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‘Os Irregulares de Baker Street’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

Os Irregulares de Baker Street, ambiciosa série sobrenatural inspirada em Sherlock Holmes, acaba de ser CANCELADA pela Netflix.

O streamer cancelou o drama de detetive após apenas uma temporada. A série, que estreou em 26 de março, chegou a figurar entre o top 10 de títulos mais vistos da plataforma.

Porém, a série falhou em agradar o público e a crítica.

Crítica | ‘Os Irregulares de Baker Street’ é uma fraca e previsível expansão do universo de Sherlock Holmes

A série foi escrita por Tom Bidwell, com direção de Johnny KentonJoss AgnewWeronika Tofilska.

A trama é ambientada numa Londres vitoriana e gira em torno de uma gangue de adolescentes delinquentes que são manipulados a resolver crimes para o sinistro Dr. Watson e seu parceiro de negócios misterioso.

Conforme os crimes alcançam um nível sobrenatural e arrepiante e um poder obscuro emerge, cabe aos Irregulares a se unirem para salvar Londres, uns aos outros e, potencialmente, o mundo inteiro.

Thaddea GrahamDarci ShawJojo MarcariMcKell DavidHarrison Osterfield estrelam. Henry Lloyd-Hughes vive Sherlock Holmes, enquanto Royce Pierreson interpreta o Dr. Watson.

‘Homem-Aranha 3’: Tobey Maguire retoma forma física em novas fotos; Confira!

E o lenga lenga em torno da confirmação de Tobey Maguire e Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha 3‘ continua.

Apesar dos atores negarem que farão uma participação no filme, vários indícios mostram o contrário.

Após ser visto bastante magro no começo do ano indo para um teste de figurino na Sony, o ator Tobey Maguire foi fotografado em Santa Monica nesse fim de semana. Ele parece ter retomado a sua forma física, algo que os fãs acreditam ter sido para ‘Homem-Aranha 3‘.

Confira:

Tobey Maguire decidiu abandonar a vida pública e os holofotes após estrelar ‘O Grande Gatsby‘ em 2013 e apagou suas redes sociais desde então, além de não estrelar mais nenhuma produção.

Mas parece que o ator realmente está voltando a ativa, literalmente.

Recentemente, Maguire reativou seu Twitter após oito anos e vários jornalistas, como Charles Murphy, Grace Randolph e Daniel Richtman, confirmaram que Tobey e a Marvel finalmente fecharam o acordo e o anúncio será feito em breve.

Maguire estava dando problemas para a Sony e a Marvel durante as negociações para voltar em ‘Homem-Aranha 3‘.

Conhecido em Hollywood por seu temperamento explosivo, o ator estaria exibindo um comportamento de “diva” e exigindo mais dinheiro e um aumento na tela tempo, o que provavelmente seria mais do que os US$ 15 milhões que o ator havia pedido inicialmente.

Agora, o jornalista Daniel Richtman afirma que a Marvel e a Sony decidiram atender todos os pedidos do ator para assegurar seu retorno.

Os estúdios aceitaram desembolsar o salário milionário que Tobey pediu, visto a importância do ator para o projeto.

O astro de 46 anos ainda não foi confirmado no elenco, mas um anúncio deve ser divulgado em breve.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octopus!, e o Collider afirmou que Andrew Garfield e Kirsten Dunst já estão confirmados no elenco. Garfield viveu Peter Parker nos dois ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, enquanto Dunst interpretou Mary Jane Watson na trilogia original de Sam Raimi.

Dr. Octopus e Electro retornam! O que mais queremos ver em ‘Homem-Aranha 3’?

Você está empolgado?

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

Star Wars Day | Os ‘cameos’ mais inesperados da trilogia nova

Com o retorno de Star Wars para os cinemas, J.J. Abrams e Rian Johnson aproveitaram para colocar o máximo de amigos possíveis em participações especiais e easter eggs que só foram notados quando a lista de personagens foi divulgada. Então, separamos algumas dessas participações especiais e colocamos nesta matéria. Confira!


Ed Sheeran

Após o inesperado cameo em Game Of Thrones, o cantor Ed Sheeran também fez uma participação especial em A Ascensão Skywalker. Muitos pensaram que ele seria um Stormtrooper, mas ele acabou sendo esse alienígena meio alaranjado que estava junto da Resistência.


Lin-Manuel Miranda

Um dos nomes mais requisitados Hollywood atualmente, Lin-Manuel Miranda (Hamilton) também fez uma pontinha em A Ascensão Skywalker. Ele é um dos soldados da Resistência que aparecem na comemoração final após a derrota de Palpatine.


John Williams

O lendário compositor da icônica trilha sonora da saga foi homenageado em A Ascensão Skywalker. Ele interpretou um barman em Kimiji, quando os heróis estavam atrás de Babu Frik.

J.J. Abrams

O diretor J.J. Abrams também fez uma participação em A Ascensão Skywalker como o simpático robozinho D-O.

Tom Hardy

O astro de Venom fez um cameo como Stormtrooper. Em Os Últimos Jedi, ele é o trooper que reconhece Finn (John Boyega) e quase estraga os planos da Resistência. Assim como Hardy, o Príncipe William e o Príncipe Harry gravaram cameos como Stormtroopers, mas suas cenas acabaram sendo cortadas.

Edgar Wright

Outro amigo de Rian Johnson que entrou em Os Últimos Jedi foi o diretor e roteirista Edgar Wright. Ele faz uma aparição rápida como um dos soldados da Resistência.


Gareth Edwards

Em Rogue One, do diretor Gareth Edwards, Rian Johnson faz um cameo como um dos operadores da Estrela da Morte. Nada mais justo então que Rian devolvesse o convite e colocasse Gareth para fazer uma pontinha como um dos membros da Resistência.

Max Von Sydow

Ícone dos filmes de Ingmar Bergman, Max Von Sydow fez uma pontinha em O Despertar da Força como Lor San Tekka, um ancião que entrega um pedaço do mapa para Poe Dameron (Oscar Isaac).

Daniel Craig

Atual 007 dos cinemas, Daniel Craig foi um dos primeiros atores a revelar que teria uma participação especial em O Despertar da Força. Ele é o Stormtrooper que cai no truque mental Jedi de Rey (Daisy Ridley).

Bill Hader e Ben Schwartz

Vindos de comédias politicamente incorretas, Bill Hader e Ben Schwartz foram convidados por J.J. Abrams para fazerem as falas e ajudarem a criar uma voz para o amável BB-8, em O Despertar da Força.

Simon Pegg

Era de se esperar que um dos maiores nerds de Hollywood estivesse em Star Wars. Além de ter ajudado J.J. Abrams na produção de O Despertar da Força, Simon Pegg também deu vida a Unkar Plutt, o agiota de Jakku que controla Rey.

 

A franquia Star Wars está disponível no Disney+

Os 30 Anos de ‘O Silêncio dos Inocentes’ | Conheça TODAS as Encarnações de Hannibal Lecter e Clarice Starling nas Telas

Em 2021, o clássico O Silêncio dos Inocentes completa 30 anos de lançamento. O filme é um dos mais queridos de todos os tempos na opinião dos cinéfilos, e na opinião do grande público se encontra entre os 25 melhores no IMDB. Sucesso de bilheteria rendendo 14 vezes mais o seu orçamento e marcando 96% de aprovação com os críticos no Rotten Tomatoes, O Silêncio dos Inocentes pode ser considerado o filme de suspense com doses de terror mais prestigiado da história do cinema. Não acredita? Que tal lembrar de seu recorde ainda mantido no Oscar.

