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Crítica | ‘Vivo 76’ – Uma imersão fascinante ao universo de Alceu Valença [CineOP 2026]

Um artista beira ao genial quando é único – e, quando passa o tempo, sempre está em movimento. Do interior de Pernambuco até alcançar muitos corações que pulsam quando o assunto é cultura popular, Alceu Valença, hoje com 79 anos, tem mais uma obra cinematográfica que revisita parte de sua história e chega em breve aos cinemas.

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Selecionado para o principal evento dedicado ao documentário em nosso país, o Festival É Tudo Verdade, e depois para a Mostra de Cinema de Ouro Preto, a CineOP, Vivo 76 nos leva para uma viagem fascinante pela vida e carreira desse artista empolgante – da sua infância até um dos álbuns que mais marcaram sua extensa carreira, Vivo! (lançado em 1976).

Dirigido por Lírio Ferreira, o documentário constrói sua narrativa com uma série de materiais de arquivos – fotos, vídeos, entrevistas – e de depoimentos do próprio Alceu na atualidade, criando um antes e depois envolvente. Assim, vamos vendo ser conectados partes de sua fascinante história, que se associa a momentos emblemáticos de um Brasil em constante mudança.

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Caminhando por suas influências, seu amor pelo mundo circense e pelas histórias de sua família, respirando por diversas culturas de alguns lugares de nosso país, vamos vendo ser montado um mosaico psicodélico que cria uma experiência sensorial marcante, indo de encontro a personalidade de seu homenageado.

VIVO 76 ABERTURA RJ

Em meio a essa imersão ao universo valenciano, vemos a importância em sua vida das artes visuais, também os sons de outros gêneros. A obra mostra os duros momentos durante a ditadura, seu contato marcante com a telona, além de suas passagens pelo Rio de Janeiro, que culminaram em um divisor de águas em sua carreira. Nesse ponto, acompanhamos as primeiras apresentações marcantes, como a no Festival internacional da canção, ao lado de Geraldo Azevedo e Jackson do Pandeiro, que grudaram olhares que são vistos até hoje reverenciando o artista pernambucano.

Vivo 76 preenche a tela com alegria e emoção, promovendo um desbravar criativo da linguagem, conseguindo transmitir muitas gotas dos sentimentos mais profundos que formaram a trajetória de um artista único de nosso país – que seguimos até hoje escutamos teus sinais.

Raquel Hallak lança livro sobre os 20 anos do CineOP, com reflexões sobre preservação e memória do cinema brasileiro

Memória Viva do Cinema Brasileiro: CineOP 20 Anos (2006-2026)’, novo livro da Universo Produção, foi lançado neste domingo no hall do Centro de Convenções da UFOP, dentro da programação da 21ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto.

Com 360 páginas e formato especial, a obra celebra duas décadas da Mostra com textos de pesquisadores, curadores, professores, preservadores, realizadores e profissionais do audiovisual. Trata-se de uma reflexão coletiva sobre os pilares da CineOP, único evento do país dedicado permanentemente à preservação audiovisual, à história e à educação e que fortalece e pensa o cinema como patrimônio cultural. A coordenação editorial do livro é do curador, crítico e professor Cleber Eduardo, e a organização é de Raquel Hallak e Fernanda Hallak d’Angelo. A publicação foi financiada com recursos do Fundo Especial do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (Funemp), em parceria com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Concebido como publicação de caráter acadêmico e curatorial, “Memória Viva do Cinema Brasileiro” reúne ensaios, artigos, entrevistas e depoimentos com propósito geral de pensar a memória audiovisual como dimensão estratégica da cultura brasileira e reforçar o cinema como patrimônio e produção de conhecimento e transformação social diante de desafios e transformações tecnológicas, culturais e políticas ao longo dos anos.

Entre os pontos centrais adotados pelo livro está a compreensão de que preservar envolve escolhas, responsabilidades e disputas permanentes sobre aquilo que uma sociedade decide manter vivo. Os textos discutem questões como políticas públicas, formação especializada, preservação digital, arquivos e acervos, inteligência artificial, memória indígena e negra, circulação em plataformas digitais e os impactos das novas tecnologias sobre produção, acesso e conservação das imagens. A preservação é entendida como um processo contínuo, que depende de organização institucional, investimento, pesquisa, participação social e constante renovação de práticas e conhecimentos.

A obra está organizada em quatro grandes partes complementares. A primeira reúne textos dedicados à trajetória da CineOP e à consolidação de seus três eixos (Preservação, História e Educação) e relembra a construção da Mostra, sua relação com Ouro Preto e a formação de um espaço permanente de debate sobre o audiovisual brasileiro.

A segunda parte tem ensaios sobre as múltiplas dimensões da preservação contemporânea a partir de aspectos técnicos, políticos, sociais e culturais. A terceira seção tem um mosaico de memórias, experiências e testemunhos de profissionais, pesquisadores e curadores que participaram da construção da CineOP ao longo de seus vinte anos, e a quarta parte reúne documentos, cartas, marcos históricos e registros da trajetória do evento.

Entre os autores com textos na publicação estão figuras essenciais da discussão do cinema brasileiro como memória, educação e história, casos de João Luiz Vieira, Hernani Heffner, Adriana Fresquet, José Quental, Fernanda Coelho, Rafael de Luna Freire, Débora Butruce, Ines Aisengart Menezes, Daniela Giovana Siqueira, Vivian Malusá, Clarissa Alvarenga, Juliana Gusman, Lincoln Péricles e Anita Leandro, entre outros pesquisadores, realizadores e profissionais que atuam em diferentes frentes de cada eixo. Os textos percorrem temas que vão da memória televisiva à preservação indígena, das cinematografias negras e periféricas à animação brasileira, da profissionalização dos arquivos à formação de novas gerações.

O conjunto de artigos aponta que a preservação extrapola a conservação de filmes e incorpora documentos, cartazes, materiais de divulgação, arquivos pessoais, práticas curatoriais, cineclubismo, circulação de conhecimento e políticas de memória. Os autores e autoras defendem, num sentido amplo, a necessidade de ampliar a representatividade dos acervos preservados e de fortalecer a articulação entre universidades, instituições culturais, profissionais do setor e sociedade civil.

Memória Viva do Cinema Brasileiro: CineOP 20 anos (2006-2026)
Organização: Raquel Hallak d’Angelo e Fernanda Hallak d’Angelo
Coordenação editorial: Cleber Eduardo
Número de páginas: 360
Editora: Universo Produção
Lançamento: 28/6 (domingo), às 12h30, no Centro de Convenções da UFOP

‘Demolidor: Renascido’: Foto de bastidores dá destaque ao novo TRAJE do herói; Confira!

A 3ª temporada de Demolidor: Renascidojá está em produção e, agora, uma foto e um vídeo inéditos de bastidores começou a viralizar nas redes sociais apresentando o novo uniforme que o vigilante mascarado utilizará nos próximos episódios.

Como podemos ver, Charlie Cox foi visto no set de filmagens utilizando um traje vermelho e preto que, embora inspirado em parte pela armadura da era dos anos 90 nos quadrinhos, é essencialmente uma criação original para o Universo Cinemático Marvel.

O uniforme conta com o clássico e vibrante vermelho que se tornou marca do personagem, mas é predominantemente preto – incluindo o capacete. O logo do herói – “DD” – também ganha destaque, mas ainda não se sabe se o traje aparecerá logo nos primeiros episódios ou nos capítulos futuros do novo ciclo.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Demolidor Renascido

Na trama da 2ª temporada…

A batalha pela alma de Nova York atinge um novo patamar: Wilson Fisk, agora como prefeito, domina a cidade e inicia uma caçada implacável contra o seu inimigo público número um: o vigilante de Hell’s Kitchen. Por trás da máscara, Matt Murdock tenta reagir das sombras para desmantelar o império corrupto do Rei do Crime e salvar a cidade.

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‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’: Roteirista revela que sequência será mais PICANTE que o primeiro filme

‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’, sequência do aclamado romance do Prime Video, está se tornando um dos títulos mais aguardados dos próximos meses – e, agora, Casey McQuiston trouxe algumas atualizações bastante promissoras sobre o novo filme.

Em uma recente aparição ao Obsessed Fest, McQuiston, que fica responsável pelo roteiro do longa-metragem e assina os romances originais, disse que o projeto é “um pouco mais picante” que o primeiro capítulo – que foi lançado em 2023 (via Deadline).

“Posso falar uma coisa”, McQuiston disse. “Definitivamente há um clima maior de vida doméstica neste filme porque, sabe, eles estão juntos agora. Então, dá para ver um pouco da vida deles em casa. Espero mesmo não me meter em encrenca por dizer isso”.

