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Crítica | Esquadrão Suicida

Quase lá…

Após a repercussão no mínimo duvidosa de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, além obviamente dos números em bilheteria ficarem na margem do esperado, a Warner/DC precisou se mexer para de alguma forma apagar ou empalidecer a má impressão deixada. Nomes sacados e alguns cargos trocados, títulos cancelados, datas modificadas e até mesmo o tom dos trailers de produções futuras ganharam outro norte.

No entanto há algo que o estúdio parece não querer abrir mão e é a tal da liberdade criativa para os cineastas que encabeçam seus projetos, o que à primeira vista é artisticamente bem interessante, mas na prática essa lógica parece não surtir efeito, pois, apesar de estarem no mesmo universo, vemos títulos bem diferentes um dos outros. Pior ainda é quando a empresa resolve meter o bedelho e confundir tudo.

É o caso deste Esquadrão Suicida, um filme que antes mesmo de estrear já havia conquistado um bom número de fãs pelo material de marketing, que mostrava anti-heróis malucos em meio a canções populares e muita ação, despertando assim a curiosidade do público em geral. E se procuram apenas isto, irão realmente achar aqui.

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Escrito e dirigido por David Ayer – que mesmo após ter realizado o premiado Corações de Ferro (2014), tem em seu currículo coisas bocós como Sabotagem (2012) – o longa em questão possui nitidamente uma despretensão temática em relação a outras produções irmãs. Contudo tendo este a função de incrementar informações ao universo que está sendo estabelecido e de também ligar pontos aos demais materiais da franquia, são inseridos (ou muitas vezes jogados) infindáveis elementos que tornam a obra confusa e inchada. Uma colcha de retalhos que, no fim das contas, não sabe muito bem a que veio.

Se encarado como um filme de ação puramente escapista, é possível achar pontos que agradem o tipo de público que aprecia o gênero, até pela linguagem narrativa solta e os personagens carregarem consigo o DNA dos protagonistas brucutus do final dos anos 1980. Ou até mesmo por trazer cenas de ação megalomaníacas (algumas até empolgantes), vilões unidimensionais e um romance bobo pouco desenvolvido. Artifícios batidos, mas que nunca tiraram a diversão dessas produções.

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Porém a intenção de Ayer – ou do estúdio – é algo que vai mais além, já que começam a lidar com figuras simbólicas como Batman e Coringa, ou quando envolvem grandes corporações políticas, além de em segundo plano se arriscar a abordar arcos dramáticos delicados que poderiam ser mais explorados. É tão clara a falta de naturalidade que, para engrossar o caldo, temos frases de efeito que soam desconexas, objetos característicos sem a mínima função e motivações no mínimo estranhas. Sobrando assim gordura em demasia, que vão de tomadas inteiras até diálogos pontuais.

O núcleo de protagonistas, o que na verdade mais interessa por aqui, também é oscilante. Se por um lado temos a presença surtada, incrivelmente sensual e forte de Margot Robbie como Arlequina, por outro vemos Jared Leto entregar um Coringa que em nenhum momento consegue passar a sensação de perigo, ao contrário disso, tudo parece forçado e às vezes até vexatório. E se Will Smith traz carisma para o seu Pistoleiro, Jai Courtney nunca convence na pele do Capitão Bumerangue. O saldo talvez seja positivo devido a Viola Davis trazer peso à figura de Amanda Waller. Mas é só isso.

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O design de produção, apesar de não comprometer, está deveras aquém do aguardado, onde se imaginava trabalharem mais com as luzes em neon mescladas ao cenário, diferente do figurino e o visual dos personagens, quase todos bem acertados – o ponto fora da curva aqui também vai para a conta do Coringa, onde a ideia de ostentação da violência pelas joias e tatuagens jamais funciona. Todavia a trilha sonora aparece em vários andamentos como válvula de escape e confere energia à narrativa, dando melhor ritmo ao longa.

A conclusão é que Esquadrão Suicida ainda não é, nem de longe, o filme que a DC Comics precisa para decolar de vez nos cinemas, mas deve funcionar melhor isoladamente. O tipo de entretenimento feito a toque de caixa e que é de fato esquecível, entretanto pode agradar o público médio e dar esperanças aos fãs que aguardam do estúdio algo mais atrativo no futuro.

‘Dragon Ball Z Kai’ chegará ao catálogo da HBO Max; Veja quando!

Foi anunciado pela HBO Max que ‘Dragon Ball Z Kai‘ vai ficar disponível na plataforma a partir da próxima segunda-feira, 10 de outubro. O anime é uma versão remasterizada e enxuta de ‘Dragon Ball Z‘, cortando algumas cenas, episódios filler e uma certa dose de violência.

Ainda não foi revelado oficialmente quantos capítulos chegarão na próxima semana, pois o lançamento será dividido em duas etapas. Originalmente, ‘Dragon Ball Z Kai‘ teve 159 episódios no Japão e 167 na versão que chegou aos Estados Unidos e Brasil.

Lembrando que a estreia na HBO estava programada anteriormente para julho de 2022. Confira o novo anúncio abaixo:

Vale destacar que ‘Dragon Ball Z Kai‘ foi transmitido no Japão entre 2009 e 2015, indo até a Saga Majin Boo. Tanto o Cartoon Network quanot a Band e a Warner Channel já exibiram o anime.

O anime criado por Akira Toriyama é baseado no mangá de 1984. Com a produção da Toei Animation, a série animada chegou em 1986 e se tornou uma das maiores franquias com sucesso mundial vindo do Japão.

DOA: Vivo ou Morto

 

(DOA: Dead or Alive)

Elenco: Holly Valance, Devon Aoki, Sarah Carter, Natassia Malthe, Matthew Marsden, Jaime Pressly, Eric Roberts.

Direção: Corey YuenGênero: AçãoDistribuidora: Paris FilmesEstreia: 08 de Dezembro de 2006

Sinopse: A história acompanha a luta de quatro guerreiras, que entram em uma competição de luta de vida ou morte em uma ilha.

Curiosidades:
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A Tecmo e a Constantine Film são as responsáveis pela produção ‘de DOA: Dead or Alive’, filme baseado na série de jogos de luta da empresa japonesa (Tecmo).


Cartazes:

 

Fotos:

 

 

Atriz de ‘Orphan Black’ pode estrelar ‘Star Wars 8’

Gina Rodriguez (vencedora do Globo de Ouro por ‘Jane the Virgin’), Tatiana Maslany (indicada ao Globo de Ouro por ‘Orphan Black’) e Olivia Cooke (‘Eu, Você E A Garota Que Vai Morrer’) são as preferidas para interpretar a protagonista feminina de ‘Star Wars: Episódio 8‘. As informações são do The Wrap.

As atrizes estão sendo testadas pelo diretor e roteirista Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’).

O filme, que continuará a saga após os eventos de ‘Star Wars: O Despertar da Força’, teve sua estreia agendada para 26 de maio de 2017 – 40 anos e um dia após o lançamento de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘, em 1977.

‘O Despertar da Força’ ganha featurette e novas fotos

Josh Trank é demitido de spin-off de ‘Star Wars’

Star Wars: Episódio 8‘ teve suas filmagens confirmadas no Reino Unido, nos estúdios Pinewood. A sequência, portanto, continuará a tradição da franquia (mantida desde 1976) de ter seus filmes rodados em Londres.

