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‘Monsters at Work’: Série do Disney+ com Mike e Sully ganha nova imagem oficial; Confira!

O Disney+ divulgou mais uma imagem oficial Monsters at Work, série derivada de ‘Monstros S.A.‘ que trará o retorno de John GoodmanBilly Crystal como os icônicos Sully e Mike, respectivamente.

A foto apresenta os novos personagens da produção.

Confira:

Lembrando que a série estreia no dia 02 de julho na plataforma de streaming.

O elenco da série também é composto por John RatzenbergerJennifer Tilly, Bob PetersonBonnie Hunt Mindy Kaling

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

‘Monstros S.A.’ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a continuação Universidade dos Monstrosem 2013.

‘The Flash’: Barry e Caitlin são destaque nas imagens oficiais do episódio 07×10; Confira!

A The CW divulgou as imagens oficiais de “Family Matters, Part 1″, décimo episódio da 7ª e última temporada de The Flash‘.

Na trama, “Iris é levada ao limite à medida que procura pela misteriosa verdade por trás de Psych. Enquanto isso, Barry começa um novo sistema de treinamento que potencialmente poderia sair pela culatra – com consequências devastadoras. Joe e Cisco tomam decisões drásticas”.

O capítulo vai ao ar no dia 18 de maio.

Confira, junto à promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Matt Damon tenta tirar a filha da prisão no trailer oficial de ‘Stillwater’; Confira!

Focus Features divulgou recentemente o primeiro trailer oficial de Stillwater, drama estrelado por Matt Damon (‘Perdido em Marte’).

Confira:

O filme é dirigido pelo vencedor do Oscar Tom McCarthy (‘Spotlight – Segredos Revelados’). Ele também assina o roteiro ao lado de Thomas BidegainNoé Debré.

O filme gira em torno de um dono de uma plataforma de petróleo (Damon), que viaja para Marselha para visitar sua filha (Abigail Breslin), a qual está presa por um assassinato que diz não ter cometido. Confrontado com barreiras linguísticas, diferenças culturais e um complicado sistema judiciário, o magnata faz dessa sua missão pessoal: exonerar a filha das acusações.

Camille CottinLilou SiauvaudDeanna Dunagan completam o elenco.

Stillwater tem estreia maracada para o dia 30 de julho nos EUA, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘O Legado de Júpiter’: Elenco joga STOP em divertido vídeo promocional; Confira!

A Netflix divulgou recentemente um novo vídeo promocional da série O Legado de Júpiter, que chegou ao catálogo da plataforma há algum tempo.

No featurette, o serviço de streaming convidou parte do elenco protagonista para jogar uma divertida partida do clássico STOP.

Confira:

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

‘Castlevania’: 4ª e última temporada já está disponível na Netflix

A 4ª e última temporada da animação ‘Castlevania‘ já está disponível na Netflix. O ciclo de encerramento teve a sua estreia nesta quinta-feira (13) na grade de programação.

Nos 10 episódios finais, a influência de Drácula cresce, à medida que Belmont e Sypha investigam os planos para ressuscitar o famoso vampiro. Alucard luta para abraçar sua humanidade.

Confira algumas imagens, junto ao trailer:

Criada por Warren Ellis, a série é baseada na franquia homônima de jogos da Konami.

Um caçador de vampiros luta para salvar uma cidade sitiada por um exército de criaturas demoníacas controladas pelo Drácula.

A produção conta com as vozes de Richard Armitage, James Callis, Alejandra Reynoso, Theo James, Adetokumboh M’Cormack e Jaime Murray.

Selvagens | A ‘Armação Ilimitada’ visceral de Oliver Stone completa 9 anos e está na Netflix

Muitos lembram das produções cinematográficas ou televisivas hollywoodianas como “a” forma de nostalgia dos anos 80. Mas aqui no Brasil também temos nossos próprios produtos que marcaram a época. Um dos mais queridos e saudosos atendia pelo nome Armação Ilimitada. Estreando em 1985 às sextas-feiras à noite na Rede Globo, o programa durou até 1988. Na trama, dois grandes amigos, Juba e Lula (vividos por Kadu Moliterno e André de Biase), eram sócios profissionais e também no amor. No trabalho, eram donos de uma pequena empresa de prestação de serviços – que levava o nome do programa. Em casa, a dupla dividia a namorada Zelda Scott (papel de Andrea Beltrão) num triângulo amoroso que deu o que falar na época, demonstrando um estilo de vida bem moderninho. A série focada na ação e aventura (além de certo humor) era propriamente centrada na zona sul carioca, cenário elitista da cidade.

Também na década de 1980, mais especificamente um ano após a estreia de Armação Ilimitada, no outro lado do mundo o prestigiado cineasta Oliver Stone realizava Platoon (1986), drama sobre a Guerra do Vietnã que fez grande sucesso no Oscar, chegando inclusive a levar para casa os prêmios de melhor filme e diretor (além de outros dois, num total de 8 indicações). Ou seja, durante toda a década de 80 e também a de 90, Oliver Stone esteve ocupado com produções mais sérias, como Wall Street (1987), Nascido em 4 de Julho (1989) e JFK (1991), filmes que discutiam abertamente questões doloridas dos EUA.

Armação Ilimitada gringa. Ben, Chon e O vivem um triângulo amoroso nos moldes de Juba, Lula e Zelda.

Corta para 2012, vinte e quatro anos depois do término de Armação Ilimitada, quando o cultuado diretor dono de intensa veia política entregou sua própria versão do programa brazuca. Ou quase. Selvagens é o décimo oitavo longa de ficção da carreira de Oliver Stone, e é também, até o momento, seu penúltimo filme lançado – com quatro anos de hiato até Snowden: Herói ou Traidor (2016), e este com mais cinco até hoje. Baseado no livro de Don Winslow e com roteiro do próprio em parceria com Stone, a obra debutou no dia 25 de junho de 2012 nos EUA, chegando ao Brasil no dia 5 de outubro do mesmo ano.

Na trama saem Juba e Lula, e entram Ben e Chon, melhores amigos surfistas donos do próprio negócio em Laguna Beach, a “zona sul carioca” da “zona sul do mundo” Califórnia. Ah sim, a dupla norte-americana também divide a namorada – mas ao invés da jornalista espirituosa de Beltrão, no filme de Stone temos a loiríssima patricinha “rata de praia” Ophelia, apelidada ‘O’. Se tratando de um filme de Oliver Stone tudo ganha proporções, digamos, mais violentas e em certas partes realistas. A “armação ilimitada” aqui é um próspero negócio de venda de maconha, a melhor da região, o que atrai atenções de toda a parte – desde cartéis mexicanos até agentes do FBI. ‘Juba’ e ‘Lula’ também sofrem suas repaginadas para o mundo real, com Chon sendo um ex-militar que serviu na Guerra do Afeganistão e é o braço forte da equação. Ben é o cérebro, um universitário especializado em administração e botânica, o que faz dele o responsável pela criação de uma nova espécie de erva capaz de virar a cabeça da Califórnia inteira, e também o homem por trás dos números da empresa.

A Zelda Scott da vez não é uma jornalista, mas sim a rata de praia O (papel de Blake Lively.

