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‘Pumpkinhead’: Paramount está desenvolvendo remake do terror

De acordo com o Bloody Disgusting, a Paramount Players está desenvolvendo um remake do terror clássico ‘Pumpkinhead: A Vingança do Diabo‘.

O site afirma que o roteiro já está finalizado e as filmagens devem começar em breve.

Vale lembrar que a Paramount Players está por trás de diversos recentes projetos do gênero, tais como o reboot de ‘Atividade Paranormal‘ e as pré-sequências de ‘A Órfa‘ e ‘Cemitério Maldito‘.

Anteriormente, o produtor Peter Block já havia revelado que o remake estava em desenvolvimento.

“Nós temos ótimas notícias que ainda não posso compartilhar, mas provavelmente poderemos divulgar muito em breve. ‘Pumpkinhead’ é um filme que eu amo. O primeiro filme é incrível e eu acho que há mais coisas que podemos fazer com aquela ideia.”

Ele completa, “Se há uma coisa que eu odeio em remakes e reboots, é o fato de que não há razão para eles existirem, mas acredito que a mitologia de ‘Pumpkinhead’ é tão rica que há diversas formas de atualizar a trama – colocar menos foco na criatura desde o começo e mais na construção do suspense.”

A franquia original, estrelada por Lance Henriksen, gerou quatro filmes – todas as sequências foram lançadas direto em vídeo após o fracasso comercial do primeiro longa.

‘For All Mankind’ é RENOVADA para a 4ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série ‘For All Mankind‘ para a 4ª temporada.

O anúncio foi feito durante a San Diego Comic-Con, e as filmagens do quarto ciclo estão previstas para começarem no próximo mês.

Vale lembrar que o último episódio da 3ª temporada será lançado no dia 12 de agosto.

Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

Joel KinnamanShantel VanSantenSarah JonesJodi BalfourWrenn SchmidtMichael Dorman e outros estrelam.

‘Warrior’: 3ª temporada ganha data de estreia e teaser com muita PANCADARIA

A HBO Max divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série de ação ‘Warrior‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de junho.

Confira o teaser:

Produzida por Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 6’), a série de artes marciais é inspirada em uma obra não finalizada do falecido astro Bruce Lee.

A trama acompanha um jovem artista marcial que chega na San Francisco pós-Guerra Civil procurando trabalho e acaba se envolvendo em guerras urbanas mais violentas do que as que existiam no seu país natal, a China.

Jason Tobin, Andrew Koji, Olivia Cheng, Kieran Bew, Dianne Doan, Dean S. Jagger e Langley Kirkwood estrelam.

CRISE? Sean Bailey deixa presidência da divisão de live-action da Disney após 15 anos

De acordo com o Deadline, a Disney anunciou a saída do executivo Sean Bailey como presidente da divisão Live-Action da Walt Disney Studios, após desempenhar o cargo por 15 anos na empresa.

“Esses quinze anos na Disney foram uma jornada incrível, mas está na hora certa de começar um novo capítulo. Sou profundamente grato à minha equipe e tenho orgulho da história que construímos juntos,” declarou Bailey em comunicado oficial.

Ele completa: “Eu me juntei à Disney enquanto produzia ‘Tron: O Legado’, e parece adequado que eu tenha tido a oportunidade de trabalhar no novo filme da franquia ‘Tron’ enquanto me afasto do cargo. Desejo ao Bob Iger, Alan Bergman e a todos os meus colegas o mais brilhante dos futuros.”

David Greenbaum, da Fox Searchlight, foi promovido ao cargo – que virá com um novo título: Presidente da Disney Live-Action e 20th Century Studios.

E essa não é a única mudança recente anunciada pelo estúdio. Anteriormente, a Disney havia tomado uma medida drástica em relação ao Universo Cinematográfico Marvel (UCM), após o recente fracasso de ‘As Marvels‘, que se tornou a pior bilheteria da Marvel Studios, resultando em prejuízo milionário.

O CEO Bob Iger anunciou que vai desacelerar e reduzir o volume das produções.

Durante a última teleconferência de resultados da Disney (via The Wrap), o CEO Bob Iger declarou:

“Eu diria que estamos inclinando um pouco mais para sequências e franquias. Acho que, dado o ambiente e o que é necessário para tirar as pessoas de suas casas para ver um filme… apoiar-se em franquias familiares é realmente uma coisa inteligente.”

O CEO ainda continuou:

“Em nosso zelo por aumentar significativamente o volume, parcialmente ligado ao desejo de atrair mais assinantes globais para nossa plataforma de streaming, alguns de nossos estúdios perderam um pouco o foco. Então, o primeiro passo que tomamos é que reduzimos o volume, reduzimos a produção, especialmente na Marvel.” 

Vale ressaltar que Deadpool 3’ será a única produção da Marvel Studios para o cinema em 2024.

2ª temporada de ‘Pacificador’ ganha previsão de lançamento

O site IGN confirmou a previsão de lançamento da aguardada 2ª temporada de ‘Pacificador‘ no serviço de streaming do Max.

O próximo ciclo está programado para estrear em agosto de 2025 – um mês depois do lançamento de ‘Superman‘, que dará início ao novo universo da DC nas telonas, sob o comando de James Gunn.

John Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

 

Kristen Bell e Adam Brody nas primeiras imagens da 2ª temporada de ‘Ninguém Quer’; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Ninguém Quer‘ (Nobody Wants This).

Estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’) e Adam Brody (‘Casamento Sangrento’), o próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 23 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que a atriz Leighton Meester (‘Gossip Girl’), esposa de Adam Brody, foi escalada para os novos episódios como uma rival dos tempos de escola de Joanne (Kristen Bell).

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

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Fãs estão CHOCADOS com CGI em cena de ‘O Justiceiro: Uma Última Morte’; Confira as reações!

Apesar de ter sido aclamado pelos críticos – com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o especial ‘O Justiceiro: Uma Última Morte‘ está viralizando por uma cena específica que está ofuscando todas as outras da produção.

Os fãs notaram uma cena em que os efeitos visuais não parecem ter sido finalizados. O momento acontece durante um confronto intenso em que o Frank Castle (Jon Bernthal) é jogado de um prédio.

Confira a cena, as reações do público e siga o CinePOP no Youtube:

“Não acredito que essa é uma cena real de ‘O Justiceiro: Uma Última Morte’.”

“Eles realmente deixaram uma cena com efeitos não finalizados em ‘O Justiceiro: Uma Última Morte’.”

“Essa série quase se transformou em ‘The Last of Us’.”

“‘O Justiceiro: Uma Última Morte’ tem uma das piores animações em CGI que eu já vi em anos. Como é possível o Jon Bernthal ter se transformado em uma réplica com gráficos de PS4 do Joel Miller de ‘The Last of Us’? O que a Disney está fazendo?”

“A cena com CGI do especial do Justiceiro está viralizando. Os fãs estão dizendo que parece uma cena de jogo.”

“Selo Marvel de qualidade.”

O Justiceiro: Uma Última Morte’ está disponível no Disney+.

O especial seguirá a jornada do anti-herói após os eventos de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘.

Sob a direção de Reinaldo Marcus Green, a produção deve ter cerca de 45 minutos de duração, seguindo o modelo estabelecido por ‘Lobisomem na Noite‘.

O próprio Jon Bernthal já provocou os fãs ao afirmar que esta será a versão mais intensa do Justiceiro já vista.

“Acho que será o Justiceiro mais intenso que vocês já viram. O que era realmente importante para mim, para o Destin e para o Tom, era acreditar que o Justiceiro poderia sair do set de Homem-Aranha e entrar diretamente no set do especial, e eu acredito que conseguimos isso”, afirmou.

‘The Good Cop’: Tony Danza vai estrelar nova série da Netflix

O veterano Tony Danza será uma das estrelas da nova série original da Netflix, ‘The Good Cop’.

Na trama, o ator viverá um ex-policial de mau caráter de Nova York, chamado Tony Sr. Já seu filho, Tony Jr., é completamente o seu oposto, sempre seguindo as regras e agindo de forma honesta. No entanto, seu pai continua insistindo, tentando ensiná-lo a malandragem dentro da força tática, bem como na vida pessoal.

Com 10 episódios já encomendados pela plataforma de streaming, ‘The Good Cop’ terá seu episódio piloto dirigido por Randy Zisk.