O chanceler do Tesouro do Reino Unido, George Osborne, anunciou a informação no Twitter. O oitavo capítulo da saga receberá US$ 152 milhões de investimentos e criará três mil empregos no Reino Unido.

Star Wars: O Despertar da Força’, o sétimo capítulo da saga criada por George Lucas, estreia no Brasil em 17 de dezembro de 2015. Já o primeiro spin-off da série, ‘Star Wars: Rogue One‘, chega aos cinemas um ano depois, em 16 de dezembro de 2016.

‘Mulher-Maravilha’: Vídeo do set nos leva a Temíscira

Mulher-Maravilha‘ ganhou um novo vídeo do set, que apresenta Temíscira (terra natal das Amazonas).

O filme traz Gal Gadot como Diana Prince; Connie Nielsen como a Rainha Hipólita; Robin Wright como General Antíope e Lisa Loven Kongsli como a tenente Menalippe.

Assista e confira fotos:

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Crítica 2 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça

 

A estreia acontece em 2 de junho de 2017.

Saiba com qual vilão a Mulher-Maravilha vai lutar em ‘Batman vs Superman’ 

Conheça a história de origem da Mulher-Maravilha em ‘Batman v Superman’

Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor, e seu contrato inclui uma cláusula para possíveis sequências. Com a confirmação, o ator não deve estrelar o reboot de ‘Lanterna Verde, conforme especulado no último mês. Um boato muito louco afirma que seu personagemSteve Trevor, pode se transformar em um membro da Tropa dos Lanternas Verdes. Será?

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

‘Mulher-Maravilha’ terá seis uniformes diferentes em filme solo

Gal Gadot fala sobre a Mulher-Maravilha e seus poderes

A produção do filme ficará a cargo de Zack Snyder, Charles Roven e Deborah Snyder.

 

 

‘Procurando Dory’ passa ‘Capitão América 3’ como maior bilheteria de 2016

Procurando Dory‘ estreou nas bilheterias norte-americanas quebrando recordes, e continua surpreendendo.

Em apenas três semanas, o filme ultrapassou a incrível barreira dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o filme já soma US$ 408,5 milhões nos EUA e se tornou a maior bilheteria de 2016, ultrapassando o arrecadado ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$406 milhões).

‘Procurando Dory’ tem maior estreia da história para uma animação no Brasil 

Confira as 10 maiores bilheterias de 2016 nos EUA:

2. Procurando Dory – US$ 408,5 milhões
1. Capitão América: Guerra Civil – US$ 406 milhões
3. Deadpool – US$ 363 milhões
4. Mogli – O Menino Lobo – US$ 359 milhões
5. Zootopia – US$ 340 milhões
6. Batman vs Superman – US$ 330 milhões
7. X-Men: Apocalipse – US$ 153 milhões
8. Kung Fu Panda 3 – US$ 143 milhões
9. Angry Birds – US$ 105 milhões
10. Um Espião e Meio – US$ 102 milhões

 

Crítica | Procurando Dory 

 

Revelada a cena pós-créditos de ‘Procurando Dory’ 

Ellen DeGeneres revela detalhes de ‘Procurando Dory’ e dá bronca nos pais

‘Procurando Dory’, ‘Toy Story 4’… Conheça os próximos filmes da Disney/Pixar! 

Procurando Dory‘ reúne o favorito de todos, o esquecido peixinho tang azul Dory, com seus amigos Nemo e Marlin em uma busca por respostas sobre o seu passado. O que ela consegue se lembrar? Quem são seus pais? E onde ela aprendeu a falar Baleiês?

Mc Catra e Victor Meyniel no primeiro trailer de ‘Internet – O Filme’

Na pele de um produtor de elenco, responsável pelo casting do filme “pra Internet”, Mc Catra estrela o primeiro vídeo teaser do longa ‘Internet – O Filme‘, que está sendo rodado na capital paulista. Sob direção de Fillipo Capuzzi Lapietra, Catra protagoniza a cena ao lado do youtuber Victor Meyniel.

Com um booking na mãos e o discurso de desconfiança a cada página, Mr. Catra determina os rumos da seleção de elenco, a partir dos vários youtubers que aparecem como sugestão.

Assista:

Com roteiro de Rafinha Bastos, Dani Garuti e Mirna Nogueira, o longa-metragem tem estreia prevista para o início de 2017.

Internet – O Filme’ traz às telas do cinema a espontaneidade das redes sociais, com suas principais estrelas. Em 8 esquetes, a comédia apresenta diferentes tramas que dialogam com situações recorrentes do dia a dia. A partir de um encontro em uma convenção de youtubers, os personagens vivenciam momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama.

O elenco reúne os principais influenciadores digitais do Brasil, como Nakada, Teddy, Gusta, Cocielo, Pathy dos Reis, além de Felipe Castanhari, Rafinha Bastos, Cauê Moura, entre outros.

Alexandria e Hilltop conhecem o Reino em novo vídeo da 2ª parte de ‘The Walking Dead’

Com retorno marcado para o domingo, 12 de fevereiro, a AMC liberou o primeiro clipe do retorno de ‘The Walking Dead’.

Nele, Jesus apresenta o Reino.

Assista:

 

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

Uau! Trailer de ‘It – A Coisa’ se torna o mais assistido da história do cinema

Com nada menos que 197 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, o trailer de ‘It – A Coisa‘ bateu o recorde que até então pertencia ao primeiro trailer de ‘Velozes e Furiosos 8‘, com 139 milhões, como o trailer vai visto da história.

E em 36 horas, o vídeo do terror já chegou a nada menos que 246 milhões de visualizações.

De fato, o trailer ficou realmente incrível.  A gente aqui mesmo no CinePOP perdeu as contas de quantas vezes o trailer foi visto, revisto, visto, revisto.

Nova imagem de ‘It – A Coisa’ traz ator de ‘Stranger Things’

‘It – A Coisa’ será parecido com ‘Stranger Things’, afirma produtor

A Coisa – Parte 1‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Andrés Muschietti (‘Mama’) dirige. Após o sucesso de ‘Deadpool‘, o terror também será R-Rated (para maiores de 17 anos) – saiba mais!

Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaçoSkarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.

O novo elenco ainda conta com Jaeden Lieberher (‘Midnight Special’), Finn Wolfhard (‘Stranger Things’), Jack Grazer (‘Contos do Halloween’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’) e Chosen Jacobs (Hawaii Five-0).

‘A Torre Negra’: Novo vídeo traz Stephen King comentando sobre o filme

A Sony Pictures liberou o mais novo vídeo de ‘A Torre Negra.

Nele, Stephen King, Idris ElbaMatthew McConaughey comentam mais detalhes sobre o filme.

Confira:

O dinamarquês Nikolaj Arcel (‘O Amante da Rainha’) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

A trama acompanha a jornada do pistoleiro Roland Deschain através do Mundo Médio e outros para frustrar o objetivo do Rei Carmim de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

Lembrando que a estreia está marcada para 4 de agosto.

Assista ao trailer:

 

 

‘Além da Morte: Kiefer Sutherland no comercial do remake de ‘Linha Mortal’

O remake de Linha Mortal ganhou um novo comercial. E o vídeo traz um personagem antigo para o remake da produção.

Kiefer Sutherland, que estrelou o filme original, retorna com o seu mesmo papel para a produção.

