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Anthony Mackie fala sobre as chances do Capitão América aparecer em ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’

Anthony Mackie finalmente assumiu o manto do Capitão América no final de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, com um traje totalmente nova feito em Wakanda.

Isso deixou os fãs especulando se o Capitão América fará uma participação em ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, que chegará aos cinemas em 2022.

“Eu sinto que continuar o legado de Chadwick Boseman é muito importante. Há um monte de atores e atrizes incríveis sob o manto dos Panteras Negras que agora vão se unir, e esse legado vai viver. Então, estou muito animado que eles. Vamos mostrar que não é especificamente sobre o Pantera Negra, mas sobre Wakanda.”, afirmou.

Ele continuou falando sobre a possibilidade do Sam aparecer como o Capitão América em ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘.

“Eu tenho um visto para Wakanda, então posso ir para Wakanda o quanto eu quiser”, disse Mackie. “Tenho passaporte e visto Wakanda e estou vacinado, por isso posso ir para Wakanda.”

“É estranho agora, pelo respeito e admiração que tenho por Chad, por tê-lo conhecido há tanto tempo”, continuou ele. “Você só quer fazer tudo da maneira certa. Não sei qual é a resposta. Não sei o que é a coisa certa. Só quero ter certeza de que seja feito da maneira certa para ele.”

Lembrando que a sequência está sendo escrita pelo diretor Ryan Coogler, e irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.

Com o título ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, o filme teve sua estreia agendada para 08 de julho de 2022

Confira o logo:

Segundo a atriz Lupita Nyong’o, Coogler reformulou todo o filme de forma que ele honre a memória do amado ator.

“Seu falecimento ainda é muito recente para mim. Eu nem sei por onde começar a imaginar como será entrar no set sem tê-lo lá. […] Mas nós temos um líder em Ryan, que se sente do mesmo jeito que nós, que sente essa perda de forma muito, mas muito real também. E sua ideia e a maneira como ele reformulou o segundo filme é tão respeitosa a essa perda que todos nós sentimos como um elenco, assim como o restante do mundo. Então parece ser espiritual e emocionalmente correto fazer isso. E espero e estou ansiosa para poder nos unir e honrar o que ele começou conosco, mantendo sua luz viva por meio do filme. Porque ele nos deixou muita luz, da qual nós ainda nos banharemos muito. Eu tenho certeza disso”.

O legado de Chadwick Boseman será preservado, conforme ponderou chefe da Marvel Studios, Kevin Feige. Segundo ele, nunca haverá outro ator interpretando T’Challa dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo ele, o cineasta Ryan Coogler e a Marvel Studios estão avançando a todo vapor com a franquia e vão explorar o restante de Wakanda, o país fictício ao qual fomos apresentados pela primeira vez na grande franquia da Marvel.

“Grande parte dos quadrinhos e do primeiro filme é o mundo de Wakanda. Wakanda é um lugar para explorar mais com personagens e diferentes subculturas. Este sempre foi e inicialmente o foco principal da próxima história.”, afirmou.

Ele acrescentou:

“Não vamos ter um Chadwick em CGI e não vamos reformular T’Challa. Ryan Coogler está trabalhando muito duro agora no roteiro com todo o respeito, amor e gênio que ele tem, o que nos dá grande consolo, por isso sempre se tratou de promover a mitologia e a inspiração de Wakanda. Há também a tarefa de honrar e respeitar os aprendizados e ensinamentos contínuos do Chade.”, concluiu.

As câmeras começam a rodar em junho de 2021.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, irá interpretar o vilão.

Lembrando que o filme arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro e também tornou-se o primeiro do gênero super-heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

The Handmaid’s Tale – Antes da famosa Série existiu o filme cult, que completa 31 anos em 2021

Sucesso absoluto na TV desde sua estreia em 2017, a série The Handmaid’s Tale: O Conto da Aia lançou recentemente sua quarta temporada, se preparando para exibir seu quinto episódio semanal e já tem garantido o quinto ano. Vitorioso nas mais diversas premiações e muito celebrado por seu conteúdo feminista à frente de seu tempo – olhando para o futuro a fim de comentar nosso presente sobre questões femininas e políticas -, a obra é baseada no livro da escritora canadense Margaret Atwood, uma sumidade em matéria de debater e fazer pensar causas das mulheres.

Atwood tem em seu acervo também o texto de Alias Grace, transformada numa série da Netflix, onde debate o passado. Handmaid’s Tale, é claro, fala sobre o futuro, e tem na plataforma Hulu a sua casa. No Brasil, como ainda somos privados deste streaming, O Conto da Aia (como é conhecido por aqui) é exibido no Paramount Channel e em seu próprio streaming, o Paramount+. Porém, a série estrelada pela talentosíssima Elisabeth Moss (O Homem Invisível) não é a primeira adaptação do texto mais famoso de Margaret Atwood. O que talvez muitos não saibam é que a primeira adaptação de The Handmaid’s Tale ocorreu nas telonas, num filme lançado em 1990.

Apesar de ter passado completamente abaixo dos radares, caindo rapidamente no esquecimento – em partes devido ao teor e a mentalidade da época -, a produção contou com nomes tarimbados tanto na frente quanto atrás das câmeras. No elenco, por exemplo, temos dois veteranos vencedores do Oscar e uma indicada, e um roteirista duas vezes indicado ao mesmo prêmio. Por essas e por outras, o filme foi aos poucos sendo redescoberto e tratado como obra cult com o passar dos anos. Em 2021, o longa completa 31 anos de lançamento, se tornando uma época mais do que especial para celebra-lo, se inteirando sobre a produção, ainda mais para os que forem fãs do seriado.

Devido à sua importância e fervor, o livro foi tratado rapidamente como um clássico. Mas trata-se de um clássico moderno, tendo sido lançado em 1985. Logo no ano seguinte, a autora vendeu os direitos de adaptação para o cinema ao produtor Daniel Wilson (que voltaria a produzir o programa televisivo muitos anos depois). Em posse do material que julgava precioso, Wilson saiu de porta em porta dos grandes estúdios procurando alguém que decidisse apostar no produto. E nessa jornada permaneceu por dois anos e meio sem encontrar uma alma sequer decidida a investir na obra. Segundo o jornalista canadense Sheldon Teitelbaum, que escreveu sobre o desenvolvimento do projeto, tudo o que Wilson encontrou no período foi “uma parede de ignorância, hostilidade e indiferença”. Executivos dos estúdios destratavam a ideia, se referindo a ela como “um filme sobre e para mulheres, que teria sorte se fosse produzido direto para vídeo” – numa época em que tais produções eram, digamos, vistas como menores e pouco apreciadas.

Sem resultados ou um grande estúdio a fim de distribuir o filme, Wilson lançou o longa de forma independente, ao lado de outras produtoras menores, conseguindo de orçamento para a produção algo em torno de US$13 milhões. Para a época, esta era uma boa quantia, ainda mais se levarmos em conta que custou mais do que obras de grandes estúdios repletas de efeitos e astros, vide Convenção das Bruxas, O Ataque dos Vermes Malditos, o épico Hamlet (com Mel Gibson) e o filme de ação de Clint Eastwood, Rookie – Um Profissional do Perigo; todos lançados no mesmo ano.

