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Nova temporada de ‘Conversando com um Serial Killer’ focará no canibal Jeffrey Dahmer

A Netflix anunciou que a 3ª temporada da série documental ‘Conversando com um Serial Killer‘ focará no infame Jeffrey Dahmer.

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 7 de outubro.

Confira a sinopse completa:

“Quando a polícia de Milwaukee entrou no apartamento do Jeffrey Dahmer em julho de 1991, eles descobriram o museu pessoal e bizarro de um serial killer: um congelador cheio de cabeças, crânios, ossos e outros restos humanos em vários estágios de decomposição e exibição. Dahmer rapidamente confessou 16 assassinatos em Wisconsin nos quatro anos anteriores, além de um assassinato em Ohio, em 1978, com atos inimagináveis de necrofilia e canibalismo.”

“A descoberta chocou a nação e deixou a comunidade local perplexa, que ficou indignada por um assassino tão depravado ter sido autorizado a operar dentro de sua cidade por tanto tempo.”

“Como Dahmer, que havia sido condenado por abuso sexual de um menor em 1988, evitou suspeitas e a polícia enquanto assombrava o cenário gay de Milwaukee atrás de vítimas – muitas delas sendo não caucasianas?”

A série vai exibir “entrevistas inéditas entre Dahmer e sua equipe de defesa, se aprofundando em sua degenerada psique, enquanto responde questões sobre a culpabilidade da polícia através de uma visão moderna”.

Vale lembrar que as temporadas anteriores de ‘Conversando com um Serial Killer‘, focadas em Ted Bundy e John Wayne Gacy, estão disponíveis na Netflix.

Muita AÇÃO e pancadaria no trailer completo da 3ª temporada de ‘Warrior’; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série de ação ‘Warrior‘.

No novo ciclo, após os conflitos raciais que assolaram Chinatown, Mai Ling (Dianne Doan) usará suas conexões com o governo para consolidar o seu poder, enquanto Ah Sahm (Andrew Koji) e Hop Wei devem encontrar novas maneiras de sobreviver.

Confira o trailer:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de junho.

Produzida por Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 6’), a série de artes marciais é inspirada em uma obra não finalizada do falecido astro Bruce Lee.

A trama acompanha um jovem artista marcial que chega na San Francisco pós-Guerra Civil procurando trabalho e acaba se envolvendo em guerras urbanas mais violentas do que as que existiam no seu país natal, a China.

O elenco conta com Olivia Cheng, Jason Tobin, Kieran Bew, Dean Jagger, Tom Weston-Jones, Hoon Lee, Perry Yung, Langley Kirkwood, Miranda Raison, Chen Tang, Chelsea Muirhead, Mark Dacascos e Joe Taslim.

‘Indiana Jones 5’ dá PREJUÍZO de mais de US$ 130 milhões para a Disney

De acordo com a Forbes, a sequência ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ deu um prejuízo milionário de mais de US$ 130 milhões para a Disney.

A produção contou com um orçamento gigantesco de US$ 387.2 milhões. O site ainda afirma que US$ 79 milhões foram usados durante a pós-produção, o que ajudou a inflacionar ainda mais o custo da produção.

Entre outros problemas de produção, a tecnologia necessária para rejuvenescer o ator Harrison Ford foi apontada como particularmente cara.

Após o longa fracassar nas bilheterias – arrecadando apenas US$ 383.9 milhões mundialmente –, e considerando que o estúdio tipicamente só fica com apenas 50% do montante, o site calculou uma perda abismal de US$ 134.2 milhões.

O valor representa um dos maiores prejuízos de 2023.

Vale lembrar que o longa já está disponível no catálogo do Disney+.

 

‘Moana 2’ já arrecadou quase US$ 800 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Moana 2‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa ultrapassou a bilheteria total de ‘Duna: Parte 2‘ (US$714.4M), conquistando o TOP 4 das maiores arrecadações do ano.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 359 milhões – superando arrecadação total do primeiro filme no país (US$248.7M). No mercado internacional, também foram US$ 431.1 milhões.

Ao total, a produção soma US$ 790.1 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o primeiro filme encerrou sua passagem pelos cinemas globais com US$ 643.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a França (US$40.7M), Reino Unido (US$33.4M), Alemanha (US$24.6M), México (US$23.4M) e Brasil (US$21M).

Atualmente, a Disney detém duas posições no TOP 3 das maiores animações de 2024. Somando ‘Moana 2‘ e ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B), o estúdio já ultrapassou a marca de US$ 2.4 bilhões em arrecadação.

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

Diretor de ‘O Mal que nos Habita’ pode comandar sequência de ‘Alien: Romulus’

De acordo com o World of Reel, Demián Rugna pode dirigir a aguardada sequência de ‘Alien: Romulus‘.

O site afirma que, durante o painel na convenção HorrorBound Weekend, o diretor Fede Álvarez, ao lado de seu corroteirista Rodo Sayagues, mencionou diversas vezes o nome de Rugna, indicando que ele é um dos principais candidatos para assumir o comando do próximo capítulo da franquia.

Conhecido entre os fãs do gênero, Rugna dirigiu um dos filmes de terror mais aclamados e perturbadores dos últimos anos: ‘O Mal que nos Habita‘, que conquistou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Anteriormente, Alvarez (‘A Morte do Demônio’) explicou por que não retornará como diretor da nova sequência: Acho que nunca tive a intenção de dirigir [‘Alien: Romulus 2’]. Quando terminamos nosso trabalho no primeiro filme, nós sempre soubemos que este seria um daqueles casos em que você chega, dirige e vai embora. [James] Cameron, [David] Fischer… todos esses diretores que eu amo dirigiram apenas um [filme da franquia]. Obviamente, Ridley Scott criou este universo, então ele tem o direito de comandar vários filmes.”

Ele completa, “Nós queríamos apenas roteirizar [a sequência]. Nós amamos os personagens que criamos, então queríamos nos certificar de que ninguém os mataria no início do próximo filme. Eles mataram Hicks e Newt desta forma, mas não iríamos deixar isso acontecer. Nós escrevemos a sequência e mantemos aqueles personagens vivos, e agora outra pessoa pode dirigir esta história.”

Sucesso nos cinemas, ‘Alien: Romulus‘ arrecadou mais de US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais, além de alcançar 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

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‘Her Private Hell’: Novo cartaz sangrento celebra a ALTA classificação etária do longa; Confira!

O suspense ‘Her Private Hell‘, estrelado por Sophie Thatcher (‘Acompanhante Perfeita’), ganhou um novo cartaz sangrento.

A arte, que traz o ator Charles Melton (‘TRETA’) completamente ensanguentado, celebra a alta classificação etária (R) que o longa recebeu nos EUA. O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e forte, conteúdo sexual e linguagem”.

Confira:

Na trama…

“Em uma metrópole futurista, onde atrizes se reúnem em um hotel luxuoso para filmar um longa-metragem no estilo de ‘Barberella’, um assassino cruel conhecido como Homem de Couro está à solta pela cidade, ceifando a vida de mulheres.”

O longa chegará aos cinemas norte-americanos no dia 24 de julho.

O elenco ainda contará com Charles Melton (‘TRETA’), Kristine Froseth (‘Os Bucaneiros’),  Havana Rose Liu (‘Sem Saída’), Dougray Scott (‘Missão: Impossível 2’), Diego Calva (‘Babilônia’), Aoi Yamada (‘Perfect Days’), Shioli Kutsuna (‘Deadpool & Wolverine’) e Hidetoshi Nishijima (‘Shin Ultraman’).

O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por obras estilizadas e provocativas como ‘Drive‘ e ‘Bronson‘, é responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Esti Giordani.

Filme solo do Flash se chamará ‘Flash Point’ e deve se passar em realidade alternativa com novo Batman

O filme solo do personagem Flash já ganhou um nome, que foi divulgado pela Warner/DC durante o seu painel na Comic-Con. A produção se chamará ‘Flash Point’, fazendo uma clara alusão aos quadrinhos ‘Flashpoint’.

Caso a produção siga a premissa original dos quadrinhos homônimos, é bem provável que tenhamos um novo Batman. Para os que desconhecem, a HQ, ela traz Barry Allen fazendo uma viagem no tempo, a fim de reverter a morte de sua mãe.

No entanto, essa alteração acaba modificando a linha temporal, causando uma espécie de “Efeito Borboleta”, alterando fatos cruciais da narrativa que até então estava em curso. Uma das mudanças é a morte de Thomas e Martha Wayne. Desta vez, quem acaba morrendo é Bruce e não os seus pais. O resumo da ópera acaba trazendo Thomas como aquele que vestirá o manto de Batman, para proteger Gotham City.

