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Crítica ‘Velozes & Furiosos 9’ | Com tom de paródia, o céu não é mais o limite para a franquia

Estreia nos cinemas de todo o Brasil o nono capítulo da saga principal de Velozes & Furiosos, uma das franquias que mais cresceu nos últimos anos. Trazendo personagens antigos de volta, a aventura de Dom (Vin Diesel) e sua família, literalmente falando, leva o grupo a lugares ainda não explorados de forma divertida e absurda, o que provavelmente vai agradar os fãs.

Mas para entender o que a equipe criativa decidiu fazer nesse filme, é preciso lembrar que a franquia virou meme nas redes sociais do mundo por conta de suas sequências de ação impossíveis, mas extremamente divertidas. Paralelamente a isso, a popularidade da saga começou a crescer e se popularizar. Ou seja, ao tirar sarro dos filmes, muita gente acabou se interessando e curtindo as aventuras sobre quatro rodas. E a produção soube se aproveitar disso para abraçar de vez o impossível e adotar um roteiro que homenageia a trajetória dos personagens ao mesmo tempo que usa um tom muito próximo da autoparódia.

Tyrese Gibson volta mais “filosófico” do que nunca.

Um personagem importantíssimo para que o público consiga comprar essa ideia de parodiar a própria franquia é Roman (Tyrese Gibson), que constantemente se questiona sobre as ações impossíveis que eles realizam e parece não acreditar no que acabaram de fazer. Ele é a personificação daquele tio que vai ao cinema e fica falando: “maior mentirada isso aí”. E isso é muito divertido, principalmente quando Tej (Ludacris) tira sarro das ideias filosóficas, por assim dizer, do amigo.

Apesar desse tom de paródia, a história promove uma viagem no tempo para conhecer as origens da família Toretto, mostrando a juventude de Dom e Jakob (John Cena) ajudando o pai, um piloto da Nascar. Para mostrar esses dois personagens jovens, a produção traz dois atores mais novos que promovem boas imitações de suas versões “adultas”. Os trejeitos do jovem Dominic Toretto pilotando nos rachas são idênticos aos de Vin Diesel. Chega a assustar. Essa história do passado não é gratuita, já que explica como os irmãos se desentenderam ao ponto de Jakob se tornar o grande vilão deste filme. É divertido, sem muitas surpresas, mas eficaz.

Outro bom ponto para os fãs da franquia é o retorno de personagens amados. O principal deles é o Han (Sung Kang), que todos viram morrer há alguns anos. Sua volta ao mundo dos vivos é meio confusa, mas dá para comprar a ideia para ter ele de volta. Ele traz uma nova personagem para a franquia que está diretamente relacionada ao tesouro da vez e ajuda a amarrar o motivo de Han estar vivo.

Também muito aguardado pelos fãs, o retorno do núcleo de Velozes & Furiosos: Desafio em Tóquio é simples, mas suficiente. Sean (Lucas Black), Twinkie (Bow Wow) e Earl (Jason Tobin) dão as caras para ajudar numa missão de Roman e Tej, mas a principal função do grupo mesmo é ser um gigantesco fan service. Eles são muito divertidos e enfim interagem com os personagens do núcleo principal da saga. Só faltou fazerem drift. Na verdade, se não fossem todas as galhofas, explosões e guerras magnéticas, alguns poderiam até dizer que Velozes & Furiosos 9 é uma história intimista que preza pelo resgate de sua própria história, honrando e homenageando todos aqueles que os acompanharam nos últimos 20 anos.

Porém, como é recheado de galhofas, explosões, guerras magnéticas e da Cardi B – em um papel 100% Cardi B -, Velozes & Furiosos 9 é um baita filme pipoca, que não faz a menor questão de se levar a sério e que abraça o impossível para divertir, emocionar, fazer rir e até mesmo passar uma lição sobre família. É diversão em alta velocidade que vai encantar os fãs e arrancar uns sorrisos dos mais céticos, que adoram reclamar das “mentiradas”. O novo Velozes & Furiosos é tudo aquilo que os fãs esperam e um pouco mais.

Ah, vale lembrar que a Universal preparou um teaser bem grande de Jurassic World: Domínio para ser exibido exclusivamente antes do filme. É um conteúdo fantástico que vai deixar os fãs ansiosos para 2022.

 

Crítica | Bartkowiak – Filme de ação da Netflix sobra no soco e falta na história

Tudo bem que a maior parte do público que curte um filme de ação pega um filme desse gênero não tanto atrás de uma super história, com fundo reflexivo ou que traga grandes ensinamentos, mas sim atrás de boas cenas de luta. Entretanto, é preciso que a cola que gruda todas as cenas de ação seja consistente, do contrário, o filme pode correr o risco de ficar meio frágil. É o que acontece com ‘Bartkowiak’, lançamento da Netflix que anda fazendo muito sucesso entre os assinantes e há dias figura entre os 10 mais assistidos da plataforma.

Tomasz (Jósef Pawlowski) é um jovem lutador de MMA que compete em ringues locais na Polônia. O conhecemos já em ação, em uma luta contra seu arqui-inimigo, que o surpreende e o nocauteia de maneira injusta. Só que o seu treinador [e pai da garota que ele gosta, Dominika (Zofia Domalik)], apostara tudo nele, e perdera tudo, endividando-se. Desiludido com tudo, Tomasz se afasta de todos e vai morar no meio do mato, deixando essa vida para trás. Porém, quando seu irmão Wiktor (Antoni Pawlicki) pede que ele assuma a boate da família e, em seguida, morre misteriosamente em um acidente de carro suspeito, Tomasz decide assumir os negócios e descobrir por conta própria o que estaria por trás da súbita morte de seu irmão e do interesse repentino de uma empreiteira, que quer querer comprar todos os imóveis da região incluindo a boate de sua família.

Com literalmente cena de luta do início ao fim, ‘Bartkowiak’ é um filme de ação que se vale pelo punho. De fato, as lutas são bem coreografadas – não tanto no sentido espalhafatoso ensaiado de Jackie Chan, mas mais no sentido brucutu de Steven Seagal –, ainda que quase todas terminem em um mata-leão. Aliás, o roteiro de Daniel Bernardi e Monika Skawecka parece buscar argumentos para inserir mais brigas no enredo, de modo que as justificativas para que boa parte delas aconteça soa meio fraco (como a briga inicial com o DJ Steppy D, interpretado por Rafal Zawierucha, que acontece apenas para chacoalhar a trama, mas que não acrescenta em nada à evolução da história).

Quando observamos o argumento de ‘Bartkowiak’, ele soa interessante: o protagonista vai comprar briga com grandes empresários que querem desalojar o comércio local para botar tudo abaixo e construir um centro comercial no lugar. Mas tudo que o longa de Daniel Markowicz levanta fica pela metade, como se decidisse, com o avançar da trama, que aquilo não precisava de mais desenvoltura. Assim, os conflitos apresentados ficam soltos e mal construídos, seja a insinuação do interesse do chefe de Dominika por ela, seja a decisão dos comerciantes locais, de voltarem aos seus estabelecimentos ou não.

Bartkowiak’ é um filme que sobra no soco e falta na história. Em clima olímpico, é até um filme bacana para assistir, já que a maior parte das competições de luta estão acontecendo durante a madrugada. ‘Bartkowiak’ entrega as lutas que o espectador espera, mas não mais que isso. Talvez essa seja mesmo a proposta dessa produção polonesa da Netflix.

‘X-Men: Fênix Negra’: Diretor confirma que filme é centrado em personagens femininas

A Fox Film do Brasil divulgou o novo e ESPETACULAR trailer de ‘X-Men: Fênix Negra‘. Em decorrência do lançamento do trailer, novas informações sobre o longa foram divulgadas.

Hoje, a EW publicou sua entrevista com o diretor Simon Kinberg que ofereceu alguns insights sobre a característica marcante do filme ser muito centrado no elenco feminino:

“Mais do que tudo, é uma história centrada nas mulheres, porque temos uma protagonista feminina com Jean. Eu não queria mudar isso. Eu pensei que parte do que aconteceu em ‘X-Men: O Confronto Final’ é que em vez de fazer uma história de Jean, tornou-se uma história da cura, que era focada em Charles, Erik e Wolverine. Ela é a personagem dominante neste filme. Outras figuras dominantes são Mística e a personagem de Jessica Chastain, e Tempestade é mais forte do que antes. Parte do que eu sempre amei sobre os X-Men é que eles têm personagens femininas incrivelmente fortes, e achei que estava na hora de explorar isso.”

Certamente uma proposta mais original para a franquia.

