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‘O Mandaloriano’ conquista 24 indicações ao Emmy Awards 2021

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ manteve o altíssimo nível da série – e seu sucesso foi reconhecido no anúncio dos indicados ao Emmy Awards 2021.

Conquistando nada menos que 24 indicações, a produção foi a mais nomeada ao lado de ‘The Crown’. Ela disputa em categorias como Melhor DramaMelhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Giancarlo Esposito Melhor Ator Convidado em Série de Drama para Timothy OlyphantCarl Weathers.

Os vencedores serão revelados no dia 19 de setembro.

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Nova animação da Pixar ganha teaser divertido; Assista!

A Disney divulgou o primeiro teaser dublado de ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

Na trama, uma garotinha de 13 anos se transforma em um panda gigante e vermelho sempre que ela fica muito animada.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 10 de março de 2022.

‘The Crown’: Drama da Netflix conquista 24 indicações ao Emmy 2021

A 4ª temporada do drama de época The Crown já é considerada por muitos como a melhor entrada da série – e o sucesso crítico e comercial continua a colher frutos.

Durante o anúncio dos indicados ao Emmy 2021, a obra conquistou nada menos que 24 indicações, concorrendo em categorias como Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’ConnorMelhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies Melhor Atriz Coadjuvante para Gillian AndersonHelena Bonham CarterEmerald Fennell.

A cerimônia de premiação ocorre no dia 19 de setembro.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘WandaVision’ conquista 23 indicações ao Emmy 2021, incluindo Melhor Série Limitada

‘WandaVision’ foi uma das produções de maior sucesso do cenário seriado em 2021 – e a aclamação se refletiu com solidez na lista de indicados à nova edição do Emmy Awards.

A minissérie conquistou nada menos que 23 indicações, incluindo Melhor Atriz em Série Limitada para Elizabeth OlsenMelhor Ator em Série Limitada para Paul BettanyMelhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada para Kathryn HahnMelhor Série Limitada.

Os vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro.

Os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

CinePOP no Festival de Cannes 2021 – Curiosidades e Polêmicas

Direto do Festival de Cannes 2021, a repórter Letícia Alassë responde às questões dos comentários sobre o evento e fala das polêmicas dos quatro primeiros dias da competição. Confira abaixo.

Fique de olho em nossas redes e site para saber de todos os detalhes. O que você quer saber sobre o festival? Deixe nos comentários.

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‘Tempo’: M. Night Shyamalan explica por que não quis dirigir filme para a Marvel

M. Night Shyamalan conversou com o ComicBook para divulgar ‘Tempo‘ e explicou porque ele dispensou o convite da Marvel e da DC para realizar um filme de super-heróis.

“Eu tive muitas conversas ao longo dos anos sobre muitos dos super-heróis com muitos dos estúdios que os possuem, e como eu gostaria de abordar isso. E é uma daquelas coisas que eu acho que é o meu estilo, se alguma vez houve uma situação, quero dizer, eu disse, ‘Eu consegui.’ Fiz meu filme de história em quadrinhos do jeito que queria fazer meu filme de história em quadrinhos, mas o minimalismo, a insinuação, o não uso de CGI tudo isso é uma linguagem muito diferente. Então, sempre que tivemos essas conversas no passado sobre a pessoa XYZ, é o seu personagem ou franquia.”, afirmou.

Você acha que ele faria um bom filme para a Marvel ou DC?

O novo terror do M. Night Shyamalan (‘O Sexto Sentido’), intitulado ‘Tempo‘ (Old), recebeu uma baixa classificação etária (PG-14), o que indica que o longa deve se apoiar no suspense psicológico ao invés de cenas sangrentas.

O longa foi classificado pelo MPA por “violência forte, cenas perturbadoras, conteúdo sugestivo, nudez parcial e breve uso de linguagem pesada”.

Confira o trailer:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de agosto.

A produção é baseada nos quadrinhos ‘Sandcastle‘, criados por Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.

A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.

O elenco conta com Gael García BernalVicky KriepsRufus SewellKen LeungNikki Amuka-BirdAbbey LeeAaron Pierre, Alex WolffEmbeth Davidtz, Eliza Scanlen, Emun Elliott, Kathleen Chalfant e Thomasin McKenzie.

Emmy 2021 | ‘O Mandaloriano’ e ‘The Crown’ lideram a lista de indicados à premiação; Confira!

Os indicados à 73ª edição do Emmy Awards foram revelados hoje, 13 de julho, e a HBO e a HBO Max fizeram bonito nessa premiação com nada menos que 130 indicações (seguidas de perto pela Netflix, com 129, e pelo Disney+, com 71).

Os dramas The Crown‘O Mandaloriano’ empataram como as séries mais relembradas da premiação, conquistando 24 nomeações‘WandaVision’ também cumpriu o que prometeu ao aparecer em 23 categorias.

Diversas produções do cenário mainstream também apareceram na lista de indicados, incluindo BridgertonLovecraft Countrye The BoysMj Rodriguez fez história ao se tornar a primeira atriz trans a ser indicada na categoria Melhor Atriz – Drama, por seu trabalho como Blanca Rodriguez em ‘Pose’ (que também concorre em Melhor Série Dramática). Elizabeth Olsen concorre pela estatueta de Melhor Atriz em Série Limitada por ‘WandaVision’, disputando com a favorita Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha).

Na seção de comédia, notou-se que 75% dos indicados foram produções estreantes, incluindo Cobra KaiEmily em ParisHacksTed LassoPen15The Flight Attendant.

Lembrando que vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro, com apresentação de Cedric the Entertainer.

Confira a lista com as principais indicações abaixo:

COMÉDIA

MELHOR ATRIZ
Aidy Bryant, “Shrill”
Kaley Cuoco, “The Flight Attendant
Allison Janney, “Mom”
Tracee Ellis Ross, “Black-ish”
Jean Smart, “Hacks

MELHOR ATOR
Anthony Anderson, “Black-ish”
Michael Douglas, “The Kominsky Method”
William H. Macy, “Shameless”
Jason Sudeikis, “Ted Lasso
Kenan Thompson, “Kenan”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Hannah Einbinder, “Hacks
Aidy Bryant, “SNL”
Kate McKinnon, “SNL”
Cecily Strong, “SNL”
Juno Temple, “Ted Lasso
Hannah Waddingham, “Ted Lasso
Rosie Perez, “The Flight Attendant

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Carl Clemons-Hopkins, “Hacks
Kenan Thompson, “SNL”
Bowen Yang, “SNL”
Brett Goldstein, “Ted Lasso
Brendan Hunt, “Ted Lasso
Nick Mohammed, “Ted Lasso
Jeremy Swift, “Ted Lasso
Paul Reiser, “The Kominsky Method”

ATRIZ CONVIDADA
Jane Adams, “Hacks
Yvette Nicole Brown, “A Black Lady Sketch Show”
Bernadette Peters, “Zoey’s Extraordinary Playlist”
Issa Rae, “A Black Lady Sketch Show”
Maya Rudolph, “SNL”
Kristen Wiig, “SNL”

ATOR CONVIDADO
Alec Baldwin, “SNL”
Dave Chappelle, “SNL”
Morgan Freeman, “The Kominsky Method”
Daniel Kaluuya, “SNL”
Daniel Levy, “SNL”

MELHOR SÉRIE
”Black-ish” (ABC)
Cobra Kai” (Netflix)
“Emily in Paris” (Netflix)
Hacks” (HBO Max)
The Flight Attendant” (HBO Max)
“The Kominsky Method” (Netflix)
Pen15″ (Hulu)
Ted Lasso” (Apple TV+)

SÉRIE LIMITADA, FILME PARA TV OU ANTOLOGIA

MELHOR ATRIZ
Michaela Coel, “I May Destroy You”
Cynthia Erivo, “Genius: Aretha”
Elizabeth Olsen, “WandaVision”
Anya Taylor-Joy, “O Gambito da Rainha
Kate Winslet, “Mare of Easttown

MELHOR ATOR
Paul Bettany, “WandaVision”
Hugh Grant, “The Undoing”
Ewan McGregor, “Halston”
Lin-Manuel Miranda, “Hamilton”
Leslie Odom, Jr., “Hamilton”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Phillipa Soo, “Hamilton”
Renee Elise Goldsberry, “Hamilton”
Jean Smart, “Mare of Easttown
Julianne Nicholson, “Mare of Easttown
Moses Ingram, “O Gambito da Rainha
Kathryn Hahn, “WandaVision”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Daveed Diggs, “Hamilton”
Jonathan Groff, “Hamilton”
Anthony Ramos, “Hamilton”
Paapa Essiedu, “I May Destroy You”
Evan Peters, “Mare of Easttown
Thomas Brodie-Sangster, “O Gambito da Rainha