Em 1992, além da estatueta de melhor filme, O Silêncio dos Inocentes ainda levou para casa o chamado Big Five (somente 3 Filmes possuem tal honraria): os prêmios de melhor direção (para o saudoso Jonathan Demme), melhor atriz (Jodie Foster), melhor ator (o veterano Anthony Hopkins, que este ano recebeu sua segunda estatueta por Meu Pai) e melhor roteiro adaptado – deixando pelo caminho apenas as nomeações de som e edição. O filme, é claro, é a adaptação do romance de Thomas Harris, e apesar de seu status, esta não foi o primeiro capítulo da história planejada pelo autor, ou sequer a primeira aparição do psicopata Hannibal Lecter nas telonas.

Para você que é fã de O Silêncio dos Inocentes e deseja se aprofundar um pouco mais no universo deste carismático e erudito canibal, o Dr. Hannibal Lecter, trazemos para você esta nova matéria, cujo propósito é rastrear as outras aparições da dupla de protagonistas – além de Lecter, também sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling – deste vencedor do Oscar que é um verdadeiro fenômeno do cinema. Confira abaixo.

Caçador de Assassinos

Se o grande O Silêncio dos Inocentes completa 30 anos de lançamento em 2021, o universo criado por Thomas Harris nas páginas comemora outro aniversário cinematográfico este ano. A primeira aparição de Hannibal Lecter no cinema comemora 35 anos de sua estreia. Caçador de Assassinos, ou Manhunter no original, estreou em agosto de 1986 (chegando só em 1988 no Brasil). O filme marcou o terceiro longa para o cinema do diretor Michael Mann (Fogo Contra Fogo, 1995), mas viveu para se tornar um fracasso retumbante de bilheteria, ressurgindo hoje com obra cult.

Nesta produção Hannibal, vivido por Brian Cox, é capturado pelo agente Will Graham (William Petersen). Na prisão, o canibal é alistado para ajuda-lo a capturar outro serial killer conhecido como “a fada dos dentes”. Por essa sinopse deu para perceber que o longa foi refilmado nas formas do bem mais famoso Dragão Vermelho (2002) – além de que a trama é bem similar à de O Silêncio dos Inocentes. Uma curiosidade é que o sobrenome de Hannibal aqui era mencionado como “Lecktor”. Vá entender…

O Silêncio dos Inocentes

O famoso produtor italiano Dino De Laurentiis bancou a adaptação cinematográfica de Caçador de Assassinos e deu com os burros n’água, precisando arcar com o prejuízo da obra. Assim, quando surgiu a oportunidade de levar ao cinema este novo livro de Thomas Harris, De Laurentiis recusou enfaticamente. Bem, podemos dizer que o consagrado empresário não estava em sua melhor fase, já que a segunda investida se tornou tudo o que a primeira deveria ter sido e não foi: sucesso de bilheteria, crítica, recorde no Oscar (dono do chamado Big Five) e um filme atemporal para os fãs.

E tudo o que precisou foi uma mudança completa no time de realizadores. Nas formas de Anthony Hopkins, Hannibal Lecter se tornou um dos personagens mais memoráveis da sétima arte, além de salvar a carreira do ator. Fora isso, tivemos a introdução de Clarice Starling (Jodie Foster), uma protagonista mais humana e carismática – cujos laços do relacionamento com o psicopata são a espinha dorsal do sucesso da obra.

Hannibal

Outro filme da franquia que faz aniversário em 2021. A tão aguardada sequência de O Silêncio dos Inocentes completa 20 anos. Lançado dez anos depois do clássico Oscarizado, alguns elementos se encontraram ausentes para ser uma celebração completa. Jonatham Demme não voltou para dirigir, e foi substituído pelo igualmente talentoso Ridley Scott. Mas a ausência mais sentida foi a da contraparte do psicopata, deixando a dinâmica capenga.

Anthony Hopkins concordou retornar ao papel que salvou sua carreira, mas Jodie Foster não estava interessada em reprisar Clarice mais velha, optando por ingressar no projeto O Quarto do Pânico (2002), de David Fincher, após a saída de Nicole Kidman devido a um acidente. Assim, convocada para a substituição chegava Julianne Moore, atriz igualmente capaz. Com Hannibal livre para viver a boa vida pela Europa, o que inclui dar continuidade à sua culinária, digamos, peculiar, cabe à Clarice a incumbência de desvendar o paradeiro de seu “velho amigo”. Tudo isso ocorre justamente quando a carreira da promissora agente novata do passado cai em desgraça dez anos depois.

Dragão Vermelho

Quando “perdeu o barco” do sucesso de O Silêncio dos Inocentes, o produtor Dino De Laurentiis resolveu correr atrás do prejuízo e comprou os direitos das outras adaptações dos livros de Thomas Harris. Assim, dez anos depois do vencedor do Oscar, lançava o item acima, Hannibal – embora sem conseguir com que Jodie Foster, a atriz protagonista, retornasse. Fazendo valer seu investimento, o empresário italiano confeccionava logo no ano seguinte de Hannibal um remake de Caçador de Assassinos, flop do passado, agora com a presença de Anthony Hopkins como o canibal Lecter, e um elenco de primeira à frente da produção. Embora não seja tão original quanto O Silêncio dos Inocentes, Dragão Vermelho foi uma boa investida naquele universo e serviu para que revisitássemos velhos amigos e localidades muito conhecidas dos fãs.

Hannibal – A Origem do Mal

Em Hollywood ou em qualquer outro lugar, quando se investe pesado numa ideia, geralmente é tirada até a última gota dela. Assim, cinco anos após Dragão Vermelho – o remake de Caçador de AssassinosDe Laurentiis resolveu contar a origem do canibal ainda em sua juventude. Precisava? Não. Mas ele faria de qualquer forma. Para isso, exigiu um texto do próprio Thomas Harris para dar embasamento à produção. Quando o autor se recusou, De Laurentiis foi enfático: “Farei mesmo sem você, então é melhor que seja com você”.

Foi só o que bastou para que o criador se mexesse e não deixasse qualquer outro se aventurar pelas histórias e personagens de estimação. Por aqui, nada de Anthony Hopkins, o que fez o longa perder muitos pontos, soando verdadeiramente como um caça-níquel. No papel do protagonista, desta vez Hannibal assumiu as formas do jovem francês Gaspard Ulliel, dando ao personagem um ar mais europeu. O lance por trás destes filmes de origem é que não queremos nem tampouco precisamos ver como os grandes vilões do cinema chegaram aonde os encontramos pela primeira vez. Nossa imaginação dá conta deste recado.

Hannibal – A Série

Em 2010, o grande produtor italiano Dino De Laurentiis faleceu, mas o barco de sua produtora foi tocado pela esposa Martha De Laurentiis, 35 anos mais jovem que ele. Assim, quando uma série focada em Hannibal ambientada antes do que vemos em Caçador de Assassinos e Dragão Vermelho (mas muitos anos depois de A Origem do Mal) saiu do papel em 2013, Dino já não estava mais entre nós – porém seu nome, que intitula sua produtora, continuou dona dos direitos do personagem. Para o imenso desafio de substituir o monstro Anthony Hopkins no papel (que não havia dado muito certo com Ulliel em 2007) era necessário um ator de renome e prestígio suficientes.

Entra em cena ninguém menos que o dinamarquês Mads Mikkelsen, conhecido pela comunidade cinéfila como um dos melhores intérpretes em atividade e recém-saído então do sucesso A Caça (2012), de Thomas Vinterberg. O programa faz uso de personagens recorrentes no universo do psicopata. Essa porém foi a primeira investida em uma história do personagem sem participação de um texto do criador Thomas Harris. Apesar de seu enorme prestígio, o seriado durou apenas três temporadas, sendo cancelado em 2015. Mesmo assim ainda é enaltecido como uma das melhores séries de todos os tempos na opinião dos fãs e tem média geral de 92% de aprovação da imprensa especializada. Vai entender o que se passa na cabeça destes canais de TV.