Assista ao novo trailer:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Criador não sabe quando estreia a 3ª temporada

De acordo com o site The Wrap, o criador Roberto Aguirre-Sacasa descartou a possibilidade da 3ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina’ estrear até o Halloween – e não deu um prospecto muito esclarecedor sobre a série.

“Eu não sei [quando a temporada estreia]”, ele revelou. “Não acho que estaremos prontos até o Halloween. Não tenho ideia, de verdade”.

Apesar disso, Aguirre-Sacasa deu boas notícias sobre as novas aventuras da jovem feiticeira, confirmando que o Inferno será explorado no próximo ciclo.

“É seguro dizer que nós vamos para o inferno. Nós vamos para o inferno e será muito divertido. É perigoso, mas também muito divertido.”

Ele completa, “Eu não sei quando [a terceira temporada] será lançada. Acho que não estará pronta para o Halloween. Não faço ideia. Nós estamos escrevendo o oitavo episódio e começando a filmar o sexto, então estamos no meio do trabalho. E tem sido ótimo. Eu estou muito orgulhoso desses episódios. Serão muito, muito divertidos.”

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é um reboot sombrio da série clássica dos anos 90, e alegadamente se passa no mesmo universo que ‘Riverdale‘.

Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias, seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle, Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

O Mundo Sombrio de Sabrina‘ já está renovada para a 3ª e 4ª temporadas.

‘O Mandaloriano’ pode ganhar séries derivadas, diz presidente da Disney

Durante uma recente coletiva de imprensa promovida pelos estúdios Walt Disney, o presidente Bob Iger deu a entender que a aclamada série ‘O Mandaloriano’ pode ser expandida em diversos spin-offs, focando em personagens diferentes.

“A prioridades nos próximos anos é a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ chegando em outubro, e então mais partindo dessa série, incluindo a possibilidade de infundi-la com mais personagens e a possibilidade de levar os personagens em suas próprias direções no tocante a séries”.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Os Reboots Famosos que Falharam em dar novo Fôlego para suas Franquias

Uma das palavras de ordem na Hollywood atual é “reboot”. E se você ainda não entendeu o que a palavra significa, iremos tentar simplificar para você. Um reboot, ou reinício, é justamente o sentido literal da palavra. Ele geralmente fica no meio termo entre uma continuação e uma refilmagem. Um reboot pode desconsiderar tudo o que já foi feito na franquia, começando novamente do zero, ou “apagando” apenas algumas de suas continuações e levando em conta apenas o filme original. O que temos visto hoje em dia, porém, são reboots que levam em conta todas as continuações de uma franquia, mas tendem a iniciar uma nova série de sequências para os novos tempos – isso ocorre quando uma continuação é lançada depois de muitos anos de seu último filme. Nestes casos o objetivo é capturar a geração atual.

Os analistas de Hollywood já demonstraram que os reboots funcionam e podem ser bem lucrativos. Mas como o cinema não é uma ciência exata e o público (que irá ditar o que funciona ou não) é extremamente volátil, muitos reboots se tornam uma incógnita; e tantos outros resultam em fracassos para suas investidas. Pensando nisso, resolvemos formular uma nova matéria justamente abordando os reboots que falharam em soprar novo ar para suas franquias. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Matrix Resurrections

Talvez os mais jovens não compreendam muito bem o fenômeno que foi o primeiro Matrix. De fato, muito se fala no mar de criatividade que foi o ano de 1999 para o cinema. Foi deste ano que saíram produções extremamente celebradas como Clube da Luta e O Sexto Sentido, por exemplo. E foi de 1999 também que saiu o Matrix original. Curiosamente, apesar de não ter feito feio nas bilheterias quando foi lançado, foi seu status de culto após a estreia em home vídeo – leia-se no boom do formato de DVD nas locadoras – que colocou o longa original da franquia num pedestal e abriu espaço para as continuações, lançadas no mesmo ano (2003), bem mais ambiciosas. Matrix Resurrections, o quarto filme, que estreou quase vinte anos após o terceiro, chegou com o desafio de se mostrar relevante ainda hoje. Para piorar o cenário, sua estreia coincidiu com o rolo compressor chamado Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – que se mostrou “o filme da volta aos cinemas” lotando sessões.

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City

Essa é para os fãs mais radicais e chatos aprenderem a parar de reclamar. A franquia Resident Evil no cinema, estrelada por Milla Jovovich num total de seis filmes, sempre recebeu muitas críticas dos fãs ardorosos e apaixonados dos games. O argumento usado por estes fanboys era: “os filmes não têm nada a ver com os games”. Provando o ditado “muito cuidado com o que você deseja”, os produtores optaram por ouvir estes fãs e “rebootar” a franquia sendo mais fiel aos moldes dos jogos. Isso é: investindo mais no clima de terror e suspense do que na ação e pirotecnia. Resultado, o novo Resident Evil levou uma grande “sacudida de ombros” por parte de todos. É claro que a culpa não foi do clima, mas do roteiro preguiçoso e da direção pouco inspirada.

MIB: Homens de Preto – Internacional

Sabe aquela história do “copia, mas faz diferente”? O primeiro Homens de Preto foi um sucesso internacional em 1997, e com produção de Steven Spielberg se tornou o novo “Caça-Fantasmas” para os anos 90. Além disso provou a química perfeita entre o brincalhão Will Smith e o turrão Tommy Lee Jones. Demonstrando que nem sempre um raio cai no mesmo lugar duas ou três vezes, suas duas sequências não receberam o mesmo carinho por parte dos fãs. Assim, sete anos depois de MIB 3, após cogitar um crossover com Anjos da Lei, a Sony teve a brilhante ideia de um reboot. E para isso os produtores pesquisaram quais atores teriam uma química capaz de recriar a mágica do original. Para isso, se voltaram para a Marvel e viram no filme Thor Ragnarok (2017) a resposta. Para seu novo MIB foram chamados Chris Hemsworth e Tessa Thompson. O problema? O quarto MIB só copia sem adicionar nada de novo.

As Panteras

A série As Panteras foi um enorme sucesso da TV nos anos 1970. Sua primeira adaptação para o cinema ocorreu em 2000, com o trio Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu. O sucesso de tal filme gerou uma continuação direta em 2003. Depois disso, os fãs esperavam ansiosamente por um terceiro filme que nunca saiu do papel com tais atrizes, talvez devido ao resultado abaixo do esperado que o segundo obteve. A franquia, inclusive tem Drew Barrymore como produtora e retentora dos direitos, que a atriz usou para produzir uma nova série de TV em 2011. Essa nova série infelizmente flopou. Destino semelhante teve o reboot, de certa forma inusitado, para as telonas. As Panteras foi lançado em 2019 e trouxe um novo trio formado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska. O problema foi que o novo longa não decidiu se seria um exagero cômico e cartunesco como os filmes antigos, ou algo mais sério e sombrio. Ficando no meio termo, terminou como um filme sem personalidade e esquecido.

Shaft

Shaft é um verdadeiro marco da representatividade. Nos anos 1970, durante o movimento de afirmação “blaxploitation” – cinema feito por artistas negros para um público negro – o detetive John Shaft foi o maior representante deste movimento cinematográfico, conseguindo transcender seu nicho e sendo conhecido pelo grande público. O sucesso gerou duas continuações e uma série de TV ainda na década de 1970. Em 2000, um reboot dono de muita autoridade teve a direção do saudoso John Singleton e foi protagonizado por Samuel L. Jackson. Apesar de ser uma produção de qualidade que realmente capturava o espírito do personagem e da época, Shaft (2000) não obteve o resultado financeiro esperado. Assim, quase vinte (?!) anos depois, um novo filme como o mesmo Jackson estreava. Porém, sem um pulso firme na direção, e sem criatividade no título, Shaft (2019) se mostrou apenas uma comédia sem-graça, que tentava trazer Shaft aos novos tempos, sem qualquer originalidade ou frescor.

Hellboy

O ator Ron Pearlman, primeiro intérprete do herói infernal Hellboy nas telonas, disse em entrevista recente que os fãs mereciam uma conclusão épica para a trilogia original do personagem. E conhecendo a era das vontades dos fãs sendo atendidas pelos estúdios, quem sabe isso não possa ocorrer. Ainda mais quando levamos em conta que o reboot, que serve de terceiro filme, não vingou. Hellboy (2004) e Hellboy 2 – O Exército Dourado (2008) foram dirigidos por Guillermo del Toro, e eram um projeto de paixão do cineasta aficionado por monstros e criaturas. Ambos não obtiveram o resultado esperado nas bilheterias, inclusive trocaram de estúdio – da Sony para a Universal. O terceiro esteve nas mãos da Millenium Films. O que todos parecem concordar em relação ao reboot de Hellboy, que viu a troca de Pearlman para David Harbor, foi seu teor altamente genérico e esquecível.