A série será comandada por Andy Breckman, responsável pela comédia ‘Monk’.

 

‘Star Trek 4’: Simon Pegg fala sobre possível sequência escrita por Tarantino e sem Anton Yelchin

Os planos para a execução de ‘Star Trek 4‘ parecem estar caminhando e segundo o astro Simon Pegg, embora o roteiro de Quentin Tarantino ainda esteja sob avaliação, é certo que haverá uma nova sequência.

Em entrevista ao TheQuietus, Pegg ainda falou sobre o desejo de retornar à franquia e sobre a dificuldade de fazê-lo após a repentina perda de Anton Yelchin.

Disse:

“Todos nós recebemos esse e-mail de J.J. Abrams, que dizia ‘galera, Quentin Tarantino veio ao meu escritório e me contou sobre essa ideia. Estamos pensando nela’. Todo ficamos surpresos! Até porque, em geral as pessoas pensam que pelo fato de ser Tarantino, o filme será R-rated. Mas o que muitos esquecem é que ele é um grande fã de ‘Star Trek‘. Então, quem sabe o vai sair disso! O que sei é que faremos mais um filme e eu amo esse pessoal. É claro que será difícil retornar, pelo fato de termos perdido Anton. Seguir em frente sem ele parece inimaginável”.

Quentin Tarantino pode dirigir novo filme da franquia ‘Star Trek’; Saiba mais!

O Deadline afirma que a Paramount quanto J.J. Abrams concordaram com a ideia de Quentin Tarantino para o filme.

Genial! Site revela trama do novo filme de Quentin Tarantino; Confira!

Enquanto isso, Tarantino está na produção de seu novo longa, cuja trama acompanha um ator que fez uma série de sucesso e tenta fazer a transição da TV para o cinema, assim como seu amigo, um dublê profissional. Os assassinatos encomendados por Charles Manson funcionariam apenas como pano de fundo para esta história principal. O lançamento está previsto para agosto de 2019.

‘Star Trek: Sem Fronteiras’ é um fantástico ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ espacial!

Star Trek: Sem Fronteiras chegou aos cinemas em julho de 2016 e arrecadou US$ 343 milhões de bilheteria mundial. O novo filme da franquia recebeu sinal verde, porém, ainda não há maiores informações.

‘They Both Die At The End’: J.J. Abrams e HBO vão adaptar livro em série de TV

O cineasta J.J. Abrams está voltando para a TV, com mais um projeto feito em parceria com a emissora HBO. Intitulado ‘They Both Die At The End‘, a nova série será uma adaptação homônima do livro de Adam  Silvera. A informação foi veiculada pelo Deadline.

O livro, de classificação Jovens Adultos, foca em um grupo de personagens e como eles decidem passar o último dia de suas vidas na Terra, após receberem uma ligação de que o mundo ia realmente acabar. A narrativa é contada a partir da perspectiva de dois adolescentes e dos coadjuvantes que o cercam.

Ainda segundo a publicação, Chris Kelly, mais conhecido por seu trabalho no Saturday Night Live, estaria desenvolvendo o roteiro da produção, cujos episódios terão 30 minutos de duração.

Informações a respeito do elenco e data de início de filmagens ainda não foram reveladas.

Recentemente, Abrams fechou outra parceria com a HBO, que deu sinal verde para uma nova série do cineasta, ‘Demimonde‘.

 

 

 

 

 

 

 

‘Schitt’s Creek’: Personagens da popular série de comédia ganham colecionáveis em Funko POP

A aclamada série ‘Schitt’s Creek‘ está caminhando para o seu fim e os personagens principais ganharam sua própria coleção em Funko POP. Os bonecos custam US$ 10,99.

Confira:

O episódio final da série será exibido no dia 07 de abril, em uma exibição simultânea nos canais Comedy Central, POP e Logo.

Confira o trailer oficial da 6ª e última temporada: 

 

Schitt’s Creek‘ acompanha as peripécias da família Rose, que após ter sido trapaceada pelo seu próprio advogado, vê toda sua fortuna se perder completamente. Mas, por sorte (ou não), eles conseguem resgatar um de seus bens: A pequena e apagada cidade Schitt’s Creek, comprada por eles mesmo no passado como parte de uma brincadeira.

A série recebeu várias indicações ao Emmy Awards 2019 e foi criada por Eugene Levy e seu filho, Daniel Levy, que protagonizam a produção lado de Catherine O’HaraAnnie Murphy, Emily HampshireNoah Reid.

Crítica | Judas e o Messias Negro – Poderosa cinebiografia sobre líder dos Panteras Negras com astro de ‘Corra!’

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Entre recortes de notícias e rápidas tomadas que servem como uma janela para o passado, a própria história fala por si só nos primeiros minutos do longa Judas e o Messias Negro. Não é difícil notar o quanto William O’Neal é uma complexa mancha no passado do partido dos Panteras Negras. Como alguém que timidamente ganhou espaço servindo um dos seus principais líderes, Fred Hampton, ele carregou em si a identidade do grupo e contraditoriamente a missão de ser um infiltrado do FBI entre os seus militantes. De um efêmero assaltante de carros com uma carteira forjada de agente policial, O’Neal passou para o lado oculto e sombrio da história preta, como aquele que – embora não tenha destruído uma revolução – se viu forçado a matar um dos seus mais ávidos e emblemáticos líderes.

A nova cinebiografia de Shaka King é categórica logo em sua cena de abertura e não perde tempo de tela com trivialidades que poderiam dispersar a narrativa. Focando sua trama no hiato temporal em que as histórias de Billy e Fred se encontram, o longa é firme em seu roteiro e se desenvolve bem ao longo de suas duas horas de duração, seguindo uma narrativa mais linear – mas que em momento algum dispersa o nosso interesse. Abusando em sua estética a partir da direção de fotografia, Judas e o Messias Negro nos chama a atenção pela escolha de sua iluminação, sempre mais amarelada e mais baixa, fazendo a pele retinta dos seus protagonistas reluzir em tela.

Usando a luz como uma forma de salientar a necessidade dos Panteras Negras sempre agirem às escuras – em virtude da constante perseguição policial, o cineasta Shaka King incorpora a fotografia do filme à própria narrativa, tornando-a quase um personagem com vida própria em cena. A técnica ainda cria um contraste com as atuações de Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield, que brilham em suas performances ricas de simbolismo e donas de uma expressividade hipnotizante. Em Judas e o Messias Negro, ambos são as contradições que se completam, como camaleões que se transformaram de tudo aquilo que já fizeram no passado.

Com a voz ritmada, como quem parece sempre entoar o mais profundo poema, Kaluuya se entrega às suas falas e discursos com precisão, sempre com pausas pontuais e fluidez em suas cenas. Dominando as tomadas que protagoniza com facilidade, ele se mescla à personalidade do militante Fred Hampton, nos levando a uma genuína viagem ao passado. De olhos fechados, é difícil discernir quando o astro sai e quando Hampton entra, solidificando o perfeito enlace entre ator e personagem.

Stanfield mais uma vez mostra a riqueza de suas performances, conhecidas muito bem no cinema independente em filmes como Desculpe Te Incomodar e na aclamada série Atlanta. Com uma linguagem corporal completa e imersiva, ele conquista a audiência pelo seu olhar, entrega os pensamentos mais profundos de seu personagem apenas pela sua expressividade e mostra um contraste extraordinário entre a euforia de agir de forma escusa e o pavor da certeza da injustiça e infidelidade diante de um homem inocente. Suas constantes oscilações em tela vidram os nossos olhos em sua atuação, nos proporcionando uma experiência cinematográfica profundamente dilacerante e angustiante. Daniel e Lakeith ganham ainda mais força em tela com Jesse Plemons e Martin Sheen, que como personagens terciários entendem a profundidade de suas respectivas ligações com o protagonismo preto em tela e salientam a extensão da qualidade da direção de Shaka King e de seu roteiro co-escrito com Will Berson.

