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‘Alguém Avisa?’: Comédia lésbica com Kristen Stewart e Mackenzie Davis ganha cartaz oficial; Confira!

A comédia romântica ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), estrelada por Kristen Stewart e Mackenzie Davis, ganhou seu cartaz oficial.

O filme estará disponível para aluguel e compra a partir do dia 16 de dezembro, nas plataformas digitais Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Filmes & TV, NOW, Oi Play, PlayStation Store, SKY Play, UOL Play e Vivo Play.

Confira, junto ao trailer:

O filme tem direção de Clea DuVall e conta também com Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber e Mary Steenburgen no elenco.

Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

Jovem com amnésia busca respostas no teaser de ‘A Saída’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser de sua nova série de suspense, intitulada ‘A Saída‘ (Open Your Eyes).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 25 de agosto.

Após um trágico acidente, uma adolescente com amnésia tenta reconstruir sua vida em um centro para pessoas com problemas de memória, mas começa a suspeitar de sua tratamento não convencional.

O elenco conta com Maria Wawreniuk, Ignacy Liss, Michal Sikorski, Wojciech Dolatowski, Klaudia Koscista e Zuzanna Galewicz.

‘Bridgerton’: 2ª temporada quebra RECORDE de audiência na Netflix

A Netflix anunciou que a 2ª temporada de ‘Bridgerton‘ quebrou recorde de audiência, tornando-se a série de língua inglesa mais assistida da história do serviço de streaming na primeira semana.

O novo ciclo foi assistido por 251.7 milhões de horas nos sete primeiros dias. Os dados ainda revelam que 193 milhões dessas horas foram registradas apenas durante o primeiro final de semana.

A segunda temporada entrou para o TOP 10 em 93 países – o que também ajudou a impulsionar a visualização do primeiro ciclo, que registrou mais de 53 milhões de horas assistidas.

Apesar do sucesso, a série coreana ‘Round 6‘ continua sendo a série mais assistida do serviço de streaming durante a primeira semana, com impressionantes 448.7 milhões de horas.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Lanterna Verde’: James Gunn desmente rumores sobre o cancelamento da série da HBO Max

Através do seu Twitter, James Gunn desmentiu os rumores envolvendo o cancelamento da série ‘Lanternas Verde‘, que estava sendo desenvolvida pela HBO Max.

Após um site de notícias apontar o cancelamento do projeto, Gunn simplesmente respondeu: “Falso”.

Anteriormente, o repórter Andy Behbakht já havia desbancado o rumor: “Eu posso desmentir esse rumor, uma vez que estive conversando com a HBO Max e a Warner Bros TV na semana passada sobre a série do Lanterna Verde. O projeto ainda não sofreu mudanças e permanece em desenvolvimento ativo.”

Além de Gardner e Scott, a trama também deve ser focada em Jessica Cruz, Simon Baz, Killowog e uma personagem recém-criada chamada Bree Jarta, todos se aventurando em diferentes épocas e cenários.

‘Alan Wake’ desafia a realidade em novo trailer da sequência do aclamado jogo; Confira!

Para promover o lançamento da aguardada sequência do jogo ‘Alan Wake‘ – que acontecerá no dia 27 de outubro –, um novo trailer intenso da produção foi divulgado.

Confira:

Na trama, treze após o escritor Alan Wake desaparecer, uma série de assassinatos ritualísticos e forças sobrenaturais começam a corromper os moradores da pequena e idílica cidade de Bright Falls. Saga Anderson, uma agente do FBI, é enviada para investigar os crimes, mas acaba presa em uma história sobrenatural aterrorizante escrita pelo próprio Alan Wake em uma tentativa de escapar de sua prisão.

O novo jogo será lançado pela Epic Games, PlayStation 5 & Xbox Series.

Lançado em 2010, o jogo original segue a história do personagem titular enquanto ele tenta descobrir os mistérios por trás do desaparecimento de sua esposa. O incidente aconteceu enquanto o casal passava as férias em Bright Falls – um lugar onde o Alan Wake vivencia os eventos de seu último livro que ele não se lembra de ter escrito.

Anteriormente, a AMC adquiriu os direitos para desenvolver uma série live-action baseada na produção. Peter Calloway servirá como showrunner.

‘O Peso do Talento‘: Filme SENSAÇÃO de Nicolas Cage NÃO será lançado no Amazon Prime antes de chegar nos cinemas

A comédia de ação metalinguística ‘O Peso do Talento‘, onde o ator Nicolas Cage interpretará ele mesmo, é uma das estreias mais aguardadas do ano.

A Paris Filmes está investindo alto na estreia do filme, que chega aos cinemas nacionais dia 12 de maio.

Ontem, uma confusão tomou conta da internet.

O Amazon Prime Video divulgou sua lista de estreias para maio e colocou ERRONEAMENTE ‘O Peso do Talento‘ com estreia para o dia 6 de maio. Não demorou muito para o streaming publicar uma nota corrigindo a informação e avisando que o filme será lançado apenas nas telonas.

Vale lembrar que o ‘O Peso do Talento‘ alcançou 100% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes.

Confira a nota geral e algumas opiniões:

“‘O Peso do Talento‘ é uma viagem estridente que vai deixar você com um sorriso estampado no rosto. Cage interpretando uma versão de si mesmo é uma meta-comédia única, com muitos momentos fortes e piadas sem noção que aprofundarão a apreciação pelo trabalho dele.” Bloody Disgusting

“Um filme que poder ser considerado a melhor atuação de Nicolas Cage, porque, na verdade, é são várias das suas performances juntadas em uma única.” Dread Central

“Os realizadores utilizaram toda filmografia de Nicolas Cage para criar algo absolutamente transcendental.” RogerEbert.com

“Uma comédia que acerta zombando e ao mesmo tempo celebrando tudo que é Nicolas Cage – e, no final, se tornando um típico filme de Nicolas Cage, sendo uma coisa brega e ao mesmo tempo especial.” Variety

Sinopse: Criativamente desmotivado e enfrentando a ruína financeira, a versão fictícia de Nicolas Cage tem de aceitar a oferta de US$ 1 milhão para comparecer ao aniversário de um super fã perigoso, Javi (Pedro Pascal). As coisas mudam inesperadamente quando Cage é recrutado por uma agente da CIA (Tiffany Haddish) e forçado a fazer valer o seu nome, canalizando seus papéis mais icônicos das telas para salvar a si mesmo e aqueles que ama. Com a carreira construída para este exato momento, o ator premiado tem de assumir o papel de sua vida: Nicolas Cage.

Além de interpretar uma versão de si atualmente, Cage também faz Nicky, uma versão mais nova de si mesmo, apresentada como uma memória de sua imaginação, e que está sempre o perturbando por suas escolhas de carreira.

O elenco conta ainda com Pedro Pascal, Sharon Horgan, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, Lily Sheen, e Neil Patrick Harris.

O filme é dirigido por Tom Gormican (‘Namoro ou Liberdade‘), que também escreveu o roteiro com Kevin Etten, produtor executivo da série ‘Euphoria‘. Cage produz o projeto a partir de sua produtora Saturn Films.

Chris Pine pode estrelar o reboot de ‘O Besouro Verde’ para a Universal Pictures

Segundo o Giant Freakin Robot, o astro Chris Pine (‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’) está em negociações para estrelar o reboot de ‘O Besouro Verde‘, que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

O site afirma que o ator pode viver Brett Reid, o Besouro Verde. Por enquanto, trate a infomação como um rumor.

Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’) está em negociações para dirigir o reboot, e o roteiro da nova versão foi assinado por David Koepp (‘Jurassic Park’).

O Besouro Verde‘ foi um dos mais populares programas de rádio antes de se transformar em uma franquia de sucesso e ser adaptado para a televisão em 1966 – um projeto que introduziu o lendário Bruce Lee à Hollywood.

A trama clássica gira em torno do editor Britt Reid, que de dia trabalha em um jornal local e à noite veste-se como o herói, pintando seu alterego como um homem perseguido e construindo o mito de uma persona que habita o submundo do crime. Ele é acompanhado de Kato, seu braço-direito.

Em 2011, um reboot estrelado por Seth Rogen e Jay Chou foi lançado, mas o projeto decepcionou nas bilheterias e foi rejeitado dos críticos – rapidamente caindo no esquecimento.

Netflix divulga o EXPLOSIVO trailer do remake de um dos Melhores Filmes de Aventura da História…

Netflix divulgou o trailer oficial de O Salário do Medoremake do clássico francês dos anos 1950 que é considerado um dos MELHORES FILMES de aventura da história.

No meio do deserto, perto de um campo de refugiados, um poço de petróleo pega fogo, ameaçando diretamente a vida da população. Ao enviar especialistas ao local, a empresa operadora do poço percebe que só tem uma solução para evitar a catástrofe: detonar o poço de petróleo com nitroglicerina em até 24 horas. Contra uma grande soma de dinheiro, uma equipe poderosa é então enviada a 800 km de distância para transportar 200 kg de explosivos em dois caminhões.

A equipe agora tem menos de 20 horas para chegar ao poço de petróleo. 20 horas para atravessar zonas hostis controladas por rebeldes armados, cruzar campos minados e dirigir dois caminhões carregados de nitroglicerina em terrenos acidentados! A corrida contra o relógio começou…

O longa-metragem chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 29 de março.