Halloween Kills – O Terror Continua

A sorte de Halloween Kills foi que os novos filmes da franquia foram planejados como uma trilogia. Essa foi a jogada de mestre do diretor David Gordon Green e a da Blumhouse, produtora por trás dos lançamentos. Porque caso fossem filmes independentes, muito provavelmente esse novo filme ficaria sem uma sequência. O reboot de Halloween (2018) foi um enorme sucesso, se tornando o filme da franquia mais bem sucedido após o original, tanto de bilheteria, quanto de elogios por parte dos críticos. Apesar de particularmente possuir muitos problemas em relação ao filme, não posso negar e me alienar ao fato de que se tornou um longa querido e bem-sucedido. Agora quando falamos desta sua sequência direta a coisa muda de figura. Até mesmo os que rasgaram elogios ao filme de 2018 torceram o nariz para Halloween Kills, que obteve uma bilheteria bem abaixo e críticas nada elogiosas. Seja como for, Halloween Ends já está programado e estreia esse ano.

Dolittle

Caso tivesse se tornado um sucesso de crítica e público (principalmente), certamente a esta altura já teríamos visto um famigerado Dolittle 2 e quem sabe estaríamos à espera do três. Criado com a proposta de ser um “Piratas do Caribe” da Universal, Dolittle é na verdade o reboot de uma franquia que nasceu em uma série de livros infantis do autor Hugh Lofting ainda na década de 1920. No cinema, sua primeira adaptação ocorreu em O Fantástico Doutor Dolittle, de 1967, estrelado por Rex Harrison. Este clássico foi indicado para nada menos do que 9 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso de duas estatuetas técnicas. Décadas mais tarde, ganharia uma versão moderna em 1998 quando o personagem era encarnado agora pelo humorista Eddie Murphy. O filme fez sucesso e gerou uma continuação em 2001 ainda com Murphy, e algumas sequências lançadas direto em vídeo sem o ator. A mais recente roupagem que o personagem recebeu saiu em 2020 numa superprodução cara e repleta de efeitos visuais (bem no clima de um blockbuster mesmo), protagonizada por um dos reis atuais de Hollywood, Robert Downey Jr. Porém, nem mesmo o usual carisma do ator cativou os espectadores e o longa viveu para ser um dos maiores fracassos de anos recentes e ainda pôs um fim a uma franquia em potencial.

O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio

Não adianta, é sempre o público quem dita o que fará sucesso ou não. Nem todo estudo e pesquisa de mercado, exibições teste, são capazes de realizar um filme à prova de fracasso. Assim, apesar de sua qualidade, e apesar de ser o melhor filme da franquia O Exterminador do Futuro depois do adorado segundo longa de 1991, o sexto (!?) – isso mesmo, o sexto filme já – da franquia, que pretendia inaugurar uma nova trilogia, terminou fazendo menos bilheteria do que o esperado e os planos para continuidade foram abortados. A verdade é que apenas os dois primeiros filmes, dirigidos por James Cameron, são de fato excelentes e recomendados para todo tipo de público. Os demais são descartáveis e mais do mesmo. Assim, quando voltou para o terceiro – que nada mais era do que uma refilmagem do segundo – Arnold Schwarzenegger visava apenas o dinheiro que receberia. O quarto, passado inteiramente no futuro, visava iniciar uma nova trilogia. Não ocorreu. O mesmo era planejado com o quinto, Gênesis. Novamente morreu na praia. E nem mesmo a volta da veterana Linda Hamilton no sexto foi um artifício sedutor o suficiente para fazer o público embarcar na proposta. Uma pena.

King’s Man: A Origem

Sabe o que eu disse acima sobre a imprevisibilidade de resultado de alguns filmes, que se tornam à prova de previsões, pesquisas e estudos. Bem, esse fenômeno ocorre também a favor de certas produções. Quando foi lançado em 2015, ninguém poderia prever o sucesso cult que se tornaria o primeiro Kingsman: Serviço Secreto, baseado nos quadrinhos de Mark Millar, sobre uma agência de espionagem bem peculiar e um agente secreto jovem e “maloqueiro”. Ainda mais quando muitos críticos torceram o nariz para sua violência extrema e gráfica – como a infame cena do massacre na igreja. Nada disso pareceu importar, e o público, em especial os jovens, o alvo da produção, abraçou o longa com força. Assim não demorou muito para a sequência sair, dois anos depois para ser mais exato. Porém, Kingsman: O Círculo Dourado, mais ambicioso e com mais astros no elenco, não recebeu os elogios do anterior e poderia ter dado um ponto final para a franquia. Porém, os realizadores decidiram tirar mais um coelho da cartola, que se tornaria o prego definitivo no caixão. O terceiro Kingsman, agora King’s Man, é uma pré-sequência que conta as origens da agência. Um filme que teve o cruel destino de ser lançado no fim do ano e enfrentar a concorrência pesada de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Matrix Resurrections. O resultado você já sabe, ninguém tomou conhecimento da existência do longa.

James DeMonaco revela mais detalhes da série baseada em ‘Uma Noite de Crime’

Em entrevista com o EW, o criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, revelou mais detalhes sobre a série baseada nos filmes.

DeMonaco havia declarado que a série exploraria o que acontece nos outros 364 dias do ano, e tratou de esclarecer que apenas uma pequena parte da narrativa se dedicará aos dias “normais”.

“Eu queria que 70-65% se passa na noite do expurgo, e uns 30% são flashbacks. Nós seguiremos quatro pessoas com tramas aparentemente independentes na noite do expurgo. O formato de 10 horas da televisão nos permite usar flashbacks fora da noite do expurgo, mostrando a vida normal das pessoas. Nós poderemos ver quem essas pessoas são quando não estão na noite do expurgo, e quais eventos os levaram ao que acontece na noite em particular.”

Ele continua, “O formato nos permite verdadeiramente analisar o motivo de alguém recorrer a violência na noite do expurgo. Então, haverá um maior desenvolvimento. Os filmes vão direto ao ponto, e eu acho que a televisão nos permite analisar porque alguém pegou uma faca ou arma para resolver um problema.”

 

 

A série será exibida pelo SyFy em parceria com o USA Network.

Segundo o chefe da BlumhouseJason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.

A produção será feita por meio de uma parceria entre a Blumhouse Television ProductionsITV Studios e a Universal Cable Productions.

James DeMonaco, criador, roteirista e diretor da franquia de sucesso estará envolvido no projeto, que conta também com seu parceiro de longa data, Sebastian K. Lemercier, como produtor executivo.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.

Amanda Warren (‘The Leftovers‘), Colin Woodell (‘Unsane‘) e William Baldwin entraram para o elenco, e irão se juntar aos previamente anunciados, Gabriel Chavarria (‘Planeta dos Macacos: A Guerra’) e Jessica Garza (‘Modern Family’), que viverão os protagonistas.

‘Weird City’: Série futurista com Dylan O’Brien ganha trailer; Assista!

O Youtube divulgou o trailer de sua nova série original, a ficção científica ‘Weird City‘, estrelada por Dylan O’Brien (‘Teen Wolf‘).

Confira:

A série foi criada por Charlie SandersJordan Peele (diretor de ‘Corra!‘)

“‘Weird City’ será uma antologia ambientada em um futuro próximo. Cada episódio irá explorar questões que dizem respeito à vida atual, histórias que só poderiam ser contadas agora através do prisma da ficção científica e da comédia.”

Adam Bernstein (‘Fargo‘) irá dirigir os dois primeiros episódios. Jose Molina será o showrunner e produtor executivo.

O elenco ainda conta com Sara Gilbert, Ed O’Neill, Rosario Dawson, Michael Cera, Steven Yeun, Awkwafina, Auli’i Cravalho, LaVerne Cox e LeVar Burton.

Com seis episódios encomendados, a série deverá estrear no YouTube Premium em 2019.

‘Nancy Drew’ investiga mistério macabro em novo trailer; Assista!

A CW divulgou um novo trailer da série ‘Nancy Drew‘.

Confira:

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

A série irá estrear no dia 9 de outubro, na CW.

Yael Grobglas vai estrelar nova série da criadora de ‘Jane the Virgin’

De acordo com o Deadline, Yael Grobglas vai estrelar a série ‘Here She Lies‘, da HBO Max, que está sendo desenvolvida por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin‘).