Clarice

Mais recente investida no universo dos personagens criados pelo autor Thomas Harris na literatura. E se Hannibal – A Série deixava de fora o criador (que não tinha qualquer envolvimento com o projeto pela primeira vez nas adaptações), este novo programa exclui também a produção dos De Laurentiis – pela primeira vez desde 2001. Ao contrário de todas as outras adaptações deste universo, onde o carro-chefe era sempre a presença de Hannibal Lecter como principal atrativo, pela primeira vez uma adaptação resolve investir em sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, que ganha inclusive o nome do programa.

Antes de Clarice, com quem Hannibal possui um relacionamento de respeito e certa paixão platônica, o agente Will Graham foi o adversário à altura do grande vilão, inclusive sendo o responsável por sua captura. Graham foi vivido por William Petersen em Caçador de Assassinos e por Edward Norton no remake Dragão Vermelho. O personagem voltou a dar as caras como um dos protagonistas da série Hannibal nas formas de Hugh Dancy. Já Clarice, em sua primeira aparição em tela ganhou as formas de Jodie Foster, que conquistou o Oscar de melhor atriz pelo papel.

Dez anos depois, a estrela se recusava a retornar, precisando ser substituída pela igualmente talentosa Julianne Moore, firme ao dar vida a uma Clarice mais madura em Hannibal (2001). Agora, quem assume a responsabilidade é a jovem Rebecca Breeds (da série Os Originais). A opção aqui é pelo retorno ao passado, centrando a trama apenas um ano depois dos eventos vistos em O Silêncio dos Inocentes – o que promete deixar os nostálgicos ainda mais interessados pela proximidade com o querido filme. A primeira temporada está no ar pela rede CBS e já exibiu 7 de um total de 12 episódios.

Star Wars Day | Atores que ficaram traumatizados por conta de seus papéis em Star Wars

Star Wars é uma das maiores franquias do cinema e conta com uma legião apaixonada de fãs. Entretanto, esse amor, às vezes, passa dos limites e esses fãs acabam se sentindo donos da saga e com o direito de reclamarem e julgarem decisões que não os agrade. Isso costuma resultar em xingamentos, perseguições e assédio a diversos atores que ficaram traumatizados após interpretarem algum personagem na saga. Confira!


Jake Lloyd

Na época em que interpretou o pequeno Anakin Skywalker, Jake Lloyd era um menino de apenas 8 anos. Além de ter que conviver com o bullying frequente de seus coleguinhas da escola, que imitavam o som de um sabre de luz toda vez que ele ia para a aula, o menino sofreu com a rotina exaustiva das gravações e das mais de 60 entrevistas diárias. O resultado disso foi uma aposentadoria precoce das telonas e uma adolescência/ vida adulta repleta de traumas.


Kelly Marie Tran

Em Os Últimos Jedi, a jovem Kelly Marie Tran interpretou Rose Tico, uma mecânica que perdeu a irmã em um dos ataques da Resistência à Primeira Ordem. A personagem não caiu nas graças do público e a atriz começou a receber xingamentos sexistas e xenofóbicos. A onde de hate recebida foi tão grande que a atriz decidiu encerrar suas contas nas redes sociais. Neste caso, felizmente, ela deu a volta por cima e já está em diversas produções atuais, como Raya e o Último Dragão.

Daisy Ridley

Diferentemente dos outros membros dessa lista, Daisy Ridley não sofreu diretamente com o ódio dos fãs. Porém, como ela era uma atriz praticamente desconhecida antes de interpretar Rey Skywalker em Star Wars, ela precisou fazer terapia para lidar com a fama repentina. Em entrevista para a Vanity Fair, ela afirmou que os fãs a reconheciam na rua e ela tinha crises nervosas. A situação era tão grave que a atriz chegou a ter irritações na pele por conta disso. Atualmente, porém, ela já aprendeu a lidar com a fama.


Ahmed Best

Assim como Jake Lloyd, Ahmed Best foi uma das vítimas de A Ameaça Fantasma. Na trilogia prequel, ele foi o ator que deu voz ao polêmico e odiado Jar Jar Binks. Pensado para ser um alívio cômico, o Gungan acabou virando um dos personagens mais irritantes da saga, mas isso não foi culpa do ator. No entanto, ao descobrirem quem era o ator por trás do alienígena, alguns fãs começaram a importuná-lo com críticas presencialmente e por redes sociais. A perseguição foi tão intensa que ele revelou ter cogitado o suicídio.

Hayden Christensen 

A missão que Hayden topou ao aceitar ser o protagonista de uma trilogia Star Wars não seria fácil caso ele fosse um personagem novo. Porém, a dificuldade fica ainda maior quando o personagem que você vai viver é “apenas” um dos maiores vilões de todos os tempos, o temível Darth Vader. Na pele de Anakin Skywalker, o ator entregou um trabalho marcado por diálogos sofríveis e uma total ausência de expressões faciais. Isso foi o bastante para os fãs encherem a paciência do coitado, que não emplacou mais nenhum sucesso após o fim da trilogia prequel. O jogo, entretanto, parece ter virado porque no último ano, um grupo de fãs começou uma campanha virtual para que ele reprisasse seu papel na vindoura série do Obi-Wan Kenobi. E deu resultado, porque a Disney gostou da ideia e teremos a presença de Hayden Christensen no seriado.

 

A franquia Star Wars está disponível no Disney+

Cinemas brasileiros reabrem suas portas e receberão ‘Godzilla vs Kong’ e ‘Rogai por Nós’

As salas de cinema do Brasil foram fechadas em março de 2020 devido a pandemia de COVID-19 que afetou o mundo todo. Com o início da segunda etapa da “fase de transição” do Plano São Paulo, redes de cinemas começaram a reabrir suas salas.

Os cinemas estarão funcionando com infraestrutura devidamente preparada para receber o público com todos os protocolos de saúde e higiene para evitar a proliferação da Covid-19.

Além de distanciamento mínimo entre as poltronas e nas filas, serão disponibilizados totens de álcool em gel e determinação do uso de máscaras.

Dois grandes lançamentos estão previstos para chegarem aos cinemas nacionais nesse fim de semana: ‘Godzilla vs Kong‘, que já está tendo sessões de pré-estreias desde a semana passada, e o terror ‘Rogai por Nós‘ – que será lançado em mais de 300 salas.

Vale lembrar que a reabertura programada deve seguir uma série de exigências aprovadas pelo governo, incluindo:

As entidades dos setores econômicos de eventos e atividades culturais, como, por exemplo, cinemas e teatros, ainda terão que elaborar o seu protocolo de funcionamento e ter o documento aprovado pela vigilância sanitária. No entanto, o Governo de São Paulo estabeleceu algumas restrições que deverão ser seguidas para reabertura, são elas:

  • Ocupação máxima deve ser de 40%;
  • Público deverá permanecer sentado;
  • Uso de máscara obrigatório;
  • Venda de ingressos exclusivamente online;
  • Assentos devem ser marcados respeitando o distanciamento social;
  • Alimentos e bebidas não poderão ser consumidos nos estabelecimentos;
  • Adoção de protocolos específicos;
  • Eventos deverão controlar o acesso e o número de pessoas, observando a lotação máxima;
  • Funcionamento de até 6 horas por dia.

 

Star Wars Day | Entenda os Nomes dos Personagens de uma das maiores sagas do cinema

Enquanto produzia seu filme de estreia (a distopia futurista intitulada THX 1138), George Lucas havia revelado para seu compositor que gostaria de produzir uma versão cinematográfica do clássico seriado sci-fi Flash Gordon. Entretanto, em um constante vaivém, ele decidiu dar origem a um panteão único, que veio a se concretizar em 1977 com o lançamento de Star Wars: Uma Nova Esperança’, contando a história do jovem Luke Skywalker e de suas aventuras para salvar a galáxia de um Império maligno e opressor comandado por Darth Vader.