Com um figurino nostálgico que revela muito mais que a padronagem dos figurinos dos anos 70, destacando ainda o lindo contraste dos uniformes dos Panteras Negras em meio às cores e tons da época, a cinebiografia produzida por Ryan Coogler (Pantera Negra, da Marvel) é o mais puro deleite cinematográfico. Poderosa em sua mensagem – que não faz apologias políticas, retendo-se unicamente aos fatos – e angustiante pelo desenrolar dos seus acontecimentos, Judas e o Messias Negro é muito mais do que esperamos de um drama biográfico. Catártico, reflexivo e complexo na construção de seus personagens, a produção é também o símbolo da riqueza existente em um filme, quando a sua história é narrada pelas mãos da pessoa certa.

Crítica | The Boys Apresenta: Diabólicos: Eric Kripke brinca com o gênero de animação em insana série derivada

Se The Boys já havia conseguido cruzar todos os limites do absurdo em sua versão live-action, Diabólicos chega na Amazon Prime Video para nos provar que a fonte criativa de Eric Kripke, Seth Rogen e Evan Goldberg consegue ser ainda mais grotescamente impressionante. A nova série derivada do grandioso sucesso televisivo é um peculiar experimento voltado para o público adulto, que desafia nossa percepção de normalidade e explora o submundo dos supes a partir de histórias que flertam com diversos estilos artísticos com os quais crescemos amando quando crianças. 

E talvez esse seja justamente um dos aspectos mais conflitantes de The Boys Apresenta: Diabólicos. Fazendo referência aos estilos e formatos animados usados pela Warner Bros. em os Looney Tunes e até em clássicos desenhos japoneses como Sailor Moon e Super Pig, a nova produção entrega contos aleatórios trazidos das sombras do universo principal da série original, sempre de forma antológica e perturbadora. Usando os episódios como uma maneira de também estabelecer possíveis novas histórias, Diabólicos flerta com a trama principal onde acompanhamos Os Sete, à medida em que explora personagens ainda mais bizarros e excluídos, que vivem jornadas híbridas entre a comédia, o terror e até mesmo entre o gênero trash.

Trazendo convidados consagrados de Hollywood tanto no time de dubladores originais, bem como entre os roteiristas, Diabólicos se beneficia diretamente da credibilidade e do sucesso de The Boys e reúne contos curtos desconfortáveis, pesados e alguns ainda um tanto…cativantes. Rompendo novas barreiras, a série se farta das infinitas possibilidades que a animação permite trazer para as telas e cria novos personagens diversos bem controversos e que confrontam nossa percepção de realidade. E com histórias bizarras que envolvem o assassinato em massa de pais, a dizimação de crianças com má formação pelo soro de super-heróis e inclusive um super poder de produzir excrementos que falam (???), a série é literalmente o suprassumo de seu título: diabólica, perversa e demais até para os fãs de The Boys.

Técnica e esteticamente falando, a nova série animada é um belíssimo leque criativo, que explora muito bem suas referências artísticas – trazendo o fator do exagero como marca registrada de seus causos. Mas ainda que faça críticas sociais poderosas e realmente importantes, muitos dos conflitos e reflexões propostos por The Boys Apresenta: Diabólicos se perdem pelos abusos da perversidade de seus contos.

E ainda que de início pareça ser aceitável digerir o grau de violência de seus protagonistas animados, ao final de seus oitos episódios, descobrimos que a sanguinolência ali existente é desnecessária e peca por justamente se distanciar dos debates tão excelentes que The Boys sempre nutriu em sua forma live-action. E no final, resta ainda um desconfortável e inevitável questionamento diante de nós, enquanto público: Até que ponto é saudável e aceitável assistir tanta violência gratuita e pavorosa pelo simples prazer do entretenimento? Fica aqui a indagação.

Conheça 5 Filmes Nacionais Baseados em Crimes Reais

O cinema norte-americano sempre trouxe as figuras mais horripilantes da sua história criminal como personagens âncoras de algumas obras. Seja para representar as marcas deixadas na memória social do seu povo, seja para canalizar as dores dessas tragédias em uma projeto catártico. 

Conhecemos, a título de exemplos, a história de Ted Bundy, vivido por Zac Efron, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal (2019), assim como Aileen Wuornos, vivida por Charlize Theron, em Monster: Desejo Assassino (2003), além do já clássico Monsieur Verdoux, interpretado por Charlie Chaplin em filme homônimo de 1947. 

Todavia, não são apenas os estadunidenses que fazem filmes baseados nas manchetes de jornais e crimes bárbaros. Se você é curioso para saber sobre as histórias e os detalhes dos processos judiciais dos casos que chocaram o nosso país, prepare-se para a lista a seguir selecionada pelo CinePOP

Com previsão de lançamento para ainda este ano, A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais são exemplos de obras como os listados abaixo. Confira!

Macabro (2020)

Lançado em julho deste ano nos drive-ins brasileiros, o longa de Marcos Prado (Tropa de Elite), apresenta o sargento Teo (Renato Góes) como o encarregado de realizar a prisão dos irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira, conhecidos como Irmãos Necrófilos. Os jovens foram responsáveis por oito assassinatos, entre eles de uma criança, e de ter relações sexuais com os cadáveres após os homicídios. 

Recorrente nas páginas do jornal A Voz da Serra, entre 1991 e 1995, os irmãos aterrorizaram a região rural de Janela das Andorinhas, em Nova Friburgo, o que levou a evasão de 70% da população local e a criação de diversos mitos sobre os dois acusados. A maioria das pessoas acreditava que ambos eram possuídos pelo demônio e tinham poderes de atravessar a densa mata da região pulando de copa em copa das árvores. 

O Lobo Atrás da Porta (2014)

Com um talentoso elenco, Fernando Coimbra retomou o já esquecido caso de Neyde Maria Maia Lopes, batizada pelos jornais de 1960 de A Fera da Penha. Na produção, Leandra Leal dá vida à acusada, na pele de Rosa. Ela envolve-se num relacionamento amoroso com Bernardo (Milhem Cortaz), após se conhecerem no trem, na estação Central do Brasil. O romance torna-se trágico a partir da descoberta de Rosa sobre o casamento e a filha de Bernardo. 

Com ciúmes, Rosa aproxima-se da mulher do seu amante (Fabíula Nascimento) e da pequena Clara (Isabelle Ribas), de 4 anos. Ao ganhar a confiança da menina, Rosa a sequestra da escola e a leva para um matadouro. Com repercussão exaustiva na mídia após o corpo da menina ter sido encontrado, no dia 30 de junho de 1960, num Matadouro na Penha, a amante do pai da menina é levada para depor na polícia e depois de 24h confessa o crime. 

A amante matou a menina de 4 anos com um tiro à queima-roupa e depois queimou o cadáver. O fogo assustou os cavalos e os funcionários do local encontraram o corpo carbonizado. Com uma enorme revolta popular, a polícia não conseguiu levar Neyde para a reconstrução do crime por risco de linchamento público. O caso foi encenado no programa Linha Direta Justiça (2003) e também no filme Crime de Amor (1965), com Joana Fomm, além de render diversos livros. 

Última Parada 174 (2008)

Se você tem por volta dos seus 30 anos ou mais, com certeza, lembra-se da transmissão ao vivo do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, pelo jovem Sandro Barbosa do Nascimento (Michel Gomes). Na obra de Bruno Barreto, a narrativa acompanha Sandro desde o seu desamparo familiar, o qual o leva às ruas, até o caso da Chacina da Candelária, em 1993. Sobrevivente do atentado, responsável por matar oito garotos em situação de rua, ele passa por inúmeras instituições de auxílio a jovens delinquentes. 

Após um assalto, no dia 12 de junho de 2000, Sandro consegue um revólver 38 e entra no ônibus 174 já alterado pelo uso de entorpecentes. A partir da abordagem de um policial militar, avisado por um dos passageiro do porte de arma do rapaz, Sandro faz de refém 11 pessoas dentro do ônibus. 

O caso repercute imediatamente em todas as casas brasileiras por conta da transmissão televisiva. O terror é estabelecido por horas aos olhos de milhões de brasileiros e acaba com a morte da professora Geisa Firmo Gonçalves, grávida de dois meses, com três tiros nas costas, e do próprio Sandro, asfixiado pelos policiais militares envolvidos na lamentável operação. 

Carandiru (2003)

Baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o obra de Hector Babenco retrata personagens e cotidianos dentro do presídio Carandiru até o dia 2 de outubro de 1992, quando ocorreu a chacina comandada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O evento causou a morte de morte de 111 detentos. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar uma rebelião no local.