A estreia de Além da Morte‘ nos EUA acontece dia 29 de setembro, de 19 de Outubro no Brasil.

Confira, com fotos e cartazes:

 

O elenco conta com Kiefer Sutherland (que também estrelou o original), Nina Dobrev (da série ‘The Vampire Diaries’), Ellen Page (‘Freeheld’) e Diego Luna (‘Star Wars: Rogue One’, ‘E Sua Mãe Também’).

O original foi estrelado por Julia Roberts, Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, William Baldwin e Oliver Platt.

Page vive a mesma personagem de Julia Roberts no original. Os personagens de Luna e Dobrev não foram divulgados. Com relação a Kiefer, ele irá interpretar um médico, muito possivelmente, assim, o mesmo personagem da produção original.

O dinamarquês Niels Arden Oplev dirige. Oplev realizou em 2009 ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres‘, filme sueco baseado no romance homônimo de Stieg Larsson, que bateu recordes de bilheteira na Europa, arrecadando mais de US$ 100 milhões – e ganhou um remake norte-americano dirigido por David Fincher (‘A Rede Social’).

O roteiro fica por conta de Ben Ripley, do elogiado ‘Contra o Tempo‘ (Source Code).

Um grupo de ambiciosos estudantes de Medicina está para morrer… e viver para contar tudo sobre isso. Embarcando numa experiência desafiadora, os cinco pretendem penetrar nos limites da vida e tocar a face da morte. Em sua busca pelo conhecimento, entretanto, os cinco descobrem as consequências de mexer com os destinos e com a imortalidade.

Saiba qual filme liderava as bilheterias no dia em que você nasceu!

Que legal! O site Playback.fm criou uma ferramenta divertidíssima…

Ele te mostra qual filme liderava as bilheterias norte-americanas no dia que você nasceu.

Clique na imagem para descobrir qual é o seu e poste nos comentários abaixo:

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A informação pode não ser tão importante quanto saber seu signo ou definir sua personalidade com detalhes da astrologia, mas certamente é legal saber qual filme estourava nas bilheterias.

O mecanismo uniu todos os filmes que lideraram as bilheterias nos últimos 100 anos, e descobre qual blockbuster estava em primeiro lugar no dia em que você nasceu.

Obs: O do jornalista que vos escreve foi ‘Loucademia de Polícia 3: De Volta ao Treinamento‘, de 1986. Credo! hahaha

‘Black Mirror: Bandersnatch’: Filme interativo da Netflix não funciona em alguns dispositivos; Confira!

O filme interativo da Netflix, ‘Black Mirror: Bandersnatch‘, foi lançado ontem e ganhou a atenção dos usuários do serviço de streaming.

Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme não funciona em seus dispositivos. Algumas Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não serão atualizadas para o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Você também não poderá assistir ao Bandersnatch usando o Google Chrome ou o Apple TV, por motivos técnicos.

Algumas pessoas também reclamaram de problemas de funcionalidade no Amazon Fire Stick.

Você teve problemas em assistir ao filme em seu dispositivo? Conte pra gente nos comentários!

Black Mirror: Bandersnatch‘ tem por volta de cinco finais disponíveis e que, dependendo das escolhas do espectador, a duração é impactada significativamente.

Em conversa com Charlie Brooker, criador da série, a Variety confirmou o número de finais, além de ter conseguido diversas declarações interessantes:

“Há muito que nós podemos fazer, mais do que a TV linear. Nós quisemos que os espectadores tenham escolhas bem-sucedidas desde o começo. O filme tem bilhões de possibilidades”.

A média de duração do filme é de 90 minutos, sendo a versão mais curta contando apenas com 40 minutos.

Além disso, a publicação afirma que isso gera um bilhão de possibilidades para o desenvolvimento da trama. Somando todas as possibilidades, o longa terá mais de 5 horas de duração, mas o espectador só verá em torno de duas horas de filme – dependendo o destino que ele decidir para a trama.

A narrativa é construída para evitar que os espectadores se afastem da história real e sejam pegos em um loop desnecessário. Se você chegar a um ponto em que você não está mais conectado à história real de Bandersnatch, o filme dará ao seu personagem uma opção para essencialmente fazer alguma coisa, permitindo que você dê um passo ou dois de volta e vá em uma direção diferente.

O longa já está disponível na Netflix:

Confira o trailer:

Dirigido por David Slade, os espectadores poderão fazer algumas escolhas chave para o protagonista, determinando o destino do personagem.

Na trama, enquanto adapta um romance de fantasia para videogame em 1984, um jovem programador começa a questionar o próprio conceito de realidade e acaba enfrentando um desafio alucinante. Bem-vindo de volta.

‘Velozes e Furiosos 9’: Dublê de Vin Diesel deixa a UTI após acidente no set

Depois de sofrer uma lesão no set de ‘Velozes e Furiosos 9‘ no mês passado, a condição do dublê Joe Watts melhorou.

Watts sofreu um ferimento na cabeça no set em 22 de julho, interrompendo temporariamente a produção depois que um cabo de segurança quebrou e ele despencou a 10 metros do chão em uma sacada.

O dublê foi internado na UTI desde então, mas seu quadro melhorou nos últimos dias, revelou a família em um comunicado.

“Enquanto Joe permanece no hospital e ainda há um longo caminho pela frente, ele foi retirado da UTI e os médicos estão satisfeitos com seu progresso. Gostaríamos especialmente de enviar um enorme obrigado à equipe da ambulância aérea, todos os médicos, enfermeiros e funcionários fantásticos do Royal London Hospital, que prestaram cuidados incríveis a Joe”.

AUniversal Pictures emitiu sua própria declaração sobre sua lesão e recuperação:

“A Universal Pictures e os cineastas, talento e equipe de Velozes e Furiosos 9 estão animados que Joe está no caminho da recuperação. Ele é um profissional em todos os sentidos da palavra, e seu compromisso com o seu ofício é inspirador para todos nós. Sabemos que ele continuará a nos inspirar durante toda a sua recuperação.”.

Fiquem ligados no CinePOP para informações sobre o estado do dublê.

Ainda sem detalhes sobre a trama, ‘Velozes e Furiosos 9′ estreia em 10 de maio de 2020.

‘Resgate 2’: Diretor quer fazer pré-sequência focada no personagem de Chris Hemsworth

Em entrevista ao Collider, o diretor Sam Hargrave revelou que tem interesse em realizar uma pré-sequência de ‘Resgate‘, o novo filme de ação estrelado por Chris Hemsworth.

“A Netflix estava muito feliz com os diários de produção e começamos a pensar que poderíamos fazer uma sequência. As pessoas pensavam: ‘Oh, isso poderia ser legal…’. Você sabe, você fala sobre todas essas coisas. É uma franquia? Vamos continuar? Tínhamos que esperar o filme sair e o público responder. Vocês serão os únicos que decidirão. Mas foi comentado. Assim que Joe Russo apareceu, um ponto interessante foi que, na maioria das vezes, você recebe uma sequência. Raramente você volta no tempo em pré-sequências. Você tem a sensação de que Chris [Hemsworth] e [David] Harbour têm uma ótima química. Então pensamos que era uma maneira muito interessante, voltar no tempo e fazer uma pré-sequência”, afirmou.

O que você acha da ideia?