Confira:

Julian Leclerq entra como diretor e produtor, além de assinar o roteiro.

A nova versão estrela Franck GastambideAlban LenoirAna GirardotSofiane Zermani.

Roteiro ORIGINAL de ‘Deadpool & Wolverine’ tinha Robert Downey Jr. e conexão com ‘Vingadores’; Confira!

A união deDeadpool e Wolverine nas telonas foi um dos eventos mais aguardados pelos fãs de quadrinhos. No entanto, a produção do longa foi marcada por diversas mudanças e reescritas, resultando em um filme que divergiu significativamente dos primeiros rascunhos do roteiro.

Segundo o ComicBookMovie, inicialmente, a história se concentrava em uma trama envolvendo a Autoridade de Variância Temporal (TVA) e a busca por um Logan Supremo.

O filme deveria começar com a TVA prendendo Wade por interferir na máquina do tempo do Cable. Enquanto está na prisão, ele descobre que a TVA está recrutando Seres Âncoras de todo o multiverso para formar um exército contra os Kangs, e estão à procura de uma versão do Logan.

Decidido a encontrar esse Logan Supremo antes da TVA, Wade planeja trazê-lo para seu próprio mundo para que possam ser melhores amigos para sempre. Isso porque ele tentou ser BFFs com o Logan de seu mundo por anos, mas o Logan que ele conhecia agora está morto.

A partir desse ponto, a trama se assemelha ao filme oficial, com os personagens viajando pelo multiverso, o que também teria explicado melhor a cena na Torre dos Vingadores com Happy Hogan.

No final, eles acabam no Vazio e seguem um caminho similar ao que foi exibido nas telonas.

O final original do filme incluía Johnny Storm fazendo críticas a Cassandra Nova, enquanto a cena pós-créditos mostrava Deadpool retornando à Torre dos Vingadores e finalmente encontrando Tony Stark, que o rejeita.

Quanto à aparição de Robert Downey Jr., a informação divulgada é que o ator só queria retornar se fosse para algo significativo.

No entanto, após o fracasso de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ e a condenação de Jonathan Majors, a Marvel teve tempo para reconsiderar e optou por tornar o filme mais independente. Já que a trama original estava muito conectada com o cancelado ‘Vingadores: A Dinastia de Kang’.

Deadpool e Wolverine‘ já está disponível no Disney+.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Anthony Mackie, o ‘Capitão América’, estrelou filme de US$ 150 milhões que NUNCA foi lançado

Anunciado em 2021 como uma das grandes apostas do cinema épico contemporâneo, Desert Warrior surgiu cercado de expectativas. Com um orçamento estimado em US$ 150 milhões e um elenco de peso liderado por Anthony Mackie (Capitão América: Admirável Mundo Novo) e pelo vencedor do Oscar Ben Kingsley, o projeto prometia apresentar uma visão grandiosa do antigo mundo árabe. Sob a supervisão da MBC, a proposta era ambiciosa: oferecer uma narrativa histórica capaz de dialogar com uma nova geração de cineastas locais, ampliando suas referências para além do modelo tradicionalmente imposto por Hollywood.

No entanto, passados mais de três anos desde o início das filmagens, o longa parece ter se perdido em um limbo de produção. As atualizações tornaram-se escassas, e o silêncio em torno do projeto começou a gerar dúvidas sobre seu futuro.

A história se passa no período pré-islâmico e retrata o conflito entre tribos árabes e o Império persa-sassânida, na região que hoje corresponde ao sul do Iraque.

A trama acompanha Hind (Aiysha Hart), uma princesa árabe que se recusa a se tornar concubina do cruel imperador Kisra (Ben Kingsley). Após fugir para o deserto, ela cruza o caminho de um enigmático fora da lei conhecido apenas como Bandido (Anthony Mackie) e, aos poucos, passa a reunir tribos rebeldes para enfrentar o poderoso exército de Kisra.

A direção ficou a cargo de Rupert Wyatt, conhecido por seu trabalho na franquia Planeta dos Macacos. Nos bastidores, relatos iniciais eram bastante positivos, com elogios à escala das filmagens, ao cuidado estético e, principalmente, às atuações de Mackie e de Aiysha Hart, apontada como o coração emocional da narrativa. Ainda assim, com o passar do tempo, o entusiasmo foi sendo substituído por incertezas.

Nas redes sociais, membros da equipe passaram a resgatar fotos antigas dos bastidores, levantando especulações sobre o real status do filme e se ele, de fato, chegará algum dia aos cinemas. Fontes indicam que um corte final ainda depende da aprovação de Wyatt, que deixou o projeto em meio a divergências criativas e, posteriormente, acabou retornando. Para agravar a situação, exibições-teste indicaram dificuldades de conexão com o público, enquanto versões preliminares não convenceram executivos norte-americanos envolvidos no processo.

Paralelamente, começaram a surgir questionamentos sobre a abordagem adotada pelo filme. Parte da equipe e dos executivos levantou preocupações sobre o fato de uma história profundamente ligada ao passado árabe estar sendo conduzida majoritariamente por cineastas ocidentais, o que poderia comprometer a autenticidade cultural e histórica da obra.

As tensões internas se intensificaram ao longo de 2023. Em fevereiro daquele ano, Christina Wayne, executiva da Amazon Studios, foi integrada à produção para supervisionar uma das unidades do filme. Pouco depois, ela trouxe Alexandra Milchan (TÁR) para reforçar o time. Também participavam das decisões criativas figuras centrais da MBC, como o CEO Sam Barnett, o presidente sheik Waleed al-Ibrahim e o gerente sênior Ali Jaafar.

Com o avanço do projeto, surgiram novos impasses. A MBC solicitou que Wyatt reduzisse a duração do longa — originalmente com 155 minutos — em cerca de 20%, para atender a exigências contratuais. Além disso, o tom da narrativa virou motivo constante de atrito. Enquanto Wyatt defendia um filme mais autoral, carregado de nuances e complexidade dramática, os executivos desejavam algo mais próximo de um épico clássico nos moldes de Coração Valente (1995). Segundo o Deadline, apesar dos conflitos, todas as partes envolvidas afirmavam agir “com as melhores intenções” em relação ao projeto.

Em julho de 2023, uma versão inacabada de Desert Warrior foi exibida em um teste de público em Las Vegas — e os resultados foram desanimadores. Apenas 25% dos entrevistados demonstraram interesse no filme. Entre as críticas mais recorrentes estavam o ritmo arrastado, a sensação de que a história se estendia além do necessário e a dificuldade de compreender as motivações dos personagens principais, mesmo após a inclusão de cenas adicionais para esclarecer o arco do personagem de Mackie.

“A confusão era grande, não apenas no início, mas também mais adiante, o que esvaziava a resposta geral à história e o engajamento com os protagonistas”, apontava a pesquisa.

Representantes da MBC minimizaram o impacto dos testes, afirmando que esse tipo de exibição é comum e serve justamente para ajustar ritmo e clareza narrativa. Pessoas próximas à produção também lembraram que diversos sucessos de bilheteria tiveram recepção fraca em pesquisas iniciais. Ainda assim, os números reacenderam o debate sobre a receptividade do público a uma interpretação ocidental de uma história árabe. O elenco principal contava com poucos atores árabes, o texto foi descrito como excessivamente rebuscado, quase shakespeariano, e a precisão histórica virou tema de discussões internas, evidenciando choques culturais ao longo do processo.

Wyatt afirmou que a versão exibida no teste não refletia sua visão original, alegando que o corte havia sido alterado após sua saída do projeto, em abril de 2023. Outros envolvidos, no entanto, sustentaram que as mudanças foram mínimas. De toda forma, a montadora Kelley Dixon (Pantera Negra: Wakanda para Sempre) acabou sendo chamada para assumir uma nova reedição do filme.

Sem uma data oficial de lançamento até o momento, Desert Warrior segue envolto em incertezas. Ainda assim, acredita-se que a produção possa finalmente chegar aos cinemas no próximo ano, encerrando uma trajetória marcada por ambição, conflitos criativos e um longo caminho até a linha de chegada.

Oi? Guaxinim cracudo toca o TERROR no trailer ‘Crackcoon’; Confira!

O terror ‘Crackcoon‘, que traz um guaxinim drogado e assassino, ganhou um novo trailer.

A produção segue a tendência de um novo “subgênero” de filmes em que animais criam instintos assassinos após acidentalmente consumirem drogas, iniciada por ‘Urso do Pó Branco‘.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Brad Twiggs, ‘Crackcoon‘ conta a história de um guaxinim inocente que acaba acidentalmente ingerindo pedras de crack e desenvolvendo uma raiva incontrolável, capaz de matar brutalmente todos à sua frente.

“Quando uma droga sintética é descartada na floresta por um traficante durante uma perseguição policial, as consequências se mostram nada menos que horríveis quando um guaxinim inocente a ingere, transformando-se em uma máquina assassina direto das profundezas do inferno. Com campistas, turistas e moradores de uma comunidade montanhosa todos próximos ao epicentro, ninguém está seguro da implacável onda de destruição do monstro.”

O elenco inclui Rosaria Eraso, Justin P. Martin, Gary Lee Vincent, Jessa Flux, Angel Bradford, Tim Hale, Morrigan Thompson, Hunter Redfern, Chris O’Brocki, John A. Russo, Tom Hoover e George Stover.

