosso país.

Com US$ 19,3 milhões (R$ 68 milhões) arrecadados no Brasil, o país ficou atrás apenas dos EUA (US$ 191 milhões), China (US$ 62 milhões), Rússia (US$ 28,9 milhões) e Reino Unido (US$ 21,5 milhões) – totalizando US$ 493,3 milhões mundialmente.

Com os números animadores do primeiro filme, a expectativa é que ‘As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras‘ tenha uma das maiores aberturas do ano em nosso país.

Além de ter uma das maiores bases de fãs do mundo, o Brasil também serviu como cenário para algumas cenas de ação da produção, filmadas nas Cataratas do Iguaçu (mesmo local utilizado para criar Wakanda em ‘Capitão América – Guerra Civil‘).

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras‘ estreou neste final de semana nas bilheterias norte-americanas, e abocanhou a primeira posição. A estreia nos cinemas nacionais acontece no dia 16 de Junho.

Lucas Rangel vai dublar personagem de ‘As Tartarugas Ninja 2’ 

‘As Tartarugas Ninja 2′ terá participação especial; saiba quem!

Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael voltam aos cinemas para uma batalha ainda maior, com vilões da pesada e com a ajuda de April O’Neil (Megan Fox), Vern Fenwick (Will Arnett), e o recém chegado justiceiro Casey Jones (Stephen Amell).  O mundo fica em perigo depois que o supervilão Shredder foge da justiça e junta forças com Baxter Stockman (Tyler Perry), um cientista louco que arquiteta um plano diabólico para conquistar o mundo junto com seus dois capangas, Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (WWE Superstar Stephen “Sheamus” Farrelly). À medida que as Tartarugas se preparam para combater Shredder e sua nova equipe, eles se deparam com um inimigo ainda maior do que imaginavam: o terrível Krang.

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‘American Horror Story’ ganha novo teaser

A sexta temporada de ‘American Horror Story‘ ganhou mais outro comercial.

A trama continua sendo mantida em segredo, até a estreia.

Confira, com os teasers anteriores:

A estreia está agendada para 14 de setembro.

‘American Horror Story: Freak Show’ estreia na Netflix 

Além de Lady Gaga, Jessica Lange também pode retornar na sexta temporada.

O elenco conta com Lady Gaga, Sarah Paulson, Kathy Bates, Angela Bassett, Wes Bentley, Matt Bomer, Chloë Sevigny, Denis O’Hare, Cheyenne Jackson, Evan Peters e Finn Wittrock.

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‘A Torre Negra’ tem estreia adiada

A Entertainment Weekly confirma que A Torre Negra‘ não será mais lançado em fevereiro de 2017.

A publicação cita que as filmagens terminaram tarde demais, impossibilitando a pós-produção de ser finalizada em menos de seis meses.

Agora, a adaptação de Stephen King vai estrear no verão americano do mesmo ano. A EW cita que a data oficial será liberada muito em breve.

O dinamarquês Nikolaj Arcel (O Amante da Rainha) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

A Torre Negra consiste em sete livros. Stephen King lançou o primeiro volume, ‘O Pistoleiro’, em 1982, como uma homenagem ao faroeste ‘Três Homens em Conflito’, à Lenda do Rei Arthur e às histórias épicas de J.R.R. Tolkien, autor de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’.

A trama acompanha a jornada do pistoleiro Roland Deschain através do Mundo Médio e outros para frustrar o objetivo do Rei Carmim de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

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The Dark Tower (2017) Idris Elba June 18, 2016 - Cape Town, South Africa Photograph by Marco Grob

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O Círculo

(The Circle)

 

Elenco:

Emma Watson – Mae Holland
Karen Gillan – Annie
Tom Hanks – Eamon Bailey
Bill Paxton – Pai de Mae
John Boyega – Kalden
Patton Oswalt – Tom Stenton
Ellen Wong – Renata

Direção: James Ponsoldt

Gênero: Ação, Suspense

Duração: 141 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 22 de Junho de 2017

Sinopse: 

Mae (Emma Watson) é uma universitária cujo sonho é trabalhar na maior empresa de tecnologia do mundo, O Círculo. A organização foi fundada por Eamon Bailey (Tom Hanks) e o seu principal produto é o SeeChange, uma pequena câmera que permite aos usuários compartilharem detalhes de suas vidas com o mundo. Mae vê sua vida mudar completamente quando é contratada pela empresa e sua função passa a ser documentar sua vida em tempo integral. O que ela não imaginava, no entanto, é que toda essa exposição teria um preço, não só para ela, mas também para todos ao seu redor.

Crítica | O Círculo – Suspense Tecnológico é ‘A Rede’ do nosso tempo (Nota: 7.0)

 

Curiosidades: 

» Adaptação para os cinemas do best-seller ‘O Círculo‘ (The Circle).

»  Tom Hanks (‘Capitão Phillips’), Emma Watson (‘Harry Potter’), Karen Gillan, Patton OswaltBill Paxton estrelam. John Boyega, que em breve será visto como Finn em ‘Star Wars – O Despertar da Força‘, completa o elenco.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Amber Heard divulga foto de seu primeiro dia no set de ‘Aquaman’

A atriz Amber Heard postou uma foto de seu primeiro dia no set de ‘Aquaman‘, sendo maquiada enquanto lê uma HQ do personagem.

Na legenda, ela fala sobre o intenso treinamento e regime que fez nos últimos seis meses.

Confira:

 

O elenco conta com Jason Momoa, Patrick Wilson, Amber Heard,Willem Dafoe, Nicole Kidman e Temuera Morrison.

O mais recente contratado foi Ludi Lin, um dos protagonistas do novo ‘Power Rangers‘, que interpretará Murk, o líder do exército de Atlantis e grande amigo do protagonista.

Don Burgess será o diretor de fotografia da adaptação.

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

’24 Horas’ pode ter nova temporada em formato antológico

Será que o formato Ryan Murphy de antologia também vai conseguir se adequar a ‘24 Horas‘?!

Durante o Television Critics Association, os produtores da série revelaram que uma das ideias propostas é tornar o formato antológico, ou seja, abordando temas diferentes a cada temporada, e não somente terrorismo ou assuntos ligados a segurança nacional.

“Estamos realmente explorando o futuro, a próxima versão de 24 horas talvez possa ser uma narrativa antológica. Temos uma ideia muito emocionante sobre como fazer isso”, disse Dana walden, uma das produtoras da série.

Quando questionada sobre o cancelamento de ‘24 Legacy’, Dana comentou o seguinte:

“Quanto mais pensamos, mais acredito que deixamos isso de lado para porque contamos histórias sobre esses personagens exatamente iguais e neste exato ambiente de trabalho. Para nós, era algo muito semelhante à série original.”

Estrelada pela revelação de ‘Straight Outta Compton’, Corey Hawkins, ‘24: Legacy’ parecia ter um futuro promissor para o canal, considerando o investimento pesado em seu lançamento.

Estreando o spin-off logo após o encerramento do Super Bowl, a série também chegou a bater recordes para a Fox antes mesmo de seu lançamento, com seu trailer sendo visualizado 10 milhões de vezes.

Crítica | Dark – Nova série de Suspense da Netflix

Quem somos? Para onde vamos? É possível viajar no tempo? Os seres humanos estão sempre à procura de respostas para perguntas tão velhas quanto o universo, tentando entender qual é o nosso papel aqui e como fomos criados…

Usando essa eterna busca por respostas como tema, a Netflix vem se especializando em realizar séries de ficção científica que tentam dar novas visões à essas perguntas. Com o sucesso fenomenal de ‘Stranger Things’, o serviço de streaming apostou na sensacional ‘The OA’ e agora lança a maravilhosa série alemã ‘Dark’.

Sem dar SPOILERS, explicaremos por cima – bem superficialmente – a trama. Ao mesmo tempo que o jovem Erik (Paul Radom) desaparece em uma cidade cheia de segredos, um pai de família se suicida. Ele deixa uma carta para sua mãe e seu filho, que só pode ser aberta no dia 4 de Novembro de 2019. Nenhum minuto antes disso.