Caso essa seja a abordagem adotada pela Warner e pela DC Comics, isso significa que Jeffrey Dean Morgan poderia interpretar o próprio Batman. Para os que não se recordam, em ‘Batman V. Superman’ é ele quem faz o papel de Thomas Wayne na produção.

Kevin Smith quer que diretor de ‘Deadpool’ assuma o filme do ‘The Flash’

Ezra Miller será Barry Allen, o protagonista.  Billy Crudup, o Doutor Manhattan de ‘Watchmen‘, viverá Henry Allen.

O próximo filme da DC Comics a estrear no cinema é ‘‘Liga da Justiça‘ (Justice League Part One) que estreia em 17 de Novembro de 2017.

CANCELADO? ‘Transformers 6’ é retirado do calendário de estreias da Paramount

A sequência ‘Transformers 6‘ parece ter dado indícios de cancelamento com a mais nova revelação.

Segundo o portal de The Wrap, a Paramount Pictures retirou a produção de seu calendário de estreias para 2019.

Com sua data de estreia inicialmente agendada para 28 de junho, a vaga acabou ficando com a comédia da atriz  Tiffany Hadish, intitulada ‘Limited Partners‘.

Nenhuma informação a respeito de um futuro lançamento foi anunciada pelo estúdio.

Transformers – O Último Cavaleiro‘ arrecadou apenas US$ 605 milhões mundialmente – contra US$ 1.1 bilhão do quarto filme da franquia.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator Mark Wahlberg afirmou que retorna COM UMA CONDIÇÃO:

Shia LaBeouf é preso e xinga policial de “v*adia” 40 vezes 

‘Shazam!’ conquista selo de qualidade do Rotten Tomatoes

Shazam!’ ainda não estreou nos cinemas, mas a crítica especializada já conferiu a produção. E conquistando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme solo do herói cativou a imprensa e acaba de faturar o selo de certificação de qualidade, oferecido pelo agregador de avaliações.

O selo é entregue para produções que conseguiram atingir uma porcentagem alta de avaliações. E ao receber a marca de “fresh” no RT, o novo filme da DC se consagra como um sucesso de crítica, o que pode – diretamente – impactar também no alcance do longa nos cinemas.

Crítica | Shazam! – A DC volta a sorrir com filme que é diversão pura

Nas críticas, o consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Assista ao trailer:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: A missão final vai começar no teaser da última temporada; Assista!

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ está chegando ao seu fim e a última temporada ganhou um novo e intenso teaser, que anuncia o início da última missão do grupo de agentes.

Assista:

O último ano da série irá estrear no dia 27 de maio.

O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.

“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘Brooklyn Nine-Nine’: Elenco se diverte em nova imagem dos bastidores da última temporada

As filmagens da 8ª e última temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ já estão a todo vapor e o astro Joe Lo Truglio compartilhou uma nova imagem dos bastidores, em que ele e a triz Melissa Fumero se divertem entre uma gravação e outra.

Confira:

O ciclo final terá apenas 10 episódios, sendo o mais curto de toda a produção.

“Sou muito grato pela NBC e a Universal Television por nos permitirem dar o final que os espectadores e esses personagens merecem,” afirmou o produtor executivo Dan Goor. “Eu me sinto muito grato por ter tido a oportunidade de trabalhar com esse elenco e equipe incríveis por oito temporadas. Eles não apenas são as pessoas mais talentosas na indústria, como também são ótimas pessoas que se tornaram uma família.”

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

Crítica | Freaky Tales: Pedro Pascal, nazistas e poderes sobrenaturais se misturam em sangrenta comédia indie

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Oakland, meados dos anos 80. A cena punk local vive seu pequeno e tempestuoso universo. Riffs crus de guitarra ecoam por um abafado cubículo, onde a jovem geração X se aperta e se esmaga ao estridente som de uma banda independente com ares de The Clash. Em um outro espectro, ainda desconhecido da nossa atenção, duas jovens negras tentam emergir na cena hip hop, que também divide seu espaço na mesma cidade. Com moletons coloridos, que rapidamente nos remetem à nostalgia da década em questão, elas são o rosto de um diferente viés cultural. Apresentadas como dois pequenos contos distintos entre si, ambas as vertentes fazem parte da mesma história e estão vinculadas por duas forças absolutamente misteriosas: nazistas e um curioso feixe de luz verde capaz de transformar a mente humana em uma máquina de aniquilação.

Freaky Tales é um sonho louco daqueles que vez outra todos tempos e mal conseguimos explicar publicamente. Repleto de figuras peculiares tão díspares entre si, ele parece ser feito de recortes, de hiatos no tempo desconexos e aleatórios. Mas o que o roteiro da talentosa dupla criativa Ryan Fleck e Anna Boden (Capitã Marvel) não nos entrega logo de cara é a inusitada ligação que todos os seus extremos possuem. A cada novo e tão inesperado capítulo, uma fenda no espaço-tempo se abre, unindo elos, pessoas e subtramas de maneira harmônica e sincrônica. E como o próprio título do longa diz, esses são contos bizarros. Contos onde a xenofobia e o racismo se transformam em um único organismo e o inimaginável ganha vida diante dos nossos olhos. Humor, drama, ação e suspense também se entrelaçam, formando uma experiência cinematográfica do tipo que só se assiste em Sundance.

E Fleck e Boden acertam cirurgicamente com Freaky Tales. Abrindo caminho para a criatividade em seu ápice mais peculiar, eles se permitem brincar em tela com seus protagonistas, flertam com subgêneros, transformam o breve narrador em um interlocutor intimista e trazem referências do cinema oitentista validado até mesmo por Tom Hanks – ícone juvenil da época. E como quem se sente confortável o bastante para abordar assuntos desconfortáveis demais para uma comédia indie, a dupla criativa adentra em questões sociais pronta para satirizá-las com respeito, nos levando em uma espécie de jornada do herói catártica e pitoresca.

Nesse emaranhado onde moda, música e identidade se trombam a cada esquina, Pedro Pascal vive um protagonista coadjuvante, assim como Jay Ellis, Normani, Dominique Thorne, Ji-young Yoo e Jack Champion. Aqui, a titularidade em tela é apenas uma questão relativa e todos os elementos narrativos cooperam para o bem dessa misteriosa luz verde que pouco entendemos, mas que sabemos ser infalível em tela. E em uma dinâmica não linear que não segue a ordem cronológica dos fatos na maior parte do tempo, a comédia de ficção científica se desabrocha diante de nós de maneira visceral, aflorando na audiência os instintos mais bárbaros. Nos levando consigo nessa espiral, Freaky Tales cresce em seu clímax de maneira colossal, subverte seu próprio humor e se entrega a uma metamorfose violenta onde a comédia sai de cena, para que a sanguinolência possa entrar.

E sem medo de serem incompreendidos, Pascal e o restante do elenco se entregam a essa aventura onde boa música, astros do basquete e gangue de nazistas acabam cruzando seus caminhos. Se divertindo em tela, na certeza de que testemunham mais uma boa e original história inundar os ouvidos e as mentes dos fãs do cinema independente, eles não se levam tão a sério, mas desfrutam da oportunidade única de sair de suas zonas de conforto. E nisso, ainda somos apresentados ao talento da cantora Normani na atuação. À vontade em seu papel, ela acrescenta um toque de musicalidade à sua performance e ingressa na indústria cinematográfica com leveza e segurança.

Marcando também a despedida de Angus Cloud (Euphoria), a comédia sci-fi indie é ousada e vibrante, ainda que seu subtexto não se aprofunde genuinamente nas questões sociais que se propõe a abordar. Divertida o bastante para proporcionar aquele tipo de entretenimento que nada exige da audiência, o filme ainda carrega em si aquele vigor de autenticidade que pouco se vê no cinema contemporâneo e faz do indie o alicerce ideal para criar sua tempestade perfeita em tela. Cômico, sangrento e intenso a todo momento, a comédia sci-fi não te deixa descansar, mantém seu ritmo elevado e se encerra com uma fita dourada, celebrando o hip hop oitentista com uma trilha sonora original contagiante. Por fim, Freaky Tales é o que acontece quando o independente e o pipoca se unem em prol de uma excelente experiência cinematográfica.

Crítica | Tipos De Gentileza – Yorgos Lanthimos DOMINA 3 histórias de ESTRANHEZA e SUBMISSÃO

Em competição no Festival de Cannes 2024, Yorgos Lanthimos mostra mais uma vez o seu domínio pela mise en scène de choque e provocação sem nunca ultrapassar o limite do palpável em Tipos De Gentileza. É exatamente por este elemento que a estranheza das narrativas propostas pelo cineasta grego nos fascina, ela é fora do nosso cotidiano, mas assustadoramente próxima da nossa subjetividade. 

