O sucesso da Netflix, ‘A Maldição da Residência Hill‘, pode não ter terminado em sua 1ª temporada.
Em entrevista para o HeyUGuys, o ator Oliver Jackson-Cohen revelou que muitas conversas estão acontecendo, mas que não pode oferecer muitos detalhes:
“Há muitas, muitas discussões, mas eu acho que há um sniper em algum da Netflix em algum lugar aí que vai atirar em mim se eu falar alguma coisa.”
Recentemente, Mike Flanagan, o criador da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, voltou a falar sobre o infame final alternativo da série, que traria um final muito menos feliz do que originalmente vimos nas telinas.
“Não parecia com o tipo de coisa que nós queríamos transmitir e foi por isso que nós abandonamos a ideia rapidamente. [O final alternativo] foi parte de conversas muito iniciais, mas nós nunca realmente chegamos a uma conclusão que queríamos desenvolver.”
Caso a série seja renovada, Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.
“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”
O Cartoon Network lançou o primeiro trailer oficial de ‘Steven Universe: O Filme’, baseado na popular e homônima série animada.
Confira:
O pôster traz as figuras centrais de Steven (Zach Callison), Garnet (Estelle), Pérola (Deedee Magno) e Ametista (Michaela Dietz) posando juntos na beira de um penhasco. Atrás deles, uma figura sombria que foi revelada no teaser inicial do longa-metragem.
Segundo o site CBR, a produção será um musical com canções originais de Rebecca Sugar, showrunner criadora da aclamada série. As faixas serão compostas e cantadas também por Chance the Rapper, Estelle, Aimee Mann e outros.
Confira a sinopse oficial:
Steven acredita que sua missão de defender a Terra já acabou, mas quando uma nova ameaça chega a Beach City, ele irá enfrentar o maior desafio de todos.
O show original estreou em 2013 no Cartoon Network e girou em torno do personagem-título e das Crystal Gems Garnet, Ametista e Pérola, todos se unindo para proteger os habitantes da cidade litorânea. As tramas normalmente eram focadas em temas como aceitação, compreensão de si mesmo e autodescoberta.
‘Steven Universe: O Filme’ tem estreia marcada para o dia 02 de setembro, na própria emissora.
O terror independente ‘Ouija Shark’ ganhou seu trailer oficial – e o filme parece ser uma das histórias mais bizarras dos últimos anos.
Confira:
O longa é dirigido por Brett Kelly, com roteiro assinado por David A. Lloyd.
Um grupo de adolescentes invoca um antigo e perigoso tubarão depois de mexer em um tabuleiro de Ouija achado na praia. Um especialista em ocultismo, então, resolve se aventurar no reino do predador para dar um fim a essa invasão de espíritos no nosso mundo.
John Migliore, Peter Whittaker, Zoe Towne, Robin Hodge e Christina Roman fazem parte do elenco.
Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
A nova produção contará com o retorno de Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy e Anya Taylor-Joy. Sarah Paulson, Spencer Treat Clark, Luke Kirby e Adam David Thompson completam o elenco.
A fantasia sombria ‘The Green Knight‘, novo filme arturiano da A24, ganhou sua classificação indicativa oficial.
Segundo a MPAA, o filme será para maiores de idade (R-rated) devido a “violência, insinuações sexuais e nudez gráfica”.
Assista ao trailer:
David Lowery dirige a produção.
A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.
Dev Patel, Alicia Vikander, Joel Edgerton, Barry Keoghan, Sean Harris, Kate Dickie e Ralph Ineson estrelam.
‘The Green Knight’ ainda não tem data de estreia confirmada.
A Marvel e o Disney+ divulgaram um novo vídeo de bastidores de ‘Falcão e o Soldado Invernal’, levando o público a conhecer detalhes sobre a aclamada e adorada série do MCU.
Confira:
Lembrando que o próximo episódio será lançado na sexta-feira (26 de março).
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-Pierre, Don Cheadle, Erin Kellyman, Desmond Chiam e Noah Mills.
O lendário e aclamado diretor James Cameron completa 67 anos de um talento incomparável e de longas-metragens que mudaram a estética do cinema para sempre.
Começando sua carreira com o filme trash‘Piranhas 2: Assassinas Voadoras’, Cameron ascendeu à fama ao comandar o icônico sci-fi‘O Exterminador do Futuro’ e a sequência igualmente ovacionada pelos especialistas, ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’. Pouco depois, calcou uma carreira que lhe rendeu inúmeros prêmios, incluindo três estetuetas do Oscar (Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Montagem) por ‘Titanic’.
Para celebrá-lo, criamos uma singela lista com seus melhores filmes, organizando-os por ordem de lançamento e não em ordem de grandeza ou importância.
Confira:
O EXTERMINADOR DO FUTURO (1984)
O primeiro grande longa-metragem de Cameron foi lançado em 1984 e ficou conhecido mundo afora como ‘O Exterminador do Futuro’. A ação sci-fi, estrelada por Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton, é uma densa crítica às inteligências artificiais e tem como pano de fundo um cenário pós-apocalíptico em que a humanidade é extinta pelo levante das máquinas.
Também ficando responsável pelo roteiro, o filme desafiou todas as expectativas e fez um estrondo de bilheteria, além de ter dado origem a uma série de sequências e obras derivadas – entrando até mesmo para a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para preservação em virtude de sua importância cultural.
ALIENS, O RESGATE (1986)
Se o gênero sci-fi era recebido com certo ceticismo pelos especialistas, foi graças a Cameron ajudou a desconstruir os estereótipos de tais narrativas com o aclamado e irretocável ‘Aliens, o Resgate’. Honrando o legado de Ridley Scott (que dirigira o primeiro filme da franquia, ‘Alien – O 8º Passageiro’), o realizador chocou a tradicionalista mentalidade crítica, conquistando nada menos que sete indicações aos prêmios da Academia.
Mesmo esnobado na categoria de Melhor Filme, Sigourney Weaver, que retornou em seu papel como Ripley, foi condecorada com uma nomeação para Melhor Atriz, consequência de uma performance estonteante, memorável e bastante profunda. Eventualmente levando para casa os prêmios de Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais, Cameron fez uma declaração bem explícita e mostrou que a ficção científica merecia tanto reconhecimento quanto qualquer outro gênero.
O EXTERMINADOR DO FUTURO 2: O JULGAMENTO FINAL (1991)
São poucas as sequências que conseguem manter o nível do filme original – e, felizmente, ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’ faz parte desse seleto grupo. Trazendo Cameron de volta à direção e o roteiro, o segundo capítulo da franquia foi lançado em 1991 e girou em torno do jovem John Connor, chave para a vitória da humanidade contra a rebelião de robôs do futuro. Entretanto, as coisas mudam drasticamente de tom quando ele vira alvo de T-1000, um exterminador metamorfo que foi enviado ao passado para matá-lo.
Aclamado pela crítica, o filme também fez um sucesso gigantesco na bilheteria e arrecadou US$520 milhões ao redor do mundo (a maior do ano em que foi lançado). Além disso, conquistou inúmeros prêmios, incluindo quatro estatuetas do Oscar.
TITANIC (1997)
‘Titanic’ não é apenas considerado o melhor filme de Cameron, mas também um dos melhores de todos os tempos. O drama romântico tem como escopo a trágica narrativa do transatlântico titular, que naufragou em 1912 após colidir com um icerberg; entretanto, é a competente e apaixonante história de amor entre Jack (Leonardo DiCaprio) e Rose (Kate Winslet) que nos envolve do começo ao fim e salpica essa “cinebiografia” com lágrimas e suspiros.
Quando lançado em 1997, o longa se tornou um clássico instântaneo – sendo ovacionado pela crítica mundial pelas performances, pela direção, pelo roteiro e, principalmente, pelos revolucionários efeitos visuais. Eventualmente, ‘Titanic’ levou para casa 11 estatuetas do Oscar (o mais premiado ao lado de ‘Ben-Hur’ e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’), incluindo Melhor Filme e Melhor Direção, além de permanecer como a obra mais bem-sucedida do cinema até Cameron quebrar o próprio recorde com ‘Avatar’.