Desde então, a saga intergaláctica alavancou uma legião de fãs, inúmeras sequências, prequências, spin-offs e produções seriadas que transformaram esse envolvente universo em um legado ambulante que influencia jovens realizadores até os dias de hoje – e que foi influenciado, é claro, pelo classicismo do monomito descrito por Joseph Campbell em sua obra O Herói de Mil Faces.

No dia de hoje (04 de maio), os fãs da franquia comemoram o Dia de Star Wars devido a um inteligente trocadilho – e, por mais que sejam seguidores incontestáveis do cânone dessa aventura irretocável, é possível que parte do gigantesco grupo não tenha muita ideia do que existe nos bastidores e na construção de cada protagonista e coadjuvante dos longas.

Por isso, o CinePOP preparou essa singela matéria especial que analisa o background etimológico dos personagens da franquia (ou seja, o significado de seus nomes), através de uma lista primeiramente preparada pela Babbel Magazine.

LUKE SKYWALKER

O corajoso herói vivido por Mark Hamill remonta aos tempos gregos e dialoga com Loukas, o homem de Lucania (região localizada na Itália). Diferente do que se possa imaginar, ele não carrega nenhum sentido mítico ou místico – o que faz sentido, considerando sua personalidade humilde apresentada no capítulo de estreia da série.

Entretanto, seu nome remonta também à palavra leukos, que significa luz – o que também faz sentido, visto que sua principal missão é lutar contra “o lado negro da força”. Vale lembrar que, antes de ganhar seu icônico sobrenome (que significa “peregrino do céu”), Lucas revelou que o protagonista evocaria o autoexplicativo Starkiller (matador de estrelas).

LEIA ORGANA

Lucas cresceu em meio a icônicos romances de ficção científica, que tiveram seu boom entre as décadas de 1920 e 1960. Não é surpresa, pois, que o cineasta tenha honrado um de seus ídolos, Edgar Rice Borroughs, ao nomear a personagem vivida por Carrie Fisher como a Princesa Dejah Thors, de John Carter of Mars.

Organa, por sua vez, se relaciona com os vocábulos orgânico e organismo, representando sua posição em prol da natureza em um momento de dualidade entre dois mundos completamente opostos entre si.

HAN SOLO

Segundo vários dicionários etimológicos, Han é uma forma arcaica de um nome mitológico que aparece em diversas culturas mundiais e milenares: John (ou Hansel, João, Hans e Jean). Solo, por sua vez, é encarado como uma homenagem ao espião Napoleon Solo, charmoso protagonista de The Man from UNCLE – série de TV estadunidense popular nos anos 1960.

CHEWBACCA

Uma das criações mais queridas do panteão intergaláctico tem uma história adorável por trás de sua fisionomia: o cachorrinho de George Lucas, um malamute do Alasca chamado Indiana. O nome, todavia, é bastante similar à tradução do vocábulo cachorro para a língua russa (escrita собака).

OBI-WAN KENOBI

Lucas nunca escondeu sua afeição pelo cinema asiático e, como muitos devem saber, pelo lendário Akira Kurosawa, apaixonando-se por sua estética e por suas habilidades narrativas extremamente narcóticas e suntuosas. Não é surpresa que sua gratidão tenha ganhado palco em Star Wars, seja com a palavra jedi (que tem origem na vestimenta dos dramas samurais conhecida como jidai-geki), seja com o mentor de Luke, Obi-Wan.

Um dos melhores personagens criados pelo diretor faz clara menção a Kurosawa: obi é uma faixa usada para amarrar o quimono, enquanto ken é a tradução japonesa para espada. Wan, por sua vez, é uma brincadeira com o título san, utilizado para se referir a alguém de mesma hierarquia (etária ou profissional, por exemplo).

YODA

Assim como grande parte da história que circundaStar Wars, o nome do mestre Yoda não tem uma origem certeira e é infundido com mistério que apenas acrescenta mais camadas de profundidade à sua construção. Uma das fontes mais plausíveis é a palavra em sânscrito para guerreiro (yoddha); outra, é o hebraico para sábio (yodea) – e ambas têm bastante coerência.

DARTH VADER

Bem como Yoda, o temível Darth Vader não tem uma raiz única: rumores indicam que o nome faz alusão ao holandês donker vader, que significa pai negro. Lucas, porém, afirmou que ele é uma combinação de duas frases poéticas: death water e dark father – mas a conexão não bate, visto que os primeiros rascunhos do roteiro não colocavam o vilão como pai de Luke Skywalker.

R2-D2 & C3PO

E mais uma vez Kurosawa é resgatado para a saga, mas dessa vez para a dupla de robôs conhecida como R2-D2 e C3-PO. Lucas afirmou em diversas entrevistas que os coadjuvantes foram baseados nos dois camponeses trapalhões do clássico A Fortaleza Escondida. R2-D2 também surgiu durante a montagem do filme Loucuras de Verão, em que seu assistente abreviou a frase “reel 2, dialog 2” para “r-2-d-2”.

KYLO REN

O vilão da nova trilogia, interpretado por Adam Driver, teve seu nome revelado nas HQs de Star Wars. Ren, na verdade, significa sabre de luz e, segundo o próprio personagem, ele vive segundo a natureza que a arma laser representa. Kylo, por sua vez, é de origem saxônica e significa céu.

REY

A protagonista vivida por Daisy Ridley é uma poderosa guerreira cujo nome tem basicamente tudo a ver com sua personalidade. Vindo do latim, o vocábulo é a tradução espanhola de rei que, por sua vez, vem da união entre rex e regere – alguém que lidera. A escolha não poderia ser mais perfeita; afinal, a personagem é Líder da Resistência que luta contra a ascensão dos Cavaleiros de Ren.

2016 foi o ano dos Flops | Os 5 anos de alguns dos grandes fracassos do cinema

Quando nasceu, o conceito do blockbuster era o seguinte: uma produção que se tornava tão famosa que criava um verdadeiro movimento cultural, transcendendo ser apenas um filme. É claro que uma bilheteria astronômica vinha junto e a obra gerava diversos outros produtos licenciados, que abrangiam as mais variadas mídias. Foi assim com Tubarão (1975), Star Wars (1978), Indiana Jones (1981) e E.T. (1982), por exemplo, os primeiros da história.

Corta para os dias de hoje, numa época regida por megalomania, onde blockbusters são forçados pelas nossas gargantas abaixo e não surgem de forma legítima como no passado. Antes, tais filmes geravam um lucro impensado e entravam para a história eternizados. Hoje, eles custam uma grande fortuna esperando que consigam sobressair o orçamento. É simplesmente muita pressão, o que acaba resultando em fracassos monumentais, na grande parte. Como são produzidos em massa, muitos pretensos blockbusters se valem desta estirpe devido ao valor que foi gasto em sua produção e não o contrário, em sua arrecadação. Isso se traduz em roteiros cada vez mais mecânicos e sem alma, esperando ser abraçado por uma parcela do público e não por ele todo. É como se os filmes fossem feitos à base de estatísticas, de fórmula, e não mais com o coração e criatividade.

Pensando nisso, resolvemos olhar ali atrás no passado, sem ir muito longe, apenas 5 anos, para uma época que muitos consideram um grande abismo criativo para os blockbusters. Aqui, levantaremos através de uma lista e alguns fatos a possibilidade real de 2016 ter sido um dos piores anos de todos os tempos para o cinema entretenimento. E você, o que acha? Não esqueça de comentar.