Assim, entravam em cena o roteirista duas vezes indicado ao Oscar Harold Pinter (A Mulher do Tenente Francês e Traição), encarregado da adaptação, e o diretor alemão Volker Schlöndorff para o comando do filme. Na história passada no futuro de uma tirania religiosa distópica, muitas mulheres perderam a capacidade de gerar bebês. As jovens mulheres que ainda podem engravidar, terminam se tornando escravas sexuais a fim de gerar filhos para famílias influentes e poderosas.

Os maiores chamarizes no elenco são as presenças dos vencedores do Oscar Robert Duvall (O Poderoso Chefão) e Faye Dunaway (Chinatown), que interpretam um destes casais poderosos incapazes de gerar seus próprios filhos, Fred e Serena Joy (na série vividos por Joseph Fiennes e Yvonne Strahovski). Acreditando que sua personagem era muito fraca, nas palavras da mesma, a poderosa Oscarizada Dunaway chegou a desistir do projeto. Logo depois sendo convencida a voltar atrás ao receber uma ligação da criadora da história, a autora Margaret Atwood.

Quem protagoniza a história é a personagem Offred/June, que na série tem as formas de Elisabeth Moss. Ela é justamente a mulher designada contra a própria vontade a servir de portadora do filho da família citada, sendo usada pelo patriarca a seu bel prazer. Tal papel polêmico dentro de uma produção controversa foi inicialmente oferecido à vencedora do Oscar Jodie Foster, que o recusou e seguiu para O Silêncio dos Inocentes (1991) e sua segunda vitória no Oscar.

A personagem terminou nas mãos de outra veterana, a três vezes indicada ao Oscar Sigourney Weaver. A atriz havia sido escalada e estava participando do processo de pré-produção quando precisou desistir devido à sua gravidez na vida real. No lugar de Weaver foi escalada a britânica Natasha Richardson (esposa de Liam Neeson falecida em 2009 aos 45 anos, após um acidente de esqui). Completando o elenco, Elizabeth McGovern (indicada ao Oscar por Na Época do Ragtime, 1981) no papel de outra escrava do sistema totalitário, Moira.

A estreia do longa ocorreu na Alemanha no dia 15 de fevereiro de 1990, onde seguiu para o grande circuito nos EUA em 9 de março do mesmo ano. No Brasil, o filme recebeu o título A Decadência de uma Espécie (e O Declínio de uma Espécie em suas exibições na TV a cabo), que não deixa de ter seu valor bizarro, porém, não existem registros que tenha sido exibido em nossos cinemas, muito provavelmente amargurando um lançamento direto nas prateleiras de vídeo.

The Handmaid’s Tale – O Filme (ou A Decadência de uma Espécie) após tantas turbulências em sua trajetória inicial, numa época em que não estávamos preparados para esta história de um ponto de vista social, viveu para se tornar um grande fracasso financeiro – e esse é o motivo pelo qual muitos nunca ouviram falar do filme. Com o orçamento de US$13 milhões, o longa arrecadou apenas US$4.9 milhões totais, sequer conseguindo equivaler seu valor de produção. Porém, como o mundo dá voltas e nada nunca está totalmente perdido, quase trinta anos de espera foram o suficiente para o material ressurgir como ouro, finalmente fazendo valor seu valor precioso como uma das propriedades mais quentes, celebradas e especiais da cultura popular.

Crítica | Em Busca de Sheela – Culpada ou inocente?

Uma figura polêmica da história contemporânea indiana. Um Guru. Uma Seita? Culpada ou inocente? Dirigido pelo indiano Shakun Batra, o média-metragem, de pouco menos de uma hora de duração, Em Busca de Sheela traz à luz mais pontos de vistas sobre a história de Ma Anand Sheela ex-porta-voz do movimento Rajneesh (também conhecido como Osho) que fora acusada pelo governo norte-americano de alguns crimes no período que esteve com esse movimento em uma cidade por lá. Tentando decifrar diversos enigmas sobre essa personalidade complicada de se ler, o filme navega pelo faro investigativo mas sem deixar qualquer conclusão evidente.

O filme tem sua trajetória marcada no recorte do retorno de Ma Anand Sheela, agora com 70 anos, à Índia, terra que nasceu. Agora é uma espécie de celebridade local, amada por muitos e odiadas por outros, inclusive a questão da segurança é várias vezes debatidas no enredo da história. Sem deixar de traçar paralelos com o passado complicado de entender da protagonista e na atualidade sua chegada para uma série de entrevistas com jornalistas indianos de prestígio, o projeto busca levantar argumentos, pontos de vistas de muitos sobre essa figura polêmica, controversa que se refugiou na Suíça no início da década de 90 logo após sair da prisão nos Estados Unidos.

Em busca de uma certa cronologia da percepção, Batra atravessa os campos de reflexão focando mais no embate entre a mídia e Ma Anand Sheela, um duelo entre o sensacionalismo e a figura indecifrável, paralelos que caminham durante toda essa jornada. Ma Anand Sheela em julho de 1983 fora condenada nos Estados Unidos a cumprir vários anos de prisão acusada de envenenamento, escuta ilegal e agressão. Ela rebate a todo instante as acusações. Mas qual a verdade? Tente tirar suas próprias conclusões. Disponível na Netflix.

10 Filmes sobre Relacionamento entre irmãos – Parte 2

Chegando na segunda parte desse especial, acompanhamos histórias diversas, algumas muito profundas sobre o tema, outras embutidas em subtramas poderosas onde aprendizados sempre chegam como reflexão. Tem filme da Jordânia, francês, canadense, dinamarquês, suíço, polonês, dos Eua, etc.

 

Segue abaixo, 10 filmes sobre Irmãos – Parte II:

 

Minha Irmã (Suíça, 2020)

 

A força do amor entre irmãos e as superações da vida que precisam enfrentar. A vida não é fácil, é uma estrada complicada, repleta de obstáculos. Indicado da Suíça ao Oscar 2021, Minha Irmã é um impacto recorte na vida de uma forte mulher que aos poucos vê a solidez de alguns de seus pilares desmoronarem incontrolavelmente, desde o estado complicado de saúde de seu irmão gêmeo até uma crise intensa e amargurada em seu casamento. Escrito e dirigido pela dupla de cineastas Stéphanie Chuat e Véronique Reymond. Destaque para a atuação emocionante da atriz alemã Nina Hoss.

Na trama, conhecemos os irmãos gêmeos Sven (Lars Eidinger) e Lisa (Nina Hoss). O primeiro está com um sério problema de saúde e passa por uma não bem sucedida transplante de medula óssea. A segunda é uma escritora de peças de teatro que está com um vendaval de situações importantes acontecendo ao mesmo tempo em sua vida e precisa ainda ser a principal cuidadora do irmão o que gera nela terríveis dramas e uma iminente decadência em seu casamento com o marido Martin.

O foco é na irmã, uma mulher que precisa se virar para poder conciliar a terrível doença do irmão, a educação de suas filhas, idas e vindas do seu país de origem até onde seu marido trabalha, as complicadas decisões do futuro de sua família com a oportunidade que chega ao seu marido. Os desenrolares das escolhas dessa forte protagonista acabam sendo uma jornada bem bonita de encarar os obstáculos mesmo que para isso precisem ser tomadas decisões solitárias.