“Eu diria que é um pouco mais picante do que o primeiro filme. A intimidade está mais intensa, de uma forma que é realmente linda e muito divertida de assistir”.

O longa contará com o retorno de Nicholas Galitzine e Taylor Zakhar Perez aos papéis de Príncipe Henry e Alex Claremont-Diaz, respectivamente.

O elenco ainda contará com Uma Thurman, Sarah Shahi, Rachel Hilson, Ellie Bamber, Clifton Collins Jr., Stephen Fry, Thomas Flynn, Aneesh Sheth, Malcolm Atobrah, Henry Ashton, Chloe FinemanAlex Høgh AndersenLena Headey.

Jamie Babbit (‘Nunca Fui Santa’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Gemma Burgess, Matthew López e Casey McQuiston – a autora do livro original.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’: Nicholas Galitzine espera ver o amadurecimento de seu personagem na sequência

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‘Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós’: Temporada FINAL ganha previsão de estreia no Prime Video!

O Prime Video divulgou dois cartazes da 3ª e última temporada de Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós’, série baseada nos romances best-sellers de Mona Kasten.

Os pôsteres dão destaque aos protagonistas Ruby (Harriet Herbig-Matten) e James (Damian Hardung), além de anunciarem a estreia do ciclo de encerramento para dezembro de 2026.

Confira:

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Os novos episódios são baseados no livro “Save Us”, terceiro volume da trilogia de Kasten.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Prime Video.

No ciclo mais recente…

Até aqueles que voam alto também podem cair. Depois de uma noite de paixão em Oxford e com seu maior objetivo de vida ao alcance, tudo parece estar indo perfeitamente bem para Ruby (Harriet Herbig-Matten). Mas um golpe do destino na família de James (Damian Hardung) muda tudo e o próprio James, entre todas as pessoas, a faz voltar das nuvens para uma dura realidade. Ruby está arrasada. Ela nunca teve sentimentos tão fortes por alguém como tem por James – e também nunca foi tão magoada por ninguém. Ela quer sua antiga vida de volta, onde ninguém em Maxton Hall a conhecia e ela não fazia parte do mundo elitista de seus colegas de classe. Mas ela não pode esquecer James – especialmente porque ele está fazendo tudo o que pode para reconquistá-la.

Embarque numa nova AVENTURA com o trailer de ‘Angry Birds 3’!

Paramount Pictures divulgou o trailer oficial de Angry Birds 3’, sequência da bem-sucedida franquia animada inspirada nos jogos de mesmo nome.

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro de 2027.

Confira, junto às imagens promocionais:

Saiba mais >> Angry Birds 3

Anthony Padilla (Hal) Ian Hecox (Bubbles), Jason Sudeikis (Red), Josh Gad (Chuck), Rachel Bloom (Silver), Danny McBride (Bomb), Emma Myers, Keke Palmer, Tim Robinson, Lily James, Marcello Hernandez, Walker Scobell, Sam Richardson, Anna Cathcart, Maitreyi Ramakrishnan, Nikki Glaser, James Austin JohnsonPsalm WestMrBeastSalish Matter estrelam.

Angry Birds 3’ traz John Rice de volta à cadeira de direção, enquanto Thurop Van Orman fica responsável pelo roteiro.

Van Orman serve como produtor executivo ao lado de Tory Nakahara.

John CohenDan ChubaCarla Connor entram como produtores.

Mais informações não foram reveladas.

‘The Bombing of Pan Am 103’: Drama sobre o maior ATENTADO terrorista do Reino Unido ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou hoje (29) o trailer oficial de The Bombing of Pan Am 103, drama que gira em torno do ataque terrorista ao voo 103 da companhia Pan Am, em 1988 – considerado o maior atentado da história do Reino Unido.

A produção, que foi exibida ano passado na BBC One, chega à plataforma de streaming no dia 30 de julho.

Confira:

A série foic riada por Jonathan Lee, que assina o roteiro ao lado de Gillian Roger ParkAdam Morane-Griffiths entra como showrunner.

The Bombing of Pan Am 103 concentra-se nas duas investigações conduzidas pelos governos britânico e americano sobre o atentado ao voo 103 da Pan Am, ocorrido após a explosão sobre a cidade de Lockerbie, na Escócia, em 1988.

Connor SwindellsEddie MarsanPeter MullanLauren LylePhyllis LoganTony CurranPatrick J. AdamsMerritt WeverJames HarknessAmanda Drew e outros estrelam.

 

Crítica | ‘Irritante Prodígio’ – O nascer, os obstáculos, o renascer, o renascer, o renascer… [CineOP 2026]

Chegamos a momentos da nossa vida em que o mundo ao redor parece uma grande roda gigante, cheia de altos e baixos, onde o olhar do outro sobre nossas próprias aflições parece chegar como uma flecha de desconfiança, resultando em um descompasso emocional que nos leva a jornadas mais difíceis. Nesse instante, percebemos que muitas pessoas preferem ser muros em vez de pontes.

No último dia da mostra competitiva do CineOP 2026, um filme de santa Catarina, extremamente sensível e corajoso, dilacera e inquieta o público ao trazer uma história bastante pessoal, que expõe um sofrimento calado e sem respiros. A obra abre um potente megafone cinematográfico criativo para dividir memórias e dores de uma jovem que busca, por meio da arte, uma cura para suas aflições.

Produzido de forma independente pela diretora Luiza Lindner, Irritante Prodígio contorna uma parte da vida dela mesma ao trazer vídeos e imagens produzidas em alguns momentos de sua vida, muitos deles marcados por fortes abalos emocionais, convivendo com a ida e vinda a hospitais.

A narrativa, mesmo com redundâncias que podem soar para algumas pessoas como uma espécie de egotrip, propõe seu dinamismo através de uma montagem de imagens e vídeos que reúne medos e inseguranças de momentos de intimidade. Essa exposição dialoga com as suas mais profundas formas de entender as emoções, enquanto pensamentos ditos e escritos chegam como um desabafo complementar, expandindo um retrato auto documental que não esconde respostas para o que se sente.

Tudo passa? Essa é a grande pergunta que fica quando terminamos a sessão. Rodeada por um mundo que começa a ser incompreensível desde cedo, o olhar do público pode encontrar diversas respostas interpretativas. Por isso é importante afirmar a coragem na realização desta obra. Ao falar sobre si mesma e abrir seu coração ao mundo, Luiza expande perguntas e reflexões em quem assiste ao filme, contornando o nascer, os obstáculos, o renascer, o renascer, o renascer…

‘Fightland’: DRAMA produzido por 50 Cent ganha teaser trailer e data de estreia!

STARZ divulgou recentemente o novo teaser trailer oficial de ‘Fightland’, drama criminal ambientado no universo perigoso e glamouroso do boxe britânico, com produção de Curtis “50 Cent” Jackson.

A série, composta por oito episódios, promete ação visceral, intrigas familiares e uma jornada intensa de vingança e redenção, e tem estreia marcada para o dia 31 de julho.

Confira:

Descrita como “uma história eletrizante sobre traição, redenção e ambição brutal dentro e fora do ringue”, ‘Fightland ‘marca a primeira produção internacional da G-Unit Film & Television, produtora de 50 Cent, responsável também pelo sucesso duradouro do universo ‘Power‘.

Na trama, um ex-campeão de boxe — que passou um período na prisão — retorna a Londres determinado a se vingar da família criminosa que acredita tê-lo traído. O cenário? O submundo violento e altamente lucrativo do boxe clandestino britânico, nunca antes explorado com essa profundidade na TV.

A série foi criada por Daniel Fajemisin-DuncanMarlon Smith.

Howard CharlesNicholas PinnockDeborah AyorindeCharles BabalolaAnita-Joy UwajehTahirah SharifTyler ContiRichard PeppleAlix Bailey estrelam.

Rhaenyra enfrenta novas ameaças no trailer do 3º episódio da 3ª temporada ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A HBO divulgou o trailer do terceiro episódio da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘, elogiada e premiada série derivada do universo ‘Game of Thrones‘.

O próximo capítulo estreará oficialmente no dia 5 de julho.

Confira:

A história de ‘A Casa do Dragão‘ é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

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‘Michael’ supera bilheteria de ‘Oppenheimer’ e se torna a MAIOR cinebiografia da HISTÓRIA

Sucesso! ‘MICHAEL‘ já arrecadou impressionantes US$ 977.4 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu superar a arrecadação global de ‘Oppenheimer‘ (US$975.4M), quebrando o recorde de maior cinebiografia da história do cinema.