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Franquia Star Wars

Ninguém imaginava, nem mesmo o criador George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem à icônica franquia, o CinePOP resolveu criar uma lista ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘Resident Evil’: Netflix apoia a representatividade e contrata ator negro para viver Albert Wesker

A Netflix anunciou o elenco completo da série live-action ‘Resident Evil‘, e apoiou a representatividade.

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) irá viver o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

O elenco ainda contará com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

Quase três décadas após a descoberta do T-Vírus, um novo surto revela os segredos mais sombrios da Umbrella Corporation.

Na primeira timeline, as irmãs adolescentes Jade e Billie Wesker se mudam para Raccoon City. Uma cidade manufaturada e corporativa, mas quanto mais tempo eles passam lá, mais elas percebem que a cidade é mais do que parece e seu pai pode estar escondendo segredos obscuros. Segredos que podem destruir o mundo.

A segunda timeline será ambientada uma década no futuro: há menos de 15 milhões de pessoas no planeta. E mais de seis bilhões de monstros – pessoas e animais infectados com o T-Vírus. Jade, agora em seus trinta anos, luta para sobreviver nesse novo mundo, enquanto seu passado – sobre sua irmã, seu pai e a si mesma – continua a assombrá-la.

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

“Para todos os fãs de ‘Resident Evil’, incluindo as pessoas que se juntarão a nós pela primeira vez, essa série estará repleta de velhos conhecidos e algumas coisas (insanas e sedentas de sangue) que vocês nunca viram antes,” declarou o showrunner Andrew Dabb (‘Supernatural’), que também servirá como produtor executivo e roteirista da série.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Vale lembrar que a Netflix também lançará uma série animada baseada na franquia, intitulada ‘Resident Evil: No Escuro Absoluto‘, que se passará alguns anos após os eventos do jogo ‘Resident Evil 4‘.

Confira o trailer:

A produção será lançada na plataforma no dia 8 de julho.

“Em 2006, havia vestígios de acesso indevido a arquivos secretos do presidente encontrados na rede da Casa Branca. O agente federal americano Leon S. Kennedy está entre o grupo convidado à Casa Branca para investigar o incidente, mas quando as luzes se apagam repentinamente, Leon e a equipe da SWAT são forçados a derrubar uma horda de zumbis misteriosos.

Enquanto isso, Claire Redfield, membro da equipe da TerraSave, encontra uma imagem misteriosa desenhada por um jovem em um país que ela visitou, enquanto fornece apoio aos refugiados. Assombrada por este desenho, que parece ser de uma vítima de infecção viral, Claire inicia sua própria investigação.

Na manhã seguinte, Claire visita a Casa Branca para solicitar a construção de um centro de bem-estar. Lá, ela tem uma chance de se reunir com Leon e usa a oportunidade para mostrar a ele o desenho do menino. Leon parece perceber algum tipo de conexão entre o surto de zumbis na Casa Branca e o estranho desenho, mas ele diz a Claire que não há relação e vai embora. Com o tempo, esses dois surtos de zumbis em países distantes levarão a eventos que irão abalar a nação.”

‘A Fuga das Galinhas 2’ ganha primeira imagem e sinopse oficial

A Netflix acaba de divulgar o título oficial e a primeira imagem da sequência de ‘A Fuga das Galinhas‘, a amada animação desenvolvida pela Aardman Animations.

A sequência ganhou o título ‘Chicken Run: Dawn of the Nugget‘, ou ‘A Fuga das Galinhas: O Amanhecer do Nugget‘.

Confira a imagem e a sinopse:

Após conseguir uma fuga que desafia a morte da fazenda de Tweedy, Ginger finalmente encontrou seu sonho – um santuário pacífico em uma ilha para todo o rebanho, longe dos perigos do mundo humano. Quando ela e Rocky chocam uma garotinha chamada Molly, o final feliz de Ginger parece completo. Mas de volta ao continente todo o tipo de galinha enfrenta uma nova e terrível ameaça. Para Ginger, mesmo que isso signifique colocar em risco sua própria liberdade duramente conquistada – desta vez, eles vão invadir!

A estreia na Netflix acontece em 2023.

Porém, o dublador do protagonista não retorna. Mel Gibson não voltará para dublar Rocky na sequência. O ator e diretor se afastou de Hollywood após diversas polêmicas, incluindo declarações antisemitas.

Para dublar o personagem, a Netflix contratou o IRMÃO de Mel, Donal Gibson. Ele fez dublagem em programas de televisão como ‘ReBoot‘ e ‘Justice League Unlimited‘.

Julia Sawalha deve retornar como a galinha Ginger. 

A produção terá o retorno dos roteiristas Karey Kirkpatrick e John O’Farrell, enquanto Sam Fell (ParaNorman’, ‘Por Água Abaixo) irá assumir a direção. 

Relembre a sinopse oficial:

No galinheiro de uma fazenda inglesa dos anos 1950, galinhas cumprem sua função e vivem pacatamente sonhando com uma vida melhor. Uma delas, Ginger, sonha com a liberdade e planeja sair voando dali junto com suas companheiras.

A animação original conquistou o posto de ser o stop-motion mais bem sucedido do cinema, arrecadando mais de US$ 224 milhões mundialmente.

Netflix CANCELA série de comédia e os assinantes estão furiosos; Confira as reações!

A Netflix continua sua onda de cancelamentos e a nova vítima do streaming foi a série LGBTQ+ ‘Uncoupled‘, que foi cancelada após apenas uma temporada.

Estrelada por Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother’, ‘Desventuras em Série’), a atração segue os passos de ‘1899′ e ‘O Clube da Meia-Noite‘, que também foram canceladas após a temporada de estreia.

Nas redes sociais, os assinantes se revoltaram com o final inconclusivo da série… que acontece depois de diversas outras séries com tema LGBTQIA+ terem sido canceladas:

 

 

No mesmo ano, já havia a especulação de que ‘Uncoupled não continuaria na Netflix, quando fontes indicaram que a co-produtora MTV Entertainment Studios estava tentando encontrar uma nova plataforma ou emissora para a atração.

Na época, o plano era mover a série para uma rede da Paramount Global, possivelmente o canal Showtime, mas a proposta acabou fracassando.

Criada por Darren Star (‘Emily em Paris’) e Jeffrey Richman (‘Modern Family’), a trama irá girar em torno de Michael (Harris), cuja vida aparentemente perfeita vira de cabeça para baixo quando seu marido inesperadamente o deixa após 17 anos. De repente, Michael precisa enfrentar dois pesadelos: perder quem ele pensou ser sua alma gêmea e encarar uma nova vida como um gay solteiro de 40 e poucos anos em Nova York.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Emerson BrooksColin HanlonIván Amaro BullónJay SantiagoJhulenty DelossantosPaul Robert Kane e outros completam o elenco.

‘A Sociedade da Neve’: Netflix divulga trailer IMPACTANTE da nova adaptação da história real de ‘Vivos’

A Netflix divulgou um novo trailer de ‘A Sociedade da Neve‘, filme que reconta a história real de uma equipe de rúgbi uruguaia que sobreviveu a um acidente de avião em 1972 e que foi selecionado como representante da Espanha no Oscar 2024.

Assista:

Quando o voo alcançou a Cordilheira dos Andes, o avião despencou, causando a morte de boa parte dos tripulantes e apenas 29 permaneceram vivos, inicialmente.