Minha Irmã é um longa-metragem repleto de amor e de solidão do afeto. Há contrapontos que se unem em momentos de reflexão, como o fato de uma certa distância da mãe sobre tudo que acontece com o filho. Nem sempre na vida teremos finais felizes mas precisamos converter nossas escolhas em soluções vindas de escolhas que vem do coração. Schwesterlein, no original, nos faz refletir bastante sobre a vida. Belo filme.

 

Terra Selvagem (EUA, 2019)

O que você escolhe, medo ou esperança? Falando sobre força de dois Irmãos e seus distantes sonhos em uma realidade cruel lutando contra a falta de dias melhores, Jungleland, dirigido por Max Winkler (em seu terceiro longa-metragem) e produzido por Ridley Scott é um filme forte que mostra a dureza de duas almas nômades sem foco no mundo, caminhando por uma melancolia diária, que resolvem apostar todas suas fichas em um torneio de visibilidade no circuito amador de boxe sem luvas, além de serem obrigados a embarcar em uma missão misteriosa para conseguir pagar uma dívida. Exibido no Festival de Toronto, o projeto é estrelado por Charlie HunnamJack O’Connell e Jessica Barden.

Na trama, conhecemos os irmãos Stanley (Charlie Hunnam) e Walter ‘Lion’ (Jack O’Connell), que vagam pelas ruas de uma cidade norte-americana em busca do sonho de serem famosos dentro do universo do boxe amador. Quando se veem encurralados por uma dívida, são obrigados a levar Sky (Jessica Barden), que eles não fazem a mínima de ideia de quem seja, até uma pessoa em San Francisco, em troca disso tem a dívida perdoada e conseguem a inscrição em um torneio de boxe de alta visibilidade em San Francisco. Assim, os três entram em uma jornada sem muito foco que passa por abalos emocionais enormes.

Explorando o Looping em eternos recomeços, Jungleland, mostra todo o sofrimento emocional de dois irmãos com poucos pontos de interseção mas que de alguma forma apresentam uma grande lealdade mútua mesmo que isso implique em confusões e caminhos que ambos não pensam iguais. Há um foco marcante na questão da desestrutura familiar, nessa ótica nos apresentam esporádicos momentos de profundidade sobre o passado dos irmãos e dentro de uma subtrama pouco explicada que é a trajetória de Sky. As lacunas preenchidas das consequências dos atos transformam o desfecho aberto em algo compreendido de quem conseguir ler nas entrelinhas das atitudes de cada personagem em suas trajetórias. Jungleland é forte, duro e mostra uma realidade quase dentro de um universo paralelo para muitos que não conhecem ou não viveram dificuldades na vida.

 

Meu Verão na Provença (França, 2014)

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família. Depois do ótimo Amor é Ódio no já distante ano de 2010, a cineasta Rose Bosch volta a direção, dessa vez em um filme muito bonito que mostra todas as fases de uma família contada de uma maneira deliciosa. Somando-se a isso, conta com uma atuação maravilhosa do excelente ator francês Jean Reno.

Na trama, conhecemos três irmãos de personalidades diferentes, entre eles um jovenzinho com deficiência auditiva, que partem, forçadamente, de férias para a bela cidade de Florença, na Itália, logo depois de um abalo na estrutura familiar que estavam acostumados. Meio sem saber o que será do destino deles, chegam à casa de Paul (Jean Reno) e Irene (Anna Galiena), seus avós que não viam a muito tempo. Por conta de brigas familiares, não conheciam direito seu avô, um semi-idoso rabugento que vai aprender com a juventude a sorrir novamente.

A primeira vista, parece que Meu Verão na Provença não passa de um filme bobinho, aguinha com açúcar, que avançará por clichês durante todos os 105 minutos de duração. Bem, o filme é muito mais profundo do que isso. O entrosamento dos atores em cena é um dos pontos de sustentações da história, que contém uma premissa bem simples, um conflituoso choque de gerações oriundos, em partes, de escolhas do passado. O desenvolvimento desses personagens ao longo do filme é delicado e só realmente percebemos o quanto que a história é cativante no arco final. Alguns podem até achar alguns diálogos bobinhos mas garanto a vocês, de bobinho esse filme não tem nada.

O foco da trama gira em torno do personagem de Jean Reno, Paul, um quase velhinho amargurado, rabugento, que na verdade sofre internamente com saudades de seu passado underground onde passava dias e dias viajando numa levada Hippie. Como em time de futebol, no cinema acontece a mesma coisa, quando você tem um super talento na sua equipe você joga a bola para ele que o mesmo resolve. Jean Reno, com muita habilidade em cena consegue agarrar o espectador do primeiro ao último minuto e o melhor de tudo: não decepciona! Sem dúvidas, uma das melhores atuações deste grande astro do cinema mundial.

 

Como Gato e Cachorro (Polônia, 2018)

Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos. Dirigido pelo cineasta nascido no Cazaquistão Janusz KondratiukJak Pies Z Kotem (sem tradução para o português) é um projeto que fala sobre as fábulas da vida em paralelo a uma realidade cheias de razões para não mais se acreditar. Uma relação conflituosa entre irmãos se transforma em uma jornada de descobertas, onde o brilho dos personagens está contido em cada cena.

Na trama, conhecemos os irmãos cineastas Andrzej (Olgierd Lukaszewicz) e Janusz (Robert Wieckiewicz) que ao longo do tempo nutriram uma relação repleta de altos e baixos. Agora já na etapa final de vida, Andrzej sobre um acidente que o impossibilita de ser sozinho e como não há mais ninguém para ajudar , seu irmão Janusz e sua esposa decidem cuidar dele.

A relação de entre os irmãos navega pela tristeza e nos conflitos emotivos. Janusz guiou sua vida através dos sonhos do irmão e sentiu demais uma longa distância entre os dois que acontece já na chegada do terço final da vida de ambos. Andrzej , mente muito criativa talvez pelo fato de trabalhar com arte, após seu derrame só lhe sobra o ato de sonhar e imaginar situações para tudo que está vivendo e o pouco caminho que ainda precisa percorrer antes de falecer.

Misturando um drama profundo com pitadas de comédia, esse longa polonês se destaca pela alma de seus personagens e pelo ótimo roteiro que nos faz navegar junto a tudo de emocional que aparece na trama. Sem previsão de estreia no Brasil, o filme é quase uma relíquia em torno de tantos lançamentos aos longos dos anos.

 

Nefta Futebol Clube (França, Tunísia, Argélia, 2019)

Nas linhas da ingenuidade, propósito e razão nunca desaparecem. Um dos indicados ao Oscar de Melhor Curta do ano passado, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.

Ao longo dos quase 17 minutos de projeção, conhecemos rapidamente dois irmãos que estão sozinhos andando de moto por uma estrada deserta da Tunísia (próximo à fronteira com a Argélia) até que eu deles precisa urinar e acaba avistando um burro com o headphone e uma carga curiosa: um pó branco que, no modo deles enxergarem, parece sabão em pó. Tentando descobrir ao certo o que é aquele produto, o mais velho bola um plano para tentar negociar aquilo, enquanto o mais novo acaba tendo outros planos.