AVATAR (2009)
Demorou mais de uma década até Cameron retornar para o mundo da ficção cinematográfica – visto que, desde a massiva estreia de ‘Titanic’, focou essencialmente em produções de documentários. Entretanto, em 2009, o cineasta voltou com um estrondo ao lançar mais uma revolucionária produção: ‘Avatar’.
Ambientado em Pandora, uma lua habitável no sistema estelar de Alpha Centauri, a história mostra o conflito entre a ganância humana e habitantes locais conhecidos como Na’vi. O elenco trouxe inúmeros nomes famosos, incluindo Sam Worthington, Zoë Saldaña, Stephen Lang, Michelle Rodriguez e Sigourney Weaver e, mais uma vez, foi aclamado pelos críticos. Levando três estatuetas do Oscar para casa, a produção carregou o título de mais bem sucedida da história por quase uma década, até ser destronado por ‘Vingadores: Ultimato’ em 2019.
A ação ‘As Agentes 355‘, estrelada por nomes como Jessica Chastain, Lupita Nyong’o e Diane Kruger, prometia ser um dos grandes filmes de 2022 – mas parece que a produção não cumpriu com as expectativas.
No Rotten Tomatoes, o longa amargou meros 23% de aprovação, com nota 4.40/10 baseada em 23 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme “tem um elenco estelar e é conceitualmente progressivo, mas desperdiça tudo em uma história esquecível, contada de um jeito não memorável”.
Confira os principais comentários abaixo:
“Seria melhor, para todos os envolvidos, se esse filme também fosse esquecido” – Polygon.
“Mesmo para os baixos padrões de filmes de ação do começo de janeiro, ‘As Agentes 355’ falha com sua tarefa mais básica: repetitivo e monótono” – Movie Mom.
“O filme é surpreendente – por desperdiçar o tempo do público e, principalmente, por desperdiçar tanto talento” – Kaplan vs. Kaplan.
“Não importa o quão excepcional o elenco é – se o roteiro é preguiçoso” – Kaplan vs. Kaplan.
“Uma trama menos previsível seria o suficiente para fazer deste [filme] um thriller de espionagem especial” – Lyle’s Movie Files.
Lembrando que o filme tem estreia agendada para 20 de janeiro nos cinemas nacionais.
Simon Kinberg, roteirista de ‘X-Men: Fênix Negra‘, é responsável pela direção.
Quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.
Além das cinco protagonistas, o filme também é estrelado por Sebastian Stan (‘Vingadores: Endgame’) e Edgar Ramírez (‘A Garota no Trem’).
A produção executiva é de Richard Hewitt (‘Bohemian Rhapsody’).
O famoso DJ Calvin Harris lançou hoje (27) a dançante e atmosférica colaboração “Potion”, performada pelos vencedores do Grammy Dua Lipa e Young Thug.
Lipa e Harris já haviam trabalhado juntos na ótima “One Kiss”, que mistura dance-pop e tropical house.
A canção veio acompanhada de um videoclipe oficial, que você confere abaixo:
Lembrando que Dua fará um show especial em São Paulo no dia 08 de setembro de 2022, poucos dias antes de viajar para o Rio de Janeiro, onde será headliner do festival Rock in Rio.
A apresentação acontecerá no Distrito Anhembi, no bairro de Santana.
Em 2020, Lipa lançou o álbum ‘Future Nostalgia’, que conta com os singles “Don’t Start Now”, “Physical”, “Break My Heart”, “Hallucinate” e “Levitating”.
A produção foi aclamada pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards e levando o prêmio de Melhor Álbum Vocal Pop para casa.
Além disso, ela lançou outras duas versões da produção, ‘Club Future Nostalgia’ e ‘Future Nostalgia: Moonlight Edition’.
De acordo com o Deadline, as filmagens de ‘Nightbitch’, terror cômico estrelado pela indicada ao Oscar Amy Adams, já começaram.
O longa-metragem está sendo rodado em Los Angeles.
Recentemente, Mary Holland (‘De Volta ao Baile’, ‘Alguém Avisa?’) entrou para o elenco da produção. Entretanto, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
Scoot McNairy (‘Era uma Vez em… Hollywood’) também faz parte do projeto.
Marielle Heller (‘Um Lindo Dia na Vizinhança’) fica responsável pela direção.
A trama segue uma mulher que é forçada a uma rotina caseira criando seu filho recém-nascido nos subúrbios, que lentamente abraça o lado selvagem da maternidade enquanto se torna cada vez mais consciente dos sinais bizarros e inegáveis de que ela possa estar se transformando em um cachorro.
O longa é baseado no livro homônimo de Rachel Yoder, que também assina o roteiro da adaptação.
Adams também entra como produtora ao lado de Megan Ellison e Stacy O’Neil. Yoder é uma das produtoras executivas.
‘Nightbitch‘ deve ser lançado direto no serviço de streaming do Hulu.
A Apple TV+ divulgou um novo vídeo promocional de ‘Tetris’, cinebiografia sobre a criação do clássico jogo homônimo.
O featurette nos leva aos bastidores da produção e apresenta os personagens do longa.
Confira:
Lembrando que a produção chega à plataforma de streaming nesta sexta-feira, 31 de março.
Assista ao trailer:
O filme é dirigido por Jon S. Baird, com roteiro assinado por Noah Pink.
A trama nos leva de volta à era da Guerra Fria para narrar como se desenrolou a verdadeira história da batalha legal de alto risco para garantir os direitos de propriedade intelectual do Tetris.
Taron Egerton estrela. Toby Jones, Nikita Yefremov, Roger Allam, Anthony Boyle, Togo Igawa, Ken Yamamura, Ben Miles, Matthew Marsh e Rick Yune completam o elenco.
O Tetris é um videogame de quebra-cabeças criado pelo engenheiro de software soviético Alexey Pajitnov, em 1984. Com mais de 202 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o jogo se tornou um dos mais vendidos de todos os tempos, estando disponível em mais de 65 plataformas, além de ter influenciado diversos âmbitos da arte – incluindo arquitetura, música e cosplay – e servido como base de diversos estudos que analisam sua complexidade teorética e seus efeitos no cérebro humano (como, por exemplo, o Efeito Tetris).
A Paramount+ Brasil divulgou recentemente o trailer oficial e dublado de ‘O Ouro’, série que gira em torno do maior roubo de ouro da história da Grã Bretanha.
A série tem estreia marcada para o dia 14 de setembro, mesmo dia de lançamento nos Estados Unidos.
Confira:
Roubar o ouro foi só o primeiro passo. A corrida começou! #OOuro nova série, chega 14 de setembro no meu app. pic.twitter.com/rB3aJHUZeJ
A série foi criada e escrita por Neil Forsyth (‘Guilt’).
A trama acompanha o roubo de Brink’s-Mat em 1983, no qual £26 milhões (equivalentes a £93,3 milhões em 2021) em barras de ouro, diamantes e dinheiro foram roubados de um armazém perto do aeroporto de Heathrow, e os eventos consequentes da década seguinte. Na época, esse foi o maior roubo da história e levou a uma série de investigações criminais internacionais.
Hugh Bonneville, Dominic Cooper, Charlotte Spencer, Sean Harris, Jack Lowden e Tom Cullen estrelam.
‘Barbie’ se tornou um dos filmes mais bem-sucedidos e aclamados de 2023 e continua seu enorme sucesso na temporada de premiações.
No nosso Prêmio CinePOP 2024, Margot Robbie foi escolhida como Atriz Favorita por seu aclamado trabalho no longa-metragem com 35% dos votos. Além disso, o longa foi votado como Filme de Comédia Favorito, e Robbie foi votada como Celebridade do Ano.
Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.
A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.
“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”
Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.
Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-Adir, Alexandra Shipp e Marisa Abela.
Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.
Mark Wahlberg e Halle Berry estrelam como super espiões na comédia de ação da Netflix ‘A Liga’, que chega este mês ao catálogo da plataforma de streaming.
Agora, foi divulgado um clipe inédito da produção.
Confira:
O longa-metragem será lançado no próximo dia 16 de agosto.