Nos EUA, o terror foi lançado direto em VOD. No Brasil, segue sem previsão.

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Confira o trailer SANGRENTO de ‘Com Unhas e Dentes’, novo terror de ZUMBIS da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do terror pós-apocalíptico ‘Com Unhas e Dentes‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 9 de julho.

Em um mundo assolado pela escassez de alimentos, um tenaz lutador de Muay Thai enfrenta um surto de zumbis dentro de um hospital para salvar sua amada das garras da morte.

Kulp Kaljareuk é responsável pela direção.

O elenco conta com Mark Prin Suparat, Nychaa Nuttanicha, Vayla Wanvayla, Johnny Anfone, Pim Pimmada, Jason Young, Suphachai Seanphong, Keerati Sivakuae e Phumphat Chartsuriyakiat.

Diretor RECUSOU sequência de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ para comandar ‘Maldição da Múmia’

Em entrevista ao GamesRadar, o diretor Lee Cronin declarou ter recusado comandar uma sequência do aclamado terror ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.

O cineasta confessou que queria apostar em algo novo e arriscado – o que o levou à reimaginação de ‘A Múmia‘, intitulada no Brasil como ‘Maldição da Múmia‘.

“Eu arrisquei não fazer uma sequência do meu último filme [‘A Morte do Demônio: A Ascensão’], porque isso seria muito fácil. Eu recusei retornar para uma sequência porque queria fazer algo diferente, e eu gosto de riscos.”

Ele completa, “Outro risco a ser considerado é que há ótimos filmes intitulados ‘A Múmia’, mas eles existem desde os anos 30. Não é apenas sobre Brendan Fraser, há 25 anos, mas há um risco porque a cultura moderna provavelmente já têm uma visão específica deste título. Talvez o reboot com o Tom Cruise não tenha sido bem recebido, apesar de eu ter gostado daquele filme, mas o risco, para mim, era quebrar essa expectativa do público.”

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, uma jovem reaparece de forma misteriosa para sua família após desaparecer no deserto há oito anos. No entanto, o reencontro rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo, revelando que algo profundamente errado voltou junto com ela.

O elenco conta com Jack ReynorLaia CostaVeronica FalcónMay Calamawy, May ElghetyNatalie Grace, Shylo MolinaBillie Roy.

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

Dave Bautista quer encontro nas telonas entre Drax e Tony Stark

O ator Dave Bautista, de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, quer ver Drax e Tony Stark contracenando lado a lado no universo Marvel, mais precisamente em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

A revelação veio durante a estreia da adaptação, ao longo de uma entrevista concedida ao site Screen Rant. De acordo com o ator, a dupla renderei momento cômicos singulares:

“Oh, eu tenho dito isso por anos e anos. É o Robert Downey Jr./Tony Stark. Cara! Eu acho que tem muito humor que pode rolar com Drax e Stark, com ele sendo um bastardo tão sarcástico e Drax levando tudo para o sentido literal. Creio que há toneladas de humor ai. Além disso, eu sou um grande fã do Robert”.

 

Vale lembrar que a sequência de ‘Guardiões da Galáxia‘ tem CINCO cenas pós-créditos, que ligam o filme com os próximos lançamentos da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

O embargo para as críticas cairá no dia 24 de Abril, quando vocês poderão conferir o que achamos do filme.

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ estreia dia 27 de Abril de 2017.

Stan Lee comemora os 10 anos do Universo Cinematográfico da Marvel; Confira!

Em 8 de fevereiro, a Marvel Studios deu início à celebração de aniversário de 10 anos do Universo Cinematográfico Marvel, com uma fotografia que reuniu talentos e cineastas que trabalharam em filmes do estúdio na última década.

E para celebrar o marco histórico, um dos grandes responsáveis por essa trajetória parabenizou o trabalho do estúdio.

O quadrinhista Stan Lee não deixou as comemorações passarem batido e republicou a imagem que reúne quase todo o elenco, lembrando sua trajetória como artista.

Disse:

“Parabéns para a Marvel Studios por seu aniversário de 10 anos. Eu estou no ramo há 77 anos. Mais 67 e vocês conseguirão me alcançar!”

Assista ao vídeo:

Um grupo impressionante de talentosos Super-Heróis, reunindo: Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Paul Rudd, Benedict Cumberbatch, Chris Pratt, Chadwick Boseman, Brie Larson,  Jeremy Renner, Tom Holland,  Sean Gunn, Hannah John-Kamen, Zoe Saldana, Angela Bassett, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Kurt Russell, Danai Gurira, William Hurt, Karen Gillan, Emily VanCamp, Tessa Thompson, Don Cheadle, Dave Bautista, Michael Peña, Anthony Mackie, Evangeline Lilly, Elizabeth Olsen,  Paul Bettany, Frank Grillo, Letitia Wright, Laurence Fishburne, Linda Cardellini, Sebastian Stan, Ty Simpkins, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Hayley Atwell, Pom Klementieff, Benedict Wong, Michael Rooker, Vin Diesel, Cobie Smulders, Samuel L. Jackson e Jeff Goldblum.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Crítica 2 | Sniper Americano

POR QUE AINDA TANTOS ACREDITAM NO NARRADOR?!

 

Sniper Americano (American Sniper) é a maior bilheteria do diretor Clint Eastwood. Apesar do Oscar, a bilheteria foi turbinada mesmo pelas polêmicas. A crítica e o público norte-americano dividiram-se. Para alguns, o filme é militarista e glorifica um assassino frio e desumaniza os iraquianos. A outra parte do público abraçou o filme, seja por enxergar e concordar com a dita glorificação seja porque percebeu que o filme não é sobre glória, mas sobre devastação.

Parte das acusações contra Sniper Americano veio das credenciais políticas de Clint, um republicano histórico; o Partido Republicano é o de George W. Bush, que promoveu a guerra do Iraque. Seja por má-fé ou apenas pela obviedade de que o autor ter ligações com sua obra!, muitas pessoas viram o filme como propaganda de guerra – algo que Hollywood fez e faz. Acontece que essa é uma leitura extremamente reducionista.

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Sniper Americano narra a história verídica de Chris Kyle, sniper com 160 mortes registradas no Iraque. Clint, como alguém que conhece o drama dos veteranos, quis expor a devastação psicológica que uma guerra causa em seus soldados. Bradley Cooper, interprete de Chris Kyle e também produtor, transmite a pressão que um soldado sofre em zona de guerra. Clint alterna os instantes de guerra com momentos de Kyle nos EUA. É bem clara como a tensão do front é transportada para dentro de casa. Em certas cenas, os ruídos domésticos mimetizam tiros, demonstrando o quanto a guerra consome a alma de seus soldados. São detalhes que não passarão despercebidos do público. Quero, nesta resenha, mostrar que o filme não é pró-guerra nem uma glorificação de seu protagonista, mesmo com elementos que, numa primeira leitura, possam sustentar tais teses.

Primeiro, as cenas de guerra – muito bem filmadas – são dirigidas com altos níveis de tensão e, sim, pelo ponto de vista de Kyle. Segundo, Kyle verbaliza uma visão brucutu da vida, encarando seus inimigos como animais. Terceiro, os iraquianos são retratados, em grande parte, como os vilões do filme, havendo, claramente, um “nós e eles”. Kyle é um norte-americano que está indo salvar o mundo dos animais iraquianos. Mas, vejam, eu disse, em grande parte.

Em Sniper Americano, enxergamos a guerra pelo ponto de vista de Kyle, um soldado rude e ufanista. Ora, se o filme adota um ponto de vista, é natural que haja alguma empatia com seu protagonista. Clint coloca a câmera na perspectiva de Kyle, sem endossar essa visão, necessariamente.

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A visão do inimigo como um selvagem, a tensão e a adrenalina que sentimos nas cenas de batalhas e a ideia da guerra como algo heroico não são um endosso da guerra, mas uma forma de nos aproximarmos da visão de Kyle. É sem dúvida uma opção dramática arriscada, permitindo que se atribua ao diretor as intenções da personagem que deseja retratar. O espectador deve estar alerta para puxar os (em gerais, discretos) fios que permitem identificar a intenção do autor.

Assim como Tropa de Elite 1 é um filme contra o Capitão Nascimento (Wagner Moura), Sniper Americano não exalta a perspectiva de seu protagonista. Clint vai deixando pistas para uma leitura da obra como uma exposição da devastação que a guerra causa nos soldados. Claro que ele está interessado nos soldados norte-americanos. O que é compreensível: o stress pós-guerra é um problema pouco lembrado pelos norte-americanos.

As dificuldades que Kyle passa em casa vão contra a ideia de que o filme defende a guerra. Inclusive, Clint disse não ter sido à favor da guerra, mas uma vez que ocorra, seu desejo é que os soldados cumpram seu dever e voltem vivos. Há elementos: as mortes dos colegas, a visita aos veteranos feridos, o diálogo entre Kyle e o psicólogo são alguns exemplos. A motivação de Kyle para se inscrever no exército – o ataque do 11 de setembro – e a exposição da guerra do Iraque, se pode ser lido como um absurdo histórico do roteiro, também pode ser lido como a falta de lógica das motivações dos soldados e da guerra.