Todo curta bom precisa ser impactante em algum momento, pois são poucos minutos para se fazer o público se interessar pelo que acontece em tela. Nefta Football Club consegue reunir elementos que juntos constroem um desfecho com mensagem positiva, pra lá de emblemática, onde a pureza e a ingenuidade vencem qualquer tipo de caminho.

 

À Sua Completa Disposição (França, 2015)

Não é preciso que a bondade se mostre; mas sim é preciso que se deixe ver. Em seu primeiro trabalho como diretora de longas metragens, a atriz, roteirista e cineasta Baya Kasmi traz para o público uma história repleta de reviravoltas que começa com uma trama peculiar que gira em torno de uma bondade excessiva em fazer as pessoas se sentirem bem. Je Suis a Vous Tout de Suíte é também um complexo retrato familiar que contorna temas como a religião, o preconceito e as inúmeras maneiras que temos de enxergar as coisas mais simples da vida.

Na trama, conhecemos a bela Hanna Belkacem (Vimala Pons), uma assistente de recursos humanos de uma empresa de vinhos que mora na França onde vive um cotidiano repleto de situações inusitadas, muitas dessas por conta de sua vontade de fazer os outros se sentirem bem. Sua família, de descendência argelina, sempre foi bastante parecida. Seu pai (Ramzy Bedia) é um comerciante que não consegue dizer não as pessoas, sua mãe Simone (Agnès Jaoui) é uma pseudoterapeuta que vive tentando fazer sua família viver feliz não importa os acontecimentos conturbados do cotidiano. Já com seu irmão Donnadieu (Mehdi Djaadi), a relação de Hanna era de muita proximidade na infância mas aos poucos foi se afatando a partir de diversas divergências na maioria de enxergarem o mundo ao redor. Assim, com altas doses de feedbacks explicativos, o filme vai mostrando aos poucos as novas possibilidades para a protagonista, regada por muito amor de sua família.

Je Suis a Vous Tout de Suíte começa um pouco confuso, talvez por tamanha peculiaridade das cenas iniciais, talvez por não conseguir realmente mostrar nos primeiros minutos sobre o que seria a trama. Quem consegue aguentar chegar ao segundo ato, se surpreende com a virada na trama, que adota flashbacks para explicar o porquê das escolhas de todos nas suas respectivas trajetórias mas sempre focando em sua protagonista. Podemos dizer que é uma comédia nonsense, repleta de diálogos confusos mas que de alguma forma conseguem envolver o espectador. A subtrama mais interessante é a do irmão da personagem principal e sua curiosa escolha em se converter a religião muçulmana e adotar hábitos da mesma, talvez a sua maior complicação na relação com a irmã.

Comédia ou drama? O filme navega nessas duas trajetórias e tenta uma fórmula mágica de interação com o espectador que funciona mais do meio para frente.

 

O Lobo do Deserto (Jordânia, 2014)

A guerra é feita para que os mais fortes vivam, e os mais fracos lutem pela sobrevivência. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro pela Jordânia, O Lobo do Deserto é um filme com uma fotografia belíssima, uma direção determinada e atuações concentradas. A sutileza envolta de situações extremas é a assinatura de Naji Abu Nowar que marca sua estreia na direção de longa-metragem. Mas, mesmo com ótimas qualidades técnicas, é necessário dizer que é um filme deveras difícil e para alguns será facilmente esquecido.

Na trama, ambientada em parte do período da primeira guerra mundial, conhecemos o jovem Theeb (Jacir Eid Al-Hwietat) um menino, muito apegado com seu irmão, que vive com sua família na província otomana de Hijaz. Certo dia, um soldado do exército britânico aparece buscando ajudando para encontrar um lugar. Assim, em meio a um deserto cheio de perigos, Theeb e seu irmão vão ajudar o soldado e acabam encontrando uma aventura que fará Theeb amadurecer bem mais rápido que qualquer outro menino de sua idade.

Com diálogos amadurecidos, personagens convincentes e excelente tecnicamente, O Lobo de Deserto, instiga no espectador uma profundidade ampla sobre o contexto para definir as ações e reações da trama. A descoberta de várias coisas ao mesmo tempo, um precoce amadurecimento evidente e um espírito indomável do jovem protagonista são algumas das marcas desta história forte sobre o cotidiano de uma região em tempos de guerra. O filme não veste o rótulo de comercial, longe disso, prefere detalhar sua ambientação e conta muito com a força dos poucos personagens que vemos em cena.

Vencedor do prêmio de Melhor Diretor na conceituada mostra Horizontes do Festival de Veneza 2014, Naji Abu Nowar brinda o público com uma aula de como fazer cinema em alto nível usando muita habilidade para contextualizar complexas situações ambientadas em um passado conturbado de uma região muitas vezes esquecida por todos nós.

 

Irmãos (Dinamarca, 2004)

Na fita, um militar exemplar, pai de dois filhos, é mandando pela ONU para uma missão no Afeganistão. Seu irmão mais novo acaba de sair da cadeia e vai morar um tempo na casa dele um pouco antes desse viajar. Chegando ao local da missão, o helicóptero em que está, é abatido, e o mesmo é dado como morto. Em contra partida, seu irmão (um ex-presidiário) começa a ter relação mais tênue com a mulher do militar desaparecido. Será que o militar morreu? E se ele voltar para casa e perceber que as coisas estão muito diferentes?

Assim, conheci Bier (que mais tarde viraria uma de minhas diretoras favoritas) que desde Depois do Casamento, mexeu comigo com sua narrativa e modo de filmar bastante interessante que marca pelo enredo envolvente e a sempre espera pelo desfecho. No longa, mostra-se a dor impensável de um homem, onde tem que lutar contra muitas coisas que podem até serem banais comparados à guerra, mas não são.

O trio Ulrich ThomsenNikolaj Lie Kaas e Connie Nielsen atua de maneira impecável, dando um verdadeiro show em cima da tentativa americana de regravação do mesmo. Lembrando aquela velha máxima cinéfila: Nada é melhor que o original, salvo raras exceções.

 

Jo pour Jonathan (Canadá, 2010)

Esse filme canadense é uma espécie de cinema para instituições ou feito mesmo para campanhas de direção perigosa. O garoto, personagem principal, faz de tudo para ferrar com sua vida: dirige sem habilitação, pratica muitos assaltos relâmpagos tudo isso somado à muitas abdominais (cenas que volta e meia aparecem nas sequências). Aos poucos, vamos vendo a decadência da juventude através das consequências dos atos impulsivos do protagonista.

O jovem que dá nome à produção vive basicamente à sombra do irmão. Um apaixonado por carros, não consegue tirar a licença para dirigir legalmente e volta e meia entra em pegas pela cidade onde mora. Quando entra em dívida por conta de uma aposta não paga, se une ao seu irmão para um racha que pode quitar essa situação. Mais os acontecimentos dessa corrida não saem conforme o planejado.

A câmera estacionada em alguns momentos da trama faz o imaginário cinéfilo trabalhar na eminência das consequências das ações. Modo muito interessante usado pelo diretor Maxime Giroux (que também assina o roteiro ao lado de Alexandre Laferrière). O recurso é uma maneira de fazer o espectador refletir.