Grobglas interpretou a Petra Solano na série ‘Jane the Virgin‘.

A trama irá girar em torno de um mentirosa patológica (Grobglas) com um passado trágico que está tentando se libertar de suas teias de mentiras enquanto se apaixona por alguém igualmente problemático.

Gracie Glassmeyer, que também já trabalhou em ‘Jane the Virgin‘, será responsável pelo roteiro do projeto.

Urman também será produtora executiva da série.

Vale destacar, no entanto, que o serviço de streaming ainda não oficializou a produção completa de uma temporada, encomendando apenas o episódio piloto.

Diretora de ‘Os Eternos’ comandará terror futurista com Drácula para a Universal Pictures

De acordo com o THR, Chloé Zhao (do vindouro ‘Os Eternos‘) irá escrever e dirigir uma nova versão de ‘Drácula‘, que está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

A nova versão está sendo descrita como um western de ficção científica futurístico.

“Eu sempre fui fascinada por vampiros e o conceito que eles representam. Estou muito animada em trabalhar com a equipe da Universal para reimaginar um personagem tão querido,” declarou Zhao.

A trama abordará críticas sociais, algo que Zhao já havia incrementado em seus trabalhos anteriores.

“A visão única da Chloé destaca histórias dos esquecidos e incompreendidos,” afirmou o presidente do estúdio, Peter Cramer, em uma declaração oficial. “Nós estamos animados em trabalhar com ela enquanto ela reimagina um dos personagens mais icônicos já criados.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que Karyn Kusama (‘O Convite‘) também está desenvolvendo sua própria versão do Drácula para a Universal Pictures.

‘Chucky’: Star+ divulga o trailer LEGENDADO da série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino’; Assista!

O Star+ divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Chucky‘, série baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

No Brasil, a produção irá estrear no serviço de streaming no dia 27 de outubro, e ganhará um episódio por semana. Nos EUA, a série será lançada em 12 de outubro.

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco. 

‘Chamas da Vingança’ cresce nas bilheterias após “sessão dupla” com ‘Jurassic World: Domínio’

Após fracassar nas bilheterias, o remake ‘Chamas da Vingança‘ surpreendentemente retornou ao TOP 8 das maiores arrecadações dos EUA, com quase US$ 1 milhão no último final de semana – o que representa um aumento de mais de 700% em comparação ao resultado do final de semana anterior.

De acordo com o Bloody Disgusting, o pico de popularidade do longa se deve ao lançamento de ‘Jurassic World: Domínio‘. O site afirma que a Universal Pictures usou uma estratégia criativa, vendendo ingressos de “sessão dupla” com ‘Jurassic World: Domínio‘ e ‘Chamas da Vingança‘ – o que ajudou a impulsionar os números do remake, que atualmente só está sendo exibido em 150 salas de cinema no território norte-americano.

Ao total, ‘Chamas da Vingança‘ arrecadou apenas US$ 14.2 milhões mundialmente e é considerado um dos maiores fracassos do ano.

Anteriormente, o diretor Keith Thomas havia revelado planos para uma possível sequência do remake.

“Passei muito tempo com o Michael Greyeyes, que interpreta o Rainbird, considerando sobre o Rainbird que vemos nesse filme. Nós criamos uma verdadeira narrativa para ele, que são suas motivações. E essa narrativa também envolve o futuro. Na cena no apartamento do Rainbird, há vários desenhos dele. Se você prestar atenção neles, você consegue ver o resto do filme. Há uma sugestão sobre as habilidades do Rainbird e o que ele pode fazer. Não sabemos se haverá uma sequência, mas queríamos sugerir que há uma jornada ainda maior pela frente.”

Sobre um possível novo filme, a atriz Ryan Kiera Armstrong completou: “Eu adoraria retornar para uma sequência.”

Dirigido por Keith Thomas (‘The Vigil’), o longa é baseado na obra de Stephen King.

A trama acompanha uma menina que desenvolve habilidades pirocinéticas e é sequestrada por uma agência secreta do governo que quer estudá-la e usar seus poderes como uma arma para fins militares.

Ryan Kiera Armstrong (‘American Horror Story: Double Feature’) e Zac Efron (‘O Rei do Show’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Sydney Lemmon, Gloria ReubenMichael Greyeyes.

Novo longa do ‘Demon Slayer’ ganha data de estreia no Brasil; Confira o teaser!

A Cinecolor anunciou que o novo filme da franquia ‘Demon Slayer‘, intitulado ‘Demon Slayer: To the Swordsmith Village‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de março.

A produção irá unir os dois últimos episódios do Arco Distrito do Entretenimento e o primeiro episódio estendido do arco inédito da Vila dos Ferreiros.

Confira o teaser:

A trama de ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba‘ se passa no Japão do período Taisho e apresenta a história de Tanjiro Kamado, um garoto de bom coração que vendia carvão para sobreviver, até o dia que seus pais foram cruelmente assassinados por um demônio, que também amaldiçoou sua irmã mais nova, transformando-a num demônio.

Embora devastado com tudo que lhe aconteceu, Tanjiro decide tornar-se um “matador de demônios,” procurando aquele que massacrou sua família, enquanto também tenta encontrar um meio para que sua irmã volte a ser humana novamente.

No Brasil, os episódios de ‘Demon Slayer‘ estão disponíveis no Crunchyroll.

Inaki Godoy fala sobre a PRESSÃO de interpretar o Luffy no live-action de ‘One Piece’

Em entrevista ao The Laterals, Inaki Godoy (‘Imperfeitos’) comentou sobre a pressão de interpretar o protagonista Monkey D. Luffy no live-action de ‘One Piece‘.

O ator confessou, no início, acabou passando por momentos difíceis, mas que o próprio personagem o ajudou a superar a pressão que estava sentindo.

“Passei alguns momentos muitos difíceis e a pressão [de interpretar o Luffy] realmente me abalou. Mas, sabe, uma vez que você tem a chance de interpretar o Luffy por algum tempo, o espírito dele te contamina e você acaba esquecendo que está participando de uma mega produção. Você começa a se divertir como ele.”

Vale destacar que a atuação de Godoy foi um dos pontos mais elogiados na série da Netflix.

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Conspiração, traição e mentiras no trailer da 2ª temporada de ‘A Diplomata’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada do aclamado drama político ‘A Diplomata‘, estrelado por Keri Russell.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de outubro.

A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).

A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.

O elenco ainda conta com Rufus SewellDavid Gyasi, Ali Ahn, Rory Kinnear e Ato Essandoh.

Diretor confirma versão SEM CORTES com cenas inéditas de ‘M3GAN 2.0’

Em entrevista ao Discussing Film, o diretor Gerard Johnstone (‘Housebound’) revelou que a sequência ‘M3GAN 2.0‘ ganhará uma nova versão sem cortes e com cenas inéditas.

O cineasta afirmou que muitas cenas tiveram que ser cortadas para manter o longa abaixo de duas horas de duração.

“Haverá uma versão sem cortes com algumas cenas inéditas. Deixamos muita coisa de fora. Eu entendo, seria um longo tempo para ficar sentado no cinema. Então, nós realmente queríamos que a versão das telonas tivesse menos de duas horas. No entanto, na versão sem cortes, você verá algumas cenas que não conseguimos incluir no corte final.”

Ele completa, “Além disso, há diversas falas nos trailers que ajudam a contar a história, mas a M3GAN nunca as diz no filme em si. O estúdio precisava de material promocional. Às vezes, o trailer é editado antes que possamos nos decidir se certa cena se manterá no corte final.”

Vale lembrar que a continuação fracassou em sua estreia nos cinemas, arrecadando apenas US$ 10.2 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa um terço do lançamento do longa original.

Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum comentou sobre o resultado decepcionante: “Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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Toda cidade tem seus DEMÔNIOS no teaser de ‘O Segredo de Widow’s Bay’, nova série de suspense da Apple TV

O Apple TV+ divulgou um teaser inédito de ‘O Segredo de Widow’s Bay‘, nova série de mistério estrelada por Matthew Rhys (‘Perry Mason’).

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A atração, que conta com dez episódios, chega à plataforma de streaming no dia 29 de abril.

A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.

Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.

Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.

Kate O’FlynnStephen RootKingston Rumi SouthwickKevin CarollDale Dickey também estrelam.

UAU! Tom Holland dança ‘Cantando na Chuva’ e Rihanna no ‘Lip Sync Battle’

O ator Tom Holland arrancou aplausos e gritos da platéia no divertido programa de TV ‘Lip Sync Battle’, ao mostrar suas incríveis habilidades com a dança.