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A forma como os iraquianos foram representados foi muito criticado. Contudo, é preciso desconsiderar o ponto de vista escolhido e a aparição de uma família iraquiano que sofre com a guerra ou a cena na qual uma criança iraquiana é morta por outro iraquiano. “Ah, mas essa foi a cena que mais desumanizou o inimigo! Muito maniqueísta!” Bom, para quem diz isso, deve-se lembrar que o povo da região é o que mais sofre nesses casos – e já sofria antes da guerra – e, mesmo a guerra tendo sido iniciada pelos EUA, não há justificativa quando iraquianos atacam iraquianos. Há outra razão para esse afastamento em relação aos inimigos: Kyle é um sniper, uma classe de soldado que fica distante da ação. Por conceito, o sniper enxergará o inimigo à distância. De certa forma, o filme apenas nos coloca nesse lugar.

Muito mais ambíguo podem ser as sequências do treinamento militar, que expõem a maquina de desumanização que o exército é. Por outro lado, se a guerra é brutal e desumana, haveria outro jeito de treinar os soldados? Também ambíguo é o papel do sniper na guerra. O filme expõe a tensão e os problemas do distanciamento, mas reconhece sua importância para proteger os soldados do seu batalhão.

O principal elemento para justificar que o filme não torna Kyle herói está nas cenas de sua infância. Nela, estão as raízes de um homem com visão rude e monossilábica do mundo. Parte da crítica entendeu esse trecho como prova da visão simplista do filme. Mas, é preciso desconsiderar que Clint já falou tanto da situação do homem destruído quanto da lógica da violência gerando violência, como em Grand Torino e Sobre Meninos e Lobos. Enfim, a maior defesa de Sniper Americano está na carreira de seu diretor.

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Clint poderia ter feito um segundo filme expondo o lado dos iraquianos, como fez em Cartas de Iwo Jima e A Conquista da Honra? Poderia. Mas, ficar pedindo que um artista faça um trabalho “sobre o outro lado” é caçar seu direito de escolher um ponto de vista narrativo – ou defender uma tese. É tão patético quanto alguém, no Facebook, criticando uma manifestação que tenha apenas um foco.

Apesar de tudo, não coloco Sniper Americano entre as melhores obras de Clint. Apesar das qualidades, poderia ter sofisticado mais os espaços de crítica ao protagonista. Devemos reconhecer a sempre ousadia da opção por um foco narrativo tão fechado. Ver um filme assim é didático: é fácil abraçar o ponto de vista do protagonista e tomá-lo como o do autor, mas, esse tipo de obra permite ao público colocar em xeque o próprio protagonista.

10 Séries que tem uma temporada MELHOR que a outra!

As séries vem a cada ano conseguindo um lugar especial nos corações de todos que amam produções audiovisuais. E não é de agora que muitos desses projetos causam um verdadeiro impacto em que assiste. Assim, resolvemos criar uma lista com obras fantásticas que tiveram uma temporada melhor que a outra. Segue abaixo essas 10 séries fantásticas que você precisa conferir:

 

A Sete Palmos

Indicada para mais de 50 emmys, com seu piloto datado em junho de 2001, Six Feet Under, no original, conta as histórias de uma família que administra uma funerária. O tema de abertura da série foi composto pelo craque Thomas Newman, que inclusive ganhou prêmio. É o primeiro trabalho de destaque do ator Michael C. Hall que anos mais tarde seria o protagonista do aclamado seriado Dexter.

 

The Americans

Entre 2013 e 2018 foi exibida o seriado The Americans, uma trama tensa, cheia de conflitas que mostra dois agentes soviéticos que conseguem se infiltrar nos Estados Unidos e viram uma família durante a Guerra Fria. Pra quem curte histórias de espionagens e reviravoltas esse seriado é um prato cheio!

 

24 Horas

Uma das maiores séries de ação e espionagem da história do universo do entretenimento, 24 Horas conta a história de Jack Bauer (Kiefer Sutherland), imbatível agente, da unidade antiterrorista, de um órgão de defesa norte-americano que em 24 horas do seu dia precisa encontrar soluções para dezenas de situações que chegam em seu caminho.

 

Breaking Bad

Uma das séries mais conhecidas da história da televisão norte-americana, Breaking Bad nos mostra a saga de um homem doente, professor de química de um colégio, que vira um poderoso produtor de metanfetamina levando-o a uma jornada infernal sem volta. Vencedora de 16 emmys e considerada por muito a maior série de todos os tempos.

 

Peaky Blinders

Na trama, ambientada em um pós guerra na Inglaterra, conhecemos a ascensão da família Shelby, conhecidos como Peaky Blinders, envolvida em violência e corridas de cavalo na cidade de Birmingham. O líder não é o irmão mais velho e sim o do meio, Tommy, um ex-soldado de guerra que possui uma frieza e punho firme necessários para o crescimento de sua família. Abordando inúmeros temas importantes que vão desde a corrupção na polícia (já naqueles tempos), até a luta das mulheres por direitos mais equivalentes aos homens no mercado de trabalho, Peaky Blinders possui intenso episódios por temporadas sempre com um grande desfecho impactante.

 

Lost

Um dos grandes fenômenos da televisão, Lost entre os anos de 2004 e 2010 ganhou nossa curiosidade com 121 episódios intrigantes que nos surpreendia frequentemente com enormes revelações. Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que sobrevivem a queda do avião que estavam e vão parar em uma ilha misteriosa. Assim, muitos mistérios e revelações bombásticas vamos descobrindo sobre os sobreviventes, a ilha e misteriosas pessoas que já estiveram nesse lugar.

 

Mad Men

Ambientada nos anos 60 nos Estados Unidos, mostra mudanças morais e sociais de uma sociedade em eterna mudança através de um executivo de uma das agências de publicidade mais prestigiadas de Nova York. Exibida entre 2007 e 2015, o seriado marcou uma geração de espectadores.

 

The Big Bang Theory

Criada por Chuck Lorre e Bill Prady, ao longo de 12 anos e cerca de 280 episódios acompanhamos o mais famoso grupo de nerds da televisão norte-americano, seus conflitos voltados para a comédia, seus amores, seus dilemas profissionais e seu modo de entender a vida com muita matemática. Vencedor de 10 emmys.

 

The Closer

Uma das grandes séries de sucesso do início dos anos 2000 conhecemos a detetive Brenda Johnson (brilhantemente interpretada por Kyra Sedgwick), treinada pela CIA, especialista em interrogatórios, que sai de Atlanta para Los Angeles para comandar a unidade de homicídios e precisa diariamente mostrar seu valor.

 

Monk

Contando as hilárias histórias de um brilhante e excêntrico detetive morador de São Francisco que possui transtorno obsessivo compulsivo, Monk é um seriado que marcou pra sempre a carreira do espetacular ator Tony Shalhoub.

 

 

‘The Flash’: Compositor de ‘Blade Runner 2049’ ficará responsável pela trilha sonora do filme

Segundo o The Hollywood Reporter, o vindouro longa-metragem ‘The Flash’ contratou mais um membro à sua equipe técnica e trará Benjamin Wallfisch para supervisionar a trilha sonora.

Wallfisch não é estranho ao mundo dos super-heróis, visto que compôs a música de Shazam!’ para a Warner Bros. e a DC Films. Seus outros trabalhos incluem Blade Runner 2049O Homem Invisível e o aguardado reboot de Mortal Kombat.

Lembrando que o diretor Andy Muschietti anunciou ontem (20) o início das gravações do filme através de seu Instagram, além de divulgar o logotipo oficial da produção.

Confira:

Barbara Muschietti será a produtora. Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) assina o roteiro.

A trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen (Ezra Miller) através do Multiverso da DC, já que Ben Affleck e Michael Keaton foram confirmados ao elenco, reprisando seus papéis como o Batman.

Barry viajará no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

O elenco também conta com Ron LivingstonMaribel Verdu Kiersey Clemons.

Vale lembrar que a estreia está marcada para 04 de novembro de 2022.

MTV VMAs 2021 | Lil Nas X, Olivia Rodrigo, Doja Cat e mais na lista de vencedores da premiação

A nova edição do MTV Video Music Awards 2021 (VMAs) ocorreu no último dia 12 de setembro e trouxe inúmeras surpresas à lista de condecorados.

Dentre os principais vencedores, tivemos Lil Nas X conquistando a cobiçada estatueta de Vídeo do Ano, enquanto Justin Bieber levou para casa o prêmio de Artista do Ano. A estreante Olivia Rodrigo também ganhou alguns troféus, incluindo Artista RevelaçãoMúsica do Ano.