Ao longo de três meses perdidos em um ambiente hostil e quase inacessível, eles precisavam fazer o que fosse necessário para sobreviverem até serem eventualmente resgatados.

O filme chega aos cinemas em dezembro de 2023, sendo lançado na plataforma de streaming em 04 de janeiro de 2024.

A trama foi contada pela primeira vez no livro ‘Tenía que Sobrevivir‘, escrito pelo sobrevivente do acidente, Dr. Roberto Canessa, em parceria com o jornalista Pablo Vierci.

Já a adaptação é escrita e dirigida por J.A. Bayona (‘O Impossível’)

O elenco inclui Enzo Vogrincic, Matías Recalt, Agustín Pardella, Diego Vegezzi, Esteban Kukuriczka, Rafael Federman e Andy Pruss.

Ex-fuzileiro enfrenta a corrupção em suspense da Netflix que conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A Netflix lançou um novo suspense que está dando o que falar e se tornou o título mais visto do streaming.

Rebel Ridge‘ acompanha um ex-fuzileiro que enfrenta a corrupção em uma cidadezinha quando sua tentativa de pagar a fiança do primo se transforma em um confronto violento com o chefe de polícia local. Ele não queria entrar nessa briga, mas agora irá até o fim.

O longa conquistou uma impressionante aprovação de 93% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 44 análises, e uma aprovação de 84% do público.

rebel ridge

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Jeremy Saulnier, destacando os cortes de câmera, a fotografia e as cenas de ação.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Embora a política racial possa levar Saulnier a tratar o personagem com um pouco mais de consideração do que é comum entre muitos veteranos do cinema, as exigências do gênero acabam por eliminar essas sutilezas quando a última sequência de ação explosiva e vazia é exibida”, disse Todd Gilchrist da Variety.

“Nossos corações aceleram com a trilha sonora, uma batida incessante de drones e tambores, além do trabalho verdadeiramente sensacional da câmera de David Gallego, que, assim como o protagonista, se movimenta com inteligência medida e faz uso tático de cada espelho à vista”, disse Amy Nicholson do New York Times.

Rebel Ridge consegue alcançar o patamar baixo de ser competente e assistível. O filme tem uma estética bastante atraente, com belas vistas amplas do horizonte avermelhado. Infelizmente, o próprio filme é tão plano quanto essa linha do horizonte”, disse Caryn James do The Hollywood Reporter.

“É o que um sucesso moderno deveria ser: inteligente, cativante e com um propósito significativo”, disse A.A. Dowd do IGN Movies.

“Um thriller que mistura um pouco de Rambo, um pouco de Reacher e é totalmente dominado por Aaron Pierre, ele entra em cena com confiança, dá umas boas surras e depois se retira com apenas alguns arranhões aqui e ali”, disse Chase Hutchinson do
Collider.

Rebel Ridge parece ser um retorno decidido à intensidade implacável dos primeiros filmes de Saulnier”, disse Dom Sinacola do Paste Magazine.

“John Boyega foi originalmente escalado para o papel de Terry, mas Pierre faz com que o personagem seja totalmente seu, tornando difícil imaginar qualquer outra pessoa no papel. Ele domina a tela com uma presença marcante e autoritária”, disse Daniel Joyaux do IndieWire.

Rebel Ridge é ótimo no melhor sentido da palavra: divertido, empolgante e sempre cativante”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

O longa está disponível na Netflix.

Jeremy Saulnier, do aclamado ‘Sala Verde‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Don Johnson, AnnaSophia Robb, David Denman, Emory Cohen, James Cromwell, Steve Zissis, Zsané Jhé e Dana Lee.

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Minissérie documental da Netflix que mostra o lado SOMBRIO dos influencers infantis

Para aqueles que assistiram à youTuber Piper Rockelle e suas amigas crescerem nas redes sociais, o mundo em que elas viviam parecia divertidamente idílico.

Conhecidos coletivamente como The Squad, o grupo encenava pegadinhas elaboradas, navegava por paixões e percorria as ruas de Los Angeles em busca de diversão – à medida em que conquistavam milhões de visualizações e muito dinheiro.

Mas nem tudo é o que parece e a verdade por trás desse popular grupo de influenciadores é bem mais macabra do que muitos jamais esperariam.

Essa é a história de Má Influência: O Lado Sombrio dos Influencers Infantis, nova minissérie documental que chegou no último dia 09 de abril no catálogo da Netflix.

A produção, que pertence ao gênero true crime, foi dirigida por Jenna Rosher e Kief Davidson e é focada em Piper, que se tornou um fenônemo descomunal nas plataformas e redes sociais quando criança.

Contando com mais de 12 milhões de seguidores no YouTube, cada passo rumo ao sucesso da influencer foi arquitetado pela mãe, Tiffany Smith, que convidou várias aspirantes a estrelas infantis para se juntarem à sua filha na frente das câmeras. Mas com o passar do tempo, vários membros do grupo conhecido como The Squad — assim como seus pais — começaram a sentir que algo estava seriamente errado.

A série abre as cortinas para revelar as histórias perturbadoras dos antigos companheiros de esquadrão de Piper sobre suposta exploração, manipulação de culto e abuso nas mãos da mãe e empresária Tiffany.

Má Influência: O Lado Sombrio dos Influencers Infantis‘ é dividida em três partes e foi produzida pela Decoy Productions.

Confira o trailer:

‘O Predador’ | Ranqueamos do PIOR ao MELHOR Toda a Franquia – Incluindo o recente ‘O Predador: A Caçada’

Estreou na última sexta-feira, dia 5 de agosto, o mais recente exemplar da franquia Predador. A produção deu o pontapé oficial para os grandes lançamentos do mês de agosto, e vem arrancando elogios dos críticos e dos fãs. Apesar de ter agradado, O Predador: A Caçada é uma incursão mais minimalista neste universo e sequer uma estreia nas telonas recebeu. Muito apropriadamente, o mais recente exemplar viu um lançamento direto no streaming – na plataforma Star+ (e Hulu nos EUA), a casa das produções mais adultas da Disney – agora em posse do acervo da Fox.

É claro que uma estreia deste peso começou a despertar falatório também para os outros filmes desta série, e os esperados rankings com os longas da franquia pipocam a toda na internet. E se você achou que ficaríamos de fora, pensou errado. É claro que aqui no CinePOP também faremos o nosso, uma especialidade da casa, colocando na ordem de preferência os sete filmes que contam com a presença do alienígena caçador com cara de crustáceo e cabelos rastafari. E sim, é claro que incluiremos os polêmicos crossover Alien vs. Predador na lista, afinal ainda são produções que trazem esse tão icônico personagem com o aval de seu estúdio, a Fox. Como sempre em nossas listas começamos do pior e subimos até o melhor. Confira.