MELHOR SÉRIE LIMITADA
”I May Destroy You” (HBO)
Mare of Easttown” (HBO)
O Gambito da Rainha” (Netflix)
“The Underground Railroad” (Amazon Prime)
“WandaVision” (Disney+)

MELHOR FILME PARA TELEVISÃO
”Natal com Dolly Parton” (Netflix)
“Oslo” (HBO)
“Robin Roberts Presents: Mahalia” (Lifetime)
“Sylvie’s Love” (Amazon Prime)
“Tio Frank” (Amazon Prime)

DRAMA

MELHOR ATRIZ
Uzo Aduba, “In Treatment”
Olivia Colman, “The Crown
Emma Corrin, “The Crown
Elisabeth Moss, “The Handmaid’s Tale”
Mj Rodriguez, “Pose”
Jurnee Smollett, “Lovecraft Country

MELHOR ATOR
Sterling K. Brown, “This Is Us”
Jonathan Majors, “Lovecraft Country
Josh O’Connor, “The Crown
Rege-Jean Page, “Bridgerton
Billy Porter, “Pose”
Matthew Rhys, “Perry Mason”

MELHOR ATRIZ
Aunjanue Ellis, “Lovecraft Country
Gillian Anderson, “The Crown
Helena Bonham Carter, “The Crown
Emerald Fennell, “The Crown
Madeline Brewer, “The Handmaid’s Tale”
Ann Dowd, “The Handmaid’s Tale”
Yvonne Strahovski, “The Handmaid’s Tale”
Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale”

MELHOR ATOR
Michael K. Williams, “Lovecraft Country
John Lithgow, “Perry Mason”
Tobias Menzies, “The Crown
O-T Fagbenle, “The Handmaid’s Tale”
Max Minghella, “The Handmaid’s Tale”
Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale”
Giancarlo Esposito, “O Mandaloriano”
Chris Sullivan, “This Is Us”

ATRIZ CONVIDADA
Alexis Bledel, “The Handmaid’s Tale”
Claire Foy, “The Crown
Mckenna Grace, “The Handmaid’s Tale”
Sophie Okonedo, “Ratched”
Phylicia Rashad, “This Is Us”

ATOR CONVIDADO
Don Cheadle, “Falcão e Soldado Invernal”
Charles Dance, “The Crown
Timothy Olyphant, “The Mandalorian”
Courtney B. Vance, “Lovecraft Country
Carl Weathers, “O Mandaloriano”

MELHOR SÉRIE
The Boys” (Amazon)
Bridgerton” (Netflix)
The Crown” (Netflix)
“The Handmaid’s Tale” (Hulu)
Lovecraft Country” (HBO)
“O Mandaloriano” (Disney+)
“Pose” (FX)
“This Is Us” (NBC)

VARIEDADES E COMPETIÇÃO

MELHOR TALK SHOW
”Conan” (TBS)
“The Daily Show with Trevor Noah” (Comedy Central)
“Jimmy Kimmel Live!” (ABC)
“Last Week Tonight with John Oliver” (HBO)
“The Late Show with Stephen Colbert” (CBS)

MELHOR SÉRIE DE COMPETIÇÃO
”The Amazing Race” (CBS)
“Nailed It!” (Netflix)
“RuPaul’s Drag Race” (VH1)
“Top Chef” (Bravo)
“The Voice” (NBC)

MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW
Nicole Byer, “Nailed It!“
Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski and Jonathan Van Ness, “Queer Eye”
RuPaul, “RuPaul’s Drag Race”
Mark Cuban, Barbara Corcoran, Lori Greiner, Robert Herjavec, Daymond John and Kevin O’Leary, “Shark Tank”
Padma Lakshmi, Tom Colicchio and Gail Simmons, “Top Chef”

MELHOR PROGRAMA DE REALITY NÃO-ESTRUTURADO
”Becoming” (Disney+)
“Below Deck” (Bravo)
“Indian Matchmaking” (Netflix)
“RuPaul’s Drag Race Untucked” (VH1)
“Selling Sunset” (Netflix)

MELHOR SÉRIE DE VARIEDADES
”A Black Lady Sketch Show” (HBO)
“Saturday Night Live” (NBC)

‘Viúva Negra’: Conheça a sósia de Scarlett Johansson que está fazendo sucesso nas redes sociais

Apesar de ‘Viúva Negra‘ marcar a despedida de Scarlett Johansson como Natasha Romanoff, isso não significa que o público vai ficar sem novidades da personagem.

Isso porque uma sósia de Johansson vem fazendo sucesso nas redes sociais e conquistando os fãs do MCU por conta de sua incrível semelhança com a estrela.

Trata-se da Tiktoker russa que atende pelo nome artístico de Kate Johansson.

A jovem está dominando a internet com seus vídeos, que incluem uma série de performances como cosplayer da Viúva Negra.

Kate já acumulou mais de 05 milhões de seguidores graças aos vídeos, e alguns deles chegam a ser assustadores, fazendo qualquer um confundi-la com a verdadeira intérprete da heroína.

Entre os vídeos, Kate imagina Romanoff em situações inusitadas, como dançando ao som de músicas engraçadas ou se empanturrando com doces e fast foods.

Por conta disso, uma multidão de usuários do TikTok, Instagram e Twitter já estão fazendo campanha para verem Kate e Scarlett juntas num desses vídeos.

Isso seria realmente interessante! Você concorda?

Confira os vídeos da cosplayer:

@kate_johansson♬ original sound – Josh & Bronson

@kate_johansson♬ yup thats me – Vector

@kate_johansson♬ bills – hayden’s side chick

@kate_johansson😂😂😂♬ original sound – Selwyn Huqueriza

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ registrou uma estreia impressionante de US$ 158.8 milhões mundialmente.

Com o acréscimo dos US$ 60 milhões vindos do Premiere Access do Disney+, o longa arrecadou, apenas em seu primeiro final de semana, US$ 218.8 milhões ao total.

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.

Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.

Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”. 

O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.

“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.

Viúva Negra dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.

“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.

“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Resgate 2’: Chris Hemsworth resgatará uma família da prisão na sequência [RUMOR]

Os desafios do novo herói de ação da Netflix, Tyler Rake, serão ainda maiores na sequência ‘Resgate 2‘.

A produção, que trará o retorno de Chris Hemsworth como o protagonista, deve trazer até mesmo uma cena de fuga de uma prisão – conforme apontam os novos rumores publicados pelo portal Giant Freakin Robot (via WeGotThisCovered).

Segundo a publicação, Rake se infiltrará em uma prisão para resgatar a esposa e o filho de um gângster georgiano. Seu objetivo é levá-los para a Austrália em busca de segurança, algo que não será nada simples.

Ainda de acordo com o portal, a trama escalonará quando os bandidos acabam rastreando os três, desencadeando em uma sucessão de cenas de ação pelas ruas de Sydney.

Vale lembrar que as informações ainda não foram confirmadas pela Netflix, portanto, trate tudo como rumores.

Confira nossa crítica de ‘Resgate’:

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘Space Jam: Um Novo Legado’: Zendaya ficou surpresa com as críticas dirigidas à Lola Bunny

A aguardada sequência ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ estreia em breve nos cinemas nacionais e os fãs da franquia Looney Tunes serão surpreendidos com algumas alterações nas características dos famosos personagens animados.

E um dos pontos que desde já tem chamado muito a atenção é justamente as mudanças físicas da popular coelhinha Lola Bunny, que perdeu alguns traços de sua sensualidade, que sempre foi uma marca registrada da personagem.

E em uma recente entrevista (via ComicBook.com), a atriz Zendaya – que empresta a sua voz à personagem -, comentou sobre as duras críticas que tais mudanças acabaram gerando nos fãs mais antigos.

Ao longo do bate papo, ela expressou sua surpresa com as reações negativas, mas compreendeu a grande afeição que o público mais antigo possui em relação aos Looney Tunes.