De fato, Selvagens é teoricamente o que Oliver Stone entregaria se o pedissem para adaptar Armação Ilimitada no cinema – ou seja, um filme violento, explícito, sexual e drogado. Que nada foge à regra de seus trabalhos anteriores. Esse, no entanto, é seu filme mais “leve”, despretensioso, colorido (dá para ver pelo cartaz) e pop – focado em belas paisagens, praias e no estilo de vida de jovens ricos e famosos. Isto é, quando uma decapitação provida pela máfia mexicana não surge para chocar, como logo na abertura do filme. Muitos dos momentos mais tensos são trazidos pelo peso do vencedor do Oscar Benicio Del Toro na pele do matador Lado, uma das melhores coisas do longa.

Benicio Del Toro é o ameaçador Lado – sempre o melhor “lado” de qualquer filme.

Apesar de ser provavelmente o filme mais comercial da carreira de Oliver Stone, o cineasta não desvia de cenas quentes de sexo, sangue, sequestro, chicotadas que arrancam a pele da carne, estupro e tudo de mais sombrio que o ser humano pode produzir. No entanto, embalado numa bela roupagem de seriado adolescente com cenário de Los Angeles, do tipo Barrados no Baile ou The OC. Bem, mais uma vez, nos moldes do que Stone entregaria.

Para o trio de protagonistas foram escalados Taylor Kitsch (Chon), Aaron Taylor-Johnson (Ben) e Blake Lively (O). Mas nem sempre seria assim. Kitsch foi o privilegiado do elenco, contratado por Stone após o diretor assisti-lo em cena em alguns trechos de Battleship – A Batalha dos Mares, então em fase de pós-produção, lançado no mesmo ano de Selvagens. Já Ben poderia ter tido as formas de Leonardo DiCaprio, James Franco ou Tom Hardy, todos considerados para o papel antes de Taylor-Johnson assumir. Por fim, para o papel de O, a estrela em ascensão Jennifer Lawrence havia sido contratada, mas terminou pulando fora em prol do papel protagonista em Jogos Vorazes, igualmente lançado em 2012. Decisão acertada, já que a franquia foi o que tornou J-Law uma estrela internacional. Já imaginaram Lawrence num papel tão cru e “sujo” quanto este?

No elenco, o veterano John Travolta (talvez o maior nome do filme) vive o agente federal corrupto Dennis Cain, num papel coadjuvante. Selvagens marcaria o terceiro encontro nas telas entre o astro e sua colega de Pulp Fiction (1994) Uma Thurman. A dupla voltou a dançar juntos em Be Cool – O Outro Nome do Jogo (2005), e a brincadeira poderia ter continuado aqui. Thurman havia sido escalada para interpretar Paqu, a mãe da personagem de Lively, porém, suas cenas foram cortadas e a personagem nunca chega a aparecer no filme.

Nos embalos da corrupção. John Travolta é Dennis, o agente do FBI comprometido em Selvagens.

Fechando o elenco, a mexicana Salma Hayek vive a Rainha do crime, a líder do cartel Elena Sanchéz. Sua personagem é levemente baseada em Mireya Moreno Carreon, a primeira mulher chefona de um cartel mexicano. Fora isso, um fato curioso sobre sua personagem é que o toque de seu celular pode ter passado em branco para audiências dos EUA, mas sem dúvida foi reconhecido pelos mexicanos e brasileiros. Trata-se da música tema de abertura do programa de TV mais famoso e popular do México: Chaves – que ficou no ar de 1972 a 1983, e no Brasil marcou com as reprises do SBT por décadas.

Poderosa! A mexicana Salma Hayek é a “rainha do sul” Elena.

Bancado pela Universal Pictures, Selvagens custou US$45 milhões. Sendo um filme restrito ao grande público por possuir censura alta, o longa apenas se pagou nos EUA, arrecadando em bilheteria algo em torno de US$47 milhões. Pelo mundo o resultado passou longe do sucesso esperado somando menos do dobro de seu orçamento, com US$82 milhões em caixa. Com os críticos o filme igualmente dividiu opiniões. Marcando a metade exata com 50% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas garantindo o “tomate podre”, a consideração final sobre Selvagens foi que era definitivamente uma bagunça, porém marcava o retorno de Oliver Stone à uma forma sombria, corajosa e sinistra. O que é muito mais do que podemos dizer sobre a maioria dos filmes atuais voltados ao entretenimento.

Afirmando ainda mais sua veia “alegre”, “ensolarada” e “amorosa” em Selvagens, Oliver Stone optou por mudar o desfecho do livro, que era um final pra lá de pessimista. Na verdade, o diretor ainda mantém tal final em seu filme. Mas o trata como o “fim fantasia”, o que poderia ter acontecido, somente para voltar a fita e entregar uma conclusão mais otimista, na qual os mocinhos se dão bem e os vilões terminam presos. Selvagens demonstra que o sol brilha não apenas nas praias da Califórnia ou do Rio de Janeiro, mas também na mente de cineastas cínicos e controversos.

Ruth de Souza | O centenário da primeira “Dama Negra” do teatro, televisão e cinema brasileiro

Quem entrou no Google nesta quarta-feira (12) se deparou com o doodle de uma mulher negra que talvez não seja conhecida pela geração atual. Trata-se de Ruth de Souza, um nome importantíssimo do cenário cultural brasileiro. Nascida em 12 de maio de 1921, a atriz, que faleceu em 2019, completaria 100 anos hoje.

Reprodução/ Google

Nascida no Engenho de Dentro, subúrbio do Rio de Janeiro – que era o Distrito Federal na época -, Ruth Pinto de Souza se mudou para um sítio em Minas Gerais ainda criança e viveu lá até seus nove anos de idade. Quando o pai faleceu, ela voltou para a capital do país junto da mãe e passou a viver em uma vila de lavadeiras e jardineiras em Copacabana. E foi nesse retorno ao Rio, ainda com seus nove anos, que Ruth passou por uma experiência que mudaria de vez sua vida: ela foi ao cinema pela primeira vez. Fascinada com Tarzan, o Filho da Selva (1932), a pequena ficou interessada em descobrir como era possível aquelas imagens se movendo na telona. Ela queria saber como funcionava e queria fazer parte disso.

O filme ‘Tarzan, o Filho da Selva’ encantou a mente da jovem Ruth.

O problema é que a sociedade da época era muito mais racista que a atual e as dificuldades para uma jovem negra virar atriz eram ainda maiores. Para piorar, as poucas pessoas negras que conseguiam ultrapassar a barreira do preconceito acabavam sendo escaladas apenas para papéis de criadagem ou para serem humilhados como personagens caricatos de humor. Conforme foi crescendo, Ruth teve de lidar com o racismo, mas foi descobrindo também o teatro. E foi na Revista Rio que ela descobriu o Teatro Experimental do Negro (TEN), um grupo de atores liderados por Abdias do Nascimento.

O TEN de Abdias do Nascimento foi fundamental para que Ruth despontasse no teatro.

Em 1945, Ruth se une ao TEN e no dia 8 de maio de 1945 ela faz história ao se tornar a primeira atriz negra a se apresentar no lendário palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Junto aos amigos do Teatro Experimental do Negro, ela estrela a peça O Imperador Jones, de Eugene O’Neill, e começa sua carreira com o pé direito. Em seguida, ela emplacou diversas peças de sucesso e recebeu o prêmio de Melhor Atriz da Associação Brasileira de Críticos Teatral por seu papel em O Filho Pródigo (1947).

Ruth e Abdias em “O Imperador Jones”.