Com um primeiro episódio tenso e intenso, a série já conquista o expectador ao apresentar algumas perguntas insanas sem respostas. Ela logo nos desperta o interesse em saber o que existe por trás do mistério da cidade de Winden, que tem uma usina de energia elétrica como seu maior ponto turístico.

À partir daí, a série traz um ritmo lento e sufocante com mais perguntas do que respostas. Conhecemos os vários personagens que iremos acompanhar, como Katharina (Jördis Triebel) – cujo filho desapareceu, Hannah (Maja Schöne) – que alimenta uma paixão proibida, e Ulrich Nielsen (Oliver Masucci) – um homem que embarca numa jornada para encontrar seu filho desaparecido mas acaba encontrando muito mais.

A pergunta não é quem sequestrou a criança… mas quando.

Quando a série começa a responder algumas de suas loucas perguntas, é viciante continuar assistindo aos episódios. É daquelas séries feitas para maratonar em um dia, que não te deixa sair nem para ir até a cozinha tamanho o suspense criado entre um episódio e outro.

Apesar do começo lento, a série engata no meio de sua temporada e se torna um vício desenfreado, quando as cartas começam a ser reveladas e você descobre sobre o que a série está abordando. São 10 episódios de 50 minutos que te prendem do começo ao fim.

O criador Baran bo Odar (diretor do inédito Sleepless, com James Foxx) consegue criar uma trama redonda, apesar de trazer uma história cíclica, que se encerra satisfatoriamente. Outro ponto positivo é a fotografia belíssima, que abusa do ar misterioso da cidade Winden e a assustadora floresta que a cerca, sem esquecer da usina elétrica, imponente na vista aérea da cidade. A trilha sonora, repleta de hits dos anos 80, é a cereja do bolo.

O desfecho é genial, abordando um assunto que vem sendo tratado mais frequentemente nos cinemas em em obras de ficção científica, vide os geniais ‘Interestelar’, de Chris Nolan, e ‘O Predestinado’, de Peter e Michael Spierig.

Dark’ é, literalmente, uma viagem pelo tempo e espaço que pode explodir sua mente enquanto você tenta descobrir a grande resposta, aquela que estava ali o tempo todo e você não conseguia enxergar. É recheada com suspenses, mistérios e coisas estranhas.

Produzida pela Alemanha, a série sela o acordo de US$ 1,5 bilhão que a Netflix fez com diversos países europeus para a produção de séries, filmes e programas de TVs. Se a intenção era reproduzir o sucesso de ‘Stranger Things’, ‘Dark’ provavelmente será muito bem sucedida.

Dark’ estreia na Netflix do Brasil dia 1º de Dezembro.

‘Vingadores: Eternos’? Foto pode ter entregado o título do 4º filme

Os irmãos Russo, diretores de ‘Vingadores 4, publicaram uma imagem misteriosa no Intagram. A foto mostra o set do filme, com Joe Russo sentado no meio, com a legenda “olhe com atenção”, indicando que há algo escondido na foto.

Não demorou muito para os fãs começarem a especular que a imagem entrega o título oficial do filme.

É possível ver 4 símbolos A (A4) na Foto, e também os símbolos A e E.

Sendo assim, acredita-se que o filme pode se chamar ‘Avengers Eternal‘ (Vingadores Eternos), baseada na escada e na caixa à direita (veja a foto abaixo). O título se conecta a uma popular teoria que o filme seria intitulado ‘Avengers Forever‘.

“Eu acredito que o título será ‘Vingadores: Eternos’. Um fã perguntou aos irmãos Russo se o título seria ‘Vingadores Forever’. Os diretores disseram que não é, mas que era um palpite bem próximo. Forever e Eternal significam a mesma coisa, e você pode ver A e E na foto que os irmãos Russo postaram.”,  publicou o usuário do Instagram dxwsonlucas.

 

O que você achou da teoria? O que acha do título ‘Vingadores: Eternos‘?

 

O CinemaBlend divulgou uma possível data para o lançamento do trailer de ‘Vingadores 4‘, se o estúdio seguir a mesma estratégia de marketing de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

O primeiro trailer do terceiro filme da franquia foi lançado no dia 29 de Novembro de 2017.

Segundo assim, a data mais provável para o trailer de ‘Vingadores 4‘ é em novembro deste ano.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de abril de 2019.

A mudança de identidade de ‘Game of Thrones’

Game of Thrones é um fenômeno. Lançada em 2011, a série da HBO baseada no sucesso literário “As Crônicas de Gelo e Fogo“, de George R. R. Martin, conquistou uma legião de fãs ao longo dos anos e foi a causadora de muitas lágrimas de telespectadores dos mais diversos países no mundo durante os seus episódios. São inúmeros momentos marcantes dentro da produção que já se tornaram memoráveis e eternos na mente de todos. Cada um tem seu preferido, assim como suas preferências em relação aos personagens e às casas. Quem terminará a história no trono?

Enquanto produção televisiva, Game of Thrones foi um marco por diferentes motivos. Primeiro, por questões financeiras. O orçamento da série é extremamente alto e bate todos os recordes possíveis. Citando um exemplo em números, cada episódio da oitava – e última – temporada custou 57 milhões de reais. Isso faz com que o nível de produção seja elevado e torna possível usar efeitos de grande qualidade, assim como a exploração de cenários e elenco. O resultado: momentos dignos de filmes de primeira linha como a Batalha dos Bastardos ocorrida na sétima temporada. Uma obra de arte.

Porém, a série da HBO não se sustenta apenas em produção. Seu roteiro, baseado nos livros, é irretocável e mesmo com uma grande quantidade de personagens e arcos a serem explorados, fluiu de modo perfeito por muito tempo. Tanto o andamento da história quanto os diálogos foram excelentes por várias temporadas seguidas e deixaram o nível muito acima da média.

Dito isso, nas últimas temporadas exibidas, muitos fãs passaram a realizar alguns questionamentos em relação à identidade da produção televisiva. Alguns elementos foram trocados, alguns de modo orgânico, outros não, e fizeram com que alguns passassem a gostar mais ainda da série, enquanto outros passaram a ter  ressalvas, fazendo assim com que o amor diminuísse um pouco.

Mas afinal, o que mudou?

Política x Fantasia

Desde os primeiros minutos do episódio inicial já é possível notar elementos de fantasia dentro do contexto da série. Chegar ao ponto em que se encontra atualmente não é surpresa para ninguém, visto que a magia e o misticismo sempre fizeram parte da série. Porém, nas primeiras temporadas, o que predominava em Game of Thrones enquanto gênero era a Política.

Alianças e traições. Este era o pilar principal, considerando que até então se tornar o Rei e assim ocupar o Trono de Ferro era o plot máximo e o objetivo de grande parte dos personagens. Neste ponto da série, grandes batalhas eram raras e o diálogo era a principal ferramenta do roteiro. Em muitos episódios das primeiras temporadas não há nenhum conflito físico. Apenas conversa. Ainda assim, prendia a todos os fãs devido às consequências que aquelas trocas de favores/informações influenciavam de modo direto e indireto às outras casas.

Dragões? Ainda eram bebês. White Walkers? Apareciam vez ou outra. Batalhas de grandes proporções? Raríssimas.

Episódios baseados neste modelo corriam o sério risco de serem considerados “arrastados”, mas de um modo geral não é o que acontecia.

Com o desenrolar da história, houve uma inversão. A Fantasia ganhou um maior destaque e se sobressaiu, embora a Política ainda esteja sempre presente lá. Conquistar o Trono de Ferro já não é mais a meta máxima, embora muitos ainda foquem nesse objetivo. Os problemas se tornaram maiores, assim como as batalhas.

Os dragões ganharam um espaço e enlouqueceram uma grande base de fãs. White Walkers passaram a ser mais explorados e fizeram com que a atenção se voltasse a eles. A política sempre esteve presente, mas ela já não predomina. Esta gradual mudança, protagonizada principalmente pelo plot de Daenerys, fez com que a Targaryen se tornasse uma das personagens mais queridas da série e mudou o modo de lidar com adversidades em Game of Thrones, com uma ação muito mais direta e agressiva. Um poder bélico muito acima dos demais, sem níveis de comparação e que aliança nenhuma seria suficiente para deter.