“Eu também não sabia que isso ia acontecer! Eu definitivamente sei que a amamos, mas eu não pensei que isso se tornaria um foco tão grande quanto foi. Mas eu entendo, porque ela é uma personagem muito amada. Ela é especial para muitas pessoas e suas infâncias e eles foram capazes de crescer com ela, então eu entendo essa sensação de proteção. Eu estava tipo, ‘ouça, contanto que eu fizesse o que o diretor e os produtores e todos queriam que eu fizesse, eu só estou aqui para oferecer meus serviços’. Mas me senti muito grata por ter essa oportunidade”. 

Confira a diferença entre as duas versões da personagem em ‘Space Jam: O Jogo do Século‘ e ‘Space Jam: Um Novo Legado‘:

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com meros 50% de aprovação, com nota 6.30/10 baseada em 8 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram a atmosfera nostálgica da produção, mas ficaram divididos quanto à narrativa e às mensagens criadas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Há um senso concreto de que Space Jam: Um Novo Legado’ é uma carta de amor aos filmes e às pessoas que os fazem” – Stuff.co.nz

“É difícil não sentir que estivemos mergulhando em uma estratégia de marketing dos executivos da Warner Bros. por duas horas” – News.com.au

“Traços de nostalgia e de homenagem podem ser algo maravilhoso, mas essa sequência raramente tira o tempo para se erguer com os dois pés” – The Jam Report

“Uma investida para crianças que se mostra como uma distração colorida e inexplicável, mas que, ironicamente, é bem difícil de criar um legado” – The AU Review

“O que é mais divertido sobre ‘Um Novo Legado’ é a vivacidade dos mundos criados” – FILMINK

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas brasileiros.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Dia do Rock | Que roqueiros brasileiros mereciam um filme? E quais artistas iriam interpretá-los?

No dia 13 de julho de 1985 um enorme show organizado pelo compositor e cantor irlandês Bob Geldof marcou para sempre o universo da música e também mostrou ao mundo o poder da boa ação. Um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, com bandas de grandes sucessos até aquele momento como: Queen, Elton John, Paul McCartney, David Bowie, Kiss, U2 entre outros, denominado de Live Aid ganhou a atenção de muitas pessoas espalhadas pelo mundo pois tinha o intuito de ajudar a terrível crise na Etiópia, onde muitas pessoas diariamente morriam de fome.

No Brasil, a data marcante para os amantes da música ficou na memória e desde de lá, até hoje, 13 de julho é considerado o Dia Mundial do Rock (comemorado pelo menos em nosso país!). Assim, aproveitando essa data tão querida para todos nós que amamos o universo das guitarras, dos grandes shows, do arrepio que gera a partir de lindas notas musicais resolvemos fazer um exercício musical-cinéfilo, escolhemos alguns grandes roqueiros brasileiros e imaginamos um intérprete para ele caso um filme acontecesse.

 

Raul Seixas

Raul Santos Seixas, chamado de ‘Pai do Rock Brasileiro’ e ‘Maluco Beleza’ nasceu em Salvador (Bahia) em 1945 e simplesmente revolucionou a música tocada nas rádios brasileiras. Cheio de situações malucas na vida pessoal (algumas até letras de canções viraram), o cantor e compositor baiano teve uma vida intensa repleta de histórias para contar. Daria um grande filme!

O escolhido para ser seu intérprete no Brasil: Chico Diaz

O ator brasileiro (nascido na Cidade do México) é um dos mais experientes artistas do universo da TV e cinema no Brasil. Raul Seixas seria um grande desafio na carreira desse baita ator.

 

 

Lobão

Um dos mais polêmicos músicos de toda a cena rock brasileira, João Luiz Woerdenbag Filho nasceu em 1957. Filho de um mecânico e uma professora de inglês. Depois de fazer parte de alguns grupos musicais que estavam surgindo no início de sua fase adulta, começa sua carreira solo com o lançamento de Cena de Cinema, em 1982. Dono de inúmeras polêmicas, daria um baita filme alguma de suas histórias!

O escolhido para ser seu intérprete no Brasil: Alexandre Nero

Conhecido por interpretar o Comendador na novela Império, o ator paranaense de 51 anos atua canta, além de ser multi-instrumentista. Tem mais de 50 trabalhos no currículo em diversas artes que navega. Nos cinemas, interpretou recentemente o protagonista do filme Albatroz (2019). Seria um baita desafio para Nero e daria muito certo nesse papel!

 

Rita Lee

Conhecida como a ‘Rainha do Rock Brasileiro’, Rita Lee Jones de Carvalho nasceu na Vila Mariana (Sâo Paulo) em 1947. Ex-integrantes de emblemáticos grupos musicais na década de 60 (Os Mutantes) e 70 (Tutti-Frutti), Rita participou de movimentos dentro da música e fora dela. Possui a incrível marca de mais de 50 milhões de discos vendidos, considerada por muitos uma das mais bem-sucedidas artistas femininas do cenário musical de todos os tempos.

A escolhida para ser sua intérprete no Brasil: Marjorie Estiano

Essa paranaense de 39 anos é uma das grandes estrelas da TV brasileira. Brilhou logo de cara, em seu primeiro trabalho na televisão, em 2004, com a personagem Natasha, integrante da Vagabanda, em uma das melhores edições do seriado Malhação, onde inclusive canta várias músicas chicletes que as pessoas lembram até hoje. Depois disso grandes sucessos na TV, no mundo das séries e também no cinema como no ótimo As Boas Maneiras de Juliana Rojas e Marco Dutra. Seria uma grande intérprete da rainha do rock brasileiro.

 

Andreas Kisser

Um dos grandes nomes de ótimas formações da banda de rock brasileira mais conhecida no mundo, o Sepultura, Andreas Rudolf Kisser nasceu em 1968 em São Bernardo do Campo. Ele se juntou ao Sepultura no final da década de 80. Esse torcedor fanático do São Paulo Futebol Clube inclusive já trabalhou com trilhas de cinema, nos filmes: No Coração dos Deuses, Bellini e a Esfinge e Bellini e o Demônio.

O escolhido para ser seu intérprete no Brasil: Rodrigo Santoro

Talvez o ator de cinema mais famoso do Brasil ao lado de Wagner Moura, esse petropolitano adora trabalhos desafiantes que sempre testam seu conhecimento e habilidades como ator. Interpretar um dos mais lendários músicos do Rock brasileiro seria um grande desafio além de ter que voltar a deixar os cabelos crescerem!

 

 

Rodolfo (Ex-Raimundos)

Quem nunca ouviu de ‘Mulher de Fases’ ou ‘A Mais Pedida’? Nascido em Sobradinho (Distrito Federal) em 1972, o ex-líder e vocalista de uma das grandes bandas de rock da década de 90, o Raimundos, banda que existe desde 1987, Rodolfo Gonçalves Leite de Abrantes em 2001, anunciou que deixaria a banda, ao se converter ao Cristianismo que o deixou incompatível com o estilo de vida que ele vivia. Com muitas histórias para contar, essa cinebiografia seria algo espetacular.

O escolhido para ser seu intérprete no Brasil: Cauã Reymond

Um dos rostos mais conhecidos quando pensamos em artistas no Brasil, o ator carioca Cauã Raymond vem cada vez mais em sua carreira se dedicando a trabalhos desafiadores no cinema. Um de seus últimos trabalhos no mundo mágico do cinema inclusive foi o papel de protagonista no filme Piedade do aclamado diretor brasileiro Cláudio Assis. Interpretar o Rodolfo poderia ser uma das maiores atuações de toda sua carreira.

 

E aí, concordam? 🙂 Comentem!

 

 

 

‘Homem-Formiga 3’ pode ter retorno de um dos vilões mais perigosos do MCU; Confira!

O episódio mais recente de ‘Loki‘ trouxe uma surpreende referência de ‘Homem-Formiga‘ ao mostrar o capacete gigante do Jaqueta Amarela (Corey Stoll) na dimensão onde são aprisionadas as variantes podadas pela AVT.

Para quem não se lembra, o personagem não é visto desde que foi supostamente morto ao ser enviado para o Reino Quântico na luta contra Scott Lang (Paul Rudd).

No entanto, os fãs estão se perguntando se a referência poderia ser um indício de que o vilão estaria vivo por aí…

E parece que sim!

Durante um episódio do podcast Still Watching, da Vanity Fair, a apresentadora Joanna Robinson disse que:

“Não sei se essa referência é uma indicação de algo que está por vir, mas sei que Corey Stoll estará de volta em ‘Homem-Formiga 3‘, de alguma forma.”

