A Netflix divulgou um novo teaser oficial da vindoura série de super-heróis ‘O Legado de Júpiter’, apresentando os principais poderes dos protagonistas.
A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”
A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).
Alguns meses depois dos rumores sobre os vindouros episódios da 3ª temporada de ‘Titãs’ ganharem as redes sociais, o site Spoiler TV corroborou os títulos dos quatro primeiros capítulos que haviam sido divulgados anteriormente pelo The Vulcan Reporter – e é possível até mesmo dizer que as entradas restantes também devem ser confirmados muitos em breve.
Relembre:
Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
Episódio 5: Lazarus
Episódio 6: Lady Vic
Episódio 7: 51 Percent [51%]
Episódio 8: Home [Casa]
Episódio 9: Souls [Almas]
Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]
Novidades da 3ª temporada
Vale lembrar, que a terceira temporada trará Jason tramando uma jornada para derrubar os ‘Titãs‘.
Nos quadrinhos, Jason Todd foi morto pelo Coringa e ressuscitou sob o polêmico codinome Capuz Vermelho, tornando-se um assassino frio e calculista. Apesar de ser pouco adaptado em animações e em nenhuma versão live-action, o personagem se tornou um dos anti-heróis mais populares de DC.
Além disso, o icônico supervilão Espantalho, alter-ego do Dr. Jonathan Crane, também fará sua estreia na série.
Informações sobre elenco ou em quantos capítulos os personagens irão aparecer não foram reveladas.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
O Paramount+ anunciou hoje (06) a janela de estreia para o aguardado revival de iCarly, popular sitcom da Nickelodeon.
Os novos capítulos chegarão ao serviço de streaming em junho de 2021, ainda sem dia exato confirmado.
Assista ao primeiro teaser abaixo, a partir do minuto 00:43:
A nova temporada terá 13 episódios e vai contar o que aconteceu na última década desde que a série original chegou ao fim. Na narrativa, Carly Shay (Miranda Cosgrove) está tentando viver sua vida aos vinte anos, mas as coisas não são tão simples quanto parecem.
‘iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.
A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.
‘iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.
‘Infinito’, ficção adaptada do romance ‘The Reincarnations Papers’, de D. Eric Maikranz, não será mais lançada nos cinemas.
Apesar do orçamento de mais de US$ 100 milhões, o filme vai estrear diretamente no serviço de streamingParamount+. A mudança foi anunciada pelo CEO da ViacomCBS, Bob Bakish, durante uma teleconferência de lucros trimestrais na terça-feira.
Esse tipo de movimento provavelmente se tornará mais comum para a Paramount com o passar do tempo, já que o estúdio está investindo alto na plataforma.
O filme seria lançado em Agosto de 2020 e havia sido adiado para Maio de 2021. Não foi revelada a nova data de estreia agora que a produção vai direto para o streaming.
O projeto tem sido comparado a ‘Matrix‘ em sua escala e história. Ansiosos?
A trama acompanha Evan Michaels (Wahlberg), um homem assombrado por lembranças de suas vidas passadas. Quando se depara com uma sociedade secreta formada por indivíduos que possuem recordação total de suas vidas passadas, Michaels descobre que eles são responsáveis por mudanças drásticas de períodos históricos.
Antoine Fuqua dirige e Lorenzo di Bonaventura produz.
‘Homem-Aranha 4‘ chegou a ser anunciado pela Sony Pictures em 2009, e ganhou até data de estreia nos cinemas antes do estúdio decidir cancelar o projeto.
O filme seria novamente dirigido por Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’) e estrelado pelo Tobey Maguire, e seria lançado nos cinemas no dia 6 de Maio de 2011 – há exatos 10 anos. Que saudade do que a gente não viveu…
Raimi queria inserir três vilões no filme: Abutre, Mystério e Gata Negra. Após a Sony vetar a ideia, o estúdio decidiu rebotar a franquia e realizar o insonso ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.
Raimi falou brevemente sobre seu filme nunca feito do aracnídeo.
“Eu penso nisso o tempo todo. É difícil pensar que eu não pude fazê-lo, ainda mais porque de tempos em tempos sai uma nova versão do Homem-Aranha! Então, como eu já tinha o filme pronto na cabeça, não consigo deixar de pensar no que poderia ter acontecido. Mas tento me concentrar sobre o que será, e não olhar para o passado”, afirmou.
O filme iria preparar o caminho para o Dr. Curt Connors se transformar no Lagarto em ‘Homem-Aranha 5‘, com Dylan Baker interpretando o vilão.
O curioso é que o Mystério seria interpretado por Bruce Campbell, que fez pontas nos três filmes do herói e é amigo pessoal de Raimi.
No entanto, o que mais surpreende é que esses rumores levam direto para as narrativas dos filmes que vieram após o cancelamento da franquia dirigida por Raimi.
Ou é uma tremenda coincidência, ou os planos de ‘Homem-Aranha 4‘ foram reaproveitados. ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ trouxe o Lagarto como vilão, e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ usou o Mystério.
Nos últimos meses, o Giant Freakin Robot afirmou que a Sony realmente está considerando um 4º filme do ‘Homem-Aranha’ de Tobey Maguire, e ainda quer o retorno do diretorSam Raimi na direção.
Segundo o site, o estúdio se empolgou após Maguire topar retornar para uma pequena participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ – marcando uma nova reunião profissional com Raimi desde 2007, quando fizeram ‘Homem-Aranha 3‘.
O reencontro entre Raimi e Maguire estaria acendendo as chamas para a continuação da trilogia original do Cabeça de Teia.
Se realmente acontecer, a trama de ‘Homem-Aranha 4‘ começará após o desdobramento dos eventos de ‘Spiderman: No Way Home’ e ‘Doutor Estranho 2’.
Por enquanto, nada disso foi confirmado pelos estúdios, e Raimi e Maguire também não se pronunciaram sobre a novidade.
Caso seja verdade, esta seria uma ótima forma de concluir a história do Peter Parker original após tantas críticas ao 3º filme, considerado uma das piores adaptações de quadrinhos para o cinema.
Há alguns anos, vazaram as primeiras artes conceituais de ‘Homem-Aranha 4‘ que mostram como seria o visual dos vilões.
Novo filme de Zack Snyder promete tocar em tema popularizado pelo pai do gênero zumbi
Recentemente foi disponibilizado o novo trailer de Army of the Dead, próximo filme dirigido por Zack Snyder para a Netflix previsto para 2021. Segundo a premissa, um grupo de mercenários deve roubar um cassino em uma Las Vegas infestada de zumbis; dessa forma dando margem para discutir o significado do famoso lema “cidade do pecado” mediante uma possível crítica social.