Confira abaixo a lista:

VÍDEO DO ANO

Cardi B ft. Megan Thee Stallion – WAP
DJ Khaled ft. Drake – Popstar
Doja Cat ft. SZA – Kiss Me More
Ed Sheeran – Bad Habits
Lil Nas X – Montero (Call Me By Your Name)
The Weeknd – Save Your Tears

ARTISTA DO ANO

Ariana Grande
Doja Cat
Justin Bieber
Megan Thee Stallion
Olivia Rodrigo
Taylor Swift

MÚSICA DO ANO

24kGoldn ft. iann dior – Mood
Bruno Mars, Anderson Paak, Silk Sonic – Leave The Door Open
BTS – Dynamite
Cardi B ft. Megan Thee Stallion – WAP
Dua Lipa – Levitating
Olivia Rodrigo – drivers license

MELHOR COLABORAÇÃO

24kGoldn ft. iann dior – Mood
Cardi B ft. Megan Thee Stallion – WAP
Doja Cat ft. SZA – Kiss Me More
Drake ft. Lil Durk – Laugh Now Cry Later
Justin Bieber ft. Daniel Caesar, Giveon – Peaches
Miley Cyrus ft. Dua Lipa – Prisoner

ARTISTA REVELAÇÃO

24kGoldn
Giveon
The Kid LAROI
Olivia Rodrigo
Polo G
Saweetie

MELHOR POP

Ariana Grande – positions
Billie Eilish – Therefore I Am
BTS – Butter
Harry Styles – Treat People With Kindness
Justin Bieber ft. Daniel Caesar, Giveon – Peaches
Olivia Rodrigo – good 4 u
Shawn Mendes – Wonder
Taylor Swift – willow

MELHOR HIP-HOP

Cardi B ft. Megan Thee Stallion – WAP
Drake ft. Lil Durk – Laugh Now Cry Later
Lil Baby ft. Megan Thee Stallion – On Me (remix)
Moneybagg Yo – Said Sum
Polo G – RAPSTAR
Travis Scott ft. Young Thug & M.I.A. – FRANCHISE

MELHOR ROCK

Evanescence – Use My Voice
Foo Fighters – Shame Shame
John Mayer – Last Train Home
The Killers – My Own Soul’s Warning
Kings Of Leon – The Bandit
Lenny Kravitz – Raise Vibration

MELHOR ALTERNATIVO

Bleachers – Stop Making This Hurt
Glass Animals – Heat Waves
Imagine Dragons – Follow You
Machine Gun Kelly ft. blackbear – my ex’s best friend
twenty one pilots – Shy Away
WILLOW ft. Travis Barker – t r a n s p a r e n t s o u l

MELHOR LATINO

Bad Bunny x Jhay Cortez – Dákiti
Billie Eilish & ROSALÍA – Lo Vas A Olvidar
Black Eyed Peas and Shakira – GIRL LIKE ME
J. Balvin, Dua Lipa, Bad Bunny, Tainy – UN DIA (ONE DAY)
Karol G – Bichota
Maluma – Hawái

MELHOR R&B

Beyoncé, Blue Ivy, SAINt JHN, WizKid – BROWN SKIN GIRL
Bruno Mars, Anderson .Paak, Silk Sonic – Leave The Door Open
Chris Brown and Young Thug – Go Crazy
Giveon – HEARTBREAK ANNIVERSARY
H.E.R. ft. Chris Brown – Come Through
SZA – Good Days

MELHOR K-POP

(G)I-DLE – DUMDi DUMDi
BLACKPINK and Selena Gomez – Ice Cream
BTS – Butter
SEVENTEEN – Ready to love
TWICE – Alcohol-Free

VÍDEO PARA O BEM

Billie Eilish – Your Power
Demi Lovato – Dancing With The Devil
H.E.R. – Fight For You
Kane Brown – Worldwide Beautiful
Lil Nas X MONTERO (Call Me By Your Name)
Pharrell Williams ft. JAY-Z – Entrepreneur

MELHOR DIREÇÃO

Billie Eilish – Your Power
DJ Khaled ft. Drake – POPSTAR
Lil Nas X – MONTERO (Call Me By Your Name)
Taylor Swift – willow
Travis Scott ft. Young Thug & M.I.A – Franchise
Tyler, The Creator – LUMBERJACK

MELHOR FOTOGRAFIA

Beyoncé, Blue Ivy, SAINt JHN, WizKid – BROWN SKIN GIRL
Billie Eilish – Therefore I Am
Foo Fighters – Shame Shame
Justin Bieber ft. Chance The Rapper – Holy
Lady Gaga – 911
Lorde – Solar Power

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Beyoncé, Shatta Wale, Major Lazer – ALREADY
Ed Sheeran – Bad Habits
Lady Gaga – 911
Lil Nas X MONTERO (Call Me By Your Name)
Saweetie ft. Doja Cat – Best Friend
Taylor Swift – willow

MELHOR EFEITOS VISUAIS

Bella Poarch – Build A Bitch
Coldplay – Higher Power
Doja Cat & The Weeknd – You Right
Glass Animals – Tangerine
Lil Nas X – MONTERO (Call Me By Your Name)
P!NK – All I Know So Far

MELHOR COREOGRAFIA

Ariana Grande – 34+35
BTS – Butter
Ed Sheeran – Bad Habits
Foo Fighters – Shame Shame
Harry Styles – Treat People With Kindness
Marshmello & Halsey – Be Kind

MELHOR EDIÇÃO

Bruno Mars, Anderson .Paak, Silk Sonic – Leave The Door Open
BTS – Butter
Drake – What’s Next
Harry Styles – Treat People With Kindness
Justin Bieber ft. Daniel Caesar, Giveon – Peaches
Miley Cyrus ft. Dua Lipa – Prisoner

MTV PUSH

Setembro 2020: Wallows – Are You Bored Yet?
Outubro 2020: Ashnikko – Daisy
Novembro 2020: SAINt JHN – Gorgeous
Dezembro 2020: 24kGoldn – Coco
Janeiro 2021: JC Stewart – Break My Heart
Fevereiro 2021: Latto – Sex Lies
Março 2021: Madison Beer – Selfish
Abril 2021: The Kid LAROI – WITHOUT YOU
Maio 2021: Olivia Rodrigo – drivers license
Junho 2021: girl in red Serotonin
Julho 2021: Fousheé – my slime
Agosto 2021: jxdn – Think About Me

‘After Yang’: Drama sci-fi estrelado por Colin Farrell ganha emocionante trailer oficial; Confira!

A24 divulgou hoje (01) o trailer oficial de After Yang, aclamado drama sci-fi estrelado por Colin Farrell.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 04 de março de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido, escrito e montado por Kogonada (‘Columbus’), baseado no conto ‘Saying Goodbye to Yang’, de Alexander Weinstein.

Em um mundo em que crianças robóticas são compradas como babás, um pai e uma filha tentam salvar a vida do membro-robô de sua família, Yang, que se tornou bastante irresponsável.

Jodie Turner-SmithJustin H. MinMalea Emma TjandrawidjajaHaley Lu Richardson completam o elenco.

Crítica | After Yang: Colin Farrell reflete sobre a existência humana em tocante drama sci-fi da A24

After Yang fez sua estreia oficial no Festival de Cannes, em 2021, e foi ovacionado pela crítica especializada, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Taylor Swift lança “Carolina”, música-tema do filme ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’; Ouça!

A icônica cantora e compositora Taylor Swift finalmente lançou a canção “Carolina”, tema original do filme Um Lugar Bem Longe Daqui.

A música foi lançada nas plataformas de streaming hoje, 24 de junho.

Ouça:

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais em 1º de setembro.

Dirigido por Olivia Newman, o longa é uma adaptação do romance homônimo de Delia Owens.

Kya é uma garota abandonada, que teve que se criar sozinha no brejo da Carolina do Norte. Por anos, rumores da “Menina do Brejo” assombraram Barkley Cove, isolando a afiada e inteligente Kya de sua comunidade. Atraída por dois jovens na cidade, Kya se abre para um mundo novo e estimulante, mas quando um deles é encontrado morto, ela é imediatamente considerada a principal suspeita. Conforme o caso vai se desdobrando, a verdade sobre o que aconteceu se torna cada vez mais nebulosa, ameaçando revelar os muitos segredos que existem no brejo.

O elenco ainda conta com Taylor John SmithHarris DickinsonMichael Hyatt, Sterling Macer Jr. e David Strathairn.

‘A Fuga das Galinhas’ faz 22 anos e permanece mais atual que nunca… [Opinião]

A Netflix recentemente confirmou a sequência da clássica e aclamada animação A Fuga das Galinhas. Coincidentemente, a plataforma de streaming confirmou o lançamento da continuação no aniversário de duas décadas do longa-metragem, o que o fez ganhar a atenção da geração que já havia se deliciado com a envolvente história de empoderamento, drama e ação – e também do novo público que, a cada dia, vem redescobrindo obras que merecem lugar especial em nossos corações.

No arco cronológico do cinema, o gênero em questão acabou se transformando em um recuo confortável para os outros tipos narrativos circundantes – principalmente o drama fantástico. Em outras palavras, é possível contar nos dedos as iterações animadas que fogem da zona de conforto e apresentam coisas novas. Com exceção da exemplaridade irretocável do Studio Ghibli e da conhecida Laika, ambos tendo nos entregado volumes de tirar o fôlego e com uma competência exímia, o restante dos estúdios rende-se ao fator mercadológico para dar vida a seus produtos – o que não é condenável, inclusive quando consideramos o infindável lobby da esfera do entretenimento. E, nesse seleto grupo, existe A Fuga das Galinhas, cujo lançamento em 2000 não poderia ser usado como reflexo melhor das polêmicas sociopolíticas atuais.