Em 1948, ela estreia nos cinemas brasileiros no filme Terra Violenta, adaptação da obra Terras Do Sem Fim, do autor Jorge Amado, que a indicou pessoalmente para o papel no longa-metragem. O talento da jovem atriz chamou a atenção de diversos críticos e especialistas da época, incluindo o teatrólogo e diplomata Pascoal Carlos Magno, que a indicou para uma bolsa na Fundação Rockefeller, nos Estados Unidos. Com a bolsa, ela passou um ano na América, frequentando a Universidade de Howard, em Washington, e a Academia Nacional do Teatro Americano, em Nova York. Nos EUA, ela chegou a atuar em peças e gravações para a TV. A partir daí, sua carreira cinematográfica deslanchou de forma brilhante, até ser coroada com o filme Sinhá Moça (1953), que rendeu a ela uma indicação ao Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1954, imortalizando Ruth de Souza como a primeira pessoa nascida no Brasil a ser indicada a um prêmio de cinema internacional. Na cerimônia, ela concorreu com Katharine Hepburn, Michèle Morgan e Lili Palmer, sendo esta última a vencedora.

A carreira cinematográfica de Ruth contou com quase quarenta filmes

Ainda nos anos 1950, ela começa a fazer radionovelas e peças gravadas para a televisão, que ainda era muito precária. Então, em 1959, ela vive outro ponto chave na carreira ao levar os principais prêmios da temporada por seu papel na peça Oração para uma Negra. Com seu destaque, Ruth lutava para quebrar o paradigma dos negros só interpretarem escravos ou serviçais, mas as produções cinematográficas dirigidas por brasileiros não queriam ter protagonistas negras, o que decepcionou a atriz, que preferiu voltar sua atenção para outros meios da arte. O racismo brasileiro era tão grande que na mesma época em que era esnobada pelos diretores de seu país, ela foi dirigida por Douglas Fowley no filme Mistério na Ilha de Vênus, que foi seu primeiro longa-metragem colorido da carreira. Mesmo assim, já consolidada como estrela dos palcos, dos rádios e dos cinemas, e se firmando aos poucos como voz ativa na luta dos atores negros, ela chega à Rede Globo nos anos 1960 e se torna a primeira atriz negra a protagonizar uma telenovela. Em A Cabana do Pai Tomás, Ruth dividiu protagonismo com Sérgio Cardoso.

Sérgio Cardoso e Ruth de Souza estrelaram “A Cabana do Pai Tomás”

Posteriormente, a atriz alternou dezenas de trabalhos entre o teatro, o cinema e a televisão, se tornando um dos principais nomes da arte brasileira e abrindo portas para centenas de outros atores negros que vieram nos anos seguintes. Entre suas produções de maior destaque, podemos citar o filme A Grande Arte (1991), de Walter Salles, as novelas O Clone (2000) e Senhora do Destino (2004), e o filme As Filhas do Vento (2004), de Zito Araújo. Com essa carreira marcada por pioneirismo e muito sucesso, Ruth de Souza faleceu em 2019, aos 98 anos, vítima de uma pneumonia. Entretanto, mesmo não estando mais entre nós fisicamente, Ruth seguirá imortal enquanto a arte brasileira viver.

‘Panic’: Depois do trailer, confira imagens promocionais da nova série da Amazon!

Depois do trailer, a Amazon Prime divulgou novas imagens promocionais da série ‘Panic‘, que traz um jogo perigoso no melhor estilo ‘Jogos Vorazes‘.

Confira:

PNCC
PNCC
PANIC
PANIC
PNCC
PNCC

A série será lançada na plataforma no dia 28 de maio.

Criada por Lauren Oliver, a série é baseada em seu best-seller homônimo.

A história se passa em uma pequena cidade do estado do Texas, nos Estados Unidos, onde todo verão os estudantes do último ano do Ensino Médio participam de uma série de desafios e o vencedor ganha um prêmio – algo que acreditam ser a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das circunstâncias de onde moram.

Mas esse ano as regras mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e o jogo se tornou ainda mais perigoso. Os jogadores irão enfrentar cara a cara seus maiores e mais sombrios medos, e serão forçados a decidir até que ponto estão dispostos a correr riscos para ganhar.

O elenco conta Olivia Welch, Mike Faist, Jessica Sula, Camron Jones, Ray Nicholson e Enrique Murciano.

‘Mortal Kombat’: Trailer honesto faz piada com a trama da adaptação; Confira!

O reboot de ‘Mortal Kombat‘ ganhou um trailer honesto hilário, que além de fazer piada com a trama do longa, também tira sarro das adaptações anteriores.

Confira:

O filme estreia em 20 de maio nos cinemas nacionais.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

‘Resident Evil Village’ já vendeu mais de 3 milhões de cópias mundialmente

De acordo com os dados da Capcom, ‘Resident Evil Village‘, oitavo jogo da icônica franquia principal, já vendeu mais de 3 milhões de cópias desde o seu lançamento, que ocorreu a menos de uma semana, no dia 7 de maio.

Para termos de comparação, ‘Resident Evil VII‘ vendeu 2.5 milhões de cópias nesse mesmo período de tempo.

Ainda assim, o jogo está longe de alcançar as 8.5 milhões de cópias cumulativas vendidas pelo sétimo game da saga. É possível que ‘Resident Evil 2‘ alcance essa marca antes de ‘Village‘, considerando que atualmente o jogo conta com 7.9 milhões de cópias vendidas.

Ao total, a franquia ‘Resident Evil‘ já vendeu mais de 100 milhões de cópias.

Resident Evil Village‘ já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series, PlayStation 4, Xbox One, PC e Google Stadia.

A história se passará alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas em uma vila misteriosa.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘Army of the Dead’: Netflix divulga título e sinopse da pré-sequência; Confira!

A Netflix está investindo pesado no universo de ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘, que será lançado no serviço de streaming no dia 21 de maio.

Além de uma série animada – ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘ –, a Netflix também está desenvolvendo um longa live-action que contará eventos anteriores ao filme original, intitulado ‘Army of Thieves‘.

Na trama…

Uma mulher misteriosa recruta o caixa de banco Dieter para ajudá-la em um roubo de cofres impossíveis de arrombar pela Europa.

Matthias Schweighöfer será responsável pela direção da pré-sequência, que será focada em seu personagem, Dieter, que conheceremos no filme original.

Zack Snyder e Deborah Snyder serão os produtores do projeto.

Vale destacar que o filme de zumbis ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘ agradou em cheio os críticos.

A produção recebeu ótimos 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Das 37 reviews publicadas, são 28 positivas e 9 negativas. A nota média do filme ficou em 5,9 de 10.

No consenso geral dos críticos, Army of the Dead é um ambicioso e exagerado filme de assalto e zumbis, que traz Zack Snyder de volta às raízes de seu gênero com um toque adequadamente sangrento.”

Confira as principais críticas:

Clarisse Loughrey – Independent
Uma tapeçaria barroca de sangue, balas e ossos – nunca faltam cenas memoráveis, mesmo que seu simbolismo seja tão óbvio que parece que foi gritado em um megafone.

Rodrigo Perez, The Playlist
Zack Snyder entendeu habilmente a tarefa, e George A. Romero ficaria orgulhoso de que o visionário cineasta não tenha esquecido a vantagem política e social de seus clássicos zumbis.

Sharronda Williams, Pay or Wait
Army of the Dead é uma explosão absoluta do início ao fim. Snyder continua a elevar o gênero zumbi enquanto realiza um filme de assalto repleto de comédia e muito coração.

Brian Tallerico – RogerEbert
É divertido e despretensioso, impulsionado mais por suas cenas de ação do que por qualquer outra coisa.