Isso fez com que a série ficasse mais acessível e atraente a telespectadores casuais. Houve uma virada de tom que mudou a perspectiva de muitos e fez com que brilhasse os olhos de fãs da série da HBO por todo o mundo. Esse lado mais fantástico de Game of Thrones ganhou grandes proporções e fez com que todo o jogo de roteiro de fortalecimento de poder a partir das alianças tivesse um peso menor, embora ainda constantemente presente. O poder de fogo (literalmente) passou a ser o fator decisivo.

Qualquer um pode morrer (Ou não)

No início, o que mais chamou a atenção foi a morte de Ned Stark.

 

Como assim a figura que poderia ser visto como protagonista da série foi morta logo na primeira temporada? Isso não é possível!

 

Game of Thrones desde sempre deixava claro o recado: qualquer um pode morrer. Qualquer um mesmo. Independentemente do peso do personagem à história, o seu salário, seu currículo, o fato de ser bom ou mau ou qualquer outro fator.

Se o personagem dentro do contexto da série acabasse caindo em uma situação sem saída, as consequências naturais aconteceriam. Não existia Deus Ex-Machina nem personagem salvador surgindo no último segundo de modo inexplicável ou apenas figurantes sendo prejudicados. O “realismo” de Game of Thrones no que diz respeito a (não) conseguir se livrar de um acontecimento no qual parecesse inevitável era absoluto e causava medo aos fãs, que temiam que o personagem preferido fosse morto a qualquer momento.

Para quebrar este conceito, na sétima temporada Jon Snow liderou o “Esquadrão Suicida” em um plano não muito bem elaborado. Como resultado, se viu cercado por inimigos, entre eles, o Rei da Noite, num contexto no qual parecia não haver solução. O grupo era absolutamente menor em termos de números, porém, não contou com nenhuma baixa relevante. Além disso, teve em seu desfecho Daenerys chegando no último segundo para salvar a todos, no exato momento em que mais se precisava. Um recurso não tão comum em Game of Thrones.

Para ser justo, houve uma perda sentida pelos fãs. Viserion, um dos três (agora dois) dragões de Daenerys, foi atingido, morto e depois revivido para servir ao inimigo. Ainda assim, todo este plano de ir Além da Muralha foi criticado do início ao fim, desde a sua premissa perigosa não muito inteligente à sua execução falha.

Dito isso, Jon Snow e Daenerys são elementos fundamentais do plot de Game of Thrones e a sobrevivência de ambos era necessária, ao menos até a última temporada. Ainda assim, os acontecimentos poderiam ser melhor trabalhados para que situações de roteiro como esta não tivessem uma reprodução aquém do nível de Game of Thrones estabelecido por anos.

Série vs Livros

Na base de fãs de Game of Thrones há uma guerra interna. Visto que a série já passou os acontecimentos dos livros – a base original da obra – muitos desconsideram e criticam praticamente tudo que passou a ser canônico a partir da produção televisiva. Se não foi algo oriundo do livro, logo é considerado como errado. Do outro lado, os fãs da série defendem os rumos que a HBO está dando à história, independentemente de ter um horizonte literário ou não.

Essa falta de referência dos livros fez com que o tom da obra da HBO fosse levemente alterado, porém percebido, e dividiu os amantes da série. Afinal, Game of Thrones segue seu tom de excelência ou não? Se a resposta for não, é culpa dos produtores que não conseguiram manter um bom rumo sem os livros? Se sim, a crítica ao andamento da história é mimimi dos leitores?

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Jon Snow e Daenerys são personagens chave. O nome da saga é Crônicas de Gelo e Fogo, logo, faz todo o sentido tudo rondar a estes dois, que são caracterizados por estes dois elementos. Querido por muitos fãs, todo o arco de ambos vem sendo trabalhado desde o início e o protagonismo da dupla aumentou gradativamente a cada temporada.

Isso fez com que o, agora, casal ganhasse status de personagens principais da série por um longo período, à medida que o fim se aproximou.

Game of Thrones teve um protagonismo claro na primeira temporada e o nome dele era Ned Stark. Porém, a sua estrela durou apenas nove episódios. Após a sua morte, não era possível determinar quem era o personagem principal da série. Tudo era distribuído de modo equilibrado.

A partir de determinado ponto, as atenções se voltaram aos dois citados e isso gerou uma ruptura. Por um lado, este rumo foi criticado por romper a divisão do jogos dos tronos. Por outro, elogiado por manter os holofotes naqueles que realmente eram importantes e essenciais para o plot principal da obra.

E aí fica a questão: O que é melhor? Distribuir o tempo de tela de modo mais igualitário entre todos ou dar a maior atenção aos, agora, principais e que são aqueles que de fato podem fazer a diferença na resolução da maior trama da série?

Amando ou odiando o rumo em que Game of Thrones se encontra, o fato é que a produção da HBO é um marco na televisão mundial e fez com que a noite de domingo de milhões de pessoas fosse especial e apreensiva. A conclusão da série é extremamente aguardada e mobiliza uma quantidade imensurável de fãs.

Game of Thrones é um marco na história das séries e já carimbou lugar especial no coração de todos, independentemente de suas mudanças e seu desfecho.

‘Dois Irmãos’: Animação da Pixar ganha novos e coloridos cartazes; Confira!

A animação da Pixar, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘, ganhou três novos e coloridos cartazes, que destacam alguns dos personagens do longa.

Confira:

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de março.

‘Um Lugar Silencioso 2’ terá painel HOJE no Geek Nation com Renato Marafon; Assista!

A Paramount Pictures realizará um painel especial de ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2‘ durante o Geek Nation hoje, dia 15 – e o nosso editor-chefe Renato Marafon será um dos CONVIDADOS ESPECIAIS.

O painel terá uma discussão sobre o filme com participação de Marafon, Renata Boldrini e Fábio Hurtado.

O painel acontece das 22h50 às 23h10. Para assistir, acesse aqui!

A estreia acontece em 23 de abril de 2021.

Confira nossas reações ao filme:

 

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Alita: Anjo de Combate’: Petição pedindo SEQUÊNCIA já soma mais de 170 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 170.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.” 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

‘Entrevista com o Vampiro’: Atriz de ‘Avatar 2’ viverá a pequena Claudia na adaptação

De acordo com o Deadline, Bailey Bass (‘Avatar 2’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), série baseada na saga clássica de Anne Rice.

Ela viverá a pequena Claudia, transformada em vampira por Louis e Lestat, que foi interpretada pela maravilhosa Kirsten Dunst no filme de 1994.

Vale lembrar que Dunst tinha 12 anos e foi indicada ao Globo de Ouro pelo filme.

Jacob Anderson (‘Game of Thrones’) interpretará o vampiro Louis de Pointe du Lac, papel de Brad Pitt no filme de 1994.

Sam Reid (‘The Newsreader’) estrelará como o vampiro Lestat.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunning, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Vale lembrar que a AMC também adquiriu os direitos de ‘A Hora das Bruxas‘, outra saga literária criada pela autora.

Rice será a produtora executiva ao lado do filho, Christopher Rice.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

Todos os filmes da franquia ‘Invocação do Mal’ estrearam na HBO MAX; Confira nosso Ranking do PIOR ao MELHOR!

Invocação do Mal chegou aos cinemas 2013 e se mostrou um sucesso tão grande que, além da óbvia continuação, gerou derivados criando todo um universo cinematográfico interligado. O último exemplar desta ambiciosa empreitada foi Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, que arrecadou US$ 206,4 milhões mundialmente.

Enquanto os fãs aguardam o confirmado ‘A Freira 2‘, a HBO Max adicionou em seu catálogo TODOS os filmes da franquia de terror.

Para você se divertir (ou se assustar), o CinePOP resolveu criar mais um ranking listando todos os oito filmes (sim, já tem isso tudo desde 2013) deste “Conjuring Universe” expandido, do pior ao melhor. Portanto, veja abaixo nossas colocações e não esqueça de comentar dizendo se concorda e caso contrário, deixe a sua ordem de preferência. Vamos lá.

08 | Annabelle

Neste primeiro spin-off de Invocação do Mal, o foco foi a boneca Annabelle. Pode parecer estranho, mas o objeto demoníaco fez tanto sucesso que ganhou um filme só dela. Talvez esta tenha sido a primeira vez na história do cinema na qual uma boneca que era parte de outro longa, conquistou uma produção só sua.