Para o público atual, zumbis e comentários sócio-políticos podem não ser tão distintos um do outro (visto principalmente a popularidade obtida por The Walking Dead que constantemente se aventura em comentários sobre a selvageria humana gratuita ou como forma de defesa). Porém até 1968, quando foi lançada A Noite dos Mortos-Vivos, adaptar os icônicos canibais meio mortos significava realizar um filme de fantasia.
Isso porque o conceito inicial atrelado aos zumbis no cinema, mais especificamente, até meados dos anos 60 era muito mais diretamente ligado à concepção folclórica que muitos países da África, ou com grandes concentrações de escravos trazidos do continente, tinham dos ditos mortos que voltavam à vida. A fonte da lenda remete ao folclore haitiano que aborda sobre corpos que são reanimados por meio de métodos mágicos, geralmente praticados por um feiticeiro experiente chamado bakor, e cuja única vontade é de servir ao novo mestre.
“A Noite dos Mortos Vivos”; um clássico do cinema independente
Algumas obras no início do século XX já adaptaram essa origem haitiana do mito zumbi, sendo uma das mais conhecidas o filme White Zombie com Bela Lugoside 1932, ainda que pecando por atribuir a magia maliciosa praticada pelos bakor à prática da religião vudu, como se uma fosse indissociável da outra. King of the Zombies, de 1941, também põe na mesa a questão do zumbi como uma vítima do controle de terceiros, ainda que relacionando isso à uma trama de espionagem política.
Dani Di Placido, na matéria The Evolution of the Zombie para a Forbes, aborda sobre como a lenda pode ter ligações profundas com dramas da realidade. “O zumbi haitiano reflete um medo óbvio; ser escravizado por uma figura poderosa, e forçado a fazer sua vontade. Dado que os haitianos são descendentes dos africanos escravizados, não é surpreendente que esse fosse o monstro que amedrontava seu subconsciente”.
Essa ligação com o misticismo, no entanto, não duraria para sempre. Quando o diretor George Romero iniciou seu projeto, o cinema de maneira geral passava por uma mudança; saia o modelo clássico de se produzir filmes e uma nova geração de cineastas inspirada pelos movimentos europeus (Nouvelle Vague e o Novo Cinema Alemão principalmente) rodava novos projetos dispostos a mais do que nunca a discutir tabus como sexo e violência, além de tecer críticas à acontecimentos como a Guerra do Vietnã e o consumo desenfreado.
A estreia de A Noite dos Mortos-Vivosrepresentou um primeiro passo para o cineasta pois reformulou a noção atrelada aos zumbis como sendo apenas servos sem livre arbítrio. Com Romero a desconstrução entregou para o público uma nova interpretação: aquela das criaturas que andam em hordas e tem uma fome canibal descontrolada. O filme também criou o cenário que seria mais comum para obras do gênero que é o de um grupo de pessoas acuado precisando achar um meio de impedir que os zumbis invadam o local.
Mesmo assim, essa ainda era uma produção independente e, portanto, com uma abordagem de enredo forçadamente limitada e com nenhum espaço para estudar mais profundamente as questões sociais que o diretor desejava trazer. Dito isso, em 1978 ele lançou a sequência Despertar dos Mortos contendo não só um orçamento maior do que o filme original como também tendo a ajuda do cineasta italiano Dario Argento na elaboração do enredo e distribuição.
Logo de cara é perceptível que o filme era mais expandido que seu predecessor; enquanto que a obra de 1968 se limitou a acompanhar um grupo de pessoas acuado em uma cabana, a sequência mostra logo de início a dissolução da sociedade devido aos ataques dos mortos vivos; com a mídia em total confusão mas decidida a continuar a transmissão de um debate sobre o caos; uma batida policial que termina em confronto e numa eventual execução de diversos moradores de origem porto-riquenha em um prédio.
“Despertar dos mortos” expandiu a mitologia dos zumbis de Romero
Romero consegue então finalmente aplicar sua crítica ferrenha aos principais problemas da sociedade do ponto de vista dele ao combiná-los com tais seres fantasiosos como os zumbis. Entre situações que envolvem violência e racismo, a obra abre margem para tecer um comentário sobre fé e a ligação dos vivos com seus mortos.
É possível reconhecer em cada tiro dado “por diversão” por personagens figurantes em zumbis como uma comparação a excessos de soldados no Vietnã; dessa forma o filme equilibra o medo do ser humano em receber alguma punição divina ao desrespeitar cadáveres (deixando-os intactos e assim propensos a se tornarem zumbis) com uma apatia com a morte nascida muito rápida desse apocalipse. O ato final, famoso por se passar em um shopping, não é gratuito pois mesmo mortos os humanos tendem, segundo Romero a se voltarem para os templos do consumismo a fim de sanar suas necessidades.
Army of the Dead tem em mãos a possibilidade de continuar o legado iniciado pela saga dos mortos de George Romero; mesmo que possa não entregar uma nova abordagem sobre essa forma do dissecar social, o vindouro filme de Snyder precisa mostrar que tem ciência de pertencer a um movimento muito maior, muito mais importante e socialmente consciente do que pode parecer a princípio.
Desde que o romance se instaurou entre o cinema e a música, essa se mostrou uma união inseparável. Certos aperfeiçoamentos chegam para ficar, afinal já imaginaram como seria se o cinema fosse mudo até hoje? Mas acreditem, na época muitos defendiam o cinema silencioso, visto e sentido só através de imagens – afirmando que longas falados e com som eram “modinha” passageira. Para termos ideia da estranheza que isso causaria hoje basta conferir grandes homenagens à época como O Artista(2011), por exemplo.
Não há dúvida, o cinema é melhor, muito melhor, com som. E não apenas isso, mas com música também. A música certa, no momento certo, é capaz de encantar, emocionar, fazer refletir, apaixonar, abrir o sorriso ou causar arrepio na espinha (um exemplo deste último é a versão da banda Type O Negative para Summer Breeze na abertura do slasher Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – talvez um dos melhores momentos do longa).