Sebastian Zavala Kahn – Más Gamers
Não, não precisava ter duas horas e meia de duração, mas ainda assim é divertido e absurdamente intenso. Não é arte, mas também não está tentando ser.

Matt Donato – WhatToWatch
‘Army Of The Dead’ abre caminho através de uma narrativa maluca escrita muito frustrantemente fina para suportar uma ação explosiva que espalha cabeças de zumbis como pinturas de Jackson Pollock.

Yago García – Cinemanía
O retorno do diretor ao gênero zumbi resultou em um filme divertido e pessoal.

K. Austin Collins – Rolling Stone
É uma fórmula boa o suficiente, com os ingredientes de uma peça sólida de confecção pop – e é basicamente isso que Snyder oferece.

Kate Sánchez
Army Of The Dead é demais, e embora seja cerca de 30 minutos muito longo apenas quando você olha para o relógio para verificar a hora, o último ato o puxa de volta com uma ação final que fecha com chave de ouro.

Cynthia Vinney – CBR
Army Of The Dead apresenta mais enredos do que o típico filme de monstro, e a maioria deles é surpreendentemente bem-sucedido, apesar de manter o filme mais ocupado do que o necessário.

Bill Goodykoontz – Arizona Republic
Imagine a mais gloriosa e sangrenta orgia de zumbis. Agora imagine que isso não seja suficiente e você terá uma boa ideia do que está acontecendo em Army Of The Dead.Assista a crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

Marina anuncia “Ancient Dreams in a Modern Land” como 3º single de seu próximo álbum de estúdio

A cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, anunciou hoje (12) em seu Twitter oficial que Ancient Dreams in a Modern Land será o próximo single oficial de seu quinto álbum de estúdio homônimo.

Confira:

A faixa é precedida pelas canções “Man’s World”“Purge the Poison” e será lançada na próxima quarta-feira, 19 de maio.

O álbum, por sua vez, estreia em todas as plataformas digitais em 11 de junho.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

‘Por que as Mulheres Matam’: 2ª temporada ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Paramount+ divulgou hoje (12) o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Por que as Mulheres Matam’ (‘Why Women Kill’), série criada por Marc Cherry (‘Desperate Housewives’).

Os novos episódios estreiam em 03 de junho.

Confira:

Lana Parrilla (‘Once Upon a Time‘) é a protagonista do novo ciclo.

A atriz vai interpretar Rita, a esposa sardônica do rico e malvado Carlo Castillo. Enquanto espera a morte do marido idoso, Rita comanda o clube de jardinagem com mão de ferro e passa a maior parte do tempo tendo um caso com um amante mais jovem.

Allison TolmanNick FrostB.K. CannonJordane ChristieMatthew DaddarioVeronica Falcón completam o elenco.

A trama será ambientada em 1949, e irá explorar a verdade por trás de um mundo lindo e cheio de falsidade, os efeitos de ser ignorante e ignorados pela sociedade e, finalmente, até onde uma mulher irá para fazer parte de algo.

‘Panic’: Série da Amazon Prime estilo ‘Jogos Vorazes’ ganha trailer; Assista!

A Amazon Prime divulgou o primeiro trailer da série ‘Panic‘, que traz um jogo perigoso no melhor estilo ‘Jogos Vorazes‘.

Confira:

A série será lançada na plataforma no dia 28 de maio.

Criada por Lauren Oliver, a série é baseada em seu best-seller homônimo.

A história se passa em uma pequena cidade do estado do Texas, nos Estados Unidos, onde todo verão os estudantes do último ano do Ensino Médio participam de uma série de desafios e o vencedor ganha um prêmio – algo que acreditam ser a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das circunstâncias de onde moram.

Mas esse ano as regras mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e o jogo se tornou ainda mais perigoso. Os jogadores irão enfrentar cara a cara seus maiores e mais sombrios medos, e serão forçados a decidir até que ponto estão dispostos a correr riscos para ganhar.

O elenco conta Olivia Welch, Mike Faist, Jessica Sula, Camron Jones, Ray Nicholson e Enrique Murciano.

‘O Esquadrão Suicida’ será para MAIORES de idade por “violência extrema e nudez gráfica”

Ao contrário do longa de 2016, o aguardado ‘O Esquadrão Suicida‘, do diretor James Gunn, recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPA por “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem, referências sexuais, uso de drogas e breve nudez gráfica”.

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

20 ANOS de ‘Lara Croft: Tomb Raider’! Confira curiosidades dos filmes com Angelina Jolie

Pois é, amiguinhos. o primeiro filme da arqueóloga mais famosa da cultura pop, nascida nos videogames Tomb Raider datados de meados da década de 1990, completa 20 anos! A primeira Croft do cinema foi Angelina Jolie, nas superproduções de 2001 e 2003. Para nos entregarmos à nostalgia, vamos conhecer algumas curiosidades sobre os primeiros filmes da aventureira inglesa. Portanto, apertem os cintos, será uma viagem truculenta!

Angelina Jolie é Lara Croft

Como em todas as superproduções, Lara Croft – Tomb Raider (2001) passou por um processo seletivo para escolher sua protagonista, a atriz que viveria a britânica Lara Croft. Antes de Angelina Jolie ser eleita, no entanto, outras atrizes foram cogitadas. Catherine Zeta-Jones e Demi Moore foram duas das principais atrizes consideradas para o papel.

Além destas duas, Sandra Bullock, Ashley Judd, Drew Barrymore, Kate Hudson, Cameron Diaz, Jennifer Lopez, Gwyneth Paltrow, Christina Applegate, Nicole Eggert, Elizabeth Hurley, e até mesmo Anna Nicole Smith foram consideradas para o papel.

Charlize Theron, Uma Thurman, Liv Tyler e Denise Richards (?!) recusaram o papel da arqueóloga oferecido a elas. Preciso comentar, Denise Richards recusou!? O que ela tinha de melhor para fazer?

Por outro lado, Milla Jovovich, Kirsten Dunst e Fairuza Balk chegaram a fazer testes para viver a personagem. Obviamente, o estúdio não optou por elas. Jovovich viria a viver outra personagem em um filme baseado em games, na franquia Resident Evil, e Dusnt abocanharia o papel feminino principal na franquia Homem-Aranha, de Sam Raimi.

Outra curiosidade é que Jennifer Love Hewitt (Eu Sei o que Vocês fizeram no Verão Passado) foi pega pela “síndrome de Sean Young”. Explico. A atriz Sean Young estava louca na época por um papel nos filmes Batman, de Tim Burton, e para o segundo chegou ao cúmulo de pular vestida de Mulher Gato na frente do diretor em seu escritório. Hewitt também fez campanha intensa para viver Croft no cinema, e mesmo após a saída de Jolie, a atriz seguiu promovendo seu interesse pela personagem, como em 2009 durante um programa na MTV.

Mais perto chegou a atriz e modelo Kelly Brook (Piranha 3D), que estava em negociações para substituir Jolie após sua saída da franquia. O papel terminou com Alicia Vikander neste reboot.

Diretor

Como sabemos, Simon West (Con Air – A Rota da Fuga e Os Mercenários 2) e Jan De Bont (Velocidade Máxima e Twister) dirigiram o primeiro e o segundo filme respectivamente. No entanto, antes de West ser confirmado como o comandante do primeiro filme, Stephen Herek (Criaturas e Os Três Mosqueteiros) seria o diretor. Herek optou por dirigir Rock Star (2001), drama sobre uma banda com Mark Wahlberg e Jennifer Aniston.