Além de representar a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$1B) –, o filme também se tornou a maior arrecadação global da história da Lionsgate, superando sucessos como ‘Crepúsculo‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Nos EUA, o longa soma US$ 370.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 607.2 milhões através de 83 territórios.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$68.1M), França (US$54.5M), Alemanha (US$34.3M), Brasil (US$32.2M) e México (US$30.7M).

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Saiba Mais » Michael

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

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‘A Odisseia’: Revelado papel de Elliot Page no ÉPICO de Chris Nolan

A vindoura adaptação de A Odisseia, clássico poema grego de Homero, é um dos projetos mais ambiciosos do ano e da carreira do vencedor do Oscar Christopher Nolan – e contará com um elenco de peso que promete encantar o público.

Um dos grandes mistérios do projeto é em relação ao papel do indicado ao Oscar Elliot Page (‘Juno’, ‘The Umbrella Academy’), que vem enfrentando represália por parte dos haters nas redes sociais.

Anteriormente, acreditava-se que o astro daria vida a Aquiles, um dos maiores combatentes do conflito troiano. Porém, segundo o Into Film, Page dará vida a Sinon, um guerreiro grego e primo de Odisseu (Matt Damon), que teve papel fundamental na queda de Troia.

‘A Odisseia’: Épico de Chris Nolan deve arrecadar entre US$ 80-100 milhões em estreia nos EUA

Sinon não aparece no poema de Homero, porém, sua história é narrada na ‘Eneida’ de Virgílio e em outros relatos, nos quais é retratado como um agente traiçoeiro dos gregos que engana os troianos, incentivando-os a levar o Cavalo de Troia para dentro da cidade.e tanto o diretor quanto a Universal Pictures tomaram uma decisão inesperada em relação ao longa-metragem.

Lembrando que o filme terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (R-Rated).

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A Odisseia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 16 de julho.

‘A Odisseia’: Elon Musk volta a detonar Christopher Nolan por escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott

A Odisseia – Filme | CinePOP

Cadeiras vazias, esperança VIVA: Como o cinema está sobrevivendo na era do streaming?

Você já parou para pensar o quanto gasta quando vai ao cinema? Desde que a era dos streamings chegou – mais ou menos depois da pandemia da covid-19 -, as salas de cinema em todo o mundo sofreram um enorme abalo em sua frequência, tornando-se reféns da esperança de que o próximo blockbuster equilibre as finanças. Mas essa situação não é um algo tão simples: há outros fatores que tentaremos desenvolver nos tópicos a seguir:

Imagem de gautherottiphaine por Pixabay
Imagem de gautherottiphaine por Pixabay

Somente exibir um filme é pouco

Uma das coisas mais legais é chegar em uma sala de cinema, assistir ao filme e, por exemplo, ter um debate em seguida. Essa ação, muitas vezes vistas em pré-estreias ou em eventos dedicados a uma obra, é fundamental para ampliar o olhar e trazer reflexões sob muitos pontos de vista, enriquecendo demais toda a experiência.

Em muitas redes de cinema, algumas novas ideias poderiam aparecer, como sessões especiais e preço mais acessível. Limitar promoções de 2ª a 4ª já se mostra muito pouco para um público que coloca em prática seu lazer aos fins de semana. É necessário transformar a ida ao cinema em algo especial, que a pessoa queira estar ali por muito tempo. A questão é se a maioria das salas do circuito exibidor vão conseguir se desprender da acomodação de um modelo clássico que já se mostra obsoleto há muito tempo.

 

O preço dos ingressos e a necessidade de obter lucro através dos caríssimos combos de pipoca

Imagem de Devon Breen por Pixabay
Imagem de Devon Breen por Pixabay

A cada filme que entra em cartaz, geralmente, metade do que se arrecada vai pra distribuidora e a outra metade fica para o cinema. Viver de bilheteria é algo que nunca aconteceu pra nenhum cinema. E mesmo assim, há preços exagerados por aí, descartando possibilidades para grande parte do público. É muito triste você receber relatos de pessoas que gostariam de ir ao cinema e não podem, por se tratar de um programa caro.

Desde sempre, o lucro dos exibidores está na bombonière. Esse fato encarece demais um simples combo de pipoca – que vem do milho, algo barato – revendido a preços exorbitantes, se tornando mais um fator que limita o acesso de muitas pessoas ao cinema.

Cadê os Lanterninhas do Cinema? – A saga de tentar ver um filme em Paz!!!

 

Os hábitos em uma sala de cinema

Não é de hoje, mas, ultimamente, a falta de educação do público nas salas de cinema tem extrapolado qualquer paciência, desanimando os amantes da sétima arte. A cada cinco sessões que você vá, pode ter certeza que, na maioria delas, haverá um show de telas de celulares acesos e conversas a todo instante no meio do filme. Esses e outros pontos comportamentais desanimam, e deixando a experiência desanimadora. Como fazem falta os lanterinhas numa sala de cinema!

 

Comodidade e ascensão dos streamings

Imagem de talktotippers por Pixabay
Imagem de talktotippers por Pixabay

Não sei se os gestores de salas de cinema estavam preparados – ou mesmo acreditavam -, na ascensão meteórica dos streamings. Se foram pegos de surpresa ou não, a verdade é que essa questão é a de maior impacto quando pensamos em cadeiras vazias nos cinemas. Por preços acessíveis e enormes catálogos, você pode fazer uma noite barata e divertida, mesmo que falte o impacto que uma tela grande proporciona ao assistir a um filme. Grande parte do público vai priorizar o bolso em vez da experiência –  e não há o que se contestar em relação a isso.

 

Mas e você? Ainda consegue ir regularmente aos cinemas? Tem percebido as salas vazias? Conte pra gente suas experiências.

‘Harry Potter’: Em aposta milionária, Paramount fecha acordo histórico para exibição da franquia nos EUA

Com a proximidade da estreia da nova e aguardada série de Harry Potter, o Mundo Bruxo continua demonstrando sua força histórica no mercado. De olho nesse fenômeno, a Paramount fechou um acordo de licenciamento de vários anos que transforma seus canais na casa exclusiva da franquia na TV por assinatura dos Estados Unidos.

Conforme o Deadline, a partir de 3 de julho, os canais norte-americanos MTV, Nickelodeon, Nick at Nite e Paramount Network começarão a exibir os oito filmes originais de Harry Potter e os três longas do derivado ‘Animais Fantásticos’.

Anteriormente, esses direitos de exibição na TV linear pertenciam à NBCUniversal. No ambiente digital, os direitos de transmissão via streaming continuam compartilhados entre o Peacock e a HBO Max, da Warner Bros. Discovery.

Em comunicado, Laurel Weir, executiva de programação, aquisições e pesquisa da Paramount Media Networks, celebrou a parceria.

“Expandir o catálogo da Paramount com os filmes de Harry Potter e Animais Fantásticos reforça nosso compromisso em oferecer franquias de classe mundial para os diversos públicos atendidos por nossas marcas. Como uma das franquias mais amadas e duradouras do entretenimento, Harry Potter continua encantando gerações, e essa parceria nos permite levar a magia e a aventura dessas histórias atemporais para fãs de todas as idades”, afirmou.

Enquanto os filmes clássicos ganham um novo lar na televisão, o público se prepara para o recomeço da saga.

A primeira temporada da nova série, que adaptará fielmente o livro ‘A Pedra Filosofal’, tem sua estreia global marcada para o dia 25 de dezembro no HBO Max.

A trama do ciclo de estreia, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.

Confira o elenco principal confirmado:

A produção conta com a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e a direção de Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

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Dica do Domingo | Um suspense INQUIETANTE e pouco conhecido

Em 2009, Stuart Hazeldine encabeçou o interessante thriller dramático psicológico ‘O Exame’. A trama nos apresenta a oito candidatos por uma posição altamente cobiçada em uma companhia bastante prestigiada. O grupo é trancado em uma sala de exame onde, ao longo de oito minutos, passarão por um teste final para determinar quem será contratado para o cargo. As regras são simples: após receberem cada um uma folha de papel com seu respectivo número de candidatura, eles deverão responder a uma simples pergunta. Mas há regras a serem seguidas: eles não podem violar os papéis, deixar a sala ou falar com o guarda ou o Vigilante que os está observando.

Após lhes perguntar se eles têm alguma dúvida, o Vigilante deixa o local e o relógio começa a correr. E, no momento em que viram a folha, prontos para responder à questão, não há nada escrito com exceção da palavra “candidato”. A princípio, cada um deles fica atônito e acredita estar em uma pegadinha – mas a situação escala gradativamente em um vórtice de insanidade que coloca cada um deles em conflito com sua própria moral e com a linha que separa o que é ético e o que é repreensível. E, em meio a uma estrutura concisa e restrita, Hazeldine não apenas entrega um dos thrillers mais enervantes dos anos 2000 e um projeto que de fato merecia mais a nossa atenção.