Seja como for, o consenso geral foi de que Annabelle (2014) não estava no mesmo patamar do que havia sido criado anteriormente. Parte disso se deve pela falta da direção de James Wan, aqui servindo apenas como produtor. O roteiro, escrito por Gary Dauberman – que depois viria a criar os textos de Annabelle 2 e 3, It:A Coisa e a A Freira – é interessante e criativo, inserindo as seitas fanáticas da época no contexto da trama, vide Charles Manson e seus seguidores. O problema principal é a direção anêmica de John R. Leonetti (Mortal Kombat: A Aniquilação e 7 Desejos). Mesmo com as críticas negativas, gerou uma franquia derivada que já chega em seu terceiro filme.

 

07 | Annabelle 3: De Volta para Casa

A franquia derivada começou mal com o primeiro Annabelle (2014) e finalmente decolou com o ótimo Annabelle 2: A Criação do Mal (2017), mas volta a decepcionar em seu terceiro filme – que parece mais a aventura Uma Noite no Museu do que um filme de terror.

O filme começa bem ao trazer uma participação especial de Patrick Wilson e Vera Farmiga como Ed e Lorraine Warren passando o maior sufoco ao trazer a boneca endemoniada para casa e prendê-la no Museu do Ocultismo. Após a interessante e sombria introdução, a história se perde.

O roteiro não decola e abusa de momentos que dão mais sono do que medo. A trama volta a ficar interessante no ato final, mas até lá o espectador já desistiu de se interessar pelos personagens e pelas dezenas de entidades que são apresentadas na esperança de criar novos filmes solos e franquias. O terror está no desconhecido, mas aqui todas as entidades são mostradas exaustivamente até perdemos o medo delas.

O mais triste é ver o potencial desperdiçado, já que o filme poderia apresentar várias novas entidades que poderiam – e devem – ganhar filme solo…

 

06 | A Maldição da Chorona

Não, não é um filme sobre a Chiquinha do ‘Chaves‘. Se você não conhece a Chorona, não se preocupe. Muito conhecida no México, a Lenda Urbana nunca teve força no Brasil. Trata-se de uma entidade sobrenatural que se assemelha ao nosso Bicho-Papão.

O terror acompanha a jovem assistente social Anna (Linda Cardelini), que precisa cuidar dois dois filhos sozinha após a morte do marido. Após se envolver com um caso de abuso infantil, ela acaba atraindo a fúria da Chorona e contará com a ajuda de um Curandeiro (Raymond Cruz) para salvar seus filhos da poderosa entidade.

O grande acerto do filme está em seu elenco. Linda Cardelini, que interpretou a Velma de ‘Scooby-Doo‘, entrega uma atuação bastante sóbria e série que contrasta com o humor de Reymond Cruz (‘Breaking Bad‘), que interpreta um Curandeiro expulso da Igreja Católica. Porém, o grande destaque vai para os filhos da protagonista (vividos por Jaynee-Lynne Kinchen e Roman Christou), que demonstram um grande talento para filmes de terror e são responsáveis pelas melhores cenas do filme.

A direção de Michael Chaves, que comandará ‘Invocação do Mal 3‘, não tem o brilhantismo de James Wan mas é bastante competente ao entregar sustos para a audiência, mesmo que abusando para os velhos clichês do gênero.

 

05 | A Freira

A Freira foi o primeiro filme a dar o novo tom da franquia: mais humor e menos sustos. Prometido como “O Capítulo Mais Aterrorizante da franquia”, o filme segue o caminho completamente oposto. Novamente produzido por James Wan (baseado em uma história sua) e com roteiro de Gary Dauberman, fica clara a falta que um bom diretor faz no comando de uma obra – embora muitos não percebam. Corin Hardy, de A Maldição da Floresta (2015), entrega um filme estiloso… mas não consegue assustar a audiência.

Este é o segundo spin-off da franquia Invocação do Mal, focado desta vez na freira demônio Valak (Bonnie Aarons), que apareceu pela primeira vez no segundo filme (2016).  Taissa Farmiga, irmã na vida real de Vera Farmiga (a protagonista da franquia Invocação do Mal), vive a personagem principal do filme, a noviça Irene – uma personagem interessante, que poderia ser melhor explorada.

Se tivesse sido vendido como um “filme divertido”, talvez não decepcionasse tanto.

 

04 | Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio

Dessa vez, Wan resolveu deixar a cadeira de direção para alguém familiar ao universo: Michael Chaves. O nome pode soar um pouco estranho, mas o diretor ganhou fama ainda em 2019 com o lançamento de ‘A Maldição da Chorona’, cujas tentativas de trazer o mínimo de originalidade não conseguiram ofuscar os múltiplos deslizes da produção. É claro que, por ter se tratado da estreia em longa-metragem, abocanhar um projeto de tamanho nível era arriscado – e os mesmos erros se alastram para Invocação do Mal. Desde uma penosa direção nada inspirada até emulações fracas de elementos cansativos, é complicado chegar ao final dessa “assombrosa” aventura sem ficar imaginando o que aconteceria se as peças se encaixassem com maior fluidez.

‘A Ordem do Demônio’ é uma desequilibrada entrada a Invocação do Mal e, ainda que seja melhor que certos capítulos da saga, é tão apaixonado pelo que já foi entregue que se esquece de buscar uma identidade própria. Enquanto temáticas como família e amor foram trazidos em fusão ao terror e ao suspense nas investidas anteriores, o recente filme quer dizer tantas coisas que acaba não dizendo nada.

 

03 | Annabelle 2: A Criação do Mal

O melhor filme da trilogia Annabelle, de longe! A trama se passa antes do primeiro Annabelle e antes dos Invocação do Mal. Aqui, como diz o título, somos levados a conhecer a origem da boneca, quem a construiu e como ela se tornou maldita. Um grupo de meninas de um orfanato são levadas para sua nova moradia pela freira que cuida delas (papel da bela, carismática e talentosa Stephanie Sigman), local este que guarda os segredos e origens da boneca.

Melhores atores, clima mais assustador, melhor diretor (David F. Sandberg, do bem sucedido Quando as Luzes se Apagam).  Annabelle 2 consegue assustar e dar medo, algo que o primeiro e terceiro filme da boneca do capiroto falham em fazer.

02 | Invocação do Mal 2

Essa aqui foi muito difícil! Decidir ente Invocação do Mal 1 e 2 não é uma tarefa fácil. Os dois filmes são muito bons e se completam de uma forma perfeita. É muito raro, como citado, mas esta continuação consegue adicionar inúmeros elementos novos e com muita criatividade chega a superar seu antecessor em variados quesitos. Um que sobressai, sem dúvidas, é a adição de personagens malditos e icônicos a serem combatidos. Aqui, além de Annabelle (ela não pode faltar), temos a Freira Valak, o Homem Torto (que igualmente merecia um spin-off) e o fantasma rancoroso de Bill Wilkins. O caso retratado, com a família britânica, igualmente é uma história real.

O que faz da sequência um filme tão bom é o fato de conseguir estabelecer momentos mais calmos para contrabalancear o terror e a tensão. Assim, temos cenas como a que Patrick Wilson canta Elvis para as crianças com seu violão. Raramente, nos deparamos com um momento tão solene dentro de uma produção de terror. E você pergunta, por que então Invocação 2 não está em primeira posição? Justamente porque o longa, por melhor que seja, segue de perto o que havia sido estabelecido no ótimo filme original e deve a ele grande parte de seu êxito. O que não tira nem uma grama da excelência que é esta segunda parte de uma grande saga.

 

01 | Invocação do Mal

Quando foi lançado em 2013, Invocação do Mal seguia a linha do terror de assombrações e possessões demoníacas. No entanto, já chegava enaltecido pelos especialistas, pois fazia uso de grandes personagens, intérpretes talentosos (Vera Farmiga saía de uma indicação ao Oscar) e um diretor que cimentava seu nome no gênero, tendo comandado sucessos como Jogos Mortais (2004) e Sobrenatural (2010). Nenhum outro, no entanto, faria tanto sucesso quando as desventuras assombradas do casal Warren, ápice dos moldes do novo terror para muitos.