Para quem não a conhece, Robinson também é roteirista e foi uma das primeiras a revelar que Jonathan Majors estava em negociações para interpretar o vilão Kang na sequência.

Ainda que o retorno de Stoll não esteja confirmado, é provável que Robinson saiba de algo importante acontecendo nos bastidores.

Além disso, Kang já viajou pelo Reino Quântico nos quadrinhos… Então seria uma oportunidade perfeita trazer o Jaqueta Amarela como comparsa do viajante do tempo.

O que você acha da teoria?

Enquanto aguardamos pelas atualziações, vale lembrar que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para 17 de fevereiro de 2023.

Além de Rudd no papel principal, o elenco também conta com o retorno de Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne e Michael Douglas como Hank Pym.

As novidades são Kathryn Newton como a nova intérprete de Cassie Lang e Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, a partir do roteiro escrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

‘Viúva Negra 2’: Diretora fala sobre possível sequência

Em entrevista ao ComicBook, a diretora Cate Shortland falou sobre a possibilidade de uma sequência para ‘Viúva Negra‘. Apesar de não ter confirmado o desenvolvimento de um novo filme, a cineasta se mostrou bastante interessada em dar continuidade à história.

“Acredito que todos essas personagens são ótimas e sinto que as pessoas querem ver diversidade. Todos nós queremos ver super-heroínas arrebentando. Acho que todos estão interessados em assistir mais filmes com elas.”

Anteriormente, Kevin Feige havia comentado sobre o projeto: “Esse filme é uma história pessoal da Natasha, mas também é uma chance de explorarmos o passado, presente e futuro do MCU e todos os seus personagens.”

Vale lembrar que ‘Viúva Negra‘ arrecadou impressionantes US$ 39.5 milhões durante a sexta-feira nas bilheterias dos EUA, com as projeções indicando uma estreia de US$ 89 milhões em seu primeiro final de semana no país – o que representa a MAIOR estreia desde o início da pandemia.

Além disso, pela primeira vez desde a pandemia, a expectativa é que, juntos, todos os filmes em exibição ultrapassem a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias do país, com estimados US$ 125 milhões em arrecadação – essa será a MAIOR arrecadação nos EUA desde a estreia do live-action de ‘Sonic‘ (que ajudou a acumular US$ 156.1 milhões em seu final de semana).

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.

Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.

Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”. 

O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.

“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.

Viúva Negra dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.

“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.

“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Crítica | Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime – Minissérie da Netflix esclarece o machismo no julgamento do caso Yoki

Em 2012, um crime chocou o Brasil: o inacreditável assassinato de Marcos Matsunaga, CEO e herdeiro das indústrias Yoki (sim, a mesma que faz a farofa, a batata-palha, etc.). O que mais chocou à época, no entanto, foi a circunstância em que tudo aconteceu: Marcos havia desaparecido por cinco dias até ser encontrado desmembrado em sacolas deixadas à beira de uma estradinha na cidade de Cotia, no interior paulista. E a principal suspeita era sua esposa, Elize. Após o julgamento em júri popular e o passar dos anos, Elize finalmente obteve sua primeira autorização de saída em 2019, durante o qual aproveitou para gravar o docusérie ‘Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime, lançamento da semana da Netflix.

Dividido em quatro episódios de aproximadamente quarenta minutos cada, o arco geral da minissérie é bem dividido, apresentando toda a trama do crime no primeiro episódio, seguindo pela construção androcêntrica de um suposto conto de fadas centrado em Elize, para depois apresentar como todo o julgamento do caso foi erigido por um viés machista por parte da acusação e do juiz e, por fim, recapitula a vida da Elize antes de São Paulo, quando ainda era uma jovem pobre do interior do Paraná.

Se o roteiro tivesse decidido encerrar a minissérie no terceiro episódio, ‘Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime’ seria uma baita série, que propõe uma reviravolta na perspectiva do espectador sobre este famoso caso criminal. Considerando a mudança nos debates sociais, rever este caso através da proposta oferecida pela série faz com que o espectador questione a integridade do julgamento, uma vez que tanto a promotoria quanto o médico legista e até mesmo o próprio juiz do caso já chegam ao julgamento com suas opiniões formadas, considerando Elize culpada, manipuladora e interesseira, que certamente assassinara e esquartejara o marido para poder ficar com a fortuna dele. Porém, quando o roteiro insere o quarto episódio – adotando a mesma estratégia da defesa, e, portanto, deixando evidente qual a sua posição e o que espera que nós concluamos –, a proposta descarrilha dos eixos, recaindo na elaboração de uma vitimização e de uma justificação totalmente desnecessária da acusada.

Os méritos do documentário de Eliza Capai são trazer esse novo olhar sobre um caso tão polêmico e sinalizar como a sociedade mudou nesse intervalo de sete anos entre 2012 e 2019, de modo que, talvez, se estivesse sendo julgado hoje, o resultado pudesse ser diferente. Para corroborar sua teoria, Eliza Capai faz uma boa seleção dos depoentes, costurando os relatos entre os advogados de defesa e de acusação, uma jornalista que foi até Chopinzinho atrás da família de Elize e a tia e a avó da acusada, de modo que quando a acusação anuncia algo como extraordinário, a fala da defesa vem em seguida para desconstruir o relato apresentado.

Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime’ é uma boa minissérie documental de um caso cruelmente real, que serve também como um desabafo da viúva da fortuna Yoki para sua filha, afastada dela desde o homicídio. Entretanto, não deixa de ser estranhamente curioso que, após sete anos na prisão, em sua primeira semana fora como benefício por bom comportamento, Elize utilize esse tempo para gravar um documentário para Netflix. Faz com que a gente questione essa dita boa-intenção da protagonista.

Crítica | ‘Do Que os Homens Gostam’ – Netflix lança “remake” de ‘Do Que as Mulheres Gostam’

Vinte anos atrás, quando a comédia romântica ‘Do Que as Mulheres Gostam’, estrelada por Mel Gibson, estreou nos cinemas, ela fez grande sucesso de bilheteria, afinal, o filme basicamente realizava o sonho de muitos homens: saber exatamente o que as mulheres pensam e, consequentemente, saber como agradar e satisfazer todo tipo de desejo delas. Porém, o filme de Nancy Meyers trazia um protagonista machista que, a partir do dom que ganha, se desconstrói e passa a entender melhor as mulheres. Agora, vinte anos depois, os papéis se invertem em ‘Do Que os Homens Gostam‘ (What Men Want’), comédia romântica que tem estado entre os dez mais da Netflix.

Ali Davis (Taraji P. Henson) é uma super agente, prestes a se tornar sócia da empresa em que trabalha, repleta de homens machistas que competem entre si e a excluem de tudo. Até por conta disso, Ali se tornou uma mulher bem rígida, mandona, fechada e um bocado ríspida, afastando tudo e todos de si, especialmente os homens, menos a seu pai, Skip (Richard Roundtree). Então, na despedida de solteiro de uma de suas melhores amigas, Ali se consulta com uma vidente charlatã, que lhe dá um chá suspeito que faz com que ela perca o controle e acabe batendo a cabeça. Quando acorda, Ali percebe que ganhou um dom: a habilidade de ouvir os pensamentos particulares dos homens. Então, ela pensa em utilizar esse benefício para conseguir fechar contrato com o jogador da NBA, Jamal Barry (Shane Paul McGhie) e conseguir a sonhada sociedade na empresa.

Com quase duas horas de duração, ‘Do Que os Homens Gostam’ se propõe uma releitura da história criada por Cathy Yuspa, Diane Drake e Josh Goldsmith, mas se expande para outras direções para, ao final, não conseguir concluir todos os pontos levantados. Os primeiros trinta e seis minutos do longa são focados na dificuldade da protagonista em trabalhar num ambiente cheio de testosterona que não tolera não só a uma mulher no ambiente, mas uma mulher preta. Então, quando Ali bate a cabeça e ganha o dom, finalmente o longa começa, mas então já se passaram quase quarenta minutos do longa, e ficamos com a sensação de que fomos sendo distraídos até aí.

 

O roteiro de Tina Gordon, Peter Huyck e Alex Gregory, baseado na história de Jas Waters e Tina Gordon, parece dividido em duas partes e se dedica em construir uma protagonista tão dura, que sobra pouco espaço para simpatizarmos com ela. Ao menos as cenas carregam uma leve comicidade, às vezes exageradas, que chegam a conquistar algumas risadas, porém, já no terceiro arco do enredo o picote de Adam Shankman no filme tenta resolver todos os pontos com certa pressa, acelerando o ritmo para atingir sua conclusão.