“Mike (Mark Wahlberg), um trabalhador da construção civil de Nova Jersey, é rapidamente lançado no mundo dos super espiões e agentes secretos quando sua antiga namorada do ensino médio, Roxanne (Halle Berry), volta repentinamente para sua vida e o recruta em uma missão de inteligência dos EUA de alto risco”.
Dirigido por Julian Farino e escrito por Joe Barton e David Guggenheim, ‘The Union’ também conta com Mike Colter, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Jessica De Gouw, Alice Lee e Jackie Earle Haley no elenco.
Quase cem anos depois de sua inauguração, o Oscar permanece como a maior premiação da sétima arte – celebrando e visando condecorar o melhor do cinema.
É claro que, assim como qualquer outra instância artística, é notável como a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas por vezes se deixa levar por fortes campanhas financeiras e é engolfada no costumeiro lobby – dando as estatuetas a títulos controversos ou que, de fato, não mereciam levá-las para casa. Porém, é inegável que boa parte das escolhas dos membros é certeira, ainda mais considerando o legado deixado por inúmeras incursões fílmicas.
Pensando nisso – e aproveitando que a próxima edição do Oscar se aproxima de nós -, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores vencedores da premiação na maior categoria da cerimônia: a de Melhor Filme.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
10. A MALVADA (1950)
Pouco antes de ser rodado, Bette Davis disse com total certeza de que o roteiro de ‘A Malvada’ foi o melhor que havia lido em toda sua carreira – e sua determinação em estrelar como a perigosa e impiedosa Margo Channing era admirável, ainda mais considerando sua decadência cinematográfica na década anterior. Aqui, sua personagem entrou em um mágico atrito com a aspirante a atriz Eve Harrington, uma jovem que se infiltrou no mundo do show biz através de Margo – apenas usando sua influência para depois descartá-la.
9. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)
Há quase uma década, um dos filmes mais aclamados do século XXI, ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, era exibido pela primeira vez no Festival de Telluride e ganhava aplausos e densos elogios da crítica especializada. Estrelado por nomes como Trevante Rhodes, André Holland e Mahershala Ali, a produção foi escrita e dirigida por Barry Jenkins e funciona como uma espécie de semi-biografia de Tarell Alvin McCraney. A história é centrada no jovem Chiron e nas três fases de sua vida (infância, adolescência e idade adulta), explorando temas como sexualidade, identidade, abuso doméstico e traumas.
8. CHICAGO (2002)
‘Chicago’ se tornou o primeiro musical em quase quatro décadas a levar o maior prêmio do Oscar para casa – e não apenas se tornou o título mais premiado daquele ano, como ajudou a reavivar o interesse do público em produções do gênero, alcançando um sucesso crítico e comercial estrondoso. Contando com performances memoráveis de Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Queen Latifah e Richard Gere, a trama é inspirada na peça homônima da Broadway e nos leva para os anos 1920, acompanhando duas mulheres encarceradas cujo maior sonho é o estrelato.
7. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962)
Mais de sessenta anos depois de seu lançamento oficial nos cinemas, ‘Lawrence da Arábia’ permanece como um dos maiores milagres da sétima arte, emergindo como um épico dramático que inspirou inúmeros cineastas – incluindo George Lucas, Martin Scorsese, Stanley Kubrick e Denis Villeneuve, que adotaram diversos aspectos utilizados por David Lean para compor suas próprias obras-primas visuais. A trama acompanha o oficial britânico T.E. Lawrence, que é enviado à Arábia para encontrar o príncipe Faisal e servir de ligação entre árabes e ingleses na luta contra os turcos. Com a ajuda do nativo xerife Ali, Lawrence se rebela contra as ordens de seus superiores e enfrenta uma jornada através do deserto para atacar um porto turco bem protegido.
6. A LISTA DE SCHINDLER (1993)
Considerado por muitos como a obra-prima dramática de Steven Spielberg, ‘A Lista de Schindler’ apresenta uma perspectiva nova e bastante visceral sobre o Holocausto da II Guerra Mundial. Estrelado por Liam Neeson, a trama acompanha o alemão Oskar Schindler, que viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da história, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.
5. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)
Depois de dois filmes impecáveis, ‘O Senhor dos Anéis’ chegou ao fim com um terceiro capítulo épico, emocionante e que honrou a memória de J.R.R. Tolkien da melhor maneira possível. ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira de Peter Jackson – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.
4. CASABLANCA (1942)
Com ‘Casablanca’, o diretor Michael Curtis ousou sair do lugar-comum e afastar-se das investidas fílmicas propagandísticas que visavam criar um panorama otimista em meados da II Guerra Mundial. No longa-metragem, a narrativa toma um rumo inesperado ao insurgir como crítica sociopolítica, visando até mesmo ao debate, mesmo que não tão profundo, do que realmente estava acontecendo em territórios de “terceiro mundo”. E, ao trazer em primeiro plano a história de amor proibida e inviável entre Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman), toda a atmosfera da obra torna-se envolvente do começo ao fim.
3. SEM NOVIDADE NO FRONT (1930)
Há quase cem anos, Lewis Milestone trazia às telonas um ambicioso projeto que tinha como principal ideia escapar das propagandas bélicas que dominavam a Europa em meados dos anos 1930. Encabeçando ‘Sem Novidade no Front’, o cineasta entregou-se de corpo e alma a um filme antiguerra que expôs os horrores do conflito armado e que causou alvoroço nos defensores de tais embates. A trama acompanha grupo de estudantes alemães que é convencido por um professor excessivamente nacionalista a se alistar no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Porém, ao chegarem no campo de batalha, a visão romantizada que tinham é colocada em xeque em meio a tantas mortes e mutilações.
2. O PODEROSO CHEFÃO: PARTE II (1974)
Dois anos depois do legado deixado por ‘O Poderoso Chefão’, Francis Ford Coppola se viu respaldado por uma liberdade criativa bem maior com os executivos da Paramount Pictures para o desenvolvimento de uma inesperada sequência. Com o nascimento de ‘O Poderoso Chefão: Parte II’, o público e a crítica se depararam com mais uma obra-prima cinematográfica que rivalizou com o capítulo predecessor e que, da mesma maneira, sagrou-se como uma das produções mais influentes da história do cinema.
1. O PODEROSO CHEFÃO (1972)
‘O Poderoso Chefão’, primeiro capítulo da trilogia de Coppola, funciona como um épico criminal que conta a história da família Corleone sob o patriarcado Vito Corleone (Marlon Brando), focando essencialmente na tranformação do filho mais novo, Michael (Al Pacino), de relutante forasteiro em um impiedoso chefe da máfia. Contando com um elenco estelar, que também incluiu James Caan, Richard Castellano, Robert Duvall, Sterling Hayden, John Marley, Diane Keaton e Richard Conte, o filme se tornou um sucesso de crítica e de público e ditou as regras do gênero gângster.
‘Echo Valley’, novo suspense estrelado pela vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre, Alice’) e pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Imaculada’), chega esta semana à Apple TV+.
O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 13 de junho.
O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.
Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.
Domhnall Gleeson, Kyle MacLachlan, Fiona Shaw, Edmund Donovan e Rebecca Creskoff completam o elenco.
Noah Baumbach tem uma visão bastante singular sobre o mundo – e utiliza a complexidade do ser humano como força-motriz de histórias de amadurecimento e de perseverança, por mais minimalistas que sejam. Responsável por produções como ‘Margot e o Casamento’, ‘Frances Ha’, ‘Ruído Branco’ e ‘História de um Casamento’, Baumbach frequentemente trabalha com a esposa, Greta Gerwig, e une comédia e drama para retratar os altos e baixos da própria existência. Agora, o cineasta está de volta com um ambicioso projeto intitulado ‘Jay Kelly’ – uma dramédia estrelada por George Clooney e Adam Sandler que aposta na metalinguagem para pontuações filosóficas e sociais.
Na trama, Clooney interpreta o popular ator titular, Jay Kelly, que ascendeu ao estrelato de maneira meteórica e é conhecido mundo afora. Após terminar as filmagens de seu último projeto, Jay começa a refletir sobre a vida e sobre seu relacionamento com as filhas, acreditando ter perdido boa parte da infância e da adolescência das meninas em prol das burocracias e dos comprometimentos exigidos pela vida hollywoodiana. E, nas duas semanas de folga que conseguiu antes de rodar o próximo longa, Jay decide deixar tudo para trás para encontrar a caçula, Daisy (Grace Edwards), em sua viagem para a Europa ao lado dos amigos, levando sua equipe em uma inofensiva jornada de redescoberta.