Batman vs Superman – A Origem da Justiça

Ame ou odeie. Aqui não iremos discutir nosso gosto pessoal sobre este filme dos heróis da DC, ou sequer o seu. Sabemos que muitos o defendem com unhas e dentes, em especial os fãs. Mas o fato é que o filme não atingiu o que se esperava dele, e convenhamos, poderia ter sido bem melhor – independente dos motivos ou “culpados” pelos quais não foi. Causando muita polêmica na época, Batman vs Superman foi fracasso de crítica, com meros 28% de aprovação dos especialistas. Com um orçamento de US$250 milhões, esperava-se que batesse a barreira do US$1 bilhão, mas ao contrário o filme “só” chegou até os US$870 milhões.

Esquadrão Suicida

É ruim descer o cacete em um estúdio, mas as decisões criativas da Warner / DC são motivo de falatório ainda hoje. E mostraram fragilidade logo na linha de largada. Aqui tínhamos a promessa de um dos filmes mais legais de 5 anos atrás, com o primeiro longa de heróis centrados nos vilões. Entre mortos e feridos, salvou-se a Arlequina de Margot Robbie. Este universo, no entanto, ganhará mais uma chance pelas mãos de James Gunn, diretor que entende do riscado. O primeiro Esquadrão Suicida tem menos defensores que Batman vs Superman, e uma nota ainda mais baixa com os críticos, 26% de aprovação. A bilheteria até que foi maior do que o filme de fato merecia, já que com um orçamento de US$175 milhões, arrecadou US$746 milhões no mundo.

X-Men: Apocalypse

Os filmes de super-heróis se tornaram muito queridos. Mas a verdade é que fora da Marvel Studios, eles ainda lutam pelo sucesso. E seguindo os passos da Warner / DC, a Fox fazia uma baita bagunça, ficando entre erros e acertos em suas produções. Fato que deve ter deixado muitos felizes pela compra da Disney. Apocalypse já demonstrava a falta de vontade de alguns membros do elenco (cof cof Jennifer Lawrence cof cof) em seguir nesta franquia. O filme custou quase US$200 milhões e arrecadou US$500 milhões. Com os críticos, garantiu o tomate podre com 47% de aprovação. Alguém aí gosta de fato deste?

Independence Day – O Ressurgimento

Esta sequência conseguiu demonstrar que nem toda continuação tardia é bem-vinda. Afinal, sejamos francos, quem estava com saudade e pedindo uma continuação de Independence Day (1996)? Entendemos o valor que o original carrega e sua importância para os blockbusters ainda na década de 90, mas é sério que o filme precisava de mais um capítulo? E o pior, feito da forma que foi! Will Smith foi sábio e se manteve bem longe, e nem mesmo o carisma incontestável de Jeff Goldblum foi capaz de salvar este tiro no pé. Com um orçamento de US$165 milhões, o longa arrecadou “apenas” US$390 milhões mundiais, colocando assim uma pá de cal na pretensa trilogia. Os críticos igualmente deram as costas, conferindo apenas 30% de aprovação.

Assassin’s Creed

Grande talento promissor, o astro alemão Michael Fassbender se afundou num mar de superproduções ruins. O epicentro ocorreu aqui, quando resolveu comprar o barulho desta adaptação cinematográfica de um famoso videogame. Fassbender foi também o produtor aqui, além de protagonista. Tendo custado US$125 milhões para a FOX, arrecadou apenas US$240 mundiais, garantindo um ponto final para a franquia. Os críticos também não gostaram nada e deram 18% de aprovação. E você, o que acha do filme?

O Caçador e a Rainha do Gelo

Seguindo pela linha das “continuações desnecessárias”, o primeiro filme com Kristen Stewart no papel de Branca de Neve passou bem longe de ser tão querido que precisasse de sequência. Mas os produtores, ao lado da Universal, foram em frente e realizaram uma assim mesmo. Do lado positivo temos um elencaço feminino que reúne Charlize Theron, Jessica Chastain e Emily Blunt. Do lado negativo, o fracasso de público, com US$164 milhões em bilheteria (num orçamento de US$115 milhões) e de crítica, com 19% de aprovação.

Alice Através do Espelho

Alice no País das Maravilhas (2010) é provavelmente o pior filme da carreira do querido diretor Tim Burton, mas fez um enorme sucesso se tornando também seu filme mais lucrativo – em grande parte devido à marca associada ao projeto. É claro que a Disney iria confeccionar mais um, o problema é que muito pouco pensamento foi investido. Resultado: fracasso de bilheteria, com um orçamento de quase US$200 milhões, rendeu somente US$300 milhões. Com os críticos outro fracasso: míseros 29% de aprovação.

O Bom Gigante Amigo

Aqui digamos apenas que o grande Steven Spielberg já foi melhor, muito melhor, em fazer filmes mirados aos pequenos e para toda a família. Ainda mais se levarmos em conta que este foi o último trabalho da saudosa Melissa Mathison, colaboradora do diretor em E.T. – O Extraterrestre (1982). Embora muitos tenham ficado pasmos com a apelação para o humor de flatulência contido no filme, O Bom Gigante Amigo até que foi bem com os críticos, com 74% de aprovação. O problema foi mesmo com o público, que deu de ombros não comparecendo. Resultado, com um orçamento de US$140 milhões, rendeu apenas US$195 milhões mundiais, se concretizando como um dos maiores fracassos retumbantes da carreira do grande nome da indústria. E você, acha injustiça com o filme?

Passageiros

Até Passageiros, a musa Jennifer Lawrence parecia não poder errar, acertando um golaço atrás do outro. Seguindo nessa linha de popularidade, Chris Pratt havia demonstrado muito carisma em Guardiões da Galáxia (2014). A união dos astros soava como alinhamento cósmico perfeito. Ledo engano e o tombo foi feio. Passageiros custou mais de US$100 milhões e nos EUA apenas se pagou, rendendo mundialmente US$300 milhões. Mas quem gostou menos que o público foram os especialistas, garantindo apenas 30% de aprovação. E você, tem carinho por Passageiros?

Deuses do Egito

Planejado para ser o novo Fúria de Titãs, este filme mirou mas não acertou o alvo. Resultando em muito humor involuntário, Deuses do Egito terminou com jeitão de produção trash de centenas de milhões de dólares. O filme, no entanto, pode servir de prazer culposo devido a seu estilo nonsense. Dono de um grande elenco, terminou se tornando um fracasso de público, arrecadando US$150 milhões mundiais, num orçamento de US$140 milhões. Os críticos também não souberam rir da piada e conferiram ao longa 15% de aprovação.

As Caça-Fantasmas

Deixando a misoginia de lado (sempre!), teria sido muito legal ver este filme dando certo e reiniciando a querida franquia, agora com quatro mulheres à frente. Admitimos que o filme não é bom e não nos agradou, mas caso tivesse rendido mais, poderia ser o caso de consertar as coisas na continuação. O texto pouco inspirado, que não fez jus ao talento dos envolvidos, resultou no fracasso de bilheteria (com US$230 milhões mundiais num orçamento de US$144 milhões), mas não de crítica – assim como O Bom Gigante Amigo. Os críticos deram 74% de aprovação, leia-se, a maioria com medo de ser diagnosticado como misógino.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Embora os fãs até tenham aprovado o resultado deste filme baseado num querido game, o enaltecendo como uma das melhores adaptações do gênero, este se mostrou um esforço em vão do talentoso diretor Duncan Jones. A verdade é que Warcraft só serviu para os adeptos do jogo, terminando por alienar todo o resto da audiência. Assim, os críticos não perdoaram e tascaram apenas 28% de aprovação. Nas bilheterias, a aventura medieval de fantasia também não foi bem, e com um orçamento de US$160 milhões, arrecadou somente US$47 milhões nos EUA, e mais US$400 milhões mundiais.