Do Que os Homens Gostam’ é uma releitura interessante do sucesso dos anos 2000, mas, ao centrar como tema a dificuldade da mulher de se conectar com os homens, meio que acaba recaindo no estigma de que para ser bem-sucedida, a mulher necessariamente é sozinha, bruta e mau humorada. Com algumas piadas legais e um olhar atualizado sobre o tema, é uma comédia que entretém, mas não aprofunda a reflexão.

Crítica | ‘Rua do Medo – Parte 2: 1978’ é muito mais SANGRENTO, assustador e divertido que o 1º filme

Na semana passada, os escritos de R.L. Stine ganhavam vida mais uma vez com o primeiro capítulo da trilogia Rua do Medo. Ambientada em 1994 e centrada na bizarra cidade de Shadyside, Ohio, o resultado do longa-metragem foi o bastante para divertir o público, mas falhou em contar alguma coisa além do óbvio quando pensamos no gênero slasher, misturando inúmeros acontecimentos em prol de uma narrativa circinal e complicada. Apesar de engrenar nos momentos finais para um gancho interessante, é inegável dizer que o tom do filme inicial deixou a desejar – mas nada poderia nos preparar para a sanguinolenta aventura que viria pouco depois.

Rua do Medo: 1978’ continua o enredo de onde parou, dessa voltando-nos para uma taciturna e amedrontada jovem chamada Constance Berman (Gillian Jacobs), a única sobrevivente do trágico massacre que se abateu sob o Acampamento Nightwing décadas atrás. Tendo observado inúmeros colegas e a própria irmã falecer nas mãos de assassinos sobrenaturais, Constance (que mais tarde revela ser outra pessoa) tornou-se a única pessoa a conseguir ajudar Deena (Kiana Madeira) e Josh (Benjamin Flores Jr.) a impedir a terrível bruxa Sarah Fier de completar mais um reinado de caos e morte. E é nessa conjuntura que somos transportados para meados da década de 1970, em que mais informações sobre os mistérios inexplicáveis de Shadyside se desenrolam no melhor estilo gore que possamos pensar.

Se a diretora Leigh Janiak já havia demonstrado uma fruição invejável dos clássicos filmes de terror do século passado com ‘1994’, a nova entrada da saga prova ser ainda mais mimética que a anterior: cuidando para fornecer uma perspectiva única e um pouco mais atrelada ao drama adolescente do que à repetitividade enfastiosa de tantas produções similares dos últimos anos, é notável a forma como a realizadora finca seus pés na rotineira execução de Sexta-Feira 13 e derivados; ora, apenas o fato da trama ser ambientada em um acampamento já nos remete à magnum opus de Sean S. Cunningham, quanto mais o fato dos eventos que se desenrolam. E, se a nostalgia slasher não te chamou a atenção, leve em conta a potente atuação de um elenco de ponta que inclui Sadie Sink, Jordana Spiro e a novata Emily Rudd.

Todo o centro gravitacional é canalizado para Sarah Fier e para o embate impreciso entre o otimismo insuportável de Sunnyvale e a maré de azar e de catástrofes de Shadyside – que ganha uma dimensão mais concreta e aprazível em ‘1978’. Em Nightwing, jovens de ambas as cidades se juntam para competir uns contra os outros, sem imaginar os horrores que os aguardam em uma fatídica noite em que a bruxa resolve atacar mais uma vez. E o mais interessante é que já sabemos o que irá acontecer, pelos comentários do longa anterior e por um foreshadowing que até nos revela quem é o assassino – Tommy Slater (McCabe Slye), namorado da prudente e certinha Cindy (Rudd).

Apesar das revelações precipitadas, Janiak mantém-se firme aos arquétipos (e estereótipos) que quer explorar e, no final das contas, nos envolve por uma tensão crescente e um banho de sangue que parece jorrar da tela. Aqui, as subtramas se englobam para um “bem” comum, nunca se esquecendo de dar valor aos personagens adolescentes e à constante descoberta de uma identidade que se perde na profusa amálgama de decepções e sonhos inalcançáveis. Nesse quesito, as personalidades de Cindy e Ziggy (Sink) se chocam para nos convencer de um relacionamento conturbado entre duas mãos marcadas pelo trauma e que terão de unir forças para ficarem vivas – e, mesmo com as obviedades, o arco de ambas ganha profundidade a cada cena delineada.

Faz-se necessário comentar o ótimo trabalho artístico de Marco Beltrami e Brandon Roberts, que ficam a encargo da trilha sonora. Buscando referências nas tétricas composições de John Carpenter, as redundâncias propositais aumentam as expectativas do encerramento e funcionam muito melhor aqui do que no filme anterior – em que nenhuma das partes conseguia se completar de modo convicto. Há, também, a construção de uma atmosfera onírica através da fotografia de Caleb Heymann, que opta pela fórmula vibrante de um evento de verão para jovens até transmutá-la em um confronto de cores complementares à la George A. Romero e Greg Nicotero.

Os deslizes podem até persistir, mas com uma durabilidade muito menos significativa – em outras palavras, os equívocos técnicos não atuam com tanto impacto nos laços entre os espectadores e a obra e se restringem ao segundo plano (como é o caso da melodramática conclusão entre Cindy e Ziggy ou de diálogos afetados que tentam ser mais metafóricos do que conseguem). A verdade é que, eventualmente, Rua do Medo: 1978’ representa uma clara evolução na trilogia e nos prepara para um finale memorável, mesmo com todos os obstáculos enfrentados no caminho.

Rua do Medo 2: 1978 | Os 8 Filmes de Terror Slasher de Acampamento Mais Famosos do Cinema

O cinema é realmente uma coisa maravilhosa. Dentro de cada tópico de assunto de um gênero existe uma especificidade, criando os subgêneros. Por exemplo, do terror tiramos os filmes slasher – produções geralmente protagonizadas por adolescentes nas quais um assassino quase sempre mascarado usa uma arma de corte para perseguir e matar os jovens. Dentro deste subgênero temos ainda algo mais específico, que são os filmes de acampamento – imortalizados pelo clássico absoluto e um dos maiores representantes do slasher, Sexta-Feira 13 (1980).

Agora, a Netflix criou sua própria franquia de terror slasher, que está fazendo o maior sucesso. Rua do Medo – Parte 1: 1994‘ surpreendeu os assinantes da plataforma por conta da violência e das mortes sangrentas causadas por assassinos manipulados por uma bruxa.

A sequência Rua do Medo- Parte 2: 1978’ faz uma bela homenagem a ‘Sexta-Feira 13‘.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar os oito filmes mais famosos do slasher de acampamento no cinema. Veja abaixo, não esqueça de comentar e dizer se já viu todos e quais seus preferidos.

Acampamento Sinistro (Sleepway Camp, 1983)

Seguindo de perto no rastro de Sexta-Feira 13 (1980), este filme se tornou um dos mais cultuados do segmento. Adquirindo uma verdadeira legião de fãs, o longa caiu no gosto dos aficionados devido a seu final incrivelmente surpreendente – que por sua vez remete (novamente) ao citado ápice do subgênero acima. Na trama, os pais da jovem Angela (Felissa Rose) morrem e ela termina criada pela tia ainda muito pequena. Na adolescência, ela é mandada ao lado do primo a um acampamento de férias, onde pouco tempo depois, brutais assassinatos começam a ocorrer. Assim como Sexta-Feira 13, este é um whodunit, um filme no qual temos que descobrir o assassino dentre todos os personagens. Algumas sequências foram produzidas, mas não obtiveram o mesmo impacto.

Chamas da Morte (The Burning, 1981)

Este é um dos filmes do qual a nova temporada de AHS mais pega emprestado. Produzido por Harvey Weinstein, a ideia para o longa foi baseada numa lenda urbana nova yorkina. Na trama, uma brincadeira sai terrivelmente errada, quando um grupo de adolescentes num acampamento ateia fogo no zelador do local, Cropsy (Lou David). O sujeito passa anos em coma num hospital, somente para levantar e retornar ao acampamento, onde irá exercer sua vingança com uma grande tesoura de jardinagem. O terror marca a estreia de alguns rostos conhecidos, como a vencedora do Oscar Holly Hunter (O Piano), Jason Alexander (o George de Seinfeld), Fisher Stevens (Um Robô em Curto Circuito) e Brian Backer (Picardias Estudantis e Loucademia de Polícia 4). A trilha de Rick Wakeman, da banda Yes, é similar à confeccionada para Sexta-Feira 13.