Na trama, dois especialistas do sobrenatural, marido e mulher, investigam a fazenda repleta de entidades de uma grande família. O filme chamou atenção por se tratar de uma história real. Foi aqui que a boneca Annabelle foi introduzida ao mundo e ganhou seus próprios filmes logo depois. A continuação seguiu pela mesma linha, sendo inclusive superior ao original para muitos. Aqui, porém, por muito pouco, optamos por colocar o original, que ditou a batida da franquia em primeira posição. E não estamos sozinhos nesta opinião.

Esperamos que a franquia volte a ter a pegada assustadora dos dois primeiros Invocação do Mal ao invés de continuar seguindo por um caminho mais comercial e menos assustador. E você?

‘Grease: Rise of the Pink Ladies’ é CANCELADA após 1 temporada

Grease: Rise of the Pink Ladies, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’, foi CANCELADA pelo Paramount+.

Segundo a Variety, o streaming também decidiu remover a série para diminuir as taxas e impostos.

Não foi revelado quando a série será removida.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.

De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.

Annabel Oakes (‘Atypical’) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.

Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.

‘Planeta dos Macacos’ pode ganhar mais CINCO filmes

Planeta dos Macacos: O Reinado’ obteve a maior pré-estreia da franquia desde o seu reboot, segundo a Variety. O novo filme da icônica série já arrecadou US$ 6,6 milhões em pré-estreias.

Este é o quarto filme da franquia de reinicialização moderna e está projetado para arrecadar entre US$ 50 milhões e US$ 55 milhões em seu fim de semana de estreia, o que está alinhado com os três filmes anteriores.

Com todo esse sucesso, a franquia está longe de acabar. Rick Jaffa, co-roteirista do filme, revelou ao The Hollywood Reporter que existem planos para mais cinco filmes, em um total de 9.

“Estabelecemos as histórias para pelo menos mais dois filmes com esses personagens,” declarou Rick Jaffa.

A roteirista Amanda Silver afirmou:

“Quando você teve a ideia para um arco de nove filmes, há muito tempo, achavamos que era muito ambicioso. Mas, aqui estamos. Já fizemos quatro deles”.

“É verdade. Eu não sei se vamos até o nono, mas eu gostaria muito. Já conversamos com Wes (Ball) e Josh (Friedman)… agora a 20th Century Studios deve decidir sobre os próximos filmes”, concluiu Jaffa.

O reboot inicial de 2011, Planeta dos Macacos: A Origem’, alcançou uma abertura de US$ 54,8 milhões (com US$ 1,3 milhão de pré-estreias); o segundo filme da série, Planeta dos Macacos: O Confronto’, lançado em 2014, detém o recorde de fim de semana de estreia com US$ 72 milhões (sendo US$ 4,1 milhões de pré-estreias); enquanto Planeta dos Macacos: A Guerra’ arrecadou US$ 56,2 milhões (com US$ 5 milhões de pré-estreias).

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Terminam as filmagens de ‘O Telefone Preto 2’

O diretor Scott Derrickson (‘A Entidade’) já terminou as filmagens do terror ‘O Telefone Preto 2‘, que chega aos cinemas dia 27 de Outubro.

Ethan Hawke retorna como o vilão mascarado, assim como os astros Mason ThamesMadeleine McGrawJeremy DaviesMiguel Mora. 

Anteriormente, o cineasta havia revelado detalhes sobre a trama da continuação: “Posso dizer uma coisa: não faria uma sequência de ‘O Telefone Preto’ sem Ethan (Grabbler). Não acho que faria sentido fazer isso.”

Confira a primeira imagem dos bastidores:

scott derrickson the black phone 2

C. Robert Cargill assina o roteiro da sequência.

Lançado em 2022, o terror ‘O Telefone Preto’ arrecadou US$ 161 milhões nas bilheterias globais, consolidando-se como um dos filmes de maior sucesso da produtora Blumhouse.

A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.

Confira nossa crítica:

‘A Múmia 4’: Brendan Fraser se diverte na atração Revenge of the Mummy nos Universal Studios; Veja foto!

Voltando ao personagem! Brendan Fraser se divertiu muito enfrentando na atração de Revenge of the Mummy: The Ride nos Universal Studios em preparação para retomar o papel de Rick O’Connell em ‘A Múmia 4‘.

Confira a foto:

‘Maldição da Múmia’: Blumhouse quer que as pessoas saibam que Brendan Franser NÃO ESTÁ no filme

Os cineastas Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett compartilharam recentemente o entusiasmo de reunir Brendan Fraser e Rachel Weisz para um novo capítulo da franquiaA Múmia. Em entrevista à Entertainment Weekly, Gillett descreveu o projeto como um “sonho”, algo que a dupla nunca imaginou que se tornaria realidade.

“É simplesmente muito bonito, assustador e grandioso, é incrível”, afirmou o diretor.

A dupla revelou que o grande responsável por viabilizar o retorno foi o produtor William Sherak, parceiro de longa data em filmes como Casamento Sangrento (2019),Pânico (2022) ePânico VI’.

Segundo Gillett, a ideia surgiu de forma inesperada nos bastidores de Abigail“William está sempre um passo à frente de nós. Enquanto eu e Matt estávamos focados em terminar o dia de filmagem com oito cenas complexas pela frente, William já falava do próximo projeto. Ele disse: ‘Acho que vou conseguir A Múmia para vocês’. Nós pensamos que era loucura, que não haveria como ele realizar isso”.

Entretanto, o produtor provou que estavam errados. Ao final das filmagens de Abigail, os diretores já estavam reunidos com o roteirista David Coggeshall para desenvolver a proposta oficial. Apesar da empolgação, Gillett admite que manteve os pés no chão: “Estamos neste meio tempo suficiente para saber que nada é real até que aconteça de fato. Aprendemos a manter certa distância emocional para evitar decepções”.

Para os diretores, o maior selo de qualidade do projeto é o aval dos protagonistas originais.

“O roteiro tem todo o coração e o desenvolvimento de personagens que se poderia esperar. Não acho que Brendan e Rachel aceitariam se não amassem o texto. É um roteiro excelente e será muito divertido de filmar”, concluiu.

A Múmia 4’ estreia dia 19 de maio de 2028 nos cinemas.

TUDO o que sabemos sobre ‘A Múmia 4’

Crítica | Soldados do Araguaia – As verdades de um conflito

Exibido na 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Soldados do Araguaia, dirigido pelo cineasta Belisario Franca (‘Menino 23’), retrata de um novo ponto de vista, dessa vez a de soldados de baixa patente que foram forçadamente recrutados pelos militares da época, a polêmica Guerrilha do Araguaia (no sul do Pará). Ao longo dos intensos 72 minutos de projeção, vamos conhecendo novas histórias sobre os horrores que os militares faziam, em confronto contra guerrilheiros do Partido Comunista do Brasil, que era puro terror, não tendo nenhuma objetividade de guerra.

O roteiro, escrito pelo diretor e Ismael Machado, navega por meio de relatos de testemunhas oculares que participaram da Guerrilha do Araguaia, no início da década de 70 (mais precisamente entre 72 e 75). Suas angústias, argumentos emocionados para que a verdade ganhe luz, uma história apagada da história. Os depoimentos são impressionantes de pessoas que lutaram em uma guerra dentro do nosso próprio país, que até hoje não é reconhecido pelas altas patentes. As sequelas são inúmeras, os maus tratos e os absurdos vistos de olhos bem de perto deixaram lembranças dolorosas nesses cabos e soldados que praticamente foram jogados para dentro de uma guerra que não queriam lutar.

Imagens da época e fotografias compõem os arcos e ajudam a ilustrar muito do que é falado pelos ex-soldados. 4 mil homens das forças armadas combateram 76 guerrilheiros no Araguaia, muitos desses homens, na época jovens, que moravam na região, que conheciam o lugar e que foram jogados para dentro do exército. A imensidão dos horrores que a Ditadura Militar causou durante os mais de 20 anos que esteve presente é um imenso fantasma, esses relatos se somam ao número total de vítimas dessa violência vivida nessa época que mancha nossa memória.