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras

Não que o reboot de 2014 tenha sido bom ou um sucesso de crítica e público, mas esperávamos (talvez por ingenuidade) que as coisas melhorassem na sequência. Bem, para sermos justos, elas melhoraram sim. Esse Fora das Sombras é definitivamente um filme melhor que o anterior. Mas não o suficiente, já que com um orçamento de US$135 milhões, arrecadou US$245 milhões mundiais, sem dar muita chance para uma terceira parte. Com os críticos não foi muito diferente, e o filme obteve 38% de aprovação.

Ben-Hur

Os blockbusters podem vir de todas as formas e tipos. Até com uma roupagem de clássico da era de ouro do cinema. Reimaginação da lendária história eternizada na sétima arte em 1959, a nova versão é um filme enérgico e arrojado, visando as plateias de hoje. Nem precisa ser dito que, mesmo contanto com Morgan Freeman e nosso Rodrigo Santoro no papel de Jesus Cristo, o novo Ben-Hur não possui um décimo do brilho do anterior. E adivinhe? Isso mesmo, rendeu um fracasso de crítica e público. Com orçamento de US$100 milhões, sequer se pagou, nem mesmo na bilheteria mundial – fazendo US$94 milhões ao todo (se tornando um dos maiores flops de 2016). Os críticos também torceram o nariz conferindo somente 25% de aprovação.

A Lenda de Tarzan

Um Tarzan vivendo em sociedade junto com os homens, mas precisando tirar a camisa, voltar a selva e emitir seu famoso urro para resgatar sua amada Jane, é o que quis nos vender a Warner. Bem, quase ninguém comprou, mesmo com um elenco de primeira, impulsionado pelas presenças de gente como Margot Robbie, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz. Com um orçamento de US$180 milhões, o filme sequer se pagou nos EUA, e no mundo fez US$350 milhões. Os críticos não perdoaram e deram 36% de aprovação ao filme.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

Parece ideia de Jerico casar o clássico da literatura feminista de Jane Austen com o universo de terror de mortos-vivos, mas na verdade é baseado numa graphic novel de sucesso. Porém, nem sempre o que funciona numa mídia, irá funcionar na outra. E no meio de tudo está a pobre Lily James. Com um orçamento de US$28 milhões, Orgulho e Preconceito e Zumbis sequer se pagou no mundo tendo arrecadado US$16 milhões. As críticas, bem, também não foram gentis, garantindo 46% de aprovação.

A Grande Muralha

Muitos devem ter comprado seu ingresso para este filme esperando ver mais um épico do talentoso diretor chinês Zhang Yimou sobre a indefectível Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo. O que ganharam de fato não poderiam prever: uma superprodução onde Matt Damon, mais canastrão do que nunca, enfrenta grandes lagartos monstruosos. É sério?! O filme foi fiasco de bilheteria nos EUA, arrecadando menos de um terço do orçamento inflado de US$150 milhões. Mas no mundo fez o dobro, num total de US$334 milhões. As críticas… somaram 35% de aprovação.

Truque de Mestre – O 2º Ato

O primeiro Truque de Mestre (2013) já não era nenhuma obra-prima. O filme nos pedia para acreditar em muito que não fazia sentido, cortesia de um roteiro mais esburacado que as estradas do Brasil. Mas o que importa é que fez sucesso, assim uma continuação saiu do forno. E aqui, bem, o filme não se pagou nos EUA, com um orçamento de US$90 milhões, somou apenas US$65 milhões na Terra do Tio Sam. O fato seria preocupante não fosse pelo mercado estrangeiro, onde o filme fez mais US$270 milhões. Como num truque de mágica, os críticos queriam que o filme desaparecesse e garantiram 33% de aprovação.

A Série Divergente – Convergente

Fechando a matéria com chave de ouro, temos o curioso caso da franquia Divergente no cinema. Bem, curioso para não dizer trágico. Este clone de Jogos Vorazes chegou na onda das adaptações de livros de ficção juvenil para meninas. O primeiro não empolgou, e o segundo apenas bateu ponto. Quando foi a vez do terceiro, ambiciosos produtores quiseram dividir o último capítulo em dois filmes, como se fazia muito no período. Lucro em dobro, certo? Errado. O resultado de Convergente foi tão negativo, que o estúdio resolveu puxar o plugue, deixando a “saga” sem uma conclusão, e os fãs a ver navios. Com o orçamento de US$110 milhões, o filme arrecadou US$179 milhões, mostrando que os fãs não se animaram de sair de casa para isso, mesmo antes da pandemia. Já os críticos, conferiram ao filme uma das notas mais baixas daquele ano, com 11% de aprovação.

‘Thor: Amor e Trovão’ será o melhor filme todos os tempos da Marvel, garante o diretor

Durante uma entrevista para o The Sun, o diretor Taika Waititi revelou que faltam apenas quatro semanas para o fim das gravações de ‘Thor: Amor e Trovão‘.

Questionado sobre os detalhes da sequência, o premiado cineasta fez mistério, mas garantiu que esse será o melhor filme da Marvel, até agora.

“As filmagens estão indo muito bem. Temos quatro semanas restantes, já estou vendo a luz no fim do túnel. Não quero gerar expectativas, mas este pode ser o melhor filme da Marvel de todos os tempos!”

O cineasta também elogiou o trabalho de Chris Hemsworth, protagonista da franquia, dizendo que não poderia estar mais orgulhoso do que ele vem fazendo com o personagem.

Chris é um cara engraçado, um bom amigo e alguém com quem você quer sair o tempo todo. Ele me deixa orgulhoso a cada dia, sabe? Acho que é isso tudo o que você realmente espera de um super-herói ou do personagem principal do seu filme. O que ele vem fazendo com o personagem superou minhas expectativas.”

Vale lembrar que o filme também vai apresentar o talentoso Christian Bale (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) como o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Recentemente, o astro foi flagrado com um visual bastante diferente em imagens divulgadas pelo Just Jared.

Confira:

O elenco também é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Ben Falcone Russell Crowe também estão no elenco em papéis não revelados.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

Star Wars Day | A constelação de atores que você provavelmente esqueceu que estavam em Star Wars

O dia 4 de maio é marcado como o dia internacional de Star Wars. Em celebração a data, o CinePOP preparou alguns especiais sobre a saga, começando com esta lista que traz 10 famosos que você provavelmente não lembrava que tinham um papel na franquia favorita dos fãs de uma galáxia muito, muito distante. Confira!


Keira Knightley 

Famosa no mundo todo por seu papel na franquia Piratas do CaribeKeira Knightley costuma ser confundida com outra atriz fantástica, a incrível Natalie Portman. Em A Ameaça FantasmaGeorge Lucas enxergou essa semelhança e escalou Keira para ser a criada que se passa pela Padmé Amidala por metade do filme. Mais tarde, nos é revelado que a verdadeira Padmé é justamente Natalie Portman, que se passava por uma serviçal até então.

Phoebe Waller-Bridge

A estrela de Fleabag fez parte de um dos filmes mais criticados de toda a franquia. Em Solo: Uma História Star WarsPhoebe Waller-Bridge interpreta a androide L3-37, que viaja a galáxia com Lando Calrissian (Donald Glover), mas que foi destruída e acabou sendo “reinstalada” como a inteligência artificial da nave Millennium Falcon.

 

Jason Sudeikis

Conhecido por fazer parte de quase todas as comédias americanas atuais, Jason Sudeikis é um ator e roteirista muito requisitado. Porém, aposto que vocês vão ficar com um leve ranço depois de saberem qual a participação dele em Star Wars. Lembram dos Scout Troopers que sequestram o Bebê Yoda em The Mandalorian? Pois então, Jason interpretou o trooper desalmado que socou o pobre Grogu.