À prima vista, o próprio título parece nos guiar em uma direção errônea, talvez como marketing não premeditado para nos fazer assistir à obra e entender o que realmente vai acontecer. No final das contas, a obra britânica, seguindo os passos de tantas outras antes dela, cria uma análise antropológica sobre autoritarismo, fascismo e luta de classes, utilizando elementos científico-históricos para fazer o paralelo entre a execrável “mão invisível” do capitalismo e até mesmo aos campos de concentração nazistas da década de 1930. Entretanto, a pesada atmosfera é mascarada tanto com uma caprichosa trilha musical quanto o uso de animais antropomorfizados como protagonistas – deixando que as nuances falem por si mesmas em níveis diferentes com os pequenos e com os adultos.

Arquitetada pelas geniais mentes de Peter Lord e Nick Park, a trama é centrada em um grupo de galinhas que, sendo observadas pela obtusa e arbitrária Sra. Tweedy (Miranda Richardson), tentam fugir de seu galinheiro todo custo para começar uma nova vida para além das colinas – mas acabam sendo capturadas e mandadas de volta para a prisão. As coisas ficam mais complicadas quando a Sra. Tweedy, percebendo que a venda dos ovos não está rendendo lucros, decide comprar uma monstruosa máquina de fazer tortas e usar seus animais como recheio. No topo de tudo isso, temos a determinada Ginger (Julia Sawalha), uma jovem galinha que pretende salvar todas as suas colegas, dando ideia de construírem um avião improvisado para fugirem de uma vez por todas.

O fantástico e incrível cenário parece impalpável, mas é recheado de construções exuberantes com as mais chocantes críticas sobre praticamente todos os assuntos que consiga pensar. Para começar, temos a representação imagética do próprio galinheiro: afastando-se do convencionalismo com brutalidade, cada viveiro é erguido para nos relembrar dos encarceramentos austríacos da II Guerra Mundial, cujos muros altos e a vigilância constante cercavam os judeus, homossexuais e negros da Europa Ocidental. Aqui, as galinhas ocupam o lugar dos humanos e, sendo controladas pela Sra. Tweedy e pelo estúpido marido, são obrigada a se enfileirar e a botar ovos todos os dias para que não sejam degoladas e descartadas. Em um âmbito mais metafórico (e talvez não tão complexo assim, considerando as cartas de que o longa se vale), há a dicotomia funcional do operário e do patrão transferidas para as telonas em uma didática explicação que oscila entre o levante da minoria contra o opressor.

A Fuga das Galinhas ganha mérito ao homenagear o atemporal Fugindo do Inferno, drenando inspiração do épico drama bélico dirigido por John Sturges. Até mesmo os personagens nutrem de similaridades inegáveis e que aumentam a complexidade do que é apresentado aos espectadores: assim como os prisioneiros de guerra desta obra são versados em especialidades diferentes e unem esforços para criar um plano de escape, os galináceos também tem habilidades distintas e, apesar de conflitos internos e um certo ceticismo por parte das personagens mais rebeldes, elas também se juntam para arquitetar o escape. Ginger, assim como Big X (vivido por Richard Attenborough no longa de Sturges), é uma meticulosa e organizada líder cujo propósito já sólido sofre um desnivelamento na presença do irreverente Rocky (Mel Gibson), um ex-galo de circo egocêntrico que tem outros planos em mente – o equivalente ao personagem de Steve McQueen no drama de 1963.

O roteiro cuida para que a massificação, espectro imprescindível para a pesquisa psicossocial, não seja o mote principal, mas exista enquanto premissa para unir as galinhas em uma comunidade que, com a força coletiva em detrimento do individualismo, consigam superar os obstáculos e alcançar a glória – no caso, fugir para uma paradisíaca ilhota em que possam viver livres, longe das amarras e das grades de seus antigos “lares” e, mais do que isso, longe da temível Sra. Tweedy. Não é surpresa que cada construção arquetípica represente um medo escondido ou um temor subconsciente da nossa própria sociedade, movimentando-se da frustração à passividade, do conformismo ao pessimismo.

A Fuga das Galinhas continua com um legado vivo e como uma das maiores análises sociológicas da história do cinema, servindo inclusive como resiliente estrutura para diversos artigos científicos que ousem explorar as sutilezas dessa obra-prima. Guiado pela perfeição saudosista do stop-motion e pelo propositalmente exagerado viés artístico de sua equipe técnica (a mesma responsável pela joia Wallace e Gromit), reassistir à animação é um convite singelo a descobrir mais e mais detalhes inteligentes sobre sua criação – e também sobre nós mesmos.

#CinemaCon: Universal Pictures divulga trailer OFICIAL de ‘Wicked’ durante o evento; Veja a descrição!

CinemaCon 2023 continua a todo vapor e, durante o painel da Universal Pictures, foi revelado o primeiro trailer da adaptação fílmica do aclamado musical Wicked, dando destaque a Cynthia Erivo (Elphaba) e a Ariana Grande (Glinda).

Confira a descrição:

“No vídeo, Michelle Yeoh, que interpreta Madame Morrible, trabalha com Elphaba para ajudá-la a controlar os poderes. ‘Quando você aprender a controlar as emoções, o céu é o limite”, Morrible diz.

O vídeo também inclui cenas de Elphaba perambulando pelos corredores da Universidade Shiz e conhecendo Glinda, que presenteia sua nova colega de quarto com aquele icônico chapéu pontudo. Mais para a frente, Jeff Goldblum faz uma aparição como o maravilhoso Mágico de Oz. O trailer também explora o início da amizade entre as protagonistas.

‘Rosa combina bem com verde’, Glinda diz a Elphaba, enquanto coloca uma flor atrás da orelha. ‘Olhe para você, você é linda’. Elphaba responde: ‘você realmente não precisa fazer isso’, ao que Glinda responde com a famosa frase: ‘eu sei. É isso que me torna tão legal'”.

A primeira parte do longa-metragem chegará aos cinemas em 27 de novembro de 2024. Anteriormente, o filme estava marcado para ser lançado em 25 de dezembro de 2025.

Veja as primeiras imagens:

O elenco ainda conta com Jeff Goldblum (Mágico de OZ), Ethan Slater (Bog) e Jonathan Bailey (Fiyero).

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Em em comunicado oficial, o diretor Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’) explicou porque a adaptação será dividida em duas partes.

“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”

O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.

‘Os Bucaneiros’: Drama de época da Apple TV+ ganha trailer COMPLETO; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Os Bucaneiros, sua mais nova série de época.

A produção chega à plataforma de streaming em 08 de novembro.

Confira:

O drama, composto por oito episódios, é inspirado no último romance de Edith Wharton, que não foi completado.

Katherine Jakeways entra como criadora.

Meninas com dinheiro, homens com poder. Dinheiro novo, velhos segredos. Um grupo de jovens americanas divertidas explode na temporada londrina de espartilhos apertados da década de 1870, dando início a um choque cultural anglo-americano enquanto a terra do lábio superior rígido é infiltrada por um refrescante desrespeito por séculos de tradição. Enviadas para garantir maridos e títulos, os corações dos bucaneiros são muito mais do que isso, e dizer “sim” é apenas o começo…

Kristine Frøseth, Alisha Boe, Josie Totah, Aubri Ibrag, Imogen Waterhouse, Mia Threapleton e Christina Hendricks estrelam.

Crítica | Regina King rumo a seu segundo Oscar na cinebiografia ‘Shirley para Presidente’

A história dos Estados Unidos é marcada por uma disparidade racial e de gênero. Não é nenhuma surpresa que não foi até os anos 1970 que a primeira mulher negra foi eleita para o congresso norte-americano, causando um grande alvoroço por parte da sociedade branca e tradicionalista que permanecia envolta em um segregacionismo inexplicável e que renegava a comunidade afrodescendente a um status de submissão mandatória. Logo, Shirley Chisholm abriu portas para que mais mulheres negras pudessem levantar a própria voz e descobrirem que podiam fazer a diferença através de um papel ativo na política nacional, transferindo foco para as minorias sociais que precisavam de amparo.

Agora, está na hora de revisitar a história de Chisholm através do longa-metragem biográfico Shirley para Presidente’, que chegou nos últimos dias ao catálogo da Netflix. A produção se afasta de uma estrutura convencional das obras do gênero e não mostra toda a vida da protagonista titular, e sim nos restringe ao curto período em que Shirley, pouco depois de ter sido eleita congressista, resolve concorrer à presidência dos Estados Unidos. Enfrentando uma série de problemas, desde a concorrência ferrenha dos políticos brancos até o descrédito promovido por membros de sua própria comunidade, ela acreditou ferozmente em grandes chances de mudar o panorama do governo estadunidense – ainda que seus esforços tenham sido em vão.

É notável como o título vem acompanhado de importância significativa para compreender como as engrenagens funcionavam mais de meio século atrás – e isso vem como cortesia das mais puras intenções do diretor e roteirista John Ridley (sim, o mesmo nome que levou para casa o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por ‘12 Anos de Escravidão’). Ridley investe coração e alma por duas horas que passam em um piscar de olhos, mas que, como já podíamos imaginar, vêm acompanhadas de deslizes que se tornam difíceis de ignorar e que influenciam no resultado; de qualquer maneira, podemos deixar de lado as atribulações quando lidamos com uma performance arrebatadora de Regina King, trilhando seu caminho para uma possível segunda estatueta dos prêmios da Academia).