Stage Fright (2014)

Um dos mais diferentes, criativos e recentes exemplares do subgênero, Stage Fright é ao mesmo tempo uma comédia e um filme de terror – seguindo mais a linha de produções dos slasher pós-Pânico (Scream), de Wes Craven. Aqui, temos um acampamento diferente, voltado para as artes e para a música. Mas, como nos melhores no estilo, infestado de mortes violentas causadas por um assassino mascarado. Aqui temos também uma mocinha traumatizada, que teve a mãe, uma famosa artista do teatro, assassinada ainda na sua infância. Por se tratar de um longa com temática de músicas e canções, Stage Fright é, ele mesmo, um musical igualmente.

Psicose para Matar (Cheerleader Camp, 1988)

Para se diferenciar dos demais e da mesmice, algumas produções da época, mesmo fazendo parte do subgênero, tentavam dar uma temperada em sua trama. Esta obra de 1988 trouxe como atrativo um acampamento somente para líderes de torcida. Mesmo fazendo parte da seara de filmes da década de 1980, Psicose para Matar já acrescentava muito humor intencional em seu roteiro, sendo considerado também uma comédia. Na trama, a protagonista Alison (papel de Betsy Russell – a Jill da franquia Jogos Mortais) decide se juntar às amigas no tal acampamento, local onde… você acertou, as garotas começam a aparecer mortas uma a uma.

Madman (1981)

Os jovens são inconsequentes e gostam de brincar com fogo. Bem, muitas vezes terminam queimados. É exatamente o que ocorre neste slasher, quando um grupo de adolescentes evoca o assassino em massa Madman Marz – chamando seu nome! E não é que o serial killer aparece, tocando novamente o terror no acampamento!

Terror nos Bastidores (The Final Girls, 2015)

Outro exemplar recente e que brinca muito com a estrutura e fórmula de produções no estilo. De maneira muito criativa, o filme arruma uma forma inusitada de homenagear tais obras, adicionando humor à mistura. Uma carta de amor à franquia Sexta-Feira 13, o filme traz como protagonista uma jovem (Taissa Farmiga), cuja mãe era estrela de produções deste estilo de terror (papel de Malin Akerman). Sua mãe termina falecendo num acidente de trânsito. Alguns anos depois, uma maratona irá exibir no cinema o tal filme estrelado por ela – e a protagonista ao lado dos amigos estarão na primeira fila. Um acidente sobrenatural os joga diretamente dentro do filme, ao lado dos personagens, onde mãe e filha poderão interagir por uma última vez – enquanto tentam sobreviver a um assassino no melhor estilo Jason Voorhees.

O Pesadelo (Twisted Nightmare, 1987)

Este filme possui uma curiosa ligação com Sexta-Feira 13 – Parte 3 (1982), apesar de que a esta altura a franquia de Jason já se encontrava em sua sétima parte. O longa foi filmado no mesmo set da Parte 3 e utiliza até mesmo uma cena de morte como homenagem, tendo uma de suas vítimas morta por um ancinho – na forma em que simula um efeito 3D (o terceiro Sexta-Feira 13 foi lançado utilizando a tecnologia na época). Na trama, um grupo de jovens ganha uma viagem ao acampamento onde estiveram quando criança. Bom, desta vez a excursão não será tão alegre e mortes começam a ocorrer. Tudo pode estar conectado com o desaparecimento de uma criança deficiente anos antes.

Just Before Dawn (1981)

Um dos primeiros do subgênero, seguindo de perto o sucesso de Sexta-Feira 13 no ano anterior, este longa conta com a presença do renomado George Kennedy (vencedor do Oscar por Rebeldia Indomável) no elenco, dando algum respaldo e credibilidade à produção. Na trama, um grupo de jovens decide acampar numa floresta nas montanhas, enquanto examinam a terra que compraram. Logo, eles são surpreendidos por um maníaco portando um facão bem afiado. Kennedy interpreta o guarda florestal que tenta ajudar os desavisados jovens. O filme conta ainda com Gregg Henry (Seres Rastejantes e Dublê de Corpo) em início de carreira, como um dos protagonistas.

Bônus:

Sexta-Feira 13 (1980)

Por mais óbvio que possa parecer, não poderíamos terminar esta lista sem falar do “pai” dos filmes slasher de acampamento! Sexta-Feira 13 foi produzido para pegar clara carona no sucesso de Halloween, e a além de ter feito mais sucesso (de bilheteria pelo menos – já que tinha um grande estúdio por trás ajudando na distribuição) que seu homenageado, terminou por dar origem a um novo subgênero, os filmes de acampamento. Na trama, um grupo de monitores viaja a um local inóspito, a fim de reformarem o Campo Crystal Lake para sua reabertura. Alguém, no entanto, tem outros planos e não deseja que o acampamento “maldito” volte a funcionar. Como se tornou esperado e uma fórmula de filmes assim, o assassino só é revelado de surpresa ao desfecho. Nas inúmeras continuações que seguiram, um novo assassino, Jason, se tornou uma superestrela, pairando como ícone pop do cinema.

Rua do Medo 2: 1978 | Elegemos as 10 Sequências mais Famosas de Terror Slasher

O gênero slasher geralmente é constituído por filmes de terror nos quais um assassino mascarado persegue e mata os personagens com objetos cortantes. Existe um debate sobre qual filme teria feito nascer o subgênero, mas é indiscutível que o mais famoso e que o cimentou foi Halloween – A Noite do Terror (1978), de John Carpenter. É claro também que ao longo dos anos, o subgênero foi ganhando vertentes e assim todo tipo de criatura se tornou “o assassino”, desde monstros com asas, assombrações e bonecos possuídos.

Agora, a Netflix criou sua própria franquia de terror slasher, que está fazendo o maior sucesso. Rua do Medo – Parte 1: 1994‘ chegou ao streaming e surpreendeu os assinantes da plataforma por conta da violência e das mortes sangrentas causadas por assassinos manipulados por uma bruxa.

A sequência, Rua do Medo: 1978’, estreia em 9 de Julho e faz uma homenagem  a ‘Sexta-Feira 13‘.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar uma lista com as 10 continuações de filmes de terror Slasher mais famosas do cinema. Vem conhecer.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981)

Como dito, Halloween, a obra-prima do gênero de John Carpenter, entrou para a história por sua influência. Sendo assim, o filme independente mais rentável do cinema na época não ficaria ileso de render uma sequência. Afinal, quem seria louco de recusar este lucro? Carpenter, no entanto, apesar do envolvimento na produção, roteiro e trilha sonora, saía da direção para comandar Fuga de Nova York. A cadeira de diretor coube ao usual colaborador Rick Rosenthal. Na trama, após os ataques do primeiro filme, Laurie (Jamie Lee Curtis) é levada a um hospital, para onde o maníaco Michael Myers a segue, com o Dr. Loomis (Donald Pleasence) no encalço.

Sexta-Feira 13 – Parte 2 (1981)

O primeiro Sexta-Feira 13 (1980) foi produzido às pressas para pegar carona no sucesso de Halloween (1978). Nem os próprios criadores tem vergonha de admitir isso, e já o fizeram em diversas entrevistas. Distribuída pela Paramount, a franquia de terror viveu para se tornar uma das séries slasher mais famosas e celebradas do cinema. A continuação não demorou a ser produzida e foi lançada logo no ano seguinte. Aqui é quando o assassino Jason aparece pela primeira vez e ainda sem portar sua famosa máscara de hóquei (ele usava um saco na cabeça).  Este é um dos melhores exemplares da franquia.

A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy (1985)

Filmes slasher são rápidos para produzir e rendem um retorno financeiro grande. Assim, muitos filmes do tipo nos anos 1980 tinham suas continuações produzidas anualmente. E se no item acima citei Sexta-Feira 13 como uma das franquias mais famosas do gênero, a outra seria A Hora do Pesadelo. Esta continuação do sucesso original de Wes Craven, no entanto, decepcionou os fãs. O curioso é que o filme é tido como baluarte gay (é só dar uma segunda olhada no longa para entender), afirmação feita pelos próprios criadores, que quiseram introduzir pequenos detalhes que apontavam para isso, sem que na época ninguém percebesse. Na trama, Freddy Krueger tenta possuir o corpo de um rapaz para voltar ao mundo dos vivos.