 

Jodie Comer

Algum fã de Killing Eve por aí? A atriz Jodie Comer, que interpreta a psicopata Villanelle na série faz uma pontinha rápida em um flashback de A Ascensão Skywalker como a misteriosa mãe da Rey (Daisy Ridley).

Jon Favreau

Criador e diretor de The Mandalorian, o envolvimento de Jon Favreau com o universo Star Wars começou um pouco antes do que esperávamos. Em Solo: Uma História Star Wars, ele interpreta o macaquinho e piloto contrabandista, Rio Durant.


Joseph Gordon-Levitt

Nosso eterno iludido de 500 Dias Com Ela é muito amigo de Rian Johnson e descolou uma pontinha especial no controverso Os Últimos Jedi. No filme, ele dá voz ao alien Slowen Lo, que fica muito revoltado com o comportamento de Finn (John Boyega) em Canto Bight e chama os guardas para prendê-lo.

Thomas Brodie-Sangster

Famoso por ser aquele ator que tem 200 anos com carinha de 12, Thomas faz uma pontinha em O Despertar da Força, como um dos oficiais da Primeira Ordem que registra a chegada das espaçonaves no porto da Starkiller.

Taika Waititi

Um dos diretores e roteiristas mais requisitados da atualidade, Taika Waititi dirigiu um episódio da primeira temporada de The Mandalorian e também estrelou na série como o androide IG-11. Ele é um caçador de recompensas que teve sua programação imperial alterada e acabou ajudando a proteger o pequeno Grogu dos outros vilões.

Richard Armitage

Famoso por seu papel como Thorin Escudo de Carvalho na trilogia O Hobbit, Richard Armitage fez uma série de pontas em Hollywood antes de conseguir prestígio. Uma dessas pontas foi em A Ameaça Fantasma. Ele é um dos pilotos/ guardas do planeta Naboo e aparece em uma ou duas cenas.

Peter Serafinowicz

Conhecido por seus papeis em Todo Mundo Quase Morto e Guardiões da GaláxiaPeter Serafinowicz deu voz ao Darth Maul em A Ameaça Fantasma. O ator que fez a atuação física do personagem foi Ray Park.

A franquia Star Wars está disponível no Disney+

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Pose’ nos prepara para um emocionante e potente final

Ryan Murphy sempre trouxe bastante representatividade para as produções que comandava, fosse de um modo mais fabulesco, como em Glee, fosse acrescentando elementos de terror, como em American Horror Story. Mas nada se compara à importância estética e narrativa de Pose, uma das obras televisivas mais aclamadas do século e uma das mais originais, sem sombra de dúvida. Na série, Murphy nos transporta de volta para a emergente cultura dos ballrooms e do voguing dos anos 1980 e 1990, apresentando o público ao maior elenco transgênero a já ocupar um serviço mainstream em complexos arcos narrativos e uma ode de solidariedade a uma comunidade que sofre diariamente com parcos prospectos de vida e preconceito infundado.

Em 2021, o showrunner, que mais uma vez retomou trabalho com Brad Falchuk e chamou a ajuda de Steven Canals, anunciou que a terceira temporada seria a última da saga, para a infelicidade dos fãs. Não é surpresa que boa parte daqueles que vinham acompanhando a saga de Blanca, Elektra, Pray Tell e tantos outros estivessem animados para a vindoura estreia dos novos episódios – e tanta espera valeu a pena: os dois primeiros capítulos dessa emocionante ano de conclusão já começam com um soco no estômago ao trazer um evocativo e nostálgico glamour aliado a temas de extrema importância, desde vício em drogas até o errôneo entendimento do que realmente era a epidemia de HIV/AIDS nos Estados Unidos – discussões que existem até hoje e que servem para entendermos tanto o trágico histórico dos LGBTQIA+ quanto a luta pela igualdade de direitos.

A princípio, tinha-se uma visão bastante clara de onde o protagonismo estaria: em Blanca Rodriguez-Evangelista (Mj Rodriguez) e em suas andanças pelas ruas de Nova York como uma mulher trans que buscava fundar a própria casa. Depois de recrutar meninos de rua que foram expulsos de casa e aliar-se a amigas de longa data, Blanca emergiu como uma forte e destemida personagem que, vivendo com o mortal vírus da época, percebeu que a vida era muito mais do que se esconder nos becos escuros da cidade grande e se render ao medo: a vida é uma celebração de tudo de bom que existe – e deve ser explorado ao lado das pessoas que amamos.

Talvez por esse motivo a estreia da terceira temporada venha com uma sensação agridoce, nos levando de volta para essa expoente e vibrante cultura que servia como escape e como movimento de resistência para uma minoria assassinada diariamente. E, no centro dessa beleza, mentiras que abalam as fortes estruturas de uma família fundada por escolha, não por laços sanguíneos – como o fato de Pray Tell (Billy Porter) estar se rendendo dia a dia ao alcoolismo, sem perspectiva de continuar seguindo em frente ao ver que todos os seus conhecidos estão lhe dando adeus.

Nem tudo são catástrofes; aliás, o roteiro supervisionado por Canals e trazendo nomes como Janet Mock e Our Lady J para auxiliarem-no, deixa isso bem claro. O cotidiano é movido por altos e baixos e, dessa forma, nossos personagens também seriam. O relacionamento outrora complicado de Blanca e Elektra (Dominique Jackson) amadurece em níveis assustadores e une a ousadia de duas powerhouses para conseguirem o que bem entenderem, seja a compreensão acerca da situação de Pray Tell, seja os prêmios dos bailes noturnos que a tirariam da aposentadoria e reclamariam por um trono que lhes pertence por direito. É aqui que outras subtramas ganham forma, ainda mais quando infundidas com o recém-acrescentada imodéstia predatória de Lemar Khan (Jason A. Rodriguez), que representa a potência diabólica de uma geração que não tem qualquer respeito pelo passado.

A iteração se beneficia principalmente por servir como ponte entre os dias de outrora e um futuro que aponta para o momento em que vivemos. Ambientada agora em 1994, quase um ano mais tarde dos episódios anteriores, é notável de que forma os protagonistas compreendem os erros que cometeram no passado e desejam crescer, por mais que a verdade doa. É nesse quesito que Rodriguez e Jackson roubam todas as cenas em performances que oscilam entre a comédia e a tragédia com simplicidade e naturalidade cativantes. A química que as duas compartilham nas cenas é auxiliada pela atuação aplaudível de Indya Moore como Angel, que recai nas drogas mais uma vez; Hailie Sahar como Lulu, que mergulha de cabeça em uma ascensão e queda que deve ser mais explorada nos capítulos seguintes; e Angel Bismark Curiel como Lil Papi, que conseguiu um trabalho digno e nutre de um amor incondicional por Angel.

POSE — Season 3, Episode 1 — Pictured: Mj Rodriguez as Blanca, Billy Porter as Pray Tell, Angel Bismark Curiel as Lil Papi. CR: Eric Liebowitz/FX

É admirável o modo como Murphy articula cada um dos aspectos de modo a fugir ou tentar fugir das obviedades cênicas. É claro que lidamos com uma espécie de dramatização documental de pessoas reais, ainda mais considerando que a série funciona como uma extensão do emblemático Paris Is Burning; mas a fusão entre altos e baixos é o que fornece o dinamismo necessário para ficarmos grudados nas telinhas do começo ao fim, procurando descobrir o que vai acontecer. Eventualmente, algumas peças fora do lugar esbarram na epifania frenética, mas nada que não seja apenas um tropeço.

Pose retorna com força após um longo tempo sem nos agraciar com enredos potentes e um elenco de ponta. Abrindo do modo mais espetacular possível, o novo ano pretende unir o melhor das incursões anteriores para um grand finale digno de uma das maiores séries da atualidade.