Igualmente podemos ter o outro lado da moeda, quando cantores e músicos famosos resolvem sair dos bastidores e arriscar como atores, participando e até mesmo protagonizando seus próprios filmes. Às vezes dá certo, tantas outras não. Pensando nestes artistas da música metidos a atores, trazemos uma nova matéria. Mas não apenas isso, de forma nostálgica (como gostamos bem), voltamos diretamente para a década de 80, ver quais cantores andaram se enveredando pelo cinema da época. Confira abaixo.
A rainha do pop dominou as paradas de sucesso nos anos 80 e ajudou a iniciar a carreira do canal MTV graças a seus videoclipes hoje clássicos. De fato, Madonna foi o maior exemplo da geração MTV e de seu estilo de ser. A material girl estreou no cinema em 1979 com o drama Um Certo Sacrifício, mas foi após sua explosão na música nos anos 80 que viriam seus filmes mais famosos no período. Procura-se Susan Desesperadamente (1985) e Quem é Essa Garota?(1987) foram os mais marcantes, ganharam trilha da musa e reprisados até não poder mais na TV aberta.
Mas a década de 80 também trouxe Madonna em pequenas participações nos filmes Em Busca da Vitória(1985) e Doce Inocência (1989); além do fiasco que foi a aventura de época Surpresa de Shanghai (1986), frisando seu relacionamento conturbado com o então marido Sean Penn. A estrela seguiu com outros trabalhos famosos pelas décadas seguintes, como Dick Tracye Evita, e inclusive se tornou diretora. Agora ela promete comandar a própria biografia nas telonas.
E se a rainha da música pop adentrava a sétima arte nos anos 80, o rei não poderia ficar de fora. Sempre primando pela qualidade técnica de seus videoclipes, Michael Jackson era um perfeccionista. Seus clipes eram verdadeiras preciosidades do audiovisual, verdadeiras obras-primas do gênero que impressionam até hoje. Assim como Madonna, a estreia de Michael nas telonas foi no fim da década de 70, com O Mágico Inesquecível (1978), subversão de O Mágico de Oz (1939) bancada pela gravadora Motown, protagonizada por atores e cantores negros. Apesar de ser um verdadeiro fenômeno midiático pop, Michael Jackson só protagonizou dois filmes em sua carreira – sem contar suas pequenas pontinhas aqui e acolá (como em MIB 2).
Nos anos 80, o que todo mundo se lembra é do cult Moonwalker(1988), mistura de sonho nonsense (ou seria pesadelo?) e viagem lisérgica que era vendido para ser um estouro acompanhado de tudo que é peça de merchandising, como um vídeo game por exemplo, mas cujo resultado não foi exatamente esse. Fora isso, em 1986 protagonizou o curta de 17 minutos Captain EO, parte de uma atração em 3D dos parques da Disney, dirigido por ninguém menos que Francis Ford Coppola e escrito por George Lucas – que era uma espécie de Star Warscom Jackson. O astro nos deixou cedo demais em 2009 aos 50 anos.
Prince montando sua Honda customizada para a capa do filme (e disco) “Purple Rain”.
Tido como “rival” de Michael Jackson nos anos 80. E se os fãs elegiam Michael como o rei do pop, bem, Prince se auto intitularia o seu “príncipe”. Falecido 7 anos depois de Jackson, aos 57 anos, apesar de sempre ser o “número 2” nas paradas de sucesso, no cinema ao menos o artista teve seu sucesso. Trata-se dePurple Rain (1984), febre da época que veio acompanhado de uma trilha sonora igualmente muito bem-sucedida, embalada por Prince.
De fato, muitos podem argumentar que Purple Rain é a canção de maior sucesso do artista. No filme, ele vive The Kid, um jovem precisando superar a criação abusiva do seu pai e os desafios da rua para se tornar a sensação da música. Depois de estar no topo do mundo, Prince viria a se empolgar e seguir para a direção de Sob o Luar da Primavera (1986), o qual marcou a estreia nas telas da talentosa Kristin Scott Thomas. O artista viria ainda a protagonizar a sequência de Purple Rain, com Graffiti Bridge(1990), outro projeto de vaidade, escrito e dirigido pelo próprio – que marcaria sua última aparição nas telonas.
David Bowie como o Rei dos Duendes cantou, dançou e fez maldade em “Labirinto – A Magia do Tempo”.
O camaleão da música David Bowie talvez seja o cantor mais constante da sétima arte. Foram nada menos do que 22 participações no cinema ao longo de sua carreira, entre aparições rápidas e personagens protagonistas e coadjuvantes. A carreira de Bowie no cinema começou ainda em 1969, com uma ponta não creditada em Os Soldados Virgens. A primeira atuação como protagonista viria em O Homem que Caiu na Terra (1976), ficção científica experimental que se tornou cult, no qual Bowie vive um alien em missão na Terra.
Já nos anos 80, seu filme mais marcante é a fantasia juvenil Labirinto – A Magia do Tempo (1986), longa pelo qual é mais lembrado e viveu o vilão rei dos Duendes. O filme foi dirigido por Jim Henson, o criador dos Muppets. A década ainda ficaria marcada por suas participações no thriller vampiresco Fome de Viver (1983), o drama de guerra Furyo – Em Nome da Honra (1983), a aventura cômica O Pirata da Barba Amarela (1983), o suspense de ação Um Romance Muito Perigoso (1985), o romance musical Absolute Beginners (1986) e o polêmico A Última Tentação de Cristo (1988).
Sempre ele. o onipresente Jeff Goldblum foi o parceiro da gracinha Cyndi Lauper em “Vibes”.
Se podemos dizer que Prince era o “número 2” de Michael Jackson nos anos 80, Madonna também tinha sua própria medalha de prata nas formas da “maluquinha” Cyndi Lauper. Tão exuberante e excêntrica quando a material girl, Lauper apostava mais numa inocência quase infantil para suas firulas, ao contrário da pulsante sexualidade de sua “rival”. Lauper, é claro, marcaria a década de 80 com sua trilha sonora para Os Goonies(1985), um dos filmes mais adorados do período, ainda hoje enaltecido pelos fãs.
No mesmo ano faria uma participação não creditada no romance Dançando na TV, estrelado por Sarah Jessica Parker. No entanto, nos anos 80, Cyndi Lauper estrelou apenas um filme: a comédia Vibes – Boas Vibrações (1988), na qual protagoniza ao lado de Jeff Goldblum como dois videntes contratados para encontrar um tesouro Inca no Equador. O filme passou completamente abaixo do radar – você conhecia? Depois disso, Lauper fez mais participações no cinema pela década de 90.