A princípio, o realizador nos convida a um instigante suspense dramático que encontra boa parte de sua força no desenvolvimento de personagens arquetípicos e que singram pela fragilidade da mente humana. Dessa forma, o estudo psíquico promovido pelo diretor e roteirista transforma uma situação bastante particular em universal, mas da maneira mais inesperada possível e partindo de um princípio quase conspiratório que se aproveita da fraqueza dos personagens para encontrar força. Não é surpresa que Hazeldine promova um slow-burn narrativo que, ao operar em um microcosmos limitado, não deixa espaço para “barrigas” ou exageros desnecessários.

Enquanto a técnica empregada traz elementos dos filmes de suspense dos anos 1990, há uma certa modernidade industrial que se apossa da atmosfera do projeto e que reflete na conduta de cada um dos personagens. As distintas personalidades que competem pela única vaga de emprego oferecida pela empresa logo convergem para uma unidimensionalidade proposital em que, não importa como se portem, a essência é apenas uma – ainda mais quando a condição de existência está sob pressão imensa e recheada de pequenas artimanhas. Em outras palavras, o realizador promove uma sondagem quase pessimista da inerência das pessoas (ou é o que imaginamos).

Hazeldine trabalha lado a lado com o diretor de fotografia Tim Wooster, que se utiliza de uma paleta primária para dividir os três principais atos do longa-metragem – e que segue um padrão bem específico conforme o enredo caminha para seu ápice e para sua consecutiva conclusão. Ao passo que Wooster vai se aproveitando da inescapável e labiríntica tensão que se apodera dos personagens e da realização de que, um a um, todos cedem a um desejo destrutivo de uma vitória cada vez mais distante, eles são engolfados em planos claustrofóbicos e tortuosos que parecem prenunciar sua ruína – e a tétrica trilha sonora assinada por Stephen Barton e Matthew Cracknell ajuda a reiterar essa angustiante atmosfera.

O suspense logo se transforma em uma espécie de distopia político-social que serve como combustível para as últimas notas do roteiro – cujos diálogos verborrágicos e incisivos são encarnados com maestria pela cereja do bolo do projeto: o elenco. Contando com nomes como Gemma Chan, Pollyanna McIntosh, Chukwudi Iwuji, Nathalie Cox, Jimi Mistry e outros, o time de atores e atrizes parece ter sido escolhido a dedo para navegar pelas intrincadas engrenagens do longa-metragem, desfrutando de uma explosiva química que os permite explorá-los dentro dos limites autoimpostos. Felizmente, cada um tem seu momento de brilhar e nos envolve ainda mais nesse impiedoso tour-de-force.

Por mais que sua conjuntura não agrade a todos, ‘O Exame’ é um eficaz thriller psicodramático que sabe exatamente o momento e a circunstância em que as ousadias são bem-vindas, nunca querendo dar um passo maior que a perna, mas não se contentando com apenas as fórmulas do gênero. Mesmo com as limitações, Hazeldine cria mágica ao nos convidar para uma concisa e prática narrativa que esquadrinha o próprio potencial como consegue.

‘Michael’ e as MELHORES Cinebiografias Musicais lançadas na última década

Michael’, cinebiografia do lendário Michael Jackson, se tornou um fenômeno nas bilheterias e se aproxima do US$ 1 bilhão.

O cantor foi o ídolo para muitas gerações, e continua a encantar com sua música – um verdadeiro acervo de clássicos. Michael foi o artista mais vendido no mundo, um verdadeiro fenômeno incontestável. Para muitos, esse era o filme mais esperado do ano.

Resolvemos listar alguns dos filmes mais proeminentes deste que já virou um subgênero do cinema, somente nos últimos dez anos. Confira se você já assistiu a todos, ou se tinha algum deles que você sequer havia ouvido falar. Confira.

Michael

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A biografia do rei do pop é a mais recente a chegar nos cinemas. Michael Jackson foi um verdadeiro ícone pop, fazendo parte da vida da maioria dos seres humanos no planeta. O filme é inspirador e não se aprofunda nas polêmicas, mas conquista com atuações espetaculares e momentos musicais empolgantes. Justamente por essa abrangência, o filme se tornou a maior bilheteria da história para o subgênero com US$ 977 milhões mundialmente.

Bohemian Rhapsody

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Lançado em 2018, o “filme do Queen” é atualmente a maior biografia musical de todos os tempos. O longa arrecadou nada menos que US$900 milhões em bilheterias mundiais – chegando bem perto do tão almejado bilhão de dólares. Mas não foi apenas isso, pois Bohemian foi indicado para 5 Oscar, incluindo melhor filme, e ganhou 4, dando para o protagonista Rami Malek uma estatueta de melhor ator. Com tamanho prestígio, Bohamian se tornou o modelo das biografias para estes últimos dez anos.

Rocketman

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Seguindo muito de perto a cartilha montada por Bohemian Rhapsody, logo no ano seguinte a Paramount tirou do papel a biografia do lendário Elton John. E se Freddie Mercury e o Queen haviam feito todo aquele “estrago”, imagina o que uma figura maior que a vida como Elton John não poderia fazer. Realmente, parte dos críticos e dos cinéfilos concordaram que ‘Rocketman’ é um filme melhor que ‘Bohemian Rhapsody’. Porém, como já haviam “queimado a largada” e premiado o filme do Queen, o Oscar não ia dar moral para outra biografia musical logo no ano seguinte. Desta forma, o único Oscar do filme foi para a canção original ‘I’m Gonna Love me Again’, do próprio Elton John.

Elvis

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Passados três anos, a Academia teve tempo de respirar novamente e começar a cogitar indicações para outra biografia musical. Pior para ‘Rocketman’, que saiu prejudicado. No entanto, o rei do rock se beneficiou deste hiato. A biografia ‘Elvis’ foi dirigida pelo especialista Baz Luhrmann, um cineasta que sabe como ninguém mesclar linguagem pop, com visual bastante chamativo e musicais. A prova disso é ‘Moulin Rouge’, seu trabalho mais badalado. ‘Elvis’ conseguiu encantar o público e se tornou um sucesso, apesar de ter sido lançado em meio à pandemia. O protagonista Austin Butler se tornou um astro e foi indicado ao Oscar com seu retrato da lendária figura. Fora isso, o filme também foi indicado ao Oscar e recebeu mais seis nomeações.

Um Completo Desconhecido

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Mais recentemente tivemos a biografia do igualmente icônico Bob Dylan, cantor de folk rock conhecido por sua voz arrastada. Influência para grande parte dos cantores de rock na época, Dylan chegou à Nova York no início da década de 1960 com 19 anos, e conquistou seu de se tornar um cantor famoso. No cinema, o intérprete do cantor foi o menino de ouro Timothée Chalamet – em um filme dirigido por James Mangold (de ‘Johnny e June’ e ‘Logan’). Essa foi outra produção de prestígio, e terminou indicada a 8 Oscar, assim como ‘Elvis’, incluindo melhor filme e ator protagonista. Além disso, trouxe no elenco Elle Fanning, Edward Norton e Monica Barbaro (esses dois últimos com indicações para chamar de suas também).

Springsteen: Salve-me do Desconhecido

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Como de costume acontece no Oscar, a Academia não gosta de premiar ou indicar filmes semelhantes dois anos seguidos. É preciso ter um distanciamento para deixar a coisa respirar. Assim, embora muitos o tenham achado superior, ‘Rocketman’ terminou sem grandes indicações porque ‘Bohemian Rhapsody’ já havia papado tudo no ano anterior. O mesmo ocorreu aqui, com essa biografia do “boss” Bruce Springsteen, um dos grandes nomes do pop rock americano nos anos 80. Acontece que no ano anterior os holofotes haviam ido para Bob Dylan em ‘Um Completo Desconhecido’. Assim, Springsteen saiu prejudicado pela proximidade, mesmo que já despertasse falatório de possíveis indicações, em especial para o filme e para o trabalho de Jeremy Allen White como o protagonista.