07 | Alien vs. Predador 2 (2007)

No fundo do poço de nossa lista está a continuação do crossover que uniu os alienígenas mais letais da história do cinema – que convenientemente pertencem à ex-Fox, e agora à Disney. Assim, é claro que seriam colocados para brigar em algum momento de sua trajetória. E perto desta sequência, o filme original de 2004 cresce exponencialmente se tornando quase uma obra-prima por comparação. O negócio é o seguinte, esse Aliens vs Predador – Requiem (ou AVPR) tinha simplesmente duas das grandes franquias de terror e ficção de um estúdio em mãos e resolve transformá-las em um filme de terror slasher adolescente, colocando as criaturas para duelar numa pequena cidade americana. A grandiosidade que uma vez estas duas franquias tiveram no passado se esvai completamente num roteiro vazio de ideias e que resolve apostar apenas em mortes e cenas apelativas. Fora isso, não temos um grande nome no elenco para salvar e o que dez entre dez fãs reclamam (de maneira justificada) é da fotografia incrivelmente escura do filme – incapaz de muitas vezes nos deixar ver o que acontece em cena. Os diretores, os irmãos Strause eram técnicos em efeitos especiais no cinema e vieram de um background de videoclipes, tendo comandado vídeos de bandas como Linkin Park e Nickelback.

06 | Alien vs. Predador (2004)

Os filmes da franquia Alien vs. Predador rapidamente caíram no anonimato e foram desconsiderados como peça canônica de ambas as franquias. Mas a verdade é que este primeiro exemplar até fez certo sucesso financeiro na época, o que deu sinal verde para a fatídica sequência – essa sim colocou uma pedra sobre qualquer possibilidade de continuação. Ao longo dos anos, o primeiro AVP começou a ressurgir como cult, ganhando inúmeros adeptos e fãs famosos (em especial Youtubers americanos especializados em cinema e terror – que admitem ter um apreço especial pelo filme, o classificando como uma diversão despretensiosa).

A ideia, é claro, nasceu da brincadeira contida ao final de Predador 2 (1990), que mostrava o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. Mas na verdade, o conceito do primeiro O Predador (1987) já era definido como “Aliens vs. Rambo” na época em que o roteiro estava sendo produzido, e os escritores afirmam ter se inspirado muito na franquia com Sigourney Weaver. Daí a mídia engoliu e muito antes desse filme crossover, o encontro dos titãs espaciais ferozes dominava videogames, histórias em quadrinhos, brinquedos e a cultura pop em geral. Seu duelo físico nas telonas era apenas questão de tempo. E o que ganhamos, das mãos do “fanfarrão” Paul W. S. Anderson foi um filme nos moldes que costuma fazer: muito estilo (ou pouco, dependendo do ponto de vista) e substância nenhuma.

05 | O Predador (2018)

Aqui, podemos argumentar que a palavra que mais define esta penúltima incursão na franquia é DECEPÇÃO. Pura e simplesmente. Tanto que se torna difícil dizer qual de fato é melhor, este ou Alien vs. Predador (2004). Foi uma tarefa difícil escolher um dos dois para colocar na frente. Escolhemos O Predador (2018) porque o item acima consegue ser mais universalmente odiado e ignorado. Mas a verdade é que este não é um filme tão melhor assim que AVP. E o motivo é simples. Enquanto AVP decepcionou sem que muitos esperassem grandes coisas dele, esse O Predador (2018) criou uma expectativa gigantesca nos fãs da franquia. Sei que muitos usam o argumento de não criar expectativa em relação a filmes, mas está para nascer o dia em que isso realmente será atingido. É o mesmo que dizer que não se deve expectativa sobre qualquer coisa na vida, ou seja, quase impossível. E se tratando de cinéfilos, pessoas que amam cinema, não se empolgar em relação a determinados filmes é quase tão difícil quanto parar de respirar.

Desta forma ter Shane Black, o sujeito que esteve envolvido no filme original de 1987 como ator e depois se tornou um roteirista e diretor prestigiado, entregando trabalhos cult como Beijos e Tiros (2005) e Dois Caras Legais (2016), no comando da obra foi recebido com enorme empolgação sim. Era para ter sido a volta da franquia aos trilhos, mas terminou como um dos menos apreciados por críticos e fãs. O motivo? Na verdade são muitos, mas os mais incômodos são personagens pouco carismáticos e memoráveis, o uso excessivo de um humor que quase nunca acerta seu alvo e se torna deslocado, um novo Predador exagerado criado através de efeitos de computador para se tornar o verdadeiro antagonista (quando o que todos queriam era o bom e velho Predador normal) e cenas de vergonha alheia como os personagens saltando em cima da nave no clímax, e o gancho para a continuação a la Marvel. Nem vamos comentar a falta de criatividade no título…

04 | Predadores (2010)

O terceiro filme da franquia Predador é outro que passou totalmente em branco na época de seu lançamento, mas que com os anos foi ganhando alguns adeptos e fãs. Em especial quando falamos das gerações mais novas, que cresceram com o filme. A verdade é que por anos, desde a década de 90, os fãs do Predador esperavam um terceiro filme solo do caçador de safari especial. Mas o que ganhamos de fato foi o crossover com Alien nos anos 2000. Assim, após o segundo filme desta franquia derivada ter colocado um prego no caixão de um terceiro AVP, a Fox resolveu finalmente tirar do papel um Predador 3 em 2010. Desta forma surgia Predadores – que seguia novamente de perto a franquia rival Alien – colocando o título no plural em uma de suas sequências. Essa era a primeira vez também que a franquia Predador traria como ameaça mais de um caçador extraterrestre na espreita dos humanos.

Quem capitaneava desta vez era o multi produtivo Robert Rodriguez, que por anos planejou tirar esse projeto do papel, mas devido aos inúmeros compromissos em outros filmes, terminou não sentando na cadeira de diretor, atuando apenas como produtor. E talvez isso tenha prejudicado o resultado final de Predadores. O conceito é até interessante – com a melhor história para um filme da franquia desde o segundo. E depois de ter caçado na floresta e na “selva de concreto”, desta vez a trama se passaria no planeta dos alienígenas com cara de crustáceo, onde levam para participar de um jogo mortal os melhores e mais eficientes assassinos e guerreiros da Terra. Apesar do bom elenco, que inclui a nossa Alice Braga, temos muitas pontas soltas, como o personagem de Laurence Fishburne, e o protagonista equivocado de Adrien Brody evocando Schwarzenegger.

03 | Predador 2 – A Caçada Continua (1990)

Quando foi lançado em 1990, grande parte dos críticos torceu o nariz para essa continuação direta do clássico da ação O Predador (1987). E aqui temos dois tipos de pensamento sobre o filme. Os mais jovens chegam inclusive a preferir Predadores (2010) em relação a este filme. Os mais velhos por outro lado, guardam com carinho e nostalgia Predador 2, mesmo sabendo que ele está longe de ser tão bom como o primeiro – apesar disso, realizando uma boa sessão dupla com o original. O fato é: o protagonista do primeiro filme é Arnold Schwarzenegger e não o Predador. Sendo assim todos sabem o que esperar de uma continuação que não traz o protagonista original. E foi esse o sentimento geral quando o público percebeu que Arnold não estaria de volta.

Na época, o ator preferiu alçar voos mais altos em sua carreira com sucessos como O Vingador do Futuro e Um Tira no Jardim de Infância – ambos lançados no mesmo ano de Predador 2, 1990. Existiu até uma ideia de trazer o irmão de Dutch (Arnold) como protagonista, mas no final a opção dos irmãos Jim e John Thomas, os mesmos roteiristas do original, foi criar uma trama passada dez anos depois onde as gangues estivessem dominando a cidade de Los Angeles num cenário caótico e pré-apocalítico. Danny Glover assumia a liderança do elenco no papel do policial durão Mike Harrigan. Apesar das críticas, Predador 2 serviu para expandir a mitologia da criatura espacial, com um desfecho que atiçou a curiosidade dos fãs, mostrando o interior de sua nave, outros Predadores, o crânio do Alien (o xenomorfo) e a dica de que eles estão caçando em nosso planeta há bastante tempo. Uma pena que o terceiro filme não tenha sido lançado nos anos 90.