Brinquedo Assassino 2 (1990)

Três anos depois e Chucky estava de volta após o sucesso de Brinquedo Assassino. Apesar de ter sido completamente destruído no filme anterior, o boneco maldito é remontado pela própria empresa (algo bem improvável, mesmo dentro desta fantasia) e logo está cometendo mais crimes. O pequeno Andy (Alex Vincent) é adotado por uma nova família, depois que sua mãe tem um surto mental, após os eventos do primeiro filme (traduzindo, a atriz Catherine Hicks não aceitou voltar na sequência). Na nova casa, ele conhece a personagem mais legal do filme, sua irmã adotiva mais velha Kyle (papel de Christine Elise), que é quem lhe ajuda a combater Chucky num final apoteótico dentro da fábrica dos bonecos.

O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986)

Dirigido pelo mesmo Tobe Hooper doze anos depois do sucesso do filme original, esta continuação segue por uma tonalidade totalmente na contramão – fato que afastou muitos fãs de terror na época. O primeiro filme era cru e realista, soando quase como um documentário. Já esta sequência, com muito mais dinheiro, é uma ópera slasher que não se leva a sério e brinca com as conveniências do gênero, soando mais como uma paródia. Tudo, é claro, sem esquecer dos litros de sangue e cenas perturbadoras. Com um Dennis Hopper inspiradíssimo, esta continuação foi redescoberta como obra cult.

Candyman 2 – Vingança (1995)

O Mistério de Candyman (1992), de Bernard Rose, é um terror sofisticado e psicológico, planejado e nascido como terror cult – pairando acima dos demais longas do gênero. Com o sucesso do personagem, já que emplacar um vilão que se torne ícone não é fácil, os produtores decidiram transformar Candyman em um novo Jason ou Freddy, e a continuação seguiu pelo mesmo caminho, mais sanguinolenta e comum aos colegas de slasher. Na trama, desta vez um backstory de herói trágico e escravidão é dado ao personagem.

Pânico 2 (1997)

Reinventar um gênero não é para qualquer um. Mas foi exatamente o que o primeiro Pânico (1996) fez. O saudoso Wes Craven já havia dado novo sabor aos slasher com A Hora do Pesadelo (1984) e com Pânico foi ainda mais além, brincando e satirizando o gênero. A continuação não fica atrás em matéria de esperteza de roteiro, diálogos afiados e referências. Fora tudo isso, os filmes ainda adicionaram o whodunit à mistura – artifício no qual a plateia precisa descobrir quem é o assassino. Aqui, os protagonistas, e não o psicopata, são o foco. Na história, Sidney (Neve Campbell) vai para a faculdade e lá um novo (ou novos) serial killer a persegue.

Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Cada vez os títulos dos filmes desta série ficam maiores. O primeiro filme pegou clara carona em Pânico, tendo inclusive o mesmo roteirista (Kevin Williamson). Era uma nova onda de filmes slasher, que dominou o final dos anos 1990: mais consciente e espertinha, porém, sem esquecer os clichês do gênero – que é o que o público quer ver. Aqui, nesta continuação, no entanto, vemos um claro caça-niqueis. O pescador assassino, deixado propositalmente vivo no desfecho do primeiro, volta para continuar sua vingança. A trama é movida para as Bahamas e o filme pega ainda mais emprestado de Pânico – no que diz respeito à revelação do assassino.

Lenda Urbana 2 (2000)

E se Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado era o Pânico de segunda, Lenda Urbana (1998) foi o Pânico de terceira. A Columbia Pictures, hoje Sony, não deixou barato ao investir em seus slashers no fim da década de 1990. Depois de Eu Sei o que Vocês Fizeram…, tratou de confeccionar Lenda Urbana (1998) nos mesmos moldes: diálogos com tiradas e referências – mas aos poucos a nova fórmula já apresentava desgaste. E se isso se mostrava verdade poucos anos depois de Pânico, imagina em 2000, quando esta continuação foi lançada. O resultado foi menos do que morno. Na trama, um grupo de estudantes de cinema enfrenta a fúria de um assassino mascarado, que não usa mais um casaco de esquimó, mas sim um traje de esgrima. Jennifer Morrison e Eva Mendes são os chamarizes do elenco.

Olhos Famintos 2 (2003)

Produzido por Francis Ford Coppola, o primeiro Olhos Famintos (2001) já chegava atrasado na era dos slasher. No entanto, com sua mistura de road movie e cinema de monstro, terminou por criar um animado grupo de seguidores, se tornando cult para uma geração. A continuação não demorou muito a chegar, mas não emplacou tanto no gosto geral como o anterior. O clima mais intimista do original – com dois irmãos se metendo no pior pesadelo de suas vidas – deu lugar a um filme mais “lugar comum” dentro do subgênero. Assim, um grupo de adolescentes estudantes de um colégio se depara com o vilão Creeper, quando seu ônibus escolar pifa na estrada.

Bônus:

Psicose II (1983)

Não é muito justo chamar o clássico imortal Psicose (1960), de Alfred Hitchcock, de slasher. Seja como for, o suspense ajudou a modelar o que veríamos anos depois e sua influência é muito sentida. O que muita gente não sabe, ou quer esquecer, é que o icônico longa em preto e branco teve uma continuação (bem, não apenas uma, como três). Mais de vinte anos depois, Norman Bates retornava às telonas – novamente personificado por Anthony Perkins. E não apenas ele, Vera Miles retorna como Lila, irmã da protagonista do original (Janet Leigh). Na trama, Bates tenta se reintegrar à sociedade após ser liberado da prisão/hospital psiquiátrico. Mas os pesadelos do passado começam a vir à tona.

As Branquelas faz 17 anos | Saiba por onde anda o elenco do filme…

Deus abençoe os irmãos Wayans. Muitos podem não saber, mas Keenen Ivory Wayans, o irmão mais velho e exemplo de todo o clã, foi um dos grandes responsáveis pela inclusão e representatividade de atores negros no humor ainda na década de 1990, ao criar, lançar, escrever, apresentar e atuar no programa cômico In Living Color – que durou cinco temporadas até 1994. Keenen iniciou a carreira como diretor de cinema com a sátira aos filmes blaxploitation Vou Te Pegar Otário (1988), e seguiu para dirigir os irmãos Damon, Shawn e Marlon em alguns filmes. Entre os mais famosos de seu repertório estão Todo Mundo em Pânico e sua primeira sequência (2000 e 2001).

Embora muitos de seus filmes dividam os críticos e o público em si, é inegável seu forte apelo popular – algo como as nossas comédias nacionais, donos de um humor de fácil acesso. Assim, seus últimos filmes possuem um humor rasteiro, porém, muito abraçado por quem cresceu assistindo a eles. E é aí que entra As Branquelas (2004), penúltimo filme assinado por Keenen na direção e com Marlon e Shawn protagonizando – o último (até agora) foi O Pequenino (2006). A trama todos já conhecem, dois agentes do FBI caídos em desgraça (Shawn e Marlon) são incumbidos de um caso de sequestro envolvendo duas herdeiras brancas e loiras. Assim, eles assumem o lugar das moças, numa maquiagem grotesca, que tira um sarro ao subverter o “blackface”, e se tornou o “charme” da produção.

Com os críticos no Rotten Tomatoes, As Branquelas soma irrisórios 15% de aprovação e foi chamado de uma “comédia desorganizada que é boba e óbvia”. Bem, isso ninguém nega. Mas não é por isso que não pode ser engraçada também. Seja como prazer culposo, com o grande público o filme tem nota 56 no IMDB. E com um orçamento de US$37 milhões, obteve uma bilheteria de US$113 milhões mundiais. Enquanto o trio não ouve o apelo dos fãs e tira da cartola uma continuação, vamos descobrir por onde anda o elenco do filme

Shawn Wayans (Kevin)

Shawn esteve na franquia Todo Mundo em Pânico como o gay enrustido Ray e rendeu risadas com a situação. No entanto, depois de críticas não muito favoráveis a O Pequenino (2006), Shawn, assim como Keenen, deu uma freada na carreira, trabalhando pouco nos últimos anos, e deixando os holofotes para os irmãos mais famosos, Marlon e Damon. Ele esteve numa participação na paródia Ela Dança com Meu Ganso (2009), zoação com os filmes de dança da época. O longa é mais uma produção em família, com o roteiro assinado pelo próprio Shawn e por Keenen, Marlon e o sobrinho do trio Damien Dante Wayans – que estreia na direção com o longa. Infelizmente, Ela Dança com Meu Ganso é considerado um dos piores filmes de todos os tempos, pelo grande público no IMDB.