Em mais de duas horas, Baumbach navega por sátiras sutis que não criticam apenas a predatória atmosfera da indústria cinematográfica, mas a impalpabilidade da fama em detrimento da humanidade. Responsável pelo roteiro ao lado de Emily Mortimer, que interpreta Candy no projeto, o realizador transforma Jay Kelly em um encontro entre as icônicas e inalcançáveis estrelas de cinema da Era de Ouro de Hollywood, como Clark Gable e Humphrey Bogart, mas nos convida aos bastidores das manchetes e dos holofotes ao levar o protagonista em uma tentativa de recuperar as glórias de um passado no anonimato – colocando-o em xeque constante com as escolhas que fez e os arrependimentos que carrega.
De certa maneira, a ambientação do filme é carregada com uma melancolia permanente que guia não só Jay, mas os outros personagens – afinal, cada um é engolfado nesse impulso existencial que cruza os oceanos. Temos Ron (Adam Sandler), assessor de Jay, que tenta convencê-lo a focar em suas responsabilidades, mas cede aos caprichos do cliente e procura encontrar um meio-termo entre seus desejos e o que é imprescindível; Liz (Laura Dern), publicista do astro e movida por um senso corporativista metódico que entra em conflito com questões não resolvidas com seu ex-noivo, Ron, que abandonou aos pés da Torre Eiffel; e até mesmo Daisy, que se sente invadida pelo comportamento impetuoso do pai, que a encontra através de faturas de cartão de crédito.
O tema principal do filme, e que reflete o apreço de Baumbach por questões existencialistas, já nos é apresentada no letreiro que precede a primeira cena do projeto – uma frase de Sylvia Plath que discorre sobre o desafio de interpretar a si mesmo. Jay funciona como materialização dessa declaração ao não saber mais quem é, deixando se levar pela necessidade de provar e de imortalizar personagens, que o vão destituindo de sua própria essência até o epifânico momento em que decide ir atrás da filha. Destrinchando-se nas subtramas que acompanham os coadjuvantes, os aspectos filosóficos ganham espaço de forma singela e, apesar de se manterem numa superficialidade cômoda, funcional.
Enquanto a relação entre sua vida pessoal e profissional se torna mais intrincada, seja pela fotografia ambígua de Linus Sandgren ou pela cândida trilha sonora de Nicholas Britell, o destaque destina-se aos atores: Clooney diverte-se ao interpretar Jay Kelly, talvez trazendo experiências próprias para compor o arco tour-de-force que o acompanha até o encerramento do longa; Sandler volta a nos encantar com seus meandros dramáticos, entregando um dos papéis mais sólidos de sua carreira; e Dern retoma colaboração com Baumbach em uma rendição que ecoa seu trabalho em ‘História de um Casamento’. Billy Crudup também dá as caras como Tim, ex-colega de Jay que acusa o astro de ter usurpado tudo o que deveria ter ao roubar um importante papel – e que dá início à jornada de rendição do protagonista.
Ainda que ‘Jay Kelly’ seja um dos filmes mais honestos de Noah Baumbach, ele não é livre de erros – e, em determinado momento, percebemos que a longa duração do projeto não é justificada, valendo-se de limitações impostas pela narrativa em si e por repetições que tentam ser mascaradas pela mesma sutileza empregada na construção dos personagens. Entretanto, o resultado é aprazível o suficiente para nos comover e para nos satisfazer em sua completude – deixando que o elenco brilhe e nos guie nessa trajetória.
A divulgação de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, longa que inaugura o aguardado novo ciclo do herói no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), ganhou força total nesta semana com a CinemaCon 2026.
O CinePOP está in loco em um dos maiores eventos cinematográficos do ano e, agora, nosso editor-chefe Renato Marafon traz a você banners inéditos da nova aventura estrelada por Tom Holland.
Confira:
Lembrando que embora a trama prometa ser emocionalmente densa, o astro revelou em entrevista à revista GQ que o filme recebeu ajustes para resgatar a leveza característica do personagem.
Segundo Holland, o processo de regravações e revisões de roteiro serviu para “polir” o que já estava sólido, trazendo mais camadas de comédia e aprofundando as motivações do vilão desta edição.
“Posso afirmar que as coisas que estamos fazendo, não precisamos”, explicou o ator. “[‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’] funciona e brilha como é. Estamos apenas adicionando algumas camadas no bolo, em certas áreas. Estamos encontrando formas de acrescentar um pouco mais de humor. Estamos esquadrinhando o arco do vilão de uma maneira nova e algumas coisas bem divertidas”.
Sob a direção de Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa.
A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.
Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.
De acordo com o Comic Book, o roteirista Tom King vai dar início ao roteiro de ‘Novos Deuses‘, da Warner Bros., logo após o término da San Diego Comic Con.
A aguardada adaptação da DC irá explorar cantos invisíveis do cosmos, acompanhando Darkseid, Orion, e a Grande Barda.
Apesar da pouca experiência escrevendo roteiros, King foi vencedor do Prêmio Eisner por seu trabalho no quadrinho ‘Senhor Milagre‘, personagem integrante da maioria dos arcos envolvendo os ‘Novos Deuses’.
Para quem não conhece, Senhor Milagre é o alter-ego de Scott Free, marido da Grande Barda. Ambos estão diretamente ligados aos Novos Deuses e à guerra entre Apokolips e Nova Gênese.
Rumores indicam que o casal de heróis será protagonista do filme, o que se encaixa com as declarações da diretora Ava DuVernay, dizendo que a Grande Barda é sua personagem favorita.
Por enquanto, maiores detalhes não foram divulgados e ainda não há previsão de estreia para a adaptação.
Lembrando que pouco tempo depois de ter anunciado que iria co-escrever o roteiro de ‘Os Novos Deuses’ ao lado de Ava DuVernay, Tom King divulgou alguns quadros do storyboard do novo projeto da DC.
Confira:
Heading out to SDCC followed by some time in LA to work on New Gods. Longest I’ve ever been away from the family. pic.twitter.com/73vuqSw5lE
“Saindo para a SDCC depois de ter trabalhado um pouco em ‘Novos Deuses’. Maior tempo que já fiquei longe da minha família”, diz a postagem.
King, antes de assinar um contrato exclusivo com a DC Comics, escreveu a aclamada série de quadrinhos ‘The Vision’ para a Marvel; atualmente, ele é responsável pelas novas histórias de ‘Batman’ e já ganhou diversos prêmios Eisner.
Jesse Eisenberg foi alvo de críticas e elogios quando deu vida a Lex Luthor em ‘Batman vs Superman‘, mas o que ninguém sabia é que o astro teve apenas 90 minutos para ler o roteiro completo antes de participar das audições.
Durante uma entrevista para o Konbini, Eisenberg revelou que não estava entre os favoritos ao papel e foi chamado às pressas para fazer o teste.
“O roteiro escrito por Chris Terrio foi um dos mais densos que já li… Eu achei que iria receber um aperto de mão, um agradecimento e não voltaria mais, porque me deram apenas 90 minutos para ler o roteiro antes das audições. Eu estava imerso na leitura e não me importei com o tempo, eu só queria continuar lendo. Eu nunca tinha visto tantas referências literárias e filosóficas em um filme de heróis.”
Depois disso, Eisenberg revelou que foi escolhido para o papel por conta de sua paixão pelo roteiro, já que os outros candidatos acharam a história um tanto confusa.
“Eu fiquei muito impressionado com a inteligência e a sagacidade de Lex. Eu tentei expor isso ao máximo, e acho que foi assim que me escolheram. Lembro quando disseram que nenhum outro candidato tinha mergulhado na história como eu.”
Confira a entrevista:
Infelizmente, o astro só voltou a interpretar o vilão em uma curta cena pós-créditos de ‘Liga da Justiça’.