02 | O Predador: A Caçada (2022)

O mais recente exemplar da franquia O Predador vem sendo enaltecido pelos críticos e fãs como o melhor filme desde o original. E aqui no CinePOP precisamos concordar. Por mais que gostemos do segundo, em grande parte devido ao valor nostálgico – ele não foi um sucesso de crítica, e nem unânime com os fãs quando lançado. Já o mais recente longa com o personagem segue caminho inverso. Escrito e dirigido pelo talentoso Dan Trachtenberg (Rua Cloverfield, 10), este é o primeiro filme da franquia já nas mãos da Disney – após a compra da Fox. E para onde seguir com a franquia depois do fracasso do filme de 2018? Bem, para o passado, é claro. 300 anos no passado para ser mais preciso. Mas não apenas isso, dentre as medidas tomadas para revigorar a franquia estão: uma abordagem mais minimalista (com direito a um lançamento direto em streaming) e a mudança do título (pela primeira vez um filme Predador não se chamou Predador, e sim Prey – ao menos nos EUA). Essas duas medidas foram muito eficazes na hora de criar um novo público, sem esquecer o antigo. A trama desta vez se desenrola usando como protagonistas uma tribo de indígenas Comanches, em especial a personagem Naru (Amber Midthunder). Assim como no original o cenário é a floresta e a natureza. O filme vem sendo bastante aclamado e com razão.

01 | O Predador (1987)

Por mais elogios que o novo O Predador: A Caçada receba, ele ainda precisa respeitar os mais velhos. A data de lançamento do mais recente filme da franquia O Predador foi bem propícia, já que este ano o original completa 35 anos de sua estreia nos cinemas. O grande trunfo do original era seu elemento surpresa de para onde a trama levava o espectador sem qualquer aviso. Esse elemento impactante se esvaiu em todas as sequências, já que adentrávamos tais filmes já sabendo o que esperar de sua história. Já O Predador (1987) é único por mesclar os gêneros da ação, do terror e da ficção de maneira exímia, deixando o espectador à beira da poltrona a cada nova virada. A história todos estão cansados de saber, mas para a audiência de 1987 que entrou desavisada nos cinemas, o filme era vendido como o mais novo veículo de ação do astro Arnold Schwarzenegger, nos moldes de Rambo 2 – A Missão, uma das inspirações confessas dos roteiristas. Quase na metade da narrativa ganhamos uma baita guinada, transformando “Rambo” em “Alien”, com a introdução do verdadeiro antagonista – um alienígena gigantesco, caçador de homens, que vai eliminando um a um os soldados mais treinados do mundo, até que reste apenas um numa batalha mano a mano. Simplesmente um clássico na sua melhor forma de entretenimento.

Obs. Todos os Filmes da franquia O Predador citados na matéria estão disponíveis na plataforma Star+.

‘The Unseen’: Thriller psicológico ganha novo cartaz; Confira!

O thriller psicológico ‘The Unseen’ ganhou um novo cartaz.

Confira:

Dirigido por Gary Sinyor, a produção traz a história de Gemma e Will, devastados pela súbita morte de seu filho em um acidente. Sem saber como lidar com a perda, a mãe passa a se culpar pelo ocorrido, desenvolvendo ataques de pânico que comprometem sua vista. Will, atormentado pelo falecimento, começa a crer que está ouvindo seu filho o chamar. Para tentar se afastar de toda a dor, o casal decide passar um tempo em uma casa de campo em Lake District, pertencente ao ex-farmacêutico de Gemma, Paul.

Lá, Gemma começa a fazer um tratamento contra a síndrome do pânico através de medicação. Frustrado por não mais ouvir a voz de seu filho, Will decide voltar para casa. As coisas se complicam ainda mais quando Paul, tentando cuidar de Gemma, se apaixona por ela, tornando o processo de luto um thriller psicológico que vai colocar em risco a relação e sanidade de Gemma e Will.

The Unseen’ conta com Jasmine Hyde, Richard Flood e Simon Cotton.

‘Nailed It! Mexico!’: Spin-off do reality sobre desastres culinários ganha trailer hilário; Assista!

A Netflix divulgou o divertido trailer do spin-off ‘Nailed It! Mexico!‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 8 de fevereiro.

Omar Chaparro e Anna Ruiz serão os apresentadores dessa nova versão.

‘Creepshow’: Próximos episódios ganham novas imagens sinistras; Confira!

Os próximos episódios da série de terror antológica ‘Creepshow‘ ganharam novas imagens promocionais sinistras.

Confira:

A produção é baseado no filme homônimo lançado em 1982, que foi dirigido por George A. Romero e roteirizado pelo mestre Stephen King.

Confira o calendário dos próximos episódios:

    • 3 de outubro – Ep. 2: “Bad Wolf Down” / “The Finger”
    • 10 de outubro – Ep. 3: “All Hallows’ Eve” / “The Man in the Suitcase”
    • 17 de outubro – Ep. 4: “The Companion” / “Lydia Layne’s Better Half”
    • 24 de outubro – Ep. 5: “Night of the Paw” / “Times is Tough in Musky Holler”
    • 31 de outubro – Ep. 6: “Skincrawlers” /  “By the Silver Waters of Lake Champlain”

O elenco conta com David Arquette (da franquia ‘Pânico‘), Tricia Helfer (‘Lucifer‘) e Dana Gould (‘Stan Against Evil‘).

Holland Roden participa de jogo mortal no trailer do terror ‘Follow Me’; Assista!

O terror ‘Follow Me‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Will Wernick.

Uma personalidade das redes sociais viaja com seus amigos para Moscou para gravar novo conteúdo para os seus seguidores. Sempre excedendo seus limites em busca de uma nova audiência, eles entram em um mundo frio de mistério, excesso e perigoso. Quando as linhas entre vida real e rede social ficam borradas, o grupo deve lutar para escapar e sobreviver.

O elenco conta com Keegan Allen, Holland Roden, Denzel Whitaker, Kimberly Quinn, Siya e Ronen Rubinstein.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Pose’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série; Saiba quando irá estrear!

O canal FX anunciou que a 3ª temporada de ‘Pose‘ será a ÚLTIMA da série.

O ciclo final irá estrear no dia 2 de maio, e o último episódio da produção está programado para ir ao ar no dia 6 de junho.

“‘Pose’ foi um dos destaques criativos de toda a minha carreira,” afirmou o cocriador Ryan Murphy em declaração oficial. “Desde o início, quando eu e o Steven Canals nos sentamos para ouvir sua visão e ideias para a série, tem sido um projeto apaixonante. Ir desde o início da minha carreira no final dos anos 90, quando era quase impossível colocar um personagem LGBTQ na televisão até ‘Pose’ – que ficará na história por ter o maior elenco LGBTQ de todos os tempos – é um momento verdadeiramente completo para mim. Essa série fez história atrás e na frente das câmeras, e seu legado é profundo. Estou muito orgulhoso dos meus colegas criadores Steven Canals e Brad Falchuk, e também da produtora/roteirista/diretora executiva Janet Mock, que deixou uma marca indelével com seu trabalho pessoal e sincero. Conseguimos contar exatamente a história que queríamos, como queríamos, e estou incrivelmente honrado e grato. A história de ‘Pose’ pode terminar em 1996, mas seu impacto vai durar para sempre.”