Mais uma vez ele se reúne com a sua musa de A Favorita (2018) e Pobres Criaturas (2023), Emma Stone, além da repetição do elenco do seu último trabalho Willem Dafoe e Margaret Qualley. Kinds of Kindness, no entanto, não apresenta a opulência visual dos seus dois últimos títulos supracitados e nomeados ao Oscar.

Pelo contrário, o seu lado fantasioso sai do encantamento visual e torna-se completamente algo a ser acompanhado com afinco pelo roteiro extremamente bem trabalhado. Assim como, em seus primeiros filme Dente Canino (2009), O Lagosta (2015) e O Sacrifício de Cervo Sagrado (2017), nos quais as premissas são descoladas da nossa realidade, mas tão próxima a ponto de nos causar um pequeno pavor e um grande mal estar, ele mistura um certo senso de desconforto ao alertar de um perigo à espreita em todas as três narrativas.

O ponto negativo de ser três enredos é a comparação inevitável entre eles. Temos três obras em sequência unidas por uma linha tênue, um personagem e os títulos de cada um deles: A morte de R.M.F.; R.M.F. está voando; e R.M.F. come um sanduíche. Logo, é provável que elegeremos um preferido, mas todos os contos são igualmente instigantes. O primeiro nos transporta a uma zona cinza entre submissão e poder, articulado de modo dramático e intenso por Jesse Plemons, como sempre, competente e assustador. 

Como seria viver tento as tarefas dos seu dia completamente controladas, desde a hora de acordar até os dias que você fará sexo e o que vai comer. Parece assustador, não? Para Robert (Jesse Plemons) pode ser o único sentido à sua existência. Em todos os três episódios, há separação de cores, do colorido saturado —  já uma marca do direto — para o preto e branco dos momentos oníricos. 

Estes instantes são os mais inspiradores sob a perspectiva de dar vida aos pensamentos mais furtivos da nossa imaginação. A segunda proposta é sobre a insólita sensação de desconfiança e nos deixarmos comandar, agora não por outra pessoa e a carência de ser amado, mas pela esquizofrenia do nosso consciente. O sonho de Liz (Emma Stone) sobre uma realidade alternativa, na qual os cachorros comandam os humanos é o ponto chave da mecânica desse longa tripartite e, cada vez mais, aumenta o nosso espanto e catarse. 

Com o título mais peculiar — comer um sanduíche —, o terceiro ato é uma submissão em comunidade, no qual a personagem Emily (Emma Stone) vive no limiar entre renunciar uma vida comezinha —  de casamento e filhos —  para uma busca maior. Esta parte é respaldada no tom cômico de uma seita de amor livre entre si e afastada dos outros, quase uma paródia illuminati. Nessa parte, também é introduzida a participação de Hunter Schafer (da série Euphoria), pequena mas eficiente ao ritmo da produção

Embora Tipos De Gentileza nos provoque a sentir emoções desagradáveis, ele não é uma obra tão memorável quanto os últimos trabalhos de Lanthimos, exatamente pela percepção de ser picotado. Sempre queremos acompanhar uma personagem em sua jornada mais profunda, porém, nesta compilação em três personagens distintos, temos a impressão de abandoná-los antes do tempo de termos um relacionamento satisfatório com eles. 

Apesar de Relatos Selvagens (2014), de Damián Szifron, fazer este tipo de pequenas narrativas temáticas e dar certo, a obra de Yorgos Lanthimos é provocativa, mas não tão incisiva quanto em Pobres Criatura ou Szifron. Portanto, apesar do gostinho bom na ponta da língua, Tipos De Gentileza não é o bolo inteiro e nos sentimos usurpados de mais criaturas perturbadoras.

Josh Brolin confirma que ‘Deadpool 2’ passará por refilmagens

O ator e vilão do filme, Josh Brolin, confirmou que ‘Deadpool 2 está passando por refilmagens. Em entrevista ao EW, ele mencionou que está em Vancouver, no Canadá, para participar das gravações das novas cenas, que estão sendo realizadas apenas a dois meses da estreia do longa.

Além disso, também confirmou que o filme contará com muitas referências à Thanos, papel que também interpreta em Vingadores: Guerra Infinita’.

Enquanto isso, conheça a história do vilão Cable (Josh Brolin) com o novo trailer do filme:

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.

Assista aos teaser trailers:

‘Nasce Uma Estrela’: Bradley Cooper e Lady Gaga juntos em capa de revista

O remake de Nasce Uma Estrela, protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper, será destaque da próxima edição da revista Entertainment Weekly, e a capa já foi divulgada. Confira:

Confira os cartazes nacionais, junto com o trailer:

Após ser adiado três vezes, o remake do clássico musicalNasce Uma Estrela’ ganhou data de estreia no Brasil.

A Warner Bros. lança o filme por aqui dia 11 de Outubro, uma semana após a estreia norte-americana.

Confira a sinopse:

Nasce uma Estrela‘ é estrelado pelo ator quatro vezes indicado ao Oscar Bradley Cooper (“Sniper Americano”, “Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”) e a premiada estrela da música indicada ao Oscar Lady Gaga, em seu primeiro papel como protagonista em um longa-metragem. O filme marca a estreia de Cooper na cadeira de diretor. Nesta releitura da trágica história de amor, ele interpreta o experiente músico Jackson Maine, que descobre a artista desconhecida Ally (Gaga), por quem se apaixona. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso… até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios.

Beyoncé Knowles chegou a ser cotada para estrelar o remake, mas as negociações não avançaram.

Esta será a terceira versão para o cinema do musical de 1937, que foi refeito em 1954 e depois em 1976.

Relembre ‘Quem é Brad’, segundo episódio da 2ª temporada de ‘Loki’

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o segundo episódio da segunda temporada de Loki, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

 

 

 

 

 

 

 

O segundo episódio começa com Loki e Mobius voltando para a Londres dos anos 70 na Linha do Tempo Sagrada. Eles vão na pré-estreia de Zaniac!, um filme de terror estrelado pelo ator Brad Wolfe. O ator é, na verdade, o agente X-5, que desertou para viver sua vida fora da AVT como um astro do cinema. Ele tenta escapar usando aparelhos modificados da AVT, mas Loki usa seus poderes para capturá-lo e levá-lo para interrogatório na agência.

Loki e Mobius levam o Temp Pad modificado de X-5 para ser analisado por Ouroboros, mas o rapaz diz que está criando uma máquina para lidar com as novas ramificações no Tear Temporal e dá um manual de instruções da AVT para que a dupla faça sua própria análise do aparelho. Porém, eles são interrompidos pela caçadora B-15 e pelo Casey. O rapaz diz que a Senhorita Minutos está ajudando a Juíza Ravonna Renslayer e se oferece para ver as modificações feitas no Temp Pad, e diz que a informação dada por X-5, de que a máquina bloqueava o rastreamento do usuário, era mentira.

Loki, Mobius e B-15 começam o interrogatório do X-5, que zomba das ações de Loki, o chamando de vilão, dizendo que ele esta obcecado pela Sylvie. Ele também faz Mobius perder o controle ao questioná-lo sobre quem ele poderia ter sido antes da AVT. O simpático agente perde a compostura, dá um tapa na cara do desertor e sai da sala.

Loki leva o amigo para comer uma fatia de torta e eles conversam sobre o que aconteceu na sala. Mobius admite ter perdido o controle e Loki tenta ser compreensivo. Ele também diz que toda a Batalha de Nova York, vista em Os Vingadores, não passou de um grande descontrole de sua parte. Mobius desabafa, diz que gosta da vida que leva na AVT e que não quer pensar em sua vida antes do sequestro porque teme que sua vida fosse muito boa. Assim, ele não saberia como lidar com sua atual realidade.

Eles debatem como extrair informações do X-5 e Mobius diz que Loki é o Deus da Trapaça e deve saber uma forma de conseguir tapear o desertor. A dupla leva uma máquina de tortura para a sala e Loki engana Mobius para trancá-lo do lado de fora da sala. Sozinho com X-5, Loki começa a usar a máquina no interrogado, prendendo ele numa caixa de energia que vai encolhendo aos poucos. X-5 diz que encontrou a Sylvie, que ela tem uma nova vida em uma ramificação. Ele combina de levá-los até lá se eles o soltarem para voltar a sua vida de ator.