King é uma tour-de-force, assimilando todos os trejeitos de Shirley em uma amálgama perfeita de drama e superação – com algumas incursões quase cômicas que ajudam a quebrar um pouco a engessada atmosfera promovida por Ridley. Ela, inclusive, consegue superar clichês que aparecem em certas falas e na óbvia falta de profundidade ao analisar um dos momentos mais decisivos da história política dos Estados Unidos – chamando a atenção do público logo nos primeiros minutos. E, enquanto a atriz imbuí a figura de Chisholm, ela é acompanhada de outras rendições notáveis: Lance Reddick como Mac Holder, um de seus braços-direitos na campanha; Lucas Hedges como Robert Gittlieb, ex-aluno de Shirley que se torna pivô na conquista do eleitorado estudantil; Christina Jackson em uma presença solene como Barbara Lee (ainda que pudesse ter ganhado mais tempo de cena); e vários outros.

É perceptível como Ridley lança luz a certos momentos da vida de Shirley que, por vezes, são mantidos às escondidas do conhecimento geral. Partindo desse princípio, o cineasta une-se a Ramsey Nickell para arquitetar uma fotografia dupla: de um lado, vemos apostas na seriedade de uma paleta de cores fria e calculista para representar os esforços da congressista em deixar seu nome marcado na política; de outro, Shirley enfrenta os costumeiros problemas em sua vida particular, seja com a família ou com o marido, cujas sequências são adornadas com um espectro onírico e uma predileção pela luminosidade estourada para desassociá-la de sua posição como apenas figura pública. Em boa parte, essa estética funciona, mas torna-se previsível conforme nos aproximamos do ato de encerramento.

A estrutura desequilibra no tocante à estrutura técnica, especificamente quando mencionamos o trabalho de montagem assinado por JoAnne Yarrow. A edição parte de uma premissa parecida à vista em ‘A Grande Aposta’ ou ‘Não Olhe para Cima’, ambos dirigidos por Adam McKay, mas afastando-se do exagero cubista e fragmentado com que é tratado por este diretor; o problema é quando essas escolhas se estendem por mais tempo que deveriam, tirando preciosos minutos de tela para que possamos conhecer Shirley a fundo e culminando em um projeto que não parece finalizado por completo e que precisava de mais algum tempo para marinar e trazer algo de novo às biopics.

Shirley para Presidente’ cumpre com a mensagem que quer transmitir quando não tenta dar um passo maior que a perna – e, conforme deixa que King nos guie em uma de suas melhores performances, arranca momentos irretocáveis e memoráveis. Todavia, ficamos com um gostinho agridoce ao perceber a superficialidade com que tais temas são tratados, prezando mais pelo espetáculo visual e performático do que por aquilo que deveria prezar.

‘Guerra Civil’: SUSPENSE de guerra com Wagner Moura e Kirsten Dunst chega este mês ao streaming!

O aclamado ‘Guerra Civil‘, que conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, chega este mês ao streaming.

O longa-metragem, estrelado por Wagner MouraKirsten DunstCailee Spaeny, será lançado no catálogo da Max no próximo dia 13 de setembro.

Vale lembrar que o filme arrecadou US$122,5 milhões ao redor do mundo, sendo US$68,6 milhões apenas nos EUA – tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 no país atrás apenas de do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$77.1M).

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.

O elenco também inclui, Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’) e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

Crítica | O Nó do Diabo – Uma história de horror brasileira

O núcleo de cinema de horror brasileiro está comendo pelas beiradas e conquistando seu espaço e prestígio. O cinema nacional, que nunca conseguiu ser um cinema de gênero, agora está vendo em produções premiadas como o ótimo As Boas Maneiras’, a chance de atrair um público que consome fielmente os filmes de terror estrangeiros, mas que nunca deram uma chance sequer ao que está sendo feito por aqui. Agora, com o crescimento e confiança do espectador, projetos menores, mas não menos interessantes, como é o caso do longa O Nó do Diabo, estão surgindo à superfície e provando que nossos cineastas também sabem assustar, e como sabem.

Aproveitando uma trama criativa e original, o longa de terror é, na verdade, cinco contos unidos, que apesar de cada um possuir uma história própria e se passar em um ano distinto, todos funcionam como uma única unidade, com pequenas e macabras conexões entre si, algo semelhante as temporadas do seriado American Horror Story, mostrando o local onde a trama se passa em diferentes épocas, começando em 2018 e se encerrando em 1818, em um antigo engenho do Nordeste.

Apesar de ter o terror como pano de fundo, o foco principal dos pequenos filmes é criticar o histórico passado racista do Brasil e suas consequências, abordado de diversas formas, desde o homem branco que defende seu terreno abandonado com medo de que negros possam assumir o lugar, até fantasmas e zumbis que dominaram aquela terra amaldiçoada. E, assim como Corra!’ fez, o longa trata a questão do ponto de vista das vítimas, se preocupando em mostrar os absurdos pelos quais passaram. O que assusta saber que todo aquele terror não existiu apenas na ficção e o pior, não se extinguiu por completo até hoje.

O laço que emenda as histórias é coeso e criativo, o que se completa pelo elenco talentoso, que visivelmente se dedicou ao trabalho de retratar aquela realidade de forma fiel, além de veteranos como Zezé Motta, a estrela em ascensão Isabél Zuaa (As Boas Maneiras) também brilha, mais uma vez. Mérito também da direção dos cineastas Ramon Porto Mota (Partes 1 e 5), Gabriel Martins, Ian Abé e Jhésus Tribuzi, que sabem extrair a dor dos atores e utilizar esse projeto como um experimento em que podem ousar em enquadramentos e narrativas diferentes, somados a uma fotografia lavada, que eleva o ar de antigo, durante o dia, e de medo e escuridão, durante a noite.

Agora, olhando de forma individual, todos os curtas levam a trama adiante, de trás para frente (ordem cronológica dos eventos), sendo assim, o Parte 1 retrata uma realidade atual, a mais fraca entre todas e que talvez devesse ser ainda mais assustadora que o passado, uma falha de roteiro. Porém, logo a Parte 2 assume a ideia geral: causar terror e desconforto. Partindo desse princípio, os caminhos tomados envolvem experimentação com o sobrenatural, como acontece na ótima Parte 3 e com uma narrativa complexa, que explora o místico de forma poética, na Parte 4, se encerrando com um final digno dos mais macabros filmes de terror de George A. Romero, na Parte 5.

Mesmo com pequenas falhas nos roteiros das tramas, a soma do conjunto faz de O Nó do Diabo um filme essencial, não apenas para amantes do terror, mas também para compreender o horror que a escravidão causou em nosso país e as raízes racistas que dão as caras até hoje. O filme certo para o momento certo que estamos vivendo.

Invocação do Mal | Conheça o caso real que inspirou o terceiro filme da saga

Estreou no Brasil o terceiro capítulo da saga dos Warren nos cinemas. Em Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, os caçadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga, respectivamente) vão investigar o caso de Arne Cheyenne Johnson (Ruairi O’Connor), o primeiro homem dos Estados Unidos a tentar se defender de uma acusação de homicídio justificando estar possuído pelo demônio. A trama é interessante e a franquia tem bastante crédito com os fãs, então é bem provável que o filme agrade. E como esse caso macabro foi inspirado em uma história real, a situação fica ainda mais assustadora.

[Possíveis SPOILERS adiante]

Tudo começou com a família Glatzel, em 1980. Na época, o pequeno David Glatzel, de apenas 11 anos, foi limpar uma casa antiga alugada junto da família. Ele levou um tombo muito feio e disse ter sido empurrado e ameaçado por um idoso de aparência estranha, que falava latim e além de ter ameaçado roubar sua alma, afirmou que, caso a família se mudasse para aquela residência, seria amaldiçoada com uma série de desgraças. A princípio, a família achou que o menino estava enrolando para não ter que arrumar a casa. Porém, conforme os dias foram passando, ele foi demonstrando um comportamento esquisito. Ele acordava de pesadelos terríveis cheio de hematomas, arranhões e machucados, e estaria vendo criaturas sinistras com chifres e olhos escuros. Desesperados, os Glatzel recorreram a um padre da igreja, que teria convocado os Warren para analisar o caso.

Nos cinemas, Julian Hilliard (WandaVision) dá vida a David Glatzel.

Com a chegada do casal, o garoto teria passado a falar em idiomas distintos, rosnar, ser visto próximo a névoas escuras e aparentando estar sendo sufocado por uma pessoa invisível. A cada nova sessão dos Warren, o menino ficava acompanhado de um familiar ou pessoa próxima, enquanto sofria dores, convulsões e perda de ar. Assim, os caçadores paranormais iniciaram pequenos exorcismos para tentar livrar o menino do suposto mal. Eles identificaram nada menos que 43 demônios dentro do corpinho da criança, que precisou passar por diversas sessões. Em uma delas, na presença do namorado da irmã de David, Arne Johnson, o rapaz teria intercedido no exorcismo e feito um desafio aos demônios: deixar o corpo de David para assumir o seu.

A direção contou com muita computação para distorcer o coitado do menino.