Reinterpretando a icônica canção tema ‘Cantando na Chuva’, o próximo Homem-Aranha surgiu trajando o figurino de Gene Kelly, para subitamente trocar para o hit de Rihanna, Umbrella, vestindo a mesma roupa que a cantora usou na gravação do clipe da canção.

Confira o vídeo:

Competindo contra sua colega de elenco, Zendaya, Holland surpreendeu aqueles que desconheciam seu histórico nos palcos.

Para os que ainda não sabiam, o jovem teve uma carreira como dançarino na Inglaterra, tendo protagonizado o popular musical ‘Billy Eliot’, que conta a história de um garoto que sonhava em ser bailarino.

Tom Holland apoia crossover de ‘Deadpool’ e ‘Homem-Aranha’ 

A Sony Pictures do Brasil agendou a estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ nos cinemas nacionais: 6 de Julho de 2017. Nos EUA, o filme chega um dia depois!

“O Jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que estreou em ‘Capitão América – Guerra Civil‘, começa a navegar em sua identidade recém descoberta como super-herói em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Emocionando com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina diária normal – se distraindo por seus pensamentos para provar a si mesmo que é mais do que apenas o bom amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter tem como importante será ameaçado.”

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

O elenco conta com Donald GloverMarisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark/Homem de Ferro  e John Favreau também participa do filme, reprisando o papel que fez em ‘Homem de Ferro’ como Happy Hogan.

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

‘Extremely Wicked’: Diretor se despede das filmagens em nova imagem; Confira!

O cineasta Joe Berling já encerrou as filmagens no thriller ‘Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile’ e novamente usou sua conta no Instagram para compartilhar o momento.

Na imagem em questão, ele se despede da cidade de Cincinnati, dentro de uma viatura da polícia da Flórida. O veículo foi usado nas filmagens da produção, cuja trama se passa – em partes – no estado em questão.

Confira:

A atriz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) viverá Carole Ann Boone, ex-esposa de Ted Bundy. Zac Efron será Bundy, Lily Collins viverá Elizabeth Kloepfer, Jim Parsons interpreta o promotor de justiça, Larry Simpson, e John Malkovich dará vida ao juiz Edward Cowart.

O projeto é dirigido por Joe Berlinger e o roteiro ficou a cargo de Michael Werde. Além de Efron, Lily Collins estrela a produção.

A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer. Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.

 

‘Hellboy’: Primeiro trailer deve estrear AINDA esse ano; Saiba quando!

O ano de 2018 está chegando ao fim, mas os fãs ainda podem ser surpreendidos com novidades ligadas a ‘Hellboy‘.

O trailer tão esperado do filme, exibido durante a New York Comic-Con, deve estrear ainda neste ano. A informação foi revelada pelo Trailer Track.

Segundo a publicação, o vídeo deve ser lançado na semana que vem. As especulações afirmam que o material seria acoplado a ‘Aquaman‘, como uma forma da Lionsgate expandir o trailer para o maior número possível de pessoas, durante a semana do Natal.

Ainda não há nenhuma confirmação oficial, portanto trate tudo como rumores.

 

Após um teste de exibição em Los Angeles, a primeira reação do reboot de ‘Hellboy‘ caiu na internet.

O crítico Mr. H revelou que o longa é “incrivelmente violento” e elogiou o desempenho de todo o elenco, especialmente David Harbour (‘Stranger Things‘) como o personagem título.

Confira o vídeo na íntegra:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

Crítica Sundance | Falling: Viggo Mortensen estreia na direção em tocante drama familiar

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Os conflitos de gerações talvez sejam algumas das principais causas de rachaduras no seio familiar. Em um cenário contemporâneo onde as relações familiares se transformam, se adequam e readequam em ritmo acelerado, aquela certa simplicidade que reside na vida do campo parece ter se tornado muitas vezes uma memória antiga de um tempo quase inexistente. E em metrópoles onde o tempo não pára, assim como as pessoas, tentar enxergar o mundo ao redor pelo mesmo filtro sépia dos anos 50 e 60 já não faz mais sentido. E Falling busca fazer um diagnóstico dessa ruptura entre tempos, momentos e épocas, ao trazer uma conflituosa relação entre pai e filho. Pertencentes a duas gerações diferentes, ambos tentam navegar entre a truculência racista e homofóbica parental e a suavidade e sensibilidade de um filho que, embora exausto, não abre mão de seu papel de cuidar daquele que – bem ou mal – já cuidou dele.

Embora seja a estreia de Viggo Mortensen na direção, Falling não tem nenhum efeito catártico biográfico, como vez outra vemos em Hollywood. Como uma história contada por alguém que está de fora do círculo narrativo criado por ele mesmo, o drama familiar traz breves fragmentos semelhantes à sua pessoal trajetória, ao abordar os reflexos da demência. Tirando isso, a produção se apresenta como um retrato doméstico externo das durezas de ser criado em um contexto machista e racista, onde sua identidade de gênero não possui um espaço sadio para se desenvolver e mágoas de traumas familiares são nutridos quase que diariamente. E com essa base bem consolidada na trama, o longa se desenvolve entre flashes do passado e do presente, que se complementam a fim de fazer a audiência entender as origens dessa penosa relação.

Aqui, conhecemos um Lance Henriksen bem diferente, emanando uma agressividade e soberba que gera um desconforto absoluto na audiência. Sua falta de decoro e amor diante do seu filho revelam um homem intragável e insuportável, que domina o tempo de tela. Fazendo uma brilhante caracterização que mescla elementos da demência e uma personalidade impossível de lidar, o veterano brilha em cena da pior forma possível, promovendo em sua audiência um sentimento de enojo que não parece dar uma trégua se quer. Em contraste, Mortensen assume o papel do filho mais velho, um homem gay, bem resolvido e bem casado, que divide seu tempo entre o esposo, a filha e seu perturbado pai.

Em Falling, inicialmente Mortensen aparece de forma serena até demais. Em uma atuação que parece lhe exigir muito menos que sua figura paterna em Capitão Fantástico lhe exigiu, ele perambula pela narrativa de forma muito singela, se destaca pouco em tela, sendo completamente absorvido por Henriksen, que rouba nossas atenções de forma inadvertida. Mas, assim como a trama cresce ao final de seu segundo ato, assim também Mortensen o faz, se entregando de forma mais apaixonante e dilacerada diante do público. E seu roteiro segue um caminho semelhante. Beirando o repetitivo em sua primeira metade, a narrativa parece caminhar com maior celeridade em sua segunda parte, ao destravar os mesmos conflitos já apresentados em tela, permitindo que um clímax de efeito ainda mais dramático e profundo se desenrole.

Com uma direção que exagera nos close-ups, o drama tenta trazer uma certa identidade direcional de Mortensen, mas falha em ser realmente autoral. Seguindo uma premissa que, em muitos momentos, é vinculada à mesma problemática de The Father, outra estreia do Festival de Sundance e que traz Anthony Hopkins no papel do patriarca, a produção não consegue se consolidar como uma obra cheia de identidade de técnica. Ainda assim, seu brilho permanece, ao conseguir exprimir com exatidão os dilemas naturais da velhice, as dificuldades de lidar com a demência e a responsabilidade social que nós, filhos das mais recentes gerações, temos em relação aos pais nascidos de outro tempo.

Explorando questões reais como o perdão, o amor incondicional, o respeito e a mutualidade no ambiente familiar, Falling é um drama imperfeito, assim como toda família. Mas trazendo uma delicadeza genuína e simbólica que expressa os efeitos conflitantes da demência, a produção consegue se sustentar com leveza e de quebra ainda apresenta um lado pouco conhecido de Mortensen, nos levando a contemplar o seu potencial como um cineasta que, ainda novato no ofício, tem muito para nos presentear.

‘Riverdale’ celebra o baile de formatura nas novas imagens da 5ª temporada; Confira

Falta pouco menos de um mês para o início da 5ª temporada de ‘Riverdale‘ e para aguçar a curiosidade e o entusiasmo dos fãs, a emissora The CW divulgou as primeiras imagens do capítulo inaugural do vindouro ciclo, intitulado “Chapter Seventy-Seven: Climax“.

No primeiro capítulo da nova temporada, os protagonistas celebram o fim de uma era, durante o baile de formatura escolar.

Confira:

Confira o novo cartaz da 5ª temporada:

Os novos episódios estreiam no dia 20 de janeiro.

Assista ao intenso trailer da 5ª temporada:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Café com Aroma de Mulher’: Remake da novela colombiana estreia na Netflix

A série ‘Café com Aroma de Mulher‘, remake da clássica novela de 1994, exibida pelo SBT, já está disponível na Netflix. A nova versão teve a sua estreia nesta quarta-feira (29) na grade de programação.