Considerada como desastrosa, a justiça julgou o comandante Ubiratan e 23 policiais pelo homicídio de 102 detentos dos 111 mortos naquele dia, o coronel nunca respondeu pelo crime e foi ainda eleito deputado estadual de São Paulo em 2002. Em 2006, Ubiratan foi assassinado com um tiro no abdômen. No muro do seu prédio foi escrita a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru.

Para representar todas as histórias dentro desta tragédia, o elenco contou com Rodrigo Santoro (Lady Di), Lázaro Ramos (Ezequiel), Wagner Moura (Zico), Milhem Cortaz (Peixeira), o rapper Sabotage (Fuinha) e Luiz Carlos Vasconcelos, como Dr. Drauzio Varella. 

O Bandido da Luz Vermelha (1968)

Considerado clássico do cinema nacional, a obra do então jovem de 22 anos Rogério Sganzerla é baseada livremente no verdadeiro criminoso João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha’. A nomenclatura é advinda do recorrente porte de uma peculiar lanterna de bocal vermelho, semelhante ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, o qual tinha o mesmo apelido. 

Narrado de forma jocosa por radialistas, o filme apresenta a infância de abuso do protagonista vivido por Paulo Villaça e seus maneirismos, além de incluir o detetive Cabeção (Luiz Linhares) e a prostituta Janete Jane (Helena Ignez) em seu percurso. Ele sempre assaltava casas luxuosas, entre 2 e 4 da manhã, cortava a energia da propriedade e usava um lenço para cobrir o rosto, além da simbólica lanterna. 

Constantemente manchete do jornal Notícias Populares, o bandido da luz vermelha infernizou a cidade de São Paulo durante cinco anos. Diferente do destino do filme, no qual comete suicídio, o verdadeiro meliante foi preso em 1967 em Curitiba, sob a identidade falsa de Roberto da Silva. 

João Acácio confessou quatro assassinatos e foi julgado por outras sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Passou 30 anos na cadeia e retornou em liberdade à sua cidade natal em Joinville, onde foi morto a tiro numa briga de bar em 1998. O criminoso tornou-se célebre por vestir-se de maneira extravagante, com perucas e cores fortes, e usar todo o dinheiro dos roubos com prostitutas e boates. 

Bônus:

O Caso dos Irmãos Naves (1967)

Aqui o crime é cometido pela justiça e polícia brasileira, sob o regime autoritário de Getúlio Vargas em 1937. Apesar de esquecido na nossa memória social, o filme de Luís Sérgio Person denuncia a tortura e as barbaridades cometidas pelos militares com os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira) para confessar um crime, o qual eles não cometeram. 

Os irmãos eram comerciantes de cereais na cidade de Araquari, no interior de Minas Gerais. Após o sumiço do primo e sócio Benedito com o pagamento de 90 contos de réis, algo em torno de 270 mil reais, eles foram dar queixa na delegacia. O delegado local, no entanto, foi substituído pelo tenente militar Chico Vieira, o qual acusou os irmãos de inventar a história, matar o primo para ficar com a parte dele e ocultar o cadáver. 

Por meses, o tenente e seus soldados submeteram os irmãos a diversas torturas para que confessassem o crime e o esconderijo do dinheiro. Um dos métodos era amarrar os corpos dos irmãos em árvores e untá-los com mel para serem atacados por abelhas e formigas. Outra estratégia do militar foi prender a mãe, as esposas e os filhos de ambos, os quais também foram torturados psicologicamente e sexualmente. 

Após 15 anos, cumprida a pena de oito anos e a morte de Joaquim, Sebastião reencontra Benedito vivo e busca provar sua inocência perante a sociedade, com a ajuda do advogado João Alamy Filho, o qual escreveu o livro homônimo (1960) sobre os acontecimentos dos seus clientes. O caso foi apresentado no programa Linha Direta Justiça (2003) e na série de reportagens Os Olhos Que Condenam no Brasil (2019), da TV Cultura.

‘Pantera Negra’: Diretora de ‘Mulher-Maravilha’ elogia filme do herói

Pantera Negra já está em exibição nos cinemas e, além da bilheteria estrondosa, o longa de Ryan Coogler está agradando muita gente, inclusive Patty Jenkins, diretora deMulher-Maravilha, que elogiou o filme em seu twitter:

“Um enorme parabéns para Pantera Negra por seu impressionante final de semana. Muito feliz por seu sucesso incrivelmente significativo. Mal posso esperar por um intervalo na programação de Mulher-Maravilha para ir assistir! Vocês estão mudando o mundo Ryan Coogler! Parabéns a todos vocês!”

Segundo o Box Office Mojo, em apenas quatro dias o filme solo do herói conseguiu ser a maior bilheteria em uma segunda-feira de todos os tempos, arrecadando US$ 40,2 milhões. Com isso, o filme chegou a um total de US$ 242 milhões em 4 dias.

Esse total dentro deste período supera ‘Os Vingadores’ (US$ 226,3 milhões), ‘Jurassic World’ (US$ 234 milhões) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 241,6 milhões).

Pantera Negra‘ soma US$ 404 milhões mundialmente e também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.

Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

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‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘Godzilla: O Rei dos Monstros’: Site dá prévias de Mothra, Rodan e King Ghidorah

Godzilla: O Rei dos Monstros, sequência direta de ‘Godzilla’, de 2014, teve alguns detalhes revelados pelo site viral da empresa fictícia Monarch.

Além de algumas imagens que nos dão uma prévia de como serão o pterossauro Rodan, a mariposa Mothra e o dragão de três cabeças King Ghidorah. Confira as imagens:

O filme também ganhou seu primeiro pôster e um teaser.

O trailer completo será divulgado durante a Comic-Con San Diego, no dia 21. Confira:

Durante uma nova entrevista ao Slash Film, Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) revelou os primeiros detalhes de sua personagem em

“A Dr. Emma Russell, minha personagem, aprendeu como se comunicar com os monstros, e potencialmente controla-los através de um sistema de sonar. Ela é uma espécie de ‘DJ’ para essas criaturas gigantes”

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

Crítica ‘Mulher-Hulk’ | Sexto episódio ‘anticlimático’ diverte e foca na insegurança da protagonista

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos seis primeiros episódios de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Depois do gancho deixado pelo quinto episódio, muita gente ficou na expectativa pela aparição do Demolidor (Charlie Cox) neste sexto episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, mas, como a própria Jennifer Walters (Tatiana Maslany) já havia falado em um episódio anterior: “não se esqueça quem é a verdadeira protagonista desta série”. Então, contrariando as expectativas, o episódio foi focado em um casamento, que assim como na vida real, aconteceu no momento mais anticlimático possível.

Então, desde o início, o episódio faz questão de ressaltar que vai focar na Jen, apenas na Jen. E isso entra diretamente naquela questão discutida no episódio anterior acerca da identidade da protagonista. Ela é a Jennifer Walters? Ela é a Mulher-Hulk? Bom, no fim das contas, a série é uma grande jornada para ela entender que ela é as duas e não há mais como voltar ao que era antes, mesmo que isso acarrete situações chatas, como ser convidada para ser madrinha de casamento e não saber se vai com sua forma humana ou sua versão Hulk.

E esse episódio explora bem isso, apesar da roupagem mais galhofa que adotam. A questão da noiva, que provavelmente não era lá tão amiga da Jen, convidá-la para ser madrinha e deixá-la nas condições mais humilhantes possíveis, apenas para acabar se rendendo ao jeitinho da Jen no fim do episódio é um dos momentos mais em baixa da protagonista, que vem nessa sequência de altos e baixos justamente por não impor limites e não entender bem quem é. Quando ela aceita seu lado Mulher-Hulk, poucas pessoas no mundo são capazes de pará-la.

Mas antes de discutir a questão do casamento e seus acontecimentos, precisamos dar destaque para o que a Marvel vem fazendo. Neste episódio, eles introduzem o Sr. Imortal. Esse personagem é pra lá de obscuro e fez sua estreia nos anos 80, nos quadrinhos dos Vingadores da Costa Oeste. Inclusive, o QR Code do episódio está no carro de polícia em que ele cai quando se joga do escritório, e leva para uma HQ do grupo, na qual Imortal e seus amigos enfrentam problemas legais. Ele é uma forma evoluída da raça humana, chamada de Homo Alpha, considerado ainda acima do Homo Superior, também conhecidos como Mutantes.