Todos que somos brasileiros precisamos entender melhor nossa própria história. Soldados do Araguaia é preciso ser discutido em salas de aula, usando o bom cinema documentário como ferramenta de ensino. Os livros não contam tudo o que houve, por isso, a importância desse belo documentário que dá voz às memórias de brasileiros que sofrem até hoje por conta de todo o caos que viram de perto.

10 Documentários ARREBATADORES que vão te deixar de QUEIXO CAÍDO!

A partir de perspectivas – ou mesmo de fatos impactantes – que muitas vezes se chocam com um interessante assunto, os documentários buscam, nos seus retratos da realidade, apresentar reflexões. Seja sobre problemas sociais, política ou mesmo sonhos, algumas destas produções nos deixam com os olhos atentos. Para você que curte documentários, separamos abaixo alguns imperdíveis:

 

As Crianças Perdidas (Netflix)

A sobrevivência em meio as leis da selva. Reunindo uma série de detalhes sobre um dos resgates mais emocionantes de toda a história da América do Sul, o excelente documentário As Crianças Perdidas nos leva até uma região conflituosa, onde grupos paramilitares, indígenas e militares entram em embates há muitos anos e se tornam variáveis de uma busca por crianças que sofreram com uma traumática tragédia no coração da Amazônia Colombiana.

 

La Ilusión de la Abundancia

La Ilusión de la Abundancia, dirigido pela dupla Erika Gonzalez Ramirez e Matthieu Leitaert, conta com um discurso afiado, colocando na tela verdades sobre três regiões do mundo onde a ganância e os absurdos tomaram conta.

 

Criaturas da Mente

A partir de uma inquietação – e também curiosidade – de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mente vai de encontro as possibilidades de preenchimentos de lacunas, onde um universo fascinante logo se abre. Imerso num curioso paradoxo, onde um cineasta não consegue mais sonhar, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro, e juntos abrem diálogos para profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.

 

A Vizinha Perfeita (Netflix)

Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o novo documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.

 

Cheiro de Diesel

Selecionado para a mostra Première Brasil de Documentários do Festival do Rio 2025, o impactante projeto Cheiro de Diesel é um profundo e inquietante recorte sociológico da cidade conhecida como ‘maravilhosa’. Buscando em seus intensos 80 minutos de projeção ampliar o debate sobre as intervenções militares nas favelas cariocas – mais precisamente quando o exército brasileiro ocupou o complexo da Maré durante a Copa do Mundo de 2014 -, chegamos num retrato comovente e avassalador pela visão da própria comunidade, de seus trabalhadores e moradores da região.

 

Memoria Impacable

O CineBH trouxe em sua programação deste ano preciosos documentários, alguns sobre assuntos pouco conhecidos. É o caso de Memoria Implacable, co-produção Argentina e Chile que apresenta, por meio de um road movie, a desapropriação de terras e genocídio do povo indígena Mapuche a partir da chegada militar pelos dois lados da Cordilheira dos Andes. Através das descobertas de uma acadêmica descendente Mapuche, percorremos os lugares por onde, entre dores e desamparo, seu povo foi obrigado a passar logo após a expulsão de suas terras.

 

Titan: O Desastre da OceanGate (Netflix)

Os detalhes da catástrofe. Chegou à Netflix um documentário que reconstrói, com rigorosa pesquisa e depoimentos impactantes, todo o contexto que levou a um dos desastres marítimos mais trágicos dos últimos tempos. Dirigido por Mark Monroe, Titan: O Desastre da OceanGate organiza seus achados investigativos em uma linha temporal precisa, trazendo reflexões profundas e múltiplos pontos de vista sobre o ocorrido.

 

O Efeito Casa Branca (Netflix)

Por meio de reportagens televisivas que incluem opiniões, coletivas de imprensa, entrevistas, além da exposição de documentos internos que trazem revelações importantes, o chocante documentário O Efeito Casa Branca mete o dedo em feridas, trazendo verdades incômodas via fatos, sobre a relação política x meio ambiente sob a ótica dos Estados Unidos. Filme de abertura da 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, esse projeto é um aulão de economia, revelando o embate entre interesses políticos e questões ambientais.

 

Rua do Pescador, nº 6

As dores de uma tragédia anunciada. Exibido no segundo dia de mostras competitivas do Bonito CineSur 2025, o novo trabalho da diretora e atriz Bárbara Paz, Rua do Pescador, nº 6 apresenta reflexões em meio a destruição e desilusão narrada por quem viveu os fatos de uma das maiores tragédias climáticas de nosso país. Com pausas reflexivas que buscam ganhar fôlego com uma raiz de conexões do discurso que se mostram amplas, o projeto parte de um olhar de uma comunidade ribeirinha gaúcha remetendo ao passado, sem saber sobre o futuro, mesmo do olhar presente.

 

Número Desconhecido: Catfishing na Escola (Netflix)

O universo do True Crime insiste em nos surpreender e vem conquistando cada vez mais a atenção do público. A bola da vez é uma história chocante ocorrida nos Estados Unidos, envolve cyberbullying, investigação policial e uma verdade capaz de deixar qualquer um de queixo caído. Disponível na Netflix, este documentário acompanha todo o desenrolar na vida de dois jovens vítimas de perseguição e assédio.

‘Uma Noite Mais que Louca’ | Comédia cult que é a cara dos anos 80 completa 10 anos

Indiscutivelmente os anos 80 foram uma época inesquecível. Tanto que nas mais variadas formas, o audiovisual constantemente presta homenagem a ela desde que dela saímos, e as referências não tem data para terminar. Pelo contrário, cada vez mais novas idealizações do que foram os 80’s surgem em voga na cultura pop atual: seja na forma de filmes, séries música, estilo, moda ou vídeos no Youtube especializados em reviver o passado. Não é à toa que recorrentes sucessos pop atuais escolhem por centrar suas tramas no período, vide Stranger Things e Mulher-Maravilha 1984, por exemplo.

Muitas vezes, no entanto, sentimos uma caracterização forçada e um sentimento falso da recriação do período. Como se ao invés de nos transportar para o que foi realmente os 80’s, as obras apenas imitassem uma caricatura da década. No meio de uma verdadeira enxurrada de revivals dos anos 80, uma que consegue destaque pela fidelidade é a produção pouco conhecida e subestimada Uma Noite Mais que Louca (Take me Home Tonight). O filme foi exibido na madrugada do último domingo, dia 4 de julho, na Globo após o Altas Horas, onde pude dar mais uma chance a este longa que passou totalmente em branco em sua estreia nos cinemas. Uma Noite Mais que Louca completa 10 anos de lançamento em 2021, e é o momento certo para os aficionados pelos anos 80 o encontrarem e quem sabe igualmente darem um voto de confiança.

Topher Grace, o eterno Eric Forman, vai para os anos 80 em “Uma Noite Mais que Louca”.

Uma Noite Mais que Louca fez sua estreia nas telonas nos EUA em março de 2011, e no Brasil aportou direto no mercado de vídeo (numa época antes do domínio dos streamings) em outubro do mesmo ano. Curiosamente, o personagem protagonista trabalha numa locadora de vídeo na era dos VHS, e o filme em si se veria como parte dos últimos lotes de lançamentos a realmente pertencerem a uma locadora em mídia física, antes do citado reino das plataformas de streamings. O fato não deixa de ser quase premonitório e metalinguístico na convergência de épocas.

Projeto pessoal do ator Topher Grace, um aficionado pela década tendo nascido em 1978 e crescido no período. Grace é dono da ideia do filme e escreveu o primeiro tratamento do roteiro ao lado do colega Gordon Kaywin. Depois, o texto foi desenvolvido para o roteiro final pela dupla Jackie e Jeff Filgo, produtores e roteiristas por trás do programa de sucesso That 70’s Show (1998-2005) – que não por acaso era estrelado por Topher Grace no papel do boa-praça Eric Forman. O ator pula dos anos 70 para os 80 e protagoniza uma espécie de vertente de Forman na pele de Matt Franklin, um jovem vivendo no passado sem conseguir superar sua paixão de infância, ao mesmo tempo em que teme o próximo passo em sua vida profissional. Ele contenta-se em trabalhar numa locadora quatro anos após a formatura colegial por não conseguir decidir que carreira escolher – para o desespero de seus pais.

Anna Faris e Chris Pratt se conheceram durante as gravações, se casaram, tiveram filho e se separaram depois de 7 anos.