 

 

 

 

 

 

Enquanto isso, OB vai ao Tear com sua máquina, mas descobre que precisa do rosto do criador da AVT, Aquele Que Permanece, para ter acesso ao maquinário e evitar o colapso das ramificações. O problema é que ele foi morto pela Sylvie. Então, eles precisarão convencer a Senhorita Minutos a ajudá-los ou haverá o colapso.

X-5 leva Mobius e Loki para a Oklahoma dos anos 80 e tenta ao máximo ir embora de lá. Loki entra no McDonald’s e chama Sylvie para conversar do lado de fora. Loki conta que viu a Sylvie no futuro da AVT e tenta chamá-la para trabalhar com ele. Só que ela não quer envolvimento nessa vida novamente, ela só quer viver sua nova vida.

Loki diz que o futuro de todas as linhas do tempo, incluindo a que eles estão, dependem de resolver esse caso. Do lado de dentro do McDonald’s, Mobius percebe que X-5 está muito tenso de estar ali esse tempo inteiro. Ele estranha e percebe que caíram em uma armadilha. Mobius faz o desertor confessar. Sylvie o enfeitiça e eles descobrem que a general Dox planejou uma explosão generalizada das ramificações, incluindo a que Sylvie escolheu para viver. O grupo vai até o armazém das bombas e começa a lutar com os Caçadores da Dox, que manda o batalhão bombardear o máximo de ramificações possíveis.

Eles detém a Dox, mas não antes de várias ramificações serem pulverizadas, causando um genocídio Multiversal. Enquanto isso, Casey e OB captam um sinal do Temp Pad de Ravonna Renslayer.

 

 

 

 

 

 

Devastada, Sylvie culpa a AVT e volta para sua ramificação, torcendo para que ela ainda exista. De volta aos anos 80, a Deusa da Trapaça deita em sua caminhonete e reflete sobre ajudar na missão de Loki.

 

Os novos episódios de Loki estreiam toda quinta no Disney+.

Crítica | ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’ tem terceiro ato ASSUSTADOR que faz valer o ingresso

Uma das características com as quais os fãs de filme de terror podem se acostumar é que boa parte dos sucessos acabam se tornando franquias. Isso acontecia nos anos 1980, considerados a era de ouro dos filmes de terror, nos anos 1990, com as novas produções centradas em núcleos jovens como ‘Pânico’ e ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, e também acontece agora, com a hoje já consolidada franquia ‘Sobrenatural’. Encabeçada pela BlumHouse, chega hoje ao circuito nacional o mais novo capítulo dessa história, ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’.

Depois dos episódios traumáticos dos dois primeiros filmes Dalton (Ty Simpkins) e Josh (Patrick Wilson) decidem seguir adiante para viver como uma família feliz. Para tal, optam por um tratamento de hipnose capaz de fazê-los esquecer completamente os traumas que vivenciaram. Dez anos se passaram, mas, em vez de serem uma família feliz, a coisa toda meio que desandou: Josh se separou da esposa Renai (Rose Byrne) e seus filhos Dalton e Foster (Andrew Astor) mal falam com ele. Uma vez que Dalton está se mudando para a universidade na semana seguinte, Josh se oferece para leva-lo, numa tentativa de reatar os laços com o filho. Porém, o contato com a técnica inovadora de uma professora de artes irá desbloquear uma porta do subconsciente de Dalton, e muitos monstros acabarão ganhando a liberdade…

A franquia ‘Sobrenatural’ fez muito sucesso de público especialmente porque a história era a centrada no personagem de Josh, interpretado pelo ator Patrick Wilson, que também fazia parte de outra franquia de terror de sucesso, ‘Invocação do Mal’. Isso ajudou a criar um vínculo com o espectador, favorecendo os filmes, que entregavam boas histórias. Em ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’, o centro do enredo se desloca para o filho mais velho do casal, hoje um jovem rapaz. Até aí, tudo bem, afinal, o último filme da franquia também não foi protagonizado pelo seu próprio protagonista. A questão é que a escolha de Ty Simpkins para o papel principal acabou conferindo ao seu principal personagem um ar bem blasé. As cenas de Dalton pintando são tão caricatas quanto as lágrimas que escorrem no seu rosto em determinada cena de impacto dramático. O problema é que mais da metade do filme é carregado por esse núcleo, do qual se salva apenas Chris (Sinclair Daniel), a nova e carismática amiga do rapaz.

Se por um lado 2/3 do filme é um embromation sem fim no drama particular de Dalton, ao menos na última parte a produção de James Wan finalmente agrada, numa sequência imersiva no sobrenatural e no inconsciente, mostrando que os nossos piores monstros são aqueles que os psicólogos gostam de tratar. Com interessantes jump scares pontuais em seu desenvolvimento, é a reta final do filme de Patrick Wilson que realmente faz valer a pena a sua estreia na direção.

O roteiro de Leigh Whannell e Scott Teems não traz nada de novo para quem viu os primeiros filmes da franquia, mas para quem está chegando no rolê agora é como se a passagem de bastão para o núcleo jovem resgatasse todos os bons momentos de terror da franquia e os apresentasse como novidade aos novos espectadores. Em suma, para quem não viu nada, o filme entretém; para quem viu tudo da franquia, ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’ entendia.

Crossover entre ‘Aves de Rapina’ e ‘Sereias de Gotham’ NÃO irá acontecer

Warner Bros. já montou o seu cronograma de próximos lançamento dos estúdios DC, incluindo Aves de Rapina, em que Arlequina (Margot Robbie) une forças com a Caçadora e Canário Negro para derrotar um inimigo em comum, e Sereias de Gotham, cujos detalhes permanecem às escondidas.

Porém, diversos boatos surgiram recentemente que ambos os filmes culminariam em uma trilogia, concluída com um crossover entre os dois filmes em questão. Agora, uma reportagem da Forbes negou esses rumores e alegou que não há nenhum projeto sendo feito pela DC.

Aves de Rapina‘Batgirl’ não estarão conectados, para aqueles que erroneamente acreditaram nos rumores de que Barbara Gordon teria um arco contínuo em ambos os filmes. E não há nenhum projeto crossover entre Sereias de GothamAves de Rapina, apesar dos inúmeros boatos.

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

‘Aves de Rapina (E a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Escape Room 2’: Isabelle Fuhrman entra para a sequência

O site Collider confirmou hoje (03) que Isabelle Fuhrman, conhecida por seus papéis em ‘A Órfã’Jogos Vorazes, entrou para o elenco de Escape Room 2’ em um papel ainda não revelado.

Fuhrman se junta aos previamente anunciados Taylor RussellLogan Miller, os únicos sobreviventes do primeiro filme.

Recentemente, o terror foi adiado novamente e agora chegará nas telonas no dia 30 de novembro.

Mesmo as constantes mudanças, o diretor Adam Robitel deu novos detalhes sobre continuação, comentando que estão enfrentando alguns problemas no roteiro:

“É muito difícil. Nós fizemos fogo, gravidade, gelo, frio, gás… então, precisamos nos superar. Temos algumas coisas muito legais que estamos desenvolvendo, mas é complicado. Nós fizemos coisas grandiosas no primeiro filme, então é mais difícil de superá-las. Como dar ao público o que eles estão esperando de um Escape Room, mas que não seja a mesma coisa que fizemos com o primeiro filme? Estamos tentando lidar com essa questão atualmente.”

Ele completa, “Estamos explorando diversas opções atualmente, brincando com várias ideias.”

O diretor Adam Robitel irá retornar, assim também como o roteirista Bragi F. Schut.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.

‘Brews Brothers’: Série da Netflix ganha divertido trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Brews Brothers’, sua nova série de comédia original.

Confira:

Jeff SchafferGreg Schaffer (Curb Your Enthusiasm) são os criadores da produção.

A série gira em torno de dois irmãos outrora separados, Wilhelm e Adam Rodman, que se unem para tomar conta de uma cervejaria. Cada um é um gênio da cerveja, mas não poderiam ser mais diferentes no preparado da bebida – e nas personalidades.

Alan AisenbergMike Castle estrelam.

‘Brews Brothers’ estreia no dia 10 de abril.

‘Like Father, Like Son’: Diretora de ‘A Despedida’ vai dirigir novo drama familiar

Depois de ter comandado o aclamado drama familiar A Despedida, a diretora e roteirista Lulu Wang já tem seu próximo projeto em mente: ‘Like Father, Like Son’ (via Variety).

Apesar de tero mesmo título e uma narrativa familiar com o clássico filme japonês de 2013, de Hirokazu Kore-eda, Wang garantiu que não fará um remake. Ela entra como produtora ao lado da Focus Features.