Estados Unidos vs. Billie Holiday

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Que filme é esse, você pergunta? Pois bem, querido leitor, a biografia da icônica Billie Holiday não apenas existe e foi lançada há cinco anos, como também recebeu uma indicação ao Oscar. Tudo bem se você não conhecer, quase ninguém conhece. O motivo é que o longa foi lançado em meio à pandemia e teve uma estreia restrita, passando em branco para grande parte do público. O filme foi dirigido por Lee Daniels, o mesmo de ‘Preciosa’ e ‘O Mordomo da Casa Branca’, e indicou ao Oscar a protagonista Andra Day, que vive Holiday no filme. Porém, a atriz sofreu do que muitos chamam de “maldição do Oscar”, já que depois do auge de sua carreira, desapareceu por completo.

Respect: A História de Aretha Franklin

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No mesmo ano, tivemos a biografia de outra verdadeira lenda da música americana. Aretha Franklin foi influenciada pela música de Billie Holiday e por demais cantores de sua geração. Apesar de ambas serem mulheres negras empoderadas, cujas vidas são verdadeiras histórias de superação, Holiday se destacou dentro do jazz e faleceu em 1959, quando Franklin ainda estava em seu início de carreira. Aretha ganharia os holofotes na década de 1960. Como as atenções no Oscar foram para ‘Billie Holiday’, o filme de Aretha Franklin passou em branco nas principais premiações, mesmo contando com a presença da vencedora do Oscar Jennifer Hudson no papel protagonista.

I Wanna Dance with Somebody: A História de Whitney Houston

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Nem todos os cantores queridos recebem os louros devidos no cinema, quando suas biografias são lançadas. Se fossemos pautas somente pela importância de tais artistas, certamente eles mereceriam todos os Oscar possíveis e imagináveis. Mas simplesmente não existe lugar para todos no cinema. Esse foi o caso com a lendária Whitney Houston, que marcou toda uma geração e ainda se encontra no top 100 dos artistas mais vendidos de todos os tempos, com mais de um de seus álbuns. A cantora foi simplesmente um fenômeno e sua história de vida é de sucesso, mas também de tristeza e derrota. A verdade é que com quase 2h30min de projeção, o filme de Houston deixou muito a desejar. E apesar de ser uma boa atriz, Naomi Ackie não tem nada a ver com Whitney, e não conseguiu capturar o espírito e a essência da cantora.

Bob Marley: One Love

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O mesmo pode ser dito do filme de Bob Marley. A lenda do reggae merecia muito mais. Seu filme teve um resultado “méh”. Este é aquele tipo de filme chapa branca, que não incomoda demais, e também não tenta fazer nada de diferente. Segue a cartilha das biografias, passando item a item a vida do homenageado. Sem um grande diretor para dar aquele diferencial, e sem grandes nomes na frente das telas, o filme de Bob Marley ficou com cara de Sessão da Tarde. Apesar disso, o longa não foi um fracasso, e conseguiu levar os fãs, arrecadando quase US$200 milhões mundiais. O protagonista Kingsley Ben-Adir também passa longe de incorporar Bob, soando certinho demais, e sequer arriscou cantar, apenas dublando a voz do próprio Marley. O grande destaque aqui fica com a estonteante, carismática e dona de muita presença Lashana Lynch, que vive a esposa do cantor.

Back to Black

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Fechando a matéria, temos outra cantora que também merecia muito mais. Quando foi anunciado que a diva meteórica Amy Winehouse iria ganhar uma biografia, todos gritaram “Oscar”. Pudera, Amy foi uma verdadeira sensação, daquelas que em pouco tempo dominam o mundo. Em meados dos anos 2000, Winehouse já era um sucesso absoluto, com seu estilo jazz-rock-pop. Seu vozeirão que remetia as cantoras negras do passado e suas letras dançantes fizeram dela uma estrela internacional. Porém, sua vida errática, vício em álcool e drogas, a transformou em mais um mito que se foi cedo demais. O filme, no entanto, estrelado por Marisa Abela e dirigida por Sam Taylor-Johnson passou em branco, se tornando fracasso de crítica e público.

Conheça a EMOCIONANTE e trágica história de amor real que inspirou a trilogia ‘Antes do Amanhecer’

A encantadora história da trilogia ‘Antes do Amanhecer’, do cineasta Richard Linklater, possui uma cativante e triste inspiração real.

Embora o relacionamento de Jesse Wallace e Céline seja fictício, seu conceito é bem real e nos leva a uma mulher pouco conhecida do público. Amy Lehrhaupt é o peculiar nome que aparece nos créditos finais de ‘Antes da Meia-Noite’. Dedicado a ela, o filme que encerra a trilogia romântica guarda uma história real de um amor que durou pouco tempo, mas foi imortalizado no cinema.

Richard Linklater conheceu Amy em 1989, enquanto visitava sua irmã na Filadélfia. Ele acabara de filmar ‘Slacker’ e ficaria apenas uma noite na cidade, retornando para Nova York logo em seguida.

amy lehrhaupt
Único registro de Amy Lehrhaupt encontrado na internet

Aos 29 anos, ele conheceu a jovem de apenas 20, em uma loja de brinquedos. E aos moldes de ‘Antes do Amanhecer’, os dois passaram a noite conversando, trocando ideias sobre o que amam, flertando e “fazendo coisas que você jamais faria agora”, como ele afirmou certa vez em uma entrevista à Times. O inesperado encontro se estendeu entre a meia-noite e às seis da manhã, regado por conversas sobre arte, ciência e cinema. Aquele momento rendeu em um (ou mais) beijo(s). E se as coisas foram para além disso? Linklater deixa o mistério, para manter a magia cativante do breve, mas marcante, romance.

Aquele instante que dividiram juntos impactou a vida de Linklater, que revelou o quão precioso aquele sentimento havia se tornado. Na entrevista, ele compartilhou que mesmo enquanto vivenciava o efêmero encontro, pensava em um jeito de imortalizar a sensação. Um filme congelaria a leveza daquele hiato.

“Até no momento em que a experiência acontecia eu dizia a ela: ‘Eu vou fazer um filme sobre isso’. E ela me perguntava, ‘sobre isso o que? O que você está falando?’. E eu dizia, ‘apenas isso. Esse sentimento. Esse lance que está acontecendo entre nós’”.

antes do amanhecer

Após o encontro, ambos foram para suas respectivas cidades e tentaram manter contato frequente por telefone. A distância sempre pareceu ser a maior das dificuldades, que eventualmente apagou a chama que havia nascido naquela meia-noite na Filadélfia. E de acordo com Linklater, é como aconteceu no primeiro filme de 1995.

“Então, no primeiro filme existe aquela coisa, a ideia de que ambos iriam – intelectualmente – ir além daquele encontro. Eles sabem que estão em continentes distintos, sabem que as chances de isso dar certo são imprecisas. Mas se comprometeram àquela noite. Era o que eles tinham”.

O diretor futuramente se envolveu com outra mulher, em um relacionamento que durou um ano e isso os distanciou de vez. Desde então, jamais voltaram a conversar. Em sua mente, talvez ela aparecesse em uma exibição de ‘Antes do Amanhecer’, como Céline aparece na leitura do livro de Jesse, ‘Desta Vez’, na sequência ‘Antes do Pôr do Sol’. No entanto, ela não foi.

Linklater só descobriu o que realmente aconteceu com Amy, desde a última vez que se falaram, bem depois.

O cineasta descobriu que sua paixão de uma noite tinha falecido em um acidente de moto, em 9 de maio de 1994, antes de completar seus 25 anos. A tragédia teria acontecido há poucos dias do início das filmagens do filme inspirado nela.

Descobrindo a trágica notícia através de uma carta de uma amiga de Amy – que sabia do encontro amoroso dos dois, ele foi tomado por uma tristeza absoluta. Também devastado, o ator Ethan Hawke – que deu vida à noite de Linklater nos cinemas – o lembrou do impacto que o encontro gerou em toda sua vida, refletindo em três filmes, milhares de amantes impactados pela história de Jesse e Céline, além de todos aqueles que ele conheceu indiretamente através dela.

E em uma simbólica reflexão, Linklater – que tardou 24 anos para nos apresentar Amy Lehrhaupt – concluiu:

“Quem sabe a forma como nós impactamos as vidas uns dos outros? Eu só sei que ela é uma inspiração nisso aqui”.

Gostou de ‘Off Campus: Amores Improváveis’? Veja também essas 10 ótimas séries!

Couple lying on a bed in a dimly lit room, looking at a laptop together men and women.

Um dos mais recentes fenômenos do universo literário, a série de livros ‘Off Campus’ enfim ganhou sua versão audiovisual. Off Campus: Amores Improváveis vem conquistando o público e, em poucos dias no Prime Video, já alcançou o Top 1 da plataforma. Pra você que assistiu e curtiu, recomendamos abaixo outras séries que você provavelmente vai gostar:

Crítica | ‘Off Campus: Amores Improváveis’ – Nova série do Prime Video passa de ano com folga

 

One Tree Hill (Prime Video)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar focado em dois irmãos de mesmo pai – que se odeiam -, One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos.