A trama segue a história de amor entre a trabalhadora rural Gaviota e Sebastián, um herdeiro da aristocracia cafeeira.

Adriana Suarez assina a criação do remake.

Confira o trailer:

Laura Londoño, Mabel Moreno, Diego Cadavid, Lincoln PalomequeWilliam Levy estrelam a nova versão.

A novela original, criada por Fernando Gaitán, teve 169 capítulos. Transmitida e adaptada em vários países, ela é considerada uma das telenovelas mais populares da televisão colombiana, tendo ganhado 7 prêmios TVyNovelas, incluindo o de melhor telenovela.

EXCLUSIVO! Matthew Lillard fala sobre série de suspense e “medo de estragar tudo” em ‘Panico 7’

Depois de conquistar uma nova geração de fãs com ‘Five Nights at Freddy’s‘, Matthew Lillard segue retomando seu protagonismo em Hollywood, dessa vez na 2ª temporada da série de suspense ‘Detetive Alex Cross‘ e agora também com seu inesperado retorno para ‘Pânico 7‘.

E durante uma entrevista ao CinePOP, Lillard e Jeanine Mason revelaram detalhes sobre seus misteriosos personagens no novo ciclo da original da Prime Video. Ao longo do bate-papo, eles comentaram sobre os desafios que os novos papéis trouxeram para suas carreiras e quais são as expectativas para os fãs de suspense policial.

Além disso, Matthew foi ainda mais longe e desabafou sobre seu aguardado retorno para a icônica franquia de terror dos anos 90. Ao ser questionado a respeito do assunto, ele confessou ter “medo de estragar tudo” com seu retorno a ‘Pânico‘, mostrando um lado mais vulnerável por trás da fase positiva que vive atualmente.

Confira a entrevista:

Lembrando que os três primeiros episódios da 2ª temporada de ‘Detetive Alex Cross‘ já estão disponíveis na Prime Video e os demais estreiam semanalmente, sempre às quartas-feiras.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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‘Vingadores: Guerra Infinita’: Colecionável pode ter revelado a nova arma de Thor

Um boneco da Funko acabou revelando um detalhe importante de Vingadores: Guerra Infinita’. Mais precisamente, a nova arma que Thor deverá usar no filme. A imagem mostra o personagem com uma arma parecida com a da versão Ultimate. Será?

Leak/Rumor Avengers Infinity war Funko pop leak from r/marvelstudios

Conforme prometido, a Marvel canadense divulgou uma prévia de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Assista, com o vídeo comemorativo de 100 Dias:

 

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘American Horror Story’: Crossover de ‘Murder House’ com ‘Coven’ ganha data de estreia

O tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada) vai acontecer na 8ª temporada de ‘American Horror Story‘ e Emma Roberts irá retornar para o novo ciclo, assim como Taissa Farmiga.

Agora, segundo a página oficial do FX no Facebook, a 8ª temporada será lançada nos EUA em 12 de setembro desse ano.

Em um novo vídeo publicado em sua conta oficial do Instagram, Emma fez uma referência à sua personagem Madison Montgomery, sugerindo seu retorno. Já no caso da Taissa, quem confirmou foi o próprio Ryan Murphy.

Confira:


Evan Peters, Kathy Bates, Sarah Paulson, Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Billie Lourd retornam, e as filmagens começam em 16 de junho.

Especula-se que a “temporada especial” trará o retorno da musa Jessica Lange, que interpretou a diabólica Constance Langdon na primeira temporada e a Suprema Fiona Goode na terceira.

Segundo a MTV, a atriz já revelou que gostaria de retornar para uma última participação na série, e esse seria o momento ideal para seu retorno.

Além disso, especula-se que ela pode interpretar as duas personagens na mesma temporada, como Sarah Paulson fez ao trazer de volta sua personagem de ‘Murder House‘ para o final de ‘Hotel‘.

O site ainda cita um estranha conexão entre as duas temporadas: os protagonistas compartilham o sobrenome Montgomery.

Os fãs têm especulado há tempos que a bruxa Madison Montgomery (Emma Roberts) tem alguma ligação com o infame “cirurgião das estrelas” Charles Montgomery (Matt Ross), o médico da primeira temporada. Além deles terem o mesmo sobrenome, ambos moravam em Los Angeles. Mas nada de concreto foi estabelecido entre os dois personagens.

O anúncio abre a porta para vários astros que passaram pela primeira e pela terceira temporada, como Dylan McDermott, Kate Mara, Alexandra Breckenridge, Zachary Quinto e Gabourey Sidibe.

Crítica | ‘A Guerra do Amanhã’ mistura ação e ficção em blockbuster para toda a família

Já está disponível no Amazon Prime Video o mais novo blockbuster original da plataforma: A Guerra do Amanhã. Programado originalmente para estrear nos cinemas no natal de 2020, o filme teve de ser atrasado por conta da pandemia. Nesse tempo, a Amazon entrou na jogada e comprou o longa para lançá-lo com exclusividade no Prime Video. É interessante dizer isso porque fica nítido em algumas cenas que esse filme foi pensado para ser lançado nas telonas, com direito a óculos 3D e tudo mais que a vida do longínquo março de 2020 proporcionava a quem fosse a uma sala de cinema. Dito isso, podemos falar mais sobre esse arrasa quarteirões que está disponível para os assinantes.

A trama começa em dezembro de 2022, durante a final da Copa do Mundo, quando Dan Forester (Chris Pratt), um ex-militar e professor de biologia, não é escolhido para seu emprego dos sonhos. Ele entra em casa para ver o jogo com a família, mas a vida de todos muda quando um esquadrão vindo do futuro interrompe a final para solicitar ajuda. O motivo? Uma invasão alienígena está prestes a acabar com a vida na Terra na metade do século XXI. Assim, a humanidade de 2022 é convocada para lutar em defesa de seus filhos e netos, atravessando um portal temporal e enfrentando os inimigos interplanetários. O problema é que eles são muito resistentes e apenas a violência não será o bastante para derrotá-los. Será que os humanos do passado serão capazes de ajudar a futura geração a encerrar com essa praga extraterrestre?

Filmes apocalípticos não são exatamente uma novidade. Dezenas deles são lançados por ano, então costuma ser difícil encontrar um diferencial neles. No entanto, esse aqui traz uma abordagem interessante que é brevemente explorada, mas o suficiente para prender a atenção. Como a trama deixa claro que o mundo inteiro sabe que vai morrer em trinta anos, o diretor Chris McKay se aproveita de seu protagonista ser um professor para mostrar o efeito que esse “spoiler da vida real” teve na sociedade, mais especificamente nos jovens. Dan tenta ministrar suas aulas no ensino médio, só que os alunos ficam se questionando o motivo de precisarem aprender biologia se todos eles sabem que aquele conhecimento não será útil num apocalipse. Esse clima de falta de esperança e sentido na vida acaba se espalhando por outros personagens, como soldados e a imprensa. Essa vibe niilista é interessante e gera alguns personagens úteis para a história, que não é inovadora e nem tenta se levar a sério. Isso é bom e ruim ao mesmo tempo, porque impulsiona os momentos de ação – muito bem construídos, por sinal -, mas acaba não explorando tanto essa construção de sociedade niilista, que era o grande diferencial desse filme.

E a falta de perspectiva do “presente” acaba contratando com o núcleo do futuro, que vê nessa leva de soldados convocados sua última chance de salvar a humanidade. Ou seja, eles são a esperança final de todo o planeta. É nesse núcleo que a ação se mistura com o suspense porque enfim acontece o confronto entre humanos e aliens. Inicialmente, a direção constrói um suspense por meio da sugestão, o que é excelente porque eles comentam e mostram os efeitos da ameaça, mas não revelam o visual das criaturas, permitindo que o público crie sua própria versão dos vilões com a imaginação. Porém, depois de um tempo, os Aliens de CGI são revelados, reduzindo o suspense e investindo mais na ação. Talvez isso decepcione alguns, já que podem ter imaginado criaturas ainda mais assustadoras, mas a versão reptiliana mostrada é bem competente em assustar e representar um perigo real para os protagonistas e para a vida na Terra. As missões e os combates da equipe do passado contra os Etzões são de tirar o fôlego, já que diversos membros morrem inesperadamente.