Uma “autopunição” aflora em Jonathan, interpretado pelo meu xará Raphaël Lacaille. Levando a história para um mar de estranhas cenas dramáticas.

O longa lembra um pouco o filme Paranoid Park, do genial Gus Van Sant. Esses personagens que estão em ebulição em seus conflitos internos é o paralelo dessas produções.

Por conta da conscientização, mesmo tendo que ter um pouco da paciência de Jó, recomendo!

 

Tudo por Justiça (EUA, 2013)

Até onde vai o controle emocional de uma boa pessoa quando percebe que seu mundo desabara ao seu redor? Contando uma história para lá de comovente e sofrida, o diretor Scott Cooper (Coração Louco) consegue em um único trabalho criar um clima de vingança e tensão poucas vezes visto nos últimos filmes norte-americanos do gênero ação. Cada sofrimento que acerta em cheio o protagonista tem uma razão, uma argumentação consistente para existir e a forma que o protagonista lida com isso é tocante e extremamente violenta, não deixando o público tirar os olhos da telona num por um segundo.

O foco central do filme é Russell (Christian Bale), o filho boa praça do paizão Rodney Baze (Bingo O’Malley). Um homem muito querido pela comunidade onde mora e que leva uma vida pacata trabalhando onde seu pai trabalhou e sonhando em construir uma família ao lado de sua namorada Lena (Zoe Saldana). Porém, tudo muda em sua vida quando, após pagar uma dívida de um integrante de sua família, se envolve em um terrível acidente de carro e vai parar na prisão. Após anos na cadeia, consegue sair em condicional e logo precisa enfrentar sérios problemas com a nova realidade que o aguarda, principalmente as enrascadas que seu irmão mais novo (Casey Affleck) provoca.

Após quatro anos longe das câmeras, quando rodou seu primeiro longa metragem Coração Louco (que deu a Jeff Bridges seu primeiro Oscar), o bom diretor Scott Cooper reaparece no cenário hollywoodiano trazendo de volta a melancolia e a ótima captura do drama de seus personagens.  Com um orçamento de U$$ 22 Milhões, o cineasta apostou no material humano que tinha nas mãos e criou uma atmosfera de dor deixando seus atores, com muita naturalidade, executarem ao extremo cada personagem.

O elenco é admirável. O polivalente Woody Harrelson na pele do terrível bandido Harlan De Groat, Willem Dafoe interpretando o canastrão de bom coração John Petty e o excelente irmão de Ben Affleck, Casey, contribuem e muito para a ótima interação do público com todos os acontecimentos que se desenrolam na trama. Mas quem rouba a cena, mais uma vez, é o protagonista, Christian Bale. O ganhador do Oscar e o melhor intérprete do Batman de todos os tempos, dá mais um show de interpretação. O sofrimento de seu personagem é nítido em cada gesto, cada palavra de Bale. Só por isso, já vale o ingresso do filme.

Uma ótima canção executada pela peculiar voz de Eddie Vedder, logo no início do filme, já era um sinal que os cinéfilos estariam diante de uma bela obra. Tudo por Justiça pode ser visto por alguns como apenas um filme de vingança. Mas garanto, é mais do que isso. A transformação súbita que passa seu protagonista é eletrizante, se vingar é apenas umas das armadilhas que a vida coloca em sua frente. Não deixem de conferir esse belo trabalho que possui muitos ingredientes para conquistar o público.

‘Why Women Kill’: Novos crimes e segredos no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A Paramount+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série antológica ‘Why Women Kill‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 3 de junho.

O elenco do novo ciclo contará com Lana Parrilla (‘Once Upon a Time’), B.K. Cannon (‘Switched at Birth’) Jordane Christie (‘A Maldição da Residência Hill’)Matthew Daddario (‘Shadowhunters’) e Veronica Falcón (‘A Rainha do Sul’).

A trama será ambientada em 1949, e irá explorar a verdade por trás de um mundo lindo e cheio de falsidade, os efeitos de ser ignorante e ignorados pela sociedade e, finalmente, até onde uma mulher irá para fazer parte de algo.

Primeiras Impressões | ‘Why Women Kill’ é o reencontro de Marc Cherry com as dramédias familiares

A série foi criada por Marc Cherry (‘Desperate Housewives‘ e ‘Devious Maids‘).

‘Chicago Med’: Torrey DeVitto e Yaya DaCosta deixarão o elenco da série após 6 temporadas

De acordo com o Deadline, Torrey DeVitto e Yaya DaCosta, que interpretam a Dra. Natalie Manning e a enfermeira April Sextone, deixarão o elenco da série médica ‘Chicago Med‘, e não farão parte da 7ª temporada da produção.

Vale destacar que as duas atrizes fazem parte do elenco original da série, estando presente na produção desde o seu primeiro episódio.

Através do seu Instagram, DeVitto declarou: “Todas as coisas boas chegam ao fim. Tem sido uma honra e pura alegria trazer a Dra. Natalie Manning à vida para todos vocês nas últimas seis temporadas de ‘Chicago Med’. Mas agora chegou a hora de nós dizemos adeus. Agradeço a todos os espectadores leais que amaram a personagem tanto quanto eu. Novas aventuras nos aguardam!”

Intitulado A Red Pill, A Blue Pill, o próximo episódio irá ao ar hoje à noite (12).

Confira o trailer:

A trama oferece um passeio emocionante através do caos diário do hospital mais explosivo da cidade e seu corajoso time de médicos que se mantêm unidos. Eles enfrentarão novos casos únicos inspirados por eventos da atualidade, forjando relações ardentes no pandemônio da sala de emergência, e, além disso, rostos familiares do Departamento de Polícia e do Corpo de Bombeiros se entrelaçam com esta terceira equipe de heróis de Chicago.

O elenco conta com Nick Gehlfuss, Yaya DaCosta, Torrey DeVitto, Brian Tee, Marlyne Barrett, S. Epatha Merkerson e Oliver Platt.

‘This is Us’: 6ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o THR, a 6ª temporada de ‘This is Us‘ será a ÚLTIMA da série.

O site afirma que a NBC fará o anúncio oficial na sexta-feira (14), quando a emissora divulgar seu calendário para as estreias do segundo semestre de 2021, a Fall Season 2021-22.

Desde sua estreia, ‘This is Us‘ tem sido um dos maiores fenômenos de audiência da televisão americana. A quinta temporada tem registrado 1.0 na demo, com um total de 5.6 milhões de espectadores – o que representa a maior audiência da emissora atualmente.

A série é criada por Dan Fogelman.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

‘Noite Passada em Soho’: Thomasin McKenzie é destaque em nova imagem do terror

O site Empire conversou com a atriz Thomasin McKenzie sobre o terror ‘Noite Passada em Soho‘, novo filme de Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga‘), e divulgou uma nova imagem da produção.

“É genuinamente algo que eu nunca vi antes,” declarou McKenzie ao site. “É muito único. Eu amo quando você está lendo um roteiro e você sabe qual direção está seguindo… então, a trama segue uma direção completamente diferente. [Minha personagem] tem quase um sexto sentido. Ela pode sentir as coisas em um outro nível que as pessoas não podem ver ou sentir.”