A dramaturga Sarah Ruhl ficará responsável pelo roteiro. Detalhes sobre a narrativa ainda não foram revelados.

A Despedida foi um dos filmes mais bem recebidos do ano passado e rendeu a Awkwafina uma estatueta do Globo de Ouro – tornando-se a primeira atriz americana-asiática a levar o prêmio para casa.

Escrito e dirigido por Wang, ‘A Despedida‘ retrata o comportamento de uma família ao saber que a avó tem pouco tempo de vida. A produção é protagonizada também por Tzi Ma, Diana Lin, Zhao Shuzhen, Lu Hong e Jiang Yongbo.

Relembre o trailer:

As Melhores Séries LGBTQ+ de 2020

Continuando mais um de nossos especiais de fim de ano para celebrar a representatividade queer na indústria do entretenimento, o CinePOP separou uma lista com as dez melhores séries LGBTQ+ de 2020.

Levamos em consideração todas as minisséries ou temporadas que foram exibidas em TV aberta, a cabo ou em serviços de streaming.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual foi a sua favorita:

SEX EDUCATION

‘Sex Education’ quebrou diversos tabus ao estrear ainda em 2019, mas não foi até a sua segunda temporada que alcançaria uma maturidade apaixonante e divertida. A série criada por Laurie Nunn não apenas continuaria investindo em temas necessários da contemporaneidade, mas também abriria mais espaço para a representatividade LGBTQ+, falando sobre relacionamentos homoafetivos, não-binariedade e transsexualidade com naturalidade invejável e preciso.

O GAMBITO DA RAINHA

Anya Taylor-Joy provou mais uma vez sua versatilidade com a minissérie O Gambito da Rainha, interpretando Beth Harmon, uma calculista e traumatizada enxadrista bissexual que quebrou padrões sociais ao longo de décadas e mais décadas. Aqui, Beth fala sobre o único homem pelo qual se apaixonou, que revela ser gay em meados da produção, além de ter um caso romântico com a sedutora modelo francesa Cleo (Millie Brady).

A MALDIÇÃO DA MANSÃO BLY

‘A Maldição da Mansão Bly’ é uma das histórias de romance gótico mais belas dos últimos anos e construiu com convicção e solidez o conturbado relacionamento entre Dani (Victoria Pedretti) e Jamie (Amelia Eve), que se apaixonaram em meio a acontecimentos estranhos num casarão mal assombrado e que construíram uma vida perfeita da melhor maneira possível. Isso é, até caminharem para um trágico e catártico finale que arrancou lágrimas até dos espectadores mais céticos.

SCHITT’S CREEK

‘Schitt’s Creek’ reviveu o brilho das comédias de situação e se tornou uma das produções favoritas dos telespectadores. Criado por Dan Levy, a série fala de temas como identidade de gênero e orientação sexual ao longo de quebras de expectativas hilárias guiadas por um elenco estelar. Não é surpresa que, neste ano, o show quebrou recordes de premiação e levou para casa nove estatuetas do Emmy – quatro delas nas categorias principais.

EU NUNCA…

A deliciosa e escapista comédia adolescente ‘Eu Nunca…’ se tornou uma sensação de 2020 por sua abordagem livre de estereótipos sobre diversas culturas e temas. Uma dessas linhas narrativas envolveu Fabiola Torres (Lee Rodriguez), uma jovem tímida em conflito consigo mesma que se assumiu lésbica para sua mãe em uma das sequências mais tocantes e verdadeiras do ano.

COM AMOR, VICTOR

A sequência derivada de ‘Com Amor, Simon’ veio inesperadamente e fez um bom trabalho – ainda mais numa época em que precisávamos de produções para passar o tempo. ‘Com Amor, Victor’ é uma dramédia adolescente que gira em torno das preocupações de um jovem acerca de sua sexualidade, ainda mais quando confrontada com a visão tradicionalista de sua família e do prospecto de uma nova escola.

I MAY DESTROY YOU

Michaela Coel é um dos proeminentes nomes da televisão contemporânea e, depois de investir seus esforços na subestimada ‘Chewing Gum’, voltou este ano com a potente dramédia I May Destroy You. Encarnando a protagonista Arabella, Coel fala sobre abuso sexual, machismo e homofobia através de doze belos episódios e personagens complexos e bem representativos.

FEEL GOOD

Feel Good provavelmente passou longe de seu radar, mas não da nossa lista. Lidando com temas sobre relacionamento amoroso e vício em drogas, a trama é centrada no romance de Mae, uma comediante canadense, e George, uma reprimida mulher inglesa, que se apaixonam em um clube de stand-up. O casal começa a namorar e a mergulhar profundamente em traumas do passado e obstáculos do presente.

RATCHED

Ratched dividiu os críticos e o público à época de seu lançamento, mas uma coisa não podemos negar: Ryan Murphy sabe como trazer representatividade do melhor jeito possível para as telas. Na série, Sarah Paulson interpreta a icônica enfermeira Mildred Ratched e, ao longo dos episódios, se apaixona pela secretária de campanha Gwendolyn Briggs (Cynthia Nixon), com quem desenvolve uma química envolvente e recheada de reviravoltas.

HIGHTOWN

O drama criminal Hightown foi um belo presente da STARZ esse ano e não se conteve em quebrar estereótipos de identidade de gênero e sexo. Aqui, Monica Raymund interpreta de modo irretocável Jackie Quiñones, uma agente do serviço da Marinha lésbica que é viciada em álcool e em drogas. Quando encontra o corpo de uma mulher brutalmente assassinada, ela mergulha em uma perigosa investigação que envolve o crime organizado de Cape Cod e a epidemia local de opioides.

Crítica | ‘Halston’ investe em visuais estonteantes e se esquece do principal: a história

A história é sempre a mesma – Ryan Murphy continua até hoje como um dos realizadores mais prolíficos da contemporaneidade, supervisionando ou comandando diversas produções seriadas e fílmicas desde o longínquo ‘Nip/Tuck’, em 2003. Mas exatamente a que custo?

Afinal, Murphy, conhecido por firmar parceria com diversas emissoras e delinear múltiplos projetos ao mesmo tempo, parece estar reciclando materiais de uma forma mais exaustiva do que o normal. Com talvez a exceção da antologia ‘American Crime Story’ e de ‘Pose’, que continuam apresentando originalidade e emocionantes tramas, as recentes incursões do diretor e roteirista não atingem todo o potencial que prometem. Apenas nos dois últimos anos, tivemos a desequilibrada ‘Ratched’, cuja força veio com a atuação impecável de Sarah Paulson como a enfermeira Mildred Ratched; o exagerado onirismo de ‘Hollywood’, que tentou reconstruir a história do cinema em detrimento da veracidade; e a 9ª ‘American Horror Story’, cuja homenagem ao subgênero slasher a transformou em um aglutinado de narrativas sem sentido que se valeram mais da nostalgia do que de algo sólido.

Agora, nos primeiros meses de 2021, Murphy está pronto para retornar com mais um projeto subsidiário da Netflix, com quem firmou acordo em 2018. A minissérie Halston, composta por apenas cinco episódios, já vinha demonstrando uma certa repaginação estética de obras similares, mergulhando de cabeça na segunda metade do século passado para explorar a complexa e apaixonante vida do estilista Roy Halston Frowick (aqui interpretado com maestria por Ewan McGregor). Para aqueles que não o conhecem, Halston nasceu em uma pequena cidade de Iowa, nos Estados Unidos, e ascendeu à fama após arquitetar o icônico chapéu pillbox da ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy. Centro da indústria da moda dos anos 1970 e 1980, o designer tinha uma influência gigantesca na iconografia e era melhor amigo de nomes como Liza Minnelli, Andy Warhol e Bianca Jagger.

É claro que, levando em consideração as lendárias personalidades que aqui aparecem, o mínimo que se poderia esperar era uma telebiografia competente e que respondesse a algumas questões não apenas do protagonista titular, mas também dos segredos por trás da intrincada engrenagem no cenário fashion. Enquanto nem tudo está perdido, principalmente no tocante à imagética da produção, aos exuberantes figurinos de caxemira e de ultrasuede e ao vibrante retrato da discoteca nova-iorquina, Murphy, isolando-se nos bastidores ao lado de Ian Brennan, Christina Vachon e tantos outros, deixa que Sharr White e Daniel Minahan tomem as rédeas da história e se esqueçam de, no final das contas, criar uma.