E foi aí que começou a controvérsia. Em diversos relatos, Arne afirmou ter feito contato com um demônio pouco tempo depois, o que teria consumado a possessão. Conforme o tempo foi passando, ele começou a ter lapsos de memória e a apresentar comportamentos parecidos com o de David. Temendo pela vida da namorada, ele e Debbie Glatzel se mudaram, e a garota começou a trabalhar como cuidadora dos cachorrinhos de Alan Bono, um novo residente da região.

Arne afirmou que lidava com lapsos de memória e que não se recordava do assassinato.

Em 16 de fevereiro de 1981, em Brookfield, Connecticut, que não registrava um caso de homicídio há décadas, o jovem Arne Johnson, se sentindo mal, levou a irmãzinha, Wanda, a namorada, Debbie e a priminha dela, Mary, para um almoço com Bono. Tudo estava indo bem, com muita bebedeira, até que Arne começou a discutir com Alan, puxou um canivete, desferindo cinco golpes no peito de Bono e um corte que ia do estômago ao coração do futuro defunto. Tudo isso enquanto rosnava e fazia sons estranhos. Johnson foi encontrado a cerca de três quilômetros de distância do local do crime, desmemoriado, segundo o próprio. Ele foi preso.

Com as notícias se espalhando, Lorraine Warren reconheceu o rapaz da sessão de exorcismo do ano anterior e comunicou à imprensa que ele estaria possuído pelo demônio. Em meio a uma onda de filmes sobre demônios e exorcismos que assolava os Estados Unidos, a imprensa se interessou pelo caso e o povo embarcou na histeria, transformando o caso em um fenômeno. Quem gostou dessa história foi o advogado de Arne, Martin Minnella. Com a imprensa ao seu favor, ele começou a buscar depoimentos e algo que embasasse a suposta possessão demoníaca para liberar seu cliente. Ele tentou emplacar uma declaração de inocência em seu cliente alegando que o diabo o teria obrigado a cometer o crime. No entanto, por falta de evidências, o juiz negou o pedido. Enquanto isso, os Warren davam grandes entrevistas, comentavam o caso e apresentavam supostas provas que não provavam nada. Eles surfaram na onda enquanto puderam, mas logo a situação virou uma grande piada na imprensa e Arne Cheyenne Johnson foi condenado por homicídio culposo a cumprir de 10 a 20 anos de prisão. Desse tempo, ele cumpriu apenas cinco anos e foi solto por bom comportamento.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio está em cartaz no Brasil.

Crítica | Como Virei Super-Herói – Filme francês da Netflix tem o mesmo argumento de ‘Os Incríveis’

Quando todo mundo é super-herói e tem superpoderes, o que de fato torna alguém um herói? Esse questionamento já havia sido levantado no primeiro filme da franquia animada ‘Os Incríveis’, da Disney, e ressurge agora, repaginada, no filme francês ‘Como Virei Super-Herói’, lançamento da semana na Netflix.

O policial Moreau (Pio Marmaï) é um sujeito meio mal-humorado que trabalha sozinho numa delegacia de Paris. Quando um incêndio acontece em uma boate, causando a morte de cinco pessoas, Moreau chega atrasado na cena do crime e, por isso, acaba tendo que trabalhar com uma nova parceira, Callista (Leïla Bekhti). Porém os dois começam a perceber que diversos super-heróis estão sumindo; curiosamente, os poderes deles são vistos sendo utilizados como armas por civis. Em um mundo em que os poderes são passados de pai para filho quando o genitor morre, a única explicação possível que Moreau e Callista entendem é que o sangue dos heróis está sendo contrabandeado por alguém nas ruas de Paris.

Diferentemente da animação da Pixar, ‘Como Virei Super-Herói’ se fundamenta na ideia de que quando se convive pacificamente com pessoas com poderes especiais, isso as coloca em vantagem com relação ao resto; a partir do momento em que os poderes delas passa a poder ser de alguma forma transferido – ainda que momentaneamente – para as pessoas comuns conseguirem resolver seus desafetos, a coisa toda provavelmente perderia o seu glamour e se tornaria um problemão para as autoridades locais. Razão pela qual, apesar do conceito, a linha narrativa deste filme seja construída pelo viés do suspense policial, não da aventura juvenil encabeçada pela Marvel.

Baseado no romance de Gérald Bronner, o roteiro de Cédric Anger, Melisa Godet e Charlotte Sanson em conjunto com o também diretor Douglas Attal propõe uma interseção entre a aventura heroica e o tom sóbrio do mundo adulto, buscando relatar muito mais o cotidiano do protagonista que vai se tornar um herói do que focar em cenas de super lutas com destruição de cidade. Então, como os heróis do filme não são esteticamente diferentes nem usam uniformes, sobrou para a galera dos efeitos visuais fazer a diferença – e, de fato, os efeitos são bem convincentes.

Ainda que com um conceito interessante, o principal problema em ‘Como Virei Super-Herói’ é que ele não se decide sobre o que quer. Ao humanizar – até demais – os heróis (estes que deveriam ser seres inalcançáveis) se transformam em pessoas comuns, entediantes, que seguem uma rotina e sofrem de depressão e outras doenças. Assim, o longa gera uma confusão sobre se ele pretende aprofundar a reflexão social do tema ou se apenas está dando um pano de fundo triste para seus personagens. A começar pelo próprio protagonista, antipático mas que, durante o filme, sofre uma inexplicável (ou pouco trabalhado) transformação, em busca da redenção da empatia do espectador.

Esquisito, ‘Como Virei Super-Herói’ é um filme de super-herói diferente, sem grandes explosões e que apresenta um leque de personagens curiosamente interessantes. A julgar pelo sucesso que tem feito na Netflix – e pela cena pós-crédito – provavelmente ganhará continuação.

‘Game of Thrones’: Oreo lançará biscoitos inspirados na série

Game of Thrones‘ chegará ao fim agora em 2019, porém com certeza sairá em grande estilo. Além de ser um fenômeno mundial, agora a marca também virará biscoito pelas mãos da Oreo que trará uma edição especial comemorativa.

Apesar de muitos detalhes não terem sido fornecidos sobre sabor e formato, o produto teve sua embalagem vazada.

Confira:

A HBO divulgou um vídeo com seus principais lançamentos de 2019, e incluiu cenas inéditas da última temporada de ‘Game of Thrones‘ que trazem Arya e os dragões.

Assista:

Durante a conferência da HBO na Television Critics Association, o produtor Casey Bloys aumentou ainda mais o hype para a última temporada de ‘Game of Thrones‘.

“Eu acho que sempre que você termina uma série tão importante e desse tamanho, muitas pessoas projetam um final que elas querem que aconteça, o que os fãs esperam que aconteça; eu espero que seja. A única coisa que vou dizer como fã da série é que eu acho que os caras fizeram um trabalho brilhante em encerrar a série de uma forma dramática e emocionalmente satisfatória. Eu acredito que os fãs ficarão bem, bem felizes pela forma como tudo acaba. Assim como tudo envolvendo Game of Thrones, há muita especulação. Tudo o que eu posso te dizer como alguém que faz parte da temporada é que tudo será espetacular.”

Recentemente, a HBO divulgou as primeiras imagens oficiais da 8ª (e última) temporada de ‘Game of Thrones‘.

Confira:

A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.

De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.

As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, que tem no elenco nomes como Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘Batwoman’: Personagens estampam novos cartazes individuais; Confira!

Batwoman estreará em poucos meses e continua a investir em sua divulgação. Agora, a The CW compartilhou novos cartazes individuais estampando cada um dos personagens principais.

Confira:

A série entrará para a história como a primeira produção de super-heróis a trazer uma protagonista abertamente lésbica. De acordo com o elenco e a equipe do programa, o tema da sexualidade de Kate Kane / Batwoman (Ruby Rose) será tratado de uma maneira muito respeitosa.

“O importante para nós é que Kate ser gay é apenas mais uma das várias características da personagem, e não vamos tornar isso tão grande na história, além do fato de que, quando ela se apaixona, é por uma mulher”, explicou a produtora Caroline Dries em entrevista ao ComicCon.

Nos quadrinhos, a sexualidade de Kate tem desempenhado um papel interessante em sua história quando a personagem é dispensada desonrosamente das forças armadas apenas porque se relaciona com outra mulher.

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série estreia no dia 6 de outubro.

 

‘Hamilton’: Aclamado musical da Broadway será levado para os cinemas

Depois de confirmar a releitura cinematográfica de In the Heights para os cinemas (que aqui ficou conhecido como Em um Bairro de Nova York), Lin-Manuel Miranda levará outra produção autoral para as telonas: Hamilton.

A confirmação foi feita através de seu Twitter oficial e veio recheada de novidades: além de ter estreia marcada para o dia 15 de outubro de 2021., o longa trará o elenco original da peça da Broadway.

Confira:

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton, e trouxe em seu elenco Miranda, Renée Elise GoldsberryLeslie Odom Jr.Phillipa SooDaveed DiggsChristopher Jackson e outros.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

‘Monster Hunter’: Milla Jovovich estampa nova imagem da adaptação; Confira!

A revista Empire divulgou uma nova imagem de ‘Monster Hunter‘, longa baseado no fenômeno global dos video-games que conta com a direção de Paul W.S. Anderson (‘Resident Evil’).

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais dia 03 de setembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.

O orçamento ficou na casa dos US$ 60 milhões.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

Confira o trailer vazado: