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‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes’: Trailer final traz cenas de ação dignas de ‘Matrix’; Assista!

A Paramount Pictures divulgou o trailer final de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘, que estreia em 19 de agosto nos cinemas nacionais.

Com cenas de ação dignas da trilogia ‘Matrix‘, o longa vai contar a história do ninja silencioso antes de se tornar um membro do esquadrão de elite dos Joes e porque ele fez um voto de silêncio.

Assista ao trailer:

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

 

Conheça um dos filmes mais DETONADOS do Nicolas Cage que está escondido na Netflix

O astro Nicolas Cage tem surpreendido a crítica especializada com os seus mais recentes filmes. Despontando no cinema independente com longas bem peculiares e originais, o veterano – que já possui um Oscar no seu currículo -, está voltando a conquistar o mundo com filmes como ‘Pig‘, ‘Prisoners of the Ghostland‘ e ‘Mandy‘, que fizeram sucesso com a crítica e conquistaram altíssimas pontuações no Rotten Tomatoes.

Mas o passado recente de Cage guarda uma série de filmes bem ruins também, como ‘A Ilha’, que não conquistou nem 1% sequer de aprovação no RT. E uma das produções mais detonadas do ator já está disponível na Netflix e provavelmente você nem percebeu.

Intitulado ‘Vingança ao Anoitecer‘, o thriller dramático foi lançado em 2014 e traz o ator no papel de Evan Lake, um condecorado agente da CIA cuja entrega, determinação e patriotismo constituem uma inspiração para todos. No entanto, uma doença terminal obriga-o a se retirar. Mas essa aposentadoria forçada terá que esperar, Quando o veterano descobre que o terrorista Muhammad Banir (Alexander Karim) ainda está vivo, ele decide lançar-se numa derradeira missão: Dedicar o seu último fôlego a perseguir e eliminar de vez o seu inimigo mortal.

O longa é dirigido por Paul Schrader, o mesmo responsável pelo roteiro do aclamado drama ‘Taxi Driver‘.

Anton Yelchin e Irène Jacob completam o elenco.

Confira o trailer:

‘Viúva Negra’ tem a MAIOR queda na bilheteria da história da Marvel e cinemas culpam a Disney

Após uma abertura grandiosa nas bilheterias, que quebrou o recorde de maior arrecadação de estreia da era pandemia, ‘Viúva Negra‘ despencou.

Em sua segunda semana, o filme teve uma queda de altíssimos 67,5%. Para se ter uma ideia, é a maior queda de bilheteria da história da Marvel.

Em sua segunda semana, o filme arrecadou apenas US$ 26 milhões nos EUA.

A queda foi tão severa que o National Association of Theatre Owners optou por divulgar um comunicado culpando a decisão da Disney de lançar o filme nos cinemas e no Disney + Premier Access ao mesmo tempo.

“Apesar das afirmações de que esta estratégia de lançamento improvisado da era da pandemia foi um sucesso para a Disney e o modelo de lançamento simultâneo, isso demonstra que um lançamento exclusivo no cinema significa mais receita para todas as partes interessadas em cada ciclo da vida do filme. Eles ignoram que a receita do Premiere Access não é dinheiro recém-descoberto, mas foi puxado de uma janela PVOD mais tradicional, o que não é mais uma opção. A resposta a essas perguntas mostrará que o lançamento simultâneo custa dinheiro da Disney em receita por espectador ao longo da vida do filme.”,  disse a OTAN no comunicado (via Variety). 

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 132 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 119 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 251 milhões mundialmente.

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Além disso, ‘Viúva Negra‘ arrecadou mais US$ 60 milhões através do Premier Access em seu primeiro final de semana.

Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.

Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.

Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”. 

O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.

“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.

Viúva Negra dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.

“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.

“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Maior fracasso de bilheteria de Chris Hemsworth está fazendo SUCESSO na Netflix

O maior fracasso comercial da carreira do astro Chris Hemsworth finalmente encontrou seu público.

Hacker‘ (Blackhat), suspense cibernético do diretor Michael Mann (‘Inimigos Públicos’, ‘Colateral’), se tornou um dos filmes mais assistidos na Netflix nesse mês.

Subestimado nos cinemas, o filme está agradando em cheio os assinantes do streaming.

Quando o filme foi lançado nos cinemas em 2015, ele arrecadou míseros US$ 4 milhões e se tornou a 13º pior abertura da história para um filme que estreou em mais de 2.500 salas de cinemas nos EUA.

O orçamento foi de altos US$ 70 milhões.

 

Várias pessoas foram defender a produção nas redes sociais. Confira:

Na trama, Chris Hemsworth interpreta um hacker preso por cometer crimes virtuais mas retirado da prisão para encontrar o homem que roubou seu código e invadiu o sistema interno de um grande banco americano, provocando uma série de eventos drásticos no mercado internacional de ações.

Confira as 15 piores aberturas da história do cinema (para filmes que estrearam em mais de 2.500 salas, segundo o Box Office Mojo).

RankTitle (click to view)EstúdioAberturaSalas de CinemaBilheteria Total
1A Luta Por um Ideal (Won’t Back Down)FoxUS$ 2,603,3702,515US$ 5,310,554
2O Roqueiro (The Rocker)FoxUS$ 2,636,0482,784US$ 6,409,528
3Bem-Vindo ao Jogo (Lucky You)WBUS$ 2,710,4452,525US$ 5,758,950
4HootNLUS$ 3,368,1973,018US$ 8,117,637
5Dizem por Aí (Rumor Has It)WBUS$ 3,473,1552,815US$ 43,000,262
6Super Pai (Joe Somebody)FoxUS$ 3,553,7252,506US$ 22,771,646
7Os Seis Signos da Luz (The Seeker)FoxUS$ 3,745,3153,141US$ 8,794,452
8A Lenda de Oz (Legends of Oz: Dorothy’s Return)CEUS$ 3,747,7802,658US$ 8,462,027
9Machete MataORFUS$ 3,837,1832,538US$ 8,008,161
10Firehouse DogFoxUS$ 3,838,9162,860US$ 13,932,383
11Vampire Academy: O Beijo das SombrasWein.US$ 3,921,7422,676US$ 7,791,979
12Na Trilha da Fama (Raise Your Voice)NLUS$ 4,022,6932,521US$ 10,411,980
13Hacker (Blackhat)Uni.US$ 4,030,0002,567US$ 4,030,000
14Corram que o Agente Voltou (MacGruber)Uni.US$ 4,043,4952,551US$ 8,525,600
15Pequeno Problema, Mega Confusão (Fun Size)Par.US$ 4,101,0173,014US$ 9,409,538

 

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‘Rua do Medo’: Diretora quer fazer novas sequências e criar um universo compartilhado igual ao MCU

Neste mês de julho, a Netflix presenteou os fãs de terror com o lançamento da trilogia ‘Rua do Medo’, baseada nos romances do aclamado escritor R.L. Stine.

Na trama, alguns habitantes da cidade de Shadyside precisam sobreviver aos ataques de assassinos mascarados enquanto tentam desvendar como acabar com a maldição de uma bruxa que perdura por mais de 300 anos.

O último filme da trilogia, ‘Rua do Medo: 1666‘, foi lançado na sexta-feira (16), mas não significa que a franquia chegou ao fim…

Durante uma entrevista para a IndieWire, a diretora Leigh Janiak disse que adoraria continuar a história em um universo compartilhado, ao estilo dos filmes da Marvel.

“Uma das coisas interessantes sobre ‘Rua do Medo’ é que este universo é muito grande e dá aceso a novas histórias. Antes de ser contratada, eu falei que temos um potencial aqui para criar histórias compartilhadas, como acontece nos filmes da Marvel, só que apresentando a trama dos diferentes assassinos ao longo dos anos da maldição de Sarah Fier. O cânone da nossa mitologia é construído em torno do fato de que o diabo vive em Shadyside, então também há espaço para todo o resto.”

Ela continuou, imaginando como poderia ser a trama de um dos novos filmes:

“A minha esperança é que o público goste o bastante para que possamos começar a construir mais histórias, que possamos pensar sobre como seria outra trilogia. […] Estou animada com a possibilidade de outras acontecendo, seria interessante ver as consequências da maldição na década de 1950. É muito legal pensar sobre essas diferentes épocas e como os fãs irão reagir a isso.”

E aí, você está na torcida para ver novos filmes da franquia?

Assista nossa crítica:

Há alguns dias, a Netflix divulgou um novo e divertido vídeo de bastidores em que o elenco protagonista dá dicas de como lidar com assombrações.

Confira:

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

 

‘Viúva Negra’: Intérprete do Taskmaster quer voltar em novos filmes do MCU

O texto abaixo contém SPOILERS!

A maior reviravolta de ‘Viúva Negra‘ foi a revelação da identidade do Taskmaster, disfarce usado pela filha de Dreykov (Ray Winstone), idealizador do programa de espiãs assassinas da KGB.

Interpretada por Olga Kurylenko, a mulher por baixo da máscara era apenas mais uma vítima do próprio pai, que fazia dela uma escrava e assassina mortal através do controle mental.

No fim da trama, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) a liberta do controle mental e ela é acolhida pelas outras viúvas.

Como seu destino ficou em aberto, Kurylenko foi questionada pelo Games Radar se toparia reprisar seu papel, ao que ela respondeu:

“Não sei, essa é uma pergunta para a Marvel. Eles é que têm que decidir. Mas, se dependesse de mim… Sim, Claro que sim.”

Anteriormente, ela conversou com o Comic Book e já havia desenvolvido uma resposta mais animadora sobre o assunto, dizendo:

“A parte mais emocionante sobre Antonia é que há várias direções que ela poderia seguir, porque ela vive uma batalha interna entre o bem e o mal. Obviamente, ela tem habilidades que usa para o mal, mas no final, ela é libertada do feitiço. Eu acho que ainda há muito a explorar, então… Quem sabe?”

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ se tornou o filme a cruzar mais rapidamente a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias norte-americanas na era pandêmica.

O filme demorou apenas seis dias para ultrapassar a marca. O recorde anterior era de ‘Velozes e Furiosos 9‘, que demorou oito dias para arrecadar o valor. Os outros dois filmes que conseguiram ultrapassar os US$ 100 milhões nos EUA na era pandêmica foram ‘Godzilla vs Kong‘ e ‘Um Lugar Silencioso= 2‘.

Mundialmente, ‘Viúva Negra‘ já acumula US$ 232,7 milhões.

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Confira a nossa crítica: 

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Novo suspense policial vai CHOCAR os assinantes da Netflix; Conheça!

Os amantes de dramas e suspenses policiais vão ficar chocados com uma das mais recentes produções originais da Netflix. Baseada em fatos reais, o longa ‘Eu Sou Todas as Meninas‘ é uma ótima pedida para os fãs do gênero, por justamente tratar com delicadeza e precisão um assunto tão necessário e complexo: O tráfico sexual de pessoas.

Dirigido por Donovan Marsh, o filme de origem sul-africana acompanha uma implacável detetive, que se une a uma assassina que ataca os integrantes de uma quadrilha de tráfico de crianças.

Trazendo uma história emocionante e angustiante, o thriller criminal psicológico nos apresenta à Ntombizonke Bapai (Hlubi Mboya), uma mulher que fora sexualmente traficada ainda quando menina e que hoje, já na vida adulta, decide dedicar-se na luta contra essa prática criminosa e na prevenção de crianças.

Abordando temas tão complicados e dolorosos, o original Netflix vai promover uma profunda e sensível experiência para a audiência, mas também é necessário cautela. Por tratar de assuntos que podem se tornar um gatilho para muitos, é fundamental levar isso em consideração.

Lançado na plataforma em 14 de maio, ‘Eu Sou Todas as Meninas’ foi roteirizado por Wayne Fitzjohn, Emile Leuvennink e Marcell Greeff.

Confira o trailer:

 

 

‘Aquaman 2’: Jason Momoa ficará loiro para a sequência

A produção da aguardada sequência de ‘Aquaman‘ está prestes a começar e o astro Jason Momoa passará uma por uma grandiosa transformação para encarar o papel de Arthur Curry.

Ao anunciar a sua chegada em Londres para iniciar as gravações do projeto, o astro também revelou que pintará os cabelos completamente de loiro, trazendo uma versão ainda mais fiel do personagem dos quadrinhos.

Vale lembrar que para o primeiro filme, Momoa estava com o fios castanhos, com apenas algumas madeixas mais claras. A nova mudança deve surpreender os fãs, uma vez que todo o seu cabelo será descolorido para alcançar o tom loiro.

Confira o vídeo:

James Wan retorna como diretor.

Por enquanto, ainda não dá detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur (Momoa) e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firma.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Matilda’: Gravações do musical da Netflix são interrompidas após surto de Coronavírus

De acordo com o Comic Book, a Netflix interrompeu parcialmente a produção de sua adaptação musical de ‘Matilda‘ após um surto de COVID-19.

Foi dito que membros da equipe da primeira unidade testaram positivo para a doença no último fim de semana, e as gravações devem sofrer um hiato de pelo menos 10 dias.

No entanto, as gravações da segunda unidade, que não conta com o elenco principal, vão continuar seguindo o cronograma estabelecido durante esse período.

Esta é a segunda produção da Netflix interrompida no Reino Unido, já que as filmagens da 2ª temporada de ‘Bridgerton’ também foram pausadas devido ao contágio da doença nos bastidores.

No mês de julho, diversos novos casos do Coronavírus foram notificados depois que o primeiro-ministro Boris Johnson decidiu afrouxar as restrições de distanciamento e liberar jogos em estádios da Inglaterra durante a Eurocopa.

Só no último sábado, forma registrado quase 53.877 novos casos de COVID-19 no país.

Anteriormente, o The Hollywood Reporter anunciou que Andrea RiseboroughStephen Graham foram as mais recentes adições à adaptação musical de Matilda.

A dupla irá substituir os papéis de Danny DeVitoRhea Perlman do filme original como os pais da protagonista titular, Sr. e Sra. Wormwood.

Eles se juntam aos previamente anunciados Lashana Lynch (Jenny Honey), Emma Thompson (Srta. Trunchbull) e Alisha Weir (Matilda).

Lembrando que o musical dirigido por Matthew Warchus ainda não tem previsão de estreia.

Publicado pela primeira vez em 1988, o romance gira em torno da pequena Matilda Wormwood, uma menina muito inteligente que adora ler e se sentir desafiada intelectualmente.

Por conta das diferenças com seus pais preguiçosos, Matilda é matriculada em uma escola administrada pela perigosa Diretora Agatha Trunchbull, que trata seus alunos com mãos de ferro e aplica castigos rigorosos.

Diferente das outras crianças, Matilda não se intimida e acaba chamando a atenção da gentil professora Honey, a única adulta que a compreende.

No filme original, Matilda foi vivida por Mara Wilson. A produção foi aclamada pela crítica especializada e conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar da fraca bilheteria de apenas US$33 milhões.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana de julho está entre nós e a Netflix preparou uma série de novas estreias, que chegam na plataforma de streaming ao longo dos próximos dias.

E desta vez, os assinantes serão presenteados com a chegada da 2ª temporada de ‘Sky Rojo‘, do drama ‘Boy erased: Uma Verdade Anulada‘, além da versão brasileira do reality showBrincando com Fogo‘.

21/07

Brincando com Fogo Brasil
Homens e mulheres com beleza demais e responsabilidade de menos se deparam com o maior desafio de suas vidas, em uma praia paradisíaca: abrir mão de contato físico para ganhar o prêmio de R$ 500 mil.

Sexy Beasts: Amor Desmascarado
Cansados de namoros superficiais, esses solteiros usam maquiagens e próteses elaboradas para não deixar as aparências influenciarem nos encontros.

Caçadores de Trolls: A ascensão dos titãs
Heróis de Caçadores de Trolls, Os 3 Lá Embaixo e Magos se unem para enfrentar um perigoso inimigo que ameaça dominar o universo e reiniciar a Terra.

22/07

Boy erased: uma verdade anulada
Enviado para terapia de conversão pelos pais religiosos, um jovem luta para conciliar sua identidade sexual com os valores cristãos de sua família. Estrelado por Nicole Kidman, Russel Crowe e Lucas Hedges.

Palavras que Borbulham como Refrigerante
Eles se conheceram em um belo dia ensolarado. Agora, esse garoto tímido que escreve poemas na forma do haikai e essa garota alegre e meio envergonhada passarão um verão mágico juntos.

23/07

Sky Rojo – Temporada 2
Sky Rojo está de volta para sua segunda temporada com ainda mais ação e adrenalina. Dos criadores de La Casa de Papel, Álex Piña e Esther Martínez Lobato.

Mestres do Universo: Salvando Eternia
A guerra por Eternia recomeça e pode ser a batalha final entre He-Man e o Esqueleto. Nova série de animação do roteirista e diretor Kevin Smith.

A Última Carta de Amor
Após encontrar uma série de cartas de amor da década de 60, uma jornalista decide resolver o mistério de um romance secreto. Filme de Augustine Frizzell, baseado no livro de Jojo Moyes, com Shailene Woodley, Felicity Jones, Callum Turner e Joe Alwyn.

Kingdom: Ashin of the North
Tragédia, traição e uma descoberta misteriosa impulsionam uma mulher a vingar sua tribo e sua família neste episódio especial de “Kingdom”.

APPortados
Dois millennials enchem a cara, criam uma campanha de crowdfunding para um app e arrecadam milhões. Agora vem a parte difícil: desenvolver o app.

Céu Vermelho-Sangue
Neste filme alemão, uma mulher com uma doença misteriosa precisa revelar um segredo sombrio para lutar contra terroristas que querem sequestrar o avião em que ela viaja com o filho.

Filmes que Marcam Época – Temporada 2 
Conheça a verdadeira história de campeões de bilheteria que marcaram gerações. Atores, diretores e outros profissionais do cinema revelam detalhes nunca antes contados.

Crítica | ‘Doce 22’ marca o amadurecimento sem remorsos de Luísa Sonza

Nota: a análise não engloba as faixas “CAFÉ DA MANHÔ, “ANACONDA” e “fugitivos”, visto que ainda não foram lançadas oficialmente.

Luísa Sonza lançou seu primeiro álbum de estúdio em 2019, Pandora, cuja própria arte da capa já fazia referência ao clássico ‘Dangerous’, de Michael Jackson. Sua proeminente fama apenas foi reiterada com críticas bastante positivas e uma maturidade artística invejável para uma jovem de apenas 21 anos. Anos depois – e tendo passado por um período bastante complicado, considerando o término do casamento com o humorista e injustificáveis ataques de internautas -, Sonza retornou mais forte do que nunca com uma poderosa, tocante e sensual segunda produção, intitulada Doce 22.

O próprio marketing acerca do álbum já é motivo de análise, visto que a cantora e compositora foi sagaz o bastante para lançá-lo no dia de seu 23º aniversário – algo que, para ela, representou uma mudança brusca na carreira e na vida pessoal. Ao longo de catorze faixas (três das quais permanecem um mistério, visto que não foram lançadas nas plataformas digitais), Sonza se mostra indesculpavelmente dona do próprio corpo e da própria carreira, pegando páginas emprestadas de ícones do cenário fonográfico mundial, incluindo Madonna e Britney Spears, para calcar uma imagem body positive e celebrar todos os seus desejos mais íntimos. É claro que certas pessoas mais conservadoras (leia-se “retrógradas”) podem encarar as explícitas letras como falta de ponderação ou de bom gosto – mas, no final das contas, isso não importa e apenas reitera o que a artista traz para seu produto.

Apesar de apostar em fichas similares à Pandora, realizando um movimento de expansão e contração que varia desde as familiares e repetitivas incursões do funk brasileiro até a amálgama multicultural do arab pop. “INTERE$$EIRA”, faixa abre essa nova jornada musical, traz um elemento interessante e pouco explorado no tocante ao escopo nacional – em que Sonza resolve declamar em vez de apenas cantar, endereçando os primeiros versos impactantes a todos os haters que quiseram diminuí-la (sem qualquer sucesso); a fusão do soft-techno ao funk dita a atmosfera das primeiras tracks e é retomada na divertida “VIP *-*”, cujo teor sensual é pincelado com a profusão dos trompetes e de um ecoante sintetizador. Em “MULHER DO ANO XD”, as “brasilidades” falam mais alto em um empoderado hino feminista, com um choque lírico proposital e que apenas reavém o fato de que a cantora pode ser tão crua quanto qualquer homem.

É notável Doce 22 divide-se em dois momentos bastante distintos – ao mesmo tempo que se aglutina pela similaridade de temas explorados. Essa dicotomia é bastante mercadológica, considerando as centenas de álbuns lançados dia após dia tanto no país quanto no restante do mundo, mas, no final das contas, tal praticidade é bastante funcional. Após as faixas mais animadas e dançantes, Sonza sente necessidade de voltar-se para si mesma em uma reflexão sobre as escolhas que tomou nesses últimos anos e como a dor continua a acompanhá-la. A construção de “INTERlude :(” é um tanto quanto óbvia demais e nem ao menos tenta ser original – mas premedita a incrível “melhor sozinha :-)-:”, uma das melhores construções da obra. Movida ao drama melódico do acordeão, a artista encarna sua Toni Braxton interior, sem perder mão do que a faz única.

Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.

São poucos os deslizes expressivos da obra: além do supracitado interlúdio falado, há também um desequilíbrio de inspiração em “MODO TURBO”, primeiro single oficial lançado no final do ano passado. Mesmo com a atmosfera despretensiosa e com a colaboração divertida de Pabllo Vittar e Anitta, o resultado é ofuscado por tracks mais bem produzidas – em que a artista faz exatamente o que queria de forma inteligente e envolvente, como é o caso do pop-reggae de “caos/flor ***” e do R&B vibrante de “2000 s2”, que presta homenagem a Spears e Pussycat Dolls.

Mas são as duas faixas finais que superam todas as nossas expectativas: Sonza demonstra um controle total de suas incursões artísticas, além de uma maturidade borbulhante que a coloca em um patamar honrável da música contemporânea. Em “o conto dos dois mundos (hipocrisia)”, ela percebe que deve se afastar daquilo que não lhe faz bem, antes de uma decisiva conclusão compartilhada com Lulu Santos, “também não sei de nada :D”, cuja abertura paralelística é arrepiante e procede a uma química vocal de tirar o fôlego.

Doce 22 emerge como o álbum que Sonza precisava e queria lançar, como parte de um processo de cura frente a tantas mazelas enfrentadas nos últimos anos. Eventualmente, a efervescência frenética das canções é sua maior aliada, dando vida a uma incrível, sólida e memorável jornada.

Nota por faixa:

1. INTERE$$EIRA – 4/5
2. VIP *-* – 4/5
3. MODO TURBO – 2/5
4. CAFÉ DA MANHÃ ;P (ainda não lançada)
5. 2000 s2 – 4,5/5
6. ANACONDA *o* ~~~ (ainda não lançada)
7. MULHER DO ANO XD – 4/5
8. INTERlude 🙁 – 2,5/5
9. melhor sozinha :-)-: – 5/5
10. fugitivos 🙂 (ainda não lançada)
11. penhasco. – 5/5
12. caos/flor *** – 4,5/5
13. o conto dos dois mundos (hipocrisia) – 5/5
14. também não sei de nada 😀 – 5/5

‘Aliens, o Resgate’ – 35 Anos | Curiosidades sobre uma das sequências mais aclamadas da história

Em 1979, Ridley Scott dava vida a um dos filmes mais importantes e aclamados de todos os tempos: o clássico thriller sci-fi ‘Alien – O 8º Passageiro’. Ambientado na vastidão obscura do cosmos, a história imortalizou Sigourney Weaver como a tenete Ellen Ripley e abriu um novo capítulo para o gênero em questão – motivo pelo qual rendeu inúmeras sequências e obras derivadas.

Sete anos mais tarde, James Cameron assumiria a cadeira de direção do vindouro Aliens, o Resgate’, que continua a história de Ripley (ainda mais considerando que foi a única sobrevivente do ataque do xenomorfo). Diferente do que poderíamos imaginar, o longa-metragem fez um sucesso tão grandioso quando o capítulo inicial da saga, sendo aclamado pela crítica e conquistando duas estatuetas do Oscar (Melhor Edição de SomMelhor Efeitos Visuais), além de garantir a Weaver uma indicação na categoria de Melhor Atriz.

Arrecadando mais de US$180 milhões nas bilheterias mundiais, o enredo traz Ripley acordando 57 anos após os eventos trágicos da nave Nostromo – apenas para descobrir que o local onde tudo aconteceu foi colonizado e, apesar das pressões, decide retornar para salvar as 70 famílias lá existentes. Mas mesmo com todo o armamento, eles não são páreo para as centenas de alienígenas que invadiram a colônia.

Para celebrar seu recente 35º aniversário, o CinePOP separou uma lista com dez curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Assim como a maioria dos filmes, Aliens, o Resgate’ não foi rodado em sequência. Para adicionar um toque de realismo, entretanto, Cameron rodou a sequência em que conhecemos os Fuzileiros Navais (uma das cenas iniciais) por último. A ideia era aumentar a camaradagem entre os oficiais e deixá-la mais crível, levando em conta que já haviam passado meses trabalhando juntos.
  • Weaver levou várias anotações para Cameron depois de ler o roteiro pela primeira vez. Apesar de não poder atender a todos os pedidos, o diretor e roteirista ficou agradecido pela atriz não ter problemas com a direção que queria tomar com a história. Suas notas eram sobre como sentia que Ripley deveria responder às situações descritar, algo que ele ficou feliz em acomodar.

  • De acordo com Bill Paxton, que viveu o soldado W. Hudson, ele improvisou grande parte de suas falas, incluindo “fim de jogo, cara! Fim de jogo!”. A famosa frase “estamos em um elevador expresso para o inferno” foi provavelmente improvisada também, visto que não aparece no roteiro de filmagens.
  • A indicação de Weaver à categoria de Melhor Atriz no Oscar 1987 foi a primeira para uma atriz de um longa-metragem sci-fi. Infelizmente, o prêmio foi dado a Marlee Matlin por ‘Filhos do Silêncio’.

  • A rainha dos xenomorfos era grande demais para caber no elevador. Para a sequência em que é vista lá, seu rabo foi removido e, mesmo assim, os técnicos tiveram de abrir a parte de trás do elevador para acomodá-la; efeitos de fumaça, luz mais escura e uma cortina preta foram elementos utilizados para impedir o público de ver o que acontecia.
  • Aliens, o Resgate’ nunca foi mostrado em uma exibição teste, visto que a edição e a trilha sonora não estavam completa até a semana anterior do lançamento oficial. Apenas um teste de estúdio foi feito para os executivos da 20th Century Fox, com recepção bastante entusiasmada. Os especialistas de marketing disseram que o filme provavelmente ajudou a salvar o estúdio, que estava em uma necessidade desesperadora por um sucesso.

  • Nenhum dos modelos originais do Narcissus, naves de fuga do Nostromo, foram encontrados. Logo, os designers de cenário e os modeladores tiveram de reconstruir o modelo dessas naves apenas assistindo a ‘Alien – O 8º passageiro’.
  • O orçamento para o design de produção estava quase acabando quando chegou o momento de rodar a sequência da câmara do hipersono a bordo da Sulaco. Cada câmara custava aproximadamente US$4300, significando que eles poderiam construir apenas quatro. Peter Lamontdesigner da época, teve a tarefa difícil de contar isso a Cameron, mas ele criou um artifício inteligente: um jogo de espelhos e de ângulos de câmera deu a sensação de que havia 12 câmaras no local, em vez de apenas quatro.

  • Cameron não estava nem um pouco impressionado com a edição que Ray Lovejoy realizava para o filme e chegou até mesmo a considerar demiti-lo e substitui-lo por Mark Goldblatt, com quem havia trabalhado em ‘O Exterminador do Futuro’. Ao ouvir isso, Lovejoy se trancou no estúdio de edição durante um final de semana e reeditou o filme por completo, apresentando a versão final ao diretor – que ficou bastante feliz com o resultado. Eventualmente, Lovejoy seria indicado ao Oscar de Melhor Montagem por seu trabalho.
  • Weaver se recusou a ter qualquer informação sobre o processo de construção da rainha, para manter a personagem real em sua mente.

‘Dublê de Risco’: Novo documentário do Disney+ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Disney+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Dublê de Risco’, documentário que gira em torno do dublê Eddie Braun.

Confira, dublado e legendado:

Kurt Mattila entra como diretor. Ele também fica a encargo da produção executiva ao lado de Braun, Steven GolebiowskiDwaye Johnson, Dany GarciaHiram GarciaBrian Gewirtz.

O documentário giraa em torno do lendário dublê Eddie Braun, conforme ele tenta fazer uma das acrobacias mais perigosas da história. Contemplando a aposentadoria e tendo sobrevivido a mais de três décadas de batidas de carro, explosões, quedas e saltos que desafiam a morte, Eddie decide completar o que seu herói de infância nunca conseguiu – o famoso salto de foguete do Snake River Canyon, um audacioso evento televisionado que quase matou o infame Evel Knievel.

‘Dublê de Risco’ tem estreia marcada para o dia 23 de julho na plataforma de streaming.

‘Tempo’: Terror de M. Night Shyamalan ganha novo teaser ARREPIANTE; Confira!

(from left) Patricia (Nikki Amuka-Bird) and Jarin (Ken Leung) in Old, written for the screen and directed by M. Night Shyamalan.

O terror ‘Tempo‘ (‘Old’), próximo filme do cineasta M. Nighy Shyamalan (‘Fragmentado’), ganhou um novo teaser oficial arrepiante

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho.

O longa é baseado nos quadrinhos Sandcastle, de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.

A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.

O elenco conta com Gael García BernalVicky KriepsRufus SewellKen LeungNikki Amuka-BirdAbbey LeeAaron Pierre, Alex WolffEmbeth Davidtz, Eliza Scanlen, Emun Elliott, Kathleen Chalfant e Thomasin McKenzie.

‘Eu Nunca…’: Katya e Trixie Mattel reagem à 2ª temporada da série em vídeo hilário; Confira!

A 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) estreou na Netflix recentemente e, para promovê-la, a gigante do streaming divulgou um vídeo em que as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagem aos novos episódios.

Confira:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

‘Virgin River’: Vídeo promocional faz um resumão da história entre Mel e Jack; Confira!

A 3ª temporada da série dramática ‘Virgin River‘ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo compilando a história de amor entre Mel (Alexandra Breckenridge) e Jack (Martin Henderson).

Confira:

No mais recente ciclo, Mel e seus amigos se unem para lidar com todos os tipos de problema, que incluem perdas, brigas judiciais e separações. 

Vale lembrar que a série já foi renovada para a sua 4ª temporada!

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘Jungle Cruise’: Novo vídeo promocional nos leva aos bastidores do filme do Disney+; Confira!

A aventura familiar Jungle Cruise, estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt, chega em breve à plataforma de streaming do Disney+ e, agora, foi revelado um vídeo de bastidores que traz detalhes sobre o processo de filmagem da obra.

Confira:

Lembrando que filme estreia em 30 de julho.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

‘Legends of Tomorrow’: Heróis são abduzidos por alienígenas na promo oficial do episódio 06×11; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 11º episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 25 de julho.

O capítulo é intitulado “The Final Frame” e mostra os heróis sendo abduzidos por alienígenas – de novo.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Rick e Morty’ tentam roubar a Constituição dos EUA na promo do episódio 05×06; Confira!

Através do Twitter, o Adult Swim divulgou a promo oficial do sexto episódio da 5ª temporada de ‘Rick e Morty‘, que vai ao ar em 25 de julho.

O capítulo é intitulado “Rick & Morty’s Thanksploitation Spectacular”.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

HBO Max | 10 Clássicos Absolutos do Cinema para Assistir na Plataforma

A mais recente plataforma de streaming chegou com tudo ao Brasil, já conquistando uma legião de fãs. Funcionando há mais de um ano nos EUA, a HBO Max estreou em nosso país recentemente, trazendo muitas novidades como blockbusters novíssimos e badalados (Mulher-Maravilha 1984 e Godzilla vs Kong), séries adoradas (Friends e Família Soprano), programas recentes e promete uma janela bem pequena em relação ao cinema. Ou seja, os filmes, pouco tempo depois das telonas, já estarão disponíveis na plataforma – como o caso do terror Invocação do Mal 3.

Com o acervo de toda a filmoteca da Warner Bros, as superproduções da DC e as séries de prestígio da HBO (ainda a campeã no mercado em produção de qualidade na TV, vide Game of Thrones, Westworld, Big Little Lies e Mare of Easttown), a HBO Max entra no mercado com a proposta de fazer frente às gigantes que o dominam, a Netflix e a Amazon. Se depender das cartas que tem na manga, não ficará apenas na promessa. Além de todos os atrativos citados, um que se destaca com louvor é o acervo de clássicos da plataforma. E quando digo clássicos, me refiro a algumas das produções mais emblemáticas da história da sétima arte, ainda hoje citadas pelos especialistas como algumas das melhores obras do cinema. Isso é justamente o que muitos cinéfilos buscam, um lugar para encontrar tais filmes que todos que dizem gostar de cinema não podem passar mais um dia sem. Confira abaixo 10 clássicos absolutos para assistir na HBO Max.

Casablanca (1942)

Uma das histórias de amor mais celebradas do cinema, Casablanca é tão emblemático para a Warner que o estúdio utiliza a música do filme como apresentação do seu logomarca no início de todos os filmes da casa. Na trama, Rick Blaine (Humphrey Bogart) é o dono de um café-restaurante em Casablanca, Marrocos, na época do domínio nazista. Em seu estabelecimento um dia aparece seu amor perdido do passado, a bela Ilsa Lund (Ingrid Bergman), por quem ainda é apaixonado. Acontece que a mulher lhe pede um favor, que a ajude a fugir do local ao lado do marido, já que estão sendo perseguidos pelos alemães, considerados traidores. Vencedor do Oscar de melhor filme e mais duas estatuetas, Casablanca recebeu 8 indicações ao total e se encontra entre os 48 melhores filmes de todos os tempos no IMDB.

Cidadão Kane (1941)

O que dizer desta obra-prima que ainda não tenha sido dito? Exibição obrigatória para estudantes de cinema e crítica cinematográfica, o filme foi muito importante na época de seu lançamento pois quebrou diversas barreiras técnicas, sendo considerado revolucionário. Na época, era o que havia de maior no cinema, comparável aos filmes da Marvel hoje em termos de investimento. A história é o dilema clássico do “homem que tem tudo, mas não tem nada”, e narra sobre um magnata da mídia que depois da morte começa a ser investigado. A trama é contada em flashback da sua vida. Show de Orson Welles que, com 26 anos apenas, produziu, escreveu, protagonizou e dirigiu. Cidadão Kane foi indicado para melhor filme e mais 8 categorias, levando a de melhor roteiro. O filme está entre os 94 melhores de todos os tempos no IMDB e é considerado por muitos o melhor já produzido.

E o Vento Levou (1939)

O mais recente “cancelado” pelo revisionismo histórico, E o Vento Levou retrata uma época trágica para a humanidade: o conflito conhecido como Guerra da Secessão, que dividiu os EUA entre escravistas e abolicionistas. O problema é que a superprodução aborda justamente o ponto de vista de protagonistas do Sul do país, os tais escravistas e o “drama” que passaram para manter seu estilo de vida. Num aspecto técnico, o filme é revolucionário, criando para a época visuais e cenários inimagináveis. Um verdadeiro épico, E o Vento Levou pode ter uma visão muito antiquada e deturpada para os dias de hoje. Porém, a HBO Max fez bem em não varrer o filme para debaixo do tapete, pelo contrário, muito sabiamente tratou de incluir um recado no início do filme. Afinal, é preciso conhecer e estudar a história e o passado para aprendermos com ele. Vencedor de 10 Oscar, incluindo melhor filme, e ainda se encontra dentre os 200 melhores no IMDB.

O Mágico de Oz (1939)

1939 foi um ano muito bom para o cinema. De lá saíram pelos menos duas obras inesquecíveis e que continuam muito em voga hoje, sendo comentadas (mesmo que por suas polêmicas) mais de 80 anos depois de suas estreias. No mesmo ano de E o vento Levou, era lançado O Mágico de Oz, provavelmente a fantasia família mais querida da sétima arte. Até mesmo sem querer, você provavelmente conhece a história da menina Dorothy (Judy Garland), vinda de uma fazenda numa área rural, que ao lado do cãozinho Totó é transportada para um novo mundo, um mundo mágico, regido pelo Mago de Oz. Lá ela conhece e faz amizade com um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um leão sem coragem. Juntos eles precisarão enfrentar a bruxa má do Oeste. O Mágico de Oz concorreu a melhor filme no Oscar e mais 4 indicações, levando trilha sonora e canção para a icônica ‘Over the Rainbow’.