Por outro lado, o diretor Simon West trocou a chance de comandar Falcão Negro em Perigo (2001) para fazer o primeiro Tomb Raider. Será que ele fez a escolha certa? Ridley Scott viria a dirigir o filme de guerra.

Reflexo dos Games

Claro que sendo um filme baseado num jogo, o longa precisaria emular muito de sua contraparte. Sendo assim, detalhes puderam ser notados pelos fãs, como quando o mordomo Hillary (Christopher Barrie) se protege com uma bandeja, ou quando Croft (Jolie) pronuncia “A-ha” ao encontrar os lobos no filme – nos jogos a cada item descoberto por ela, a aventureira solta a expressão. Além, é claro, da própria movimentação e postura da protagonista, como sacar as armas no meio de um salto, a forma de mergulhar na água e as cambalhotas para trás – todos movimentos famosos para o jogador experiente. Para tanto, Angelina Jolie precisou de aulas de yoga e kickbox a fim de se preparar para o papel. Ela também aprendeu a manejar as armas.

Outras curiosidades:

Essa é fácil. O pai de Lara Croft, Lorde Richard Croft, foi interpretado pelo próprio pai de Angelina Jolie na vida real, o ator Jon Voight.

Na época, Tomb Raider (2001) foi o filme de ação e aventura protagonizado por uma mulher mais rentável da história, somando mais de US$ 130 milhões em bilheteria nos EUA, e um pouco mais de US$ 270 milhões ao redor do mundo. Atualmente, este valor já foi ultrapassado por Mulher Maravilha (2017), que junta mais de US$ 820 milhões ao redor do mundo.

Angelina Jolie treinou por seis meses para entrar em forma para o filme.

A atriz estava extremamente hesitante em usar os shortinhos curtos da personagem na cena de abertura, na qual ela treina com o robô Simon. Eventualmente ela aceitou usá-los por saber que isso faria os fãs do game felizes.

No vídeo game, Lara Croft tem formas mais curvilíneas que Angelina Jolie na vida real. A personagem fictícia usa um tamanho de sutiã dois números acima que a atriz. No filme, Jolie precisou usar enchimento um número acima do seu, por achar que dois números acima ficaria muito exagerado. No segundo filme, a atriz se recusou a usar o enchimento, e usa sutiãs de sua própria medida.

Foi usada maquiagem para cobrir a grande tatuagem que Jolie possui (ou possuía) no braço perto do ombro. Mas em algumas cenas, como na do chuveiro, pode-se notar a tatuagem coberta.

Falando da cena do chuveiro, originalmente Jolie estaria nua para ficar igual a um momento do game. No entanto, para evitar uma censura maior e continuar com a PG-13, a cena foi cortada, deixando apenas as costas da atriz e a lateral do seio à mostra.

A cena na qual Angelina Jolie dirige o Land Rover pela floresta precisou ser repetida inúmeras vezes. Isso porque o carro é aberto, e cobras, insetos e outros tipos de animais caíam dentro do carro, aterrorizando a estrela.

Angelina Jolie se machucou durante as filmagens do famoso bungee-balé. Ela fez suas próprias cenas, e no primeiro take machucou o tornozelo ao aterrissar de forma errada no lustre. As filmagens precisaram parar e a cena teve que ser gravada novamente após sua recuperação. Foi a própria que garantiu em entrevistas na época.

Lara Croft: Tomb Raider foi o primeiro filme a ser gravado no Camboja, depois de um hiato de mais de três décadas, datando de Lord Jim (1965).

Angelina Jolie levou seus coldres de arma da personagem para casa. Será que foi usado com finalidade erótica?

Angelina Jolie concordou em fazer o primeiro filme por causa dos lugares que ela iria conhecer. Ela se apaixonou pelo Camboja, e acabou se mudando para o local para ajudar em causas sociais. Foi lá também que ela conheceu e acabou adotando seu primeiro filho, Maddox.

Para testar sua saúde mental durante as filmagens, Angelina Jolie fazia exames para drogas. Isso porque existia preocupação por parte dos produtores, já que na época rumores apontavam para o constante abuso de substâncias da atriz, e seu relacionamento polêmico com Billy Bob Thornton.

Para o papel da jovem Lara Croft, foi escalda a atriz mirim Rachel Appleton. Este foi seu único trabalho na carreira.

Os filmes de James Bond (assim como os de Indiana Jones) foram fortes influências na confecção dos games Tomb Raider. Coincidentemente, Daniel Craig, o 007 atual, interpreta Alex West, o parceiro de aventuras de Croft no primeiro filme.

Tomb Raider 2: A Origem da Vida (2003)

Ainda falando em Daniel Craig, o ator não quis retornar para a sequência.

Angelina Jolie é o único membro do elenco nascida nos EUA.

O primeiro filme recebeu críticas por esconder de forma “pobre” as tatuagens da estrela. Assim, nesta continuação, seu braço nunca fica à mostra. Na cena em que aparece de biquíni no início, o braço que não tem tatuagens encobre o outro, nunca focando no braço tatuado.

Como dito, nesta continuação, Jolie se negou a usar o enchimento no sutiã, usando um de suas próprias medidas, dando dimensões mais realistas à personagem.

Um dos dublês de Jolie na continuação era um homem. Ele pode ser notado na cena em que ela e o parceiro pulam com um traje especial, conhecido como “esquilo voador”, do alto de um prédio. Em tal cena não foi usado efeito de computador e tudo foi realmente feito na frente das câmeras.

O segundo Tomb Raider foi lançado exatamente dez anos depois do primeiro filme que Angelina Jolie fez na vida, igualmente uma continuação, a ficção científica de ação Cyborg 2 (1993) – o primeiro longa foi estrelado por Jean Claude Van Damme. Quem diria! A Oscarizada estrela seguindo o rastro do lutador belga.

Por falar em filmes trash cult, muitos afirmam que esta sequência é praticamente uma nova versão de Guerreiros de Fogo (Red Sonja, 1985) – filme que deveria trazer Conan na história, mas devido aos direitos autorais Arnold Schwarzenegger teve que se contentar com um Conan genérico. A trama tanto de Guerreiros de Fogo quanto do segundo Tomb Raider traz as heroínas precisando recuperar um valioso item para um homem poderoso (que irá se revelar o vilão), e em sua jornada contam com a ajuda de um mercenário, que se torna interesse amoroso.

A Origem da Vida foi banido na China, por, segundo os mesmos, “manchar a reputação do país, dando a falsa impressão de um cenário caótico, sem governo, e controlado por sociedades secretas”.

Assim como no primeiro filme, diversos movimentos de Lara nos games foram replicados, entre os mais memoráveis está a cena em que escala e a que salta com vara em direção a um helicóptero.

Na época do lançamento de A Origem da Vida, Angelina Jolie disse que não tinha interesse algum em interpretar a personagem por uma terceira vez. Mesmo assim, existia planos para um novo Tomb Raider com Jolie – cancelados no início de 2004.

Este foi o último Tomb Raider em 15 anos, até o lançamento recente de Tomb Raider – A Origem, estrelando a sueca Alicia Vikander no papel de Lara Croft.

Emily Blunt já não tem mais certeza de que ‘No Limite do Amanhã 2’ vai acontecer…

Não é de hoje que muito se especula a respeito de uma sequência para o longa ‘No Limite do Amanhã‘. Lançado em 2014, o filme está prestes a completar sete anos de estreia nas telonas, mas os planos para um novo capítulo parecem estar cada vez mais distantes.