 

Rivalidade Ardente (HBO MAX)

Uma das séries que provavelmente será uma das sensações deste ano, em Rivalidade Ardente acompanhamos duas estrelas do hóquei que mantém um relacionamento escondido.

 

Friday Night Lights

Um dos seriados mais impactantes dos anos 2000, Friday Night Lights nos leva até uma cidade do interior dos Estados Unidos e os dramas de jogadores e o treinador de um time de futebol americano do colégio.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six, um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 1970, em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough).

 

Buffy, a Caça-Vampiros (Disney Plus)

Em março de 1997, chegava ao mundo do entretenimento um seriado que faria enorme sucesso: Buffy, a Caça-Vampiros. Criada por Joss Whedon, ao longo de 7 temporadas, vamos acompanhando a protagonista Buffy, uma jovem que faz parte de uma longa linhagem de guerreiras escolhidas para caçar e destruir vampiros terríveis e outras forças do mal.

 

Dawson’s Creek (Sony One)

Com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico), Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.

 

O.C.: Um Estranho no Paraíso (HBO MAX)

Criada por Josh Schwartz, O.C.: Um Estranho no Paraíso nos levou até a história de um adolescente rebelde que é adotado por um casal rico. Aos poucos, ele passa por transformações e maneiras de entender a vida.

 

Normal People

Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade – e algo mais – de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo, percebem que podem ter sidos feitos um para o outro, mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.

 

Gilmore Girls (Netflix)

Os dramas e conflitos de uma mãe e uma filha que vive em uma cidadezinha dos Estados Unidos contornam a essência de Gilmore Girls. Protagonizado por Lauren Graham e Alexis Bledel, o seriado estreou no ano de 2000 e teve sete temporada – e uns episódios especiais que estrearam na Netflix.

 

Smallville (HBO MAX e Netflix)

Um dos seriados de enorme sucesso nos tempos que a internet ainda engatinhava, Smallville nos mostra parte da origem de Clark Kent e suas descobertas do enorme poder que possui.

 

10 Filmes Recentes que Esperávamos que Fizessem bem mais SUCESSO!

Collage of three movie posters: left shows a fedora-wearing adventurer with a whip in a warm orange backdrop; center features two characters with clown makeup and pale faces; right shows a muscular man in a strapped tactical vest with a woman in pink standing behind them in an action scene.

Hollywood é uma fábrica de sucessos, filmes inesquecíveis que perduram pela eternidade, como é o caso com os icônicos ‘O Mágico de Oz, ‘Casablanca’ e ‘E o Vento Levou’. Porém, nem todos se tornam clássicos para toda a vida. É verdade também que nem sempre o sucesso chega junto com o nascimento das obras. Por exemplo, diversos artistas só foram reconhecidos após sua morte. Com o cinema ocorre o mesmo muitas vezes. Filmes que em seu lançamento se mostram fracasso de crítica e de público, podem ressurgir um tempo mais tarde como itens cult, apreciados por toda uma nova geração de especialistas e espectadores.

Blade Runner’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, ambos de 1982, foram fiascos na época de sua passagem pelos cinemas. Hoje, ambos são reverenciados como filmes altamente influentes e celebrados em seus respectivos gêneros. Resta saber se isto vai acontecer algum dia com estes filmes que separamos para você nesta matéria. Só o tempo dirá. Por enquanto eles são apenas os filmes recentes que esperávamos que fizessem bem mais sucesso. Confira.

Coringa: Delírio a Dois

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Nesta matéria existem alguns casos particulares, que recaem em diferentes tipos de fracassos comerciais. Vamos começar com o caso do segundo ‘Coringa’. O primeiro filme, de 2019, se tornou o sucesso surpresa daquela temporada, chegando até o Oscar e dando para o protagonista Joaquin Phoenix o seu tão aguardado prêmio de melhor ator da Academia. Além, é claro, de talvez o maior prêmio do filme, fazer mais de US$1 bilhão em bilheteria mundial. E bem, poderia ter parado por aí, mas o sucesso instigou o estúdio a fazer uma sequência. O diretor Todd Phillips parecia não estar muito motivado. Assim, resolveu fazer uma continuação-trollagem com os fãs, usando como argumento dois artifícios que não casam nem um pouco com a proposta: um filme de prisão (com direito a julgamento) e um filme inteiramente passado na cabeça do protagonista, como um grande delírio. E bem, quem queria ver isso? Certamente não o grande público.

Wicked: Parte II

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Você lembra da comoção que foi o primeiro ‘Wicked’? Baseado em um enorme sucesso musical da Broadway, que usa como tema o clássico ‘O Mágico de Oz’, ‘Wicked’ deu o que falar, desde sua turnê de divulgação (com o relacionamento pra lá de esquisito entre as protagonistas Ariana “Pequena” e Cynthia Erivo), até ter conquistado os críticos e principalmente os fãs, com uma bilheteria de US$758 milhões. Ah sim, não podemos esquecer de suas 10 indicações ao Oscar, incluindo para melhor filme e para as duas atrizes citadas (com as vitórias de direção de arte e figurino). E melhor: essa era a primeira parte. A segunda certamente chegaria para colocar o prego no caixão, superando o original em todos os aspectos. Certo? Bem, … não foi bem assim. O segundo ‘Wicked’, lançado um ano depois, arrecadou US$200 milhões a menos, e não obteve metade dos holofotes do original. Ninguém falou sobre ele e o Oscar simplesmente deu de ombros, não reservando sequer uma indicaçãozinha para o longa.

O Dublê

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Missão: Impossível’ foi uma série dos anos 60, revivida nos 80, que se tornou a franquia cinematográfica mais bem-sucedida dentro do gênero. Ou seja, naturalmente todos em Hollywood correram para fazer de algum programa clássico e querido o mais novo sucesso. Assim, Hollywood focou em ‘O Dublê’, ou ‘Duro na Queda’ para os mais íntimos. O programa dos anos 80, falava sobre um dublê de filmes de ação, que nas horas vagas trabalhava como caçador de recompensa. O programa durou cinco temporadas. Para a versão cinematográfica, um verdadeiro timaço: David Leitch, o diretor, foi dublê na vida real, então ninguém melhor que ele para comandar um filme sobre dublês. Fora isso, os protagonistas Ryan Gosling e Emily Blunt haviam acabado de sair de indicações ao Oscar, respectivamente por ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, no ano anterior. Receita para o sucesso. Infelizmente, ninguém foi assistir e o que parecia ser o início de uma nova franquia nas telonas, não se concretizou.

Indiana Jones e a Relíquia do Destino

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Nosso grande herói da sétima arte merecia mais e melhor. Indiana Jones definitivamente é um dos maiores personagens da história do cinema. A trilogia dos anos 80 o cimentou como um dos mais queridos protagonistas de todos os tempos. E bem, ele poderia ter ficado para sempre nesta época. Mas o próprio criador Steven Spielberg decidiu tirá-lo da aposentadoria para uma última grande aventura: e o resultado foi ‘O Reino da Caveira de Cristal’ (2008), que ninguém gostou. Agora sim, poderia ter parado por aí. Porém, 15 anos depois, Indy parecia ainda ter gás para estrelar um novo filme (agora ainda mais velho, aos 80 anos). E como queríamos uma despedida à altura do grande herói. Infelizmente não foi isso que ganhamos com ‘A Relíquia do Destino’, um filme ainda pior que o anterior, é o que muitos argumentam (e eu tenho que concordar).

Velozes e Furiosos 10

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De filme sobre rachas de carros nas ruas de Los Angeles, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ se tornou digna do 007 mais mentiroso, com tramas complexas de espionagem e grandes assaltos, conspirações internacionais. A coisa foi crescendo e ficando grande demais para o seu próprio bem. Em meados dos anos 2010, isso funcionou a favor da franquia, que atingiu seu ápice de prestígio, com os críticos e os fãs (as partes sete e oito atingiram a marca de U$1 bilhão em bilheteria). Porém, a coisa começou a regredir com o nono (em especial devido ao absurdo de carros no espaço, colados com silver tape). O décimo deveria ter corrigido este curso e voltado às boas com o sucesso. Ainda mais levando em conta o elenco adicionado (Jason Momoa, Brie Larson), o elenco que foi trazido de volta (The Rock, Gal Gadot) e que a história estava se encaminhando para o final. O público atual mostrou que não está mais acompanhando a franquia como antes.