Após um interessante início, que explana a infância traumática e abusiva de Halston, os episódios parecem se valer muito do frenesi artístico do que de um enredo que realmente tenha começo, meio e fim. McGregor faz um trabalho excepcional ao incorporar os trejeitos marcantes do estilista, desde sua voz monotônica até seus bordões ácidos e irônicos – algo que também é visto na estupenda encarnação maior-que-a-vida de Krysta Rodriguez como Minnelli, até mesmo na rendição de “Liza with a Z”. Entretanto, performances à parte, White não tem ideia em qual direção deseja seguir – apenas que irá contar a ascensão, a queda e a ressurreição de um dos nomes mais controversos de todos os tempos. E, à medida que a obra se desenrola, novos personagens vão surgindo no horizonte para tornar as tramas ainda mais convulsionais.

É interessante notar de que forma Minahan tenta ao máximo se afastar da obviedade, por mais que respalde em algumas fórmulas dramáticas bastante vistas nas últimas décadas. O ponto mais atraente é, sem sombra de dúvida, a transposição cronológica às inflexões técnicas tanto dos enquadramentos de câmera quanto à fotografia de Tim Ives e William Rexer. O diretor acompanha a evolução (ou in-volução, se assim preferirem) da sociedade, mostrando todas as facetas de Halston através das roupas e de sua martirizada mente criativa, desde os enlaces românticos com os homens de Manhattan, as desavenças com Elsa Peretti (Rebecca Dayan) e Joe Eula (David Pittu) e a conquista de um mundo que, conforme ele mesmo diz, não estava preparado para o tinha a oferecer. A partir daí, nota-se uma afeição contraditória por uma atmosfera documental que aposta até mesmo numa reconstrução analógica ao mesmo tempo que abre espaço para a novelização.

O roteiro, por sua vez, tem como principal objetivo manter o público motivado e instigado por todos os eventos da vida de Halston, nos levando à Batalha de Versalhes com versões dos ilustres Oscar de la Renta e Anne Klein, mostrando o saudosismo narcótico do célebre Studio 54 e até mesmo calcando a tênue linha que separa a haute couture da produção em massa. O problema é que não há quaisquer explicações para a entrada e a saída de diversos coadjuvantes que, de fato, não têm nenhuma importância. O relacionamento de Halston com a magnata do jornalismo da moda ou com a própria mãe é jogado profusamente para aumentar a carga dramática, mas nunca sai da zona de conforto – pelo contrário, traz a personalidade do artista para uma superficialidade condenável. Em uma determinada sequência, há menção a bloqueios emocionais dos quais o estilista precisa se livrar – e ele faz isso com rapidez monumental demais para ser levado a sério.

Investindo esforços em um majestoso visual, Halston é familiar demais para representar alguma centelha de novidade nessa bolha de produções originais da Netflix e, eventualmente, nem os mais elegantes vestidos de tafetá e casacos trench coat são suficientes para desviar a atenção das múltiplas falhas que despontam na minissérie.

Lana Del Rey lança videoclipe alternativo de “Arcadia”, single oficial do álbum ‘Blue Banisters’; Confira!

A aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançou hoje (07) um videoclipe alternativo de “Arcadia”, novo single do álbum ‘Blue Banisters.

Precedida pela canção-titular, “Text Book”“Wildflower Wildfire”, a música já está disponível em todas as plataformas digitais.

Confira:

Lembrando que o disco será lançado em 22 de outubro de 2021.

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, e também pelo aclamado Chemtrails Over the Country Club.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Crítica | História e drama se fundem na apaixonante série ‘Vikings: Valhalla’

O drama histórico Vikings se tornou uma das séries mais populares e mais bem-sucedidas do History Channel, fornecendo uma visão quase fantástica dos icônicos personagens que habitaram as terras nórdicas do planeta na Idade Média. Com o término da produção na sexta temporada, os fãs se sentiram ansiosos por mais aventuras envolvendo esses valentes guerreiros – e não demorou muito até que a Netflix anunciasse uma série sequência intitulada Vikings: Valhalla.

Diferente das iterações predecessoras, a derivada é ambientada cem anos depois dos eventos originais e se inicia com os primórdios da derrocada e da ruína dos vikings, enfrentando o crescente domínio cristão que se espalhava pela Europa e que colocava em xeque as crenças politeístas de outrora. Como se não bastasse, a ascensão da Inglaterra como uma das grandes potências mundiais também representou uma enorme ameaça para que os reinos e as províncias vikings se mantivessem vivas por muito tempo, eventualmente tornando-se lendas que acompanhariam diversos estudos de historiadores e reimaginações constantes pelo imaginário popular. E, enquanto Valhalla não alcança os mesmos méritos, nos encanta com visuais impecáveis e atuações memoráveis que nos convidam a uma jornada banhada a sangue, traições e reviravoltas.

Como o nome do spin-off premedita, a temporada é o capítulo inicial do último destino de cada viking: Valhalla, que, na mitologia nórdica, é descrito como um majestoso lugar localizado em Asgard, a morada dos deuses, e comandado pelo todo-poderoso Odin. Segundo lendas, metade dos soldados que morrem em combate viajam até lá para se sentarem à grande mesa com Odin, enquanto a outra metade é escolhida pela deusa Freya para passarem a eternidade nos campos de Fólkvangr. É essencialmente esse pensamento que é levado aos oito episódios da iteração, indicando, através de escolhas técnicas sagazes e uma fria melancolia que se apossa dos protagonistas e coadjuvantes, que a guerra irá levá-los para o tão sonhado “éden” uma hora ou outra.

A narrativa acompanha um grupo de vikings groenlandeses que chegam a Kattegat, comunidade localizada em um estreito entre a Dinamarca e a Suécia que funciona como um dos pontos políticos e econômicos de maior importância no mundo nórdico. Leif Erikson (Sam Corlett) e a irmã, Freydis Eiríksdóttir (Frida Gustavsson), desembarcam no porto buscando vingança contra um viking cristão que estuprou Freydis e eternizou o trauma ao cravar uma cruz em suas costas. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando eles são arrastados para o meio de uma batalha entre os povos guerreiros e a opressora monarquia britânica que organizou um massacre contra eles, como forma de “limpar a terra”. Mas isso não é tudo: há também uma crescente disputa ideológica entre os próprios vikings, que se dividem entre os defensores ferrenhos do cristianismo e do único deus, e os pagãos, que encontram calma na multiplicidade de divindades que habita Asgard.

A princípio, a quantidade excessiva de tramas pode posar como uma faca de dois gumes ao time criativo, abrindo espaço para que os personagens possam ser explorados ad nauseam, mas exigindo um comprometimento em demasia que, por vezes, culmina em um frenético passo para resolver todos os arcos. Felizmente, o showrunner Jeb Stuart sabe como navegar por essas águas traiçoeiras e não deixa que nenhum elemento-chave se perca no caminho, ainda que se valha de algumas repetições (principalmente nas sequências de luta). O resultado é bastante aprazível e segue o padrão clássico de qualquer produção mainstream, tomando o tempo necessário para introduzir os heróis e antagonistas e sabendo o momento certo de nos chocar com alterações bruscas no andamento da obra.

Corlett e Gustavsson fazem um trabalho memorável na temporada, mas não são os únicos a roubar os holofotes: além deles, temos a presença de Leo Suter como o charmoso Harald Sigurdsson, príncipe da Noruega, que se alia aos pagãos e questiona sua fé em prol de salvar aqueles que sempre estiveram ao seu lado; Jóhannes Haukur Jóhannesson como Olaf Haraldsson, meio-irmão de Harald e um ambicioso viking que deseja espalhar suas crenças não se importando com quantos tenha de exterminar para unificar os reinos; Caroline Henderson como uma nova versão de Jarl Haakon, governante de Kattegat; Laura Berlin como a Rainha Emma da Inglaterra e da Normandia, mergulhando em uma performance comedida e impiedosa; e David Oakes como Godwin, astuto braço-direito de quem acreditar que tenha mais poder, mudando de lado a seu bel-prazer para sempre ser protegido pelos vitoriosos.

É claro que as inconsistências históricas existem, mas o objetivo de Valhalla não é nos educar com explanações acadêmicas sobre a época dos vikings, e sim expandir uma mitologia que caiu no gosto do público e que, de alguma maneira, dramatiza figuras reais que merecem ser revisitadas. Certos artifícios tangenciam uma substancialidade redundante, como a profunda e retumbante trilha sonora ou a sóbria fotografia, que se vale da paleta de cores azulada dos cenários retratados – entretanto, nenhuma dessas obviedades é forte o suficiente para desviar nossa atenção dos pontos positivos.