Antes do universo compartilhado da DC falhar, diversos fãs perguntaram quando o astro voltaria ao papel, mas será que ele ainda estaria interessado?
Durante uma entre entrevista para o canal In The Panda, Eisenberg foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:
“Ah, mas é claro! Eu adoraria, porque ele é um personagem tão legal. Interpretar um vilão em um filme de super-heróis é a parte mais divertida. Os mocinhos são bons, mas o vilão é a alma do filme, é o que dá graça á história. O herói geralmente consegue sobreviver, mas o vilão tem todas as frases engraçadas, pelo menos no meu caso.”
Confira, a partir dos 16 minutos:
Diferente de Eisenberg, Ben Affleck desistiu de interpretar o Batman e revelou a GQ que teve uma péssima experiência em ‘Liga da Justiça‘ depois que Zack Snyder foi afastado da produção.
“Infelizmente, a produção de ‘Liga da Justiça‘ foi marcada por uma tragédia pessoal quando a filha de Zack [Synder] faleceu. Depois disso houve uma série de barreiras, sabe? Um problema atrás do outro e isso é desanimador.”
Affleck disse que estava empolgado para dar o seu melhor em ‘Batman vs Superman‘, e o mesmo não aconteceu em ‘Liga da Justiça‘ porque ele não se sentia motivado.
Para completar, o astro disse que essa foi a principal razão para pendurar a capa.
“Me perguntaram se eu gostaria de dirigir e estrelar um filme solo do Batman e eu até topei, mas depois de um tempo eu havia perdido o entusiasmo e a paixão por essa coisa toda… Achei que estava na hora de passar a ideia para alguém que estivesse mais compromissado. Estava claro que eu deveria seguir em frente. Mas ainda carrego ótimas lembranças, principalmente de ‘Batman vs Superman‘.”
Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Embora os detalhes sobre a trama de ‘Viúva Negra‘ permaneçam em segredo, sabemos que o passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) será mais explorado na adaptação.
E o mais interessante é que sua versão mais jovem será vivida por Ever Anderson, a filha mais velha de Milla Jovovich (‘Resident Evil’).
Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, a estrela comentou sobre a carreira de Ever e como ela é fã da Marvel Studios.
“Nós a chamamos de Bebê Viúva”, brincou ela. “Ela muito fã dos filmes da Marvel. E ela tem um talento incrível e natural, sabe? Foi maravilhosos acompanhá-la nos bastidores. As pessoas choraram assistindo suas cenas. Acho que os fãs vão ficar muito, muito impressionados quando a virem no filme.”
Ela continuou:
“Quando ela foi escalada como a versão mais nova de Natasha, eu fiquei meio apavorada por um lado, porque sei como essa indústria é difícil. Mas estou muito feliz porque sinto que minha filha encontrou sua paixão e está muito focada nisso desde os cinco anos de idade. Ela cresceu nos sets de filmagens e acho que não haveria escolha melhor para ela.”
Anteriormente, o livro ‘Black Widow: The Official Movie Special Book‘ já havia indicado que o início do filme vai mostrar Natasha crescendo na companhia doa Guardião Vermelho (David Harbour) e da personagem de Rachel Weisz.
Então tudo indica que veremos ela se transformando em uma assassina profissional desde a infância.
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de Maio de 2021.
Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.
A adaptação live-action de ‘Cruella‘ foi bastante elogiada pela originalidade do roteiro, dando à personagem uma origem completamente satisfatória conduzida pela atuação de Emma Stone.
E a Disney ficou tão satisfeita com a recepção do longa, que já está desenvolvendo a sequência com o retorno do roteirista Tony McNamara e do diretor Craig Gillespie.
Durante uma entrevista para o Comic Book, Gillespie adiantou que o novo filme vai mostrar a personagem começando a se transformar naquela vilã que o público conheceu em ‘101 Dálmatas‘.
“Existem várias conversas sobre como será a sequência. Onde este mundo nos leva agora, sabe? Antes de mergulharmos fundo, ainda estamos naquela fase de explorar o que pode dar certo ou não […] Mas o que eu mais gostei no filme é que se torna cada vez menos Estella, ela vai se afastando de quem ela era, até se entregar àquela personalidade que conhecemos como Cruella.”
Ele continuou:
“Agora ela tem que viver de acordo com essa personalidade pública, mesmo estando em conflito consigo mesma, o que eu acho muito interessante. Ela está numa área cinzenta, mas vai se transformar naquela vilã de ‘101 Dálmatas’, sem dúvidas… Mas como ela se deixará ser levada pelo lado sombrio? Na minha mente, é disso que se trata o novo filme.”
Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233,3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.
E aí, você está animado para a sequência?
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.
Assista:
‘Cruella‘ conquistou US$ 219,5 milhões pelo mundo e recebeu 74% de aprovação da crítica especializada.
Por outro lado, é o live-action da Disney com a melhor aceitação do público, alcançando 97% de avaliações positivas.
Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.
“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou.
De acordo com a Variety, a HBO Max contratou Beth Schwartz como showrunner de ‘Dead Boy Detectives‘, baseada na série de quadrinhos homônima de Neil Gaiman.
Para quem não conhece, Schwartz foi showrunner das duas últimas temporadas de ‘Arrow‘ e co-showrunner de ‘Sweet Tooth‘, da Netflix.
Em , ela vai dividir a função com Steve Yockey, que também será um dos produtores executivos.
Yockey também é produtor da série ‘The Flight Attendant‘.
Lembrando que a HBO Max encomendou uma primeira temporada com oito episódios e irá produzir o que se descreve como “uma série vintage de detetives – mas mais obscura e bizarra”.
Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o estreante George Rexstrew serão os protagonistas.
Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente
Revri, Nelson e Rexstrew
Para quem não conhece, a trama acompanha os fantasmas dos adolescentes Charles Rowland e Edwin Paine, que foram assassinados e optaram por fugirem do além para permanecerem na Terra como investigadores de crimes sobrenaturais.
Eles foram introduzidos pela primeira vez nos quadrinhos da série ‘Sandman‘ e, mais tarde, ganharam sua própria HQ com o selo Vertigo, da DC Comics.
Além do trio, a série também vai contar com Alexander Calvert (‘Supernatural’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.
O roteiro da adaptação está sendo escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).
Lançado recentemente, o pôster de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ gerou críticas entre os fãs por conta da falta de criatividade da imagem, que reúne os membros da equipe.
Mas, parece que o material incomodou até mesmo Karen Gillan, intérprete da Nebulosa.
Na imagem, ela aparece fazendo uma estranha pose, da qual não se sabe se ela estava tentando sensualizar ou parecer descontraída.
Através de um vídeo do Tik Tok, Gillan fez piadas sobre si mesma enquanto admitia seu arrependimento em relação à pose:
“Ok, alguém aí poderia me dizer onde eu estava com a cabeça quando decidi posar assim em um pôster internacional e mundial que permanecerá para sempre. Lembro-me de fazer essa pose e pensar: ‘Acho que estou bem legal assim’. Portanto, assumo total responsabilidade por esta escolha.”
Ela continuou:
“Mas, meu Deus, eu estava me apoiando em que? O que meu cotovelo está fazendo? Não, eu sei que não está nada bom, não é? Talvez eu faça isso em alguns tapetes vermelhos, vamos ver se dá certo. Pode se tornar algo novo, como quando os homens sempre verificam suas abotoaduras, talvez as mulheres comecem a posar se inspirando em mim. Provavelmente não. Eu encarei isso por tanto tempo, eu estava tipo ‘Oh, talvez eu esteja pegando uma arma para tirar e lutar contra alguém’. E então eu lembrei que eu não estou usando coldre ou qualquer coisa que carregue uma arma, então também não é isso. Você verá aquela pose novamente em algum lugar, quando menos esperar. Eu vou fazer isso viralizar.”
Lembrando que a sequência chega aos cinemas em 05 de maio deste ano.
Confira o trailer:
“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”
E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?
O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.
Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos
Há algumas semanas, a indústria cinematográfica foi pega de surpresa com o cancelamento da adaptação live-action de ‘Coyote vs. Acme‘, estrelada por John Cena (‘Velozes e Furiosos 9’).