Aquaman 2: O Reino Perdido

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Por falar em Jason Momoa, merecido ou não, o primeiro ‘Aquaman’ foi o único filme do DCEU a atingir a marca de US$1 bilhão em bilheteria. O fato é bem curioso, se pensarmos que personagens mais populares da casa, como o Superman, a Mulher Maravilha e o Batman não conseguiram este êxito. A resposta para tamanha popularidade talvez seja que o filme do ‘Aquaman’ era bastante colorido e amigável para todo tipo de público, em especial o mais jovem (crianças e adolescentes), coisa que os filmes anteriores não eram (mais sombrios, pesados e carregados de sentimentos ruins). Porém, o segundo ‘Aquaman’ não chegou perto de repetir tamanho sucesso, com uma queda de 61% em relação ao original. O fato apenas demonstra que a esta altura, o público já havia abandonado os filmes do DCEU e estava apenas esperando a reestruturação da casa (que já havia sido anunciada com James Gunn no comando).

M3GAN 2.0

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O primeiro ‘M3GAN’ faz parte daquela seleta lista de filmes que se tornam uma pequena surpresa agradável, saídos completamente do nada. Mistura de ‘Brinquedo Assassino’ e ‘Inteligência Artificial’, o filme realmente não tem nada demais, porém, surpreendeu em especial a geração tik tok com o vídeo viralizado em cima da dancinha da boneca-robô. E foi tudo o que precisou para virar um “meme-comoção”, levando um número considerável de pessoas aos cinemas. ‘M3GAN’ viralizou e virou pop. É claro que Blumhouse iria querer repetir o êxito. Mas os realizadores não desejavam apenas se repetir, assim transformaram a continuação em um filme de ação, que mostrava a robozinha como anti-heroína enfrentando uma ameaça ainda pior que ela. Se funcionou com ‘O Exterminador do Futuro’, iria funcionar com ‘M3GAN’ também, certo? Aliás, você sabia que M3GAN teve continuação?

Adão Negro

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Voltamos a falar de um filme da extinta DCEU. É sabido que o universo da DC Comics no cinema começou mal em meados da década passada. Idealizado por Zack Snyder, a pressão em cima do diretor era para que ele construísse um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel estava fazendo àquela altura. Porém, o estúdio rival começou da maneira certa: construindo bases sólidas em filmes solo que apresentavam e desenvolviam os personagens. Mas isso nem foi o pior, pois se ‘Batman vs. Superman’ e ‘Liga da Justiça’ tivessem agradado de verdade, ninguém ligaria para o resto. Mas quando você começa tropeçando, dificilmente irá se reerguer para chegar ao fim da corrida. E no meio destes tropeços surgiu ‘Adão Negro’, um filme que ficou em desenvolvimento por 15 anos, e era um projeto dos sonhos do astro Dwayne Johnson. Nessa altura, o mundo passava pelo que ficou conhecido como “fadiga dos super-heróis”, e ‘Adão Negro’, infelizmente, foi o epicentro disso.

Furiosa: Uma Saga Mad Max

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Veja bem, antes é preciso saber diferenciar entre um sucesso cult e um sucesso de público e bilheteria. A franquia Mad Max no cinema sempre foi um sucesso cult. ‘Mad Max 2’ ainda hoje é um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Porém, em seu lançamento teve até que mudar de título pois ninguém havia visto o anterior. Para piorar se tratavam de produções australianas. Quando finalmente foi levado para Hollywood em 1985, com o terceiro filme, o resultado não foi bem o esperado. Em 2015 estreava o que muitos consideram um dos melhores filmes dos últimos 20 anos, ‘Estrada da Fúria’. Apesar de ter sido indicado ao Oscar de melhor filme e ser enaltecido por 9 entre 10 cinéfilos, ele não chegou sequer aos US$400 milhões, ou seja, estava muito longe de ser um fenômeno de público. Os realizadores desejavam elevar ainda mais o status da franquia com o tão aguardado filme solo da personagem que roubou a cena em ‘Estrada da Fúria’, Furiosa. Mas para isso deram dois chutes na trave. O primeiro, tiraram Charlize Theron do papel e a substituíram por outra atriz. E segundo, voltaram no tempo para uma história de origem. Resultado: ninguém saiu de casa para ver.

Dungeons & Dragons: Honra Entre Ladrões

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Finalizando, temos outro filme divertido que deveria ter recebido muito mais atenção e feito bem mais sucesso. Como já puderam perceber, nem todos os filmes da lista são ruins, ou sequer medianos. Alguns, de forma merecida não fizeram sucesso. Outros, infelizmente não conseguiram atrair atenção do grande público, apesar de sua qualidade. E ‘Dungeons & Dragons’ recai na segunda categoria. Para começar, podemos dizer que esta talvez seja uma franquia amaldiçoada no cinema. Tudo bem, é baseado em um jogo de nicho de tabuleiro, que nem todo mundo é familiarizado. Porém, poderia ter dado muito certo, pegando os fãs de ‘O Senhor dos Anéis’, já que fazem parte do mesmo gênero. O que pegou mesmo foi que a marca já estava “queimada” graças ao horrendo filme de 2000, com Jeremy Irons, considerado um dos piores filmes da sétima arte. Vinte e três filmes separam o filme bom e o ruim, porém, talvez tenha sido pouco tempo, pois o grande público ainda não tirou o gosto amargo da boca.

Cadê a Continuação? 10 Filmes Recentes Prontos para Ganhar uma Sequência

Three-panel movie poster: left Cruella de Vil with black-and-white hair, center woman in pink gingham dress and oversized hat, pink landscape behind her, right man and woman in jungle gear looking upward.

A indústria de Hollywood sempre foi a favor das franquias. A maior indústria de cinema do mundo funciona equilibrando arte com um negócio muito lucrativo, afinal, no fim alguém sempre tem que pagar a conta. É preciso sair do bolso de alguém. As franquias são uma boa solução para isso, pois além dos filmes em si, geram todo tipo de merchandising para encorpar a receita. Então, uma marca pode sair do vermelho graças a tudo que a envolve, para além do filme em si.

E se isso era verdade antes, imagina agora que a maior potência do cinema no mundo luta com unhas e dentes para se manter ativa, lutando contra uma vertente de seu entretenimento, os streamings, e uma boa parte da população que, devido a questões políticas passou a demonizar a arte de forma geral. Ou seja, hoje mais do que nunca, Hollywood precisa de sucessos, e quando atinge um, apressa uma continuação, visando para que ela também se torne sucesso e construa a mais nova franquia bilionária. Mas e quando Hollywood cria um sucesso, mas luta contra si mesma para deixar tal filme sem companhia, e sem uma sequência. Sim, querido leitor, embora seja raro hoje em dia, temos alguns exemplos de filmes que foram sucesso e pedem por uma continuação, porém, os estúdios ainda não foram capazes de tirar uma do papel. Venha conhecer alguns dos casos mais notáveis.

Barbie

barbie cinepop

O caso mais notório de sucesso que ainda não teve uma continuação é o filme da ‘Barbie’. O longa em live-action da boneca mais famosa de todos os tempos não foi apenas um sucesso, foi um fenômeno. A obra pegou muito da escola de ‘Uma Aventura Lego’, ou seja, pegou um brinquedo popular que não tinha como se tornar um filme, e deu aula de como fazer com muita criatividade. ‘Barbie’ foi ainda mais longe, por ser um projeto com atores reais, a coisa era ainda mais arriscada e difícil. Nada que a diretora Greta Gerwig, e sua parceria, a estrela Margot Robbie, não pudessem dar conta. Foi um daqueles golaços lindos. É claro que a Warner deseja mais, afinal por que parar em US$1 bilhão, se puder ter US$2 bilhões. Mas para isso é preciso ir com calma, desenvolver bem o projeto e não apressar as coisas, ou poderemos ter um novo ‘Coringa 2’. O desafio será grande para os envolvidos. E se Robbie voltou duas vezes para a Arlequina, por que não voltar para Barbie?

Shang-Chi

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Alguns filmes da Marvel já têm sua continuação garantida. E não estamos falando de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, ou ‘Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’. Falamos do terceiro ‘Pantera Negra’, por exemplo, que já está confirmado. Ou de ‘Thor 5’, que também já ganhou sinal verde. Por outro lado, existem aqueles que, embora saibamos que irão ganhar continuação, ainda não tiveram suas confirmações oficiais. Um deles é ‘Shang-Chi 2’. O filme original é um dos mais adorados dos últimos anos da Marvel, no chamado pós-‘Ultimato’. O primeiro foi lançado em meio à pandemia, e não teve todo o espaço para brilhar, mesmo assim se tornou uma produção bastante querida pelos fãs. É claro que a Marvel ouve o seu público e irá dar o segundo filme de presente a eles, mas o relógio está contando, já que o primeiro saiu em 2021. Por enquanto nada foi oficialmente confirmado.