Tina Turner
Poderosa! Tina Turner foi uma vilã à altura na pele da Tia Entity em “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão”.
Uma das maiores musas empoderadas da música dos anos 80, Tina Turner venceu as adversidades, sobreviveu ao marido abusivo que a espancava, cantando e dançando até o topo das paradas de sucesso. Uma história de vida pra lá de edificante sobre superação, que inclusive ganhou as telas em 1993 na biografia Tina (What’s Love Got to Do With It), onde foi interpretada numa performance indicada ao Oscar por Angela Bassett.
No cinema, a estreia de Turner foi ainda na década de 70, onde participou do musical Tommy(1975), seguindo para O Sargento Pepper e Sua Banda (1978). Porém, seu filme mais famoso estreava na década de 80, com o terceiro e mais ambicioso (então) da franquia pós-apocalíptica Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). O filme marcou o período e trouxe Turner como a grande vilã “Titia” Entity. Além, é claro, de embalar a trilha sonora com a música tema inesquecível We Don’t Need Another Hero.
Estrela da música country, marcante por seus dotes voluptuosos e madeixas loiríssimas impecáveis, Dolly Parton segue firme e forte estrelando filmes, séries e realities no auge de seus gloriosos 75 anos. A estreia no cinema foi logo no início da década, em 1980, com o que se tornou um de seus maiores sucessos: Como Eliminar Seu Chefe. O longa, dono de uma pegada de empoderamento feminino trazia Parton ao lado das musas Jane Fonda e Lily Tomlin como três secretárias alvo de um chefe misógino e cafajeste. O longa segue rendendo frutos até hoje e se tornou uma bem sucedida peça de teatro. Parton marcaria os anos 80 com suas comédias inusitadas ao lado de grandes machões da época.
Em A Melhor Casa Suspeita do Texas (1982) ela contracena com Burt Reynolds, grande nome do cinema de ação. Parton é a cafetina de um bordel, enquanto Reynolds é o xerife da cidade e cliente assíduo que luta para mantê-lo funcionando. Dois anos depois e a parceria era com Sylvester Stallone (então saído de três Rocky e um Rambo) no filme Rhinestone – Um Brilho na Noite (1984), onde devido a uma aposta Parton precisa transformar um motorista de taxi (Stallone) num cantor. Fechando a década, Flores de Aço (1989) trouxe Dolly Parton como parte de um elenco de mulheres muito poderosas num filme sobre a amizade feminina. Contracenam com a estrela: Shirley MacLaine, Olympia Dukakis (falecida recentemente), Sally Field, Daryl Hannah e Julia Roberts.
It’s Alive! Sting é o cientista louco que cria a mulher perfeita (Jennifer Beals) em “A Prometida”.
Marcante para a música tanto em sua participação como líder da banda de rock The Police, quanto em carreira solo,Sting ficaria marcado nos anos 80 por suas atividades humanitárias e ecológicas, já naquela época conhecido como forte defensor da preservação da Floresta Amazônica. O grande artista tem quatro indicações ao Oscar por suas contribuições nas canções de filmes. Assim como a maioria dos músicos que viveu nos anos 80, Sting não deixaria passar a oportunidade de aparecer nas telonas, fosse em participações menores como coadjuvante, fosse protagonizando seu próprio filme.
A estreia de Sting nas telonas ocorreu ainda em 1979, mas seu primeiro filme marcante viria somente em 1984, com a ficção científica Duna – adaptação de um famoso livro que é uma verdadeira superprodução. O filme fracassou e anos depois ressurgiu como obra cult, inclusive gerou um remake que está em vias de ser lançado, dirigido por Denis Villeneuve. Outra participação marcante de Sting nos anos 80 foi em A Prometida (1985), o único filme de fato protagonizado pelo cantor. Esta é uma reinterpretação do clássico A Noiva de Frankenstein, no qual Sting vive o cientista criando a mulher perfeita nas formas de Eva, papel de Jennifer Beals recém-saída do sucesso de Flashdance (1983).
‘Velozes e Furiosos 9’ estreia em 25 de junho e ganhou um novo vídeo que apresenta os carrões do novo filme… que promete ter mais ação que qualquer outra sequência da franquia.
Assista:
O filme trará a aguardada introdução de John Cena como o irmão desaparecido de Dom (Vin Diesel), Jakob Toretto.
Para que essa história funcione, o longa terá fortes ligações com os eventos do primeiro filme.
A informação foi revelada pelo próprio Vin Diesel durante uma entrevista para a Entertainment Weekly.
“O mundo inteiro está entusiasmado com o lançamento deste filme, mas é ainda mais especial para quem acompanha a franquia desde o início. Teremos fortes ligações com o primeiro filme e ainda vamos além, ou melhor, vamos regredir até a vida de Dom antes de se tornar um criminoso.”
Ele continuou, dando algumas pistas sobre a trama.
“Será meio que uma história de origem e vai explodir as cabeças dos fãs. Eles vão entender coisas que não entendiam ao assistirem ao primeiro filme, sabe? Vocês queriam saber onde Dom estava e o que ele fazia antes de tudo isso? Queriam saber quais foram suas influências? Esse filme vai explorar esse universo de uma forma muito rica.”
Por falar em Jakob, vale lembrar que alguns antagonista da franquia acabaram se tornando aliados da família criada por Dom, como o policial Hobbs (Dwayne Johnson).
O mesmo aconteceu com Deckard Shaw (Jason Statham), que acabou se tornando aliado de Hobbs num filme derivado.
Será que o mesmo vai acontecer com Jakob?
Segundo o próprio Cena, Jakob será um cara casca grossa, de poucas palavras e dificilmente receberia uma redenção porque:
“Ele é melhor vilão que já apareceu franquia. Fui convidado para a sequência com a honra de compartilhar o sobrenome Toretto e cheguei para ser o maior adversário de sua família. As pessoas vão ver que ele já chega impondo respeito”, disse ele numa coletiva de imprensa, segundo o Comic Book.
O astro também prometeu que há uma reposta bem satisfatória sobre o porquê de Jakob nunca ter sido mencionado nos filmes anteriores.
No entanto, ele não entrou em detalhes, então só nos resta aguardar pelo fim do mistério em 25 de junho.
Assista ao trailer:
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
Recentemente, Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’) foi uma das atrizes escalada para a vindoura série do ‘Obi-Wan Kenobi’ naDisney+.
E a estrela vem dando diversas dicas sobre sua personagem nas redes sociais.