A decisão foi recebida com muitas críticas, tanto por parte da indústria quanto por fãs que simplesmente queriam ver o filme.
Pouco depois, foi relatado que a Warner Bros. consideraria vender o filme para outras distribuidoras ou plataformas de streaming em vez de descartá-lo. Pelo visto, o estúdio quer pelo menos US$ 70 milhões ou mais para cobrir o orçamento real de produção.
E, de acordo com o Comic Book, tanto a Netflix quanto a Paramount fizeram propostas para a aquisição, com a segunda prometendo um lançamento nos cinemas como parte do acordo.
Foi dito que Apple, Sony e Amazon também teriam visto o filme, mas os executivos da Sony e da Apple não tiveram interesse na aquisição, enquanto os da Amazon estariam “meditando” sobre a possível compra.
Recentemente, o diretor Dave Green recorreu às redes sociais para expressar sua consternação com o cancelamento de seu filme.
Embora o longa estivesse concluído, a Warner Bros optou por arquivá-lo em troca de um crédito fiscal no valor de US$ 30 milhões, oferecidos pelo governo.
Ao contrário de ‘Batgirl’, que enfrentou o mesmo destino, ‘Coyote vs. Acme’ estava originalmente programado para ser lançado no HBO Max. No entanto, ao contrário do filme da heroína, a produção tinha um grande apelo popular, recebendo críticas positivas de todos que tiveram a oportunidade de assisti-lo.
Relembre o comunicado de Green sobre o cancelamento:
“Por três anos, tive a sorte de fazer um filme sobre Wile E. Coyote, o personagem mais persistente, apaixonado e resiliente de todos os tempos“, escreveu Green. “Estava cercado por uma equipe brilhante, que dedicou suas almas a este projeto por anos. Todos estávamos determinados a honrar os legados desses personagens históricos e realmente fazê-los certos. Ao longo da jornada, fomos acolhidos por audiências de teste que nos recompensaram com pontuações fantásticas. Estou além de orgulhoso do produto final e além de devastado pela decisão da WB. Mas, no espírito de Wile E. Coyote, resiliência e persistência ganham o dia.”
O compositor Steven Price também se manifestou, compartilhando um vídeo no Twitter que apresentava uma performance coral temática do Papa-Léguas:
Had a lot of fun scoring Coyote Vs Acme. As no-one will be able to hear it now, due to bizarre anti-art studio financial shenanigans I will never understand, here is a bit of behind the scenes footage of our “Meep Meep” Roadrunner choir, with apologies to Tchaikovsky… pic.twitter.com/HL7h00rXpp
“Me diverti muito criando a trilha sonora para Coyote Vs Acme. Como ninguém mais poderá ouvi-la agora, devido a estranhas e inexplicáveis manobras financeiras anti-arte de estúdio que eu nunca entenderei, aqui está um pouco dos bastidores de nossa ‘Meep Meep’ Roadrunner choir, com desculpas a Tchaikovsky…” desabafou Steven Price.
‘Coyote vs. Acme’ foi dirigido por Green a partir de um roteiro escrito por Samy Burch e uma história concebida por James Gunn, Jeremy Slater e Burch. A narrativa foi, segundo relatos, parcialmente inspirada por um artigo do The New Yorker, escrito por Ian Frazier em 1990.
O filme centrava-se no personagem Looney Tunes, Wile E. Coyote, que finalmente decide processar a Acme Corporation após anos lidando com produtos defeituosos que o feriam constantemente e o impediam de capturar o Papa-Léguas. O elenco incluía John Cena como o chefe da Acme, Will Forte como o advogado de Wile E. Coyote, e Lana Condor em um papel não revelado.
Série de desenho dos anos 40 moveu toda a indústria da animação
No episódio piloto do seriado Superman & Lois tem um momento em que o herói de Krypton interage com um adolescente que ele acabou de salvar. Na ocasião o jovem elogia seu traje, com um visual clássico mas com um escudo que mistura o S vermelho com um pentágono de cor preta – apesar de semelhante ao visto pelo velho Clark em Reino do Amanhã não é o mesmo. Esta é a versão da animação da Fleischer Studios.
Em meados da primeira metade do século XX a indústria do entretenimento que mais crescia era, sem dúvidas, o cinema. Em 1927 a produção O Cantor de Jazz trouxe o som gravado junto da película pela primeira vez, a empresa Technicolor começou a implantar um novo sistema de colorização de filmes a partir de 1924 para rivalizar com a britânica Kinemacolor e em 1937 Walt Disney mudou o cinema com Branca de Neve e os Sete Anões.
Esse foi o primeiro longa animado do estúdio mas não sua primeira empreitada no terreno da animação, visto que em 1928 foi lançado o curta O Vapor Willie no qual a presença de Mickey Mouse foi popularizada (ainda que não tenha sido sua estreia em uma animação). Entretanto, no caso de Branca de Neve e os Sete Anões, o estúdio atingiu um outro patamar no quesito animação.
Episódio piloto fez referência ao uniforme criado pela série animada da Fleischer
Na ficha do longa assinada por J.B. Kaufman e publicada pela Biblioteca do Congresso, redigida para o programa de Preservação Nacional de Filmes, é apontado quais foram as inovações apresentadas pela obra da Disney. “Como a maior parte dos ‘primeiros’ celebrados, não foi de fato a primeira produção animada. Porém é justo dizer que nenhuma produção anterior apresentou toda gama de animação técnica que Branca de Neve mostrou, ou que o combinou com cores tão ricas, uma trilha musical viciante ou com uma história cuidadosamente desenvolvida”.
Dessa forma, no alvorecer da década de 40 a Walt Disney Productions era a grande referência da indústria no quesito animação mas isso não implicava necessariamente em um monopólio; correndo por fora havia uma outra empresa conhecida como Fleischer Studios. Fundada pouco antes da Walt Disney Production, por volta de 1921, a companhia começou com o nome de Inkwell Studios, Inc. em referência a sua série de animações mudas Out of the Inkwell (lançadas entre 1918 e 1929).
Foi essa produção, com todas as inovações técnicas proporcionadas por ela, bem como outros projetos como Popeye e Betty Boop , que conferiu um status de competidora oficial à supremacia da Disney; essa mesma situação atraiu o interesse da Paramount Pictures que, em 1941, incorporou a Fleischer a suas propriedades. No decorrer desse mesmo período os irmãos fundadores da companhia, Max e Dave Fleischer, estavam desenvolvendo seu mais novo projeto: As Viagens de Gulliver. Este seria o segundo longa animado a ser produzido por um estúdio após o feito da Disney e, para a Paramount, essa seria a obra que deveria ultrapassar Branca de Neve e os Sete Anões.
A Fleischer já tinha um nome bem conhecido na indústria por sucessos como Popeye e Betty Boop
Ao mesmo tempo, nesse período, outro fenômeno cultural se espalhava pelo país. Alguns anos antes, por volta de 1938, foi publicado pela então National Periodical Publications a revista Action Comics #1; ela que também é conhecida como a primeira aventura do Superman e a primeira história em quadrinhos com um super-herói. Tamanho foi o sucesso de vendas da edição que a Paramount negociou os direitos de uma adaptação do personagem para uma animação nos cinemas junto à editora.
Importante citar que naquela altura já existia uma adaptação para outra mídia envolvendo o Superman. Em 1940 a estação WOR – AM lançava semanalmente o programa The Adventures of Superman voltado para a transmissão radiofônica; tal show era indiscutivelmente um sucesso de público.
De início a sugestão não foi bem recebida pela Fleischer Studios pois ao mesmo tempo em que eles estavam focados no lançamento de sua próxima produção, eles sabiam que negar o pedido do estúdio não seria algo de bom tom e poderia complicar o relacionamento. Dessa maneira eles pensaram na seguinte tática: eles aceitariam o projeto mas, a cada episódio produzido, eles inflacionariam o orçamento da produção contando que isso desestimularia a Paramount a continuar com a ideia.