Então, quando a trama futurista é encerrada e o filme aparentemente se encaminha para um final em aberto, a equipe criativa estende a história para mais um ato, agora ambientado no presente, que acontece mais para resolver alguns traumas pessoais do protagonista do que para enriquecer esse universo. O que não tem problema, se for bem executado. Infelizmente, eles se perdem um pouco nessa parte final e começam a apelar para diversas coincidências e conivências do roteiro, que podem incomodar quem procurar por uma história mais seria. Algumas situações ficam meio forçadas, claramente colocadas ali apenas para permitir um confronto final repleto de ação e reviravoltas, trazendo momentos de violência e diversão. Pode ser que esse ato final canse um pouco o público.

Quanto ao elenco, Chris Pratt foi a escolha perfeita para esse filme. Ele já havia trabalhado com Chris McKay na franquia Uma Aventura Lego, então ele soube explorar certinho as qualidades do ator, que carrega o filme com seu carisma absurdo. Não é uma atuação excelente, mas é crível e cativante o bastante para comprá-lo como protagonista. Além disso, ele tem muita química com Charlie (Sam Richardson) e seu pai, James (J.K. Simmons), com quem não nutre uma relação boa. Inclusive, Simmons faz muito bem esse papel de pai bombado, cansado e ranzinza. Stephen Lang que se cuide! Outro nome conhecido que completa o elenco é Yvonne Strahovski, que interpreta uma coronel-cientista do futuro. O papel não exige muito dela, mas ainda assim está bem nele.

Enfim, é um blockbuster com acertos e erros que se mostra um bom entretenimento para quem busca diversão, suspense, uma pitada de ficção e uma overdose de Chris Pratt. É o tipo de filme ideal para se desprender da realidade e curtir com toda a família por pouco mais de duas horas. E provavelmente seria ainda melhor se pudesse ser visto com o som ensurdecedor e a telona dos cinemas. Mas, como está na Amazon sem nenhum custo adicional, já fica a dica para o que assistir no fim de semana.

Crítica | Beckett – John David Washington estrela suspense de ação conspiratório na Netflix

Conspiração e paranoia. Dois artifícios excelentes para prender a atenção de um espectador e garantir o engajamento dele até o fim, afinal, o ser humano é curioso por natureza e quase sempre insiste por todas as vias até saber a resolução da história. Confiando nessa premissa, estreia nesse fim de semana na Netflix o thriller de açãoBeckett’, que provavelmente irá dar um nó na sua cabeça.

Beckett (John David Washington, de ‘Infiltrado na Klan’) está de férias com a namorada, April (Alicia Vikander, de ‘Tomb Raider: A Origem’) em Atenas, na Grécia. Eles ficam sabendo que um protesto vai acontecer na praça em frente ao hotel em que estão hospedados, por isso decidem pegar o carro e viajar para uma cidade do interior. Infelizmente no caminho os dois sofrem um acidente de carro e Beckett acaba vendo que um menino ruivo está morando na casa em que seu carro bate. Depois de ser resgatado, Beckett só deseja poder voltar para os Estados Unidos, porém, sem nenhuma razão aparente, pessoas aleatórias começam a caçá-lo pelas ruas, e agora ele precisa lutar para chegar à embaixada dos Estados Unidos em Atenas e tentar sobreviver.

Dirigido por Ferdinando Cito Filomarino, ‘Beckett’ tem dois momentos bem marcados, que dividem o longa em pegadas diferentes. O primeiro vai desde a felicidade do casal protagonista nas férias, seguida da perseguição a vai até a conquista de um grande objetivo de Beckett, que ocorre na metade do longa. A partir daí a gente até se pergunta para onde vai a história, afinal, ela já teria se concluído aqui, mas então eis que o roteiro dá uma guinada e começa a espiralar, fazendo com que todos os personagens emerjam de uma teoria da conspiração inacreditável, envolvendo absolutamente todas as pessoas que o pobre coitado do protagonista conhece naquele país que não é o dele. Incrível, não? A imprecisão da proposta pode fazer com que alguns espectadores se percam na segunda metade da produção.

Mas não se enganem, afinal, não é à toa que o longa se chama ‘Beckett’ – nome do escritor e teatrólogo, autor de ‘Esperando Godot’, peça que conta a história de dois homens que ficam eternamente esperando a chegada de Godot, que nunca vem. No ‘Beckett’ da Netflix de certa forma o espectador é levado a esse mesmo turbilhão de acontecimentos, sem entender por que as coisas estão acontecendo (tal como na peça). Assim, o roteiro assinado por Kevin A. Rice nos engata em um thriller de ação que requer atenção, pois constantemente a coisa toda revira de ponta cabeça e o protagonista precisa seguir adiante lutando por sua vida, bem estilo ‘Duro de Matar’ ou ‘O Turista’.

Através do fundo político da crise econômica em que se encontra a Grécia, ‘Beckett’ se constrói como um filme de ação conduzido pelo suspense, com uma pitadinha de crítica social e reviravoltas constantes embaladas pela teoria da conspiração. É desses filmes que prende sua atenção desde o início com uma típica história do sujeito que estava no lugar errado, na hora errado, mas bem feitinha, embora não tão convincente.

‘Capitã Marvel’: Filme já vendeu mais ingressos de pré-venda em IMAX que ‘Mulher-Maravilha’

Capitã Marvel‘ conseguiu quebrar mais uma marca importante de ingressos vendidos em pré-venda. O novo filme da Marvel já superou o número de ingressos IMAX vendidos de ‘Mulher-Maravilha’, ‘Deadpool 2’ e ‘Thor: Ragnarok‘.

É a própria IMAX que confirma o dado, mas não revela os números de modo objetivo e público. O filme será exibido em 1,360 salas desse tipo nos Estados Unidos.

Confira o trailer:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Downton Abbey’: Maggie Smith e Hugh Bonneville aparecem nas novas imagens do filme; Confira!

O filme baseado na aclamada série ‘Downton Abbey’ ganhou novas imagens estampando Maggie SmithMichelle DockeryHugh Bonneville e outros.

Confira, junto ao trailer oficial:

A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 20 de setembro de 2019.

Já o público internacional receberá o longa com uma semana de antecedência, no dia 13 do mesmo mês.

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

‘Velozes e Furiosos 9’: Vin Diesel e Michelle Rodriguez estampam novas fotos do longa

Universal Pictures divulgou duas novas imagens oficiais de Velozes e Furiosos 9’.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 20 de maio de 2020.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Oscar 2022 | Nossas Previsões e Torcidas para os Indicados nas Principais Categorias

O mundo do cinema se estremeceu de novo! Na manhã desta terça-feira, 8 de fevereiro, foram anunciados os indicados ao Oscar 2022, a maior premiação da sétima arte mundial. A esta altura nem precisa mais ser dito que essa é a maior honraria que qualquer artista do mundo do cinema e entretenimento poderia conquistar. Sim, muitas vezes podemos não concordar com as nomeações. E todo ano sempre temos os famosos esnobados – que terminam de fora da festa, a ver navios. São quase 10 mil membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e os indicados são um grande consenso da maioria.

Aqui, nesta nova matéria iremos apresentar a nossa opinião exclusiva sobre quem achamos que merece ganhar (ou seja, nossos preferidos) e quem de fato achamos que irá levar os prêmios nas categorias principais. Confira abaixo.

MELHOR FILME

As surpresas das indicações a melhor filme este ano ficaram por conta de Drive My Car, filme japonês sobre o drama do desaparecimento de uma jovem mulher, parte de um casal de atores. O longa do cineasta Ryûsuke Hamaguchi vem inclusive sendo comparado ao fenômeno Parasita, da edição 2020 do Oscar. Outro que surpreendeu foi O Beco do Pesadelo, remake de um clássico do suspense dos anos 40, o longa tem um visual impactante, e sua nomeação demonstra a força do mexicano Guillermo del Toro atualmente junto aos votantes. Na “cota” das produções feel good, ou seja, filmes inspiradores que falam sobre superação e podem ser recomendados para toda a família devido à sua leveza estão outras duas quase surpresas: King Richard – Treinando Campeãs é a biografia das tenistas Venus e Serena Williams, e Coda – No Ritmo do Coração é o remake de uma produção francesa sobre uma família de surdos-mudos pescadores onde só a filha mais nova é ouvinte.

No terreno das superproduções, mais duas refilmagens. Steven Spielberg é quem comanda a nova versão do musical clássico Amor, Sublime Amor, que venceu o Oscar em 1962. Já Duna, de Denis Villeneuve, também já havia ganhado as telas em 1984, e trata-se de uma das histórias de ficção científica mais cultuadas de todos os tempos. Ainda temos a crítica social sobre o negacionismo Não Olhe para Cima – o filme mais atual e ácido do lote -, o coming of age artístico de Paul Thomas Anderson, Licorice Pizza, e o drama sobre a Guerra da Irlanda em preto e branco e visto sob o ponto de vista inocente de um menino, Belfast.