Cantando na Chuva (1952)

Agora finalmente chegamos à década de 1950 para o que é provavelmente o musical preferido de 9 entre 10 cinéfilos e amantes da sétima arte. Lançado em 1952, no auge da febre do gênero, Cantando na Chuva é estrelado pelo eterno Gene Kelly como Don Lockwood, um astro da era muda de Hollywood, precisando se reajustar aos novos tempos dos filmes falados. Mesmo assunto abordado no vencedor do Oscar O Artista (2011). Ao lado de Kelly, Debbie Reynolds, mãe da eterna Princesa Leia, Carrie Fisher. Cantando na Chuva recebeu duas indicações ao Oscar e está entre os 98 melhores no IMDB.

King Kong (1933)

Godzilla vs Kong se tornou um dos maiores sucessos desta primeira metade de 2021, gerando a maior bilheteria possível nestes tempos pandêmicos. Mas o longa deve muito e precisa agradecer seu sucesso a um filme que tem nada menos que 88 anos de seu lançamento. Filmado em preto e branco, e utilizando o que de melhor a técnica do stop-motion tinha a oferecer na época, este é outro filme que traz uma história atemporal, ainda rendendo frutos até hoje. A triste jornada do gorila gigante tirado de seu habitat e levado para Nova York para ser exibido num show por dinheiro foi recontada diversas vezes ao longo dos tempos. Mas na HBO Max você pode conferir onde tudo começou.

Bonnie & Clyde (1967)

Agora avançamos ainda mais no tempo, para a subversiva década de 1960. Foi aqui que teve início um movimento que iria mudar para sempre a cultura mundial e também Hollywood. A forma de se fazer filmes deixava o lado conservador para aderir a um lado mais subversivo e real, abordando temas considerados polêmicos. O movimento da “nova Hollywood” tinha seus primórdios aqui, e um dos fortes representantes era a história do casal de assaltantes e assassinos da vida real chamado Bonnie & Clyde. Em Uma Rajada de Balas, Warren Beatty e Faye Dunaway se tornaram astros, e seus personagens na vida real igualmente eram vistos como celebridades, mesmo estando do lado errado da lei. Bonnie & Clyde foi indicado para 10 Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso com duas estatuetas – fotografia e atriz coadjuvante.

Disque M para Matar (1954)

No acervo da HBO Max temos algumas produções do mestre do suspense Alfred Hitchcock, e algo me diz que em breve teremos mais ainda. Esta é uma das mais famosas e imperdíveis Extremamente influente, a história inspirou e continua a influenciar muitas narrativas no cinema e audiovisual. Como de costume, Hitchcock usa o crime como motivador do ponto de partida do filme. Aqui, um sujeito pra lá de endividado, planeja o assassinato da esposa para herdar sua fortuna. O plano também é arquitetado porque a mulher visava deixar o marido para ficar com o amante. Porém, algo sai terrivelmente errado na hora de concretizar o ato. Este é um dos três filmes que o diretor fez ao lado de sua musa Grace Kelly (que vive a esposa). Disque M para Matar está entre os 154 melhores no IMDB. Ah, para quem tiver a curiosidade e quiser fazer uma dobradinha, uma refilmagem foi lançada em 1998, com Michael Douglas e Gwyneth Paltrow, sendo um dos raros casos de remake à altura do original. O remake também está na plataforma e se chama Um Crime Perfeito.

Ben-Hur (1959)

Por falar em refilmagens, Ben-Hur ganhou a sua em 2016, mas, digamos, que esta é melhor esquecer e focar no original do fim dos anos 1950. Bem, se formos ainda mais literais, podemos afirmar que o original mesmo é uma produção de 1925, da era do cinema mudo. A versão de 1959, de William Wyler, é um verdadeiro épico de 3h32min de projeção, dono de momentos inesquecíveis e grandiosos como a corrida de bigas. A trama pega emprestado do clássico de Alexandre Dumas, O Conde de Monte Cristo, lançado em 1844, transportando para uma história bíblica. Charlton Heston vive o príncipe judeu Judah Ben-Hur, traído por um amigo nobre romano, e transformado em escravo. Ao ganhar sua liberdade, ele planeja a vingança. Ben-Hur venceu 11 dos 12 Oscar aos quais estava indicado, incluindo melhor filme e se encontra entre 207 melhores no IMDB.

Doutor Jivago (1967)

Outro épico que revolucionou e transformou para sempre Hollywood. Em meio à Guerra Fria vigente na década de 1960 entre EUA e Rússia (então União Soviética), Hollywood decide fazer uma obra que soa como carta de amor ao país “inimigo”. Dirigido por David Lean (Lawrence da Arábia, 1962), Doutor Jivago é baseado num livro de sucesso e se tornou um épico grandioso, de 3h17min de projeção. A história acompanha o personagem título (vivido pelo egípcio Omar Sharif), um médico russo bem sucedido e proeminente na sociedade da época. Inadvertidamente, ele se apaixona por uma revolucionária, papel da belíssima Julie Christie, e termina por sentir as consequências de seus atos, durante a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa. Doutor Jivago foi indicado a 10 Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso com 5 estatuetas, incluindo roteiro adaptado.