Confira a imagem:

O terror será lançado nos cinemas no dia 22 de outubro.

Noite Passada em Soho‘ narra a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

Além de dirigir, Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Thomasin Harcourt McKenzie, Matt Smith, Michael Ajao, Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

‘Entre Facas e Segredos 2’: Janelle Monáe entra para o elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Janelle Monáe (‘A Escolhida’) entrou para o elenco da sequência do suspense ‘Entre Facas e Segredos‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

A atriz se junta aos atores Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) e Edward Norton (‘O Incrível Hulk’), que foram previamente anunciados.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências serão focadas no detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig, e não trará o retorno dos membros da família Thrombey.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

Talvez a notícia ainda mais empolgante é que a produção da primeira sequência está marcada para começar em breve.

De acordo com o Deadline, as filmagens de ‘Entre Facas e Segredos 2‘ começam em 28 de junho, daqui a apenas três meses. O filme será filmado na Grécia.

Recentemente, Johnson revelou detalhes sobre o próximo longa-metragem.

“Tem sido um grande turbilhão mental, porque eu permaneci com a primeira ideia por 10 anos. E com este, estou começando com uma página em branco. Não é realmente uma sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘. Eu preciso inventar um título para ele para que eu possa parar de chamá-lo de ‘Sequência de Entre Facas e Segredos’, porque é apenas Daniel Craig como o mesmo detetive, com um elenco totalmente novo”.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

HBO Max no Brasil! Streaming anuncia novidades para o dia 26 de Maio

A HBO Max chega no Brasil em Junho e a divulgação começou. O streaming mandou um vídeo para os jornalistas anunciando novidades no dia 26 de Maio, às 11h (horário de Brasília).

Assista:

Fiquem atentos no CinePOP para as novidades.

Assista ao trailer anunciando a estreia do streaming:

Com uma grande variedade de gêneros e formatos, a HBO Max terá algo especial para todos, desde as clássicas e memoráveis ​​séries que você adora como SEX AND THE CITY, GAME OF THRONE, THE SOPRANOS, BIG LITTLE LIES, junto de ícones como FRIENDS; filmes impactantes como LIGA DA JUSTIÇA – SNYDER CUT, CORINGA, HARRY POTTER, MATRIX, AVES DA RAPINA, até os favoritos das crianças como TOM E JERRY, SCOOBY DOO, LOONEY TUNES e, claro, novas e incríveis produções HBO Max Originals como THE FLIGHT ATTENDANT, RAISED BY WOLVES, SELENA + CHEF, entre muitas outras mais.

HBO Max trará uma nova era de entretenimento aos lares brasileiros e de toda a América Latina e Caribe. Imagine uma festa com Carrie Bradshaw, Batman, Blair Waldorf, Coringa e até mesmo Pernalonga.

O HBO Max vai chegar no Brasil e resto da América Latina em Junho de 2021.

O valor da assinatura não foi revelado ainda. Você pretende assinar?

‘Espiral’ abre com a maior aprovação da franquia ‘Jogos Mortais’ no RT; Confira as críticas!

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais é a mais nova entrada da franquia Jogos Mortais e parece ter dividido a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 53% de aprovação com base em 32 reviews e, curiosamente, se tornou a iteração mais bem recebida da saga – à frente do primeiro capítulo, que tem 50% de aprovação.

Confira as principais críticas abaixo:

‘Espiral’ sacrifica o valor do entretenimento por respeitabilidade – e, no processo, não consegue nenhum dos dois” – The Wrap.

“[O filme] é um thriller decente, apesar das partes nojentas” – San Francisco Chronicle.

“Uma continuação divertida de uma franquia surpreendentemente duradoura” – JoBlo.

“Admiravelmente tenta, mas falha trazer uma reviravolta para a franquia Jogos Mortais” – The Only Critic.

“Não é uma perda de conceito, exatamente, mas também não a reinvenção da qual a franquia precisava” – AV Club.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

O que será de ‘Invocação do Mal 3’ sem James Wan na direção?

Após dirigir o primeiro ‘Jogos Mortais‘ e ‘Sobrenatural‘, o diretor James Wan se tornou uma das grandes revelações de Hollywood e o novo mestre do terror moderno. Ele não tem filmes ruins em seu currículo, e mostrou uma versatilidade invejável para dirigir filmes de qualquer gênero – vide ‘Velozes & Furiosos 7‘.

Com status máximo na indústria cinematográfica, Wan se tornou o diretor preferido dos estúdios e foi chamado pela Warner para comandar ‘Aquaman‘, mudando a visão criada por Zack Snyder para o Universo de Filmes da DC e criando um produto novo e autoral.

Aquaman‘ foi um grande sucesso, o que aumentou ainda mais o passe do diretor em Hollywood.

Com a agenda abarrotada de projetos, já que ele é produtor além de diretor, Wan teve que abandonar a direção de sua franquia de maior sucesso: ‘Invocação do Mal‘.

O primeiro ‘Invocação do Mal‘ trouxe de volta a glória do terror, abordando um assunto que após ‘O Exorcista‘ (1973) parecia ter perdido a relevância: a possessão demoníaca. Além disso, o filme utilizava uma pitada de tudo o que faz os fãs apreciarem o gênero, e caprichou no clima sombrio de casas assombradas, no desenvolvimento de cenas verdadeiramente assustadoras (e não apenas se apoiou no famigerado “som alto”), e privilegiou a tensão ao invés dos sustos fáceis. Porém, a maior cartada do foi dar ênfase a bons personagens (e intérpretes idem) e em seu desenvolvimento.

A sequência foi tão bem sucedida quanto o primeiro filme, abrindo portas para a criação do The Conjuring Universe – um universo estendido de filmes de terror muito bem sucedidos.

Porém, nem sempre quando Wan é apenas produtor os filmes são bons. ‘Annabelle‘ foi um fracasso de crítica, e ‘A Freira‘ dividiu opiniões – apesar de se tornar a maior arrecadação de toda a franquia com sensacionais US$ 330 milhões.

Wan não retorna para a direção de ‘Invocação do Mal 3‘ (The Conjuring).

Em seu lugar, o diretor e o estúdio escolheram o “pouco conhecido” Michael Chaves para substituí-lo, que tem no currículo apenas o fraquíssimo ‘A Maldição da Chorona‘.

Apesar de confirmarmos em Wan, é assustador colocar uma franquia tão bem sucedida na mão de um diretor praticamente novato. Foi o próprio Wan que deu o aval para Corin Hardy dirigir ‘A Freira‘, e o resultado não foi tão bom quanto esperado – apesar do sucesso comercial.

Wan escolheu Chaves a dedo para ser seu sucessor:

“Trabalhei com Chaves em A Maldição da Chocora, e pude conhecê-lo como diretor. Ele tem uma grande habilidade para trazer emoção para um filme, criando um clima assustador que o tornam a escolha perfeita para dirigir o próximo Invocação do Mal. Estou empolgado para retornar como produtor, e continuar com Vera [Farmiga] e Patrick [Wilson] na próxima aventura aterrorizante dos Warrens”, afirmou Wan em declaração.