Nossa previsão nesta categoria é Ataque dos Cães, da Netflix. O faroeste dramático é baseado no livro de Thomas Savage, e conta sobre dois irmãos bem diferentes, e a colisão de temperamentos quando um deles resolve se casar com uma jovem mulher mãe solteira. Um dos fatores que mais marca Ataque dos Cães é a direção da veterana Jane Campion, que não dirigia um filme desde 2009.

MELHOR DIREÇÃO

Como dito, Ataque dos Cães é o filme, neste momento, com mais chances de vencer o Oscar na categoria principal. E acreditamos que este prêmio virá atrelado ao prêmio de direção. A veterana Jane Campion é a única mulher indicada na categoria nesta edição, e seria muito bom ver novamente uma mulher vencendo o prêmio depois da chinesa Chloé Zhao no ano passado por Nomadland. Se vencer na categoria, a neozelandesa Campion – que também adaptou o roteiro e tem chances de vencer tal prêmio igualmente – será a terceira mulher da história a obter a vitória na categoria de direção, e a segunda em dois anos consecutivos. Campion já havia sido indicada anteriormente como diretora pelo filme O Piano (1993), que lhe rendeu o Oscar de roteiro original. Os outros indicados da categoria são Steven Spielberg (Amor, Sublime Amor), Kenneth Branagh (Belfast), Paul Thomas Anderson (Licorice Pizza) e a surpresa que acreditamos ser o único a possivelmente tirar o Oscar de Campion: o japonês Ryûsuke Hamaguchi (Drive My Car).

MELHOR ATRIZ

A grande aposta aqui na categoria de atriz é a renovadíssima Kristen Stewart por Spencer, drama biográfico sobre a Lady Di, a Princesa Diana. Para os que ainda associavam a imagem da atriz à franquia adolescente dos vampiros de Crepúsculo e que nem mesmo com o César (o Oscar francês) de melhor atriz por Acima das Nuvens (2014) a consideravam uma intérprete de grande alcance, esta é a performance que serve como divisor de águas da carreira da jovem. E a nomeação no Oscar, mesmo que Stewart tenha falado demais e desdenhado da honraria, é a consagração dela. Era esperado e Stewart surge como favorita. A surpresa aqui veio da nomeação da espanhola Penélope Cruz pelo filme de seu mentor, Pedro Almodóvar, Mães Paralelas. Acontece que o filme não era o indicado da Espanha e não está entre os nomeados de produção estrangeira. Mesmo assim, pela segunda vez na carreira, Cruz é indicada por um filme de Almodóvar – depois de Volver (2007).

Outras surpresas foram as nomeações da veterana Nicole Kidman pelo filme da Amazon, Apresentando os Ricardos, biografia do ícone da TV americana Lucille Ball, do seriado I Love Lucy; e Jessica Chastain, por mais uma biografia, esta da televangelista polêmica Faye Bakker, no filme Os Olhos de Tammy Faye. O que acontece é que Chastain e Kidman fazem figuração aqui, já que seus filmes não têm tanta força. Mas tudo pode acontecer. Quem eu diria que pode tirar o doce da boca de Stewart é a nova queridinha da Academia, a britânica Olivia Colman por A Filha Perdida. Temos que levar em conta que Colman já venceu há três anos por A Favorita, e a Academia pode não querer premiá-la de novo em tão pouco tempo. Porém, seriam os mesmos três anos que separaram as vitórias na categoria principal de Frances McDormand, por Três Anúncios para um Crime (2018) e mais recentemente por Nomadland (2021). Então o precedente existe.

MELHOR ATOR

Ao que tudo indica esse prêmio irá para o Doutor Estranho em pessoa, Benedict Cumberbatch. Essa é a segunda indicação do ator depois de O Jogo da Imitação. Na possível limpa que Ataque dos Cães fará, em especial nas categorias melhor filme e direção, acredito que Cumberbatch possa ir com a maré e se beneficiar. Quem pode “chover no desfile” do ator britânico é o americano Will Smith. Veterano muito querido na indústria, Smith é mais conhecido por seus blockbusters, mas vira e mexe emplaca um trabalho mais sério e já tem duas outras indicações como melhor ator. O astro inclusive já participou da polêmica com o protesto do Oscar So White, um movimento ocorrido na premiação de 2016 em que nenhum dos indicados na categoria principal era negro. Smith e outras personalidades boicotaram o evento na ocasião e não foram à festa. O ator na época esperava ser nomeado por Um Homem Entre Gigantes. Este ano Smith chega forte como produtor também de King Richard – Treinando Campeãs. Na categoria, Andrew Garfield (Tick, Tick… Boom), Javier Bardem (Apresentando os Ricardos) e o grande Denzel Washington (A Tragédia de Macbeth) apenas coadjuvam. Lembrando novamente que tudo pode acontecer.

MELHORES COADJUVANTES

A categoria de atrizes e atores coadjuvantes parece ser as mais imprevisíveis desta edição do Oscar. Começando pelas atrizes, quase todas as indicações foram surpresas. Nossas torcidas na verdade vão para quase todas as nomeadas na categoria. Explico. Acontece que esta é uma corrida entre novatas, entre marinheiras de primeira viagem no Oscar, e por mais que adoremos a veterana Judi Dench, que aqui concorre por Belfast, ela já possui sua estatueta decorando a lareira. Seria ótimo se ela tivesse mais uma? Por seu talento e anos de estrada, sim! Ao mesmo tempo, as surpresas das indicações de Kirsten Dunst (por Ataque dos Cães) e Jessie Buckley (por A Filha Perdida) foram tão bem-vindas que passamos a torcer por elas – e acredito que uma das duas saia vitoriosa.

Outra surpresa mais que bem-vinda foi a representatividade das indicações de Aunjanue Ellis, que vive a esposa de Will Smith em King Richard, e a jovem Ariana DeBose por Amor, Sublime Amor. Uma curiosidade é que a atriz veterana Rita Moreno ganhou o Oscar na versão de 1961 do filme, pelo mesmo papel de Anita, agora vivido por DeBose. Se DeBose levar, será muita sorte que a personagem Anita traz para suas intérpretes.

Na categoria masculina, creio que os que fazem apenas figuração neste ano são Ciarán Hinds por Belfast e J.K. Simmons, que igualmente já tem sua estatueta do Oscar, por Apresentando os Ricardos. É provável que a estatueta fique mesmo nas mãos de um dos coadjuvantes de Ataque dos Cães, corroborando a ideia de que o filme possa vir a fazer a limpa na noite da premiação. Como aqui nesta categoria temos dois atores nomeados pelo filme, Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee, qualquer um deles que levar estará bem representado. Se tiver que escolher um, creio que Plemons tem a vantagem. Porém, pode ser o caso deles se anularem também. E aí, acredito que quem possui vantagem nesta é Troy Kotsur, ator surdo-mudo de Coda – No Ritmo do Coração. Caso vença, seria o primeiro surdo-mudo a levar o prêmio desde Marlee Matlin (que também está no elenco de Coda) em Filhos do Silêncio (1987).

OUTRAS CATEGORIAS

Nas categorias de roteiro, seria muito legal ver o criativo e ácido Não Olhe para Cima levando o prêmio de roteiro original. No entanto, o prêmio ficará provavelmente entre Belfast e Licorice Pizza. Já no roteiro adaptado, seria muito bom ver o texto de Maggie Gyllenhall em A Filha Perdida sair vitorioso, mas Jane Campion é quem deve vencer por Ataque dos Cães. E não é nada mal, já que permanece nas mãos de uma mulher. O ideal é que os prêmios pudessem ser mais divididos.

Finalizando nossos palpites, a categoria mais “batata” desta edição do Oscar definitivamente é a de filme estrangeiro. A certeza da vitória de Drive my Car é indiscutível, afinal o longa está indicado também na categoria principal de melhor filme. E quantos outros da categoria podem dizer o mesmo? Quando casos assim ocorrem, seja com filmes estrangeiros na categoria principal (como Parasita em 2020 ou Amor em 2013) ou animações na categoria principal (Toy Story 3 em 2011 ou Up – Altas Aventuras em 2010), a garantia é que ao menos da outra categoria de filme ao qual estão indicados eles saiam vitoriosos. Assim, filmes elogiados como A Pior Pessoa do Mundo (da Noruega) ou A Mão de Deus (Itália) não possuem muita chance.