Sua habilidade é, como sugere o nome, ser incapaz de morrer. Na série, eles o abordam como um grande babaca, que está na Justiça porque diferentes parceiras descobriram não ser viúvas, mas sim que ele havia forjado a própria morte para seguir com sua vida imortal ao lado de outras pessoas. É interessante a Marvel finalmente estar trazendo esse tipo de babaca com poderes para o seu universo. Não que não houvesse antes, já que o Homem de Ferro era bem inconsequente e narcisista, mas o tipo de tosqueira do Sr. Imortal é bem diferente. Parece um personagem saído de The Boys.

E enquanto pesquisavam sobre o Sr. Imortal, as advogadas/ amigas de Jen acabaram chegando a um site chamado Intelligencia, que funciona como uma paródia do Reddit e do 4Chan, onde um monte de sem noção se reúne para debater temas ridículos e disseminar ódio injustificado contra pessoas, minorias e coisas do tipo. Na série, esse site é todo voltado para propagar ódio contra a Mulher-Hulk. Porém, vale lembrar que a “Inteligência” é um grupo de vilões que existe nos quadrinhos e é chefiado pelo Líder, que foi introduzido lá em O Incrível Hulk (2008) e teve seu retorno confirmado no vindouro Capitão América: Nova Ordem Mundial.

E como ele é o responsável pela criação do Hulk Vermelho nos quadrinhos, essa obsessão do grupo em conseguir o sangue da Jen parece se encaixar cada vez mais para trazer uma participação do vilão no fim da série ou numa pós-créditos. Fato é que eles ainda vão incomodar muito a protagonista nessa reta final. Sobre o site em si, a série brinca bastante com o tipo de gente que acessa ele. Os caras são muito frustrados e usam símbolos da extrema direita norte-americana o tempo inteiro. É meio patético perceber que a série esteja parodiando um grupo que infelizmente existe na vida real e vêm usando seu espaço para espalhar preconceito e outros crimes por aí.

Por fim, de volta ao casamento, Jen é feita de gato e sapato, sempre sendo diminuída pela noiva e as outras madrinhas. Mas, em vez de se impor, Jen acaba cedendo por não entender quem ela é e que não importa se as outras pessoas vão se ofender por ela ser a Mulher-Hulk. Se alguém se ofende com sua presença, então essa pessoa não é sua amiga. Em meio a esse processo completamente baixo astral, ela conhece Josh, um rapaz aparentemente normal que está interessado em Jen.

Ele surge como uma luz no fim do túnel, porque não se interessa pela Mulher-Hulk, mas pela Jen. E o quinto episódio mostrou como ela se sentia abandonada. O problema é que nenhum momento deixava ela ter paz para flertar com o jovem. Era só a relação avançar minimamente que algum imprevisto surgia, como a luta final contra a Titânia (Jameela Jamil). E para quem reclamava do CGI da série, a luta das duas foi um tapa na cara. Parece que a produção se encontra mais fácil na hora de usar a computação gráfica em cenas de ação do que para momentos mais cotidianos e supostamente simples de usar o CGI. O embate das duas é bem divertido, principalmente por tomar conta do casamento e trazer um momento de glória para a Jen, que foi tão esculachada ao longo do capítulo.

Com mais três episódios até o final da temporada, essa reta final de Mulher-Hulk deve investir mais na autoaceitação da personagem para que ela chegue ao fim da série prontinha para fazer participações nas outras produções do MCU. Da mesma forma, a protagonista tenta ligar para seu primo, que foi visto indo para o espaço – literalmente – em um momento anterior, mas ele não atende. Ou seja, é capaz que só voltemos a ver o Hulk em um filme ou outra série. Com o Hulk fora de jogo, momentaneamente, parece que todos os caminhos se abrem para que Jen seja considerada a integrar os Novos Vingadores com maior rapidez. Vamos ver!

Os novos episódios de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis estreiam toda quinta no Disney+.

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Crítica | Intervenção – Ação policial mira em Tropa de Elite e acerta em Polícia Federal: A Lei é Para Todos

Sabe aquele seu conhecido que adora ficar pagando de isento e diz frases soltas como “não sou de esquerda, nem de direita”, mas que claramente tem uma ideologia por trás? Pois bem, Intervenção é a adaptação para os cinemas deste tipo de pessoa, que geralmente quer pagar de liberal, mas se revela bastante conservadora. 

O longa conta a história dos funcionários de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Rio de Janeiro pós-Jogos Olímpicos. Eles devem lidar com os problemas de falta de estrutura ao mesmo tempo em que buscam manter o clima apaziguado na comunidade, evitando ao máximo entrar em conflito com a população local. 

Bianca Comparato vive Larissa, uma jovem recruta que fez concurso para a polícia achando que os confrontos no morro haviam diminuído, mas que acabam se deparando com uma situação de violência diária. Ela está sob supervisão do major Douglas (Marcos Palmeira), um sujeito aparentemente honrado que se preocupa com seus comandados e que tem uma regra em seu batalhão: “é proibido morrer”. O elenco conta ainda com Babu Santana, Zezé Motta, Rafael Losso e Rainer Cadete.

Dirigido por Caio Cobra, o filme conta com boas sequências de ação e um bom trabalho de design de produção. Ainda que tenha tomadas interessantes, sofre com o problema de trazer uma linguagem muito mais próxima da televisão ou da publicidade do que do cinema. O diretor de fotografia Enio Berwanger usa e abusa das tomadas aéreas feitas com drones, uma nova mania do cinema nacional, que raramente é usada de forma satisfatória. 

Se tecnicamente o filme possui seu valor, do ponto de vista narrativo a coisa é um pouco mais preocupante. O roteiro de Rodrigo Pimentel e Gustavo Almeida é muito problemático, se esforçando bastante para provar que defende todos os lados, mas sem conseguir passar profundidade alguma. Na verdade, o que temos é uma sucessão de frases de efeito, uma mais artificial que a outra. Isso fica claro especialmente nos diálogos envolvendo a personagem de Dandara Mariana, uma ativista que é irmã de Larissa, e entra em constante confronto com a mesma. A ideia de duas irmãs com visões opostas sobre o trabalho policial na comunidade carioca é interessante, mas o texto de Mariana é tão pobre, tão raso, que a personagem perde força. Todas as falas dela parecem sair da boca de alguém com pouquíssimo contato com a vida na favela, uma imensidão de frases-feitas que são vistas normalmente em textões no Facebook de jovens brancos. Uma ativista negra que mora na comunidade jamais adotaria uma abordagem tão superficial quanto a vista aqui.

Mas engana-se quem pensa que só a ativista possui frases clichês. A maioria dos policiais e criminosos seguem o mesmo caminho. O filme tenta ainda colocar uma conjuntura política mais ampla, mas nunca consegue ser efetivamente profundo.

A verdade é que Intervenção queria ser Tropa de Elite, mas não tem conteúdo com isso. No final das contas, está mais próximo de coisas como Polícia Federal: A Lei é Para Todos. Analisando com quase nenhuma crítica a atuação da polícia e tratando como heróis personagens com condutas bastante questionáveis, o filme por vezes parece não saber para onde ir. 

O que o longa talvez não perceba é que, muitas vezes, ele parece absolver atuações criminosas dos agentes da lei. Por exemplo, em determinado momento, vemos um policial plantando uma arma em uma vítima de troca de tiros na favela. A vítima estava desarmada, mas em momento anterior no filme é vista trocando tiros com a polícia. Assim, a produção “justifica” a ação questionável do policial. Se isso não fosse o bastante, também temos uma policial agredindo violentamente uma moradora inocente para logo em seguida ser tratada como herói. Além disso, aponta tantas características vilanescas para seu policial corrupto que passa a impressão que a corrupção é a exceção da exceção no dia a dia das UPPs.

No final, ainda temos direito a um “momento épico” anti-sistema, numa clara tentativa de fazer algo parecido com o discurso derradeiro do Capitão Nascimento em Tropa de Elite 2. O resultado, no entanto, não passa nem perto disso.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

‘Clube do Terror’: Revival da Nickelodeon ganha novo trailer; Confira!

Nickelodeon divulgou o novo teaser do vindouro revival Clube do Terror.