Nos stories do Instagram, ela publicou um vídeo dos bastidores em que aparece treinando com um sabre de luz e prova que tem bastante habilidade ao manusear a arma.
O vídeo foi compartilhado por um usuário do Reddit.
Confira:
“Moses Ingram treinando com um sabre de luz para a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘.”
Anteriormente, a atriz já havia provocado seus seguidores dando uma pista sobre seu papel.
Na ocasião, ela publicou uma foto dela mesma e escreveu:
“Eu brinco com sabres de luz.”
A frase enigmática pode levar a diversas especulações…
Nesta altura da franquia, parece improvável que os roteiristas queiram inserir uma nova jedi ou sith na trama, ainda mais que a atração será uma minissérie de apenas 6 episódios.
Pensando nisso, Ingram pode dar vida a uma caçadora de Jedi ou até mesmo a uma mecânica especializada em restauração de armas.
Além de Moses, as novidades no elenco são Kumail Nanjiani (‘Os Eternos’), Rupert Friend (‘Homeland’), O’Shea Jackson Jr. (Covil de Ladrões), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos 9’), Simone Kessell (Reckoning) e Benny Safdie (Joias Brutas).
Infelizmente, ainda não há indícios sobre quem eles devem interpretar na atração, mas as atualizações devem ser divulgadas em breve.
Lembrando que além do protagonista Ewan McGregor, a série também vai contar com o retorno de Hayden Christensen (Anakin Skywalker), e Joel Edgertone Bonnie Piesse como Owen e Beru, tios de Luke Skywalker.
Lembrando que a presidente da Lucasfilm,Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:
“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.
Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.
Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.
A A24 divulgoiu os belíssimos cartazes individuais de ‘The Green Knight‘, a sombria adaptação dos contos arthurianos estrelada por Dev Patel (‘Lion: Uma Jornada Para Casa’).
Dirigido por David Lowery (‘A Ghost Story), o filme é baseado na história de Sir Gawain (Patel) enquanto embarca em uma missão perigosa para enfrentar o invencível Cavaleiro Verde (Ralph Ineson) na tentativa de se provar digno de um assento na Távola Redonda de Arthur (Sean Harris).
Confira os cartazes:
O longa será lançado no dia 30 de julho.
Segundo a MPAA, o filme será para maiores de idade (R-rated) devido a “violência, insinuações sexuais e nudez gráfica”.
A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.
Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Jerad Marantz divulgou uma nova arte conceitual mostrando um olhar diferente de Darkseid (Ray Porter) sem sua icônica armadura.
Na legenda, o artista também explicou que o vilão, ainda conhecido como Uxas, não iria utilizar seu clássico capacete durante sua invasão ao planeta Terra.
Confira:
“Aqui está uma versão inicial de como eu fiz Uxas para o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘. Eu queria tentar algo um pouco diferente e cerimonial. Nas primeiras versões, ele não usava seu clássico capacete.”
Apesar do Snyder Cut se tornar um sucesso entre o público e a crítica, grande parte dos espectadores questionaram um furo de roteiro.
No filme, Darkseid invade a Terra há milhares de anos em busca da Equação Anti-Vida e acaba sendo derrotado quando Amazonas, Lanternas Verdes e Atlantes se unem contra ele.
Enquanto permanece aguardando por respostas sobre a Caixa Materna localizada na Terra, Darkseid parece surpreso quando o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) diz a ele que a deseja equação está lá.
Como ser todo-poderoso poderia esquecer a localização de um artefato que buscou durante toda a vida? Ainda mais que ele já esteve no local onde a equação estava escondida…
Além disso, a busca pela Equação Anti-Vida foi o que motivou toda a sua conquista pelo universo. Por isso que muitos fãs reclamaram do possível deslize.
Por outro lado, o diretor Zack Snyder fez questão de esclarecer o assunto durante uma entrevista para o Screen Rant.
“Depois de ser derrotado, ele quase morreu quando voltou para Apokolips, ele estava desnorteado. Além do mais, ele estava em uma luta pelo poder há milhares de anos, a Terra já não era mais a mesma. Quando ele reconquistou uma posição de poder, nada era como ele conheceu um dia e todos os que estavam ao lado dele durante a primeira invasão já estavam mortos, ele estava por conta própria desde a morte daqueles que dividiram a batalha com ele.”
E aí, você ficou convencido pela reposta?
Para quem assistiu e não entendeu, a Equação Anti-Vida é o fragmento místico mais cobiçado pelo vilão Darkseid, uma energia capaz de dar ao seu portador a habilidade de reestruturar o multiverso da maneira que quiser.
Criada por Jack Kirby em ‘Forever People’ #5 (1971), a Equação Anti-Vida é basicamente composta por uma fórmula matemática literal que incorpora elementos como amor, alienação, culpa, ambição e autoestima.
Quando decifrada, ela age sugando toda a esperança e livre-arbítrio de qualquer raça pensante, convencendo-os não vale a pena viver.
No entanto, a extensão de seus poderes está além da capacidade de compreensão humana e só pode ser entendida por deuses, como é o caso do Darkseid.
Como um conquistador de mundos, ele foi responsável por dizimar mais de 100.000 universos em uma árdua jornada, que ele define como seu propósito de vida.
Enquanto permanece em sua incansável conquista, o vilão tenta rastrear as Caixas Maternas com o auxílio do Lobo da Estepe na tentativa de adicionar a Terra à sua coleção de troféus.
No entanto, o Snyder Cut mostra que o Lobo da Estepe descobre que a Terra abriga não apenas uma das Caixas Maternas, mas também guarda a Equação Anti-Vida em seu núcleo.
É neste ponto que o vilão ganha uma dimensão muita mais significativa do que na versão de 2017 do filme.
No filme lançado nos cinemas, o Lobo da Estepe age como o principal antagonista e sua busca é apenas pelas Caixas Maternas, deixando sua missão um tanto confusa e incompleta, sem abrir margens para possíveis continuações da história.
“Antes que o poderoso Darkseid subisse ao trono, ele pesquisou o universo em busca da arma definitiva: A Equação Anti-Vida”, explica o Lobo da Estepe em um trecho. “A chave para controlar toda a vida e toda a vontade em todo o Multiverso. Ele a encontrou escondida em um planeta primitivo… Eu encontrei o planeta primitivo. O mundo que revidou. É a Terra. A Equação Anti-Vida está entranhada na superfície deste mesmo mundo. Eu vi, testemunhei com meus próprios olhos.”