Tirando Wan, o melhor diretor que passou pela franquia foi David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam’), que comandou o ótimo ‘Annabelle 2 – A Origem do Mal‘. Sandberg seria uma ótima opção para comandar ‘Invocação do Mal 3‘, mas seu cachê é bem mais caro do que o estúdio pagará para o novato Chaves.

Qual é a sua expectativa para ‘Invocação do Mal 3‘ sem a direção de James Wan?

Você está ansioso?

Descrição dos primeiros 11 minutos de ‘Invocação do Mal 3’ [EXCLUSIVO]

Lembrando que o longa chega aos cinemas nacionais em 03 de junho. 

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

Nos EUA, o longa estreia em 04 de junho nas telonas e na HBO Max.

Após a Universal Pictures “deixar” o Brasil, Warner começa a distribuir seus filmes

A Universal Pictures já começou a ter seus filmes distribuídos pela Warner Bros. no território nacional.

O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) havia aprovado no início do ano o pedido de “parceria” entre a Warner Bros. e a Universal Pictures para distribuição no Brasil.

O primeiro grande lançamento gerenciado pela Warner é ‘Bela Vingança‘ – que já está tendo sessões de pré-estreia nos cinemas do Brasil.

A operação consiste no licenciamento que permite que a Warner obtenha os direitos de exibição cinematográfica de filmes da Universal no Brasil.

Apesar das duas empresas simbolizarem juntas 22,2% na Participação de Mercado em renda de bilheteira, o próprio órgão enfatizou que a “parceria” não impacta as decisões relativas à produção e/ou aquisição de direitos sobre filmes de ambas as empresas e seus correspondentes lançamentos no mercado nacional.

Os próximos filmes da Universal que chegam ao Brasil pela Warner são ‘Anônimo‘, ‘Spirit – O indomável‘, ‘Os Croods 2 – Uma nova era‘ e ‘Velozes e Furiosos 9‘.

Programa de Ellen DeGeneres será encerrado em 2022

A apresentadora Ellen DeGeneres anunciou que ‘The Ellen DeGeneres Show‘, será encerrado em 2022 – em sua 19ª temporada.

“Quando você é uma pessoa criativa, precisa ser constantemente desafiada – e por melhor que este programa seja, e por mais divertido que seja, não é mais um desafio”, disse DeGeneres ao Hollywood Reporter.

DeGeneres  já considerava encerrar o talk show desde 2018.

“Embora todas as coisas boas devam chegar ao fim, você ainda tem esperança de que coisas realmente grandes nunca cheguem ao filme”, diz o presidente da WarnerTV, Mike Darnell.

Vale lembrar que o programa da apresentadora foi investigado pela Warner Media depois que o BuzzFeed publicou um artigo expondo comportamentos racistas nos bastidores.

O texto alega que funcionários do programa denunciaram os executivos da atração por promoverem piadas de mal gosto e tratamentos extremamente tóxicos por trás das câmeras.

O nome da apresentadora não foi mencionado diretamente, mas as denúncias sugerem que ela ‘finge que não vê ou não escuta’ os maus-tratos.

Além disso, os empregados que passaram a trabalhar em home office por conta da pandemia do Coronavírus tiveram seus salários reduzidos, mesmo cumprindo a carga horária habitual.

Para quem não conhece, o The Ellen DeGeneres é um talk-show diurno exibido há 17 anos, reunindo diversas entrevistas e curiosidades sobre as celebridades mais populares de Hollywood.

‘Grey’s Anatomy’: Sandra Oh explica porque não vai retornar para a série

Sandra Oh interpretou a Dra. Cristina Yang em ‘Grey’s Anatomy‘ entre 2005 e 2014, tornando-se uma das personagens mais queridas do público.

Agora que a 17ª temporada está chegando ao fim, alguns nomes que já passaram pelo elenco estão retornando para participações especiais.

No entanto, este não é o caso de Oh, que agora faz parte do elenco de ‘Killing Eve‘, aclamada série de espionagem da BBC America.

Apesar do apelo dos fãs pedindo seu retorno, a atriz revelou ao podcast Asian Enough, do LA Times, que decidiu “seguir em frente“.

Questionada se pelo menos considerou um retorno ao programa que alavancou sua carreira, Oh foi direta ao dizer:

“Não. Eu amo a série, quando me perguntam, eu não escondo meu amor pela produção. Mas, quando você passa tanto tempo dentro de uma bolha, você não consegue se desprender dela. Agora que saí, decidi seguir em frente.”

Ela continuou:

“Já faz quase sete anos que eu saí do elenco, para mim acabou. É isso. Sei que muitas pessoas ainda amam, e continua sendo um sucesso para elas, e eu aprecio isso, mas estou focada em outros planos. Então venha me acompanhar em ‘Killing Eve‘ e em outros projetos.”

A atriz também falou sobre a questão de representatividade asiática e disse que está muito mais engajada com a ideia, algo com o qual ela raramente recebia apoio enquanto gravava ‘Grey’s Anatomy’.

Embora Oh acreditasse que ‘Grey’s‘ era progressista para a época, ela reconheceu que os criadores nunca se interessaram em abordar questões raciais ao longo das 10 temporadas em que ela participou.

“Uma vez pensei em fazer uma piada chamando atenção para pessoas de cor que são marginalizadas, mas me disseram que não era o momento certo para isso, em outro ano, me disseram a mesma coisa… Então eu percebi que nunca seria o momento certo.”

Por fim, ela aceitou comentar como acha que a Dra. Yang estaria nos atuais eventos da série.

“Cristina, como eu imagino todos os profissionais de saúde, estaria lutando na linha de frente tentando resolver os problemas causados pela pandemia de COVID-19. Esta pandemia desmascarou como as classes ricas são privilegiadas em questões de vida ou morte. Acredito que Cristina provavelmente estaria atacando os problemas sistemáticos dia após dia.”

Infelizmente, para os fãs, essa é uma ideia que jamais será vista enquanto Oh permanecer irredutível em seu posicionamento.

Lembrando que a ABC renovou oficialmente a atração para a 18ª temporada.

“Os escritores, diretores, elenco e equipes de ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Station 19’ trabalharam muito para dar vida a essas séries na temporada passada,” declarou a showrunner Krista Vernoff. “Manter-nos seguros nos bastidores enquanto homenageamos os heróis da linha de frente e os primeiros respondentes tem sido um desafio e um privilégio. Fiquei realmente impressionada – especialmente por nossas equipes incansáveis ​​– quando eles reinventaram a forma como fazemos TV. Obrigado à ABC pelo apoio e extraordinária parceria nesta temporada sem precedentes. Somos muito gratos pela oportunidade de contar mais histórias.”

Vale lembrar que Jesse Williams, intérprete do Jackson Avery, também deixará o elenco no final da 17ª temporada.

Seu último episódio como membro da equipe médica será exibido em 20 de maio.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

Margot Robbie está insistindo para Warner liberar relacionamento lésbico entre Harley Quinn e Hera Venenosa

Desde que começou a interpretar a Harley Quinn no DCEU, Margot Robbie vem fazendo cada vez mais sucesso entre os fãs de quadrinhos.