Confira:

Os novos membros do seleto grupo serão Gavin (Sam Ashe Arnold), Akiko (Miya Cech), Louise (Tamara Smart), Graham (Jeremy Taylor) e Rachel (Lyliana Wray).

O lançamento do filme foi oficializado para 11 de outubro de 2019.

O revival será roteirizado por Gary Dauberman, o mesmo responsável pela trama de ‘It: A Coisa’, ‘Annabelle’ e ‘Annabelle 2’, além do spin-off de ‘Invocação do Mal’, ‘A Freira’.

Clube do Terror’ foi desenvolvido e exibido pela Nickelodeon e trazia um grupo de adolescentes em volta de uma fogueira. Em cada episódio um deles era responsável por contar uma história de terror real.

‘Never Rarely Sometimes Always’: Drama de Eliza Hittman ganha novo trailer; Confira!

Focus Features acabou de divulgar o novo trailer do drama independente Never Rarely Sometimes Always.

Confira:

Eliza Hittman fica a encargo da direção e do roteiro.

O filme é um retrato íntimo de duas garotas adolescentes vivendo numa cidade do interior da Pensilvânia. Lidando com uma gravidez indesejada e falta e qualquer apoio local, Autumn e sua prima Skylar embarcam em uma viagem para Nova York em uma jornada de amizade, bravura e compaixão.

Sidney FlaniganTalia RyderThéodore PellerinRyan EggoldSharon Van Etten completam o elenco.

O longa estreia nos cinemas norte-americanos em 13 de março de 2020, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘Top Gun – Maverick’ é o 1º! As 10 MAIORES BILHETERIAS de 2022 até agora…

Embora não pareça para muitos, mas tudo mudou após a pandemia. É verdade que as coisas caminham intensamente para voltarem ao normal (ou o antigo normal) de novo.

Diversos setores profissionais sentiram o baque nestes dois anos em que o mundo parou. Um dos mais afetados sem sombra de dúvidas foi o cinema. Bem, a pandemia também viu o mercado dos streamings ferver e fazer a indústria do audiovisual continuar ativa – se portando muito como a salvação da lavoura. Por outro lado, o mercado exibidor de grandes e pequenas redes de salas de cinema sofreram um grande dano. Mesmo as salas voltando a encher cada vez mais, o que temos hoje ainda não se compara ao que tínhamos antes em relação ao público. Muitos fecharam as portas, outros sobrevivem com a ajuda de aparelhos. A prova disso é a arrecadação nas bilheterias.

Antes da pandemia, grandes lançamentos ultrapassavam facilmente a marca de US$500 milhões mundiais, e muitos filmes medianos não faziam esforço para render acima de US$100 milhões mundiais. Hoje, são os grandes que se esforçam para chegar aos três dígitos de milhões no mundo. Muitos estúdios ainda apostam no lançamento simultâneo de filmes em cinema e streaming. Desde o início da pandemia, após o desastroso ano de 2020, algumas superproduções começaram a arrebanhar novamente os espectadores de volta aos templos – as salas de cinema. Ano passado foi Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. E este ano o sucesso estrondoso ficou por conta de Top Gun: Maverick.

2022 já chegou em Outubro com algumas produções que sacudiram as bilheterias provando que a tendência é, finalmente, as coisas voltarem aos eixos de novo. Desta forma, resolvemos reunir para você num top 10, os filmes mais rentáveis deste ano – até agora – pelo mundo. Confira abaixo.

10 | Uncharted – Fora do Mapa

Mundialmente: US$ 401 milhões
Nos EUA:
US$ 148 milhões

No marketing e na publicidade existe o termo “venda casada”, que se refere à venda de um produto, digamos, menor junto com o produto que de fatos todos irão querer. Não dá para não pensar que foi exatamente esta a abordagem da Sony na hora de colocar nos cinemas este Uncharted, protagonizado pelo astro do momento Tom Holland, aproveitando o rastro absurdo de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – o produto do mesmo estúdio mais vendido no ano passado. Com uma diferença pequena de tempo entre os filmes, esta aventura a la Indiana Jones, que na verdade é baseada num game extremamente popular, surfou a onda do sucesso. O filme era anunciado há certo tempo e não decepcionou. Uncharted chega em oitavo lugar com um pouco mais de US$401 milhões mundiais.

09 | Sonic 2

Mundialmente: US$ 401 milhões
Nos EUA:
US$ 190 milhões

Mais um produto mirado para a garotada. Ninguém poderia dizer que o primeiro Sonic viveria para se tornar um dos maiores sucessos de 2020, numa era pré-pandemia. Na verdade, muito pelo contrário, já que o primeiro trailer divulgado sofreu um terrível backlash com o visual do ouriço azul. Satirizado recentemente pela Disney no novo filme do Tico e Teco (2022). Os realizadores deram ouvidos aos fãs, correram atrás do prejuízo em tempo recorde e modificaram a aparência do bichinho como todos queriam. Plástica virtual feita, o público não teve do que reclamar, e abraçou por completo o filme infantil inofensivo. Provando que conseguiu capturar novamente o raio na garrafa, a Paramount viu o segundo filme de seu mascote veloz emplacar novamente no gosto do grande público – dessa vez com os reforços da raposinha de duas caudas Tails e a equidna vermelha encrenqueira Knuckles. Será este um novo despertar dos filmes baseados em games? Se depender das bilheterias deste primeiro semestre, sim. Sonic 2 soma quase US$402 milhões mundiais.

08 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Mundialmente: US$ 405 milhões
Nos EUA:
US$ 95 milhões

Sangue de Harry Potter tem poder! Mesmo com todas as tretas envolvendo o ator Johnny Depp e a escritora JK Rowling, a franquia do bruxinho mais famoso da sétima arte segue prosperando graças ao eco da franquia original. Fenômeno absoluto, Harry Potter se mostra incapaz de ser manchado ou desabado nem mesmo pelos boicotes de sua criadora, ou polêmicas envolvendo o elenco dos filmes. É indiscutível também que a franquia derivada Animais Fantásticos não possui a mesma ressonância. No entanto, ainda segue despertando o interesse dos fãs. Aqui, um desejo antigo dos detratores finalmente foi atendido: a substituição do astro Johnny Depp (o grande vilão desta franquia, presente nos dois primeiros filmes) por outro ator (no caso, o grande Mads Mikkelsen). Seja como for, apesar de algumas águas turbulentas em seu caminho, a Warner conseguiu arrecadar mais de US$405 milhões com seu terceiro Animais Fantásticos.

07 | Water Gate Bridge

Mundialmente: US$ 626,5 milhões
Nos EUA: US$ 117 mil

Aqui temos também a primeira produção asiática da lista – leia mais sobre isso no item bônus ao final da lista. Esta produção chinesa se trata da continuação de The Battle at Lake Changjin, de 2021, por si só um blockbuster asiático elencado entre as maiores bilheterias do ano passado no mundo. Os realizadores não perderam tempo e preparam rapidamente uma sequência deste drama histórico e patriótico que enaltece e homenageia os soldados chineses CPV (Chinese People’s Volunteers), os soldados voluntários, durante a Guerra da Coreia. A missão destes homens agora é focada em uma ponte, que é rota crucial da retirada norte-americana. A superprodução chinesa arrecadou mais de US$626 milhões – tudo em seu próprio solo, já que estas produções não são tão exportadas para o mundo quanto as americanas. Ter um dos países mais populosos do mundo certamente ajuda nestas horas.

 

06 | Thor: Amor e Trovão

Mundialmente: US$ 760 milhões
Nos EUA: US$ 343 milhões

Thor: Amor e Trovão conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais, um grande feito visto que dividiu o público e a crítica. O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. O filme se tornou o segundo maior da franquia, na frente de Thor: O Mundo Sombrio (US$ 644 milhões) e atrás de Thor: Ragnarok (US$ 853 milhões).