Criada por Murphy, Steven Canalse Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal Swain, Hailie Sahar, Angelica Ross e Angel Bismark Curiel.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix!

Nove Dias

(Nine Days)

 

Elenco:

Winston Duke

Zazie Beetz

Benedict Wong

Bill Skarsgård

 

Direção: Edson Oda

Gênero: Drama

Duração: 124 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 9 de Dezembro de 2021

Sinopse: 

Will passa seus dias em um posto avançado assistindo ao vivo e em diversas TVs ao ponto de vista de pessoas cuidando de suas vidas; até que alguma dessas pessoas morra, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Logo, vários candidatos, almas não nascidas, chegam até Will para se submeter a testes que determinam sua aptidão para a vida, enfrentando o esquecimento quando são considerados inadequados. Mas Will logo enfrenta seu próprio desafio existencial quando conhece o espírito livre de Emma, uma candidata que não é como os outros e que o força a se voltar para si e lidar com seu próprio passado tumultuado. Alimentado por esse poder inesperado, ele descobre um novo e ousado caminho para sua própria vida. Fazendo sua estreia no cinema após uma série de curtas e videoclipes altamente aclamados e premiados, o diretor nipo-brasileiro Edson Oda oferece uma visão sincera e meditativa sobre as almas humanas no limbo, ansiosas para nascer contra probabilidades inimagináveis, mas prejudicadas por forças além de suas vontades…

Crítica | Nove Dias traz EMOCIONANTE história que nos faz questionar o significado da vida (Nota: 10.0)

Entrevista: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Edson Oda também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Loot’: Comédia com Maya Rudolph é RENOVADA para a 2ª temporada

Apple TV+ renovou oficialmente a série de comédia ‘Loot‘, estrelada por Maya Rudolph, para a 2ª temporada.

O próximo ciclo deve estrear apenas em 2023.

A série foi criada por Alan Yang (‘Master of None’) e Matt Hubbard (’30 Rock’).

A bilionária Molly Novak (Rudolph) tem a vida dos sonhos, recheada de jatinhos privados, uma mansão gigantesca e um yacht enorme – tudo que seu coração deseja. Entretanto, quando seu marido a trai, ela se torna alvo da publicidade e holofote do sensacionalismo dos tabloides. Ela chega ao fundo do poço quando descobre, para sua surpresa, que tem uma fundação de caridade comandada por Sofia Salinas (Rodriguez), que se junta a Molly para impedir que a imagem dela decaia ainda mais. Com seu devoto assistente Nicholas (Booster) ao seu lado, e com a ajuda de Sofia e de seu time – incluindo o contador Arthur (Faxon) e o primo apaixonado por cultura pop Howard (Funches) -, Molly embarca em uma jornada de autodescobrimento. Devolver aos outros o que ela conquistou pode ser exatamente o que ela precisa para se reerguer.

O elenco ainda conta com Kim Booster, Michaela Jaé Rodriguez, Ron Funches e Nat Faxon.

Jonathan Majors PERDE agente e contratos após denúncia de violência doméstica

De acordo com o Deadline, a agência Entertainment 360 finalizou o seu contrato com Jonathan Majors (‘Creed 3’) após o ator ter sido preso por violência doméstica.

A ruptura, que aconteceu três semanas após o polêmico caso, foi alegadamente tomada por causa do comportamento problemático do artista.

Vale destacar que a Lede Company, empresa de relações públicas, também havia cortado ligações com o ator. Como resultado disso, Majors perdeu o seu convite ao Met Gala – em uma decisão anunciada como uma “concordância mútua”.

Apesar do ator já ter sido confirmado na segunda temporada de ‘Loki‘, cujas filmagens já haviam sido finalizadas antes do incidente, seu futuro no Universo da Marvel é incerto. Segundo o insider Jeff Sneider, Majors deve ser substituído: “Ainda que não tenha havido movimentações em relação a Jonathan Majors, ouvi dizer que esse é o tipo de ator que, por exemplo, se Majors for demitido como Kang, alguém como Damson Idris poderá substituí-lo”, ele disse.

Vale lembrar que o ator foi preso pela polícia de Nova York após um incidente envolvendo sua namorada enquanto voltavam para casa de um bar em Brooklyn. Após uma discussão, o ator alegadamente teria agarrada a parceira e dado um tapa nela. Além disso, ele também foi acusado de estrangulá-la.

A vítima foi levada para o hospital para tratar feridas na cabeça e no pescoço. Fontes ao site em questão indicam que a mulher tinha lesões visíveis, incluindo uma laceração atrás da orelha, além de vermelhidões e marcas no rosto.

Majors, por sua vez, foi algemado e levado à delegacia, visto que a polícia acreditou ter evidências o suficiente para causa provável.

As informações também indicam que um juiz liberou o ator sem fiança no último sábado à noite, mas deve voltar ao tribunal do Manhattan Criminal Court em maio.

Em conversa com o TMZ, um dos representantes de Majors disse: “ele não fez nada de errado. Estamos ansiosos para limpar seu nome e esclarecer tudo”. 

Diretor de ‘A Casa de Cera’ e ‘Águas Rasas’ comandará novo THRILLER da Blumhouse

De acordo com o Variety, Jaume Collet-Serra foi contratado para comandar o thriller ‘The Woman in the Yard‘, que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures e Blumhouse.

O cineasta é conhecido pelos fãs do gênero, tendo dirigido filmes como ‘A Casa de Cera‘, ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘.

Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) será a protagonista.

O longa será programado para estrear no dia 10 de janeiro de 2025.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.

O roteiro foi assinado por Sam Stefanak.

“Apesar do baixo orçamento, este será um filme ambicioso que irá combinar a visão de Jaume com a incomparável performance de Danielle Deadwyler,” declarou o produtor Jason Blum, que tem procurado pelo projeto certo para colaborar com o cineasta “há mais de uma década”.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Ovelha Negra’: Terror cômico com ovelhas assassinas vai ganhar SEQUÊNCIA

De acordo com o Deadline, uma sequência para o terror cômico ‘Ovelha Negra‘ (Black Sheep) está oficialmente em desenvolvimento.

Jonathan King, diretor do longa original de 2006, retornará no comando do novo filme. Ele também assina o roteiro ao lado de Matthew Grainger e Rosie Howells.

Na trama da continuação…

“Uma jovem cientista que está convencida de que um novo patógeno perigoso ameaça a população e o rastreia até sua cidade natal – que está localizada na sombra da remota estação de ovelhas onde os eventos macabros do filme original se desenrolaram.”

Nathan Meister, protagonista do primeiro filme, também retornará.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O novo filme contará com efeitos especiais do premiado artista Richard Taylor, da empresa Wētā Workshop. Além de ter trabalhado no primeiro filme, a companhia também foi responsável pelos efeitos em ‘Krampus: O Terror do Natal‘ e ‘Distrito 9‘.

As filmagens estão programadas para meados de 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.