Em certo momento, o Ciborgue (Ray Fisher) tem uma visão do Superman (Henry Cavill) sendo controlado pelo Darkseid, o que se repete no pesadelo do Batman (Ben Affleck)…
Provavelmente, ele poderia estar sob efeito da equação, atuando como um escravo mental de Darkseid, o que poderia ser explicado numa sequência.
O Snyder Cut deixa claro que, se o diretor tivesse a oportunidade de terminar a produção a tempo em 2017, o futuro do DCEU poderia ter sido muito diferente nos dias de hoje.
Confira nossa crítica sobre o filme:
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Do que vale a palavra quando há interpretações sobre a ética? Homônimo (pelo menos o título em português) a um excelente filme do final dos anos 90, dirigido por Michael Mann, com Al Pacino e Russell Crowe no elenco, O Informante lançado em 2021 pela Netflix, no final do mês de abril, busca de maneira despretensiosa chegarmos à conclusões, ou pelo menos refletir sobre, a filosofia moral, também chamada de ética, dentro de um combate emocional preenchido com licença poética em relação a uma não aceitação provocada pelo desespero. Em um imenso tabuleiro onde as regras são quebradas instantaneamente pela ganância, o desejo de estar no controle e um já batido desfile de hipocrisia acompanhamos a saga de um homem com destino duvidoso que consegue muitas vezes estar no lugar, na hora errada, mas que assume os erros que comete pelo caminho. O filme é dirigido pelo cineasta italiano Andrea Di Stefano.
Na trama, acompanhamos o ex-soldado Pete Koslow (Joel Kinnaman), casado com Sofia (Ana de Armas), que após uma situação emocional que envolveu uma briga no passado vai parar na prisão pegando uma pesada pena por seus atos. Acaba virando informante do FBI, mais precisamente da unidade chefiada pelos agentes Wilcox (Rosamund Pike) e Montgomery (Clive Owen) que estão atrás da prisão de membros de uma organização criminosa polonesa chefiada por Klimek (Eugene Lipinski). Só que durante a conclusão dessa parceria, uma situação acontece o que faz Pete ter que trilhar novos caminhos em busca de sua liberdade.
Há pontos interessantes nesse longa-metragem que fora lançado fora do Brasil meses atrás. O imprevisível cenário dos conflitos éticos ou morais se associam com a parábola escancarada de um duelo sob a informação entre o departamento de polícia de Nova Iorque e a mais famosa agência federal do mundo, o FBI. Um outro fator interessante, e até mesmo trivial em sua essência, é como se coloca em cheque a função do vilão em um filme que pune o protagonista, as várias variáveis sobre a questão, que vão desde quem deveria exercer a ética e respeitar as normas das leis e também sob a ótica do crime organizado e suas acopladas ações à atitudes sem escrúpulos. A direção é competente, principalmente em dar dinâmica à camada superficial de sua trama, mostra o movimento e interações dos personagens, o sofrimento vivido pelo quase sem esperança protagonista.
Mas nem tudo se encaixa. Por exemplo, a trama chega com força no alto clímax instaurado, em um arco distante de qualquer redenção mas pretencioso em tentar chegar à razão e conclusões de subtramas que apenas compõem a engenharia criativa de todo o contexto. Joel Kinemann dentro de seu quase enigmático e por vezes perdido personagem se esforça nas profundas camadas emocionais de sua construção introspectiva mas há muitas limitações em sua atuação.
Tudo que é feito sem emoção, não funciona. Mais de 8.000 ‘boa noite’ durante quase todos os dias para milhões e milhões de pessoas. 27 anos apresentando o Jornal Nacional (Entrou para o Guiness Book essa marca inclusive). Uma voz marcante e inconfundível. Exibido no excelente festival (um dos melhores do Brasil) É Tudo Verdade, de 2020, Boa Noite (título melhor não tinha né?), dirigido pela cineasta Clarice Saliby, não deixa de ser, antes de tudo, uma grande homenagem a esse comunicador tão importante de nosso país, Cid Moreira. Narrando a própria trajetória nesse projeto, Cid é um daqueles personagens brasileiros fantásticos. Ao longo dos menos de 80 minutos de projeção e em busca de uma ‘desconstrução mitológica’, o documentário apenas consegue navegar por imagens históricas, que reflete e acompanha os rumos do Brasil ao longo das últimas décadas.
O homenageado foi um dos responsáveis em transmitir ao público dezenas de fatos marcantes, como: A morte de John Lennon, o desastre de Chernobyl, renúncia de Mikhail Gorbatchov, impeachment de Collor entre outros tantos momentos históricos não só do Brasil mas da história mundial. Tudo começou na rádio, em 1944, com 17 anos quando conseguiu um emprego na Rádio Difusora, em Taubaté. Dono de uma voz conhecida, um dom, sempre esteve perto de inúmeras curiosidades que o filme não mostra muito, apenas se dedica em grande parte a como Cid está hoje, depois dos 90 anos, sua paixão pelos esportes (principalmente o tênis), andando todo dia na esteira, fazendo sauna também todos os dias, anotando cada detalhe do seu dia. Talvez nessas anotações de Cid teria várias possibilidades de um documentário mais carismático, profundo.
Longe de ser um trabalho ruim, Boa Noite apenas não consegue ir além de uma superfície, quando muito mais profundo se tornaria mais interessante. Mas vale pela homenagem desse curioso, um eterno aprendiz. Fica claro isso quando Cid pergunta sobre as filmagens a todo instante, dando palpites e tudo. E um outro detalhe, pela voz dele ser tão marcante e praticamente constar em todo o filme com forma de narração, se fecharmos os olhos, o projeto poderia se passar por um grande podcast filmado.
A beleza do cinema é conseguir enxergar além do que os olhos conseguem captar. Falar de cinema é uma grande prova de amor ao sentimento das curiosidades que afligem esse imenso mundão que vivemos. Todo tipo de filme, de qualquer gênero, busca o importante elo em apresentar emoções ao espectador, seja ele quem for. Pensando em entender melhor as razões do porquê o cinema ser uma coisa tão rica para nossa existência como ser humano, esse eterno jovem cinéfilo que vos escreve buscou cinéfilos espalhados pelo Brasil (alguns até pelo mundo) para contar um pouquinho da trajetória cinéfila deles para vocês.