Anunciada em 2019, a continuação segue sem muitas novidades concretas e a contar pela fala mais recente da atriz Emily Blunt, talvez seja difícil que um novo filme seja produzido tão cedo.

Em uma entrevista ao radialista Howard Stern, Blunt revelou que não sabe como a sequência poderia ser feita, principalmente considerando que o projeto não é nada barato:

“Honestamente, eu acho que o filme é caro demais. Simplesmente não sei como faremos essa sequência”.

Vale lembrar que a primeira produção amargou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 370 milhões, a partir de um orçamento de US$ 178 milhões.

No passado, o diretor Doug Liman chegou a dizer que a produção só vai acontecer quando os dois astros principais estiverem disponíveis.

“Se o Tom, a Emily e eu confirmarmos para o estúdio que estamos prontos, eles vão ouvir o Tom Cruise e a Emily Blunt, então o filme será feito. É assim que Hollywood funciona, os astros são os grande poderosos. Se você consegue que Tom Cruise e Emily Blunt entrem no seu projeto, ele vai acontecer”, revelou ao Collider.

O filme se desenrola em um futuro próximo, quando o grupo alienígena Mimics atinge a Terra com um implacável ataque, deixando grandes cidades em escombros e milhões de vítimas humanas em seu rastro. Nenhum exército no mundo se iguala à velocidade, brutalidade ou presciência dos guerreiros armados Mimic ou de seus comandantes telepáticos. Mas agora os exércitos do mundo uniram forças para uma última posição ofensiva contra a horda alienígena, sem segundas chances.

O tenente-coronel Bill Cage (Cruise) é um oficial que nunca viu um dia de combate quando é descaradamente rebaixado e depois escalado – destreinado e mal equipado – para o que equivale a pouco mais do que uma missão suicida.

James Cameron quase demitiu os roteiristas de ‘Avatar 2’ e o motivo é revelado!

Em entrevista ao The Marianne Williamson Podcast, o cineasta James Cameron revelou como foi o processo de criação para o roteiro das sequências de ‘Avatar‘, afirmando que chegou ameaçar demitir os roteiristas das continuações.

“Quando comecei a escrever as sequências, sabia que haveria três, mas, eventualmente, se transformaram em quatro. Então, eu reuni um grupo de escritores e disse: ‘Não quero ouvir as novas ideias de ninguém até que tenhamos passado algum tempo tentando descobrir o que funcionou no primeiro filme’. Eles queriam conversar sobre as novas histórias. Eu disse: ‘Não estamos fazendo isso ainda’. Eventualmente, tive que ameaçar demitir todos porque eles estavam fazendo o que os escritores fazem, que é tentar criar novas histórias.”

Ele continua, “Nós criamos e rejeitamos muitos enredos para os segundo e terceiro filmes porque eles não nos levaram àquela sensação mágica de sonhar com os olhos abertos.”

Os atores Sam Worthington, Zoe SaldanaStephen LangGiovanni RibisiJoel David MooreDileep RaoCCH PounderMatt Gerald reprisarão seus papéis do filme original. Já a Sigourney Weaver retornará como uma nova personagem.

Além dos veteranos, as sequências também contarão com os novatos Kate WinsletCliff CurtisEdie FalcoBrendan CowellMichelle YeohJemaine ClementOona ChaplinVin DieselCJ Jones.

Lembrando que ‘Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em Dezembro de 2022, após quatro anos de atraso e 13 anos após o original.

O diretor James Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

10 Franquias AMADAS dos anos 80 que estão ganhando Revival

Quem viveu, não esquece. E os que não haviam nascido ainda, aprendem sobre a década e passam a adorar através dos mais variados produtos recentes do audiovisual. A frase “os anos 1980 são agora” nunca esteve em maior evidência. Seja impulsionada por séries de sucesso como Stranger Things, filmes como It: A Coisa, remakes de obras da época, continuações tardias ou até mesmo séries derivadas de suas produções, os anos 80 chegaram para ficar e jamais abandonaram o mundo do entretenimento e a cultura pop.

A explicação para isso é simples. Foi nesta década que os blockbusters se consolidaram e o mundo conheceu o cinema escapista como jamais antes. Então, se temos os filmes da Marvel hoje, é graças à querida década inesquecível. Sendo assim, todo ano ganhamos uma penca de produções com forte ligação com os 80’s. Prova disso são alguns filmes que receberemos este ano, outros lançados recentemente, e não podíamos deixar de fora a querida série Cobra Kai, que chegou chutando a porta da Netflix para sua terceira temporada no primeiro dia de 2021. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista diferente, justamente abordando tais produções, sejam filmes ou séries que continuam ou adaptam obras famosas da época – e algumas mais obscuras. Vamos conhecer abaixo.

Karatê Kid (1984)

Não podíamos abrir a lista de outra forma. O mais legal da série Cobra Kai, que estreou recentemente sua mais recente temporada e já engatilha uma quarta, é dar oportunidade a astros do passado ressurgirem como protagonistas de um programa de sucesso, voltando a ver sua popularidade atingir o pico. Ah sim, e continuar a história de Karatê Kid e dos queridos personagens do clássico oitentista. O seriado é escrito com muito esmero e brinca com a zona cinza entre mocinhos e vilões – assim como a teoria que rodava na internet até o início do programa (de que Daniel era o antagonista da história). A partir da segunda temporada velhos rostos muito conhecidos do passado foram pipocando, saídos não apenas do filme original, mas também das continuações de 1986 e 1989. Não seria legal no entanto se a outra estudante que teve lições com o Sr. Miyagi desse as caras numa eventual próxima temporada? E sim, falo de Julie Pierce, personagem da duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank, no infame Karatê Kid 4: A Nova Aventura (1994). Será que fui longe demais?

Um Príncipe em Nova York (1988)

2021 também marcou nosso reencontro com o monarca mais querido da fictícia nação Africana de Zamunda. Pois é, T’Challa e sua Wakanda não foram o primeiro príncipe da África e seu país inventado a ganharem as telonas numa superprodução hollywoodiana. Trinta anos de Pantera Negra, Eddie Murphy ia até a América em Um Príncipe em Nova York a fim de encontrar uma esposa a quem respeitasse e que gostasse dele não por ser um soberano, mas por quem é de verdade. Trinta e três anos depois, e Akeem volta à Nova York desta vez com a missão de encontrar seu filho, do qual nunca soube da existência. Um Príncipe em Nova York 2 estreou direto na plataforma de streaming Amazon Prime Video.

Os Caça-Fantasmas (1984)

Outro marco dos anos 80, Os Caça-Fantasmas fez tanto sucesso que gerou todo tipo de merchandising, desde brinquedos, até roupas, games e, é claro, desenhos animados. Foi uma verdadeira febre. A continuação demoraria cinco anos para sair do papel, e quando saiu, desagradou mais do que agradou. Assim, um gigantesco hiato foi colocado na franquia, já que os atores, em especial o “garoto problema” Bill Murray, não queriam mais saber dos exterminadores do sobrenatural. O mais próximo de um terceiro filme era um videogame para o qual o elenco emprestou as vozes. Eis que em 2016, a Sony resolveu reiniciar a franquia com um elenco feminino. Adoramos a ideia, o problema foi que o filme, bem, digamos, deixou bastante a desejar. Assim, numa era de revivals tardios, todos voltaram a olhar para aquela distante terceira parte, e torna-la não mais tão distante assim. No dia 8 de Julho, o terceiro exemplar oficial da franquia finalmente chega às telas, reunindo o elenco original para uma passagem de bastão. E como se já não estivéssemos empolgados o suficiente, quem comanda tudo é o talentoso Jason Reitman, filho de Ivan Reitman, o criador original – que, temos certeza, tratará com muito carinho a obra de seu pai.