Cruella

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Por falar em filmes lançados em 2021, bem no auge da pandemia, ‘Cruella’, da Disney, foi um dos que sofreu com essa janela de estreia. Justamente por isso não pôde mostrar todo o seu potencial nas bilheterias. Se tivesse sido lançado em outra época, talvez tivesse se tornado um sucesso financeiro bem maior. Seja como for, isso não impediu o público de adorar e elogiar o filme. Os críticos também tiveram um olhar generoso para a superprodução. Muitos o compararam com uma versão feminina e bem mais higienizada de ‘Coringa’, observando seu conteúdo anárquico, com um protagonista que estava ali para ver o circo pegar fogo, após ter sido prejudicado. Emma Stone brilhou mais uma vez em um dos únicos blockbusters que fez nos últimos anos. A atriz neste tempo recebeu mais algumas indicações ao Oscar e inclusive saiu com mais uma estatueta (por ‘Pobres Criaturas’). Ou seja, trazer Stone de volta ao papel talvez seja um pouco mais custoso. Mas irá valer à pena. Assim como ‘Barbie’, ‘Cruella’ é um blockbuster totalmente girl power e mirado ao público feminino, mostrando a força da mulher como público de cinema entretenimento.

Jungle Cruise

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Ainda falando da Disney, no mesmo ano de ‘Cruella’, era lançado também o blockbuster ‘Jungle Cruise’. O ano de 2021 foi um dos mais abarrotados de anos recentes, isso porque muitos filmes que seriam lançados em 2020, terminaram empurrados para 2021 por causa da covid. A pandemia parou o mundo e o ano de 2020 ficou conhecido como “o ano que não aconteceu”. Ao contrário de Cruella, que é um live-action focado na vilã de 101 Dálmatas (na história de origem dela), as aspirações de ‘Jungle Cruise’ eram por se tornar o novo ‘Piratas do Caribe’. O blockbuster citado é baseado em uma atração dos parques temáticos da Disney e foi o único que deu realmente certo neste segmento. Como Johnny Depp ficou queimado após o relacionamento problemático com sua ex-esposa, a Disney queria lançar um novo ‘Piratas do Caribe’. E ‘Jungle Cruise’ foi o escolhido. Capitaneando a aventura, Dwayne Johnson e Emily Blunt. Embora não tenha chegado perto da popularidade dos filmes do Capitão Jack Sparrow, a aventura na floresta agradou o suficiente para despertar o desejo por uma sequência. Resta saber quando ela sairá do papel.

Todos Menos Você

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Muitos acreditam que o gênero das comédias românticas está morto. Ao menos nos cinemas. Mas talvez tudo não esteja verdadeiramente perdido para o gênero. Acontece que em 2023, um filme soprou vida de novo para este agradável tipo de cinema. Grande parte do sucesso de ‘Todos Menos Você’ seu deu pela dupla protagonista: Glen Powell e Sydney Sweeney. Ambos já eram conhecidos antes, mas foi este filme que elevou o status da dupla para astros. Nada mais justo que eles voltassem para uma sequência. Boatos já foram ventilados no ar de Hollywood para uma continuação. E seria interessante pois o gênero não costuma dar muito espaço para sequências. Ou seja, seria um acerto duplo, e caso seja tão aceito quanto o primeiro filme, só iria somar ainda mais nas carreiras dos envolvidos.

Uncharted

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Tom Holland ainda não possui um sucesso para chamar de seu fora da franquia ‘Homem-Aranha’. Podemos dizer que o que chegou mais perto disso foi outra superprodução da mesma Sony, baseada em um videogame de sucesso. ‘Uncharted’ é uma espécie de Indiana Jones moderno, ou seja, sobre caçadores de tesouros, passado nos dias de hoje. Embora não tenha se tornado um sucesso retumbante, também ficou bem longe de ser um fracasso. O que poderia ser motivação o suficiente para o estúdio apostar novamente as fichas neste universo. Ainda mais aproveitando o hype em cima de Holland, que este ano colocará o uniforme do herói aracnídeo mais uma vez. Assim como alguns outros itens na lista, existe o burburinho sobre uma sequência, embora nada tenha sido oficialmente confirmado.

Free Guy

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Esse é outro que se tornou um sucesso surpresa. Ao contrário dos demais itens da lista, todos com seus rumores sobre possíveis continuações, ‘Free Guy’ talvez seja o filme mais difícil de conseguir uma aqui nesta matéria. Acontece que o projeto tem muita cara de obra única. A ideia, em partes, faz dobradinha com ‘Jogador Número 1’, outro filme que os fãs vivem implorando por uma sequência. Seria legal se ‘Free Guy’ tirasse do papel uma continuação? Com certeza! Porém, pouco provável. Se fosse anunciada amanhã, ficaríamos muito felizes de estar errados. Porém, é preciso levar em consideração alguns fatores. O diretor já seguiu em frente, fez outros projetos ao lado de Ryan Reynolds e nunca falou sobre revisitar este universo. Segundo, o astro Reynolds não deseja voltar nem mesmo para Deadpool em um filme solo, por afirmar que tais produções demandam muito dele. ‘Free Guy’ é uma produção tão grande quanto. E terceiro, o filme não foi um sucesso financeiro estrondoso, em partes por ter sido lançado em meio à pandemia.

Alerta Vermelho

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Falando de Ryan Reynolds, é mais provável que o vejamos na continuação de um filme bem inferior a ‘Free Guy’, porém, lançado no mesmo ano. Falo de ‘Alerta Vermelho’, que o uniu em tela com Dwayne Johnson e Gal Gadot. O filme é quase uma versão do jogo “Carmen Sandiego” em live-action e se tornou o mais caro para ser produzido da história da Netflix. Apesar das críticas negativas, foi também uma das produções mais assistidas do acervo da plataforma. E é isso o que importa. Na trama, Reynolds é um ladrão, Johnson é o policial que o persegue, e Gadot é uma criminosa de renome internacional. A continuação vem, só resta saber se será na mesma formação anterior. Acontece que Gadot está relativamente “cancelada” após o fiasco de ‘Branca de Neve’ e suas declarações pró Israel, que não descem nada redondo para grande parte de Hollywood. A alternativa mais certa é que irão bancar a sequência mesmo com Gadot. Na pior das hipóteses, a atriz sempre pode ser substituída.

Doutor Estranho

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Voltamos para mais um projeto da Marvel. Não podemos falar da rival DC, acontece que o DCEU foi cancelado e sabemos que nenhum projeto daquela época terá continuação. Ao mesmo tempo, na nova DC, a continuação de ‘Superman’ já foi confirmada e os demais filmes sequer foram lançados. Então, seguiremos com a Marvel. Como dito, muitos dos filmes já têm suas continuações confirmadas. Já ‘Homem-Formiga’ e ‘Capitã Marvel’ dificilmente terão novos filmes – o que é uma injustiça, principalmente com a segunda, pois seu filme original bateu a marca de US$1 bilhão. Mas voltando para os que sobraram, um que não teve sua continuação confirmada, mas temos certeza que ganhará uma é ‘Doutor Estranho’. O segundo filme bateu na trave, e por muito pouco não faz US$1 bilhão em bilheteria. Ou seja, o sucesso confirmou sua continuação e não resta dúvida que termos uma ‘Doutor Estranho 3’. O que queremos saber é todo o resto, principalmente quem irá comandar o filme.

Encanto

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Finalizando a matéria, temos a única animação da lista. A Pixar costuma tirar do papel continuações para seus maiores sucessos. Esse ano teremos ‘Toy Story 5’, por exemplo. Recentemente, ‘Divertida Mente 2’ se tornou um fenômeno, e já está confirmado ‘Os Incríveis 3’. No entanto, a Disney também aprendeu a caminhar com as próprias pernas e seguiu a Pixar até na estratégia das continuações. Por exemplo, a Disney sem a Pixar emplacou ‘Moana 2’ e ‘Zootopia 2’. Em breve lançará ‘Frozen 3’. Mas cadê ‘Encanto 2’. Tudo bem que o primeiro ‘Encanto’ não foi um estouro de bilheteria, em partes por ter sido lançado em meio à pandemia. O que importa mesmo é sua pegada cultural, e o fato de que mais e mais fãs o descobrem, fazendo dele uma das animações mais queridas do público. Já está mais que na hora de rever a família colombiana Madrigal para novas aventuras.