‘The Flash’: [SPOILER] retornará no 150º episódio da série

De acordo com o TVLine, Jessica Parker Kennedy retornará como a Nora West-Allen no 150º episódio de ‘The Flash‘. Além disso, o site confirma que a atriz não só retornará para o episódio especial, como também para um pequeno arco narrativo com alguns episódios.

Vale lembrar que o episódio também irá introduzir Bart Allen (Jordan Fisher), o adolescente mais rápido do planeta, futuro filho da Iris e do Barry.

O 150º episódio da série será o 17º da sétima temporada.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Big Sky’: Série do criador de ‘Big Little Lies’ é renovada para a 2ª temporada

A série criminal da ABC, intitulada ‘Big Sky‘, foi renovada para a sua 2ª temporada antes mesmo da exibição do final de seu ciclo inaugural. A novidade foi revelada pela própria emissora.

A produção é baseada na série de livros ‘The Highway‘, de C.J. Box e foi criada por David E. Kelley, mais conhecido por seu trabalho nas minisséries ‘Big Little Lies‘ e ‘The Undoing‘.

A produção tem registrado 0.7 na demo, e um total de 4.2 milhões de espectadores, o que representa um desempenho muito melhor do que ‘Emergence‘, que ocupava o mesmo slot da emissora no ano passado.

A trama gira em torno da abdução de uma jovem e a busca de uma cidade pequena pelo culpado.

O elenco conta com Ryan PhillippeKylie Bunbury, Katheryn Winnick e John Carroll Lynch.

‘Invocação do Mal 3’: Entidade sinistra ataca em nova imagem do terror; Confira!

O site USA Today divulgou uma nova imagem do terror ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, com uma entidade sinistra atacando o personagem do Julian Hilliard.

Confira:

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga estrelam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

‘The Columnist’: Mulher busca vingança em novo clipe do suspense; Assista!

O suspense ‘The Columnist‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

O longa é dirigido por Ivo van Aart.

“A colunista e autora Femke Boot está sofrendo com o bloqueio criativo e seu humor não melhorou com a torrente de abusos e ameaças de morte que recebe diariamente nas redes sociais. Quando ela descobre que seu vizinho desagradável e barulhento é uma das pessoas anônimas que postam comentários vis, ela decide resolver o problema com suas próprias mãos. Quando isso a faz escrever novamente, ela sai em uma missão para caçar os haters e distribuir uma vingança rápida, educada e mortal.”

Katja Herbers, da série ‘Westworld‘, estrela a produção.

O suspense será lançado em DVD no dia 11 de maio.

‘Awake’: Gina Rodriguez e Ariana Greenblatt ganham destaque em nova imagem do thriller sci-fi da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou uma nova imagem promocional Gina Rodriguez (Jane, the Virgin) e Ariana Greenblat (‘Amor e Monstros’) no vindouro thriller de ficção científica intitulado Awake‘.

Confira:

Na trama, Rodriguez dá vida a uma ex-soldado chamada Jill, que tem um passado traumático e que carrega a cura para um evento global que destrói todos os aparelhos eletrônicos e tira a capacidade da humanidade de dormir. O caos logo consume o mundo e Jill talvez possa salvar a todos através de sua filha, Matilda. A pergunta é: será que ela consegue entregar a filha e curar o mundo antes de ficar louca?

O filme é dirigido por Mark Raso, que também assina o roteiro ao lado de Joseph Raso.

Jennifer Jason LeighBarry PepperFinn JonesShamier AndersonAriana GreenblattFrances FisherLucius HoyosGil Bellows completam o elenco.

‘Old’: Terror de M. Night Shyamalan ganha nova imagem oficial; Confira!

O site USA Today divulgou uma nova imagem do terror ‘Old‘, do aclamado cineasta M. Nigh Shyamalan, destacando os atores Thomasin McKenzieAlex Wolff.

Confira, com o teaser:

O longa é baseado nos quadrinhos ‘Sandcastle‘, criados por Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.

A trama segue uma família de férias que descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.

O elenco conta com Gael García BernalVicky KriepsRufus SewellKen LeungNikki Amuka-BirdAbbey LeeAaron Pierre, Alex WolffEmbeth Davidtz, Eliza Scanlen, Emun Elliott, Kathleen Chalfant e Thomasin McKenzie.

O terror está programado para ser lançado nos cinemas em 29 de julho.

‘Mundo em Caos’: Sci-fi com Tom Holland será lançado na próxima semana no Brasil

A Paris Filmes confirmou o lançamento da ficção científica ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking), estrelada por Daisy Ridley e Tom Holland, para o dia 13 de maio nos cinemas nacionais.

Além disso, um novo comercial dublado foi divulgado.

Confira:

Com 133 reviews computadas até o momento, o longa conquistou apenas 23% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, “apesar das tentativas de fazer algo original no gênero, a trama falha em deixar sua marca na ficção científica e o desenvolvimento fraco da produção enterra a progressão da história”.

Separamos alguns trechos das principais críticas:

“Não faltam detalhes imaginativos de ficção científica ou atores talentosos no filme, mas a trama se resume a personagens que mal conhecemos perseguindo uns aos outros e gritando.” (TheWrap)

“Além de ser irritante, depressivo e repulsivo, ‘Mundo em Caos’ tem muito ao seu favor.” (San Francisco Chronicle)

“O diretor Doug Liman oferece um filme com um conceito interessante – podemos ouvir tudo o que os personagens estão pensando –, mas que rapidamente se torna desgastante.” (Variety)

“Considerando os lançamentos durante a pandemia do diretor Doug Liman, ‘Mundo em Caos’ definitivamente tem uma premissa mais interessante do que ‘Locked Down’. Mas isso não significa que você deva voltar correndo aos cinemas para ver.” (EW)

Daisy Ridley e Tom Holland não têm química em ‘Mundo em Caos’ e a premissa central, o “barulho”, é extremamente irritante e persiste por todo o filme.” (MovieWeb)

“Apesar de todas as tentativas de se criar um filme de ficção científica original, a trama ainda se desenvolve de uma forma bastante genérica, cheio de clichês convencionais.” (Gone With The Twins)

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance homônimo escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

‘Army of the Dead’: Zumbi ataca em nova imagem do terror; Confira!

O site USA Today divulgou uma nova imagem de ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘, novo terror pós-apocalíptico de Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’), destacando o líder dos zumbis atacando um dos sobreviventes.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 21 de maio e terá classificação etária para maiores de 18 anos.

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

‘Great White’: Terror sobre tubarão assassino ganha data de estreia

De acordo com o Bloody Disgusting, o terror australiano ‘Great White‘ será lançado nos EUA nos cinemas e em VOD no dia 16 de julho.

Posteriormente, o longa será lançado no Shudder em 2022. No Brasil, segue sem previsão.

Confira uma nova imagem oficial:

O longa será dirigido por Martin Wilson, a partir de um roteiro escrito por Michael Boughen.

A trama segue dois operadores de hidroaviões, Kaz Fellows (Bowden) e Charlie Brody (Jakubenko), juntamente com seus passageiros, Joji Minase (Kano), sua esposa Michelle (Tsukakoshi) e o cozinheiro Benny (Tuhaka), que voam para o pitoresco recife. Não demora muito para que sua viagem idílica se transformasse em um inferno quando eles se encontram isolados a quilômetros da costa e em grave perigo do que se esconde logo abaixo da superfície. Sua única chance de sobreviver é a praia, mas com dois tubarões-brancos caçando-os, as chances não estão a seu favor. O que se segue é uma batalha pela sobrevivência de proporções épicas contra os predadores mais letais da natureza.

O elenco conta com Katrina Bowden, Aaron Jakubenko, Tim Kano, Kimie Tsukakoshi e Te Kohe Tuhaka.