Top Gun – Ases Indomáveis (1986)

Assim como Um Príncipe em Nova York, Top Gun é um produto único, exclusivo dos anos 1980. Ambos nunca tiveram continuação ou sequer figuraram muito na cultura pop ao longo dos anos (em games, desenhos e afins) como, por exemplo, Os Caça-Fantasmas ou Karatê Kid. Foi somente o poder de seus filmes que os mantiveram vivos no subconsciente coletivo dos cinéfilos ao longo destes mais de 30 anos. Aqui, nosso reencontro é com o audacioso piloto Pete ‘Maverick’ Mitchell, papel do astro Tom Cruise. O Top Gun original transformou o ator em um astro, e garantiu sua imortalidade no coração dos fãs graças a uma trama que mistura com muita eficiência cenas de ação de tirar o fôlego, drama e, claro, um dos romances mais quentes da década – servido pela canção icônica Take My Breath Away, da banda Berlin. Uma pena somente que não veremos Maverick ao lado da companheira Charlie, papel de Kelly McGillis, no novo filme. No lugar da atriz entra Jennifer Connelly, vivendo outra personagem. Mas o que teremos de volta, aparentemente, é o rival Iceman, papel de Val Kilmer. Na trama, o protagonista evita promoções na marinha a fim de continuar pilotando jatos. Ao que tudo indica, Cruise, um piloto experiente na vida real, fez suas próprias acrobacias no cockpit. A estreia é no dia 18 de novembro de 2021 por aqui.

Duna (1984)

Estamos cheios de produções de 1984 na lista. Mas para ser justo, Duna é um produto que precede sua adaptação cinematográfica, já que tem suas raízes no universo criado de forma minuciosa e detalhada na obra literária do autor Frank Hebert – tida como uma destas obras inadaptáveis ao cinema. O chileno Alejandro Jodorowsky bem que tentou durante a década de 1970 levar ao cinema, mas não obteve sucesso. Em 1984 foi a vez do cultuado David Lynch, em sua incursão mais comercial até hoje. O filme viveu para se tornar um fracasso, fazendo o cineasta recusar inclusive qualquer proposta de uma versão do diretor em anos seguintes até hoje. Agora, quem chega para se aventurar no material é outro realizador que grande prestígio na atualidade: Denis Villeneuve. A seu favor o fato de ter caminhado no gênero da ficção científica consecutivamente nos últimos anos e obtido resultados bem favoráveis, com A Chegada (2016) e Blade Runner 2049. Outro aspecto positivo é o elenco, sem dúvidas um dos melhores em anos recentes. A estreia do novo Duna é mais para o final do ano, em outubro.

Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica (1989)

Como Os Caça-Fantasmas, esse filme tem forte teor cômico e é voltado a um público jovem – embora não possua a qualidade do longa citado. Sendo assim, despertou o interesse de produtores por criar um desenho animado com os personagens, que haviam caído nas graças do público (crianças e adolescentes). Aqui, precisamos levar em conta que Keanu Reeves não era um astro ainda, inclusive sequer na continuação Dois Loucos no Tempo, lançada dois anos depois. Aproveitando uma era na qual reverenciamos muito o passado, até mesmo Bill & Ted, dois personagens ‘cult’ da cultura pop – que nem de longe todos são familiarizados – saíram do ostracismo para uma sequência tardia, quase 30 anos mais tarde. Agora, pais de família, os desmiolados protagonistas precisam salvar o mundo mais uma vez, através de sua música e de muita viagem no tempo. Bill & Ted: Encare a Música (que, é claro, não podia existir sem a contraparte de Alex Winter como Bill) foi lançado direto em VOD no Brasil.

Spenser: For Hire (1985)

Essa nem todos devem conhecer. Spenser: For Hire não é um filme, mas uma série popular da década de 1980, que durou 3 temporadas até 1988, e trazia as aventuras do detetive particular de Boston, Spenser, vivido por Robert Urich. O protagonista estava sempre envolto em tramas de mistério e suspense, além é claro da ação. Ao lado de seu amigo Hawk (Avery Brooks), a dupla se metia em todo tipo de caso. O programa é na verdade a adaptação da série de livros do autor Robert Parker contendo o personagem. Justamente por não ter se mantido tão popular ao longo dos anos, muitos não perceberam que o recente Troco em Dobro, da Netflix, lançado em março de 2020, se tratava da modernização do personagem para os novos tempos. Desta vez, Spenser é vivido por Mark Wahlberg, em mais uma parceria com o diretor Peter Berg – e Hawk ganha as formas de Winston Duke, de Pantera Negra (2018) e Nós (2019).

Rambo (1982)

Rambo é o segundo personagem mais popular da carreira do astro Sylvester Stallone, ficando atrás somente do pugilista Rocky Balboa, a quem o ator igualmente já tirou da aposentadoria diversas vezes. O sucesso de Programado para Matar (1982), que é na verdade baseado num livro sério e antimilitarista, fez com que Stallone decidisse seguir com o personagem (que deveria ter morrido logo no primeiro como no livro) para uma continuação três anos depois. E foi aqui que o ex-guerrilheiro atormentado Rambo se viu no topo do mundo. Rambo 2 – A Missão (1985) foi um verdadeiro fenômeno nos 80’s (pense em termos dos filmes da Marvel hoje). Mesmo sendo um filme extremamente violento, fez sucesso com a garotada, gerando um desenho animado, uma linha de bonecos, lancheiras, fantasias, lençóis e até um concurso muito popular no SBT chamado ‘Rambo Brasileiro’. Foi uma verdadeira ‘Rambomania’. Em 1988, a terceira parte ficou abaixo do esperado e colocaria um ponto final para a franquia – que só havia existido nos anos 1980. Mas aí, duas décadas depois, Stallone voltou com Rambo para um quarto filme, e agora sim confeccionava um desfecho digno e satisfatório para o herói. Justamente por isso ninguém entendeu nada quando ele trouxe Rambo de volta em 2019 para mais um round em Rambo – Até o Fim. E ele diz que não será o último.

Ela Quer Tudo (1986)

Nem só de blockbusters é feita a nossa lista. Aqui, temos o início da revitalização da popularidade do cineasta talentoso Spike Lee. Um forte representante do cinema racial (o maior, eu diria) na década de 1980, o diretor ficou cada vez mais sem ter o que falar nas décadas seguintes. Mas foi graças a uma era polarizada e a volta de conceitos bem deturpados, que Spike Lee descobriu sua voz de novo. Infiltrado na Klan e Destacamento Blood podem tê-lo feito ser redescoberto pelas novas gerações, mas antes disso Lee já “fechava” com a Netflix na série Ela Quer Tudo, que durou duas temporadas, de 2017 a 2019, e descobriu a belíssima e talentosa atriz DeWanda Wise (que estará no próximo Jurassic World). O programa, é claro, é a adaptação para as telinhas do primeiro longa do diretor, lançado em 1986. A história fala sobre uma mulher, Nola Darling (no original vivida por Tracy Camilla Johns), e suas atribulações com três relacionamentos simultâneos. O interessante é ver como o tema é tratado nas duas épocas distintas – em meados da década de 1980 e no recente 2017.