Nossa entrevistado de hoje é de Recife. Crítico de cinema dos portais Cinema com Rapadura e Cinepop, participante do Rapaduracast e do podcast Alerta Vermelho, no Cine Alerta. Um grande admirador da sétima arte que adora os filmes de Scorsese e Coutinho mas tem em PTA (Paul Thomas Anderson) um diretor que possui um poder especial sobre ele. Wilker Medeiros, um querido amigo cinéfilo que sempre está pelas redes sociais falando sobre a sétima arte.
1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.
Em relação a programação, sem dúvidas, é o Cinema da Fundação. Que foi regido por muitos anos pelo Kleber Mendonça Filho e hoje é comandada pelo mestre e grande amigo Ernesto Barros. Uma programação pensada pra cinema, e não apenas visando lucro.
2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.
Exatamente o primeiro que vi no Cinema São Luiz, templo do cinema em Pernambuco e Brasil, que foi O Rei Leão. Incrível e marcante aquela tela gigante, e quando a gente é pequeno, ela ainda é maior até metaforicamente falando.
3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?
Eduardo Coutinho e Martin Scorsese são cineastas que acho irretocáveis, porém confesso que o cinema do Paul Thomas Anderson tem um poder especial em mim. É o que possuo mais intimidade e até por isso meu filme favorito é Magnólia.
4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?
Esse volto no Coutinho, no caso com Cabra Marcado para Morrer. É um filme que transcende cinema. Passa a ser registro histórico. Luta e resistência de pessoas. O tipo de cinema social e absolutamente forte em sua proposta.
5) O que é ser cinéfilo para você?
Não vejo muito pelo rótulo, mas sim pela paixão forte de sentir e apreciar um filme. De poder ser transportado para os universos abordados.
6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?
A questão não é entender de cinema, mas sim como a coisa funciona. Quando falamos de uma grande corporação de shopping, pensam em cinema como puro entretenimento, de pessoas que vão ao shopping e de lá passam no cinema. Não o contrário. Então só consigo ver uma pessoa gerindo um cinema quando há ali algo mais centrado. Empresa não tem como ser vista dessa maneira.
7) Algum dia as salas de cinema vão acabar?
Jamais.
8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.
É sempre complicado esse tipo de indicação, difícil saber o que é visto pelas pessoas de tempos em tempos. Porém vou indicar algo que é recente e pouca gente comenta, que é Paterson, do Jim Jarmusch. É um filme que merece ser mais explorado.
9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?
De forma alguma.
10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?
O cinema brasileiro é um dos mais interessantes do mundo, artisticamente falando. E isso há no mínimo duas décadas. E atualmente está cada vez mais plural não só tematicamente, mas em gêneros explorados.
11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.
Não fala pra ele, pra não ficar mais convencido, mas atualmente o Kleber Mendonça Filho tem construído uma filmografia impressionante. Desde curtas e longas até os comentários sobre o audiovisual dentro do cenário sociopolítico. Mas o Beto Brant é um cineasta que se lançar um filme, não perco jamais. Aliás, saudades dele.
12) Defina cinema com uma frase:
Transcendental (perdão, Caê).
13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.
Tem algumas, mas a que vem na cabeça é quando vi um filme sozinho numa sala de cinema, além das cabines de imprensa. A questão foi que peguei duas sessões seguidas, à noite, e após terminar a primeira, fui à outra sala ver Pânico 4. Passaram os trailers e nada de ninguém chegar. Até que o lanterninha chegou pra mim e perguntou se eu estaria disposto a vir no outro dia, pois iriam dar um ingresso. Porém, como não podia e sou um porre, vi o filme sozinho. Pois é, projetaram a despedida do mestre Wes Craven só pra mim.
14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…
Na real? Nunca vi.
15) Qual o pior filme que você viu na vida?
Olha, pelas ofensas raciais, as péssimas escolhas, o desrespeito a obra original e a execução da coisa, O Último Mestre do Ar é uma boa escolha dentre os recentes, mas confesso que não existe isso pra mim.
16) Você acha que todo diretor de cinema precisa ser cinéfilo?
É difícil imaginar um realizador de cinema que não goste de cinema. Talvez numa época que Hollywood fazia produções a toque de caixa. No geral, é impossível.
As salas de cinema do Brasil começaram a ser reabertas com o início da segunda etapa da “fase de transição” do Plano São Paulo, e pela primeira vez desde o começo da pandemia teremos dois lançamentos de grande porte.
Campeão de bilheteria da pandemia nas bilheterias internacionais, ‘Godzilla vs Kong‘ – que já está tendo sessões de pré-estreias desde a semana passada – chega a 970 salas hoje.
O filme já arrecadou R$ 2,2 milhões em sessões de pré-estreia.
Mundialmente, ‘Godzilla vs Kong‘ já arrecadou US$ 415,5 milhões – sendo US$ 90,3 milhões nos EUA e US$ 325,2 milhões no resto do mundo.
Já a Sony lança o terror ‘Rogai por Nós‘ em 300 salas.
Os cinemas estarão funcionando com infraestrutura devidamente preparada para receber o público com todos os protocolos de saúde e higiene para evitar a proliferação da Covid-19.
Além de distanciamento mínimo entre as poltronas e nas filas, serão disponibilizados totens de álcool em gel e determinação do uso de máscaras.
Vale lembrar que a reabertura programada deve seguir uma série de exigências aprovadas pelo governo, incluindo:
As entidades dos setores econômicos de eventos e atividades culturais, como, por exemplo, cinemas e teatros, ainda terão que elaborar o seu protocolo de funcionamento e ter o documento aprovado pela vigilância sanitária. No entanto, o Governo de São Paulo estabeleceu algumas restrições que deverão ser seguidas para reabertura, são elas:
Ocupação máxima deve ser de 40%;
Público deverá permanecer sentado;
Uso de máscara obrigatório;
Venda de ingressos exclusivamente online;
Assentos devem ser marcados respeitando o distanciamento social;
Alimentos e bebidas não poderão ser consumidos nos estabelecimentos;
Adoção de protocolos específicos;
Eventos deverão controlar o acesso e o número de pessoas, observando a lotação máxima;
A HBOdivulgou um novo vídeo dos bastidores, que revela detalhes da sua mais recente produção, a minissérie ‘Mare of Easttown‘, estrelada pela vencedora do Oscar Kate Winslet.
No material em questão, a atriz e outros membros da série trazem detalhes sobre a profundidade da protagonista, bem como a respeito do teor da trama, que acompanha um terrível assassinato em uma pequena cidade.
Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.