O novo capítulo da saga Vikings é aprazível em sua completude e já se consagra como uma das melhores do gênero em 2022. Apesar dos deslizes, os capítulos são alicerçados em um elenco estelar que faz o público acreditar em seus problemas e seus valores, comovendo-nos com rendições espetaculares e com uma altiva promessa para um provável futuro.

‘Stranger Things’ foi a produção mais PREJUDICADA pela pandemia, revela Netflix

Quando as gravações da 4ª temporada de Stranger Things começaram oficialmente, o planeta parou em virtude da crescente pandemia de COVID-19. Em meados de março de 2020, apenas duas semanas depois que as filmagens haviam se iniciado, a Netflix havia anunciado a suspensão de qualquer produção fílmica ou televisiva por duas semanas, para frear a disseminação do vírus.

Entretanto, a doença continuou se espalhando e, meses depois de atrasos e mais atrasos, as gravações voltaram em novembro de 2020, sendo finalizadas apenas em setembro de 2021 – e, como se não bastasse, a gigante do streaming dividiria o recente ciclo em dois volumes.

No relatório de ganhos do segundo trimestre da Netflix, o co-CEO e Chefe de Conteúdo Original Ted Sarandos revelou que a 4ª temporada foi a mais “impactada financeiramente” pela pandemia que qualquer outra produção (via ComicBook.com). Recomeçar a produção meses depois do hiato de duas semanas e dos protocolos de prevenção à COVID para um elenco e uma equipe tão grandiosos custou à plataforma algo em torno de 5 a 10% dos custos (isto é, de aproximadamente US$85 milhões a US$170 milhões).

“Esse show, em particular, foi afetado como qualquer outro pela COVID por causa do elenco jovem, e o tamanho e o escopo da produção, e as múltiplas locações em que gravávamos. Foi um fardo muito caro entregá-lo”, Sarandos explicou. “Um dos catalisadores para dividir a temporada em duas foi o tanto de tempo que levou para produzi-la – e boa parte disso estava congelada em virtude de pausas iniciais e o recomeço da produção, além de termos sido bastante cuidadosos com o elenco do show logo no começo [da pandemia]”.

Ele continua: “então, [Stranger Things] foi mais impactada financeiramente que vários outros projetos. Se fizéssemos isso de novo, poderíamos até conseguir novos episódios”.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Glass Onion | Quem é o assassino da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

No último dia 23 de dezembro, a Netflix lançou em seu catálogo o aguardado mistério cômico Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, de 2019.

Na trama, Daniel Craig retorna em seu segundo caso como o famoso detetive Benoit Blanc, que viaja a uma luxuosa ilha particular grega, mas descobre que o excêntrico dono da propriedade, Miles Bron (Edward Norton), não o convidou. Enquanto Benoit começa a se questionar do motivo de ter sido chamado por uma pessoa misteriosa, este é apenas um dos mistérios que ele deverá desvendar – principalmente quando um dos outros convidados cai morto em plena vista.

A produção se tornou um sucesso gigantesco de crítica, com vários especialistas inclusive caracterizando-a como superior à original, enquanto já quebrou inúmeros recordes de visualização na plataforma de streaming – o que não é nenhuma surpresa, considerando o trabalho impecável de Rian Johnson na direção e no roteiro.

A produção ganha nossa atenção em virtude da condução narrativa e pelo fato de nos guiar em um caminho totalmente diferente do esperado. Como apresentado no enredo, Benoit acredita que Miles seja alvo de uma tentativa de assassinato – uma oportunidade perfeita, visto que cada um dos outros convidados tem motivo de sobra para querer seu fim. Temos Andi (Janelle Monáe), ex-parceira de negócios de Miles, que sofreu um golpe pelo próprio magnata e não pôde reclamar a propriedade intelectual da própria invenção; Claire (Kathryn Hahn), governadora do estado de Connecticut que foi financiada por Miles para concorrer ao senado dos Estados Unidos em troca da aprovação de uma tecnologia duvidosa; Lionel (Leslie Odom Jr.), cientista que foi escalado para tomar conta da companhia do empresário; Birdy (Kate Hudson), uma ex-modelo hedonista e controversa que foi redescoberta e patrocinada por Miles para sair do buraco e se tornar uma designer de moda – e que faz da vida de Peg (Jessica Henwick) um inferno; e Duke (Dave Bautista), um streamer que luta pelos direitos dos homens e é respaldado pela mente predatória de seu apoiador.

Logo, é apenas natural que acreditemos que o alvo do assassino é Miles – e, como já visto em produções similares, sua personalidade odiável não o torna passível de afeição pelos espectadores, mas nos leva a querer ver de que forma o homicídio será resolvido. Qual a nossa surpresa quando, diferente do que imaginávamos, Duke é misteriosamente envenenado, bebendo do copo de Miles e aumentando as suspeitas de Benoit e de todos os outros.

A princípio, os olhos se voltam para Andi. Afinal, ela é a pessoa com mais motivos para querer o fim de Miles. Como já mencionado, ambos eram parceiros, mas Andi se posicionou contra as decisões erráticas do colaborador e o impediu de fazer o que queria – mas não antes de Miles anunciar ao mundo com uma prova aparentemente irrefutável que ele tinha criado tudo do zero e que Andi tinha apenas embarcado como coadjuvante. Entretanto, “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”, citando uma clássica passagem de ‘Hamlet’, de William Shakespeare.

À medida que a história se desenrola, somos levados a acreditar que esta é apenas mais uma investida qualquer no gênero do mistério. Porém, conforme vimos na obra anterior, as coisas são mais complexas do que aparentam: o foco não é descobrir quem matou Duke e tentou matar Miles, mas sim arrancar a confissão de quem assassinou Andi.

Sim, é isso mesmo: Andi está morta. A personagem que vemos em cena é sua irmã gêmea, Helen (obviamente também interpretada por Monáe), que pede ajuda de Benoit para descobrir o que aconteceu. Afinal, ela recebeu a informação de que Andi se suicidou ao ingerir uma grande quantidade de pílulas soníferas, mas as coisas tomam um caminho mais obscuro quando Helen descobre que a irmã havia encontrado a prova de que Miles era uma farsa e que ela havia sido a responsável pelo império criado. Logo, a dupla une forças para descobrir quem realmente é o culpado.

A notícia do falecimento de Andi não havia vazado para a imprensa até todos se encontrarem na propriedade privada, mas todos os convidados ficaram boquiabertos ao vê-la ali. E, como vemos no terceiro ato da produção, o responsável tanto pela morte de Andi quanto pela morte de Duke foi Miles.

Ao encontrar a prova em questão, Andi enviou um e-mail para Claire, Lionel, Birdy e Duke – mas Lionel vazou a informação para Miles, que foi obrigado a viajar até a residência da ex-colega de profissão, envenená-la e roubar o documento oficial. Duke era o único a tê-lo visto saindo da casa de Andi e, quando a notícia de sua morte ganhou as manchetes mundiais, ele juntou as peças e foi confrontar Miles. O magnata, sabendo da mortal alergia a abacaxi de Duke, utilizou a informação à sua própria vantagem e, temendo ser chantageado por aqueles que controlava como uma marionete, tirou-o do jogo em um piscar de olhos.

É claro que a verdade não ficaria escondida por muito tempo – principalmente com a mente aguçada de Benoit, que resolveu o crime em questão de minutos e depois de engendrar uma atuação aplaudível. E, contrariando as nossas expectativas, a finalização do arco não veio com o final feliz prometido, mas com um ciclo de vingança satisfatório que colocou fim na autoridade tirânica de Miles.

‘Capitão América 4’: Rosa Salazar é escalada como IMPORTANTE personagem da sequência

Segundo uma nova reportagem do Murphy’s MultiverseRosa Salazar, conhecida por seu papel em ‘Alita: Anjo de Combate’‘Vingança Sabor Cereja’, foi escalada para o elenco de Capitão América: Nova Ordem Mundial.

As informações indicam que a atriz dará vida à Cascavel, inicialmente uma personagem vilanesca que fazia parte do grupo conhecido como Sociedade da Serpente – e que, depois, se tornou par romântico do Capitão América.

Além disso, o lutador Seth Rollins também fará parte como um possível membro do mesmo grupo que, além de Cascavel, é formado por: Coral, Rei Cobra, Víbora Assassina, Mamba Negra, Cobra Venenosa, Anaconda, Áspide, Boca de Algodão, Urutu e Crotalus.

O elenco ainda contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2024.

‘Eco’: Spin-off de ‘Gavião Arqueiro’ será lançado sob novo SELO da Marvel sem continuidade no MCU

De acordo com o Deadline, a aguardada série ‘Eco’, que funciona como spin-off de Gavião Arqueiro, será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.