“As Viagens de Gulliver” era o projeto que a empresa queria verdadeiramente lançar na época
O custo de produção voltado para cada episódio atingiria os US$ 100.000 (o equivalente em valores hoje a US$ 1.886.442,86) com a justificativa de que para atingir o nível de qualidade exigido pela Paramount seria necessário que um grande montante fosse investido; mesmo que fosse um valor considerado o quádruplo do orçamento padrão para animações na época. Porém a vontade dos irmãos foi contrariada quando a Paramount não recuou perante o assustador orçamento e decidiu negociar com eles.
Ficou decidido então que eles iriam disponibilizar para o primeiro episódio um total de US$ 50.000 e para o resto dos capítulos um total de US$ 30.000; além de um tempo para a produção bem mais amplo do que o normal para a época: sete meses. No tocante a estrutura narrativa ficou decidido que cada episódio seria uma história fechada de no máximo dez minutos que passaria em sessões prévias aos filmes em cartaz nos cinemas, não fugindo muito do conceito de curtas animados que eram bem populares no período.
A concepção de origem do Superman para essa versão, apresentada em menos de um minuto por uma narração em off no início do primeiro episódio, se manteve bem fiel ao que era canônico até então (conforme o que foi apresentado na primeira página da Action Comics #1); Krypton explode, Jor-El envia seu único filho à Terra, a criança é encontrada por um motorista e enviada a um orfanato e então a história se inicia para o ponto em que ela já o Superman.
Em suas primeiras aventuras Superman não podia voar
Assim como nas primeiras histórias assinadas por Jerry Siegel e Joe Shuster a origem do herói não era tão importante quanto contar os feitos dele já adulto, logo naquele primeiro momento haviam muitas lacunas a serem preenchidas sobre sua origem; além de consequentemente repensadas nos anos que viriam.
De qualquer forma, as histórias apresentadas pela Fleischer eram bastante diretas e simples, geralmente apresentando o vilão da vez prestes a cometer algum ato criminoso quando ele é confrontado pelo protagonista e, em certas ocasiões, Lois Lane acabava ficando em perigo e necessitando do auxílio do Superman. Como dito antes, essa narrativa era muito alinhada com o que era proposto pelos quadrinhos da época e a concepção do personagem também; não só em termos de origem como também de poderes, afinal tanto na animação quanto nos quadrinhos ele ainda não voava e dependia de super saltos para alcançar grandes alturas.
O roteiro não foi nem de longe o que tornou essa série animada algo realmente memorável, mas sim seu estilo técnico de animação. Esteticamente a Fleischer se inspirou muito, principalmente para os primeiros nove episódios, no visual dos filmes noir que estavam em alta nas décadas de 30 e 40, apelando bastante para o uso exacerbado de sombras nos cenários (principalmente com o vilão em cena).
O uso de sombra e luz foi bem utilizado pela Fleischer na composição dos cenários para criar um clima noir
No artigo The First Onscreen Superman Was a Gorgeous Series of Animated Shorts o autor Charley Parker aponta sobre o quão diferente foi o estilo visual adotado pela animação. “…Tudo isso é retratado em uma bela e renderizada direção de arte ao estilo cinematográfico dos anos 40, com poças de luz sombrias, silhuetas de figuras, longas sombras contra a parede e sombras nas janelas; uma paleta de cor profunda e rica além de uma incrível vocação para efeitos como arco elétrico, visão de raio-x, humano e maquinário voador, cenas da cidade a noite…”.
Tamanha foi a aceitação com esse visual que, décadas depois, ele serviria de inspiração para compor a também aclamada Batman Animated Series. Com uma duração de 1941 a 1942, a série animada da Fleischer pode não ter alcançado seu objetivo inicial de destronar a Disney mas ela de fato mudou os rumos da indústria de quadrinhos, servindo de inspiração para grandes nomes que viriam a surgir nas décadas posteriores como Frank Miller (que credita a ela a inspiração ao criar O Retorno do Cavaleiro das Trevas) e Alex Ross (cuja a idealização para o visual do Superman tanto no já mencionado Reino do Amanhã quanto em outros trabalhos seus se apoia nessas animações).
The Fleischer Superman Cartoons sem dúvida permanece como não só uma das visões mais clássicas do personagem mas como um dos mais lembrados exemplares da Era de Ouro das animações por suas conquistas e inovações. Da mesma forma que seu herói era capaz de pular edifícios com um só salto a empresa de animação, com um só salto, levou a indústria a novos rumos.
Nia DaCosta, diretora de ‘As Marvels‘, revelou em uma recente entrevista a idade de Kamala Khan durante os eventos que serão retratados no filme do Marvel Studios.
Em uma conversa com a Total Film Magazine, DaCosta confirmou que Kamala terá 16 anos, a mesma idade que a personagem possui em sua estreia no MCU em ‘Ms. Marvel’. Essa informação sugere que os acontecimentos do filme se desenrolarão logo após o que foi apresentado na série.
A cineasta também explicou a dinâmica entre as personagens, destacando a troca de lugares entre elas como uma dimensão intrigante para o filme: “Elas estão todas trocando de lugar. Isso dá toda uma dimensão [para o filme], e também torna muito divertido”, disse DaCosta. “E então você tem a complicação de que duas delas podem voar e são basicamente invulneráveis, e então [há] uma garota de 16 anos que pode fazer luz sólida. Então, como combinamos e mantemos o perigo e as apostas altas com essas três mulheres trocando de lugar? Isso foi tão divertido.”
‘As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.
De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.
No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.
Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.
Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.
A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.
Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
Cole Brings Plenty, conhecido por seu papel na série derivada de ‘Yellowstone’, ‘1923’, faleceu hoje, dia 5 de abril, aos 27 anos.
Segundo informações do Deadline, autoridades foram acionadas por volta das 11h45 da manhã para investigar um veículo abandonado na área da 200ª e Homestead Lane, conforme relatado pelo Escritório do Xerife do Condado de Johnson (Kansas) na sexta-feira.
Após uma busca na região, foi encontrado um homem falecido em uma área arborizada distante do veículo, identificado como Cole Brings Plenty. As autoridades estão conduzindo investigações, com a presença de investigadores de cena do crime e o examinador médico no local. O caso está em andamento.
Brings Plenty havia desaparecido após ser procurado pelo Departamento de Polícia de Lawrence por alegações de violência doméstica. A causa de sua morte ainda não foi divulgada.
O ator era sobrinho da estrela de ‘Yellowstone’, Mo Brings Plenty.
Além de seu papel em ‘1923’, Cole Brings Plenty também participou de outros projetos, como ‘Into the Wild Frontier’ e ‘The Tall Tales of Jim Bridger’.
As investigações sobre a morte de Liam Payne, ex-integrante do One Direction, ganharam um novo capítulo com a possibilidade de mais dois funcionários do hotel CasaSur Palermo serem indiciados.
Segundo o TMZ, o juiz responsável pelo caso está considerando as novas acusações apresentadas na segunda-feira. Tanto a recepcionista, que ligou para o serviço de emergência no dia da morte de Liam, quanto o gerente do hotel podem ser considerados “imputados”ou “pessoas acusadas”.
O juiz determinou que todos os envolvidos no caso sejam interrogados no tribunal no dia 19 de dezembro. Em um documento, o juiz justificou a decisão: “Como há razão suficiente para suspeitar que eles participaram do ato investigado, pedimos que as seguintes pessoas deem seu depoimento”.
A recepcionista do hotel, que ainda trabalha no estabelecimento, fez duas ligações para o serviço de emergência no dia da morte de Liam.
Na primeira ligação, ela informou que um hóspede estava “usando muitas drogas e álcool” e estava “destruindo o quarto inteiro”. Enquanto a segunda ligação, ela expressou preocupação com a vida do hóspede, perguntando se a polícia já estava a caminho.
Além dos dois funcionários do hotel, outras três pessoas estão sendo investigadas: um trabalhador do hotel, o amigo de Payne acusado de abandono e um suposto traficante de drogas.
A investigação liderada pelo promotor Andrés Esteban Madrea revelou a existência de “conduta ilícita” em relação à morte do cantor. A declaração oficial indicou que “três pessoas foram acusadas pelos crimes de abandono de pessoa seguida de morte, fornecimento e facilitação de narcóticos”.
“Desde o início da investigação e em poucos dias, medidas e ações meticulosas e exaustivas foram tomadas para esclarecer as circunstâncias que envolvem a morte do artista”, afirmo a declaração oficial.