05 | The Batman

Mundialmente: US$ 770 milhões
Nos EUA: US$ 369 milhões

Durante um bom tempo, no início de 2022, Batman foi o filme mais rentável do ano. Mas é difícil dizer que o jogo das bilheterias está ganho em março de qualquer ano. Assim, por melhor e mais elogiado que o novo filme do Homem-Morcego tenha sido, ele ainda enfrentará concorrência pesada nos próximos seis meses, e sua verdadeira luta será para se manter entre os 10 mais rentáveis de 2022. Nos três meses que seguiram de sua estreia, o blockbuster perdeu três posições, recaindo em quarto no ranking, com sua impressionante bilheteira de mais de US$770 milhões mundiais – dando outro salto em relação ao quinto lugar. Muitos estavam curiosos para saber como o jovem Robert Pattinson iria se comportar no papel e qual o teor do filme que Matt Reeves iria entregar. É seguro dizer que agradou gregos e troianos, com sua atmosfera de thriller arrepiante, quase chegando próximo a um filme de terror. Com a continuação já confirmada, só resta esperar que a nova saga do herói da DC repita o feito da trilogia anterior (de Christopher Nolan), na qual o segundo capítulo superou e muito (com praticamente o dobro) a bilheteria do primeiro filme.

04 | Minions 2: A Origem de Gru

Mundialmente: US$ 932 milhões
Nos EUA: US$ 368 milhões

O segundo filme das criaturinhas amarelas que adoram bananas fez sua estreia nos EUA, Brasil e em grande parte do mundo sem muito alarde, mas liderou as bilheterias por semanas. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil o filme figurou por mais de um mês na primeira posição entre os filmes mais assistidos.  A animação mostra como os Minions conheceram seu mestre Gru.

03 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

Mundialmente: US$ 955 milhões
Nos EUA: US$ 411 milhões

O primeiro blockbuster a ultrapassar a bilheteria de Batman, foi o segundo filme do personagem da rival Marvel. O Doutor Estranho não é um herói tão popular assim, ainda mais se compararmos a um dos mais icônicos de todos como o Homem Morcego – podemos inclusive dizer que o mago supremo vivido por Benedict Cumberbatch pertence (ou pertencia) ao time B da casa de ideias. O que é popular, no entanto, é a máquina de fazer dinheiro chamada Marvel – que consegue transformar qualquer personagem secundário (com a ajuda de um investimento de centenas de milhões de dólares) na nova estrela do momento. Foi assim com os Guardiões da Galáxia, com o Homem-Formiga, o Pantera Negra, a Capitã Marvel e mais recentemente com Shang-Chi e os Eternos. E assim foi com Doutor Estranho também. Esse segundo filme sacudiu ainda mais as coisas. O motivo foi a promessa de um multiverso interligado, tendo iniciado nos cinemas com o fenômeno de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Os fãs ficaram simplesmente extasiados com as possibilidades de um filme criados nestes moldes, e correram em massa para os cinemas, fazendo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou no início de maio, chegar perto de US$1 bilhão em bilheteria (com mais de US$955 milhões em caixa).

02 | Jurassic World – Domínio

Mundialmente: US$ 1,001 bilhão
Nos EUA: US$ 376 milhões

Como dito, desde que estreou no início de março deste ano, o novo blockbuster do Homem-Morcego parecia destinado a ser o filme do ano, dominando as bilheterias e com o potencial de bater a marca do bilhão. Bem, o longa chegou perto, mas por ser uma obra mais visceral e voltava para um clima de suspense e censura mais alta do que de costume, terminou afastando os adolescentes e as crianças. O reinado do herói da DC/Warner e da Marvel até durou um pouco e os filmes ainda surgem como os grandes preferidos de boa parte do público este ano. Mas aí foram surgindo outras grandes produções que aos poucos foram galgando nas bilheterias e ultrapassando a rentabilidade do morcego e do Magro Supremo. E o que pode ser maior do que um morcego e um feiticeiro, você pergunta? Que tal dinossauros? O terceiro Jurassic World (e sexto Jurassic Park) mistura a franquia original com o derivado e traz de volta os protagonistas do filme lá de 1993. Domínio ultrapassou com gosto a bilheteria de Batman e Doutor Estranho 2, com mais de US$990,8 milhões mundiais para a Universal – e aumentando.

E a maior bilheteria de 2022 é…

01 | Top Gun: Maverick

Mundialmente: US$ 1,484 bilhão
Nos EUA: US$ 716 milhões

No início de maio, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreou e destronou Batman como a maior bilheteria de 2022. O fato mostra que por maior que seja o personagem da DC/Warner fica muito difícil de competir com a fórmula que a Marvel criou para suas superproduções. E assim, o segundo Doutor Estranho parecia querer ficar estacionado na primeira posição, correndo rapidamente até quase atingir a marca do bilhão, mas parando antes de cruzar a linha de chegada. Seja como for, o fato não deixa de ser impressionante. Mas o que talvez ninguém contasse era que um blockbuster à moda antiga fosse chegar sorrateiramente, contando com a presença de um astro no topo de seu estrelato há 35 anos, para surrupiar a liderança da toda poderosa Marvel.

Top Gun: Maverick, continuação de um dos primeiros blockbusters da história, Top Gun: Ases Indomáveis (1986), foi um dos filmes mais adiados dos últimos anos. E muitos já o davam como filme problemático e possível fracasso – o histórico quase nunca é positivo para produções constantemente adiadas. Mas não é que quando finalmente pôde ser mostrado ao mundo, o filme recebeu elogios da maioria esmagadora dos críticos, foi aplaudido de pé por 5 minutos no Festival de Cannes e de pouco em pouco se tornou o primeiro filme a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão em 2022. Na verdade, Maverick já soma mais de US$1.42 bilhão ao redor do mundo – se concretizando com a maior bilheteria da primeira metade de 2022.

Bônus: Too Cool to Kill

A hegemonia de Hollywood emplacando entre as maiores bilheterias mundiais já foi “atualizada” há quase 10 anos. Primeiro, os grandes estúdios americanos perceberam a potência que os países asiáticos tinham no consumo de suas produções, assim incluíam cenas a mais só para eles – como Homem de Ferro 3 (2013) fez, por exemplo. A partir de 2015 a coisa mudou de figura realmente, com produções asiáticas – em especial superproduções chinesas – emplacando entre as maiores bilheterias no mundo, e desbancando os blockbusters hollywoodianos. A situação atingiu seu epicentro em 2020 – quando cinco filmes chineses estiveram ranqueados entre os mais rentáveis daquele ano. Levando em conta que eles não exportam seus produtos com a mesma facilidade dos americanos. Essa tendência segue ocorrendo e esta produção chinesa esteve ranqueada em décima posição até recentemente. Too Cool to Kill é uma comédia de farsa, onde uma atriz envolvida num esquema com criminosos, escala um atrapalhado aspirante a ator para a “fachada” de seu filme. O sujeito, no entanto, colocará tudo a perder. A produção chinesa arrecadou mais de US$217 milhões mundiais.

‘Rim of the World’: Netflix lançará filme de invasão alienígena, com o diretor de ‘A Babá’

Segundo o Deadline, o diretor McG (‘A Babá‘) juntará forças com a Netflix novamente. Ele irá comandar ‘Rim of the World‘, um filme de invasão alienígena.

Com roteiro de Zack Stentz, “A história segue quatro adolescentes desajustados que se tornam aliados improváveis ​​quando sua experiência no acampamento de verão é interrompida por uma invasão alienígena. Neste épico filme de aventura, os jovens devem superar seus medos, enfrentar inseguranças e aprender a trabalhar em equipe enquanto tentam salvar o mundo.”

O elenco inclui Jack GoreMiya CechBenjamin Flores Jr.King BachLynn CollinsAnnabeth Gish, Michael BeachAlessio Scalzotto, Tony CavaleroRudy MancusoCarl McDowell, Chris Wylde, David TheunePunam Patel Jason Rogel.

‘The Umbrella Academy’: Série de super-heróis da Netflix ganha novo trailer; Assista!

A Netflix divulgou o novo trailer da série ‘The Umbrella Academy‘.

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 15 de Fevereiro.

‘The Batman’: Jason Momoa parabeniza Zoe Kravitz pelo papel da Mulher-Gato

Através de seu Instagram, o ator Jason Momoa parabenizou a atriz Zoe Kravitz por ter conseguido o papel da Mulher-Gato no filme ‘The Batman‘.

“Estou muito orgulhoso de você, Zozo. Você é família dentro e fora das câmeras. Minha irmã vai ser a Mulher-Gato. É inacreditável. Você vai se divertir muito,” escreveu o ator.