O protagonista é na realidade um menino prodígio da época colegial, que até atendeu ao prestigiado MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, mas terminou desistindo dos estudos por achar que não se enquadrava. Ainda perdido em seu destino no mundo, ele ganha alguns trocados em um subemprego enquanto sua vida passa sem que ele a guie. Cercando Matt estão sua irmã gêmea, papel de Anna Faris (da franquia Todo Mundo em Pânico), igualmente brilhante, mas disposta a deixar seu futuro numa prestigiada universidade de Londres para casar-se com o namorado do colégio de poucas aspirações, vivido por um Chris Pratt (Guardiões da Galáxia e Jurassic World) muito, muito antes da fama; e o melhor amigo Barry (Dan Fogler, o Jacob de Animais Fantásticos), o indispensável alívio cômico amalucado.

Anna Faris e Chris Pratt se conheceram nos bastidores deste filme, se casaram logo depois, tiveram um filho e viveram um relacionamento de 6 anos, chegando ao fim com o anúncio do divórcio em 2017. Já Fogler, que nesta época era estereotipado nestes tipos de personagens, quase sempre exagerando na dose em sua pretensa comédia, vive um sujeito demitido de seu emprego numa agência de automóveis, que servirá bastante para a estratégia do melhor amigo, além de acrescentar a censura alta do filme devido ao uso intenso de cocaína durante a exibição. Ah sim, uma das personagens principais é Tori Frederking, a paixão platônica de Matt que é a motivação de toda a trama. E pode ser até problemática a idealização da mulher perfeita da mente do protagonista, mas tudo é criado nos moldes da mentalidade da época, e este artifício se encaixa perfeitamente. Aqui, ela ganha as formas da loirinha Teresa Palmer.

Teresa Palmer é Tori, a mulher dos sonhos do protagonista. Típico de filmes dos anos 80.

Fechando o elenco principal, Michael Biehn vive o pai policial do protagonista (a quem Topher Grace, por ser fã de O Exterminador do Futuro e Aliens – O Resgate, telefonou pessoalmente para que aceitasse o personagem), Lucy Punch, Michelle Trachtenberg, Demetri Martin, Bob Odenkirk e Angie Everhart aparecem em participações com resultados cômicos diversos. A direção ficou a cargo de Michael Dowse, especialista em comédias do tipo, tendo no currículo obras como Os Brutamontes (2011), Será Que? (2013), Stubber: A Corrida Maluca (2019) e Coffee & Kareem (2020).

Ao saber que a mulher de seus sonhos está de volta na área, Matt dá um jeito de, não apenas encontra-la numa festa de reunião de ex-estudantes após ter esbarrado com ela acidentalmente em sua locadora, como também a faz pensar que atualmente tem um ótimo emprego em uma empresa bem conhecida de investimentos. Essa era a época do surgimento dos Yuppies, dos jovens profissionais ambiciosos, e também do auge do movimento de investimentos financeiros – que de forma cíclica vem ressurgindo inclusive no Brasil, onde vemos cada vez mais jovens interessados em aumentar seu patrimônio.

Jovens ambiciosos. Quem dá mais na cartada do status profissional?

Essa tendência atingia seu ápice nos EUA durante a década de 80 e era retratada, por exemplo, em filmes como Wall Street – Poder e Cobiça (1987). Uma Noite Mais que Louca centra sua ação em 1988, e faz companhia de certa forma a estas produções, descrevendo em suas entrelinhas o desejo de ser bem sucedido financeiramente nos mais variados personagens que cercam o protagonista. Tori, seu objeto de desejo, por exemplo, é uma jovem executiva de uma grande empresa, que segue de perto todos os itens da cartilha para crescer dentro de uma companhia do tipo, como atender à festas de seu chefe e lutar contra o possível assédio dele (do qual todas as suas amigas terminaram cedendo). É para se manter à altura que o “homem comum” Matt precisa mentir, se fazendo passar por mais que é.

Existem espaço para discussões sobre assédio sexual no ambiente de trabalho, sobre feminismo, ambições profissionais e predeterminações de felicidade através do status profissional para quem souber procurar minuciosamente. Mas no centro, é claro, essa para todos os efeitos é uma história de amor, sobre conquistar a pessoa que achamos que é a certa para nós e nos fará feliz.

Do lado errado da lei. Constantes referências ao uso de cocaína engavetaram o filme por 4 anos.

O tiro certeiro foi fazer de Uma Noite Mais que Louca um filme de censura alta, com nudez e drogas, bem como se realmente saída da década sem noção e politicamente incorreta que foram os anos 80. Para tal, Topher Grace e o diretor Michael Dowse bateram o pé para o uso de drogas, afinal não seria um filme dos anos 80 sem cocaína, buscando o sentimento mais realístico em sua retratação da época. O efeito, porém, terminou assustando os executivos do estúdio que além de aumentarem a censura, engavetaram o lançamento do filme em 4 anos. O longa precisou ser resgatado do limbo pelos produtores Ron Howard e Brian Grazer, através de sua Imagine Entertainment. Grace também produz o longa. inicialmente, o projeto se chamaria “Young Americans” ou “Kids in America”, enfatizando seu subtexto de jovens americanos bem sucedidos financeiramente como meta.

Além das inúmeras referências e homenagens aos anos 80 que vemos em tela, Uma Noite Mais que Louca possui semelhanças em sua trama com O Segredo do Meu Sucesso (1987), onde Michael J. Fox também forjava um trabalho falso melhor para si, e usa o nome do colégio Shermer High School, o mesmo de clássicos de John Hughes, como Mulher Nota Mil, Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões, A Garota de Rosa-Shocking e Curtindo a Vida Adoidado para enfeitar sua trama. Fora isso, o elenco principal participou do videoclipe da banda Atomic Tom para a trilha sonora do filme, uma regravação do “hino” oitentista Don’t You Want Me, do Human League (1981), fazendo referência a diversos ícones do cinema da época.

Apesar do grande esforço, com um orçamento de US$23 milhões (mediano para os padrões de Hollywood), Uma Noite Mais que Louca falhou em despertar o interesse do público, rendendo mundialmente menos de US$8 milhões e garantindo assim um fracasso de bilheteria. Com os críticos igualmente não foi favorecido. Com o passar do tempo se tornando esquecido. Apesar de não se encontrar na grade atual de nenhum dos principais streamings, Uma Noite Mais que Louca facilmente seria favorecido pela descoberta de novos públicos e gerações mais novas que consomem este tipo de produção nestas plataformas. Seria o caso de um ressurgimento como comédia cult, não muito estranho à produções anos depois de seu lançamento.

‘O Mecanismo’: Lula afirma que vai processar a Netflix: “Não vou aceitar isso”

Segundo o El País, durante o ato do encerramento de sua caravana em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a polêmica série da Netflix, ‘O Mecanismo‘, deixando claro que tudo não passa de mentiras.

“Nós vamos processar a Netflix, nós não temos que aceitar isso. Eu não vou aceitar”, disse o petista, que também condenou o ataque a tiros contra dois ônibus que o acompanhavam.

Completando o seu discurso, Lula disse:

“Eles produziram uma mentira. Vamos denunciar os responsáveis.”

É, pelo visto a polêmica envolvendo a nova série da Netflix está longe de acabar!

Recentemente, quem se pronunciou sobre a produção foi a própria ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo ela, o serviço de streaming estaria fazendo uma “propaganda” política, e o seu posicionamento estaria prejudicando o PT com informações falsas.

“A Netflix não pode fazer campanha política. […] Acho importante que a gestão da Netflix perceba o que está fazendo. Não sei se sabe. O cineasta talvez saiba, mas a direção da Netflix não está sabendo onde se meteu. Eu acho isso muito grave. Não vejo porque uma estrutura como aquela dar margem para isso.”

Rousseff continua, ressaltando os impactos que a série poderá trazer, “O que conseguiram com esse processo foi a expansão do ódio, de reprodução desse ódio em escala nacional, um nível de intolerância muito grande e a grande difusão de pequenos grupos de extrema direita pelo país.”

Várias pessoas estão cancelando a conta da Netflix por causa de ‘O Mecanismo’

Segundo José Padilha, a série é uma ficção, apesar de ser baseada em uma história real.