A saga de ‘Velozes e Furiosos‘ tem seguido uma jornada de muito sucesso ao longo de 20 anos nos cinemas e segundo o astro Vin Diesel, a história de amor entre os personagens Dom e Letty talvez seja uma das maiores de Hollywood.
Durante uma entrevista à revista EW, o protagonista ponderou sobre sua excelente relação com a atriz Michelle Rodriguez e na ocasião, ele ainda destacou o extenso romance entre seus respectivos personagens, que atravessaram os anos em uma relação intensa e sólida.
Segundo ele:
“Uma das maiores bençãos dessa franquia é o meu relacionamento com a Michelle. Já me disseram que a história de amor de Dom e Letty é potencialmente a maior que já vimos nos cinema. Depois de duas décadas, você aceita essa opinião”.
E você, concorda com essa afirmação?
Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9’ estreia em 25 de junho e trará a aguardada introdução de John Cena como o irmão desaparecido de Dom (Vin Diesel), Jakob Toretto.
Assista ao trailer:
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
A 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ teve um novo trailer teaser divulgado, que antecipou o que podemos esperar da nova temporada.
O novo teaser, intitulado “Onze, você está ouvindo?”, parece ser um flashback dos eventos que aconteceram na primeira temporada. Vemos o sinistro Dr. Martin Brenner se dirigindo a um grupo de crianças na mesmo clínica aonde Eleven (Millie Bobby Brown) foi criada.
Presumivelmente, a nova temporada continuará a explorar as origens de Eleven, bem como potencialmente introduzirá outras crianças sobrenaturais (algo que a série explorou antes na segunda temporada).
Trata-se do segundo teaser lançado, após um vídeo lançado em fevereiro de 2020 que mostrava que o Chefe Jim Hopper (David Harbor).
A legenda veio com a mensagem criptografada: “002/004”. Parece que os fãs devem esperar mais dois teasers em algum momento.
Assista:
Confira a nossa crítica da 3ª temporada:
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, Andrew Garfield havia negado os rumores sobre sua participação no próximo filme do ‘Homem-Aranha‘, intitulado ‘Spiderman: No Way Home’.
Na ocasião, o intérprete do herói nos filmes ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ disse que não recebeu nenhuma ligação daMarvel.
Garfield ainda afirmou que “se estiverem adaptando o ‘Aranhaverso‘ para o cinema, eu não farei parte dele”.
No entanto, ele voltou atrás em sua declaração durante uma entrevista para o Access.
Questionado sobre o assunto, o astro esclareceu:
“Olha, eu não gosto de decepcionar as pessoas porque já ouvi todo tipo de rumores por aí… Mas, nunca diga nunca. A ideia é muito legal, como um fã, eu também quero ver isso acontecendo. O negócio é que eu detesto quando põem uma responsabilidade como essa nas minhas costas, mas nunca diga nunca, é isso que tenho a dizer.”
Confira:
“Andrew sobre os rumores de ‘Homem-Aranha 3‘: ‘Nunca diga nunca’.”
Pelo visto, parece que o astro disse o que disse anteriormente para tentar tirar de suas costas o peso devido às expectativas dos fãs.
Mesmo assim, pode ser que ele esteja envolvido na sequência ou em vindouros projetos ligados ao universo do Cabeça de Teia.
O que você acha da ideia?
Lembrando que Garfield atuou como o herói pela última vez em ‘O Espectacular Homem-Aranha 2′ (2014) e foi substituído do papel quando a Sonye aMarvel escalaram Holland para viver o Cabeça de Teia em ‘Capitão América: Guerra Civil’.
Apesar de Holland também ter negado a participação de Garfield no novo filme, uma imagem divulgada por uma fan page focada em novidades sobre a sequência revela o contrário.
A imagem faz parte de um kit comemorativo para o fim das gravações, e uma desses brindes mostra um bottom personalizado do herói vestindo um traje idêntico ao que Garfield usou em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘.
Outra mostra o traje usado no primeiro filme.
Confira:
“A equipe de filmagem de #SpiderManNoWayHome recebeu um monte de brindes fantásticos para comemorar o fim da produção!”
It’s a wrap! The film crew of #SpiderManNoWayHome received a bunch of fantastic goodies to commemorate the end of production!
— Spider-Man: No Way Home News (@spideysnews) March 26, 2021
Além disso, um usuário do Twitter revelou que William Spencer, dublê de Garfield em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’, está trabalhando junto com Greg Townley, dublê de Holland desde ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.
Na publicação, o usuário mostrou um print do instagram de Spencer, que aparece num cenário com chroma key e menciona Townley na legenda.
“Desafio do dia com alguns dublês. Ben Jenkin não apareceu porque ele foi muito rápido antes de ser fotografado por Greg Townley“, escreveu Spencer.
O mais curioso é que ele apagou a publicação de seu perfil depois que alguns começaram a especular sua participação em ‘Homem-Aranha 3′.
Confira:
“Dublê de Andrew Garfield num set trabalhando com o dublê de Tom Holland.”
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A Paramount Pictures divulgou o trailer FINAL legendado de ‘Um Lugar Silencioso 2’, que mostra os monstros atacando uma cidade.
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de Junho de 2021.
Confira:
Segundo as novas projeções (via Box Office Pro), a sequência promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.
Com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, os exibidores se empolgaram em abrirem seus cinemas no mercado internacional e ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2’ deve arrecadar entre US$ 40 a 50 milhões em sua estreia nos Estados Unidos.
Antes da pandemia, a expectativa era que o filme abrisse com US$ 60 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).
Confira nossas reações ao filme:
O CinePOP viajou até Nova York para assistir #UmLugarSilencioso2 e trazer as primeiras reações para você! O filme volta a acompanhar a família Abbott após o surgimento das criaturas monstruosas movidas pelo barulho, e finalmente descobrimos a origem delas. pic.twitter.com/sHb60heksA
O filme não é tão inovador quanto o primeiro, e nem poderia. Mas isso é suprido por um roteiro que acerta em se aprofundar nos eventos apocalípticos e nos deixar ainda mais ansiosos por uma terceira parte, que TEM QUE ACONTECER! Dia 19/03 nos cinemas!
Ainda mais à vontade no papel, a atriz Emily Blunt nos brinda com sua melhor atuação até o momento, passando toda a ANGUSTIA da mãe de família tentando proteger seus filhos, mas quem brilha é a Millicent Simmonds. Após roubar a cena no primeiro filme, ela assume o coprotagonismo.
John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.