Segundo o The Wrap, Zoe Kravitz concorria com Lupita Nyong’o, Tessa Thompson, Gugu Mbatha-Raw, Alexandra Shipp e Logan Browning.

Vale lembrar que Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

Robert Pattinson estrelará como Bruce Wayne na próxima versão de Batman.

The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Lovecraft Country’: Série de terror ganha cartaz e data de estreia

HBO divulgou o primeiro cartaz de Lovecraft Country, minissérie produzida por J.J. AbramsJordan Peele.

Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 16 de agosto.

Confira o cartaz:

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

Diretor de ‘Venom 2’ irá produzir adaptação do livro de terror elogiado pelo Stephen King

De acordo com o Deadline, Andy Serkis, que dirigirá o aguardado ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, irá produzir o terror ‘The Last House On Needless Street‘.

O projeto é uma adaptação do livro de terror escrito por Catriona Ward.

O livro chamou atenção dos críticos e foi elogiado pelo mestre do gênero, Stephen King, que afirmou que a história é “verdadeiramente tensa e que mantém seus segredos alucinantes até o fim”.

A trama segue Ted, que vive com sua filha Lauren e sua gata Olivia em uma casa no final de uma rua comum. Um segredo indescritível os une, mas quando um novo vizinho se mudar para a casa ao lado, o que está enterrado entre as bétulas atrás de sua casa voltará para assombrar a todos.

Serkis e Jonathan Cavendish produzirão o filme através da Imaginarium Productions.

Nos EUA, o livro será lançado oficialmente no dia 28 de setembro.

‘A House on the Bayou’: Psicopatas tocam o terror no clipe do novo filme da Blumhouse; Assista!

A Blumhouse divulgou um novo clipe do terror ‘A House on the Bayou‘, que será lançado em parceria com o EPIX.

Confira:

O longa irá estrear oficialmente no dia 19 de novembro.

Alex McAulay é responsável pela direção.

A trama seguirá um casal problemático com sua filha adolescente passando férias em uma casa isolada na Louisiana para se reconectar como uma família. Mas, quando visitantes inesperados aparecem, sua fachada como uma família unida começa a ruir quando segredos inesperados são revelados.

Angela Sarafyan (‘Westworld’) estrela a produção. O elenco ainda contará com Paul SchneiderJacob LoflandDoug Van Liew e Lauren Richards.

O longa é o primeiro de uma parceria entre a Blumhouse Productions e a emissora EPIX, que ainda contará com outros sete filmes de terror originais, que serão lançados apenas em 2022.

‘Sandman’: Sonhos não morrem no trailer ÉPICO da adaptação da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da vindoura adaptação de ‘Sandman‘.

Confira, com o cartaz:

A produção será lançada na plataforma no dia 5 de agosto.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Escalada em ‘Agatha: Coven of Chaos’, Patti LuPone afirma não conhecer o MCU

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Patti LuPone (‘American Horror Story’) revelou que, apesar de estar no elenco de ‘Agatha: Coven of Chaos‘, não está familiarizada com o popular universo da Marvel.

A atriz interpretará Lilia Calderu, uma bruxa siciliana de 450 anos que possui o poder da adivinhação.

“Eu ainda não conheço o MCU. Ainda não estou familiar com esse universo. Tive que assistir ‘WandaVision’ duas vezes para conseguir entender a série.”

Sobre sua participação na série ‘Agatha: Coven of Chaos‘, a atriz não poupou elogios à sua experiência nos bastidores: “Estou me divertindo muito. Estou trabalhando com um grupo incrível de mulheres, além de uma equipe maravilhosa. O design neste projeto é extraordinário. Jac Schaeffer é muito talentosa. Ela criou ‘WandaVision’ e agora está responsável por ‘Coven of Chaos’.”

Anteriormente, LuPone havia confirmado que a série contará com com cenas musicais escritas por Kristen e Robert Lopez (de ‘Frozen 2‘ e ‘WandaVision‘): “Kathryn é a nossa vocalista principal, eu estou apenas fazendo backing vocals. Honestamente, tem sido muito divertido. A série tem muito pouco CGI, então consigo sentir o artesanato por trás das coisas“.

Vale lembrar que as filmagens da série já começaram!

Confira as imagens dos bastidores:

Emma Caulfield Ford também reprisará o seu papel como Dottie, de ‘WandaVision‘.

O elenco ainda contará com Aubrey PlazaPatti LuPoneAli Ahn, Maria Dizzia e Sasheer Zamata.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

Aubrey Plaza estrelará o novo filme do diretor de ‘Pink Flamingos’

De acordo com o The Guardian, Aubrey Plaza (‘The White Lotus’) estrelará ‘Liarmouth‘, novo filme do diretor John Waters (‘Pink Flamingos’).

Este será o primeiro longa comandado pelo cineasta em 20 anos. Seu último filme, ‘Clube dos Pervertidos‘, foi lançado em 2004.

O novo projeto será uma adaptação de seu próprio romance homônimo.

Descrita como um “romance caótico”, a produção foi vendida como um “conto sujo de sexo, crime e disfunção familiar da mente distorcida do John Waters“.

Na trama…

“Marsha Sprinkle é uma ladra de malas, uma golpista e uma mestre do disfarce. Cães e crianças a odeiam. Sua própria família a quer morta. Ela é inteligente, está desesperada, está perturbada e está fugindo com um grande problema. Eles a chamam de Mentirosa – até que um homem maluco a obriga a contar a verdade.”

Vale lembrar que Waters foi recentemente confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Chucky‘. O artista já havia participado anteriormente da franquia, no filme ‘O Filho de Chucky‘, e passará a interpretar um novo personagem na série.

Curiosamente, Aubrey Plaza estrelou o remake de ‘Brinquedo Assassino‘.

Reboot de ‘Friday Night Lights’ está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, um reboot da série clássica ‘Friday Night Lights‘ está oficialmente em desenvolvimento pela Universal Television.

A nova versão deve apresentar uma nova história, ambientada no universo do futebol americano do ensino médio, com novos personagens.

Jason Katims, Pete Berg e Brian Grazer serão responsáveis pelo reboot.

A série original, baseada no livro de H.G. Bissinger e no filme de 2004, se passava na cidade fictícia de Dillon, em West Texas. A trama acompanhava uma equipe de futebol americano, liberada pelo treinador Eric Taylor (Kyle Chandler).

O elenco ainda contava com Connie Britton, Taylor Kitsch, Jesse Plemons, Minka Kelly, Adrianne Palicki, Jurnee Smollett, Michael B. Jordan e Matt Lauria.

A produção durou 5 temporadas, e rendeu 76 episódios.

Novas informações sobre o reboot devem ser divulgados em breve.

Diretor lamenta não ter retornado para sequência de ‘Sexta-Feira Muito Louca’: “Teria sido legal estar envolvido”

Em entrevista ao Variety, o diretor Mark Waters (‘Meninas Malvadas’) lamentou não ter retornado para a sequência da comédia clássica ‘Sexta-Feira Muito Louca‘.

Apesar de querer estar envolvido em qualquer capacidade no novo filme, o cineasta afirma que não recebeu nenhum convite do estúdio.

“Infelizmente, eu não fui convidado para retornar para a sequência. Eu levantei a mão e disse que adoraria estar envolvido de alguma forma, até mesmo como consultor ou produtor executivo, mas não recebi nenhum convite.”

Ele completa, “Eu apoio muito que eles tenham feito um novo filme, mas teria sido legal estar envolvido [na sequência]. Mas, já que não estou, eu meio que segui em frente. Preciso dedicar minha energia a continuar criando coisas novas e originais que vão ser sucessos e que as pessoas possam refazê-las em 20 anos. É isso que estou fazendo agora. Você não pode se preocupar com os projetos que não faz. Certamente teria sido divertido, e ouvi vários membros do elenco enquanto filmavam, dizendo: ‘Onde diabos você está, Waters?’ Eu não te abandonei! Me desculpe.”

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ arrecadou US$ 29 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Além de superar estreia doméstica do longa original – que abriu com US$ 22.2 milhões –, o novo filme também se tornou o maior lançamento da carreira da Lindsay Lohan no país.

Internacionalmente, a continuação acrescenta US$ 15.5 milhões através de 45 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 44.5 milhões.

Com 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo filme também conquistou os espectadores – alcançando uma nota A do público no CinemaScore.

Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.