Marlon Wayans (Marcus)

Você sabia que Marlon Wayans quase foi o primeiro Robin do cinema? E isso ainda na era dos filmes Batman de Tim Burton. Planejado para estrear no filme original, o personagem foi adiado para o segundo e depois para o terceiro, até Burton sair da direção, e Marlon ser substituído por Chris O’ Donnell. Mas o ator viria a interpretar um super-herói em G.I. Joe – A Origem de Cobra (2009), no qual deu vida para Ripcord. Fora isso, seguiu seu caminho nas paródias sem os irmãos, assinando o roteiro e estrelando em filmes como Inatividade Paranormal (2013), sua continuação (2014) e Cinquenta Tons de Preto (2016); além de ter ganhado seu próprio programa de TV com a série Marlon (que durou duas temporadas); e ter fechado parceria com a Netflix em filmes como Nu (2017) e Seis Vezes Confusão (2019). Seus próximos trabalhos são filmes mais sérios, como On The Rocks (2020), novo longa de Sofia Coppola, e Respect (2021), biografia de Aretha Franklin.

Terry Crews (Latrell)

O grandalhão Terry Crews já participou de três filmes dos Mercenários, ao lado de Stallone e os trogloditas dos anos 1980, mas ficará para sempre eternizado como o “pai do Chris” na série Todos Odeiam o Chris. Bem, se tem um papel que rivaliza em popularidade é este. Como todo “desenho animado”, As Branquelas precisava de alguém para se apaixonar pela dupla de agentes disfarçados de mulheres, e coube ao musculoso Latrell, que ainda rendeu o meme de sua cena de dança “frito” de drogas. Enquanto o quarto Mercenários não chega, Crews apareceu em Deadpool 2 (2018), no drama de ação John Henry (2020) e é parte do elenco fixo da série Lei & Desordem (Brooklyn Nine-Nine). Seus próximos trabalhos são no reboot do desenho animado Os Animaniacs e na superprodução animada A Liga de Monstros.

Brittany Daniel (Megan)

Curiosamente, Brittany Daniel possui uma irmã gêmea na vida real, a também atriz Cynthia Daniel, e com ela estrelou a série Sweet Valley High (1994-1998).  Ela reprisou seu papel na comédia cult Joe Sujo (2001), na continuação Joe Sujo 2 (2015). Seus últimos trabalhos foram nas séries Black-ish (2019) e #BlackAF (2020), da Netflix.

Jennifer Carpenter (Lisa)

No ano seguinte de sua participação na comédia, Jennifer Carpenter descolaria o papel título no terror O Exorcismo de Emily Rose (2005). Ela seguiria no gênero com Quarentena (2008), remake do espanhol REC. Depois disso, viveu Debra Morgan no programa de sucesso Dexter (2006-2013). Recentemente, ela protagonizou o seriado dramático Inimigo Interno (2019), deu voz para Sonya Blade na animação Mortal Kombat Legends (2020), e estará ao lado de Amanda Seyfried, Britt Robertson, Paul Giamatti e Amy Irving no drama A Mouthful of Air (2021).

Busy Philipps (Karen)

A atriz ficou conhecida por séries como Dawson’s Creek, Plantão Médico e O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor. Mais recentemente, fez parte do elenco fixo de Cougar Town, série estrelada por Courteney Cox. Em 2018 participou do filme de aceitação do corpo Sexy por Acidente, com Amy Schumer. Seus últimos trabalhos foram nas séries Camping, da HBO, com Jennifer Garner, Unbreakable Kimmy Schmidt, da Netflix, e na ainda inédita Damage Control, prometida para este ano.

Jessica Cauffiel (Tori)

Talvez você não esteja ligando o nome à pessoa, mas a loirinha Jessica Cauffiel foi um rosto conhecido no início dos anos 2000, por suas participações em filmes como Legalmente Loira (2001) e O Dia do Terror (2001). Além disso, marcou presença na série The Drew Carrey Show. Ela também esteve no seriado Meu Nome é Earl, da FX, e em breve reprisará seu papel como Margot em Legalmente Loira 3. Cauffiel não filmava nada desde 2009.

Jamie King (Heather)

Antes de As Branquelas, a loirinha Jamie King apareceu em superproduções como Pearl Harbor, de Michael Bay, e Profissão de Risco, com Johnny Depp. Ela também esteve nos filmes baseados em HQs Sin City (2005), The Spirit (2008), e no remake do terror Dia dos Namorados Macabro (2009). Recentemente, ela interpretou a si mesma em Oito Mulheres e um Segredo (2018) e esteve nos horrendos Rota de Fuga 2 e 3 (2018 e 2019), ao lado de Sylvester Stallone. King também protagonizou para a Netflix a série de terror Black Summer (2019). Seu próximo trabalho é o thriller criminal Out of Death, ao lado de Bruce Willis.

John Heard (Warren)

O saudoso John Heard viveu o patriarca Warren Vandergeld em As Branquelas. Antes disso, o ator havia interpretado outro patriarca inesquecível do cinema, Peter McCallister de Esqueceram de Mim (1990) e sua continuação (1992). O ator tinha um currículo extenso de mais de 180 créditos, no qual constam filmes como A Marca da Pantera (1982), Quero Ser Grande (1988), Tempo de Despertar (1990) e O Dossiê Pelicano (1993). Um dos últimos trabalhos “famosos” de Heard foi o farofeiro Sharknado (2013). Heard faleceu em 2017, aos 71 anos.

Bônus: Evangeline Lilly

Dessa eu aposto que muitos não sabiam. Hoje, uma estrela da Marvel no papel de Hope van Dyne nos filmes do Homem-Formiga, além de contar com a trilogia do Hobbit igualmente no currículo. Mas Lilly também viu sua cota de participações não creditadas no início de carreira, em filmes como Freddy x Jason (2003), por exemplo. E aqui viveu simplesmente “convidada da festa”, uma personagem sem nome. Ela também participou nesse esquema da série Smallville, até ser descoberta em Lost, e o resto é história.

‘Pantera Negra 2’: Kevin Feige garante que a sequência vai honrar o legado de Chadwick Boseman

Os detalhes sobre a sequência de ‘Pantera Negra‘ permanecem em segredo, mas uma coisa é certa: o legado de Chadwick Boseman será preservado e honrado.

Infelizmente, o intérprete do Rei T’Chala faleceu aos 42 anos em agosto de 2020 após uma silenciosa luta contra o câncer.

No entanto, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, conversou com o Rotten Tomatoes e explicou como o novo filme vai lidar com a ausência do astro.

“Nossos planos se resumem a continuar o legado de Chad e de Wakanda e continuar com esse enredo de uma maneira muito significativa, respeitosa, esperançosa, divertida e emocionante, o que foi difícil depois de perdermos Chad.”

Ele continuou:

“Sua morte atingiu a todos nós de uma forma extremamente forte e, ao mesmo tempo, atingiu o mundo porque também não sabíamos o que faríamos. Havia todo tipos de perguntas e isso foi assustador. Durante semanas, nossos pensamentos não eram sobre o filme, mas sobre sua família, sua esposa e seu legado, e não há dúvidas de que ele será honrado.”

Confira a entrevista:

No início do ano, Lupíta Nyong’o conversou com o Good Morning America e falou sobre sua expectativa em revisitar o mundo de Wakanda .

Obviamente, muitas mudanças serão necessárias após a morte de Boseman.

No entanto, a intérprete de Nakia também garantiu que o diretor Ryan Coogler preparou estratégias emocionantes para o novo filme.

“[Pantera Negra 2] vai ser bem diferente, é claro, sem o retorno do nosso rei. Mas eu sei que todos nós nos dedicamos a continuar seu legado. Ryan Coogler tem algumas ideias muito, muito empolgantes e estou ansiosa para pôr tudo isso em prática com o resto do elenco.”

Confira:

 [SPOILER]

As filmagens de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ começaram no fim de junho em Atlanta, e o site especializado para produções cinematográficas Production Weekly vazou a sinopse do filme que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Lembremos que o ator mexicano Tenoch Huerta será o Namor.

O filme tem estreia marcada no Brasil para o dia 07 de julho de 2022.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.