E parece que a estrela está aproveitando sua influência para dar algumas sugestões aos executivos da Warner Bros.

No entanto, alguns deles já estão irritados com seus pedidos.

Isso porque Robbie está insistindo para que o estúdio traga a Hera Venenosa para as telonas na intenção de mostrar o relacionamento lésbico entre as duas personagens.

A informação foi revelada pela própria atriz durante uma entrevista para o Den of Geek, quando ela brincou, dizendo:

“Se você lê os quadrinhos, sabe que a Hera e a Harley têm um relacionamento muito íntimo. Eu falo sobre isso com eles [os executivos] o tempo todo. É serio, eles já devem estar cansados de ouvir, mas eu fico repetindo: ‘Hera Venenosa, Hera Venenosa. Qual é, temos fazer isso’.”

O romance entre as vilãs não é uma novidade, já que foi abordado diversas vezes no material original, incluindo na mais recente animação da Harley, atualmente exibida pela HBO Max.

Por conta disso, Robbie está ansiosa para ver essa relação nos filmes.

“Estou muito ansiosa para ver o relacionamento entre a Harley e a Hera Venenosa no cinema. Seria tão divertido. Então vou continuar importunando eles. Não se preocupe com isso”, finalizou ela.

Para quem não sabe, as personagens se encontraram pela primeira vez no ano de 1993 em ‘Batman: A Série Animada‘, em um episódio intitulado ‘Harley & Ivy‘.

Nos quadrinhos, a relação amorosa da dupla foi explorada na saga ‘Batman: Harley & Ivy‘, criada por Ty Templeton e Paul Dini entre 2007 e 2011.

No ano passado, Cathy Yan, diretora de ‘Aves de Rapina‘, já havia dito ao The Wrap que estava interessada em explorar esse relacionamento numa possível sequência.

“Eu adoraria trazer a Hera Venenosa para o cinema e iria investir num relacionamento entre ela e Harley Quinn, porque seria completamente desafiador e chocante ver duas personagens fortes tomando a frente de uma nova franquia”, disse a cineasta.

Questionada se ainda tem esperança de realizar a sequência, Cathy pareceu confiante.

“Eu não sei, mas acho que as pessoas não estão prontas para se despedirem da Harley Quinn. Também acho que Margot [Robbie] ainda tem muito fôlego para interpretá-la por mais alguns anos, então… Quem sabe. Eu espero que possamos fazer isso.”

Enquanto isso, vale lembrar que o próxima aparição da Harley Quinn será em ‘O Esquadrão Suicida’.

O longa dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) chega aos cinemas nacionais em 05 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

Assista ao trailer:

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘Liga da Justiça 2’: “A Warner tem sido agressivamente anti-Snyder”, revela Zack Snyder

Desde o lançamento de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, parece que o diretor percebeu que a Warner Bros. não quis divulgar seu lançamento. A falta de marketing levou até a rumores de que o estúdio tentou sabotar seu sucesso.

Mas, ultimamente, Snyder parece ter lavado as mãos sobre os executivos incrivelmente disfuncionais e incompetentes e pode falar livremente agora que está forjando uma nova carreira com a Netflix.

Em uma entrevista com Jake’s Takes, o diretor foi questionado sobre uma sequência da ‘Liga da Justiça’ e disse que a Warner Bros. não quer por perto do DCEU.

“A Warner Bros. tem sido agressivamente anti-Snyder, para que você saiba. O que posso dizer? Claramente, eles não estão interessados ​​na minha opinião. Mas eu também diria que eles certamente não estavam interessados ​​em – eu teria dito originalmente – em minha opinião sobre a Liga da Justiça. Eles certamente já tomaram as decisões sobre isso.” 

O sucesso do Snyder Cut continua reverberando ao redor do mundo e a campanha em prol da restauração do SnyderVerse (#RestoreTheSnyderVerse) segue conquistando muitos adeptos.

E, por hora, a petição criada no site Change.org já ultrapassou a marca de 26 mil assinaturas. Com o objetivo de alcançar 35 mil apoiadores, a campanha tenta chamar a atenção da Warner Bros. para o futuro da ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, salientando que a franquia ainda possui grandes possibilidades de desenvolvimento.

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Quem Vai Ficar com Mário?’: Homem tenta contar para o pai que é Gay no trailer da comédia

A comédia ‘Quem Vai Ficar com Mário?‘ ganhou seu divertido trailer oficial.

Assista:

Mário Brüderlich, um rapaz de 30 anos resolve finalmente visitar sua família e contar para seu pai, um gaúcho de família tradicional, que é escritor de teatro e que mora junto com seu namorado, Fernando. Mas, uma surpresa adia os planos de Mário, que se envolve com Ana, a coach que seu irmão Vicente contratou para ajudar a modernizar a cervejaria da família.

O elenco conta com nomes de peso como Daniel Rocha (‘Império’), Letícia Lima (‘Porta dos Fundos’), Felipe Abib (‘Faroeste Caboclo’), Nany People (‘O Sétimo Guardião’), José Victor Castiel, Rômulo Arantes Neto, Elisa Pinheiro e Marcos Breda.

Com direção de Hsu Chien (‘Ninguém Entra, Ninguém Sai’), esta divertida comédia estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 27 de maio de 2021.

Crítica em Vídeo | Oxigênio – Netflix lança suspense SUFOCANTE e DESESPERADOR

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO do suspense de ficção científica ‘Oxigênio‘ (Oxygen), que chega ao catálogo da Netflix amanhã, dia 12 de maio.

Estrelado por Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios‘), o filme é uma montanha-russa desesperadora contra o tempo que vai te deixar sufocado.

Assista a crítica:

Crítica Netflix | Oxigênio – Suspense é TENSO e prende o fôlego até os últimos minutos

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Alexandre Aja (‘Predadores Assassinos‘), conquistou 100% de aprovação dos críticos, baseado em nove reviews, até o momento.

 

Assista ao trailer:

Escrito por  Christie LeBlanc, o filme também conta com Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul‘) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror‘) estrelam a produção.

‘The Protégé’: Michael Keaton e Samuel L. Jackson no trailer do thriller de espionagem

Maggie Q. está em busca de vingança no novo thriller de espionagem, ‘The Protégé‘. E a produção, que também é estrelada por Samuel L. Jackson e por Michael Keaton, ganhou o seu primeiro e intenso trailer oficial.

Assista:

Na trama, resgatada quando criança pelo lendário assassino Moody (Samuel L. Jackson) e treinada nos negócios da família, Anna (Maggie Q) é a assassina de aluguel mais habilidosa do mundo. Mas quando Moody – o homem que era como um pai para ela e lhe ensinou tudo o que ela precisa saber sobre confiança e sobrevivência – é brutalmente morto, Anna jura vingança. Quando ela se envolve com um assassino enigmático (Michael Keaton), cuja atração por ela vai muito além de gato e rato, seu confronto se torna mortal e as pontas soltas de uma vida inteira matando irão se enrolar ainda mais.

The Protégé‘ é dirigido por Martin Campbell, mesmo diretor do famigerado ‘Lanterna Verde’. Richard Wenk assina o roteiro.

O longa estreia nos Estados Unidos em 20 de agosto. Ainda não há data de lançamento para o Brasil.