Sonhos Rebeldes (1983)

Um dos filmes que fez mais sucesso em streaming logo quando a pandemia se abateu sobre nós foi o musical romântico Valley Girl. Protagonizado pela carismática Jessica Rothe (A Morte te dá Parabéns), o filme cria um clima 80’s de mentirinha, porém, muito chamativo e animado. Cores vibrantes de neon, roupas espalhafatosas, penteados e tudo que serviu esta época inesquecível se faz presente, mesclado com canções atemporais da época. Fora isso, traz rostos muito conhecidos no elenco, como Alicia Silverstone. A trama apresenta o romance entre duas personalidades bem distintas: a patricinha Julie (Rothe) e o rebelde Randy (Josh Whitehouse). O que muitos podem não saber, no entanto, é que o longa se trata na verdade da adaptação do agora clássico Sonhos Rebeldes, trinta a sete anos depois. O título original faz referência ao Vale de San Fernando, local da cidade de Los Angeles habitada pelos que possuem uma condição financeira ainda mais elevada, justamente por ser afastado do centro da cidade, numa área próxima da natureza, onde mansões estão localizadas. Neste contexto, Julie era interpretada por Deborah Foreman, graciosa atriz da década, de filmes como A Noite das Brincadeiras Mortais (1986) e Os Espertinhos (1989). Já o punk Randy foi vivido por nenhum outro senão o lendário Nicolas Cage em pessoa em seu primeiro filme como protagonista.

‘Deadpool 3’ será classificado para maiores de 18 anos, confirma Kevin Feige

O diretor da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que o próximo filme do ‘Deadpool‘ se passará no Universo Cinematográfico da Marvel e será classificado como para maiores de 18 anos” [Rated-R].

Feige ainda confirmou que Ryan Reynolds está ajudando a supervisionar o roteiro.

“Será classificado como Rated-R e estamos trabalhando em um roteiro agora, e Ryan está supervisionando o roteiro. Não vamos filmar este ano. Ryan é um ator muito ocupado e de muito sucesso. Temos uma série de coisas que já anunciamos que agora temos que fazer, mas é emocionante  isso ter começado. Novamente, um tipo muito diferente de personagem no MCU, e Ryan é uma força da natureza, o que é simplesmente incrível vê-lo trazer esse personagem à vida.”, afirmou.

A produção será a primeira do Mercenário Tagarela com a Disney e isso mexe bastante com os fãs, porque existe um medo de que a essência politicamente incorreta do personagem seja amenizada a partir de agora. Por isso, separamos alguns pontos que queremos muito ver em Deadpool 3. Confira!

 

Não rebootar a franquia

Iniciada na FOX, a franquia Deadpool se consolidou como uma das sagas para maiores de 18 anos de mais sucesso da história do cinema. Repletos de referências e piadinhas ao universo dos X-Men, os dois primeiros filmes foram muito marcantes. Agora sendo propriedade da Disney, espero que tudo o que aconteceu até aqui não seja apagado ou ignorado, mas continuado e expandido sob tutela da casa do Mickey.

 

Fazer parte do MCU

Ok, ser um personagem Marvel e estar num filme produzido pela Disney parece indicar que as aventuras do Deadpool estão inseridas no Universo Cinematográfico Marvel. No entanto, como vocês devem lembrar, a Sony trava uma batalha de anos para dizer que Venom faz parte do MCU. E convenhamos, nada no filme indica isso. Pois bem, que a Disney insira Deadpool 3 na cronologia do MCU da forma mais divertida possível em vez de lançar o longa no selo Searchlight ou algo do tipo.

Bob

Nos quadrinhos, o melhor amigo – por assim dizer – do Deadpool é um agente da H.I.D.R.A. abobalhado, frustrado e com baixa autoestima chamado Bob. Ele faz uma ponta muito rápida no primeiro filme como um dos capangas genéricos do Francis (Ed Skrein), mas seria fantástico se ele aparecesse agora com o uniforme da H.I.D.R.A. e interagindo mais com o DP.

 

X-Force

Um dos principais motivos para não querer o reboot da franquia é justamente porque Deadpool 2 deixou um gancho maravilhoso para a adaptação da X-Force. O grupo divertido, diverso e de gênero neutro, como disse o próprio Deadpool, tem um potencial absurdo de desenvolvimento em tela e seria incrível ver isso no Universo Cinematográfico Marvel.

 

Não ser um filme SÓ de humor

Apesar de ser conhecida pelo humor sem noção e pelas piadas politicamente incorretas a cada segundo, a franquia Deadpool conseguiu fazer um desenvolvimento dramático muito interessante ao longo dos últimos quatro anos. Uma das preocupações com essa ida pra Disney é que ela transforme o filme em uma aventura de humor sem o mínimo de carga dramática, como fizeram com o Homem-Aranha, por exemplo.

 

Tirar sarro da chegada à Disney

Marcado por suas referências a diversos universos e quebras da quarte parede, o Deadpool simplesmente PRECISA tirar sarro da compra da FOX pela Disney e pelo monopólio do entretenimento que eles formaram. E o ideal seria que ele fizesse referências ou piadas pesadas, a nível de ter participação de algum personagem da casa, como o Pato Donald, ao melhor estilo Uma Cilada Para Roger Rabbit, ou algo do tipo. É a oportunidade perfeita para ele perder completamente a linha.

 

Interação com personagens e cenários do MCU

A graça de ter o Deadpool na Disney é poder explorar as interações com personagens e cenários dos outros filmes baseados em quadrinhos. Já pensou o Deadpool perdendo essa limitação de ter que atuar apenas em ambiente urbano e indo para o espaço? Confrontando um Celestial da espécie do Ego (Kurt Russell), assim como já aconteceu nas HQs? Comendo chimichangas na Torre Stark? Montando um Pégasus na Nova Asgard? O céu não é mais o limite.

 

Enfrentar o Treinador

O Treinador vai enfrentar a Viúva-Negra no filme solo dela que vai estrear em algum momento entre 2020 e 2021, assim esperamos. No entanto, ele é um dos vilões clássicos do Deadpool. Como o Treinador consegue replicar o estilo de luta do adversário e costuma se envolver em uns serviços bem podres – vilão também paga conta, né? -, seria incrível se eles pudessem se encontrar nas telonas em algum momento.

 

Mostrar o Deadpool em Vingadores: Ultimato

A cena dos portais em Vingadores: Ultimato foi o maior orgasmo nerd dos cinemas em 2019. Até Howard, o Pato apareceu para descer a porrada em ET do mal. Seria legal se o filme mostrasse um flashback do Deadpool inserido nesse contexto ou dele assistindo isso em algum jornal e se perguntando o motivo de não ter sido convidado? Pode ser até mesmo o pontapé inicial para uma adaptação do Deadpool tentando entrar para os Vingadores. Quem sabe?

 

Homem-Aranha

Podemos ser sinceros aqui? Acho que todo mundo vai ignorar as sugestões desse texto caso a Marvel decida juntar o Deadpool ao Homem-Aranha. Convenhamos, é o que todos querem. A relação dos dois nas HQs é maravilhosamente divertida, já que o Deadpool é praticamente apaixonado pelo Cabeça de Teia, que se esquiva sempre que possível de fazer parcerias com o DP porque, bem… Porque ele é um mala fedorento e que não cala a boca, além de ter tendências homicidas, claro. Ver a junção dessa malícia idiota com a quase pureza do Homem-Aranha de Tom Holland já seria o suficiente para abrir o sorriso de muita gente.

 

E você? O que gostaria de ver em Deadpool 3? Diga nos comentários!