 

‘Capitã Marvel’ ganha novo cartaz incrível; Confira!

Um novo cartaz de ‘Capitã Marvel‘ foi divulgado na Comic-Con.

Confira:

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Novo crossover do ‘Arrowverse’ ganha data de estreia

A CW finalmente divulgou quando o novo crossover do universo Arrowverse, intitulado ‘Crise nas Infinitas Terras‘, será lançado. O crossover será dividido em cinco partes, que estreará dia 8 de dezembro e será concluído no dia 14 de janeiro de 2020.

Confira o calendário em detalhes:

Parte 1: Supergirl – 8 de dezembro (Domingo)

Parte 2: Batwoman – 9 de dezembro (Segunda)

Parte 3: The Flash – 10 de dezembro (Terça)

Parte 4: Arrow – 14 de janeiro de 2020 (Terça)

Parte 5: Legends of Tomorrow – 14 de janeiro de 2020 (Terça)

O próximo crossover terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

‘NOS4A2’: Estreia da 2ª temporada é adiada em TRÊS semanas

A estreia da 2ª temporada da série de terror ‘NOS4A2‘, baseada no romance homônimo de Joe Hill, foi adiada em três semanas.

Agora, o novo ano irá estrear no dia 21 de junho.

A segunda temporada se passará 8 anos após os eventos da primeira.

Confira a sinopse oficial:

“Vic McQueen continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx. Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão, forçando-os a confrontar erros do passado para garantir o futuro da criança.”

A série é estrelada por Zachary Quinto (‘American Horror Story’) e Ashleigh Cummings (‘Predadores do Amor’).

Diretora de ‘Mulher-Maravilha 1984’ considera ‘Thor: Ragnarok’ um dos melhores filmes da Marvel

Em entrevista ao podcast WTF with Marc Maron, a diretora Patty Jenkins, de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, não poupou elogios ao cineasta Taika Waititi, afirmando considerar ‘Thor: Ragnarok‘ um dos melhores filmes da história da Marvel.

“‘Thor: Ragnarok’ é um ótimo filme. Eu fico muito feliz que a franquia do Thor encontrou o Taika [Waititi], porque ele se encaixou perfeitamente. É incrível. ‘Thor: Ragnarok’ é um dos melhores filmes da Marvel de todos os tempos. É muito bom! Aquele filme é muito divertido e muito bem executado. Taika é um ótimo diretor e ele fez um filme incrível.”

Jenkins completa, relembrando a época que havia sido contratada para dirigir ‘Thor 2‘: “Eu queria dirigir um grande filme de super-herói. Eu comecei a dizer isso logo depois de lançar ‘Monster’ e as pessoas ficaram confusas. Eu queria fazer filmes sobre mulheres, mas eu não queria filmes sobre ser uma mulher. Isso é muito tedioso. Eu quero dirigir filmes sobre mulheres fazendo todo tipo de coisas. Para o crédito da Marvel, eles me contrataram para um filme que não requeria uma diretora mulher, então eu sempre serei grata por eles, apesar de não ter dado certo.”

Enquanto isso, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ surpreendeu nas bilheterias do mundo todo, mesmo tendo lançamento simultâneo no streaming dos EUA.

Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 100 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.

A Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.

“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.

Gal Gadot retorna como Diana Prince/Mulher-Maravilha e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

Assista a nossa crítica do filme:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Aquaman 2’: Jason Momoa revela o novo traje do herói na sequência; Confira!

Através do seu Instagram, o astro Jason Momoa divulgou a primeira imagem do novo traje do Aquaman na sequência ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.

Confira:

Vale lembrar que as filmagens estão acontecendo atualmente em Londres.

James Wan retorna como diretor.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur (Jason Momoa) e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph LundgreenPatrick WilsonTemuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

‘True Lies’: Série baseada no filme de James Cameron ganha sinal verde da CBS

De acordo com o TVLine, a CBS deu sinal verde para a a série ‘True Lies‘, baseada no filme clássico de James Cameron (‘Avatar’).

Confira a primeira imagem da adaptação:

Steve Howey (‘Shameless’) estrelará a produção. O ator interpretará Harry – papel do Arnold Schwarzenegger no filme de 1994 –, um vendedor aparentemente comum, devotado à família, que é, na verdade, um espião.

Ginger Gonzaga também irá estrelar a série como Helen, uma dona de casa que fica chocada ao descobrir que seu marido é um espião internacional.

O roteiro do primeiro episódio foi escrito por Matt Nix (‘Burn Notice’).

McG (‘As Panteras’) será responsável pela direção do piloto.

Na trama…

“Chocada ao descobrir que seu marido, um insípido e comum consultor de tecnologia, é na verdade um habilidoso espião internacional, uma dona de casa suburbana insatisfeita é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo – enquanto tentam revitalizar seu casamento sem paixão”.

Vale lembrar que a emissora CBS tem sido conhecida como a “casa dos remakes” e atualmente possui as séries ‘The Equalizer‘ (baseada na franquia ‘O Protetor‘), ‘MacGyver‘ (remake da série clássica ‘Profissão: Perigo‘) e ‘Magnum P.I.‘ (baseada em ‘Magnum‘).

Ator fala sobre possível retorno da Gal Gadot em ‘Velozes e Furiosos 10’

Em entrevista ao ComicBook, Sung Kang comentou sobre o possível retorno da atriz Gal Gadot na vindoura sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘.

A atriz interpretou a Gisele, que aparentemente morreu no sexto capítulo da saga, após se sacrificar para salvar a vida do Han.

“Por que ela não poderia voltar? Eu voltei. Quem não gostaria de vê-la retornar? Quem não quer um pouco mais de Gal Gadot em suas vidas?”

 

De acordo com o The Direct, Gal Gadot deve retornar no décimo filme da franquia principal. Não está claro exatamente como ela retornará, já que Gisele Yashar aparentemente morreu enquanto tentava salvar seu namorado, Han Lue (Sung Kang).

Se Gadot realmente aparecer no filme, será uma mini-reunião de ‘Liga da Justiça‘, já que Jason Momoa também está na produção.

Na época do lançamento de ‘Velozes e Furiosos 9‘, a campanha do CinePOP com a hashtag #BringBackGisele foi compartilhada por diversos veículos:

“Nessa franquia tudo é possível. Se vocês começarem a campanha #BringBackGisele, acho que pode acontecer”, afirmou Kang, que chamou a hashtag #BringBackGisele..

Assista a entrevista:

Confira o trailer:

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Qual é a conexão entre Katniss Everdeen e Lucy Gray em ‘Jogos Vorazes’? Roteirista responde!

Em entrevista ao TheWrap, o corroteirista Michael Lesslie quebrou o silêncio sobre as teorias dos fãs envolvendo a conexão entre as personagens Lucy Gray (Rachel Zegler) e Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) na franquia ‘Jogos Vorazes‘.

Apesar de descartar a possibilidade delas serem parentes, ele reconhece que o legado da Lucy Gray pode ter ajudado a heroína da saga original a atingir seu verdadeiro potencial contra a Capital.

“Não tenho autoridade para confirmar nada. A [criadora da franquia] Suzanne Collins tem esse segredo muito bem guardado. Eu acho que a Lucy Gray é um tipo de progenitora da Katniss, mas não acredito que ela seja sua avó ou faça parte de sua linhagem direta. Os Coveys também não tinham relação de sangue, mas eles eram uma família. Acredito que ela poderia ter sido um membro dos Convey. Sinto que a Lucy deixou o lar dela e se estabeleceu nos limites dos distritos. Talvez tenha ido para o Distrito 13.”

Ele completa, “Talvez ela tenha conhecido pessoas que viram seus jogos e tenham se inspirado em suas músicas, o que posteriormente ajudou na formação da Katniss. Filosoficamente, acho que a Lucy Gray é a progenitora da Katniss.”

Sucesso nos cinemas, a pré-sequência Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ já arrecadou sólidos US$ 246.6 milhões mundialmente.

‘Nosferatu’ ganha novas imagens que destacam o tom GÓTICO do reboot; Confira!

O reboot de ‘Nosferatu‘, dirigido pelo aclamado cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa’), ganhou novas imagens oficiais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.

“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

O elenco também conta com Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).