“Como resultado das provas reunidas e após a análise dos diversos corpos de provas e dos numerosos anexos documentais e do histórico do caso, a promotora Andrea Madrea acusou formalmente três pessoas, solicitando sua denúncia e detenção em um relatório de 180 páginas apresentado na última sexta-feira ao juiz Bruniard”, afirmou a promotoria.
De acordo com os promotores, um dos acusados, que acompanhava Liam diariamente durante sua estadia em Buenos Aires, foi acusado de abandono de incapaz seguido de morte. Esse indivíduo também foi acusado de fornecer e facilitar o fornecimento de narcóticos.
O segundo réu, um funcionário do hotel, é acusado de fornecer cocaína a Liam Payne durante sua estadia no local. O terceiro acusado também foi responsabilizado por fornecer narcóticos ao cantor pop.
Como parte da investigação, a polícia apreendeu nove celulares, três computadores, dois discos rígidos e um pote de maconha. Além disso, as autoridades realizaram buscas em nove locais, sendo que oito estão relacionados aos três acusados.
O nono local é o quarto alugado por uma das duas mulheres que, segundo relatos, estiveram com Payne algumas horas antes de sua morte.
Segundo informações do The Guardian, Liam Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.
A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.
As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.
O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.
“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.
Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.
“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.
“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.
Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.
A sequência ‘M3GAN 2.0’, da aclamada franquia de terror, chega em breve aos cinemas — e com planos de expandir a saga, muitos fãs especulam sobre a presença de uma cena pós-créditos.
No entanto, de acordo com o Collider, ‘M3GAN 2.0’ não conta com nenhuma cena após os créditos.
A ausência pode desapontar parte do público, mas também pode ser uma estratégia do estúdio para manter o final mais direto, e deixar espaço aberto, de forma mais orgânica, para possíveis continuações.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.
Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.
Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.
Além de Allison Williams e Violet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).
Williams também entra como uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).
A Warner Bros. Discovery (WBD) rejeitou oficialmente a oferta hostil de aquisição apresentada pela Paramount Global, avaliada em US$ 108 bilhões. Em comunicado, o conselho de administração da WBD reiterou que a proposta da Paramount permanece “inferior” ao acordo já firmado com a Netflix, citando riscos financeiros e operacionais significativos.
Com a rejeição, a Paramount, tem agora dois caminhos: elevar a oferta financeira para convencer o conselho ou lançar uma oferta direta aos acionistas para tentar mudar o comando da companhia.
O presidente do conselho da WBD, Samuel A. Di Piazza Jr., foi enfático ao questionar a solidez da proposta da Paramount.
“Após uma avaliação cuidadosa da recente oferta pública de aquisição lançada pela Paramount, o Conselho concluiu que o valor da proposta é inadequado, além de impor riscos e custos significativos aos nossos acionistas”, disse Samuel A. Di Piazza Jr.
“Essa oferta, mais uma vez, não aborda preocupações fundamentais que comunicamos de forma consistente à Paramount ao longo de nosso amplo diálogo e análise de suas seis propostas anteriores. Estamos confiantes de que nossa fusão com a Netflix representa um valor superior e mais seguro para nossos acionistas, e esperamos concretizar os benefícios atraentes dessa combinação”, acrescentou.
“Fechar um acordo é melhor do que apenas fazer um acordo”, afirmou Di Piazza à CNBC, sugerindo que a proposta da Netflix possui um caminho regulatório e financeiro muito mais seguro.
Lembrando que a Netflix fechou um mega acordo para comprar os estúdios da Warner Bros., a HBO e a HBO Max, com um valor de mercado de US$ 82,7bilhões.
O cineasta Gore Verbinski, amplamente conhecido por seu trabalho na direção da franquia ‘Piratas do Caribe’, comentou recentemente sobre o crescente uso da inteligência artificial na indústria audiovisual e os desafios de identificar essa tecnologia nos filmes à medida que ela evolui de forma acelerada.
De acordo com informações da Variety, durante sua participação no Festival de Cinema de Taormina, o diretor foi questionado sobre os impactos da IA no cinema e fez um alerta prático ao afirmar que “Hoje você precisa marcar uma caixa dizendo que nenhum tipo de IA foi usado no seu filme, e isso vai se tornar muito complicado em breve.”
Segundo Verbinski, o debate atual é complexo e vai muito além das discussões recentes, exigindo uma análise histórica das ferramentas digitais.
“Você teria que voltar 20 anos. Tecnicamente, a inteligência artificial já era usada para correção de cor, ferramentas de nitidez e outros processos. Essas tecnologias existem há décadas. Talvez precisemos de um sistema de classificação. Se você usar IA para escrever um roteiro, recebe uma nota F. O que as pessoas mais temem é a falta de transparência. Elas têm medo de não saber o que é real e o que não é”, acrescentou.
Apesar das ressalvas, o cineasta explicou que não se considera um purista e acredita que a questão não deve ser vista apenas em preto e branco. Para ele, há cenários em que o recurso pode ser válido se usado de forma ética.
“Se um cineasta independente não tivesse orçamento para criar uma determinada sequência que fosse essencial para a metáfora emocional da história, eu acho que tudo bem usar IA. Mas é preciso ser absolutamente transparente sobre como ela foi utilizada. Eu jamais a colocaria à frente da narrativa”, destacou.
Por outro lado, outra grande preocupação demonstrada pelo diretor envolve o impacto da automação nos cargos de entrada da indústria e no desenvolvimento de novos talentos de Hollywood.
“A perda do aprendizado prático é uma grande preocupação. Isso está acontecendo em escritórios de advocacia e em diversos setores. Também vai acontecer no cinema”, alertou.
Ele ainda acrescentou que “Acho que o caminho para os jovens cineastas será transformado para sempre. Quanto mais você faz, mais aprende. Vamos ver cada vez mais criadores de conteúdo vindos do YouTube, de curtas-metragens e de narrativas geradas por IA. Quando a indústria começar a procurar esses novos contadores de histórias, será interessante descobrir: estamos contratando alguém realmente talentoso ou alguém que apenas encontrou uma forma de trapacear?”.
Lembrando que seu longa mias recente é ‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’.
A trama acompanha um homem do futuro que volta para a Los Angeles dos dias atuais. Lá, ele visita um restaurante e recruta um grupo aparentemente sem quaisquer conexões de clientes para unirem-se a ele em uma aventura para salvar o mundo.
Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’) é responsável pela direção.
Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’) assina o roteiro.
Sam Rockwell, Haley Lu Richardson, Michael Peña, Zazie Beetz e Juno Temple estrelam o longa-metragem.
É automático, quando se pensa em Denzel Washington, palavras como incrível, assertivo e talentoso vem à mente. Denzel é ator, diretor e produtor, que sempre traz o seu melhor para todos os projetos em que está envolvido.
Ele foi indicado e ganhou vários prêmios de prestígio como Globo de Ouro, Oscar e até mesmo um Tony. Ainda assim, há uma indicação que ele nunca recebeu e os fãs jamais conseguiram entender o porquê disso.
Apesar de colecionar papéis ousados e impressionantes, Washington nunca foi indicado ao BAFTA. A British Academy of Film and Television Arts é uma organização de caridade que, além da cerimônias de premiação, apoia e promove várias formas de arte na televisão, nos jogos e nos filmes do Reino Unido.
Muitos fãs acreditam que Denzel Washington já merecia um BAFTA há anos, mas o anúncio de hoje, que excluiu da premiação sua performance fenomenal em ‘A Tragédia de Macbeth‘, não agradou em nada muitos usuários do Twitter, que ficaram revoltados e soltaram os cachorros.
Confira:
A era da representatividade no Bafta tem funcionado para garantir as presenças de muitos atores e atrizes não-brancos entre os finalistas, mas não serve para Denzel Washington. Oito indicações ao Oscar (ganhou 2), zero ao Bafta. Nem fazendo Shakespeare.
Pro BAFTA o Denzel Washington é simplismente o pior ator do mundo. É bizarro nunca o terem indicado. Nem interpretando Shakespeare eles lhe dão atenção. https://t.co/cg6Zig3u6w
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