As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.

Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.

O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.

Lembrando que todos os episódios de ‘Eco’ serão lançados em 10 de janeiro no Disney+.

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

Após exibição-teste, ‘Gladiador 2’ é ACLAMADO: “Arrepiante e digno de Oscar”

No último dia 24 de abril, foi realizada a primeira exibição-teste da aguardada sequência Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção.

O corte exibido foi de impressionantes duas horas e 40 minutos e é descrito como uma crua e envolvente história de vingança, com cenas caracterizadas como “absolutamente insanas” (via World of Reel).

As informações também indicam que os novos personagens são bastante fortes, com destaque à performance sutil e prática de Paul Mescal como Lucius e a Connie Nielsen, que faz um “ótimo trabalho” como Lucilla. Além disso, diversos elogios foram dados a Denzel Washington, ovacionado como “diabolicamente brilhante” em seu papel, a Joseph Quinn (Caracalla) e a Fred Hechinger (Geta) – estes últimos dois descritos como grandes valores de entretenimento ao longa-metragem.

Como se não bastasse, tanto o design de produção quanto os figurinos receberam aplausos, replicando o visual e a atmosfera do título original. As cenas na arena de gladiadores chamaram a atenção dos espectadores – e incluíram tubarões, macacos assassinos, um rinoceronte gigante e ótimas sequências de ação e de luta.

Lembrando que o CinePOP compareceu à última edição da CinemaCon, onde o primeiro trailer (ainda não finalizado) foi exibido

Confira a descrição:

O trailer começa com uma narração do Paul Mescal como Lucius, filho do Maximus (protagonista do primeiro filme, interpretado por Russell Crowe). Sendo um escravo como seu pai, ele luta na arena e precisa enfrentar ameaças inesperadas, como um rinoceronte e até mesmo macacos assassinos – em combates muito mais grandiosos e perigosos do que no longa original.

Denzel Washington é um dos grandes destaques do vídeo, e promete ser uma figura importante na narrativa – manipulando conflitos políticos ao seu favor. Em sua busca pelo poder, ele quer a queda de Roma e pretende usar o personagem do Paul Mescal como um peão em seu jogo.

Pedro Pascal lidera o exército romano em diversas cenas épicas de batalha naval, e o trailer se encerra com uma cena épica entre Pascal e Mescal na arena.

Até o momento, tudo o que sabemos sobre a trama, estrelada por Paul Mescal (‘Aftersun’), é que vai contar a história de Lucio, filho de Lucilla (Connie Nielsen), numa batalha contra Roma, após se inspirar nas façanhas de Maximus (Russell Crowe).

A sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.

A sequência está programada para chegar aos cinemas em novembro de 2024.

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

‘Pequenas Cartas Obscenas’: Comédia com Olivia Colman e Jessie Buckley ganha data de estreia na Max!

‘Pequenas Cartas Obscenas’ (Wicked Little Letters), comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia Colman e Jessie Buckley, ganhou data de estreia no catálogo da Max.

O longa-metragem, que conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro.

Relembre o trailer:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

pequenas cartas obscenas

‘The Last of Us’: 2ª temporada ganha imagens INÉDITAS; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ estreia no dia 13 de abril e, agora, foram divulgadas imagens inéditas do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Crítica | ‘A Guerra dos Mundos’ é uma deplorável adaptação do clássico de H.G. Wells

H.G. Wells é um importante nome da literatura de terror, cujas obras influenciaram e continuam influenciando gerações de romancistas, contistas, cineastas e até mesmo dramaturgos. O escritor britânico foi um dos responsáveis por cimentar o gênero da ficção científica nos vários âmbitos artísticos e sagrou-se como um inovador lendário que deu vida a títulos como ‘O Homem Invisível’, ‘A Ilha do Dr. Moreau’, ‘A Máquina do Tempo’ e inúmeros outros. E, dentre uma gama prolífica de extremo valor, uma de suas incursões mais famosas e prestigiadas é o clássico ‘A Guerra dos Mundos.

Nome por trás das infinitas narrativas extraterrestres que povoam o imaginário popular, Wells foi homenageado diversas vezes com adaptações de seus escritos, incluindo um drama radiofônico encabeçado por Orson Welles – que causou pânico entre os ouvintes, visto que eles não sabiam que tudo era mera ficção – e uma releitura cinematográfica guiada por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise. Agora, somos convidados a mais uma recriação dessa atemporal história com ‘A Guerra dos Mundos, recém-chegado ao catálogo do Prime Video e que traz uma configuração estética diferente das iterações predecessoras.

A trama é centrada em Will Radford (Ice Cube), especialista em vigilância e avaliação de ameaças do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Sofrendo com um trauma profundo que se manteve após a morte da esposa, Will também é um pai superprotetor movido pela necessidade incontrolável de proteger constantemente os filhos, Dave (Henry Hunter Hall) e Faith (Iman Benson), por mais que eles já saibam cuidar de si próprios. Crente de que está fazendo a coisa certa, o especialista em tecnologia vê tudo se desmantelar quando uma estranha chuva de meteoros cai sobre o planeta inteiro, apenas para revelar um ataque em massa de trípodes high-tech alienígenas que desejam alguma coisa.

Não demora muito até que Will, cuja missão anterior incluía encontrar um poderoso hacker conhecido como Disruptor (que havia colocado as mãos em documentos sigilosos do governo), perceba que segredos estão sendo mantidos a sete chaves e que seu chefe, Donald Briggs (Clark Gregg), Diretor do Departamento de Segurança, pode estar conectado com o massacre promovido por extraterrestres poderosos e imparáveis. Munido da ajuda de sua amiga, a Dra. Sandra Salas (Eva Longoria) à medida que é forçado a enfrentar uma dura realidade em relação aos filhos, Will faz de tudo para se tornar um improvável herói e salvar o mundo da extinção iminente.

O revival, como podemos caracterizar o projeto, marca a estreia diretorial de Rich Lee, conhecido por seu trabalho em videoclipes musicais de artistas como Lana Del Rey e Billie Eilish. E, por mais belas que as intenções do cineasta sejam, o resultado é muito aquém do esperado e transforma um projeto que tinha tudo para dar certo em um dos piores longas-metragens da década. Lee não apenas denota sua falta de preparo para comandar uma produção fílmica, como comete deslizes tão amadores que não podemos deixar de imaginar o que teria sido caso o longa tivesse caído nas mãos corretas.

O realizador pega páginas emprestadas de produções como ‘Amizade Desfeita’, ‘Buscando…’ e ‘Host’, filmes de terror e suspense que apresentaram uma nova vertente do found footage ao levar os espectadores para as telas de aparelhos tecnológicos – computadores, tablets, celulares e afins. A estética apresentada em ‘A Guerra dos Mundos já nos instiga a querer saber de que maneira o enredo tomará forma, visto que o épico cenário de fundo denota uma expansão imagética. E, enquanto o primeiro ato serve para apresentar os personagens e as subtramas que os unirão, os atos seguintes escalam a uma sucessão de erros crassos e indesculpáveis que se estendem para cada um de seus elementos.

O roteiro assinado por Kenneth A. Golde e Marc Hyman é uma regurgitação sem fim de explicações condescendentes que duvidam da inteligência do público em acompanhar uma trama simplória e batida. Os diálogos sem vida são redundantes e se afogam em uma falsa sensação de sagacidade que não tem consciência da própria estupidez – e que se valem de repetições sem fim e uma imposição mercadológica inexplicável e hilária (por todos os motivos errados). O fato de o elenco estar totalmente desconexo do que se apresenta não ajuda muito: Cube parece congelado em uma expressão ranzinza e exagerada do estereótipo do “paizão”, enquanto Benson e Hall mostram estar cansados demais para ao menos tentar; Longoria, por sua vez, é a única que traz um pouco de ritmo à história ao abraçar Sandra.

Um dos principais problemas do longa emerge por não prestar atenção numa inverossimilhança gritante que aparece tanto nas ocasionalidades irrefreáveis e numa cronologia sem sentido que nem ao menos se vale de recursos óbvios para situar o espectador do que está acontecendo. Os convencionalismos bradam sequência a sequência, tentando resgatar uma gota sequer de originalidade com reviravoltas tão previsíveis quanto seus personagens.

A verdade é que ‘A Guerra dos Mundos não justifica sua existência e mais passa a ideia de um grande comercial satírico da Amazon Prime do que um filme. Não há qualquer esforço por parte da equipe criativa e técnica em ao menos construir uma carta de amor a H.G. Wells ou ao sci-fi – e sim um péssimo projeto que não deveria ter recebido sinal verde.